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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 688
Sinopse:
UMA DAS OBRAS DE REFERÊNCIA SOBRE A 1.ª GUERRA MUNDIALEm 1914, a Europa mergulhava no primeiro ato de autossacrifício do século XX — a Grande Guerra, como ficou conhecida na altura. No seu centenário, Max Hastings explica simultaneamente como se desencadeou o conflito e o que aconteceu a milhões de homens e mulheres durante os primeiros meses da contenda. Desvenda ainda provas esmagadoras de que a Áustria e a Alemanha devem assumir as culpas principais pelo deflagrar da guerra. O que se seguiu foi uma tragédia de grandes proporções, com o autor a argumentar que era vital para a liberdade da Europa que a Alemanha do Kaiser fosse derrotada. A narração das primeiras batalhas irá surpreender aqueles que têm desta guerra uma simples imagem de lama, trincheiras e arame farpado.Hastings descreve em pormenor o dia mais sangrento de toda a guerra ocidental, 22 de agosto de 1914, quando pereceram 27 mil franceses, e relata as lutas brutais na Sérvia e na Prússia Oriental, onde, até ao Natal, alemães, austríacos, russos e sérvios infligiram entre si 3 milhões de baixas.O livro mostra o que aconteceu à Europa em 1914, através da abordagem detalhada mas acessível do historiador, que cruza testemunhos generais e estadistas, camponeses e donas de casa e soldados de sete nações. A sua narrativa desfaz mitos e fornece algumas opiniões surpreendentes e controversas. Um livro multipremiado, presente nas listas dos melhores do ano das mais prestigiadas publicações mundiais.
Nº Páginas: 688
Sinopse:
UMA DAS OBRAS DE REFERÊNCIA SOBRE A 1.ª GUERRA MUNDIALEm 1914, a Europa mergulhava no primeiro ato de autossacrifício do século XX — a Grande Guerra, como ficou conhecida na altura. No seu centenário, Max Hastings explica simultaneamente como se desencadeou o conflito e o que aconteceu a milhões de homens e mulheres durante os primeiros meses da contenda. Desvenda ainda provas esmagadoras de que a Áustria e a Alemanha devem assumir as culpas principais pelo deflagrar da guerra. O que se seguiu foi uma tragédia de grandes proporções, com o autor a argumentar que era vital para a liberdade da Europa que a Alemanha do Kaiser fosse derrotada. A narração das primeiras batalhas irá surpreender aqueles que têm desta guerra uma simples imagem de lama, trincheiras e arame farpado.Hastings descreve em pormenor o dia mais sangrento de toda a guerra ocidental, 22 de agosto de 1914, quando pereceram 27 mil franceses, e relata as lutas brutais na Sérvia e na Prússia Oriental, onde, até ao Natal, alemães, austríacos, russos e sérvios infligiram entre si 3 milhões de baixas.O livro mostra o que aconteceu à Europa em 1914, através da abordagem detalhada mas acessível do historiador, que cruza testemunhos generais e estadistas, camponeses e donas de casa e soldados de sete nações. A sua narrativa desfaz mitos e fornece algumas opiniões surpreendentes e controversas. Um livro multipremiado, presente nas listas dos melhores do ano das mais prestigiadas publicações mundiais.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Quando os espetaculares avanços tecnológicos dos nossos dias nos facilitaram o acesso ao conhecimento como nunca antes, quando vivemos mais e melhor, quando o "terceiro mundo" se desenvolve... Quando, pela primeira vez, se poderia conduzir a humanidade a uma era de liberdade e progresso, o mundo parece seguir na direção oposta, rumo à destruição de tudo o que foi alcançado. Como chegámos aqui? Há alguns anos, Amin Maalouf disse que as nossas civilizações estão esgotadas e forneceu os motivos: desconfiança em relação ao "Outro", xenofobia, intolerância política e religiosa, populismo, individualismo e a insularidade do nacionalismo, racismo... Hoje em dia fala diretamente de "naufrágio iminente". Não há desejo de um passado melhor nas suas palavras, ele está apenas preocupado com o futuro desta "era desconcertante", o futuro das novas gerações, que possa desaparecer o que deu sentido à aventura humana. Tão-pouco se deixa levar pelo pessimismo ou prega o desânimo, apenas faz um apelo lúcido à responsabilidade coletiva, deixando a porta da esperança entreaberta para o mundo se reorientar, pois como escreveu: "Melhor enganar-se na esperança do que acertar no desespero". A América, embora ainda seja a única superpotência, está a perder toda a credibilidade moral. A Europa, que ofereceu ao seu povo e ao resto da humanidade o projeto mais ambicioso e mais reconfortante do nosso tempo, está a fragmentar-se. O mundo árabe-muçulmano atravessa uma profunda crise que mergulha o seu povo no desespero e tem repercussões calamitosas em todo o mundo. Grandes nações "emergentes" ou "renascentes", como a China, a Índia ou a Rússia estão a surgir no cenário mundial num ambiente deletério, onde reina o cada um por si e a lei do mais forte. Uma nova corrida ao armamento parece inevitável. Sem mencionar as sérias ameaças (clima, meio ambiente, saúde) que estão a pesar no planeta e que só poderíamos enfrentar com uma solidariedade global que precisamente nos falta. Há mais de meio século que o autor observa o mundo e o percorre. Estava em Saigão no final da Guerra do Vietname, em Teerão durante o advento da República Islâmica. Neste livro poderoso e abrangente, faz de espectador engajado e pensador, misturando histórias e reflexões, às vezes contando grandes eventos de que foi uma das poucas testemunhas oculares, e depois elevando-se ao papel de historiador acima da sua própria experiência para nos explicar por que sucessivos desvios a humanidade passou para se encontrar assim no limiar do naufrágio.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Quando os espetaculares avanços tecnológicos dos nossos dias nos facilitaram o acesso ao conhecimento como nunca antes, quando vivemos mais e melhor, quando o "terceiro mundo" se desenvolve... Quando, pela primeira vez, se poderia conduzir a humanidade a uma era de liberdade e progresso, o mundo parece seguir na direção oposta, rumo à destruição de tudo o que foi alcançado. Como chegámos aqui? Há alguns anos, Amin Maalouf disse que as nossas civilizações estão esgotadas e forneceu os motivos: desconfiança em relação ao "Outro", xenofobia, intolerância política e religiosa, populismo, individualismo e a insularidade do nacionalismo, racismo... Hoje em dia fala diretamente de "naufrágio iminente". Não há desejo de um passado melhor nas suas palavras, ele está apenas preocupado com o futuro desta "era desconcertante", o futuro das novas gerações, que possa desaparecer o que deu sentido à aventura humana. Tão-pouco se deixa levar pelo pessimismo ou prega o desânimo, apenas faz um apelo lúcido à responsabilidade coletiva, deixando a porta da esperança entreaberta para o mundo se reorientar, pois como escreveu: "Melhor enganar-se na esperança do que acertar no desespero". A América, embora ainda seja a única superpotência, está a perder toda a credibilidade moral. A Europa, que ofereceu ao seu povo e ao resto da humanidade o projeto mais ambicioso e mais reconfortante do nosso tempo, está a fragmentar-se. O mundo árabe-muçulmano atravessa uma profunda crise que mergulha o seu povo no desespero e tem repercussões calamitosas em todo o mundo. Grandes nações "emergentes" ou "renascentes", como a China, a Índia ou a Rússia estão a surgir no cenário mundial num ambiente deletério, onde reina o cada um por si e a lei do mais forte. Uma nova corrida ao armamento parece inevitável. Sem mencionar as sérias ameaças (clima, meio ambiente, saúde) que estão a pesar no planeta e que só poderíamos enfrentar com uma solidariedade global que precisamente nos falta. Há mais de meio século que o autor observa o mundo e o percorre. Estava em Saigão no final da Guerra do Vietname, em Teerão durante o advento da República Islâmica. Neste livro poderoso e abrangente, faz de espectador engajado e pensador, misturando histórias e reflexões, às vezes contando grandes eventos de que foi uma das poucas testemunhas oculares, e depois elevando-se ao papel de historiador acima da sua própria experiência para nos explicar por que sucessivos desvios a humanidade passou para se encontrar assim no limiar do naufrágio.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Porque estamos aqui?O que ocorre após a morte? Por que razão alguns indivíduos sofrem mais do que outros durante a vida? Milhares de milhões de pessoas em todo o mundo encontram respostas a essas perguntas na religião. Mas quais são as ideias que sustentam tais convicções e como se desenvolveram ao longo dos séculos?Numa linguagem simples e acessível, "O Livro das Religiões" traz explicações breves mas precisas sobre os diversos tipos de fé, esquemas que explicam conceitos essenciais e ilustrações espirituosas que desafiam a nossa compreensão sobre o tema. Seja qual for o seu entendimento sobre a diversidade das religiões e das noções que as unem, neste livro encontrará informações intrigantes que esclarecerão as suas dúvidas mais profundas.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Porque estamos aqui?O que ocorre após a morte? Por que razão alguns indivíduos sofrem mais do que outros durante a vida? Milhares de milhões de pessoas em todo o mundo encontram respostas a essas perguntas na religião. Mas quais são as ideias que sustentam tais convicções e como se desenvolveram ao longo dos séculos?Numa linguagem simples e acessível, "O Livro das Religiões" traz explicações breves mas precisas sobre os diversos tipos de fé, esquemas que explicam conceitos essenciais e ilustrações espirituosas que desafiam a nossa compreensão sobre o tema. Seja qual for o seu entendimento sobre a diversidade das religiões e das noções que as unem, neste livro encontrará informações intrigantes que esclarecerão as suas dúvidas mais profundas.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Poderá um enfarte do miocárdio seguido de paragem cardíaca e intervenção cirúrgica de urgência, ser narrado, ao mesmo tempo, com objectividade médica e na perspectiva intimista do doente, conservando ainda espaço para uma descrição irónica das atribulações passadas nos serviços de saúde? Escrita por um médico, "Coração Independente" é uma absorvente crónica de um ataque cardíaco, narrada na primeira pessoa e iluminada pela celebração da vida que a doença pode revelar. Nascido no Porto em 1953, Pedro Serrano é médico, especialista em Saúde Pública, área em que tem publicado vários trabalhos de investigação, alguns dos quais premiados. Na Relógio D’Água (colecção Ciência) publicou, em 1996, "Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos", livro adoptado desde então como texto de referência por várias instituições universitárias e de formação pós-graduada. Em 1997 a Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos atribuiu-lhe o prémio "Revelação Ficção" pelo livro Discreta Serenata Rural. Em 1998 a sua colectânea de poemas Por Atalho Foi-se recebeu o prémio "Revelação Poesia" da mesma Sociedade.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Poderá um enfarte do miocárdio seguido de paragem cardíaca e intervenção cirúrgica de urgência, ser narrado, ao mesmo tempo, com objectividade médica e na perspectiva intimista do doente, conservando ainda espaço para uma descrição irónica das atribulações passadas nos serviços de saúde? Escrita por um médico, "Coração Independente" é uma absorvente crónica de um ataque cardíaco, narrada na primeira pessoa e iluminada pela celebração da vida que a doença pode revelar. Nascido no Porto em 1953, Pedro Serrano é médico, especialista em Saúde Pública, área em que tem publicado vários trabalhos de investigação, alguns dos quais premiados. Na Relógio D’Água (colecção Ciência) publicou, em 1996, "Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos", livro adoptado desde então como texto de referência por várias instituições universitárias e de formação pós-graduada. Em 1997 a Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos atribuiu-lhe o prémio "Revelação Ficção" pelo livro Discreta Serenata Rural. Em 1998 a sua colectânea de poemas Por Atalho Foi-se recebeu o prémio "Revelação Poesia" da mesma Sociedade.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Os acontecimentos que levaram Voltaire a escrever o seu "Tratado Sobre a Tolerância" poderiam ter passado quase despercebidos aos seus contemporâneos. Tratava-se de um abuso judicial de uma extrema crueldade, mas nada de muito estranho aos hábitos da monarquia absoluta do Século das Luzes. Há um jovem huguenote que se suicida e uma multidão que se dispõe a linchar o pai, que acusa de ter assassinado o filho porque este se tornara católico. Não há provas nem indícios nesse sentido. Pelo contrário, Jean Calas é considerado um bom pai e tolerante em relação à orientação religiosa do filho. Mas o poder judicial cede ao fanatismo popular e Jean Calas é executado. O génio de Voltaire consegue extrair do episódio ilações cuja validade permanece até aos nossos dias.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Os acontecimentos que levaram Voltaire a escrever o seu "Tratado Sobre a Tolerância" poderiam ter passado quase despercebidos aos seus contemporâneos. Tratava-se de um abuso judicial de uma extrema crueldade, mas nada de muito estranho aos hábitos da monarquia absoluta do Século das Luzes. Há um jovem huguenote que se suicida e uma multidão que se dispõe a linchar o pai, que acusa de ter assassinado o filho porque este se tornara católico. Não há provas nem indícios nesse sentido. Pelo contrário, Jean Calas é considerado um bom pai e tolerante em relação à orientação religiosa do filho. Mas o poder judicial cede ao fanatismo popular e Jean Calas é executado. O génio de Voltaire consegue extrair do episódio ilações cuja validade permanece até aos nossos dias.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Oliver Sacks é conhecido como um explorador da mente humana. No entanto, é também membro da American Fern Society, revelando desde a sua infância fascínio por estas plantas primitivas e pela sua adaptação a climas distintos. Em "Diário de Oaxaca", Sacks conta-nos a viagem que realizou com alguns colegas desta sociedade a Oaxaca, uma província no México.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Oliver Sacks é conhecido como um explorador da mente humana. No entanto, é também membro da American Fern Society, revelando desde a sua infância fascínio por estas plantas primitivas e pela sua adaptação a climas distintos. Em "Diário de Oaxaca", Sacks conta-nos a viagem que realizou com alguns colegas desta sociedade a Oaxaca, uma província no México.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O que há de novo sobre a forma como os jovens comunicam através de plataformas como o Facebook, Twitter ou Instagram? De que modo as redes sociais afectam a sua qualidade de vida?Neste livro a especialista em cultura jovem e tecnologias Danah Boyd desmistifica os principais mitos relativos ao uso das redes sociais pelos jovens.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O que há de novo sobre a forma como os jovens comunicam através de plataformas como o Facebook, Twitter ou Instagram? De que modo as redes sociais afectam a sua qualidade de vida?Neste livro a especialista em cultura jovem e tecnologias Danah Boyd desmistifica os principais mitos relativos ao uso das redes sociais pelos jovens.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O Ocidente está a presenciar uma enorme reviravolta política. Como que da noite para o dia, episódios como o Brexit, a vitória de Donald J. Trump ou o crescimento da direita francesa parecem comprovar que o populismo não é um fenómeno do passado. Pelo contrário, urge compreender todas as suas facetas, desde as raízes no século XIX às novas ocorrências que testemunhamos todos os dias. O populismo, transversal à esquerda e à direita, caracteriza-se pela preponderância do povo contra o status quo, pela escolha de temas em que há um forte consenso entre as elites, como a imigração e o aquecimento global, e alimenta-se de um descontentamento geral e indefinido que se impõe cada vez mais. "A Explosão do Populismo", descrito pelo New York Times como um livro fundamental para conhecer as linhas condutoras deste fenómeno sociopolítico global, é fruto da profunda investigação de John B. Judis, um dos politólogos norte-americanos mais influentes da atualidade.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O Ocidente está a presenciar uma enorme reviravolta política. Como que da noite para o dia, episódios como o Brexit, a vitória de Donald J. Trump ou o crescimento da direita francesa parecem comprovar que o populismo não é um fenómeno do passado. Pelo contrário, urge compreender todas as suas facetas, desde as raízes no século XIX às novas ocorrências que testemunhamos todos os dias. O populismo, transversal à esquerda e à direita, caracteriza-se pela preponderância do povo contra o status quo, pela escolha de temas em que há um forte consenso entre as elites, como a imigração e o aquecimento global, e alimenta-se de um descontentamento geral e indefinido que se impõe cada vez mais. "A Explosão do Populismo", descrito pelo New York Times como um livro fundamental para conhecer as linhas condutoras deste fenómeno sociopolítico global, é fruto da profunda investigação de John B. Judis, um dos politólogos norte-americanos mais influentes da atualidade.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 388
Sinopse:
O jornalista Carlos Vaz Marques tem de há uns anos a esta parte vindo a fazer um programa diário, de segunda a sexta-feira, ao final da tarde (com repetição à 1 da madrugada), de entrevistas a cantores, cineastas, escritores, coreógrafos, actores, encenadores, enfim, gente ligada à arte os às ciências, com quem conversa durante cerca de meia hora. Certamente já ouviu algumas destas entrevistas no regresso a casa, ou pela noite dentro. Também poderá ter perdido algumas. Felizmente, CVM reúne agora em livro uma selecção dessas entrevistas a "gente que fala sem cartilha". Gente como os cantores Adriana Calcanhotto ou Caetano Veloso, os escritores como Salman Rushdie ou Vargas Llosa, entre muitos. Uma óptima forma de compreender o mundo que nos rodeia, através de conversas muito vivas e agradáveis. O prefácio é de Pedro Rolo Duarte.
Nº Páginas: 388
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O jornalista Carlos Vaz Marques tem de há uns anos a esta parte vindo a fazer um programa diário, de segunda a sexta-feira, ao final da tarde (com repetição à 1 da madrugada), de entrevistas a cantores, cineastas, escritores, coreógrafos, actores, encenadores, enfim, gente ligada à arte os às ciências, com quem conversa durante cerca de meia hora. Certamente já ouviu algumas destas entrevistas no regresso a casa, ou pela noite dentro. Também poderá ter perdido algumas. Felizmente, CVM reúne agora em livro uma selecção dessas entrevistas a "gente que fala sem cartilha". Gente como os cantores Adriana Calcanhotto ou Caetano Veloso, os escritores como Salman Rushdie ou Vargas Llosa, entre muitos. Uma óptima forma de compreender o mundo que nos rodeia, através de conversas muito vivas e agradáveis. O prefácio é de Pedro Rolo Duarte.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Noam Chomsky empreende uma incisiva e profunda análise à influência atual dos centros de poder. Focando-se em particular no papel dos Estados Unidos da América, bem como da China, Estados do Médio Oriente e da Europa, Chomsky mais do que limitar-se a analisar a conjuntura mundial desde o fim da Segunda Guerra Mundial, mostra como se distribuem os poderes no mundo, expondo-os do ponto de vista político, económico e militar. Impetuoso, claro, arrebatador e meticulosamente bem documentado, este livro proporciona um entendimento indispensável aos temas centrais do nosso tempo.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Noam Chomsky empreende uma incisiva e profunda análise à influência atual dos centros de poder. Focando-se em particular no papel dos Estados Unidos da América, bem como da China, Estados do Médio Oriente e da Europa, Chomsky mais do que limitar-se a analisar a conjuntura mundial desde o fim da Segunda Guerra Mundial, mostra como se distribuem os poderes no mundo, expondo-os do ponto de vista político, económico e militar. Impetuoso, claro, arrebatador e meticulosamente bem documentado, este livro proporciona um entendimento indispensável aos temas centrais do nosso tempo.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 397
Sinopse:
Nick Cave é um dos mais influentes cantores e compositores de letras da era do pós-punk. Como vocalista de grupos, The Birthday Party e, desde 1983, The Bad Seeds, Nick Cave conseguiu criar visões obsessivas e líricas à margem dos gostos ou modas dominantes. Trabalhando com um grupo de músicos altamente inovadores, Cave esforçou-se cons-tantemente por criar músicas de expressão livre numa indústria preocupada com a conformidade. Mas Nick Cave nunca se quis restringir aos limites da música popular. As suas outras criações incluiram o romance — And the Ass saw the Angel — e colaborações com realizadores como Wim Wenders e John Hillcoat. Em Bad Seed, Ian Johnston oferece-nos uma visão do percurso de Nick Cave. Com entrevistas exclusivas e extensas dos seus companheiros músicos, amigos e colegas, entre eles Blixa Bargeld (Einsturzende Neubauten), Lydia Lunch e Shane MacGowan (The Pogues), Johnston dá-nos um retrato de um artista errante cujas canções, segundo a Rolling Stone, possuem a "autoridade da mais primordial espécie de mito".
Nº Páginas: 397
Sinopse:
Nick Cave é um dos mais influentes cantores e compositores de letras da era do pós-punk. Como vocalista de grupos, The Birthday Party e, desde 1983, The Bad Seeds, Nick Cave conseguiu criar visões obsessivas e líricas à margem dos gostos ou modas dominantes. Trabalhando com um grupo de músicos altamente inovadores, Cave esforçou-se cons-tantemente por criar músicas de expressão livre numa indústria preocupada com a conformidade. Mas Nick Cave nunca se quis restringir aos limites da música popular. As suas outras criações incluiram o romance — And the Ass saw the Angel — e colaborações com realizadores como Wim Wenders e John Hillcoat. Em Bad Seed, Ian Johnston oferece-nos uma visão do percurso de Nick Cave. Com entrevistas exclusivas e extensas dos seus companheiros músicos, amigos e colegas, entre eles Blixa Bargeld (Einsturzende Neubauten), Lydia Lunch e Shane MacGowan (The Pogues), Johnston dá-nos um retrato de um artista errante cujas canções, segundo a Rolling Stone, possuem a "autoridade da mais primordial espécie de mito".
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Neste livro, Hans Magnus Enzensberger critica abertamente a União Europeia. Será uma provocação da parte de um europeu convicto em relação à distante opacidade de Bruxelas? Mais do que isso, é uma denúncia da burocracia que a pretexto de harmonizar vai destruindo o ideal que presidiu à construção da União Europeia. Que fazem os nossos tutores, desconhecidos de quase todos, por trás das fachadas brilhantes e dos gabinetes quase sempre fechados? Qual a legitimidade das suas acções? Enzensberger pensa que a evidente ausência de democracia, a multiplicação dos organismos, a linguagem esclerosada dos funcionários da UE contribuem hoje para a ruína da Europa.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Neste livro, Hans Magnus Enzensberger critica abertamente a União Europeia. Será uma provocação da parte de um europeu convicto em relação à distante opacidade de Bruxelas? Mais do que isso, é uma denúncia da burocracia que a pretexto de harmonizar vai destruindo o ideal que presidiu à construção da União Europeia. Que fazem os nossos tutores, desconhecidos de quase todos, por trás das fachadas brilhantes e dos gabinetes quase sempre fechados? Qual a legitimidade das suas acções? Enzensberger pensa que a evidente ausência de democracia, a multiplicação dos organismos, a linguagem esclerosada dos funcionários da UE contribuem hoje para a ruína da Europa.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste conjunto de artigos, Slavoj Žižek confirma a sua capacidade de abordar de modo original temas da atualidade. É o caso da ação de Trump, do conceito de felicidade, da relação entre a sexualidade e o movimento liberal, dos direitos de robôs, dos problemas de identidade, do politicamente correto no Vaticano e até do casamento real britânico.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste conjunto de artigos, Slavoj Žižek confirma a sua capacidade de abordar de modo original temas da atualidade. É o caso da ação de Trump, do conceito de felicidade, da relação entre a sexualidade e o movimento liberal, dos direitos de robôs, dos problemas de identidade, do politicamente correto no Vaticano e até do casamento real britânico.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Leonor Pinhão desde cedo começou a ir à bola. Nas tardes de domingo, o avô Joaquim Paulo Pinhão, levava-a ao Estádio da Luz, ver os jogos do Benfica. E o pai de Leonor foi o famoso jornalista desportivo e director do jornal "A Bola", Carlos Pinhão. Por isso, este "bichinho" do futebol já nasceu, praticamente, com ela. Jornalista e colunista em várias publicações, de desporto ou generalistas, e também colaboradora da revista "Ler" ou editora da revista "(livros)" - agora "Os Meus Livros" - , Leonor Pinhão foi ainda a "voz" (sem papas na língua, diga-se) do Benfica nos programas desportivos "Os Donos da Bola" e "A Bola É Nossa". Este livro, com prefácio do também benfiquista António Bagão Félix, reúne uma selecção de crónicas que Leonor Pinhão foi escrevendo (com imensa ironia e mão de mestre) ao longo de vários meses no jornal "A Bola" e que são um magnífico retrato do nosso futebol, feito a partir do seu Benfica (como ela diz, com humor corrosivo, "Achei natural prestar atenção às coisas que na verdade interessam em primeiro lugar. O futebol do Benfica. O resto vem por acréscimo."). "Leonor explora os terrenos da paixão clubística, confronta atitudes e factos do futebol. E essa é uma das razões que torna este livro interessante. Apesar de o Benfica ser a sua essência, Leonor Pinhão não deixa de fora o Euro 2004, as SAD e o que se passa no FC Porto de Pinto da Costa e no Sporting de José Roquette e depois de Dias da Cunha. Este é um livro para quem gosta e vive o mundo do futebol. Como a Leonor." José J. Mateus, Público, Mil-Folhas
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Leonor Pinhão desde cedo começou a ir à bola. Nas tardes de domingo, o avô Joaquim Paulo Pinhão, levava-a ao Estádio da Luz, ver os jogos do Benfica. E o pai de Leonor foi o famoso jornalista desportivo e director do jornal "A Bola", Carlos Pinhão. Por isso, este "bichinho" do futebol já nasceu, praticamente, com ela. Jornalista e colunista em várias publicações, de desporto ou generalistas, e também colaboradora da revista "Ler" ou editora da revista "(livros)" - agora "Os Meus Livros" - , Leonor Pinhão foi ainda a "voz" (sem papas na língua, diga-se) do Benfica nos programas desportivos "Os Donos da Bola" e "A Bola É Nossa". Este livro, com prefácio do também benfiquista António Bagão Félix, reúne uma selecção de crónicas que Leonor Pinhão foi escrevendo (com imensa ironia e mão de mestre) ao longo de vários meses no jornal "A Bola" e que são um magnífico retrato do nosso futebol, feito a partir do seu Benfica (como ela diz, com humor corrosivo, "Achei natural prestar atenção às coisas que na verdade interessam em primeiro lugar. O futebol do Benfica. O resto vem por acréscimo."). "Leonor explora os terrenos da paixão clubística, confronta atitudes e factos do futebol. E essa é uma das razões que torna este livro interessante. Apesar de o Benfica ser a sua essência, Leonor Pinhão não deixa de fora o Euro 2004, as SAD e o que se passa no FC Porto de Pinto da Costa e no Sporting de José Roquette e depois de Dias da Cunha. Este é um livro para quem gosta e vive o mundo do futebol. Como a Leonor." José J. Mateus, Público, Mil-Folhas
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 64
Sinopse:
José Gil prossegue neste livro a sua investigação sobre os processos individuais e colectivos de subjectivação em Portugal. Quais são esses processos neste período marcado pela globalização, a crise económica e a hegemonia política do PS? Que formas assume essa subjectivação quando "a falha de sentido que as promessas por cumprir do 25 de Abril não conseguiram colmatar" foi suprida por antigos hábitos e "mentalidades"? Reinventando conceitos de Ferenczi e Foucault no sentido de uma abordagem original, José Gil mostra como os portugueses tentaram conquistar "formas de subjectivação individuais em desfasamento ou inadequação aos quadros de vida colectiva que se iam edificando progressivamente". O autor de "Portugal Hoje: O Medo de Existir" considera que "fizemos da identidade o território da sujectividade" e "esforçamo-nos por resistir ao "fora" que aí vem, do exterior ou do interior, que ameaça destruir as nossas velhas subjectividades". Em sua opinião, a única maneira de remover o obstáculo da "identidade" é "deixarmos de ser primeiro portugueses para poder existir primeiro como homens". É à luz dessa preocupação que se analisa o discurso dos actuais governantes que consideram que Portugal entrou "num processo irreversível de modernização", um discurso "anti-ideológico e de via única" em que a avaliação "surge como método universal de formação de identidades". José Gil aborda em particular o "chico-espertismo" enquanto fenómeno que atravessa todo o "tipo de subjectividade da nossa sociedade, sendo transversal a todas as classes, grupos, géneros e gerações".
Nº Páginas: 64
Sinopse:
José Gil prossegue neste livro a sua investigação sobre os processos individuais e colectivos de subjectivação em Portugal. Quais são esses processos neste período marcado pela globalização, a crise económica e a hegemonia política do PS? Que formas assume essa subjectivação quando "a falha de sentido que as promessas por cumprir do 25 de Abril não conseguiram colmatar" foi suprida por antigos hábitos e "mentalidades"? Reinventando conceitos de Ferenczi e Foucault no sentido de uma abordagem original, José Gil mostra como os portugueses tentaram conquistar "formas de subjectivação individuais em desfasamento ou inadequação aos quadros de vida colectiva que se iam edificando progressivamente". O autor de "Portugal Hoje: O Medo de Existir" considera que "fizemos da identidade o território da sujectividade" e "esforçamo-nos por resistir ao "fora" que aí vem, do exterior ou do interior, que ameaça destruir as nossas velhas subjectividades". Em sua opinião, a única maneira de remover o obstáculo da "identidade" é "deixarmos de ser primeiro portugueses para poder existir primeiro como homens". É à luz dessa preocupação que se analisa o discurso dos actuais governantes que consideram que Portugal entrou "num processo irreversível de modernização", um discurso "anti-ideológico e de via única" em que a avaliação "surge como método universal de formação de identidades". José Gil aborda em particular o "chico-espertismo" enquanto fenómeno que atravessa todo o "tipo de subjectividade da nossa sociedade, sendo transversal a todas as classes, grupos, géneros e gerações".
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Este livro reúne artigos publicados pelo autor de 2015 a 2017 no "Diário de Notícias" e entrevistas realizadas entre 2014 e 2017.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Este livro reúne artigos publicados pelo autor de 2015 a 2017 no "Diário de Notícias" e entrevistas realizadas entre 2014 e 2017.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Este livro reúne artigos e conferências sobre temas como a crise do euro e da UE, a política económica da Alemanha, o Brexit, as relações entre Portugal e Espanha, a dívida, a "improvável geringonça" e as relações conflituosas entre Trump e a democracia. O autor, Vítor Bento, é um dos principais economistas portugueses.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Este livro reúne artigos e conferências sobre temas como a crise do euro e da UE, a política económica da Alemanha, o Brexit, as relações entre Portugal e Espanha, a dívida, a "improvável geringonça" e as relações conflituosas entre Trump e a democracia. O autor, Vítor Bento, é um dos principais economistas portugueses.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Este livro reproduz o debate realizado a 4 de março de 2015 pelos economistas Paul Krugman, Joseph Stiglitz e Thomas Piketty.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Este livro reproduz o debate realizado a 4 de março de 2015 pelos economistas Paul Krugman, Joseph Stiglitz e Thomas Piketty.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Este livro começa com uma análise da liberdade como projeto e desenvolve-se como olhar crítico sobre as novas técnicas de poder do capitalismo, que influenciam a vida psíquica, convertendo-a na sua principal força de produção.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Este livro começa com uma análise da liberdade como projeto e desenvolve-se como olhar crítico sobre as novas técnicas de poder do capitalismo, que influenciam a vida psíquica, convertendo-a na sua principal força de produção.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Deste livro faz parte um prefácio de Alexis Tsipras, um debate entre este e Žižek sobre "O Papel da Esquerda Europeia", e uma abordagem de Žižek à questão da dívida.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Deste livro faz parte um prefácio de Alexis Tsipras, um debate entre este e Žižek sobre "O Papel da Esquerda Europeia", e uma abordagem de Žižek à questão da dívida.
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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 210
Sinopse:
Depois do sucesso de "O Ovário de Eva", a bióloga e romancista Clara Pinto Correia, publica agora um livro sobre a ciência da reprodução humana. Uma escrita apaixonada, com um toque de humor, fazem de O MISTÉRIO DOS MISTÉRIOS um livro irresistível para leigos e especialistas.
Nº Páginas: 210
Sinopse:
Depois do sucesso de "O Ovário de Eva", a bióloga e romancista Clara Pinto Correia, publica agora um livro sobre a ciência da reprodução humana. Uma escrita apaixonada, com um toque de humor, fazem de O MISTÉRIO DOS MISTÉRIOS um livro irresistível para leigos e especialistas.
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Edição: Ago 2013
Nº Páginas: 304
Sinopse:
David Graeber, um dos académicos e ativistas mais influentes da sua geração, leva os leitores numa viagem desde o nascimento da democracia em Atenas até às revoluções e reivindicações globais a que temos assistido nas últimas décadas, refletindo sobre os pontos-chave essenciais para a redefinição do conceito de democracia de forma a adaptá-lo à realidade em que vivemos. A mensagem subjacente é que, face à cada vez maior concentração de poder e riqueza nas mãos de uma minoria, uma democracia reinventada - baseada em consenso, igualdade e participação civil - ainda pode abrir caminho à sociedade livre e justa que desejamos.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
David Graeber, um dos académicos e ativistas mais influentes da sua geração, leva os leitores numa viagem desde o nascimento da democracia em Atenas até às revoluções e reivindicações globais a que temos assistido nas últimas décadas, refletindo sobre os pontos-chave essenciais para a redefinição do conceito de democracia de forma a adaptá-lo à realidade em que vivemos. A mensagem subjacente é que, face à cada vez maior concentração de poder e riqueza nas mãos de uma minoria, uma democracia reinventada - baseada em consenso, igualdade e participação civil - ainda pode abrir caminho à sociedade livre e justa que desejamos.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Daí, em pano de fundo, nestes tempos de crise, a questão: porque é que os portugueses se resignam? Porque é que não se revoltam? Porque é que admitem tanta prepotência medíocre dos que os humilham, esmagam, lhes retiram, dia após dia, as energias tão fundamentais para o país? Mais concretamente: que mecanismos impedem os portugueses de se exprimir em democracia, permitindo ao mesmo tempo a proliferação da asneira governativa?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Daí, em pano de fundo, nestes tempos de crise, a questão: porque é que os portugueses se resignam? Porque é que não se revoltam? Porque é que admitem tanta prepotência medíocre dos que os humilham, esmagam, lhes retiram, dia após dia, as energias tão fundamentais para o país? Mais concretamente: que mecanismos impedem os portugueses de se exprimir em democracia, permitindo ao mesmo tempo a proliferação da asneira governativa?
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Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Com o regresso da guerra à Europa e o surgimento de novos conflitos em África e na Ásia, a guerra voltou a ocupar um lugar central na atualidade. Embora em constante evolução, parece seguir princípios intemporais, que, desde a Antiguidade, diversos pensadores tentaram compreender e decifrar. De Sun Tzu a Clausewitz e de Maquiavel a Foch, "Mestres da Estratégia" explora o pensamento de 22 dos maiores estrategas da História. Ao longo destas páginas vamos conhecer os dados biográficos fundamentais de cada um, as ideias-chave que moldaram o seu pensamento e a sua visão da guerra e perceber o impacto duradouro das suas ideias e teorias na prática militar e na definição de políticas de defesa. Nomeadamente que a vitória só tem sentido pela paz que permite alcançar, que a economia de forças desempenha um papel essencial e que a bomba atómica - arma de não-utilização - obriga a repensar a gramática estratégica. Lições que valem tanto para ontem como para hoje e que nos ajudam a compreender um fenómeno eterno: a guerra. Mais do que um compêndio histórico, este livro é uma obra indispensável que oferece uma visão global e nos permite entender os conflitos do passado, decifrar os desafios do presente e antecipar as estratégias do futuro.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Com o regresso da guerra à Europa e o surgimento de novos conflitos em África e na Ásia, a guerra voltou a ocupar um lugar central na atualidade. Embora em constante evolução, parece seguir princípios intemporais, que, desde a Antiguidade, diversos pensadores tentaram compreender e decifrar. De Sun Tzu a Clausewitz e de Maquiavel a Foch, "Mestres da Estratégia" explora o pensamento de 22 dos maiores estrategas da História. Ao longo destas páginas vamos conhecer os dados biográficos fundamentais de cada um, as ideias-chave que moldaram o seu pensamento e a sua visão da guerra e perceber o impacto duradouro das suas ideias e teorias na prática militar e na definição de políticas de defesa. Nomeadamente que a vitória só tem sentido pela paz que permite alcançar, que a economia de forças desempenha um papel essencial e que a bomba atómica - arma de não-utilização - obriga a repensar a gramática estratégica. Lições que valem tanto para ontem como para hoje e que nos ajudam a compreender um fenómeno eterno: a guerra. Mais do que um compêndio histórico, este livro é uma obra indispensável que oferece uma visão global e nos permite entender os conflitos do passado, decifrar os desafios do presente e antecipar as estratégias do futuro.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Bob Dylan chega a Nova Iorque em 1960, quando não completara ainda vinte anos. Os encontros que teve na tumultuosa e noctívaga Greenwich Village haveriam de marcar a sua vida. Bob Dylan recorda em Crónicas os seus encontros com músicos, produtores e artistas e os seus primeiros amores e fala-nos da desordenada biblioteca, descoberta em casa de um amigo e que foi essencial na sua formação, onde leu de Tucídides a Eliot. Há ainda a história da sua vida em Nova Orleães e Woodstock, onde a avassaladora fama, que o perseguiu como símbolo de uma geração, impediu a vida familiar que desejava ter com a mulher e os filhos. Crónicas fala-nos também da origem de várias canções de Dylan e das gravações de alguns dos seus álbuns. No conjunto, compõe um quadro íntimo e incisivo da vida de Dylan, inseparável da sua criação poética e musical.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Bob Dylan chega a Nova Iorque em 1960, quando não completara ainda vinte anos. Os encontros que teve na tumultuosa e noctívaga Greenwich Village haveriam de marcar a sua vida. Bob Dylan recorda em Crónicas os seus encontros com músicos, produtores e artistas e os seus primeiros amores e fala-nos da desordenada biblioteca, descoberta em casa de um amigo e que foi essencial na sua formação, onde leu de Tucídides a Eliot. Há ainda a história da sua vida em Nova Orleães e Woodstock, onde a avassaladora fama, que o perseguiu como símbolo de uma geração, impediu a vida familiar que desejava ter com a mulher e os filhos. Crónicas fala-nos também da origem de várias canções de Dylan e das gravações de alguns dos seus álbuns. No conjunto, compõe um quadro íntimo e incisivo da vida de Dylan, inseparável da sua criação poética e musical.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 364
Sinopse:
António Barreto é um dos mais atentos observadores da realidade portuguesa nos dias de hoje. Neste seu novo livro de ensaios, analisa as principais mudanças sociais do país nas últimas décadas (com particular enfoque na saúde, administração pública e migrações) e as consequências da nossa integração na Europa e da adesão à moeda única. É um retrato realista do país que somos, neste tempo de incerteza que se seguiu a uma certa euforia do final da década de 80. A obra termina com um texto de elogio ao Livro e ao seu papel no conhecimento. "A ideia central de 'Tempo de Incerteza' é a de que a sociedade portuguesa mudou muito desde 1960. (...) Num país que sempre foi pródigo em perder tempo, houve, evidentemente, um conjunto de mudanças naturais, ditadas pela alteração de regime político e pelo desmantelamento de pilares importantes do regime anterior. (...) Sobretudo, esta última década e meia gerou mudanças profundas num país historicamente proteccionista e enclausurado: a economia portuguesa é hoje uma economia aberta, plenamente integrada no espaço europeu, ainda que terciarizada e sem indústria de ponta; o produto cresceu; a educação democratizou-se; a despesa social aumentou; a justiça e a saúde tornaram-se serviços amplamente procurados, embora ineficientes. (...) 'Tempo de Incerteza', com a autoridade do seu autor, cumpre muito bem o seu papel." Pedro Lomba, DNa, 18/01/03
Nº Páginas: 364
Sinopse:
António Barreto é um dos mais atentos observadores da realidade portuguesa nos dias de hoje. Neste seu novo livro de ensaios, analisa as principais mudanças sociais do país nas últimas décadas (com particular enfoque na saúde, administração pública e migrações) e as consequências da nossa integração na Europa e da adesão à moeda única. É um retrato realista do país que somos, neste tempo de incerteza que se seguiu a uma certa euforia do final da década de 80. A obra termina com um texto de elogio ao Livro e ao seu papel no conhecimento. "A ideia central de 'Tempo de Incerteza' é a de que a sociedade portuguesa mudou muito desde 1960. (...) Num país que sempre foi pródigo em perder tempo, houve, evidentemente, um conjunto de mudanças naturais, ditadas pela alteração de regime político e pelo desmantelamento de pilares importantes do regime anterior. (...) Sobretudo, esta última década e meia gerou mudanças profundas num país historicamente proteccionista e enclausurado: a economia portuguesa é hoje uma economia aberta, plenamente integrada no espaço europeu, ainda que terciarizada e sem indústria de ponta; o produto cresceu; a educação democratizou-se; a despesa social aumentou; a justiça e a saúde tornaram-se serviços amplamente procurados, embora ineficientes. (...) 'Tempo de Incerteza', com a autoridade do seu autor, cumpre muito bem o seu papel." Pedro Lomba, DNa, 18/01/03
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A ultradireita veio para ficar. Depois de várias décadas na sombra, estas políticas regressaram ao centro da ribalta. Três das maiores democracias mundiais - o Brasil, a Índia e os Estados Unidos da América - são lideradas por governantes da direita radical. Também na Europa, os partidos de ultradireita afirmam-se cada vez mais. Neste livro oportuno, Cas Mudde, um dos peritos mais destacados à escala global no tema do extremismo político, apresenta uma visão concisa da quarta vaga de políticas de ultradireita do pós-guerra, explorando a sua história, a ideologia, a organização, as causas e as consequências, assim como as respostas de que a sociedade civil, os partidos e as instituições se devem munir para desafiar as suas ideias e a sua influência. Segundo Cas Mudde, o que define o atual ressurgimento da ultradireita é a sua inclusão e normalização no panorama político contemporâneo. Ao desafiar o pensamento ortodoxo na relação entre políticas convencionais e políticas de ultradireita, Mudde oferece um ensaio complexo e perspicaz sobre um dos desafios políticos decisivos da atualidade.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A ultradireita veio para ficar. Depois de várias décadas na sombra, estas políticas regressaram ao centro da ribalta. Três das maiores democracias mundiais - o Brasil, a Índia e os Estados Unidos da América - são lideradas por governantes da direita radical. Também na Europa, os partidos de ultradireita afirmam-se cada vez mais. Neste livro oportuno, Cas Mudde, um dos peritos mais destacados à escala global no tema do extremismo político, apresenta uma visão concisa da quarta vaga de políticas de ultradireita do pós-guerra, explorando a sua história, a ideologia, a organização, as causas e as consequências, assim como as respostas de que a sociedade civil, os partidos e as instituições se devem munir para desafiar as suas ideias e a sua influência. Segundo Cas Mudde, o que define o atual ressurgimento da ultradireita é a sua inclusão e normalização no panorama político contemporâneo. Ao desafiar o pensamento ortodoxo na relação entre políticas convencionais e políticas de ultradireita, Mudde oferece um ensaio complexo e perspicaz sobre um dos desafios políticos decisivos da atualidade.
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Edição: Jul 1993
Nº Páginas: 270
Sinopse:
A cozinha portuguesa encontrou-se com a Especiaria nos séculos XV e XVI, e então perfumou-se como uma grande cortesã, cobriu-se de canelas, pimentas e frutas tropicais. No século XVIII, antes de o terramoto ter acabado com o optimismo, a cozinha lisboeta foi uma cozinha abundante e ilustre. Conheceu os maiores requintes, que são os que aqui se pormenorizam. (...) Os gastrónomos portugueses sempre pretenderam que fosse concedido aos linguados lisboetas a primazia sobre todos os linguados de todos os mares do Mundo. Uno a minha voz à deles. São uns linguados que ultrapassaram essa cortês secura do linguado, como se a sua carne ficasse entremeada de manteiga, de uma manteiga perfumada de recônditos aromas marinhos. Há um molho lisboeta para o linguado com salsa, pão ralado, patas de caranguejo e um cálice de vinho do Porto. Em Setúbal fazem-no maravilhosamente, e na Trafaria...
Nº Páginas: 270
Sinopse:
A cozinha portuguesa encontrou-se com a Especiaria nos séculos XV e XVI, e então perfumou-se como uma grande cortesã, cobriu-se de canelas, pimentas e frutas tropicais. No século XVIII, antes de o terramoto ter acabado com o optimismo, a cozinha lisboeta foi uma cozinha abundante e ilustre. Conheceu os maiores requintes, que são os que aqui se pormenorizam. (...) Os gastrónomos portugueses sempre pretenderam que fosse concedido aos linguados lisboetas a primazia sobre todos os linguados de todos os mares do Mundo. Uno a minha voz à deles. São uns linguados que ultrapassaram essa cortês secura do linguado, como se a sua carne ficasse entremeada de manteiga, de uma manteiga perfumada de recônditos aromas marinhos. Há um molho lisboeta para o linguado com salsa, pão ralado, patas de caranguejo e um cálice de vinho do Porto. Em Setúbal fazem-no maravilhosamente, e na Trafaria...
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