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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 96
Sinopse:
A segunda investida poética de Saramago surge quatro anos após "Os Poemas Possíveis". São poemas de sombra e de luz, entrançados, de uma elaboração feita através do seu próprio avesso, simultaneamente de mar e de trevas. "Devagar, vou descendo entre corais. / Abro, dissolvo o corpo: fontes minhas / De águas brancas, secretas, reunidas / Ao orvalho das rosas escondidas." Poemas na altura inovadores, marcados pelo amor dito-escrito em transparências breves, imprecisas, e uma certa amargura-tristeza bem portuguesas, na sua raiz claramente lírica. A paixão parece sobrepor-se à militância: "Branco o teu peito, ou sob a pele doirado? / E os agudos cristais, ou rosas encrespadas / Como acesos sinais na fortuna do seio? / Que morangos macios, que sede inconformada, / Que vertigem nas dunas que se alteiam / Quando o vento do sangue dobra as águas / E em brancura vogamos, mortos de oiro." E o erotismo faz, de forma decidida, a sua aparição em verso: "Teu corpo de terra e água / Onde a quilha do meu barco / Onde a relha do arado / Abrem rotas e caminho." Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998. Caligrafia da capa por NUNO JÚDICE
Nº Páginas: 96
Sinopse:
A segunda investida poética de Saramago surge quatro anos após "Os Poemas Possíveis". São poemas de sombra e de luz, entrançados, de uma elaboração feita através do seu próprio avesso, simultaneamente de mar e de trevas. "Devagar, vou descendo entre corais. / Abro, dissolvo o corpo: fontes minhas / De águas brancas, secretas, reunidas / Ao orvalho das rosas escondidas." Poemas na altura inovadores, marcados pelo amor dito-escrito em transparências breves, imprecisas, e uma certa amargura-tristeza bem portuguesas, na sua raiz claramente lírica. A paixão parece sobrepor-se à militância: "Branco o teu peito, ou sob a pele doirado? / E os agudos cristais, ou rosas encrespadas / Como acesos sinais na fortuna do seio? / Que morangos macios, que sede inconformada, / Que vertigem nas dunas que se alteiam / Quando o vento do sangue dobra as águas / E em brancura vogamos, mortos de oiro." E o erotismo faz, de forma decidida, a sua aparição em verso: "Teu corpo de terra e água / Onde a quilha do meu barco / Onde a relha do arado / Abrem rotas e caminho." Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998. Caligrafia da capa por NUNO JÚDICE
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Ao fim de dez anos de casamento, Raquel sente-se cansada da rotina sexual. Para manter acesa a chama da paixão, decide desafiar o marido a proporcionar-lhe uma nova experiência. Ele acede ao pedido e oferece-lhe uma noite inesquecível com outro homem. Só impõe uma condição: Raquel terá de estar sempre de olhos vendados. O que era para ser um simples jogo transforma-se numa obsessão. Raquel não consegue esquecer o homem com quem esteve, aquele que o marido lhe colou à pele. Agora, tudo o que ela mais deseja é descobrir a pessoa que mudou a sua vida para sempre. Quem é ele? Que memórias terá daquela noite? E, mais importante ainda, conseguirá o seu casamento sobreviver ao momento em que finalmente o encontrar? Numa trama viciante, a autora Lúcia Vaz Pedro leva-nos numa viagem erótica e envolvente pelas fantasias mais secretas e profundas das mulheres. Uma história inesquecível de mistério, romance e, claro, muito sexo.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Ao fim de dez anos de casamento, Raquel sente-se cansada da rotina sexual. Para manter acesa a chama da paixão, decide desafiar o marido a proporcionar-lhe uma nova experiência. Ele acede ao pedido e oferece-lhe uma noite inesquecível com outro homem. Só impõe uma condição: Raquel terá de estar sempre de olhos vendados. O que era para ser um simples jogo transforma-se numa obsessão. Raquel não consegue esquecer o homem com quem esteve, aquele que o marido lhe colou à pele. Agora, tudo o que ela mais deseja é descobrir a pessoa que mudou a sua vida para sempre. Quem é ele? Que memórias terá daquela noite? E, mais importante ainda, conseguirá o seu casamento sobreviver ao momento em que finalmente o encontrar? Numa trama viciante, a autora Lúcia Vaz Pedro leva-nos numa viagem erótica e envolvente pelas fantasias mais secretas e profundas das mulheres. Uma história inesquecível de mistério, romance e, claro, muito sexo.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Agora numa edição integralmente em inglês: O essencial da prosa de Fernando Pessoa e seus principais heterónimos, numa edição de Jerónimo Pizarro. Para ler esta antologia, é preciso aceitar primeiro aquela que pode ser uma estranha constatação para os admiradores do poeta: "A maior parte do espólio pessoano está em ‘prosa’", diz a introdução. Assim, depois do volume dedicado à poesia, esta Antologia Mínima vai além do Livro do Desassossego, rumo a "escritos sociopolíticos, filosóficos, esotéricos, epistolares, teóricos". Há alguns mais conhecidos, como a carta a João Gaspar Simões sobre a génese dos heterónimos, outros mais divertidos - aforismos, ficções breves, cartas a Ofélia… - mas também há surpresas, até para os mais conhecedores, como a "Crónica Decorativa". Bons pretextos para embarcar mais uma vez nesta nova forma de "desaprender Pessoa", citando o mestre Alberto Caeiro, e lê-lo como se o descobríssemos pela primeira vez. Tradução de John Pedro Schwartz e Robert N. Schwartz.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Agora numa edição integralmente em inglês: O essencial da prosa de Fernando Pessoa e seus principais heterónimos, numa edição de Jerónimo Pizarro. Para ler esta antologia, é preciso aceitar primeiro aquela que pode ser uma estranha constatação para os admiradores do poeta: "A maior parte do espólio pessoano está em ‘prosa’", diz a introdução. Assim, depois do volume dedicado à poesia, esta Antologia Mínima vai além do Livro do Desassossego, rumo a "escritos sociopolíticos, filosóficos, esotéricos, epistolares, teóricos". Há alguns mais conhecidos, como a carta a João Gaspar Simões sobre a génese dos heterónimos, outros mais divertidos - aforismos, ficções breves, cartas a Ofélia… - mas também há surpresas, até para os mais conhecedores, como a "Crónica Decorativa". Bons pretextos para embarcar mais uma vez nesta nova forma de "desaprender Pessoa", citando o mestre Alberto Caeiro, e lê-lo como se o descobríssemos pela primeira vez. Tradução de John Pedro Schwartz e Robert N. Schwartz.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"No trecho do Livro do Desassossego que começa "Prefiro a prosa ao verso como modo de arte" e que constitui, todo ele, uma magnífica apologia da prosa como forma artística superior, lemos: "Na prosa se engloba toda a arte — em parte porque na palavra se contém todo o mundo, em parte porque na palavra livre se contém toda a possibilidade de o dizer e pensar". O presente volume, que reúne a grande maioria dos textos em prosa publicados em vida de Pessoa, confirma a verdade dessa afirmação — pela enorme variedade temática dos textos, pela sua diversificação estilística, pela sua originalidade expressiva e pela ausência de ideias e opiniões rígidas, ou melhor: pela convivência de elementos díspares e até contraditórios. […] Mas Pessoa era fundamentalmente um poeta, mesmo quando disfarçado do ajudante de guarda-livros que se dizia "incapaz de escrever em verso". Era poeta, mesmo na prosa, por sonhar alto e nos fazer sentir tais alturas; por poder sentir pensando e pensar sentindo, vendo e exprimindo o que existe (ou não existe) como se fosse pela primeira vez; por querer — e conseguir — dizer mais do que as palavras dizem. […] A invulgar inteligência, o enorme poder analítico e a incansável curiosidade intelectual são ingredientes essenciais do génio de Fernando Pessoa, mas não haveria génio nenhum sem a sua alma "não-aristotélica", que soube saltar para além do que é racional e mensurável, dando origem a obras, ou melhor, a uma Obra, que extravasa com não sabemos o que seja (chamemos-lhe "beleza", chamemos-lhe "verdade"), precisamente nas suas lacunas, nas hesitações, no que tem de inevitavelmente fragmentário, naquilo que o raciocinador não conseguiu explicar, mas que o poeta sussurra, ainda hoje, ao ouvido atento." Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
"No trecho do Livro do Desassossego que começa "Prefiro a prosa ao verso como modo de arte" e que constitui, todo ele, uma magnífica apologia da prosa como forma artística superior, lemos: "Na prosa se engloba toda a arte — em parte porque na palavra se contém todo o mundo, em parte porque na palavra livre se contém toda a possibilidade de o dizer e pensar". O presente volume, que reúne a grande maioria dos textos em prosa publicados em vida de Pessoa, confirma a verdade dessa afirmação — pela enorme variedade temática dos textos, pela sua diversificação estilística, pela sua originalidade expressiva e pela ausência de ideias e opiniões rígidas, ou melhor: pela convivência de elementos díspares e até contraditórios. […] Mas Pessoa era fundamentalmente um poeta, mesmo quando disfarçado do ajudante de guarda-livros que se dizia "incapaz de escrever em verso". Era poeta, mesmo na prosa, por sonhar alto e nos fazer sentir tais alturas; por poder sentir pensando e pensar sentindo, vendo e exprimindo o que existe (ou não existe) como se fosse pela primeira vez; por querer — e conseguir — dizer mais do que as palavras dizem. […] A invulgar inteligência, o enorme poder analítico e a incansável curiosidade intelectual são ingredientes essenciais do génio de Fernando Pessoa, mas não haveria génio nenhum sem a sua alma "não-aristotélica", que soube saltar para além do que é racional e mensurável, dando origem a obras, ou melhor, a uma Obra, que extravasa com não sabemos o que seja (chamemos-lhe "beleza", chamemos-lhe "verdade"), precisamente nas suas lacunas, nas hesitações, no que tem de inevitavelmente fragmentário, naquilo que o raciocinador não conseguiu explicar, mas que o poeta sussurra, ainda hoje, ao ouvido atento." Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 480
Sinopse:
«Os textos do presente volume não são constituídos por desabafos e confidências susceptíveis de chocar ou surpreender, eventualmente, o leitor. As aqui denominadas prosas íntimas não são necessariamente mais sentidas, mais psicologicamente profundas, ou mais espiritualmente verdadeiras do que outras páginas de Pessoa. Distinguem-se delas por incidirem mais directamente sobre a sua vida quotidiana, as suas relações com os outros e consigo próprio, as suas ânsias e angústias, o seu sonho de imortalidade, a sua evolução como escritor, o porquê e o como do seu desdobramento em outros. Incluímos textos sobre o Paulismo, o Interseccionismo e o Sensacionismo por estes "movimentos" estarem estreitamente ligados à doutrina da heteronímia e por derivarem de Pessoa, sendo uma exteriorização de alguns princípios que deviam guiar o pensar e o agir íntimos do autor […]. O Neopaganismo inclui-se no mesmo caso. O "autoconhecimento" mencionado no título é, em boa parte, uma autocrítica, muitas vezes mediada por interpostas pessoas — os espíritos astrais que, nas comunicações mediúnicas, censuram o seu "discípulo" por não se relacionar com mulheres; o semi-heterónimo Barão de Teive, que se suicida por ser excessivamente racional e por não conseguir cumprir os seus projectos literários; a pobre corcunda Maria José, que ama com uma paixão intensíssima, mas nunca sai da janela de onde olha a vida a passar, a passar… […]» Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra. Esta edição inclui textos introdutórios de Richard Zenith e traduções de Manuela Rocha, nos casos em que os fragmentos se apresentam originalmente em inglês ou francês. Publicada pela primeira vez em Abril de 2007, esta obra é agora reeditada com importantes aperfeiçoamentos, resultantes de uma profunda revisão por parte do seu organizador.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
«Os textos do presente volume não são constituídos por desabafos e confidências susceptíveis de chocar ou surpreender, eventualmente, o leitor. As aqui denominadas prosas íntimas não são necessariamente mais sentidas, mais psicologicamente profundas, ou mais espiritualmente verdadeiras do que outras páginas de Pessoa. Distinguem-se delas por incidirem mais directamente sobre a sua vida quotidiana, as suas relações com os outros e consigo próprio, as suas ânsias e angústias, o seu sonho de imortalidade, a sua evolução como escritor, o porquê e o como do seu desdobramento em outros. Incluímos textos sobre o Paulismo, o Interseccionismo e o Sensacionismo por estes "movimentos" estarem estreitamente ligados à doutrina da heteronímia e por derivarem de Pessoa, sendo uma exteriorização de alguns princípios que deviam guiar o pensar e o agir íntimos do autor […]. O Neopaganismo inclui-se no mesmo caso. O "autoconhecimento" mencionado no título é, em boa parte, uma autocrítica, muitas vezes mediada por interpostas pessoas — os espíritos astrais que, nas comunicações mediúnicas, censuram o seu "discípulo" por não se relacionar com mulheres; o semi-heterónimo Barão de Teive, que se suicida por ser excessivamente racional e por não conseguir cumprir os seus projectos literários; a pobre corcunda Maria José, que ama com uma paixão intensíssima, mas nunca sai da janela de onde olha a vida a passar, a passar… […]» Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra. Esta edição inclui textos introdutórios de Richard Zenith e traduções de Manuela Rocha, nos casos em que os fragmentos se apresentam originalmente em inglês ou francês. Publicada pela primeira vez em Abril de 2007, esta obra é agora reeditada com importantes aperfeiçoamentos, resultantes de uma profunda revisão por parte do seu organizador.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Na sua célebre carta de 1935 sobre a génese dos heterónimos, Pessoa confessou ter "chorado lágrimas verdadeiras" ao escrever algumas das "Notas para a Recordação do Meu Mestre Caeiro" de Álvaro de Campos, que contam os saborosos encontros e conversas que supostamente houve entre Caeiro, Campos, Ricardo Reis, António Mora e o próprio Fernando Pessoa. Campos, enquanto prosador, também assinou textos importantíssimos como o "Ultimatum" e "Apontamentos para uma Estética Não-Aristotélica", cartas para jornais e uma carta para Marinetti, artigos sobre vários temas e até uma "entrevista sensacional". O presente volume reúne a sua melhor prosa e inclui textos inéditos. Conheça aqui todos os livros da coleção "Pessoa breve."
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Na sua célebre carta de 1935 sobre a génese dos heterónimos, Pessoa confessou ter "chorado lágrimas verdadeiras" ao escrever algumas das "Notas para a Recordação do Meu Mestre Caeiro" de Álvaro de Campos, que contam os saborosos encontros e conversas que supostamente houve entre Caeiro, Campos, Ricardo Reis, António Mora e o próprio Fernando Pessoa. Campos, enquanto prosador, também assinou textos importantíssimos como o "Ultimatum" e "Apontamentos para uma Estética Não-Aristotélica", cartas para jornais e uma carta para Marinetti, artigos sobre vários temas e até uma "entrevista sensacional". O presente volume reúne a sua melhor prosa e inclui textos inéditos. Conheça aqui todos os livros da coleção "Pessoa breve."
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Edição: Out 2003
Nº Páginas: 328
Sinopse:
É a primeira vez que se reúne, em volume, a prosa de Ricardo Reis. Esta edição inclui, ainda, cerca de uma dúzia de textos inéditos.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
É a primeira vez que se reúne, em volume, a prosa de Ricardo Reis. Esta edição inclui, ainda, cerca de uma dúzia de textos inéditos.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Depois do sucesso do volume com a poesia (já editado em inglês), descubra o essencial da prosa de Fernando Pessoa (ortónimo e heterónimo) numa selecção única do conceituado pessoano Jerónimo Pizarro. Nos últimos anos, Fernando Pessoa passou a fazer parte de um cenário urbano e comercial. Neste contexto, é preciso desaprender Pessoa, para citar Caeiro, e lê-lo como se o estivéssemos a descobrir pela primeira vez. Para ler esta antologia, é preciso aceitar primeiro aquela que pode ser uma estranha constatação para os admiradores do poeta: "A maior parte do espólio pessoano está em ‘prosa’", diz a introdução. Ou seja, aqui vai-se além do Livro do Desassossego, rumo a "escritos sociopolíticos, filosóficos, esotéricos, epistolares, teóricos". Há alguns mais conhecidos, como a carta a João Gaspar Simões sobre a génese dos heterónimos, outros mais divertidos, como aforismos ou cartas a Ofélia, mas também há surpresas, até para os mais conhecedores — é o caso da "Crónica Decorativa", um bom pretexto para embarcar nesta nova forma de "experimentar" Pessoa. "Lembro-me de ter relido o texto de Fernando Pessoa: ‘Organizar’, e de ter sido incapaz de não sorrir: ‘Todo o pensador de sistemas fixos, todo o organizador de conjuntos definidos, sofre fatalmente desilusões, quando não desastres. Em toda a organização prática há pois que contar com o inesperado e indefinido da vida.’ […] Pessoa não só escreveu poesia e prosa (em português, inglês e francês), como discutiu sobre ‘as duas formas da palavra escrita’, considerando a primeira própria de uma maior inadaptação ao ambiente, como o afirma num texto inédito que começa: ‘A writer is either essentially a prose writer, or a poet, or a combination of the two.’" "Jerónimo Pizarro, Introdução"
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Depois do sucesso do volume com a poesia (já editado em inglês), descubra o essencial da prosa de Fernando Pessoa (ortónimo e heterónimo) numa selecção única do conceituado pessoano Jerónimo Pizarro. Nos últimos anos, Fernando Pessoa passou a fazer parte de um cenário urbano e comercial. Neste contexto, é preciso desaprender Pessoa, para citar Caeiro, e lê-lo como se o estivéssemos a descobrir pela primeira vez. Para ler esta antologia, é preciso aceitar primeiro aquela que pode ser uma estranha constatação para os admiradores do poeta: "A maior parte do espólio pessoano está em ‘prosa’", diz a introdução. Ou seja, aqui vai-se além do Livro do Desassossego, rumo a "escritos sociopolíticos, filosóficos, esotéricos, epistolares, teóricos". Há alguns mais conhecidos, como a carta a João Gaspar Simões sobre a génese dos heterónimos, outros mais divertidos, como aforismos ou cartas a Ofélia, mas também há surpresas, até para os mais conhecedores — é o caso da "Crónica Decorativa", um bom pretexto para embarcar nesta nova forma de "experimentar" Pessoa. "Lembro-me de ter relido o texto de Fernando Pessoa: ‘Organizar’, e de ter sido incapaz de não sorrir: ‘Todo o pensador de sistemas fixos, todo o organizador de conjuntos definidos, sofre fatalmente desilusões, quando não desastres. Em toda a organização prática há pois que contar com o inesperado e indefinido da vida.’ […] Pessoa não só escreveu poesia e prosa (em português, inglês e francês), como discutiu sobre ‘as duas formas da palavra escrita’, considerando a primeira própria de uma maior inadaptação ao ambiente, como o afirma num texto inédito que começa: ‘A writer is either essentially a prose writer, or a poet, or a combination of the two.’" "Jerónimo Pizarro, Introdução"
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 212
Sinopse:
Edward Bernays estabeleceu as bases para aquilo a que chamamos marketing político. Recorreu à palavra "propaganda", criada pela Igreja Católica e entretanto desacreditada, para definir o modo como "um governo invisível manipula as nossas mentes, gostos e ideias." É esse o mecanismo oculto que o propagandista analisa e com o qual trabalha. Sobrinho de Sigmund Freud, Bernays soube ler como ninguém todos os modos de manipulação de massas e este livro tornou-se a bíblia do conselho em relações públicas, definição inventada pelo próprio. Foi ele também o criador de ferramentas hoje comuns na comunicação política e empresarial como o target mailing e o product placement. O mais reputado guru da comunicação em Portugal, Luís Paixão Martins, traduziu e organizou esta edição especial, dedicando à figura de Bernays, profeta dos propagandistas (no melhor sentido da palavra), um extenso ensaio inicial.
Nº Páginas: 212
Sinopse:
Edward Bernays estabeleceu as bases para aquilo a que chamamos marketing político. Recorreu à palavra "propaganda", criada pela Igreja Católica e entretanto desacreditada, para definir o modo como "um governo invisível manipula as nossas mentes, gostos e ideias." É esse o mecanismo oculto que o propagandista analisa e com o qual trabalha. Sobrinho de Sigmund Freud, Bernays soube ler como ninguém todos os modos de manipulação de massas e este livro tornou-se a bíblia do conselho em relações públicas, definição inventada pelo próprio. Foi ele também o criador de ferramentas hoje comuns na comunicação política e empresarial como o target mailing e o product placement. O mais reputado guru da comunicação em Portugal, Luís Paixão Martins, traduziu e organizou esta edição especial, dedicando à figura de Bernays, profeta dos propagandistas (no melhor sentido da palavra), um extenso ensaio inicial.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Vai por ti, pelo vizinho, pela amiga, pelo outro, pelo cão, pelo gato, pelo pássaro, pela árvore, pelo céu, pela montanha, pela chuva, pelo frio, pelo vento. Vai pelo verso, pelo romance, pela criação do momento, pela página, pelas letras, pelas folhas, pela aldeia, pela praia, pelo mundo. Vai pela vida. Pela tua. Neste livro-caderno, o autor bestseller Pedro Chagas Freitas continua a inspirar-nos com frases apaixonantes e convida agora os seus leitores a colocarem no papel os seus próprios pensamentos. Tudo acontece quando desistimos de ser perfeitos
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Vai por ti, pelo vizinho, pela amiga, pelo outro, pelo cão, pelo gato, pelo pássaro, pela árvore, pelo céu, pela montanha, pela chuva, pelo frio, pelo vento. Vai pelo verso, pelo romance, pela criação do momento, pela página, pelas letras, pelas folhas, pela aldeia, pela praia, pelo mundo. Vai pela vida. Pela tua. Neste livro-caderno, o autor bestseller Pedro Chagas Freitas continua a inspirar-nos com frases apaixonantes e convida agora os seus leitores a colocarem no papel os seus próprios pensamentos. Tudo acontece quando desistimos de ser perfeitos
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Com Prometeram-nos a Glória, Mario Escobar volta a assomar-se ao conflito bélico, da 2ª grande Guerra e ao horror do nazismo, sem deixar de lado temas como o valor da amizade, a recompensa pelas boas ações, ou a denúncia do monstro do populismo que varre as singularidades e criminaliza os povos.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Com Prometeram-nos a Glória, Mario Escobar volta a assomar-se ao conflito bélico, da 2ª grande Guerra e ao horror do nazismo, sem deixar de lado temas como o valor da amizade, a recompensa pelas boas ações, ou a denúncia do monstro do populismo que varre as singularidades e criminaliza os povos.
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Edição: Jun 2010
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Único romance completo (1947) que Vergílio Ferreira deixou inédito. A sua importância deriva de ser o primeiro romance de ideias, entre "Vagão J" e "Mudança". É um romance de temática hegeliana (a epígrafe é mesmo uma frase de Hegel), como será Mudança, em que é trabalhado o conflito entre o intelectual nãoactivo e não comprometido na transformação social do mundo, Sérgio, e Flávio, filho de um activista político, que deseja mudar a sociedade. Os dois vão-se confrontando ao longo de todo o romance, apesar de Sérgio ter acolhido e possibilitado a educação de Flávio depois de o pai deste ter passado à clandestinidade. É de notar no romance não só o que será o importante tema vergiliano do pai ausente e, aqui, substituído, como também a complexidade da figura de Sérgio que negativizado pelo racionalismo linear de Flávio, e sendo frequentemente inconsequente, é também generoso no afecto quase paternal para com este e antecipa o que virá a ser o "herói" existencialista a partir de "Mudança".
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Único romance completo (1947) que Vergílio Ferreira deixou inédito. A sua importância deriva de ser o primeiro romance de ideias, entre "Vagão J" e "Mudança". É um romance de temática hegeliana (a epígrafe é mesmo uma frase de Hegel), como será Mudança, em que é trabalhado o conflito entre o intelectual nãoactivo e não comprometido na transformação social do mundo, Sérgio, e Flávio, filho de um activista político, que deseja mudar a sociedade. Os dois vão-se confrontando ao longo de todo o romance, apesar de Sérgio ter acolhido e possibilitado a educação de Flávio depois de o pai deste ter passado à clandestinidade. É de notar no romance não só o que será o importante tema vergiliano do pai ausente e, aqui, substituído, como também a complexidade da figura de Sérgio que negativizado pelo racionalismo linear de Flávio, e sendo frequentemente inconsequente, é também generoso no afecto quase paternal para com este e antecipa o que virá a ser o "herói" existencialista a partir de "Mudança".
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Luc O’Donnell, infelizmente, é famoso. Bom... mais ou menos. Filho de duas estrelas de rock, Luc não aprecia a atenção que as revistas lhe dão. Com o pai outra vez na ribalta, ele está sob os holofotes e, ao ser publicada uma fotografia sua comprometedora nos jornais britânicos, a sua reputação, já prejudicada, ameaça arruinar-lhe a carreira em ascensão. Por isso, formula um plano: para limpar a imagem, só precisa de um namorado normal e bonzinho, e Oliver Blackwood é o mais normal e bonzinho que existe: é advogado, vegetariano e basicamente alérgico a qualquer tipo de escândalo. Noutras palavras, é o namorado perfeito. O problema é que, além de serem ambos gays, solteiros e precisarem de um acompanhante para um evento, Luc e Oliver nada têm em comum. A solução é fingirem que namoram, até que a poeira dos media assente. Mas o problema com os namoros a fingir é que podem parecer-se muito com os namoros a sério.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Luc O’Donnell, infelizmente, é famoso. Bom... mais ou menos. Filho de duas estrelas de rock, Luc não aprecia a atenção que as revistas lhe dão. Com o pai outra vez na ribalta, ele está sob os holofotes e, ao ser publicada uma fotografia sua comprometedora nos jornais britânicos, a sua reputação, já prejudicada, ameaça arruinar-lhe a carreira em ascensão. Por isso, formula um plano: para limpar a imagem, só precisa de um namorado normal e bonzinho, e Oliver Blackwood é o mais normal e bonzinho que existe: é advogado, vegetariano e basicamente alérgico a qualquer tipo de escândalo. Noutras palavras, é o namorado perfeito. O problema é que, além de serem ambos gays, solteiros e precisarem de um acompanhante para um evento, Luc e Oliver nada têm em comum. A solução é fingirem que namoram, até que a poeira dos media assente. Mas o problema com os namoros a fingir é que podem parecer-se muito com os namoros a sério.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Em cada vida salva, um pequeno ato de rebelião… 1933. Angelo Bianco chega a Florença e é recebido pela família de Eva Rosselli. Os dois crescem juntos, ele católico, ela judia. Com o passar dos anos, a amizade que os une torna-se num amor impossível que desafia as crenças de ambos. Mas Angelo sabe que tem de seguir a sua vocação. Agora, dez anos depois, Angelo é um padre católico e Eva está em risco de ser deportada, e precisa da sua ajuda. Após a chegada da Gestapo, Angelo esconde Eva num convento, onde muitos judeus estão a ser protegidos pela Igreja. Até que chega o dia em que nem o Vaticano consegue enfrentar os nazis. Com a guerra e a morte iminentes, Angelo e Eva ajudam aqueles que foram despojados de tudo, colocando as suas vidas em risco todos os dias. E é ao tentar o destino e a sorte, que Angelo enfrenta a decisão mais difícil de todas para proteger a mulher que sempre amou. … em cada luta, um ato de humanidade.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Em cada vida salva, um pequeno ato de rebelião… 1933. Angelo Bianco chega a Florença e é recebido pela família de Eva Rosselli. Os dois crescem juntos, ele católico, ela judia. Com o passar dos anos, a amizade que os une torna-se num amor impossível que desafia as crenças de ambos. Mas Angelo sabe que tem de seguir a sua vocação. Agora, dez anos depois, Angelo é um padre católico e Eva está em risco de ser deportada, e precisa da sua ajuda. Após a chegada da Gestapo, Angelo esconde Eva num convento, onde muitos judeus estão a ser protegidos pela Igreja. Até que chega o dia em que nem o Vaticano consegue enfrentar os nazis. Com a guerra e a morte iminentes, Angelo e Eva ajudam aqueles que foram despojados de tudo, colocando as suas vidas em risco todos os dias. E é ao tentar o destino e a sorte, que Angelo enfrenta a decisão mais difícil de todas para proteger a mulher que sempre amou. … em cada luta, um ato de humanidade.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Eles estão a observar-nos. Sabem que estamos a ler estas palavras. Os governos e centenas de companhias espiam-nos, e a todas as pessoas que conhecemos. A cada minuto do dia. Sem a nossa autorização, ou mesmo sem que disso tenhamos consciência, estão a registar a nossa localização, os nossos gostos, os nossos relacionamentos, os nossos medos, o nosso historial médico e a partilhar tudo isto entre eles. Reivindicar a nossa privacidade é a única maneira de podermos retomar o controlo das nossas vidas e das nossas sociedades. Os governos e as companhias detêm demasiado poder, e esse poder tem origem em nós - nos nossos dados. A privacidade é tanto coletiva como pessoal, e chegou o momento de recuperarmos o controlo sobre ela. Um bom conto - segundo Hemingway - deve ser como um icebergue: o que se vê é sempre menos do que aquilo que se mantém oculto debaixo de água e que é o que dá densidade, mistério, força e significado ao que flutua à superfície. Os contos deste livro cumprem cabalmente esta premissa.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Eles estão a observar-nos. Sabem que estamos a ler estas palavras. Os governos e centenas de companhias espiam-nos, e a todas as pessoas que conhecemos. A cada minuto do dia. Sem a nossa autorização, ou mesmo sem que disso tenhamos consciência, estão a registar a nossa localização, os nossos gostos, os nossos relacionamentos, os nossos medos, o nosso historial médico e a partilhar tudo isto entre eles. Reivindicar a nossa privacidade é a única maneira de podermos retomar o controlo das nossas vidas e das nossas sociedades. Os governos e as companhias detêm demasiado poder, e esse poder tem origem em nós - nos nossos dados. A privacidade é tanto coletiva como pessoal, e chegou o momento de recuperarmos o controlo sobre ela. Um bom conto - segundo Hemingway - deve ser como um icebergue: o que se vê é sempre menos do que aquilo que se mantém oculto debaixo de água e que é o que dá densidade, mistério, força e significado ao que flutua à superfície. Os contos deste livro cumprem cabalmente esta premissa.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Da Grande Guerra aos conflitos da descolonização, Prisioneiros de Guerras revela um conjunto surpreendente de situações em que portugueses (civis e militares, voluntários e conscritos, com algumas memórias de cativeiro mais dolorosas) foram capturados: dos campos berberes na Guerra do Rif aos stalag alemães da Segunda Guerra Mundial, das prisões franquistas na Guerra Civil de Espanha aos cárceres privados de milícias timorenses em 1975, entre outros casos. Partindo da evocação do Centenário da Primeira Guerra Mundial e da Batalha de La Lys, a qual deu origem à maior captura em massa de soldados portugueses no século XX, este livro percorre vários conflitos e uma grande diversidade de experiências de cativeiro. Com o contributo de especialistas nacionais e internacionais, estas histórias vão revelando como as convenções internacionais que regulam o estatuto dos combatentes capturados estiveram quase sempre um passo atrás das realidades complexas criadas pelas guerras modernas, e como foi evoluindo esta categoria à luz do direito internacional e da historiografia militar.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Da Grande Guerra aos conflitos da descolonização, Prisioneiros de Guerras revela um conjunto surpreendente de situações em que portugueses (civis e militares, voluntários e conscritos, com algumas memórias de cativeiro mais dolorosas) foram capturados: dos campos berberes na Guerra do Rif aos stalag alemães da Segunda Guerra Mundial, das prisões franquistas na Guerra Civil de Espanha aos cárceres privados de milícias timorenses em 1975, entre outros casos. Partindo da evocação do Centenário da Primeira Guerra Mundial e da Batalha de La Lys, a qual deu origem à maior captura em massa de soldados portugueses no século XX, este livro percorre vários conflitos e uma grande diversidade de experiências de cativeiro. Com o contributo de especialistas nacionais e internacionais, estas histórias vão revelando como as convenções internacionais que regulam o estatuto dos combatentes capturados estiveram quase sempre um passo atrás das realidades complexas criadas pelas guerras modernas, e como foi evoluindo esta categoria à luz do direito internacional e da historiografia militar.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos os líderes mundiais enfrentam limitações geográficas. As suas decisões são condicionadas por montanhas, rios, mares e betão. Para compreender o que abala o mundo, é necessário possuir conhecimento das ideias, movimentos e povos - mas sem um conhecimento sólido de geografia, nunca conseguiremos abarcar a totalidade dos eventos. Se alguma vez se questionou sobre a razão de Putin ter uma obsessão pela Crimeia, de a paz parecer impossível no Médio Oriente, de os EUA entrarem em tantos conflitos armados ou de o poder da China continuar a crescer em todo o mundo, irá encontrar essas e muitas outras respostas neste livro. Em dez capítulos que cobrem Rússia, China, EUA, América Latina, Médio Oriente, África, Índia e Paquistão, Europa, Japão, Coreias e o Ártico, o autor faz uso de mapas, ensaios e da sua longa experiência de viagens pelo globo para oferecer uma perspetiva do passado, presente e futuro, ajudando-nos a descobrir como a geografia é um fator tão determinante para a história do mundo.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos os líderes mundiais enfrentam limitações geográficas. As suas decisões são condicionadas por montanhas, rios, mares e betão. Para compreender o que abala o mundo, é necessário possuir conhecimento das ideias, movimentos e povos - mas sem um conhecimento sólido de geografia, nunca conseguiremos abarcar a totalidade dos eventos. Se alguma vez se questionou sobre a razão de Putin ter uma obsessão pela Crimeia, de a paz parecer impossível no Médio Oriente, de os EUA entrarem em tantos conflitos armados ou de o poder da China continuar a crescer em todo o mundo, irá encontrar essas e muitas outras respostas neste livro. Em dez capítulos que cobrem Rússia, China, EUA, América Latina, Médio Oriente, África, Índia e Paquistão, Europa, Japão, Coreias e o Ártico, o autor faz uso de mapas, ensaios e da sua longa experiência de viagens pelo globo para oferecer uma perspetiva do passado, presente e futuro, ajudando-nos a descobrir como a geografia é um fator tão determinante para a história do mundo.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Um pai que se dirige à filha e lhe conta a sua história, que é a história de ambos, revelando distâncias e aproximando-se por causa disso, numa entrega sincera e emocional. Uma viagem até aos confins do mundo, até ao Vietname e Camboja, até ao território que antigamente se designava como Cochinchina, para encontrar e perceber aquilo que está mais perto de nós, aquilo que nos habita. Um pai que ergue muros de silêncio, uma mãe que faz arco-íris de música, uma criada quase tão velha como o Mundo, um amigo que veste roupas de mulher, uma amante que carrega sabores e perfumes proibidos. São estas algumas das inesquecíveis personagens que rodeiam este homem que se dirige à filha, que testemunham - ou dificultam - essa procura do amor mais incondicional. Uma busca que nos leva a todos a chegar tão longe, para lá de longe, para nos depararmos connosco, com as nossas relações mais próximas, com os nossos erros, com as nossas paixões, com as nossas dores e, ao somar tudo isto, entre sofrimento e júbilo, encontrar talvez felicidade.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Um pai que se dirige à filha e lhe conta a sua história, que é a história de ambos, revelando distâncias e aproximando-se por causa disso, numa entrega sincera e emocional. Uma viagem até aos confins do mundo, até ao Vietname e Camboja, até ao território que antigamente se designava como Cochinchina, para encontrar e perceber aquilo que está mais perto de nós, aquilo que nos habita. Um pai que ergue muros de silêncio, uma mãe que faz arco-íris de música, uma criada quase tão velha como o Mundo, um amigo que veste roupas de mulher, uma amante que carrega sabores e perfumes proibidos. São estas algumas das inesquecíveis personagens que rodeiam este homem que se dirige à filha, que testemunham - ou dificultam - essa procura do amor mais incondicional. Uma busca que nos leva a todos a chegar tão longe, para lá de longe, para nos depararmos connosco, com as nossas relações mais próximas, com os nossos erros, com as nossas paixões, com as nossas dores e, ao somar tudo isto, entre sofrimento e júbilo, encontrar talvez felicidade.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A vida e obra de alguns dos mais fascinantes e inspiradores médicos da História Na medicina sempre existiram pessoas que se dedicaram ao próximo de forma abnegada, sem outro desejo que não o de melhorar a sua arte, dando apoio nas horas mais terríveis de qualquer ser humano, como a falta de saúde e o sofrimento físico, psicológico e social. Entre este incontável número de pessoas extraordinárias, sobressaíram algumas que adicionaram à arte médica outras faces do prisma complexo que é o ser humano. E que foram, para além disso, mestres na pintura, escultura, poesia, música, literatura, política, filosofia, história ou na defesa intransigente e corajosa dos direitos humanos. São verdadeiros príncipes, que representam exemplos a analisar, admirar e seguir. Neste livro, Mário Cordeiro conta o percurso de vida de alguns destes "Príncipes da Medicina" desde a Antiguidade até aos nossos dias. Conheça um pouco mais da vida deste conjunto de pessoas extraordinárias cujo legado permanece até aos dias de hoje.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A vida e obra de alguns dos mais fascinantes e inspiradores médicos da História Na medicina sempre existiram pessoas que se dedicaram ao próximo de forma abnegada, sem outro desejo que não o de melhorar a sua arte, dando apoio nas horas mais terríveis de qualquer ser humano, como a falta de saúde e o sofrimento físico, psicológico e social. Entre este incontável número de pessoas extraordinárias, sobressaíram algumas que adicionaram à arte médica outras faces do prisma complexo que é o ser humano. E que foram, para além disso, mestres na pintura, escultura, poesia, música, literatura, política, filosofia, história ou na defesa intransigente e corajosa dos direitos humanos. São verdadeiros príncipes, que representam exemplos a analisar, admirar e seguir. Neste livro, Mário Cordeiro conta o percurso de vida de alguns destes "Príncipes da Medicina" desde a Antiguidade até aos nossos dias. Conheça um pouco mais da vida deste conjunto de pessoas extraordinárias cujo legado permanece até aos dias de hoje.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Sam e Kate conheceram-se muito novos e após viverem um idílico amor, que para eles ultrapassou tudo, formaram família e foram muito felizes...até que algo inesperado aconteceu. "Príncipes (Des)Encantados" demonstrará que as segundas oportunidades existem, sobretudo, se realmente amamos de todo o coração. Um romance na mesma linha dos livros "Alguém Como Tu", "Deixa-te Levar" e "O Teu Aroma a Pêssego".
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Sam e Kate conheceram-se muito novos e após viverem um idílico amor, que para eles ultrapassou tudo, formaram família e foram muito felizes...até que algo inesperado aconteceu. "Príncipes (Des)Encantados" demonstrará que as segundas oportunidades existem, sobretudo, se realmente amamos de todo o coração. Um romance na mesma linha dos livros "Alguém Como Tu", "Deixa-te Levar" e "O Teu Aroma a Pêssego".
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Este livro marca o início da coleção Obras de Eugénio de Andrade no catálogo da Assírio & Alvim. A obra do autor inicia-se em 1942 com "Adolescente", livro que acaba por renegar, tal como "Pureza", de 1945. Desses dois livros faz mais tarde uma breve seleção intitulada "Primeiros Poemas", que integra a presente edição. "As Mãos e os Frutos" é publicado em 1948 tendo merecido críticas elogiosas de Vitorino Nemésio, Jorge de Sena e Eduardo Lourenço, entre outros. Dois anos mais tarde, Eugénio publica "Os Amantes sem Dinheiro", um livro notável e central na sua obra poética. Nas palavras de Gastão Cruz, no seu prefácio, "A poesia de Eugénio de Andrade criou, para dele falar, uma linguagem que é, simultaneamente, simples e espessa, eufórica e trágica, direta e metafórica. A sábia dosagem destes elementos afastou-a completamente dos perigos de uma aproximação excessiva do real prosaico e vulgar que tem inquinado tanta pretensa poesia, dita do quotidiano e "da experiência", e avessa à metáfora."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Este livro marca o início da coleção Obras de Eugénio de Andrade no catálogo da Assírio & Alvim. A obra do autor inicia-se em 1942 com "Adolescente", livro que acaba por renegar, tal como "Pureza", de 1945. Desses dois livros faz mais tarde uma breve seleção intitulada "Primeiros Poemas", que integra a presente edição. "As Mãos e os Frutos" é publicado em 1948 tendo merecido críticas elogiosas de Vitorino Nemésio, Jorge de Sena e Eduardo Lourenço, entre outros. Dois anos mais tarde, Eugénio publica "Os Amantes sem Dinheiro", um livro notável e central na sua obra poética. Nas palavras de Gastão Cruz, no seu prefácio, "A poesia de Eugénio de Andrade criou, para dele falar, uma linguagem que é, simultaneamente, simples e espessa, eufórica e trágica, direta e metafórica. A sábia dosagem destes elementos afastou-a completamente dos perigos de uma aproximação excessiva do real prosaico e vulgar que tem inquinado tanta pretensa poesia, dita do quotidiano e "da experiência", e avessa à metáfora."
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O ano de 1914 viu nascer um novo tipo de guerra e um novo tipo de mundo. O que começou por ser uma corrida às riquezas imperiais converteu-se num banho de sangue inesperadamente industrializado, cujos despojos revelaram-se totalmente desprovidos de valor. Nesta obra, Norman Stone destila uma vida de escrita, reflexão e debate para reenquadrar a tragédia fundamental do século XX.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O ano de 1914 viu nascer um novo tipo de guerra e um novo tipo de mundo. O que começou por ser uma corrida às riquezas imperiais converteu-se num banho de sangue inesperadamente industrializado, cujos despojos revelaram-se totalmente desprovidos de valor. Nesta obra, Norman Stone destila uma vida de escrita, reflexão e debate para reenquadrar a tragédia fundamental do século XX.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas palavras de Perfecto E. Cuadrado, no posfácio que escreveu para esta edição, "¿A primeira edição de "Primavera autónoma das estradas" apareceu na Assírio & Alvim em 1980. Passados vinte e cinco anos, o autor fez a revisão do texto para uma nova edição que só agora regressa definitivamente ao abrigo da mesma editora com que Mário acabaria "consubstanciando-se", como Álvaro de Campos dizia da relação de Alberto Caeiro com o (novo) paganismo. Mudou alguma coisa? Mudou, sim, apesar das afirmações joco-sérias de Mário quando em duas ou três cartas me jurava que "nunca tinha mudado uma única palavra" no percurso das edições sucessivas da sua obra poética."
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas palavras de Perfecto E. Cuadrado, no posfácio que escreveu para esta edição, "¿A primeira edição de "Primavera autónoma das estradas" apareceu na Assírio & Alvim em 1980. Passados vinte e cinco anos, o autor fez a revisão do texto para uma nova edição que só agora regressa definitivamente ao abrigo da mesma editora com que Mário acabaria "consubstanciando-se", como Álvaro de Campos dizia da relação de Alberto Caeiro com o (novo) paganismo. Mudou alguma coisa? Mudou, sim, apesar das afirmações joco-sérias de Mário quando em duas ou três cartas me jurava que "nunca tinha mudado uma única palavra" no percurso das edições sucessivas da sua obra poética."
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Este livro começa no tempo do arco da velha e termina nos nossos dias, passando, como não podia deixar de ser, pelos papas de Avinhão e pela dinastia filipina. Nestas histórias do mundo poderá descobrir como funcionou o tráfico de relíquias, o que se propuseram fazer as 95 teses de Lutero, qual foi o papel de Ana de Áustria, infanta de Portugal e Espanha, na formação do rei Luís XIV, a invenção do para-raios por Benjamin Franklin e surpreender-se com a pontualidade do filósofo Immanuel Kant.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Este livro começa no tempo do arco da velha e termina nos nossos dias, passando, como não podia deixar de ser, pelos papas de Avinhão e pela dinastia filipina. Nestas histórias do mundo poderá descobrir como funcionou o tráfico de relíquias, o que se propuseram fazer as 95 teses de Lutero, qual foi o papel de Ana de Áustria, infanta de Portugal e Espanha, na formação do rei Luís XIV, a invenção do para-raios por Benjamin Franklin e surpreender-se com a pontualidade do filósofo Immanuel Kant.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Nunca devíamos confiar… Sophia Dazzo era uma das manequins mais requisitadas da Europa, até que um escândalo com drogas a obrigou a abandonar a carreira. Após um internamento psiquiátrico, onde teve sonhos obsessivos com Leonard Claus - um dos atores mais cobiçados do planeta - Sophia recebe uma proposta irrecusável para trabalhar como maquilhadora em Los Angeles. Manipulada pela irmã gémea, Beatrice, depressa se vê envolvida com o homem dos seus sonhos e cercada de mediatismo, luxúria e paparazzi - tudo aquilo que tinha deixado para trás. Regressar à ribalta implica um preço muito alto a pagar, com o seu passado a ameaçar vir à tona, bem como os segredos que tenta ocultar do mundo. Mas será Sophia realmente a vítima que acredita ser? Ou é uma vilã compulsiva e sem escrúpulos? E Leonard, que aparenta tanta confiança e competência… Será assim tão perfeito como as revistas o descrevem? Pretensão é um romance escaldante, sinuoso e envolvente, que nos demonstra o quão imperfeita… é a perfeição.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Nunca devíamos confiar… Sophia Dazzo era uma das manequins mais requisitadas da Europa, até que um escândalo com drogas a obrigou a abandonar a carreira. Após um internamento psiquiátrico, onde teve sonhos obsessivos com Leonard Claus - um dos atores mais cobiçados do planeta - Sophia recebe uma proposta irrecusável para trabalhar como maquilhadora em Los Angeles. Manipulada pela irmã gémea, Beatrice, depressa se vê envolvida com o homem dos seus sonhos e cercada de mediatismo, luxúria e paparazzi - tudo aquilo que tinha deixado para trás. Regressar à ribalta implica um preço muito alto a pagar, com o seu passado a ameaçar vir à tona, bem como os segredos que tenta ocultar do mundo. Mas será Sophia realmente a vítima que acredita ser? Ou é uma vilã compulsiva e sem escrúpulos? E Leonard, que aparenta tanta confiança e competência… Será assim tão perfeito como as revistas o descrevem? Pretensão é um romance escaldante, sinuoso e envolvente, que nos demonstra o quão imperfeita… é a perfeição.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Premiado com diversos prémios e unanimemente considerado um dos melhores romances editados em 2014, Preparação para a Próxima Vida é um testemunho implacável dos milhões de indivíduos que habitam as margens do sonho americano.Neste fulgurante livro de estreia, com o fôlego dos grandes clássicos norte-americanos, Atticus Lish oferece-nos o reverso da América do postal turístico: selvagem, luminosa, sórdida.Zou Lei é chinesa e vive hoje ilegalmente nos Estados Unidos. O seu sonho americano? Trabalha dezasseis horas por dia num restaurante chinês e vive num miserável apartamento arrendado. Brad Skinner regressou há pouco tempo do deserto do Iraque, mas não deixou a guerra para trás. Em Nova Iorque, assombrado pelos mortos e estropiados do outro lado do mundo, vê no álcool e nos medicamentos uma hipótese de fuga.Para este par de combatentes na linha da frente do quotidiano, o amor era uma impossibilidade — e ainda assim Skinner e Zou Lei aproximam-se, como se um pudesse curar o outro. Mas nenhum fantasma fica adormecido para sempre.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Premiado com diversos prémios e unanimemente considerado um dos melhores romances editados em 2014, Preparação para a Próxima Vida é um testemunho implacável dos milhões de indivíduos que habitam as margens do sonho americano.Neste fulgurante livro de estreia, com o fôlego dos grandes clássicos norte-americanos, Atticus Lish oferece-nos o reverso da América do postal turístico: selvagem, luminosa, sórdida.Zou Lei é chinesa e vive hoje ilegalmente nos Estados Unidos. O seu sonho americano? Trabalha dezasseis horas por dia num restaurante chinês e vive num miserável apartamento arrendado. Brad Skinner regressou há pouco tempo do deserto do Iraque, mas não deixou a guerra para trás. Em Nova Iorque, assombrado pelos mortos e estropiados do outro lado do mundo, vê no álcool e nos medicamentos uma hipótese de fuga.Para este par de combatentes na linha da frente do quotidiano, o amor era uma impossibilidade — e ainda assim Skinner e Zou Lei aproximam-se, como se um pudesse curar o outro. Mas nenhum fantasma fica adormecido para sempre.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Tendo como pano de fundo Rio dos Anjos, uma pequena aldeia condenada a ficar submersa pelas águas de uma futura barragem, cinco narradores falam de si, do passado, do presente e do futuro, inundado de ausência. Através dos seus testemunhos, vai-se construindo um panorama de amor, ciúme, traição e vingança, à medida que a aldeia caminha para um fim inevitável. "São raros os escritores que, como a autora de O Prenúncio das Águas, detêm uma extraordinária fluência discursiva aliada a uma poderosa imaginação criadora, "viciando" o leitor nos jogos da paixão, do ciúme e da vingança. Em fundo, um universo ficcional onde o fantástico e o real se entrelaçam. Como ponte entre ambos, a complexidade simbólica da água: fonte de vida, centro de amor, agente de morte. Canto do cisne de uma aldeia real e mítica, luz que brilhará para sempre no fundo das águas." TERESA MARTINS MARQUES
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Tendo como pano de fundo Rio dos Anjos, uma pequena aldeia condenada a ficar submersa pelas águas de uma futura barragem, cinco narradores falam de si, do passado, do presente e do futuro, inundado de ausência. Através dos seus testemunhos, vai-se construindo um panorama de amor, ciúme, traição e vingança, à medida que a aldeia caminha para um fim inevitável. "São raros os escritores que, como a autora de O Prenúncio das Águas, detêm uma extraordinária fluência discursiva aliada a uma poderosa imaginação criadora, "viciando" o leitor nos jogos da paixão, do ciúme e da vingança. Em fundo, um universo ficcional onde o fantástico e o real se entrelaçam. Como ponte entre ambos, a complexidade simbólica da água: fonte de vida, centro de amor, agente de morte. Canto do cisne de uma aldeia real e mítica, luz que brilhará para sempre no fundo das águas." TERESA MARTINS MARQUES
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Edição: Dez 2013
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Predadores é um retrato contundente e brutal de 30 anos da história de Angola, de 1974 -ano que antecede a independência - a 2004. É sobretudo uma crítica à nova burguesia angolana que se formou após a independência do país, aqui personificada pelo ambicioso Vladimiro Caposso. Caposso, nascido José, de origem humilde e inicialmente avesso à política, foi capaz de modificar toda a sua vida, inventar um passado, um novo nome e até mesmo um novo pai para subir na escala social. Pepetela, através deste personagem, mostra os meios lícitos e ilícitos utilizados para conquistar o que se deseja, fora da vontade colectiva.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Predadores é um retrato contundente e brutal de 30 anos da história de Angola, de 1974 -ano que antecede a independência - a 2004. É sobretudo uma crítica à nova burguesia angolana que se formou após a independência do país, aqui personificada pelo ambicioso Vladimiro Caposso. Caposso, nascido José, de origem humilde e inicialmente avesso à política, foi capaz de modificar toda a sua vida, inventar um passado, um novo nome e até mesmo um novo pai para subir na escala social. Pepetela, através deste personagem, mostra os meios lícitos e ilícitos utilizados para conquistar o que se deseja, fora da vontade colectiva.
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Edição: Jul 2012
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Um livro sobre a família e a amizade, sobre uma mulher que tenta libertar-se do seu passado e o homem que a ajuda a vencer. Faith Madison é a imagem perfeita da nova-iorquina sofisticada. Loura, magra, cheia de estilo, há muito quem inveje a sua vida. Ultrapassou uma infância trágica e casou-se com um banqueiro, de quem tem duas filhas adultas. Viveu ao máximo o seu papel de mulher e mãe e desfrutou da boa vida que teve. Mas, ao longo de todos os seus passos, ocultou de todos um segredo, e até de si própria. Mas quando reencontra um velho amor, um amigo de infância que, juntamente com ela e o seu irmão, formavam "Os Três Mosqueteiros", tudo na sua vida vai ser questionado. O casamento de Faith está em crise, porque ela decidiu, contra a vontade do marido, ter uma carreira própria e voltar a estudar. E é na correspondência com Brad, que vive num casamento sem amor, que vai encontrar refúgio. E à medida que recuperam a sua ligação de infância, algo mais vai crescendo entre eles. Brad encontrará a coragem para tomar a decisão que devia ter tomado anos antes e também Faith será ousada e partilhará o segredo que traz consigo há tantos anos. Com uma visão extraordinária sobre a vida de maridos e mulheres, amantes e familiares, Danielle Steel conta-nos uma história comovente e sábia de segredos que nos ferem e escolham que nos saram - e das segundas oportunidades, que só uma vez na vida acontecem.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Um livro sobre a família e a amizade, sobre uma mulher que tenta libertar-se do seu passado e o homem que a ajuda a vencer. Faith Madison é a imagem perfeita da nova-iorquina sofisticada. Loura, magra, cheia de estilo, há muito quem inveje a sua vida. Ultrapassou uma infância trágica e casou-se com um banqueiro, de quem tem duas filhas adultas. Viveu ao máximo o seu papel de mulher e mãe e desfrutou da boa vida que teve. Mas, ao longo de todos os seus passos, ocultou de todos um segredo, e até de si própria. Mas quando reencontra um velho amor, um amigo de infância que, juntamente com ela e o seu irmão, formavam "Os Três Mosqueteiros", tudo na sua vida vai ser questionado. O casamento de Faith está em crise, porque ela decidiu, contra a vontade do marido, ter uma carreira própria e voltar a estudar. E é na correspondência com Brad, que vive num casamento sem amor, que vai encontrar refúgio. E à medida que recuperam a sua ligação de infância, algo mais vai crescendo entre eles. Brad encontrará a coragem para tomar a decisão que devia ter tomado anos antes e também Faith será ousada e partilhará o segredo que traz consigo há tantos anos. Com uma visão extraordinária sobre a vida de maridos e mulheres, amantes e familiares, Danielle Steel conta-nos uma história comovente e sábia de segredos que nos ferem e escolham que nos saram - e das segundas oportunidades, que só uma vez na vida acontecem.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Genny é a sensual viúva do charmoso empresário Max, um homem manipulador e impulsivo que utilizava a informação como arma nos seus jogos de intrigas diplomáticas e escândalos internacionais. E nem a família escapa à sua manipulação. Quando se apercebeu da intensa atração entre Genny e Sean, o seu braço-direito, Max propôs a ambos uma explosiva noite de prazer com consequências meticulosamente planeadas. Mas o que começou como uma noite de desejo rapidamente se transforma numa espiral de morte e suspeitas. Quem matou Max? Será Genny uma viúva inocente ou esconderá algo mais do que uma natureza intensamente erótica? O regresso dominador de Sean à sua vida leva-a a experimentar níveis inimagináveis de êxtase e a descobrir jogos eróticos sedutores, mas, como ela irá descobrir, há um preço a pagar pelo prazer impulsivo e pela submissão total…
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Genny é a sensual viúva do charmoso empresário Max, um homem manipulador e impulsivo que utilizava a informação como arma nos seus jogos de intrigas diplomáticas e escândalos internacionais. E nem a família escapa à sua manipulação. Quando se apercebeu da intensa atração entre Genny e Sean, o seu braço-direito, Max propôs a ambos uma explosiva noite de prazer com consequências meticulosamente planeadas. Mas o que começou como uma noite de desejo rapidamente se transforma numa espiral de morte e suspeitas. Quem matou Max? Será Genny uma viúva inocente ou esconderá algo mais do que uma natureza intensamente erótica? O regresso dominador de Sean à sua vida leva-a a experimentar níveis inimagináveis de êxtase e a descobrir jogos eróticos sedutores, mas, como ela irá descobrir, há um preço a pagar pelo prazer impulsivo e pela submissão total…
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