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Nº Páginas: 208
Sinopse:
Uma abordagem que nos desafia os instintos e nos força a questionar tudo o que sabemos sobre a vida Durante décadas convenceram-nos de que o pensamento positivo era a chave para uma vida rica e feliz. Mas esses dias chegaram ao fim. Que se f*da o pensamento positivo! Mark Manson acredita que a sociedade está contaminada por grandes doses de treta e de expectativas ilusórias em relação a nós próprios e ao mundo. Recorrendo a um estilo brutalmente honesto, Manson mostra-nos que o caminho para melhorar a nossa vida requer aprender a lidar com a adversidade. Aconselha-nos a conhecer os nossos limites e a aceitá-los, pois no momento em que reconhecemos os nossos receios, falhas e incertezas, podemos começar a enfrentar as verdades dolorosas e a focar-nos no que realmente importa. Recheado de humor e experiências de vida, A Arte Subtil De Saber Dizer Que Se F*da é o soco no estômago que as novas gerações precisam para não se perderem num mundo cada vez mais fútil.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
- Estou? Quem fala? - Noé. - Noé quê? - Noé da sua conta. Que som faz um peixe a cair de um prédio de 20 andares? - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAATUM! Um homem bate à porta de uma vidente. - Quem é? - Começamos mal
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Aqui não há frases fofinhas nem o segredo da felicidade, mas ódio gratuito disfarçado de piadas. São 99 tipos de pessoas, com muito escárnio e linguagem vernacular, logo é possível que se sintam ofendidinhos quando o lerem."
A SleepCover para Kobo Clara Colour/BW foi pensada para tornar a leitura ainda mais simples e confortável, em casa ou em movimento.
Ao abrir a capa, o seu Kobo Clara liga-se automaticamente e, ao fechar, entra em modo de repouso, tornando a sua utilização mais simples no dia a dia. A estrutura permite que o Kobo se mantenha em pé, ideal para ler sem precisar de o segurar.
Fabricada com materiais reciclados, esta capa alia funcionalidade a uma escolha mais consciente, sem abdicar de um design discreto e atual. Disponível em várias cores, adapta-se facilmente ao seu estilo.
Compatibilidade:
- Kobo Clara Colour
- Kobo Clara BW
Cores disponíveis:
Preto · Vermelho Malagueta · Rosa Bombom · Verde Névo
Uma solução prática para proteger o seu Kobo e desfrutar da leitura com mais conforto, todos os dias.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Onde podemos encontrar uma velha que viaja do lado de fora de um comboio, outra que carrega um frigorífico em cima da cabeça e "uma mão humana forrada a veludo, homem!"?
No fino buffet de bizarria que é O Homem Que Mordeu o Cão, claro, o livro da rubrica criada por Nuno Markl, no ar desde 1997, com uma legião de fãs cada vez maior.
Notícia não é quando um cão morde num homem, mas sim quando um homem morde num cão!
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Joana d'Arc, Pablo Escobar, Maria Antonieta, Santo António, Rosa Parks, Napoleão, Ada Lovelace, Saramago, Lucrécia Bórgia, Jesus Cristo, Sartre, Lady Di, Bob Marley: todos mortos. Não vale a pena esperar outra coisa da vida a não ser o seu fim. Porém, como dizia Camões, há aqueles que se vão da lei da morte libertando e, em vez de irem fazer tijolo, fazem História nem sempre pelas razões mais nobres, mas é, provavelmente, para o lado que dormem melhor. Com as suas notas necrológicas dignas de antologia, Hugo van der Ding demonstra, todas as manhãs, na rubrica Vamos Todos Morrer da Antena 3, e, agora, com este livro, que nem a História tem de ser um relato aborrecido e soporífero dos grandes feitos e acontecimentos, nem o entretenimento tem de ser um atentado a todos os nossos neurónios. Até ao fecho do presente livro, das 141 almas que foram desta para melhor e cujas venturas são aqui descritas, nem uma reclamou do obituário que lhe calhou em sorte.
Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em que sítio do mundo seria possível juntar Cristiano Ronaldo e Marie Kondo, Shakira e a Mãe Kikas? Provavelmente, em nenhum, a não ser nas páginas deste livro. Futebolistas, ativistas, negacionistas, coaches, ministros, celebridades... Todos podem ser, a dado momento, o elefante na sala, que queremos mas não conseguimos ignorar.
Joana Marques, humorista conhecida por ser «extremamente desagradável», não deixa os seus créditos por mãos alheias e brinda os principais protagonistas da atualidade com a sua habitual simpatia. Elefante na Sala é uma espécie de resumo dos últimos dois anos, em Portugal e no mundo, sobretudo no que toca às ocorrências irrelevantes. Mais do que uma análise dos grandes temas das manchetes dos jornais, interessam as notas de rodapé e aquilo que se passa em segundo plano.
Este é mais um livro de Joana Marques com o qual não se aprende nada. Um compêndio de acontecimentos que não seriam memoráveis, se não ficassem aqui eternizados.
A SleepCover para Kobo Clara Colour/BW foi pensada para tornar a leitura ainda mais simples e confortável, em casa ou em movimento.
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Fabricada com materiais reciclados, esta capa alia funcionalidade a uma escolha mais consciente, sem abdicar de um design discreto e atual. Disponível em várias cores, adapta-se facilmente ao seu estilo.
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- Kobo Clara Colour
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Preto · Vermelho Malagueta · Rosa Bombom · Verde Névo
Uma solução prática para proteger o seu Kobo e desfrutar da leitura com mais conforto, todos os dias.
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Nº Páginas: 128
Sinopse:
Mafalda Creative ficou conhecida como a rapariga dos vídeos engraçados, que usava perucas e fazia sketches sobre os pais, a escoa e os dramas do dia a dia. Enquanto nos fazia rir, foi também crescendo. Hoje, de vez em quando ainda usa perucas, é verdade, mas amadureceu, ganhou uma voz e tornou-se uma das mulheres mais fortes e autênticas da sua geração. Só que esse crescimento não veio sem dor. Enquanto o seu primeiro livro subia aos tops nacionais, os vídeos alcançavam milhões de visualizações e os bilhetes para os espetáculos esgotavam em poucas horas, Mafalda lidava com o luto, a perda, uma reação tóxica e dias difíceis de suportar. Este é o seu livro mais pessoal até agora. Pela primeira vez, Mafalda fala sobre tudo isto, com a sinceridade, humor e a boa-disposição de sempre, caro. Rir para não chorar pode não resolver tudo, mas ajuda. E muito, acredita: quem sabe se, ao leres sobre o que ela viveu, e a forma como o superou, não encontras também nestas páginas um bocadinho da tua força.
A SleepCover para Kobo Clara Colour/BW foi pensada para tornar a leitura ainda mais simples e confortável, em casa ou em movimento.
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Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 504
Sinopse: COMO USAR ESTE ORÁCULO QUE NÃO QUER SABER DE TI PARA NADA 1. Inspira fundo. Imagina unicórnios fofinhos a correr por prados verdejantes e a espalhar poias mágicas. 2. Expira (senão morres). 3. Formula a tua pergunta. Podes gritá-la, para o Universo perceber a tua desgraça. 4. Encosta os dedos à lombada (de preferência lavados) e sente o chamamento. «Manel Maneeeeel...» 5. Abre a página que te chamou. Tens aí a resposta para a pergunta idiota que fizeste. 6. Não tens de quê. SE ESPERAVAS MOTIVAÇÃO, AZAR. HOJE, VAI CORRER MAL. AMANHÃ, TAMBÉM.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Crónicas inéditas em Portugal, selecionadas entre todas as que o humorista escreveu entre 2020 e 2025 para o jornal "Folha de S. Paulo". "O Papa não só não queria repreender-nos como leu um discurso em que dizia que era possível rir de tudo, até de Deus. Olhei para a Guarda Suíça. Os guardas nem se mexeram. Nenhuma vontade de castigar aquela heresia. Ao que tudo indicava, não era uma heresia. Olhei para cima. Nos tetos ricamente pintados vi o Céu. Uma pessoa que eu conheço está lá. Teria ela ouvido o Papa a dizer que é lícito rir de tudo? É que eu levei algumas chineladas no rabo por ela ter a opinião contrária. Receio que esteja arrependida. Não precisa. Tudo está perdoado. Sempre esteve."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Este não é um livro comum. São centenas e centenas de piadas, tanto clássicas como inéditas, para leres sozinho ou para jogares com os amigos, em quatro diferentes modos de batalha. Destaca as cartas no final do livro e usa-as para escolher uma piada, que tens de ler para derrotar os teus adversários. O teu objetivo é simples: fazê-los partir a rir! Um livro dos tipos do canal de YouTube “Não Queres Nada”! O canal nasceu em 2011, quando os amigos Nelson, Filipe e João, começaram a criar paródias a vídeos e programas populares do momento. No ano seguinte juntou-se ao grupo outro amigo de longa data, o Jorge. Mas foi em setembro de 2017 que o canal ganhou real fama, graças aos vídeos das “Batalhas de Piadas Secas”. Lançando desde então um episódio semanal, soma nesta data mais de 16 milhões de visualizações e é um dos canais nacionais de maior destaque no YouTube.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"No primeiro volume desta que passa agora a ser uma colecção de dois volumes foram reunidas pouco menos de mil tiras. (…) Com os devidos exageros, depois das "quase novecentas", que agora são "pouco menos de mil" e, mais adiante nesta introdução, serão "bastante mais de mil", aqui ficam umas quantas centenas de tiras. São as que nasceram na minha cabeça desde o último volume. Pequenas histórias das personagens que moram nos meus neurónios. A Juliana Saavedra. A Celeste da Encarnação. A farmacêutica Madalena. O Esteves e a Marina. A Salomé. A Simone. Os astronautas. A Teresinha. Duas amigas que têm muitos nomes. E outros, que vão nascendo e tomando o lugar de outras que vão morrendo. (…)"
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Defendendo a velha máxima de que é de pequenino que se torce o pepino, os autores dos livros mais secos do país (quiçá do mundo), voltam à carga com 500 piadas fresquinhas, daquelas meeesmo boas, para miúdos meeesmo engraçados, para trolar pais, professores e amigos sempre que a situação se torne demasiado séria. Ou só porque sim, porque rir, já se sabe, é sempre o melhor remédio. A não ser que tenhas diarreia…
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Foi há dez anos, alguns quilos e muitos cabelos brancos que o primeiro cromo da mítica Caderneta de Cromos foi para o ar! Ao longo de três gloriosos anos, entre 23 de novembro de 2009 e 21 de setembro de 2012, o país parava todas as manhãs para recordar como toda uma geração tinha sobrevivido até à idade adulta no bizarro contexto dos anos de 1970 e 1980. Naqueles minutos mágicos, uma legião de ouvintes recordava as guloseimas, as baladas românticas, as lendas vivas do grande ecrã, as peças de vestuário que nos amarfanhavam o ego, os desenhos animados que nos colavam ao sofá, e os jogos de rua em que arriscávamos a vida umas dez vezes por minuto. Uma onda de nostalgia bateu forte e fundo no país, fizeram-se livros, criaram-se comunidades de partilha de recordações, esgotaram-se espectáculos, ressuscitaram-se gelados, fizeram-se jogos de tabuleiro e figurinhas de PVC. Numa palavra: foi épico. Caderneta de Cromos - edição de colecionador é a edição comemorativa e de luxo da rubrica que, durante os três anos em que esteve no ar, nos levou a todos de volta para uma infância cheia de cores, aventuras e perigos escondidos em cada embalagem - com cromos inéditos, nunca antes editados em livro, acompanhadas das incríveis ilustrações de Patrícia Furtado.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Delicioso, perspicaz e irresistível: uma pequena obra-prima Vivemos num planeta infestado de humanos e alterado à sua imagem e semelhança. É uma espécie perniciosa, mas inegavelmente habilidosa e capaz - ainda que os motivos que a movam sejam muitas vezes incompreensíveis aos nossos olhos felinos. Mas, se é verdade que nunca houve tantos primatas na terra, o mesmo vale para os gatos: e é claro que sabemos lidar com estes bípedes que, na verdade, são muito fáceis de treinar. Dormir sobre eles, obrigando-os a ficar em posições desconfortáveis por muito tempo; guiá-los passo a passo ao armário dos biscoitos; acordá-los a meio da noite sem motivo aparente: por detrás destas e de outras ações que podem parecer aleatórias, escondem-se técnicas precisas de domesticação. E se tiver a sorte de poder domesticar o seu espécime desde filhote, conquistará o melhor e mais fiel companheiro que poderia desejar.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O regresso de Bruno Nogueira aos livros de crónicas, depois do sucesso de Aqui Dentro Faz Muito Barulho, finalista dos prémios Bertrand 2023. «O ódio pela diferença é a vitoria da ignorância; é a desistência da curiosidade, do fascínio, do espanto, da riqueza enorme que a diferença nos pode acrescentar.» «Não precisamos de mais pessoas que nos atirem frases feitas para sermos fortes (…). Falhar e não conseguir pode ainda ser a melhor maneira de entender o que é isto de ser humano.» «Estamos na época da frontalidade violenta (…). Haja paciência para os arautos da frontalidade que impõem aos outros o que ninguém lhes encomendou.» «Sonhemos, então, mas não nos esqueçamos de transformar esses sonhos em objectivos para que possamos viver não só na promessa do que poderia ser mas também no compromisso daquilo que será.» - Bruno Nogueira
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 152
Sinopse: Em Loira Burra, Mariana Bossy desmonta estereótipos com humor afiado, mostrando que o óbvio nem sempre é assim tão claro. Entre histórias do quotidiano e reflexões inesperadas, o livro prova que não se julga um livro nem uma loira pela capa.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
1001 piadas picantes e de humor negro. Pelas mãos dos youtubers "Não Queres Nada", chega a batalha de piadas secas mais épica de sempre. Como em qualquer batalha que se preze, neste livro há sangue, mortos e estropiados. E como no final de uma batalha os vencedores gostam de celebrar, neste livro também há sexo, orgias e gente nua. Ou seja, aqui vais encontrar 1001 piadas que só deves ler se tiveres um fabuloso sentido de humor e... estômago forte!
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Vivemos numa época estranha. Apesar de termos mais liberdade, saúde e riqueza do que em qualquer outra época da história, tudo à nossa volta parece terrivelmente f*dido: aquecimento global, queda de governos, economias em colapso e todos permanentemente ofendidos nas redes sociais. Temos acesso a tecnologia, a educação e a formas de comunicar que os nossos antepassados nem sequer imaginavam, mas ainda assim sentimos uma esmagadora desesperança. Afinal, o que é que se passa connosco?Com a sua habitual mistura de erudição e humor, Mark Manson desafia-nos a olhar para o mundo com outros olhos. Com base em investigação psicológica e na sabedoria intemporal de filósofos como Platão e Nietzsche, o autor disseca a política e a religião e mostra como as duas se tornaram desconfortavelmente semelhantes. Analisa a nossa relação com o dinheiro, o entretenimento e a internet, desafiando as definições de fé, felicidade, liberdade e até da própria esperança.Um livro de leitura obrigatória que nem todos merecemos, mas de que todos precisamos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Este é o melhor livro de parentalidade do mundo, e quiçá de Mafra. Aprenda a conceber uma menina, a lidar com raparigas e com a sua mulher. Saiba como mudar fraldas, escolher fantasias baratas para o Carnaval e prendas especiais para o Natal, ou como fazer sexo sem os filhos notarem. Fique a dominar temas como: as festas de aniversário, a hora de dormir, as perguntas inconvenientes, os fins de semana em família, a hora da refeição, a maquilhagem e os namorados das meninas, a idade dos porquês, os piolhos, os livros infantis, os trabalhos de casa e a água do cu lavado. Pelo meio, vai ficar a saber que António Raminhos é meio cigano - o que explica muita coisa, como o facto de estar a criar uma grande prole -, ou que é obsessivo compulsivo, o que faz com que urine sentado, mas à homem!, o que significa fazê-lo a gritar: "Ahahhhhhhhhh." Diz que é mais higiénico. Porém, "As Marias" não é um livro apenas para quem é ou quer ser pai, nem para quem não é ou não quer ser. Este manual imprescindível oferece também uma viagem aos dramas e peripécias pelos quais todos passámos na infância, na adolescência e, se for caso disso, na vida conjugal. E essa maravilhosa dádiva chega-nos da forma muito peculiar a que - na rádio, na televisão ou na Internet - já nos habituou António Raminhos, um dos mais reconhecidos e acarinhados humoristas portugueses da atualidade.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A saga contínua no segundo livro da rubrica da Rádio Comercial, Caderneta de Cromos! Ainda mais sexy e espectacular do que o primeiro volume, "Caderneta de Cromo Contra-Ataca" regressa aos anos 70 e 80 para falar da complexidade psicológica dos Pinypons e de como pareciam querer matar alguém; de como o Skeletor, o arqui-inimigo de He-Man não é claramente, o tipo de indivíduo a quem se pergunta as horas na rua; como agir quando um meliante nos pede para ver o Passe-Social; quem venceria no eterno duelo entre os Doutores Bayard e Bentes; quem eram, realmente, os Glutões do Presto; quão traumático foi o episódio de "Uma Casa na Pradaria" em que a filha mais velha acorda sem o dom da visão; porque parecia tão giro envergar peúgas brancas com raquetes; porque é que Duarte & Companhia foram tão importantes nas nossas vidas; o que raio significa a letra de Orinoco Flow de Enya e porque é que pode servir de tributo a todos os indivíduos que têm como nome Zé Luís; porque é que o Cartão Jovem era como o Santo Graal da garotada - e outro tipo de questões essenciais para quem cresceu numa época de péssimos cabelos mas belíssimas memórias. E bigodes.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A enciclopédia definitiva sobre o que nos deliciava nos anos 70 e 80 (e que é mais saudável que um granizado Fá, embora deva ter a mesma quantidade de tinta). Em "O Homem Que Mordeu o Cão", Nuno Markl contou histórias muito bizarras. Mas haverá história mais bizarra do que crescer nas décadas de 70 e 80? Dos microfones da Rádio Comercial para as páginas profusamente ilustradas desta edição, eis a "Caderneta de Cromos" - reunindo uma centena dos mais bombásticos e inesquecíveis cromos não só da rubrica, como da nossa infância e juventude! Uma colecção que responde a questões pertinentes, tais como… - Samantha Fox e Kim Wilde: qual delas para casar? - Qual delas para coiso? - Quantas maneiras havia de comer as bolachas Belinhas? - Usar um blaser branco igual ao do Don Johnson no Miami Vice, resulta na vida real quando se é caixa de óculos. - Como é que os kalkitos são uma metáfora para as relações sexuais sem amor? - Porque é que o Fizz Limão é o D. Sebastião da indústria dos gelados? - Como se resolve, afinal, o Cubo Mágico?"
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"O nosso objectivo era fazer o melhor que pudéssemos para caracterizar Portugal, de forma geral, em nove episódios de temas diversos. Queríamos criar uma Bíblia de costumes, tradições, taras, defeitos e manias (meti o "defeitos" ali no meio, porque ficava estranho "taras" e "manias" junto) dos portugueses. Não seremos nós a dizer se conseguimos ou não. Resta-nos a glória de podermos afirmar que tudo o que está neste livro, aconteceu na realidade." - RSC"Very Typical" é o livro humorístico que retrata os piores hábitos dos portugueses, dividido pelos seguintes temas: férias, noite, as dez pessoas que não deviam existir, mulheres, homens, as dez piores coisas que podem acontecer a um português, tradições, redes sociais e música.Sempre com uma visão mordaz que choca as sensibilidades mais conservadoras, que não se inibe de exemplificar com personalidades nacionais e internacionais, Rui Sinel de Cordes retrata o povo português com a intensidade e a caricatura que o humor levado ao extremo permite.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Os homens são isto, os homens são aquilo… Quer mesmo saber como são os homens? Este livro responde a essa pergunta. Na origem está uma investigação sociológica sobre masculinidades, onde são abordados temas como o amor, a sexualidade, os relacionamentos conjugais, a parentalidade e os cuidados com o corpo. E porque "homens há muitos!", é ainda apresentada uma tipologia de masculinidades. Fique a conhecer os homens tradicionais, os homens reflexivos, os homens exuberantes e os homens distintivos. Ao mesmo tempo que o leitor ficará a saber pormenores da intimidade destes homens, serão levantadas questões ainda mais profundas como o tema da mudança social e o futuro das masculinidades.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Um compêndio inestimável com belíssimas ilustrações de algumas subespécies irritantíssimas de portugueses e respectiva catalogação. Quem nunca teve de aturar um beto de esquerda, um ortoréxico, um terraplanista, um teorizador de conspiração, um cidadão, um saudosista do Estado Novo, um influencer, um fumador, um ex-fumador, um defensor do politicamente correcto, um detractor do políticamente correcto, uma recém-mamã com um blogue, um ecologista, um velho do restelo, as crianças dos outros. É irritante, não é? Pedro Vieira, vencedor do PEN para primeira obra de ficção em 2012, utente crítico (em todos os sentidos) de transportes públicos, humorista de fino recorte e senhor de uma subtil (chamemos-lhe assim) capacidade de observação do plano socio-politico-antropológico dos indivíduos com quem partilha o espaço social, decidiu levar ao prelo esta breve antologia de tipos de portugueses que nos tiram do sério, que nos fazem questionar as leis básicas do convívio entre indivíduos da mesma espécie, que desafiam as teorias mais progressistas sobre o ser humano, que, em suma, nos dão instintos assassinos.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Depois de mais de 40 mil exemplares de A Doença, o Sofrimento e a Morte Entram Num Bar, chega o novo livro de Ricardo Araújo Pereira. Quem já o leu, já o ouviu na rádio ou já o viu na televisão (e é difícil que uma das três coisas ainda não tenha acontecido a alguém em Portugal) sabe que uma das grandes causas de Ricardo Araújo Pereira é a liberdade de expressão. Reaccionário com Dois Cês é sobre isso, mas é também sobre portugalidade, vitórias no Euro, propriazinhas (ou selfies), língua portuguesa, Shakespeare, os justiceiros das redes sociais, a vagina de Marine Le Pen e outras rabugices, num livro que se divide em quatro capítulos: - Comente o Seguinte País - Admirável Facebook Novo - Então mas o Que É Isto? - Assim Como Nós Não Perdoamos a Quem Nos Tenha Ofendido
