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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 728
Sinopse: Uma história nova e essencial da Europa Central, os territórios dos Reinos do Meio cujas desavenças tantas vezes estiveram no centro da história mundial. Martyn Rady escreveu a história definitiva da Europa Central, mostrando que esta região foi sempre mais do que a zona divisória entre o Ocidente e o Oriente. Aos centro-europeus devemos a Reforma e o Romantismo, o desenvolvimento da filosofia do Renascimento e do Iluminismo e a criação de alguns dos movimentos artísticos mais importantes do século XX. Baseada em toda uma vida de investigação e estudo, esta obra narra como nenhuma outra a história impressionante da Europa Central ao longo de dois mil anos e explica-nos o porquê da sua importância extraordinária para os assuntos globais.
Edição: Jul 2023
Nº Páginas: 224
Sinopse: ... E Porque É Que É Mesmo Preciso Lavar a Loiça
Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 552
Sinopse: mais de 170 pequenas biografias dos heróis e vilões que fizeram a história do nosso mundo, pela mão do prestigiado autor simon sebag montefiore. rainhas, imperatrizes e atrizes, reis, sultões e conquistadores, profetas, artistas, cortesãs, psicopatas e exploradores. as suas vidas fizeram-se de dramas surpreendentes, de coragem e aventura, de libertinagem e matanca, de virtude e crime, de heroísmo e traicão. atravessando mais de 3 mil anos de história, esta obra comeca com ramsés ii, um dos maiores imperadores do egito, e chega até aos nossos dias, com vilões como saddam hussein e osama bin laden. pelo meio, sebag montefiore convida-nos a descobrir mais sobre personalidades extraordinárias e intrigantes como buda, genghis khan, nero, winston churchill; catarina,a grande, anne frank, martin luther king; mozart, mao, jesus cristo, shakespeare, einstein, elvis presley, entre tantos outros. através das suas extraordinárias vidas, o premiado historiador reconta
Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 280
Sinopse: NOVA EDIÇÃO, EM FORMATO DE BOLSO, DE UM LIVRO INCONTORNÁVEL SOBRE UM DOS TEMAS MAIS ABORDADOS E INESGOTÁVEIS DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE: A GUERRA CIVIL DE ESPANHA
Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 272
Sinopse: O LIVRO QUE LEVANTA O VÉU SOBRE A HISTÓRIA SILENCIADA DO MOVIMENTO NEGRO QUE A PARTIR DE 1911 JÁ COMBATIA O RACISMO EM PORTUGAL
Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 248
Sinopse: O que aconteceu em Portugal nos três meses que antecederam a revolução de 1974? Os autores consultaram centenas de documentos de arquivos nacionais e estrangeiros para traçar um quadro detalhado dos acontecimentos que levaram à queda da ditadura. Neste livro, podemos ver que, a poucos meses do 25 de Abril, Portugal procurava desesperadamente comprar armas para manter o conflito em África. Na frente interna, os militares conspiravam contra o Governo, e o livro Portugal e o Futuro, escrito pelo general Spínola e publicado em Fevereiro de 1974, provocava um verdadeiro terramoto político, ao denunciar a falência do regime na solução do problema do Ultramar. Quando as tropas de Salgueiro Maia chegaram ao quartel do Carmo, no dia 25 de Abril, não foi preciso esperar muito para que o golpe se consumasse e Marcello Caetano entregasse o poder nas mãos do general Spínola.
Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 256
Sinopse: Todos estamos implicados na luta pelas livrarias, pelas bibliotecas e pelos livros ¿ e contra os algoritmos globais.
Edição: Mar 2023
Nº Páginas: 592
Sinopse: Um detalhado trabalho histórico que revela o papel do Império Otomano no nascimento da Europa moderna
Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 304
Sinopse: Nas últimas décadas, passámos de um mercado livre e competitivo para uma economia em que poucas empresas dominam indústrias-chave. Vivemos na ilusão da escolha, mas, para a maioria das decisões cruciais, como a internet de alta velocidade, os seguros de saúde, as redes sociais ou até os bens de consumo, contamos apenas com uma ou duas empresas. Diariamente, os trabalhadores transferem um pouco do seu salário para monopólios e oligopólios que não cessam de crescer. A solução para esta tragédia é a aplicação de legislação de concorrência rigorosa que devolva aos mercados a competitividade que gera crescimento económico, postos de trabalho, melhores salários e igualdade de condições para todos. Numa sociedade cada vez mais desigual, com um crescimento económico anémico e os trabalhadores envolvidos numa guerra de poder desigual, O Mito do Capitalismo é um livro fundamental para compreender os riscos de uma economia dominada pela minoria.
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 376
Sinopse: NUM FUTURO MUITO PRÓXIMO, QUEM ESTIVER FORA DO METAVERSO FICARÁ FORA DO MUNDO. O termo Metaverso está, de repente, por toda a parte, dos media à Internet, das últimas tendências da tecnologia aos discursos dos CEO das empresas mais poderosas da Terra. A construção do Metaverso está a moldar as plataformas políticas de vários governos, nomeadamente nos EUA, na União Europeia e na China.
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 672
Sinopse: O livro que tem em mãos é uma visão de conjunto ¿ uma explicação para a existência de Portugal ao longo da História. Privilegiando um olhar que apreende um sentido global, apresenta um enquadramento da história do país no mundo, demonstrando também como a História está à vista de todos e não apenas na inacessibilidade da erudição académica.
Edição: Out 2022
Nº Páginas: 192
Sinopse: Xi Jinping está prestes a ser re-entronizado, já sem limitação de mandatos, à frente do país mais populoso do mundo. Concentra hoje mais poder do que qualquer um dos seus antecessores recentes. Num país oficialmente marxista ¿ onde, paradoxalmente, impera um capitalismo desenfreado ¿ o exemplo do descalabro do império soviético está bem presente. Xi Jinping, a quem chegaram a chamar o `Gorbachov chinês¿, é afinal o `anti-Gorbachov¿. Conjugando maoísmo, nacionalismo e confucionismo, é agora ¿ com mão de ferro ¿ o novo imperador de uma dinastia milenar. Revisto e actualizado pelo autor, este livro tem ainda um capítulo adicional escrito propositadamente para esta edição.
Edição: Ago 2022
Nº Páginas: 336
Sinopse: Um crime desvendado ao fim de cinco séculos
Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 432
Sinopse: Afropeu é uma viagem pelos locais do Velho Continente onde os europeus de ascendência africana jogam com obediências múltiplas e constroem novas identidades.
Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 224
Sinopse: Os EUA foram responsáveis pelos ataques do 11 de Setembro. As vacinas são uma forma de manipulação. A chegada à Lua nunca aconteceu. No mundo atual, as teorias da conspiração parecem proliferar.
Edição: Jan 2022
Nº Páginas: 320
Sinopse: Será que os tempos duros tornam as pessoas mais duras? Conseguirá a humanidade lidar com o poder das suas armas sem se autodestruir? Será que as capacidades humanas, o conhecimento e a tecnologia podem regredir? Correremos o risco de o nosso mundo se transformar numa ruína que os arqueólogos do futuro irão desenterrar e estudar?
Edição: Dez 2021
Nº Páginas: 516
Sinopse: A História da Filosofia é uma viagem pelas mentes mais desafiantes da humanidade: Platão, Sócrates, Aristóteles, Francis Bacon, Espinosa, Descartes, Voltaire, Rousseau, Immanuel Kant, Hegel, Arthur Schopenhauer, Herbert Spencer, Friedrich Nietzsche...
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse: Se, a 25 de Abril de 1974, começou em Portugal uma revolução socialista, terá, a 25 de Novembro de 1975, começado a contrarrevolução que a derrotou? Que ideologia, que classes comemoram, no dia 25 de Novembro, a contrarrevolução? Como relacionar a ascensão do neofascismo em Portugal na forma do partido Chega e de bandos a ele ligados, com as comemorações oficiais desta data no Parlamento? Que papel tem a memória? E que é da verdade? Que é dela, nestes tempos de barbárie social? Os canais oficiais dizem que, se 25 de Abril foi a libertação da ditadura, só a 25 de Novembro o «regime democrático» ficou consagrado. Será verdade? E entre as duas datas, que se passou ao certo no tal PREC, sobre o qual desce um véu de silêncio? Mas também isto ¿ isto sobretudo: no meio do nevoeiro que os novos comemoradores aspergem sobre a história da revolução operária e socialista portuguesa e da contrarrevolução, que papel, em tão decisivos eventos, desempenharam as direcções do PCP e do PS, os dois partidos maioritários? Esta obra não segue a narrativa oficial das comemorações do 25 de Novembro. Narra, sim, a revolução e a contrarrevolução do ponto de vista dos trabalhadores que fizeram a primeira ¿ e sofreram a segunda.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse: Através de um relato arrepiante de tirar o fôlego, Giuliano da Empoli abre-nos a porta para os meandros do exercício do poder - de Nova Iorque a Riad, da ONU à suíte de Mohammed bin Salman no Ritz-Carlton. Uma viagem ao outro lado do espelho, onde o poder é conquistado através de acções irreflectidas e ruidosas, em que os autocratas aguardam o momento certo para aproveitar o caos máximo, e os oligarcas digitais parecem já habitar numa galáxia onde a Inteligência Artificial é incontrolável... A hora dos predadores soou, e já todos obedecemos ao seu compasso... Neste seu livro corajoso e desassombrado, o autor do bestseller O Mago do Kremlin enfrenta os detentores dos novos poderes com a dignidade de um homem justo e a lucidez de um Maquiavel.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse: Quando arqueólogos vitorianos escavaram uma colina no Iraque, fizeram uma descoberta extraordinária: uma das mais antigas coleções de conhecimento alguma vez vistas ¿ a biblioteca do rei assírio Assurbanípal, governante do império mesopotâmico no século VII a.C. Após a sua morte, rivais vingativos reduziram a biblioteca a cinzas; no entanto, os textos, gravados em tabuinhas de argila, foram cozidos e preservados pelo calor das chamas. Enterradas durante milénios, estas tabuinhas estavam cinzeladas em cuneiforme: a primeira linguagem escrita do mundo. Mais de metade da História da Humanidade está redigida em cuneiforme, mas, atualmente, apenas algumas centenas de pessoas conseguem lê-lo. Neste livro fascinante, a assirióloga Selena Wisnom conduz-nos numa viagem por esta extraordinária biblioteca, dando vida à antiga Mesopotâmia e ao seu povo.
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 184
Sinopse: Novo livro de Rui Tavares: O QUE SÃO, AFINAL, AS GUERRAS CULTURAIS? E COMO É QUE A SUA HISTÓRIA NOS AJUDA A COMPREENDER O PRESENTE E O FUTURO? De Martinho Lutero a Donald Trump, da invenção da imprensa às redes sociais, o historiador Rui Tavares transforma em livro cinco aulas sobre guerras culturais. Não é possível entender o presente sem entender as guerras culturais ¿ fenómenos de polarização extrema em torno de identidades, valores e narrativas, com grande intensidade emocional, que fazem de nós e dos outros meio humanos e meio bichos. Só que, ao contrário das grandes certezas dos teóricos ¿ da economia à geopolítica ¿ as guerras culturais não nos dão explicações simplistas. É que não é possível falar de guerras culturais sem falar de cultura, sem assumir que a cultura é a esfera primária em que os humanos vivem, um mundo de labirintos e asteriscos. O passado das guerras culturais ensina-nos a olhar para o nosso futuro imediato ¿ e diz-nos que precisamos de novas palavras para entender novos monstros. «Precisamos de novos monstros. Os antigos tinham os ciclopes, com apenas um olho enorme no meio da testa, ou as górgonas de cabelo de serpente, para explicar os medos dos seus tempos. Mas os monstros antigos não chegam. Precisamos de novas palavras também. As que usamos estão gastas. Considerem, por exemplo, hipocrisia. É para muitos o crime político supremo, mas então que dizer disto? Dois dias antes da sua tomada de posse como presidente dos EUA, Donald Trump lançou uma nova criptomoeda, $TRUMP, que não tem nenhum valor intrínseco e serve apenas como forma de especulação para, claro, tornar Trump ainda mais rico. O que isto quer dizer, essencialmente, é que qualquer poder económico ou governo que queira corromper Donald Trump e família nem precisa de se preocupar em estabelecer canais indiretos. Se isto não é hipocrisia, por ser tão despudoradamente escancarado por parte de quem prometia «drenar o pântano» da corrupção, teremos então de inventar novas palavras: é hipocrisérrima. Com a sua hipocriptomoeda, Donald Trump é um hipocritão, um monstro gigantesco feito de metal dourado, com um enorme botão vermelho na testa a dizer: corrompa-me agora.»
Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse: Os ditadores estão em ascensão. As democracias vacilam. Como podemos acabar com a tirania? A História da Humanidade é, principalmente, a história de tiranos. Nas nossas sociedades democráticas onde nos sentimos seguros, é fácil tomar a liberdade como garantida. Não o devemos fazer. Para lutar contra a tirania no século XXI, temos de compreender como estes ditadores e déspotas aparentemente invencíveis ganham poder, e, mais importante, como o perdem. Baseado em extensa investigação e centenas de entrevistas a líderes de golpes, dissidentes e soldados, Marcel Dirsus explora as várias condições que explicam o fi m dos déspotas. E quando estes caem, não o fazem discretamente ¿ enfrentam o exílio, a prisão ou a morte. A forma como conhecem esse fim pode determinar o futuro das suas nações. Com histórias que abarcam vários períodos da História, da França Napoleónica ao Iraque de Saddam Hussein, este livro revela os golpes, as guerras civis e as revoluções que se entrelaçam com a ascensão e queda das democracias. Ao examinar como os ditadores e o seu desaparecimento moldam a História internacional, Marcel Dirsus desenha um mapa de como derrubar os tiranos, oferecendo uma centelha de esperança nestes tempos de autoritarismo crescente.
Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 336
Sinopse: FOI DIFÍCIL E, AO MESMO TEMPO, MUITO BELO PÔR-ME NA PELE DE MARIA DE MAGDALA, UMA MULHERA QUEM SEMPRE ADMIREI E RESPEITEI. Ela testemunhou a ressurreição do Senhor, sendo incumbida de transmitir essa mensagem aos demais. Neste romance, imaginei-a como uma mulher forte, inteligente e corajosa, que desejava ser protagonista da sua própria existência, numa sociedade em que as mulheres não significavam nada. Após o encontro com Jesus, o amor da sua vida, todo o seu íntimo foi transformado, e as sombras desapareceram do seu horizonte existencial. São muitas as mulheres que hoje, empleno século XXI, aconsideram um modelo a seguir.
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 480
Sinopse: baseando-se em material de arquivos recém-descoberto na grã-bretanha e em itália, grande parte dele traduzido pela primeira vez, a ordem do capital faz um relato novo, lúcido e muito crítico, da promocão da austeridade ¿ e do sistema económico moderno ¿ enquanto alavanca do poder político contemporâneo. ao longo de mais de um século, os governos que enfrentavam crises financeiras recorreram a políticas económicas de austeridade ¿ cortes nos salários, nas despesas fiscais e nos benefícios públicos ¿ para garantirem a solvência. ainda que estas políticas tenham sido bem-sucedidas no apaziguamento dos interesses estrangeiros, tiveram impactes devastadores nas condicões sociais e económicas de países de todo o mundo. atualmente, embora a política da austeridade continue a ser favorecida pelos estados em dificuldades, uma questão importante permanece sem resposta: e se a solvência nunca foi o verdadeiro objetivo da austeridade?
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 192
Sinopse: sobre as mulheres é uma amostra substancial da escrita de susan sontag em torno da questão da mulher. ao longo dos sete ensaios e entrevistas(e de uma troca pública de argumentos), são abordados relevantes temas, como os desafios e a humilhacão que as mulheres enfrentam à medida que envelhecem, a relacão entre a luta pela libertacão das mulheres e a luta de classes, a beleza, o feminismo, o fascismo, o cinema. ao fim de cinquenta anos ¿ datam dos primeiros anos da década de 1970 ¿, estes textos não envelheceram nem perderam pertinência. e, no seu conjunto, revelam a curiosidade incansável, a precisão histórica, a solidez política e o repúdio por categorizacões fáceis ¿ em suma, a inimitável inteligência de sontag em pleno exercício. «é um deleite observar a agilidade da mente seccionando através da flacidez do pensamento preguicoso.» the washington post «uma nova compilacão de primeiros textos de sontag sobre género, sexualidade e feminismo.» kirkus reviews
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 472
Sinopse: «se houve vários ¿25 de abril¿, ¿11 de marco¿ e ¿25 de novembro¿, pode-se, porém, concluir que, no primeiro dia, em 1974, a ditadura portuguesa com a duracão de 48 anos, nas suas fases militar e civil, de antónio de oliveira salazar e depois de marcello caetano, foi decididamente extinta.» «neste livro apresento uma análise pessoal de episódios ocorridos entre os anos finais da ditadura e o 25 de novembro de 1975, com destaque para o que aconteceu à ex-polícia política e para a acão dos eua, franca e alemanha nesse período relativamente a portugal. como se verá, não se trata de qualquer análise exaustiva de todas as questões em torno da implantacão da democracia em portugal. também não serão analisadas as movimentacões populares, rapidamente controladas pelos partidos depois de um muito breve período de espontaneidade e autonomia. a autonomia do campo político é o que se optou por aqui analisar, através do estudo das principais instituicões de poder erguidas durante o processo que se desenvolveu no período entre os dois ¿25¿, de abril de 1974 e de novembro de 1975, quer entre os militares, quer entre os principais partidos políticos portugueses.» da introducão
Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 544
Sinopse: órfã desde a infância, herdeira de um nome antigo e de uma vasta fortuna, catarina de médici foi educada na corte florentina. com apenas 14 anos, o seu tio, o papa, casa-a com o futuro rei henrique ii de franca, mas este só tem olhos para a sua bela amante, diane de poitiers, que humilhava a jovem continuamente. em 1559, após a morte do seu marido, num duelo em paris, catarina vê-se empurrada para o centro do turbilhão da política francesa. com o país dilacerado por conflitos, a viúva de quarenta anos e rainha-mãe tornou-se a figura mais importante de franca durante os trinta anos seguintes. depois de tentar promover a tolerância religiosa, viu-se forcada a adotar métodos extremos enquanto lutava pela sobrevivência do legado do seu marido e pelo direito real dos seus filhos. isto levou ao infame massacre de são bartolomeu, em 24 de agosto de 1572, quando milhares de protestantes franceses foram chacinados. contemporânea e, por vezes, aliada de isabel i de
