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Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 160
Sinopse: Um longo diálogo sobre muitos dos temas sobre os quais escreveu: o corpo e a espiritualidade, rock e feminismo, amor e sexualidade, os lugares e a vida de escritora. Publicada agora na íntegra, esta entrevista (de que apenas um terço tinha aparecido na revista Rolling Stone) foi gravada ao longo de vários meses e em duas cidades, Paris e Nova Iorque. Sontag gostava de ser entrevistada porque gostava de conversar. Era do diálogo e da energia da conversa, segundo ela, que nasciam muitas das suas ideias e o seu pensamento. Às questões colocadas por um interlocutor tão perspicaz e conhecedor da sua obra como Jonathan Cott, Susan Sontag não responde em frases, mas em parágrafos calibrados que se expandem e em que o mais impressionante são a exatidão e a afinação moral e linguística com que ela enquadra e elabora as suas ideias. «Um ótima fonte para conhecedores da ensaísta e romancista, bem como para quem só agora conhece Sontag.» Publishers Weekly «Uma entrevista humanizadora com Sontag, geralmente vista como um intelecto ferozmente agressivo e polarizador.» Kirkus Reviews «Para a brilhante ensaísta que Sontag foi, falar com brilhantismo constituía uma parte importante do seu trabalho.» Slate
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 288
Sinopse: Uma explicação das origens do descobridor da América Cristóvão Colombo, o navegador escolhido para levar o cristianismo ao novo mundo, era nobre de pai e mãe. tinha ligações ao clã genovês Cybo, o mesmo que o papa Inocêncio VIII, e à família portuguesa Ataíde. Impulsionado por Inocêncio VIII, pelos reis castelhanos Fernando e Isabel e pelo monarca português D. João II, Colombo garantiu o alargamento da Europa cristã à América, protagonizando uma mudança geoestratégica vital para conter o expansionismo muçulmano. Sem este avanço, a história do mundo nos últimos 500 anos teria sido bem diferente. O navegador e cosmógrafo, que fez a viagem de descoberta oficial das ilhas e costas das Caraíbas para as entregar aos Reis Católicos, não agiu sozinho tão-pouco sem conhecimento sobre a existência dessa região longínqua. O Vaticano possuía mapas e documentos que indicavam terra firme no Atlântico Ocidental, os reis de Portugal e da futura Espanha estavam a par dessas informações e até navegadores portugueses já por lá tinham passado. Mas porque é que foi Cristóvão Colombo, e não outro, o eleito para uma das missões mais importantes da História? As origens familiares do navegador foram determinantes para a sua escolha.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 360
Sinopse: Tem a impressão de que estamos a um passo do fim do mundo? E que cada tragédia que acontece traz consigo a promessa de outra desgraça ainda maior? Eis um pequeno consolo: não é o primeiro a senti-lo. Ao longo da história, a humanidade viveu convencida de que o fim do mundo estava sempre ao virar da esquina. Este livro fala sobre o fim do mundo e em como, ao longo da história, civilizações que pareciam inabaláveis chegaram ao fim. Roma, os Maias, o povo da Ilha da Páscoa, e tantas outras sociedades, revelaram que até os impérios mais poderosos são frágeis diante da passagem do tempo. O colapso raramente surge de forma repentina; resulta antes de um acumular de fatores: esgotamento de recursos, alterações climáticas, desigualdade social, corrupção política, guerras internas e até avanços tecnológicos que, prometendo progresso, acabam por trazer novos perigos. No centro destes desastres repete-se o mesmo erro humano: a arrogância de acreditar que «connosco será diferente». O passado recorda-nos que o fim nunca é inevitável. Se formos capazes de aprender com os erros de ontem, ainda poderemos construir um futuro comum e evitar que a nossa civilização seja apenas mais um capítulo numa longa lista de colapsos. UMA REFLEXÃO ENVOLVENTE, ERUDITA E INQUIETANTEMENTE ATUAL SOBRE O FASCÍNIO ETERNO QUE SENTIMOS PELO FIM DO MUNDO, E SOBRE O QUE ISSO DIZ DE NÓS.
Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 416
Sinopse: Em 1945, no rescaldo da Segunda Guerra Mundial, as potências vitoriosas Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e União Soviética reuniram-se para determinar o destino da Alemanha e da sua capital, Berlim, uma cidade em ruínas, desesperançada e devastada pela fome. O território seria dividido em quatro zonas de ocupação, mas o que inicialmente parecia uma solução pragmática acabou por resultar em hostilidade e desconfiança entre ocidentais e soviéticos sistemas concorrentes, ideologias em conflito e personalidades antagónicas fizeram de Berlim um perigoso campo de batalha. Neste livro, Giles Milton dá-nos a conhecer de forma magistral como foram travadas as primeiras batalhas da Guerra Fria, relatando-nos a terrível rivalidade que se vivia e descrevendo-nos as motivações e o pensamento dos principais intervenientes nos momentos cruciais, como a organização da ponte aérea de Berlim por parte das potências ocidentais para fornecer suprimentos à parte ocidental durante o terrível bloqueio à cidade imposto pelos soviéticos. Este é, sem dúvida, um período da história incrivelmente tenso e dramático que teve uma influência profunda, e muitas vezes subestimada, no mundo contemporâneo.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Os especialistas acreditam que o Brasil, o quinto maior país do mundo e a sétima maior economia , será uma das mais importantes potências mundiais em 2030. No entanto, tem sido dada mais atenção a outros gigantes emergentes como a Rússia, a Índia e a China. Muitas vezes subvalorizado, o Brasil começou finalmente a desenvolver o seu potencial, mas enfrenta desafios fulcrais antes de se tornar uma nação de importância global. Em vésperas de acolher os Jogos Olímpicos de 2016, este país tem sido abalado por protestos generalizados devido a claros retrocessos económicos. Este livro põe lado a lado os problemas que subsistem no Brasil e as suas conquistas, traçando um retrato completo de um país vibrante que poderá assumir uma posição nos assuntos mundiais. O livro divide-se em três partes: - a primeira centra-se na maneira como a experiência do Brasil enquanto monarquia livre e, posteriormente, ditadura, influenciou a sua evolução nas esferas política, económica, social. - a segunda parte versa sobre a consolidação do Brasil nos planos sócio-político e económico. - a terceira parte problematiza o Brasil de agora, questionando as políticas atuais e a governação de Dilma Rousseff.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
«Um dos mais brilhantes cientistas sociais europeus.» Boaventura de Sousa Santos Atento ao sistema global de que dependemos, a partir da análisedos erros do passado e questionando uma realidade incómoda, Juan Carlos Monedero despe ostermos do debate social e propõe um diálogo aberto para repensar o modelo de sociedade. Não há uma saída individual e não há outra senão a coletiva. E a autoajuda coletiva chama-se política e pertence-nos. Há que ver, entre todos os horizontes concretos, para iluminar os caminhos de uma vida decente. «Dotado de uma grande cultura política e de uma capacidade analítica impressionante, sabe transformar o seu saber académico numa ativa solidariedade cidadã e numa escrita sedutora e acessível a todos.» Boaventura de Sousa Santos, Professor Catedrático de Sociologia e Filosofia da Universidade de Coimbra
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Natureza, Dinheiro, Trabalho, Cuidados, Alimentos, Energia e Vida São estas as sete coisas que fizeram o nosso mundo e que moldarão o futuro. ao torná-las acessíveis e baratas, a economia moderna tem controlado, transformado e devastado a Terra. Este livro apresenta uma nova abordagem à análise das emergências do planeta nos dias de hoje. Associando as mais recentes pesquisas ambientais à história do colonialismo, das lutas dos povos indígenas, das revoltas dos escravos e de outros conflitos, Patel e Moore demonstram como, ao longo da história, as crises geraram novas oportunidades para tornar o mundo barato e seguro para o capitalismo. Num tempo em que estas sete coisas baratas estão em crise, impõe-se a urgência de um pensamento sistémico inovador. Este livro propõe uma forma nova e radical de compreender - e recuperar - o planeta neste turbulento século XXI.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
AL-QAEDA, ESTADO ISLÂMICO E O IMPÉRIO DO TERROR Este livro porá em causa as premissas que levaram a estas conclusões.A violência armada em nome do Jihadismo nãoé necessariamente uma manifestação violenta do Islão. Aliás, no que se reivindica há propósitos políticos e fórmulas seculares bem delineados. Para o comprimento dos objetivos está uma aplicação eficiente e instrumental da violência armada. Tudo isto é fruto de uma estratégia racional e de longo prazo. No fundo, trata-se de um livro sobre o pensamento estratégico do jihadismo global. E o objetivo foi ler o movimento para além das suas óbvias manifestações.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
«Campbell produziu a melhor síntese da investigação mais recente sobre o Rei-Sol.» - Nicholas Henshall, History Review
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 216
Sinopse: Conjugando memórias pessoais, teoria cultural e uma assinalável veia polémica, Cynthia Cruz analisa como a escolha entre assimilação ou aniquilação teve um papel importante na vida de músicos, artistas, escritores e cineastas vindos da classe trabalhadora. Ainda há classes sociais, evidentemente; com todos os efeitos que isso tem em termos culturais e no âmbito da saúde mental. O que significa hoje fazer parte da classe trabalhadora num mundo de classe média? É ser um fantasma.
Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 200
Sinopse: O que aprendemos com as eleições presidenciais mais disputadas da nossa democracia. «A abrir a emissão, um facto quase certo: Freitas do Amaral liderava com uma percentagem entre 43 % e 46 %. Uma vitoria significativa, sim, mas a decisão ficaria adiada para a segunda volta, dali a três semanas. À esquerda, Mário Soares conseguiu o empurrão de que precisava com 24 % a 27 % dos votos, que o deixavam na segunda posição.» Foi há quarenta anos. Numa história que começa em meados dos anos 80, com a união entre Mário Soares e Carlos Mota Pinto, o autor leva o leitor numa viagem alucinante pelos meandros da política portuguesa numa altura em que a democracia era ainda uma conquista recente e o país enfrentava uma grave crise económica. Coligações, resgates do FMI, Conselhos de Estado de urgência, reviravoltas políticas, protagonistas carismáticos e bastidores fervilhantes, está tudo nestas páginas que nos levam aos acontecimentos mais marcantes da segunda volta das eleições presidenciais de 1986. Com relatos na primeira pessoa, contextualizados por recortes da imprensa da época, este livro eterniza momentos como a mediática paulada a Mário Soares na Marinha Grande, o famoso sobretudo verde de Freitas do Amaral, os acesos debates na televisão, as tiradas que ficaram para a História e o renhido sprint final que parou Portugal. Seja para quem quer recordar as eleições que mais mobilizaram os portugueses ou para quem quer ficar a saber mais sobre uma política, e políticos, à frente do seu tempo, esta obra assume-se como o testemunho essencial para recordar o país que fomos e pensar o país que temos.
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 312
Sinopse: O que nove cérebros extraordinários podem ensinar-nos sobre o nosso próprio cérebro A neurocientista britânica Helen Thomson passou anos a viajar pelo mundo, investigando perturbações cerebrais incrivelmente raras. Nesta obra, conta as histórias de nove pessoas extraordinárias que encontrou nesse caminho. Desde o homem que pensa que é um tigre até ao médico que sente a dor dos outros apenas ao olhar para eles, passando pela mulher que ouve música que não existe, as suas experiências ilustram como o cérebro pode moldar as nossas vidas de formas inesperadas e, em alguns casos, brilhantes e alarmantes. «Somos a soma dos nossos cérebros nada mais, nada menos. Helen Thomson guia-nos habilmente pelo mundo fascinante de alguns dos cérebros mais estranhos da Terra, mostrando-nos o que podemos aprender sobre nós mesmos. Cientificamente preciso e totalmente acessível, este é um livro irresistível.» Robert Sapolsky, autor de Comportamento e Determinado «O notável livro de Helen Thomson é uma viagem surpreendente pelo cérebro humano, com o seu poder impressionante e variações desconcertantes... Impensável irá enriquecer o seu cérebro, surpreender a sua mente e aquecer o seu coração.» Ed Yong, autor de Nós, os Micróbios e Uma Visão Alargada da Vida e Um Mundo Imenso e vencedor do Prémio Pulitzer
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O nosso icebergue está a derreter é uma fábula simples sobre ser-se bem-sucedido num mundo em constante mudança. Baseada no trabalho premiado de John Kotter, da Harvard Business School, esta história tem sido utilizada para ajudar milhares de pessoas e organizações. A fábula conta a história de um grupo de belos pinguins imperadores que vive de acordo com a tradição há muitos anos. É então que Fred, um pinguim curioso e observador, descobre que um problema potencialmente devastador ameaça o lar da sua colónia - mas, de uma forma geral, ninguém o ouve. Esta história fala de resistência à mudança e de ações heroicas, de obstáculos aparentemente inultrapassáveis e das táticas mais inteligentes para lidar com esses mesmos obstáculos. É uma fábula que podemos transpor sob várias formas para o que nos rodeia e que constitui uma valiosa orientação para um mundo em constante e vertiginosa mudança.
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 264
Sinopse: As personagens a que se refere o título deste livro são pessoas reais com que o autor contactou como leitor, cidadão ou militar na «Metrópole» e na Guiné: Luís de Sttau Monteiro, do domínio da literatura e também da política; Santos Simões, da política mas também da cultura; Mário de Oliveira, da religião mas também da política; e Carlos Fabião, da área militar e política, que o autor seguiu nos caminhos infindáveis da Descolonização e da construção da Democracia. São personalidades por vezes esquecidas ou só episodicamente lembradas, porque acompanharam a vitória de Abril, mas também foram, de modo diferente em cada caso, vencidas, pelos princípios que assumiram, pelo seu carácter e temperamento, pelas circunstâncias e pelo tempo.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 536
Sinopse: No Museu do Prado, um cientista contempla a escultura de Diadúmeno, de Policleto; na sua anatomia pode ler uma história evolutiva com sete milhões de anos. Na sala contígua há outra escultura, mais tardia, que mostra a figura nua da Vénus do Golfinho, o cânone helenístico da beleza feminina. O cientista aprecia as diferenças entre as duas e interroga-se sobre o significado delas. O Nosso Corpo é ilustrado magnificamente pela artista Susana Cid, com imagens conceptuais que realçam os pormenores anatómicos. Estas ilustrações foram inspiradas pelas mais variadas obras de arte, permitindo ao leitor aprender sobre o corpo humano através de representações escultóricas de Posídon ou de pinturas como As Três Graças, de Rubens, ou Adão e Eva, de Dürer.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 624
Sinopse: Estendendo-se da Idade do Bronze à Era da Exploração, este livro apresenta uma narrativa nova: a que reconstitui os milénios de encontros e trocas globais que construíram aquilo a que chamamos Ocidente, conforme as sociedades se conheciam, enredavam e, por vezes, se afastaram. Da criação do alfabeto por trabalhadores levantinos no Egito, que em terra estranha foram levados a escrever na sua língua pela primeira vez, à chegada de artigos indianos à Europa por intermédio do mundo árabe, Quinn demonstra que interpretar as sociedades como ilhas isoladas está desatualizada duzentos anos, além de estar comprovada e historicamente errado. O contacto e as conexões, e não as civilizações solitárias, impulsionam a mudança histórica. Não são os povos que fazem a história, mas as pessoas e as ligações que criam umas com as outras. «Uma argumentação deslumbrante, arrebatadora e inovadora de uma historiadora preparada para causar polémica.» Lucy Worsley, historiadora «Ousado, muito bem escrito e repleto de ideias, este livro exige que desafiemos as visões tradicionais sobre o passado. Um feito extraordinário.» Peter Frankopan, historiador, Universidade de Oxford «Só Josephine Quinn poderia ter escrito um livro como este: um livro de tremenda erudição e curiosidade; um livro que nos ensina algo novo em quase todas as páginas.» Merve Emre, autora e crítica literária
Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 496
Sinopse: Para enfrentarem realidades cada vez mais complexas, as crianças precisam de se conhecer a si próprias e ao mundo em que vivem. Nessas descobertas, os contos de fadas são um instrumento importante porque prendem a atenção dos mais jovens enquanto os divertem e lhes transmitem ensinamentos. São narrativas que usam uma linguagem simbólica, própria da infância, na sua abordagem dos medos, desejos e dilemas universais. O mesmo acontece com as figuras arquetípicas, que, respeitando e dialogando com a visão mágica infantil, propõem soluções exemplares que ajudam a lidar com as ansiedades, a enfrentar inseguranças e a assumir responsabilidades. Esta obra, que integra literatura, mitologia, psicologia infantil e psicanálise, destaca o valor atemporal dos contos de fadas e incentiva os adultos, especialmente os pais e os educadores, a reconhecerem o seu papel essencial no desenvolvimento emocional e moral das crianças.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse: Em janeiro de 2026 teremos eleições presidenciais e, poucas semanas depois, haverá um novo inquilino no Palácio de Belém. Seguindo a tradição, lá permanecerá por dez anos, se for reeleito para um segundo mandato. Justifica-se na atual conjuntura abordar amplamente a questão do sentido do mandato presidencial no nosso sistema político-constitucional, nomeadamente quanto aos seus poderes e aos seus limites, tendo em conta o crucial princípio constitucional da separação de poderes entre o Presidente da República e os demais órgãos do poder político, a Assembleia da República e o Governo, de modo a evitar sobreposições ou conflitos institucionais e a promover a estabilidade política e governativa. Organizado em quatro capítulos Perfil constitucional do Presidente da República; O que o Presidente da República não deve fazer; O que o próximo Presidente da República deve fazer; Propostas de alteração constitucional , este livro contém sugestões para um projeto de revisão constitucional no capítulo do Presidente da República e preceitos conexos, de modo a torná-lo menos suscetível de pôr em causa a separação e o equilíbrio de poderes, em prol da estabilidade política e governativa, no sentido de preparar a Constituição para gerir a nossa vida coletiva durante mais meio século.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 168
Sinopse: Os 17 sítios portugueses inscritos na Lista do Património Mundial da Unesco «A Rede do Património Mundial de Portugal (RPMP) é constituída pela Comissão Nacional da UNESCO e pelos gestores dos bens portugueses inscritos na Lista do Património Mundial da UNESCO. A RPMP tem por objetivos reforçar a cooperação entre os Sítios do Património Mundial e a Comissão Nacional da UNESCO, o debate de ideias sobre a gestão e reabilitação do património, o intercâmbio de conhecimentos e a discussão de questões de interesse mútuo, bem como o desenvolvimento de iniciativas conjuntas. A presente obra insere-se nesta cooperação.» Convento de Cristo em Tomar Mosteiro da Batalha Mosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém em Lisboa Zona Central da Cidade de Angra do Heroísmo nos Açores Centro Histórico de Évora Mosteiro de Alcobaça Paisagem Cultural de Sintra Centro Histórico do Porto, Ponte Luiz I e Mosteiro da Serra do Pilar Sítios Pré-Históricos de Arte Rupestre do Vale do Rio Côa e de Siega Verde Floresta Laurissilva na Madeira Alto Douro Vinhateiro Centro Histórico de Guimarães e Zona de Couros Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações Universidade de Coimbra Alta e Sofia Real Edifício de Mafra - Palácio, Basílica, Convento, Jardim do Cerco, Tapada Santuário do Bom Jesus do Monte em Braga
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse: A História nunca deixou de ser, para Edgar Morin, um dos maiores filósofos e sociólogos franceses, um tema de reflexão incluindo a História na qual ele próprio participou. Testemunha das atrocidades da guerra, das transformações económicas e ecológicas do último século, o autor extrai lições fundamentais que iluminam o passado e nos ajudam a construir o futuro. Neste breve ensaio, Edgar Morin ensina-nos que o improvável pode acontecer; que os mitos exercem uma enorme influência sobre o real; que os destruidores podem também ser grandes civilizadores; que um único indivíduo pode, por vezes, mudar o rumo da História. Com uma rara capacidade de síntese e uma experiência humana e intelectual incomparável, o autor conduz-nos pela grande jornada da Humanidade da Antiguidade aos dias de hoje , oferecendo uma reflexão profunda e pessoal sobre o destino das civilizações.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 184
Sinopse: UMA INVESTIGAÇÃO PROFUNDA SOBRE «O CERCO À CONSTITUINTE» E O SEU IMPACTO NA HISTÓRIA DA REVOLUÇÃO PORTUGUESA Em Novembro de 1975, milhares de trabalhadores da construção civil manifestaram-se em Lisboa, reivindicando melhores condições de trabalho e de vida, num protesto que durou quase dois dias junto ao Palácio de São Bento, onde se reunia a Assembleia Constituinte. Deputados e primeiro-ministro ficaram retidos no interior do edifício. Este episódio, que se tornou conhecido como «o cerco à Constituinte», marcou decisivamente a fase final da Revolução Portuguesa, pautada por uma acentuada radicalização política e social. Num trabalho realizado com recurso a fontes de natureza diversa, de relatos da imprensa a testemunhos orais, O Cerco de São Bento em 1975 procura reconstituir os acontecimentos de 12 e 13 de Novembro e demonstrar como estes foram determinantes para a operação militar de 25 de Novembro, que pôs fim à Revolução. «Analisando os acontecimentos de 12 e 13 de Novembro de 1975 à lupa, este livro tem o mérito de contribuir para o estudo histórico dos anos revolucionários de Abril sem deixar de atender aos processos de memorialização do acontecimento que se desenvolveram nas últimas décadas. Com inteligência e delicadeza, a investigação foi conduzida na certeza de que a reconstituição do passado reflecte não apenas o que aconteceu, mas também a sensibilidade de quem observou e vem recordando o que terá sucedido.» JOSÉ NEVES | «PREFÁCIO»
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 704
Sinopse: Aclamado mundialmente, As Rotas da Seda revolucionou conceções antigas sobre a História e os impérios. Radical, épico na sua abrangência e considerado um texto fundamental para a compreensão do renascimento económico e político do Oriente, este livro é uma obra-prima de investigação histórica e teoria política. Nesta edição comemorativa, Peter Frankopan demonstra quão crucial As Rotas da Seda é para a nossa apreciação da História e para a compreensão do futuro de um mundo cada vez mais internacional. Durante séculos, a fama e a fortuna encontravam-se no Ocidente ¿ no Novo Mundo das Américas. Hoje, é o Oriente que atrai aqueles em busca de riqueza e aventura. Abrangendo toda a Ásia Central e penetrando profundamente na China e na Índia, uma região que outrora ocupou o centro do palco volta a emergir, dominando a política, o comércio e a cultura globais.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 408
Sinopse: Como vidas vulgares foram transformadas pela ascensão do fascismo Oberstdorf é uma bela aldeia no alto dos Alpes Bávaros, um lugar onde, durante centenas de anos, as pessoas viveram vidas simples enquanto a história era feita em outros lugares. No entanto, mesmo aqui, ninguém conseguiu escapar ao terrível domínio do regime nazi. `Fascinante... Aprenderá mais sobre o funcionamento psicológico do nazismo lendo esta crónica soberbamente pesquisada¿ do que consultando uma estante cheia de volumes mais abrangentes sobre a ascensão do nazismo.¿ DAILY MAIL
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse: Em pleno século XXI, o crime mudou e os criminosos adaptaram-se a uma nova realidade, tornando-se mais astutos, ousados e sentindo-se praticamente imbatíveis. O digital ganhou relevância e protagonismo, tornando muito difícil o rastreio e descoberta de quem se oculta na rede para cometer atos ilícitos. Cibercrime explora em profundidade as dimensões contemporâneas do cibercrime e da ciberguerra, desde as práticas mais conhecidas pelo leitor comum ¿ ciberbullying, fraude sentimental digital, ciberviolência, abuso sexual de menores em ambiente digital, dark web e metodologias de desinformação e manipulação de informação ¿, às mais conhecidas pelos magistrados, polícias e profissionais de cibersegurança ¿ criptomoedas, tecnologia blockchain, ransomware, DDO e guerra cibernética. Esta é uma obra fundamental para compreender uma das facetas mais populares e em crescimento do crime na atualidade, e também para evitar que possa ser a próxima vítima.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 356
Sinopse: Memórias de um judeu árabe Em Julho de 1950, com apenas cinco anos, Avi Shlaim e a família foram forçados ao exílio, fugindo da sua amada Bagdade para o novo Estado de Israel. À medida que o anti-semitismo crescia no Iraque, a clandestinidade sionista atiçava as chamas do desentendimento. No entanto, quando os judeus iraquianos fugiram para Israel, foram confrontados com um futuro incerto e viram a sua história reescrita ao serviço da narrativa sionista. Entrelaçando a memória pessoal e a reflexão política, este livro oferece-nos, na primeira pessoa, uma perspectiva dramática e tocante sobre os judeus árabes, apanhados no fogo cruzado entre o sionismo e o nacionalismo. Uma reconstituição vívida de um mundo quase esquecido.
Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 304
Sinopse: A história dos Templários inicia-se em 1119 com a fundação da Ordem em Jerusalém e termina com a sua destruição, em França, dois séculos depois. O secretismo que os envolvia, a sua natureza de monges guerreiros, o final abrupto e violento e as lacunas deixadas pelo desaparecimento dos arquivos fizeram com que os templários não só sobrevivessem como mantivessem o seu protagonismo ao longo dos séculos. Como conquistaram o reconhecimento e a sua grande riqueza? O que os levou a cair em desgraça? Qual o papel de Portugal na segunda vida destes cavaleiros? Quais as ligações entre os templários e os maçons? Este livro responde a estas e outras perguntas sobre a ordem mais célebre da Idade Média. Explora os segredos mais obscuros, desde o seu legado na Península Ibérica à lenda do Santo Graal e às valiosas relíquias do seu tesouro.
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 104
Sinopse: DEPOIS DE UM SISTEMA QUE CRIOU DIVISÕES LÁ E CÁ, AINDA FALTA FAZER A REVOLUÇÃO DA IGUALDADE RACIAL? No século XX, milhares de portugueses migraram para Angola e Moçambique para serem colonos. Mais tarde, outros milhares fizeram o movimento inverso. Em Racismo em Português 2: Colonos, Retornados e a Revolução por Cumprir ouvimos os seus relatos. Os colonos descrevem como o racismo era usado para dominar; os retornados falam do regresso a um país que celebrava a democracia mas, ao mesmo tempo, se fechava nas suas pequenas fronteiras. O primeiro livro recolheu mais de cem testemunhos nos países que foram colonizados por Portugal (Racismo em Português); o segundo olhou para o racismo estrutural na actual sociedade portuguesa (Racismo no País dos Brancos Costumes). Este volume dá continuidade à trilogia, focando-se nas reflexões de ex-colonos sobre um sistema que criou divisões lá e cá, incentivando o debate sobre uma parte da Revolução de Abril que ainda não se concretizou.
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 528
Sinopse: A história da mais bem-sucedida aliança militar do mundo, dos destroços da Europa de 1945 à invasão da Ucrânia por Putin Ao constituírem a NATO depois da Segunda Guerra Mundial, os seus fundadores acreditavam que apenas mantendo as democracias ocidentais unidas se poderia evitar um conflito atómico catastrófico. Ao longo dos 75 anos seguintes, a Aliança conseguiu evitar a guerra com a Rússia, tornando-se um dos grandes protagonistas políticos, estratégicos e diplomáticos, muito para além das suas fronteiras. Sobreviveu a desentendimentos entre líderes como Eisenhower, Churchill e de Gaulle, enfrentou adversários como Estaline e Putin, e resistiu aos debates infindáveis sobre que outras nações deviam juntar-se à instituição. Dissuadir o Armagedão leva os leitores numa viagem até aos bastidores da criação da NATO, desde a Guerra Fria até ao confronto atual com o Kremlin, na sequência da invasão da Ucrânia. Esta é uma história de tensão, rivalidade, conflito, grandes personalidades e posicionamentos diplomáticos militares de alto risco ¿ bem como de espionagem, política e protesto. Da Guerra da Coreia à pandemia, das crises de Berlim e de Cuba até à caótica evacuação de Cabul, Dissuadir o Armagedão relata como a Aliança moldou e foi moldada pela História ¿ e olha para o futuro, para aquela que poderá ser a época mais perigosa que já enfrentou.
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 272
Sinopse: Durante milénios, as cidades representaram o nosso afastamento do mundo natural e a nossa vitória sobre ele. No início do século xxi, chegámos a um ponto de viragem: urbanizámos o planeta, mas as forças naturais ¿ cheias, tempestades, secas ou pandemias ¿ parecem decididas a determinar o destino das nossas cidades no futuro. De facto, como Ben Wilson refere, a natureza sempre esteve no coração das cidades, sendo estas locais muito mais selvagens do que imaginamos, com habitats complexos e diversificados. Mas, se outrora as cidades construíam muralhas para se defenderem, agora devem tornar-se mais verdes para se protegerem das ameaças externas. Devolver a natureza à cidade não é uma utopia. Numa época de crise climática, a cidade é o problema, mas também a solução. A forma como as cidades alcançarão o equilíbrio com a natureza irá determinar o seu destino. Estamos numa encruzilhada, e o nosso futuro ¿ e o do nosso planeta ¿ será decidido na cidade.
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 372
Sinopse: No ano de 1177 a. C., muitas das civilizações da Idade do Bronze estavam em ruínas, desfeitas por invasões, revoltas, catástrofes naturais, fome e o fim do comércio internacional. Perdeu-se um mundo interligado formado por grandes impérios e sociedades, com um comércio robusto e uma arquitetura monumental. A Primeira Idade das Trevas tinha começado. Eric H. Cline parte exatamente desse momento histórico para apresentar uma visão magistral dos séculos seguintes, explicando de que forma o colapso de poderosas civilizações espoletou novas circunstâncias às quais indivíduos e sociedades tiveram de se adaptar. Levando a história até ao ressurgimento da Grécia, marcado por factos curiosos como a realização dos primeiros Jogos Olímpicos em 776 a. C., e passando por algumas inovações que mudaram o mundo, como o uso do ferro e do alfabeto, Eric H. Cline revela que este período foi não apenas de caos, mas também de progresso e oportunidades.
