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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Que fazer contigo, pá? é uma história da História: a de Rúben, nome de código de um indistinto major de artilharia que veio a ser comandante da operação que pôs fim à longa ditadura portuguesa. Um homem que a mãe, descendente de D. António, Prior do Crato, considerou estar destinado a desempenhar o papel de um Salvador da Pátria, redimindo, a talhe de foice, o nome e os feitos do seu antepassado. Herói do 25 de Abril, derrotado do 25 de Novembro, Rúben envolver-se-á nas ações violentas que se seguiram à contrarrevolução. Por fim, abandonará os camaradas de luta para se exilar em Paris, deixando-os entregues à sua sorte. Na capital francesa encontrará um duplo, o Outro, com quem todos o confundem. O confronto é fatal: um dos homens morre, e o sobrevivente regressa à pátria para reconstituir o seu passado. No entanto, nem os antigos camaradas, nem os inimigos de sempre sabem o que fazer dele… Que fazer contigo, pá? é um romance corajoso, no qual Carlos Vale Ferraz se confronta com uma das situações mais delicadas da nossa História recente. Vencedor do Prémio Literário Fernando Namora/2018
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Que fazer contigo, pá? é uma história da História: a de Rúben, nome de código de um indistinto major de artilharia que veio a ser comandante da operação que pôs fim à longa ditadura portuguesa. Um homem que a mãe, descendente de D. António, Prior do Crato, considerou estar destinado a desempenhar o papel de um Salvador da Pátria, redimindo, a talhe de foice, o nome e os feitos do seu antepassado. Herói do 25 de Abril, derrotado do 25 de Novembro, Rúben envolver-se-á nas ações violentas que se seguiram à contrarrevolução. Por fim, abandonará os camaradas de luta para se exilar em Paris, deixando-os entregues à sua sorte. Na capital francesa encontrará um duplo, o Outro, com quem todos o confundem. O confronto é fatal: um dos homens morre, e o sobrevivente regressa à pátria para reconstituir o seu passado. No entanto, nem os antigos camaradas, nem os inimigos de sempre sabem o que fazer dele… Que fazer contigo, pá? é um romance corajoso, no qual Carlos Vale Ferraz se confronta com uma das situações mais delicadas da nossa História recente. Vencedor do Prémio Literário Fernando Namora/2018
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Edição: Jan 2008
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Décimo quinto romance de António Lobo Antunes, este livro é narrado por Paulo, o filho de um travesti ("Quis escrever um livro sobre a identidade, fazendo várias interrogações que se colocam de um modo especial num travesti.", Lobo Antunes em entrevista à Visão). O título, "Que Farei Quando Tudo Arde", é o último verso de um soneto de Sá de Miranda e, na altura em que o livro sai, não poderia ser mais actual. Como actual é o que se passa dentro do romance (o antepenúltimo, segundo o autor: "Só quero escrever mais dois romances."), continuando Lobo Antunes a fazer um retrato do país."Quando tudo arde".
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Décimo quinto romance de António Lobo Antunes, este livro é narrado por Paulo, o filho de um travesti ("Quis escrever um livro sobre a identidade, fazendo várias interrogações que se colocam de um modo especial num travesti.", Lobo Antunes em entrevista à Visão). O título, "Que Farei Quando Tudo Arde", é o último verso de um soneto de Sá de Miranda e, na altura em que o livro sai, não poderia ser mais actual. Como actual é o que se passa dentro do romance (o antepenúltimo, segundo o autor: "Só quero escrever mais dois romances."), continuando Lobo Antunes a fazer um retrato do país."Quando tudo arde".
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que farei com este livro?, pergunta-se Camões, segundo José Saramago, ao contemplar o seu poema Os Lusíadas por fim impresso. Foi esta a pergunta que induziu José Saramago a escrever uma peça de teatro cuja ação decorre em Almeirim e Lisboa entre abril de 1570 e março de 1572, entre a chegada de Luís de Camões a Lisboa, vindo da Índia e Moçambique, e a publicação da primeira edição de Os Lusíadas. No meio de personagens históricas figuram outras nascidas da imaginação do escritor, todas em torno da edição de Os Lusíadas. "Se eu fosse esmolar pelas ruas e praças talvez me dessem dinheiro para comer. Mas não mo dariam se eu dissesse que o destinava a pagar ao livreiro que me imprimisse o livro." Será necessário ler este livro para saber se foi Camões ou Saramago quem assim falou. Caligrafia da capa por CARLOS DO CARMO
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que farei com este livro?, pergunta-se Camões, segundo José Saramago, ao contemplar o seu poema Os Lusíadas por fim impresso. Foi esta a pergunta que induziu José Saramago a escrever uma peça de teatro cuja ação decorre em Almeirim e Lisboa entre abril de 1570 e março de 1572, entre a chegada de Luís de Camões a Lisboa, vindo da Índia e Moçambique, e a publicação da primeira edição de Os Lusíadas. No meio de personagens históricas figuram outras nascidas da imaginação do escritor, todas em torno da edição de Os Lusíadas. "Se eu fosse esmolar pelas ruas e praças talvez me dessem dinheiro para comer. Mas não mo dariam se eu dissesse que o destinava a pagar ao livreiro que me imprimisse o livro." Será necessário ler este livro para saber se foi Camões ou Saramago quem assim falou. Caligrafia da capa por CARLOS DO CARMO
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A acção decorre no Ribatejo, numa quinta onde se criam toiros. A mãe está a morrer e cada um dos filhos fala e conta a sua história, que se cruza com a história dos outros. Francisco, que odeia os irmãos e espera apropriar-se de tudo quando a mãe morrer; João, o preferido da mãe, pedófilo, que engata rapazinhos no Parque Eduardo VII; Beatriz, que engravidou e teve de casar cedo; Ana, a mais inteligente, drogada e frequentadora dos mais sinistros lugares onde se trafica droga. Há ainda a figura do pai, que vai perdendo ao jogo a fortuna da família, na obsessão de que o número 17 lhe há-de trazer a sorte. E finalmente Mercília, a criada que os criou a todos e que sabe todos os segredos.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A acção decorre no Ribatejo, numa quinta onde se criam toiros. A mãe está a morrer e cada um dos filhos fala e conta a sua história, que se cruza com a história dos outros. Francisco, que odeia os irmãos e espera apropriar-se de tudo quando a mãe morrer; João, o preferido da mãe, pedófilo, que engata rapazinhos no Parque Eduardo VII; Beatriz, que engravidou e teve de casar cedo; Ana, a mais inteligente, drogada e frequentadora dos mais sinistros lugares onde se trafica droga. Há ainda a figura do pai, que vai perdendo ao jogo a fortuna da família, na obsessão de que o número 17 lhe há-de trazer a sorte. E finalmente Mercília, a criada que os criou a todos e que sabe todos os segredos.
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Edição: Jan 2009
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em "Quatro Últimas Canções" há histórias de amor e de música que se entrelaçam e desenvolvem em contraponto. Nesse contraponto, o jogo de espelhos entre um espaço real e um espaço virtual, as casas de Mateus e de Constantim, respectivamente, abre um quadro cénico que torna possível reenvios, perspectiva e efeitos romanescos de vária ordem. Neste seu romance, cuja primeira edição é de 1987, Vasco Graça Moura mostra a importância da lição dos nossos grandes romancistas do século xix para a ficção de finais do século xx.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em "Quatro Últimas Canções" há histórias de amor e de música que se entrelaçam e desenvolvem em contraponto. Nesse contraponto, o jogo de espelhos entre um espaço real e um espaço virtual, as casas de Mateus e de Constantim, respectivamente, abre um quadro cénico que torna possível reenvios, perspectiva e efeitos romanescos de vária ordem. Neste seu romance, cuja primeira edição é de 1987, Vasco Graça Moura mostra a importância da lição dos nossos grandes romancistas do século xix para a ficção de finais do século xx.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Portugal é um dos países mais seguros e pacíficos do mundo, mas não deixa, por isso, de ser assolado por flagelos que o ameaçam, pondo em risco a segurança e o desenvolvimento do país: a corrupção, a violência doméstica, o terrorismo e as epidemias, agora a covid-19. O autor, major da GNR, propõe uma acção imediata e preventiva para estes quatro flagelos: - A corrupção generalizada, que mina as organizações e ameaça a democracia, e a importância da aprovação da delação premiada e da protecção de denunciantes no sistema jurídico português. De Rui Pinto aos paióis de Tancos, o autor esclarece alguns dos acontecimentos mais mediáticos. - A violência doméstica é um triste retrato de uma política de negligência para com as vítimas, que não vêem asseguradas as condições necessárias para se libertarem de uma situação opressora. O que podemos fazer para inverter esta situação? - O terrorismo de inspiração islâmica, que, aparecendo sob a forma de ondas de ataques, gera um período de acalmia que propicia o esquecimento do fenómeno e um relaxamento de que resulta o ambiente ideal para novas investidas. - A mais recente ameaça é a covid-19. Como enfrentar esta e futuras pandemias?
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Portugal é um dos países mais seguros e pacíficos do mundo, mas não deixa, por isso, de ser assolado por flagelos que o ameaçam, pondo em risco a segurança e o desenvolvimento do país: a corrupção, a violência doméstica, o terrorismo e as epidemias, agora a covid-19. O autor, major da GNR, propõe uma acção imediata e preventiva para estes quatro flagelos: - A corrupção generalizada, que mina as organizações e ameaça a democracia, e a importância da aprovação da delação premiada e da protecção de denunciantes no sistema jurídico português. De Rui Pinto aos paióis de Tancos, o autor esclarece alguns dos acontecimentos mais mediáticos. - A violência doméstica é um triste retrato de uma política de negligência para com as vítimas, que não vêem asseguradas as condições necessárias para se libertarem de uma situação opressora. O que podemos fazer para inverter esta situação? - O terrorismo de inspiração islâmica, que, aparecendo sob a forma de ondas de ataques, gera um período de acalmia que propicia o esquecimento do fenómeno e um relaxamento de que resulta o ambiente ideal para novas investidas. - A mais recente ameaça é a covid-19. Como enfrentar esta e futuras pandemias?
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Quarto Crescente é uma viagem pelo universo de uma mulher culta, divertida e independente que se apaixona pela primeira vez depois do divórcio. Carlota, a protagonista, partilha a sua casa com a sobrinha Inês, com quem mantém uma relação de invejável abertura e confiança. Quando se apaixona por Domingos, percebe que não é Pablo, o seu antigo namorado, que a impede de se entregar completamente à nova relação, mas sim a dificuldade em aceitar a morte prematura do seu irmão Guilherme.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Quarto Crescente é uma viagem pelo universo de uma mulher culta, divertida e independente que se apaixona pela primeira vez depois do divórcio. Carlota, a protagonista, partilha a sua casa com a sobrinha Inês, com quem mantém uma relação de invejável abertura e confiança. Quando se apaixona por Domingos, percebe que não é Pablo, o seu antigo namorado, que a impede de se entregar completamente à nova relação, mas sim a dificuldade em aceitar a morte prematura do seu irmão Guilherme.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Dividido em quatro partes - algumas asserções sobre o real, oscilações e penumbras, fulgurações, o rosto (o rasto) da escrita- ao longo das páginas deste livro confirma-se o lugar ímpar do autor no panorama da poesia portuguesa contemporânea.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Dividido em quatro partes - algumas asserções sobre o real, oscilações e penumbras, fulgurações, o rosto (o rasto) da escrita- ao longo das páginas deste livro confirma-se o lugar ímpar do autor no panorama da poesia portuguesa contemporânea.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Esta é a história de como um obscuro agente secreto do KGB tomou conta do maior arsenal nuclear de sempre, no mais vasto país do mundo. É uma história sinistra feita de oportunismo, dissimulação e mortos, muitos mortos. Se é impressionável, evite este livro. Dormirá melhor sem saber o que aqui se conta; sem conhecer os pormenores de como uma série de explosões muito mal explicadas e as tragédias da Chechénia, de Beslan, do teatro Dubrovka ou de Alepo se tornaram estações da via sacra que colocou o mundo à beira da terceira guerra mundial.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Esta é a história de como um obscuro agente secreto do KGB tomou conta do maior arsenal nuclear de sempre, no mais vasto país do mundo. É uma história sinistra feita de oportunismo, dissimulação e mortos, muitos mortos. Se é impressionável, evite este livro. Dormirá melhor sem saber o que aqui se conta; sem conhecer os pormenores de como uma série de explosões muito mal explicadas e as tragédias da Chechénia, de Beslan, do teatro Dubrovka ou de Alepo se tornaram estações da via sacra que colocou o mundo à beira da terceira guerra mundial.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 204
Sinopse:
"Quantas Madrugadas Tem a Noite" está destinado a ser um marco na literatura angolana e na literatura de língua portuguesa em geral. Com uma extraordinária mestria narrativa, Ondjaki conta aqui uma história em que não se sabe o que admirar mais, se a fulgurante imaginação do autor, se a sua capacidade para a criação de tipos e situações carregados de significado, se a sua capacidade para elevar a linguagem coloquial a um altíssimo nível literário. O humor, a farsa, o lirismo, a tragédia, o horror, todos estes sentimentos são aqui convocados e expostos, com a fluência de quem conta, simplesmente, uma história, na Luanda dos dias de hoje. Assim: "Num tenho dinheiro, num vale a pena te baldar. Mas, epá, vamos só desequilibrar umas birras; sentas aí, nas calmas, eu te pago em estória, isso mesmo, uma pura estória daquelas com peso de antigamente, nada de invencionices de baixa categoria, estorietas, coisas dos artistas: pura verdade, só acontecimentos factuais mesmo. A vida não é um carnaval? Vou te mostrar alguns dançarinos, damos e damas, diabo e Deus, a maka da existência. Transformo só o material pra lhe dar forma, utilidade. O artista molha as mãos pra trabalhar o destino do barro? Eu molho o coração no álcool pra fazer castelo das areias em cima das estórias... Uma noite, quantas madrugadas tem?"
Nº Páginas: 204
Sinopse:
"Quantas Madrugadas Tem a Noite" está destinado a ser um marco na literatura angolana e na literatura de língua portuguesa em geral. Com uma extraordinária mestria narrativa, Ondjaki conta aqui uma história em que não se sabe o que admirar mais, se a fulgurante imaginação do autor, se a sua capacidade para a criação de tipos e situações carregados de significado, se a sua capacidade para elevar a linguagem coloquial a um altíssimo nível literário. O humor, a farsa, o lirismo, a tragédia, o horror, todos estes sentimentos são aqui convocados e expostos, com a fluência de quem conta, simplesmente, uma história, na Luanda dos dias de hoje. Assim: "Num tenho dinheiro, num vale a pena te baldar. Mas, epá, vamos só desequilibrar umas birras; sentas aí, nas calmas, eu te pago em estória, isso mesmo, uma pura estória daquelas com peso de antigamente, nada de invencionices de baixa categoria, estorietas, coisas dos artistas: pura verdade, só acontecimentos factuais mesmo. A vida não é um carnaval? Vou te mostrar alguns dançarinos, damos e damas, diabo e Deus, a maka da existência. Transformo só o material pra lhe dar forma, utilidade. O artista molha as mãos pra trabalhar o destino do barro? Eu molho o coração no álcool pra fazer castelo das areias em cima das estórias... Uma noite, quantas madrugadas tem?"
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Nunca nos esquecemos do "Tal". E não vai esquecer este livro. Lizzie Sparkles devia ser a rapariga mais feliz do mundo... está a três meses de se casar com quem acha ser o "Tal", no casamento dos seus sonhos! Passou os últimos três meses em êxtase. Mas, um fim-de-semana quando está a experimentar o vestido de noiva recebe notícias perturbadoras: o amor do passado regressa à sua vida como uma bomba! Depressa percebe que estas notícias ameaçam atrapalhar e eliminar os seus planos tão cuidadosamente elaborados. O regresso inesperado de Alex muda tudo e Lizzie enfrenta um dilema impossível. Como poderá esquecer o passado, quando se depara com ele... e lhe pede mais uma oportunidade? E é forçada a fazer uma escolha que mudará a sua vida para sempre. Uma história de amor comovedora e inesquecível, uma leitura emotiva, que não deixará os leitores indiferentes.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Nunca nos esquecemos do "Tal". E não vai esquecer este livro. Lizzie Sparkles devia ser a rapariga mais feliz do mundo... está a três meses de se casar com quem acha ser o "Tal", no casamento dos seus sonhos! Passou os últimos três meses em êxtase. Mas, um fim-de-semana quando está a experimentar o vestido de noiva recebe notícias perturbadoras: o amor do passado regressa à sua vida como uma bomba! Depressa percebe que estas notícias ameaçam atrapalhar e eliminar os seus planos tão cuidadosamente elaborados. O regresso inesperado de Alex muda tudo e Lizzie enfrenta um dilema impossível. Como poderá esquecer o passado, quando se depara com ele... e lhe pede mais uma oportunidade? E é forçada a fazer uma escolha que mudará a sua vida para sempre. Uma história de amor comovedora e inesquecível, uma leitura emotiva, que não deixará os leitores indiferentes.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o comunismo? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o comunismo? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Um homem, duas mulheres, uma criança. A história de um triângulo amoroso à luz do que são hoje as relações sentimentais, marcadas por separações e recomeços e jogos psicológicos variados. Um romance onde se fala de paixão, desejo, raiva e um medo incrível da loucura. Também tem ameaças, mentiras e sexo. E humor, esse lado cómico que existe em todos os episódios, até nos mais trágicos. O que nos leva a apaixonarmo-nos e deixar tudo para trás? Como é possível mentirmos para obrigarmos alguém a ficar ao nosso lado. É normal um pai não gostar de um filho? E o amor, sempre o amor, é hoje uma doença ou a única terapia? Isabel sempre disfarçou os seus sentimentos debaixo de uma capa de serenidade, sobretudo desde que o irmão enlouqueceu depois de assistir a uma autópsia. Mas apaixona-se. Uma história de amor escandalosamente contemporânea, que fala de desejo e raiva, da violência do fim dos casamentos e da luta em torno da guarda dos filhos, da culpa de quem decide partir e de como isso pode arrasar o futuro.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Um homem, duas mulheres, uma criança. A história de um triângulo amoroso à luz do que são hoje as relações sentimentais, marcadas por separações e recomeços e jogos psicológicos variados. Um romance onde se fala de paixão, desejo, raiva e um medo incrível da loucura. Também tem ameaças, mentiras e sexo. E humor, esse lado cómico que existe em todos os episódios, até nos mais trágicos. O que nos leva a apaixonarmo-nos e deixar tudo para trás? Como é possível mentirmos para obrigarmos alguém a ficar ao nosso lado. É normal um pai não gostar de um filho? E o amor, sempre o amor, é hoje uma doença ou a única terapia? Isabel sempre disfarçou os seus sentimentos debaixo de uma capa de serenidade, sobretudo desde que o irmão enlouqueceu depois de assistir a uma autópsia. Mas apaixona-se. Uma história de amor escandalosamente contemporânea, que fala de desejo e raiva, da violência do fim dos casamentos e da luta em torno da guarda dos filhos, da culpa de quem decide partir e de como isso pode arrasar o futuro.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Histórias calmantes e aconchegantes para sossegar a sua mente e ajudá-lo a dormir. Em Quando Nada Acontece Kathryn Nicolai oferece uma forma saudável para sossegar a mente antes de dormir através do apelo intemporal das histórias de adormecer, numa versão para adultos. As histórias acontecem dentro e de uma cidade fictícia, cada uma revelando pequenos e doces momentos de alegria que se encontram no lugar-comum. À medida que os narradores sem nome e sem género contam os seus dias, evocam os distintos confortos oferecidos por cada uma das quatro estações e gentilmente acalmam o leitor até o sono.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Histórias calmantes e aconchegantes para sossegar a sua mente e ajudá-lo a dormir. Em Quando Nada Acontece Kathryn Nicolai oferece uma forma saudável para sossegar a mente antes de dormir através do apelo intemporal das histórias de adormecer, numa versão para adultos. As histórias acontecem dentro e de uma cidade fictícia, cada uma revelando pequenos e doces momentos de alegria que se encontram no lugar-comum. À medida que os narradores sem nome e sem género contam os seus dias, evocam os distintos confortos oferecidos por cada uma das quatro estações e gentilmente acalmam o leitor até o sono.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Este livro é para apaixonados, diz-nos o autor desta belíssima antologia da obra do eterno Fernando Pessoa. A paixão é, contudo, apenas um dos muitos temas explorados neste livro. Nesta antologia, que reúne uma selecção de poemas, ensaios, anotações pessoais e fragmentos de cartas de amor, os heterónimos dão um passo atrás para ceder o palco a Fernando Pessoa, o poeta e o homem, na espantosa unidade que se vislumbra no meio da sua complexa multiplicidade.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Este livro é para apaixonados, diz-nos o autor desta belíssima antologia da obra do eterno Fernando Pessoa. A paixão é, contudo, apenas um dos muitos temas explorados neste livro. Nesta antologia, que reúne uma selecção de poemas, ensaios, anotações pessoais e fragmentos de cartas de amor, os heterónimos dão um passo atrás para ceder o palco a Fernando Pessoa, o poeta e o homem, na espantosa unidade que se vislumbra no meio da sua complexa multiplicidade.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Quando era pequena, Lucy Nelson viu o pai, falhado e alcoólico, ir para a prisão. Desde então, tenta regenerar os homens que a rodeiam, mesmo que isso signifique, em última análise, a sua própria destruição. Com os retratos certeiros que traça de Lucy Nelson e de Roy, seu marido infeliz e infantil, Roth criou uma obra implacável de realismo ficcional, uma visão simultaneamente impiedosa e compreensiva de uma certa América provinciana, com a sua religiosidade, a sua nostalgia e o seu desencanto.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Quando era pequena, Lucy Nelson viu o pai, falhado e alcoólico, ir para a prisão. Desde então, tenta regenerar os homens que a rodeiam, mesmo que isso signifique, em última análise, a sua própria destruição. Com os retratos certeiros que traça de Lucy Nelson e de Roy, seu marido infeliz e infantil, Roth criou uma obra implacável de realismo ficcional, uma visão simultaneamente impiedosa e compreensiva de uma certa América provinciana, com a sua religiosidade, a sua nostalgia e o seu desencanto.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Dividida entre a vida que deixou para trás e um futuro difícil de concretizar, uma mulher à frente do seu tempo arriscará tudo pelos seus ideais. A Revolução Cubana roubou quase tudo a Beatriz Perez — a casa, a pátria, a vida do seu irmão. Obrigada a refugiar-se na Florida com toda a família exilada, é recrutada pela CIA para se aproximar de Fidel Castro, a quem havia jurado vingança por tudo o que acontecera em Cuba. Beatriz vê-se assim envolvida no perigoso mundo da espionagem, ao mesmo tempo que se debate com os seus próprios conflitos pessoais, decorrentes do romance proibido que mantém com uma figura proeminente da política norte-americana. Com o aumento da tensão entre Cuba e os Estados Unidos, a teia de interesses políticos e sociais torna-se mais apertada em seu redor. Quando o curso da História começa inevitavelmente a fugir ao seu controlo, Beatriz tem de fazer a mais difícil das escolhas — entre o passado e o presente, entre o amor e os seus sonhos e ambições mais profundas.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Dividida entre a vida que deixou para trás e um futuro difícil de concretizar, uma mulher à frente do seu tempo arriscará tudo pelos seus ideais. A Revolução Cubana roubou quase tudo a Beatriz Perez — a casa, a pátria, a vida do seu irmão. Obrigada a refugiar-se na Florida com toda a família exilada, é recrutada pela CIA para se aproximar de Fidel Castro, a quem havia jurado vingança por tudo o que acontecera em Cuba. Beatriz vê-se assim envolvida no perigoso mundo da espionagem, ao mesmo tempo que se debate com os seus próprios conflitos pessoais, decorrentes do romance proibido que mantém com uma figura proeminente da política norte-americana. Com o aumento da tensão entre Cuba e os Estados Unidos, a teia de interesses políticos e sociais torna-se mais apertada em seu redor. Quando o curso da História começa inevitavelmente a fugir ao seu controlo, Beatriz tem de fazer a mais difícil das escolhas — entre o passado e o presente, entre o amor e os seus sonhos e ambições mais profundas.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Quando é um longo poema que não tem interrogação mas que nos interroga. Que nos faz lembrar Senhora das Tempestades mas, aqui, com dez cantos, com os quais Manuel Alegre pretende dar-nos um testemunho. Um emocionante testemunho de vida, de mundo, de poesia. Nele, o leitor é confrontado com a passagem do tempo: o tempo que passou, as vivências; o tempo presente que é um tempo fechado; e as várias pragas que tapam o horizonte, o tempo que há-de vir. Aqui está a vida de todos nós. Na leitura destas estrofes encontramos referências a Homero, Virgílio, Dante, Camões e Shakespeare mas também a Bob Dylan e a Mandela, à guerra colonial, a Staline, ao Maio de 68 e até à América onde se twita. Um texto de uma modernidade que impressiona e que nos leva a ver nele Os Lusíadas para o século XXI. Não estaremos a exagerar se afirmarmos que este será o grande poema da vida de Manuel Alegre.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Quando é um longo poema que não tem interrogação mas que nos interroga. Que nos faz lembrar Senhora das Tempestades mas, aqui, com dez cantos, com os quais Manuel Alegre pretende dar-nos um testemunho. Um emocionante testemunho de vida, de mundo, de poesia. Nele, o leitor é confrontado com a passagem do tempo: o tempo que passou, as vivências; o tempo presente que é um tempo fechado; e as várias pragas que tapam o horizonte, o tempo que há-de vir. Aqui está a vida de todos nós. Na leitura destas estrofes encontramos referências a Homero, Virgílio, Dante, Camões e Shakespeare mas também a Bob Dylan e a Mandela, à guerra colonial, a Staline, ao Maio de 68 e até à América onde se twita. Um texto de uma modernidade que impressiona e que nos leva a ver nele Os Lusíadas para o século XXI. Não estaremos a exagerar se afirmarmos que este será o grande poema da vida de Manuel Alegre.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Em 1941, numa Estónia dominada pelo comunismo e devastada pela Guerra, dois homens desertam do Exército Vermelho que luta contra a ocupação nazi do território. Roland e Edgar, primos, não podiam ser mais diferentes um do outro: o primeiro, homem de fortes princípios, age em nome da liberdade por que luta incansavelmente; o segundo, fraco mas enigmático, representa a incrível capacidade de adaptação do ser humano a situações limite.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Em 1941, numa Estónia dominada pelo comunismo e devastada pela Guerra, dois homens desertam do Exército Vermelho que luta contra a ocupação nazi do território. Roland e Edgar, primos, não podiam ser mais diferentes um do outro: o primeiro, homem de fortes princípios, age em nome da liberdade por que luta incansavelmente; o segundo, fraco mas enigmático, representa a incrível capacidade de adaptação do ser humano a situações limite.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A mulher gorda gosta de comprar jacintos, o desempregado sonha com um prato de goulash e há duas irmãs que andam a costurar linhas complicadas entre elas. De vez em quando, nos intervalos dos barulhos da cidade, ouve-se pelas paredes uma música de Brel, rosas a crescer ou um programa sobre a vida animal - como é que a cabeça das girafas não rebenta se está tão longe do coração? Em comum, entre os pés que fazem barulho em cima da cabeça e os pés que incomodam quem está em baixo, só a gaiola de cimento onde se tentam arrumar as vidinhas e, ainda assim, aquela vontade de ser pássaro. Sandro William Junqueira continua a construir, agora em altura, um território literário de desconfortos e pulsões que estava ainda por cartografar, e volta à ficção com um livro feito de penas e betão.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A mulher gorda gosta de comprar jacintos, o desempregado sonha com um prato de goulash e há duas irmãs que andam a costurar linhas complicadas entre elas. De vez em quando, nos intervalos dos barulhos da cidade, ouve-se pelas paredes uma música de Brel, rosas a crescer ou um programa sobre a vida animal - como é que a cabeça das girafas não rebenta se está tão longe do coração? Em comum, entre os pés que fazem barulho em cima da cabeça e os pés que incomodam quem está em baixo, só a gaiola de cimento onde se tentam arrumar as vidinhas e, ainda assim, aquela vontade de ser pássaro. Sandro William Junqueira continua a construir, agora em altura, um território literário de desconfortos e pulsões que estava ainda por cartografar, e volta à ficção com um livro feito de penas e betão.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Kit passou os últimos 15 anos a acreditar que a sua irmã tinha morrido num atentado terrorista. Mas tudo muda quando, certa noite, vê um vislumbre de Josie numa imagem transmitida no noticiário. A reportagem em direto mostra um incêndio numa discoteca em Auckland, na Nova Zelândia, e a mulher que Kit vê por breves instantes é inacreditavelmente parecida com a sua irmã. Mais do que surpreendida, Kit sente-se dominada pela angústia e pela raiva. Se Josie está viva, porque terá fugido e mentido à família durante tantos anos? Por vezes confrontar o passado é a única maneira de seguir em frente. Pressionada pela mãe, Kit viaja até à Nova Zelândia, determinada a encontrar a irmã. E é aí que inicia uma viagem pelas memórias da sua infância: recordações dos dias passados a brincar na praia com Josie e a aprender a surfar com Dylan, o rapaz que se tornou parte da família. Mas é também aí que relembra o trauma que lhes assombrou a vida. Para que Kit e Josie possam reencontrar-se, terão de correr o risco de confrontar o passado e desenterrar os segredos que as mantiveram afastadas. Estarão dispostas a isso?
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Kit passou os últimos 15 anos a acreditar que a sua irmã tinha morrido num atentado terrorista. Mas tudo muda quando, certa noite, vê um vislumbre de Josie numa imagem transmitida no noticiário. A reportagem em direto mostra um incêndio numa discoteca em Auckland, na Nova Zelândia, e a mulher que Kit vê por breves instantes é inacreditavelmente parecida com a sua irmã. Mais do que surpreendida, Kit sente-se dominada pela angústia e pela raiva. Se Josie está viva, porque terá fugido e mentido à família durante tantos anos? Por vezes confrontar o passado é a única maneira de seguir em frente. Pressionada pela mãe, Kit viaja até à Nova Zelândia, determinada a encontrar a irmã. E é aí que inicia uma viagem pelas memórias da sua infância: recordações dos dias passados a brincar na praia com Josie e a aprender a surfar com Dylan, o rapaz que se tornou parte da família. Mas é também aí que relembra o trauma que lhes assombrou a vida. Para que Kit e Josie possam reencontrar-se, terão de correr o risco de confrontar o passado e desenterrar os segredos que as mantiveram afastadas. Estarão dispostas a isso?
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 252
Sinopse:
Com a habitual mestria de Jaume Cabré e o seu inconfundível tom confessional, as histórias deste livro piscam o olho ao humor negro e à narrativa cinematográfica. Todas são perpassadas pela morte, e os "locais do crime" são habitados por gente que perdeu a fé, indivíduos que se confessam atormentados, vazios, rancorosos. Quando a Penumbra Vem compõe-se de treze histórias que chamam à cena objectos e símbolos que entretecem uma espécie de estética do mal: personagens infames que vivem presas no passado, devido à culpa ou à vergonha. Coleccionadores de arte, ladrões de ovelhas, justiceiros a soldo, criminosos da pior estirpe - todos condenados a um desenlace cujo único pano de fundo possível é a morte. Para nenhum deles há redenção ou um lugar no paraíso.
Nº Páginas: 252
Sinopse:
Com a habitual mestria de Jaume Cabré e o seu inconfundível tom confessional, as histórias deste livro piscam o olho ao humor negro e à narrativa cinematográfica. Todas são perpassadas pela morte, e os "locais do crime" são habitados por gente que perdeu a fé, indivíduos que se confessam atormentados, vazios, rancorosos. Quando a Penumbra Vem compõe-se de treze histórias que chamam à cena objectos e símbolos que entretecem uma espécie de estética do mal: personagens infames que vivem presas no passado, devido à culpa ou à vergonha. Coleccionadores de arte, ladrões de ovelhas, justiceiros a soldo, criminosos da pior estirpe - todos condenados a um desenlace cujo único pano de fundo possível é a morte. Para nenhum deles há redenção ou um lugar no paraíso.
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Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Esta é a história de um pai que perdeu a mulher e que dá o melhor de si para criar os seus dois filhos sozinho. Os anos passam e os rapazes crescem. Fazem as suas escolhas, aquilo que é importante para eles. Os homens em que se vão tornar. Agem como homens e, no entanto, continuam a ser crianças. Esta é uma história de família e de convicções, de escolhas e de sentimentos comprometidos. Um mergulho no coração de três homens. Num mundo que ressoa por vezes de tanto ódio e tanta incompreensão, como abraçar um filho que guarda dentro de si estes sentimentos?
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Esta é a história de um pai que perdeu a mulher e que dá o melhor de si para criar os seus dois filhos sozinho. Os anos passam e os rapazes crescem. Fazem as suas escolhas, aquilo que é importante para eles. Os homens em que se vão tornar. Agem como homens e, no entanto, continuam a ser crianças. Esta é uma história de família e de convicções, de escolhas e de sentimentos comprometidos. Um mergulho no coração de três homens. Num mundo que ressoa por vezes de tanto ódio e tanta incompreensão, como abraçar um filho que guarda dentro de si estes sentimentos?
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este é o primeiro romance completamente passado ao volante e ao telemóvel. Tudo começa quando Maria deixa o marido, fugindo do Porto para Lisboa pela A1, e decide ligar a Teresa, amiga de infância. Está a chover. Teresa está em Lisboa, em casa, deitada no sofá, a fazer zapping. "Quando a Chuva Parar" é uma conversa alucinante, sem pausas: uma viagem Porto-Lisboa a 180 à hora. Um diálogo imparável, com irresistível sentido de humor, põe o presente a nu e pinta o passado com as cores da nostalgia. Fica-se agarrado desde a primeira página: como terminará esta viagem?
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este é o primeiro romance completamente passado ao volante e ao telemóvel. Tudo começa quando Maria deixa o marido, fugindo do Porto para Lisboa pela A1, e decide ligar a Teresa, amiga de infância. Está a chover. Teresa está em Lisboa, em casa, deitada no sofá, a fazer zapping. "Quando a Chuva Parar" é uma conversa alucinante, sem pausas: uma viagem Porto-Lisboa a 180 à hora. Um diálogo imparável, com irresistível sentido de humor, põe o presente a nu e pinta o passado com as cores da nostalgia. Fica-se agarrado desde a primeira página: como terminará esta viagem?
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Motivada pela vontade de recordar o passado inscrito ao longo de dezenas de edições, a equipa da revista "LOUD!" encetou um processo de (re)descoberta de alguns dos discos mais emblemáticos da música pesada nacional. Falando directamente com os intervenientes e, em alguns casos, reunindo músicos que não estavam juntos há anos, pintou-se um quadro fiel das motivações, processos e consequências dos lançamentos mais importantes da música alternativa em Portugal. Reunidos pela primeira vez num livro, e com vários originais, esta é a história do movimento underground português em todas as suas variantes, contada pela voz dos seus protagonistas.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Motivada pela vontade de recordar o passado inscrito ao longo de dezenas de edições, a equipa da revista "LOUD!" encetou um processo de (re)descoberta de alguns dos discos mais emblemáticos da música pesada nacional. Falando directamente com os intervenientes e, em alguns casos, reunindo músicos que não estavam juntos há anos, pintou-se um quadro fiel das motivações, processos e consequências dos lançamentos mais importantes da música alternativa em Portugal. Reunidos pela primeira vez num livro, e com vários originais, esta é a história do movimento underground português em todas as suas variantes, contada pela voz dos seus protagonistas.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 704
Sinopse:
A jovem Pip Tyler não sabe quem é. Sabe que o seu nome verdadeiro é Purity, que tem às costas um empréstimo de cento e trinta mil dólares contraído para poder tirar um curso, que vive numa casa ocupada com anarquistas de Oakland, e que a sua relação com a mãe - a única família que tem - é tempestuosa. Mas não faz a mínima ideia de quem é o pai, da razão que levou a mãe a viver isolada do mundo com um nome inventado, nem de como alguma vez irá ter uma vida normal. Entram em cena os alemães. Um breve encontro com uma pacifista alemã leva Pip a um estágio na América do Sul, no Projecto Luz Solar, organização que trafica todos os segredos do mundo - incluindo, espera Pip, o segredo das suas origens pessoais. O PLS nasceu da ideia de Andreas Wolf, um provocador carismático que alcançou a fama no caos que se seguiu à queda do Muro de Berlim. Agora foragido na Bolívia, Andreas sente-se atraído por Pip por razões que ela não compreende, e a intensidade com que lhe corresponde arrasa as suas ideias convencionais sobre o certo e o errado. "Purity" é uma fascinante história de idealismo juvenil, fidelidade extrema e assassínio. O autor de "Correcções" e "Liberdade" imaginou um mundo de personagens brilhantemente originais - californianos e alemães de leste, bons progenitores e maus progenitores, jornalistas e denunciantes - e segue-lhes as pistas entretecidas por paisagens tão contemporâneas como a omnipresente Internet, e tão antigas como a guerra entre os sexos. "Purity" é o livro mais ousado e penetrante até hoje escrito por um dos mais importantes autores da actualidade.
Nº Páginas: 704
Sinopse:
A jovem Pip Tyler não sabe quem é. Sabe que o seu nome verdadeiro é Purity, que tem às costas um empréstimo de cento e trinta mil dólares contraído para poder tirar um curso, que vive numa casa ocupada com anarquistas de Oakland, e que a sua relação com a mãe - a única família que tem - é tempestuosa. Mas não faz a mínima ideia de quem é o pai, da razão que levou a mãe a viver isolada do mundo com um nome inventado, nem de como alguma vez irá ter uma vida normal. Entram em cena os alemães. Um breve encontro com uma pacifista alemã leva Pip a um estágio na América do Sul, no Projecto Luz Solar, organização que trafica todos os segredos do mundo - incluindo, espera Pip, o segredo das suas origens pessoais. O PLS nasceu da ideia de Andreas Wolf, um provocador carismático que alcançou a fama no caos que se seguiu à queda do Muro de Berlim. Agora foragido na Bolívia, Andreas sente-se atraído por Pip por razões que ela não compreende, e a intensidade com que lhe corresponde arrasa as suas ideias convencionais sobre o certo e o errado. "Purity" é uma fascinante história de idealismo juvenil, fidelidade extrema e assassínio. O autor de "Correcções" e "Liberdade" imaginou um mundo de personagens brilhantemente originais - californianos e alemães de leste, bons progenitores e maus progenitores, jornalistas e denunciantes - e segue-lhes as pistas entretecidas por paisagens tão contemporâneas como a omnipresente Internet, e tão antigas como a guerra entre os sexos. "Purity" é o livro mais ousado e penetrante até hoje escrito por um dos mais importantes autores da actualidade.
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No Inverno de 1976, em plena ditadura, Simón Cardoso é detido pelos militares argentinos e nunca mais volta a aparecer. Trinta anos depois, porém, a sua mulher, Emilia Dupuy, fica paralisada ao ouvir a sua voz num restaurante dos arredores de New Jersey. O mundo, que se desmoronara com a tragédia, recupera então a luz. Será possível reaver o tempo perdido?A partir deste inusitado reencontro, Tomás Eloy Martínez enlaça a ansiedade de um amor perdido e recuperado com a reconstrução magistral da irrealidade criada pelo exílio - um exílio que ele próprio conheceu.Aliando uma linguagem sóbria e uma história tão estranha quanto intensamente real, "Purgatório" ficará porventura como a melhor obra de um autor já reconhecido como um clássico pela crítica internacional.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No Inverno de 1976, em plena ditadura, Simón Cardoso é detido pelos militares argentinos e nunca mais volta a aparecer. Trinta anos depois, porém, a sua mulher, Emilia Dupuy, fica paralisada ao ouvir a sua voz num restaurante dos arredores de New Jersey. O mundo, que se desmoronara com a tragédia, recupera então a luz. Será possível reaver o tempo perdido?A partir deste inusitado reencontro, Tomás Eloy Martínez enlaça a ansiedade de um amor perdido e recuperado com a reconstrução magistral da irrealidade criada pelo exílio - um exílio que ele próprio conheceu.Aliando uma linguagem sóbria e uma história tão estranha quanto intensamente real, "Purgatório" ficará porventura como a melhor obra de um autor já reconhecido como um clássico pela crítica internacional.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O último romance de um dos mais conhecidos autores americanos contemporâneos.O romance conta as desventuras de Nick Belane, detetive particular em Los Angeles. A procura do escritor clássico francês, Céline, é a desculpa perfeita para o detetive privado percorrer os bares da cidade e saciar a sua sede de álcool. Uma espiral de personagens e aventuras que se misturam num cocktail de pesadelo existencial.Escrito enquanto Bukowski lutava contra a doença de que viria a morrer, "Pulp" é a despedida do autor aos seus leitores e um romance de corajosa autocrítica.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O último romance de um dos mais conhecidos autores americanos contemporâneos.O romance conta as desventuras de Nick Belane, detetive particular em Los Angeles. A procura do escritor clássico francês, Céline, é a desculpa perfeita para o detetive privado percorrer os bares da cidade e saciar a sua sede de álcool. Uma espiral de personagens e aventuras que se misturam num cocktail de pesadelo existencial.Escrito enquanto Bukowski lutava contra a doença de que viria a morrer, "Pulp" é a despedida do autor aos seus leitores e um romance de corajosa autocrítica.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 200
Sinopse:
publicação da mortalidade reúne a obra poética de Valter Hugo Mãe, que para esta edição eliminou poemas, trabalhou os que ficaram e acrescentou um importante número de inéditos. poemas são transumâncias de deuses pastam nos versos a infinita criação
Nº Páginas: 200
Sinopse:
publicação da mortalidade reúne a obra poética de Valter Hugo Mãe, que para esta edição eliminou poemas, trabalhou os que ficaram e acrescentou um importante número de inéditos. poemas são transumâncias de deuses pastam nos versos a infinita criação
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
De perto, ninguém é normal. Se pararmos um segundo para observar as pessoas com quem convivemos no dia a dia, vamos com certeza identificar o chefe obsessivo, a namorada sempre desconfiada, o amigo que sabe falar apenas de si mesmo. Eles estão à nossa volta, e não percebem o sofrimento que causam a si próprios e a quem tem de lidar com eles - são os psicopatas do quotidiano. Neste livro, Katia Mecler identifica dez tipos de transtorno de personalidade e explica os traços psicológicos característicos de cada um deles. Podemos assim descobrir como são as mentes perturbadas e aprender a lidar com elas sem abrir mão da convivência.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
De perto, ninguém é normal. Se pararmos um segundo para observar as pessoas com quem convivemos no dia a dia, vamos com certeza identificar o chefe obsessivo, a namorada sempre desconfiada, o amigo que sabe falar apenas de si mesmo. Eles estão à nossa volta, e não percebem o sofrimento que causam a si próprios e a quem tem de lidar com eles - são os psicopatas do quotidiano. Neste livro, Katia Mecler identifica dez tipos de transtorno de personalidade e explica os traços psicológicos característicos de cada um deles. Podemos assim descobrir como são as mentes perturbadas e aprender a lidar com elas sem abrir mão da convivência.
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