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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A comida, assim como as suas histórias, ensinam-nos muito sobre a evolução humana. A formação das sociedades, os seus hábitos e as suas crenças, todos são moldados pela maneira como nos alimentamos. E vice-versa. "À Mesa Não Se Envelhece" aborda as origens de pratos icónicos, utensílios de mesa e costumes alimentares, explorando a sua evolução ao longo do tempo. Nestas páginas, descobrimos como as diferentes culturas influenciaram e foram influenciadas pela comida, desde as contribuições de Leonardo da Vinci para a cozinha moderna até aos paralelismos entre pratos portugueses e receitas de países distantes. São reveladas as histórias por trás de alimentos tão comuns como o arroz, o tomate e o bacalhau, pelos quais se travaram guerras e moldaram religiões. Como é que as pessoas viviam? · Como é que produziam e guardavam os seus alimentos? · Como é que o fizeram em momentos de guerra, doença ou catástrofes naturais? · Quem inventou o esparguete? · Onde nasceu a feijoada? · Porque usamos garfos e colheres? · Como surgiram as boas maneiras à mesa? · Onde foi o primeiro restaurante?
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A comida, assim como as suas histórias, ensinam-nos muito sobre a evolução humana. A formação das sociedades, os seus hábitos e as suas crenças, todos são moldados pela maneira como nos alimentamos. E vice-versa. "À Mesa Não Se Envelhece" aborda as origens de pratos icónicos, utensílios de mesa e costumes alimentares, explorando a sua evolução ao longo do tempo. Nestas páginas, descobrimos como as diferentes culturas influenciaram e foram influenciadas pela comida, desde as contribuições de Leonardo da Vinci para a cozinha moderna até aos paralelismos entre pratos portugueses e receitas de países distantes. São reveladas as histórias por trás de alimentos tão comuns como o arroz, o tomate e o bacalhau, pelos quais se travaram guerras e moldaram religiões. Como é que as pessoas viviam? · Como é que produziam e guardavam os seus alimentos? · Como é que o fizeram em momentos de guerra, doença ou catástrofes naturais? · Quem inventou o esparguete? · Onde nasceu a feijoada? · Porque usamos garfos e colheres? · Como surgiram as boas maneiras à mesa? · Onde foi o primeiro restaurante?
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Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Uma ponte aérea constituída por 905 voos de companhias nacionais e estrangeiras fez desembarcar em Lisboa, na segunda metade de 1975, milhares de famílias de refugiados de Angola, incapazes de suportar a perseguição, a instabilidade e o conflito entre as facções que disputavam o poder nas vésperas da independência. Perante a ocupação das suas casas, a apropriação dos seus bens, as ameaças físicas e os confrontos diários em todo o território, só lhes restava uma saída: esquecer toda uma vida e fugir. Eram portugueses, mas muitos nunca haviam estado em Portugal, onde o povo pouco ou nada sabia sobre as tragédias e os perigos que tinham vivido em África. E para o Governo, a braços com as réplicas do 25 de Abril, os retornados não eram uma prioridade.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Uma ponte aérea constituída por 905 voos de companhias nacionais e estrangeiras fez desembarcar em Lisboa, na segunda metade de 1975, milhares de famílias de refugiados de Angola, incapazes de suportar a perseguição, a instabilidade e o conflito entre as facções que disputavam o poder nas vésperas da independência. Perante a ocupação das suas casas, a apropriação dos seus bens, as ameaças físicas e os confrontos diários em todo o território, só lhes restava uma saída: esquecer toda uma vida e fugir. Eram portugueses, mas muitos nunca haviam estado em Portugal, onde o povo pouco ou nada sabia sobre as tragédias e os perigos que tinham vivido em África. E para o Governo, a braços com as réplicas do 25 de Abril, os retornados não eram uma prioridade.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Encontramo-nos, uma vez mais, a nível global, sob a ameaça de um movimento fascista em ascensão. Não só nos Estados Unidos a democracia está sob ataque de um movimento autoritário, que encontrou terreno fértil entre os políticos e eleitores conservadores do país, como movimentos semelhantes se multiplicam em todo o mundo. Para compreender a forma e os riscos deste ataque, temos de recuar e extrair lições do passado. Em Apagar a História, Jason Stanley, professor de Filosofia de Yale, expõe o verdadeiro perigo dos ataques da direita autoritária à educação, identifica as suas principais táticas e financiadores, e traça as suas raízes intelectuais. Explica, também, como as escolas e universidades das sociedades democráticas estão mal preparadas para se defenderem do ataque fascista em curso. Profundamente informado e urgentemente necessário, este livro é um apelo global à ação para aqueles que desejam preservar a democracia - na América e no mundo - antes que seja tarde demais.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Encontramo-nos, uma vez mais, a nível global, sob a ameaça de um movimento fascista em ascensão. Não só nos Estados Unidos a democracia está sob ataque de um movimento autoritário, que encontrou terreno fértil entre os políticos e eleitores conservadores do país, como movimentos semelhantes se multiplicam em todo o mundo. Para compreender a forma e os riscos deste ataque, temos de recuar e extrair lições do passado. Em Apagar a História, Jason Stanley, professor de Filosofia de Yale, expõe o verdadeiro perigo dos ataques da direita autoritária à educação, identifica as suas principais táticas e financiadores, e traça as suas raízes intelectuais. Explica, também, como as escolas e universidades das sociedades democráticas estão mal preparadas para se defenderem do ataque fascista em curso. Profundamente informado e urgentemente necessário, este livro é um apelo global à ação para aqueles que desejam preservar a democracia - na América e no mundo - antes que seja tarde demais.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Para acabar de vez com as ilusões de excepcionalismo e imunidade de Portugal perante o vírus do populismo que há décadas se propagava entre múltiplos países, o Chega de André Ventura entrou na Assembleia da República em 2019 e abruptamente, contra as expectativas da generalidade dos adversários, escalou até ao cume dos 50 deputados nas eleições legislativas de 2024. O que motiva este crescimento meteórico em tão pouco tempo? Que transformações está a provocar? Será a jovem democracia portuguesa capaz de resistir incólume ao teste de choque? Em busca de respostas, ou padrões que ajudem a identificar e compreender o fenómeno, Gustavo Sampaio, jornalista e director-adjunto do Polígrafo, apresenta uma radiografia do partido que se apropria de bandeiras da extrema-direita tradicional e do líder que faz soar os alarmes no teste preditivo de autoritarismo. Com base em diversas entrevistas, nomeadamente ao próprio André Ventura - «Vamos ser francos, sem emoção ninguém ligava nenhuma ao tema da imigração» -, e ao seu antigo braço-direito, Nuno Afonso - «Todo este culto, toda esta estrutura de seita, funciona assim porque ele quer que funcione assim. Ele dizia-me: "Eu quero que as pessoas, os portugueses, se deitem a pensar em mim e acordem a pensar em mim"» -, o autor examina também os programas do partido, os discursos e a propaganda nas redes sociais. O resultado é um livro indispensável, de diagnóstico e alerta, que providencia uma análise comparativa com partidos e líderes populistas de outros países, assim como uma reflexão sobre a cultura antipolíticos que se destaca na génese deste fenómeno - uma amálgama que impede a distinção entre bons e maus, competentes e ineptos, abnegados e oportunistas, honestos e corruptos. Porque, afinal, repete-se de modo convicto até à exaustão: «Os políticos são todos iguais!»
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Para acabar de vez com as ilusões de excepcionalismo e imunidade de Portugal perante o vírus do populismo que há décadas se propagava entre múltiplos países, o Chega de André Ventura entrou na Assembleia da República em 2019 e abruptamente, contra as expectativas da generalidade dos adversários, escalou até ao cume dos 50 deputados nas eleições legislativas de 2024. O que motiva este crescimento meteórico em tão pouco tempo? Que transformações está a provocar? Será a jovem democracia portuguesa capaz de resistir incólume ao teste de choque? Em busca de respostas, ou padrões que ajudem a identificar e compreender o fenómeno, Gustavo Sampaio, jornalista e director-adjunto do Polígrafo, apresenta uma radiografia do partido que se apropria de bandeiras da extrema-direita tradicional e do líder que faz soar os alarmes no teste preditivo de autoritarismo. Com base em diversas entrevistas, nomeadamente ao próprio André Ventura - «Vamos ser francos, sem emoção ninguém ligava nenhuma ao tema da imigração» -, e ao seu antigo braço-direito, Nuno Afonso - «Todo este culto, toda esta estrutura de seita, funciona assim porque ele quer que funcione assim. Ele dizia-me: "Eu quero que as pessoas, os portugueses, se deitem a pensar em mim e acordem a pensar em mim"» -, o autor examina também os programas do partido, os discursos e a propaganda nas redes sociais. O resultado é um livro indispensável, de diagnóstico e alerta, que providencia uma análise comparativa com partidos e líderes populistas de outros países, assim como uma reflexão sobre a cultura antipolíticos que se destaca na génese deste fenómeno - uma amálgama que impede a distinção entre bons e maus, competentes e ineptos, abnegados e oportunistas, honestos e corruptos. Porque, afinal, repete-se de modo convicto até à exaustão: «Os políticos são todos iguais!»
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um guia indispensável para entender o conflito entre Israel e a Palestina e como (ainda) podemos encontrar uma solução para a paz. Os horrores de 7 de outubro de 2023 e os que se seguiram surpreenderam o mundo, mas o conflito israelo-palestiniano não começou nesse famigerado dia. Também não teve início em 1967, quando Israel ocupou a Cisjordânia, nem em 1948, quando o Estado de Israel foi declarado: tudo começou em 1882, quando os primeiros colonos sionistas chegaram à então Palestina otomana. Em Israel vs. Palestina, o consagrado historiador Ilan Pappé relata, de forma concisa e rigorosa, uma cronologia nascida dos equívocos da comunidade internacional e que é, há mais de um século, constantemente marcada por tensão, atrocidades e resistência.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um guia indispensável para entender o conflito entre Israel e a Palestina e como (ainda) podemos encontrar uma solução para a paz. Os horrores de 7 de outubro de 2023 e os que se seguiram surpreenderam o mundo, mas o conflito israelo-palestiniano não começou nesse famigerado dia. Também não teve início em 1967, quando Israel ocupou a Cisjordânia, nem em 1948, quando o Estado de Israel foi declarado: tudo começou em 1882, quando os primeiros colonos sionistas chegaram à então Palestina otomana. Em Israel vs. Palestina, o consagrado historiador Ilan Pappé relata, de forma concisa e rigorosa, uma cronologia nascida dos equívocos da comunidade internacional e que é, há mais de um século, constantemente marcada por tensão, atrocidades e resistência.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Ex líder israelita partilha o seu conhecimento profundo, fundamental para as novas gerações de líderes na política, nos negócios e na nobre missão de construir um mundo mais seguro, mais justo e em paz. Em 1934, Shimon Peres, com 11 anos, abandonou a Polónia com destino a Israel, deixando para trás muitos familiares que viriam a ser vítimas do Holocausto. Na época, seria impossível prever que aquele jovem rapaz viria a ser uma das grandes personalidades da política mundial do século XX. Foi Presidente, primeiro-ministro, ministro dos Negócios Estrangeiros, entre outras pastas, tendo sido decisivo para o fortalecimento do poder militar, nuclear e político do Estado de Israel. Neste livro, terminado semanas antes da sua morte, Peres olha para os momentos cruciais da história de Israel, como decisor e como testemunha privilegiada. Não há sonhos impossíveis cobre diversas décadas e eventos, não tanto relatando o que aconteceu, mas sim porque aconteceu. Shimon Peres mostra de que matéria são feitos os grandes líderes, como tomar decisões difíceis em momentos de incerteza e instabilidade, o desafio entre os princípios e as políticas e o papel determinante da imaginação e da inovação. "Acredito na Paz. Acredito na luta de Shimon Peres. Acredito que a Paz se faz com vontade de fazer e não de desfazer, com diálogo e não com arrogância - de qualquer dos que a devem construir -, com espírito paciente, mas inspirador." - Marcelo Rebelo de Sousa, in Prefácio
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Ex líder israelita partilha o seu conhecimento profundo, fundamental para as novas gerações de líderes na política, nos negócios e na nobre missão de construir um mundo mais seguro, mais justo e em paz. Em 1934, Shimon Peres, com 11 anos, abandonou a Polónia com destino a Israel, deixando para trás muitos familiares que viriam a ser vítimas do Holocausto. Na época, seria impossível prever que aquele jovem rapaz viria a ser uma das grandes personalidades da política mundial do século XX. Foi Presidente, primeiro-ministro, ministro dos Negócios Estrangeiros, entre outras pastas, tendo sido decisivo para o fortalecimento do poder militar, nuclear e político do Estado de Israel. Neste livro, terminado semanas antes da sua morte, Peres olha para os momentos cruciais da história de Israel, como decisor e como testemunha privilegiada. Não há sonhos impossíveis cobre diversas décadas e eventos, não tanto relatando o que aconteceu, mas sim porque aconteceu. Shimon Peres mostra de que matéria são feitos os grandes líderes, como tomar decisões difíceis em momentos de incerteza e instabilidade, o desafio entre os princípios e as políticas e o papel determinante da imaginação e da inovação. "Acredito na Paz. Acredito na luta de Shimon Peres. Acredito que a Paz se faz com vontade de fazer e não de desfazer, com diálogo e não com arrogância - de qualquer dos que a devem construir -, com espírito paciente, mas inspirador." - Marcelo Rebelo de Sousa, in Prefácio
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
“Um livro extraordinário, que nos ajuda a compreender a complexidade do presente com um vasto conhecimento do passado.” GERMANO ALMEIDA JORNALISTA E ANALISTA DE POLÍTICA INTERNACIONAL As origens e o futuro de um país constantemente dividido e adiado A INVASÃO ISRAELITA DE OUTUBRO DE 2024 NÃO É NOVIDADE PARA O POVO DO LÍBANO: O TERRITÓRIO É DISPUTADO DESDE HÁ MILÉNIOS. Pela região que é hoje conhecida como Líbano passaram fenícios, assírios, persas, gregos, romanos, bizantinos, turcos otomanos, franceses…Estes povos costuraram uma história rica e uma identidade cultural única, que chegou a dar ao país o rótulo de “Suíça do Médio Oriente”, numa promessa que ficou sempre por cumprir. O final da Segunda Guerra Mundial, primeiro, e a chegada de refugiados sírios e palestinianos, depois, ressuscitaram o sonho de uma nação árabe, mas ali surgiu também o Hezbollah, um Estado dentro do Estado que viria a ser o rastilho de sucessivos conflitos. Território de montanhas e belezas naturais oníricas, o Líbano é hoje um país dividido por credos e fações como nenhum outro, que o levou a aprender a ser de todos – só ainda não aprendeu a ser de si próprio, nem nunca sentiu o sabor da paz social.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
“Um livro extraordinário, que nos ajuda a compreender a complexidade do presente com um vasto conhecimento do passado.” GERMANO ALMEIDA JORNALISTA E ANALISTA DE POLÍTICA INTERNACIONAL As origens e o futuro de um país constantemente dividido e adiado A INVASÃO ISRAELITA DE OUTUBRO DE 2024 NÃO É NOVIDADE PARA O POVO DO LÍBANO: O TERRITÓRIO É DISPUTADO DESDE HÁ MILÉNIOS. Pela região que é hoje conhecida como Líbano passaram fenícios, assírios, persas, gregos, romanos, bizantinos, turcos otomanos, franceses…Estes povos costuraram uma história rica e uma identidade cultural única, que chegou a dar ao país o rótulo de “Suíça do Médio Oriente”, numa promessa que ficou sempre por cumprir. O final da Segunda Guerra Mundial, primeiro, e a chegada de refugiados sírios e palestinianos, depois, ressuscitaram o sonho de uma nação árabe, mas ali surgiu também o Hezbollah, um Estado dentro do Estado que viria a ser o rastilho de sucessivos conflitos. Território de montanhas e belezas naturais oníricas, o Líbano é hoje um país dividido por credos e fações como nenhum outro, que o levou a aprender a ser de todos – só ainda não aprendeu a ser de si próprio, nem nunca sentiu o sabor da paz social.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Na península ibérica do século XII, dois homens protagonizam uma nova história do cerco de Lisboa: Afonso Henriques e Abu'l Qasim Ahmad Ibn Qasi. D. Afonso Henriques é uma das mais míticas figuras da História de Portugal. Porém, quanto do que tendemos a saber ou pensar sobre ele é real, e quanto é mito? Azzam, autor de O Regresso de D. Sebastião volta a olhar um episódio emblemático da nossa história, o cerco de Lisboa, com uma sagacidade invulgar, própria de alguém que vê de fora, um historiador que, sem descurar a versão veiculada ao longo de muitas décadas, quer, sobretudo, procurar a perspetiva do outro, o lugar mais desconhecido, a conciliação de teses, aparentemente, antagónicas. E é aqui chegados que deparamos com Abu'l Qasim Ahmad ibn Qasi, o rebelde místico. Ibn Qasi, líder sufi aliado de Afonso Henriques que reinou sobre Mértola e Silves, era muçulmano e chamavam-lhe profeta, revoltou-se contra a liderança de Almóada e procurou no rei uma aliança com os cristãos. Foi o prenúncio da sua morte. De que forma estes dois homens, por meio do seu breve encontro, marcaram a época da Reconquista e têm outra história para contar? Tendo como ponto central o cerco de Lisboa, em 1147, símbolo primeiro de um Portugal independente, Azzam faz um novo retrato da influência muçulmana na Península Ibérica, desconstruindo o mito do invasor. Porque, entre os mundos católico e islâmico, há, talvez, um espaço de não contado que tem de ser conhecido, para percebermos, realmente, onde e como nasceu Portugal.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Na península ibérica do século XII, dois homens protagonizam uma nova história do cerco de Lisboa: Afonso Henriques e Abu'l Qasim Ahmad Ibn Qasi. D. Afonso Henriques é uma das mais míticas figuras da História de Portugal. Porém, quanto do que tendemos a saber ou pensar sobre ele é real, e quanto é mito? Azzam, autor de O Regresso de D. Sebastião volta a olhar um episódio emblemático da nossa história, o cerco de Lisboa, com uma sagacidade invulgar, própria de alguém que vê de fora, um historiador que, sem descurar a versão veiculada ao longo de muitas décadas, quer, sobretudo, procurar a perspetiva do outro, o lugar mais desconhecido, a conciliação de teses, aparentemente, antagónicas. E é aqui chegados que deparamos com Abu'l Qasim Ahmad ibn Qasi, o rebelde místico. Ibn Qasi, líder sufi aliado de Afonso Henriques que reinou sobre Mértola e Silves, era muçulmano e chamavam-lhe profeta, revoltou-se contra a liderança de Almóada e procurou no rei uma aliança com os cristãos. Foi o prenúncio da sua morte. De que forma estes dois homens, por meio do seu breve encontro, marcaram a época da Reconquista e têm outra história para contar? Tendo como ponto central o cerco de Lisboa, em 1147, símbolo primeiro de um Portugal independente, Azzam faz um novo retrato da influência muçulmana na Península Ibérica, desconstruindo o mito do invasor. Porque, entre os mundos católico e islâmico, há, talvez, um espaço de não contado que tem de ser conhecido, para percebermos, realmente, onde e como nasceu Portugal.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A corrupção é um dos maiores problemas que Portugal e o mundo enfrentam. Para a economia, significa um autêntico rombo, que, no caso português, atinge quase 18 mil milhões de euros. Para a justiça social, é um enorme embaraço. Para o Estado de direito democrático, pode ser fatal. Mas se, por um lado, a corrupção é uma preocupação persistente e crescente, por outro, verifica-se um elevado grau de ignorância sobre este fenómeno, até mesmo entre as elites políticas e económicas. Tiago Rosa Gaspar, em conjunto com reputados especialistas, decifra este fenómeno, tão antigo como a espécie humana, e analisa o seu impacto na sociedade, identificando desafios e oportunidades na sua prevenção e combate, e destacando o papel, tantas vezes subestimado, que qualquer um de nós pode e deve desempenhar nesta luta.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A corrupção é um dos maiores problemas que Portugal e o mundo enfrentam. Para a economia, significa um autêntico rombo, que, no caso português, atinge quase 18 mil milhões de euros. Para a justiça social, é um enorme embaraço. Para o Estado de direito democrático, pode ser fatal. Mas se, por um lado, a corrupção é uma preocupação persistente e crescente, por outro, verifica-se um elevado grau de ignorância sobre este fenómeno, até mesmo entre as elites políticas e económicas. Tiago Rosa Gaspar, em conjunto com reputados especialistas, decifra este fenómeno, tão antigo como a espécie humana, e analisa o seu impacto na sociedade, identificando desafios e oportunidades na sua prevenção e combate, e destacando o papel, tantas vezes subestimado, que qualquer um de nós pode e deve desempenhar nesta luta.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma brilhante reflexão sobre a liberdade — o que é, como tem sido mal interpretada, e porque é a nossa única hipótese de sobrevivência — pelo aclamado historiador da Universidade de Yale e autor do bestseller mundial Sobre a Tirania. Timothy Snyder é considerado "o principal estudioso dos nossos tempos sombrios." Como historiador surpreendeu-nos com novas interpretações de colapsos políticos passados e de assassínios em massa. Como figura pública, aplicou esse conhecimento histórico para dar conselhos e fazer previsões, assim combatendo o autoritarismo onde quer que ele exista no presente. O seu livro Sobre a Tirania inspirou milhões de pessoas a lutarem pela liberdade. Agora, neste tour de force da filosofia política, ajuda-nos a ver aquilo por que estamos exatamente a lutar. A liberdade é o grande compromisso ocidental, mas, como argumenta Snyder, perdemos de vista o seu significado — e isso está a conduzir-nos à crise. Demasiados de nós olham para a liberdade como a ausência de poder do Estado: pensamos que somos livres se pudermos fazer e dizer o que quisermos, e se nos protegermos da ação do Governo. No entanto, a verdadeira liberdade não é tanto a "liberdade (libertação) de", mas a "liberdade para" — liberdade para prosperar, liberdade para correr riscos com vista a futuros escolhidos por nós se trabalharmos em conjunto por eles. Daí que a liberdade seja o valor que torna possíveis todos os outros valores. Da Liberdade proporciona-nos uma estimulante viagem intelectual. Baseando-se no trabalho de filósofos e dissidentes políticos, e em conversas com pensadores contemporâneos sobre as suas próprias experiências de amadurecimento numa época atípica, Snyder identifica as práticas e atitudes — os hábitos mentais — que nos permitirão vislumbrar um governo com o qual nós e as gerações futuras possamos prosperar. Passamos a apreciar a importância das tradições (defendidas pela direita), mas também o papel das instituições (favorecidas pela esquerda). Íntimo e ambicioso, este livro procura forjar um novo consenso assente numa política de abundância, generosidade e bondade.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma brilhante reflexão sobre a liberdade — o que é, como tem sido mal interpretada, e porque é a nossa única hipótese de sobrevivência — pelo aclamado historiador da Universidade de Yale e autor do bestseller mundial Sobre a Tirania. Timothy Snyder é considerado "o principal estudioso dos nossos tempos sombrios." Como historiador surpreendeu-nos com novas interpretações de colapsos políticos passados e de assassínios em massa. Como figura pública, aplicou esse conhecimento histórico para dar conselhos e fazer previsões, assim combatendo o autoritarismo onde quer que ele exista no presente. O seu livro Sobre a Tirania inspirou milhões de pessoas a lutarem pela liberdade. Agora, neste tour de force da filosofia política, ajuda-nos a ver aquilo por que estamos exatamente a lutar. A liberdade é o grande compromisso ocidental, mas, como argumenta Snyder, perdemos de vista o seu significado — e isso está a conduzir-nos à crise. Demasiados de nós olham para a liberdade como a ausência de poder do Estado: pensamos que somos livres se pudermos fazer e dizer o que quisermos, e se nos protegermos da ação do Governo. No entanto, a verdadeira liberdade não é tanto a "liberdade (libertação) de", mas a "liberdade para" — liberdade para prosperar, liberdade para correr riscos com vista a futuros escolhidos por nós se trabalharmos em conjunto por eles. Daí que a liberdade seja o valor que torna possíveis todos os outros valores. Da Liberdade proporciona-nos uma estimulante viagem intelectual. Baseando-se no trabalho de filósofos e dissidentes políticos, e em conversas com pensadores contemporâneos sobre as suas próprias experiências de amadurecimento numa época atípica, Snyder identifica as práticas e atitudes — os hábitos mentais — que nos permitirão vislumbrar um governo com o qual nós e as gerações futuras possamos prosperar. Passamos a apreciar a importância das tradições (defendidas pela direita), mas também o papel das instituições (favorecidas pela esquerda). Íntimo e ambicioso, este livro procura forjar um novo consenso assente numa política de abundância, generosidade e bondade.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Para Vladimir Putin foi fácil. Ele pôde, no final da Guerra Fria, apagar o passado destruindo ficheiros na fornalha do seu posto no KGB. Mas na era de corrupção global que ele ajudou a criar, apagar o passado já não é tão simples. Cada transferência de dinheiro sujo deixa um rasto digital. A verdade mantém-se algures. E, todavia, o que os governantes desta ordem corrupta mais desejam é moldar a realidade à sua vontade e impô-la a todos. Da autoria de Tom Burgis, jornalista premiado, O País dos Cucos é a história real de como os ricos e poderosos constroem um mundo falso. Do Kremlin a Katmandu, de bancos suíços até um retiro real na Escócia, o livro desenrola-se como um thriller, por vezes trágico, por vezes absurdo, expondo o custo arrepiante desta guerra à verdade.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Para Vladimir Putin foi fácil. Ele pôde, no final da Guerra Fria, apagar o passado destruindo ficheiros na fornalha do seu posto no KGB. Mas na era de corrupção global que ele ajudou a criar, apagar o passado já não é tão simples. Cada transferência de dinheiro sujo deixa um rasto digital. A verdade mantém-se algures. E, todavia, o que os governantes desta ordem corrupta mais desejam é moldar a realidade à sua vontade e impô-la a todos. Da autoria de Tom Burgis, jornalista premiado, O País dos Cucos é a história real de como os ricos e poderosos constroem um mundo falso. Do Kremlin a Katmandu, de bancos suíços até um retiro real na Escócia, o livro desenrola-se como um thriller, por vezes trágico, por vezes absurdo, expondo o custo arrepiante desta guerra à verdade.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Do Mediterrâneo à China, esta obra analisa dez grandes impérios, abarcando o Império Novo do Egito
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Do Mediterrâneo à China, esta obra analisa dez grandes impérios, abarcando o Império Novo do Egito
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As grandes descobertas oficiais - como as das Caraíbas por Colombo, da Índia por Vasco da Gama ou do Brasil por Álvares Cabral - foram precedidas de numerosas viagens secretas de portugueses que estudaram sistemas de ventos e de correntes e mapearam ilhas e costas, num conjunto de informações que foi tratado como segredo de Estado. Ainda que secretos, porém, esses conhecimentos contribuíram para os paradoxos que os mapas do mundo dos séculos XV e XVI deixam transparecer. Alguns contêm muito mais dados do que os registos dos cronistas ao serviço dos monarcas da época
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As grandes descobertas oficiais - como as das Caraíbas por Colombo, da Índia por Vasco da Gama ou do Brasil por Álvares Cabral - foram precedidas de numerosas viagens secretas de portugueses que estudaram sistemas de ventos e de correntes e mapearam ilhas e costas, num conjunto de informações que foi tratado como segredo de Estado. Ainda que secretos, porém, esses conhecimentos contribuíram para os paradoxos que os mapas do mundo dos séculos XV e XVI deixam transparecer. Alguns contêm muito mais dados do que os registos dos cronistas ao serviço dos monarcas da época
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 584
Sinopse:
A história da Segunda Guerra através de mais de 250 mapas originais e acessíveis. Martin Gilbert apresenta graficamente a história política, militar, económica e social do conflito de 1939-1945. Ao longo de mais de 250 mapas esclarecedores, o conceituado historiador analisa os principais acontecimentos do conflito mundial desde a invasão alemã da Polónia em setembro de 1939 à derrota do Japão em agosto de 1945. Os mapas abordam pormenorizadamente uma série de factos históricos, dos mais conhecidos do grande público até aos planos que nunca chegaram a ser postos em prática. Entre outros acontecimentos em análise, destacam-se a queda da França; as campanhas militares, navais e aéreas em todas as frentes; os desembarques na Normandia; os bombardeamentos de várias cidades europeias e o impacto do conflito nos civis; os campos de concentração e de trabalhos forçados e os campos de prisioneiros de guerra na Europa, nas Américas e no Extremo Oriente; as vertentes económicas e sociais da guerra; e o pós-guerra.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
A história da Segunda Guerra através de mais de 250 mapas originais e acessíveis. Martin Gilbert apresenta graficamente a história política, militar, económica e social do conflito de 1939-1945. Ao longo de mais de 250 mapas esclarecedores, o conceituado historiador analisa os principais acontecimentos do conflito mundial desde a invasão alemã da Polónia em setembro de 1939 à derrota do Japão em agosto de 1945. Os mapas abordam pormenorizadamente uma série de factos históricos, dos mais conhecidos do grande público até aos planos que nunca chegaram a ser postos em prática. Entre outros acontecimentos em análise, destacam-se a queda da França; as campanhas militares, navais e aéreas em todas as frentes; os desembarques na Normandia; os bombardeamentos de várias cidades europeias e o impacto do conflito nos civis; os campos de concentração e de trabalhos forçados e os campos de prisioneiros de guerra na Europa, nas Américas e no Extremo Oriente; as vertentes económicas e sociais da guerra; e o pós-guerra.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Durante milénios, a humanidade procurou compreender e transmitir às gerações futuras não apenas os modos de viver a vida, mas também o significado e o propósito da nossa existência, tal como declinados pela arte, pela arquitetura, pela religião e pela filosofia. Da cidade perdida de Nefertiti às peças teatrais de Wole Soyinka
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Durante milénios, a humanidade procurou compreender e transmitir às gerações futuras não apenas os modos de viver a vida, mas também o significado e o propósito da nossa existência, tal como declinados pela arte, pela arquitetura, pela religião e pela filosofia. Da cidade perdida de Nefertiti às peças teatrais de Wole Soyinka
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Eventos bélicos de grande dimensão, como a Primeira Guerra Mundial, a Guerra Civil de Espanha ou a Segunda Guerra Mundial, e a ascensão de regimes autoritários na Europa obrigaram milhões de pessoas a sair dos seus países e a procurar acolhimento noutros estados. Apesar de ser um país periférico e de pequena dimensão, Portugal teve um papel central na história dos refugiados durante o século XX. No entanto, as reações e atitudes dos governos e da população portuguesa foram diferentes consoante o regime vigente (Monarquia Constitucional, Primeira República, Ditadura Militar e Estado Novo), o contexto internacional ou a composição das vagas de refugiados. Privilegiando sobretudo a ordem e a segurança, Portugal mostrou-se recetivo e acolhedor quando entendeu que os refugiados não representavam perigo, mas manteve uma postura mais intransigente, restritiva e repressiva sempre que considerou os refugiados uma ameaça para o regime e o país. Neste olhar para um passado mais atual do que nunca, os historiadores Carolina Henriques Pereira e Fábio Alexandre Faria mostram-nos como Portugal, entre as décadas de 1900 e 1970, foi porto de esperança para milhares de deslocados de guerra e refugiados, embora nem sempre com hospitalidade generalizada.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Eventos bélicos de grande dimensão, como a Primeira Guerra Mundial, a Guerra Civil de Espanha ou a Segunda Guerra Mundial, e a ascensão de regimes autoritários na Europa obrigaram milhões de pessoas a sair dos seus países e a procurar acolhimento noutros estados. Apesar de ser um país periférico e de pequena dimensão, Portugal teve um papel central na história dos refugiados durante o século XX. No entanto, as reações e atitudes dos governos e da população portuguesa foram diferentes consoante o regime vigente (Monarquia Constitucional, Primeira República, Ditadura Militar e Estado Novo), o contexto internacional ou a composição das vagas de refugiados. Privilegiando sobretudo a ordem e a segurança, Portugal mostrou-se recetivo e acolhedor quando entendeu que os refugiados não representavam perigo, mas manteve uma postura mais intransigente, restritiva e repressiva sempre que considerou os refugiados uma ameaça para o regime e o país. Neste olhar para um passado mais atual do que nunca, os historiadores Carolina Henriques Pereira e Fábio Alexandre Faria mostram-nos como Portugal, entre as décadas de 1900 e 1970, foi porto de esperança para milhares de deslocados de guerra e refugiados, embora nem sempre com hospitalidade generalizada.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Ao contrário de outros livros sobre a Segunda Guerra Mundial, Olivier Wieviorka não se limita a abordar somente as operações militares. O historiador, especialista em Segunda Guerra Mundial, estuda todas as frentes de batalha: a Europa, como é evidente, mas também o teatro de operações da Ásia-Pacífico (tantas vezes descurado, sobretudo no que diz respeito à China), o Norte de África e ainda o Médio-Oriente. Interessa-se igualmente pelos diversos atores (canadianos, australianos, indianos), mas cobre nesta obra multidimensional outros domínios fundamentais para compreender estas grandes batalhas como: o estratégico, o ideológico, o económico, o logístico, o diplomático, o geopolítico. Não esquecendo ainda a história social e memorial, habitualmente tratada como parente pobre. Fruto de anos de investigação, este livro é um relato rigoroso. Uma narrativa viva, poderosa e empolgante que mostra até que ponto este terrível conflito foi realmente mundial e total. Uma obra que se empenha em relatar, compreender e explicar, fazendo sua a exigência avançada por Albert Camus em O Homem Revoltado: "Poderíamos supor que uma época que, em cinquenta anos, desenraíza, escraviza e mata setenta milhões de seres humanos deve somente, e antes de mais nada, ser julgada. Mas é preciso primeiro compreender a sua culpabilidade." Prémio Livro de História Contemporânea de 2024, atribuído pela associação francesa Lire la Société.
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Ao contrário de outros livros sobre a Segunda Guerra Mundial, Olivier Wieviorka não se limita a abordar somente as operações militares. O historiador, especialista em Segunda Guerra Mundial, estuda todas as frentes de batalha: a Europa, como é evidente, mas também o teatro de operações da Ásia-Pacífico (tantas vezes descurado, sobretudo no que diz respeito à China), o Norte de África e ainda o Médio-Oriente. Interessa-se igualmente pelos diversos atores (canadianos, australianos, indianos), mas cobre nesta obra multidimensional outros domínios fundamentais para compreender estas grandes batalhas como: o estratégico, o ideológico, o económico, o logístico, o diplomático, o geopolítico. Não esquecendo ainda a história social e memorial, habitualmente tratada como parente pobre. Fruto de anos de investigação, este livro é um relato rigoroso. Uma narrativa viva, poderosa e empolgante que mostra até que ponto este terrível conflito foi realmente mundial e total. Uma obra que se empenha em relatar, compreender e explicar, fazendo sua a exigência avançada por Albert Camus em O Homem Revoltado: "Poderíamos supor que uma época que, em cinquenta anos, desenraíza, escraviza e mata setenta milhões de seres humanos deve somente, e antes de mais nada, ser julgada. Mas é preciso primeiro compreender a sua culpabilidade." Prémio Livro de História Contemporânea de 2024, atribuído pela associação francesa Lire la Société.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Uma investigação feita ao longo dos anos, nos mais variados pontos do globo, em regiões tão diversas como a Ásia, a África, a América do Sul, a Australásia, a Melanésia e também a Europa. Harvey Whitehouse visitou centros arqueológicos, laboratórios de imagiologia do cérebro, laboratórios de psicologia e esteve no centro dos mais terríveis conflitos do planeta e de grupos de extremistas. Herança é uma análise do modo como o conformismo, a religiosidade e o tribalismo estão a levar o comportamento humano por um caminho perigoso. Criados pela seleção natural e modelados por milhares de anos de evolução cultural, estes vieses culturais catalisaram as maiores transformações na história humana. Explicando os mecanismos das tribos dos nossos dias, entre as quais se contam as células terroristas e as agências de publicidade predatórias, Harvey Whitehouse mostra como, ao ficarmos sem os alicerces culturais que nos permitiam controlar os nossos vieses, estamos a perder o controlo do mundo que construímos.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Uma investigação feita ao longo dos anos, nos mais variados pontos do globo, em regiões tão diversas como a Ásia, a África, a América do Sul, a Australásia, a Melanésia e também a Europa. Harvey Whitehouse visitou centros arqueológicos, laboratórios de imagiologia do cérebro, laboratórios de psicologia e esteve no centro dos mais terríveis conflitos do planeta e de grupos de extremistas. Herança é uma análise do modo como o conformismo, a religiosidade e o tribalismo estão a levar o comportamento humano por um caminho perigoso. Criados pela seleção natural e modelados por milhares de anos de evolução cultural, estes vieses culturais catalisaram as maiores transformações na história humana. Explicando os mecanismos das tribos dos nossos dias, entre as quais se contam as células terroristas e as agências de publicidade predatórias, Harvey Whitehouse mostra como, ao ficarmos sem os alicerces culturais que nos permitiam controlar os nossos vieses, estamos a perder o controlo do mundo que construímos.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Que podemos aprender com a queda do Império Romano para compreendermos o declínio do ocidente? Um livro provocador e necessário, que traz luz sobre o passado, o presente e o futuro do mundo. Nos últimos três séculos, o Ocidente tornou-se a força global dominante. Porém, no início deste novo século, a História, como sempre, encontrou uma forma de se reescrever. Confrontado com estagnação económica, divisões políticas e um retrocesso demográfico, o Ocidente parece estar em queda. Se observarmos a ascensão e o declínio cada vez mais acentuado, encontramos, claramente, semelhanças com vários momentos da História em que a ordem global sofreu, também, drásticas alterações. Basta pensar no Império Romano, que teve um percurso semelhante, do auge do poder inebriante à destruição total, para percebermos que nesta comparação há mais do que apenas uma coincidência histórica. Em Porque Caem os Impérios, o historiador Peter Heather e o economista John Rapley partem do grande arco do Império Romano para repensar o Ocidente contemporâneo, revisitando o passado e perspetivando o futuro. De 399 a 1999, emerge uma evidência: os impérios plantaram as sementes das suas próprias destruições. Que forças periféricas afetam, hoje, a hegemonia ocidental? O futuro do Ocidente dependerá das escolhas políticas e económicas que se fizerem nos anos cruciais que se avizinham.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Que podemos aprender com a queda do Império Romano para compreendermos o declínio do ocidente? Um livro provocador e necessário, que traz luz sobre o passado, o presente e o futuro do mundo. Nos últimos três séculos, o Ocidente tornou-se a força global dominante. Porém, no início deste novo século, a História, como sempre, encontrou uma forma de se reescrever. Confrontado com estagnação económica, divisões políticas e um retrocesso demográfico, o Ocidente parece estar em queda. Se observarmos a ascensão e o declínio cada vez mais acentuado, encontramos, claramente, semelhanças com vários momentos da História em que a ordem global sofreu, também, drásticas alterações. Basta pensar no Império Romano, que teve um percurso semelhante, do auge do poder inebriante à destruição total, para percebermos que nesta comparação há mais do que apenas uma coincidência histórica. Em Porque Caem os Impérios, o historiador Peter Heather e o economista John Rapley partem do grande arco do Império Romano para repensar o Ocidente contemporâneo, revisitando o passado e perspetivando o futuro. De 399 a 1999, emerge uma evidência: os impérios plantaram as sementes das suas próprias destruições. Que forças periféricas afetam, hoje, a hegemonia ocidental? O futuro do Ocidente dependerá das escolhas políticas e económicas que se fizerem nos anos cruciais que se avizinham.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Nascido nos escombros de um Sul inconformado com a derrota na Guerra Civil Americana, tornou-se um verdadeiro movimento de massas na década de 1920 e ganhou um novo ímpeto cerca de 40 anos mais tarde, em plena era dos Direitos Civis nos Estados Unidos. Tanto as ações como o número de membros do grupo diminuíram drasticamente desde então - mas o poder simbólico do KKK, enquanto marca do terror da supremacia branca, permanece intacto. Com base em 20 anos de pesquisa, este livro procura desmistificar uma das organizações mais violentas, temidas e mal compreendidas da história, ao mesmo tempo que analisa a forma como os novos grupos racistas dos Estados Unidos se relacionam com o peso do seu legado. No mundo polarizado em que vivemos, o mito do KKK é muito mais perigoso do que a sua realidade.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Nascido nos escombros de um Sul inconformado com a derrota na Guerra Civil Americana, tornou-se um verdadeiro movimento de massas na década de 1920 e ganhou um novo ímpeto cerca de 40 anos mais tarde, em plena era dos Direitos Civis nos Estados Unidos. Tanto as ações como o número de membros do grupo diminuíram drasticamente desde então - mas o poder simbólico do KKK, enquanto marca do terror da supremacia branca, permanece intacto. Com base em 20 anos de pesquisa, este livro procura desmistificar uma das organizações mais violentas, temidas e mal compreendidas da história, ao mesmo tempo que analisa a forma como os novos grupos racistas dos Estados Unidos se relacionam com o peso do seu legado. No mundo polarizado em que vivemos, o mito do KKK é muito mais perigoso do que a sua realidade.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Um livro inspirador e indispensável para todos os que sonham com viagens. Quando se junta na mesma pessoa o viajante, o escritor e o supersticioso — daqueles que acreditam no destino mas só depois de ele ter acontecido — qual é o resultado? Gonçalo Cadilhe revela nesta obra alguns dos momentos marcantes que o ajudaram a definir a sua carreira de viajante, a sua vida de espírito livre e o mundo em que se move. São os encontros marcados pelo destino e com os quais o autor nos surpreende numa coleção de textos luminosos, sobre tudo o que nos pode acontecer a viajar pelo mundo
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Um livro inspirador e indispensável para todos os que sonham com viagens. Quando se junta na mesma pessoa o viajante, o escritor e o supersticioso — daqueles que acreditam no destino mas só depois de ele ter acontecido — qual é o resultado? Gonçalo Cadilhe revela nesta obra alguns dos momentos marcantes que o ajudaram a definir a sua carreira de viajante, a sua vida de espírito livre e o mundo em que se move. São os encontros marcados pelo destino e com os quais o autor nos surpreende numa coleção de textos luminosos, sobre tudo o que nos pode acontecer a viajar pelo mundo
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Edição: Set 2024
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Alexandra Marques regressa com um livro sobre uma das páginas mais negras do Portugal contemporâneo - o processo de descolonização de Angola e de Moçambique. Um relato que vem, por fim, contar a verdade chocante sobre o que aconteceu aos portugueses das ex-colónias. Se deixar África foi um trauma para os portugueses radicados em Angola e Moçambique, que razões o ditaram? O que aconteceu nessas duas maiores colónias portuguesas que impulsionou a sua saída? Que promessas fizeram os decisores militares e políticos do pós-25 de Abril e quais ficaram por cumprir? Que diplomas de expropriação e cerceamento de direitos vigentes foram criados? Que retrato socioeconómico de Angola traçou o então ministro da Economia, Vasco Vieira de Almeida? O que foi feito para que pudessem salvar parte das poupanças? Como se processou a fuga até aos pontos de embarque? Como se vivia no campo de refugiados de Nova Lisboa, equiparado a um campo nazi por um capitão do MFA? Como foi a epopeia dos aportados a Portugal em traineiras e dos que se acolheram na África do Sul? O que fizeram as autoridades pelos portugueses que estavam nas prisões dos Movimentos armados? E se não houve uma guerra civil em Moçambique antes da independência, por que partiram quase todos os portugueses? O que foi negociado nas reuniões secretas entre Melo Antunes e a delegação da Frelimo na capital da Tanzânia, antes do Acordo de Lusaca? O que aconteceu em Lourenço Marques no dia 7 de Setembro de 1974 e no massacre de brancos em 21 de Outubro? Que legislação emitiu o Governo de Transição e o Alto-Comissário, Vítor Crespo? E o que se passava nos campos de reeducação da Frelimo, para onde tantos portugueses foram levados?
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Alexandra Marques regressa com um livro sobre uma das páginas mais negras do Portugal contemporâneo - o processo de descolonização de Angola e de Moçambique. Um relato que vem, por fim, contar a verdade chocante sobre o que aconteceu aos portugueses das ex-colónias. Se deixar África foi um trauma para os portugueses radicados em Angola e Moçambique, que razões o ditaram? O que aconteceu nessas duas maiores colónias portuguesas que impulsionou a sua saída? Que promessas fizeram os decisores militares e políticos do pós-25 de Abril e quais ficaram por cumprir? Que diplomas de expropriação e cerceamento de direitos vigentes foram criados? Que retrato socioeconómico de Angola traçou o então ministro da Economia, Vasco Vieira de Almeida? O que foi feito para que pudessem salvar parte das poupanças? Como se processou a fuga até aos pontos de embarque? Como se vivia no campo de refugiados de Nova Lisboa, equiparado a um campo nazi por um capitão do MFA? Como foi a epopeia dos aportados a Portugal em traineiras e dos que se acolheram na África do Sul? O que fizeram as autoridades pelos portugueses que estavam nas prisões dos Movimentos armados? E se não houve uma guerra civil em Moçambique antes da independência, por que partiram quase todos os portugueses? O que foi negociado nas reuniões secretas entre Melo Antunes e a delegação da Frelimo na capital da Tanzânia, antes do Acordo de Lusaca? O que aconteceu em Lourenço Marques no dia 7 de Setembro de 1974 e no massacre de brancos em 21 de Outubro? Que legislação emitiu o Governo de Transição e o Alto-Comissário, Vítor Crespo? E o que se passava nos campos de reeducação da Frelimo, para onde tantos portugueses foram levados?
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A história ignorada dos portugueses que combateram os exércitos nazis em França Uma investigação inédita com documentos exclusivos Este livro é um contributo para que se faça alguma justiça à memória dos portugueses que, nos tempos de trevas e de barbárie da 2º guerra mundial, se sacrificaram, maioritariamente até à morte, pela liberdade – a da França, a da Europa e a nossa própria. Nele o jornalista José Manuel Barata-Feyo, após uma longa investigação, recupera a história dos voluntários portugueses que integraram o exército francês depois da declaração de guerra da França à Alemanha, a 3 de setembro de 1939
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A história ignorada dos portugueses que combateram os exércitos nazis em França Uma investigação inédita com documentos exclusivos Este livro é um contributo para que se faça alguma justiça à memória dos portugueses que, nos tempos de trevas e de barbárie da 2º guerra mundial, se sacrificaram, maioritariamente até à morte, pela liberdade – a da França, a da Europa e a nossa própria. Nele o jornalista José Manuel Barata-Feyo, após uma longa investigação, recupera a história dos voluntários portugueses que integraram o exército francês depois da declaração de guerra da França à Alemanha, a 3 de setembro de 1939
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Grandes questões económicas e sociais que inquietam Portugal e que todos queremos ver respondidas. A Culpa Vive Solteira é um livro original que aplica os instrumentos típicos do estudo económico para analisar as principais questões da nossa sociedade de forma clara, incisiva e, por vezes, mordaz. Quais as causas da estagnação da economia portuguesa? Porque continuamos a ter tantas desigualdades em pleno século XXI? Como pode o nosso país atingir o seu máximo potencial? Qual o impacto da pandemia? Podemos rentabilizá-lo? Luis Aguiar-Conraria, um dos mais influentes opinion makers da atualidade, baseia-se em princípios económicos fundamentais para apresentar neste livro um retrato de Portugal e do que podemos fazer para mudar o rumo do nosso país.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Grandes questões económicas e sociais que inquietam Portugal e que todos queremos ver respondidas. A Culpa Vive Solteira é um livro original que aplica os instrumentos típicos do estudo económico para analisar as principais questões da nossa sociedade de forma clara, incisiva e, por vezes, mordaz. Quais as causas da estagnação da economia portuguesa? Porque continuamos a ter tantas desigualdades em pleno século XXI? Como pode o nosso país atingir o seu máximo potencial? Qual o impacto da pandemia? Podemos rentabilizá-lo? Luis Aguiar-Conraria, um dos mais influentes opinion makers da atualidade, baseia-se em princípios económicos fundamentais para apresentar neste livro um retrato de Portugal e do que podemos fazer para mudar o rumo do nosso país.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 488
Sinopse:
O prestigiado jornalista Philip Coggan revisita 10 mil anos de história económica e mergulha o leitor no fascinante progresso humano. Do desenvolvimento do comércio e da indústria às evoluções do pensamento económico, desde os primórdios da civilização até aos dias de hoje, nada é deixado de fora. Nesta obra fundamental, o autor explica como as mudanças na agricultura, finanças, tecnologia, trabalho e demografia impulsionaram o progresso da civilização humana. É a história de como o comércio se tornou mais vasto e intenso ao longo de milhares de anos como os governos influenciaram as economias, para o bem ou para o mal e como as sociedades tentaram repetidamente domar e controlar as finanças. E, não menos importante, sobre o papel das pessoas em tudo isto.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
O prestigiado jornalista Philip Coggan revisita 10 mil anos de história económica e mergulha o leitor no fascinante progresso humano. Do desenvolvimento do comércio e da indústria às evoluções do pensamento económico, desde os primórdios da civilização até aos dias de hoje, nada é deixado de fora. Nesta obra fundamental, o autor explica como as mudanças na agricultura, finanças, tecnologia, trabalho e demografia impulsionaram o progresso da civilização humana. É a história de como o comércio se tornou mais vasto e intenso ao longo de milhares de anos como os governos influenciaram as economias, para o bem ou para o mal e como as sociedades tentaram repetidamente domar e controlar as finanças. E, não menos importante, sobre o papel das pessoas em tudo isto.
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 316
Sinopse:
Surf, viagens, aventuras e inquietudes num dos livros de culto do maior escritor-viajante português. Em "No Princípio Estava o Mar", Gonçalo Cadilhe apresenta um conjunto de textos que escreveu ao longo de vários anos sobre a sua paixão pelo surf e pelas viagens. Os textos revelam o prazer no contacto com o mar, com a natureza e, finalmente, com a ideia de correr o mundo - interior e exteriormente. Inicialmente escrito de surfista para surfista, No Princípio Estava o Mar acabou por se tornar um livro de culto não apenas para corredores de vagas mas também para namoradas cúmplices, pais perplexos, professores coniventes e outros segmentos da sociedade fascinados com a alegria contagiosa de descer uma onda, em particular, e de viajar, em geral. Esta edição apresenta uma seleção cuidada de fotografias do autor e inclui textos atuais que testemunham o seu envolvimento permanente com o oceano.
Nº Páginas: 316
Sinopse:
Surf, viagens, aventuras e inquietudes num dos livros de culto do maior escritor-viajante português. Em "No Princípio Estava o Mar", Gonçalo Cadilhe apresenta um conjunto de textos que escreveu ao longo de vários anos sobre a sua paixão pelo surf e pelas viagens. Os textos revelam o prazer no contacto com o mar, com a natureza e, finalmente, com a ideia de correr o mundo - interior e exteriormente. Inicialmente escrito de surfista para surfista, No Princípio Estava o Mar acabou por se tornar um livro de culto não apenas para corredores de vagas mas também para namoradas cúmplices, pais perplexos, professores coniventes e outros segmentos da sociedade fascinados com a alegria contagiosa de descer uma onda, em particular, e de viajar, em geral. Esta edição apresenta uma seleção cuidada de fotografias do autor e inclui textos atuais que testemunham o seu envolvimento permanente com o oceano.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Com o rigor habitual, o Canal História apresenta uma visão completa e inovadora da Segunda Guerra Mundial. Neste livro são abordadas as causas que arrastaram os líderes e os cidadãos para o abismo, bem como as decisões que devastaram territórios e alteraram o futuro de várias gerações. Este conflito marcou profundamente o nosso mundo. Alterou fronteiras e áreas de influência, modificou valores sociais, a compreensão da política e os limites da violência. A democracia prevaleceu sobre o fascismo e tornou se o regime dominante na Europa Ocidental. Mas o custo foi esmagador.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Com o rigor habitual, o Canal História apresenta uma visão completa e inovadora da Segunda Guerra Mundial. Neste livro são abordadas as causas que arrastaram os líderes e os cidadãos para o abismo, bem como as decisões que devastaram territórios e alteraram o futuro de várias gerações. Este conflito marcou profundamente o nosso mundo. Alterou fronteiras e áreas de influência, modificou valores sociais, a compreensão da política e os limites da violência. A democracia prevaleceu sobre o fascismo e tornou se o regime dominante na Europa Ocidental. Mas o custo foi esmagador.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Foi uma das civilizações mais importantes da Antiguidade e ainda hoje exerce fascínio sobre muitos leitores, curiosos de aprender e conhecer melhor estes homens poderosos, os enigmas, os mistérios e o legado extraordinário da sua cultura, que perdura até hoje. - Quem foram os mais poderosos da sociedade egípcia? - Que mulheres exerceram o poder supremo? - Quais os principais rituais religiosos e a sua ligação com o poder? - Como e por que razões foram construídas as pirâmides? A Vida Secreta dos Faraós apresenta uma nova visão, completa e esclarecedora, sobre os segredos, os mitos e os costumes menos conhecidos desta civilização.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Foi uma das civilizações mais importantes da Antiguidade e ainda hoje exerce fascínio sobre muitos leitores, curiosos de aprender e conhecer melhor estes homens poderosos, os enigmas, os mistérios e o legado extraordinário da sua cultura, que perdura até hoje. - Quem foram os mais poderosos da sociedade egípcia? - Que mulheres exerceram o poder supremo? - Quais os principais rituais religiosos e a sua ligação com o poder? - Como e por que razões foram construídas as pirâmides? A Vida Secreta dos Faraós apresenta uma nova visão, completa e esclarecedora, sobre os segredos, os mitos e os costumes menos conhecidos desta civilização.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 352
Sinopse:
As histórias revelam várias vitórias, mas também alguns fracassos, lado a lado com o relato da história de Israel e de algumas das personalidades mais relevantes do país. Uma leitura essencial para compreender as principais missões que moldaram Israel e o nosso mundo. «As histórias são verdadeiramente surpreendentes. Um livro bem fundamentado e com uma escrita digna de uma obra de suspense.» – Kirkus Reviews
Nº Páginas: 352
Sinopse:
As histórias revelam várias vitórias, mas também alguns fracassos, lado a lado com o relato da história de Israel e de algumas das personalidades mais relevantes do país. Uma leitura essencial para compreender as principais missões que moldaram Israel e o nosso mundo. «As histórias são verdadeiramente surpreendentes. Um livro bem fundamentado e com uma escrita digna de uma obra de suspense.» – Kirkus Reviews
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