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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O terrorismo e a pobreza eram os problemas do Magrebe, mas a partir do meio de Dezembro 2010, toda a região foi varrida pela revolta civil com consequências diversas: triunfou na Tunísia, dividiu a Líbia, obrigou Marrocos a acelerar a reforma, fez o regime argelino discutir as melhores formas de resposta - que começaram por ser através de subsídios de emergência - e causou perturbações relativamente menores na Mauritânia (onde as manifestações foram também menos importantes, apesar de alguns episódios dramáticos de imolação como a de Yacoub Ould Dahoud, em 17 de Janeiro).
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O terrorismo e a pobreza eram os problemas do Magrebe, mas a partir do meio de Dezembro 2010, toda a região foi varrida pela revolta civil com consequências diversas: triunfou na Tunísia, dividiu a Líbia, obrigou Marrocos a acelerar a reforma, fez o regime argelino discutir as melhores formas de resposta - que começaram por ser através de subsídios de emergência - e causou perturbações relativamente menores na Mauritânia (onde as manifestações foram também menos importantes, apesar de alguns episódios dramáticos de imolação como a de Yacoub Ould Dahoud, em 17 de Janeiro).
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O mais recente romance de Andrés Barba, eleito pela revista Granta um dos melhores ficcionistas de língua espanhola da sua geração."Talvez fosse essa uma das piores tragédias do palhaço: a de que toda a gente desejasse constantemente que o palhaço fizesse de palhaço sem descanso, até ao fim dos tempos." O cientista Marcos Trelles prepara-se para publicar um artigo numa importante revista da especialidade, mas terá de anexar uma curta biografia de trezentas palavras. Nas duas semanas de que dispõe para a escrever, viaja com a esposa até à casa da sogra, falecida um ano antes, para resolver de vez o problema da herança. Na mesma altura, regressa a Espanha Abel, o cunhado, que pretende vender a casa da mãe e desfazer-se da última coisa que o liga ao país onde nasceu. Célebre comediante já reformado, foi ele quem, anos antes, empreendeu uma campanha política que elegesse um manequim para o Congresso, como forma de desmascarar o teatro político que nos subjuga.Quem sou eu? Esta interrogação desafia Marcos a encontrar, no caos do nosso quotidiano de austeridade e desemprego, uma possibilidade de ordem dentro de si, mas igualmente dentro de um país despedaçado. No mais recente romance de Andrés Barba, a prosa limpa esconde a navalha com que se escalpeliza o espetáculo da política.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O mais recente romance de Andrés Barba, eleito pela revista Granta um dos melhores ficcionistas de língua espanhola da sua geração."Talvez fosse essa uma das piores tragédias do palhaço: a de que toda a gente desejasse constantemente que o palhaço fizesse de palhaço sem descanso, até ao fim dos tempos." O cientista Marcos Trelles prepara-se para publicar um artigo numa importante revista da especialidade, mas terá de anexar uma curta biografia de trezentas palavras. Nas duas semanas de que dispõe para a escrever, viaja com a esposa até à casa da sogra, falecida um ano antes, para resolver de vez o problema da herança. Na mesma altura, regressa a Espanha Abel, o cunhado, que pretende vender a casa da mãe e desfazer-se da última coisa que o liga ao país onde nasceu. Célebre comediante já reformado, foi ele quem, anos antes, empreendeu uma campanha política que elegesse um manequim para o Congresso, como forma de desmascarar o teatro político que nos subjuga.Quem sou eu? Esta interrogação desafia Marcos a encontrar, no caos do nosso quotidiano de austeridade e desemprego, uma possibilidade de ordem dentro de si, mas igualmente dentro de um país despedaçado. No mais recente romance de Andrés Barba, a prosa limpa esconde a navalha com que se escalpeliza o espetáculo da política.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O amor está no ar na pequena cidade costeira de St. Carys, na Cornualha. Mas ninguém o diria... Clemency não está à procura de romance quando conhece Sam durante um voo de regresso a casa. Mas a química entre os dois é palpável. Quando aterram, Sam revela-lhe que é impossível ficarem juntos. Clemency fica magoada e nunca mais esquece aquele encontro mágico. Até que, três anos depois, Sam volta a entrar na sua vida… como namorado de outra pessoa. Ronan é um homem sedutor capaz de encantar qualquer mulher. Mas, no que toca a conquistar a mulher de quem gosta, o seu charme é inútil. Pela primeira vez, Ronan terá de se esforçar para conseguir o que deseja. Belle sempre quis uma vida perfeita. Namorados endinheirados, luxo e roupa dispendiosa foram sempre os seus objetivos. Mas agora que tem tudo na mão, há um segredo que esconde dos outros e até de si própria. Terá ela coragem para admiti-lo, destruindo a vida que idealizou? Num puzzle de personagens únicas e cenários idílicos, esta é uma história sobre as vontades do coração, que, através de encontros e desencontros, descobre sempre o seu caminho.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O amor está no ar na pequena cidade costeira de St. Carys, na Cornualha. Mas ninguém o diria... Clemency não está à procura de romance quando conhece Sam durante um voo de regresso a casa. Mas a química entre os dois é palpável. Quando aterram, Sam revela-lhe que é impossível ficarem juntos. Clemency fica magoada e nunca mais esquece aquele encontro mágico. Até que, três anos depois, Sam volta a entrar na sua vida… como namorado de outra pessoa. Ronan é um homem sedutor capaz de encantar qualquer mulher. Mas, no que toca a conquistar a mulher de quem gosta, o seu charme é inútil. Pela primeira vez, Ronan terá de se esforçar para conseguir o que deseja. Belle sempre quis uma vida perfeita. Namorados endinheirados, luxo e roupa dispendiosa foram sempre os seus objetivos. Mas agora que tem tudo na mão, há um segredo que esconde dos outros e até de si própria. Terá ela coragem para admiti-lo, destruindo a vida que idealizou? Num puzzle de personagens únicas e cenários idílicos, esta é uma história sobre as vontades do coração, que, através de encontros e desencontros, descobre sempre o seu caminho.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Paul Theroux regressa aos seus temas clássicos, e pela porta grande: o México, a terra de todas as aventuras e de todos os sonhos. Na cultura ocidental, o México é a terra da liberdade - foi o país procurado pelos foragidos e pelos aventureiros, pelos escritores europeus e americanos e pelos viajantes em busca de exotismo, pacificação e turbulência. Da fronteira com os EUA até ao limite das grandes montanhas a sul, o México é o mapa da literatura, do cinema, da música e do gosto de viver e de viajar. Paul Theroux percorre toda a extensão da fronteira EUA-México (onde encontra emigrantes em busca de conforto) e depois mergulha profundamente no interior, nas estradas secundárias de Chiapas e Oaxaca, vai a Monterrey e a Veracruz para descobrir um mundo fascinante escondido por detrás da brutalidade e da violência das manchetes dos jornais e das histórias dos cartéis da droga. No deserto de Sonora ou nas grandes pirâmides das civilizações maia ou tolteca, nas cidades modernas ou nas que conservam a beleza da arquitetura colonial, Theroux redescobre para todos nós um país grandioso e cheio de história, que fascina várias gerações: as mais velhas, que relembram a música, a literatura e o gosto pela história; as mais jovens, que não perderam o gosto pela liberdade e pela aventura.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Paul Theroux regressa aos seus temas clássicos, e pela porta grande: o México, a terra de todas as aventuras e de todos os sonhos. Na cultura ocidental, o México é a terra da liberdade - foi o país procurado pelos foragidos e pelos aventureiros, pelos escritores europeus e americanos e pelos viajantes em busca de exotismo, pacificação e turbulência. Da fronteira com os EUA até ao limite das grandes montanhas a sul, o México é o mapa da literatura, do cinema, da música e do gosto de viver e de viajar. Paul Theroux percorre toda a extensão da fronteira EUA-México (onde encontra emigrantes em busca de conforto) e depois mergulha profundamente no interior, nas estradas secundárias de Chiapas e Oaxaca, vai a Monterrey e a Veracruz para descobrir um mundo fascinante escondido por detrás da brutalidade e da violência das manchetes dos jornais e das histórias dos cartéis da droga. No deserto de Sonora ou nas grandes pirâmides das civilizações maia ou tolteca, nas cidades modernas ou nas que conservam a beleza da arquitetura colonial, Theroux redescobre para todos nós um país grandioso e cheio de história, que fascina várias gerações: as mais velhas, que relembram a música, a literatura e o gosto pela história; as mais jovens, que não perderam o gosto pela liberdade e pela aventura.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 240
Sinopse:
No rescaldo da Segunda Guerra Mundial, o coronel americano Richard Cantwell aporta em Veneza - e é aí que viverá as suas últimas vinte e quatro horas. Entre o terror da memória e a debilidade provocada por uma saúde em declínio, surge inesperado um amor vertiginoso por uma jovem condessa italiana, um sentimento capaz de superar a razão, os medos, a implacabilidade do fim iminente. Uma homenagem ao amor espontâneo, à resiliência do espírito humano e à beleza da cidade que os inspira, Na Outra Margem, entre as Árvores surge como uma resposta de esperança e de afeto aos gestos de desumanização provocados pela guerra. Livro enternecedor e trágico, publicado em 1950, levou o escritor John O’Hara a considerar Ernest Hemingway «o mais importante autor desde Shakespeare».
Nº Páginas: 240
Sinopse:
No rescaldo da Segunda Guerra Mundial, o coronel americano Richard Cantwell aporta em Veneza - e é aí que viverá as suas últimas vinte e quatro horas. Entre o terror da memória e a debilidade provocada por uma saúde em declínio, surge inesperado um amor vertiginoso por uma jovem condessa italiana, um sentimento capaz de superar a razão, os medos, a implacabilidade do fim iminente. Uma homenagem ao amor espontâneo, à resiliência do espírito humano e à beleza da cidade que os inspira, Na Outra Margem, entre as Árvores surge como uma resposta de esperança e de afeto aos gestos de desumanização provocados pela guerra. Livro enternecedor e trágico, publicado em 1950, levou o escritor John O’Hara a considerar Ernest Hemingway «o mais importante autor desde Shakespeare».
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um romance extraordinário, feminino (embora sobre homens), em torno de um matemático que encomendou a sua biografia antes de morrer. Jorge Rousinol é um matemático galego, que sempre defendeu o esquecimento como o melhor veículo para a tomada de decisões acertadas. No final da vida encomenda uma biografia sua a uma casa editora. Estranha decisão para quem nunca quis recordar. O biógrafo escolhido acaba por ser alguém com quem privara décadas antes e que se vê, ele próprio, enleado em memórias moribundas. É um romance em três tempos (o do passado do biografado, o do passado do biógrafo - e o do presente, que os une), que vê no arrependimento outra forma de se lidar com as recordações. Biógrafo e biografado conseguirão, em parte, o que pretendem: não se trata de esquecer, mas sim de escrever uma confissão. Uma escrita fantástica, inesperada, inovadora - de uma leveza surpreendente. Diálogos muito bem escritos, sensuais. Incursões pela magia dos números primos. Desenlace inesperado.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um romance extraordinário, feminino (embora sobre homens), em torno de um matemático que encomendou a sua biografia antes de morrer. Jorge Rousinol é um matemático galego, que sempre defendeu o esquecimento como o melhor veículo para a tomada de decisões acertadas. No final da vida encomenda uma biografia sua a uma casa editora. Estranha decisão para quem nunca quis recordar. O biógrafo escolhido acaba por ser alguém com quem privara décadas antes e que se vê, ele próprio, enleado em memórias moribundas. É um romance em três tempos (o do passado do biografado, o do passado do biógrafo - e o do presente, que os une), que vê no arrependimento outra forma de se lidar com as recordações. Biógrafo e biografado conseguirão, em parte, o que pretendem: não se trata de esquecer, mas sim de escrever uma confissão. Uma escrita fantástica, inesperada, inovadora - de uma leveza surpreendente. Diálogos muito bem escritos, sensuais. Incursões pela magia dos números primos. Desenlace inesperado.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O primeiro romance de Saul Bellow com uma nova edição, para assinalar o centenário do seu nascimento. Escrita em forma de diário, a história centra-se na vida de um jovem desempregado de nome Joseph, na sua relação com a mulher e os amigos, e na frustração que sente em viver em Chicago e na espera da chamada para a guerra. Documento confessional e filosófico, este diário a súmula de todos os seus pensamentos, todas as suas reflexões. Termina com a convocação para a tropa, em plena Segunda Guerra Mundial, e com a expectativa de que a vida militar lhe venha a trazer algum alívio ao sofrimento. "Na Corda Bamba" (Dangling Man) é considerado o romance de aprendizagem de Saul Bellow, que veio a ser Prémio Nobel e unanimemente considerado uma dos grandes romancistas americanos de todos os tempos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O primeiro romance de Saul Bellow com uma nova edição, para assinalar o centenário do seu nascimento. Escrita em forma de diário, a história centra-se na vida de um jovem desempregado de nome Joseph, na sua relação com a mulher e os amigos, e na frustração que sente em viver em Chicago e na espera da chamada para a guerra. Documento confessional e filosófico, este diário a súmula de todos os seus pensamentos, todas as suas reflexões. Termina com a convocação para a tropa, em plena Segunda Guerra Mundial, e com a expectativa de que a vida militar lhe venha a trazer algum alívio ao sofrimento. "Na Corda Bamba" (Dangling Man) é considerado o romance de aprendizagem de Saul Bellow, que veio a ser Prémio Nobel e unanimemente considerado uma dos grandes romancistas americanos de todos os tempos.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ninguém ousará fazer passar Vladimir Putin por um intelectual. E, no entanto, o antigo espião que tomou as rédeas do maior arsenal nuclear do mundo gosta de citar filósofos em alguns dos seus discursos. O seu desejo de deixar marca na história bebe influências e ideias de origens diversas e por vezes até contraditórias: da herança soviética com pretensões de ordem científica ao pensamento reaccionário dos arautos de um imperialismo russo. Por entre este mar de referências, Putin, como este livro demonstra, pode ser lido como uma sinistra personagem de Dostoiévski.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ninguém ousará fazer passar Vladimir Putin por um intelectual. E, no entanto, o antigo espião que tomou as rédeas do maior arsenal nuclear do mundo gosta de citar filósofos em alguns dos seus discursos. O seu desejo de deixar marca na história bebe influências e ideias de origens diversas e por vezes até contraditórias: da herança soviética com pretensões de ordem científica ao pensamento reaccionário dos arautos de um imperialismo russo. Por entre este mar de referências, Putin, como este livro demonstra, pode ser lido como uma sinistra personagem de Dostoiévski.
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Luís Montenegro, o persistente. O cargo de líder parlamentar, no período da troika, deu-lhe o estatuto de herdeiro do passismo. Mas as relações com Passos Coelho arrefeceram e o legado que agora persegue é outro e mais antigo. Quem o conhece bem diz que Montenegro é um fiel intérprete da velha tradição do PPD, o partido dos baronatos do Norte. Recusou por três vezes ser governante e por duas vezes foi derrotado em autárquicas. Já fez e desfez alianças, esteve politicamente morto e ressuscitou. Depois de algumas falsas partidas chegou à liderança. Mas tudo tem um preço e é o próprio a admitir que se questiona com frequência: será que vale a pena?
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Luís Montenegro, o persistente. O cargo de líder parlamentar, no período da troika, deu-lhe o estatuto de herdeiro do passismo. Mas as relações com Passos Coelho arrefeceram e o legado que agora persegue é outro e mais antigo. Quem o conhece bem diz que Montenegro é um fiel intérprete da velha tradição do PPD, o partido dos baronatos do Norte. Recusou por três vezes ser governante e por duas vezes foi derrotado em autárquicas. Já fez e desfez alianças, esteve politicamente morto e ressuscitou. Depois de algumas falsas partidas chegou à liderança. Mas tudo tem um preço e é o próprio a admitir que se questiona com frequência: será que vale a pena?
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Edição: Out 2008
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Um romance que parte da relação de amizade que uma adolescente russa imigrada em Portugal estabelece com um cão de raça perigosa e que conta com magníficas ilustrações da pintora Ilda David "Falta muito?, perguntou Myra, no desvio do descampado deserto, agreste de árvores cinza na madrugada, rebanhos de ovelhas e bois com a cabeça descida à terra ocre, de fome, de sono. Falta o que falta da tua história. E o Sr. Kleber sorriu. Não tenhas medo, miúda. Em todas as histórias há sempre uma ponta do paraíso, um véu de clemência que estende uma ponta, fugaz que seja." "O céu estava baixo emuito escuro. Havia estrias roxas e verdes na distância mais clareada do horizonte e pareciam, céu e mar, uma única onda a levantar-se para cobrir a terra. Myra tirou os sapatos e as meias rotas e ficou parada a ver aquele assombro. Se corresse por ali adentro ninguém daria com ela nunca mais, nem no país dali, nem em nenhum outro."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Um romance que parte da relação de amizade que uma adolescente russa imigrada em Portugal estabelece com um cão de raça perigosa e que conta com magníficas ilustrações da pintora Ilda David "Falta muito?, perguntou Myra, no desvio do descampado deserto, agreste de árvores cinza na madrugada, rebanhos de ovelhas e bois com a cabeça descida à terra ocre, de fome, de sono. Falta o que falta da tua história. E o Sr. Kleber sorriu. Não tenhas medo, miúda. Em todas as histórias há sempre uma ponta do paraíso, um véu de clemência que estende uma ponta, fugaz que seja." "O céu estava baixo emuito escuro. Havia estrias roxas e verdes na distância mais clareada do horizonte e pareciam, céu e mar, uma única onda a levantar-se para cobrir a terra. Myra tirou os sapatos e as meias rotas e ficou parada a ver aquele assombro. Se corresse por ali adentro ninguém daria com ela nunca mais, nem no país dali, nem em nenhum outro."
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Uma mulher cresce protegida pela austeridade do pai - um coronel - que, além do bem-estar da família, tem como paixão um Ford Mustang branco titânico a rolar nas estradas da Beira. Alheada da guerra civil que domina Moçambique, apaixona-se pela pele curtida de um guerrilheiro. Vinte anos mais tarde, nas suas minúsculas águas-furtadas em Saint-Germain-des-Prés, continua tolhida pelas lembranças que tem deste catanador de chissamba - Caju, de seu nome, como o fruto seco que debulha às centenas. Quando um conjunto de acasos a leva ao septuagésimo nono andar da Torre Montparnasse, ela reencontra este velho amor no ambiente cosmopolita de Paris, apertado pelos fatos cintados da alta-costura e de braço dado com o dinheiro. De imediato, é enredada numa teia de negociatas de contornos densos que a conduzem à prisão e ao passado.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Uma mulher cresce protegida pela austeridade do pai - um coronel - que, além do bem-estar da família, tem como paixão um Ford Mustang branco titânico a rolar nas estradas da Beira. Alheada da guerra civil que domina Moçambique, apaixona-se pela pele curtida de um guerrilheiro. Vinte anos mais tarde, nas suas minúsculas águas-furtadas em Saint-Germain-des-Prés, continua tolhida pelas lembranças que tem deste catanador de chissamba - Caju, de seu nome, como o fruto seco que debulha às centenas. Quando um conjunto de acasos a leva ao septuagésimo nono andar da Torre Montparnasse, ela reencontra este velho amor no ambiente cosmopolita de Paris, apertado pelos fatos cintados da alta-costura e de braço dado com o dinheiro. De imediato, é enredada numa teia de negociatas de contornos densos que a conduzem à prisão e ao passado.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 128
Sinopse:
""Musa e O Búzio de Cós e outros Poemas", os dois últimos livros de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicados na década de 90, formam uma unidade de duas faces e constituem um fecho, um ponto de chegada que funciona como uma espécie de coda. A junção dos dois livros na presente edição abre uma perspectiva de leitura da fase final da obra da poeta e activa, naturalmente, um impulso interpretative que nos leva a focar a obra na sua globalidade. […] Aqui, com variações, os temas e os motivos de sempre: a exaltação do esplendor do mundo, a praia atlântica, o sul, a Grécia, a denúncia do que é fácil e falso, a escrita do poema, a forte afirmação vital, a fidelidade à palavra, a crença absoluta na poesia…" Carlos Mendes de Sousa, no Prefácio a esta edição NO MEU PAÍS As pequenas cidades intensas Onde o tempo não é dissolvido mas dura E cada instante ressoa nas paredes da esquina E o rosto loiro de Laura aflora na janela desencontrada E o apaixonado de testa obstinada como a de um toiro Em vão a procura onde ela nunca está — É aqui que ao passarmos a nossa garganta se aperta Enquanto um homem alto e magro Baixando a direito o chapéu largo e escuro De cima a baixo se descobre Ao transpor o limiar sagrado da casa
Nº Páginas: 128
Sinopse:
""Musa e O Búzio de Cós e outros Poemas", os dois últimos livros de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicados na década de 90, formam uma unidade de duas faces e constituem um fecho, um ponto de chegada que funciona como uma espécie de coda. A junção dos dois livros na presente edição abre uma perspectiva de leitura da fase final da obra da poeta e activa, naturalmente, um impulso interpretative que nos leva a focar a obra na sua globalidade. […] Aqui, com variações, os temas e os motivos de sempre: a exaltação do esplendor do mundo, a praia atlântica, o sul, a Grécia, a denúncia do que é fácil e falso, a escrita do poema, a forte afirmação vital, a fidelidade à palavra, a crença absoluta na poesia…" Carlos Mendes de Sousa, no Prefácio a esta edição NO MEU PAÍS As pequenas cidades intensas Onde o tempo não é dissolvido mas dura E cada instante ressoa nas paredes da esquina E o rosto loiro de Laura aflora na janela desencontrada E o apaixonado de testa obstinada como a de um toiro Em vão a procura onde ela nunca está — É aqui que ao passarmos a nossa garganta se aperta Enquanto um homem alto e magro Baixando a direito o chapéu largo e escuro De cima a baixo se descobre Ao transpor o limiar sagrado da casa
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Mais de 500 mulheres nos últimos 15 anos. Na esmagadora maioria, as vítimas são mortas por homens em contexto de relações de intimidade ou familiares. Paulo Jorge Pereira reúne, neste livro, as histórias de vítimas e sobreviventes. Relatos emocionantes, duros e crus na primeira pessoa; exemplos deixados com a esperança de que a história de quem os lê possa ser diferente. A estas histórias juntam-se, pela primeira vez em livro, os testemunhos de profissionais que combatem o fenómeno e se empenham na defesa de quem sofre. "Murro no Estômago" apresenta a violência doméstica sob diferentes perspetivas e numa dimensão inédita. Este livro é um apelo à ação, para que todos saibamos como podemos ajudar. Está nas mãos de todos nós acabar com o fenómeno da violência doméstica. Com a participação de: - Ana Teresa Silva - Aurora Dantier - Carlos Farinha - Carolina Reis - Cátia Rodrigues - Cristina Soeiro - Daniel Cotrim - Maria Fernanda Alves
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Mais de 500 mulheres nos últimos 15 anos. Na esmagadora maioria, as vítimas são mortas por homens em contexto de relações de intimidade ou familiares. Paulo Jorge Pereira reúne, neste livro, as histórias de vítimas e sobreviventes. Relatos emocionantes, duros e crus na primeira pessoa; exemplos deixados com a esperança de que a história de quem os lê possa ser diferente. A estas histórias juntam-se, pela primeira vez em livro, os testemunhos de profissionais que combatem o fenómeno e se empenham na defesa de quem sofre. "Murro no Estômago" apresenta a violência doméstica sob diferentes perspetivas e numa dimensão inédita. Este livro é um apelo à ação, para que todos saibamos como podemos ajudar. Está nas mãos de todos nós acabar com o fenómeno da violência doméstica. Com a participação de: - Ana Teresa Silva - Aurora Dantier - Carlos Farinha - Carolina Reis - Cátia Rodrigues - Cristina Soeiro - Daniel Cotrim - Maria Fernanda Alves
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro sobre o Muro de Berlim, que assombrou o nosso passado, mas também sobre os muros que se constroem hoje para impedir a migração dos refugiados que chegam à Europa. O Homem vai continuar a utilizar a tecnologia para criar novas barreiras. Afinal, como diz José Jorge Letria, "os muros são tão frágeis e contraditórios como os próprios seres humanos".
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro sobre o Muro de Berlim, que assombrou o nosso passado, mas também sobre os muros que se constroem hoje para impedir a migração dos refugiados que chegam à Europa. O Homem vai continuar a utilizar a tecnologia para criar novas barreiras. Afinal, como diz José Jorge Letria, "os muros são tão frágeis e contraditórios como os próprios seres humanos".
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Baseado na vida de Alan Turing, este romance ¿ em forma de diário e de cartas ¿ relata, na primeira pessoa, o período que se seguiu à prisão, julgamento e condenação do célebre matemático. Durante os tratamentos hormonais a que foi submetido (castração química) e as enormes transformações físicas e mentais por que passou, ao longo das sessões com o psiquiatra, nas cartas à amiga June ou nas anotações pessoais que redige («para se distrair do medo, como o próprio afirma), é como se nós, leitores, estivéssemos dentro do seu pensamento e da análise que faz da natureza da consciência humana.Grande criptologista (quebrou a cifra que permitiu localizar as tropas alemãs e planear a invasão da Normandia pelas tropas aliadas), precursor da revolução tecnológica e da inteligência artificial, Turing revela-nos os bastidores do seu castigo e o caminho de vergonha e exclusão que percorre, com dignidade, aceitação, e até generosidade. Suicidou-se com pouco mais de 40 anos, depois das perseguições por causa da sua homossexualidade ¿ mas há teorias que defendem que não se matou.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Baseado na vida de Alan Turing, este romance ¿ em forma de diário e de cartas ¿ relata, na primeira pessoa, o período que se seguiu à prisão, julgamento e condenação do célebre matemático. Durante os tratamentos hormonais a que foi submetido (castração química) e as enormes transformações físicas e mentais por que passou, ao longo das sessões com o psiquiatra, nas cartas à amiga June ou nas anotações pessoais que redige («para se distrair do medo, como o próprio afirma), é como se nós, leitores, estivéssemos dentro do seu pensamento e da análise que faz da natureza da consciência humana.Grande criptologista (quebrou a cifra que permitiu localizar as tropas alemãs e planear a invasão da Normandia pelas tropas aliadas), precursor da revolução tecnológica e da inteligência artificial, Turing revela-nos os bastidores do seu castigo e o caminho de vergonha e exclusão que percorre, com dignidade, aceitação, e até generosidade. Suicidou-se com pouco mais de 40 anos, depois das perseguições por causa da sua homossexualidade ¿ mas há teorias que defendem que não se matou.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um adolescente, fascinado pela leitura de Moby Dick, aproveita as férias de verão para embarcar num baleeiro e conhecer, nos confins austrais do continente americano, as terras onde o mundo termina. Muitos anos depois, já adulto, jornalista e membro ativo dos movimentos ecologistas, o acaso fá-lo regressar a essas paragens distantes por uma razão distinta mas talvez igualmente romântica: a fauna marítima que habita as águas gélidas e impolutas desse mundo do fim do mundo está a ser destruída pela ação criminosa de navios piratas. Partindo de um exercício ficcional de evocação da memória juvenil, impregnado de aventura e deslumbramento, Luis Sepúlveda traça um belíssimo roteiro do Chile Austral. Simultaneamente, põe a descoberto os obscuros interesses internacionais que sustentam a caça ilegal de espécies protegidas, aqueles que a praticam e aqueles que corajosamente a combatem, transformando a narrativa numa demanda pela salvação da vida do seu mar.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um adolescente, fascinado pela leitura de Moby Dick, aproveita as férias de verão para embarcar num baleeiro e conhecer, nos confins austrais do continente americano, as terras onde o mundo termina. Muitos anos depois, já adulto, jornalista e membro ativo dos movimentos ecologistas, o acaso fá-lo regressar a essas paragens distantes por uma razão distinta mas talvez igualmente romântica: a fauna marítima que habita as águas gélidas e impolutas desse mundo do fim do mundo está a ser destruída pela ação criminosa de navios piratas. Partindo de um exercício ficcional de evocação da memória juvenil, impregnado de aventura e deslumbramento, Luis Sepúlveda traça um belíssimo roteiro do Chile Austral. Simultaneamente, põe a descoberto os obscuros interesses internacionais que sustentam a caça ilegal de espécies protegidas, aqueles que a praticam e aqueles que corajosamente a combatem, transformando a narrativa numa demanda pela salvação da vida do seu mar.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Sonia Serrano traça neste livro dois percursos: o geográfico e temporal, ao escrever sobre os lugares por onde estas mulheres se aventuraram e o tempo histórico em que viveram; e a evolução da condição feminina num domínio que, durante séculos, foi protagonizado por homens - a viagem. Desde a destemida Egéria que, no século IV, partiu da Península Ibérica para a Terra Santa, ou as mulheres que andaram na aventura das grandes navegações portuguesas, passando pelas arrojadas vitorianas, que palmilharam os confins do vasto império britânico, até ao século xxi, onde encontramos algumas das mais extraordinárias viajantes. Viagens intimistas, políticas ou de exploração, por vezes fugas, quase sempre procura da felicidade.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Sonia Serrano traça neste livro dois percursos: o geográfico e temporal, ao escrever sobre os lugares por onde estas mulheres se aventuraram e o tempo histórico em que viveram; e a evolução da condição feminina num domínio que, durante séculos, foi protagonizado por homens - a viagem. Desde a destemida Egéria que, no século IV, partiu da Península Ibérica para a Terra Santa, ou as mulheres que andaram na aventura das grandes navegações portuguesas, passando pelas arrojadas vitorianas, que palmilharam os confins do vasto império britânico, até ao século xxi, onde encontramos algumas das mais extraordinárias viajantes. Viagens intimistas, políticas ou de exploração, por vezes fugas, quase sempre procura da felicidade.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Este livro condensa a história das mulheres do mundo num único relato, que se desenrola ao longo dos últimos cinco séculos. Fala de escritoras chinesas aclamadas do século XVII e de estrelas de cinema chinesas igualmente aclamadas da década de 1930; de princesas indianas e de humildes camponesas iletradas da Índia que aprendiam sozinhas a ler e a escrever. Imperatrizes russas dos inícios da Idade Moderna aparecem ao lado de mulheres soviéticas que foram pilotos de caças na década de 1940; mulheres ameríndias chefes e ativistas políticas brancas e negras dos Estados Unidos afirmam o seu poder. O livro é também um mosaico de tecelãs, curandeiras, escravas, patroas, assassinas, artistas, trabalhadoras do sexo, mães, manifestantes e chefes de governos modernos. Uma amostra de tudo o que as mulheres produziram e viveram ao longo dos últimos quinhentos anos.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Este livro condensa a história das mulheres do mundo num único relato, que se desenrola ao longo dos últimos cinco séculos. Fala de escritoras chinesas aclamadas do século XVII e de estrelas de cinema chinesas igualmente aclamadas da década de 1930; de princesas indianas e de humildes camponesas iletradas da Índia que aprendiam sozinhas a ler e a escrever. Imperatrizes russas dos inícios da Idade Moderna aparecem ao lado de mulheres soviéticas que foram pilotos de caças na década de 1940; mulheres ameríndias chefes e ativistas políticas brancas e negras dos Estados Unidos afirmam o seu poder. O livro é também um mosaico de tecelãs, curandeiras, escravas, patroas, assassinas, artistas, trabalhadoras do sexo, mães, manifestantes e chefes de governos modernos. Uma amostra de tudo o que as mulheres produziram e viveram ao longo dos últimos quinhentos anos.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Camille Paglia é, desde os anos 60, uma das vozes fundamentais do feminismo, da autonomia das mulheres e dos seus combates. Mas é, também, herdeira de uma tradição intelectual de livre- -pensamento que a coloca do outro lado da barreira do feminismo atual, que Paglia classifica como "vitoriano", "burguês", "politicamente correto", "puritano" e "estalinista". Para Camille Paglia, estamos a assistir à regressão a um estádio pré-feminista, onde uma excessiva proteção às mulheres as desenha como seres frágeis e incapazes de se oporem à violência, à discriminação e às adversidades. Este livro reúne os seus melhores ensaios sobre estes assuntos. Os temas vão desde a exigência de oportunidades iguais para as mulheres até ao elogio a Madonna como verdadeira feminista, desde a crítica ao conformismo na universidade até à busca de um padrão de beleza mais exigente (que vá além da busca da juventude pela "etnologia plástica"), louvando a força libertadora do rock‘n’roll, exigindo liberdade de expressão e sem restrições nas universidades e na imprensa, cada vez mais proibicionistas. Estes ensaios são uma leitura essencial que afirma o poder de mulheres e de homens livres — e do que podem realizar juntos.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Camille Paglia é, desde os anos 60, uma das vozes fundamentais do feminismo, da autonomia das mulheres e dos seus combates. Mas é, também, herdeira de uma tradição intelectual de livre- -pensamento que a coloca do outro lado da barreira do feminismo atual, que Paglia classifica como "vitoriano", "burguês", "politicamente correto", "puritano" e "estalinista". Para Camille Paglia, estamos a assistir à regressão a um estádio pré-feminista, onde uma excessiva proteção às mulheres as desenha como seres frágeis e incapazes de se oporem à violência, à discriminação e às adversidades. Este livro reúne os seus melhores ensaios sobre estes assuntos. Os temas vão desde a exigência de oportunidades iguais para as mulheres até ao elogio a Madonna como verdadeira feminista, desde a crítica ao conformismo na universidade até à busca de um padrão de beleza mais exigente (que vá além da busca da juventude pela "etnologia plástica"), louvando a força libertadora do rock‘n’roll, exigindo liberdade de expressão e sem restrições nas universidades e na imprensa, cada vez mais proibicionistas. Estes ensaios são uma leitura essencial que afirma o poder de mulheres e de homens livres — e do que podem realizar juntos.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Quem disse que as mulheres não vão à guerra? Das viquingues e rainhas africanas às médicas em trajes masculinos e às russas que pilotaram caças durante a Segunda Guerra Mundial, eis as histórias de mulheres para quem "batalha" não era uma metáfora. A mulher guerreira foi sempre considerada uma exceção. Porém, a realidade é outra: as mulheres sempre combateram em guerras. Nesta fascinante história, Pamela Toler apresenta-nos não apenas mulheres que pegaram em armas, mas mostra-nos também porque o fizeram e o que aconteceu quando abandonaram os seus tradicionais papéis femininos e assumiram outras identidades. Da Antiguidade remota ao século XX, estas são as histórias de mulheres que combateram porque queriam, porque precisavam ou porque podiam.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Quem disse que as mulheres não vão à guerra? Das viquingues e rainhas africanas às médicas em trajes masculinos e às russas que pilotaram caças durante a Segunda Guerra Mundial, eis as histórias de mulheres para quem "batalha" não era uma metáfora. A mulher guerreira foi sempre considerada uma exceção. Porém, a realidade é outra: as mulheres sempre combateram em guerras. Nesta fascinante história, Pamela Toler apresenta-nos não apenas mulheres que pegaram em armas, mas mostra-nos também porque o fizeram e o que aconteceu quando abandonaram os seus tradicionais papéis femininos e assumiram outras identidades. Da Antiguidade remota ao século XX, estas são as histórias de mulheres que combateram porque queriam, porque precisavam ou porque podiam.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Ty Starbuck era um homem apaixonado e Asher Wolfe uma mulher com um controlo gélido, mas juntos tinham conseguido que o mundo explodisse em chamas. Asher ainda continuava a desejar Ty apesar dos anos que tinham passado separados, mas escondia segredos que não podia revelar a ninguém... SÓ TRABALHO O novo cliente da publicitária Juliet Trent, o famoso chef italiano Carlo Franconi, não era apenas um mestre na cozinha, mas também um autêntico sedutor com fama de mulherengo. Só uma mulher lhe resistia: a fria e esquiva Juliet, a sua relações públicas numa tournée promocional pelos Estados Unidos. Embora parecesse fascinante a Carlo, Juliet tinha por norma não misturar negócios com prazer... MAIS DO QUE RIVAIS Apesar de profissionalmente serem rivais, durante anos Matt Bates tinha desejado Laurel Armand, desde que a vira na fotografia emoldurada que Curt, o irmão dela, tinha na secretária do quarto que partilhavam na universidade. Mas quando os dois repórteres rivais souberam que deviam investigar um assassinato na calorosa cidade de Nova Orleães, Matt tomou a decisão de converter a sua lindíssima adversária numa companheira disposta a viver uma grande paixão... E para mergulhar numa vida de felicidade e êxtase constantes.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Ty Starbuck era um homem apaixonado e Asher Wolfe uma mulher com um controlo gélido, mas juntos tinham conseguido que o mundo explodisse em chamas. Asher ainda continuava a desejar Ty apesar dos anos que tinham passado separados, mas escondia segredos que não podia revelar a ninguém... SÓ TRABALHO O novo cliente da publicitária Juliet Trent, o famoso chef italiano Carlo Franconi, não era apenas um mestre na cozinha, mas também um autêntico sedutor com fama de mulherengo. Só uma mulher lhe resistia: a fria e esquiva Juliet, a sua relações públicas numa tournée promocional pelos Estados Unidos. Embora parecesse fascinante a Carlo, Juliet tinha por norma não misturar negócios com prazer... MAIS DO QUE RIVAIS Apesar de profissionalmente serem rivais, durante anos Matt Bates tinha desejado Laurel Armand, desde que a vira na fotografia emoldurada que Curt, o irmão dela, tinha na secretária do quarto que partilhavam na universidade. Mas quando os dois repórteres rivais souberam que deviam investigar um assassinato na calorosa cidade de Nova Orleães, Matt tomou a decisão de converter a sua lindíssima adversária numa companheira disposta a viver uma grande paixão... E para mergulhar numa vida de felicidade e êxtase constantes.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Como Marthe Richer disse sobre as suas atividades de espionagem durante a Primeira Guerra Mundial, «a qualquer momento pode-se ser preso e ir ao encontro da morte». Apesar do perigo, foram muitas as mulheres que trabalharam como espias durante as duas guerras mundiais. Algumas sobreviveram, mas foram mais as que não regressaram a casa. De Mata Hari a Odette Sansom, raramente as mulheres que se dispuseram a espiar para os seus países receberam o devido reconhecimento. Com frequência banalizadas em livros e filmes, estereotipadas como femmes fatales ou ingénuas, a verdade é bem diferente. Trabalhando sob identidades falsas como correios ou operadoras de rádio, o seu contributo foi inegável. Oriundas de todos os estratos da sociedade, muitas exibiram qualidades inesperadas. Algumas provaram ser excelentes líderes, como Pearl Witherington, ou possuir tremenda descontração, como Nancy Wake; muitas outras, como Noor Inayat Khan, mostraram uma coragem excecional durante privações terríveis.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Como Marthe Richer disse sobre as suas atividades de espionagem durante a Primeira Guerra Mundial, «a qualquer momento pode-se ser preso e ir ao encontro da morte». Apesar do perigo, foram muitas as mulheres que trabalharam como espias durante as duas guerras mundiais. Algumas sobreviveram, mas foram mais as que não regressaram a casa. De Mata Hari a Odette Sansom, raramente as mulheres que se dispuseram a espiar para os seus países receberam o devido reconhecimento. Com frequência banalizadas em livros e filmes, estereotipadas como femmes fatales ou ingénuas, a verdade é bem diferente. Trabalhando sob identidades falsas como correios ou operadoras de rádio, o seu contributo foi inegável. Oriundas de todos os estratos da sociedade, muitas exibiram qualidades inesperadas. Algumas provaram ser excelentes líderes, como Pearl Witherington, ou possuir tremenda descontração, como Nancy Wake; muitas outras, como Noor Inayat Khan, mostraram uma coragem excecional durante privações terríveis.
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Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Na Miami do presente, Jeanette luta contra o vício. Filha de Carmen, uma imigrante cubana, está determinada em saber mais sobre a história da sua família e toma a decisão imprudente de acolher a filha de uma vizinha levada pelo Departamento de Imigração. Carmen, ainda a lutar com o trauma da mudança, tem de processar a relação difícil que tem com a sua própria mãe enquanto tenta criar uma Jeanette rebelde. Firme na sua busca por respostas, Jeanette viaja para Cuba para encontrar a avó e desvendar os segredos do passado. Desde as fábricas de tabaco do século XIX aos centros de detenção atuais, de Cuba ao México, Mulheres de Sal de Gabriela Garcia são um caleidoscópio de traições - pessoais e políticas, autoimpostas e infligidas por outros - que moldaram a vida destas mulheres extraordinárias. Uma reflexão assombrosa sobre as escolhas das mães, o legado das memórias que carregam e a tenacidade das mulheres que escolhem contar as suas histórias apesar de tentarem silenciá-las.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Na Miami do presente, Jeanette luta contra o vício. Filha de Carmen, uma imigrante cubana, está determinada em saber mais sobre a história da sua família e toma a decisão imprudente de acolher a filha de uma vizinha levada pelo Departamento de Imigração. Carmen, ainda a lutar com o trauma da mudança, tem de processar a relação difícil que tem com a sua própria mãe enquanto tenta criar uma Jeanette rebelde. Firme na sua busca por respostas, Jeanette viaja para Cuba para encontrar a avó e desvendar os segredos do passado. Desde as fábricas de tabaco do século XIX aos centros de detenção atuais, de Cuba ao México, Mulheres de Sal de Gabriela Garcia são um caleidoscópio de traições - pessoais e políticas, autoimpostas e infligidas por outros - que moldaram a vida destas mulheres extraordinárias. Uma reflexão assombrosa sobre as escolhas das mães, o legado das memórias que carregam e a tenacidade das mulheres que escolhem contar as suas histórias apesar de tentarem silenciá-las.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Estou certa de que este livro constituirá uma referência para todos aqueles que se interessam pela história da expansão, pela história das mulheres e pela compreensão das múltiplas facetas da experiência marítima", Maria de Deus Beites Manso, "in" Prefácio A expansão marítima dos séculos XV e XVI tem constituído um dos temas centrais de análise da historiografia portuguesa, perdurando na memória coletiva nacional nomes como os de D. Afonso V, D. Manuel I, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral ou do Infante D. Henrique - reis, capitães, fidalgos e clérigos, todos eles homens. Estudada no masculino durante séculos, a época das Grandes Navegações contou também com a participação ativa e determinante das mulheres. Secundarizadas ou ignoradas pela historiografia tradicional, as referências à mulher são, a maior parte das vezes, registadas com timidez nas entrelinhas da documentação ou permanecem ocultas, sob densas camadas de pó, nas funduras dos arquivos nacionais. Recusando uma interpretação da realidade elaborada exclusivamente a partir da ação dos agentes masculinos, este livro mostra-nos uma faceta ignorada pelos investigadores (as mulheres nos navios, as condições de vida a bordo e as dinâmicas de convivência quotidianas), constituindo um importante contributo para um maior conhecimento da expansão marítima portuguesa.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Estou certa de que este livro constituirá uma referência para todos aqueles que se interessam pela história da expansão, pela história das mulheres e pela compreensão das múltiplas facetas da experiência marítima", Maria de Deus Beites Manso, "in" Prefácio A expansão marítima dos séculos XV e XVI tem constituído um dos temas centrais de análise da historiografia portuguesa, perdurando na memória coletiva nacional nomes como os de D. Afonso V, D. Manuel I, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral ou do Infante D. Henrique - reis, capitães, fidalgos e clérigos, todos eles homens. Estudada no masculino durante séculos, a época das Grandes Navegações contou também com a participação ativa e determinante das mulheres. Secundarizadas ou ignoradas pela historiografia tradicional, as referências à mulher são, a maior parte das vezes, registadas com timidez nas entrelinhas da documentação ou permanecem ocultas, sob densas camadas de pó, nas funduras dos arquivos nacionais. Recusando uma interpretação da realidade elaborada exclusivamente a partir da ação dos agentes masculinos, este livro mostra-nos uma faceta ignorada pelos investigadores (as mulheres nos navios, as condições de vida a bordo e as dinâmicas de convivência quotidianas), constituindo um importante contributo para um maior conhecimento da expansão marítima portuguesa.
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este Matt West nunca existiu. É apenas mais uma das invenções de Dinis Machado para ajudar a vender o cámone, e seu irmão gémeo, Dennis McShade. Contudo, e apesar desta credibilidade acrescida de um suposto crítico estrangeiro, a censura estranhou o assunto e a linguagem deste "Mulher e Arma Com Guitarra Espanhola". E foi preciso convencer, com um fabuloso passe de peito, o senhor Major da Censura Prévia que este era o último livro que tinham traduzido de um incomum autor americano de policiais de bolso. Aquele, parecendo levar à letra o culto sistemático do absurdo de que fala Dinis Machado na nota de editor introdutória, acreditou nesta improvisada patranha e o livro lá saiu sem rasuras nem cortes. Passava-se isto em 1968 e Dinis Machado, então director da colecção Rififi, não se coibiu de teorizar, na tal nota de editor - não falso, mas neste caso em causa própria - sobre este grande género menor que é o policial negro: As mortas e respeitáveis receitas são isso mesmo: mortas e estimáveis. Como se, inconsciente mas muito determinado,Dinis Machado soubesse que, se os dois primeiros eram o prelúdio domonumental "O Que Diz Molero", este "Mulher e Arma Com Guitarra Espanhola" seria a preparação para o seu ainda inédito testamento literário - o perturbante e visceral "Blackpot". Pequeno grande livro do grande Dennis McShade que a Assírio & Alvim embreve publicará. Para gaúdio dos grandes leitores de todas as literaturas menores.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este Matt West nunca existiu. É apenas mais uma das invenções de Dinis Machado para ajudar a vender o cámone, e seu irmão gémeo, Dennis McShade. Contudo, e apesar desta credibilidade acrescida de um suposto crítico estrangeiro, a censura estranhou o assunto e a linguagem deste "Mulher e Arma Com Guitarra Espanhola". E foi preciso convencer, com um fabuloso passe de peito, o senhor Major da Censura Prévia que este era o último livro que tinham traduzido de um incomum autor americano de policiais de bolso. Aquele, parecendo levar à letra o culto sistemático do absurdo de que fala Dinis Machado na nota de editor introdutória, acreditou nesta improvisada patranha e o livro lá saiu sem rasuras nem cortes. Passava-se isto em 1968 e Dinis Machado, então director da colecção Rififi, não se coibiu de teorizar, na tal nota de editor - não falso, mas neste caso em causa própria - sobre este grande género menor que é o policial negro: As mortas e respeitáveis receitas são isso mesmo: mortas e estimáveis. Como se, inconsciente mas muito determinado,Dinis Machado soubesse que, se os dois primeiros eram o prelúdio domonumental "O Que Diz Molero", este "Mulher e Arma Com Guitarra Espanhola" seria a preparação para o seu ainda inédito testamento literário - o perturbante e visceral "Blackpot". Pequeno grande livro do grande Dennis McShade que a Assírio & Alvim embreve publicará. Para gaúdio dos grandes leitores de todas as literaturas menores.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Toda a vida escrevi sobre a Mulher de Porto Pim, livro de cabeceira e artefacto literário que contemplo como se fosse um Moby Dick em miniatura. As suas (…) páginas são um bom exemplo de "livro de fronteira", um mecanismo feito de contos breves, fragmentos de memórias, diários de viagens metafísicas, notas pessoais, biografia e suicídio de Antero de Quental, fragmentos de uma história ouvida na coberta de um navio, mapas, bibliografia, bizarros textos jurídicos, canções de amor: elementos que à primeira vista não têm nada a ver entre si, sobretudo com a literatura, mas que Antonio Tabucchi transformou em ficção pura. Um livro memorável." Enrique Vila-Matas
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Toda a vida escrevi sobre a Mulher de Porto Pim, livro de cabeceira e artefacto literário que contemplo como se fosse um Moby Dick em miniatura. As suas (…) páginas são um bom exemplo de "livro de fronteira", um mecanismo feito de contos breves, fragmentos de memórias, diários de viagens metafísicas, notas pessoais, biografia e suicídio de Antero de Quental, fragmentos de uma história ouvida na coberta de um navio, mapas, bibliografia, bizarros textos jurídicos, canções de amor: elementos que à primeira vista não têm nada a ver entre si, sobretudo com a literatura, mas que Antonio Tabucchi transformou em ficção pura. Um livro memorável." Enrique Vila-Matas
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Geralmente considerada uma das melhores comédias de Shakespeare, pensa-se que "Muito Barulho por Nada" terá sido escrita em 1598-1599. A presente edição publica pela primeira vez a tradução que Sophia de Mello Breyner Andresen dela fez, e que foi levada ao palco pelo Teatro da Cornucópia. Nas palavras de Luis Miguel Cintra, "À Sophia apaixonava-a um trabalho rigoroso das palavras mas sabia como ninguém que a língua é uma coisa viva, parte fundamental do pensamento e gostava que o trabalho de fazer os acertos na tradução permitissem conversas que as próprias palavras suscitavam. Para se perceber as suas escolhas de tradutora tem de se entender a sua ideia de tradução: uma verdadeira interiorização, até musical, do texto inglês e a resposta — como se fosse um eco que falasse português e que tantas vezes parecia tradução literal, sendo no entanto o resultado de uma escolha não a favor da fidelidade literal mas sim de outra fidelidade mais inteligentemente entendida, a fidelidade de encontrar em português uma linguagem teatral para um texto destinado a ser representado e a uma poética sua, fiel à de Shakespeare.".
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Geralmente considerada uma das melhores comédias de Shakespeare, pensa-se que "Muito Barulho por Nada" terá sido escrita em 1598-1599. A presente edição publica pela primeira vez a tradução que Sophia de Mello Breyner Andresen dela fez, e que foi levada ao palco pelo Teatro da Cornucópia. Nas palavras de Luis Miguel Cintra, "À Sophia apaixonava-a um trabalho rigoroso das palavras mas sabia como ninguém que a língua é uma coisa viva, parte fundamental do pensamento e gostava que o trabalho de fazer os acertos na tradução permitissem conversas que as próprias palavras suscitavam. Para se perceber as suas escolhas de tradutora tem de se entender a sua ideia de tradução: uma verdadeira interiorização, até musical, do texto inglês e a resposta — como se fosse um eco que falasse português e que tantas vezes parecia tradução literal, sendo no entanto o resultado de uma escolha não a favor da fidelidade literal mas sim de outra fidelidade mais inteligentemente entendida, a fidelidade de encontrar em português uma linguagem teatral para um texto destinado a ser representado e a uma poética sua, fiel à de Shakespeare.".
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse:
""Sempre acreditámos que mudar de ideias é uma melhoria, trazendo maior autenticidade às nossas relações com o mundo e com as outras pessoas. Põe fim à vacilação, à incerteza, à fraqueza de espírito. Parece que nos torna mais fortes e maduros. Será assim?"" Este livro recolhe um conjunto de ensaios e pequenas palestras inicialmente pensadas para uma emissão de rádio. O resultado é um objeto literário brevíssimo e muito belo, uma seleção de cinco ensaios sobre o tema ""mudar de ideias"". Ao longo destas páginas, Barnes interroga-se sobre as implicações da mudança de ideias e das razões por que pensamos que mudámos; como muda a nossa linguagem; como viu a política ao longo dos últimos cinquenta anos (e o que o levou a votar em seis partidos diferentes); como relê e reavalia alguns dos livros da sua vida; e, finalmente, o tempo: como o pensamos, e como enfrentamos a sua natureza mutável ao longo de várias décadas.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
""Sempre acreditámos que mudar de ideias é uma melhoria, trazendo maior autenticidade às nossas relações com o mundo e com as outras pessoas. Põe fim à vacilação, à incerteza, à fraqueza de espírito. Parece que nos torna mais fortes e maduros. Será assim?"" Este livro recolhe um conjunto de ensaios e pequenas palestras inicialmente pensadas para uma emissão de rádio. O resultado é um objeto literário brevíssimo e muito belo, uma seleção de cinco ensaios sobre o tema ""mudar de ideias"". Ao longo destas páginas, Barnes interroga-se sobre as implicações da mudança de ideias e das razões por que pensamos que mudámos; como muda a nossa linguagem; como viu a política ao longo dos últimos cinquenta anos (e o que o levou a votar em seis partidos diferentes); como relê e reavalia alguns dos livros da sua vida; e, finalmente, o tempo: como o pensamos, e como enfrentamos a sua natureza mutável ao longo de várias décadas.
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Edição: Abr 1995
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"(...) Muana Puó uma estória de amor num fundo de luta. Era ainda em abstracto, eu nunca tinha visto guerra na minha vida, por isso arranjei a simbologia com a máscara. Vi a fotografia de um cartaz para um espectáculo da Miriam Makeba, com a Muana Puó... e fiquei fascinado. Foi amor à primeira vista. Fechei-me uma semana no quarto, todo branco, com o cartaz à frente e comecei a escrever sem saber o que ia escrever. (...)"
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"(...) Muana Puó uma estória de amor num fundo de luta. Era ainda em abstracto, eu nunca tinha visto guerra na minha vida, por isso arranjei a simbologia com a máscara. Vi a fotografia de um cartaz para um espectáculo da Miriam Makeba, com a Muana Puó... e fiquei fascinado. Foi amor à primeira vista. Fechei-me uma semana no quarto, todo branco, com o cartaz à frente e comecei a escrever sem saber o que ia escrever. (...)"
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Numa clara manhã de primavera, Clarissa Dalloway resolve sair para comprar flores para a festa que acolherá naquela mesma noite, em sua casa. Enquanto passeia pelas ruas de Londres, são recolhidas imagens, sensações e ideias, entrelaçadas com as personagens que habitam o seu mundo - do marido, Richard Dalloway, à filha, Elizabeth, e a Peter Walsh, amigo de juventude acabado de voltar da Índia - e que com ele se cruzam - como Septimus Warren Smith, veterano da Primeira Guerra Mundial assombrado pela doença mental. Romance que revelou em pleno o talento de Virginia Woolf, a sua perspicácia, a sensibilidade transparente e, sobretudo, a arte suprema de descrever os segredos das almas - não os atos mas as sensações que eles despertam - fazem de "Mrs Dalloway" uma obra-prima indiscutível da literatura universal.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Numa clara manhã de primavera, Clarissa Dalloway resolve sair para comprar flores para a festa que acolherá naquela mesma noite, em sua casa. Enquanto passeia pelas ruas de Londres, são recolhidas imagens, sensações e ideias, entrelaçadas com as personagens que habitam o seu mundo - do marido, Richard Dalloway, à filha, Elizabeth, e a Peter Walsh, amigo de juventude acabado de voltar da Índia - e que com ele se cruzam - como Septimus Warren Smith, veterano da Primeira Guerra Mundial assombrado pela doença mental. Romance que revelou em pleno o talento de Virginia Woolf, a sua perspicácia, a sensibilidade transparente e, sobretudo, a arte suprema de descrever os segredos das almas - não os atos mas as sensações que eles despertam - fazem de "Mrs Dalloway" uma obra-prima indiscutível da literatura universal.
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