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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
No meio da tarefa de esvaziar uma casa de família, a descoberta inesperada de um conjunto de cartas, fotografias e recortes revela ao narrador a existência de um tio-bisavô pioneiro do cinema em Portugal. Será o misterioso tio Emídio, curiosa personagem das anedotas familiares, o mesmo Emygdio Ribeiro Pratas, autor e intérprete, em 1917, da primeira comédia cinematográfica portuguesa ao estilo de Charlot? Que destino foi, afinal, o deste homem que teve uma vida absolutamente aventurosa? E porque terá sido votado ao esquecimento? Partindo da história desta figura multifacetada e do papel que representou na vida dos seus contemporâneos e dos seus descendentes, Paulo M. Morais explora os limites da ficção e da não-ficção, conduzindo o leitor ao Portugal das primeiras décadas do século XX, entre a queda da Monarquia e o advento da Sétima Arte, numa viagem ao mesmo tempo intimista e coletiva, poética e documental, que prende da primeira à última página.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
No meio da tarefa de esvaziar uma casa de família, a descoberta inesperada de um conjunto de cartas, fotografias e recortes revela ao narrador a existência de um tio-bisavô pioneiro do cinema em Portugal. Será o misterioso tio Emídio, curiosa personagem das anedotas familiares, o mesmo Emygdio Ribeiro Pratas, autor e intérprete, em 1917, da primeira comédia cinematográfica portuguesa ao estilo de Charlot? Que destino foi, afinal, o deste homem que teve uma vida absolutamente aventurosa? E porque terá sido votado ao esquecimento? Partindo da história desta figura multifacetada e do papel que representou na vida dos seus contemporâneos e dos seus descendentes, Paulo M. Morais explora os limites da ficção e da não-ficção, conduzindo o leitor ao Portugal das primeiras décadas do século XX, entre a queda da Monarquia e o advento da Sétima Arte, numa viagem ao mesmo tempo intimista e coletiva, poética e documental, que prende da primeira à última página.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A morte de um homem amado; o pranto de uma mulher que falha uma promessa e se julga castigada; uma mãe, uma filha e o cheiro venenoso das acácias; uma mulher que se extravia dentro dos seus sonhos; aquele elevador com alguém preso lá dentro; o futebol, implacável jogo bravo; setenta e cinco rosas cor de salmão, seguras por um laço de seda e embrulhadas em papel de prata; solidariedade machista, conselhos de um velho a um rapaz; uma água-marinha que traz uma mensagem; não cobiçar as coisas alheias; uma teia de enredos, e a Alice que caiu num buraco do qual dificilmente conseguirá sair. Catorze contos extraordinários, de uma das autoras mais consagradas e inquietantes da literatura actual, que nunca deixa de nos surpreender com a acutilância e profundidade da sua escrita.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A morte de um homem amado; o pranto de uma mulher que falha uma promessa e se julga castigada; uma mãe, uma filha e o cheiro venenoso das acácias; uma mulher que se extravia dentro dos seus sonhos; aquele elevador com alguém preso lá dentro; o futebol, implacável jogo bravo; setenta e cinco rosas cor de salmão, seguras por um laço de seda e embrulhadas em papel de prata; solidariedade machista, conselhos de um velho a um rapaz; uma água-marinha que traz uma mensagem; não cobiçar as coisas alheias; uma teia de enredos, e a Alice que caiu num buraco do qual dificilmente conseguirá sair. Catorze contos extraordinários, de uma das autoras mais consagradas e inquietantes da literatura actual, que nunca deixa de nos surpreender com a acutilância e profundidade da sua escrita.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Esta edição contém duas peças de Gil Vicente: Pranto de Maria Parda e Auto da Barca do Inferno. Deambulemos pelas ruas de Lisboa, sequiosos, nós e a Maria Parda, uma velha, porta-voz dos bêbados, protagonista da primeira peça. Acompanhemo-la e lamentemos a falta de vinho. Haverá quem nos venda fiado? É o Pranto de Maria Parda. Terminado o Pranto, (re)encontraremos almas na hora da morte. Um Fidalgo, um Onzeneiro, um Parvo, um Sapateiro, um Frade, uma Alcoviteira, um Corregedor, um Procurador, um Enforcado e quatro Cavaleiros chegam a um cais, quase todos carregados de pecados e vícios, e encontram um Anjo e um Diabo, figuras que os julgarão e os conduzirão ao seu destino final: o Paraíso ou o Inferno? Que argumentos usar para convencer o Anjo a entrar na barca da Glória? Como ludibriar o Diabo e escapar do "lago dos danados"? Eis o Auto da Barca do Inferno, o julgamento das almas humanas na hora da morte e a denúncia dos vícios da sociedade. Gil Vicente tinha um propósito: divertir o público. Sem esquecer a máxima ridendo castigat mores, a rir corrigem-se os costumes. Que mais podemos pedir? Que leia estes textos e se divirta!
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Esta edição contém duas peças de Gil Vicente: Pranto de Maria Parda e Auto da Barca do Inferno. Deambulemos pelas ruas de Lisboa, sequiosos, nós e a Maria Parda, uma velha, porta-voz dos bêbados, protagonista da primeira peça. Acompanhemo-la e lamentemos a falta de vinho. Haverá quem nos venda fiado? É o Pranto de Maria Parda. Terminado o Pranto, (re)encontraremos almas na hora da morte. Um Fidalgo, um Onzeneiro, um Parvo, um Sapateiro, um Frade, uma Alcoviteira, um Corregedor, um Procurador, um Enforcado e quatro Cavaleiros chegam a um cais, quase todos carregados de pecados e vícios, e encontram um Anjo e um Diabo, figuras que os julgarão e os conduzirão ao seu destino final: o Paraíso ou o Inferno? Que argumentos usar para convencer o Anjo a entrar na barca da Glória? Como ludibriar o Diabo e escapar do "lago dos danados"? Eis o Auto da Barca do Inferno, o julgamento das almas humanas na hora da morte e a denúncia dos vícios da sociedade. Gil Vicente tinha um propósito: divertir o público. Sem esquecer a máxima ridendo castigat mores, a rir corrigem-se os costumes. Que mais podemos pedir? Que leia estes textos e se divirta!
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Retrato de uma burguesia dourada com ampla escolha nas realizações pessoais e profissionais mas que, mesmo assim, sofre um certo desencanto. É um romance que estabelece pontos de identidade e de comunicações fáceis com a geração dos quarenta. Praia das Maçãs tem uma série de personagens soltas mas que acabam por cruzar-se numa tapeçaria literária bem urdida. Cada uma das personagens não tem grandes projectos para o futuro, vivem com raiva e sabor o dia-a-dia, deixando traços do passado, os suficientes para compormos o retrato de cada um deles. A seu modo cada personagem consegue um certo registo de “savoir vivre”, o que não impede de se verem também forçados a dialogar com a angústia. O cenário em Lisboa, Sintra e Praia das Maçãs é magnificamente manejado, completando a identidade do leitor com personagens de que é fácil concluir: “mas nós conhecemos pessoas como estas”.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Retrato de uma burguesia dourada com ampla escolha nas realizações pessoais e profissionais mas que, mesmo assim, sofre um certo desencanto. É um romance que estabelece pontos de identidade e de comunicações fáceis com a geração dos quarenta. Praia das Maçãs tem uma série de personagens soltas mas que acabam por cruzar-se numa tapeçaria literária bem urdida. Cada uma das personagens não tem grandes projectos para o futuro, vivem com raiva e sabor o dia-a-dia, deixando traços do passado, os suficientes para compormos o retrato de cada um deles. A seu modo cada personagem consegue um certo registo de “savoir vivre”, o que não impede de se verem também forçados a dialogar com a angústia. O cenário em Lisboa, Sintra e Praia das Maçãs é magnificamente manejado, completando a identidade do leitor com personagens de que é fácil concluir: “mas nós conhecemos pessoas como estas”.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Um romance de surpreendente qualidade literária.Uma trama amorosa, várias histórias de vida, que têm como pano de fundo Moçambique da Guerra Colonial e São Tomé da atualidade.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Um romance de surpreendente qualidade literária.Uma trama amorosa, várias histórias de vida, que têm como pano de fundo Moçambique da Guerra Colonial e São Tomé da atualidade.
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Edição: Mai 2008
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Cinco narrativas que oscilam entre o intimista e o irónico. Em Praça de Londres, reúnem-se 5 contos de Lídia Jorge. Além do conto que dá o título à recolha, dela ainda fazem parte "Rue du Rhône", "Branca de Neve" e" Viagem para Dois", narrativas já antes publicadas. O último conto, "Perfume", é um inédito que a autora dedica ao realizador turco Yilmaz Güney, autor do filme Yol. Trata-se de uma espécie de réplica à história de amor que esse filme narra, transplantada para uma outra geografia humana. "Praça de Londres" tem como subtítulo "Cinco Contos Situados", por se tratar de narrativas inscritas em espaços urbanos reconhecíveis e por invocar instantes de vida marcantes, colhidos do quotidiano normal. De um modo geral, o tom destas cinco narrativas oscila entre o intimista e o irónico. A questão da inocência e da perda é um dos temas que lhes dá unidade.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Cinco narrativas que oscilam entre o intimista e o irónico. Em Praça de Londres, reúnem-se 5 contos de Lídia Jorge. Além do conto que dá o título à recolha, dela ainda fazem parte "Rue du Rhône", "Branca de Neve" e" Viagem para Dois", narrativas já antes publicadas. O último conto, "Perfume", é um inédito que a autora dedica ao realizador turco Yilmaz Güney, autor do filme Yol. Trata-se de uma espécie de réplica à história de amor que esse filme narra, transplantada para uma outra geografia humana. "Praça de Londres" tem como subtítulo "Cinco Contos Situados", por se tratar de narrativas inscritas em espaços urbanos reconhecíveis e por invocar instantes de vida marcantes, colhidos do quotidiano normal. De um modo geral, o tom destas cinco narrativas oscila entre o intimista e o irónico. A questão da inocência e da perda é um dos temas que lhes dá unidade.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"A única coisa que Garibaldo não conseguia compreender da vida era a morte." Uma aldeia toscana perto do mar. Uma família de anarquistas, rebeldes por temperamento e tradição, personaliza-se, no decurso de três gerações, em três personagens com nomes emblemáticos: Garibaldo, Quarto e Volturno e nas mulheres combativas e corajosas que os acompanham. É o primeiro livro de Antonio Tabucchi, mas estão já nele todos os elementos das suas obras mais maduras, desde "O Jogo do Reverso" a "Afirma Pereira": o duplo, o gosto pelos equívocos, o fascínio épico, a tensão moral. Nestas páginas, o autor recria com humor e uma subtil melancolia um mundo campesino, arcaico, hoje desaparecido, e reconstrói com fantasiosas trouvailles uma anti-história da Itália do lado dos vencidos, uma fábula popular impregnada do sentido secreto, mas não obscuro, da fragilidade da vida.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"A única coisa que Garibaldo não conseguia compreender da vida era a morte." Uma aldeia toscana perto do mar. Uma família de anarquistas, rebeldes por temperamento e tradição, personaliza-se, no decurso de três gerações, em três personagens com nomes emblemáticos: Garibaldo, Quarto e Volturno e nas mulheres combativas e corajosas que os acompanham. É o primeiro livro de Antonio Tabucchi, mas estão já nele todos os elementos das suas obras mais maduras, desde "O Jogo do Reverso" a "Afirma Pereira": o duplo, o gosto pelos equívocos, o fascínio épico, a tensão moral. Nestas páginas, o autor recria com humor e uma subtil melancolia um mundo campesino, arcaico, hoje desaparecido, e reconstrói com fantasiosas trouvailles uma anti-história da Itália do lado dos vencidos, uma fábula popular impregnada do sentido secreto, mas não obscuro, da fragilidade da vida.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Praça da Canção", de Manuel Alegre, há muito ultrapassou as fronteiras da literatura para assumir uma dimensão simbólica ou mesmo mítica. Quando saiu, no início do ano de 1965, há 50 anos, que com esta edição se assinalam, foi também um incisivo retrato de uma "[…] pátria parada / à beira de um rio triste", foi uma bandeira desfraldada e um rastilho de resistência e luta contra a ditadura. Hoje, cerca de quatro décadas depois da profunda mudança da realidade (aparentemente?) na génese da maioria dos seus poemas, e que em parte explica a sua imediata extraordinária repercussão e influência, a Praça da Canção "continua": sucessivas gerações a leram, ouviram, se calhar cantaram, de certo modo viveram. E isto diz muito, se não tudo.[…]Os versos de PdaC andaram, desde sempre, de boca em boca, de mão em mão, de coração em coração, em simultâneo singular expressão individual de um poeta e vigorosa voz coletiva de um povo.(do Prefácio de José Carlos de Vasconcelos)
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Praça da Canção", de Manuel Alegre, há muito ultrapassou as fronteiras da literatura para assumir uma dimensão simbólica ou mesmo mítica. Quando saiu, no início do ano de 1965, há 50 anos, que com esta edição se assinalam, foi também um incisivo retrato de uma "[…] pátria parada / à beira de um rio triste", foi uma bandeira desfraldada e um rastilho de resistência e luta contra a ditadura. Hoje, cerca de quatro décadas depois da profunda mudança da realidade (aparentemente?) na génese da maioria dos seus poemas, e que em parte explica a sua imediata extraordinária repercussão e influência, a Praça da Canção "continua": sucessivas gerações a leram, ouviram, se calhar cantaram, de certo modo viveram. E isto diz muito, se não tudo.[…]Os versos de PdaC andaram, desde sempre, de boca em boca, de mão em mão, de coração em coração, em simultâneo singular expressão individual de um poeta e vigorosa voz coletiva de um povo.(do Prefácio de José Carlos de Vasconcelos)
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Vamos recuar os relógios até 1989. O Muro de Berlim acaba de cair, e com ele a ameaça comunista. Francis Fukuyama decreta "o fim da história": já nada poderá deter as democracias liberais. Passou um quarto de século. Em vários pontos do globo, mesmo nas democracias mais funcionais, abrem-se fissuras. Segundo Yascha Mounk, três transformações sísmicas explicam o fenómeno. Primeiro, a economia estagnou, e a perda do poder de compra acarretou uma maior desigualdade de rendimentos. Segundo, intensificaram-se os movimentos migratórios, agudizando o sentimento de revolta contra imigrantes. Terceiro, as redes sociais deram voz a uma série de partidos e líderes populistas que antes não tinham tempo de antena - e o que eles prometem, embora irrealizável, é o que as pessoas querem ouvir. É um cocktail explosivo. E os resultados estão à vista. O Brexit, ou as vitórias de Trump e de Bolsonaro são exemplos gritantes - porque mais próximos. Mas mesmo dentro da aparentemente inexpugnável fortaleza europeia abrem-se brechas - da escalada da extrema-direita na Hungria à subida ao poder de populistas nos países mediterrânicos. À nossa porta temos a Turquia, mais longe ainda a Venezuela de Chávez e Maduro ou a Índia de Modi. Yascha Mounk, considerado um dos maiores especialistas mundiais na matéria, aponta como causa o crescente divórcio entre os direitos individuais e a vontade popular - um dos combates do século: Povo vs. Democracia.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Vamos recuar os relógios até 1989. O Muro de Berlim acaba de cair, e com ele a ameaça comunista. Francis Fukuyama decreta "o fim da história": já nada poderá deter as democracias liberais. Passou um quarto de século. Em vários pontos do globo, mesmo nas democracias mais funcionais, abrem-se fissuras. Segundo Yascha Mounk, três transformações sísmicas explicam o fenómeno. Primeiro, a economia estagnou, e a perda do poder de compra acarretou uma maior desigualdade de rendimentos. Segundo, intensificaram-se os movimentos migratórios, agudizando o sentimento de revolta contra imigrantes. Terceiro, as redes sociais deram voz a uma série de partidos e líderes populistas que antes não tinham tempo de antena - e o que eles prometem, embora irrealizável, é o que as pessoas querem ouvir. É um cocktail explosivo. E os resultados estão à vista. O Brexit, ou as vitórias de Trump e de Bolsonaro são exemplos gritantes - porque mais próximos. Mas mesmo dentro da aparentemente inexpugnável fortaleza europeia abrem-se brechas - da escalada da extrema-direita na Hungria à subida ao poder de populistas nos países mediterrânicos. À nossa porta temos a Turquia, mais longe ainda a Venezuela de Chávez e Maduro ou a Índia de Modi. Yascha Mounk, considerado um dos maiores especialistas mundiais na matéria, aponta como causa o crescente divórcio entre os direitos individuais e a vontade popular - um dos combates do século: Povo vs. Democracia.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da mesma autora de Air Fryer: O Livro de Receitas, chega-nos uma imperdível coleção de receitas para todos os que desejam cozinhar bem para a família, e com um orçamento limitado.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da mesma autora de Air Fryer: O Livro de Receitas, chega-nos uma imperdível coleção de receitas para todos os que desejam cozinhar bem para a família, e com um orçamento limitado.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Toda a verdade sobre os portugueses deportados para os campos de concentração nazis.Portugal adoptou uma posição neutral durante a Segunda Guerra Mundial, mas isso não significa que os seus cidadãos se tenham mantido à margem do conflito que devastou a Europa pela segunda vez no mesmo século, depois da guerra de 1914-1918. Ao mesmo tempo que, no território nacional, se desenvolviam as contradições de uma política espartilhada entre alguma simpatia por Adolf Hitler e a antiga amizade com Inglaterra, com Salazar a fazer tudo para manter o país fora do conflito, os portugueses que tinham emigrado para França sentiam na pele os efeitos da ocupação, dos bombardeamentos e das prisões.Enquanto Lisboa era solo fértil para os espiões, e os refugiados que conseguiam ultrapassar os entraves da política salazarista aguardavam por um barco que os levaria para outros destinos, havia portugueses a juntarem-se à Resistência ou a serem apanhados em buscas a aldeias francesas, que culminavam na detenção de todos os homens que não fossem jovens ou velhos demais para trabalhar a favor do esforço de guerra alemão.Enquanto Portugal era palco de trocas de prisioneiros de guerra, alguns portugueses desapareciam no sistema de campos de concentração nazis.Este livro precioso resulta de uma investigação que deu também origem à reportagem homónima publicada em 2014 pelo jornal, vencedora, entre outros, do prémio Melhor Reportagem Multimédia, atribuído nesse ano pelo Observatório do Ciberjornalismo. O objectivo dessa reportagem foi, em primeiro lugar, descobrir se tinham existido portugueses nos campos de concentração e, em segundo, confirmada a sua existência, contar as suas histórias. Este é um trabalho fundamental, que dá a conhecer factos inéditos sobre os portugueses que, nascidos de norte a sul do país, tiveram passagem, muitas vezes fatal, pelos infames campos disseminados pelo nazismo.Com fotografias do premiado fotojornalista Nelson Garrido.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Toda a verdade sobre os portugueses deportados para os campos de concentração nazis.Portugal adoptou uma posição neutral durante a Segunda Guerra Mundial, mas isso não significa que os seus cidadãos se tenham mantido à margem do conflito que devastou a Europa pela segunda vez no mesmo século, depois da guerra de 1914-1918. Ao mesmo tempo que, no território nacional, se desenvolviam as contradições de uma política espartilhada entre alguma simpatia por Adolf Hitler e a antiga amizade com Inglaterra, com Salazar a fazer tudo para manter o país fora do conflito, os portugueses que tinham emigrado para França sentiam na pele os efeitos da ocupação, dos bombardeamentos e das prisões.Enquanto Lisboa era solo fértil para os espiões, e os refugiados que conseguiam ultrapassar os entraves da política salazarista aguardavam por um barco que os levaria para outros destinos, havia portugueses a juntarem-se à Resistência ou a serem apanhados em buscas a aldeias francesas, que culminavam na detenção de todos os homens que não fossem jovens ou velhos demais para trabalhar a favor do esforço de guerra alemão.Enquanto Portugal era palco de trocas de prisioneiros de guerra, alguns portugueses desapareciam no sistema de campos de concentração nazis.Este livro precioso resulta de uma investigação que deu também origem à reportagem homónima publicada em 2014 pelo jornal, vencedora, entre outros, do prémio Melhor Reportagem Multimédia, atribuído nesse ano pelo Observatório do Ciberjornalismo. O objectivo dessa reportagem foi, em primeiro lugar, descobrir se tinham existido portugueses nos campos de concentração e, em segundo, confirmada a sua existência, contar as suas histórias. Este é um trabalho fundamental, que dá a conhecer factos inéditos sobre os portugueses que, nascidos de norte a sul do país, tiveram passagem, muitas vezes fatal, pelos infames campos disseminados pelo nazismo.Com fotografias do premiado fotojornalista Nelson Garrido.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Os Portugueses costumam ser ignorados pelas outras nações e quando são mencionados, é frequente serem-no de maneira pejorativa. Para muitos estrangeiros, Portugal nem sequer é um lugar que saibam localizar no mapa. A maioria das descrições externas da expansão europeia ultramarina pouco ou nunca mencionam o pioneirismo e a importância portugueses. Cristóvão Colombo e o corsário inglês Francis Drake são muito mais referenciados do que Vasco da Gama, o infante D. Henrique e Pedro Álvares Cabral. Quando se fala de portugueses em países como França e Brasil, é para os descrever como imigrantes ignorantes, com bigode, inteligência limitada e empregos mal pagos. Para o melhor e para o pior, muitos foram os lusíadas que deixaram marcas em todo o planeta. Poucos os conhecem e, em geral, mesmo os casos conhecidos são raros. Sem transmitir a história completa, o autor procura dar uma ideia da importância da emigração portuguesa ao longo da história, visando estimular a curiosidade do leitor e, quem sabe, a vontade de se informar melhor sobre o assunto, noutras fontes.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Os Portugueses costumam ser ignorados pelas outras nações e quando são mencionados, é frequente serem-no de maneira pejorativa. Para muitos estrangeiros, Portugal nem sequer é um lugar que saibam localizar no mapa. A maioria das descrições externas da expansão europeia ultramarina pouco ou nunca mencionam o pioneirismo e a importância portugueses. Cristóvão Colombo e o corsário inglês Francis Drake são muito mais referenciados do que Vasco da Gama, o infante D. Henrique e Pedro Álvares Cabral. Quando se fala de portugueses em países como França e Brasil, é para os descrever como imigrantes ignorantes, com bigode, inteligência limitada e empregos mal pagos. Para o melhor e para o pior, muitos foram os lusíadas que deixaram marcas em todo o planeta. Poucos os conhecem e, em geral, mesmo os casos conhecidos são raros. Sem transmitir a história completa, o autor procura dar uma ideia da importância da emigração portuguesa ao longo da história, visando estimular a curiosidade do leitor e, quem sabe, a vontade de se informar melhor sobre o assunto, noutras fontes.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Acreditei e já perdi a fantasia de uma nação luso-brasileira de espírito, à qual todos os que tivemos a sorte de experimentar os dois países pudéssemos pertencer. Por essa fantasia, vivi anos a escrever sobre Portugal no Brasil e sobre o Brasil em Portugal. Neste livro, alinhado por ordem alfabética, são os nomes de batismo a formar a sequência dos entrevistados. Porque é a vida privada que vou espreitando através do discurso direto, e a primeira pessoa do singular que tento guardar intacta no texto. E o desvio da formalidade para a linguagem coloquial, com as suas entoações, as suas perplexidades, as suas incursões no passado, os seus momentos de emoção.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Acreditei e já perdi a fantasia de uma nação luso-brasileira de espírito, à qual todos os que tivemos a sorte de experimentar os dois países pudéssemos pertencer. Por essa fantasia, vivi anos a escrever sobre Portugal no Brasil e sobre o Brasil em Portugal. Neste livro, alinhado por ordem alfabética, são os nomes de batismo a formar a sequência dos entrevistados. Porque é a vida privada que vou espreitando através do discurso direto, e a primeira pessoa do singular que tento guardar intacta no texto. E o desvio da formalidade para a linguagem coloquial, com as suas entoações, as suas perplexidades, as suas incursões no passado, os seus momentos de emoção.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Neste ensaio, Miguel Real reflecte sobre os efeitos da interrupção do processo de modernização europeia de Portugal nos últimos quinze anos e o que representam para diferentes grupos sociais antes e depois dessa interrupção figuras como Siza Vieira e Olga Roriz, Joana Vasconcelos, Cristiano Ronaldo ou José Mourinho.O presente título insere-se numa colecção na qual foram já publicados três outros títulos de Miguel Real: "Nova Teoria do Mal", "Nova Teoria da Felicidade" e "Nova Teoria do Sebastianismo".
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Neste ensaio, Miguel Real reflecte sobre os efeitos da interrupção do processo de modernização europeia de Portugal nos últimos quinze anos e o que representam para diferentes grupos sociais antes e depois dessa interrupção figuras como Siza Vieira e Olga Roriz, Joana Vasconcelos, Cristiano Ronaldo ou José Mourinho.O presente título insere-se numa colecção na qual foram já publicados três outros títulos de Miguel Real: "Nova Teoria do Mal", "Nova Teoria da Felicidade" e "Nova Teoria do Sebastianismo".
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 184
Sinopse:
De todos os países da Europa, Portugal é o mais vulnerável às alterações climáticas. Por um lado, sofremos com o aumento da temperatura e com a diminuição da chuva que são próprios de um clima com influência mediterrânica; por outro, estamos expostos à agressividade do oceano Atlântico, também ele vítima da poluição e das emissões de gases com efeito de estufa. Os fenómenos extremos vão intensificar-se em todo o mundo, mas é no litoral que as consequências serão mais severas - e o nosso país está na linha da frente. Este livro apresenta o impacto das alterações climáticas para os próximos cinquenta anos em Portugal. É uma projecção, não uma premonição. Foram ouvidos trinta especialistas de diferentes áreas, da geografia à biologia, da saúde à física. Por sermos um país que reúne tanto conhecimento científico, existe uma esperança de que as medidas necessárias sejam concretizadas. Ainda estamos a tempo de evitar o pior dos cenários. Saiba o que pode, ou não, acontecer.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
De todos os países da Europa, Portugal é o mais vulnerável às alterações climáticas. Por um lado, sofremos com o aumento da temperatura e com a diminuição da chuva que são próprios de um clima com influência mediterrânica; por outro, estamos expostos à agressividade do oceano Atlântico, também ele vítima da poluição e das emissões de gases com efeito de estufa. Os fenómenos extremos vão intensificar-se em todo o mundo, mas é no litoral que as consequências serão mais severas - e o nosso país está na linha da frente. Este livro apresenta o impacto das alterações climáticas para os próximos cinquenta anos em Portugal. É uma projecção, não uma premonição. Foram ouvidos trinta especialistas de diferentes áreas, da geografia à biologia, da saúde à física. Por sermos um país que reúne tanto conhecimento científico, existe uma esperança de que as medidas necessárias sejam concretizadas. Ainda estamos a tempo de evitar o pior dos cenários. Saiba o que pode, ou não, acontecer.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
No ano em que se comemora o 40.º aniversário da Revolução dos Cravos, a publicação de "Portugal, a Flor e a Foice", até aqui inédito em Portugal, promete dar que falar. Escrito em 1975, em cima dos acontecimentos que então convulsionavam Portugal (e que eram acompanhados com entusiasmo e apreensão pela Europa e o resto do Mundo), "Portugal, a Flor e a Foice" é a observação pessoal que um português culto e estrangeirado faz do seu país em mudança. Nesta apreciação aguda e de tom sempre crítico, todos os mitos da História Portuguesa são, senão destruídos, pelo menos questionados: o Sebastianismo, os Descobrimentos, Fátima; denunciadas instituições como a Monarquia e a Igreja; e impiedosamente escalpelizado não apenas o antigo regime mas também, e sobretudo, o 25 de Abril. Com acesso a círculos restritos nos anos que antecederam e sucederam a Abril de 1974, e a documentos ainda hoje classificados, J. Rentes de Carvalho faz uma História alternativa da Revolução e das suas figuras de proa, em que novos factos e relações de poder se conjugam num relato "sui generis", revelador e, no mínimo, desconcertante.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
No ano em que se comemora o 40.º aniversário da Revolução dos Cravos, a publicação de "Portugal, a Flor e a Foice", até aqui inédito em Portugal, promete dar que falar. Escrito em 1975, em cima dos acontecimentos que então convulsionavam Portugal (e que eram acompanhados com entusiasmo e apreensão pela Europa e o resto do Mundo), "Portugal, a Flor e a Foice" é a observação pessoal que um português culto e estrangeirado faz do seu país em mudança. Nesta apreciação aguda e de tom sempre crítico, todos os mitos da História Portuguesa são, senão destruídos, pelo menos questionados: o Sebastianismo, os Descobrimentos, Fátima; denunciadas instituições como a Monarquia e a Igreja; e impiedosamente escalpelizado não apenas o antigo regime mas também, e sobretudo, o 25 de Abril. Com acesso a círculos restritos nos anos que antecederam e sucederam a Abril de 1974, e a documentos ainda hoje classificados, J. Rentes de Carvalho faz uma História alternativa da Revolução e das suas figuras de proa, em que novos factos e relações de poder se conjugam num relato "sui generis", revelador e, no mínimo, desconcertante.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Várias personalidades fazem um retrato intemporal do país escrevendo porque é que Portugal vale a pena. Perspectivas distintas num mesmo objectivo: valorizar o país que temos. Quantos textos, quantas visões positivas de um mesmo Portugal. Autores: Alexandre Quintanilha, Ana Maria Magalhães, Alexandra Lucas Coelho, Ana Sousa Dias, António José Teixeira, António Mega Ferreira, Artur Santos Silva, Bárbara Coutinho, Carlos Coelho, Clara Ferreira Alves, Carlos Vaz Marques, Domingos Amaral, Emílio Rui Vilar, Fernando Alves, Frei Bento Domingues, Fernanda Câncio, Ferreira Fernandes, Filipa Melo, Francisco Camacho, Gonçalo M. Tavares, Hélder Macedo, Inês Meneses, Isabel Stilwell, João Adelino Faria, João Lobo Antunes, João Macdonald, João Paulo Cotrim, João Pereira Coutinho, Jorge Araújo, Jorge Rodrigues, Jorge Sampaio, José Carlos de Vasconcelos, José Cutileiro, José Luís Peixoto, José Miguel Júdice, Leonor Xavier, Lídia Jorge, Luísa Schmidt, Maria João Seixas, Marta e Joana Afonso, Martim Avillez Figueiredo, Miguel Sousa Tavares, Miguel Vale de Almeida, Nicolau Santos, Ondjaki, Onésimo Teotónio de Almeida, Pacman, Patrícia Barnabé, Patrícia Reis, Pedro Adão e Silva, Pedro Bidarra, Pedro Mexia, Pedro Rosa Mendes, Pilar del Río, Ricardo Alexandre, Rui Tavares, Tiago Torres da Silva, Valter Hugo Mãe, Vicente Jorge Silva
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Várias personalidades fazem um retrato intemporal do país escrevendo porque é que Portugal vale a pena. Perspectivas distintas num mesmo objectivo: valorizar o país que temos. Quantos textos, quantas visões positivas de um mesmo Portugal. Autores: Alexandre Quintanilha, Ana Maria Magalhães, Alexandra Lucas Coelho, Ana Sousa Dias, António José Teixeira, António Mega Ferreira, Artur Santos Silva, Bárbara Coutinho, Carlos Coelho, Clara Ferreira Alves, Carlos Vaz Marques, Domingos Amaral, Emílio Rui Vilar, Fernando Alves, Frei Bento Domingues, Fernanda Câncio, Ferreira Fernandes, Filipa Melo, Francisco Camacho, Gonçalo M. Tavares, Hélder Macedo, Inês Meneses, Isabel Stilwell, João Adelino Faria, João Lobo Antunes, João Macdonald, João Paulo Cotrim, João Pereira Coutinho, Jorge Araújo, Jorge Rodrigues, Jorge Sampaio, José Carlos de Vasconcelos, José Cutileiro, José Luís Peixoto, José Miguel Júdice, Leonor Xavier, Lídia Jorge, Luísa Schmidt, Maria João Seixas, Marta e Joana Afonso, Martim Avillez Figueiredo, Miguel Sousa Tavares, Miguel Vale de Almeida, Nicolau Santos, Ondjaki, Onésimo Teotónio de Almeida, Pacman, Patrícia Barnabé, Patrícia Reis, Pedro Adão e Silva, Pedro Bidarra, Pedro Mexia, Pedro Rosa Mendes, Pilar del Río, Ricardo Alexandre, Rui Tavares, Tiago Torres da Silva, Valter Hugo Mãe, Vicente Jorge Silva
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 380
Sinopse:
Há mais de três anos que a vida dos portugueses foi completamente alterada pela entrada em vigor do chamado programa da troika, com o seu respetivo crédito de emergência. Este pedido de ajuda não se tratou, apenas, de mais um evento de aperto financeiro como aqueles que Portugal havia conhecido em 1977 e em 1983. Nem sequer é comparável com a bancarrota de 1892. É bastante mais grave do que qualquer um desses precedentes históricos. [...] O objetivo deste livro é simples. Partilhar com o leitor as dúvidas, mas também os resultados positivos do estudo e da investigação, traduzidos em teses e hipótese de trabalho, sobre as causas profundas e próximas desta crise, bem como sobre os possíveis caminhos de saída. Este livro fala sobre uma situação que é ameaçadora para o país e para a Europa no seu conjunto. [...] Nesta encruzilhada histórica, que justifica o passado e condiciona todo o futuro, talvez tenhamos de apelar ao milagre. Contudo, é esse milagre, sobre o qual este livro se debruça, a força poderosa que, por seu turno, nos convoca para a tarefa da sua própria realização.
Nº Páginas: 380
Sinopse:
Há mais de três anos que a vida dos portugueses foi completamente alterada pela entrada em vigor do chamado programa da troika, com o seu respetivo crédito de emergência. Este pedido de ajuda não se tratou, apenas, de mais um evento de aperto financeiro como aqueles que Portugal havia conhecido em 1977 e em 1983. Nem sequer é comparável com a bancarrota de 1892. É bastante mais grave do que qualquer um desses precedentes históricos. [...] O objetivo deste livro é simples. Partilhar com o leitor as dúvidas, mas também os resultados positivos do estudo e da investigação, traduzidos em teses e hipótese de trabalho, sobre as causas profundas e próximas desta crise, bem como sobre os possíveis caminhos de saída. Este livro fala sobre uma situação que é ameaçadora para o país e para a Europa no seu conjunto. [...] Nesta encruzilhada histórica, que justifica o passado e condiciona todo o futuro, talvez tenhamos de apelar ao milagre. Contudo, é esse milagre, sobre o qual este livro se debruça, a força poderosa que, por seu turno, nos convoca para a tarefa da sua própria realização.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Portugal é um país que tem sido ocasionalmente tratado como pequeno e relativamente pouco importante.Contudo, este livro demonstra que a realidade é o oposto, mostrando que Portugal tem sido crucial para o desenvolvimento da Europa e do mundo moderno.Abarcando vários séculos, das invasões árabes ao império atlântico, as alianças com Inglaterra, as colónias africanas, o regime de Salazar e a revolução liberal de 1974, o autor tece um elogio da história portuguesa e do seu papel no mundo.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Portugal é um país que tem sido ocasionalmente tratado como pequeno e relativamente pouco importante.Contudo, este livro demonstra que a realidade é o oposto, mostrando que Portugal tem sido crucial para o desenvolvimento da Europa e do mundo moderno.Abarcando vários séculos, das invasões árabes ao império atlântico, as alianças com Inglaterra, as colónias africanas, o regime de Salazar e a revolução liberal de 1974, o autor tece um elogio da história portuguesa e do seu papel no mundo.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Os textos negam a tese de extermínio. Se as cabeças decepadas dos mouros (e cristãos) poderiam espreitar quase de casa em casa, os mouros não se ergueram da terra para serem o só alimento das espadas, primeiro no Garbe europeu, depois espetados de novo pelas lanças de Afonso V. Numa frase, mesmo quase quatro décadas depois, António Borges Coelho surpreende com este seu longo fôlego histórico. DN Artes, 9-8-2008
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Os textos negam a tese de extermínio. Se as cabeças decepadas dos mouros (e cristãos) poderiam espreitar quase de casa em casa, os mouros não se ergueram da terra para serem o só alimento das espadas, primeiro no Garbe europeu, depois espetados de novo pelas lanças de Afonso V. Numa frase, mesmo quase quatro décadas depois, António Borges Coelho surpreende com este seu longo fôlego histórico. DN Artes, 9-8-2008
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A evolução de Portugal desde a década de 70 do século passado, a sua integração na União Europeia e no primeiro mundo, o torvelinho tecnológico, político, social e noticioso em que nos movimentamos diariamente parecem remeter para um plano muito afastado um conjunto de fenómenos sociais, ambientais e económicos do nosso país que este livro repõe no nosso radar. Num trabalho de recolha sociológica e económica, esta investigação coordenada por Catarina Martins e João Teixeira Lopes dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, talvez com exceção dos períodos de debates eleitorais. Socorrendo-se de testemunhos pessoais e de dados estatísticos, os autores salientam, assim, alguns dos mais profundos problemas da sociedade portuguesa, em áreas como a saúde, a habitação, o trabalho, as minorias, a desertificação e o ambiente. Num balanço no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, estas páginas apresentam propostas de transformação social para o futuro do país em que "a paz, o pão, habitação, saúde, educação" da canção de Sérgio Godinho ainda não estão ao alcance de todos.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A evolução de Portugal desde a década de 70 do século passado, a sua integração na União Europeia e no primeiro mundo, o torvelinho tecnológico, político, social e noticioso em que nos movimentamos diariamente parecem remeter para um plano muito afastado um conjunto de fenómenos sociais, ambientais e económicos do nosso país que este livro repõe no nosso radar. Num trabalho de recolha sociológica e económica, esta investigação coordenada por Catarina Martins e João Teixeira Lopes dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, talvez com exceção dos períodos de debates eleitorais. Socorrendo-se de testemunhos pessoais e de dados estatísticos, os autores salientam, assim, alguns dos mais profundos problemas da sociedade portuguesa, em áreas como a saúde, a habitação, o trabalho, as minorias, a desertificação e o ambiente. Num balanço no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, estas páginas apresentam propostas de transformação social para o futuro do país em que "a paz, o pão, habitação, saúde, educação" da canção de Sérgio Godinho ainda não estão ao alcance de todos.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como resgatar as florestas. A Epidemia de Eucaliptos, o Círculo Vicioso dos Incêndios, os efeitos das Alterações Climáticas e o futuro próximo Em 2017 registaram-se os maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, com um número impressionante de mortes. Mas as condições que propiciam a repetição de tragédias com esta magnitude permanecem inalteradas: o círculo vicioso dos incêndios é alimentado pelo abandono de uma parte gigante do território, pela epidemia de uma espécie invasora altamente inflamável - o eucalipto - e por um clima em mutação, cada vez mais seco e quente. Nas últimas décadas, Portugal liderou sempre a tabela dos países europeus que mais ardem. Como é que as florestas chegaram a este estado? Que influência exerceu a indústria das celuloses na esfera do poder político? Como podemos resgatar as florestas deste ciclo infernal e criar alternativas para um território sob a ameaça de se tornar deserto? Contra a falácia da inevitabilidade e a perigosa ilusão de obter resultados diferentes com as mesmas políticas, este livro analisa o passado, alerta para a repetição de erros no presente e projeta o futuro com políticas alternativas que visam garantir a viabilidade do interior do país e das florestas. O tempo urge.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como resgatar as florestas. A Epidemia de Eucaliptos, o Círculo Vicioso dos Incêndios, os efeitos das Alterações Climáticas e o futuro próximo Em 2017 registaram-se os maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, com um número impressionante de mortes. Mas as condições que propiciam a repetição de tragédias com esta magnitude permanecem inalteradas: o círculo vicioso dos incêndios é alimentado pelo abandono de uma parte gigante do território, pela epidemia de uma espécie invasora altamente inflamável - o eucalipto - e por um clima em mutação, cada vez mais seco e quente. Nas últimas décadas, Portugal liderou sempre a tabela dos países europeus que mais ardem. Como é que as florestas chegaram a este estado? Que influência exerceu a indústria das celuloses na esfera do poder político? Como podemos resgatar as florestas deste ciclo infernal e criar alternativas para um território sob a ameaça de se tornar deserto? Contra a falácia da inevitabilidade e a perigosa ilusão de obter resultados diferentes com as mesmas políticas, este livro analisa o passado, alerta para a repetição de erros no presente e projeta o futuro com políticas alternativas que visam garantir a viabilidade do interior do país e das florestas. O tempo urge.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é." (Excerto do primeiro capítulo)
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é." (Excerto do primeiro capítulo)
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A partir de 1933, Portugal e a Alemanha desenvolveram um relacionamento muito próximo que não foi interrompido nem pela distância geográfica, nem pela neutralidade portuguesa durante a II Guerra Mundial. Este foi um período repleto de intercâmbios e de encontros, que beneficiaram do facto de os dois regimes partilharem características ideológicas comuns. A diplomacia nazi em Portugal apostou na cultura enquanto instrumento para difundir a mensagem do Partido Nacional-Socialista e das suas políticas. Berlim deu a conhecer aos Portugueses os seus cientistas, laboratórios e institutos, a sua arte, as suas revistas e até o seu idioma. Foram anos de uma intensa e visível propaganda, que passou pela visita de centenas de elementos da Juventude Hitleriana a Portugal e da entrada festiva, no estuário do Tejo, de navios da Kraft Durch Freude - a célebre Força pela Alegria. Passou ainda pela organização de excursões ao Reich, conferências, exposições, receções oficiais, intercâmbios juvenis e académicos, que visaram promover a imagem do regime nazi junto das elites portuguesas e, por intermédio delas, influenciar a própria orientação diplomática do governo de Salazar, tentando afastá-lo da Grã-Bretanha. Este livro fala-nos dos diplomatas e dos jornalistas, dos académicos e dos ministros, das instituições públicas e das organizações do Estado Novo que se deixaram deslumbrar pela imagem poderosa do III Reich. A partir de documentação alemã inédita, revela-nos o papel de instituições nazis portuguesas no relacionamento entre os dois regimes e as tensões que se verificaram entre elas, em especial entre a Legação Alemã e o Grupo Local do Partido Nazi em Lisboa.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A partir de 1933, Portugal e a Alemanha desenvolveram um relacionamento muito próximo que não foi interrompido nem pela distância geográfica, nem pela neutralidade portuguesa durante a II Guerra Mundial. Este foi um período repleto de intercâmbios e de encontros, que beneficiaram do facto de os dois regimes partilharem características ideológicas comuns. A diplomacia nazi em Portugal apostou na cultura enquanto instrumento para difundir a mensagem do Partido Nacional-Socialista e das suas políticas. Berlim deu a conhecer aos Portugueses os seus cientistas, laboratórios e institutos, a sua arte, as suas revistas e até o seu idioma. Foram anos de uma intensa e visível propaganda, que passou pela visita de centenas de elementos da Juventude Hitleriana a Portugal e da entrada festiva, no estuário do Tejo, de navios da Kraft Durch Freude - a célebre Força pela Alegria. Passou ainda pela organização de excursões ao Reich, conferências, exposições, receções oficiais, intercâmbios juvenis e académicos, que visaram promover a imagem do regime nazi junto das elites portuguesas e, por intermédio delas, influenciar a própria orientação diplomática do governo de Salazar, tentando afastá-lo da Grã-Bretanha. Este livro fala-nos dos diplomatas e dos jornalistas, dos académicos e dos ministros, das instituições públicas e das organizações do Estado Novo que se deixaram deslumbrar pela imagem poderosa do III Reich. A partir de documentação alemã inédita, revela-nos o papel de instituições nazis portuguesas no relacionamento entre os dois regimes e as tensões que se verificaram entre elas, em especial entre a Legação Alemã e o Grupo Local do Partido Nazi em Lisboa.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Dos recursos naturais ao clima, à tecnologia e à geoestratégia, uma visão inspiradora para o futuro de Portugal. Para onde vamos no século XXI? Quais as tendências que estão a formatar a evolução da geopolítica, da economia, da luta contra a ameaça climática, dos riscos e crises que nos assolam? Porque é que não temos sido capazes de responder à altura? Qual o motivo para não conseguirmos evitar que milhões de pessoas passem por um sofrimento indizível cada vez que um acontecimento imprevisto paralisa o funcionamento das nossas sociedades? Porque é que não nos preparamos? E Portugal? O que podemos nós fazer por este país? Que problemas e desafios temos de superar na próxima década? Portugal e o Mundo numa Encruzilhada analisa estas e outras questões e procura obter respostas. Mas muitas vezes essas respostas suscitam novas perguntas. Nunca devemos deixar de perguntar. O espanto, como escreveu Platão, é o motor do conhecimento. Este é um livro urgente e essencial, que nos convoca a refletir, a envolvermo-nos e a fazermos parte da mudança necessária.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Dos recursos naturais ao clima, à tecnologia e à geoestratégia, uma visão inspiradora para o futuro de Portugal. Para onde vamos no século XXI? Quais as tendências que estão a formatar a evolução da geopolítica, da economia, da luta contra a ameaça climática, dos riscos e crises que nos assolam? Porque é que não temos sido capazes de responder à altura? Qual o motivo para não conseguirmos evitar que milhões de pessoas passem por um sofrimento indizível cada vez que um acontecimento imprevisto paralisa o funcionamento das nossas sociedades? Porque é que não nos preparamos? E Portugal? O que podemos nós fazer por este país? Que problemas e desafios temos de superar na próxima década? Portugal e o Mundo numa Encruzilhada analisa estas e outras questões e procura obter respostas. Mas muitas vezes essas respostas suscitam novas perguntas. Nunca devemos deixar de perguntar. O espanto, como escreveu Platão, é o motor do conhecimento. Este é um livro urgente e essencial, que nos convoca a refletir, a envolvermo-nos e a fazermos parte da mudança necessária.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 215
Sinopse:
Este conjunto de reflexões de Adalberto Alves apresenta, como fundo comum, a busca das complementaridades no "Outro", apresentado persistentemente como mero reverso do "Nós". Tal olhar de descoberta e fascinação tem a marca da diferença, relativamente ao tipo de abordagens habitualmente feitas, relativamente às matérias aqui abordadas. Realmente, A.A. não assume nunca a postura clássica do orientalista, que analisa o objecto do seu estudo, a partir de uma perspectiva de exterioridade. Antes o contempla a partir de dentro, como alguém que vivencia a sua busca de raízes remotas da espiritualidade e da cultura portuguesa como forma de devolver integralidade ao Eu pessoal e colectivo. Os conhecedores da obra de Adalberto Alves sabem que assim é, pois sabem da paixão que dimana dos seus escritos, paixão que jamais põe em causa o rigor científico e o escrúpulo metodológico. Estes textos, que tratam de temas tão diversos, como o do Diálogo Intercultural, a Arabofilia na Literatura Portuguesa, a História do Período Muçulmano no nosso território ou as contribuições e limites da Genética no estudo de tal época, propõem-se trazer uma contribuição singular, a que o leitor não ficará, por certo, indiferente.
Nº Páginas: 215
Sinopse:
Este conjunto de reflexões de Adalberto Alves apresenta, como fundo comum, a busca das complementaridades no "Outro", apresentado persistentemente como mero reverso do "Nós". Tal olhar de descoberta e fascinação tem a marca da diferença, relativamente ao tipo de abordagens habitualmente feitas, relativamente às matérias aqui abordadas. Realmente, A.A. não assume nunca a postura clássica do orientalista, que analisa o objecto do seu estudo, a partir de uma perspectiva de exterioridade. Antes o contempla a partir de dentro, como alguém que vivencia a sua busca de raízes remotas da espiritualidade e da cultura portuguesa como forma de devolver integralidade ao Eu pessoal e colectivo. Os conhecedores da obra de Adalberto Alves sabem que assim é, pois sabem da paixão que dimana dos seus escritos, paixão que jamais põe em causa o rigor científico e o escrúpulo metodológico. Estes textos, que tratam de temas tão diversos, como o do Diálogo Intercultural, a Arabofilia na Literatura Portuguesa, a História do Período Muçulmano no nosso território ou as contribuições e limites da Genética no estudo de tal época, propõem-se trazer uma contribuição singular, a que o leitor não ficará, por certo, indiferente.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 88
Sinopse:
A investigação espacial realizada em Portugal tem um nível muito aceitável, se levarmos em conta a dimensão do país. Compreender as razões deste sucesso talvez possa fornecer algumas indicações sobre a sua eventual transposição para outros setores da economia.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
A investigação espacial realizada em Portugal tem um nível muito aceitável, se levarmos em conta a dimensão do país. Compreender as razões deste sucesso talvez possa fornecer algumas indicações sobre a sua eventual transposição para outros setores da economia.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Ao longo do século XX, Portugal conheceu períodos de grande violência política, incluindo várias ações terroristas, onde se destacam o regicídio, em fevereiro de 1908, o assassinato do Presidente Sidónio Pais, em dezembro de 1918, e a denominada "noite sangrenta", em outubro de 1921, que resultou na morte, entre outros, de um chefe do governo, António Granjo. Os anos 60 conheceram também ações espetaculares, como o assalto ao navio mercante Santa Maria. Nos anos 70, movimentos políticos como a LUAR - Liga de Unidade e Acção Revolucionária, ou a ARA - Acção Revolucionária Armada, ligada ao PCP, optaram por ações violentas contra o regime. O período pós-25 de abril, denominado "Verão Quente", foi fértil em violência, com especial destaque para os atentados bombistas de que resultaram vários mortos. Nos anos 80, as denominadas FP-25 - Forças Populares 25 de Abril, deixaram um rasto de 13 mortos, resultantes de atentados seletivos a tiro ou à bomba. Somos mesmo um povo de "brandos costumes"?
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Ao longo do século XX, Portugal conheceu períodos de grande violência política, incluindo várias ações terroristas, onde se destacam o regicídio, em fevereiro de 1908, o assassinato do Presidente Sidónio Pais, em dezembro de 1918, e a denominada "noite sangrenta", em outubro de 1921, que resultou na morte, entre outros, de um chefe do governo, António Granjo. Os anos 60 conheceram também ações espetaculares, como o assalto ao navio mercante Santa Maria. Nos anos 70, movimentos políticos como a LUAR - Liga de Unidade e Acção Revolucionária, ou a ARA - Acção Revolucionária Armada, ligada ao PCP, optaram por ações violentas contra o regime. O período pós-25 de abril, denominado "Verão Quente", foi fértil em violência, com especial destaque para os atentados bombistas de que resultaram vários mortos. Nos anos 80, as denominadas FP-25 - Forças Populares 25 de Abril, deixaram um rasto de 13 mortos, resultantes de atentados seletivos a tiro ou à bomba. Somos mesmo um povo de "brandos costumes"?
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Num texto simultaneamente místico e poético, Paulo Teixeira Pinto deixa-nos uma visão muito especial sobre os momentos mais definidores e marcantes da história e da identidade de Portugal. O autor parte da mística do algarismo 8, que simboliza o primeiro dia após os 7 dias da Criação, que corresponde ao primeiro número cúbico depois da unidade singular, que resulta na forma octogonal da quadratura do círculo, que se encontra na base de muitas pias batismais, que na sua posição deitada corresponde ao Infinito e que perfaz o número de letras da palavra PORTVGAL. Define, assim, 8 itinerários histórico-geográficos, centrados em diversos lugares entre Portugal continental e o resto do mundo por onde os portugueses estiveram presentes. E faz-nos o relato desses itinerários pela voz de diversos reis portugueses, como se um espírito do tempo e do país animasse cada um deles ao longo da história. Recorre, também, como testemunho, a trechos de 8 das grandes figuras da cultura e da literatura portuguesa, de Pessoa a Garcia de Orta, de Rómulo de Carvalho a Teixeira de Pascoaes, de António Vieira a Gil Vicente, de Almada Negreiros a Luís de Camões.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Num texto simultaneamente místico e poético, Paulo Teixeira Pinto deixa-nos uma visão muito especial sobre os momentos mais definidores e marcantes da história e da identidade de Portugal. O autor parte da mística do algarismo 8, que simboliza o primeiro dia após os 7 dias da Criação, que corresponde ao primeiro número cúbico depois da unidade singular, que resulta na forma octogonal da quadratura do círculo, que se encontra na base de muitas pias batismais, que na sua posição deitada corresponde ao Infinito e que perfaz o número de letras da palavra PORTVGAL. Define, assim, 8 itinerários histórico-geográficos, centrados em diversos lugares entre Portugal continental e o resto do mundo por onde os portugueses estiveram presentes. E faz-nos o relato desses itinerários pela voz de diversos reis portugueses, como se um espírito do tempo e do país animasse cada um deles ao longo da história. Recorre, também, como testemunho, a trechos de 8 das grandes figuras da cultura e da literatura portuguesa, de Pessoa a Garcia de Orta, de Rómulo de Carvalho a Teixeira de Pascoaes, de António Vieira a Gil Vicente, de Almada Negreiros a Luís de Camões.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Mulheres de diferentes dinastias e épocas, com perfis biográficos muito diversos, participaram na evolução histórica de Portugal. No caso concreto das nossas rainhas, com exceção de duas, não ocuparam o trono por direito próprio, mas sim como consortes ou regentes, numa sociedade em que o trono se transmitia de forma hereditária ao primogénito varão e onde o papel das mulheres servia, essencialmente, o jogo de interesses e de alianças políticas entre linhagens ou reinos. No entanto, apesar de afastadas, por tradição, do governo do reino, a maioria destas mulheres conseguiu projetar o seu poder e a sua capacidade de influenciar os homens e mulheres que viviam ao seu redor, construindo extensas redes de relacionamentos de natureza muito diversa. Mas não são apenas rainhas que este livro retrata. Dá, igualmente, a conhecer outras mulheres, que, com os seus erros e virtudes, com as suas circunstâncias pessoais e experiências de vida muito diversas, agiram e exerceram o poder, foram senhoras feudais, mecenas, filantropas, administraram latifúndios, escreveram, combateram por mais direitos, lutaram por aquilo em que acreditaram, alcançando notoriedade em diferentes esferas de atuação. Mulheres de todos os tempos que, embora muitas vezes coagidas por obrigações, educação e preconceitos, souberam lutar por um pensamento próprio e um mundo melhor, quer através da sua participação direta ou indireta no poder, quer da mudança de mentalidades, de códigos sociais ou morais da sociedade da época.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Mulheres de diferentes dinastias e épocas, com perfis biográficos muito diversos, participaram na evolução histórica de Portugal. No caso concreto das nossas rainhas, com exceção de duas, não ocuparam o trono por direito próprio, mas sim como consortes ou regentes, numa sociedade em que o trono se transmitia de forma hereditária ao primogénito varão e onde o papel das mulheres servia, essencialmente, o jogo de interesses e de alianças políticas entre linhagens ou reinos. No entanto, apesar de afastadas, por tradição, do governo do reino, a maioria destas mulheres conseguiu projetar o seu poder e a sua capacidade de influenciar os homens e mulheres que viviam ao seu redor, construindo extensas redes de relacionamentos de natureza muito diversa. Mas não são apenas rainhas que este livro retrata. Dá, igualmente, a conhecer outras mulheres, que, com os seus erros e virtudes, com as suas circunstâncias pessoais e experiências de vida muito diversas, agiram e exerceram o poder, foram senhoras feudais, mecenas, filantropas, administraram latifúndios, escreveram, combateram por mais direitos, lutaram por aquilo em que acreditaram, alcançando notoriedade em diferentes esferas de atuação. Mulheres de todos os tempos que, embora muitas vezes coagidas por obrigações, educação e preconceitos, souberam lutar por um pensamento próprio e um mundo melhor, quer através da sua participação direta ou indireta no poder, quer da mudança de mentalidades, de códigos sociais ou morais da sociedade da época.
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