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Nº Páginas: 232
Sinopse:
A árvore das palavras é um retrato de Lourenço Marques, antes da guerra colonial e já depois do seu começo. É um livro sobre o fascínio de África e da cultura africana, sobre a mistura e o choque de culturas e também uma história perturbadora sobre o paraíso que se converte em pesadelo. Um livro mágico sobre a infância, à qual não se pode voltar, a não ser através do milagre da literatura. "A árvore das palavras inscreve-se entre as grandes obras da ficção contemporânea." Fábio Lucas, O Primeiro de Janeiro
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Ao longo de sete textos, Milan Kundera expõe a sua conceção pessoal do romance europeu - "A arte inspirada pelo riso de Deus". "O mundo das teorias não é o meu. Estas reflexões são as de um praticante. A obra de cada romancista contém uma visão implícita da história do romance, uma ideia do que é o romance. É essa ideia do romance, inerente aos meus romances, que fiz falar." A reflexão de Milan Kundera é uma permanente referência aos autores que servem de fundamento à sua "história pessoal do romance" - Kafka e Hermann Broch, mas também Rabelais, Cervantes, Sterne, Diderot, Flaubert, Tolstoi, Musil, Gombrowicz... A questionação empenhada que aqui se faz da obra de cada um deles constitui porventura um dos mais estimulantes ensaios publicados sobre as raízes e os caminhos possíveis da cultura europeia.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Em "A Arte de Viajar", Alain de Botton fala dos prazeres e desilusões de viajar. Tratando, entre outras coisas, de aeroportos, tapetes exóticos, romances de férias e minibares de hotel, este livro cheio de humor, surpreendente e provocador, revela as motivações escondidas, expectativas e complicações das nossas viagens por esse mundo fora. Acompanhando-o nesta viagem encontram-se escritores, artistas e pensadores que foram inspirados pela viagem em todas as suas formas: Gustave Flaubert, Edward Hopper, Baudelaire, Wordsworth, Van Gogh, Ruskin – todos eles preparados para nos darem as suas visões sobre o curioso negócio de viajar. O antídoto perfeito para aqueles guias que nos dizem que fazer quando lá chegarmos, "A Arte de Viajar" tenta explicar porque é que escolhemos tal sítio em primeiro lugar – e sugere, modestamente, como podemos aprender a ser mais felizes nas nossas viagens.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Especialmente destinado aos "tímidos de ambos os sexos" e escrito com uma razoável doze de humor, como convém nestas circunstâncias., este "Arte de Engatar", escrito em linguagem simples e acessível ao cidadão comum, é um manual de consulta fácil e (quase) obrigatória por parte daqueles que têm problemas comportamentais na área do relacionamento sexual.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Nenhuma pessoa sensata se interessa por moscas." Embora sejam elas o ponto de partida irónico utilizado pelo autor deste livro para observar o mundo com outros olhos. A meio caminho entre livro de memórias, lição de história natural e reflexão filosófica, "A Arte de Coleccionar Moscas" é uma surpreendente meditação sobre a felicidade: encantadora, contemplativa e cheia de humor. A partir da biografia do grande entomologista sueco René Malaise e da sua própria vida, Sjöberg fala da lentidão, da poesia da espera, do desejo de colecionar que compensa o caos da existência, do ambiente e de escritores como Chatwin, Kundera e D.H. Lawrence, também eles fascinados pelo colecionismo; porque, como acredita o autor, "no fundo, somos todos colecionadores de moscas, mesmo que não o saibamos".
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Sete inquietantes histórias inspiradas no imaginário da tradição portuguesa. O sete significa a perfeição e a abertura ao desconhecido. Os olhos de Deus e as cabeças do Diabo. É este o místico número de histórias narradas em "A Arte de Caçar Destinos", onde vidas normais são perturbadas pelo inexplicável e sobrenatural. Alberto S. Santos capta neste livro a essência da alma portuguesa que se preserva na tradição oral, nas festas dos ciclos agrários, nas práticas mágico-religiosas, onde o sagrado e o profano se unem para a salvação das almas. Entre de mansinho neste sedutor jogo de sombras, maldições ancestrais, poções mágicas, vidas interrompidas e caçadores de fados, e descubra o seu próprio destino. Nem sempre a vida é o que parece. Nem sempre está completamente nas nossas mãos. Com Prefácio de Fernando Alves e Posfácio de Germano Silva
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Polly Smith está a tentar sobreviver enquanto artista quando Oliver, seu amigo e mecenas, a convida a ir para casa do pai no Sul de França. Entusiasmada por poder fugir do frio e da chuva de Londres e do noivo monótono, Polly pede a sua certidão de nascimento para poder requerer um passaporte. Mas é aí que o seu mundo desaba: aquela que sempre pensou ser sua mãe é, na verdade, sua tia; a identidade do pai é desconhecida e até o seu próprio nome não está correcto. A sua "fuga" para o sol da estimulante da Riviera imprime uma nova vida à sua pintura, mas nem tudo corre bem na mansão onde está hospedada. O pai de Oliver foi forçado a abandonar a Inglaterra no meio de um escândalo e, apesar do sofisticado e cosmopolita grupo de amigos que o rodeia, está prestes a ser apanhado pelo seu passado. E, embora Polly se encontre no centro de uma teia de mentiras, o seu próprio futuro começa a tomar um novo e fascinante rumo...
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No início de mais um ano letivo, no conservatório de New England, o famoso maestro Benjamin Zander sentiu-se desanimado. Tinha 30 alunos à sua espera. Eram os melhores entre os melhores, mas o medo de falhar quase os paralisava. Benjamin sentou-se com mulher, Rosamund Stone Zander, e descobriram uma solução. No início da aula seguinte, ele disse aos alunos que daria a todos 20 valores. Em troca, teriam de escrever uma carta, com data do dia final do curso, a explicarem porque é que tinham merecido a nota mais alta. Foi um sucesso. Livres da angústia da nota (que os autores, na verdade, consideram uma ficção), os alunos imaginaram o que fazer para obter os 20 valores e revelaram-se mais criativos, aproveitando o curso como nenhuma outra turma o tinha feito até ali. Dar um 20 é uma das doze práticas absolutamente "fora da caixa" deste livro, um clássico moderno sobre a arte de criarmos novas possibilidades a nível pessoal e profissional. A união improvável entre um dos melhores maestros do mundo e uma coach de elite resultou num programa simples, cujo objetivo é mostrar-nos uma evidência: a nossa vida é em grande parte uma ficção criada por nós próprios e pela sociedade. Ora, se o que vivemos é como uma obra de ficção, podemos "reescrevê-la". E este livro mostra como estimular e usar a criatividade, aplicando-a à carreira e à vida pessoal. Casos reais de estudantes, gestores e músicos ilustram as 12 práticas revolucionárias. Entre elas A Regra Número 6, que tem vindo a transformar milhares de empresas pelo mundo fora.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Cinquenta anos de viagens celebrados por uma recolha de textos que formaram Paul Theroux enquanto leitor e enquanto viajante - um manual literário de viagem, um guia filosófico, uma antologia de grandes autores que viajaram, entre eles Theroux. A Arte da Viagem mostra toda a bagagem — espiritual ou física - que levaram e que trouxeram; os lugares por onde passaram ou nunca passaram; os prazeres e os sofrimentos do viajante, os paradoxos da viagem, a solidão, o anonimato, o encontro com estranhos; a estrada enquanto vida; as cidades, os comboios, as paisagens; a aventura; e a tradição, a política e a pornografia na viagem; o tempo e o amor na viagem; e a viagem enquanto transformação. Neste extraordinário tributo encontramos, entre muitos, textos de Vladimir Nabokov, Ernest Hemingway, Samuel Johnson, Evelyn Waugh, Mark Twain, Bruce Chatwin, Graham Greene, Anton Tchékhov — e, claro, o melhor de Paul Theroux.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
A guerra é intrínseca à condição humana. Sempre empreendida como método de conquista, dissuasão ou preponderância ideológica, os seus relatos e experiências ultrapassaram qualquer fronteira temporal. De todas as disciplinas que a estudaram, a literatura - de Sun Tzu a Clausewitz, de Vegécio a Maquiavel - tem sido a que legou as mais excecionais obras refletindo acerca dos conflitos, as suas dimensões e as consequências que ainda hoje podemos notar. O general Rafael Dávila Álvarez, com grande profundidade e dimensão intelectual, apresenta ao leitor esta nova arte da guerra moderna que não se centra apenas no próprio evento bélico, mas que também entra pelos seus ensinamentos e em todas as dimensões que convergem no seu desenvolvimento e na sua prática.
Nº Páginas: 166
Sinopse:
A Arte da Fuga é um livro sobre a intimidade, experiência emocional só possível com proximidade face a outro, partilha de sentimentos entre duas pessoas e maturidade construída ao longo de uma viagem. Nesta obra fala-se de afectos positivos e negativos, de comunicação clara e paradoxal, de espaços privados e de serviços psiquiátricos públicos.
Nº Páginas: 212
Sinopse:
No dia em que completa vinte e um anos, Lia, a bonita princesa de Vory, é transportada para a Terra para cumprir a missão para a qual foi treinada durante toda a sua vida: casar com o príncipe herdeiro do trono terrestre e, assim, assegurar a paz entre os planetas. Da autora da página do Facebook "A Mãe Imperfeita", que conta com mais de 50 mil seguidores, e do livro de grande êxito "Os Dez Mandamentos de uma Mãe Imperfeita".
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 176
Sinopse: Mais de 80 mapas e documentos, todos totalmente actualizados, lançam luz sobre as muitas origens da violência no Médio Oriente, uma entidade geopolítica que se estende da Turquia ao Iémen e do Egipto ao Irão: As raízes históricas dos conflitos actuais desde o colapso do Império Otomano. Os impasses políticos dos regimes autoritários e os excessos nacionalistas, islâmicos e sionistas. Petróleo, gás, água, terras: recursos estratégicos muito disputados. Os interesses e as estratégias das grandes potências da região. Nos conflitos do Médio Oriente, na Síria, no Iémen, no Iraque e em Israel-Palestina, está em jogo o destino de Estados, de povos e de sociedades civis, por vezes em frangalhos. Para que a estabilidade regional seja possível, é essencial compreender as origens da violência
Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 152
Sinopse: Solidão de Israel, o mais pungente livro de Bernard-Henri Lévy, é um impressionante ensaio escrito com emoção, cólera e razão, uma dramática meditação sobre o destino dos judeus e de Israel. O que se passou no 7 de Outubro de 2023? Que choque sentiu a alma judia perante o mais bárbaro pogrom depois do Holocausto? Estaremos perante mais uma etapa na guerra mundial contra as democracias? E que ligação há entre o assalto terrorista do Hamas e a guerra da Ucrânia? O facto é que, por trás do terror do Hamas, está o rosto do Irão, da Turquia, da Rússia de Putin, da China e do islamismo sunita. Face a esse ataque tem ou não Israel o direito a defender-se? «Sim, mas» «Sim, mas o contexto», responderão muitos profissionais da desculpa e do esquecimento, curiosamente da extrema-direita à extrema-esquerda. E é a esses de Lévy responde, com veemência e claríssima argumentação, que se conclui numa cruel constatação: se Israel perder uma guerra essa s
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 176
Sinopse: Atlas das Religiões, de Frank Tétart, é uma fascinante incursão pelas diferentes crenças e pelas suas dinâmicas com a identidade individual, o poder e a geopolítica. Neste atlas, há chaves para poder compreender vários conflitos actuais, pois, e contrariando a aparente secularização em curso nas sociedades desde o fim da Segunda Guerra Mundial, as religiões voltam a assumir um papel fundamental na identidade de muitos povos e indivíduos. Em bom rigor, o mundo é mais religioso em 2024 do que era em 1970. E a verdade é que as identidades religiosas são frequentemente mobilizadas pelos poderes políticos ou por grupos para acentuar quadros de conflito. Com mais de 120 mapas e infografias, o Atlas das Religiões, de Frank Tétart, analisa a génese das religiões e a geografia religiosa do mundo no século xxi, numa cartografia que realça a dimensão espacial dos fenómenos religiosos e dá sentido a acontecimentos recentes, como a expansão do islão jihadista
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 176
Sinopse: Este Atlas Histórico da Rússia leva-nos numa viagem que vai de Ivan III, «grão-príncipe de Moscovo e de toda a Rússia» no século XV,a Vladimir Putin,presidente cujo poder absoluto está a abalar a cena internacional. O leitor encontra aqui um balanço das transformações estruturais que a Rússia viveu e continua a viver.O Atlas Histórico da Rússia oferece-nos a história: Da Rússia imperial,uma potência em expansão desde o século XV, Da Rússia soviética,forjada sob uma imensa violência política e social,que ao mesmo tempo deu origem a um novo mundo urbano e industrial; Do período pós-soviético,que viu a Rússia,após um período de recuo e incerteza,tentar recuperar a sua antiga grandeza processo que continua até aos dias de hoje. O Atlas Histórico da Rússia,com mais de 90 mapas e infografias,apresenta a História da Rússia,com vários mapas revelando a projecção internacional da URSS nno quadro da divisão bipolar do mundo.No final, os
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 272
Sinopse: Um jovem estudante univ. regressa à sua ilha-natal para participar no funeral do seu avô Mariano. Enquanto aguarda pela cerimónia ele é testemunha de estranhas visitações na forma de pessoas e de cartas que lhe chegam do outro lado do mundo. São revelações de um universo dominado por uma espiritualidade que ele vai reaprendendo. À medida que se apercebe desse universo frágil e ameaçado, ele redescobre uma outra história para a sua própria vida e para a da sua terra. A pretexto do relato das extraordinárias peripécias que rodeiam o funeral, este romance de Mia Couto traduz, de uma forma a um tempo irónica e profundamente poética, a situação de conflito vivida por uma elite ambiciosa e culturalmente distanciada da maioria rural. Uma vez mais, a escrita de Mia Couto leva-nos para uma zona de fronteira entre diferentes racionalidades, onde perceções diversas do mundo se confrontam, dando conta do mosaico de culturas que é o seu país e das mudanças mais profundas
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 272
Sinopse: Era uma vez uma menina que pediu ao pai que fosse apanhar a lua para ela. O pai meteu-se num barco e remou para longe. Quando chegou à dobra do horizonte pôs-se em bicos de sonhos para alcançar as alturas. Segurou o astro com as duas mãos, com mil cuidados. O planeta era leve como uma baloa. Quando ele puxou para arrancar aquele fruto do céu se escutou um rebentamento. A lua se cintilhaçou em mil estrelinhações. O mar se encrispou, o barco se afundou, engolido num abismo. A praia se cobriu de prata, flocos de luar cobriram o areal. A menina se pôs a andar ao contrário de todas as direções, para lá e para além, recolhendo os peda-ços lunares. Olhou o horizonte e chamou: Pai! Então, se abriu uma fenda funda, a ferida de nascença da própria terra. Dos lábios dessa cicatriz se derramava sangue. A água sangrava? O sangue se aguava? E foi assim. Essa foi uma vez.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 228
Sinopse: Tudo indicava que aquela sedutora e ardilosa mulher não era assim tão inocente tudo exceto o seu coração cativo. Deveria ser uma tarefa fácil A única coisa que tinha de fazer era apanhar uma mulher bonita que violara a liberdade condicional e que nem sequer se incomodava em esconder-se. Mas o cínico caça-re - compensas Jack Dakota descobriria muito em breve que com M.J. OLeary nada seria fácil... e este caso também não. Alguém lhes prepara uma armadilha. De repente, encontravam-se algemados um ao ou - tro e tinham dois assassinos a soldo no seu encalce. Como se isso não bastasse, M.J. recusava-se a falar, inclusive depois de Jack encontrar um gigantesco diamante azul na sua mala.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: PERITO EM SEDUÇÃO - EMMA DARCY Antes de o escândalo atingir a estrela da sua série de televisão, o milionário Maximilian Hart afastou a bela e inocente Chloe dos jornalistas sensacionalistas. E haveria melhor esconderijo do que a sua mansão? Mas o plano do magnata não se limitava a proteger o seu investimento queria-a na sua cama! Ele afastara-a de um perigo, mas Chloe viu-se emersa noutro ainda maior: Max era o melhor, tanto nos negócios como na sedução. DIZ-LHE COM DIAMANTES - LUCY KING Aos trinta e cinco anos, Bella era uma perita em diamantes, mas continuava a faltar-lhe um no dedo anelar da mão esquerda. Pelo menos o seu negócio de joalharia era um êxito, e tinha um novo cliente muito interessante: nada mais, nada menos do que William Cameron, duque de Hawksley. Will era alto, moreno e tão atrativo que Bella tinha dificuldade em concentrar-se nas joias que lhe tinha levado. O mais surpreendente de tudo era que entre eles havia uma química muito especial
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 352
Sinopse: No dia mais quente do Verão de 1935, Briony Tallis, de 13 anos, vê a irmã Cecilia despir-se e mergulhar na fonte que existe no jardim da sua casa. Cecilia é também observada por Robbie Turner, um amigo de infância que, à semelhança da jovem, voltou há pouco tempo de Cambridge. Depois desse dia, a vida das três personagens mudará para sempre. Ao ultrapassarem uma fronteira que, à partida, nem sequer concebiam, Robbie e Cecilia tornam-se vítimas da imaginação da irmã mais nova. Briony terá presenciado mistérios e cometido um crime que procurará expiar ao longo de toda a sua vida. Expiação é, porventura, a melhor obra de Ian McEwan. Descrevendo de forma brilhante a infância, o amor e a guerra, a Inglaterra e a diferença de classes, contém no seu âmago uma exploração profunda e muito comovente da vergonha, da penitência e da dificuldade da absolvição.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: CHANTAGEM EMOCIONAL Georgie continuava apaixonada pelo ex-marido Jed, mas resignara-se a viver sozinha, porque tinha a certeza de que ele nunca poderia dar-lhe o que ela queria: amor. E ela tam - bém nunca poderia dar-lhe o que ele desejava: um filho. Mas Jed Lord conseguia sempre o que queria. E, nesse mo - mento, a única coisa que o preocupava era recuperar a sua esposa... e consegui-lo-ia, mesmo que para isso tivesse de chantageá-la. UM ACORDO COM O INIMIGO A artista Bryn Jones nunca tinha chegado a perdoar Ga - briel por ter mandado o seu pai para a prisão, fazendo com que a sua família se desmoronasse. Mas tinha forjado uma nova identidade afastada do escândalo e da desonra até que conseguiu a oportunidade de expor na prestigiada galeria londrina de DAngelo! O magnata internacional Gabriel DAngelo não podia es - quecer o olhar implacável que lhe tinha lançado do outro lado da sala de um tribunal. Agora a tentadora Bryn tinha voltado mas, desta vez, teria de
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 120
Sinopse: O livro Borbolet(r)as e suas Metá(foras)morfoses procura explorar a metamorfose do existencialismo pelas asas da imaginação. Nele figuram várias personagens ou eus poéticos, surgindo em diálogos, monólogos e interpelações dirigidas a um colectivo imaginado. Em diferentes camadas temáticas convivem elementos naturais carvalhos (Quercus), insectos, animais, rios, etc. que compõem o cenário simbólico onde a principal vocalização se dirige à Borbolet(r)a. Trata-se de uma voz poética situada no limiar: entre a dor e o esplendor, entre a queda e o voar, entre a pergunta e a epifania, resultando em 71 textos poéticos profundamente espirituais, meditativos ou simbólicos, com imagens que remetem para a natureza, o inconsciente ou o sagrado.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 104
Sinopse: Elogio da Leitura é um ensaio intemporal sobre o valor de se ler reflectidamente e o papel transformador que os livros podem ter na nossa vida. Publicado na revista La Renaissance latine em 1905 e, em 1906, como prefácio para a tradução do próprio Proust de Sesame and Lilies, de John Ruskin, o texto descreve as alegrias e desafios que a literatura oferece, assim como o poder que folhear um livro, sentir o seu aroma e lê-lo com verdadeiro prazer tem de moldar a nossa visão de nós mesmos, dos outros e do mundo, de acender debates e paixões, e de nos oferecer consolo nos dias mais difíceis. Considerado um dos mais belos textos de Proust, o autor leva-nos até à sua infância, aos dias de férias passados a ler, a reflectir e a aceder a experiências e a pensamentos que não os seus, levado pela imaginação para um caminho de enriquecimento e desenvolvimento.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 312
Sinopse: Dos autores bestsellers Ezra Klein e Derek Thompson, Abundância oferece uma visão transformadora para enfrentar os grandes desafios do nosso tempo. Traçar a história global do século XXI até agora é traçar uma história de crescente inacessibilidade e escassez. Após anos a recusar-se a construir habitações suficientes, todo o país enfrenta uma crise habitacional nacional. Passados anos de cortes na imigração, não temos trabalhadores suficientes. Depois de décadas de deslocalização da produção industrial, temos escassez de chips para automóveis e computadores. Apesar de décadas de alertas sobre as consequências das alterações climáticas, não construímos nada que se aproxime da infraestrutura de energia limpa de que precisamos. A crise que agora está a ganhar destaque vem a acumular-se há anos porque não temos construído o suficiente. O progresso requer a capacidade de ver promessas, em vez de apenas perigos, na criação de novas ideias e projetos e um instinto para projetar sistemas e instituições que tornem a construção possível. Num livro que explora como podemos passar de um liberalismo que não apenas protege e preserva, mas também constrói, Klein e Thompson traçam as barreiras políticas, económicas e culturais ao progresso e como podemos adotar uma mentalidade voltada para a abundância, e não para a escassez, para superá-las.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 312
Sinopse: A Biblioteca de Alexandria Marcado por uma intensa ironia, A Cidade e as Serras conta a história de Jacinto, herdeiro afortunado da antiga aristocracia rural portuguesa, cuja vida confortável e abastada em Paris é obrigado a deixar a fim de tratar de assuntos familiares num pequeno lugarejo em Portugal nas serranias do Douro. Entediado e infeliz na cidade grande, Jacinto entra em contacto com uma paisagem rústica e natural até então desconhecida, descobrindo um novo modo de vida, que decide experimentar. O livro está dividido em duas partes: a primeira, cómica, burlesca, é uma espécie de sátira que narra a vida de Jacinto em Paris, diante do avanço da civilização, do progresso, das novas tecnologias, da massificação dos centros urbanos e do seu próprio «grande vazio interior». A segunda apresenta o personagem tentando fixar-se a Tormes, em Portugal, onde ele encontra a verdadeira felicidade. Publicado depois da sua morte (e só parcialmente revisto pelo autor), A Cidade e as Serras é erradamente considerada uma obra «de segunda linha» de Eça de Queirós. Neste romance está presente, da primeira à última linha, o génio de Eça como ironista, paisagista, historiador do seu século europeu e criador de personagens eternizadas na grande literatura. Considerado um romance «menor» ao pé da grandiosidade operática de Os Maias, é uma amostra da inocência de Eça, da sua capacidade de rir, de amar e de redescobrir as alegrias simples do reencontro com a terra. Os episódios que decorrem no n.º 202 dos Campos Elísios, em Paris («a cidade»), a viagem de Jacinto e Zé Fernandes para o Douro, a chegada a Tormes e os desenvolvimentos da vida tranquila («as serras») constituem momentos únicos do infindável talento romanesco de Eça e da sua intuição como autor de mundos ficcionais que marcam a imaginação dos seus leitores e da dos que não o leram. «Cada frase que Eça de Queirós publicou tinha sido polida e temperada, cada cena da sua vasta obra múltipla foi imaginada com probidade. Ele define-se como realista, mas esse realismo não exclui o quimérico, o sardónico, o amargo e o piedoso. [] No último ano do século XIX, morreram em Paris dois homens de génio, Eça de Queirós e Oscar Wilde. Que eu saiba, nunca se conheceram, mas ter-se-iam entendido admiravelmente.» Jorge Luis Borges
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 0184
Sinopse: Ponto de chegada e ponto de partida da história recente de Portugal, o acontecimento-chave de 25 de Abril de 1974 teve autores, mas não pode nem deve ter donos, porque tanto mergulha nos sinais, energias e vozes que impulsionaram a rutura revolucionária no final do Estado Novo, como se prolonga no que projetou o país para lá de 1976 e abriu caminho a uma democracia consolidada e europeizada. Este livro oferece um olhar histórico sintético sobre Portugal nos 25 anos que decorreram entre o início das guerras de África, em 1961, e a entrada na CEE, em 1986, a partir de diferentes focos: a política, a sociedade, a economia, a cultura, os media, as mentalidades ou a posição no mundo. A complexidade da revolução de Abril justifica esta contextualização, importante para compreender os 50 anos de existência democrática e a situação atual do país.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 340
Sinopse: Um romance sobre silêncio, memória e responsabilidade e sobre o que acontece quando lembrar se torna um ato de justiça. No Hospital Colónia de Barbacena, onde o esquecimento foi política de Estado, Teresinha é internada grávida e sem defesa. Bernardo, um homem comum, recusa aceitar que o silêncio seja destino dos vivos. Separados por grades, papéis e escolhas irreversíveis, constroem uma ligação feita de cuidado, responsabilidade e promessa. Quando Bernardo parte em busca da filha de Teresinha levada ainda criança para longe da mãe , o romance atravessa cidades, países e tempos, revelando como a violência institucional não termina nos muros que a escondem: prolonga-se nos corpos e transforma a memória num registo que não se apaga. Um romance que confronta, comove e permanece muito depois da última página. Estive hoje num campo de concentração nazi. Em lugar nenhum do mundo preseciei uma tragédia como esta. Franco Basaglia, psiquiatra italiano,
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Martin Puchner conduz-nos numa viagem maravilhosa através dos tempos e à volta do globo, para nos revelar como a invenção da escrita, as histórias e a literatura moldaram o mundo atual. Analisando dezasseis textos fundamentais, selecionados a partir de um universo de mais de 4000 anos de literatura, da Ilíada a Harry Potter, demonstra-nos como a escrita conduziu à ascensão e queda de impérios e nações, ao surgimento de ideias filosóficas e políticas, e ao nascimento de crenças religiosas. Descobrimos Murasaki, uma japonesa do século XI que escreveu o primeiro grande romance da literatura mundial, O Romance do Genji, seguimos as aventuras de Miguel de Cervantes quando combate os piratas do mar e da literatura, acompanhamos Goethe na sua descoberta da literatura universal, na Sicília, e assistimos à influência crescente de O Manifesto Comunista. Puchner leva-nos a Troia, Pérgamo e à China, fala com o Prémio Nobel Derek Walcott nas Caraíbas e com Orhan Pamuk em Istambul, e apresenta-nos os artesãos da epopeia de tradição oral Sunjata, na África ocidental. Esta deliciosa narrativa também descreve os inventos — as técnicas de escrita, a prensa, o objeto livro — que moldaram povos, comércio e história. Martin Puchner mostra-nos como a escrita transformou o nosso planeta no mundo da literatura.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Harriet Burden é uma artista plástica consumida pela fúria. Sistematicamente menosprezada pelo meio intelectual nova-iorquino, Harriet decide levar a cabo uma experiência extrema a que chama Máscaras. Escondida por detrás de três identidades masculinas - três artistas que assumem a autoria do seu trabalho e o expõem -, ela tenciona revelar os preconceitos que imperam no mundo das artes.Pretende também desvendar os mecanismos da perceção humana e provar que ideias sobre sexo, raça e celebridade influenciam a maneira como olhamos para uma obra de arte. Mas a experiência vai longe de mais e o envolvimento da artista com a última das suas "máscaras" transforma-se num perigoso jogo psicológico de sedução e violência.Anos após a morte de Harriet, um professor universitário decide reconstituir os seus passos e reunir numa coletânea fragmentos dos diários dela, recensões críticas e testemunhos dos filhos, companheiro e amigos. Desta multiplicidade de vozes, que tantas vezes se contradizem entre si, começa a emergir a verdadeira história de Harriet Burden, uma mulher enigmática, maior do que a vida."O Mundo Ardente" é um puzzle complexo e rigoroso, irónico e lúdico, que o leitor vai montando de capítulo em capítulo, decifrando pistas e mistérios. Uma obra visceral, comovente e provocadora.
