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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
História e fantasia combinam-se nos trechos narrativos inseridos nos livros de linhagens medievais, que celebravam feitos memoráveis, quer para os descendentes de heróis quer para a classe nobre em geral. As narrativas dos livros de linhagens, agrupadas neste livro pela origem geográfica das tradições familiares que representam - castelhanas, galegas e portuguesas -, são simples narrativas, trechos curtos transmitidos juntamente com outras tradições familiares. Podendo revestir a forma de contos (como na Dama do "Pé de Cabra"), de anedotas baseadas em episódios burlescos (como o duelo de Simão Curutelo), de "exemplos" (como o do alcaide de Celorico), de "memórias" (como as dos combates de Martim Sanches e do conde de Barcelos), de crenças míticas (como as da origem dos Velosos) ou de acontecimentos dramáticos (como o de Fernão Rodrigues de Castro), representam não só o ponto de vista do narrador que desejava exaltar os feitos dos seus antepassados, mas pretendiam também identificar membros de linhagens rivais. Destaques do conteúdo da obra Adaptações de obras anteriores, como As filhas do rei Lear; O nascimento do rei Artur; Mordech e o rei Artur; Cid, o Campeador; D. Afonso Henriques Tradições familiares castelhanas, como A Dama do Pé de Cabra; Infantes de Lara; A origem dos Velosos Tradições familiares galegas, como Dona Marinha; Pero Novais; Martim Sanches Tradições familiares portuguesas, como O rei Ramiro; Fernão Mendes de Bragança e a infanta: D. Dinis, rei de Portugal; D. Pedro, conde de Barcelos; O rapto de Maria Pais Ribeira; A traição de Mem Cravo; O alcaide de Celorico As ficções do refundidor de 1380, como Soeiro Mendes da Maia; D. Pedro I, rei de Castela; Gonçalo Mendes da Maia, o Lidador; O arcebispo D. Gonçalo Pereira; Álvaro Gonçalves Pereira, prior do Hospital, e a batalha do Salado
Nº Páginas: 176
Sinopse:
História e fantasia combinam-se nos trechos narrativos inseridos nos livros de linhagens medievais, que celebravam feitos memoráveis, quer para os descendentes de heróis quer para a classe nobre em geral. As narrativas dos livros de linhagens, agrupadas neste livro pela origem geográfica das tradições familiares que representam - castelhanas, galegas e portuguesas -, são simples narrativas, trechos curtos transmitidos juntamente com outras tradições familiares. Podendo revestir a forma de contos (como na Dama do "Pé de Cabra"), de anedotas baseadas em episódios burlescos (como o duelo de Simão Curutelo), de "exemplos" (como o do alcaide de Celorico), de "memórias" (como as dos combates de Martim Sanches e do conde de Barcelos), de crenças míticas (como as da origem dos Velosos) ou de acontecimentos dramáticos (como o de Fernão Rodrigues de Castro), representam não só o ponto de vista do narrador que desejava exaltar os feitos dos seus antepassados, mas pretendiam também identificar membros de linhagens rivais. Destaques do conteúdo da obra Adaptações de obras anteriores, como As filhas do rei Lear; O nascimento do rei Artur; Mordech e o rei Artur; Cid, o Campeador; D. Afonso Henriques Tradições familiares castelhanas, como A Dama do Pé de Cabra; Infantes de Lara; A origem dos Velosos Tradições familiares galegas, como Dona Marinha; Pero Novais; Martim Sanches Tradições familiares portuguesas, como O rei Ramiro; Fernão Mendes de Bragança e a infanta: D. Dinis, rei de Portugal; D. Pedro, conde de Barcelos; O rapto de Maria Pais Ribeira; A traição de Mem Cravo; O alcaide de Celorico As ficções do refundidor de 1380, como Soeiro Mendes da Maia; D. Pedro I, rei de Castela; Gonçalo Mendes da Maia, o Lidador; O arcebispo D. Gonçalo Pereira; Álvaro Gonçalves Pereira, prior do Hospital, e a batalha do Salado
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Narciso é professor em Mariabronn, um convento emblemático da Alemanha medieval, e Goldmund o seu discípulo favorito. Enquanto Narciso permanece isolado do mundo, em voto de devoção, levando uma vida de oração e meditação, Goldmund decide sair do convento a fim de explorar a vida mundana e o amor. Após percorrer um caminho pícaro e errante de andarilho, cheio de venturas e amores pelas mais variadas mulheres que resultaram ora em dor ora em paixão, o seu regresso e derradeiro reencontro com Narciso traz à tona as diferenças entre ambos - um o artista, o outro o pensador.Narciso e Goldmund, como a maioria das obras de Hesse, centra-se na busca do conhecimento interior dos seus protagonistas, assim como na procura da união dos opostos. Narciso representa a ciência, a lógica e Deus (o lado masculino), e Goldmund representa a arte e a natureza (o lado feminino).
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Narciso é professor em Mariabronn, um convento emblemático da Alemanha medieval, e Goldmund o seu discípulo favorito. Enquanto Narciso permanece isolado do mundo, em voto de devoção, levando uma vida de oração e meditação, Goldmund decide sair do convento a fim de explorar a vida mundana e o amor. Após percorrer um caminho pícaro e errante de andarilho, cheio de venturas e amores pelas mais variadas mulheres que resultaram ora em dor ora em paixão, o seu regresso e derradeiro reencontro com Narciso traz à tona as diferenças entre ambos - um o artista, o outro o pensador.Narciso e Goldmund, como a maioria das obras de Hesse, centra-se na busca do conhecimento interior dos seus protagonistas, assim como na procura da união dos opostos. Narciso representa a ciência, a lógica e Deus (o lado masculino), e Goldmund representa a arte e a natureza (o lado feminino).
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Laine Tavish é dona da loja de antiguidades Naquele Tempo. É uma mulher discreta e vive uma vida igualmente reservada numa pequena localidade de Maryland. Pelo menos isso é o que toda a gente pensa. Na verdade, o seu nome é Elaine O’Hara e é filha de Big Jack O’Hara, um dos mais conhecidos bandidos do seu tempo. E o passado de Laine acaba de a encontrar de uma forma bem dramática. O seu tio, há muito desaparecido, surge de repente para deixar um aviso misterioso antes de ser atropelado mortalmente na rua. Pouco depois, a casa dela é revirada por assaltantes. Agora, cabe a Laine, e a um homem deliciosamente misterioso chamado Max Gannon, descobrir quem anda atrás dela, e porquê. A resposta está num tesouro escondido que vai mudar não só a vida de Laine mas também a de futuras gerações. Perigo e morte vão pairar sobre esse tesouro durante muitos anos, até que a tenente Eve Dallas, detetive em Nova Iorque, pega no caso. "Naquele Tempo" é um livro que mistura na perfeição romance e suspense. Uma história de enganos e segredos, mulheres fortes e homens fascinantes, numa combinação brilhante dos dois lados de Nora Roberts.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Laine Tavish é dona da loja de antiguidades Naquele Tempo. É uma mulher discreta e vive uma vida igualmente reservada numa pequena localidade de Maryland. Pelo menos isso é o que toda a gente pensa. Na verdade, o seu nome é Elaine O’Hara e é filha de Big Jack O’Hara, um dos mais conhecidos bandidos do seu tempo. E o passado de Laine acaba de a encontrar de uma forma bem dramática. O seu tio, há muito desaparecido, surge de repente para deixar um aviso misterioso antes de ser atropelado mortalmente na rua. Pouco depois, a casa dela é revirada por assaltantes. Agora, cabe a Laine, e a um homem deliciosamente misterioso chamado Max Gannon, descobrir quem anda atrás dela, e porquê. A resposta está num tesouro escondido que vai mudar não só a vida de Laine mas também a de futuras gerações. Perigo e morte vão pairar sobre esse tesouro durante muitos anos, até que a tenente Eve Dallas, detetive em Nova Iorque, pega no caso. "Naquele Tempo" é um livro que mistura na perfeição romance e suspense. Uma história de enganos e segredos, mulheres fortes e homens fascinantes, numa combinação brilhante dos dois lados de Nora Roberts.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 564
Sinopse:
"O passado dos homens não foi só a sua vida pública. Foi também o jogo ou a luta de cada dia e aquilo em que eles acreditaram. Desejaria, como Ricoeur diz também, ‘reabrir o passado para reavivar nele as potencialidades não cumpridas, impedidas, ou mesmo massacradas’, particularmente aquelas que a proclamação do Evangelho reclama sempre que é ritualmente anunciado. Desejaria que as minhas explorações do passado não fossem viagens a um reino de sombras, nem mitificação de factos pretensamente privilegiados, mas revelação do que sempre de novo existe no passado, do que sempre de novo o traz até nós, do que sempre de novo nos impulsiona no presente, do que sempre de novo deveríamos transmitir a quem vier depois. Desejaria... Infelizmente os desejos ficam muitas vezes longe do seu cumprimento. Mesmo que me aproximasse deste ideal, nem por isso ele se comunicaria automaticamente a ninguém. Só a busca de cada um dos meus leitores o pode trazer à existência." - Do Prefácio do Autor.
Nº Páginas: 564
Sinopse:
"O passado dos homens não foi só a sua vida pública. Foi também o jogo ou a luta de cada dia e aquilo em que eles acreditaram. Desejaria, como Ricoeur diz também, ‘reabrir o passado para reavivar nele as potencialidades não cumpridas, impedidas, ou mesmo massacradas’, particularmente aquelas que a proclamação do Evangelho reclama sempre que é ritualmente anunciado. Desejaria que as minhas explorações do passado não fossem viagens a um reino de sombras, nem mitificação de factos pretensamente privilegiados, mas revelação do que sempre de novo existe no passado, do que sempre de novo o traz até nós, do que sempre de novo nos impulsiona no presente, do que sempre de novo deveríamos transmitir a quem vier depois. Desejaria... Infelizmente os desejos ficam muitas vezes longe do seu cumprimento. Mesmo que me aproximasse deste ideal, nem por isso ele se comunicaria automaticamente a ninguém. Só a busca de cada um dos meus leitores o pode trazer à existência." - Do Prefácio do Autor.
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Anahad O'Connor reuniu neste livro uma série de questões —tanto factos, como ficções criadas a partir dos mesmos —, desde as calorias dos cereais aos efeitos nocivos da luz artificial. O'Connor acaba com os mitos da impotência provocada pelo selim da bicicleta e o da artrite provocada pelo partir de nozes. Estas curiosidades e o desmistificar de muitos mitos enraizados culturalmente por todo o mundo, são-nos apresentados e debatidos de uma forma tão esclarecedora quanto divertida.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Anahad O'Connor reuniu neste livro uma série de questões —tanto factos, como ficções criadas a partir dos mesmos —, desde as calorias dos cereais aos efeitos nocivos da luz artificial. O'Connor acaba com os mitos da impotência provocada pelo selim da bicicleta e o da artrite provocada pelo partir de nozes. Estas curiosidades e o desmistificar de muitos mitos enraizados culturalmente por todo o mundo, são-nos apresentados e debatidos de uma forma tão esclarecedora quanto divertida.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Jina Modell trabalhava numa organização paramilitar e adorava o seu trabalho qu destacada para operações de campo como membro das GO-Teams, para controlar drones. Linda Howard é uma escritora extraordinariamente original. Escreve com energia, com uma sensualidade e com uma habilidade narrativa sem precedentes.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Jina Modell trabalhava numa organização paramilitar e adorava o seu trabalho qu destacada para operações de campo como membro das GO-Teams, para controlar drones. Linda Howard é uma escritora extraordinariamente original. Escreve com energia, com uma sensualidade e com uma habilidade narrativa sem precedentes.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 260
Sinopse:
As mulheres sabem: não se pode dizer tudo aos homens, há apenas que orientá-los.Carolina tem um plano romanesco para conquistar António, o joalheiro que ela decidiu querer para futuro, legal e legítimo marido. Ele não sabe ainda, mas ela engendrou um original jogo de sedução para que ele a descubra.
Nº Páginas: 260
Sinopse:
As mulheres sabem: não se pode dizer tudo aos homens, há apenas que orientá-los.Carolina tem um plano romanesco para conquistar António, o joalheiro que ela decidiu querer para futuro, legal e legítimo marido. Ele não sabe ainda, mas ela engendrou um original jogo de sedução para que ele a descubra.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Quando festejou a surpreendente vitória de Trump, o seu ideólogo e diretor de campanha, Steve Bannon, terá afirmado "quero que [eles] falem de antirracismo todos os dias. Se a esquerda está focada em raça e identidade e nós avançamos com o nacionalismo económico, esmagamo-los". Desde então, esta é uma discussão acesa: será que Bannon tem razão (e deve, então, a esquerda abdicar da defesa dos direitos sociais) e a direita ganhará sempre se instrumentalizar os nacionalismos imperiais e as religiões? Em resposta a essas questões, neste livro discutimos vários processos de identificação, individual e social. Mostramos como se constroem à direita o discurso e as práticas do ódio, ou como estabelece o medo como norma social. Verificamos que a direita se radicalizou no tempo de Trump e de Bolsonaro por ser obsessivamente identitarista. E discutimos como a democracia deve responder a este autoritarismo galopante, reconhecendo as identidades como experiência da diferença e como afirmação de direitos, mas não deixando de se bater também por uma política que constitua uma resposta inclusiva e universal, promovendo a distribuição social contra a desigualdade social e económica. Assim, o livro defende que o modo de enfrentar o trumpismo é a conjugação entre reconhecimento de identidades que exprimem a vida de comunidades e uma alternativa socialista clara. Baseando-se na experiência e debates dos movimentos feminista e antirracista, bem como de movimentos sociais das últimas décadas, os autores desafiam a maldição de Bannon e apontam caminhos para uma sociedade em que posso ser quem sou e podemos ser quem somos.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Quando festejou a surpreendente vitória de Trump, o seu ideólogo e diretor de campanha, Steve Bannon, terá afirmado "quero que [eles] falem de antirracismo todos os dias. Se a esquerda está focada em raça e identidade e nós avançamos com o nacionalismo económico, esmagamo-los". Desde então, esta é uma discussão acesa: será que Bannon tem razão (e deve, então, a esquerda abdicar da defesa dos direitos sociais) e a direita ganhará sempre se instrumentalizar os nacionalismos imperiais e as religiões? Em resposta a essas questões, neste livro discutimos vários processos de identificação, individual e social. Mostramos como se constroem à direita o discurso e as práticas do ódio, ou como estabelece o medo como norma social. Verificamos que a direita se radicalizou no tempo de Trump e de Bolsonaro por ser obsessivamente identitarista. E discutimos como a democracia deve responder a este autoritarismo galopante, reconhecendo as identidades como experiência da diferença e como afirmação de direitos, mas não deixando de se bater também por uma política que constitua uma resposta inclusiva e universal, promovendo a distribuição social contra a desigualdade social e económica. Assim, o livro defende que o modo de enfrentar o trumpismo é a conjugação entre reconhecimento de identidades que exprimem a vida de comunidades e uma alternativa socialista clara. Baseando-se na experiência e debates dos movimentos feminista e antirracista, bem como de movimentos sociais das últimas décadas, os autores desafiam a maldição de Bannon e apontam caminhos para uma sociedade em que posso ser quem sou e podemos ser quem somos.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Eu, tu, nós. A alquimia de um relacionamento é esta passagem de duas entidades independentes a um trio que inclui um caminho partilhado, um «nós» que nem sempre evolui no mesmo passo que o «eu» e o «tu». Neste livro para mulheres e homens, Judite Sousa, especialista em fazer as perguntas certas, e Maria do Céu Santo, especialista em ginecologia e sexualidade, exploram as questões cruciais dos relacionamentos: o amor, a sexualidade, como manter a chama viva, a ameaça da rotina e da acomodação, a dor de uma separação, o prazer… Um guia essencial para o amor, as relações e a felicidade.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Eu, tu, nós. A alquimia de um relacionamento é esta passagem de duas entidades independentes a um trio que inclui um caminho partilhado, um «nós» que nem sempre evolui no mesmo passo que o «eu» e o «tu». Neste livro para mulheres e homens, Judite Sousa, especialista em fazer as perguntas certas, e Maria do Céu Santo, especialista em ginecologia e sexualidade, exploram as questões cruciais dos relacionamentos: o amor, a sexualidade, como manter a chama viva, a ameaça da rotina e da acomodação, a dor de uma separação, o prazer… Um guia essencial para o amor, as relações e a felicidade.
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Edição: Ago 2022
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Roma, Via Fani, 16 de Março de 1978. o sequestro de Aldo Moro durante 55 dias, o massacre da sua escolta e finalmente o seu assassínio. Que abalariam a Itália e chocariam o mundo. E acabariam com os três maiores partidos políticos italianos. Reivindicado pela organização terrorista Brigate Rosse, quem foram realmente os seus mandantes? Chocada com a recusa do governo democrata-cristão e do Partido Comunista em negociar com o grupo terrorista a sua libertação, Teresa Martins Marques leu tudo o que sobre o assunto se escreveu, falou com colaboradores, amigos, alunos e familiares, e ligou os fios que até hoje ninguém quis ou se atrevera a ligar. Numa escrita de uma fluência singular, a autora junta os dados e reconstitui o que só numa obra de ficção podia ser contado. O rapto de Moro não foi para negociar. Foi para matar.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Roma, Via Fani, 16 de Março de 1978. o sequestro de Aldo Moro durante 55 dias, o massacre da sua escolta e finalmente o seu assassínio. Que abalariam a Itália e chocariam o mundo. E acabariam com os três maiores partidos políticos italianos. Reivindicado pela organização terrorista Brigate Rosse, quem foram realmente os seus mandantes? Chocada com a recusa do governo democrata-cristão e do Partido Comunista em negociar com o grupo terrorista a sua libertação, Teresa Martins Marques leu tudo o que sobre o assunto se escreveu, falou com colaboradores, amigos, alunos e familiares, e ligou os fios que até hoje ninguém quis ou se atrevera a ligar. Numa escrita de uma fluência singular, a autora junta os dados e reconstitui o que só numa obra de ficção podia ser contado. O rapto de Moro não foi para negociar. Foi para matar.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Uma irresistível porta de entrada na obra de um dos mais aclamados autores espanhóis do presente. Excelente porta de entrada no universo Marías, Não mais amores reúne todos os contos do autor, não apenas os que entraram em anteriores antologias como muitos outros nunca antes reunidos em livro. E é um universo esplêndido o que encontramos, pleno de mistérios e volte-faces, de sombras e matizes, convidando a várias leituras. Nestas páginas encontramos um tradutor metido em sarilhos durante a rodagem de um filme com Elvis Presley; uma mulher que lê para um fantasma; um médico que visita mulheres presas a casamentos infelizes; um guarda-costas que testemunha a preparação de um homicídio; uma aspirante a actriz porno à espera de conhecer o seu companheiro no filme; um homem e uma mulher assassinados por uma lança africana; um mordomo fechado num elevador em Nova Iorque; um casal de mafiosos caído em desgraça; um assassino por encomenda que tenta dissuadir aqueles que o querem contratar; um escritor viciado em medicamentos que põe de lado a medicação para investigar o efeito da dor na existência. O mundo dos contos de Javier Marías é tão inquietante e sedutor que é difícil não mergulhar nele, encantados, enfeitiçados, mesmo sem saber se seremos capazes de sair.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Uma irresistível porta de entrada na obra de um dos mais aclamados autores espanhóis do presente. Excelente porta de entrada no universo Marías, Não mais amores reúne todos os contos do autor, não apenas os que entraram em anteriores antologias como muitos outros nunca antes reunidos em livro. E é um universo esplêndido o que encontramos, pleno de mistérios e volte-faces, de sombras e matizes, convidando a várias leituras. Nestas páginas encontramos um tradutor metido em sarilhos durante a rodagem de um filme com Elvis Presley; uma mulher que lê para um fantasma; um médico que visita mulheres presas a casamentos infelizes; um guarda-costas que testemunha a preparação de um homicídio; uma aspirante a actriz porno à espera de conhecer o seu companheiro no filme; um homem e uma mulher assassinados por uma lança africana; um mordomo fechado num elevador em Nova Iorque; um casal de mafiosos caído em desgraça; um assassino por encomenda que tenta dissuadir aqueles que o querem contratar; um escritor viciado em medicamentos que põe de lado a medicação para investigar o efeito da dor na existência. O mundo dos contos de Javier Marías é tão inquietante e sedutor que é difícil não mergulhar nele, encantados, enfeitiçados, mesmo sem saber se seremos capazes de sair.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Uma resposta contemporânea aos romances e às heroínas de Jane Austen. Helena Vasconcelos é uma profunda conhecedora da obra de Jane Austen e, neste seu primeiro romance, põe em contraponto o universo da escritora inglesa de oitocentos e o da heroína contemporânea, Ana Teresa DeWelt, jovem mulher do século XXI, que procura a felicidade, estudando incessantemente os seus indícios e ensinamentos, ainda que velados, na prosa austeniana. O papel das jovens adultas na sociedade do fim do século XVIII e início do século XIX (com os seus ritos, costumes, valores e preconceitos) não é certamente o mesmo nos dias de hoje. Muitas coisas mudaram nas sociedades e na maneira como valorizam, ou não, a mulher, mas nem tudo mudou. Este divertido romance, cujo título foi retirado de Sensibilidade e Bom Senso, é também uma sátira de costumes e cumpre a "agenda" dos livros de Austen: debaixo da aparência de normalidade e conformidade com as regras (também literárias), observa e critica com ironia e subtileza, os meandros da família, da amizade, do interesse material, do desejo e do amor.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Uma resposta contemporânea aos romances e às heroínas de Jane Austen. Helena Vasconcelos é uma profunda conhecedora da obra de Jane Austen e, neste seu primeiro romance, põe em contraponto o universo da escritora inglesa de oitocentos e o da heroína contemporânea, Ana Teresa DeWelt, jovem mulher do século XXI, que procura a felicidade, estudando incessantemente os seus indícios e ensinamentos, ainda que velados, na prosa austeniana. O papel das jovens adultas na sociedade do fim do século XVIII e início do século XIX (com os seus ritos, costumes, valores e preconceitos) não é certamente o mesmo nos dias de hoje. Muitas coisas mudaram nas sociedades e na maneira como valorizam, ou não, a mulher, mas nem tudo mudou. Este divertido romance, cujo título foi retirado de Sensibilidade e Bom Senso, é também uma sátira de costumes e cumpre a "agenda" dos livros de Austen: debaixo da aparência de normalidade e conformidade com as regras (também literárias), observa e critica com ironia e subtileza, os meandros da família, da amizade, do interesse material, do desejo e do amor.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Enquanto escritor não tenho outra ambição que não seja contar histórias e, por elas, partilhar-me, cúmplice, com os meus leitores. Partilhar memórias e imaginários para depois rirmos juntos do mundo através do olhar da minha caneta. Na verdade, o pior legado que recebemos do Concílio de Trento foi esta predisposição para o "cinzentismo", para o servilismo, como se, em vez de sermos obrigados a respeitar a Constituição da República, estivéssemos obrigados a servir um desses livros pífios de boas maneiras, que nos algemam os gestos, amordaçam gargalhadas e nos proíbem a liberdade. Contra as boas maneiras, dei comigo a pensar: conta-se a história de um rufia que roubava batatas ao exército e, desconfio que por essa razão - ser ladrão -, se tornou num dos homens mais importantes do país. Sendo assim, porque carga de água o meu Leónidas de Távora, personagem por mim emprenhada e parida, ladrão ordinário, sem jeito para o trabalho, não pode chegar a ministro? E não é que chegou mesmo?! Confesso-vos: ri que nem um perdido. Espero que quando lerem ao menos partilhem comigo um sorriso. A mais simples manifestação da liberdade.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Enquanto escritor não tenho outra ambição que não seja contar histórias e, por elas, partilhar-me, cúmplice, com os meus leitores. Partilhar memórias e imaginários para depois rirmos juntos do mundo através do olhar da minha caneta. Na verdade, o pior legado que recebemos do Concílio de Trento foi esta predisposição para o "cinzentismo", para o servilismo, como se, em vez de sermos obrigados a respeitar a Constituição da República, estivéssemos obrigados a servir um desses livros pífios de boas maneiras, que nos algemam os gestos, amordaçam gargalhadas e nos proíbem a liberdade. Contra as boas maneiras, dei comigo a pensar: conta-se a história de um rufia que roubava batatas ao exército e, desconfio que por essa razão - ser ladrão -, se tornou num dos homens mais importantes do país. Sendo assim, porque carga de água o meu Leónidas de Távora, personagem por mim emprenhada e parida, ladrão ordinário, sem jeito para o trabalho, não pode chegar a ministro? E não é que chegou mesmo?! Confesso-vos: ri que nem um perdido. Espero que quando lerem ao menos partilhem comigo um sorriso. A mais simples manifestação da liberdade.
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Edição: Jun 2008
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Uma nova edição "ne varietur", cuidadosamente preparada, a única reconhecida pelo autor como legítima.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Uma nova edição "ne varietur", cuidadosamente preparada, a única reconhecida pelo autor como legítima.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 456
Sinopse:
O enredo do livro desenvolve-se em três dias, sexta-feira, sábado e domingo. Uma mulher com perto de cinquenta anos vai passar um fim de semana na casa de férias da família, numa praia não identificada. A casa, modesta, foi vendida e ela quer despedir-se da casa, mas também relembrar tudo o que se passou ali - a sua infância com os pais e os irmãos, o suicídio do irmão mais velho, o irmão surdo-mudo, o complexo e dramático relacionamento dos pais, a menina da casa em frente, sua amiga do tempo de férias. Vem depois a sua vida actual, mal casada, sem filhos, professora numa escola como tantas outras, com uma relação frustrante e sem entusiasmo com uma colega mais velha… O falhanço que é a sua vida reflecte-se na casa há muito desabitada e nos sonhos de todos eles, ali irremediavelmente enterrados. A despedida da casa pode levá-la a imitar o irmão mais velho e, no domingo, atirar-se das arribas e encerrar ali uma vida sem futuro.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
O enredo do livro desenvolve-se em três dias, sexta-feira, sábado e domingo. Uma mulher com perto de cinquenta anos vai passar um fim de semana na casa de férias da família, numa praia não identificada. A casa, modesta, foi vendida e ela quer despedir-se da casa, mas também relembrar tudo o que se passou ali - a sua infância com os pais e os irmãos, o suicídio do irmão mais velho, o irmão surdo-mudo, o complexo e dramático relacionamento dos pais, a menina da casa em frente, sua amiga do tempo de férias. Vem depois a sua vida actual, mal casada, sem filhos, professora numa escola como tantas outras, com uma relação frustrante e sem entusiasmo com uma colega mais velha… O falhanço que é a sua vida reflecte-se na casa há muito desabitada e nos sonhos de todos eles, ali irremediavelmente enterrados. A despedida da casa pode levá-la a imitar o irmão mais velho e, no domingo, atirar-se das arribas e encerrar ali uma vida sem futuro.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Jessica, empregada de mesa e mãe solteira, é uma mulher prática e cautelosa. O seu foco é o filho e não quer namorados - a menos que fosse um homem rico, que pudesse dar estabilidade e conforto à família. Quando aparece Jack Morrison, um bonitão de cair para o lado mas que parece andar sempre falido, Jessica resiste. Na verdade herdeiro de um hotel de luxo, Morrison está habituado a que se aproveitem de si. Por isso esconde a sua identidade e oferece-se para ajudar Jessie a encontrar um namorado rico. Mas será que esta brincadeira parva o vai fazer perder a mulher que ama?
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Jessica, empregada de mesa e mãe solteira, é uma mulher prática e cautelosa. O seu foco é o filho e não quer namorados - a menos que fosse um homem rico, que pudesse dar estabilidade e conforto à família. Quando aparece Jack Morrison, um bonitão de cair para o lado mas que parece andar sempre falido, Jessica resiste. Na verdade herdeiro de um hotel de luxo, Morrison está habituado a que se aproveitem de si. Por isso esconde a sua identidade e oferece-se para ajudar Jessie a encontrar um namorado rico. Mas será que esta brincadeira parva o vai fazer perder a mulher que ama?
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Jessica, empregada de mesa e mãe solteira, é uma mulher prática e cautelosa. O seu foco é o filho e não quer namorados. A menos que fosse um homem rico, que pudesse dar estabilidade e conforto à família. Quando lhe aparece Jack Morrison, um bonitão de cair para o lado mas que parece andar sempre falido, Jessica resiste. Na verdade, herdeiro de um hotel de luxo, Morrison está habituado a que se aproveitem de si. Por isso esconde a sua identidade e oferece-se para ajudar Jessie a encontrar um namorado rico.Mas será que esta brincadeira parva o vai fazer perder a mulher que ama?
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Jessica, empregada de mesa e mãe solteira, é uma mulher prática e cautelosa. O seu foco é o filho e não quer namorados. A menos que fosse um homem rico, que pudesse dar estabilidade e conforto à família. Quando lhe aparece Jack Morrison, um bonitão de cair para o lado mas que parece andar sempre falido, Jessica resiste. Na verdade, herdeiro de um hotel de luxo, Morrison está habituado a que se aproveitem de si. Por isso esconde a sua identidade e oferece-se para ajudar Jessie a encontrar um namorado rico.Mas será que esta brincadeira parva o vai fazer perder a mulher que ama?
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A deslumbrante Katelyn Morrison, também conhecida como "Katie", herdeira da cadeia de hotéis Morrison, parece ter tudo para ser feliz. Mas quando no casamento do irmão se confronta com Dean Prescott - o único homem que realmente amou -, Katie percebe que alguma coisa falta na sua vida. Então, o destino traça o seu caminho quando alguém abandona à porta de sua casa, envolvida num cobertor, uma bebé adorável. Uma carta comovente da mãe acompanha a menina, chamada Savannah, e perturba Katie, que decide ficar com ela até descobrir a identidade dos pais. Katie está ocupada com a criança e a última coisa de que precisa é de Dean... sobretudo quando a sua presença vem acordar sentimentos ela pensava já estarem esquecidos. Dean sabe que Katie lhe está a mentir acerca da bebé e que não deve continuar a sofrer, mas não consegue ignorar a sua necessidade de proteger Katelyn, ou o seu desejo de estar perto dela. Com o mistério que envolve a criança-surpresa em vias de resolução, Katie e Dean ainda terão uma segunda oportunidade para serem felizes?
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A deslumbrante Katelyn Morrison, também conhecida como "Katie", herdeira da cadeia de hotéis Morrison, parece ter tudo para ser feliz. Mas quando no casamento do irmão se confronta com Dean Prescott - o único homem que realmente amou -, Katie percebe que alguma coisa falta na sua vida. Então, o destino traça o seu caminho quando alguém abandona à porta de sua casa, envolvida num cobertor, uma bebé adorável. Uma carta comovente da mãe acompanha a menina, chamada Savannah, e perturba Katie, que decide ficar com ela até descobrir a identidade dos pais. Katie está ocupada com a criança e a última coisa de que precisa é de Dean... sobretudo quando a sua presença vem acordar sentimentos ela pensava já estarem esquecidos. Dean sabe que Katie lhe está a mentir acerca da bebé e que não deve continuar a sofrer, mas não consegue ignorar a sua necessidade de proteger Katelyn, ou o seu desejo de estar perto dela. Com o mistério que envolve a criança-surpresa em vias de resolução, Katie e Dean ainda terão uma segunda oportunidade para serem felizes?
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 188
Sinopse:
Do drama de um revisor de comboios que, à força de observar milhares de passageiros diários, se esquece dos contornos do próprio rosto, às memórias do célebre ditador A. H. narradas pelo seu bigode de estimação, "Não Conto" é uma jornada sem retorno assegurado pelos meandros imprevisíveis mas sempre fascinantes da psique humana. Ociosas, instáveis ou megalómanas, às personagens aqui reunidas não falta nenhum dos pecados capitais, com exceção do maior de todos: a normalidade.
Nº Páginas: 188
Sinopse:
Do drama de um revisor de comboios que, à força de observar milhares de passageiros diários, se esquece dos contornos do próprio rosto, às memórias do célebre ditador A. H. narradas pelo seu bigode de estimação, "Não Conto" é uma jornada sem retorno assegurado pelos meandros imprevisíveis mas sempre fascinantes da psique humana. Ociosas, instáveis ou megalómanas, às personagens aqui reunidas não falta nenhum dos pecados capitais, com exceção do maior de todos: a normalidade.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Afinal, ninguém sabe nada sobre ninguém. E ainda por cima, do que menos se sabe é do amor." Em Tel Keidar, uma pequena cidade situada junto ao deserto do Neguev, a morte brutal de um jovem adolescente, possivelmente por overdose, vai interferir no equilíbrio íntimo do casal Theo e Noa, fragilizado pela diferença de idades, pela ausência de filhos, pelo tédio e pela incomunicabilidade. Com um virtuosismo inexcedível, Amos Oz faz alternar essas duas vozes narrativas, a de Theo e a de Noa, juntando-lhes ainda a do narrador, cronista anónimo que por vezes cede a palavra ao "coro" dos habitantes da cidade. Assim, como que reunindo progressivamente todas as peças de um puzzle, o autor revela-nos a intimidade mais profunda de dois seres, ao mesmo tempo que retrata as tensões de uma pequena comunidade, recheada de personagens excessivos e pitorescos. "Não Chames Noite à Noite" é uma preciosa sinfonia de humanidade em que Amos Oz explora com incomparável discernimento as possibilidades - e os limites - do amor e da tolerância.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Afinal, ninguém sabe nada sobre ninguém. E ainda por cima, do que menos se sabe é do amor." Em Tel Keidar, uma pequena cidade situada junto ao deserto do Neguev, a morte brutal de um jovem adolescente, possivelmente por overdose, vai interferir no equilíbrio íntimo do casal Theo e Noa, fragilizado pela diferença de idades, pela ausência de filhos, pelo tédio e pela incomunicabilidade. Com um virtuosismo inexcedível, Amos Oz faz alternar essas duas vozes narrativas, a de Theo e a de Noa, juntando-lhes ainda a do narrador, cronista anónimo que por vezes cede a palavra ao "coro" dos habitantes da cidade. Assim, como que reunindo progressivamente todas as peças de um puzzle, o autor revela-nos a intimidade mais profunda de dois seres, ao mesmo tempo que retrata as tensões de uma pequena comunidade, recheada de personagens excessivos e pitorescos. "Não Chames Noite à Noite" é uma preciosa sinfonia de humanidade em que Amos Oz explora com incomparável discernimento as possibilidades - e os limites - do amor e da tolerância.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Esta antologia começa num meio-dia de fim de Primavera, com um risonho, ágil e imparável Menino Jesus em fuga. E acaba, dolorosa e nocturna, em morte, cabeça acolhida aos braços de Cristo, nesses braços cujo estranho amor é o fim do mundo. Pela primeira vez, reúnem-se num só livro os textos que Fernando Pessoa e os seus heterónimos escreveram sobre a figura de Jesus Cristo. O resultado é uma visão pessoana surpreendente da figura de Jesus: por um lado, uma imagem de inocência e pura vitalidade a convocar uma devoção comovente, por outro lado, um livro doutrinariamente anticristão. É estranho que esta vertente, anticristã, em louvor de um Cristo Menino, libertador e pagão, nunca tenha sido aprofundada pelos especialistas de Pessoa. São 36 textos, poesia e prosa, com momentos sublimes, que visitam e seguem Cristo. Se de alguma coisa gostava, Fernando Pessoa gostava de ser extravagante. A extravagância pressupõe uma determinada, mas indireccionada, vontade de vaguear. Fernando Pessoa gostava de vaguear por Jesus Cristo. Cultivou dele, vagueando-o, do presépio à cruz, uma visão extravagante, fora de todos os códigos.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Esta antologia começa num meio-dia de fim de Primavera, com um risonho, ágil e imparável Menino Jesus em fuga. E acaba, dolorosa e nocturna, em morte, cabeça acolhida aos braços de Cristo, nesses braços cujo estranho amor é o fim do mundo. Pela primeira vez, reúnem-se num só livro os textos que Fernando Pessoa e os seus heterónimos escreveram sobre a figura de Jesus Cristo. O resultado é uma visão pessoana surpreendente da figura de Jesus: por um lado, uma imagem de inocência e pura vitalidade a convocar uma devoção comovente, por outro lado, um livro doutrinariamente anticristão. É estranho que esta vertente, anticristã, em louvor de um Cristo Menino, libertador e pagão, nunca tenha sido aprofundada pelos especialistas de Pessoa. São 36 textos, poesia e prosa, com momentos sublimes, que visitam e seguem Cristo. Se de alguma coisa gostava, Fernando Pessoa gostava de ser extravagante. A extravagância pressupõe uma determinada, mas indireccionada, vontade de vaguear. Fernando Pessoa gostava de vaguear por Jesus Cristo. Cultivou dele, vagueando-o, do presépio à cruz, uma visão extravagante, fora de todos os códigos.
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Edição: Fev 2008
Nº Páginas: 60
Sinopse:
Os poemas da guerra. Uma antologia que reúne todos poemas de Manuel Alegre em torno da temática da guerra, e da guerra colonial em particular. Poemas escritos em tempos e locais diferentes, mas que, segundo o seu autor, constituem "um livro com uma identidade própria" que permitirá "realçar a conexão entre eles e o tempo ou tempos da própria guerra". Da guerra em Angola ao posterior exílio em Argel, onde é dirigente da Frente Patriótica de Libertação Nacional, a voz de Manuel Alegre converte-se, aos microfones da emissora Voz da Liberdade, num símbolo de resistência e liberdade. Publica os seus primeiros livros que, apreendidos pela censura, passam de mão em mão em cópias clandestinas, manuscritas ou dactilografadas. Poemas seus, cantados por Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira, tornam-se emblemáticos da luta pela liberdade e contra a guerra em África.
Nº Páginas: 60
Sinopse:
Os poemas da guerra. Uma antologia que reúne todos poemas de Manuel Alegre em torno da temática da guerra, e da guerra colonial em particular. Poemas escritos em tempos e locais diferentes, mas que, segundo o seu autor, constituem "um livro com uma identidade própria" que permitirá "realçar a conexão entre eles e o tempo ou tempos da própria guerra". Da guerra em Angola ao posterior exílio em Argel, onde é dirigente da Frente Patriótica de Libertação Nacional, a voz de Manuel Alegre converte-se, aos microfones da emissora Voz da Liberdade, num símbolo de resistência e liberdade. Publica os seus primeiros livros que, apreendidos pela censura, passam de mão em mão em cópias clandestinas, manuscritas ou dactilografadas. Poemas seus, cantados por Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira, tornam-se emblemáticos da luta pela liberdade e contra a guerra em África.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Encontrámos as partes, mas ainda não o conjunto. Falta-nos esta última força. Falta-nos a esperança como uma espuma branca que nos proteja e nos una. Procuramos esse sustento salutar: conviver, perseguidos por uma espécie de incontinência verbal. Na juventude, começámos com uma boneca de corda, a que demos tudo o que tínhamos. O fracasso estava, no entanto, treinado para receber-nos, com luvas gigantes, como se fôssemos bolas de basebol. Continuamos calados. À procura. Com fome. Não podemos fazer mais.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Encontrámos as partes, mas ainda não o conjunto. Falta-nos esta última força. Falta-nos a esperança como uma espuma branca que nos proteja e nos una. Procuramos esse sustento salutar: conviver, perseguidos por uma espécie de incontinência verbal. Na juventude, começámos com uma boneca de corda, a que demos tudo o que tínhamos. O fracasso estava, no entanto, treinado para receber-nos, com luvas gigantes, como se fôssemos bolas de basebol. Continuamos calados. À procura. Com fome. Não podemos fazer mais.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Clay olhou para trás uma última vez antes de mergulhar - de emergir e voltar a mergulhar - rumo a uma ponte, a um passado, a um pai. E nadou nas águas douradas pela luz. Os cinco irmãos Dunbar vivem, lutando, amando e chorando a morte da mãe, no caos perfeito de uma casa sem adultos. O pai, que os abandonara, acaba de regressar. E tem um pedido surpreendente: algum deles aceita ajudá-lo a construir uma ponte? Clay, um rapaz atormentado por um segredo que esconde há muito, aceita. Mas porque está ele tão devastado? O que o leva a aceitar tão extraordinário desafio? Esta é a história de um rapaz apanhado numa espiral de sentimentos, um rapaz disposto a destruir tudo o que tem para se tornar na pessoa que precisa de ser. Diante dele, ergue-se a ponte, a visão que irá salvar a sua família - e salvá-lo a ele próprio. Será um milagre e nada menos que isso.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Clay olhou para trás uma última vez antes de mergulhar - de emergir e voltar a mergulhar - rumo a uma ponte, a um passado, a um pai. E nadou nas águas douradas pela luz. Os cinco irmãos Dunbar vivem, lutando, amando e chorando a morte da mãe, no caos perfeito de uma casa sem adultos. O pai, que os abandonara, acaba de regressar. E tem um pedido surpreendente: algum deles aceita ajudá-lo a construir uma ponte? Clay, um rapaz atormentado por um segredo que esconde há muito, aceita. Mas porque está ele tão devastado? O que o leva a aceitar tão extraordinário desafio? Esta é a história de um rapaz apanhado numa espiral de sentimentos, um rapaz disposto a destruir tudo o que tem para se tornar na pessoa que precisa de ser. Diante dele, ergue-se a ponte, a visão que irá salvar a sua família - e salvá-lo a ele próprio. Será um milagre e nada menos que isso.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Cada novo livro de poemas de Manuel Alegre é um acontecimento literário. Autor de “uma poesia que nasce da revolta (mas sempre sentida com pulsação musical), que enfrenta a crueldade, a desumanidade, a morte; uma poesia que não esconde o sofrimento e a dor da existência humana, mas que nunca aceita a resignação ou o pessimismo. Uma poesia que, pela riqueza do seu conteúdo de vivência dos últimos cinquenta anos da nossa História, não pode deixar indiferente nenhum cidadão deste país. Uma poesia também de deslumbramento perante a vida, perante a beleza das coisas grandes e das coisas simples da vida, perante a natureza, perante o lugar do homem na natureza e no universo. Uma poesia com forte pendor ético. Ler um livro de poemas de Manuel Alegre é chegarmos ao fim com sensação de que a leitura fez de nós seres humanos melhores.” - Frederico Lourenço.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Cada novo livro de poemas de Manuel Alegre é um acontecimento literário. Autor de “uma poesia que nasce da revolta (mas sempre sentida com pulsação musical), que enfrenta a crueldade, a desumanidade, a morte; uma poesia que não esconde o sofrimento e a dor da existência humana, mas que nunca aceita a resignação ou o pessimismo. Uma poesia que, pela riqueza do seu conteúdo de vivência dos últimos cinquenta anos da nossa História, não pode deixar indiferente nenhum cidadão deste país. Uma poesia também de deslumbramento perante a vida, perante a beleza das coisas grandes e das coisas simples da vida, perante a natureza, perante o lugar do homem na natureza e no universo. Uma poesia com forte pendor ético. Ler um livro de poemas de Manuel Alegre é chegarmos ao fim com sensação de que a leitura fez de nós seres humanos melhores.” - Frederico Lourenço.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Nada É Por Acaso é um romance sobre o amor, a paixão, o desamor ou os encontros fortuitos, intensos e arrebatadores. Tal como o belo lago de Sirmione - em Itália, onde decorre a ação - que que muda bruscamente de uma calma plácida e de um calor intenso para uma tempestade arrasadora, também as personagens ganham força e solidez: numas prevalece a amizade, o amor intenso e a compaixão e noutras, o ciúme, a raiva, a inveja e até a vontade de prejudicar os outros de forma premeditada são tão naturais como respirar. Mas Nada É Por Acaso é sobretudo uma história envolvente sobre a felicidade - perdida ou conquistada - em que o passado e o presente se entrelaçam num objectivo que todos, de formas diversas, anseiam alcançar.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Nada É Por Acaso é um romance sobre o amor, a paixão, o desamor ou os encontros fortuitos, intensos e arrebatadores. Tal como o belo lago de Sirmione - em Itália, onde decorre a ação - que que muda bruscamente de uma calma plácida e de um calor intenso para uma tempestade arrasadora, também as personagens ganham força e solidez: numas prevalece a amizade, o amor intenso e a compaixão e noutras, o ciúme, a raiva, a inveja e até a vontade de prejudicar os outros de forma premeditada são tão naturais como respirar. Mas Nada É Por Acaso é sobretudo uma história envolvente sobre a felicidade - perdida ou conquistada - em que o passado e o presente se entrelaçam num objectivo que todos, de formas diversas, anseiam alcançar.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Nacionalistas de Moçambique aborda a vida política de dez pessoas, na sua maioria já falecidas. Uma mulher e nove homens . Uns desconhecidos ou quase desconhecidos. Outros conhecidos na sua vida literária ou artística, mas menos conhecidos como nacionalistas. E ainda outros, a justificar que se volte a sublinhar o seu contributo para a luta de libertação nacional. Hoje, 45 anos decorridos sobre o início da luta armada, conquistada a independência e ultrapassada a guerra civil assim como outros obstáculos ao desenvolvimento, o povo moçambicano vive em paz , consolida a democracia e afirma a sua identidade na arena internacional. Uma boa altura para recordar a vida de dez nacionalistas, que deixaram a sua marca na história de Moçambique, lutando para que o seu povo pudesse viver em paz, com liberdade e prosperidade.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Nacionalistas de Moçambique aborda a vida política de dez pessoas, na sua maioria já falecidas. Uma mulher e nove homens . Uns desconhecidos ou quase desconhecidos. Outros conhecidos na sua vida literária ou artística, mas menos conhecidos como nacionalistas. E ainda outros, a justificar que se volte a sublinhar o seu contributo para a luta de libertação nacional. Hoje, 45 anos decorridos sobre o início da luta armada, conquistada a independência e ultrapassada a guerra civil assim como outros obstáculos ao desenvolvimento, o povo moçambicano vive em paz , consolida a democracia e afirma a sua identidade na arena internacional. Uma boa altura para recordar a vida de dez nacionalistas, que deixaram a sua marca na história de Moçambique, lutando para que o seu povo pudesse viver em paz, com liberdade e prosperidade.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Na Tua Face" é um dos últimos romances de Vergílio Ferreira, mas, não sendo o derradeiro, é o que talvez melhor resume o percurso (na vida e na obra) do autor. Como em muitas outros livros, em "Na Tua Face" é ficcionada a problemática existencial (o amor, a morte, a solidão, a evidência da beleza, a descoberta do eu e a definição do outro, a insuficiência da palavra e a incomunicabilidade humana, e a experiência da doença e da dissolução do corpo, a transcendência). Mas aqui a história do pintor (Daniel) é de certo modo a história da vocação frustrada de Vergílio Ferreira que ao longo da "Conta-corrente" foi repetindo: "Não preferi a minha arte. Calhou-me. Ou talvez seja essa a sorte de todas as preferências: escolhe-se sempre o que nos coube, ou seja o que se é. Mas a verdade é que, se na escolha se escolhesse, escolheria a pintura". Depois da edição dos inéditos "A Curva de uma Vida" e "Promessa", a Quetzal retoma a reedição das obras completas de Vergílio Ferreira.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
"Na Tua Face" é um dos últimos romances de Vergílio Ferreira, mas, não sendo o derradeiro, é o que talvez melhor resume o percurso (na vida e na obra) do autor. Como em muitas outros livros, em "Na Tua Face" é ficcionada a problemática existencial (o amor, a morte, a solidão, a evidência da beleza, a descoberta do eu e a definição do outro, a insuficiência da palavra e a incomunicabilidade humana, e a experiência da doença e da dissolução do corpo, a transcendência). Mas aqui a história do pintor (Daniel) é de certo modo a história da vocação frustrada de Vergílio Ferreira que ao longo da "Conta-corrente" foi repetindo: "Não preferi a minha arte. Calhou-me. Ou talvez seja essa a sorte de todas as preferências: escolhe-se sempre o que nos coube, ou seja o que se é. Mas a verdade é que, se na escolha se escolhesse, escolheria a pintura". Depois da edição dos inéditos "A Curva de uma Vida" e "Promessa", a Quetzal retoma a reedição das obras completas de Vergílio Ferreira.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Casino Estoril - Maio 1941 O ambiente no casino estava ao rubro. Um misterioso jogador sérvio não dava qualquer hipótese aos seus adversários. Tratava-se de um agente duplo britânico, Dusko Popov, e o dinheiro que apostava pertencia aos súbditos de Sua Majestade. Ian Fleming, que alcançaria a fama enquanto escritor das aventuras do famoso agente secreto 007, assistia com interesse ao desenlace de tamanha proeza. Desde muito cedo, Popov destaca-se como um rebelde playboy. É expulso da escola preparatória de Londres e, mais tarde, preso e banido da Alemanha por fazer declarações desfavoráveis ao Terceiro Reich. Começa então a verdadeira aventura da sua vida ao transformar-se no mais charmoso e bem-sucedido dos espiões, servindo três poderosos mestres de guerra: Abwehr, MI5 e MI6 e FBI. A 10 de agosto de 1941, os alemães enviaram Popov aos EUA para construir uma rede de espionagem e reunir informações sobre Pearl Harbor. Desiludido com J. Edgar Hoover, que ignorou os seus avisos sobre o interesse dos japoneses em Pearl Harbor, regressou à sede dos serviços alemães em Lisboa. Mantendo o jogo duplo, conseguiu ajudar o MI5 a lograr a Abwehr sobre a invasão do Dia D. Sob a "máscara" de diplomata jugoslavo, viveu intensamente as mais perigosas aventuras e saiu ileso de todos os conflitos. Na Toca do Lobo é um relato incrível de espionagem, mentiras e altos riscos. É uma história de subterfúgios e sedução, patriotismo e coragem. É a história de Dusko Popov - a inspiração para James Bond.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Casino Estoril - Maio 1941 O ambiente no casino estava ao rubro. Um misterioso jogador sérvio não dava qualquer hipótese aos seus adversários. Tratava-se de um agente duplo britânico, Dusko Popov, e o dinheiro que apostava pertencia aos súbditos de Sua Majestade. Ian Fleming, que alcançaria a fama enquanto escritor das aventuras do famoso agente secreto 007, assistia com interesse ao desenlace de tamanha proeza. Desde muito cedo, Popov destaca-se como um rebelde playboy. É expulso da escola preparatória de Londres e, mais tarde, preso e banido da Alemanha por fazer declarações desfavoráveis ao Terceiro Reich. Começa então a verdadeira aventura da sua vida ao transformar-se no mais charmoso e bem-sucedido dos espiões, servindo três poderosos mestres de guerra: Abwehr, MI5 e MI6 e FBI. A 10 de agosto de 1941, os alemães enviaram Popov aos EUA para construir uma rede de espionagem e reunir informações sobre Pearl Harbor. Desiludido com J. Edgar Hoover, que ignorou os seus avisos sobre o interesse dos japoneses em Pearl Harbor, regressou à sede dos serviços alemães em Lisboa. Mantendo o jogo duplo, conseguiu ajudar o MI5 a lograr a Abwehr sobre a invasão do Dia D. Sob a "máscara" de diplomata jugoslavo, viveu intensamente as mais perigosas aventuras e saiu ileso de todos os conflitos. Na Toca do Lobo é um relato incrível de espionagem, mentiras e altos riscos. É uma história de subterfúgios e sedução, patriotismo e coragem. É a história de Dusko Popov - a inspiração para James Bond.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A única obra não ficcional de Agatha Christie na colecção de literatura de viagens coordenada por Carlos Vaz Marques.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A única obra não ficcional de Agatha Christie na colecção de literatura de viagens coordenada por Carlos Vaz Marques.
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