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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
A 20 de outubro de 2018, Judite Sousa partiu para o Brasil, como enviada especial da TVI, para fazer a cobertura da campanha da segunda volta do candidato Jair Bolsonaro. À chegada ao Rio de Janeiro, a repórter encontrou um país a gritar por mudança. Esse desejo de mudar tinha um rosto: Jair Bolsonaro, ex-militar e deputado de extrema-direita, que agora jurava dar um novo rumo ao Brasil. Judite Sousa viu-se confrontada com o imprevisto. Bolsonaro, que fora agredido com uma facada na campanha para a primeira volta das eleições presidenciais, teria de ficar em casa durante as duas semanas da campanha para a segunda volta, tornando-se assim no candidato invisível. Sem debates ou ações de rua, como seria possível para a TVI fazer as reportagens para Lisboa? Bolsonaro usava as redes sociais para fazer passar as suas mensagens ao eleitorado brasileiro, um meio de comunicação privilegiado das novas democracias. O perigo da extrema-direita, aliado ao poder das tecnologias, tornou-se o ângulo principal do trabalho de Judite Sousa. Neste livro, a autora parte da realidade política do Brasil para analisar outras democracias que aparentam estar em crise e onde os eleitores são conquistados através do WhatsApp, do Facebook, do Twitter e das fake news - esse fenómeno viral que elege ou destitui políticos e ensombra a História contemporânea.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
A 20 de outubro de 2018, Judite Sousa partiu para o Brasil, como enviada especial da TVI, para fazer a cobertura da campanha da segunda volta do candidato Jair Bolsonaro. À chegada ao Rio de Janeiro, a repórter encontrou um país a gritar por mudança. Esse desejo de mudar tinha um rosto: Jair Bolsonaro, ex-militar e deputado de extrema-direita, que agora jurava dar um novo rumo ao Brasil. Judite Sousa viu-se confrontada com o imprevisto. Bolsonaro, que fora agredido com uma facada na campanha para a primeira volta das eleições presidenciais, teria de ficar em casa durante as duas semanas da campanha para a segunda volta, tornando-se assim no candidato invisível. Sem debates ou ações de rua, como seria possível para a TVI fazer as reportagens para Lisboa? Bolsonaro usava as redes sociais para fazer passar as suas mensagens ao eleitorado brasileiro, um meio de comunicação privilegiado das novas democracias. O perigo da extrema-direita, aliado ao poder das tecnologias, tornou-se o ângulo principal do trabalho de Judite Sousa. Neste livro, a autora parte da realidade política do Brasil para analisar outras democracias que aparentam estar em crise e onde os eleitores são conquistados através do WhatsApp, do Facebook, do Twitter e das fake news - esse fenómeno viral que elege ou destitui políticos e ensombra a História contemporânea.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Neste livro, e com a frontalidade que o caracteriza, Rui Moreira não deixa nada por dizer. Quase a terminar o terceiro mandato como independente na presidência da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira reúne um conjunto de textos nos quais aponta um país «de brandos mas cada vez piores costumes» e sobrecentralizado na capital, reflete sobre o descrédito do sistema judicial e a crise de confiança nas instituições democráticas, denuncia uma «Constituição maçadora e obsessiva» que «se protege dos cidadãos», e não esquece questões que têm estado no centro da discórdia, como o turismo e a imigração. Em Ponto Final, Rui Moreira não usa meias palavras para fazer reparos, mas também indica soluções para os problemas da educação («a escola pública é o único elevador social de que dispomos»), dos transportes (como a localização do novo aeroporto de Lisboa e a Linha do Norte), do excesso de burocracia e da proteção social. Olha também para a Europa e para o Mundo, mas é sempre ao Porto, «a cidade que teve a desfaçatez de crescer, modernizar-se, ganhar qualidade de vida, tornar-se mais democrática e cosmopolita», que regressa.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Neste livro, e com a frontalidade que o caracteriza, Rui Moreira não deixa nada por dizer. Quase a terminar o terceiro mandato como independente na presidência da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira reúne um conjunto de textos nos quais aponta um país «de brandos mas cada vez piores costumes» e sobrecentralizado na capital, reflete sobre o descrédito do sistema judicial e a crise de confiança nas instituições democráticas, denuncia uma «Constituição maçadora e obsessiva» que «se protege dos cidadãos», e não esquece questões que têm estado no centro da discórdia, como o turismo e a imigração. Em Ponto Final, Rui Moreira não usa meias palavras para fazer reparos, mas também indica soluções para os problemas da educação («a escola pública é o único elevador social de que dispomos»), dos transportes (como a localização do novo aeroporto de Lisboa e a Linha do Norte), do excesso de burocracia e da proteção social. Olha também para a Europa e para o Mundo, mas é sempre ao Porto, «a cidade que teve a desfaçatez de crescer, modernizar-se, ganhar qualidade de vida, tornar-se mais democrática e cosmopolita», que regressa.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Com boas notas, e a estudar num dos melhores colégios de Lisboa, Gonçalo é o filho que todos os pais gostariam de ter. Desde cedo, ele e o grupo de amigos são bombardeados com imagens sexuais em filmes, séries, videoclips, anúncios e celebridades levando a uma erotização precoce. A ausência de educação sexual por parte dos pais e colégio leva-os a investigar o extenso mundo da pornografia na internet. Em simultâneo, a sua impreparação para lidarem com as redes sociais leva-os a serem participantes e vítimas na busca vertiginosa de likes para ultrapassarem a mítica marca dos 1000 amigos. Eles apenas pensam nos desafios e nunca nas consequências. As drogas legais, o sexting, a masturbação online com estranhos, serem paparazzi da vida uns dos outros e a prostituição com mulheres mais velhas fazem parte do seu estilo de vida, onde o futuro não existe, apenas o logo à noite.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Com boas notas, e a estudar num dos melhores colégios de Lisboa, Gonçalo é o filho que todos os pais gostariam de ter. Desde cedo, ele e o grupo de amigos são bombardeados com imagens sexuais em filmes, séries, videoclips, anúncios e celebridades levando a uma erotização precoce. A ausência de educação sexual por parte dos pais e colégio leva-os a investigar o extenso mundo da pornografia na internet. Em simultâneo, a sua impreparação para lidarem com as redes sociais leva-os a serem participantes e vítimas na busca vertiginosa de likes para ultrapassarem a mítica marca dos 1000 amigos. Eles apenas pensam nos desafios e nunca nas consequências. As drogas legais, o sexting, a masturbação online com estranhos, serem paparazzi da vida uns dos outros e a prostituição com mulheres mais velhas fazem parte do seu estilo de vida, onde o futuro não existe, apenas o logo à noite.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Uma análise fascinante sobre o equilíbrio entre o mundo árabe e o mundo ocidental - será que há esperança num futuro de paz e estabilidade? Numa operação de charme para conquistar o Ocidente, a Arábia Saudita, a primeira potência do Médio Oriente, tem sofrido várias metamorfoses, que vão da geopolítica, energia e economia e finanças à tecnologia e à luta contra as alterações climáticas. Por outro lado, parece emergir da vitimização anti-Israel a vontade de quebrar a cadeia de ódio contra o Ocidente (e o seu financiamento), que conduziu à propagação da Jihad e da violência fanática. A enorme área em desenvolvimento, entre o Golfo Pérsico e o Mar Vermelho, atrai investimento e empresas estrangeiras e acolhe novos fluxos de empresários, turistas, estudantes e investigadores. Assistimos ainda à secularização em curso, que reduz os poderes do clero islâmico, liberaliza os costumes e melhora os direitos das mulheres. Mas o que está por trás de tudo isto? Neste livro, e inspirado nas suas mais recentes viagens, Federico Rampini revela-nos o novo império árabe e põe a descoberto as mudanças operadas por um regime autoritário (que deve ser mantido sob guarda), mas que quer relançar o seu papel no mundo, recordando o que foi a idade de ouro da sua civilização. Agora que o Médio Oriente está de novo em chamas, de que lado se encontra a Arábia Saudita? A ameaça é permanente, perante um adversário como o Irão e com o conflito israelo-palestiniano, que afeta líderes e povos de toda a região. Mas o desenvolvimento de África, a estabilidade do Mediterrâneo, a segurança mundial e a transição para uma economia menos condicionada pelo petróleo também dependem do sucesso, ou não, dos planos futuristas que emergem nesta parte do mundo.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Uma análise fascinante sobre o equilíbrio entre o mundo árabe e o mundo ocidental - será que há esperança num futuro de paz e estabilidade? Numa operação de charme para conquistar o Ocidente, a Arábia Saudita, a primeira potência do Médio Oriente, tem sofrido várias metamorfoses, que vão da geopolítica, energia e economia e finanças à tecnologia e à luta contra as alterações climáticas. Por outro lado, parece emergir da vitimização anti-Israel a vontade de quebrar a cadeia de ódio contra o Ocidente (e o seu financiamento), que conduziu à propagação da Jihad e da violência fanática. A enorme área em desenvolvimento, entre o Golfo Pérsico e o Mar Vermelho, atrai investimento e empresas estrangeiras e acolhe novos fluxos de empresários, turistas, estudantes e investigadores. Assistimos ainda à secularização em curso, que reduz os poderes do clero islâmico, liberaliza os costumes e melhora os direitos das mulheres. Mas o que está por trás de tudo isto? Neste livro, e inspirado nas suas mais recentes viagens, Federico Rampini revela-nos o novo império árabe e põe a descoberto as mudanças operadas por um regime autoritário (que deve ser mantido sob guarda), mas que quer relançar o seu papel no mundo, recordando o que foi a idade de ouro da sua civilização. Agora que o Médio Oriente está de novo em chamas, de que lado se encontra a Arábia Saudita? A ameaça é permanente, perante um adversário como o Irão e com o conflito israelo-palestiniano, que afeta líderes e povos de toda a região. Mas o desenvolvimento de África, a estabilidade do Mediterrâneo, a segurança mundial e a transição para uma economia menos condicionada pelo petróleo também dependem do sucesso, ou não, dos planos futuristas que emergem nesta parte do mundo.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A Mesopotâmia é conhecida como o «berço da civilização» e da escrita. No auge da sua influência, a região entre os rios Tigre e Eufrates viu nascer as primeiras cidades do mundo, o primeiro sistema de escrita, os primeiros registos históricos, bem como os mitos, a medicina, a literatura, a astronomia e a religião que revolucionariam sociedades em grande parte do mundo. A historiadora Moudhy Al-Rashid aproxima-nos deste passado antigo e das vidas das pessoas que viveram nesta sociedade extraordinária. As centenas de milhares de tabuinhas de argila da Mesopotâmia antiga contam histórias com uma maravilhosa ressonância com o nosso quotidiano: um pai a tentar desesperadamente acalmar um bebé, um adolescente entediado a fazer rabiscos durante uma aula, um cervejeiro a recolher ingredientes para fazer cerveja ou um escravo a tentar negociar a sua liberdade. Através das peças de um museu com 2500 anos, colecionadas por uma princesa que viveu há mais de vinte e cinco séculos, Al-Rashid apresenta-nos diferentes períodos da história da Mesopotâmia, revelando aspetos da sociedade e da cultura que ainda nos nossos dias nos parecem familiares, como a guerra, a educação, a língua, os direitos das mulheres, a religião e o divino. Estes artefactos não só dão vida àquela região, como nos mostram que as pessoas que consideramos «antigas» tinham, de facto, um sentido altamente desenvolvido da sua própria história. Dando vida e cor a uma sociedade complexa e surpreendentemente moderna, este livro investiga o que a história significava naquela época, o que ela significa hoje e o que podemos aprender com o passado distante.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A Mesopotâmia é conhecida como o «berço da civilização» e da escrita. No auge da sua influência, a região entre os rios Tigre e Eufrates viu nascer as primeiras cidades do mundo, o primeiro sistema de escrita, os primeiros registos históricos, bem como os mitos, a medicina, a literatura, a astronomia e a religião que revolucionariam sociedades em grande parte do mundo. A historiadora Moudhy Al-Rashid aproxima-nos deste passado antigo e das vidas das pessoas que viveram nesta sociedade extraordinária. As centenas de milhares de tabuinhas de argila da Mesopotâmia antiga contam histórias com uma maravilhosa ressonância com o nosso quotidiano: um pai a tentar desesperadamente acalmar um bebé, um adolescente entediado a fazer rabiscos durante uma aula, um cervejeiro a recolher ingredientes para fazer cerveja ou um escravo a tentar negociar a sua liberdade. Através das peças de um museu com 2500 anos, colecionadas por uma princesa que viveu há mais de vinte e cinco séculos, Al-Rashid apresenta-nos diferentes períodos da história da Mesopotâmia, revelando aspetos da sociedade e da cultura que ainda nos nossos dias nos parecem familiares, como a guerra, a educação, a língua, os direitos das mulheres, a religião e o divino. Estes artefactos não só dão vida àquela região, como nos mostram que as pessoas que consideramos «antigas» tinham, de facto, um sentido altamente desenvolvido da sua própria história. Dando vida e cor a uma sociedade complexa e surpreendentemente moderna, este livro investiga o que a história significava naquela época, o que ela significa hoje e o que podemos aprender com o passado distante.
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Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 404
Sinopse:
UM DOS GRANDES LIVROS SOBRE A QUESTÃO ISRAELO-PALESTINIANA «Em nome de Deus, que a Palestina seja deixada em paz.» É desta forma que o presidente da câmara de Jerusalém termina a carta enviada em 1899 a Theodore Herzl, pai do movimento sionista, onde explicava que a Palestina tinha habitantes nativos e advertia para os perigos que se aproximavam. E é com este relato que Rashid Khalidi, o maior historiador do Médio Oriente nos Estados Unidos e sobrinho-neto do autor da dita carta, inicia a sua narrativa sobre os palestinianos e a guerra contra eles travada. Original, envolvente e marcante, Palestina – Uma Biografia cruza eventos históricos, materiais de arquivo nunca antes explorados e relatos de gerações, tratando de forma simultaneamente sóbria e emotiva os factos de um confronto trágico entre dois povos que reivindicam o mesmo território. Esta não é uma crónica de vitimização, uma tentativa de branquear os erros dos líderes palestinianos nem a negação da emergência de movimentos nacionalistas de ambos os lados. É, antes, uma nova e esclarecedora visão de um conflito com mais de um século, uma história de colonização e de resistência de um povo que não abdica de existir. «Uma obra fascinante e original, a primeira a explorar a guerra contra os palestinianos com base numa profunda imersão na sua luta…» Naom Chomsky
Nº Páginas: 404
Sinopse:
UM DOS GRANDES LIVROS SOBRE A QUESTÃO ISRAELO-PALESTINIANA «Em nome de Deus, que a Palestina seja deixada em paz.» É desta forma que o presidente da câmara de Jerusalém termina a carta enviada em 1899 a Theodore Herzl, pai do movimento sionista, onde explicava que a Palestina tinha habitantes nativos e advertia para os perigos que se aproximavam. E é com este relato que Rashid Khalidi, o maior historiador do Médio Oriente nos Estados Unidos e sobrinho-neto do autor da dita carta, inicia a sua narrativa sobre os palestinianos e a guerra contra eles travada. Original, envolvente e marcante, Palestina – Uma Biografia cruza eventos históricos, materiais de arquivo nunca antes explorados e relatos de gerações, tratando de forma simultaneamente sóbria e emotiva os factos de um confronto trágico entre dois povos que reivindicam o mesmo território. Esta não é uma crónica de vitimização, uma tentativa de branquear os erros dos líderes palestinianos nem a negação da emergência de movimentos nacionalistas de ambos os lados. É, antes, uma nova e esclarecedora visão de um conflito com mais de um século, uma história de colonização e de resistência de um povo que não abdica de existir. «Uma obra fascinante e original, a primeira a explorar a guerra contra os palestinianos com base numa profunda imersão na sua luta…» Naom Chomsky
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma História do Diabo é uma investigação empolgante sobre o Mal desde tempos remotos até à atualidade. Cruzando habilmente história divulgativa com reportagens de true crime, o autor e jornalista Randall Sullivan tão depressa recua através dos séculos para descrever as várias faces do demónio em múltiplas épocas, religiões e culturas, como viaja até à selva do México dos dias de hoje para participar num concorrido encontro com El Diablo, relatando ainda, entre outros episódios inquietantes, o exorcismo mais famoso da América ou a paranoia coletiva acerca de um culto satânico que contaminou uma comunidade do Texas na sequência de um achado sinistro em 1988. Um retrato ousado, vivo e recheado de suspense da grande figura das trevas e do lado mais obscuro do ser humano.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma História do Diabo é uma investigação empolgante sobre o Mal desde tempos remotos até à atualidade. Cruzando habilmente história divulgativa com reportagens de true crime, o autor e jornalista Randall Sullivan tão depressa recua através dos séculos para descrever as várias faces do demónio em múltiplas épocas, religiões e culturas, como viaja até à selva do México dos dias de hoje para participar num concorrido encontro com El Diablo, relatando ainda, entre outros episódios inquietantes, o exorcismo mais famoso da América ou a paranoia coletiva acerca de um culto satânico que contaminou uma comunidade do Texas na sequência de um achado sinistro em 1988. Um retrato ousado, vivo e recheado de suspense da grande figura das trevas e do lado mais obscuro do ser humano.
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Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 124
Sinopse:
A fundação do Estado de Israel, em 1948, precipitou a divisão fraturante que continua a irromper de forma violenta e trágica até hoje.
Nº Páginas: 124
Sinopse:
A fundação do Estado de Israel, em 1948, precipitou a divisão fraturante que continua a irromper de forma violenta e trágica até hoje.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Os tempos atuais são muito desafiantes. As dinâmicas sociais nacionais e internacionais exigem uma atitude reflexiva, uma indagação constante e um projeto de enunciados que ousem responder às pessoas e às comunidades. A Europa, em geral, e Portugal, em particular, constituem-se como territórios de múltiplos movimentos, uns mais evidentes do que outros, uns mais positivos do que outros. Estas dinâmicas ocorrem num contexto de inserção em processos económicos e sociais globais, exigentes em todas as suas vertentes. Importa conhecer, diagnosticar, inquietar e pôr em debate. Igualmente, importa apontar caminhos, definir estratégias, em ambiente mais ou menos académico, mas sempre num debate alargado, para o qual este livro pretende contribuir. O livro organiza-se numa lógica temática e de acordo com as diferentes escalas territoriais, mais ou menos globais, mais ou menos locais. Pretende discutir algumas das dimensões mais relevantes das sociedades atuais, sistematizando debates que importa aprofundar face aos enormes desafios com que nos deparamos, contribuindo dessa forma para o fundamental debate social. "Ler é sempre aprender, e neste caso é aprender sobre quem escreve, o Eduardo Vítor Rodrigues é um moderado de convicções profundas, o que, num mundo de "cancelamentos"e de geste que rasga vestes por causas que não duram mais do que uma tarde, é coisa rara e de valor.", João Pedro Matos Fernandes, prefácio.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Os tempos atuais são muito desafiantes. As dinâmicas sociais nacionais e internacionais exigem uma atitude reflexiva, uma indagação constante e um projeto de enunciados que ousem responder às pessoas e às comunidades. A Europa, em geral, e Portugal, em particular, constituem-se como territórios de múltiplos movimentos, uns mais evidentes do que outros, uns mais positivos do que outros. Estas dinâmicas ocorrem num contexto de inserção em processos económicos e sociais globais, exigentes em todas as suas vertentes. Importa conhecer, diagnosticar, inquietar e pôr em debate. Igualmente, importa apontar caminhos, definir estratégias, em ambiente mais ou menos académico, mas sempre num debate alargado, para o qual este livro pretende contribuir. O livro organiza-se numa lógica temática e de acordo com as diferentes escalas territoriais, mais ou menos globais, mais ou menos locais. Pretende discutir algumas das dimensões mais relevantes das sociedades atuais, sistematizando debates que importa aprofundar face aos enormes desafios com que nos deparamos, contribuindo dessa forma para o fundamental debate social. "Ler é sempre aprender, e neste caso é aprender sobre quem escreve, o Eduardo Vítor Rodrigues é um moderado de convicções profundas, o que, num mundo de "cancelamentos"e de geste que rasga vestes por causas que não duram mais do que uma tarde, é coisa rara e de valor.", João Pedro Matos Fernandes, prefácio.
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Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
«Podemos prestar cuidados básicos a todos e estar prontos para fazer face a qualquer doença que surja – e contê-la. Neste livro explico o plano para eliminar a ameaça que as pandemias representam para a humanidade e os passos que temos de dar para que não tenhamos de viver outra catástrofe como a COVID.» BILL GATES A pandemia da COVID-19 ainda não acabou. Enquanto os governos de todo o mundo tentam controlá-la, também já falam sobre o que poderá acontecer a seguir. Como evitar que uma nova pandemia mate milhões de pessoas e arrase a economia mundial? É legítimo pensarmos que vamos consegui-lo? Bill Gates acredita que sim e neste livro expõe de forma clara e convincente o que o mundo deveria ter aprendido com a COVID-19 e o que todos nós podemos fazer para evitar outro desastre como este. Apoiado no conhecimento partilhado pelos maiores especialistas mundiais e na sua própria experiência no combate a doenças fatais através da Fundação Gates, explica o funcionamento das doenças provocadas pelos coronavírus e mostra como as nações do mundo, trabalhando juntas e cooperando com o setor privado, podem não só evitar outra catástrofe semelhante à COVID, mas também eliminar todas as doenças respiratórias, incluindo a gripe. Este é um apelo claro, global e sério, feito por um dos maiores e mais eficazes pensadores e ativistas da atualidade.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
«Podemos prestar cuidados básicos a todos e estar prontos para fazer face a qualquer doença que surja – e contê-la. Neste livro explico o plano para eliminar a ameaça que as pandemias representam para a humanidade e os passos que temos de dar para que não tenhamos de viver outra catástrofe como a COVID.» BILL GATES A pandemia da COVID-19 ainda não acabou. Enquanto os governos de todo o mundo tentam controlá-la, também já falam sobre o que poderá acontecer a seguir. Como evitar que uma nova pandemia mate milhões de pessoas e arrase a economia mundial? É legítimo pensarmos que vamos consegui-lo? Bill Gates acredita que sim e neste livro expõe de forma clara e convincente o que o mundo deveria ter aprendido com a COVID-19 e o que todos nós podemos fazer para evitar outro desastre como este. Apoiado no conhecimento partilhado pelos maiores especialistas mundiais e na sua própria experiência no combate a doenças fatais através da Fundação Gates, explica o funcionamento das doenças provocadas pelos coronavírus e mostra como as nações do mundo, trabalhando juntas e cooperando com o setor privado, podem não só evitar outra catástrofe semelhante à COVID, mas também eliminar todas as doenças respiratórias, incluindo a gripe. Este é um apelo claro, global e sério, feito por um dos maiores e mais eficazes pensadores e ativistas da atualidade.
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Diário De Uma Invasão É O Testemunho Da Luta De Andrei Kurkov Contra A Guerra Imposta À Ucrânia Pela Rússia, Desde Os Meses Que Antecederam O Início Da Invasão Até Aos Desenvolvimentos Mais Recentes.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Diário De Uma Invasão É O Testemunho Da Luta De Andrei Kurkov Contra A Guerra Imposta À Ucrânia Pela Rússia, Desde Os Meses Que Antecederam O Início Da Invasão Até Aos Desenvolvimentos Mais Recentes.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 228
Sinopse:
«Num momento em que nos aproximamos do cinquentenário da Revolução do 25 de Abril, momento fundacional da nossa democracia, espero que estas reflexões sobre a qualidade do sistema político e sobre a nossa integração europeia possam ser úteis, sobretudo para os mais jovens. É essencialmente com o seu futuro que estou preocupado. Quanto mais esclarecidos e exigentes forem os jovens, melhores garantias temos de regeneração política e de progresso económico e social do País.»
Nº Páginas: 228
Sinopse:
«Num momento em que nos aproximamos do cinquentenário da Revolução do 25 de Abril, momento fundacional da nossa democracia, espero que estas reflexões sobre a qualidade do sistema político e sobre a nossa integração europeia possam ser úteis, sobretudo para os mais jovens. É essencialmente com o seu futuro que estou preocupado. Quanto mais esclarecidos e exigentes forem os jovens, melhores garantias temos de regeneração política e de progresso económico e social do País.»
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Em "Dez Argumentos para Apagar já as Contas nas Redes Sociais", Jaron Lanier, um insider que continua a agir como a voz da consciência do sistema do qual foi um dos pioneiros, oferece-nos dez poderosas explicações para a necessidade urgente de todos nós deixarmos essas perigosas plataformas online. Num crescendo argumentativo bem construído e fundamentado, Lanier demonstra como as redes sociais trazem à tona o que há de pior nos seres humanos e, com o acordo tácito de milhares de utilizadores ignorantes, nos enganam com ilusões de popularidade e sucesso, distorcendo a noção de verdade, desligando-nos dos outros mesmo quando estamos mais «conectados» do que nunca, tudo para nos roubarem o nosso livre-arbítrio, bombardeando-nos com anúncios direcionados. Num mundo onde estamos sob a vigilância e a estimulação contínuas de algoritmos geridos por algumas das corporações mais poderosas da história da humanidade, que ganham dinheiro a manipular o nosso comportamento, como reconhecer esses perigos? Sem que a exposição da malevolência que governa os modelos de negócios das redes sociais na atualidade o impeça de continuar otimista em relação à tecnologia, Lanier aponta um cenário humanista para o futuro das redes sociais, tendo como valor supremo o bem-estar e o progresso equilibrado do homem.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Em "Dez Argumentos para Apagar já as Contas nas Redes Sociais", Jaron Lanier, um insider que continua a agir como a voz da consciência do sistema do qual foi um dos pioneiros, oferece-nos dez poderosas explicações para a necessidade urgente de todos nós deixarmos essas perigosas plataformas online. Num crescendo argumentativo bem construído e fundamentado, Lanier demonstra como as redes sociais trazem à tona o que há de pior nos seres humanos e, com o acordo tácito de milhares de utilizadores ignorantes, nos enganam com ilusões de popularidade e sucesso, distorcendo a noção de verdade, desligando-nos dos outros mesmo quando estamos mais «conectados» do que nunca, tudo para nos roubarem o nosso livre-arbítrio, bombardeando-nos com anúncios direcionados. Num mundo onde estamos sob a vigilância e a estimulação contínuas de algoritmos geridos por algumas das corporações mais poderosas da história da humanidade, que ganham dinheiro a manipular o nosso comportamento, como reconhecer esses perigos? Sem que a exposição da malevolência que governa os modelos de negócios das redes sociais na atualidade o impeça de continuar otimista em relação à tecnologia, Lanier aponta um cenário humanista para o futuro das redes sociais, tendo como valor supremo o bem-estar e o progresso equilibrado do homem.
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Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Durante quatro décadas, António de Oliveira Salazar recebeu milhares de cartas de amigos, familiares, ministros, padres e figuras ilustres da elite do Estado Novo. Mendigavam ao presidente do Conselho favores, ajudas e cunhas para obterem um cargo, uma promoção, uma casa em Lisboa ou uma palavra de Salazar para intervir em todo o tipo de problemas, incluindo em processos judiciais e em casos de crime, violência e adultério envolvendo figuras notáveis da sociedade.
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Durante quatro décadas, António de Oliveira Salazar recebeu milhares de cartas de amigos, familiares, ministros, padres e figuras ilustres da elite do Estado Novo. Mendigavam ao presidente do Conselho favores, ajudas e cunhas para obterem um cargo, uma promoção, uma casa em Lisboa ou uma palavra de Salazar para intervir em todo o tipo de problemas, incluindo em processos judiciais e em casos de crime, violência e adultério envolvendo figuras notáveis da sociedade.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Que papel desempenhou a música em Auschwitz? Qual o seu efeito sobre estas mulheres que deviam a sua sobrevivência à participação num projeto de propaganda nazi? Qual foi a sensação de serem forçadas a dar consolo aos perpetradores de um genocídio que ceifou a vida da sua família e amigos? A aclamada historiadora Anne Sebba traz à luz do dia a extraordinária história da Orquestra Feminina de Auschwitz, com base numa investigação meticulosa e em relatos exclusivos. Em 1943, os oficiais alemães das SS, responsáveis por Auschwitz-Birkenau, ordenaram a formação de uma orquestra entre as prisioneiras. Foram reunidas cerca de cinquenta mulheres e raparigas de onze países para tocar música para os outros prisioneiros - que partiam todas as manhãs para trabalhar e regressavam, ao fim do dia, exaustos e sem esperança - e, semanalmente, faziam concertos para os oficiais nazis. Por vezes, algumas destas mulheres eram convocadas para tocarem sozinhas a música preferida de um oficial. Esta era a única orquestra inteiramente feminina em qualquer um dos campos de concentração nazis e, para quase todas as prisioneiras escolhidas para participar, fazer parte da orquestra significava salvar a sua vida. De Alma Rosé, a principal maestrina da orquestra, sobrinha de Gustav Mahler e uma formidável violinista célebre do pré-guerra, a Anita Lasker-Wallfisch, a violoncelista adolescente e última sobrevivente, Anne Sebba baseia-se numa meticulosa pesquisa de arquivos e em relatos exclusivos, em primeira mão, para contar, pela primeira vez, a surpreendente história desta orquestra, dos seus membros e da reação de outros prisioneiros.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Que papel desempenhou a música em Auschwitz? Qual o seu efeito sobre estas mulheres que deviam a sua sobrevivência à participação num projeto de propaganda nazi? Qual foi a sensação de serem forçadas a dar consolo aos perpetradores de um genocídio que ceifou a vida da sua família e amigos? A aclamada historiadora Anne Sebba traz à luz do dia a extraordinária história da Orquestra Feminina de Auschwitz, com base numa investigação meticulosa e em relatos exclusivos. Em 1943, os oficiais alemães das SS, responsáveis por Auschwitz-Birkenau, ordenaram a formação de uma orquestra entre as prisioneiras. Foram reunidas cerca de cinquenta mulheres e raparigas de onze países para tocar música para os outros prisioneiros - que partiam todas as manhãs para trabalhar e regressavam, ao fim do dia, exaustos e sem esperança - e, semanalmente, faziam concertos para os oficiais nazis. Por vezes, algumas destas mulheres eram convocadas para tocarem sozinhas a música preferida de um oficial. Esta era a única orquestra inteiramente feminina em qualquer um dos campos de concentração nazis e, para quase todas as prisioneiras escolhidas para participar, fazer parte da orquestra significava salvar a sua vida. De Alma Rosé, a principal maestrina da orquestra, sobrinha de Gustav Mahler e uma formidável violinista célebre do pré-guerra, a Anita Lasker-Wallfisch, a violoncelista adolescente e última sobrevivente, Anne Sebba baseia-se numa meticulosa pesquisa de arquivos e em relatos exclusivos, em primeira mão, para contar, pela primeira vez, a surpreendente história desta orquestra, dos seus membros e da reação de outros prisioneiros.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma breve, mas abrangente e acessível história da Coreia, que explora os momentos cruciais do território e explica a diferente evolução das identidades do Norte e do Sul até aos dias de hoje.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma breve, mas abrangente e acessível história da Coreia, que explora os momentos cruciais do território e explica a diferente evolução das identidades do Norte e do Sul até aos dias de hoje.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Resultado de seis anos de pesquisa e observações que incluíram viagens por 12 países e três continentes, Escravidão explica as raízes da escravidão humana na Antiguidade e em África antes da chegada dos portugueses, o início do tráfico de cativos para a América e suas razões, os números, os bastidores e os lucros do negócio negreiro, além da trajetória de alguns dos seus personagens mais importantes, como o Infante D. Henrique, patrono das grandes navegações e descobrimentos do século XV e também um dos primeiros grandes traficantes de escravos no Atlântico. Esta é uma história de dor e sofrimento cujos traços são ainda visíveis atualmente em muitos dos locais visitados pelo autor. "A escravidão é um fenómeno tão antigo quanto a própria história da humanidade. No mundo inteiro, desde a mais remota Antiguidade, da Babilónia ao Império Romano, da China Imperial ao Egito dos Faraós, das conquistas do Islão na Idade Média aos povos pré-colombianos da América, milhões de seres humanos foram comprados e vendidos como escravos. Provinham de todas as regiões, raças e linhagens étnicas, incluindo eslavos (designação que originou a palavra “escravo”) de olhos azuis das regiões do Mar Báltico. A descoberta e a ocupação de um novo continente pelos europeus na virada do século XV para o XVI, porém, adicionaria ingredientes inteiramente novos a essa história. Nada foi tão volumoso, organizado, sistemático e prolongado quanto o tráfico negreiro para o Novo Mundo: durou três séculos e meio, promoveu a imigração forçada de milhões de seres humanos, envolveu dois oceanos (Atlântico e Índico), quatro continentes (Europa, África, América e Ásia) e quase todos os países da Europa e reinos africanos, além de árabes e indianos que nele participaram indiretamente." Laurentino Gomes
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Resultado de seis anos de pesquisa e observações que incluíram viagens por 12 países e três continentes, Escravidão explica as raízes da escravidão humana na Antiguidade e em África antes da chegada dos portugueses, o início do tráfico de cativos para a América e suas razões, os números, os bastidores e os lucros do negócio negreiro, além da trajetória de alguns dos seus personagens mais importantes, como o Infante D. Henrique, patrono das grandes navegações e descobrimentos do século XV e também um dos primeiros grandes traficantes de escravos no Atlântico. Esta é uma história de dor e sofrimento cujos traços são ainda visíveis atualmente em muitos dos locais visitados pelo autor. "A escravidão é um fenómeno tão antigo quanto a própria história da humanidade. No mundo inteiro, desde a mais remota Antiguidade, da Babilónia ao Império Romano, da China Imperial ao Egito dos Faraós, das conquistas do Islão na Idade Média aos povos pré-colombianos da América, milhões de seres humanos foram comprados e vendidos como escravos. Provinham de todas as regiões, raças e linhagens étnicas, incluindo eslavos (designação que originou a palavra “escravo”) de olhos azuis das regiões do Mar Báltico. A descoberta e a ocupação de um novo continente pelos europeus na virada do século XV para o XVI, porém, adicionaria ingredientes inteiramente novos a essa história. Nada foi tão volumoso, organizado, sistemático e prolongado quanto o tráfico negreiro para o Novo Mundo: durou três séculos e meio, promoveu a imigração forçada de milhões de seres humanos, envolveu dois oceanos (Atlântico e Índico), quatro continentes (Europa, África, América e Ásia) e quase todos os países da Europa e reinos africanos, além de árabes e indianos que nele participaram indiretamente." Laurentino Gomes
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 344
Sinopse:
O que estamos dispostos a sacrificar pela verdade? Maria Ressa, Prémio Nobel da Paz de 2021, dedicou a vida a lutar pela verdade, pela liberdade e pela sobrevivência da democracia. E, por isso, arrisca-se a passar o resto da vida na cadeia. O seu trabalho jornalístico levou-a a desmontar a rede de desinformação criada pelo Presidente das Filipinas, que espalhou mentiras e ódio para garantir o poder e instaurar um regime sanguinário. Porém, as descobertas que fez revelaram também que a estratégia de Duterte foi a mesma que sustentou os principais movimentos de privação das liberdades democráticas, como o Brexit, a invasão russa da Ucrânia ou o ataque ao Capitólio em Washington. Por detrás de todos estão entidades aparentemente insuspeitas, como o Facebook e as poderosas instituições de Silicon Valley. "Como Fazer Frente a Um Ditador" acompanha a vida e obra de Maria Ressa, para mostrar como as nossas opiniões e os nossos votos são manipulados, destruindo as liberdades individuais. E traz também um grito de alerta e um pedido urgente da autora: acordemos
Nº Páginas: 344
Sinopse:
O que estamos dispostos a sacrificar pela verdade? Maria Ressa, Prémio Nobel da Paz de 2021, dedicou a vida a lutar pela verdade, pela liberdade e pela sobrevivência da democracia. E, por isso, arrisca-se a passar o resto da vida na cadeia. O seu trabalho jornalístico levou-a a desmontar a rede de desinformação criada pelo Presidente das Filipinas, que espalhou mentiras e ódio para garantir o poder e instaurar um regime sanguinário. Porém, as descobertas que fez revelaram também que a estratégia de Duterte foi a mesma que sustentou os principais movimentos de privação das liberdades democráticas, como o Brexit, a invasão russa da Ucrânia ou o ataque ao Capitólio em Washington. Por detrás de todos estão entidades aparentemente insuspeitas, como o Facebook e as poderosas instituições de Silicon Valley. "Como Fazer Frente a Um Ditador" acompanha a vida e obra de Maria Ressa, para mostrar como as nossas opiniões e os nossos votos são manipulados, destruindo as liberdades individuais. E traz também um grito de alerta e um pedido urgente da autora: acordemos
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 644
Sinopse:
Interferência nas eleições americanas, apoio a políticas extremistas na Europa, a guerra na Ucrânia… Nos últimos anos, a Rússia liderada por Vladimir Putin empreendeu uma poderosa campanha a fim de expandir a sua influência e enfraquecer as instituições ocidentais. Mas como pôde isso acontecer? E, acima de tudo, quem está por detrás desse ambicioso plano? Através de um impressionante trabalho de investigação, em "Os Homens de Putin", Catherine Belton desvenda a história de como Vladimir Putin e o seu círculo restrito, formado principalmente por membros do antigo KGB, tomaram o poder na Rússia e estabeleceram uma nova cúpula de oligarcas, substituindo os magnatas da era soviética. Por meio de entrevistas exclusivas a alguns dos principais envolvidos, Belton explica como Putin realizou o confisco de empresas privadas para depois as distribuir pelos seus aliados, que assim assumiram o controlo da economia russa. Confundindo atividade política e crime organizado, os seus «homens» desviaram milhões em dinheiro, perseguiram e mandaram prender os opositores ao regime, e, por fim, usaram toda a riqueza e poder daí resultantes para aumentar a influência russa no Ocidente. De Moscovo a Londres, passando pelos Estados Unidos de Trump, Os Homens de Putin é um relato cativante das terríveis consequências na Rússia e, progressivamente, no mundo inteiro do autoritarismo que emana do Kremlin.
Nº Páginas: 644
Sinopse:
Interferência nas eleições americanas, apoio a políticas extremistas na Europa, a guerra na Ucrânia… Nos últimos anos, a Rússia liderada por Vladimir Putin empreendeu uma poderosa campanha a fim de expandir a sua influência e enfraquecer as instituições ocidentais. Mas como pôde isso acontecer? E, acima de tudo, quem está por detrás desse ambicioso plano? Através de um impressionante trabalho de investigação, em "Os Homens de Putin", Catherine Belton desvenda a história de como Vladimir Putin e o seu círculo restrito, formado principalmente por membros do antigo KGB, tomaram o poder na Rússia e estabeleceram uma nova cúpula de oligarcas, substituindo os magnatas da era soviética. Por meio de entrevistas exclusivas a alguns dos principais envolvidos, Belton explica como Putin realizou o confisco de empresas privadas para depois as distribuir pelos seus aliados, que assim assumiram o controlo da economia russa. Confundindo atividade política e crime organizado, os seus «homens» desviaram milhões em dinheiro, perseguiram e mandaram prender os opositores ao regime, e, por fim, usaram toda a riqueza e poder daí resultantes para aumentar a influência russa no Ocidente. De Moscovo a Londres, passando pelos Estados Unidos de Trump, Os Homens de Putin é um relato cativante das terríveis consequências na Rússia e, progressivamente, no mundo inteiro do autoritarismo que emana do Kremlin.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma ditadura, que durava há mais de quatro décadas, caiu em menos de 24 horas. que revolução era esta onde não morria quase ninguém? Onde jovens capitães faziam causa comum com as classes populares e as ruas se enchiam de povo em festa? Derrotada a via autoritária de Spínola, a 28 de Setembro e a 11 de Março, e resolvida a questão colonial, duas legitimidades não tardaram a entrar em confronto: a das novas instituições democráticas e a revolucionária. A Assembleia Constituinte será cercada e o Governo sequestrado. Os soldados do Regimento de Artilharia de Lisboa farão um juramento de bandeira de punho erguido, declarando-se «ao lado do povo e ao serviço da classe operária», a embaixada de Espanha será saqueada e o Conselho da Revolução mandará detonar os emissores da Rádio Renascença. Isto enquanto uma direita não tão democrática como isso se empenhava na contra-revolução armada. Na espiral revolucionária de 1974 e 1975, Portugal parecia um manicómio em autogestão, mas, pelo menos transitoriamente, foi o povo quem fez a História. Breve História do PREC traça o retrato dessa época frenética e recorda a sua cronologia.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma ditadura, que durava há mais de quatro décadas, caiu em menos de 24 horas. que revolução era esta onde não morria quase ninguém? Onde jovens capitães faziam causa comum com as classes populares e as ruas se enchiam de povo em festa? Derrotada a via autoritária de Spínola, a 28 de Setembro e a 11 de Março, e resolvida a questão colonial, duas legitimidades não tardaram a entrar em confronto: a das novas instituições democráticas e a revolucionária. A Assembleia Constituinte será cercada e o Governo sequestrado. Os soldados do Regimento de Artilharia de Lisboa farão um juramento de bandeira de punho erguido, declarando-se «ao lado do povo e ao serviço da classe operária», a embaixada de Espanha será saqueada e o Conselho da Revolução mandará detonar os emissores da Rádio Renascença. Isto enquanto uma direita não tão democrática como isso se empenhava na contra-revolução armada. Na espiral revolucionária de 1974 e 1975, Portugal parecia um manicómio em autogestão, mas, pelo menos transitoriamente, foi o povo quem fez a História. Breve História do PREC traça o retrato dessa época frenética e recorda a sua cronologia.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
As fronteiras internas da Europa raramente surgiram de forma natural. Na maioria dos casos, foram criadas acidentalmente ou por via da força. Neste livro, o historiador político Lewis Baston percorre a Europa, do oeste a leste, analisando como o mapa deste continente foi redesenhado ao longo dos últimos cem anos, com diferentes graus de sucesso. Para viajar até ao centro da história europeia, o autor leva-nos até às suas margens, dando vida aos relatos fascinantes e bizarros destas raias. Visitamos Baarle, a cidade dividida em trinta fragmentos pela fronteira entre os Países Baixos e a Bélgica, e paramos em Ostritz, a cidade da Alemanha de Leste onde os neonazis organizaram um festival de rock. Caminhamos pelas vielas rurais da Irlanda e desfrutamos do ambiente dos cafés de estilo vienense da cidade ucraniana de Chernivtsi. Através destas linhas divisórias, Lewis Baston explora o modo como os lugares e as pessoas ultrapassam as cicatrizes deixadas por limpezas étnicas e cercas de arame farpado, e procura um futuro europeu melhor - encontrando-o em lugares inesperados.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
As fronteiras internas da Europa raramente surgiram de forma natural. Na maioria dos casos, foram criadas acidentalmente ou por via da força. Neste livro, o historiador político Lewis Baston percorre a Europa, do oeste a leste, analisando como o mapa deste continente foi redesenhado ao longo dos últimos cem anos, com diferentes graus de sucesso. Para viajar até ao centro da história europeia, o autor leva-nos até às suas margens, dando vida aos relatos fascinantes e bizarros destas raias. Visitamos Baarle, a cidade dividida em trinta fragmentos pela fronteira entre os Países Baixos e a Bélgica, e paramos em Ostritz, a cidade da Alemanha de Leste onde os neonazis organizaram um festival de rock. Caminhamos pelas vielas rurais da Irlanda e desfrutamos do ambiente dos cafés de estilo vienense da cidade ucraniana de Chernivtsi. Através destas linhas divisórias, Lewis Baston explora o modo como os lugares e as pessoas ultrapassam as cicatrizes deixadas por limpezas étnicas e cercas de arame farpado, e procura um futuro europeu melhor - encontrando-o em lugares inesperados.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Em Os Grandes Erros da II Guerra Mundial, uma equipa de historiadores analisa as catastróficas decisões militares e políticas que determinaram o rumo dos acontecimentos nos anos 1939-1945. A II Guerra Mundial durou cerca de seis longos anos - algo que se ficou a dever não só à utilização de extraordinários recursos bélicos pelas duas alianças em combate, o que impossibilitava a destruição do inimigo numa única campanha, como também à estrepitosa galeria de erros cometidos por ambas as partes durante o conflito. Desconstruindo vários mitos que ainda hoje persistem e apresentando dados menos conhecidos, mas fundamentais, para a compreensão histórica da conflagração, Jean Lopez e Olivier Wieviorka oferecem-nos um panorama crítico das oportunidades perdidas que poderiam ter mudado o curso e a duração da guerra, bem como as principais razões que as motivaram - da falta de informação a essa perene subestimação das forças do adversário. Do armistício de 1940 aos desembarques no Norte de África, de Estalinegrado à estratégia naval japonesa, esta é uma análise clara de vinte decisões que resultaram em inúmeras perdas humanas e materiais.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Em Os Grandes Erros da II Guerra Mundial, uma equipa de historiadores analisa as catastróficas decisões militares e políticas que determinaram o rumo dos acontecimentos nos anos 1939-1945. A II Guerra Mundial durou cerca de seis longos anos - algo que se ficou a dever não só à utilização de extraordinários recursos bélicos pelas duas alianças em combate, o que impossibilitava a destruição do inimigo numa única campanha, como também à estrepitosa galeria de erros cometidos por ambas as partes durante o conflito. Desconstruindo vários mitos que ainda hoje persistem e apresentando dados menos conhecidos, mas fundamentais, para a compreensão histórica da conflagração, Jean Lopez e Olivier Wieviorka oferecem-nos um panorama crítico das oportunidades perdidas que poderiam ter mudado o curso e a duração da guerra, bem como as principais razões que as motivaram - da falta de informação a essa perene subestimação das forças do adversário. Do armistício de 1940 aos desembarques no Norte de África, de Estalinegrado à estratégia naval japonesa, esta é uma análise clara de vinte decisões que resultaram em inúmeras perdas humanas e materiais.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Ser jornalista é contar a verdade. Amo a Rússia é a tentativa de Elena Kostyuchenko documentar o seu país através das experiências daqueles que são sistemática e brutalmente eliminados: raparigas das aldeias recrutadas para trabalho sexual, pessoas queer de províncias distantes, pacientes e médicos de uma maternidade ucraniana e repórteres como ela própria. Eis a Rússia tal como ela é, não como a imaginamos. O resultado é um retrato singular de uma nação, e de uma jovem mulher que recusa ser silenciada. Em março de 2022, como correspondente do último órgão da imprensa livre russa, Novaya Gazeta, Elena Kostyuchenko atravessou a fronteira da Ucrânia para fazer a cobertura da guerra. Tinha como missão garantir que os russos testemunhavam os horrores que Putin cometia em nome deles. Elena preparou as suas peças sabendo que, ao regressar a casa, seria provavelmente acusada e condenada a uma pena de prisão que podia ir até 15 anos. Porém, impulsionada pela convicção de que a maior forma de amor e patriotismo é a crítica, continua a escrever.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Ser jornalista é contar a verdade. Amo a Rússia é a tentativa de Elena Kostyuchenko documentar o seu país através das experiências daqueles que são sistemática e brutalmente eliminados: raparigas das aldeias recrutadas para trabalho sexual, pessoas queer de províncias distantes, pacientes e médicos de uma maternidade ucraniana e repórteres como ela própria. Eis a Rússia tal como ela é, não como a imaginamos. O resultado é um retrato singular de uma nação, e de uma jovem mulher que recusa ser silenciada. Em março de 2022, como correspondente do último órgão da imprensa livre russa, Novaya Gazeta, Elena Kostyuchenko atravessou a fronteira da Ucrânia para fazer a cobertura da guerra. Tinha como missão garantir que os russos testemunhavam os horrores que Putin cometia em nome deles. Elena preparou as suas peças sabendo que, ao regressar a casa, seria provavelmente acusada e condenada a uma pena de prisão que podia ir até 15 anos. Porém, impulsionada pela convicção de que a maior forma de amor e patriotismo é a crítica, continua a escrever.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O turismo mudou a face das nossas cidades e foi um verdadeiro motor económico para vários países nos últimos anos. No entanto, teve efeitos indesejados e, hoje, o modelo de negócio promovido e praticado por este setor é obviamente insustentável. Neste livro, a jornalista Anna Pacheco explora as contradições entre o luxo que os hotéis de cinco estrelas vendem aos seus clientes e a realidade social, económica e laboral de quem neles trabalha. Um misto de trabalho de campo antropológico, crónica e ensaio, Estive Aqui e Lembrei-me de Nós é uma radiografia brilhante da relação entre turismo de luxo, exploração laboral e os sonhos da classe média sob a égide do capitalismo selvagem.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O turismo mudou a face das nossas cidades e foi um verdadeiro motor económico para vários países nos últimos anos. No entanto, teve efeitos indesejados e, hoje, o modelo de negócio promovido e praticado por este setor é obviamente insustentável. Neste livro, a jornalista Anna Pacheco explora as contradições entre o luxo que os hotéis de cinco estrelas vendem aos seus clientes e a realidade social, económica e laboral de quem neles trabalha. Um misto de trabalho de campo antropológico, crónica e ensaio, Estive Aqui e Lembrei-me de Nós é uma radiografia brilhante da relação entre turismo de luxo, exploração laboral e os sonhos da classe média sob a égide do capitalismo selvagem.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 584
Sinopse:
SPQR («o Senado e o Povo de Roma») é um novo olhar sobre a história da Roma Antiga, de uma das mais aclamadas classicistas do mundo. Neste livro, Mary Beard, professora da Universidade de Cambridge, explora não só a forma como Roma passou de uma aldeia insignificante no centro de Itália a uma potência que controlava territórios da Península Ibérica à Síria, como também a forma como os romanos se consideravam a si próprios e às suas conquistas, e por que razão continuam a ser importantes para nós e a influenciar o mundo no século XXI. Cobrindo mil anos de história, SPQR lança uma nova luz sobre os fundamentos da cultura romana, desde a escravatura à água potável, explorando temas como a democracia, a migração, a controvérsia religiosa, a mobilidade social e a complexa teia de relações sociais no contexto mais vasto do império. Oferece-nos, também, uma nova visão das vidas de grupos inteiros de pessoas omitidos na narrativa histórica durante séculos. Esta é uma história surpreendente, incontornável e definitiva da Roma Antiga.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
SPQR («o Senado e o Povo de Roma») é um novo olhar sobre a história da Roma Antiga, de uma das mais aclamadas classicistas do mundo. Neste livro, Mary Beard, professora da Universidade de Cambridge, explora não só a forma como Roma passou de uma aldeia insignificante no centro de Itália a uma potência que controlava territórios da Península Ibérica à Síria, como também a forma como os romanos se consideravam a si próprios e às suas conquistas, e por que razão continuam a ser importantes para nós e a influenciar o mundo no século XXI. Cobrindo mil anos de história, SPQR lança uma nova luz sobre os fundamentos da cultura romana, desde a escravatura à água potável, explorando temas como a democracia, a migração, a controvérsia religiosa, a mobilidade social e a complexa teia de relações sociais no contexto mais vasto do império. Oferece-nos, também, uma nova visão das vidas de grupos inteiros de pessoas omitidos na narrativa histórica durante séculos. Esta é uma história surpreendente, incontornável e definitiva da Roma Antiga.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Por detrás do que fomos, somos e seremos, estará sempre a busca pela água. Estará sempre a sede. A sede persegue-nos e impele-nos. Faz parte da nossa história e também do nosso ADN, da nossa memória e do nosso futuro. Empurrou os nossos antepassados para fora de África e fixou os seus descendentes junto dos rios caudalosos que restavam. É possível que nos tenha ajudado a inventar o pão, mas também nos fez conhecer a fome. Assistiu ao nascimento e à queda de civilizações. Levou-nos a olhar para o céu, a unir estrelas, a adorar deuses da chuva. Esta história começa no centro de Espanha, em La Mancha, um dos pontos menos chuvosos da Europa. Foi aí que, há milhares de anos, surgiu a primeira sociedade hidráulica deste continente, onde a escassez de água deu lugar a videiras, oliveiras e cereais. Em Sede, a jornalista e antropóloga Virginia Mendoza conta-nos uma história de sobrevivência, adaptação e evolução do ser humano, e relembra-nos os desafios que se prefiguram no nosso horizonte. Porque a sede une-nos, divide-nos e não deixará nunca de nos acompanhar, pois somos água em busca de água.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Por detrás do que fomos, somos e seremos, estará sempre a busca pela água. Estará sempre a sede. A sede persegue-nos e impele-nos. Faz parte da nossa história e também do nosso ADN, da nossa memória e do nosso futuro. Empurrou os nossos antepassados para fora de África e fixou os seus descendentes junto dos rios caudalosos que restavam. É possível que nos tenha ajudado a inventar o pão, mas também nos fez conhecer a fome. Assistiu ao nascimento e à queda de civilizações. Levou-nos a olhar para o céu, a unir estrelas, a adorar deuses da chuva. Esta história começa no centro de Espanha, em La Mancha, um dos pontos menos chuvosos da Europa. Foi aí que, há milhares de anos, surgiu a primeira sociedade hidráulica deste continente, onde a escassez de água deu lugar a videiras, oliveiras e cereais. Em Sede, a jornalista e antropóloga Virginia Mendoza conta-nos uma história de sobrevivência, adaptação e evolução do ser humano, e relembra-nos os desafios que se prefiguram no nosso horizonte. Porque a sede une-nos, divide-nos e não deixará nunca de nos acompanhar, pois somos água em busca de água.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 592
Sinopse:
A história da primeira força policial moderna através dos homicídios mais impressionantes que investigou. O nome Scotland Yard evoca de imediato as ruas enevoadas de Londres, crimes cometidos à luz de candeeiros desmaiados e assassinos perversos perseguidos por detectives cavalheiros. Criada em 1829, a Scotland Yard acabaria por se tornar a primeira organização policial moderna do mundo, ao promover a utilização da ciência forense (como as impressões digitais e a balística) e a técnica do perfil criminal. Com base em notícias de jornais da época, transcrições de julgamentos e relatos em primeira mão dos polícias no terreno, este livro reconstitui um conjunto de crimes sangrentos que não só ficaram célebres nos dois lados do Atlântico como mudaram decisivamente os métodos de investigação criminal.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
A história da primeira força policial moderna através dos homicídios mais impressionantes que investigou. O nome Scotland Yard evoca de imediato as ruas enevoadas de Londres, crimes cometidos à luz de candeeiros desmaiados e assassinos perversos perseguidos por detectives cavalheiros. Criada em 1829, a Scotland Yard acabaria por se tornar a primeira organização policial moderna do mundo, ao promover a utilização da ciência forense (como as impressões digitais e a balística) e a técnica do perfil criminal. Com base em notícias de jornais da época, transcrições de julgamentos e relatos em primeira mão dos polícias no terreno, este livro reconstitui um conjunto de crimes sangrentos que não só ficaram célebres nos dois lados do Atlântico como mudaram decisivamente os métodos de investigação criminal.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O neoliberalismo instalou-se nas nossas vidas como se fosse algo natural. Geralmente temos dificuldade em defini-lo e em perceber o mal que nos pode trazer. Este livro vem mudar isso. Que somos nós? Éramos cidadãos, mas, hoje, parece que fomos reduzidos a consumidores. Da década de 1930 para cá, a ideia de que é a competição que nos define como espécie foi sendo adotada e alimentada por elites, determinadas em preservar as suas fortunas e o seu poder. Think tanks, corporações, os media, as universidades e os políticos tornaram-se a força motriz para difundir e cristalizar uma ideologia que nos esvazia enquanto pessoas, que exclui direitos e promove o neoliberalismo como doutrina que regula, secreta e silenciosamente, a nossa existência. Mas o que é o neoliberalismo? Por que razão estamos subjugados a ele? George Monbiot e Peter Hutchison traçam a história do nascimento e da ascensão do neoliberalismo, mostrando-nos como tem sido o agregador de muitas e cada vez mais terríveis crises, das alterações climáticas aos crashs financeiros, passando pela degradação dos serviços públicos e pela pobreza que afeta milhões de pessoas desde tenra idade - tudo enquanto parece fazer-nos crer que nada disto se interrelaciona. Porém, como este livro revela, a doutrina invisível tem exacerbado os maiores problemas mundiais das últimas décadas, subordinando a democracia ao poder do dinheiro. Ligando o neoliberalismo ao fascismo e desvendando o que se esconde por detrás das teorias populistas da conspiração, este livro abre um novo caminho social e político, baseado numa democracia verdadeiramente participativa.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O neoliberalismo instalou-se nas nossas vidas como se fosse algo natural. Geralmente temos dificuldade em defini-lo e em perceber o mal que nos pode trazer. Este livro vem mudar isso. Que somos nós? Éramos cidadãos, mas, hoje, parece que fomos reduzidos a consumidores. Da década de 1930 para cá, a ideia de que é a competição que nos define como espécie foi sendo adotada e alimentada por elites, determinadas em preservar as suas fortunas e o seu poder. Think tanks, corporações, os media, as universidades e os políticos tornaram-se a força motriz para difundir e cristalizar uma ideologia que nos esvazia enquanto pessoas, que exclui direitos e promove o neoliberalismo como doutrina que regula, secreta e silenciosamente, a nossa existência. Mas o que é o neoliberalismo? Por que razão estamos subjugados a ele? George Monbiot e Peter Hutchison traçam a história do nascimento e da ascensão do neoliberalismo, mostrando-nos como tem sido o agregador de muitas e cada vez mais terríveis crises, das alterações climáticas aos crashs financeiros, passando pela degradação dos serviços públicos e pela pobreza que afeta milhões de pessoas desde tenra idade - tudo enquanto parece fazer-nos crer que nada disto se interrelaciona. Porém, como este livro revela, a doutrina invisível tem exacerbado os maiores problemas mundiais das últimas décadas, subordinando a democracia ao poder do dinheiro. Ligando o neoliberalismo ao fascismo e desvendando o que se esconde por detrás das teorias populistas da conspiração, este livro abre um novo caminho social e político, baseado numa democracia verdadeiramente participativa.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época em que tanto se fala de inteligência artificial, impõe-se uma questão prévia: mas o que é a inteligência? O conceito tem sido objeto de definições e interpretações diversas - tantas quantos os especialistas que sobre ela se debruçaram. Neste livro, o prestigiado neurologista Alexandre Castro Caldas dá a conhecer a evolução do conceito ao longo dos séculos e apresenta a inteligência como uma capacidade não exclusiva dos seres humanos, mas própria dos seres vivos em geral, ainda que com expressões diferentes de espécie para espécie. Nesse sentido, serão as máquinas capazes de produzir e manifestar inteligência? Existirá, de facto, inteligência artificial? Ou o ambicioso projeto surgido nos anos 60 do século passado, que pretendia copiar a mente humana, limitar-se-á a simular grosseiramente o que é próprio dos seres vivos? Cruzando os conhecimentos de várias disciplinas, da biologia à antropologia, passando pela filosofia, Castro Caldas centra-se no conceito de inteligência vital, para procurar compreender o conceito do momento, a inteligência artificial, que compara a uma flor de plástico, na medida em que esta poderá ser bela, mas nunca sublime. «Uma eloquente caminhada ao longo da História do conhecimento. (…) Alexandre Castro Caldas deixa escancarada a porta para o debate. Para o debate necessário. Alexandre Castro Caldas ajuda-nos aqui a caminhar na busca de respostas. Das respostas que nos cabe, a nós, leitores e cidadãos, construir, e não das respostas encontradas já feitas e prontas a servir. Por isso, a urgência desta leitura.» Álvaro Laborinho Lúcio
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época em que tanto se fala de inteligência artificial, impõe-se uma questão prévia: mas o que é a inteligência? O conceito tem sido objeto de definições e interpretações diversas - tantas quantos os especialistas que sobre ela se debruçaram. Neste livro, o prestigiado neurologista Alexandre Castro Caldas dá a conhecer a evolução do conceito ao longo dos séculos e apresenta a inteligência como uma capacidade não exclusiva dos seres humanos, mas própria dos seres vivos em geral, ainda que com expressões diferentes de espécie para espécie. Nesse sentido, serão as máquinas capazes de produzir e manifestar inteligência? Existirá, de facto, inteligência artificial? Ou o ambicioso projeto surgido nos anos 60 do século passado, que pretendia copiar a mente humana, limitar-se-á a simular grosseiramente o que é próprio dos seres vivos? Cruzando os conhecimentos de várias disciplinas, da biologia à antropologia, passando pela filosofia, Castro Caldas centra-se no conceito de inteligência vital, para procurar compreender o conceito do momento, a inteligência artificial, que compara a uma flor de plástico, na medida em que esta poderá ser bela, mas nunca sublime. «Uma eloquente caminhada ao longo da História do conhecimento. (…) Alexandre Castro Caldas deixa escancarada a porta para o debate. Para o debate necessário. Alexandre Castro Caldas ajuda-nos aqui a caminhar na busca de respostas. Das respostas que nos cabe, a nós, leitores e cidadãos, construir, e não das respostas encontradas já feitas e prontas a servir. Por isso, a urgência desta leitura.» Álvaro Laborinho Lúcio
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Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Como será o mundo em 2050? Como é que forças complexas de mudança - a demografia, a pressão sobre os recursos e o ambiente, o comércio e finanças internacionais, a tecnologia e o papel dos governos - afetarão a nossa sociedade global? E como é que, com tantas incógnitas, nos podemos preparar para o futuro? Hamish McRae é uma das vozes mais importantes sobre as tendências globais na economia, nos negócios e na sociedade, e nesta obra leva-nos numa viagem emocionante pelo futuro da humanidade. Com base em décadas de investigação e conciliando análise económica e perspetiva histórica, Hamish McRae pondera as oportunidades e os perigos que enfrentamos para nos ajudar a traçar um mapa do futuro. Por exemplo: em 2050, cerca de dois terços da população mundial terão níveis de vida de classe média ou superiores
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Como será o mundo em 2050? Como é que forças complexas de mudança - a demografia, a pressão sobre os recursos e o ambiente, o comércio e finanças internacionais, a tecnologia e o papel dos governos - afetarão a nossa sociedade global? E como é que, com tantas incógnitas, nos podemos preparar para o futuro? Hamish McRae é uma das vozes mais importantes sobre as tendências globais na economia, nos negócios e na sociedade, e nesta obra leva-nos numa viagem emocionante pelo futuro da humanidade. Com base em décadas de investigação e conciliando análise económica e perspetiva histórica, Hamish McRae pondera as oportunidades e os perigos que enfrentamos para nos ajudar a traçar um mapa do futuro. Por exemplo: em 2050, cerca de dois terços da população mundial terão níveis de vida de classe média ou superiores
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