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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Há 40.000 anos, não éramos a única espécie humana no mundo. Existiam igualmente os Hobbits (Homo floresiensis) na ilha das Flores, na Indonésia; os Denisovanos na Sibéria; o Homo luzonensis nas Filipinas; e o Neandertal no que é agora a Europa e partes da Eurásia. Neste livro, Tom Higham apresenta-nos a mais recente investigação científica que permitiu transformar o nosso conhecimento sobre a história humana. Aliando investigação arqueológica e novos métodos laboratoriais, o autor desvenda as mais recentes descobertas sobre estas espécies humanas e explora o que poderemos descobrir das suas ligações genéticas. Um relato envolvente do nosso conhecimento atual sobre as origens humanas que levanta novas e interessantes possibilidades - particularmente no que diz respeito ao contacto (se existiu) que estas outras espécies podem ter tido connosco antes da sua extinção.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Há 40.000 anos, não éramos a única espécie humana no mundo. Existiam igualmente os Hobbits (Homo floresiensis) na ilha das Flores, na Indonésia; os Denisovanos na Sibéria; o Homo luzonensis nas Filipinas; e o Neandertal no que é agora a Europa e partes da Eurásia. Neste livro, Tom Higham apresenta-nos a mais recente investigação científica que permitiu transformar o nosso conhecimento sobre a história humana. Aliando investigação arqueológica e novos métodos laboratoriais, o autor desvenda as mais recentes descobertas sobre estas espécies humanas e explora o que poderemos descobrir das suas ligações genéticas. Um relato envolvente do nosso conhecimento atual sobre as origens humanas que levanta novas e interessantes possibilidades - particularmente no que diz respeito ao contacto (se existiu) que estas outras espécies podem ter tido connosco antes da sua extinção.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Este livro é uma viagem ao Movimento que preparou e concretizou os eventos da madrugada do 25 de Abril, destinada aos que a viveram e aos que ainda não eram nascidos. Os autores ficaram conhecidos como "os cronistas da Revolução", com uma trilogia de livros sobre o Processo Revolucionário em Curso (PREC). Quatro décadas mais tarde, tanto a matéria registada nesta obra como o percurso dos seus autores merecem renovada atenção, reflexão e leitura. Por isso, o editor entendeu obrigatória a reedição desta já clássica - e, como tal, fatalmente actual - crónica da Revolução dos Cravos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Este livro é uma viagem ao Movimento que preparou e concretizou os eventos da madrugada do 25 de Abril, destinada aos que a viveram e aos que ainda não eram nascidos. Os autores ficaram conhecidos como "os cronistas da Revolução", com uma trilogia de livros sobre o Processo Revolucionário em Curso (PREC). Quatro décadas mais tarde, tanto a matéria registada nesta obra como o percurso dos seus autores merecem renovada atenção, reflexão e leitura. Por isso, o editor entendeu obrigatória a reedição desta já clássica - e, como tal, fatalmente actual - crónica da Revolução dos Cravos.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Minimalistas, fantásticas, provocadoras, estas quarenta e oito "histórias-clip" de Etgar Keret são outros tantos mergulhos num universo literário surpreendente. Escritas em estado de urgência, de respiração suspensa, elas brincam com a verosimilhança, fazem explodir as deixas esperadas, confundem pistas, e a sua temível brevidade só as torna mais aptas para abraçar o inquietante absurdo de um mundo à deriva. Etgar Keret, o escritor israelita mais insolente e salutar da sua geração, inventou uma escrita realmente singular: a da violência instantânea, quotidiana, que anda a par do seu antídoto - um punhado de valores sem os quais não poderemos falar de Humanidade.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Minimalistas, fantásticas, provocadoras, estas quarenta e oito "histórias-clip" de Etgar Keret são outros tantos mergulhos num universo literário surpreendente. Escritas em estado de urgência, de respiração suspensa, elas brincam com a verosimilhança, fazem explodir as deixas esperadas, confundem pistas, e a sua temível brevidade só as torna mais aptas para abraçar o inquietante absurdo de um mundo à deriva. Etgar Keret, o escritor israelita mais insolente e salutar da sua geração, inventou uma escrita realmente singular: a da violência instantânea, quotidiana, que anda a par do seu antídoto - um punhado de valores sem os quais não poderemos falar de Humanidade.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 386
Sinopse:
O inspector Harry Hole, da Brigada Anticrime de Oslo, é enviado numa missão a Sydney, na Austrália, para investigar um homicídio. Deve colaborar com as autoridades locais, mas tem instruções para se manter longe de sarilhos. A vítima é uma norueguesa de vinte e três anos, em tempos uma celebridade televisiva na Noruega. Harry não consegue ser um simples espectador e, à medida que se envolve na investigação, trava amizade com um dos detetives responsáveis pelo caso. Juntos percebem que estão a lidar com o último de vários homicídios por resolver, e o padrão diz-lhes que estão na presença de um psicopata que atua ao longo do país. Quando estão prestes a descobrir a identidade do assassino, Harry começa a temer que ninguém esteja a salvo, principalmente as pessoas envolvidas na investigação… e os seus receios transformam-se no seu mais profundo pesadelo!
Nº Páginas: 386
Sinopse:
O inspector Harry Hole, da Brigada Anticrime de Oslo, é enviado numa missão a Sydney, na Austrália, para investigar um homicídio. Deve colaborar com as autoridades locais, mas tem instruções para se manter longe de sarilhos. A vítima é uma norueguesa de vinte e três anos, em tempos uma celebridade televisiva na Noruega. Harry não consegue ser um simples espectador e, à medida que se envolve na investigação, trava amizade com um dos detetives responsáveis pelo caso. Juntos percebem que estão a lidar com o último de vários homicídios por resolver, e o padrão diz-lhes que estão na presença de um psicopata que atua ao longo do país. Quando estão prestes a descobrir a identidade do assassino, Harry começa a temer que ninguém esteja a salvo, principalmente as pessoas envolvidas na investigação… e os seus receios transformam-se no seu mais profundo pesadelo!
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Numa casa assombrada por memórias, o passado está presente em cada recanto... Quando a escuridão cai nas sinistras charnecas do Yorkshire, um homem preso numa tempestade de neve é forçado a abrigar-se no estranho e sombrio Monte dos Vendavais - um lugar que jamais irá esquecer.Aí, descobre a história dos acontecimentos tempestuosos que ocorreram anos antes: a saga da paixão avassaladora entre o órfão Heathcliff e Catherine Earnshaw que, apesar de terem crescido juntos, são cruelmente separados por diferenças sociais, pelo destino e pela intervenção de terceiros. Mas há a uni-los algo mais poderoso: uma paixão que tudo consome e que arrasa com o que se tenta intrometer entre eles. Até a própria morte...Poético, complexo e grandioso, O "Monte dos Vendavais" é a surpreendente história de um amor proibido que deixa um rasto de ira e vingança, que irá perdurar no tempo como uma maldição e afectar as vidas de todos em redor.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Numa casa assombrada por memórias, o passado está presente em cada recanto... Quando a escuridão cai nas sinistras charnecas do Yorkshire, um homem preso numa tempestade de neve é forçado a abrigar-se no estranho e sombrio Monte dos Vendavais - um lugar que jamais irá esquecer.Aí, descobre a história dos acontecimentos tempestuosos que ocorreram anos antes: a saga da paixão avassaladora entre o órfão Heathcliff e Catherine Earnshaw que, apesar de terem crescido juntos, são cruelmente separados por diferenças sociais, pelo destino e pela intervenção de terceiros. Mas há a uni-los algo mais poderoso: uma paixão que tudo consome e que arrasa com o que se tenta intrometer entre eles. Até a própria morte...Poético, complexo e grandioso, O "Monte dos Vendavais" é a surpreendente história de um amor proibido que deixa um rasto de ira e vingança, que irá perdurar no tempo como uma maldição e afectar as vidas de todos em redor.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Procura-se neste livro o rasto perdido de um rapaz quase anónimo que combateu por uma causa injusta e morreu do lado errado da História. Chamava-se Manuel Mena e em 1936, ao estalar a Guerra Civil de Espanha, alistou-se no exército de Franco; dois anos mais tarde morreu em combate durante a Batalha do Ebro, convertendo-se no herói oficial da sua família. Era o tio-avô de Javier Cercas, que até agora sempre tinha recusado indagar mais profundamente essa história familiar. O resultado da sua investigação é um romance absorvente, pleno de ação, de humor e de emoções, que nos coloca frente a alguns dos temas essenciais do trabalho narrativo do autor: a natureza radiante, poliédrica e misteriosa do heroísmo, a teimosa sobrevivência dos mortos e a dificuldade de lidar com o passado mais incómodo. Um regresso inesperado e deslumbrante ao tema da herança da Guerra Civil de Espanha, que Cercas tinha aberto anos antes com "Soldados de Salamina".
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Procura-se neste livro o rasto perdido de um rapaz quase anónimo que combateu por uma causa injusta e morreu do lado errado da História. Chamava-se Manuel Mena e em 1936, ao estalar a Guerra Civil de Espanha, alistou-se no exército de Franco; dois anos mais tarde morreu em combate durante a Batalha do Ebro, convertendo-se no herói oficial da sua família. Era o tio-avô de Javier Cercas, que até agora sempre tinha recusado indagar mais profundamente essa história familiar. O resultado da sua investigação é um romance absorvente, pleno de ação, de humor e de emoções, que nos coloca frente a alguns dos temas essenciais do trabalho narrativo do autor: a natureza radiante, poliédrica e misteriosa do heroísmo, a teimosa sobrevivência dos mortos e a dificuldade de lidar com o passado mais incómodo. Um regresso inesperado e deslumbrante ao tema da herança da Guerra Civil de Espanha, que Cercas tinha aberto anos antes com "Soldados de Salamina".
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Edição: Mar 2010
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Entretanto o miúdo cresceu, quer seja o que pregava pregos muito direitos numa tábua, quer o que engoliu os comprimidos do avô, quer o que se rebelou contra a humilhação das mangas curtas, quer os outros todos ou eu próprio, que não sei se fui cada um deles menos um, este que conta e tem tendência ora a efabular ora a querer ser tão verdadeiro que põe em dúvida o que de facto foi e até de si mesmo suspeita. Seja ele quem for, o certo é que o miúdo cresceu. E agora está aqui (mas ainda será ele?) a ver se consegue escrever um livro, sem saber o quê nem como. Pois que outro livro pode escrever-se? Vida de tantas vidas na tão curta vida."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Entretanto o miúdo cresceu, quer seja o que pregava pregos muito direitos numa tábua, quer o que engoliu os comprimidos do avô, quer o que se rebelou contra a humilhação das mangas curtas, quer os outros todos ou eu próprio, que não sei se fui cada um deles menos um, este que conta e tem tendência ora a efabular ora a querer ser tão verdadeiro que põe em dúvida o que de facto foi e até de si mesmo suspeita. Seja ele quem for, o certo é que o miúdo cresceu. E agora está aqui (mas ainda será ele?) a ver se consegue escrever um livro, sem saber o quê nem como. Pois que outro livro pode escrever-se? Vida de tantas vidas na tão curta vida."
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O momento crítico em que a inteligência artificial prevalecerá sobre a humana designa-se por "Singularidade tecnológica". Faz parte das novas buzzwords da futurologia contemporânea e a sua importância é sublinhada em numerosas previsões de gurus da tecnologia como Ray Kurzweil (chefe de projetos da Google) ou Nick Bostrom (da respeitável Universidade de Oxford). Alguns cientistas e investidores, como Stephen Hawking e Bill Gates, partilham estas perspetivas e manifestam a sua preocupação. Ameaça à humanidade e/ou promessa de uma "trans-humanidade", este novo milenarismo não para de se expandir. As máquinas irão tornar-se mais inteligentes e mais poderosas do que nós? Estará no nosso futuro uma cibersociedade de onde a humanidade será marginalizada? Ou conquistaremos uma forma de imortalidade transferindo o nosso espírito para supercomputadores?
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O momento crítico em que a inteligência artificial prevalecerá sobre a humana designa-se por "Singularidade tecnológica". Faz parte das novas buzzwords da futurologia contemporânea e a sua importância é sublinhada em numerosas previsões de gurus da tecnologia como Ray Kurzweil (chefe de projetos da Google) ou Nick Bostrom (da respeitável Universidade de Oxford). Alguns cientistas e investidores, como Stephen Hawking e Bill Gates, partilham estas perspetivas e manifestam a sua preocupação. Ameaça à humanidade e/ou promessa de uma "trans-humanidade", este novo milenarismo não para de se expandir. As máquinas irão tornar-se mais inteligentes e mais poderosas do que nós? Estará no nosso futuro uma cibersociedade de onde a humanidade será marginalizada? Ou conquistaremos uma forma de imortalidade transferindo o nosso espírito para supercomputadores?
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em viagem de Sintra para Lisboa, o médico Dr.*** e o escritor F… são interceptados por um grupo de quatro mascarados, que os sequestram. Encaminhados, de olhos cobertos, para um prédio misterioso, é apenas quando as suas vendas são retiradas que os dois amigos descobrem os contornos macabros do rapto de que foram alvo - aos seus pés encontra-se o cadáver de um estrangeiro. Quem será este homem e qual a sua história? Publicado inicialmente nas páginas do " Diário de Notícias ", entre julho e setembro de 1870, sob forma de cartas anónimas, e nesse mesmo ano com edição em livro, " O Mistério da Estrada de Sintra " foi resultado da colaboração de dois grandes mestres: Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão. É considerada a primeira narrativa policial da literatura portuguesa.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em viagem de Sintra para Lisboa, o médico Dr.*** e o escritor F… são interceptados por um grupo de quatro mascarados, que os sequestram. Encaminhados, de olhos cobertos, para um prédio misterioso, é apenas quando as suas vendas são retiradas que os dois amigos descobrem os contornos macabros do rapto de que foram alvo - aos seus pés encontra-se o cadáver de um estrangeiro. Quem será este homem e qual a sua história? Publicado inicialmente nas páginas do " Diário de Notícias ", entre julho e setembro de 1870, sob forma de cartas anónimas, e nesse mesmo ano com edição em livro, " O Mistério da Estrada de Sintra " foi resultado da colaboração de dois grandes mestres: Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão. É considerada a primeira narrativa policial da literatura portuguesa.
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma das principais peças de Molière, que denuncia a hipocrisia da sociedade e dos costumes da época sob o mote «castigat ridendo moris» («rindo se criticam os costumes»). O Misantropo, comédia em verso e em cinco atos, foi representada pela primeira vez em 1666. Alceste é o misantropo, ou, como o subtítulo desaparecido da peça indicava, o «atrabiliário amoroso». Odeia a sociedade do seu tempo e rejeita por completo todas as suas convenções - que considera hipócritas e cobardes -, o que faz com que viva tomado por um profundo pessimismo e se subtraia cada vez mais ao convívio humano, mesmo ao dos amigos. Porém, Alceste ama a jovem viúva Celimena, figura mundana, independente e galante, que quer viver a sua juventude e se recusa a segui-lo para uma vida de isolamento. Mas esta paixão - que se deixa ditar pelo desejo - compromete e perverte o equilíbrio da moral de Alceste, que prefere a coquette à prima dela, a sincera Eliante.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma das principais peças de Molière, que denuncia a hipocrisia da sociedade e dos costumes da época sob o mote «castigat ridendo moris» («rindo se criticam os costumes»). O Misantropo, comédia em verso e em cinco atos, foi representada pela primeira vez em 1666. Alceste é o misantropo, ou, como o subtítulo desaparecido da peça indicava, o «atrabiliário amoroso». Odeia a sociedade do seu tempo e rejeita por completo todas as suas convenções - que considera hipócritas e cobardes -, o que faz com que viva tomado por um profundo pessimismo e se subtraia cada vez mais ao convívio humano, mesmo ao dos amigos. Porém, Alceste ama a jovem viúva Celimena, figura mundana, independente e galante, que quer viver a sua juventude e se recusa a segui-lo para uma vida de isolamento. Mas esta paixão - que se deixa ditar pelo desejo - compromete e perverte o equilíbrio da moral de Alceste, que prefere a coquette à prima dela, a sincera Eliante.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Num cemitério da cidade, Anjum desenrola um tapete persa puído entre duas campas. Num passeio de betão surge um bebé, como que do nada, num leito de lixo. Num vale coberto de neve, um pai escreve à filha de cinco anos, falando-lhe do número de pessoas que estiveram presentes no seu funeral. Num apartamento, sob o olhar atento de uma pequena coruja, uma mulher solitária alimenta uma osga até à morte. E, na Jannat Guest House, duas pessoas dormem abraçadas como se tivessem acabado de se conhecer. Uma viagem íntima pelo subcontinente indiano, desde os bairros superlotados da Velha Deli e os centros comerciais reluzentes da nova metrópole às montanhas e os vales de Caxemira, com um elenco glorioso de personagens inesquecíveis, apanhadas pela maré da História, todas elas em busca de um porto seguro. Contada num sussurro, num grito, com lágrimas e gargalhadas, é uma história de amor e ao mesmo tempo uma provocação. Os seus heróis, presentes e defuntos, humanos e animais, são almas que o mundo quebrou e que o amor curou. E, por este motivo, nunca se renderão. Vinte anos após o enorme sucesso de "O Deus das Pequenas Coisas" surge o tão aguardado segundo romance da inigualável Arundhati Roy.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Num cemitério da cidade, Anjum desenrola um tapete persa puído entre duas campas. Num passeio de betão surge um bebé, como que do nada, num leito de lixo. Num vale coberto de neve, um pai escreve à filha de cinco anos, falando-lhe do número de pessoas que estiveram presentes no seu funeral. Num apartamento, sob o olhar atento de uma pequena coruja, uma mulher solitária alimenta uma osga até à morte. E, na Jannat Guest House, duas pessoas dormem abraçadas como se tivessem acabado de se conhecer. Uma viagem íntima pelo subcontinente indiano, desde os bairros superlotados da Velha Deli e os centros comerciais reluzentes da nova metrópole às montanhas e os vales de Caxemira, com um elenco glorioso de personagens inesquecíveis, apanhadas pela maré da História, todas elas em busca de um porto seguro. Contada num sussurro, num grito, com lágrimas e gargalhadas, é uma história de amor e ao mesmo tempo uma provocação. Os seus heróis, presentes e defuntos, humanos e animais, são almas que o mundo quebrou e que o amor curou. E, por este motivo, nunca se renderão. Vinte anos após o enorme sucesso de "O Deus das Pequenas Coisas" surge o tão aguardado segundo romance da inigualável Arundhati Roy.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 292
Sinopse:
"O Milionário de Lisboa" é a biografia romanceada de um homem que a história parece ter esquecido. Lembrá-lo é, por isso, um acto de justiça já que o seu nome é incontornável quando se fala da cultura nacional, nomeadamente no teatro lírico. Uma história repleta de emoção e mistério, que tem como pano de fundo as grandes mudanças políticas da primeira metade do século XIX e uma sociedade portuguesa que já nessa época se debatia com muitos dos problemas que ainda hoje a afectam: a crise económica, a opacidade nos grandes negócios, a hipocrisia e incapacidade da justiça, e, a mediocridade da política. Também é uma história feita de grandes amores e paixões, beleza, ostentação, prazeres e traição que conta com um final inesperadamente dramático, ao estilo das melhores óperas do século XIX.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
"O Milionário de Lisboa" é a biografia romanceada de um homem que a história parece ter esquecido. Lembrá-lo é, por isso, um acto de justiça já que o seu nome é incontornável quando se fala da cultura nacional, nomeadamente no teatro lírico. Uma história repleta de emoção e mistério, que tem como pano de fundo as grandes mudanças políticas da primeira metade do século XIX e uma sociedade portuguesa que já nessa época se debatia com muitos dos problemas que ainda hoje a afectam: a crise económica, a opacidade nos grandes negócios, a hipocrisia e incapacidade da justiça, e, a mediocridade da política. Também é uma história feita de grandes amores e paixões, beleza, ostentação, prazeres e traição que conta com um final inesperadamente dramático, ao estilo das melhores óperas do século XIX.
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Edição: Fev 2021
Nº Páginas: 196
Sinopse:
Apropriando-se da estrutura e dos temas do ciclo arturiano, Steinbeck imaginou um novo "castelo de Camelot", situou-o numa das colinas pobres que cercam a cidade de Monterey, na Califórnia, e deu-lhe por habitantes um particularíssimo grupo de "cavaleiros". No centro desta história está Danny, cuja casa, tal como o castelo do rei Artur, se torna um local de encontro para todos aqueles que anseiam por aventura, camaradagem e sentido de pertença a um grupo. Homens de diversas origens cujos antepassados vieram estabelecer-se na Califórnia há centenas de anos, alheios às complicações do modo de vida americano, resistem com firmeza ao trabalho honesto e ao oceano de retidão cívica que os cerca por todos os lados. São malandros encantadores, mandriões dedicados a mexericos e bebedeiras, roubos e zaragatas, mas cuja moral grosseira se conjuga com aspirações elevadas e com uma inocência comovedora. Neles, o calculismo e a astúcia misturam-se com a dedicação ao próximo e o altruísmo. O Milagre de São Francisco é um retrato irrepetível destes paisanos simples. Publicado em 1935, constituiu o primeiro grande êxito de John Steinbeck.
Nº Páginas: 196
Sinopse:
Apropriando-se da estrutura e dos temas do ciclo arturiano, Steinbeck imaginou um novo "castelo de Camelot", situou-o numa das colinas pobres que cercam a cidade de Monterey, na Califórnia, e deu-lhe por habitantes um particularíssimo grupo de "cavaleiros". No centro desta história está Danny, cuja casa, tal como o castelo do rei Artur, se torna um local de encontro para todos aqueles que anseiam por aventura, camaradagem e sentido de pertença a um grupo. Homens de diversas origens cujos antepassados vieram estabelecer-se na Califórnia há centenas de anos, alheios às complicações do modo de vida americano, resistem com firmeza ao trabalho honesto e ao oceano de retidão cívica que os cerca por todos os lados. São malandros encantadores, mandriões dedicados a mexericos e bebedeiras, roubos e zaragatas, mas cuja moral grosseira se conjuga com aspirações elevadas e com uma inocência comovedora. Neles, o calculismo e a astúcia misturam-se com a dedicação ao próximo e o altruísmo. O Milagre de São Francisco é um retrato irrepetível destes paisanos simples. Publicado em 1935, constituiu o primeiro grande êxito de John Steinbeck.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Esta é a memória que tenho de Francisco Sá Carneiro, como homem, no curto período de menos de dois anos em que tivemos contacto. A morte trágica que teve, as circunstâncias emocionais em que ocorreu, a coragem de enfrentar preconceitos por causa de uma paixão assumida com rigor e verdade, o combate pelo qual sacrificialmente deu a vida, tudo isso o agigantou aos meus olhos, fazendo-me até aderir ao PSD um ano a seguir à data da sua morte, como um gesto simbólico de continuidade do seu combate." - Nota do autor.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Esta é a memória que tenho de Francisco Sá Carneiro, como homem, no curto período de menos de dois anos em que tivemos contacto. A morte trágica que teve, as circunstâncias emocionais em que ocorreu, a coragem de enfrentar preconceitos por causa de uma paixão assumida com rigor e verdade, o combate pelo qual sacrificialmente deu a vida, tudo isso o agigantou aos meus olhos, fazendo-me até aderir ao PSD um ano a seguir à data da sua morte, como um gesto simbólico de continuidade do seu combate." - Nota do autor.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A minha vida pessoal e o meu percurso profissional deram-me a possibilidade de analisar a sociedade portuguesa, a economia, a governação e a realidade europeia e mundial com algum grau de pormenor, permitindo-me sistematizar um conjunto interpretações sobre a complexa situação a que chegámos e formular um conjunto de propostas para a alterar, que tenho transmitido frequentemente em intervenções públicas, em televisão, em conferências ou debates. Não sou candidato a nada, nem sou político, sou jornalista, mas aqui está O Meu Programa de Governo - que é muito mais do que isso, é um conjunto de propostas de renovação da sociedade portuguesa, não certamente uma proposta exaustiva, mas com um grau de pormenor suficiente para convidar a reflectir quem tem os vários poderes de decisão, politico, económico, social, cultural e para promover as mudanças de fundo de que Portugal precisa. Se são propostas úteis ou não, será vosso o julgamento!
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A minha vida pessoal e o meu percurso profissional deram-me a possibilidade de analisar a sociedade portuguesa, a economia, a governação e a realidade europeia e mundial com algum grau de pormenor, permitindo-me sistematizar um conjunto interpretações sobre a complexa situação a que chegámos e formular um conjunto de propostas para a alterar, que tenho transmitido frequentemente em intervenções públicas, em televisão, em conferências ou debates. Não sou candidato a nada, nem sou político, sou jornalista, mas aqui está O Meu Programa de Governo - que é muito mais do que isso, é um conjunto de propostas de renovação da sociedade portuguesa, não certamente uma proposta exaustiva, mas com um grau de pormenor suficiente para convidar a reflectir quem tem os vários poderes de decisão, politico, económico, social, cultural e para promover as mudanças de fundo de que Portugal precisa. Se são propostas úteis ou não, será vosso o julgamento!
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O amor pelo Chile e uma grande nostalgia são a origem deste livro. A presença contínua do passado, o sentimento de ver-se ausente da pátria, a melancolia por essa perda, a consciência de ter sido peregrina e forasteira: em "O Meu País Inventado", Isabel Allende recolhe toda a emoção causada pelo seu afastamento e transmite-a com inteligência e humor. Analisado pelo olhar e pelas recordações da autora, o Chile torna-se um país real e simultaneamente fantástico, uma terra estoica e hospitaleira, de homens machistas e mulheres fortes, apegadas à terra. Mas, essencialmente, é o cenário da sua infância que aparece retratado: evocados com graça, aqui ganham vida de novo a sua original família, a casa dos avós, o cerimonial dos almoços, as histórias entrelaçadas, a do seu país e a sua própria, num tom intimista, de poética confissão autobiográfica .
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O amor pelo Chile e uma grande nostalgia são a origem deste livro. A presença contínua do passado, o sentimento de ver-se ausente da pátria, a melancolia por essa perda, a consciência de ter sido peregrina e forasteira: em "O Meu País Inventado", Isabel Allende recolhe toda a emoção causada pelo seu afastamento e transmite-a com inteligência e humor. Analisado pelo olhar e pelas recordações da autora, o Chile torna-se um país real e simultaneamente fantástico, uma terra estoica e hospitaleira, de homens machistas e mulheres fortes, apegadas à terra. Mas, essencialmente, é o cenário da sua infância que aparece retratado: evocados com graça, aqui ganham vida de novo a sua original família, a casa dos avós, o cerimonial dos almoços, as histórias entrelaçadas, a do seu país e a sua própria, num tom intimista, de poética confissão autobiográfica .
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Mais do que uma história de mãe e filha, este é um romance sobre as distâncias por vezes insuperáveis entre pessoas que deveriam estar próximas, sobre o peso dos não-ditos no seio das relações mais íntimas e sobre a solidão que todos sentimos alguma vez na vida. A entrelaçar esta narrativa está a voz da própria Lucy: tão observadora, sábia e profundamente humana como a da escritora que lhe dá forma.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Mais do que uma história de mãe e filha, este é um romance sobre as distâncias por vezes insuperáveis entre pessoas que deveriam estar próximas, sobre o peso dos não-ditos no seio das relações mais íntimas e sobre a solidão que todos sentimos alguma vez na vida. A entrelaçar esta narrativa está a voz da própria Lucy: tão observadora, sábia e profundamente humana como a da escritora que lhe dá forma.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Este é o novo romance de António Lobo Antunes, Prémio Camões 2007, o mais importante prémio literário de língua portuguesa. Num livro mais pequeno e de menor complexidade do que os anteriores, segue a vida dos jovens de um bairro social da periferia de uma grande cidade, descrita através de um relatório de polícia, o que aproxima a escrita do registo das crónicas. Com este novo romance Lobo Antunes inova a sua técnica narrativa de forma muito perceptível, sendo surpreendente a forma como o faz. Uma edição ne varietur, cuidadosamente preparada, a única reconhecida pelo autor como legítima.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Este é o novo romance de António Lobo Antunes, Prémio Camões 2007, o mais importante prémio literário de língua portuguesa. Num livro mais pequeno e de menor complexidade do que os anteriores, segue a vida dos jovens de um bairro social da periferia de uma grande cidade, descrita através de um relatório de polícia, o que aproxima a escrita do registo das crónicas. Com este novo romance Lobo Antunes inova a sua técnica narrativa de forma muito perceptível, sendo surpreendente a forma como o faz. Uma edição ne varietur, cuidadosamente preparada, a única reconhecida pelo autor como legítima.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Esta narrativa de João de Melo é uma crónica dos prodígios que fazem a história de uma comunidade rural perdida algures nos Açores. Narrativa mítica, sem cronologia, que começa in illo tempore (em português arcaizante) e prossegue seguindo o fio das ocorrências fantásticas (a chuva dos noventa e nove dias, o dia em que os animais choraram, o dia em que se viu a outra face do sol, a morte e ressurreição de João Lázaro) e das vidas de personagens excessivos e arquetípicos (um padre venal, um regedor hercúleo e despótico, um curandeiro e um santo) que povoam um lugar perdido nas brumas do tempo, no outro lado da ilha, progressivamente devolvido à comunicação com o mundo.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Esta narrativa de João de Melo é uma crónica dos prodígios que fazem a história de uma comunidade rural perdida algures nos Açores. Narrativa mítica, sem cronologia, que começa in illo tempore (em português arcaizante) e prossegue seguindo o fio das ocorrências fantásticas (a chuva dos noventa e nove dias, o dia em que os animais choraram, o dia em que se viu a outra face do sol, a morte e ressurreição de João Lázaro) e das vidas de personagens excessivos e arquetípicos (um padre venal, um regedor hercúleo e despótico, um curandeiro e um santo) que povoam um lugar perdido nas brumas do tempo, no outro lado da ilha, progressivamente devolvido à comunicação com o mundo.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Umas férias na deslumbrante ilha grega de Zakynthos, com o seu céu azul perfeito, praias de areia branca e águas cristalinas, deveriam ser um sonho tornado realidade. Mas, para Holly, mais parecem um pesadelo. Holly pensa que está a seguir os segredos do passado. No entanto, será possível que acabe por traçar o seu mapa do futuro? Um romance feminino com todos os ingredientes para surpreender as suas leitoras: uma emocionante história de amor, recheada de segredos do passado, que tem como cenário, uma paradisíaca ilha grega.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Umas férias na deslumbrante ilha grega de Zakynthos, com o seu céu azul perfeito, praias de areia branca e águas cristalinas, deveriam ser um sonho tornado realidade. Mas, para Holly, mais parecem um pesadelo. Holly pensa que está a seguir os segredos do passado. No entanto, será possível que acabe por traçar o seu mapa do futuro? Um romance feminino com todos os ingredientes para surpreender as suas leitoras: uma emocionante história de amor, recheada de segredos do passado, que tem como cenário, uma paradisíaca ilha grega.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Com a morte dos pais, é preciso decidir com quem fica Miguel, o filho de 40 anos que nasceu com síndrome de Down. É então que o irmão - um professor universitário divorciado e misantropo - surpreende (e até certo ponto alivia) a família, chamando a si a grande responsabilidade. Tem apenas mais um ano do que Miguel, e a recordação do afecto e da cumplicidade que ambos partilharam na infância leva-o a acreditar que a nova situação acabará por resgatá-lo da aridez em que se transformou a sua vida e redimi-lo da culpa por tantos anos de afastamento. Porém, a chegada de Miguel traz problemas inesperados - e o maior de todos chama-se Luciana. Numa casa de família, situada numa aldeia isolada do interior de Portugal, o leitor assistirá à rememoração da vida em comum destes dois irmãos, incluindo o estranho episódio que ameaçou de forma dramática o seu relacionamento. "O Meu Irmão", vencedor do Prémio LeYa 2014 por unanimidade, é um romance notável e de grande maturidade literária que, tratando o tema sensível da deficiência, nunca cede ao sentimentalismo, oferecendo-nos um retrato social objectivo e muitas vezes até impiedoso.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Com a morte dos pais, é preciso decidir com quem fica Miguel, o filho de 40 anos que nasceu com síndrome de Down. É então que o irmão - um professor universitário divorciado e misantropo - surpreende (e até certo ponto alivia) a família, chamando a si a grande responsabilidade. Tem apenas mais um ano do que Miguel, e a recordação do afecto e da cumplicidade que ambos partilharam na infância leva-o a acreditar que a nova situação acabará por resgatá-lo da aridez em que se transformou a sua vida e redimi-lo da culpa por tantos anos de afastamento. Porém, a chegada de Miguel traz problemas inesperados - e o maior de todos chama-se Luciana. Numa casa de família, situada numa aldeia isolada do interior de Portugal, o leitor assistirá à rememoração da vida em comum destes dois irmãos, incluindo o estranho episódio que ameaçou de forma dramática o seu relacionamento. "O Meu Irmão", vencedor do Prémio LeYa 2014 por unanimidade, é um romance notável e de grande maturidade literária que, tratando o tema sensível da deficiência, nunca cede ao sentimentalismo, oferecendo-nos um retrato social objectivo e muitas vezes até impiedoso.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Com a morte dos pais, é preciso decidir com quem fica Miguel, o filho de 40 anos que nasceu com síndrome de Down. É então que o irmão - um professor universitário divorciado e misantropo - surpreende (e até certo ponto alivia) a família, chamando a si a grande responsabilidade. Tem apenas mais um ano do que Miguel, e a recordação do afecto e da cumplicidade que ambos partilharam na infância leva-o a acreditar que a nova situação acabará por resgatá-lo da aridez em que se transformou a sua vida e redimi-lo da culpa por tantos anos de afastamento. Porém, a chegada de Miguel traz problemas inesperados - e o maior de todos chama-se Luciana. Numa casa de família, situada numa aldeia isolada do interior de Portugal, o leitor assistirá à rememoração da vida em comum destes dois irmãos, incluindo o estranho episódio que ameaçou de forma dramática o seu relacionamento. O Meu Irmão, vencedor do Prémio LeYa 2014 por unanimidade, é um romance notável e de grande maturidade literária que, tratando o tema sensível da deficiência, nunca cede ao sentimentalismo, oferecendo-nos um retrato social objectivo e muitas vezes até impiedoso.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Com a morte dos pais, é preciso decidir com quem fica Miguel, o filho de 40 anos que nasceu com síndrome de Down. É então que o irmão - um professor universitário divorciado e misantropo - surpreende (e até certo ponto alivia) a família, chamando a si a grande responsabilidade. Tem apenas mais um ano do que Miguel, e a recordação do afecto e da cumplicidade que ambos partilharam na infância leva-o a acreditar que a nova situação acabará por resgatá-lo da aridez em que se transformou a sua vida e redimi-lo da culpa por tantos anos de afastamento. Porém, a chegada de Miguel traz problemas inesperados - e o maior de todos chama-se Luciana. Numa casa de família, situada numa aldeia isolada do interior de Portugal, o leitor assistirá à rememoração da vida em comum destes dois irmãos, incluindo o estranho episódio que ameaçou de forma dramática o seu relacionamento. O Meu Irmão, vencedor do Prémio LeYa 2014 por unanimidade, é um romance notável e de grande maturidade literária que, tratando o tema sensível da deficiência, nunca cede ao sentimentalismo, oferecendo-nos um retrato social objectivo e muitas vezes até impiedoso.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Sofia Pinto Coelho descobriu os filmes antigos e as cartas do seu avô numa arrecadação, a neta Sofia confrontou-se com a história de Luís Pinto Coelho, professor catedrático de Direito, figura respeitadíssima do Estado Novo. Já casado e com seis filhos, apaixona-se por uma top model norte-americana, livre de preconceitos. Mas o país tinha mão pesada e "o avô Luís" pagará o preço pela ousadia.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Sofia Pinto Coelho descobriu os filmes antigos e as cartas do seu avô numa arrecadação, a neta Sofia confrontou-se com a história de Luís Pinto Coelho, professor catedrático de Direito, figura respeitadíssima do Estado Novo. Já casado e com seis filhos, apaixona-se por uma top model norte-americana, livre de preconceitos. Mas o país tinha mão pesada e "o avô Luís" pagará o preço pela ousadia.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 184
Sinopse:
" […] este é mesmo um livro sobre sexo - muito sexo, com as palavras todas - meia dúzia de coisas que estão à volta. E é excelente. E é único. E é um gozo." - Ricardo Dias Felner, Time Out, 2014
Nº Páginas: 184
Sinopse:
" […] este é mesmo um livro sobre sexo - muito sexo, com as palavras todas - meia dúzia de coisas que estão à volta. E é excelente. E é único. E é um gozo." - Ricardo Dias Felner, Time Out, 2014
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A sua ocupação eram as nuvens. Sobre a imensa extensão da URSS, os aviões tinham necessidade das suas previsões para aterrar, os navios para abrir caminho através dos gelos, os tratores para lavrar as terras negras. Na conquista do espaço que se iniciava, os seus instrumentos sondavam a estratosfera, ele sonhava domesticar a energia dos ventos e do sol, acreditava "construir o socialismo", até ao dia de 1934 em que foi detido como "sabotador". A partir desse momento a sua vida, a de uma vítima por entre os milhões de outras do terror estalinista, foi uma descida aos infernos. Durante os anos no campo de concentração, e até à véspera da sua morte atroz, ele enviava à pequena filha Eleonora desenhos, herbários, adivinhas. É a descoberta dessa correspondência destinada a uma criança, que ele não mais voltaria a ver, que me levou a investigar sobre o destino de Alexei Feodossevitch Vangengheim, o meteorologista. Mas também a convicção de que estas histórias de um outro tempo, de um outro país, não são tão longínquas como poderíamos pensar: o triunfo mundial do capitalismo não se explica sem o fim terrível da esperança revolucionária. "Olivier Rolin"
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A sua ocupação eram as nuvens. Sobre a imensa extensão da URSS, os aviões tinham necessidade das suas previsões para aterrar, os navios para abrir caminho através dos gelos, os tratores para lavrar as terras negras. Na conquista do espaço que se iniciava, os seus instrumentos sondavam a estratosfera, ele sonhava domesticar a energia dos ventos e do sol, acreditava "construir o socialismo", até ao dia de 1934 em que foi detido como "sabotador". A partir desse momento a sua vida, a de uma vítima por entre os milhões de outras do terror estalinista, foi uma descida aos infernos. Durante os anos no campo de concentração, e até à véspera da sua morte atroz, ele enviava à pequena filha Eleonora desenhos, herbários, adivinhas. É a descoberta dessa correspondência destinada a uma criança, que ele não mais voltaria a ver, que me levou a investigar sobre o destino de Alexei Feodossevitch Vangengheim, o meteorologista. Mas também a convicção de que estas histórias de um outro tempo, de um outro país, não são tão longínquas como poderíamos pensar: o triunfo mundial do capitalismo não se explica sem o fim terrível da esperança revolucionária. "Olivier Rolin"
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 332
Sinopse:
D. Manuel II foi o nosso último rei. Tinha dezoito anos, quando mataram seu pai, D. Carlos, e o príncipe real Luís Filipe, em 1908. De súbito, caía sobre a cabeça do jovem a obrigação de reinar um país onde os monárquicos não se entendiam, decadentes, caciques traiçoeiros e republicanos que recorriam a todos os métodos, da grande oratória á intriga mesquinha, para que a República deixasse de ser um sonho. Reinou trinta meses. Teve seis governos e a obrigação de casar com uma princesa. Os reis europeus recusaram-lhe filhas e netas, antevendo a queda da realeza, e á falta de princesa, apaixonou-se por uma deusa francesa: Gaby Deslys. Linda! O amor entre os dois foi o único legado coerente do seu reinado. Rigoberto era o mensageiro que lhe levava notícias do amor distante. Também ele apaixonado por Gardénia. É a história de amizade entre o rei e o mensageiro, assim como as histórias dos amores de ambos, que vos narro neste livro. Até que o amor os separou, a Monarquia caiu e a República nasceu para viver durante 16 anos, com 45 governos, duas ditaduras pelo meio, e oito presidentes da República.
Nº Páginas: 332
Sinopse:
D. Manuel II foi o nosso último rei. Tinha dezoito anos, quando mataram seu pai, D. Carlos, e o príncipe real Luís Filipe, em 1908. De súbito, caía sobre a cabeça do jovem a obrigação de reinar um país onde os monárquicos não se entendiam, decadentes, caciques traiçoeiros e republicanos que recorriam a todos os métodos, da grande oratória á intriga mesquinha, para que a República deixasse de ser um sonho. Reinou trinta meses. Teve seis governos e a obrigação de casar com uma princesa. Os reis europeus recusaram-lhe filhas e netas, antevendo a queda da realeza, e á falta de princesa, apaixonou-se por uma deusa francesa: Gaby Deslys. Linda! O amor entre os dois foi o único legado coerente do seu reinado. Rigoberto era o mensageiro que lhe levava notícias do amor distante. Também ele apaixonado por Gardénia. É a história de amizade entre o rei e o mensageiro, assim como as histórias dos amores de ambos, que vos narro neste livro. Até que o amor os separou, a Monarquia caiu e a República nasceu para viver durante 16 anos, com 45 governos, duas ditaduras pelo meio, e oito presidentes da República.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma. Estão reunidos neste volume alguns contos de Fernando Pessoa, uma parte apenas da vasta prosa ficcional que o autor nos deixou. Contos filosóficos, ou intelectuais como Pessoa chegou a chamar-lhes, contos paradoxais quando as situações que apresentam contrariam o senso comum, contos em jeito de fábula, com uma moralidade final e ainda outros. Todos eles parte integrante do universo pessoano. Há diálogos filosóficos com enigmáticos mestres que assumem diferentes rostos de conto para conto - o mendigo, o eremita, o bêbado - transmitindo as suas máximas a quem os encontra no caminho. Um caminho iniciático até uma diferente dimensão, percorrido pelo peregrino do conto com o mesmo nome, que segue a estrada até ao fim impelido pelas palavras de um homem de preto. Outro tipo de diálogo é aquele que se desenvolve entre o marinheiro e quem o encontra, de madrugada, no Cais das Colunas, local de onde se avista uma outra margem. Estas narrativas, até aqui inéditas ou pouco conhecidas, irão surpreender os leitores de Fernando Pessoa.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma. Estão reunidos neste volume alguns contos de Fernando Pessoa, uma parte apenas da vasta prosa ficcional que o autor nos deixou. Contos filosóficos, ou intelectuais como Pessoa chegou a chamar-lhes, contos paradoxais quando as situações que apresentam contrariam o senso comum, contos em jeito de fábula, com uma moralidade final e ainda outros. Todos eles parte integrante do universo pessoano. Há diálogos filosóficos com enigmáticos mestres que assumem diferentes rostos de conto para conto - o mendigo, o eremita, o bêbado - transmitindo as suas máximas a quem os encontra no caminho. Um caminho iniciático até uma diferente dimensão, percorrido pelo peregrino do conto com o mesmo nome, que segue a estrada até ao fim impelido pelas palavras de um homem de preto. Outro tipo de diálogo é aquele que se desenvolve entre o marinheiro e quem o encontra, de madrugada, no Cais das Colunas, local de onde se avista uma outra margem. Estas narrativas, até aqui inéditas ou pouco conhecidas, irão surpreender os leitores de Fernando Pessoa.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"O Melhor Amigo do Cão", investiga a ligação única que une cães e seres humanos, levando o leitor numa viagem cultural, científica e histórica aos momentos mais importantes desta História partilhada. Partindo do registo mais antigo, numa gravura rupestre, até terminar no laboratório onde se sequenciou pela primeira vez o genoma de um cão, este livro vai fazer uma paragem no lar do primeiro labradoodle (Austrália), conhecer o leal akita (Japão), entrevistar um azarado treinador de caniches (EUA) e apresentá-lo a um cão de resgate estranhamente desobediente (Reino Unido). Entre outros são também nossos companheiros de viagem os corgis e dorgis da família real inglesa, os muttniks da exploração espacial soviética, um dálmata que imita Hitler e um border collie que sabe o nome de mais de mil brinquedos.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"O Melhor Amigo do Cão", investiga a ligação única que une cães e seres humanos, levando o leitor numa viagem cultural, científica e histórica aos momentos mais importantes desta História partilhada. Partindo do registo mais antigo, numa gravura rupestre, até terminar no laboratório onde se sequenciou pela primeira vez o genoma de um cão, este livro vai fazer uma paragem no lar do primeiro labradoodle (Austrália), conhecer o leal akita (Japão), entrevistar um azarado treinador de caniches (EUA) e apresentá-lo a um cão de resgate estranhamente desobediente (Reino Unido). Entre outros são também nossos companheiros de viagem os corgis e dorgis da família real inglesa, os muttniks da exploração espacial soviética, um dálmata que imita Hitler e um border collie que sabe o nome de mais de mil brinquedos.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Há poucas outras histórias na Bíblia com tanto drama e ação, tanto fogo de artifício narrativo e emoção pura, como os que encontramos no conto de Sansão: a batalha com o leão; as trezentas raposas a arder; as mulheres com quem dormiu, e a única que amou; a traição por parte de todas as mulheres da sua vida, desde a sua mãe Dalila; e, no final, o seu suicídio homicida, quando fez desabar a casa sobre si próprio e três mil filisteus. Contudo, para além da fera impulsividade, do caos e do barulho, podemos entrever uma história de vida que é, no fundo, a viagem atormentada de uma alma isolada, solitária e turbulenta, que nunca encontrou, em lado algum, um verdadeiro lar no mundo, cujo corpo era ele próprio um duro lugar de exílio." Em "O Mel do Leão", David Grossman escolhe um dos mais vivos e controversos personagens da Bíblia. Ao revisitar a famosa luta de Sansão com o Leão, as suas muitas mulheres e a traição de todas elas - incluindo a única que ele amou - Grossman dá-nos uma provocatória visão da história e do seu clímax, a última ação mortal de Sansão quando faz ruir um templo sobre ele próprio e milhares de filisteus. Numa prosa extremamente lúcida, Grossman revela-nos a vida de uma alma só e torturada, que nunca encontrou uma verdadeira casa no mundo, que nunca se sentiu bem no seu corpo e que, poderão dizer alguns, foi o percursor dos modernos bombistas suicidas. Uma viagem fascinante e controversa pela história e psicologia de uma das personagens mais significativas da Bíblia, que lança um novo olhar sobre o passado, projetando-o no mundo de hoje.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Há poucas outras histórias na Bíblia com tanto drama e ação, tanto fogo de artifício narrativo e emoção pura, como os que encontramos no conto de Sansão: a batalha com o leão; as trezentas raposas a arder; as mulheres com quem dormiu, e a única que amou; a traição por parte de todas as mulheres da sua vida, desde a sua mãe Dalila; e, no final, o seu suicídio homicida, quando fez desabar a casa sobre si próprio e três mil filisteus. Contudo, para além da fera impulsividade, do caos e do barulho, podemos entrever uma história de vida que é, no fundo, a viagem atormentada de uma alma isolada, solitária e turbulenta, que nunca encontrou, em lado algum, um verdadeiro lar no mundo, cujo corpo era ele próprio um duro lugar de exílio." Em "O Mel do Leão", David Grossman escolhe um dos mais vivos e controversos personagens da Bíblia. Ao revisitar a famosa luta de Sansão com o Leão, as suas muitas mulheres e a traição de todas elas - incluindo a única que ele amou - Grossman dá-nos uma provocatória visão da história e do seu clímax, a última ação mortal de Sansão quando faz ruir um templo sobre ele próprio e milhares de filisteus. Numa prosa extremamente lúcida, Grossman revela-nos a vida de uma alma só e torturada, que nunca encontrou uma verdadeira casa no mundo, que nunca se sentiu bem no seu corpo e que, poderão dizer alguns, foi o percursor dos modernos bombistas suicidas. Uma viagem fascinante e controversa pela história e psicologia de uma das personagens mais significativas da Bíblia, que lança um novo olhar sobre o passado, projetando-o no mundo de hoje.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 704
Sinopse:
Agora na sua 5.ª edição, com renovada capa, "O Medo" reúne toda a poesia de Al Berto. encosta-te à parede deixa o fluxo da dor circular por dentro das imagens febris — agarra o feixe de cordas de ar — vai pelo rastro das etéreas aves — chama-as ao jardim imaginado e dá-lhes a beber as visões de cinza quente chama a noite e lança dentro dela a águia dos mares — a flor escura do sangue transforma-a em navio rompendo a bruma deste inverno sem memória deixa o corpo viajar no desalento essa fonte do inesgotável canto — melancolia que os remédios não curam encosta-te à parede escuta a inesperada mudez do talento
Nº Páginas: 704
Sinopse:
Agora na sua 5.ª edição, com renovada capa, "O Medo" reúne toda a poesia de Al Berto. encosta-te à parede deixa o fluxo da dor circular por dentro das imagens febris — agarra o feixe de cordas de ar — vai pelo rastro das etéreas aves — chama-as ao jardim imaginado e dá-lhes a beber as visões de cinza quente chama a noite e lança dentro dela a águia dos mares — a flor escura do sangue transforma-a em navio rompendo a bruma deste inverno sem memória deixa o corpo viajar no desalento essa fonte do inesgotável canto — melancolia que os remédios não curam encosta-te à parede escuta a inesperada mudez do talento
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