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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Sentido de humor para combater a ansiedade, na primeira pessoa. O primeiro ataque de pânico de Tati Bernardi foi num aeroporto em Paris? Ou foi deitada debaixo da cama dos pais da amiga Daniela, quando tinha seis anos? Também pode ter sido no supermercado, no desespero de não conseguir escolher um melão. Talvez não seja possível determinar quando começou, mas a autora foi aprendendo a viver com a ansiedade - com recurso a terapia, vários comprimidos, mantendo-se perto de lugares seguros ou, como acontece em Depois a Louca Sou Eu (livro que decidiu escrever num dia em que se convenceu mesmo de que o avião ia cair), através do humor. No Brasil, ficou conhecida primeiro pelas espirituosas crónicas de jornal e pelos seus divertidos guiões para cinema e televisão. Só depois espantou os leitores com a honestidade frenética deste desabafo autobiográfico sobre medos, manias, taquicardias e desesperos que, contra tudo e por vontade da autora, ainda deixa espaço para uma gargalhada.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Sentido de humor para combater a ansiedade, na primeira pessoa. O primeiro ataque de pânico de Tati Bernardi foi num aeroporto em Paris? Ou foi deitada debaixo da cama dos pais da amiga Daniela, quando tinha seis anos? Também pode ter sido no supermercado, no desespero de não conseguir escolher um melão. Talvez não seja possível determinar quando começou, mas a autora foi aprendendo a viver com a ansiedade - com recurso a terapia, vários comprimidos, mantendo-se perto de lugares seguros ou, como acontece em Depois a Louca Sou Eu (livro que decidiu escrever num dia em que se convenceu mesmo de que o avião ia cair), através do humor. No Brasil, ficou conhecida primeiro pelas espirituosas crónicas de jornal e pelos seus divertidos guiões para cinema e televisão. Só depois espantou os leitores com a honestidade frenética deste desabafo autobiográfico sobre medos, manias, taquicardias e desesperos que, contra tudo e por vontade da autora, ainda deixa espaço para uma gargalhada.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Governos autoritários, elites e hackers estão a usar o mundo digital para influenciar o sistema democrático e as eleições. Essa influência leva a mudanças sem precedentes na opinião pública. Facebook, Google e Twitter são hoje os palcos da nossa política. Um mundo onde empresas contratadas para consultoria política conseguem gerar resultados inesperados como o Brexit na Inglaterra, Donald Trump nos EUA, Macron em França, ou o Movimento Cinco Estrelas em Itália.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Governos autoritários, elites e hackers estão a usar o mundo digital para influenciar o sistema democrático e as eleições. Essa influência leva a mudanças sem precedentes na opinião pública. Facebook, Google e Twitter são hoje os palcos da nossa política. Um mundo onde empresas contratadas para consultoria política conseguem gerar resultados inesperados como o Brexit na Inglaterra, Donald Trump nos EUA, Macron em França, ou o Movimento Cinco Estrelas em Itália.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma investigação meticulosa que expõe uma perspetiva surpreendente da Segunda Guerra Mundial: a elevada dependência de drogas da Alemanha nazi. O regime nazi pregava uma ideologia de pureza física, mental e moral. Mas, como Norman Ohler revela nesta envolvente história baseada em fontes até agora inéditas, o Terceiro Reich estava saturado de drogas: cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas, usadas por toda a gente — de operários fabris a donas de casa — e vitais para a resistência das tropas, explicando, em parte, o rápido avanço e a vitória alemã em 1940. O uso promíscuo de drogas, inclusive ao mais alto nível, também afetou a tomada de decisões, com Hitler e o seu séquito a refugiarem-se em cocktails de estimulantes potencialmente letais, administrados pelo médico Theo Morell, incapazes de reverter o curso da guerra, que se virava contra a Alemanha. Embora as drogas por si só não possam explicar as tóxicas teorias raciais dos nazis ou os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, esta descoberta leva-nos a ver os crimes de guerra cometidos contra a humanidade a uma nova luz. "Delírio Total" é, assim, uma peça crucial para entendermos a História mundial.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma investigação meticulosa que expõe uma perspetiva surpreendente da Segunda Guerra Mundial: a elevada dependência de drogas da Alemanha nazi. O regime nazi pregava uma ideologia de pureza física, mental e moral. Mas, como Norman Ohler revela nesta envolvente história baseada em fontes até agora inéditas, o Terceiro Reich estava saturado de drogas: cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas, usadas por toda a gente — de operários fabris a donas de casa — e vitais para a resistência das tropas, explicando, em parte, o rápido avanço e a vitória alemã em 1940. O uso promíscuo de drogas, inclusive ao mais alto nível, também afetou a tomada de decisões, com Hitler e o seu séquito a refugiarem-se em cocktails de estimulantes potencialmente letais, administrados pelo médico Theo Morell, incapazes de reverter o curso da guerra, que se virava contra a Alemanha. Embora as drogas por si só não possam explicar as tóxicas teorias raciais dos nazis ou os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, esta descoberta leva-nos a ver os crimes de guerra cometidos contra a humanidade a uma nova luz. "Delírio Total" é, assim, uma peça crucial para entendermos a História mundial.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Sem tabus, de coração aberto, têm a palavra os combatentes da Guerra Colonial. Estas são as histórias em carne viva dos soldados portugueses: o que viram, sentiram e pensaram - e os estilhaços físicos e psicológicos de uma juventude perdida que ainda hoje os atormentam. De 1961 a 1974, Portugal travou uma guerra em três frentes: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. Do lado português, quase um milhão de mobilizados, perto de dez mil mortos, dezenas de milhares de mutilados e um número indeterminado de stressados de guerra. Este livro reúne 48 relatos emocionantes, que testemunham diferentes experiências de combate. Do militar inadaptado ao que se guia por um escrupuloso sentido de dever; do que lamenta não ter desertado ao que tem gosto em matar. Uns sentiam empatia pelo inimigo, outros moviam-se pelo desejo de aniquilação e extermínio, numa guerra que as mudanças no mundo tinham tornado obsoleta antes mesmo de começar.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Sem tabus, de coração aberto, têm a palavra os combatentes da Guerra Colonial. Estas são as histórias em carne viva dos soldados portugueses: o que viram, sentiram e pensaram - e os estilhaços físicos e psicológicos de uma juventude perdida que ainda hoje os atormentam. De 1961 a 1974, Portugal travou uma guerra em três frentes: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. Do lado português, quase um milhão de mobilizados, perto de dez mil mortos, dezenas de milhares de mutilados e um número indeterminado de stressados de guerra. Este livro reúne 48 relatos emocionantes, que testemunham diferentes experiências de combate. Do militar inadaptado ao que se guia por um escrupuloso sentido de dever; do que lamenta não ter desertado ao que tem gosto em matar. Uns sentiam empatia pelo inimigo, outros moviam-se pelo desejo de aniquilação e extermínio, numa guerra que as mudanças no mundo tinham tornado obsoleta antes mesmo de começar.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Ao serviço da BBC, Expresso e SIC, Paulo Camacho cobriu uma boa parte dos conflitos mais importantes que ocorreram no mundo desde meados da década de 80. Esteve em Bagdad no início das duas guerras do Golfo, várias vezes na guerra civil angolana, na guerra civil de Moçambique, no caos da Somália, nos confrontos da África do Sul depois da queda do apartheid, na guerra do Congo/Zaire quando o ditador Mobutu foi afastado, nos ataques israelitas ao Líbano ou na queda dos regimes do Bloco de Leste, como na Roménia e Checoslováquia. Neste livro, partilha as suas memórias desses tempos, as emoções de quem presenciou o inferno na Terra e a forma que encontrou para se defender de experiências extremas, como assistir à morte de crianças. Com prefácio de Ricardo Costa.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Ao serviço da BBC, Expresso e SIC, Paulo Camacho cobriu uma boa parte dos conflitos mais importantes que ocorreram no mundo desde meados da década de 80. Esteve em Bagdad no início das duas guerras do Golfo, várias vezes na guerra civil angolana, na guerra civil de Moçambique, no caos da Somália, nos confrontos da África do Sul depois da queda do apartheid, na guerra do Congo/Zaire quando o ditador Mobutu foi afastado, nos ataques israelitas ao Líbano ou na queda dos regimes do Bloco de Leste, como na Roménia e Checoslováquia. Neste livro, partilha as suas memórias desses tempos, as emoções de quem presenciou o inferno na Terra e a forma que encontrou para se defender de experiências extremas, como assistir à morte de crianças. Com prefácio de Ricardo Costa.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Negra, gambiana e muçulmana da parte do pai e branca, francesa e judia da parte da mãe, Rachel Khan é orgulhosamente de raça. É de raça porque tem diferentes raízes, que algumas pessoas julgam serem raças. Mas como conviver com este "excesso de raças" entre o radicalismo do "ou branco ou negro", que abomina a variedade? Analisando uma série de palavras e expressões politicamente correctas, Rachel Khan lança um olhar crítico e mordaz à tendência ideologizada, que proíbe todo o tipo de nuances: Condena as palavras que separam como afrodescendente, interseccionalidade ou minoria , apresentadas como essenciais para combater o racismo, mas que apenas servem para enfiar o dedo nas feridas que afirmam cicatrizar; Aponta as palavras que não levam a lado nenhum e que apenas servem para empobrecer a língua e alimentar ódios e silêncios; Defende as palavras que consertam, promovendo a diversidade de pensamento, reestabelecendo o diálogo e unindo a sociedade, atormentada por tensões identitárias.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Negra, gambiana e muçulmana da parte do pai e branca, francesa e judia da parte da mãe, Rachel Khan é orgulhosamente de raça. É de raça porque tem diferentes raízes, que algumas pessoas julgam serem raças. Mas como conviver com este "excesso de raças" entre o radicalismo do "ou branco ou negro", que abomina a variedade? Analisando uma série de palavras e expressões politicamente correctas, Rachel Khan lança um olhar crítico e mordaz à tendência ideologizada, que proíbe todo o tipo de nuances: Condena as palavras que separam como afrodescendente, interseccionalidade ou minoria , apresentadas como essenciais para combater o racismo, mas que apenas servem para enfiar o dedo nas feridas que afirmam cicatrizar; Aponta as palavras que não levam a lado nenhum e que apenas servem para empobrecer a língua e alimentar ódios e silêncios; Defende as palavras que consertam, promovendo a diversidade de pensamento, reestabelecendo o diálogo e unindo a sociedade, atormentada por tensões identitárias.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Vasco Pulido Valente é, de longe, o colunista mais influente do país - escreve sobre políticos e sobre partidos; sobre economia e sobre empresários; sobre pequena e grande corrupção; sobre terrorismo e sobre religião; sobre desporto, jornalismo, educação e costumes. E é o colunista mais influente do país há muito tempo. Nas crónicas reunidas em De Mal a Pior, escreve sobre inúmeros primeiros-ministros, sobre vários presidentes da República, sobre três papas. Escreve também sobre si próprio. Vasco Pulido Valente recusa aceitar mansamente a forma como o Estado pretende mandar na vida de todos, proibindo o tabaco, combatendo a comida pouco saudável ou forçando cada pessoa a zelar pelo seu corpo, quer queira quer não. Ao constatar que, na sociedade actual, "o indivíduo morreu", protesta e lamenta: "Não fui feito para isto". Nada que deva espantar muito. Num outro livro de crónicas, Vasco Pulido Valente já tinha avisado: "Eu sempre fui assim".
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Vasco Pulido Valente é, de longe, o colunista mais influente do país - escreve sobre políticos e sobre partidos; sobre economia e sobre empresários; sobre pequena e grande corrupção; sobre terrorismo e sobre religião; sobre desporto, jornalismo, educação e costumes. E é o colunista mais influente do país há muito tempo. Nas crónicas reunidas em De Mal a Pior, escreve sobre inúmeros primeiros-ministros, sobre vários presidentes da República, sobre três papas. Escreve também sobre si próprio. Vasco Pulido Valente recusa aceitar mansamente a forma como o Estado pretende mandar na vida de todos, proibindo o tabaco, combatendo a comida pouco saudável ou forçando cada pessoa a zelar pelo seu corpo, quer queira quer não. Ao constatar que, na sociedade actual, "o indivíduo morreu", protesta e lamenta: "Não fui feito para isto". Nada que deva espantar muito. Num outro livro de crónicas, Vasco Pulido Valente já tinha avisado: "Eu sempre fui assim".
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 344
Sinopse:
9 de abril de 1918 foi um dos dias mais mortíferos na história militar de Portugal. Numa só manhã, perto de 400 portugueses morreram, muitos mais foram feridos e o número de prisioneiros rondou os 6600. O Corpo Expedicionário Português (CEP), símbolo máximo do esforço de guerra nacional durante a Primeira Guerra Mundial, desapareceu dos campos de batalha franceses enquanto unidade organizada. A jovem República apostara forte na constituição do CEP e seu envio para a Frente Ocidental, e perdera. Neste volume Filipe Ribeiro de Meneses regressa ao tema da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, propondo uma nova interpretação das causas e das consequências do desastre sofrido em La Lys.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
9 de abril de 1918 foi um dos dias mais mortíferos na história militar de Portugal. Numa só manhã, perto de 400 portugueses morreram, muitos mais foram feridos e o número de prisioneiros rondou os 6600. O Corpo Expedicionário Português (CEP), símbolo máximo do esforço de guerra nacional durante a Primeira Guerra Mundial, desapareceu dos campos de batalha franceses enquanto unidade organizada. A jovem República apostara forte na constituição do CEP e seu envio para a Frente Ocidental, e perdera. Neste volume Filipe Ribeiro de Meneses regressa ao tema da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, propondo uma nova interpretação das causas e das consequências do desastre sofrido em La Lys.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 120
Sinopse:
UMA PROVOCAÇÃO AOS DOGMAS DA ESQUERDA E DA DIREITA. Mark Lilla é um dos grandes pensadores políticos da década. Situa-se à Esquerda, mas curiosamente tem mais inimigos à Esquerda do que à Direita. Porquê? Pelo despudor em apontar as falhas da Esquerda e desmascarar os seus dogmas, e pela audácia de propor novos rumos. Em De Esquerda, Agora e Sempre, Lilla discute o falhanço do liberalismo norte-americano nos últimos 40 anos. Mesmo tendo havido Democratas na Casa Branca, ao longo de duas gerações a ideologia política dominante foi a que Ronald Reagan implementou: Governo pouco interventivo, impostos baixos, incentivo ao individualismo. O Partido Democrata pouco fez para mudar este estado de coisas. Por ter concentrado esforços nas políticas identitárias, o liberalismo norte-americano enfrenta agora consequências desastrosas: um narcisismo económico amoral, um eleitorado alheio à ideia de futuro partilhado e de bem comum. No jogo para conquistar o imaginário americana, a Esquerda desistiu. Mark Lilla defende que chegou o momento de começar de novo: a Esquerda está motivada, e o Partido Republicano vive uma crise ideológica, desencadeada pelo demagogo imprevisível que o lidera. É preciso então reconstruir o que há de comum entre os americanos e encorajar o entido de dever mútuo. JÁ PUBLICADO EM VÁRIOS PAÍSES: REINO UNIDO, FRANÇA, ITÁLIA, ESPANHA, POLÓNIA, BRASIL, COREIA, CHINA E JAPÃO
Nº Páginas: 120
Sinopse:
UMA PROVOCAÇÃO AOS DOGMAS DA ESQUERDA E DA DIREITA. Mark Lilla é um dos grandes pensadores políticos da década. Situa-se à Esquerda, mas curiosamente tem mais inimigos à Esquerda do que à Direita. Porquê? Pelo despudor em apontar as falhas da Esquerda e desmascarar os seus dogmas, e pela audácia de propor novos rumos. Em De Esquerda, Agora e Sempre, Lilla discute o falhanço do liberalismo norte-americano nos últimos 40 anos. Mesmo tendo havido Democratas na Casa Branca, ao longo de duas gerações a ideologia política dominante foi a que Ronald Reagan implementou: Governo pouco interventivo, impostos baixos, incentivo ao individualismo. O Partido Democrata pouco fez para mudar este estado de coisas. Por ter concentrado esforços nas políticas identitárias, o liberalismo norte-americano enfrenta agora consequências desastrosas: um narcisismo económico amoral, um eleitorado alheio à ideia de futuro partilhado e de bem comum. No jogo para conquistar o imaginário americana, a Esquerda desistiu. Mark Lilla defende que chegou o momento de começar de novo: a Esquerda está motivada, e o Partido Republicano vive uma crise ideológica, desencadeada pelo demagogo imprevisível que o lidera. É preciso então reconstruir o que há de comum entre os americanos e encorajar o entido de dever mútuo. JÁ PUBLICADO EM VÁRIOS PAÍSES: REINO UNIDO, FRANÇA, ITÁLIA, ESPANHA, POLÓNIA, BRASIL, COREIA, CHINA E JAPÃO
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Como a democracia transformou o país e como o país moldou a democracia.No estilo simples, analítico e crítico que lhe é particular, Joaquim Vieira, jornalista de renome e com larga experiência em ensaio de divulgação histórica, faz o retrato dos 40 anos de democracia em Portugal: começando no momento eufórico da revolução e na conturbada consolidação democrática; passando pela euforia de adesão à União Europeia e pelo acelerado desenvolvimento; terminando na célebre intervenção da Troika no país, momento definidor (e arrasador) para uma ou mais gerações.Da euforia à depressão, o país viveu nestes 40 anos alguns dos momentos mais importantes da sua História. Desalentado, no limiar da sobrevivência, o país precisa agora de se reinventar. Um documento fundamental para a História contemporânea de Portugal.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Como a democracia transformou o país e como o país moldou a democracia.No estilo simples, analítico e crítico que lhe é particular, Joaquim Vieira, jornalista de renome e com larga experiência em ensaio de divulgação histórica, faz o retrato dos 40 anos de democracia em Portugal: começando no momento eufórico da revolução e na conturbada consolidação democrática; passando pela euforia de adesão à União Europeia e pelo acelerado desenvolvimento; terminando na célebre intervenção da Troika no país, momento definidor (e arrasador) para uma ou mais gerações.Da euforia à depressão, o país viveu nestes 40 anos alguns dos momentos mais importantes da sua História. Desalentado, no limiar da sobrevivência, o país precisa agora de se reinventar. Um documento fundamental para a História contemporânea de Portugal.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 515
Sinopse:
"De noite é que é o inferno. […] os telefones retinem, os estafetas põem-se a andar e o S.O.S. sobe ao céu, no vinco luminoso dos very-lights […] até que se apagam e o mundo é apenas escuridão. […] Ouve-se o crac-crac das metralhadoras que o boche despeja e que nós despejamos. E transida, bafejando as mãos, sem sono, a gente escuta o ecos e o nosso coração doente como um velho relógio tonto oscilando entre a saudade dos que estão longe e a ideia de morrer ali, armado e equipado, sonolento e triste, com um cão sem forças." Albino Forjaz Sampaio, oficial português na Flandres. A partir de Janeiro de 1917, o cais de Alcântara assiste aos sucessivos embarques de tropas portuguesas rumo à Flandres. Em França reúnem-se aos aliados ingleses para combaterem, na I Guerra Mundial, contra o inimigo comum: a Alemanha. A 2 de Abril de 1917, a coberto da bruma da madrugada, entraram nas trincheiras os primeiros soldados portugueses que iriam participar na campanha da I Guerra Mundial, num total de 55 mil expedicionários. Na Flandres, em França, encontraram um novo tipo de guerra. Enfrentaram o frio, a lama pegajosa, o barulho ensurdecedor dos bombardeamentos, habituaram-se ao "corned beef" que os fazia suspirar pelo bacalhau e o pão escuro nacional, adoeceram, sentiram medo, desolação e cansaço. Na frente de batalha, combateram ao lado dos ingleses, com coragem e heroísmo, outros desertaram ou foram aprisionados pelos alemães, e nos momentos de descanso aproveitavam para fugir ao terror dos ataques, jogando às damas, cantando, escrevendo cartas aos familiares ou namorando com francesas, belgas e inglesas, mesmo sem saber uma palavra do seu idioma.
Nº Páginas: 515
Sinopse:
"De noite é que é o inferno. […] os telefones retinem, os estafetas põem-se a andar e o S.O.S. sobe ao céu, no vinco luminoso dos very-lights […] até que se apagam e o mundo é apenas escuridão. […] Ouve-se o crac-crac das metralhadoras que o boche despeja e que nós despejamos. E transida, bafejando as mãos, sem sono, a gente escuta o ecos e o nosso coração doente como um velho relógio tonto oscilando entre a saudade dos que estão longe e a ideia de morrer ali, armado e equipado, sonolento e triste, com um cão sem forças." Albino Forjaz Sampaio, oficial português na Flandres. A partir de Janeiro de 1917, o cais de Alcântara assiste aos sucessivos embarques de tropas portuguesas rumo à Flandres. Em França reúnem-se aos aliados ingleses para combaterem, na I Guerra Mundial, contra o inimigo comum: a Alemanha. A 2 de Abril de 1917, a coberto da bruma da madrugada, entraram nas trincheiras os primeiros soldados portugueses que iriam participar na campanha da I Guerra Mundial, num total de 55 mil expedicionários. Na Flandres, em França, encontraram um novo tipo de guerra. Enfrentaram o frio, a lama pegajosa, o barulho ensurdecedor dos bombardeamentos, habituaram-se ao "corned beef" que os fazia suspirar pelo bacalhau e o pão escuro nacional, adoeceram, sentiram medo, desolação e cansaço. Na frente de batalha, combateram ao lado dos ingleses, com coragem e heroísmo, outros desertaram ou foram aprisionados pelos alemães, e nos momentos de descanso aproveitavam para fugir ao terror dos ataques, jogando às damas, cantando, escrevendo cartas aos familiares ou namorando com francesas, belgas e inglesas, mesmo sem saber uma palavra do seu idioma.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Da Troika à Geringonça é um livro que conjuga a observação da realidade económica e política portuguesa, de 2011 a 2019, à luz de um pensamento político e económico liberal. Na verdade, confrontando-se com os governos de Pedro Passos Coelho e de António Costa, e com a acção de ministros das finanças de Vítor Gaspar a Mário Centeno, passando por Maria Luís Albuquerque, este livro faz um retrato claro e cristalino da realidade portuguesa e dos problemas essenciais que afligem a nossa sociedade e a nossa economia. Um livro cuja linguagem combina inteligência e prazer. Uma grande leitura.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Da Troika à Geringonça é um livro que conjuga a observação da realidade económica e política portuguesa, de 2011 a 2019, à luz de um pensamento político e económico liberal. Na verdade, confrontando-se com os governos de Pedro Passos Coelho e de António Costa, e com a acção de ministros das finanças de Vítor Gaspar a Mário Centeno, passando por Maria Luís Albuquerque, este livro faz um retrato claro e cristalino da realidade portuguesa e dos problemas essenciais que afligem a nossa sociedade e a nossa economia. Um livro cuja linguagem combina inteligência e prazer. Uma grande leitura.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Dividido em dez partes, representativas das dez fases da nossa evolução política, este livro acompanha o desenvolvimento de Portugal de condado a nação e a país integrante da União Europeia, da OTAN e da ONU. Escrita num tom acessível e direto e filtrada pelo olhar singular e pela experiência incomparável de Diogo Freitas do Amaral, esta obra é essencial para quem quer conhecer o passado de Portugal e entender os porquês políticos e estratégicos das decisões que mudaram o nosso país.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Dividido em dez partes, representativas das dez fases da nossa evolução política, este livro acompanha o desenvolvimento de Portugal de condado a nação e a país integrante da União Europeia, da OTAN e da ONU. Escrita num tom acessível e direto e filtrada pelo olhar singular e pela experiência incomparável de Diogo Freitas do Amaral, esta obra é essencial para quem quer conhecer o passado de Portugal e entender os porquês políticos e estratégicos das decisões que mudaram o nosso país.
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Edição: Dez 2015
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da Ditadura à Democracia é um guia prático para a luta não violenta. Originalmente publicado em 1994, tem inspirado dissidentes políticos de todo o mundo e já foi traduzido em mais de trinta línguas. Este livro de Gene Sharp desempenhou um papel central na Primavera Árabe, e tornou-se a principal referência para os revolucionários não violentos do século XXI.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da Ditadura à Democracia é um guia prático para a luta não violenta. Originalmente publicado em 1994, tem inspirado dissidentes políticos de todo o mundo e já foi traduzido em mais de trinta línguas. Este livro de Gene Sharp desempenhou um papel central na Primavera Árabe, e tornou-se a principal referência para os revolucionários não violentos do século XXI.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Ao morrer, D. Pedro IV deixou para as gerações futuras uma difícil tarefa: entender as muitas contradições da sua vida e extrair das suas memórias uma imagem fiel da sua personalidade, das suas ideias, angústias e ambições. Até hoje, esta tarefa não tinha sido cumprida. No meio de um emaranhado de especulações e distorções históricas, ficava a interrogação: quem foi D. Pedro? Para responder a esta pergunta Paulo Rezzutti recorreu a uma ampla gama de fontes primárias e documentos originais que revelam uma miríade de facetas desconhecidas de D Pedro e que dão acesso à história não contada do monarca.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Ao morrer, D. Pedro IV deixou para as gerações futuras uma difícil tarefa: entender as muitas contradições da sua vida e extrair das suas memórias uma imagem fiel da sua personalidade, das suas ideias, angústias e ambições. Até hoje, esta tarefa não tinha sido cumprida. No meio de um emaranhado de especulações e distorções históricas, ficava a interrogação: quem foi D. Pedro? Para responder a esta pergunta Paulo Rezzutti recorreu a uma ampla gama de fontes primárias e documentos originais que revelam uma miríade de facetas desconhecidas de D Pedro e que dão acesso à história não contada do monarca.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 448
Sinopse:
D. FIlipe III de Portugal nasceu em Valhadolid em 8 de Abril de 1605. Ascendeu ao trono da monarquia Católica, à qual portugal se encontrava unido desde 1580, em 31 de março de 1621. Ao assumir a realeaza, o jovem Filipe IV de espanha, III de Portugal, recebeu uma pesada herança e um projecto político de relançamento de poderio da monarquia- sustentado pelo seu valido, o conde-duque de Olivares-, que acabará por esgotá-la ao longo de guerras intermináveis. As rebeliões da catalunha e de Portugal pioraram a situação. A notícia da vitória portuguesa em montes Claros terá apressado a morte do rei, em 17 de julho de 1665. Pessoa sensível, com gosto pelas artes e letras, não foi feliz quanto aos projectos políticos que o governo lhe foi apresentado. Respeitador das decisões dos conselhos e imbuído de uma fé religiosa que o levava a aceitar as vitórias e as derrotas como desígnios de deus, « foi praia de resignação constante perante o embate das ondas». Contudo, não é verdade que não tenha feito todos os esforços para recuperar a importante parte da Monarquia Católica que Portugal constítuia. Uma revolução preparada em segredo havia tomado o poder em Lisboa, no Primeiro de Dezembro de 1640, entregando-o a quem o havia prometido. Os sinais múltiplos que anunciavam o divórcio da união política, incentivado pelas provocações de uma das partes, não haviam sido captadas com sabedoria.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
D. FIlipe III de Portugal nasceu em Valhadolid em 8 de Abril de 1605. Ascendeu ao trono da monarquia Católica, à qual portugal se encontrava unido desde 1580, em 31 de março de 1621. Ao assumir a realeaza, o jovem Filipe IV de espanha, III de Portugal, recebeu uma pesada herança e um projecto político de relançamento de poderio da monarquia- sustentado pelo seu valido, o conde-duque de Olivares-, que acabará por esgotá-la ao longo de guerras intermináveis. As rebeliões da catalunha e de Portugal pioraram a situação. A notícia da vitória portuguesa em montes Claros terá apressado a morte do rei, em 17 de julho de 1665. Pessoa sensível, com gosto pelas artes e letras, não foi feliz quanto aos projectos políticos que o governo lhe foi apresentado. Respeitador das decisões dos conselhos e imbuído de uma fé religiosa que o levava a aceitar as vitórias e as derrotas como desígnios de deus, « foi praia de resignação constante perante o embate das ondas». Contudo, não é verdade que não tenha feito todos os esforços para recuperar a importante parte da Monarquia Católica que Portugal constítuia. Uma revolução preparada em segredo havia tomado o poder em Lisboa, no Primeiro de Dezembro de 1640, entregando-o a quem o havia prometido. Os sinais múltiplos que anunciavam o divórcio da união política, incentivado pelas provocações de uma das partes, não haviam sido captadas com sabedoria.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Banida, a família real foi proibida de entrar em Portugal. Mesmo assim, a infanta D. Filipa de Bragança - neta do rei absolutista D. Miguel - conseguiu, com a anuência de Oliveira Salazar, vir a Portugal em 1938 para conhecer a terra de onde os seus antepassados tinham sido expulsos. Seguiram-se outras visitas até que, em 1946, a infanta se instalou definitivamente no país, numa casa em Serpins, na Lousã. Uma vez em Portugal, a infanta empenhou-se pessoalmente em que a monarquia fosse restabelecida - o seu irmão D. Duarte Nuno, era o herdeiro da coroa portuguesa. Para isso, aproximou-se de Salazar: a correspondência entre os dois era frequente, assim como as suas visitas a São Bento e a Santa Comba Dão. Haveria uma intenção dissimulada na aproximação a Salazar? Houve algo mais do que uma forte amizade entre a intempestiva princesa e o presidente do Conselho? Paulo Drumond Braga analisou de perto as cartas da infanta para o ditador e traz-nos a biografia desta figura fascinante da História de Portugal, que sempre esteve na sombra.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Banida, a família real foi proibida de entrar em Portugal. Mesmo assim, a infanta D. Filipa de Bragança - neta do rei absolutista D. Miguel - conseguiu, com a anuência de Oliveira Salazar, vir a Portugal em 1938 para conhecer a terra de onde os seus antepassados tinham sido expulsos. Seguiram-se outras visitas até que, em 1946, a infanta se instalou definitivamente no país, numa casa em Serpins, na Lousã. Uma vez em Portugal, a infanta empenhou-se pessoalmente em que a monarquia fosse restabelecida - o seu irmão D. Duarte Nuno, era o herdeiro da coroa portuguesa. Para isso, aproximou-se de Salazar: a correspondência entre os dois era frequente, assim como as suas visitas a São Bento e a Santa Comba Dão. Haveria uma intenção dissimulada na aproximação a Salazar? Houve algo mais do que uma forte amizade entre a intempestiva princesa e o presidente do Conselho? Paulo Drumond Braga analisou de perto as cartas da infanta para o ditador e traz-nos a biografia desta figura fascinante da História de Portugal, que sempre esteve na sombra.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
D. Carlos I (1863-1908) foi um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias. D. Carlos correspondia bem, pelas suas ideias e interesses, ao tipo do fidalgo liberal, o equivalente português da aristocracia whig inglesa. Tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando foi assassinado a 1 de Fevereiro de 1908. Como já acontecera a seu pai, teve de viver com um movimento político entre os seus súbditos que se propunha abertamente destruir a monarquia. Nos seus últimos dias, porém, julgou que estava no caminho certo para assegurar a continuidade da monarquia constitucional, através de uma renovação das lideranças partidárias e de uma reafirmação dos princípios do liberalismo, sinceramente por si partilhados. Independente, sensato e corajoso, conseguia suportar grandes pressões e tomar decisões arriscadas quando se impunham. Morreu por causa das suas qualidades, não por causa dos seus defeitos.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
D. Carlos I (1863-1908) foi um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias. D. Carlos correspondia bem, pelas suas ideias e interesses, ao tipo do fidalgo liberal, o equivalente português da aristocracia whig inglesa. Tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando foi assassinado a 1 de Fevereiro de 1908. Como já acontecera a seu pai, teve de viver com um movimento político entre os seus súbditos que se propunha abertamente destruir a monarquia. Nos seus últimos dias, porém, julgou que estava no caminho certo para assegurar a continuidade da monarquia constitucional, através de uma renovação das lideranças partidárias e de uma reafirmação dos princípios do liberalismo, sinceramente por si partilhados. Independente, sensato e corajoso, conseguia suportar grandes pressões e tomar decisões arriscadas quando se impunham. Morreu por causa das suas qualidades, não por causa dos seus defeitos.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O reinado durante o qual se venceram as mais importantes batalhas com a monarquia hispânica. Nascido em Lisboa, em 1643, e falecido em Sintra, em 1683, D. Afonso VI recebeu o cognome de "Vitorioso" por ter sido durante o seu reinado que se venceram as batalhas mais importantes da guerra que opôs o reino de Portugal à Monarquia Hispânica desde o movimento separatista de 1640. Contudo, na memória colectiva a sua reputação é bem menos elogiosa, sendo lembrado, sobretudo, pela sua alegada incapacidade em gerar filhos, pela sua menoridade intelectual e pelo desregramento comportamental. Entre memória e história, a sua vida decorreu num período conturbado do passado europeu, no qual não só externamente mas também internamente se configuravam variadas alternativas para os destinos da monarquia portuguesa. Primando pelo excesso de presença ou por uma avassaladora ausência, o rei D. Afonso não deixou de participar em nenhum destes cenários, a ele associando a figura emblemática do conde de Castelo Melhor, Luís de Vasconcelos e Sousa, da enigmática Maria Francisca Isabel de Sabóia, mas também do seu ambivalente irmão D. Pedro e do incontornável padre António Vieira. OU ainda, a maior distância, de Luís XIV e de Carlos II de Inglaterra.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O reinado durante o qual se venceram as mais importantes batalhas com a monarquia hispânica. Nascido em Lisboa, em 1643, e falecido em Sintra, em 1683, D. Afonso VI recebeu o cognome de "Vitorioso" por ter sido durante o seu reinado que se venceram as batalhas mais importantes da guerra que opôs o reino de Portugal à Monarquia Hispânica desde o movimento separatista de 1640. Contudo, na memória colectiva a sua reputação é bem menos elogiosa, sendo lembrado, sobretudo, pela sua alegada incapacidade em gerar filhos, pela sua menoridade intelectual e pelo desregramento comportamental. Entre memória e história, a sua vida decorreu num período conturbado do passado europeu, no qual não só externamente mas também internamente se configuravam variadas alternativas para os destinos da monarquia portuguesa. Primando pelo excesso de presença ou por uma avassaladora ausência, o rei D. Afonso não deixou de participar em nenhum destes cenários, a ele associando a figura emblemática do conde de Castelo Melhor, Luís de Vasconcelos e Sousa, da enigmática Maria Francisca Isabel de Sabóia, mas também do seu ambivalente irmão D. Pedro e do incontornável padre António Vieira. OU ainda, a maior distância, de Luís XIV e de Carlos II de Inglaterra.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um grande Homem de Estado (1212-1279) Uma análise minuciosa e inovadora sobre o quinto rei de Portugal, D. Afonso III, o Bolonhês, que em 1248 sucedeu ao seu irmão D. Sancho II e que Freitas do Amaral considera um dos principais monarcas da História de Portugal. Um estudo que acompanha o percurso de vida de D. Afonso III, desde a sua educação em França até ao seu reinado em Portugal, sublinhando e tentando interpretar a importância de um monarca que cunha de forma indelével a vida nacional. Freitas do Amaral destaca os pontos que considera mais marcantes no exercício do poder de D. Afonso III, sem esquecer que o Bolonhês foi o monarca que pela primeira vez convocou as Cortes - assembleia geral do reino - com representantes de toda a sociedade, que definiu Lisboa como capital do reino e que definiu o território continental sensivelmente com as mesmas fronteiras que tem hoje.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um grande Homem de Estado (1212-1279) Uma análise minuciosa e inovadora sobre o quinto rei de Portugal, D. Afonso III, o Bolonhês, que em 1248 sucedeu ao seu irmão D. Sancho II e que Freitas do Amaral considera um dos principais monarcas da História de Portugal. Um estudo que acompanha o percurso de vida de D. Afonso III, desde a sua educação em França até ao seu reinado em Portugal, sublinhando e tentando interpretar a importância de um monarca que cunha de forma indelével a vida nacional. Freitas do Amaral destaca os pontos que considera mais marcantes no exercício do poder de D. Afonso III, sem esquecer que o Bolonhês foi o monarca que pela primeira vez convocou as Cortes - assembleia geral do reino - com representantes de toda a sociedade, que definiu Lisboa como capital do reino e que definiu o território continental sensivelmente com as mesmas fronteiras que tem hoje.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Este livro aborda os episódios remotos e centrais do Antigo e Novo Testamento; a emergência dos Estados e a epopeia da modernização, as revoluções e a democracia; a evolução da Literatura, a Arte e a Música através das suas grandes obras; o desenvolvimento da Ciência e da Filosofia, o campo de batalha das ideologias, cosmogonias e teorias, mas também a educação que dão os livros, os colégios ou as universidades, os jornais e os foros de opinião. Um quadro cronológico, uma breve relação dos livros que mudaram o mundo e conselhos de leitura aumentam a utilidade desta obra imprescindível.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Este livro aborda os episódios remotos e centrais do Antigo e Novo Testamento; a emergência dos Estados e a epopeia da modernização, as revoluções e a democracia; a evolução da Literatura, a Arte e a Música através das suas grandes obras; o desenvolvimento da Ciência e da Filosofia, o campo de batalha das ideologias, cosmogonias e teorias, mas também a educação que dão os livros, os colégios ou as universidades, os jornais e os foros de opinião. Um quadro cronológico, uma breve relação dos livros que mudaram o mundo e conselhos de leitura aumentam a utilidade desta obra imprescindível.
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 672
Sinopse:
A modéstia levava-o a (des)considerar as crónicas como uma servidão diária que afirmava com humor só aceitar para alimentar a legião de gatos que tinha em casa e que só serviriam, como tudo o que é jornal e como diziam os velhos tipógrafos do "JN" num dito que ele tantas vezes citava, para embrulhar peixe no dia seguinte. Ou seja, as crónicas, até pelo seu registo diarístico (jornalístico), não possuiriam nenhum valor literário, seriam feitas como tudo o mais mas mais do que tudo "da matéria da morte e do esquecimento", anacrónicas fora da sua efémera duração, e como tal constituiriam uma dimensão menor, extraliterária, da sua obra. E no entanto, pelas suas características, essas crónicas fazem plenamente parte, de pleno direito, da obra literária de Manuel António Pina. Se ele definia a sua poesia, por complexas razões de poética que não cabe aqui explicar, como "saudade da prosa", as suas crónicas jornalísticas podem definir-se, de certo modo determinante da sua popularidade, como saudade da literatura. A presente antologia, organizada por Sousa Dias, reúne as melhores crónicas de Manuel António Pina, de 1984 a 2012. As palavras dessas crónicas, e sobretudo o espírito dessas palavras que uma multidão de seguidores fazia suas nas suas anónimas indignações sociais, ficarão durante muito tempo a reverberar na memória dos leitores agora desamparados dessa voz.
Nº Páginas: 672
Sinopse:
A modéstia levava-o a (des)considerar as crónicas como uma servidão diária que afirmava com humor só aceitar para alimentar a legião de gatos que tinha em casa e que só serviriam, como tudo o que é jornal e como diziam os velhos tipógrafos do "JN" num dito que ele tantas vezes citava, para embrulhar peixe no dia seguinte. Ou seja, as crónicas, até pelo seu registo diarístico (jornalístico), não possuiriam nenhum valor literário, seriam feitas como tudo o mais mas mais do que tudo "da matéria da morte e do esquecimento", anacrónicas fora da sua efémera duração, e como tal constituiriam uma dimensão menor, extraliterária, da sua obra. E no entanto, pelas suas características, essas crónicas fazem plenamente parte, de pleno direito, da obra literária de Manuel António Pina. Se ele definia a sua poesia, por complexas razões de poética que não cabe aqui explicar, como "saudade da prosa", as suas crónicas jornalísticas podem definir-se, de certo modo determinante da sua popularidade, como saudade da literatura. A presente antologia, organizada por Sousa Dias, reúne as melhores crónicas de Manuel António Pina, de 1984 a 2012. As palavras dessas crónicas, e sobretudo o espírito dessas palavras que uma multidão de seguidores fazia suas nas suas anónimas indignações sociais, ficarão durante muito tempo a reverberar na memória dos leitores agora desamparados dessa voz.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Pobre país, dirão os portugueses mais atentos. O futuro que se lhes apresenta não será nada brilhante. É preciso que os portugueses tomem consciência disso e ajam em conformidade. Já que não podemos mudar o Mundo nem sequer a Europa, sejamos ao menos capazes de mudar Portugal.""O livro que ora vos apresento representa a compilação de artigos diversos e outros escritos publicados nos anos de 2011 e 2012 em jornais e revistas portugueses e estrangeiras. Foram anos de aprofundamento da crise europeia e nacional, ainda não resolvida, bem pelo contrário.[…] A democracia - no plano europeu e nacional , considerada um dos fundamentos essenciais do projeto europeu, bem como os Direitos do Homem e os Estados Sociais começaram a ser conceitos e valores cada vez menos seguidos e respeitados. Porque, como se sabe, a crise financeira, dando a prioridade aos mercados, pôs o dinheiro acima das pessoas, como supremo valor.[…] A verdade é que Portugal - ao fim de um ano de governo - não parece estar nada bem. Tenho-o dito e repetido, com sentido de objetividade e independência. Está demonstrado que as políticas de austeridade, que têm vindo a ser impostas, só nos podem levar a um desastre. Como o aumento impressionante do desemprego, a recessão económica, a ruína da classe média, o empobrecimento geral do país e o rigor economicista do Governo, para o qual o que conta é a ideologia neoliberal.[…] Tornou-se urgente não desanimar e saber lutar pelas causas nobres. Ora o projeto europeu é uma dessas causas. Estamos a precisar, como de pão para a boca, de uma revolução pacífica e de um salto em frente da União Europeia. É necessário que os europeus compreendam que têm de reagir coletiva, pacífica e solidariamente, para que a União Europeia se desenvolva e ultrapasse esta crise terrível do capitalismo de casino.".Do "Prefácio"
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Pobre país, dirão os portugueses mais atentos. O futuro que se lhes apresenta não será nada brilhante. É preciso que os portugueses tomem consciência disso e ajam em conformidade. Já que não podemos mudar o Mundo nem sequer a Europa, sejamos ao menos capazes de mudar Portugal.""O livro que ora vos apresento representa a compilação de artigos diversos e outros escritos publicados nos anos de 2011 e 2012 em jornais e revistas portugueses e estrangeiras. Foram anos de aprofundamento da crise europeia e nacional, ainda não resolvida, bem pelo contrário.[…] A democracia - no plano europeu e nacional , considerada um dos fundamentos essenciais do projeto europeu, bem como os Direitos do Homem e os Estados Sociais começaram a ser conceitos e valores cada vez menos seguidos e respeitados. Porque, como se sabe, a crise financeira, dando a prioridade aos mercados, pôs o dinheiro acima das pessoas, como supremo valor.[…] A verdade é que Portugal - ao fim de um ano de governo - não parece estar nada bem. Tenho-o dito e repetido, com sentido de objetividade e independência. Está demonstrado que as políticas de austeridade, que têm vindo a ser impostas, só nos podem levar a um desastre. Como o aumento impressionante do desemprego, a recessão económica, a ruína da classe média, o empobrecimento geral do país e o rigor economicista do Governo, para o qual o que conta é a ideologia neoliberal.[…] Tornou-se urgente não desanimar e saber lutar pelas causas nobres. Ora o projeto europeu é uma dessas causas. Estamos a precisar, como de pão para a boca, de uma revolução pacífica e de um salto em frente da União Europeia. É necessário que os europeus compreendam que têm de reagir coletiva, pacífica e solidariamente, para que a União Europeia se desenvolva e ultrapasse esta crise terrível do capitalismo de casino.".Do "Prefácio"
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Em setembro de 1944, a Gestapo invade um palazzo rural italiano, prende uma mulher e leva os filhos dela, de dois e três anos. A mulher é Fey Pirzio-Biroli, filha de Ulrich von Hassell - diplomata alemão e importante elemento da Resistência alemã, executado dias depois da tentativa falhada de assassinato do Führer. Agora, Hitler está a levar a cabo a mais cruel das vinganças, atacando, separando e destruindo as famílias de todos aqueles que conspiraram contra ele. Levada de campo de concentração em campo de concentração, Fey vai conhecer a verdadeira dimensão e os horrores do Holocausto. Sem notícias das crianças, resta-lhe a esperança de um dia escapar às garras da máquina nazi e reunir a sua família. Mas o destino dos seus filhos é uma incógnita. Mesmo que estejam vivos, poderão ser encontrados e identificados na vastidão de uma Europa destruída? Usando a voz da própria Fey - através de cartas, entradas de diário e recordações - Catherine Bailey conta-nos uma história esmagadora de sacrifício e, acima de tudo, resistência…
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Em setembro de 1944, a Gestapo invade um palazzo rural italiano, prende uma mulher e leva os filhos dela, de dois e três anos. A mulher é Fey Pirzio-Biroli, filha de Ulrich von Hassell - diplomata alemão e importante elemento da Resistência alemã, executado dias depois da tentativa falhada de assassinato do Führer. Agora, Hitler está a levar a cabo a mais cruel das vinganças, atacando, separando e destruindo as famílias de todos aqueles que conspiraram contra ele. Levada de campo de concentração em campo de concentração, Fey vai conhecer a verdadeira dimensão e os horrores do Holocausto. Sem notícias das crianças, resta-lhe a esperança de um dia escapar às garras da máquina nazi e reunir a sua família. Mas o destino dos seus filhos é uma incógnita. Mesmo que estejam vivos, poderão ser encontrados e identificados na vastidão de uma Europa destruída? Usando a voz da própria Fey - através de cartas, entradas de diário e recordações - Catherine Bailey conta-nos uma história esmagadora de sacrifício e, acima de tudo, resistência…
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Os alemães estavam convencidos de que ataque aéreo a Creta em 1941 lhes garantiria uma vitória fácil e sem surpresas. Não faziam ideia de que os britânicos tinham intercetado as suas comunicações e preparado uma armadilha. Mas as coisas também não correram como planeado para as forças britânicas: um mal-entendido fatal ditou o desenlace trágico da batalha. Derrotados, os combatentes gregos organizaram-se numa resistência feroz e heroica, apoiada pelos oficiais britânicos do SOE.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Os alemães estavam convencidos de que ataque aéreo a Creta em 1941 lhes garantiria uma vitória fácil e sem surpresas. Não faziam ideia de que os britânicos tinham intercetado as suas comunicações e preparado uma armadilha. Mas as coisas também não correram como planeado para as forças britânicas: um mal-entendido fatal ditou o desenlace trágico da batalha. Derrotados, os combatentes gregos organizaram-se numa resistência feroz e heroica, apoiada pelos oficiais britânicos do SOE.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Crepúsculo do Colonialismo" é a continuação de "A Diplomacia de Salazar", publicado em outubro de 2012. O volume anterior cobriu o período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo e a adesão de Portugal à NATO. O atual narra os anos de 1949 a 1961, culminando com a invasão de Goa, em dezembro desse ano.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Crepúsculo do Colonialismo" é a continuação de "A Diplomacia de Salazar", publicado em outubro de 2012. O volume anterior cobriu o período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo e a adesão de Portugal à NATO. O atual narra os anos de 1949 a 1961, culminando com a invasão de Goa, em dezembro desse ano.
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um clássico da literatura do Holocausto redescoberto e traduzido pela primeira vez - do jornalista, poeta e sobrevivente József Debreczeni. József Debreczeni, um prolífico jornalista e poeta de língua húngara, chegou a Auschwitz em 1944; se tivesse sido selecionado para seguir para a "esquerda", teria vivido apenas mais 45 minutos. Afortunadamente, foi enviado para a "direita", o que o levou a 12 terríveis meses de detenção e trabalho escravo numa série de campos, que terminaram no "Crematório Frio" o chamado "hospital" do campo de trabalho escravo de Dörnhau, onde os prisioneiros demasiado debilitados aguardavam a execução. Porém, à medida que as forças soviéticas e aliadas se acercavam dos campos, os comandantes nazis ¿ receosos das eventuais punições pelos seus crimes - fugiram, abandonando os prisioneiros, em vez de os enviarem de imediato para as câmaras de gás. Debreczeni registou as suas experiências neste livro, uma das mais duras e impiedosas acusações ao nazismo jamais escritas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um clássico da literatura do Holocausto redescoberto e traduzido pela primeira vez - do jornalista, poeta e sobrevivente József Debreczeni. József Debreczeni, um prolífico jornalista e poeta de língua húngara, chegou a Auschwitz em 1944; se tivesse sido selecionado para seguir para a "esquerda", teria vivido apenas mais 45 minutos. Afortunadamente, foi enviado para a "direita", o que o levou a 12 terríveis meses de detenção e trabalho escravo numa série de campos, que terminaram no "Crematório Frio" o chamado "hospital" do campo de trabalho escravo de Dörnhau, onde os prisioneiros demasiado debilitados aguardavam a execução. Porém, à medida que as forças soviéticas e aliadas se acercavam dos campos, os comandantes nazis ¿ receosos das eventuais punições pelos seus crimes - fugiram, abandonando os prisioneiros, em vez de os enviarem de imediato para as câmaras de gás. Debreczeni registou as suas experiências neste livro, uma das mais duras e impiedosas acusações ao nazismo jamais escritas.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Operação Marquês, Face Oculta, Operação Furacão, Universo Espírito-Santo. Parecem títulos de policiais sumarentos mas são os nomes de alguns dos muitos casos recentes de corrupção no nosso país. Casos reais que vão destapando progressivamente o pântano da corrupção e mostrando os grupos de interesses que há quatro décadas mandam na política e na economia. Os grupos que destruíram grandes empresas, como a PT, e deixaram buracos gigantescos na Banca. Olhemos a verdade de frente: Portugal tem um grave problema de corrupção. Mais de quatro décadas depois da viragem democrática, pouco mudou na eficácia do combate à corrupção e aos crimes económicos a ela associados. Nas mais de quatro décadas de democracia, vários membros da chamada elite - de políticos a governantes, passando por banqueiros, advogados e empresários - têm feito fortunas com a incapacidade do país para punir os criminosos. Apesar disso, Portugal vai ignorando mais de 70% das recomendações da União Europeia para combater a corrupção. Porquê? De onde nasce a corrupção? O que lhe permite alastrar-se como fogo-posto? Porque continuam impunes muitos dos seus mais vis protagonistas? E como podemos nós, cidadãos comuns, lutar para travar esta epidemia? Isso é o que veremos neste livro.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Operação Marquês, Face Oculta, Operação Furacão, Universo Espírito-Santo. Parecem títulos de policiais sumarentos mas são os nomes de alguns dos muitos casos recentes de corrupção no nosso país. Casos reais que vão destapando progressivamente o pântano da corrupção e mostrando os grupos de interesses que há quatro décadas mandam na política e na economia. Os grupos que destruíram grandes empresas, como a PT, e deixaram buracos gigantescos na Banca. Olhemos a verdade de frente: Portugal tem um grave problema de corrupção. Mais de quatro décadas depois da viragem democrática, pouco mudou na eficácia do combate à corrupção e aos crimes económicos a ela associados. Nas mais de quatro décadas de democracia, vários membros da chamada elite - de políticos a governantes, passando por banqueiros, advogados e empresários - têm feito fortunas com a incapacidade do país para punir os criminosos. Apesar disso, Portugal vai ignorando mais de 70% das recomendações da União Europeia para combater a corrupção. Porquê? De onde nasce a corrupção? O que lhe permite alastrar-se como fogo-posto? Porque continuam impunes muitos dos seus mais vis protagonistas? E como podemos nós, cidadãos comuns, lutar para travar esta epidemia? Isso é o que veremos neste livro.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Que segredos esconde um dos países mais reservados e perigosos do mundo? A Coreia do Norte sempre foi objeto de fascínio e preocupação por parte de todo o mundo. Um país reservado, misterioso e inacessível, uma potência nuclear com campos de prisioneiros ao estilo gulag, que bloqueia o acesso à Internet e proíbe os seus cidadãos de falar com estrangeiros sem prévia autorização. Nesta detalhada investigação, baseada numa série impressionante de fontes e de arquivos até agora inacessíveis, Paul French analisa a história e a política da Coreia do Norte, as complexas relações de Pyongyang com a Coreia do Sul, o Japão, a China e os Estados Unidos, e as implicações de uma liderança que antagoniza de igual forma inimigos e aliados. Direto e realista, este livro apresenta um retrato de uma nação assustadoramente instável, um país cujo súbito colapso pode ter consequências perigosas a nível mundial.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Que segredos esconde um dos países mais reservados e perigosos do mundo? A Coreia do Norte sempre foi objeto de fascínio e preocupação por parte de todo o mundo. Um país reservado, misterioso e inacessível, uma potência nuclear com campos de prisioneiros ao estilo gulag, que bloqueia o acesso à Internet e proíbe os seus cidadãos de falar com estrangeiros sem prévia autorização. Nesta detalhada investigação, baseada numa série impressionante de fontes e de arquivos até agora inacessíveis, Paul French analisa a história e a política da Coreia do Norte, as complexas relações de Pyongyang com a Coreia do Sul, o Japão, a China e os Estados Unidos, e as implicações de uma liderança que antagoniza de igual forma inimigos e aliados. Direto e realista, este livro apresenta um retrato de uma nação assustadoramente instável, um país cujo súbito colapso pode ter consequências perigosas a nível mundial.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Enquanto o mundo vivia um dos maiores conflitos de sempre - a II Guerra Mundial -, Lisboa celebrava o duplo centenário da Independência (1140) e da Restauração (1640), e o povo agradecia a Salazar por manter Portugal em aparente neutralidade. Nesta viagem aos anos 40 do século XX, encontramos uma década de grandes acontecimentos e muitos contrastes, narrados em jeito de crónica, na perspectiva de um contemporâneo da época, o narrador ficcionado Alberto Matias, que o autor conheceu no emblemático Café Gelo. Dos refugiados acolhidos no nosso país aos espiões infiltrados na capital, passando pela consagração de Egas Moniz com o Nobel da Medicina, ou os filmes, peças de teatro e músicas que marcaram uma geração, são passados em revista os momentos que marcaram a política, as artes, o desporto ou a economia, incluindo os menos conhecidos, sobretudo pelos mais novos.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Enquanto o mundo vivia um dos maiores conflitos de sempre - a II Guerra Mundial -, Lisboa celebrava o duplo centenário da Independência (1140) e da Restauração (1640), e o povo agradecia a Salazar por manter Portugal em aparente neutralidade. Nesta viagem aos anos 40 do século XX, encontramos uma década de grandes acontecimentos e muitos contrastes, narrados em jeito de crónica, na perspectiva de um contemporâneo da época, o narrador ficcionado Alberto Matias, que o autor conheceu no emblemático Café Gelo. Dos refugiados acolhidos no nosso país aos espiões infiltrados na capital, passando pela consagração de Egas Moniz com o Nobel da Medicina, ou os filmes, peças de teatro e músicas que marcaram uma geração, são passados em revista os momentos que marcaram a política, as artes, o desporto ou a economia, incluindo os menos conhecidos, sobretudo pelos mais novos.
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