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Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 376
Sinopse: «Este livro explora como rainhas, princesas, damas da Corte, aristocratas e todos os tipos de mulheres que participaram no poder tiveram uma ação própria enquanto agentes políticos
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 440
Sinopse: Este livro fascinante descreve as experiências dramáticas dos refugiados judeus, quando fugiam do regime de Hitler e, depois, viviam num limbo em Portugal, até conseguirem chegar a refúgios mais seguros no estrangeiro.
Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 136
Sinopse: De um lado ao outro do oceano Atlântico, que língua une ou separa essas duas margens que se chamam Portugal e Brasil? Fernando Venâncio, o autor de Assim Nasceu Uma Língua, livro encantador e êxito incontestado, provoca-nos, diverte-nos e desafia-nos com a sua nova obra, O Português à Descoberta do Brasileiro. Com veemência e uma desassombrada ironia, Venâncio rejeita duas formas de os portugueses olharem para a língua tal qual é falada pelos brasileiros. Rejeita a devoção derretida do «ai que giro» e denuncia os gritos de horror perante o que portugueses puritanos acham ser atrocidades lexicais e semânticas dos brasileiros. O Português à Descoberta do Brasileiro é um hino à liberdade, um livro que se distancia e ri das formas de conservadorismo e autoritarismo linguístico, afirmando a soberania de todos os falantes da língua portuguesa, estejam em que lado do Atlântico seja. O famigerado AO90 só veio gerar áreas de caos e desconforto, tentando caçar e amarrar o que se deseja que sej
Edição: Dez 2021
Nº Páginas: 180
Sinopse: um olhar diferente sobre os acontecimentos que assolaram portugal durante o período de confinamento que durou entre janeiro e maio bem como nos meses subsequentes de 2021.o autor, ao longo desse período foi dando a sua visão diferente, a
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 280
Sinopse: Magia, geometria sagrada, maçonaria e outros mistérios. Mozart, Haydn, Carlos Gardel e Louis Armstrong eram maçons. Na sua juventude Satie compôs música para a Ordem Rosa-Cruz. Leonardo da Vinci escreveu um tratado sobre música que está perdido e d
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 448
Sinopse: d. manuel i(1469-1521)foi o único rei que subiu ao trono sem ser nem descendente nem irmão do antecessor, e beneficiou da morte de um primo e de cinco irmãos para alcançar o ceptro. viu os seus navegadores rasgarem horizontes e tornou-se, assim, senhor de um império marítimo que abarcava dois oceanos e quatro continentes, mas continuou a sonhar com a cruzada à terra santa. neutral face às guerras europeias, foi uma figura importante no nascimento da espanha. a sua corte ostentava o luxo próprio de um príncipe do renascimento, a que juntava o exotismo de quem chegara mais longe que romanos e gregos.
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 288
Sinopse: Não matarás¿ Apesar da crescente secularização, o século XXI testemunhou o ressurgimento de violência e extremismo religioso em nome de Deus. Neste livro poderoso e oportuno, Jonathan Sacks explora as raízes desta violência e a sua relação com a religião, focando-se nas tensões históricas entre o Judaísmo, o Cristianismo e o Islão.
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 160
Sinopse: A História e as pessoas que a fizeram e construíram chegam-nos através dos manuais e dos documentos. São-nos longínquas e podem parecer-nos até um pouco «artificiais»; afinal «habitam» nos livros, em imagens e em obras, e pertencem a uma A História e as pessoas que a fizeram e construíram chegam-nos através dos manuais e dos documentos. São-nos longínquas e podem parecer-nos até um pouco «artificiais»; afinal «habitam» nos livros, em imagens e em obras, e pertencem a uma realidade distante, diferente da nossa. Só que foram mulheres e homens de carne e osso, com aspirações, caprichos, gestos, atitudes, desejos e vontades, como todos temos. Vamos entrar nesta máquina do tempo, através das páginas deste livro e dar uma espreitadela a alguns destes momentos menos conhecidos, curiosos, inesperados, e ler histórias e circunstâncias de várias pessoas que fizeram parte da História de Portugal.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse: Peste, envenenamento e homicídio... Edema, tifo e sífilis Tuberculose e parto Trinta e quatro monarcas, trinta e quatro mortes tão diversas. Muitas estão devidamente atestadas, mas de algumas mal sabemos a causa. Uns morreram no aconchego mais ou menos pacato do seu leito; outros pereceram violentamente, sob as balas de um revólver assassino ou pelo gume de espadas e outras armas. Houve quem falecesse após agonia prolongada e, ainda, quem não desse por nada. Mas, mais interessante do que ver a causa dessas mortes, foram as circunstâncias, quase sempre invulgares, que as rodearam. Este livro aborda cada uma dessas trinta e quatro mortes, contextualizando-as nas respetivas vidas e sociedades, narrando-as com pormenor, explicando-as com rigor, avaliando-as com seriedade. Afinal, uma forma muito humana de conhecer os nossos monarcas.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 584
Sinopse: As quase três décadas de relacionamento entre a polícia política da ditadura portuguesa, entre 1945 e 1975, com os seus vários nomes de PIDE e DGS, e as polícias e serviços secretos de países ocidentais durante a Guerra Fria permitem retirar uma conclusão central. Ainda que vigorasse em Portugal uma ditadura colonial, tal não impediu que, no âmbito da NATO e da Interpol, as polícias e serviços secretos de informação de países «ocidentais» e democráticos colaborassem com a PIDE/DGS e trocassem informações entre si. A PIDE e depois a DGS era, tal como o KGB soviético, uma polícia que «zelava» pela segurança interna e externa do Estado. Nesta última qualidade, relacionou-se com a CIA norte-americana, a Seguridad espanhola, o BND alemão, bem como com os serviços policiais e de informação europeus e dos países da NATO, nomeadamente de França, da Bélgica e dos Países Baixos.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 512
Sinopse: Hoje, a tecnologia ultrapassou a religião como influência dominante na vida e na comunidade do século XXI. Nesta obra, Greg M. Epstein, o influente capelão humanista da Universidade de Harvard e do MIT, explica-nos o que significa ter um pensamento crítico em relação a esta nova fé. O autor formula perguntas que colocam a humanidade no centro da tecnologia: quem beneficia de uma fé acrítica na tecnologia? Como podemos remediar os problemas gerados pela tecnologia sem desaproveitar os seus benefícios? Mostrando como o ceticismo esteve sempre ao serviço da humanidade, Epstein evoca os apóstatas, heréticos, místicos, videntes e denunciantes que corporizam a reforma da tecnologia de que desesperadamente precisamos.
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 280
Sinopse: Uma reflexão necessária e urgente sobre a forma como o ambiente digital está a transformar as nossas vidas e a nossa relação com a leitura. Nenhum filósofo contemporâneo tem hoje tanta influência como um algoritmo. Somos a primeira geração de gente a quem é exigido que faça prova de pertencer à espécie humana. Por isso temos de declarar, frente a um computador, «não sou um robô». Já somos seres digitais. Que influência tem isso na nossa percepção da realidade? Que derivas políticas podem resultar desta revolução tecnológica? Qual o papel do livro e da leitura nesta nova era? Juan Villoro colocanos frente a questões como estas numa deambulação reflexiva em que se implica pessoalmente, implicandonos a todos.
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 264
Sinopse: O Manifesto dos 50 foi lançado em maio de 2024, como apelo a um sobressalto cívico em favor da reforma da Justiça. Reuniu simbolicamente 50 nomes nos 50 anos do 25 de Abril. Congrega pessoas com diferentes experiências de serviço público, como antigos presidentes do Parlamento e do Tribunal Constitucional, ministros, provedores de Justiça, deputados, autarcas, dirigentes de fundações e outras organizações da sociedade civil, bem como dezenas e dezenas de profissionais das mais diversas áreas, como professores universitários, designadamente de Direito, advogados, jornalistas, economistas e gestores, artistas e escritores, cientistas. Este livro reúne escritos de participantes deste movimento cívico, coligidos pelos promotores do Manifesto dos 50, Augusto Santos Silva, Daniel Proença de Carvalho, David Justino, Eduardo Ferro Rodrigues, Maria Manuel Leitão Marques, Mónica Quintela, Maria de Lurdes Rodrigues, Paulo Mota Pinto, Rui Rio, Vital Moreira. Uma obra de leitura obrigatória para todos os que se preocupam com o estado deste pilar fundamental do Estado de direito, que é a Justiça.
Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 120
Sinopse: Bohumil Hrabal dividia o tempo entre Praga e uma casa de campo que elegeu como refúgio, em Kersko. Era aí que escrevia e foi aí que passou a cuidar de uma colónia de gatos selvagens. A relação do escritor com os gatos foi-se tornando progressivamente mais profunda e complexa. Todos os Meus Gatos é o relato perturbante do encontro do autor com a natureza, e de uma necessidade de redenção que assume formas improváveis e que pode chegar sem aviso prévio. Escrito em 1983, depois um grave acidente de viação, este é um livro confessional e comovente; o mais pessoal deste notável autor checo.
Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 464
Sinopse: um novo olhar sobre o império romano mary beard regressa à roma antiga para nos contar a história dos imperadores que governaram o império romano. comecando por júlio césar(assassinado em 44 a.c.)levando-nos ao longo de cerca de três séculos e quase 30 imperadores até alexandre severo(assassinado em 235 d.c.). mas esta não é uma cronologia dos imperadores de roma o louco calígula, o monstruoso nero e o filósofo marco aurélio , pelo contrário, mary beard coloca questões diferentes, mais vastas e mais profundas: que poder tinham de facto os imperadores? o palácio romano estava realmente tão manchado de sangue? que tipo de piadas contava augusto? o que realmente aconteceu, por exemplo, entre o imperador adriano e o seu amado antínoo? neste extraordinário livro, com base em mais de trinta anos de ensino e escrita, mary beard oferece um relato da história de roma, desde a sua fundacão até à sua queda, como nunca antes foi apresentado.
Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 248
Sinopse: o nosso modo de vida está a matar-nos. com tanta comida, conforto e medicamentos que temos atualmente ao nosso dispor, por que razão estamos cada vez mais doentes e os custos com a saúde não param de aumentar? para jean-david zeitoun, médico e investigador em políticas de saúde públicas, a resposta é clara: nos dias de hoje, as principais causas de doenca e de morte derivam do crescimento económico ou dos seus efeitos. duas delas, a poluicão e a obesidade, são no seu conjunto diretamente responsáveis por 14 milhões de mortes anuais em todo o mundo. mas será que nos expomos a esses perigos livre e conscientemente enquanto indivíduos? ou seremos levados a isso pela mão das grandes empresas e do poder político que, em nome do lucro, permitem e incentivam um modo de vida que nos faz adoecer e mata? - num círculo vicioso, geramos cada vez mais doencas que nos obrigam a gastar mais e mais dinheiro. por que razão adotamos um comportamento tão contraditório? - porque insistimos num modelo económico que obriga a um investimento muitíssimo superior aos ganhos que gera para resolver os problemas de saúde - e não só - que ele próprio cria? - de que forma podemos, enquanto indivíduos, travar esta imparável corrida para o abismo? escrito numa linguagem acessível e concisa e apoiado por uma sólida investigacão científica, o suicídio da espécie mostra-nos como a atividade humana está a pôr em risco as nossas vidas, e o que podemos fazer para reverter a situacão.
Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 720
Sinopse: as guerras não são coisa do passado. e está na hora de comecarmos a compreender como acontecem e porque acontecem. como dizia benjamin franklin: nunca houve uma guerra boa ou uma paz má. mas então como se define se escolhemos a guerra ou a paz? o premiado sociólogo michael mann explica neste livro, toda a lógica por trás das guerras. afinal de contas, como é que um conjunto de líderes políticos - pessoas com emocões e ideologias, condicionadas por culturas e instituicões herdadas - tomam essas decisões e geralmente escolhem irracionalmente a guerra, raramente alcancando os resultados desejados.se as guerras são o ato menos racional da humanidade porque existiram tantas por todo mundo, em todas as eras?ao contrário do que pensamos, as guerras estão cada vez mais violentas, mais mortais, mais organizadas e mais legitimadas. são comecadas por todas as vertentes políticas, incluíndo as democracias. as guerras civis não se reduziram e os poderes
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 150
Sinopse: andré ventura, o fura-vidas. esta é a história de uma espécie de fausto português, que foi trocando aquilo em que acreditava por tudo o que satisfizesse a sua ambicão. andré ventura foi um fura-vidas. a persona mediática que criou nasceu na cmtv como comentador de futebol. na adolescência convertera-se ao catolicismo, a ponto de se tornar um fundamentalista religioso. depois de ganhar visibilidade televisiva soube pô-la ao servico da sua ambicão de notoriedade. passou pelo psd e foi como candidato do psd que descobriu que havia um mercado eleitoral populista e xenófobo à espera de alguém que viesse representá-lo em voz alta. assim nasceu o chega.
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 352
Sinopse: como sobrevivem as ditaduras na atualidade? os principais ditadores do século xx como hitler, estaline e mao governavam através do medo. contudo, nas últimas décadas, a face da ditadura transformou-se. uma nova geracão de políticos trocou as fardas militares pelos fatos de marca e, dominando os media, conseguiram redesenhar o conceito de autoritarismo. em vez de julgamentos que eram autênticos espetáculos ou brutais campos de detencão, estes novos ditadores controlam os cidadãos através da manipulacão e de acões aparentemente democráticas, para construir a sua base de apoio. considerado o melhor livro de política de 2022 pelo financial times, esta obra admirável apresenta a ascensão desses grandes manipuladores como hugo chávez, vladimir putin ou viktor orbán , comparando-os com os «ditadores do medo» que ainda resistem, como kim jong-un, bashar al-assad ou xi jinping. fundamentado em investigacão rigorosa, este livro explica um dos maiores enigmas do nosso tempo: como sobrevivem as ditaduras em pleno século xxi, como funcionam, que ameacas representam e como o ocidente as pode enfrentar.
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 304
Sinopse: UM ENSAIO SOBRE O PAPEL MERCURIAL DE PORTUGAL NO MUNDO Partindo da experiência como responsável pela política externa portuguesa ao longo de seis anos, Augusto Santos Silva propõe uma reflexão sobre o posicionamento geopolítico de Portugal e as linhas estratégicas da sua contribuição para a comunidade internacional. Uma contribuição baseada na história, no sistema de alianças, na diáspora, na língua, mas também na constância das grandes orientações políticas e na capacidade de compreender e falar com todos. Essa vocação mercurial dos portugueses, europeus e atlânticos abertos ao mundo, é utilíssima em tempos marcados por tantas fracturas e polarizações. O livro analisa, para o período de 2015 a 2022, os empenhamentos multilaterais de Portugal e as mais importantes relações bilaterais, considerando também a renovação das políticas de comunidades, de cooperação e de internacionalização, assim como a prática diplomática.
Edição: Out 2023
Nº Páginas: 304
Sinopse: uma análise detalhada do principal inimigo da democracia atual os perigos da direita radical apresenta a história e analisa a ideologia da extrema-direita e da direita radical no pós-1945, não só em portugal, mas em vários países do mundo onde o fenómeno continua presente. dando especial atenção à atualidade e aos partidos e personalidades de direita radical que são mais relevantes em cada país, carlos martins identifica os principais conceitos que formam a ideologia da direita radical populista(nação, autoridade e populismo), bem como outros conceitos secundários que são importantes para entender as especifi cidades desta ideologia. considerando também a evolução e transformação dos diferentes partidos e movimentos, o autor analisa a forma como estes conceitos se manifestam na direita radical em frança, itália, rússia, hungria, eua, brasil, espanha e portugal, e a ascensão de figuras como marine le pen, giorgia meloni, trump, bolsonaro ou andré ventura.
Edição: Out 2023
Nº Páginas: 280
Sinopse: «É impossível compreender a China de hoje sem compreender a Revolução Cultural», escreve Tania Branigan. Durante essa década de fanatismo maoísta, entre 1966 e 1976, as crianças viraram-se contra os pais, os estudantes condenaram os professores, e estima-se que dois milhões de pessoas morreram pelos seus supostos pecados políticos, enquanto dezenas de milhões foram perseguidas, ostracizadas e presas. No entanto, na China, este período brutal e turbulento existe, na maior parte das vezes, como uma ausência: supressão oficial e trauma pessoal conspiraram para a amnésia nacional. Memória Vermelha revela quarenta anos de silêncio através das histórias de indivíduos que viveram e protagonizaram aquele período de loucura maoísta. Explorando habilmente como esta era definiu uma geração e continua a ter impacto na China atual, Branigan pergunta: «O que acontece a uma sociedade quando já não se pode confiar nos que nos são mais próximos?
Edição: Set 2023
Nº Páginas: 248
Sinopse: Na perspetiva da modernidade ocidental, a humanidade habita um cosmos desencantado. Deuses, espíritos e antepassados partiram para um Além transcendente, deixando de viver entre nós e de se envolver em todos os assuntos da vida quotidiana, dos mais triviais aos mais terríveis. Porém, ao longo da história humana, a maior parte das culturas tratou os espíritos como sendo pessoas muito reais, membros de uma sociedade cósmica que interagia com os seres humanos e controlava os seus destinos. Em muitas culturas, ainda hoje, as pessoas são apenas uma pequena parcela de um universo encantado que foi adulterado pelas categorias transcendentes da «religião» e do «sobrenatural». A Ciência Nova do Universo Encantado mostra a forma como os antropólogos e outros cientistas sociais precisam de repensar as culturas de imanência e de estudá-las sob a luz que lhes é própria.
Edição: Set 2023
Nº Páginas: 512
Sinopse: sendo totalmente autónomo, este livro insere-se num projeto mais vasto, que visa fazer o estudo da última fase do colonialismo português. noutro volume, intitulado contra o vento, seguimos a evolução do império, após a segunda guerra mundial, até 1960. a obra depois publicada - os desastres da guerra - portugal e as revoltas em angola(1961- janeiro a abril)- tem como centro a análise das três grandes convulsões que, em começos de 1961, em zonas geográficas diferentes, abalaram o domínio colonial em angola: a revolta da baixa de cassange, de janeiro a março; o assalto às prisões de luanda, em fevereiro; e a insurreição no norte do território, a partir de 15 de março; assim como das suas repercussões em angola e na metrópole. Retomamos agora o fio dessa meada, a partir do momento em que, a 13 de abril, o presidente de Conselho, Oliveira Salazar, vencido o golpe de Estado conhecido por Abrilada, assumiu a pasta da Defesa, fazendo-se desde então a mobilização do contingente geral do Exército para combater a revolta angolana. Em causa estavam então, não apenas a guerra em Angola, mas a defesa de todo o império, face às múltiplas ameaças que sobre ele pendiam. É dessas ameaças e das respostas que lhes foram dadas pelo Governo português - nomeadamente, pelo ministro do Ultramar, Adriano Moreira - que trata o presente livro. Retomamos agora o fio dessa meada, a partir do momento em que, a 13 de abril, o presidente de Conselho, Oliveira Salazar, vencido o golpe de Estado conhecido por Abrilada, assumiu a pasta da Defesa, fazendo-se desde então a mobilização do contingente geral do Exército para combater a revolta angolana. Em causa estavam então, não apenas a guerra em Angola, mas a defesa de todo o império, face às múltiplas ameaças que sobre ele pendiam. É dessas ameaças e das respostas que lhes foram dadas pelo Governo português - nomeadamente, pelo ministro do Ultramar, Adriano Moreira - que trata o presente livro.
Edição: Ago 2023
Nº Páginas: 290
Sinopse: Qualquer mulher tem uma ânsia dentro de si. Empenhamo-nos ao limite em ser boas: boas mães, boas filhas, boas companheiras, boas cidadãs, boas amigas.
Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 298
Sinopse: Este não é um livro, mais um, sobre os campos de concentração. Não é mais um livro sobre Buchenwald.
Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 112
Sinopse: A saga do soldado japonês que durante décadas se manteve no seu posto, sem acreditar que a segunda guerra mundial tinha acabado.
Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 616
Sinopse: Este volume dedicado à história global da alimentação portuguesa, focado preferencialmente numa ótica cultural, estuda um conjunto de temas, figuras e correntes desde a formação de Portugal até à atualidade.
