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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Como um piano solitário em que o artista desenha os quadros musicais de melodias e harmonias com timbres, ritmos e tempos diversos, assim foi desenhado este romance polícromo, tecido de amores e paixões, que conta a vida de Chopin, desde o seu nascimento em 1 de Março de 1810, na Polónia, até à sua morte, em 17 de Outubro de 1849, em Paris. Uma história feita de subtilezas, paixões intensas, escuras intrigas, vivências e amizades sinceras, presenças e saudades.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Como um piano solitário em que o artista desenha os quadros musicais de melodias e harmonias com timbres, ritmos e tempos diversos, assim foi desenhado este romance polícromo, tecido de amores e paixões, que conta a vida de Chopin, desde o seu nascimento em 1 de Março de 1810, na Polónia, até à sua morte, em 17 de Outubro de 1849, em Paris. Uma história feita de subtilezas, paixões intensas, escuras intrigas, vivências e amizades sinceras, presenças e saudades.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
A "Noção de Poema" e "Crítica Doméstica dos Paralelepípedos", os primeiros livros de Nuno Júdice, foram publicados na colecção "Cadernos de Poesia" da Dom Quixote em Março de 1972 e em Junho de 1973, respectivamente. Nestas obras o jovem poeta, estudante de Filologia Românica na Faculdade de Letras de Lisboa, afirmou-se como uma voz singular de grande qualidade, antevendo o sucesso que tem sido a sua carreira literária.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
A "Noção de Poema" e "Crítica Doméstica dos Paralelepípedos", os primeiros livros de Nuno Júdice, foram publicados na colecção "Cadernos de Poesia" da Dom Quixote em Março de 1972 e em Junho de 1973, respectivamente. Nestas obras o jovem poeta, estudante de Filologia Românica na Faculdade de Letras de Lisboa, afirmou-se como uma voz singular de grande qualidade, antevendo o sucesso que tem sido a sua carreira literária.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Suspeito do assassinato do irmão, Lancelot (Lance) Hemingford, duque de Aylesbury, não vê outra solução senão o anonimato. Desgostoso, o jovem troca a vida rebelde de Londres pela quietude do campo. Mas assim que surge uma oportunidade de limpar o seu nome, ele não hesita. A única coisa que tem a fazer é propor casamento à sobrinha de um vizinho… Tarefa fácil e potencialmente interessante, pois Lance não resiste ao desafio de seduzir uma donzela relutante. Marianne Radley, que depende do tio para sobreviver, vê-se agora encurralada. A jovem não tem outra alternativa que não a de aceitar a mão de Lance. Mas Marianne tem um plano: tenciona descobrir os segredos mais sórdidos do futuro marido e expô-los ao mundo. Este seria, de facto, um plano infalível. Mas para o levar a bom termo, ela terá de ser totalmente imune aos encantos de um duque devasso… e encantador. Depois de "Uma Reputação Perigosa e Alto", "Moreno & Provocador", "Nobre & Poderoso" vem completar a série Os Libertinos, uma trilogia plena de intriga e paixão.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Suspeito do assassinato do irmão, Lancelot (Lance) Hemingford, duque de Aylesbury, não vê outra solução senão o anonimato. Desgostoso, o jovem troca a vida rebelde de Londres pela quietude do campo. Mas assim que surge uma oportunidade de limpar o seu nome, ele não hesita. A única coisa que tem a fazer é propor casamento à sobrinha de um vizinho… Tarefa fácil e potencialmente interessante, pois Lance não resiste ao desafio de seduzir uma donzela relutante. Marianne Radley, que depende do tio para sobreviver, vê-se agora encurralada. A jovem não tem outra alternativa que não a de aceitar a mão de Lance. Mas Marianne tem um plano: tenciona descobrir os segredos mais sórdidos do futuro marido e expô-los ao mundo. Este seria, de facto, um plano infalível. Mas para o levar a bom termo, ela terá de ser totalmente imune aos encantos de um duque devasso… e encantador. Depois de "Uma Reputação Perigosa e Alto", "Moreno & Provocador", "Nobre & Poderoso" vem completar a série Os Libertinos, uma trilogia plena de intriga e paixão.
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Edição: Out 1991
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Estes poemas datam de 1945 e 46. Foram os primeiros escritos e os últimos incluídos na presente edição de "Obras de Cesariny". "Era no tempo da busca de uma voz", explicou-nos Cesariny. "Sabia que queria cantar. Não sabia o quê. Mas queria cantar, encontrar uma voz..." Será o primeiro livro em que procurava o tom exacto para cantar, e as conotações musicais não serão por acaso. Mas é, principalmente, o livro mais divertido e "impiedoso" de Cesariny.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Estes poemas datam de 1945 e 46. Foram os primeiros escritos e os últimos incluídos na presente edição de "Obras de Cesariny". "Era no tempo da busca de uma voz", explicou-nos Cesariny. "Sabia que queria cantar. Não sabia o quê. Mas queria cantar, encontrar uma voz..." Será o primeiro livro em que procurava o tom exacto para cantar, e as conotações musicais não serão por acaso. Mas é, principalmente, o livro mais divertido e "impiedoso" de Cesariny.
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Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Houve uma época em que o mar trazia o desastre ou mercadorias valiosas. Em que as rotas comerciais iam da América a África, e do Sudeste Asiático ao Extremo Oriente, ainda os portugueses não pensavam em tomar Ceuta. Uma época em que corpos pendiam de árvores sagradas e brindes ecoavam à volta de fogueiras. Em que não se sabia se um corvo era só um corvo ou um deus em forma animal. Em que a poesia era divina e a generosidade uma virtude, a par da coragem em combate - incluindo a das mulheres, que também empunhavam armas. Em que a Europa mudou e não voltou a ser a mesma, da Islândia às estepes da Ucrânia. A essa época dá-se o nome de Idade Viking. Mas porque nem todos os nórdicos iam em viking, que era uma atividade e não uma etnia, este livro é também sobre os que ficavam na Escandinávia ou se fixavam fora dela, como comerciantes, agricultores, guerreiros, magnatas, reis, príncipes e servos. É o tempo dos vikings resumido em dezasseis perguntas e respostas fundamentais. Uma viagem para um passado remoto que consegue ser outro mundo, por vezes de formas inesperadas, e um mergulho na ciência que é a História, fascinante, mas sempre em atualização.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Houve uma época em que o mar trazia o desastre ou mercadorias valiosas. Em que as rotas comerciais iam da América a África, e do Sudeste Asiático ao Extremo Oriente, ainda os portugueses não pensavam em tomar Ceuta. Uma época em que corpos pendiam de árvores sagradas e brindes ecoavam à volta de fogueiras. Em que não se sabia se um corvo era só um corvo ou um deus em forma animal. Em que a poesia era divina e a generosidade uma virtude, a par da coragem em combate - incluindo a das mulheres, que também empunhavam armas. Em que a Europa mudou e não voltou a ser a mesma, da Islândia às estepes da Ucrânia. A essa época dá-se o nome de Idade Viking. Mas porque nem todos os nórdicos iam em viking, que era uma atividade e não uma etnia, este livro é também sobre os que ficavam na Escandinávia ou se fixavam fora dela, como comerciantes, agricultores, guerreiros, magnatas, reis, príncipes e servos. É o tempo dos vikings resumido em dezasseis perguntas e respostas fundamentais. Uma viagem para um passado remoto que consegue ser outro mundo, por vezes de formas inesperadas, e um mergulho na ciência que é a História, fascinante, mas sempre em atualização.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1954, na Guimarães Editores, "No Tempo Dividido" é o quarto livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen. Foi publicado em conjunto com "Mar Novo" nas Edições Salamandra, em 1985, por se considerar que ambos os livros pertencem ao mesmo ciclo poético. Não obstante, foi posteriormente reeditado em volume autónomo, na Caminho, em 2003. A presente edição, a 5.ª, mantém essa opção acrescentando um magnífico prefácio de Federico Bertolazzi. É mantida a antiga grafia.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1954, na Guimarães Editores, "No Tempo Dividido" é o quarto livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen. Foi publicado em conjunto com "Mar Novo" nas Edições Salamandra, em 1985, por se considerar que ambos os livros pertencem ao mesmo ciclo poético. Não obstante, foi posteriormente reeditado em volume autónomo, na Caminho, em 2003. A presente edição, a 5.ª, mantém essa opção acrescentando um magnífico prefácio de Federico Bertolazzi. É mantida a antiga grafia.
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que linhas unem um imigrante que lava vidros num dos primeiros arranha-céus de nova iorque a um rapaz misantropo que chega a lisboa num navio e a uma criança que inventa coisas que depois acontecem? Muitas. Entre elas, as linhas que atravessam os livros. Em 1910, a passagem de dois cometas pela Terra semeou uma onda de pânico. Em todo o mundo, pessoas enlouqueceram, suicidaram-se, crucificaram-se, ou simplesmente aguardaram, caladas e vencidas, aquilo que acreditavam ser o fim do mundo. Nos dias em que o céu pegou fogo, estavam vivos os protagonistas deste romance - três homens demasiado sensíveis e inteligentes para poderem viver uma vida normal, com mais dentro de si do que podiam carregar. Apesar de separados por milhares de quilómetros, as suas vidas revelam curiosas afinidades e estão marcadas, de forma decisiva, pelo ambiente em que cresceram e pelos lugares, nem sempre reais, onde se fizeram homens. Mas, enquanto os seus contemporâneos se deixaram atravessar pela visão trágica dos cometas, estes foram tocados pelo génio e condenados, por isso, a transformar o mundo. Cem anos depois, ainda não esquecemos nenhum deles. Escrito numa linguagem bela e poderosa, que é a melhor homenagem que se pode fazer à literatura, "No Meu Peito não Cabem Pássaros" é um romance de estreia invulgar e fulgurante sobre as circunstâncias, quase sempre dramáticas, que influenciam o nascimento de um autor e a construção das suas personagens.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que linhas unem um imigrante que lava vidros num dos primeiros arranha-céus de nova iorque a um rapaz misantropo que chega a lisboa num navio e a uma criança que inventa coisas que depois acontecem? Muitas. Entre elas, as linhas que atravessam os livros. Em 1910, a passagem de dois cometas pela Terra semeou uma onda de pânico. Em todo o mundo, pessoas enlouqueceram, suicidaram-se, crucificaram-se, ou simplesmente aguardaram, caladas e vencidas, aquilo que acreditavam ser o fim do mundo. Nos dias em que o céu pegou fogo, estavam vivos os protagonistas deste romance - três homens demasiado sensíveis e inteligentes para poderem viver uma vida normal, com mais dentro de si do que podiam carregar. Apesar de separados por milhares de quilómetros, as suas vidas revelam curiosas afinidades e estão marcadas, de forma decisiva, pelo ambiente em que cresceram e pelos lugares, nem sempre reais, onde se fizeram homens. Mas, enquanto os seus contemporâneos se deixaram atravessar pela visão trágica dos cometas, estes foram tocados pelo génio e condenados, por isso, a transformar o mundo. Cem anos depois, ainda não esquecemos nenhum deles. Escrito numa linguagem bela e poderosa, que é a melhor homenagem que se pode fazer à literatura, "No Meu Peito não Cabem Pássaros" é um romance de estreia invulgar e fulgurante sobre as circunstâncias, quase sempre dramáticas, que influenciam o nascimento de um autor e a construção das suas personagens.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Como num palco, e com a unidade temática de um romance, as múltiplas personagens de "No Meio do Nada", falam do que as desassossega. Monólogos sobre a busca da felicidade, a solidão, a passagem do tempo, os sonhos e as desilusões, as súbitas mudanças, o envelhecimento, o medo, o espanto, as novas moradas, o deslaçar dos afetos, o amor e a crueldade. Histórias francas e ousadas, que nos interpelam, onde nos reconhecemos e, por vezes, nos encontramos.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Como num palco, e com a unidade temática de um romance, as múltiplas personagens de "No Meio do Nada", falam do que as desassossega. Monólogos sobre a busca da felicidade, a solidão, a passagem do tempo, os sonhos e as desilusões, as súbitas mudanças, o envelhecimento, o medo, o espanto, as novas moradas, o deslaçar dos afetos, o amor e a crueldade. Histórias francas e ousadas, que nos interpelam, onde nos reconhecemos e, por vezes, nos encontramos.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Adele tem tudo para ser feliz. Mas falta-lhe tudo. Vive sem prazer, numa solidão extrema. Dentro dela, um fogo consome-a vorazmente, sem piedade: um desejo insaciável, uma necessidade imparável de somar conquistas e amantes. No jardim do ogre é a história de um corpo escravo das suas pulsões. Um romance de traições, mentiras e desilusões. Mas é, ainda assim e sobretudo, um romance de amor.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Adele tem tudo para ser feliz. Mas falta-lhe tudo. Vive sem prazer, numa solidão extrema. Dentro dela, um fogo consome-a vorazmente, sem piedade: um desejo insaciável, uma necessidade imparável de somar conquistas e amantes. No jardim do ogre é a história de um corpo escravo das suas pulsões. Um romance de traições, mentiras e desilusões. Mas é, ainda assim e sobretudo, um romance de amor.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Antologia do que de mais relevante Marcello Duarte Mathias escreveu nos seus Diários. Uma compilação de textos descritos com humor e perspicácia e que nos revelam as riquíssimas vivências de um diplomata e os seus encontros com figuras importantes ao longo da sua carreira. Como diz Paula Morão, autora do Posfácio da obra: "Trata-se de uma das mais consistentes obras da literatura autobiográfica em português de sempre."
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Antologia do que de mais relevante Marcello Duarte Mathias escreveu nos seus Diários. Uma compilação de textos descritos com humor e perspicácia e que nos revelam as riquíssimas vivências de um diplomata e os seus encontros com figuras importantes ao longo da sua carreira. Como diz Paula Morão, autora do Posfácio da obra: "Trata-se de uma das mais consistentes obras da literatura autobiográfica em português de sempre."
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 64
Sinopse:
No preâmbulo a uma entrevista feita a Daniel Jonas, publicada no suplemento Ípsilon do jornal Público a 08.01.2014, escrevia António Guerreiro que "[¿] a poesia de Daniel Jonas atravessa tempos diversos: o clássico, o romântico, o moderno, numa apoteose de rastos e linhagens que comparecem subtilmente. Nela encontramos, no mais alto grau, a ideia da linguagem poética como concentração e densidade. Ela é hábil nos jogos retóricos e de palavras, mas nunca deixa que isso se torne um exercício fútil e gratuito." Tudo isto é confirmado por "Nó", um livro de sonetos e o primeiro de Daniel Jonas a ser publicado pela Assírio & Alvim. Do ventre da baleia ergui meu grito: Senhor! (dizer teu nome só é bom), Em fé, em fé o digo, mesmo com Um coração pesado e contrito Que és de tudo verdade e não mito, O coração do amor, de todo o dom, Conquanto seja raro o bem e o bom E toda a luz aqui me falhe, és grito Que chama toda a chama de esperança E acorda a luz que resta à réstia eterna, Conquanto viva o mártir na espelunca Da vida (quem espera amiúde alcança): Possa o nazireu preso na cisterna Sofrer de ser só tarde mas não nunca.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
No preâmbulo a uma entrevista feita a Daniel Jonas, publicada no suplemento Ípsilon do jornal Público a 08.01.2014, escrevia António Guerreiro que "[¿] a poesia de Daniel Jonas atravessa tempos diversos: o clássico, o romântico, o moderno, numa apoteose de rastos e linhagens que comparecem subtilmente. Nela encontramos, no mais alto grau, a ideia da linguagem poética como concentração e densidade. Ela é hábil nos jogos retóricos e de palavras, mas nunca deixa que isso se torne um exercício fútil e gratuito." Tudo isto é confirmado por "Nó", um livro de sonetos e o primeiro de Daniel Jonas a ser publicado pela Assírio & Alvim. Do ventre da baleia ergui meu grito: Senhor! (dizer teu nome só é bom), Em fé, em fé o digo, mesmo com Um coração pesado e contrito Que és de tudo verdade e não mito, O coração do amor, de todo o dom, Conquanto seja raro o bem e o bom E toda a luz aqui me falhe, és grito Que chama toda a chama de esperança E acorda a luz que resta à réstia eterna, Conquanto viva o mártir na espelunca Da vida (quem espera amiúde alcança): Possa o nazireu preso na cisterna Sofrer de ser só tarde mas não nunca.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 420
Sinopse:
"No Céu não Há Limões" descreve um mundo em guerra entre o Norte rico e o Sul pobre, em que os pobres do Sul tentam por todos os meios ter acesso ao bem-estar do Norte, e os do Norte usam de todos os meios para conservar a sua riqueza só para si. Sandro William Junqueira não apresenta soluções, mas à medida que o livro se aproxima do final uma personagem se destaca - o padre -, procurando uma saída. Será esta uma saída? O autor não dá a resposta. A resposta fica com cada um de nós, porque este é o nosso mundo.
Nº Páginas: 420
Sinopse:
"No Céu não Há Limões" descreve um mundo em guerra entre o Norte rico e o Sul pobre, em que os pobres do Sul tentam por todos os meios ter acesso ao bem-estar do Norte, e os do Norte usam de todos os meios para conservar a sua riqueza só para si. Sandro William Junqueira não apresenta soluções, mas à medida que o livro se aproxima do final uma personagem se destaca - o padre -, procurando uma saída. Será esta uma saída? O autor não dá a resposta. A resposta fica com cada um de nós, porque este é o nosso mundo.
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Edição: Set 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O grande livro sobre a Guerra Colonial, para que a memória não se apague Nó Cego é hoje um clássico da literatura portuguesa. Objeto de estudo e de atenção nos meios universitários, é sobretudo um grande e poderoso romance dos nossos dias, essencial para as atuais gerações de portugueses viverem esse período crucial da nossa História que foram os anos da guerra colonial e o fim do regime de ditadura, bem como para conhecer os dramas, as angústias, as alegrias e as tristezas da geração que fez a guerra e que a terminou, abrindo Portugal à modernidade. Mantendo a estrutura da obra tal como originalmente publicada, Carlos Vale Ferraz intensificou a narrativa, dotando o texto de uma linguagem mais depurada, com as situações mais definidas na sua complexidade, por forma a que o leitor se sinta mais bem situado dentro da ação. E é assim que Nó Cego participa simultaneamente do documento e do monumento, do poderoso testemunho e da excelente literatura.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O grande livro sobre a Guerra Colonial, para que a memória não se apague Nó Cego é hoje um clássico da literatura portuguesa. Objeto de estudo e de atenção nos meios universitários, é sobretudo um grande e poderoso romance dos nossos dias, essencial para as atuais gerações de portugueses viverem esse período crucial da nossa História que foram os anos da guerra colonial e o fim do regime de ditadura, bem como para conhecer os dramas, as angústias, as alegrias e as tristezas da geração que fez a guerra e que a terminou, abrindo Portugal à modernidade. Mantendo a estrutura da obra tal como originalmente publicada, Carlos Vale Ferraz intensificou a narrativa, dotando o texto de uma linguagem mais depurada, com as situações mais definidas na sua complexidade, por forma a que o leitor se sinta mais bem situado dentro da ação. E é assim que Nó Cego participa simultaneamente do documento e do monumento, do poderoso testemunho e da excelente literatura.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Richard, um médico, e a sua mulher, Corinne, mudam-se para o campo com os filhos (que nunca vemos). Querem libertar-se de vícios, evitar tentações, reconstruir a vida. Um dia, Richard traz para casa Rebecca, uma rapariga que diz ter encontrado desmaiada na estrada. O quotidiano campestre e aparentemente bucólico do casal é então subitamente perturbado, e regressam todos os fantasmas da anterior vida urbana. Desconcertante, misteriosa e violenta, No Campo é uma das mais importantes peças de Martin Crimp.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Richard, um médico, e a sua mulher, Corinne, mudam-se para o campo com os filhos (que nunca vemos). Querem libertar-se de vícios, evitar tentações, reconstruir a vida. Um dia, Richard traz para casa Rebecca, uma rapariga que diz ter encontrado desmaiada na estrada. O quotidiano campestre e aparentemente bucólico do casal é então subitamente perturbado, e regressam todos os fantasmas da anterior vida urbana. Desconcertante, misteriosa e violenta, No Campo é uma das mais importantes peças de Martin Crimp.
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Paris, anos 60. No café Condé reúnem-se poetas malditos, futuros situacionistas e estudantes. À nostalgia que impregna aquelas paredes junta-se um enigma personificado numa mulher: todas as personagens e histórias confluem na misteriosa Louki. Quatro homens contam-nos os seus encontros e desencontros com a filha de uma empregada do Molin-Rouge. Para quase todos eles, ela encarna o inalcançável objecto de desejo. Louki, tal como todos os boémios que vagueiam por uma Paris espectral, é uma personagem sem raízes, que inventa identidades e luta por construir um presente perpétuo. Modiano recria em redor da fascinante e comovente personagem desta mulher a Paris da sua juventude, enquanto constrói um maravilhoso romance sobre o poder da memória e a busca da identidade.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Paris, anos 60. No café Condé reúnem-se poetas malditos, futuros situacionistas e estudantes. À nostalgia que impregna aquelas paredes junta-se um enigma personificado numa mulher: todas as personagens e histórias confluem na misteriosa Louki. Quatro homens contam-nos os seus encontros e desencontros com a filha de uma empregada do Molin-Rouge. Para quase todos eles, ela encarna o inalcançável objecto de desejo. Louki, tal como todos os boémios que vagueiam por uma Paris espectral, é uma personagem sem raízes, que inventa identidades e luta por construir um presente perpétuo. Modiano recria em redor da fascinante e comovente personagem desta mulher a Paris da sua juventude, enquanto constrói um maravilhoso romance sobre o poder da memória e a busca da identidade.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma destruição de proporções inigualáveis marcou os últimos meses do Terceiro Reich, na Primavera de 1945. Aos inevitáveis horrores de uma derrota, somou-se a recusa de Adolf Hitler em se render até que o último homem caísse. Esta é uma vibrante reconstrução dos momentos que antecederam a queda de um dos mais infames regimes políticos da história, dando particular atenção à terrível Batalha de Berlim e à atmosfera claustrofóbica do bunker do Führer durante os últimos dias da guerra. Com uma prosa cativante, o historiador alemão Joachim Fest narra como, indiferente ao destino dos alemães, Hitler ordenou a destruição de infra-estruturas essenciais e atirou as tropas para a morte, mesmo sabendo da certeza da derrota. Descreve a paranóia crescente que marcou o estado mental do Führer, até ao suicídio, e os esforços para destruir o seu corpo antes que o Exército Vermelho chegasse a Berlim. Explica ainda como Hitler continua presente no pensamento das últimas gerações e como o seu poder tem aumentado assustadoramente à medida que a distância temporal cresce.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma destruição de proporções inigualáveis marcou os últimos meses do Terceiro Reich, na Primavera de 1945. Aos inevitáveis horrores de uma derrota, somou-se a recusa de Adolf Hitler em se render até que o último homem caísse. Esta é uma vibrante reconstrução dos momentos que antecederam a queda de um dos mais infames regimes políticos da história, dando particular atenção à terrível Batalha de Berlim e à atmosfera claustrofóbica do bunker do Führer durante os últimos dias da guerra. Com uma prosa cativante, o historiador alemão Joachim Fest narra como, indiferente ao destino dos alemães, Hitler ordenou a destruição de infra-estruturas essenciais e atirou as tropas para a morte, mesmo sabendo da certeza da derrota. Descreve a paranóia crescente que marcou o estado mental do Führer, até ao suicídio, e os esforços para destruir o seu corpo antes que o Exército Vermelho chegasse a Berlim. Explica ainda como Hitler continua presente no pensamento das últimas gerações e como o seu poder tem aumentado assustadoramente à medida que a distância temporal cresce.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Sobre o mar azul até a um limite invisível – meus olhos cansados, esvaídos de horizonte. Encosto-me a um pau do toldo, tia Matilde e Dolores ao lado em cadeirinhas rasas, estarão rezando? olham silenciosas, encosto-me às grades brancas da prisão. Vejo-me lá em baixo, como poderia ver-me lá de baixo? Detesto as grandes frases, são do tempo da conquista e da mistificação. E todavia. Estou só e isto deve ser real – instintivamente olho atrás. Uma dor recurva no pescoço, no estômago. Como poderia ver-me lá de baixo? aqui, no intervalo infinito entre a vida e a morte?"
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Sobre o mar azul até a um limite invisível – meus olhos cansados, esvaídos de horizonte. Encosto-me a um pau do toldo, tia Matilde e Dolores ao lado em cadeirinhas rasas, estarão rezando? olham silenciosas, encosto-me às grades brancas da prisão. Vejo-me lá em baixo, como poderia ver-me lá de baixo? Detesto as grandes frases, são do tempo da conquista e da mistificação. E todavia. Estou só e isto deve ser real – instintivamente olho atrás. Uma dor recurva no pescoço, no estômago. Como poderia ver-me lá de baixo? aqui, no intervalo infinito entre a vida e a morte?"
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Farto da vida que leva em Lisboa, um homem de trinta anos resolve partir para o Niassa, a região de Moçambique onde existe um dos maiores e mais enigmáticos lagos africanos, à procura do irmão que desapareceu em circunstâncias misteriosas e que ele mal conhece. A investigação do paradeiro de Rafa leva-o a peregrinar pelos sonhos de grandeza dos tempos coloniais, pela brutalidade da guerra civil moçambicana e pela história trágica da sua família, numa viagem ao imprevisto que decorre entre paisagens deslumbrantes. "Niassa" é uma história crua de amor e traição, amizade e sobrevivência, que evoca o passado português em África pelo olhar descomplexado das novas gerações.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
Farto da vida que leva em Lisboa, um homem de trinta anos resolve partir para o Niassa, a região de Moçambique onde existe um dos maiores e mais enigmáticos lagos africanos, à procura do irmão que desapareceu em circunstâncias misteriosas e que ele mal conhece. A investigação do paradeiro de Rafa leva-o a peregrinar pelos sonhos de grandeza dos tempos coloniais, pela brutalidade da guerra civil moçambicana e pela história trágica da sua família, numa viagem ao imprevisto que decorre entre paisagens deslumbrantes. "Niassa" é uma história crua de amor e traição, amizade e sobrevivência, que evoca o passado português em África pelo olhar descomplexado das novas gerações.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Nos últimos meses passados em Nova Iorque, Miller dá por si a ocupar cada vez mais um estranho papel de elemento observador no seu próprio casamento. Acabada de ter alta do hospital psiquiátrico, Stasia, amante de Mona, fica alojada com o casal e rapidamente esta intricada relação aberta entre os três resulta em caos. O futuro, Miller sabe-o, é longe dali, do outro lado do oceano, em Paris - é aí que poderá cumprir por fim a sua vocação como escritor.Terceiro e último volume da aclamada trilogia Rosa-Crucificação, Nexus é a peça final no percurso de formação e afirmação literária de Henry Miller, numa narração autobiográfica que põe a nu todas as limitações, todos os entusiasmos, todos os sonhos do seu autor. Depois de anos proibida no seu país, esta trilogia seria central na consagração deste que foi um dos maiores prosadores americanos do século xx.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Nos últimos meses passados em Nova Iorque, Miller dá por si a ocupar cada vez mais um estranho papel de elemento observador no seu próprio casamento. Acabada de ter alta do hospital psiquiátrico, Stasia, amante de Mona, fica alojada com o casal e rapidamente esta intricada relação aberta entre os três resulta em caos. O futuro, Miller sabe-o, é longe dali, do outro lado do oceano, em Paris - é aí que poderá cumprir por fim a sua vocação como escritor.Terceiro e último volume da aclamada trilogia Rosa-Crucificação, Nexus é a peça final no percurso de formação e afirmação literária de Henry Miller, numa narração autobiográfica que põe a nu todas as limitações, todos os entusiasmos, todos os sonhos do seu autor. Depois de anos proibida no seu país, esta trilogia seria central na consagração deste que foi um dos maiores prosadores americanos do século xx.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Durante a Era Meiji, o Japão abre-se ao Ocidente e uma nova burguesia, avessa aos tradicionais costumes e valores nipónicos, entretece-se com a antiga aristocracia. Kiyoaki, filho único do marquês Matsugae, descendente de uma família samurai cujas origens humildes o embaraçam, é enviado para viver os seus primeiros anos em casa de um nobre da corte e cresce lado a lado com a filha deste, a encantadora e vivaz Satoko. Agora adolescente, Kiyoaki vê-se dominado pela tensão entre o velho e o novo mundo, entre o passado das suas raízes e o presente de uma paixão avassaladora, capaz de agitar as estruturas imperiais e o próprio conceito de existência, a um ponto que só o seu fiel amigo Honda poderá testemunhar. Publicado em 1969, Neve de Primavera é o primeiro romance da tetralogia Mar da Fertilidade, testemunho literário de Yukio Mishima, que morreria após terminar a última peça deste que é o mais monumental retrato do Japão do século XX.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Durante a Era Meiji, o Japão abre-se ao Ocidente e uma nova burguesia, avessa aos tradicionais costumes e valores nipónicos, entretece-se com a antiga aristocracia. Kiyoaki, filho único do marquês Matsugae, descendente de uma família samurai cujas origens humildes o embaraçam, é enviado para viver os seus primeiros anos em casa de um nobre da corte e cresce lado a lado com a filha deste, a encantadora e vivaz Satoko. Agora adolescente, Kiyoaki vê-se dominado pela tensão entre o velho e o novo mundo, entre o passado das suas raízes e o presente de uma paixão avassaladora, capaz de agitar as estruturas imperiais e o próprio conceito de existência, a um ponto que só o seu fiel amigo Honda poderá testemunhar. Publicado em 1969, Neve de Primavera é o primeiro romance da tetralogia Mar da Fertilidade, testemunho literário de Yukio Mishima, que morreria após terminar a última peça deste que é o mais monumental retrato do Japão do século XX.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Este é o livro que Urbano Tavares Rodrigues (6 de Dezembro de 1923 - 9 de Agosto de 2013) entregou para publicação alguns dias antes de falecer. Urbano chamou-lhe "romance breve", porventura a melhor descrição para esta narrativa. Em 14 curtos capítulos, deparamo-nos com algumas histórias e muitos lugares que têm como fio condutor um homem: Tiago Manuel. Tornou-se uma "figura lendária no seu Alentejo e na Lisboa que tanto amou e até por essa Europa das suas lutas e nas Américas por onde peregrinou e deixou mistério, rastos de sonho e amor", para citar as palavras do autor. A Dom Quixote orgulha-se de publicar este texto inédito de Urbano Tavares Rodrigues, um escritor incontornável da história da Literatura Portuguesa.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Este é o livro que Urbano Tavares Rodrigues (6 de Dezembro de 1923 - 9 de Agosto de 2013) entregou para publicação alguns dias antes de falecer. Urbano chamou-lhe "romance breve", porventura a melhor descrição para esta narrativa. Em 14 curtos capítulos, deparamo-nos com algumas histórias e muitos lugares que têm como fio condutor um homem: Tiago Manuel. Tornou-se uma "figura lendária no seu Alentejo e na Lisboa que tanto amou e até por essa Europa das suas lutas e nas Américas por onde peregrinou e deixou mistério, rastos de sonho e amor", para citar as palavras do autor. A Dom Quixote orgulha-se de publicar este texto inédito de Urbano Tavares Rodrigues, um escritor incontornável da história da Literatura Portuguesa.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 248
Sinopse:
A vida pessoal de Amália encolhe ao mesmo ritmo que a atenção prestada à sua vida profissional se expande. Na sua sala de julgamentos entram homicidas, ladrões, traficantes de droga, jogadores de futebol corruptos, deportados ou vítimas de crimes sexuais. Em sua casa, deixou de entrar o homem que ama, e Marta, a menina que acolheu, sonha regressar ao bairro social onde vivia antes de ser institucionalizada. Amália passa as noites acordada, presa nas suas muitas perguntas sem resposta, a olhar para um quadro misterioso onde uma mulher engaiolada segura, inerte, as chaves que poderia usar para se soltar — até que resolve, ela própria, ir à procura do que significa a palavra "liberdade".
Nº Páginas: 248
Sinopse:
A vida pessoal de Amália encolhe ao mesmo ritmo que a atenção prestada à sua vida profissional se expande. Na sua sala de julgamentos entram homicidas, ladrões, traficantes de droga, jogadores de futebol corruptos, deportados ou vítimas de crimes sexuais. Em sua casa, deixou de entrar o homem que ama, e Marta, a menina que acolheu, sonha regressar ao bairro social onde vivia antes de ser institucionalizada. Amália passa as noites acordada, presa nas suas muitas perguntas sem resposta, a olhar para um quadro misterioso onde uma mulher engaiolada segura, inerte, as chaves que poderia usar para se soltar — até que resolve, ela própria, ir à procura do que significa a palavra "liberdade".
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Edição: Out 2000
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Numa aldeia do Alentejo, com um pano de fundo de uma severa pobreza, o autor vai tecendo histórias de homens e mulheres, endurecidos pela fome e pelo trabalho, de amor, ciúme e violência: o pastor taciturno que vê o seu mundo desmoronar-se quando o diabo lhe conta que a mulher o engana; o velho e sábio Gabriel, confidente e conselheiro; os gémeos siameses Elias e Moisés, cuja terna comunhão se degrada no momento em que um deles se apaixona; ou o próprio Diabo. As suas personagens são universais, assim como a sua esperança face à dificuldade. "... a partir da segunda ou terceira sequência ficamos seguros de que a inclinação é fatal: vamos embater num limite, num muro, num enigma, na origem do mundo e no desastre final..." Imediatamente após a sua primeira edição, Nenhum Olhar teve um imenso impacto no meio literário português. Com unânimes elogios da crítica e uma entusiástica receção do público, foi mencionado nos principais prémios literários da época, tendo acabado por vencer o Prémio Literário José Saramago, em 2001, contribuindo assim para o próprio prestígio do galardão. Hoje, após mais de vinte edições em Portugal, traduzido para quase trinta idiomas, estudado em universidades de diversos continentes, Nenhum Olhar é reconhecido como uma das obras essenciais do início do século XXI português.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Numa aldeia do Alentejo, com um pano de fundo de uma severa pobreza, o autor vai tecendo histórias de homens e mulheres, endurecidos pela fome e pelo trabalho, de amor, ciúme e violência: o pastor taciturno que vê o seu mundo desmoronar-se quando o diabo lhe conta que a mulher o engana; o velho e sábio Gabriel, confidente e conselheiro; os gémeos siameses Elias e Moisés, cuja terna comunhão se degrada no momento em que um deles se apaixona; ou o próprio Diabo. As suas personagens são universais, assim como a sua esperança face à dificuldade. "... a partir da segunda ou terceira sequência ficamos seguros de que a inclinação é fatal: vamos embater num limite, num muro, num enigma, na origem do mundo e no desastre final..." Imediatamente após a sua primeira edição, Nenhum Olhar teve um imenso impacto no meio literário português. Com unânimes elogios da crítica e uma entusiástica receção do público, foi mencionado nos principais prémios literários da época, tendo acabado por vencer o Prémio Literário José Saramago, em 2001, contribuindo assim para o próprio prestígio do galardão. Hoje, após mais de vinte edições em Portugal, traduzido para quase trinta idiomas, estudado em universidades de diversos continentes, Nenhum Olhar é reconhecido como uma das obras essenciais do início do século XXI português.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Man Booker International Prize 2011 No "calor demolidor da Newark equatorial" grassa uma epidemia aterradora que ameaça de mutilação, paralisia, incapacidade irreversível e mesmo de morte as crianças da Nova Jérsia. É este o tema surpreendente e lancinante do novo livro de Roth: uma epidemia de poliomielite em tempo de guerra, no verão de 1944, e o efeito que tem sobre uma comunidade de Newark, coesa e assente nos valores da família, e nomeadamente sobre as suas crianças.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Man Booker International Prize 2011 No "calor demolidor da Newark equatorial" grassa uma epidemia aterradora que ameaça de mutilação, paralisia, incapacidade irreversível e mesmo de morte as crianças da Nova Jérsia. É este o tema surpreendente e lancinante do novo livro de Roth: uma epidemia de poliomielite em tempo de guerra, no verão de 1944, e o efeito que tem sobre uma comunidade de Newark, coesa e assente nos valores da família, e nomeadamente sobre as suas crianças.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Em plena Guerra Fria, a CIA engendrou um plano, baptizado Jazz Ambassadors, para cativar a juventude de Leste para a causa americana. É neste pano de fundo que conhecemos Erik Gould, pianista exímio, apaixonado, capaz de visualizar sons e de pintar retratos nas teclas do piano. A música está-lhe tão entranhada no corpo como o amor pela única mulher da sua vida, que desapareceu de um dia para o outro. Será o filho de ambos, Tristan, cansado de procurar a mãe entre as páginas de um atlas, que encontrará dentro de uma caixa de sapatos um caminho para recuperar a alegria.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Em plena Guerra Fria, a CIA engendrou um plano, baptizado Jazz Ambassadors, para cativar a juventude de Leste para a causa americana. É neste pano de fundo que conhecemos Erik Gould, pianista exímio, apaixonado, capaz de visualizar sons e de pintar retratos nas teclas do piano. A música está-lhe tão entranhada no corpo como o amor pela única mulher da sua vida, que desapareceu de um dia para o outro. Será o filho de ambos, Tristan, cansado de procurar a mãe entre as páginas de um atlas, que encontrará dentro de uma caixa de sapatos um caminho para recuperar a alegria.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1983 pela Imprensa Nacional Casa da Moeda, a presente edição de "Navegações" é a primeira na Assírio & Alvim. A antiga ortografia é mantida e é seguida a fixação de texto conduzida por Carlos Mendes de Sousa e Maria Andresen Sousa Tavares. Conta ainda com um prefácio de Eucanaã Ferraz, que deste livro certeiramente nos diz que "[…] mais uma vez a poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen caminha de mãos dadas com o mar, presença fundamental em toda a sua obra. E, outra vez, a natureza confunde-se com a sua historicidade. Aqui, os poemas trazem à cena a gesta ultramarina empreendida pelos portugueses ao longo do que se convencionou chamar expansão marítima, mas também a própria experiência de Sophia como viajante, e de modo mais ou menos explícito, as andanças de outras personagens arrancadas de tempos e situações diversas, como o mítico Preste João, o célebre nauta Bartolomeu Dias e os poetas Luís de Camões, Jorge de Sena e Fernando Pessoa. Assim, os poemas de Navegações formam, de um modo muito livre, uma narrativa de viagem, ou de viagens." IV Ele porém dobrou o cabo e não achou a Índia E o mar o devorou com o instinto de destino que há no mar
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1983 pela Imprensa Nacional Casa da Moeda, a presente edição de "Navegações" é a primeira na Assírio & Alvim. A antiga ortografia é mantida e é seguida a fixação de texto conduzida por Carlos Mendes de Sousa e Maria Andresen Sousa Tavares. Conta ainda com um prefácio de Eucanaã Ferraz, que deste livro certeiramente nos diz que "[…] mais uma vez a poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen caminha de mãos dadas com o mar, presença fundamental em toda a sua obra. E, outra vez, a natureza confunde-se com a sua historicidade. Aqui, os poemas trazem à cena a gesta ultramarina empreendida pelos portugueses ao longo do que se convencionou chamar expansão marítima, mas também a própria experiência de Sophia como viajante, e de modo mais ou menos explícito, as andanças de outras personagens arrancadas de tempos e situações diversas, como o mítico Preste João, o célebre nauta Bartolomeu Dias e os poetas Luís de Camões, Jorge de Sena e Fernando Pessoa. Assim, os poemas de Navegações formam, de um modo muito livre, uma narrativa de viagem, ou de viagens." IV Ele porém dobrou o cabo e não achou a Índia E o mar o devorou com o instinto de destino que há no mar
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Uma bebedeira com Pablo Neruda, uma reunião política com Picasso, uma visita ao bordel ou ao terreiro de candomblé com Carybé ou Dorival Caymmi, os últimos dias de Glauber Rocha, o pedido de casamento de Miúcha feito em nome de João Gilberto - dezenas de episódios são relembrados com ternura e humor por Jorge Amado, que escreveu Navegação de Cabotagem (1992) na véspera de completar oitenta anos. Com a serenidade e a sabedoria de quem viveu as maravilhas e os horrores do século XX, o escritor passa em revista momentos marcantes da sua vida, das paixões de juventude à glória literária mundial, da militância política apaixonada à desilusão com o sonho comunista, transformado em pesadelo totalitário. O exílio, as amizades, os amores, a aprendizagem da cultura popular nas fazendas de cacau, nos prostíbulos, tudo se mistura nestas páginas vibrantes. Este livro pode ser lido como uma sucessão de vívidas cenas de um filme ao mesmo tempo épico, lírico e cómico. Recordando com franqueza e fina autoironia a sua trajetória de êxitos e obstáculos, de encontros e equívocos, com Navegação de Cabotagem Jorge Amado insere-se a si próprio, por fim, na sua rica galeria de inesquecíveis personagens.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
Uma bebedeira com Pablo Neruda, uma reunião política com Picasso, uma visita ao bordel ou ao terreiro de candomblé com Carybé ou Dorival Caymmi, os últimos dias de Glauber Rocha, o pedido de casamento de Miúcha feito em nome de João Gilberto - dezenas de episódios são relembrados com ternura e humor por Jorge Amado, que escreveu Navegação de Cabotagem (1992) na véspera de completar oitenta anos. Com a serenidade e a sabedoria de quem viveu as maravilhas e os horrores do século XX, o escritor passa em revista momentos marcantes da sua vida, das paixões de juventude à glória literária mundial, da militância política apaixonada à desilusão com o sonho comunista, transformado em pesadelo totalitário. O exílio, as amizades, os amores, a aprendizagem da cultura popular nas fazendas de cacau, nos prostíbulos, tudo se mistura nestas páginas vibrantes. Este livro pode ser lido como uma sucessão de vívidas cenas de um filme ao mesmo tempo épico, lírico e cómico. Recordando com franqueza e fina autoironia a sua trajetória de êxitos e obstáculos, de encontros e equívocos, com Navegação de Cabotagem Jorge Amado insere-se a si próprio, por fim, na sua rica galeria de inesquecíveis personagens.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nuno Júdice é hoje uma das vozes mais valorizadas e singulares da literatura contemporânea, pela sua permanente luta contra o indizível da palavra e da poesia. O mistério, a criação e a revelação do absoluto e do sagrado são explorados por Júdice nessa tão sua tentativa de modelar nas formas que a língua lhe colocou à disposição ou na "liberdade" que a linguagem lhe permite e "autoriza". Distinguido com os mais importantes prémios de poesia portugueses, entre eles, o Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus, (1990), e o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1994). Em 2013 recebeu o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nuno Júdice é hoje uma das vozes mais valorizadas e singulares da literatura contemporânea, pela sua permanente luta contra o indizível da palavra e da poesia. O mistério, a criação e a revelação do absoluto e do sagrado são explorados por Júdice nessa tão sua tentativa de modelar nas formas que a língua lhe colocou à disposição ou na "liberdade" que a linguagem lhe permite e "autoriza". Distinguido com os mais importantes prémios de poesia portugueses, entre eles, o Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus, (1990), e o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1994). Em 2013 recebeu o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Vasco Graça Moura conta-nos o naufrágio financeiro de um empresário, nas vésperas da Revolução do 25 de Abril (naufrágio de/um Portugal). Os nomes das personagens da família do protagonista, Manuel de Sousa Sepúlveda, coincidem com os nomes da família do infeliz navegador do século XVI, narrado na "História Trágico-Marítima". Neste romance, onde se conta a história de um homem que tenta "salvar o barco" da sua empresa, no contexto da "batalha naval nas águas da banca portuguesa" (num momento crucial da história nacional, o fim do fascismo e o período mais turbulento da Revolução de Abril), há sempre elementos simbólicos do próprio naufrágio nacional. Um livro polémico na altura em que foi publicado pela primeira vez, "Naufrágio de Sepúlveda" é uma obra fundamental e inesquecível.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Vasco Graça Moura conta-nos o naufrágio financeiro de um empresário, nas vésperas da Revolução do 25 de Abril (naufrágio de/um Portugal). Os nomes das personagens da família do protagonista, Manuel de Sousa Sepúlveda, coincidem com os nomes da família do infeliz navegador do século XVI, narrado na "História Trágico-Marítima". Neste romance, onde se conta a história de um homem que tenta "salvar o barco" da sua empresa, no contexto da "batalha naval nas águas da banca portuguesa" (num momento crucial da história nacional, o fim do fascismo e o período mais turbulento da Revolução de Abril), há sempre elementos simbólicos do próprio naufrágio nacional. Um livro polémico na altura em que foi publicado pela primeira vez, "Naufrágio de Sepúlveda" é uma obra fundamental e inesquecível.
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Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Desde o princípio dos tempos, a humanidade maravilhou-se com a natureza e viu o seu lado divino. Nos escritos de grandes pensadores de várias religiões, o mundo natural inspirava todos os sentimentos, do medo e da reverência à contemplação serena; Deus, ou seja o que for que represente o sublime para nós, estava presente em tudo. Mas, hoje, quando admiramos uma árvore ou uma paisagem majestosa, raramente vemos a natureza como sagrada. Karen Armstrong, uma das mais originais pensadoras do papel da religião no mundo moderno, apresenta-nos uma investigação profunda sobre o poder espiritual da natureza - e um apelo urgente para que recuperemos esse poder para a nossa vida quotidiana.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Desde o princípio dos tempos, a humanidade maravilhou-se com a natureza e viu o seu lado divino. Nos escritos de grandes pensadores de várias religiões, o mundo natural inspirava todos os sentimentos, do medo e da reverência à contemplação serena; Deus, ou seja o que for que represente o sublime para nós, estava presente em tudo. Mas, hoje, quando admiramos uma árvore ou uma paisagem majestosa, raramente vemos a natureza como sagrada. Karen Armstrong, uma das mais originais pensadoras do papel da religião no mundo moderno, apresenta-nos uma investigação profunda sobre o poder espiritual da natureza - e um apelo urgente para que recuperemos esse poder para a nossa vida quotidiana.
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