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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 500
Sinopse:
"O livro mais falado desde Geração X... No Logo é uma descrição inteligente e magnificamente apresentada de uma cultura que se deslocou da venda de produtos para a caça às marcas." - The Guardian
Nº Páginas: 500
Sinopse:
"O livro mais falado desde Geração X... No Logo é uma descrição inteligente e magnificamente apresentada de uma cultura que se deslocou da venda de produtos para a caça às marcas." - The Guardian
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Edição: Mai 2020
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nenhum coronavírus nos pode tirar isto. Há, pois, esperança de que o distanciamento físico venha inclusivamente a reforçar a intensidade do elo que nos liga aos outros. Só agora, que tenho de evitar muitos daqueles que me são próximos, é que sinto plenamente a sua presença, a importância que têm para mim. Aqui chegados, já estou a ouvir uma gargalhada cínica: está bem, talvez experienciemos esses momentos de proximidade espiritual, mas como é que isso nos vai ajudar a lidar com a catástrofe atual? Tiraremos daí alguma lição?" [Da Introdução]
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nenhum coronavírus nos pode tirar isto. Há, pois, esperança de que o distanciamento físico venha inclusivamente a reforçar a intensidade do elo que nos liga aos outros. Só agora, que tenho de evitar muitos daqueles que me são próximos, é que sinto plenamente a sua presença, a importância que têm para mim. Aqui chegados, já estou a ouvir uma gargalhada cínica: está bem, talvez experienciemos esses momentos de proximidade espiritual, mas como é que isso nos vai ajudar a lidar com a catástrofe atual? Tiraremos daí alguma lição?" [Da Introdução]
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Edição: Dez 1996
Nº Páginas: 362
Sinopse:
"Juntei textos de natureza muito diferente. Desde os vagamente autobiográficos, aos marcadamente políticos, passando pela crítica de livros e de filmes. Não têm um fio condutor evidente, o contrário seria de espantar. Mas têm um denominador comum: uma vontade compulsiva de escrever." Do Prefácio
Nº Páginas: 362
Sinopse:
"Juntei textos de natureza muito diferente. Desde os vagamente autobiográficos, aos marcadamente políticos, passando pela crítica de livros e de filmes. Não têm um fio condutor evidente, o contrário seria de espantar. Mas têm um denominador comum: uma vontade compulsiva de escrever." Do Prefácio
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Finalmente, um traço dominante deste período é o do uso intensivo e persistente da propaganda e de todas as formas de construção e orientação da informação. Estes últimos anos marcam a consolidação do modo profissional de informar a população. Governo, partidos políticos, grupos parlamentares, grandes grupos económicos, associações empresariais e sindicatos recorrem, cada vez mais e agora de modo consistente, a organizações especializadas de comunicação. Este esforço é, obviamente, liderado pelo governo, com recursos ilimitados para dirigir a informação e organizar a comunicação, de acordo com os seus interesses e conveniências. São centenas, talvez milhares de profissionais, incluindo muitos jornalistas, a exercer as suas actividades de comunicação em conformidade com as expectativas dos seus mandantes. A actividade política desenrola-se agora de acordo com o que se chama, na gíria, a "agenda" política. Esta é uma mera construção de conveniência, uma maneira de condicionar a informação e a opinião."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Finalmente, um traço dominante deste período é o do uso intensivo e persistente da propaganda e de todas as formas de construção e orientação da informação. Estes últimos anos marcam a consolidação do modo profissional de informar a população. Governo, partidos políticos, grupos parlamentares, grandes grupos económicos, associações empresariais e sindicatos recorrem, cada vez mais e agora de modo consistente, a organizações especializadas de comunicação. Este esforço é, obviamente, liderado pelo governo, com recursos ilimitados para dirigir a informação e organizar a comunicação, de acordo com os seus interesses e conveniências. São centenas, talvez milhares de profissionais, incluindo muitos jornalistas, a exercer as suas actividades de comunicação em conformidade com as expectativas dos seus mandantes. A actividade política desenrola-se agora de acordo com o que se chama, na gíria, a "agenda" política. Esta é uma mera construção de conveniência, uma maneira de condicionar a informação e a opinião."
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Edição: Dez 2012
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Céptico como os cépticos, crente como os crentes. A metade que avança é crente, a metade que confirma é céptica. Mas o cientista perfeito é também jardineiro: acredita que a beleza é conhecimento."[sobre ciência]"Indecifrável é o homem que, além de permanecer em silêncio e imóvel, se esconde da luz, como o mais velho dos ratos. Dele — por jamais ter sido visto, mas, acima de tudo, por jamais ter sido entendido — se construirá uma robusta e luminosa estátua no centro dessa cidade que nem sequer se recorda de alguém o ter visto nascer."[sobre o medo]"Lilith atravessou um caixão aberto, correu de um lado ao outro do caixão aberto. Apenas dois metros de comprimento: duas sensações estranhas: correr em espaço tão curto e esse movimento intenso dentro de uma caixa feita para guardar a imobilidade. Um exercício filosófico: correr dentro de um caixão."[sobre as ligações]
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Céptico como os cépticos, crente como os crentes. A metade que avança é crente, a metade que confirma é céptica. Mas o cientista perfeito é também jardineiro: acredita que a beleza é conhecimento."[sobre ciência]"Indecifrável é o homem que, além de permanecer em silêncio e imóvel, se esconde da luz, como o mais velho dos ratos. Dele — por jamais ter sido visto, mas, acima de tudo, por jamais ter sido entendido — se construirá uma robusta e luminosa estátua no centro dessa cidade que nem sequer se recorda de alguém o ter visto nascer."[sobre o medo]"Lilith atravessou um caixão aberto, correu de um lado ao outro do caixão aberto. Apenas dois metros de comprimento: duas sensações estranhas: correr em espaço tão curto e esse movimento intenso dentro de uma caixa feita para guardar a imobilidade. Um exercício filosófico: correr dentro de um caixão."[sobre as ligações]
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Atlas do Corpo e da Imaginação" é um livro de Gonçalo M. Tavares que atravessa a literatura, o pensamento e as artes, passando pela imagem e por temas como os da identidade, tecnologia; morte e ligações amorosas; cidade, racionalidade e loucura, alimentação e desejo, etc. Centenas de fragmentos que definem um itinerário no meio da confusão do mundo, discurso acompanhado por imagens d’Os Espacialistas, colectivo de artistas plásticos. É um livro para ler e para ser visto e é também, de certa maneira, uma narrativa — com imagens que cruzam, com o texto, os temas centrais da modernidade. Neste Atlas do Corpo e da Imaginação, Gonçalo M. Tavares revisita ainda a obra de alguns dos mais importantes pensadores contemporâneos, partindo de Bachelard e Wittgenstein, passando depois por Foucault, Hannah Arendt, Roland Barthes, mas também por escritores como Vergílio Ferreira, Llansol ou Lispector, entre muitos outros. Arquitectura, arte, pensamento, dança, teatro, cinema e literatura são disciplinas que atravessam, de forma directa e oblíqua, o livro. Com o seu espírito claro e lúcido, Gonçalo M. Tavares conduz-nos com precisão e entusiasmo através do labirinto que é o mundo em que vivemos.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Atlas do Corpo e da Imaginação" é um livro de Gonçalo M. Tavares que atravessa a literatura, o pensamento e as artes, passando pela imagem e por temas como os da identidade, tecnologia; morte e ligações amorosas; cidade, racionalidade e loucura, alimentação e desejo, etc. Centenas de fragmentos que definem um itinerário no meio da confusão do mundo, discurso acompanhado por imagens d’Os Espacialistas, colectivo de artistas plásticos. É um livro para ler e para ser visto e é também, de certa maneira, uma narrativa — com imagens que cruzam, com o texto, os temas centrais da modernidade. Neste Atlas do Corpo e da Imaginação, Gonçalo M. Tavares revisita ainda a obra de alguns dos mais importantes pensadores contemporâneos, partindo de Bachelard e Wittgenstein, passando depois por Foucault, Hannah Arendt, Roland Barthes, mas também por escritores como Vergílio Ferreira, Llansol ou Lispector, entre muitos outros. Arquitectura, arte, pensamento, dança, teatro, cinema e literatura são disciplinas que atravessam, de forma directa e oblíqua, o livro. Com o seu espírito claro e lúcido, Gonçalo M. Tavares conduz-nos com precisão e entusiasmo através do labirinto que é o mundo em que vivemos.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"As obras de Mrs. Fisher tratam de comida e de pessoas, temas que a autora está habilitada para abordar com especial competência. Em primeiro lugar, porque a cozinha é para ela um passatempo e não uma profissão.(...)"
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"As obras de Mrs. Fisher tratam de comida e de pessoas, temas que a autora está habilitada para abordar com especial competência. Em primeiro lugar, porque a cozinha é para ela um passatempo e não uma profissão.(...)"
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"As insuficiências reveladas pelo pensamento económico dominante durante estes anos de crise abriram espaço para a afirmação de abordagens heterodoxas e de ideias largamente ignoradas até há pouco.O combate por ideias alternativas ao pensamento económico dominante constitui o objectivo primordial do blogue Ladrões de Bicicletas, onde o autor escreve desde Abril de 2007."
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"As insuficiências reveladas pelo pensamento económico dominante durante estes anos de crise abriram espaço para a afirmação de abordagens heterodoxas e de ideias largamente ignoradas até há pouco.O combate por ideias alternativas ao pensamento económico dominante constitui o objectivo primordial do blogue Ladrões de Bicicletas, onde o autor escreve desde Abril de 2007."
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 512
Sinopse:
"Ao lermos Chesterton, somos dominados por uma extraordinária sensação de felicidade. A sua prosa é o oposto da prosa académica: é rejubilante. As palavras ressaltam e desencadeiam faíscas entre si, como se um brinquedo de corda ganhasse vida de repente, fazendo girar e disparar todos os botões do bom senso, o mais surpreendente dos prodígios." [Da Introdução de Alberto Manguel] >br> "Acredito que Chesterton é um dos principais escritores do nosso tempo, não só pela criatividade, imaginação visual e alegria infantil ou divina evidente na sua escrita, mas também pelo talento retórico e puro brilhantismo da sua arte (…). É desnecessário falar da magia e do brilho de Chesterton. Eu quero ponderar outras virtudes do famoso escritor: a sua admirável modéstia e a sua cortesia." [Jorge Luis Borges]
Nº Páginas: 512
Sinopse:
"Ao lermos Chesterton, somos dominados por uma extraordinária sensação de felicidade. A sua prosa é o oposto da prosa académica: é rejubilante. As palavras ressaltam e desencadeiam faíscas entre si, como se um brinquedo de corda ganhasse vida de repente, fazendo girar e disparar todos os botões do bom senso, o mais surpreendente dos prodígios." [Da Introdução de Alberto Manguel] >br> "Acredito que Chesterton é um dos principais escritores do nosso tempo, não só pela criatividade, imaginação visual e alegria infantil ou divina evidente na sua escrita, mas também pelo talento retórico e puro brilhantismo da sua arte (…). É desnecessário falar da magia e do brilho de Chesterton. Eu quero ponderar outras virtudes do famoso escritor: a sua admirável modéstia e a sua cortesia." [Jorge Luis Borges]
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 336
Sinopse:
""Tolstoi ou Dostoievski" procura mostrar que a estatura destes dois romancistas é inseparável do seu compromisso teológico. Se "Anna Karénina" é, como Henry James viu, uma "coisa tão maior" até mesmo que "Madame Bovary", se "Os Irmãos Karamázov" supera tão formidavelmente Balzac ou Dickens, a razão é a centralidade para Tolstoi e Dostoievski da questão de Deus. Por sua vez, o que faz legitimar as afinidades de Tolstoi com Homero e as de Dostoievski com Shakespeare é uma comunicação partilhada das realidades, individuais e colectivas, físicas e históricas, além do alcance do empírico. Para ambos os mestres russos, como para Pasternak e para Soljenítsin depois deles, o pressuposto de D. H. Lawrence de que, para ser um escritor ou artista maior, há que enfrentar "nu os fogos de Deus" (ou o não-ser de Deus) era por si mesmo evidente. O constante recurso de Tolstoi ao mistério da ressurreição, as figurações de Dostoievski de um niilismo apocalíptico, são simultaneamente actos incomparáveis de realização narrativa-dramática e de pensamento religioso. Este livro invoca as afinidades profundas que se encontram entre a realização russa e a do cenário teológico em Hawthorne e Melville." Do Prefácio
Nº Páginas: 336
Sinopse:
""Tolstoi ou Dostoievski" procura mostrar que a estatura destes dois romancistas é inseparável do seu compromisso teológico. Se "Anna Karénina" é, como Henry James viu, uma "coisa tão maior" até mesmo que "Madame Bovary", se "Os Irmãos Karamázov" supera tão formidavelmente Balzac ou Dickens, a razão é a centralidade para Tolstoi e Dostoievski da questão de Deus. Por sua vez, o que faz legitimar as afinidades de Tolstoi com Homero e as de Dostoievski com Shakespeare é uma comunicação partilhada das realidades, individuais e colectivas, físicas e históricas, além do alcance do empírico. Para ambos os mestres russos, como para Pasternak e para Soljenítsin depois deles, o pressuposto de D. H. Lawrence de que, para ser um escritor ou artista maior, há que enfrentar "nu os fogos de Deus" (ou o não-ser de Deus) era por si mesmo evidente. O constante recurso de Tolstoi ao mistério da ressurreição, as figurações de Dostoievski de um niilismo apocalíptico, são simultaneamente actos incomparáveis de realização narrativa-dramática e de pensamento religioso. Este livro invoca as afinidades profundas que se encontram entre a realização russa e a do cenário teológico em Hawthorne e Melville." Do Prefácio
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 240
Sinopse:
DOIS LIVROS DE RUI TAVARES NUM SÓ: De um lado, as crónicas que há muito alertavam para a ameaça do autoritarismo Do outro, aquelas que nos apontam o caminho para um Portugal melhor. NÃO FOI POR FALTA DE AVISO Na última década e meia, enquanto o mundo lutava com as sequelas de uma crise financeira e enfrentava uma pandemia, crescia uma ameaça maior à nossa forma democrática de vida. O regresso do autoritarismo estava à vista de todos. Mas poucos o quiseram ver, e menos ainda nomear desde tão cedo. Não Foi por Falta de Aviso é um desses raros relatos. Porque o resto da história ainda pode ser diferente. AINDA O APANHAMOS! Nos 50 anos do 25 Abril, que inaugurou o nosso regime mais livre e generoso, é tempo de revisitar uma tensão fundamental ao ser português: a tensão entre pequenez e grandeza, entre velho e novo. Esta ideia de que estamos quase sempre a chegar lá, ou prontos a desistir a meio do caminho. Para desatar o nó, não basta o «dizer umas coisas» dos populistas e não chegam as folhas de cálculo dos tecnocratas. É preciso descrever a visão de um Portugal melhor e partilhar um caminho para lá chegar.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
DOIS LIVROS DE RUI TAVARES NUM SÓ: De um lado, as crónicas que há muito alertavam para a ameaça do autoritarismo Do outro, aquelas que nos apontam o caminho para um Portugal melhor. NÃO FOI POR FALTA DE AVISO Na última década e meia, enquanto o mundo lutava com as sequelas de uma crise financeira e enfrentava uma pandemia, crescia uma ameaça maior à nossa forma democrática de vida. O regresso do autoritarismo estava à vista de todos. Mas poucos o quiseram ver, e menos ainda nomear desde tão cedo. Não Foi por Falta de Aviso é um desses raros relatos. Porque o resto da história ainda pode ser diferente. AINDA O APANHAMOS! Nos 50 anos do 25 Abril, que inaugurou o nosso regime mais livre e generoso, é tempo de revisitar uma tensão fundamental ao ser português: a tensão entre pequenez e grandeza, entre velho e novo. Esta ideia de que estamos quase sempre a chegar lá, ou prontos a desistir a meio do caminho. Para desatar o nó, não basta o «dizer umas coisas» dos populistas e não chegam as folhas de cálculo dos tecnocratas. É preciso descrever a visão de um Portugal melhor e partilhar um caminho para lá chegar.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 206
Sinopse:
O «poeta militante» José Gomes Ferreira nasceu no ano de 1900, na cidade do Porto. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1924 e no ano seguinte rumava como cônsul à Noruega, país onde permaneceu até 1929. Regressado a Portugal, dedicou-se à escrita. Apesar de já ter publicado dois livros de poemas em 1918 e 1921 - "Lírios do Monte" e "Longe" -, livros que, aliás, foram esquecidos e retirados da sua bibliografia, só em 1931 se encontra verdadeiramente como poeta. Nesse ano, é publicado na revista Presença um poema seu, hoje dos mais conhecidos, "Viver também cansa". Dezassete anos depois, isto é, em 1948, sai o primeiro volume de Poesia, a que se seguiram outros, até ao sexto volume em 1975. Posteriormente estes seis volumes vieram a incorporar, juntamente com as colectâneas "Viagem do Outro Lado" e "Circunstanciais" a obra "Poeta Militante" (3 volumes). Militante significava para Gomes Ferreira ser «militante da poesia total». No subtítulo da obra - "imagens do Século Vinte em Mim" - outra pista é-nos deixada: o interesse do poeta pelo real, pelo quotidiano, o seu interesse em revelar uma experiência pessoal, logo, subjectiva.
Nº Páginas: 206
Sinopse:
O «poeta militante» José Gomes Ferreira nasceu no ano de 1900, na cidade do Porto. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1924 e no ano seguinte rumava como cônsul à Noruega, país onde permaneceu até 1929. Regressado a Portugal, dedicou-se à escrita. Apesar de já ter publicado dois livros de poemas em 1918 e 1921 - "Lírios do Monte" e "Longe" -, livros que, aliás, foram esquecidos e retirados da sua bibliografia, só em 1931 se encontra verdadeiramente como poeta. Nesse ano, é publicado na revista Presença um poema seu, hoje dos mais conhecidos, "Viver também cansa". Dezassete anos depois, isto é, em 1948, sai o primeiro volume de Poesia, a que se seguiram outros, até ao sexto volume em 1975. Posteriormente estes seis volumes vieram a incorporar, juntamente com as colectâneas "Viagem do Outro Lado" e "Circunstanciais" a obra "Poeta Militante" (3 volumes). Militante significava para Gomes Ferreira ser «militante da poesia total». No subtítulo da obra - "imagens do Século Vinte em Mim" - outra pista é-nos deixada: o interesse do poeta pelo real, pelo quotidiano, o seu interesse em revelar uma experiência pessoal, logo, subjectiva.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 192
Sinopse:
António Lobo Antunes nasceu em Lisboa em 1942 e licenciou-se em Medicina pela Universidade de Lisboa em 1969. Combateu em Angola de 1971 a 1973. Depois da publicação de Memória de Elefante e Os Cus de Judas, ambos em 1979, António Lobo Antunes tornou-se um dos escritores portugueses mais lidos, traduzidos e premiados em todo o mundo. Em 2005 foi distinguido com um dos mais importantes prémios literários do mundo: o Prémio Jerusalém. Em 2007 recebeu o Prémio Camões, o mais importante prémio literário de língua portuguesa.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
António Lobo Antunes nasceu em Lisboa em 1942 e licenciou-se em Medicina pela Universidade de Lisboa em 1969. Combateu em Angola de 1971 a 1973. Depois da publicação de Memória de Elefante e Os Cus de Judas, ambos em 1979, António Lobo Antunes tornou-se um dos escritores portugueses mais lidos, traduzidos e premiados em todo o mundo. Em 2005 foi distinguido com um dos mais importantes prémios literários do mundo: o Prémio Jerusalém. Em 2007 recebeu o Prémio Camões, o mais importante prémio literário de língua portuguesa.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Eis uma obra do catano! Uma extensa compilação de palavras e expressões oriundas do calão. Com um linguajar divertido e mais de 3300 entradas, apresentando definição, sinónimos e curiosidades quanto à origem de muitas expressões. Por exemplo, sabe como surgiu a expressão "arriar a giga"? Quantos sinónimos terá a palavra "pénis"? E qual a localização do "sítio onde a pombinha do Espírito Santo encontrou a Nossa Senhora"? Para conhecer isso e muito mais, é só abrir este livro. Mas também expressões e termos divertidos, por vezes inocentes, algumas vezes a roçar o obsceno, mas que nos fazem sempre sorrir. Há ainda expressões que já não se usam, mas esperam pelo nosso resgate. Uma coisa é certa: não fizemos censura! Afinal, o vocabulário em torno do calão faz parte do grande património da língua portuguesa. Aliás, o calão dá vida à língua e muito a enriquece.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Eis uma obra do catano! Uma extensa compilação de palavras e expressões oriundas do calão. Com um linguajar divertido e mais de 3300 entradas, apresentando definição, sinónimos e curiosidades quanto à origem de muitas expressões. Por exemplo, sabe como surgiu a expressão "arriar a giga"? Quantos sinónimos terá a palavra "pénis"? E qual a localização do "sítio onde a pombinha do Espírito Santo encontrou a Nossa Senhora"? Para conhecer isso e muito mais, é só abrir este livro. Mas também expressões e termos divertidos, por vezes inocentes, algumas vezes a roçar o obsceno, mas que nos fazem sempre sorrir. Há ainda expressões que já não se usam, mas esperam pelo nosso resgate. Uma coisa é certa: não fizemos censura! Afinal, o vocabulário em torno do calão faz parte do grande património da língua portuguesa. Aliás, o calão dá vida à língua e muito a enriquece.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este livro consiste numa colectânea de artigos de Daniel Sampaio publicados na revista dominical do jornal "Público". Nesses artigos Daniel Sampaio trata uma vasta variedade de temas - Os que são tratados mais vezes são relativos à escola, aos problemas das famílias, aos problemas dos jovens. Mas também trata de problema políticos e sociais. Neste conjunto, a crise actual está quase sempre presente, porque ela de facto afecta todos os aspectos da vida. Até a crise do Sporting , à qual Daniel Sampaio esteve ligado, merece um artigo. Em resumo, é uma reflexão que o autor faz com os seus muitos leitores sobre problemas que, directa ou indirectamente, a todos dizem respeito.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este livro consiste numa colectânea de artigos de Daniel Sampaio publicados na revista dominical do jornal "Público". Nesses artigos Daniel Sampaio trata uma vasta variedade de temas - Os que são tratados mais vezes são relativos à escola, aos problemas das famílias, aos problemas dos jovens. Mas também trata de problema políticos e sociais. Neste conjunto, a crise actual está quase sempre presente, porque ela de facto afecta todos os aspectos da vida. Até a crise do Sporting , à qual Daniel Sampaio esteve ligado, merece um artigo. Em resumo, é uma reflexão que o autor faz com os seus muitos leitores sobre problemas que, directa ou indirectamente, a todos dizem respeito.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Acusado de participação na revolta dos militares em Lourenço Marques, e já o segundo-sargento António d’Araújo seria julgado e condenado a 10 anos de prisão, em 1889, castigo a ser cumprido em Angola, para onde foi degredado e chegaria em 1892. (...) Ao longo das páginas do manuscrito fica patente (…) uma imensidão de informações relevantes para quantos queiram conhecer Angola nesse declinar do século XIX. (...) Orgulha-se a Academia Portuguesa da História por se poder associar a esta publicação, manifestando igualmente o seu profundo apreço pelo académico Adriano Parreira, graças a quem podemos passar a dispor de um texto riquíssimo para quantos desejem conhecer as vivências quotidianas de um jovem que, como tantos outros, foi atirado para uma terra desconhecida, num ambiente de esperança, mas também de medo."Prof.ª Doutora Manuela MendonçaPresidente da Academia Portuguesa da História
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Acusado de participação na revolta dos militares em Lourenço Marques, e já o segundo-sargento António d’Araújo seria julgado e condenado a 10 anos de prisão, em 1889, castigo a ser cumprido em Angola, para onde foi degredado e chegaria em 1892. (...) Ao longo das páginas do manuscrito fica patente (…) uma imensidão de informações relevantes para quantos queiram conhecer Angola nesse declinar do século XIX. (...) Orgulha-se a Academia Portuguesa da História por se poder associar a esta publicação, manifestando igualmente o seu profundo apreço pelo académico Adriano Parreira, graças a quem podemos passar a dispor de um texto riquíssimo para quantos desejem conhecer as vivências quotidianas de um jovem que, como tantos outros, foi atirado para uma terra desconhecida, num ambiente de esperança, mas também de medo."Prof.ª Doutora Manuela MendonçaPresidente da Academia Portuguesa da História
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O "Diário" de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O "Diário" de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O Diário de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O Diário de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A 25 de Junho de 2017, quase três anos antes da pandemia, Fareed Zakaria teceu a seguinte previsão no seu programa televisivo na CNN: "Uma das maiores ameaças que os Estados Unidos têm de enfrentar não é, de todo, grande. Na verdade, é minúscula, microscópica, dezenas de vezes mais pequena do que a cabeça de um alfinete. Patogénicos mortíferos, quer produzidos pelo homem quer naturais, podem desencadear uma crise de saúde global e [nós] não estamos nada preparados para lidar com isso. [...] As nossas cidades a abarrotar, as guerras, os desastres naturais e as viagens aéreas internacionais podem levar a que um vírus mortal com origem numa pequena aldeia em África seja transmitido e chegue a todo o mundo em apenas 24 horas [...]. A biossegurança e as pandemias globais ultrapassam todas as fronteiras nacionais. Os agentes patogénicos, os vírus e as doenças são igualmente assassinos. Quando a crise estalar, vamos desejar ter mais fundos e uma maior cooperação global. Mas, nessa altura, talvez seja demasiado tarde."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A 25 de Junho de 2017, quase três anos antes da pandemia, Fareed Zakaria teceu a seguinte previsão no seu programa televisivo na CNN: "Uma das maiores ameaças que os Estados Unidos têm de enfrentar não é, de todo, grande. Na verdade, é minúscula, microscópica, dezenas de vezes mais pequena do que a cabeça de um alfinete. Patogénicos mortíferos, quer produzidos pelo homem quer naturais, podem desencadear uma crise de saúde global e [nós] não estamos nada preparados para lidar com isso. [...] As nossas cidades a abarrotar, as guerras, os desastres naturais e as viagens aéreas internacionais podem levar a que um vírus mortal com origem numa pequena aldeia em África seja transmitido e chegue a todo o mundo em apenas 24 horas [...]. A biossegurança e as pandemias globais ultrapassam todas as fronteiras nacionais. Os agentes patogénicos, os vírus e as doenças são igualmente assassinos. Quando a crise estalar, vamos desejar ter mais fundos e uma maior cooperação global. Mas, nessa altura, talvez seja demasiado tarde."
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Dez Césares - Volume II: De Adriano a Constantino narra 220 anos de história, dando especial enfoque aos períodos dos imperadores Adriano, sucessor de Trajano, Marco Aurélio, o imperador-filósofo, Sétimo Severo, Diocleciano e Constantino, o primeiro imperador cristão e o segundo "fundador" do império. Este é um período de batalhas e de alianças estratégicas - com os homens e com os deuses -, de perseguições atrozes e de grandes convulsões religiosas. Narrado com toda a mestria de um grande professor da história antiga e um olhar teatral sobre as contradições humanas, este livro traz à vida as grandes figuras da história e narra um período instável, transformador do império a todos os níveis.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Dez Césares - Volume II: De Adriano a Constantino narra 220 anos de história, dando especial enfoque aos períodos dos imperadores Adriano, sucessor de Trajano, Marco Aurélio, o imperador-filósofo, Sétimo Severo, Diocleciano e Constantino, o primeiro imperador cristão e o segundo "fundador" do império. Este é um período de batalhas e de alianças estratégicas - com os homens e com os deuses -, de perseguições atrozes e de grandes convulsões religiosas. Narrado com toda a mestria de um grande professor da história antiga e um olhar teatral sobre as contradições humanas, este livro traz à vida as grandes figuras da história e narra um período instável, transformador do império a todos os níveis.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 387
Sinopse:
Das antigas cidades de Pompeia e Herculano ao labirinto do Minotauro, às Pirâmides e ao Vale dos Reis, passando por Nínive e pelos deuses alados da Assíria, pela Torre de Babel e pelo tesouro de Montezuma: eis um livro que a cada capítulo promete uma nova aventura. C. W. Ceram, exímio narrador e divulgador de ciência, relata neste livro, por intermédio dos próprios protagonistas, as entusiasmantes descobertas dos pioneiros da arqueologia. Alguns destes - como o alemão Schliemann, que pela primeira vez provou ao mundo a existência da antiga cidade de Tróia - assemelhavam-se mais a ambiciosos caçadores de tesouros do que a cientistas; mas o que hoje perdura das suas biografias é a obstinação de desvendarem os segredos da História Antiga e de trazerem à luz dos nossos dias grandes civilizações desaparecidas.
Nº Páginas: 387
Sinopse:
Das antigas cidades de Pompeia e Herculano ao labirinto do Minotauro, às Pirâmides e ao Vale dos Reis, passando por Nínive e pelos deuses alados da Assíria, pela Torre de Babel e pelo tesouro de Montezuma: eis um livro que a cada capítulo promete uma nova aventura. C. W. Ceram, exímio narrador e divulgador de ciência, relata neste livro, por intermédio dos próprios protagonistas, as entusiasmantes descobertas dos pioneiros da arqueologia. Alguns destes - como o alemão Schliemann, que pela primeira vez provou ao mundo a existência da antiga cidade de Tróia - assemelhavam-se mais a ambiciosos caçadores de tesouros do que a cientistas; mas o que hoje perdura das suas biografias é a obstinação de desvendarem os segredos da História Antiga e de trazerem à luz dos nossos dias grandes civilizações desaparecidas.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Quando alguém (na verdade, uma mulher) se assume como feminista, ou faz alguma reivindicação de igualdade e é assumida como tal, costuma apressar-se a acrescentar: "mas atenção, não detesto os homens". A ideia de que todas as feministas detestam homens está tão enraizada no imaginário popular quanto a ideia de que as feministas queimaram sutiãs - e é igualmente falsa. Ou será? Não, as feministas nunca queimaram sutiãs. E não, não detestam as homens. Mas deveriam? Que outra posição seria expectável e racional quando são os homens a imensa maioria dos responsáveis pelas agressões (físicas, sexuais e psicológicas) e explorações de que sofrem as mulheres? Que outra posição faria sentido, quando eles continuam a recusar alinhar-se com a igualdade plena de direitos? Com um ponto de partida deliberadamente provocatório, este ensaio serve de desafio às leitoras para tomarem consciência das limitações que lhes são impostas por um sistema desigual e discriminatório, e aos leitores para se juntarem à sua luta pela igualdade, a bem da dignidade humana de todas e todos. Porque, como dizia Audre Lorde: "Não serei livre enquanto qualquer mulher for oprimida, mesmo que as suas correntes sejam diferentes das minhas." Ou, traduzindo para "homem", como dizia Martin Luther King: "Ninguém é livre se não formos todos livres."
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Quando alguém (na verdade, uma mulher) se assume como feminista, ou faz alguma reivindicação de igualdade e é assumida como tal, costuma apressar-se a acrescentar: "mas atenção, não detesto os homens". A ideia de que todas as feministas detestam homens está tão enraizada no imaginário popular quanto a ideia de que as feministas queimaram sutiãs - e é igualmente falsa. Ou será? Não, as feministas nunca queimaram sutiãs. E não, não detestam as homens. Mas deveriam? Que outra posição seria expectável e racional quando são os homens a imensa maioria dos responsáveis pelas agressões (físicas, sexuais e psicológicas) e explorações de que sofrem as mulheres? Que outra posição faria sentido, quando eles continuam a recusar alinhar-se com a igualdade plena de direitos? Com um ponto de partida deliberadamente provocatório, este ensaio serve de desafio às leitoras para tomarem consciência das limitações que lhes são impostas por um sistema desigual e discriminatório, e aos leitores para se juntarem à sua luta pela igualdade, a bem da dignidade humana de todas e todos. Porque, como dizia Audre Lorde: "Não serei livre enquanto qualquer mulher for oprimida, mesmo que as suas correntes sejam diferentes das minhas." Ou, traduzindo para "homem", como dizia Martin Luther King: "Ninguém é livre se não formos todos livres."
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A China e os Estados Unidos rumam para um novo conflito... A razão é a Armadilha de Tucídides, um padrão mortal de stress estrutural que ocorre quando um poder em ascensão desafia um governante. Este fenómeno é tão antigo quanto a própria história. Sobre a Guerra do Peloponeso que devastou a Grécia antiga, o historiador Tucídides explicou: "Foi a ascensão de Atenas e o medo que isso instilou em Esparta que tornou a guerra inevitável". Nos últimos 500 anos, essas condições ocorreram dezasseis vezes e houve guerra em doze desses casos. Hoje, uma China imparável que se aproxima de uma América imóvel, parece anunciar o décimo sétimo caso. A menos que a China esteja disposta a reduzir suas ambições ou Washington aceite tornar-se o número dois no Pacífico, um conflito comercial, um ataque cibernético ou um acidente no mar podem em breve transformar-se num novo conflito mundial. Em Destined for War, o eminente especialista de Harvard Graham Allison explica como a armadilha de Tucídides é a melhor lente para entender as relações EUA-China no século XXI. Através de estranhos paralelos históricos e cenários de guerra, o autor mostra o quão perto estamos do impensável. No entanto, enfatiza que a guerra não é inevitável, Allison também revela como potências conflituosas mantiveram a paz no passado - e quais os passos dolorosos que os Estados Unidos e a China devem dar para evitar o desastre hoje.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A China e os Estados Unidos rumam para um novo conflito... A razão é a Armadilha de Tucídides, um padrão mortal de stress estrutural que ocorre quando um poder em ascensão desafia um governante. Este fenómeno é tão antigo quanto a própria história. Sobre a Guerra do Peloponeso que devastou a Grécia antiga, o historiador Tucídides explicou: "Foi a ascensão de Atenas e o medo que isso instilou em Esparta que tornou a guerra inevitável". Nos últimos 500 anos, essas condições ocorreram dezasseis vezes e houve guerra em doze desses casos. Hoje, uma China imparável que se aproxima de uma América imóvel, parece anunciar o décimo sétimo caso. A menos que a China esteja disposta a reduzir suas ambições ou Washington aceite tornar-se o número dois no Pacífico, um conflito comercial, um ataque cibernético ou um acidente no mar podem em breve transformar-se num novo conflito mundial. Em Destined for War, o eminente especialista de Harvard Graham Allison explica como a armadilha de Tucídides é a melhor lente para entender as relações EUA-China no século XXI. Através de estranhos paralelos históricos e cenários de guerra, o autor mostra o quão perto estamos do impensável. No entanto, enfatiza que a guerra não é inevitável, Allison também revela como potências conflituosas mantiveram a paz no passado - e quais os passos dolorosos que os Estados Unidos e a China devem dar para evitar o desastre hoje.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Crónicas, que são? Pretextos, ou testemunhos? Crónicas Ninguém se Banha Duas Vezes no Mesmo Rio, A Ilha Deserta, Um Encontro na Praia, e Os Navegadores Solitários incluídas na obra Moby Dick em Lisboa. Caligrafia da capa por MARIA DE MEDEIROS
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Crónicas, que são? Pretextos, ou testemunhos? Crónicas Ninguém se Banha Duas Vezes no Mesmo Rio, A Ilha Deserta, Um Encontro na Praia, e Os Navegadores Solitários incluídas na obra Moby Dick em Lisboa. Caligrafia da capa por MARIA DE MEDEIROS
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
“As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes ou devemos esforçar-nos por as emendar?”Neste ensaio, de 1849, Henry David Thoreau defende que não devemos permitir que os governos controlem a nossa consciência e muito menos que nos tornem agentes de injustiça. Para Thoreau, a "desobediência civil" é uma forma de luta legítima e pacífica contra a opressão e os atropelos a que estão sujeitos os mais fracos.Nascidas em oposição à guerra e às leis esclavagistas da época, as ideias de Thoreau acabaram por inspirar nomes incontornáveis da história, como Gandhi e Martin Luther King, e batalhas que trouxeram mais liberdade e igualdade aos dias de hoje, como os movimentos sufragistas ou pelos direitos civis.Mais de um século após a sua edição original e numa época em que grassam a violência, o racismo, a xenofobia e as injustiças, poucos clássicos e poucos ideais poderiam fazer tanto sentido como este Desobediência Civil. Se partilha destes ideais, partilhe também as mensagens seguintes: - As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes? - A minoria que se conforma com a maioria torna-se ineficaz. - Não nos podemos transformar nos agentes da injustiça que condenamos.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
“As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes ou devemos esforçar-nos por as emendar?”Neste ensaio, de 1849, Henry David Thoreau defende que não devemos permitir que os governos controlem a nossa consciência e muito menos que nos tornem agentes de injustiça. Para Thoreau, a "desobediência civil" é uma forma de luta legítima e pacífica contra a opressão e os atropelos a que estão sujeitos os mais fracos.Nascidas em oposição à guerra e às leis esclavagistas da época, as ideias de Thoreau acabaram por inspirar nomes incontornáveis da história, como Gandhi e Martin Luther King, e batalhas que trouxeram mais liberdade e igualdade aos dias de hoje, como os movimentos sufragistas ou pelos direitos civis.Mais de um século após a sua edição original e numa época em que grassam a violência, o racismo, a xenofobia e as injustiças, poucos clássicos e poucos ideais poderiam fazer tanto sentido como este Desobediência Civil. Se partilha destes ideais, partilhe também as mensagens seguintes: - As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes? - A minoria que se conforma com a maioria torna-se ineficaz. - Não nos podemos transformar nos agentes da injustiça que condenamos.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Assente nos três pilares do desenvolvimento económico e social — o político-institucional, o económico-financeiro e o social —, o autor organiza a sua argumentação em quinze reflexões que evidenciam uma perspetiva sistémica e estrutural para defender que "desta vez terá de ser diferente" e que Portugal deve saber tirar as ilações necessárias das três crises económicas que experimentou em democracia e que revisita no livro: 1977-1978; 1983-1984; 2011-2014. As crises geram oportunidades de mudança e, ao contrário do que aconteceu nas anteriores, é preciso que ao enfrentarmos esta renasça a esperança de que vamos saber criar as condições para um novo impulso de crescimento da produtividade, para invertermos a tendência de caminharmos para a cauda entre os países europeus que procuram a convergência com o nível de vida dos países mais desenvolvidos. Para tanto, precisamos de reformas e de uma nova política de alocação de recursos, bem como de interiorizar a necessidade da renovação das Políticas Públicas e das Políticas Empresariais, as quais devem formar um todo coerente e ser orientadas para a melhoria da produtividade e da competitividade empresarial, fontes do crescimento económico e de prosperidade. Este é um livro virado para os desafios do futuro, que não ousa esquecer as lições do passado, para sabermos estar à altura das mudanças políticas, tecnológicas, económicas e sociais que nos esperam.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Assente nos três pilares do desenvolvimento económico e social — o político-institucional, o económico-financeiro e o social —, o autor organiza a sua argumentação em quinze reflexões que evidenciam uma perspetiva sistémica e estrutural para defender que "desta vez terá de ser diferente" e que Portugal deve saber tirar as ilações necessárias das três crises económicas que experimentou em democracia e que revisita no livro: 1977-1978; 1983-1984; 2011-2014. As crises geram oportunidades de mudança e, ao contrário do que aconteceu nas anteriores, é preciso que ao enfrentarmos esta renasça a esperança de que vamos saber criar as condições para um novo impulso de crescimento da produtividade, para invertermos a tendência de caminharmos para a cauda entre os países europeus que procuram a convergência com o nível de vida dos países mais desenvolvidos. Para tanto, precisamos de reformas e de uma nova política de alocação de recursos, bem como de interiorizar a necessidade da renovação das Políticas Públicas e das Políticas Empresariais, as quais devem formar um todo coerente e ser orientadas para a melhoria da produtividade e da competitividade empresarial, fontes do crescimento económico e de prosperidade. Este é um livro virado para os desafios do futuro, que não ousa esquecer as lições do passado, para sabermos estar à altura das mudanças políticas, tecnológicas, económicas e sociais que nos esperam.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 624
Sinopse:
"Por mais ultrajados, por mais destroçados, eles sobrevivem, renascem das cinzas, voltam. Não, Flamur, nenhuma história será esquecida. Como um vírus, uma praga, uma semente, voltam sempre. Nenhuma história está terminada." O terrorismo, o Estado Islâmico, a guerra na Síria, a crise dos refugiados. Como chegámos até aqui? O que nos trouxe até esta tempestade perfeita? Com a queda do muro de Berlim, começou um novo ciclo. O comunismo saiu de cena, entrou o Islão. Se, como escreveu Fukuyama, este momento marcou o Fim da História, como compreender o que se seguiu? Paulo Moura, um dos mais premiados repórteres portugueses, testemunhou todos os momentos decisivos dos últimos 25 anos. Assistiu, em 1991, à emergência dos primeiros jovens fundamentalistas islâmicos, durante a crise na Argélia. Nas décadas seguintes, viu crescer a sua influência na Tchetchénia, em Caxemira, no Kosovo, no Afeganistão, no Iraque, no Sudão e nas capitais europeias. Esteve nas praças ocupadas durante as Primaveras Árabes, em 2011. Acompanhou, no Egipto e na Líbia, em 2013, os refugiados sírios que tentavam alcançar a Europa através da Turquia. Partindo dos seus diários pessoais de guerra, escritos no epicentro dos acontecimentos, Depois do Fim é a crónica do nosso tempo. Mais que narrativa histórica, é um livro sobre as pessoas que viveram a História, que nos ajuda a compreender este quarto de século de conflitos, idealismos e decepções, invasões, migrações forçadas e extremismos.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
"Por mais ultrajados, por mais destroçados, eles sobrevivem, renascem das cinzas, voltam. Não, Flamur, nenhuma história será esquecida. Como um vírus, uma praga, uma semente, voltam sempre. Nenhuma história está terminada." O terrorismo, o Estado Islâmico, a guerra na Síria, a crise dos refugiados. Como chegámos até aqui? O que nos trouxe até esta tempestade perfeita? Com a queda do muro de Berlim, começou um novo ciclo. O comunismo saiu de cena, entrou o Islão. Se, como escreveu Fukuyama, este momento marcou o Fim da História, como compreender o que se seguiu? Paulo Moura, um dos mais premiados repórteres portugueses, testemunhou todos os momentos decisivos dos últimos 25 anos. Assistiu, em 1991, à emergência dos primeiros jovens fundamentalistas islâmicos, durante a crise na Argélia. Nas décadas seguintes, viu crescer a sua influência na Tchetchénia, em Caxemira, no Kosovo, no Afeganistão, no Iraque, no Sudão e nas capitais europeias. Esteve nas praças ocupadas durante as Primaveras Árabes, em 2011. Acompanhou, no Egipto e na Líbia, em 2013, os refugiados sírios que tentavam alcançar a Europa através da Turquia. Partindo dos seus diários pessoais de guerra, escritos no epicentro dos acontecimentos, Depois do Fim é a crónica do nosso tempo. Mais que narrativa histórica, é um livro sobre as pessoas que viveram a História, que nos ajuda a compreender este quarto de século de conflitos, idealismos e decepções, invasões, migrações forçadas e extremismos.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Em Portugal na Queda da Europa, publicado em 2014, defendi que a Europa estava em queda, mas ainda não se tinha despedaçado. Volto ao tema neste breve livro, com uma urgência redobrada, para afirmar que a Europa em 2019 - entendida como o projeto de integração europeia de que resultou a atual União Europeia - já se encontra tombada sobre terra, impossibilitada de se reerguer se as políticas e as instituições que a conduziram até ao chão se mantiverem sem mudanças profundas. Insisto, a União Europeia jaz à beira de um declive para onde resvalará se o presente rumo não for alterado, daí resultando uma fragmentação de consequências negativas imprevisíveis, mas com toda a certeza de enorme impacto, não só para o Velho Continente, mas para a ordem global.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Em Portugal na Queda da Europa, publicado em 2014, defendi que a Europa estava em queda, mas ainda não se tinha despedaçado. Volto ao tema neste breve livro, com uma urgência redobrada, para afirmar que a Europa em 2019 - entendida como o projeto de integração europeia de que resultou a atual União Europeia - já se encontra tombada sobre terra, impossibilitada de se reerguer se as políticas e as instituições que a conduziram até ao chão se mantiverem sem mudanças profundas. Insisto, a União Europeia jaz à beira de um declive para onde resvalará se o presente rumo não for alterado, daí resultando uma fragmentação de consequências negativas imprevisíveis, mas com toda a certeza de enorme impacto, não só para o Velho Continente, mas para a ordem global.
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