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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 652
Sinopse:
A década de 1980 em Portugal foi a primeira a começar em democracia - a primeira em que toda uma geração viveu sem a sombra da ditadura. Os portugueses fizeram dessa época um tempo extraordinário, dominados pela sensação de que cada novo ano seria ainda mais espantoso do que o anterior. Nem tudo foi bom, é certo. Dramas como o trabalho infantil, a heroína, a SIDA, os bairros de lata ou a vulgarização dos salários em atraso escurecem as recordações mais otimistas. No entanto, esse lado negro não é o que prevalece naqueles que cresceram nessa era. Se a década começou triste, atrasada e falida, avançou numa crescente sede de modernidade e num ambiente de despreocupação, sobretudo entre os mais novos, que hoje parecem irrepetíveis. E quando os anos oitenta terminaram, Portugal era um país promissor, de mangas arregaçadas a encarar o futuro. Entre a memória autobiográfica e a evocação de alguns dos acontecimentos que mais marcaram o país e o mundo nesses anos, A Década Prodigiosa é uma viagem a um passado onde tudo parecia possível, numa narrativa em que o retrato de época se cruza com a inevitável nostalgia de uma certa inocência perdida.
Nº Páginas: 652
Sinopse:
A década de 1980 em Portugal foi a primeira a começar em democracia - a primeira em que toda uma geração viveu sem a sombra da ditadura. Os portugueses fizeram dessa época um tempo extraordinário, dominados pela sensação de que cada novo ano seria ainda mais espantoso do que o anterior. Nem tudo foi bom, é certo. Dramas como o trabalho infantil, a heroína, a SIDA, os bairros de lata ou a vulgarização dos salários em atraso escurecem as recordações mais otimistas. No entanto, esse lado negro não é o que prevalece naqueles que cresceram nessa era. Se a década começou triste, atrasada e falida, avançou numa crescente sede de modernidade e num ambiente de despreocupação, sobretudo entre os mais novos, que hoje parecem irrepetíveis. E quando os anos oitenta terminaram, Portugal era um país promissor, de mangas arregaçadas a encarar o futuro. Entre a memória autobiográfica e a evocação de alguns dos acontecimentos que mais marcaram o país e o mundo nesses anos, A Década Prodigiosa é uma viagem a um passado onde tudo parecia possível, numa narrativa em que o retrato de época se cruza com a inevitável nostalgia de uma certa inocência perdida.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Por alturas da Segunda Guerra Mundial, uma grande rede clandestina de extrema-direita inundou os Estados Unidos com uma vaga de desinformação destinada a convencer os norte-americanos de que a aliança natural do país seria não com o Reino Unido ou com a França mas com a Alemanha nazi e a Itália fascista. O seu objetivo final era claro: depor o governo federal e instalar um regime autoritário em Washington. A conspiração foi alimentada com financiamentos avultados, contou com o apoio de várias figuras em lugares-chave da sociedade e teve o respaldo de uma milícia armada, que fabricou bombas, desviou munições de quartéis, reuniu um arsenal considerável e treinou arduamente para uma insurreição violenta com assassínios em massa. (…)
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Por alturas da Segunda Guerra Mundial, uma grande rede clandestina de extrema-direita inundou os Estados Unidos com uma vaga de desinformação destinada a convencer os norte-americanos de que a aliança natural do país seria não com o Reino Unido ou com a França mas com a Alemanha nazi e a Itália fascista. O seu objetivo final era claro: depor o governo federal e instalar um regime autoritário em Washington. A conspiração foi alimentada com financiamentos avultados, contou com o apoio de várias figuras em lugares-chave da sociedade e teve o respaldo de uma milícia armada, que fabricou bombas, desviou munições de quartéis, reuniu um arsenal considerável e treinou arduamente para uma insurreição violenta com assassínios em massa. (…)
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 308
Sinopse:
O reverso da transição energética. Uma história inquietante. Os combustíveis fósseis são um problema. Mas temos pela frente uma nova dependência: a dos metais raros. Grafite, cobalto, platinóides, tungsténio, terras raras tornaram-se indispensáveis para a nova sociedade da transição energética. As soluções ecológicas (carros eléctricos, turbinas eólicas, painéis solares) precisam desses elementos. Tal como o ambiente digital; eles são indispensáveis nos nossos smartphones, computadores, tablets e noutros objectos do quotidiano ligados à internet. Os custos ambientais, económicos e geopolíticos desta dependência podem revelar-se ainda mais dramáticos do que aqueles que nos prendem ao petróleo. Este livro investiga o reverso da transição energética — a história clandestina de uma odisseia tecnológica promissora, e os bastidores de uma ambição generosa e ambiciosa que está a revelar-se repleta de ameaças tão perigosas como aquelas que se propôs resolver.
Nº Páginas: 308
Sinopse:
O reverso da transição energética. Uma história inquietante. Os combustíveis fósseis são um problema. Mas temos pela frente uma nova dependência: a dos metais raros. Grafite, cobalto, platinóides, tungsténio, terras raras tornaram-se indispensáveis para a nova sociedade da transição energética. As soluções ecológicas (carros eléctricos, turbinas eólicas, painéis solares) precisam desses elementos. Tal como o ambiente digital; eles são indispensáveis nos nossos smartphones, computadores, tablets e noutros objectos do quotidiano ligados à internet. Os custos ambientais, económicos e geopolíticos desta dependência podem revelar-se ainda mais dramáticos do que aqueles que nos prendem ao petróleo. Este livro investiga o reverso da transição energética — a história clandestina de uma odisseia tecnológica promissora, e os bastidores de uma ambição generosa e ambiciosa que está a revelar-se repleta de ameaças tão perigosas como aquelas que se propôs resolver.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O escaldante Verão em que alunas e alunos de liceu foram abertura de telejornais e tema de debate no parlamento. Os Putos do PREC ¿ Os Estudantes no Verão Quente de 1975, de Pedro Prostes da Fonseca, é o fantástico retrato de um tempo anacrónico aos olhos de hoje, com os liceus e as escolas em deli-rante sublevação. 1975. Um ano após a Revolução dos Cravos. Têm 14, 15, 16 anos e estão autorizados a participar em órgãos de gestão das escolas secundárias. São activos; devoram livros políticos. A sociedade está agitada, eles estão hiperagitados. No liceu Pedro Nunes, o Ministério da Educação coloca sargentos para controlar a pancadaria entre os alunos. Um dos mi¬litares é barbaramente agredido por jovens do MRPP. O caos no D. Dinis, outro liceu de Lisboa em ebulição, chega a ser tema de discussão na Assembleia da República. Há as passagens administrativas, as aulas a arrancar em Janeiro, o serviço cívico, as campanhas de alfabetização. Adolescentes
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O escaldante Verão em que alunas e alunos de liceu foram abertura de telejornais e tema de debate no parlamento. Os Putos do PREC ¿ Os Estudantes no Verão Quente de 1975, de Pedro Prostes da Fonseca, é o fantástico retrato de um tempo anacrónico aos olhos de hoje, com os liceus e as escolas em deli-rante sublevação. 1975. Um ano após a Revolução dos Cravos. Têm 14, 15, 16 anos e estão autorizados a participar em órgãos de gestão das escolas secundárias. São activos; devoram livros políticos. A sociedade está agitada, eles estão hiperagitados. No liceu Pedro Nunes, o Ministério da Educação coloca sargentos para controlar a pancadaria entre os alunos. Um dos mi¬litares é barbaramente agredido por jovens do MRPP. O caos no D. Dinis, outro liceu de Lisboa em ebulição, chega a ser tema de discussão na Assembleia da República. Há as passagens administrativas, as aulas a arrancar em Janeiro, o serviço cívico, as campanhas de alfabetização. Adolescentes
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Já ouvimos histórias de cirurgias que correram mal ou de diagnósticos errados. Muitos desses casos devem-se a erros médicos e podem ser fatais. Sabemos disso, e temos mecanismos para nos defendermos. Mas quem nos protege de um mau terapeuta? Mais importante ainda: quem protege os nossos filhos? Nunca houve tantos problemas de saúde mental entre as crianças e adolescentes como agora. As receitas de antidepressivos dispararam e os comportamentos de automutilação multiplicam-se ao mesmo tempo que se multiplicam as consultas com psicólogos e psiquiatras. Como explicar esta gritante contradição? Abigail Shreir, uma premiada jornalista, investigou o fenómeno e apresenta os factos em Má Terapia. Analisou números e estatísticas de saúde pública, falou com centenas de médicos, professores, pais e filhos. Concluiu que a indústria da saúde mental criou uma subcultura própria, especializada em rotular as crianças desde a infância: não são tímidas, sofrem antes de transtorno de ansiedade social; não são malcomportadas, mas padecem de perturbações de oposição e desafio… Comportamentos antes considerados normais nas crianças e adolescentes transformaram-se em doenças diagnosticáveis - o que leva a que pais e professores evitem a todo o custo traumatizar os jovens. Eles crescem presos aos telemóveis (isso sim, é permitido) mas, sem disciplina, sem ambição, com medo de arriscar. Tirar a carta de condução, por exemplo, é hoje assustador. Os cuidados de saúde mental, ressalva a autora, são absolutamente essenciais para casos graves. Mas quando se trata de simples frustração, tristeza, desapontamento ou solidão, a melhor maneira de ajudar os nossos filhos é libertá-los da redoma onde nós (com a ajuda da indústria farmacêutica) os prendemos. Para que enfim possam crescer livres, maduros e autossuficientes.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Já ouvimos histórias de cirurgias que correram mal ou de diagnósticos errados. Muitos desses casos devem-se a erros médicos e podem ser fatais. Sabemos disso, e temos mecanismos para nos defendermos. Mas quem nos protege de um mau terapeuta? Mais importante ainda: quem protege os nossos filhos? Nunca houve tantos problemas de saúde mental entre as crianças e adolescentes como agora. As receitas de antidepressivos dispararam e os comportamentos de automutilação multiplicam-se ao mesmo tempo que se multiplicam as consultas com psicólogos e psiquiatras. Como explicar esta gritante contradição? Abigail Shreir, uma premiada jornalista, investigou o fenómeno e apresenta os factos em Má Terapia. Analisou números e estatísticas de saúde pública, falou com centenas de médicos, professores, pais e filhos. Concluiu que a indústria da saúde mental criou uma subcultura própria, especializada em rotular as crianças desde a infância: não são tímidas, sofrem antes de transtorno de ansiedade social; não são malcomportadas, mas padecem de perturbações de oposição e desafio… Comportamentos antes considerados normais nas crianças e adolescentes transformaram-se em doenças diagnosticáveis - o que leva a que pais e professores evitem a todo o custo traumatizar os jovens. Eles crescem presos aos telemóveis (isso sim, é permitido) mas, sem disciplina, sem ambição, com medo de arriscar. Tirar a carta de condução, por exemplo, é hoje assustador. Os cuidados de saúde mental, ressalva a autora, são absolutamente essenciais para casos graves. Mas quando se trata de simples frustração, tristeza, desapontamento ou solidão, a melhor maneira de ajudar os nossos filhos é libertá-los da redoma onde nós (com a ajuda da indústria farmacêutica) os prendemos. Para que enfim possam crescer livres, maduros e autossuficientes.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A ameaça da Terceira Guerra Mundial volta a pairar sobre a humanidade – e é provável que Karl Lee, um nome de que poucos ouviram falar, tenha uma palavra a dizer sobre o assunto. Misterioso e quase invisível, este empresário, com cerca de 50 anos, é dono de uma agenda explosiva e uma peça-chave no tráfico de armamento. A partir de uma zona recôndita no extremo leste da China, controla o comércio global de componentes essenciais ao fabrico de mísseis. Fintando as sanções internacionais, faz chegá-los a vários destinos – entre os quais, países hostis ao Ocidente, como o Irão ou a Coreia do Norte. Não admira que Lee, também conhecido como Li Fangwei, seja um dos homens mais procurados pelo FBI, que oferece uma recompensa de cinco milhões de dólares pela sua captura. Até agora, porém, tanto o prémio como os esforços dos serviços secretos de diversos países de nada valeram. Ninguém conseguiu ainda apanhar O Fantasma Chinês. Porque será? (…)
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A ameaça da Terceira Guerra Mundial volta a pairar sobre a humanidade – e é provável que Karl Lee, um nome de que poucos ouviram falar, tenha uma palavra a dizer sobre o assunto. Misterioso e quase invisível, este empresário, com cerca de 50 anos, é dono de uma agenda explosiva e uma peça-chave no tráfico de armamento. A partir de uma zona recôndita no extremo leste da China, controla o comércio global de componentes essenciais ao fabrico de mísseis. Fintando as sanções internacionais, faz chegá-los a vários destinos – entre os quais, países hostis ao Ocidente, como o Irão ou a Coreia do Norte. Não admira que Lee, também conhecido como Li Fangwei, seja um dos homens mais procurados pelo FBI, que oferece uma recompensa de cinco milhões de dólares pela sua captura. Até agora, porém, tanto o prémio como os esforços dos serviços secretos de diversos países de nada valeram. Ninguém conseguiu ainda apanhar O Fantasma Chinês. Porque será? (…)
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Os antigos persas debatiam as questões políticas duas vezes: uma bêbedos e outra sóbrios. Os vikings acreditavam que o hidromel era a fonte da poesia. A punição asteca para a embriaguez era o estrangulamento público. E os londrinos do século XVIII viram-se obrigados a comprar gin a um gato mecânico. Ao longo da História, cada civilização encontrou uma forma de celebrar, ou de controlar, a eterna tendência humana para se enfrascar. Em quase todas as culturas do mundo há bebidas alcoólicas, e onde há álcool há bebedeira. Mas em cada época e em cada lugar a embriaguez é um pouco diferente. Pode ser de cariz religioso ou sexual. Pode ser o dever dos reis ou o alívio dos camponeses. Pode ser uma oferenda aos antepassados ou uma forma de assinalar o fim de um dia de trabalho. Pode levar uma pessoa a dormir ou prepará-la para combater. Fazendo paragens pelo mundo, a Breve História da Bebedeira celebra a paixão que a humanidade tem pelo álcool, desde os nossos antepassados primatas até aos refratários à Lei Seca americana, respondendo a todas as perguntas possíveis ao longo do caminho: o que é que as pessoas bebiam? Quanto? Quem é que bebia? Entre as muitas razões possíveis, porquê? Ficará maravilhado com a forma como os gregos ficavam grossos e os sumérios apanhavam bebedeiras de caixão à cova
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Os antigos persas debatiam as questões políticas duas vezes: uma bêbedos e outra sóbrios. Os vikings acreditavam que o hidromel era a fonte da poesia. A punição asteca para a embriaguez era o estrangulamento público. E os londrinos do século XVIII viram-se obrigados a comprar gin a um gato mecânico. Ao longo da História, cada civilização encontrou uma forma de celebrar, ou de controlar, a eterna tendência humana para se enfrascar. Em quase todas as culturas do mundo há bebidas alcoólicas, e onde há álcool há bebedeira. Mas em cada época e em cada lugar a embriaguez é um pouco diferente. Pode ser de cariz religioso ou sexual. Pode ser o dever dos reis ou o alívio dos camponeses. Pode ser uma oferenda aos antepassados ou uma forma de assinalar o fim de um dia de trabalho. Pode levar uma pessoa a dormir ou prepará-la para combater. Fazendo paragens pelo mundo, a Breve História da Bebedeira celebra a paixão que a humanidade tem pelo álcool, desde os nossos antepassados primatas até aos refratários à Lei Seca americana, respondendo a todas as perguntas possíveis ao longo do caminho: o que é que as pessoas bebiam? Quanto? Quem é que bebia? Entre as muitas razões possíveis, porquê? Ficará maravilhado com a forma como os gregos ficavam grossos e os sumérios apanhavam bebedeiras de caixão à cova
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Nos últimos 40 anos, Portugal fez um caminho notável na educação da população, aproximando-se do topo europeu na percentagem de cidadãos com formação superior. Ao mesmo tempo, porém, a economia manteve um comportamento medíocre. A produtividade continua longe dos padrões europeus e os salários permanecem baixos, levando os melhores, nomeadamente jovens licenciados com boas ou excelentes médias, a sair do país para desenvolverem as suas carreiras. Porque é que Portugal não consegue tirar partido do talento que, comprovadamente, sabe criar? Porque subsistem estes paradoxos no Estado e nas empresas? Daniel Traça parte da sua própria experiência e do posto de observação privilegiado que, durante oito anos, lhe proporcionou a liderança da Nova SBE (a escola de Economia e Gestão portuguesa mais bem colocada nos rankings internacionais) para fazer uma análise inédita, profunda e sustentada das causas e consequências da incapacidade de Portugal para reter o talento que produz. E porque apontar o problema não é suficiente, deixa também um conjunto de pistas para que o país comece finalmente a inverter este fado e afirme uma ambição coletiva que, claramente, nos tem faltado.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Nos últimos 40 anos, Portugal fez um caminho notável na educação da população, aproximando-se do topo europeu na percentagem de cidadãos com formação superior. Ao mesmo tempo, porém, a economia manteve um comportamento medíocre. A produtividade continua longe dos padrões europeus e os salários permanecem baixos, levando os melhores, nomeadamente jovens licenciados com boas ou excelentes médias, a sair do país para desenvolverem as suas carreiras. Porque é que Portugal não consegue tirar partido do talento que, comprovadamente, sabe criar? Porque subsistem estes paradoxos no Estado e nas empresas? Daniel Traça parte da sua própria experiência e do posto de observação privilegiado que, durante oito anos, lhe proporcionou a liderança da Nova SBE (a escola de Economia e Gestão portuguesa mais bem colocada nos rankings internacionais) para fazer uma análise inédita, profunda e sustentada das causas e consequências da incapacidade de Portugal para reter o talento que produz. E porque apontar o problema não é suficiente, deixa também um conjunto de pistas para que o país comece finalmente a inverter este fado e afirme uma ambição coletiva que, claramente, nos tem faltado.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Depois do sucesso do seu podcast, Paul Cooper lança agora o livro A Queda das Civilizações: Histórias de Grandeza e Declínio. Partindo de uma investigação minuciosa, entretecida numa narrativa com a ilustração de mapas, fotografias e outros documentos, o autor dá a conhecer o dia a dia de impérios que viram o seu apogeu e queda. Uma viagem pelos vários continentes, dos famosíssimos maias aos misteriosos rapanui, da Ilha da Páscoa, podemos aqui descobrir não apenas o esplendor e a relevância destas comunidades, mas também os perigos que as fizeram ruir, questionando o que terão sentido aqueles que testemunharam o fim do único mundo que conheciam. Lançando mão do rigor de historiador e da criatividade de romancista, o autor termina esta odisseia imaginando que fim nos aguarda: os nossos automóveis obsoletos à beira da estrada, paisagens sem fim de prédios colossais. Mas nem tudo precisa de um desfecho apocalíptico: é possível aprender com os erros do passado e ensinar às gerações presentes como reedificar as nossas sociedades.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Depois do sucesso do seu podcast, Paul Cooper lança agora o livro A Queda das Civilizações: Histórias de Grandeza e Declínio. Partindo de uma investigação minuciosa, entretecida numa narrativa com a ilustração de mapas, fotografias e outros documentos, o autor dá a conhecer o dia a dia de impérios que viram o seu apogeu e queda. Uma viagem pelos vários continentes, dos famosíssimos maias aos misteriosos rapanui, da Ilha da Páscoa, podemos aqui descobrir não apenas o esplendor e a relevância destas comunidades, mas também os perigos que as fizeram ruir, questionando o que terão sentido aqueles que testemunharam o fim do único mundo que conheciam. Lançando mão do rigor de historiador e da criatividade de romancista, o autor termina esta odisseia imaginando que fim nos aguarda: os nossos automóveis obsoletos à beira da estrada, paisagens sem fim de prédios colossais. Mas nem tudo precisa de um desfecho apocalíptico: é possível aprender com os erros do passado e ensinar às gerações presentes como reedificar as nossas sociedades.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Não existe um momento do mundo alheio ao conflito, um momento em que a guerra não faça parte da cultura: carregamo-la no nosso passado e a sua sombra está, sempre, projetada no nosso futuro, como uma ameaça. Mas o que é a guerra para quem nunca a viveu? De onde vem o manancial de imagens e relatos que alimentam e formatam o nosso conhecimento do fenómeno? Serão imparciais? Ou obedecem a determinados códigos? Neste ensaio, analisando exemplos de várias artes - literatura, artes plásticas ou cinema -, Antonio Monegal tenta definir uma ética da representação da guerra capaz de fazer justiça ao indizível.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Não existe um momento do mundo alheio ao conflito, um momento em que a guerra não faça parte da cultura: carregamo-la no nosso passado e a sua sombra está, sempre, projetada no nosso futuro, como uma ameaça. Mas o que é a guerra para quem nunca a viveu? De onde vem o manancial de imagens e relatos que alimentam e formatam o nosso conhecimento do fenómeno? Serão imparciais? Ou obedecem a determinados códigos? Neste ensaio, analisando exemplos de várias artes - literatura, artes plásticas ou cinema -, Antonio Monegal tenta definir uma ética da representação da guerra capaz de fazer justiça ao indizível.
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Edição: Set 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
7 de outubro de 2023 tornou-se uma das datas mais devastadoras da história contemporânea de Israel. Nesse sábado negro, a brutalidade e a escala do ataque do Hamas chocaram Israel e o mundo. Mas a indignação generalizada durou pouco. Ainda os cadáveres não tinham sido todos sepultados, já o massacre era relativizado, contextualizado, apesar das imagens de violência extrema captadas pelos próprios autores da chacina, das provas encontradas nos telemóveis das vítimas e dos testemunhos angustiantes dos sobreviventes. A dimensão do terror que o Hamas lançara no sul de Israel era evidente e comprovada por várias fontes, porém, depressa se ouviram muitas vozes a tentar justificar o injustificável. Resultado de uma reportagem de várias semanas no terreno, esta é a história do 7 de outubro contada por aqueles que o viveram e lhe sobreviveram. Um testemunho contra o esquecimento.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
7 de outubro de 2023 tornou-se uma das datas mais devastadoras da história contemporânea de Israel. Nesse sábado negro, a brutalidade e a escala do ataque do Hamas chocaram Israel e o mundo. Mas a indignação generalizada durou pouco. Ainda os cadáveres não tinham sido todos sepultados, já o massacre era relativizado, contextualizado, apesar das imagens de violência extrema captadas pelos próprios autores da chacina, das provas encontradas nos telemóveis das vítimas e dos testemunhos angustiantes dos sobreviventes. A dimensão do terror que o Hamas lançara no sul de Israel era evidente e comprovada por várias fontes, porém, depressa se ouviram muitas vozes a tentar justificar o injustificável. Resultado de uma reportagem de várias semanas no terreno, esta é a história do 7 de outubro contada por aqueles que o viveram e lhe sobreviveram. Um testemunho contra o esquecimento.
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A construção de uma sociedade baseada no respeito e proteção dos direitos e escolhas de todas as pessoas, incluindo as que fazem parte de grupos historicamente discriminados, é um imperativo de justiça. Este livro, cujas coordenadoras raramente estão de acordo politicamente, pretende abrir uma janela para a multiplicidade de pontos de vista, de caminhos de vida e de opções individuais que caracteriza a sociedade moderna e diversa que Portugal quer ser. O grupo eclético de autores e autoras que nele partilham as suas visões e experiências sobre identidades, famílias e o lugar da liberdade em Portugal, nos 50 anos da sua democracia, contribuem para um debate plural que pretende ser um ponto de viragem.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A construção de uma sociedade baseada no respeito e proteção dos direitos e escolhas de todas as pessoas, incluindo as que fazem parte de grupos historicamente discriminados, é um imperativo de justiça. Este livro, cujas coordenadoras raramente estão de acordo politicamente, pretende abrir uma janela para a multiplicidade de pontos de vista, de caminhos de vida e de opções individuais que caracteriza a sociedade moderna e diversa que Portugal quer ser. O grupo eclético de autores e autoras que nele partilham as suas visões e experiências sobre identidades, famílias e o lugar da liberdade em Portugal, nos 50 anos da sua democracia, contribuem para um debate plural que pretende ser um ponto de viragem.
As(os) Autoras(es): André Coelho Lima, Carla Castro, Catarina Furtado, Catarina Marques Rodrigues, Daniel Oliveira, Fabiola Cardoso, Fernanda Câncio e Maria Fernanda Câncio, Francisca Van Dunem, Hilda de Paulo, Henrique França, Isabel Moreira, Joana Mortágua, João Maria Jonet, Leonor Caldeira, Maria Castello Branco, Maria Leonor Beleza, Pedro Strecht, Susana Peralta, Teresa Leal Coelho, Teresa Violante
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Banho de Sangue Americano" é o balanço pessoal de Paul Auster sobre a idolatria do porte de armas na cultura americana. Desde as memórias das suas brincadeiras de criança e dos westerns a que assistia na televisão, às ondas de choque sentidas pela sua própria família, que manteria durante anos o segredo de um crime cometido pela avó, o autor revela-se-nos através de vinhetas biográficas e pensamento crítico. Um ensaio simultaneamente polémico e lúcido, em que Auster se assume como observador e comentador político sem nunca abandonar a sua voz e estilo inesquecíveis. O texto é acompanhado por fotografias do fotógrafo americano Spencer Ostrander - imagens a preto e branco dos cenários de massacres conhecidos.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Banho de Sangue Americano" é o balanço pessoal de Paul Auster sobre a idolatria do porte de armas na cultura americana. Desde as memórias das suas brincadeiras de criança e dos westerns a que assistia na televisão, às ondas de choque sentidas pela sua própria família, que manteria durante anos o segredo de um crime cometido pela avó, o autor revela-se-nos através de vinhetas biográficas e pensamento crítico. Um ensaio simultaneamente polémico e lúcido, em que Auster se assume como observador e comentador político sem nunca abandonar a sua voz e estilo inesquecíveis. O texto é acompanhado por fotografias do fotógrafo americano Spencer Ostrander - imagens a preto e branco dos cenários de massacres conhecidos.
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Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A comida, assim como as suas histórias, ensinam-nos muito sobre a evolução humana. A formação das sociedades, os seus hábitos e as suas crenças, todos são moldados pela maneira como nos alimentamos. E vice-versa. "À Mesa Não Se Envelhece" aborda as origens de pratos icónicos, utensílios de mesa e costumes alimentares, explorando a sua evolução ao longo do tempo. Nestas páginas, descobrimos como as diferentes culturas influenciaram e foram influenciadas pela comida, desde as contribuições de Leonardo da Vinci para a cozinha moderna até aos paralelismos entre pratos portugueses e receitas de países distantes. São reveladas as histórias por trás de alimentos tão comuns como o arroz, o tomate e o bacalhau, pelos quais se travaram guerras e moldaram religiões. Como é que as pessoas viviam? · Como é que produziam e guardavam os seus alimentos? · Como é que o fizeram em momentos de guerra, doença ou catástrofes naturais? · Quem inventou o esparguete? · Onde nasceu a feijoada? · Porque usamos garfos e colheres? · Como surgiram as boas maneiras à mesa? · Onde foi o primeiro restaurante?
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A comida, assim como as suas histórias, ensinam-nos muito sobre a evolução humana. A formação das sociedades, os seus hábitos e as suas crenças, todos são moldados pela maneira como nos alimentamos. E vice-versa. "À Mesa Não Se Envelhece" aborda as origens de pratos icónicos, utensílios de mesa e costumes alimentares, explorando a sua evolução ao longo do tempo. Nestas páginas, descobrimos como as diferentes culturas influenciaram e foram influenciadas pela comida, desde as contribuições de Leonardo da Vinci para a cozinha moderna até aos paralelismos entre pratos portugueses e receitas de países distantes. São reveladas as histórias por trás de alimentos tão comuns como o arroz, o tomate e o bacalhau, pelos quais se travaram guerras e moldaram religiões. Como é que as pessoas viviam? · Como é que produziam e guardavam os seus alimentos? · Como é que o fizeram em momentos de guerra, doença ou catástrofes naturais? · Quem inventou o esparguete? · Onde nasceu a feijoada? · Porque usamos garfos e colheres? · Como surgiram as boas maneiras à mesa? · Onde foi o primeiro restaurante?
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Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Uma ponte aérea constituída por 905 voos de companhias nacionais e estrangeiras fez desembarcar em Lisboa, na segunda metade de 1975, milhares de famílias de refugiados de Angola, incapazes de suportar a perseguição, a instabilidade e o conflito entre as facções que disputavam o poder nas vésperas da independência. Perante a ocupação das suas casas, a apropriação dos seus bens, as ameaças físicas e os confrontos diários em todo o território, só lhes restava uma saída: esquecer toda uma vida e fugir. Eram portugueses, mas muitos nunca haviam estado em Portugal, onde o povo pouco ou nada sabia sobre as tragédias e os perigos que tinham vivido em África. E para o Governo, a braços com as réplicas do 25 de Abril, os retornados não eram uma prioridade.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Uma ponte aérea constituída por 905 voos de companhias nacionais e estrangeiras fez desembarcar em Lisboa, na segunda metade de 1975, milhares de famílias de refugiados de Angola, incapazes de suportar a perseguição, a instabilidade e o conflito entre as facções que disputavam o poder nas vésperas da independência. Perante a ocupação das suas casas, a apropriação dos seus bens, as ameaças físicas e os confrontos diários em todo o território, só lhes restava uma saída: esquecer toda uma vida e fugir. Eram portugueses, mas muitos nunca haviam estado em Portugal, onde o povo pouco ou nada sabia sobre as tragédias e os perigos que tinham vivido em África. E para o Governo, a braços com as réplicas do 25 de Abril, os retornados não eram uma prioridade.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Encontramo-nos, uma vez mais, a nível global, sob a ameaça de um movimento fascista em ascensão. Não só nos Estados Unidos a democracia está sob ataque de um movimento autoritário, que encontrou terreno fértil entre os políticos e eleitores conservadores do país, como movimentos semelhantes se multiplicam em todo o mundo. Para compreender a forma e os riscos deste ataque, temos de recuar e extrair lições do passado. Em Apagar a História, Jason Stanley, professor de Filosofia de Yale, expõe o verdadeiro perigo dos ataques da direita autoritária à educação, identifica as suas principais táticas e financiadores, e traça as suas raízes intelectuais. Explica, também, como as escolas e universidades das sociedades democráticas estão mal preparadas para se defenderem do ataque fascista em curso. Profundamente informado e urgentemente necessário, este livro é um apelo global à ação para aqueles que desejam preservar a democracia - na América e no mundo - antes que seja tarde demais.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Encontramo-nos, uma vez mais, a nível global, sob a ameaça de um movimento fascista em ascensão. Não só nos Estados Unidos a democracia está sob ataque de um movimento autoritário, que encontrou terreno fértil entre os políticos e eleitores conservadores do país, como movimentos semelhantes se multiplicam em todo o mundo. Para compreender a forma e os riscos deste ataque, temos de recuar e extrair lições do passado. Em Apagar a História, Jason Stanley, professor de Filosofia de Yale, expõe o verdadeiro perigo dos ataques da direita autoritária à educação, identifica as suas principais táticas e financiadores, e traça as suas raízes intelectuais. Explica, também, como as escolas e universidades das sociedades democráticas estão mal preparadas para se defenderem do ataque fascista em curso. Profundamente informado e urgentemente necessário, este livro é um apelo global à ação para aqueles que desejam preservar a democracia - na América e no mundo - antes que seja tarde demais.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Para acabar de vez com as ilusões de excepcionalismo e imunidade de Portugal perante o vírus do populismo que há décadas se propagava entre múltiplos países, o Chega de André Ventura entrou na Assembleia da República em 2019 e abruptamente, contra as expectativas da generalidade dos adversários, escalou até ao cume dos 50 deputados nas eleições legislativas de 2024. O que motiva este crescimento meteórico em tão pouco tempo? Que transformações está a provocar? Será a jovem democracia portuguesa capaz de resistir incólume ao teste de choque? Em busca de respostas, ou padrões que ajudem a identificar e compreender o fenómeno, Gustavo Sampaio, jornalista e director-adjunto do Polígrafo, apresenta uma radiografia do partido que se apropria de bandeiras da extrema-direita tradicional e do líder que faz soar os alarmes no teste preditivo de autoritarismo. Com base em diversas entrevistas, nomeadamente ao próprio André Ventura - «Vamos ser francos, sem emoção ninguém ligava nenhuma ao tema da imigração» -, e ao seu antigo braço-direito, Nuno Afonso - «Todo este culto, toda esta estrutura de seita, funciona assim porque ele quer que funcione assim. Ele dizia-me: "Eu quero que as pessoas, os portugueses, se deitem a pensar em mim e acordem a pensar em mim"» -, o autor examina também os programas do partido, os discursos e a propaganda nas redes sociais. O resultado é um livro indispensável, de diagnóstico e alerta, que providencia uma análise comparativa com partidos e líderes populistas de outros países, assim como uma reflexão sobre a cultura antipolíticos que se destaca na génese deste fenómeno - uma amálgama que impede a distinção entre bons e maus, competentes e ineptos, abnegados e oportunistas, honestos e corruptos. Porque, afinal, repete-se de modo convicto até à exaustão: «Os políticos são todos iguais!»
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Para acabar de vez com as ilusões de excepcionalismo e imunidade de Portugal perante o vírus do populismo que há décadas se propagava entre múltiplos países, o Chega de André Ventura entrou na Assembleia da República em 2019 e abruptamente, contra as expectativas da generalidade dos adversários, escalou até ao cume dos 50 deputados nas eleições legislativas de 2024. O que motiva este crescimento meteórico em tão pouco tempo? Que transformações está a provocar? Será a jovem democracia portuguesa capaz de resistir incólume ao teste de choque? Em busca de respostas, ou padrões que ajudem a identificar e compreender o fenómeno, Gustavo Sampaio, jornalista e director-adjunto do Polígrafo, apresenta uma radiografia do partido que se apropria de bandeiras da extrema-direita tradicional e do líder que faz soar os alarmes no teste preditivo de autoritarismo. Com base em diversas entrevistas, nomeadamente ao próprio André Ventura - «Vamos ser francos, sem emoção ninguém ligava nenhuma ao tema da imigração» -, e ao seu antigo braço-direito, Nuno Afonso - «Todo este culto, toda esta estrutura de seita, funciona assim porque ele quer que funcione assim. Ele dizia-me: "Eu quero que as pessoas, os portugueses, se deitem a pensar em mim e acordem a pensar em mim"» -, o autor examina também os programas do partido, os discursos e a propaganda nas redes sociais. O resultado é um livro indispensável, de diagnóstico e alerta, que providencia uma análise comparativa com partidos e líderes populistas de outros países, assim como uma reflexão sobre a cultura antipolíticos que se destaca na génese deste fenómeno - uma amálgama que impede a distinção entre bons e maus, competentes e ineptos, abnegados e oportunistas, honestos e corruptos. Porque, afinal, repete-se de modo convicto até à exaustão: «Os políticos são todos iguais!»
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um guia indispensável para entender o conflito entre Israel e a Palestina e como (ainda) podemos encontrar uma solução para a paz. Os horrores de 7 de outubro de 2023 e os que se seguiram surpreenderam o mundo, mas o conflito israelo-palestiniano não começou nesse famigerado dia. Também não teve início em 1967, quando Israel ocupou a Cisjordânia, nem em 1948, quando o Estado de Israel foi declarado: tudo começou em 1882, quando os primeiros colonos sionistas chegaram à então Palestina otomana. Em Israel vs. Palestina, o consagrado historiador Ilan Pappé relata, de forma concisa e rigorosa, uma cronologia nascida dos equívocos da comunidade internacional e que é, há mais de um século, constantemente marcada por tensão, atrocidades e resistência.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um guia indispensável para entender o conflito entre Israel e a Palestina e como (ainda) podemos encontrar uma solução para a paz. Os horrores de 7 de outubro de 2023 e os que se seguiram surpreenderam o mundo, mas o conflito israelo-palestiniano não começou nesse famigerado dia. Também não teve início em 1967, quando Israel ocupou a Cisjordânia, nem em 1948, quando o Estado de Israel foi declarado: tudo começou em 1882, quando os primeiros colonos sionistas chegaram à então Palestina otomana. Em Israel vs. Palestina, o consagrado historiador Ilan Pappé relata, de forma concisa e rigorosa, uma cronologia nascida dos equívocos da comunidade internacional e que é, há mais de um século, constantemente marcada por tensão, atrocidades e resistência.
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Ex líder israelita partilha o seu conhecimento profundo, fundamental para as novas gerações de líderes na política, nos negócios e na nobre missão de construir um mundo mais seguro, mais justo e em paz. Em 1934, Shimon Peres, com 11 anos, abandonou a Polónia com destino a Israel, deixando para trás muitos familiares que viriam a ser vítimas do Holocausto. Na época, seria impossível prever que aquele jovem rapaz viria a ser uma das grandes personalidades da política mundial do século XX. Foi Presidente, primeiro-ministro, ministro dos Negócios Estrangeiros, entre outras pastas, tendo sido decisivo para o fortalecimento do poder militar, nuclear e político do Estado de Israel. Neste livro, terminado semanas antes da sua morte, Peres olha para os momentos cruciais da história de Israel, como decisor e como testemunha privilegiada. Não há sonhos impossíveis cobre diversas décadas e eventos, não tanto relatando o que aconteceu, mas sim porque aconteceu. Shimon Peres mostra de que matéria são feitos os grandes líderes, como tomar decisões difíceis em momentos de incerteza e instabilidade, o desafio entre os princípios e as políticas e o papel determinante da imaginação e da inovação. "Acredito na Paz. Acredito na luta de Shimon Peres. Acredito que a Paz se faz com vontade de fazer e não de desfazer, com diálogo e não com arrogância - de qualquer dos que a devem construir -, com espírito paciente, mas inspirador." - Marcelo Rebelo de Sousa, in Prefácio
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Ex líder israelita partilha o seu conhecimento profundo, fundamental para as novas gerações de líderes na política, nos negócios e na nobre missão de construir um mundo mais seguro, mais justo e em paz. Em 1934, Shimon Peres, com 11 anos, abandonou a Polónia com destino a Israel, deixando para trás muitos familiares que viriam a ser vítimas do Holocausto. Na época, seria impossível prever que aquele jovem rapaz viria a ser uma das grandes personalidades da política mundial do século XX. Foi Presidente, primeiro-ministro, ministro dos Negócios Estrangeiros, entre outras pastas, tendo sido decisivo para o fortalecimento do poder militar, nuclear e político do Estado de Israel. Neste livro, terminado semanas antes da sua morte, Peres olha para os momentos cruciais da história de Israel, como decisor e como testemunha privilegiada. Não há sonhos impossíveis cobre diversas décadas e eventos, não tanto relatando o que aconteceu, mas sim porque aconteceu. Shimon Peres mostra de que matéria são feitos os grandes líderes, como tomar decisões difíceis em momentos de incerteza e instabilidade, o desafio entre os princípios e as políticas e o papel determinante da imaginação e da inovação. "Acredito na Paz. Acredito na luta de Shimon Peres. Acredito que a Paz se faz com vontade de fazer e não de desfazer, com diálogo e não com arrogância - de qualquer dos que a devem construir -, com espírito paciente, mas inspirador." - Marcelo Rebelo de Sousa, in Prefácio
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
“Um livro extraordinário, que nos ajuda a compreender a complexidade do presente com um vasto conhecimento do passado.” GERMANO ALMEIDA JORNALISTA E ANALISTA DE POLÍTICA INTERNACIONAL As origens e o futuro de um país constantemente dividido e adiado A INVASÃO ISRAELITA DE OUTUBRO DE 2024 NÃO É NOVIDADE PARA O POVO DO LÍBANO: O TERRITÓRIO É DISPUTADO DESDE HÁ MILÉNIOS. Pela região que é hoje conhecida como Líbano passaram fenícios, assírios, persas, gregos, romanos, bizantinos, turcos otomanos, franceses…Estes povos costuraram uma história rica e uma identidade cultural única, que chegou a dar ao país o rótulo de “Suíça do Médio Oriente”, numa promessa que ficou sempre por cumprir. O final da Segunda Guerra Mundial, primeiro, e a chegada de refugiados sírios e palestinianos, depois, ressuscitaram o sonho de uma nação árabe, mas ali surgiu também o Hezbollah, um Estado dentro do Estado que viria a ser o rastilho de sucessivos conflitos. Território de montanhas e belezas naturais oníricas, o Líbano é hoje um país dividido por credos e fações como nenhum outro, que o levou a aprender a ser de todos – só ainda não aprendeu a ser de si próprio, nem nunca sentiu o sabor da paz social.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
“Um livro extraordinário, que nos ajuda a compreender a complexidade do presente com um vasto conhecimento do passado.” GERMANO ALMEIDA JORNALISTA E ANALISTA DE POLÍTICA INTERNACIONAL As origens e o futuro de um país constantemente dividido e adiado A INVASÃO ISRAELITA DE OUTUBRO DE 2024 NÃO É NOVIDADE PARA O POVO DO LÍBANO: O TERRITÓRIO É DISPUTADO DESDE HÁ MILÉNIOS. Pela região que é hoje conhecida como Líbano passaram fenícios, assírios, persas, gregos, romanos, bizantinos, turcos otomanos, franceses…Estes povos costuraram uma história rica e uma identidade cultural única, que chegou a dar ao país o rótulo de “Suíça do Médio Oriente”, numa promessa que ficou sempre por cumprir. O final da Segunda Guerra Mundial, primeiro, e a chegada de refugiados sírios e palestinianos, depois, ressuscitaram o sonho de uma nação árabe, mas ali surgiu também o Hezbollah, um Estado dentro do Estado que viria a ser o rastilho de sucessivos conflitos. Território de montanhas e belezas naturais oníricas, o Líbano é hoje um país dividido por credos e fações como nenhum outro, que o levou a aprender a ser de todos – só ainda não aprendeu a ser de si próprio, nem nunca sentiu o sabor da paz social.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Na península ibérica do século XII, dois homens protagonizam uma nova história do cerco de Lisboa: Afonso Henriques e Abu'l Qasim Ahmad Ibn Qasi. D. Afonso Henriques é uma das mais míticas figuras da História de Portugal. Porém, quanto do que tendemos a saber ou pensar sobre ele é real, e quanto é mito? Azzam, autor de O Regresso de D. Sebastião volta a olhar um episódio emblemático da nossa história, o cerco de Lisboa, com uma sagacidade invulgar, própria de alguém que vê de fora, um historiador que, sem descurar a versão veiculada ao longo de muitas décadas, quer, sobretudo, procurar a perspetiva do outro, o lugar mais desconhecido, a conciliação de teses, aparentemente, antagónicas. E é aqui chegados que deparamos com Abu'l Qasim Ahmad ibn Qasi, o rebelde místico. Ibn Qasi, líder sufi aliado de Afonso Henriques que reinou sobre Mértola e Silves, era muçulmano e chamavam-lhe profeta, revoltou-se contra a liderança de Almóada e procurou no rei uma aliança com os cristãos. Foi o prenúncio da sua morte. De que forma estes dois homens, por meio do seu breve encontro, marcaram a época da Reconquista e têm outra história para contar? Tendo como ponto central o cerco de Lisboa, em 1147, símbolo primeiro de um Portugal independente, Azzam faz um novo retrato da influência muçulmana na Península Ibérica, desconstruindo o mito do invasor. Porque, entre os mundos católico e islâmico, há, talvez, um espaço de não contado que tem de ser conhecido, para percebermos, realmente, onde e como nasceu Portugal.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Na península ibérica do século XII, dois homens protagonizam uma nova história do cerco de Lisboa: Afonso Henriques e Abu'l Qasim Ahmad Ibn Qasi. D. Afonso Henriques é uma das mais míticas figuras da História de Portugal. Porém, quanto do que tendemos a saber ou pensar sobre ele é real, e quanto é mito? Azzam, autor de O Regresso de D. Sebastião volta a olhar um episódio emblemático da nossa história, o cerco de Lisboa, com uma sagacidade invulgar, própria de alguém que vê de fora, um historiador que, sem descurar a versão veiculada ao longo de muitas décadas, quer, sobretudo, procurar a perspetiva do outro, o lugar mais desconhecido, a conciliação de teses, aparentemente, antagónicas. E é aqui chegados que deparamos com Abu'l Qasim Ahmad ibn Qasi, o rebelde místico. Ibn Qasi, líder sufi aliado de Afonso Henriques que reinou sobre Mértola e Silves, era muçulmano e chamavam-lhe profeta, revoltou-se contra a liderança de Almóada e procurou no rei uma aliança com os cristãos. Foi o prenúncio da sua morte. De que forma estes dois homens, por meio do seu breve encontro, marcaram a época da Reconquista e têm outra história para contar? Tendo como ponto central o cerco de Lisboa, em 1147, símbolo primeiro de um Portugal independente, Azzam faz um novo retrato da influência muçulmana na Península Ibérica, desconstruindo o mito do invasor. Porque, entre os mundos católico e islâmico, há, talvez, um espaço de não contado que tem de ser conhecido, para percebermos, realmente, onde e como nasceu Portugal.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A corrupção é um dos maiores problemas que Portugal e o mundo enfrentam. Para a economia, significa um autêntico rombo, que, no caso português, atinge quase 18 mil milhões de euros. Para a justiça social, é um enorme embaraço. Para o Estado de direito democrático, pode ser fatal. Mas se, por um lado, a corrupção é uma preocupação persistente e crescente, por outro, verifica-se um elevado grau de ignorância sobre este fenómeno, até mesmo entre as elites políticas e económicas. Tiago Rosa Gaspar, em conjunto com reputados especialistas, decifra este fenómeno, tão antigo como a espécie humana, e analisa o seu impacto na sociedade, identificando desafios e oportunidades na sua prevenção e combate, e destacando o papel, tantas vezes subestimado, que qualquer um de nós pode e deve desempenhar nesta luta.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
A corrupção é um dos maiores problemas que Portugal e o mundo enfrentam. Para a economia, significa um autêntico rombo, que, no caso português, atinge quase 18 mil milhões de euros. Para a justiça social, é um enorme embaraço. Para o Estado de direito democrático, pode ser fatal. Mas se, por um lado, a corrupção é uma preocupação persistente e crescente, por outro, verifica-se um elevado grau de ignorância sobre este fenómeno, até mesmo entre as elites políticas e económicas. Tiago Rosa Gaspar, em conjunto com reputados especialistas, decifra este fenómeno, tão antigo como a espécie humana, e analisa o seu impacto na sociedade, identificando desafios e oportunidades na sua prevenção e combate, e destacando o papel, tantas vezes subestimado, que qualquer um de nós pode e deve desempenhar nesta luta.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma brilhante reflexão sobre a liberdade — o que é, como tem sido mal interpretada, e porque é a nossa única hipótese de sobrevivência — pelo aclamado historiador da Universidade de Yale e autor do bestseller mundial Sobre a Tirania. Timothy Snyder é considerado "o principal estudioso dos nossos tempos sombrios." Como historiador surpreendeu-nos com novas interpretações de colapsos políticos passados e de assassínios em massa. Como figura pública, aplicou esse conhecimento histórico para dar conselhos e fazer previsões, assim combatendo o autoritarismo onde quer que ele exista no presente. O seu livro Sobre a Tirania inspirou milhões de pessoas a lutarem pela liberdade. Agora, neste tour de force da filosofia política, ajuda-nos a ver aquilo por que estamos exatamente a lutar. A liberdade é o grande compromisso ocidental, mas, como argumenta Snyder, perdemos de vista o seu significado — e isso está a conduzir-nos à crise. Demasiados de nós olham para a liberdade como a ausência de poder do Estado: pensamos que somos livres se pudermos fazer e dizer o que quisermos, e se nos protegermos da ação do Governo. No entanto, a verdadeira liberdade não é tanto a "liberdade (libertação) de", mas a "liberdade para" — liberdade para prosperar, liberdade para correr riscos com vista a futuros escolhidos por nós se trabalharmos em conjunto por eles. Daí que a liberdade seja o valor que torna possíveis todos os outros valores. Da Liberdade proporciona-nos uma estimulante viagem intelectual. Baseando-se no trabalho de filósofos e dissidentes políticos, e em conversas com pensadores contemporâneos sobre as suas próprias experiências de amadurecimento numa época atípica, Snyder identifica as práticas e atitudes — os hábitos mentais — que nos permitirão vislumbrar um governo com o qual nós e as gerações futuras possamos prosperar. Passamos a apreciar a importância das tradições (defendidas pela direita), mas também o papel das instituições (favorecidas pela esquerda). Íntimo e ambicioso, este livro procura forjar um novo consenso assente numa política de abundância, generosidade e bondade.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma brilhante reflexão sobre a liberdade — o que é, como tem sido mal interpretada, e porque é a nossa única hipótese de sobrevivência — pelo aclamado historiador da Universidade de Yale e autor do bestseller mundial Sobre a Tirania. Timothy Snyder é considerado "o principal estudioso dos nossos tempos sombrios." Como historiador surpreendeu-nos com novas interpretações de colapsos políticos passados e de assassínios em massa. Como figura pública, aplicou esse conhecimento histórico para dar conselhos e fazer previsões, assim combatendo o autoritarismo onde quer que ele exista no presente. O seu livro Sobre a Tirania inspirou milhões de pessoas a lutarem pela liberdade. Agora, neste tour de force da filosofia política, ajuda-nos a ver aquilo por que estamos exatamente a lutar. A liberdade é o grande compromisso ocidental, mas, como argumenta Snyder, perdemos de vista o seu significado — e isso está a conduzir-nos à crise. Demasiados de nós olham para a liberdade como a ausência de poder do Estado: pensamos que somos livres se pudermos fazer e dizer o que quisermos, e se nos protegermos da ação do Governo. No entanto, a verdadeira liberdade não é tanto a "liberdade (libertação) de", mas a "liberdade para" — liberdade para prosperar, liberdade para correr riscos com vista a futuros escolhidos por nós se trabalharmos em conjunto por eles. Daí que a liberdade seja o valor que torna possíveis todos os outros valores. Da Liberdade proporciona-nos uma estimulante viagem intelectual. Baseando-se no trabalho de filósofos e dissidentes políticos, e em conversas com pensadores contemporâneos sobre as suas próprias experiências de amadurecimento numa época atípica, Snyder identifica as práticas e atitudes — os hábitos mentais — que nos permitirão vislumbrar um governo com o qual nós e as gerações futuras possamos prosperar. Passamos a apreciar a importância das tradições (defendidas pela direita), mas também o papel das instituições (favorecidas pela esquerda). Íntimo e ambicioso, este livro procura forjar um novo consenso assente numa política de abundância, generosidade e bondade.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Para Vladimir Putin foi fácil. Ele pôde, no final da Guerra Fria, apagar o passado destruindo ficheiros na fornalha do seu posto no KGB. Mas na era de corrupção global que ele ajudou a criar, apagar o passado já não é tão simples. Cada transferência de dinheiro sujo deixa um rasto digital. A verdade mantém-se algures. E, todavia, o que os governantes desta ordem corrupta mais desejam é moldar a realidade à sua vontade e impô-la a todos. Da autoria de Tom Burgis, jornalista premiado, O País dos Cucos é a história real de como os ricos e poderosos constroem um mundo falso. Do Kremlin a Katmandu, de bancos suíços até um retiro real na Escócia, o livro desenrola-se como um thriller, por vezes trágico, por vezes absurdo, expondo o custo arrepiante desta guerra à verdade.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Para Vladimir Putin foi fácil. Ele pôde, no final da Guerra Fria, apagar o passado destruindo ficheiros na fornalha do seu posto no KGB. Mas na era de corrupção global que ele ajudou a criar, apagar o passado já não é tão simples. Cada transferência de dinheiro sujo deixa um rasto digital. A verdade mantém-se algures. E, todavia, o que os governantes desta ordem corrupta mais desejam é moldar a realidade à sua vontade e impô-la a todos. Da autoria de Tom Burgis, jornalista premiado, O País dos Cucos é a história real de como os ricos e poderosos constroem um mundo falso. Do Kremlin a Katmandu, de bancos suíços até um retiro real na Escócia, o livro desenrola-se como um thriller, por vezes trágico, por vezes absurdo, expondo o custo arrepiante desta guerra à verdade.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Do Mediterrâneo à China, esta obra analisa dez grandes impérios, abarcando o Império Novo do Egito
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Do Mediterrâneo à China, esta obra analisa dez grandes impérios, abarcando o Império Novo do Egito
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nova edição atualizada e aumentada da obra de referência da geopolítica. Partindo do passado para a exploração do presente e dos possíveis futuros, Miguel Monjardino, professor de Relações Internacionais e especialista em geopolítica e geoestratégia, explica as razões do desequilíbrio do sistema internacional, analisa os mais importantes factos da geopolítica e antecipa o que se pode esperar, em Portugal e no mundo. Nesta nova edição, reforça a tese de que vivemos um período dinâmico e instável. É neste contexto que os líderes da China e da Rússia têm agido. Juntamente com o Irão e a Coreia do Norte, estes países formam um novo eixo que tenta acelerar a transição para uma nova ordem internacional. Este facto terá consequências na forma como os decisores olham para o mundo e avaliam o risco e a oportunidade das suas decisões. Daí a importância dos próximos anos para um país como Portugal, que faz parte de um sistema de alianças de democracias euro-atlânticas. Como nos adaptaremos a este período histórico? Este livro é um contributo para o debate sobre a evolução da política internacional no país.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Nova edição atualizada e aumentada da obra de referência da geopolítica. Partindo do passado para a exploração do presente e dos possíveis futuros, Miguel Monjardino, professor de Relações Internacionais e especialista em geopolítica e geoestratégia, explica as razões do desequilíbrio do sistema internacional, analisa os mais importantes factos da geopolítica e antecipa o que se pode esperar, em Portugal e no mundo. Nesta nova edição, reforça a tese de que vivemos um período dinâmico e instável. É neste contexto que os líderes da China e da Rússia têm agido. Juntamente com o Irão e a Coreia do Norte, estes países formam um novo eixo que tenta acelerar a transição para uma nova ordem internacional. Este facto terá consequências na forma como os decisores olham para o mundo e avaliam o risco e a oportunidade das suas decisões. Daí a importância dos próximos anos para um país como Portugal, que faz parte de um sistema de alianças de democracias euro-atlânticas. Como nos adaptaremos a este período histórico? Este livro é um contributo para o debate sobre a evolução da política internacional no país.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As grandes descobertas oficiais - como as das Caraíbas por Colombo, da Índia por Vasco da Gama ou do Brasil por Álvares Cabral - foram precedidas de numerosas viagens secretas de portugueses que estudaram sistemas de ventos e de correntes e mapearam ilhas e costas, num conjunto de informações que foi tratado como segredo de Estado. Ainda que secretos, porém, esses conhecimentos contribuíram para os paradoxos que os mapas do mundo dos séculos XV e XVI deixam transparecer. Alguns contêm muito mais dados do que os registos dos cronistas ao serviço dos monarcas da época
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As grandes descobertas oficiais - como as das Caraíbas por Colombo, da Índia por Vasco da Gama ou do Brasil por Álvares Cabral - foram precedidas de numerosas viagens secretas de portugueses que estudaram sistemas de ventos e de correntes e mapearam ilhas e costas, num conjunto de informações que foi tratado como segredo de Estado. Ainda que secretos, porém, esses conhecimentos contribuíram para os paradoxos que os mapas do mundo dos séculos XV e XVI deixam transparecer. Alguns contêm muito mais dados do que os registos dos cronistas ao serviço dos monarcas da época
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 584
Sinopse:
A história da Segunda Guerra através de mais de 250 mapas originais e acessíveis. Martin Gilbert apresenta graficamente a história política, militar, económica e social do conflito de 1939-1945. Ao longo de mais de 250 mapas esclarecedores, o conceituado historiador analisa os principais acontecimentos do conflito mundial desde a invasão alemã da Polónia em setembro de 1939 à derrota do Japão em agosto de 1945. Os mapas abordam pormenorizadamente uma série de factos históricos, dos mais conhecidos do grande público até aos planos que nunca chegaram a ser postos em prática. Entre outros acontecimentos em análise, destacam-se a queda da França; as campanhas militares, navais e aéreas em todas as frentes; os desembarques na Normandia; os bombardeamentos de várias cidades europeias e o impacto do conflito nos civis; os campos de concentração e de trabalhos forçados e os campos de prisioneiros de guerra na Europa, nas Américas e no Extremo Oriente; as vertentes económicas e sociais da guerra; e o pós-guerra.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
A história da Segunda Guerra através de mais de 250 mapas originais e acessíveis. Martin Gilbert apresenta graficamente a história política, militar, económica e social do conflito de 1939-1945. Ao longo de mais de 250 mapas esclarecedores, o conceituado historiador analisa os principais acontecimentos do conflito mundial desde a invasão alemã da Polónia em setembro de 1939 à derrota do Japão em agosto de 1945. Os mapas abordam pormenorizadamente uma série de factos históricos, dos mais conhecidos do grande público até aos planos que nunca chegaram a ser postos em prática. Entre outros acontecimentos em análise, destacam-se a queda da França; as campanhas militares, navais e aéreas em todas as frentes; os desembarques na Normandia; os bombardeamentos de várias cidades europeias e o impacto do conflito nos civis; os campos de concentração e de trabalhos forçados e os campos de prisioneiros de guerra na Europa, nas Américas e no Extremo Oriente; as vertentes económicas e sociais da guerra; e o pós-guerra.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Durante milénios, a humanidade procurou compreender e transmitir às gerações futuras não apenas os modos de viver a vida, mas também o significado e o propósito da nossa existência, tal como declinados pela arte, pela arquitetura, pela religião e pela filosofia. Da cidade perdida de Nefertiti às peças teatrais de Wole Soyinka
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Durante milénios, a humanidade procurou compreender e transmitir às gerações futuras não apenas os modos de viver a vida, mas também o significado e o propósito da nossa existência, tal como declinados pela arte, pela arquitetura, pela religião e pela filosofia. Da cidade perdida de Nefertiti às peças teatrais de Wole Soyinka
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Eventos bélicos de grande dimensão, como a Primeira Guerra Mundial, a Guerra Civil de Espanha ou a Segunda Guerra Mundial, e a ascensão de regimes autoritários na Europa obrigaram milhões de pessoas a sair dos seus países e a procurar acolhimento noutros estados. Apesar de ser um país periférico e de pequena dimensão, Portugal teve um papel central na história dos refugiados durante o século XX. No entanto, as reações e atitudes dos governos e da população portuguesa foram diferentes consoante o regime vigente (Monarquia Constitucional, Primeira República, Ditadura Militar e Estado Novo), o contexto internacional ou a composição das vagas de refugiados. Privilegiando sobretudo a ordem e a segurança, Portugal mostrou-se recetivo e acolhedor quando entendeu que os refugiados não representavam perigo, mas manteve uma postura mais intransigente, restritiva e repressiva sempre que considerou os refugiados uma ameaça para o regime e o país. Neste olhar para um passado mais atual do que nunca, os historiadores Carolina Henriques Pereira e Fábio Alexandre Faria mostram-nos como Portugal, entre as décadas de 1900 e 1970, foi porto de esperança para milhares de deslocados de guerra e refugiados, embora nem sempre com hospitalidade generalizada.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Eventos bélicos de grande dimensão, como a Primeira Guerra Mundial, a Guerra Civil de Espanha ou a Segunda Guerra Mundial, e a ascensão de regimes autoritários na Europa obrigaram milhões de pessoas a sair dos seus países e a procurar acolhimento noutros estados. Apesar de ser um país periférico e de pequena dimensão, Portugal teve um papel central na história dos refugiados durante o século XX. No entanto, as reações e atitudes dos governos e da população portuguesa foram diferentes consoante o regime vigente (Monarquia Constitucional, Primeira República, Ditadura Militar e Estado Novo), o contexto internacional ou a composição das vagas de refugiados. Privilegiando sobretudo a ordem e a segurança, Portugal mostrou-se recetivo e acolhedor quando entendeu que os refugiados não representavam perigo, mas manteve uma postura mais intransigente, restritiva e repressiva sempre que considerou os refugiados uma ameaça para o regime e o país. Neste olhar para um passado mais atual do que nunca, os historiadores Carolina Henriques Pereira e Fábio Alexandre Faria mostram-nos como Portugal, entre as décadas de 1900 e 1970, foi porto de esperança para milhares de deslocados de guerra e refugiados, embora nem sempre com hospitalidade generalizada.
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