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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Com o final da Guerra Civil Chinesa, em 1949, nasceram duas Chinas. Os comunistas de Mao venceram e tomaram o território continental
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Com o final da Guerra Civil Chinesa, em 1949, nasceram duas Chinas. Os comunistas de Mao venceram e tomaram o território continental
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Apresentada tradicionalmente como uma mulher sem escrúpulos, ambiciosa e hostil a Portugal, Carlota Joaquina é ainda hoje uma das mais controversas figuras da história. Com apenas dez anos de idade, chegou a Lisboa casada com o futuro D. João VI, sendo de imediato objecto de escrutínio geral - por parte da corte, da nobreza, da burguesia e do povo, que viam na infanta espanhola um instrumento ao serviço do seu país. Numa época marcada por grandes convulsões na Europa e no mundo, Carlota Joaquina desde cedo demonstrou sentido de dever, visão estratégica e capacidade de liderança, não temendo afirmar a sua autoridade e de exercer o poder e os direitos inerentes à condição de rainha consorte. Resultado de profunda e rigorosa investigação, esta obra rejeita simplificações e narrativas baseadas em preconceitos, convidando os leitores à reflexão sobre os limites do poder e as ambiguidades da condição feminina. Não pretendendo reabilitar ou glorificar uma das mais complexas figuras da História de Portugal, D. Carlota Joaquina - Entre o Dever e a Transgressão analisa a princesa do Brasil a partir de um novo prisma e enquadra o seu comportamento e a sua acção num contexto mais amplo, num esforço de compreender a rainha e a mulher na sua pluralidade.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Apresentada tradicionalmente como uma mulher sem escrúpulos, ambiciosa e hostil a Portugal, Carlota Joaquina é ainda hoje uma das mais controversas figuras da história. Com apenas dez anos de idade, chegou a Lisboa casada com o futuro D. João VI, sendo de imediato objecto de escrutínio geral - por parte da corte, da nobreza, da burguesia e do povo, que viam na infanta espanhola um instrumento ao serviço do seu país. Numa época marcada por grandes convulsões na Europa e no mundo, Carlota Joaquina desde cedo demonstrou sentido de dever, visão estratégica e capacidade de liderança, não temendo afirmar a sua autoridade e de exercer o poder e os direitos inerentes à condição de rainha consorte. Resultado de profunda e rigorosa investigação, esta obra rejeita simplificações e narrativas baseadas em preconceitos, convidando os leitores à reflexão sobre os limites do poder e as ambiguidades da condição feminina. Não pretendendo reabilitar ou glorificar uma das mais complexas figuras da História de Portugal, D. Carlota Joaquina - Entre o Dever e a Transgressão analisa a princesa do Brasil a partir de um novo prisma e enquadra o seu comportamento e a sua acção num contexto mais amplo, num esforço de compreender a rainha e a mulher na sua pluralidade.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Princesas portuguesas rainhas no estrangeiro apresenta ao leitor a biografia de dezoito infantas que ao longo dos séculos ocuparam poderosos tronos na Europa. Utilizadas ao longo dos tempos como mais um elemento em complexas manobras de poder ou como meros peões em alianças estratégicas, as infantas portuguesas que reinaram no estrangeiro foram também importantes embaixadoras de Portugal, divulgando além-fronteiras a tradição, a cultura, os usos e os costumes nacionais. De D. Urraca, filha de D. Afonso Henriques e de D. Mafalda, a D. Maria Isabel, filha de D. João VI e de Carlota Joaquina, este livro dá a conhecer a vida de mulheres que foram amadas, influentes e admiradas, mas também de soberanas que conheceram a traição, a infelicidade ou o repúdio. Com a publicação de Princesas portuguesas rainhas no estrangeiro, as Edições Parsifal mostram uma faceta pouco conhecida da História de Portugal e desvendam percursos de vida que surpreenderão os leitores.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Princesas portuguesas rainhas no estrangeiro apresenta ao leitor a biografia de dezoito infantas que ao longo dos séculos ocuparam poderosos tronos na Europa. Utilizadas ao longo dos tempos como mais um elemento em complexas manobras de poder ou como meros peões em alianças estratégicas, as infantas portuguesas que reinaram no estrangeiro foram também importantes embaixadoras de Portugal, divulgando além-fronteiras a tradição, a cultura, os usos e os costumes nacionais. De D. Urraca, filha de D. Afonso Henriques e de D. Mafalda, a D. Maria Isabel, filha de D. João VI e de Carlota Joaquina, este livro dá a conhecer a vida de mulheres que foram amadas, influentes e admiradas, mas também de soberanas que conheceram a traição, a infelicidade ou o repúdio. Com a publicação de Princesas portuguesas rainhas no estrangeiro, as Edições Parsifal mostram uma faceta pouco conhecida da História de Portugal e desvendam percursos de vida que surpreenderão os leitores.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Com exceção da colisão de asteroides, só há um cenário de destruição do mundo, tal como o conhecemos, numa questão de horas: uma guerra nuclear. Até agora, ninguém fora dos círculos oficiais sabia exatamente o que acontece se um Estado pária lançar um míssil nuclear contra os Estados Unidos. Segundo a segundo e minuto a minuto, este livro revela os protocolos atuais que coreografam o fim certo da nossa civilização. Decisões que afetam centenas de milhões de vidas têm de ser tomadas em escassos minutos, com base em informações parciais, sabendo-se que, em caso de retaliação, nada conseguirá parar a destruição. Com base em dezenas de entrevistas inéditas a peritos civis e militares que construíram as armas, conheceram os planos de reação, e teriam sido responsáveis pelas decisões caso elas tivessem sido tomadas, este é o relato de como seria uma troca de bombas nucleares. "Guerra Nuclear" é ao mesmo tempo um thriller de não-ficção compulsivo e um argumento poderoso para nos questionarmos sobre a razão destas armas existirem.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Com exceção da colisão de asteroides, só há um cenário de destruição do mundo, tal como o conhecemos, numa questão de horas: uma guerra nuclear. Até agora, ninguém fora dos círculos oficiais sabia exatamente o que acontece se um Estado pária lançar um míssil nuclear contra os Estados Unidos. Segundo a segundo e minuto a minuto, este livro revela os protocolos atuais que coreografam o fim certo da nossa civilização. Decisões que afetam centenas de milhões de vidas têm de ser tomadas em escassos minutos, com base em informações parciais, sabendo-se que, em caso de retaliação, nada conseguirá parar a destruição. Com base em dezenas de entrevistas inéditas a peritos civis e militares que construíram as armas, conheceram os planos de reação, e teriam sido responsáveis pelas decisões caso elas tivessem sido tomadas, este é o relato de como seria uma troca de bombas nucleares. "Guerra Nuclear" é ao mesmo tempo um thriller de não-ficção compulsivo e um argumento poderoso para nos questionarmos sobre a razão destas armas existirem.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 222
Sinopse:
Este livro expõe um fenómeno fascinante, mas igualmente perturbador: o poder cada vez mais extraordinário de seis líderes bilionários, cuja riqueza e influência competem hoje com as dos Estados. Elon Musk, Mark Zuckerberg, Jeff Bezos, Bill Gates e Sergey Brin e Larry Page moldam os mercados, mentalidades e leis. Não respondem a ninguém e não foram eleitos nem mandatados por ninguém, uma situação perigosa e que não tem precedentes na história das nossas democracias. Christine Kerdellant analisa com perspicácia o sistema socioeconómico que tornou possíveis estes percursos, examinando os vazios políticos e regulatórios que eles preencheram de forma brilhante.
Nº Páginas: 222
Sinopse:
Este livro expõe um fenómeno fascinante, mas igualmente perturbador: o poder cada vez mais extraordinário de seis líderes bilionários, cuja riqueza e influência competem hoje com as dos Estados. Elon Musk, Mark Zuckerberg, Jeff Bezos, Bill Gates e Sergey Brin e Larry Page moldam os mercados, mentalidades e leis. Não respondem a ninguém e não foram eleitos nem mandatados por ninguém, uma situação perigosa e que não tem precedentes na história das nossas democracias. Christine Kerdellant analisa com perspicácia o sistema socioeconómico que tornou possíveis estes percursos, examinando os vazios políticos e regulatórios que eles preencheram de forma brilhante.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Os sinais de alarme provocados por um eventual retorno do fascismo estão a disparar na direção errada. A atenção dos democratas intranquilos tem vindo a concentrar-se nas demonstrações mais evidentes do fenómeno: gestos identitários (saudações romanas, cruzes célticas), violência física, manifestações de ódio racial. Porém, a tudo isto - que é evidentemente condenável - sobrepõe-se algo mais perigoso e menos óbvio: os movimentos políticos que operam dentro das regras do jogo democrático, manifestando, simultaneamente, características herdadas do fascismo do século XX. Esses partidos - muitas vezes difíceis de classificar nas categorias de direita e esquerda - são convencionalmente definidos como populistas ou soberanistas. Enquanto os nostálgicos declarados do nazifascismo não passam de um fenómeno de nicho, os populistas europeus e americanos descendem - conscientemente ou não - não do Mussolini fundador do partido fascista, mas do Mussolini que primeiro intuiu os mecanismos de sedução política na sociedade de massas. Neste livro, Scurati identifica as leis e armadilhas do fascismo, oferecendo-nos um texto fundamental para entender a época inquietante que estamos a atravessar.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Os sinais de alarme provocados por um eventual retorno do fascismo estão a disparar na direção errada. A atenção dos democratas intranquilos tem vindo a concentrar-se nas demonstrações mais evidentes do fenómeno: gestos identitários (saudações romanas, cruzes célticas), violência física, manifestações de ódio racial. Porém, a tudo isto - que é evidentemente condenável - sobrepõe-se algo mais perigoso e menos óbvio: os movimentos políticos que operam dentro das regras do jogo democrático, manifestando, simultaneamente, características herdadas do fascismo do século XX. Esses partidos - muitas vezes difíceis de classificar nas categorias de direita e esquerda - são convencionalmente definidos como populistas ou soberanistas. Enquanto os nostálgicos declarados do nazifascismo não passam de um fenómeno de nicho, os populistas europeus e americanos descendem - conscientemente ou não - não do Mussolini fundador do partido fascista, mas do Mussolini que primeiro intuiu os mecanismos de sedução política na sociedade de massas. Neste livro, Scurati identifica as leis e armadilhas do fascismo, oferecendo-nos um texto fundamental para entender a época inquietante que estamos a atravessar.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Uma outra visão do nosso passado através de 100 histórias notáveis e inesquecíveis. Do domínio de Gengis Khan sobre a Terra aos primeiros passos de Armstrong na Lua, esta obra abrangente e original apresenta 100 momentos que definiram a humanidade e mudaram o nosso mundo para sempre. O prestigiado arqueólogo britânico Neil Oliver leva-nos numa viagem pelo globo para nos apresentar uma visão única e fundamental sobre grandes acontecimentos históricos ao longo de um vasto período. Estes 100 momentos são cruciais para compreender o mundo que hoje conhecemos. A obra inclui factos, personagens e ações incontornáveis, dando-nos uma visão única, original e surpreendente sobre a nossa história coletiva. Para quem quer um relato extraordinário de como o nosso mundo foi feito desde cinco mil anos antes de Cristo até ao presente.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Uma outra visão do nosso passado através de 100 histórias notáveis e inesquecíveis. Do domínio de Gengis Khan sobre a Terra aos primeiros passos de Armstrong na Lua, esta obra abrangente e original apresenta 100 momentos que definiram a humanidade e mudaram o nosso mundo para sempre. O prestigiado arqueólogo britânico Neil Oliver leva-nos numa viagem pelo globo para nos apresentar uma visão única e fundamental sobre grandes acontecimentos históricos ao longo de um vasto período. Estes 100 momentos são cruciais para compreender o mundo que hoje conhecemos. A obra inclui factos, personagens e ações incontornáveis, dando-nos uma visão única, original e surpreendente sobre a nossa história coletiva. Para quem quer um relato extraordinário de como o nosso mundo foi feito desde cinco mil anos antes de Cristo até ao presente.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Mais de cento e cinquenta anos de conflito. O que é que isso provoca na alma das pessoas, no espírito de uma nação? Tanto para o ocupado como para o ocupante? David Grossman, romancista israelita multipremiado, passou décadas a fazer campanha pela paz em Israel e na Palestina. Mas, depois de 7 de outubro de 2023, dia que assinalou a maior perda de vidas de judeus deste século, retirou-se para dentro de si próprio, refletindo sobre questões difíceis e necessárias acerca da sua amada nação: Como é que este massacre pôde acontecer? Como é que o governo de Netanyahu, emaranhado na sua teia de escândalos, não conseguiu proteger os seus cidadãos? E será que o 7 de outubro e a guerra que se lhe seguiu levaram consigo a última esperança da solução dos dois Estados?
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Mais de cento e cinquenta anos de conflito. O que é que isso provoca na alma das pessoas, no espírito de uma nação? Tanto para o ocupado como para o ocupante? David Grossman, romancista israelita multipremiado, passou décadas a fazer campanha pela paz em Israel e na Palestina. Mas, depois de 7 de outubro de 2023, dia que assinalou a maior perda de vidas de judeus deste século, retirou-se para dentro de si próprio, refletindo sobre questões difíceis e necessárias acerca da sua amada nação: Como é que este massacre pôde acontecer? Como é que o governo de Netanyahu, emaranhado na sua teia de escândalos, não conseguiu proteger os seus cidadãos? E será que o 7 de outubro e a guerra que se lhe seguiu levaram consigo a última esperança da solução dos dois Estados?
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 568
Sinopse:
Este livro reúne 50 poderosas conversas, com personalidades relevantes da nossa sociedade, num dos podcasts de maior referência do país. O primeiro a ser criado no jornal Expresso, em 2015. Da política, à literatura e à ciência
Nº Páginas: 568
Sinopse:
Este livro reúne 50 poderosas conversas, com personalidades relevantes da nossa sociedade, num dos podcasts de maior referência do país. O primeiro a ser criado no jornal Expresso, em 2015. Da política, à literatura e à ciência
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O mais célebre dos monstros do século XX finalmente desmistificado. Em Hitler, Verdades e Lendas, o historiador Claude Quétel traça o retrato de uma figura enigmática em si mesma um tema universal. Que mais se pode dizer sobre Hitler após a publicação de milhares de artigos e livros? Na verdade, não se trata de dizer mais, mas de dizer a coisa certa. Baseando-se nos avanços mais recentes da imensa bibliografia consagrada ao ditador nazi, Claude Quétel responde, em 20 capítulos, às perguntas que todos fazem, mas às quais poucos conseguem responder: Hitler teve uma infância feliz? Era realmente um estratega? Era viciado em trabalho? Foi sempre antissemita? Foi um herói da I Grande Guerra? Numa síntese que lança uma luz diferente sobre a verdadeira personalidade da figura do nazismo, Claude Quétel demonstra que a redacção de Mein Kampf não tinha por trás um plano. Que a sua marcha para o poder poderia ter sido travada. Que Adolf Hitler era um mau estratega.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O mais célebre dos monstros do século XX finalmente desmistificado. Em Hitler, Verdades e Lendas, o historiador Claude Quétel traça o retrato de uma figura enigmática em si mesma um tema universal. Que mais se pode dizer sobre Hitler após a publicação de milhares de artigos e livros? Na verdade, não se trata de dizer mais, mas de dizer a coisa certa. Baseando-se nos avanços mais recentes da imensa bibliografia consagrada ao ditador nazi, Claude Quétel responde, em 20 capítulos, às perguntas que todos fazem, mas às quais poucos conseguem responder: Hitler teve uma infância feliz? Era realmente um estratega? Era viciado em trabalho? Foi sempre antissemita? Foi um herói da I Grande Guerra? Numa síntese que lança uma luz diferente sobre a verdadeira personalidade da figura do nazismo, Claude Quétel demonstra que a redacção de Mein Kampf não tinha por trás um plano. Que a sua marcha para o poder poderia ter sido travada. Que Adolf Hitler era um mau estratega.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O pacto entre nazis e comunistas ofereceu a Hitler as asas da guerra. O Pacto Nazi-Soviético, da autoria de Manuel S. Fonseca, apresenta aos leitores portugueses um conjunto de documentos essenciais para se compreender o começo da II Guerra Mundial. Hitler e Estaline assinaram um Pacto de Não Agressão, em 23 de Agosto de 1939. Oito dias depois Hitler invadiu a Polónia. Se o pacto era um acordo de paz, como foi possível que tenha sido, como o foi, o tiro de partido para a guerra? Se Hitler e Estaline assinaram um acordo de paz, por que razão não há no pacto nenhuma cláusula que desobrigue as partes no caso de um deles começar uma guerra de agressão? O pacto era só o texto, que foi anunciado candidamente ao mundo, ou havia, por baixo da mesa, protocolos secretos? Se a União Soviética queria a paz, até para recuperar o seu exército, que as purgas de Estaline teriam enfraquecido, por que
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O pacto entre nazis e comunistas ofereceu a Hitler as asas da guerra. O Pacto Nazi-Soviético, da autoria de Manuel S. Fonseca, apresenta aos leitores portugueses um conjunto de documentos essenciais para se compreender o começo da II Guerra Mundial. Hitler e Estaline assinaram um Pacto de Não Agressão, em 23 de Agosto de 1939. Oito dias depois Hitler invadiu a Polónia. Se o pacto era um acordo de paz, como foi possível que tenha sido, como o foi, o tiro de partido para a guerra? Se Hitler e Estaline assinaram um acordo de paz, por que razão não há no pacto nenhuma cláusula que desobrigue as partes no caso de um deles começar uma guerra de agressão? O pacto era só o texto, que foi anunciado candidamente ao mundo, ou havia, por baixo da mesa, protocolos secretos? Se a União Soviética queria a paz, até para recuperar o seu exército, que as purgas de Estaline teriam enfraquecido, por que
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Os grande reis da nossa história numa análise única e distinta de Helena Sacadura Cabral. Ao longo da nossa História, vários foram os reis que tiveram papéis determinantes na definição daquele que é hoje o nosso país. Helena Sacadura Cabral faz uma leitura pessoal de nove séculos de governação, escolhendo os reis que se distinguiram no exercício do poder e se revelaram seres humanos especiais. Da fundação da nacionalidade com D. Afonso Henriques ao fim da monarquia com D. Carlos I, este livro percorre os reinados marcantes de D. Dinis, D. João I, D. João II, D. Manuel I, D. João IV, D. José I e D. João VI. A autora faz um retrato destes nove reis com o objetivo de descobrir quem foram de facto as pessoas que se esconderam por detrás das personagens que a vida encarregou de colocar, ao longo dos séculos, como nossos governantes, marcando o rumo de Portugal.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Os grande reis da nossa história numa análise única e distinta de Helena Sacadura Cabral. Ao longo da nossa História, vários foram os reis que tiveram papéis determinantes na definição daquele que é hoje o nosso país. Helena Sacadura Cabral faz uma leitura pessoal de nove séculos de governação, escolhendo os reis que se distinguiram no exercício do poder e se revelaram seres humanos especiais. Da fundação da nacionalidade com D. Afonso Henriques ao fim da monarquia com D. Carlos I, este livro percorre os reinados marcantes de D. Dinis, D. João I, D. João II, D. Manuel I, D. João IV, D. José I e D. João VI. A autora faz um retrato destes nove reis com o objetivo de descobrir quem foram de facto as pessoas que se esconderam por detrás das personagens que a vida encarregou de colocar, ao longo dos séculos, como nossos governantes, marcando o rumo de Portugal.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 408
Sinopse:
A emocionante história verídica do Agente A12, o mais antigo inimigo dos nazis e o primeiro espião a decifrar o mais mortífero código secreto de Hitler: a estrutura da solução final. Todos conheciam o Dr. Winthrop Bell como professor de Filosofia de Harvard e um homem de negócios rico. Mas vivia uma vida dupla. Como espião do MI6, o agente secreto A12 levou uma vida cheia de ação para desvendar a emergente conspiração nazi em Berlim, em 1919. Os seus relatórios, o primeiro aviso da conspiração nazi para a Segunda Guerra Mundial, foram diretamente enviados a um homem conhecido como C, o misterioso fundador do MI6, e a vários primeiros-ministros. Nessa época, um poderoso político fascista trabalhou discretamente para suprimir estes alertas. No entanto, os serviços secretos do Dr. Bell sabotaram os nazis de formas só agora reveladas, neste livro. Com a aproximação da Segunda Guerra Mundial, Bell tornou-se novamente um espião. Em 1939, foi o primeiro a decifrar o código secreto mais mortífero de Hitler: o plano para o Holocausto. Com a popularidade de Hitler na altura, poderia alguém acreditar no aviso chocante de Bell? Ao travar uma guerra de informações épica entre a Ucrânia, a Rússia e a Polónia, a França, a Alemanha, o Canadá e Washington, D.C., o A12 era o 007 da vida real, lutando sozinho contra loucos determinados a destruir o mundo. Sem a coragem espantosa de Bell, os nazis poderiam ter ganhado a guerra.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
A emocionante história verídica do Agente A12, o mais antigo inimigo dos nazis e o primeiro espião a decifrar o mais mortífero código secreto de Hitler: a estrutura da solução final. Todos conheciam o Dr. Winthrop Bell como professor de Filosofia de Harvard e um homem de negócios rico. Mas vivia uma vida dupla. Como espião do MI6, o agente secreto A12 levou uma vida cheia de ação para desvendar a emergente conspiração nazi em Berlim, em 1919. Os seus relatórios, o primeiro aviso da conspiração nazi para a Segunda Guerra Mundial, foram diretamente enviados a um homem conhecido como C, o misterioso fundador do MI6, e a vários primeiros-ministros. Nessa época, um poderoso político fascista trabalhou discretamente para suprimir estes alertas. No entanto, os serviços secretos do Dr. Bell sabotaram os nazis de formas só agora reveladas, neste livro. Com a aproximação da Segunda Guerra Mundial, Bell tornou-se novamente um espião. Em 1939, foi o primeiro a decifrar o código secreto mais mortífero de Hitler: o plano para o Holocausto. Com a popularidade de Hitler na altura, poderia alguém acreditar no aviso chocante de Bell? Ao travar uma guerra de informações épica entre a Ucrânia, a Rússia e a Polónia, a França, a Alemanha, o Canadá e Washington, D.C., o A12 era o 007 da vida real, lutando sozinho contra loucos determinados a destruir o mundo. Sem a coragem espantosa de Bell, os nazis poderiam ter ganhado a guerra.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 456
Sinopse:
A leitura incontornável sobre a nossa história e epopeia global. Sem uma razão de ser geográfica e sem raízes políticas óbvias no passado romano, germânico ou islâmico, Portugal permaneceu por muito tempo um pequeno reino em dificuldades na periferia da Europa. Então, no início do século XV, este improvável povo volta-se para o mar e constrói um império global. Como foi possível essa transformação? Que factos marcaram a constituição de Portugal e moldaram o caráter luso? Baseando-se maioritariamente em estudos históricos posteriores ao 25 de Abril, esta obra apresenta uma visão abrangente e fundamentada da História de Portugal desde os tempos pré-romanos até à invasão francesa de 1807.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
A leitura incontornável sobre a nossa história e epopeia global. Sem uma razão de ser geográfica e sem raízes políticas óbvias no passado romano, germânico ou islâmico, Portugal permaneceu por muito tempo um pequeno reino em dificuldades na periferia da Europa. Então, no início do século XV, este improvável povo volta-se para o mar e constrói um império global. Como foi possível essa transformação? Que factos marcaram a constituição de Portugal e moldaram o caráter luso? Baseando-se maioritariamente em estudos históricos posteriores ao 25 de Abril, esta obra apresenta uma visão abrangente e fundamentada da História de Portugal desde os tempos pré-romanos até à invasão francesa de 1807.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Para Jaime Nogueira Pinto a resposta está no longo tempo de domínio cultural da Esquerda no mundo euroamericano, particularmente em Portugal, onde esse domínio é até anterior à revolução, e no consequente desconhecimento da história e do pensamento de uma Direita quase sempre amalgamada e definida pelos seus inimigos. Mas, afinal, o que é que define a Direita? Haverá um núcleo duro identitário, um pessimismo antropológico à Maquiavel ou uma consciência da persistência do pecado original na natureza humana que a definam como um todo contra o suposto optimismo antropológico à Rousseau da Esquerda? Ou será a sua identificação como Direita - e a sua demarcação da Esquerda - quase sempre feita de alianças circunstanciais perante inimigos ou um inimigo principal? Numa viagem ao longo da História, Jaime Nogueira Pinto reflecte sobre as diferentes famílias políticas direitistas e traça a filiação das novas direitas populares, confrontando-as com os movimentos fascistas de há um século.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Para Jaime Nogueira Pinto a resposta está no longo tempo de domínio cultural da Esquerda no mundo euroamericano, particularmente em Portugal, onde esse domínio é até anterior à revolução, e no consequente desconhecimento da história e do pensamento de uma Direita quase sempre amalgamada e definida pelos seus inimigos. Mas, afinal, o que é que define a Direita? Haverá um núcleo duro identitário, um pessimismo antropológico à Maquiavel ou uma consciência da persistência do pecado original na natureza humana que a definam como um todo contra o suposto optimismo antropológico à Rousseau da Esquerda? Ou será a sua identificação como Direita - e a sua demarcação da Esquerda - quase sempre feita de alianças circunstanciais perante inimigos ou um inimigo principal? Numa viagem ao longo da História, Jaime Nogueira Pinto reflecte sobre as diferentes famílias políticas direitistas e traça a filiação das novas direitas populares, confrontando-as com os movimentos fascistas de há um século.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Embora muito tenha mudado ao longo dos milénios, a natureza humana permanece inalterada. Por isso mesmo, as sociedades modernas não estão imunes ao horror de guerras como as que dizimaram diversas culturas milenares, poderosas e, aparentemente, indestrutíveis.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Embora muito tenha mudado ao longo dos milénios, a natureza humana permanece inalterada. Por isso mesmo, as sociedades modernas não estão imunes ao horror de guerras como as que dizimaram diversas culturas milenares, poderosas e, aparentemente, indestrutíveis.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Este livro oferece uma visão e uma partilha de ideias, resultado de diferentes acontecimentos que nos levam a refletir sobre O Estado das Coisas num mundo cada vez mais globalizado. A sua autora, Teresa Damásio, é uma líder incontornável na área da educação a nível internacional. Tem vindo a dedicar-se a temas como a política, a educação, a igualdade de género, a gestão, a lusofonia, a liderança e o empreendedorismo. Como Administradora de um dos maiores Grupos de Ensino de Língua Portuguesa no mundo, que atua nas mais diversas áreas da educação, tem a seu cargo diferentes equipas. O Estado das Coisas é resultado da sua reflexão permanente sobre temas como gestão e liderança, política, educação, igualdade de género e cooperação com África. Representa um olhar atento, ainda que crítico sobre o mundo. Com base na sua intervenção em vários domínios da sociedade, Teresa Damásio ora se debruça sobre o sistema de ensino em Portugal e no mundo lusófono, ora vai mais ao pormenor e fala do papel das mulheres nas empresas, da política e do seu trabalho em prol do continente africano.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Este livro oferece uma visão e uma partilha de ideias, resultado de diferentes acontecimentos que nos levam a refletir sobre O Estado das Coisas num mundo cada vez mais globalizado. A sua autora, Teresa Damásio, é uma líder incontornável na área da educação a nível internacional. Tem vindo a dedicar-se a temas como a política, a educação, a igualdade de género, a gestão, a lusofonia, a liderança e o empreendedorismo. Como Administradora de um dos maiores Grupos de Ensino de Língua Portuguesa no mundo, que atua nas mais diversas áreas da educação, tem a seu cargo diferentes equipas. O Estado das Coisas é resultado da sua reflexão permanente sobre temas como gestão e liderança, política, educação, igualdade de género e cooperação com África. Representa um olhar atento, ainda que crítico sobre o mundo. Com base na sua intervenção em vários domínios da sociedade, Teresa Damásio ora se debruça sobre o sistema de ensino em Portugal e no mundo lusófono, ora vai mais ao pormenor e fala do papel das mulheres nas empresas, da política e do seu trabalho em prol do continente africano.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Vivemos um momento turbulento em que governos neoliberais, a ascensão generalizada da extrema-direita, a política de bloco e outras formas de autocracia estão a ser impostas em diferentes partes do mundo. Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, com o brilhantismo e a clareza do seu primeiro livro - Como Morrem as Democracias - apresentam neste livro uma elucidativa explicação destes tempos voláteis. Tomando por base exemplos de outros países, da França da década de 1930 até à atual Tailândia, explicam como e por que razão os partidos políticos se voltam contra a democracia. Partindo do caso norte-americano e mostrando a evolução de outros países na obtenção de melhorias e reformas para a sociedade e as liberdades civis, os aclamados professores de Harvard propõem uma série de reformas para sair desta espiral de crise e constituir o que chamam de a única democracia viável.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Vivemos um momento turbulento em que governos neoliberais, a ascensão generalizada da extrema-direita, a política de bloco e outras formas de autocracia estão a ser impostas em diferentes partes do mundo. Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, com o brilhantismo e a clareza do seu primeiro livro - Como Morrem as Democracias - apresentam neste livro uma elucidativa explicação destes tempos voláteis. Tomando por base exemplos de outros países, da França da década de 1930 até à atual Tailândia, explicam como e por que razão os partidos políticos se voltam contra a democracia. Partindo do caso norte-americano e mostrando a evolução de outros países na obtenção de melhorias e reformas para a sociedade e as liberdades civis, os aclamados professores de Harvard propõem uma série de reformas para sair desta espiral de crise e constituir o que chamam de a única democracia viável.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 652
Sinopse:
A década de 1980 em Portugal foi a primeira a começar em democracia - a primeira em que toda uma geração viveu sem a sombra da ditadura. Os portugueses fizeram dessa época um tempo extraordinário, dominados pela sensação de que cada novo ano seria ainda mais espantoso do que o anterior. Nem tudo foi bom, é certo. Dramas como o trabalho infantil, a heroína, a SIDA, os bairros de lata ou a vulgarização dos salários em atraso escurecem as recordações mais otimistas. No entanto, esse lado negro não é o que prevalece naqueles que cresceram nessa era. Se a década começou triste, atrasada e falida, avançou numa crescente sede de modernidade e num ambiente de despreocupação, sobretudo entre os mais novos, que hoje parecem irrepetíveis. E quando os anos oitenta terminaram, Portugal era um país promissor, de mangas arregaçadas a encarar o futuro. Entre a memória autobiográfica e a evocação de alguns dos acontecimentos que mais marcaram o país e o mundo nesses anos, A Década Prodigiosa é uma viagem a um passado onde tudo parecia possível, numa narrativa em que o retrato de época se cruza com a inevitável nostalgia de uma certa inocência perdida.
Nº Páginas: 652
Sinopse:
A década de 1980 em Portugal foi a primeira a começar em democracia - a primeira em que toda uma geração viveu sem a sombra da ditadura. Os portugueses fizeram dessa época um tempo extraordinário, dominados pela sensação de que cada novo ano seria ainda mais espantoso do que o anterior. Nem tudo foi bom, é certo. Dramas como o trabalho infantil, a heroína, a SIDA, os bairros de lata ou a vulgarização dos salários em atraso escurecem as recordações mais otimistas. No entanto, esse lado negro não é o que prevalece naqueles que cresceram nessa era. Se a década começou triste, atrasada e falida, avançou numa crescente sede de modernidade e num ambiente de despreocupação, sobretudo entre os mais novos, que hoje parecem irrepetíveis. E quando os anos oitenta terminaram, Portugal era um país promissor, de mangas arregaçadas a encarar o futuro. Entre a memória autobiográfica e a evocação de alguns dos acontecimentos que mais marcaram o país e o mundo nesses anos, A Década Prodigiosa é uma viagem a um passado onde tudo parecia possível, numa narrativa em que o retrato de época se cruza com a inevitável nostalgia de uma certa inocência perdida.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Por alturas da Segunda Guerra Mundial, uma grande rede clandestina de extrema-direita inundou os Estados Unidos com uma vaga de desinformação destinada a convencer os norte-americanos de que a aliança natural do país seria não com o Reino Unido ou com a França mas com a Alemanha nazi e a Itália fascista. O seu objetivo final era claro: depor o governo federal e instalar um regime autoritário em Washington. A conspiração foi alimentada com financiamentos avultados, contou com o apoio de várias figuras em lugares-chave da sociedade e teve o respaldo de uma milícia armada, que fabricou bombas, desviou munições de quartéis, reuniu um arsenal considerável e treinou arduamente para uma insurreição violenta com assassínios em massa. (…)
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Por alturas da Segunda Guerra Mundial, uma grande rede clandestina de extrema-direita inundou os Estados Unidos com uma vaga de desinformação destinada a convencer os norte-americanos de que a aliança natural do país seria não com o Reino Unido ou com a França mas com a Alemanha nazi e a Itália fascista. O seu objetivo final era claro: depor o governo federal e instalar um regime autoritário em Washington. A conspiração foi alimentada com financiamentos avultados, contou com o apoio de várias figuras em lugares-chave da sociedade e teve o respaldo de uma milícia armada, que fabricou bombas, desviou munições de quartéis, reuniu um arsenal considerável e treinou arduamente para uma insurreição violenta com assassínios em massa. (…)
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 308
Sinopse:
O reverso da transição energética. Uma história inquietante. Os combustíveis fósseis são um problema. Mas temos pela frente uma nova dependência: a dos metais raros. Grafite, cobalto, platinóides, tungsténio, terras raras tornaram-se indispensáveis para a nova sociedade da transição energética. As soluções ecológicas (carros eléctricos, turbinas eólicas, painéis solares) precisam desses elementos. Tal como o ambiente digital; eles são indispensáveis nos nossos smartphones, computadores, tablets e noutros objectos do quotidiano ligados à internet. Os custos ambientais, económicos e geopolíticos desta dependência podem revelar-se ainda mais dramáticos do que aqueles que nos prendem ao petróleo. Este livro investiga o reverso da transição energética — a história clandestina de uma odisseia tecnológica promissora, e os bastidores de uma ambição generosa e ambiciosa que está a revelar-se repleta de ameaças tão perigosas como aquelas que se propôs resolver.
Nº Páginas: 308
Sinopse:
O reverso da transição energética. Uma história inquietante. Os combustíveis fósseis são um problema. Mas temos pela frente uma nova dependência: a dos metais raros. Grafite, cobalto, platinóides, tungsténio, terras raras tornaram-se indispensáveis para a nova sociedade da transição energética. As soluções ecológicas (carros eléctricos, turbinas eólicas, painéis solares) precisam desses elementos. Tal como o ambiente digital; eles são indispensáveis nos nossos smartphones, computadores, tablets e noutros objectos do quotidiano ligados à internet. Os custos ambientais, económicos e geopolíticos desta dependência podem revelar-se ainda mais dramáticos do que aqueles que nos prendem ao petróleo. Este livro investiga o reverso da transição energética — a história clandestina de uma odisseia tecnológica promissora, e os bastidores de uma ambição generosa e ambiciosa que está a revelar-se repleta de ameaças tão perigosas como aquelas que se propôs resolver.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O escaldante Verão em que alunas e alunos de liceu foram abertura de telejornais e tema de debate no parlamento. Os Putos do PREC ¿ Os Estudantes no Verão Quente de 1975, de Pedro Prostes da Fonseca, é o fantástico retrato de um tempo anacrónico aos olhos de hoje, com os liceus e as escolas em deli-rante sublevação. 1975. Um ano após a Revolução dos Cravos. Têm 14, 15, 16 anos e estão autorizados a participar em órgãos de gestão das escolas secundárias. São activos; devoram livros políticos. A sociedade está agitada, eles estão hiperagitados. No liceu Pedro Nunes, o Ministério da Educação coloca sargentos para controlar a pancadaria entre os alunos. Um dos mi¬litares é barbaramente agredido por jovens do MRPP. O caos no D. Dinis, outro liceu de Lisboa em ebulição, chega a ser tema de discussão na Assembleia da República. Há as passagens administrativas, as aulas a arrancar em Janeiro, o serviço cívico, as campanhas de alfabetização. Adolescentes
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O escaldante Verão em que alunas e alunos de liceu foram abertura de telejornais e tema de debate no parlamento. Os Putos do PREC ¿ Os Estudantes no Verão Quente de 1975, de Pedro Prostes da Fonseca, é o fantástico retrato de um tempo anacrónico aos olhos de hoje, com os liceus e as escolas em deli-rante sublevação. 1975. Um ano após a Revolução dos Cravos. Têm 14, 15, 16 anos e estão autorizados a participar em órgãos de gestão das escolas secundárias. São activos; devoram livros políticos. A sociedade está agitada, eles estão hiperagitados. No liceu Pedro Nunes, o Ministério da Educação coloca sargentos para controlar a pancadaria entre os alunos. Um dos mi¬litares é barbaramente agredido por jovens do MRPP. O caos no D. Dinis, outro liceu de Lisboa em ebulição, chega a ser tema de discussão na Assembleia da República. Há as passagens administrativas, as aulas a arrancar em Janeiro, o serviço cívico, as campanhas de alfabetização. Adolescentes
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Já ouvimos histórias de cirurgias que correram mal ou de diagnósticos errados. Muitos desses casos devem-se a erros médicos e podem ser fatais. Sabemos disso, e temos mecanismos para nos defendermos. Mas quem nos protege de um mau terapeuta? Mais importante ainda: quem protege os nossos filhos? Nunca houve tantos problemas de saúde mental entre as crianças e adolescentes como agora. As receitas de antidepressivos dispararam e os comportamentos de automutilação multiplicam-se ao mesmo tempo que se multiplicam as consultas com psicólogos e psiquiatras. Como explicar esta gritante contradição? Abigail Shreir, uma premiada jornalista, investigou o fenómeno e apresenta os factos em Má Terapia. Analisou números e estatísticas de saúde pública, falou com centenas de médicos, professores, pais e filhos. Concluiu que a indústria da saúde mental criou uma subcultura própria, especializada em rotular as crianças desde a infância: não são tímidas, sofrem antes de transtorno de ansiedade social; não são malcomportadas, mas padecem de perturbações de oposição e desafio… Comportamentos antes considerados normais nas crianças e adolescentes transformaram-se em doenças diagnosticáveis - o que leva a que pais e professores evitem a todo o custo traumatizar os jovens. Eles crescem presos aos telemóveis (isso sim, é permitido) mas, sem disciplina, sem ambição, com medo de arriscar. Tirar a carta de condução, por exemplo, é hoje assustador. Os cuidados de saúde mental, ressalva a autora, são absolutamente essenciais para casos graves. Mas quando se trata de simples frustração, tristeza, desapontamento ou solidão, a melhor maneira de ajudar os nossos filhos é libertá-los da redoma onde nós (com a ajuda da indústria farmacêutica) os prendemos. Para que enfim possam crescer livres, maduros e autossuficientes.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Já ouvimos histórias de cirurgias que correram mal ou de diagnósticos errados. Muitos desses casos devem-se a erros médicos e podem ser fatais. Sabemos disso, e temos mecanismos para nos defendermos. Mas quem nos protege de um mau terapeuta? Mais importante ainda: quem protege os nossos filhos? Nunca houve tantos problemas de saúde mental entre as crianças e adolescentes como agora. As receitas de antidepressivos dispararam e os comportamentos de automutilação multiplicam-se ao mesmo tempo que se multiplicam as consultas com psicólogos e psiquiatras. Como explicar esta gritante contradição? Abigail Shreir, uma premiada jornalista, investigou o fenómeno e apresenta os factos em Má Terapia. Analisou números e estatísticas de saúde pública, falou com centenas de médicos, professores, pais e filhos. Concluiu que a indústria da saúde mental criou uma subcultura própria, especializada em rotular as crianças desde a infância: não são tímidas, sofrem antes de transtorno de ansiedade social; não são malcomportadas, mas padecem de perturbações de oposição e desafio… Comportamentos antes considerados normais nas crianças e adolescentes transformaram-se em doenças diagnosticáveis - o que leva a que pais e professores evitem a todo o custo traumatizar os jovens. Eles crescem presos aos telemóveis (isso sim, é permitido) mas, sem disciplina, sem ambição, com medo de arriscar. Tirar a carta de condução, por exemplo, é hoje assustador. Os cuidados de saúde mental, ressalva a autora, são absolutamente essenciais para casos graves. Mas quando se trata de simples frustração, tristeza, desapontamento ou solidão, a melhor maneira de ajudar os nossos filhos é libertá-los da redoma onde nós (com a ajuda da indústria farmacêutica) os prendemos. Para que enfim possam crescer livres, maduros e autossuficientes.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A ameaça da Terceira Guerra Mundial volta a pairar sobre a humanidade – e é provável que Karl Lee, um nome de que poucos ouviram falar, tenha uma palavra a dizer sobre o assunto. Misterioso e quase invisível, este empresário, com cerca de 50 anos, é dono de uma agenda explosiva e uma peça-chave no tráfico de armamento. A partir de uma zona recôndita no extremo leste da China, controla o comércio global de componentes essenciais ao fabrico de mísseis. Fintando as sanções internacionais, faz chegá-los a vários destinos – entre os quais, países hostis ao Ocidente, como o Irão ou a Coreia do Norte. Não admira que Lee, também conhecido como Li Fangwei, seja um dos homens mais procurados pelo FBI, que oferece uma recompensa de cinco milhões de dólares pela sua captura. Até agora, porém, tanto o prémio como os esforços dos serviços secretos de diversos países de nada valeram. Ninguém conseguiu ainda apanhar O Fantasma Chinês. Porque será? (…)
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A ameaça da Terceira Guerra Mundial volta a pairar sobre a humanidade – e é provável que Karl Lee, um nome de que poucos ouviram falar, tenha uma palavra a dizer sobre o assunto. Misterioso e quase invisível, este empresário, com cerca de 50 anos, é dono de uma agenda explosiva e uma peça-chave no tráfico de armamento. A partir de uma zona recôndita no extremo leste da China, controla o comércio global de componentes essenciais ao fabrico de mísseis. Fintando as sanções internacionais, faz chegá-los a vários destinos – entre os quais, países hostis ao Ocidente, como o Irão ou a Coreia do Norte. Não admira que Lee, também conhecido como Li Fangwei, seja um dos homens mais procurados pelo FBI, que oferece uma recompensa de cinco milhões de dólares pela sua captura. Até agora, porém, tanto o prémio como os esforços dos serviços secretos de diversos países de nada valeram. Ninguém conseguiu ainda apanhar O Fantasma Chinês. Porque será? (…)
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Os antigos persas debatiam as questões políticas duas vezes: uma bêbedos e outra sóbrios. Os vikings acreditavam que o hidromel era a fonte da poesia. A punição asteca para a embriaguez era o estrangulamento público. E os londrinos do século XVIII viram-se obrigados a comprar gin a um gato mecânico. Ao longo da História, cada civilização encontrou uma forma de celebrar, ou de controlar, a eterna tendência humana para se enfrascar. Em quase todas as culturas do mundo há bebidas alcoólicas, e onde há álcool há bebedeira. Mas em cada época e em cada lugar a embriaguez é um pouco diferente. Pode ser de cariz religioso ou sexual. Pode ser o dever dos reis ou o alívio dos camponeses. Pode ser uma oferenda aos antepassados ou uma forma de assinalar o fim de um dia de trabalho. Pode levar uma pessoa a dormir ou prepará-la para combater. Fazendo paragens pelo mundo, a Breve História da Bebedeira celebra a paixão que a humanidade tem pelo álcool, desde os nossos antepassados primatas até aos refratários à Lei Seca americana, respondendo a todas as perguntas possíveis ao longo do caminho: o que é que as pessoas bebiam? Quanto? Quem é que bebia? Entre as muitas razões possíveis, porquê? Ficará maravilhado com a forma como os gregos ficavam grossos e os sumérios apanhavam bebedeiras de caixão à cova
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Os antigos persas debatiam as questões políticas duas vezes: uma bêbedos e outra sóbrios. Os vikings acreditavam que o hidromel era a fonte da poesia. A punição asteca para a embriaguez era o estrangulamento público. E os londrinos do século XVIII viram-se obrigados a comprar gin a um gato mecânico. Ao longo da História, cada civilização encontrou uma forma de celebrar, ou de controlar, a eterna tendência humana para se enfrascar. Em quase todas as culturas do mundo há bebidas alcoólicas, e onde há álcool há bebedeira. Mas em cada época e em cada lugar a embriaguez é um pouco diferente. Pode ser de cariz religioso ou sexual. Pode ser o dever dos reis ou o alívio dos camponeses. Pode ser uma oferenda aos antepassados ou uma forma de assinalar o fim de um dia de trabalho. Pode levar uma pessoa a dormir ou prepará-la para combater. Fazendo paragens pelo mundo, a Breve História da Bebedeira celebra a paixão que a humanidade tem pelo álcool, desde os nossos antepassados primatas até aos refratários à Lei Seca americana, respondendo a todas as perguntas possíveis ao longo do caminho: o que é que as pessoas bebiam? Quanto? Quem é que bebia? Entre as muitas razões possíveis, porquê? Ficará maravilhado com a forma como os gregos ficavam grossos e os sumérios apanhavam bebedeiras de caixão à cova
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Nos últimos 40 anos, Portugal fez um caminho notável na educação da população, aproximando-se do topo europeu na percentagem de cidadãos com formação superior. Ao mesmo tempo, porém, a economia manteve um comportamento medíocre. A produtividade continua longe dos padrões europeus e os salários permanecem baixos, levando os melhores, nomeadamente jovens licenciados com boas ou excelentes médias, a sair do país para desenvolverem as suas carreiras. Porque é que Portugal não consegue tirar partido do talento que, comprovadamente, sabe criar? Porque subsistem estes paradoxos no Estado e nas empresas? Daniel Traça parte da sua própria experiência e do posto de observação privilegiado que, durante oito anos, lhe proporcionou a liderança da Nova SBE (a escola de Economia e Gestão portuguesa mais bem colocada nos rankings internacionais) para fazer uma análise inédita, profunda e sustentada das causas e consequências da incapacidade de Portugal para reter o talento que produz. E porque apontar o problema não é suficiente, deixa também um conjunto de pistas para que o país comece finalmente a inverter este fado e afirme uma ambição coletiva que, claramente, nos tem faltado.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Nos últimos 40 anos, Portugal fez um caminho notável na educação da população, aproximando-se do topo europeu na percentagem de cidadãos com formação superior. Ao mesmo tempo, porém, a economia manteve um comportamento medíocre. A produtividade continua longe dos padrões europeus e os salários permanecem baixos, levando os melhores, nomeadamente jovens licenciados com boas ou excelentes médias, a sair do país para desenvolverem as suas carreiras. Porque é que Portugal não consegue tirar partido do talento que, comprovadamente, sabe criar? Porque subsistem estes paradoxos no Estado e nas empresas? Daniel Traça parte da sua própria experiência e do posto de observação privilegiado que, durante oito anos, lhe proporcionou a liderança da Nova SBE (a escola de Economia e Gestão portuguesa mais bem colocada nos rankings internacionais) para fazer uma análise inédita, profunda e sustentada das causas e consequências da incapacidade de Portugal para reter o talento que produz. E porque apontar o problema não é suficiente, deixa também um conjunto de pistas para que o país comece finalmente a inverter este fado e afirme uma ambição coletiva que, claramente, nos tem faltado.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Não existe um momento do mundo alheio ao conflito, um momento em que a guerra não faça parte da cultura: carregamo-la no nosso passado e a sua sombra está, sempre, projetada no nosso futuro, como uma ameaça. Mas o que é a guerra para quem nunca a viveu? De onde vem o manancial de imagens e relatos que alimentam e formatam o nosso conhecimento do fenómeno? Serão imparciais? Ou obedecem a determinados códigos? Neste ensaio, analisando exemplos de várias artes - literatura, artes plásticas ou cinema -, Antonio Monegal tenta definir uma ética da representação da guerra capaz de fazer justiça ao indizível.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Não existe um momento do mundo alheio ao conflito, um momento em que a guerra não faça parte da cultura: carregamo-la no nosso passado e a sua sombra está, sempre, projetada no nosso futuro, como uma ameaça. Mas o que é a guerra para quem nunca a viveu? De onde vem o manancial de imagens e relatos que alimentam e formatam o nosso conhecimento do fenómeno? Serão imparciais? Ou obedecem a determinados códigos? Neste ensaio, analisando exemplos de várias artes - literatura, artes plásticas ou cinema -, Antonio Monegal tenta definir uma ética da representação da guerra capaz de fazer justiça ao indizível.
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Edição: Set 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
7 de outubro de 2023 tornou-se uma das datas mais devastadoras da história contemporânea de Israel. Nesse sábado negro, a brutalidade e a escala do ataque do Hamas chocaram Israel e o mundo. Mas a indignação generalizada durou pouco. Ainda os cadáveres não tinham sido todos sepultados, já o massacre era relativizado, contextualizado, apesar das imagens de violência extrema captadas pelos próprios autores da chacina, das provas encontradas nos telemóveis das vítimas e dos testemunhos angustiantes dos sobreviventes. A dimensão do terror que o Hamas lançara no sul de Israel era evidente e comprovada por várias fontes, porém, depressa se ouviram muitas vozes a tentar justificar o injustificável. Resultado de uma reportagem de várias semanas no terreno, esta é a história do 7 de outubro contada por aqueles que o viveram e lhe sobreviveram. Um testemunho contra o esquecimento.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
7 de outubro de 2023 tornou-se uma das datas mais devastadoras da história contemporânea de Israel. Nesse sábado negro, a brutalidade e a escala do ataque do Hamas chocaram Israel e o mundo. Mas a indignação generalizada durou pouco. Ainda os cadáveres não tinham sido todos sepultados, já o massacre era relativizado, contextualizado, apesar das imagens de violência extrema captadas pelos próprios autores da chacina, das provas encontradas nos telemóveis das vítimas e dos testemunhos angustiantes dos sobreviventes. A dimensão do terror que o Hamas lançara no sul de Israel era evidente e comprovada por várias fontes, porém, depressa se ouviram muitas vozes a tentar justificar o injustificável. Resultado de uma reportagem de várias semanas no terreno, esta é a história do 7 de outubro contada por aqueles que o viveram e lhe sobreviveram. Um testemunho contra o esquecimento.
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A construção de uma sociedade baseada no respeito e proteção dos direitos e escolhas de todas as pessoas, incluindo as que fazem parte de grupos historicamente discriminados, é um imperativo de justiça. Este livro, cujas coordenadoras raramente estão de acordo politicamente, pretende abrir uma janela para a multiplicidade de pontos de vista, de caminhos de vida e de opções individuais que caracteriza a sociedade moderna e diversa que Portugal quer ser. O grupo eclético de autores e autoras que nele partilham as suas visões e experiências sobre identidades, famílias e o lugar da liberdade em Portugal, nos 50 anos da sua democracia, contribuem para um debate plural que pretende ser um ponto de viragem.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A construção de uma sociedade baseada no respeito e proteção dos direitos e escolhas de todas as pessoas, incluindo as que fazem parte de grupos historicamente discriminados, é um imperativo de justiça. Este livro, cujas coordenadoras raramente estão de acordo politicamente, pretende abrir uma janela para a multiplicidade de pontos de vista, de caminhos de vida e de opções individuais que caracteriza a sociedade moderna e diversa que Portugal quer ser. O grupo eclético de autores e autoras que nele partilham as suas visões e experiências sobre identidades, famílias e o lugar da liberdade em Portugal, nos 50 anos da sua democracia, contribuem para um debate plural que pretende ser um ponto de viragem.
As(os) Autoras(es): André Coelho Lima, Carla Castro, Catarina Furtado, Catarina Marques Rodrigues, Daniel Oliveira, Fabiola Cardoso, Fernanda Câncio e Maria Fernanda Câncio, Francisca Van Dunem, Hilda de Paulo, Henrique França, Isabel Moreira, Joana Mortágua, João Maria Jonet, Leonor Caldeira, Maria Castello Branco, Maria Leonor Beleza, Pedro Strecht, Susana Peralta, Teresa Leal Coelho, Teresa Violante
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Banho de Sangue Americano" é o balanço pessoal de Paul Auster sobre a idolatria do porte de armas na cultura americana. Desde as memórias das suas brincadeiras de criança e dos westerns a que assistia na televisão, às ondas de choque sentidas pela sua própria família, que manteria durante anos o segredo de um crime cometido pela avó, o autor revela-se-nos através de vinhetas biográficas e pensamento crítico. Um ensaio simultaneamente polémico e lúcido, em que Auster se assume como observador e comentador político sem nunca abandonar a sua voz e estilo inesquecíveis. O texto é acompanhado por fotografias do fotógrafo americano Spencer Ostrander - imagens a preto e branco dos cenários de massacres conhecidos.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Banho de Sangue Americano" é o balanço pessoal de Paul Auster sobre a idolatria do porte de armas na cultura americana. Desde as memórias das suas brincadeiras de criança e dos westerns a que assistia na televisão, às ondas de choque sentidas pela sua própria família, que manteria durante anos o segredo de um crime cometido pela avó, o autor revela-se-nos através de vinhetas biográficas e pensamento crítico. Um ensaio simultaneamente polémico e lúcido, em que Auster se assume como observador e comentador político sem nunca abandonar a sua voz e estilo inesquecíveis. O texto é acompanhado por fotografias do fotógrafo americano Spencer Ostrander - imagens a preto e branco dos cenários de massacres conhecidos.
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