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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Apresentado ao público nos trinta anos do 25 de Abril, este livro é muito mais do que um imprescindível e precioso documento com que enriquecemos o nosso espólio de História Oral e que entendemos ser o momento de oferecer quer a quem viveu a Revolução, quer a quem a estuda, quer finalmente a quem se sinta minimamente comprometido com a História deste país. É também a nossa homenagem a Ernesto Melo Antunes e aos companheiros que no seu exemplo se revêem e se encontram. Homenagem ao que a História regista e é passado. Mas também às sementes de futuro que nela lançaram. A experiência destes trinta anos ensina-nos que muitas caíram em terrenos estéreis, mas também sabemos que os ventos são caprichosos e que há terras sedentas de sementes.
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Apresentado ao público nos trinta anos do 25 de Abril, este livro é muito mais do que um imprescindível e precioso documento com que enriquecemos o nosso espólio de História Oral e que entendemos ser o momento de oferecer quer a quem viveu a Revolução, quer a quem a estuda, quer finalmente a quem se sinta minimamente comprometido com a História deste país. É também a nossa homenagem a Ernesto Melo Antunes e aos companheiros que no seu exemplo se revêem e se encontram. Homenagem ao que a História regista e é passado. Mas também às sementes de futuro que nela lançaram. A experiência destes trinta anos ensina-nos que muitas caíram em terrenos estéreis, mas também sabemos que os ventos são caprichosos e que há terras sedentas de sementes.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 712
Sinopse:
Com a elegância e o talento a que já nos habituou, Chimamanda Ngozi Adichie cruza um momento determinante na história moderna de África com as vidas de cinco personagens inesquecíveis. A breve vida do Biafra enquadra o crescimento de Ugwu, um humilde criado de treze anos a quem o mundo se desvendará pela mão do seu senhor, Odenigbo, que, na intimidade da sua casa, planeia uma revolução. Este jovem professor universitário mantém uma relação apaixonada com a bela Olanna, cuja irmã gémea, Kainene, é alvo do amor desesperado de Richard, um jovem inglês a braços com sua identidade enquanto homem branco em África. Todos eles vão ser forçados a tomar decisões definitivas sobre amor e responsabilidade, passado e presente, nação e família, lealdade e traição. Todos eles vão assistir ao desmoronar da realidade tal como a conheciam devido a uma guerra que tudo transformará irremediavelmente.
Nº Páginas: 712
Sinopse:
Com a elegância e o talento a que já nos habituou, Chimamanda Ngozi Adichie cruza um momento determinante na história moderna de África com as vidas de cinco personagens inesquecíveis. A breve vida do Biafra enquadra o crescimento de Ugwu, um humilde criado de treze anos a quem o mundo se desvendará pela mão do seu senhor, Odenigbo, que, na intimidade da sua casa, planeia uma revolução. Este jovem professor universitário mantém uma relação apaixonada com a bela Olanna, cuja irmã gémea, Kainene, é alvo do amor desesperado de Richard, um jovem inglês a braços com sua identidade enquanto homem branco em África. Todos eles vão ser forçados a tomar decisões definitivas sobre amor e responsabilidade, passado e presente, nação e família, lealdade e traição. Todos eles vão assistir ao desmoronar da realidade tal como a conheciam devido a uma guerra que tudo transformará irremediavelmente.
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Edição: Abr 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
A história definitiva do acidente de Chernobyl, baseada numa investigação profunda sobre como a propaganda, o secretismo e os mitos encobriram a verdade de um dos maiores desastres do século XX. O dia 25 de abril de 1986 foi um ponto de viragem na História. O acidente em Chernobyl não mudou apenas a nossa perceção da energia nuclear, mas também o conhecimento da delicada ecologia do planeta. Chernobyl foi igualmente importante na destruição da URSS e, como tal, na vitória dos Estados Unidos na Guerra Fria. Para Moscovo, foi um desastre político e financeiro - provocando a bancarrota de uma economia já vacilante -, mas também ambiental e científico. Esta é a história nunca contada dos eventos que começaram no centro de controlo do reator 4 da central nuclear de Chernobyl. Depois de centenas de entrevistas, consultas de cartas, memórias inéditas e documentos só agora tornados públicos, Adam Higginbotham revela-nos os acontecimentos dramáticos daquela noite através dos olhos dos homens e mulheres que os testemunharam em primeira mão e que enfrentaram um inimigo aterrador e invisível. "Meia-Noite em Chernobyl", uma obra amplamente premiada e que inspirou a série de sucesso da HBO, mostra-nos não só as dificuldades épicas de um império a morrer, mas também o heroísmo individual e desesperado num ,momento transformador da História.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
A história definitiva do acidente de Chernobyl, baseada numa investigação profunda sobre como a propaganda, o secretismo e os mitos encobriram a verdade de um dos maiores desastres do século XX. O dia 25 de abril de 1986 foi um ponto de viragem na História. O acidente em Chernobyl não mudou apenas a nossa perceção da energia nuclear, mas também o conhecimento da delicada ecologia do planeta. Chernobyl foi igualmente importante na destruição da URSS e, como tal, na vitória dos Estados Unidos na Guerra Fria. Para Moscovo, foi um desastre político e financeiro - provocando a bancarrota de uma economia já vacilante -, mas também ambiental e científico. Esta é a história nunca contada dos eventos que começaram no centro de controlo do reator 4 da central nuclear de Chernobyl. Depois de centenas de entrevistas, consultas de cartas, memórias inéditas e documentos só agora tornados públicos, Adam Higginbotham revela-nos os acontecimentos dramáticos daquela noite através dos olhos dos homens e mulheres que os testemunharam em primeira mão e que enfrentaram um inimigo aterrador e invisível. "Meia-Noite em Chernobyl", uma obra amplamente premiada e que inspirou a série de sucesso da HBO, mostra-nos não só as dificuldades épicas de um império a morrer, mas também o heroísmo individual e desesperado num ,momento transformador da História.
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Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 376
Sinopse:
O economista de renome mundial Nouriel Roubini foi apelidado de Dr. Catástrofe até que as suas previsões acerca da crise imobiliária de 2008 e a Grande Crise Financeira se tornaram uma realidade - quando já era tarde demais. Roubini apresenta uma análise lúcida e realista da situação atual que vivemos. Uma análise que não deveríamos ignorar. Há nada menos do que dez ameaças que estão interligadas, que se sobrepõem, reforçam e potenciam, e que são tão sérias que o autor as descreve como mega-ameaças. Da pior crise da dívida que o mundo já viu à inflação, ao crescimento do populismo, à ascensão de uma nova competição de superpotências entre a China e os EUA, à normalização das pandemias, à crise climática, ao impacto da inteligência artificial nos nossos empregos, ao colapso demográfico, à desglobalização da economia. Há uma pequena hipótese de evitar o desastre e garantir um futuro mais pacífico e próspero, se começarmos a trabalhar em conjunto e a agir - mas temos de o fazer já. Nouriel Roubini não o quer assustar. A realidade é que estas 10 ameaças vão remodelar o mundo tal como o conhecemos. E é preciso estar preparado.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
O economista de renome mundial Nouriel Roubini foi apelidado de Dr. Catástrofe até que as suas previsões acerca da crise imobiliária de 2008 e a Grande Crise Financeira se tornaram uma realidade - quando já era tarde demais. Roubini apresenta uma análise lúcida e realista da situação atual que vivemos. Uma análise que não deveríamos ignorar. Há nada menos do que dez ameaças que estão interligadas, que se sobrepõem, reforçam e potenciam, e que são tão sérias que o autor as descreve como mega-ameaças. Da pior crise da dívida que o mundo já viu à inflação, ao crescimento do populismo, à ascensão de uma nova competição de superpotências entre a China e os EUA, à normalização das pandemias, à crise climática, ao impacto da inteligência artificial nos nossos empregos, ao colapso demográfico, à desglobalização da economia. Há uma pequena hipótese de evitar o desastre e garantir um futuro mais pacífico e próspero, se começarmos a trabalhar em conjunto e a agir - mas temos de o fazer já. Nouriel Roubini não o quer assustar. A realidade é que estas 10 ameaças vão remodelar o mundo tal como o conhecemos. E é preciso estar preparado.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Poder real é - eu nem quero usar a palavra - medo." Candidato Donald Trump, 31 de Março de 2016, numa entrevista durante a campanha eleitoral à presidência dos Estados Unidos. Tendo acompanhado e investigado a fundo oito presidências, de Nixon a Barack Obama, Bob Woodward revela em primeira mão, num relato sem precedentes e com detalhes nunca antes contados, a vida brutal dentro da Casa Branca de Donald Trump, e como ele decide sobre as grandes questões da atualidade política nacional e internacional. Woodward baseia-se em centenas de horas de entrevistas com fontes de informação em primeira-mão, e também em notas de reuniões, diários pessoais, ficheiros e documentos oficiais. O livro conta ainda os debates explosivos e as tomadas de decisão na Sala Oval, na Situation Room, no Air Force One e na residência oficial da Casa Branca. MEDO é o retrato mais íntimo de um presidente norte-americano em funções alguma vez publicado.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Poder real é - eu nem quero usar a palavra - medo." Candidato Donald Trump, 31 de Março de 2016, numa entrevista durante a campanha eleitoral à presidência dos Estados Unidos. Tendo acompanhado e investigado a fundo oito presidências, de Nixon a Barack Obama, Bob Woodward revela em primeira mão, num relato sem precedentes e com detalhes nunca antes contados, a vida brutal dentro da Casa Branca de Donald Trump, e como ele decide sobre as grandes questões da atualidade política nacional e internacional. Woodward baseia-se em centenas de horas de entrevistas com fontes de informação em primeira-mão, e também em notas de reuniões, diários pessoais, ficheiros e documentos oficiais. O livro conta ainda os debates explosivos e as tomadas de decisão na Sala Oval, na Situation Room, no Air Force One e na residência oficial da Casa Branca. MEDO é o retrato mais íntimo de um presidente norte-americano em funções alguma vez publicado.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Amadeu Jesus é um homem a quem Deus roubou a fé, um corvo definhado que perdeu o norte do ninho. Briosa tem olhos grandes de silêncio e fome de mundo, e um irmão-menino que não sabe falar. Cândida Jesus pariu um assassino e por isso se fez puta. Em dia de Nossa Senhora de Fátima, um inocente sai do inferno onde passou dez anos e uma menina de corpo feito pestaneja mais do que os olhos ao desejo. Do lado errado da aldeia dividida a meio pelo fio de água da nascente, um novo amor nasce como as papoilas do cemitério. E os dois, sem mais mundo, planeiam atravessar os vales e as montanhas com os pássaros, para saber como é a liberdade por lá. Ao seu lado vai o cão.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Amadeu Jesus é um homem a quem Deus roubou a fé, um corvo definhado que perdeu o norte do ninho. Briosa tem olhos grandes de silêncio e fome de mundo, e um irmão-menino que não sabe falar. Cândida Jesus pariu um assassino e por isso se fez puta. Em dia de Nossa Senhora de Fátima, um inocente sai do inferno onde passou dez anos e uma menina de corpo feito pestaneja mais do que os olhos ao desejo. Do lado errado da aldeia dividida a meio pelo fio de água da nascente, um novo amor nasce como as papoilas do cemitério. E os dois, sem mais mundo, planeiam atravessar os vales e as montanhas com os pássaros, para saber como é a liberdade por lá. Ao seu lado vai o cão.
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Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O cego Gaudencio só tocou duas vezes a mazurca "Ma Petite Marianne": em novembro de 1936, quando mataram Baldomero Afoito, e em janeiro de 1940, quando mataram Fabian Minguela. Depois nunca mais quis voltar a tocá-la. Eram os tempos turvos e vingativos da Guerra Civil de Espanha. Mazurca para Dois Mortos constitui uma impressionante rememoração do ambiente quase mítico da guerra, da Galiza rural e da violência humana. Um retábulo de vidas dominadas pela violência, pelo sexo e pela superstição atávica. Uma das melhores obras de um dos mais importantes escritores espanhóis contemporâneos, Mazurca para Dois Mortos alcançou em Espanha 18 edições em três anos e está traduzida em várias línguas europeias. É um genuíno tour de force quanto ao tratamento da forma narrativa. Estamos perante a obra de um dos mais altos expoentes da literatura espanhola, cujo perfeito domínio da ambiguidade e cuja capacidade para a criação de ambientes requintadamente insólitos só são superadas pelo manejo excecional das formas literárias.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O cego Gaudencio só tocou duas vezes a mazurca "Ma Petite Marianne": em novembro de 1936, quando mataram Baldomero Afoito, e em janeiro de 1940, quando mataram Fabian Minguela. Depois nunca mais quis voltar a tocá-la. Eram os tempos turvos e vingativos da Guerra Civil de Espanha. Mazurca para Dois Mortos constitui uma impressionante rememoração do ambiente quase mítico da guerra, da Galiza rural e da violência humana. Um retábulo de vidas dominadas pela violência, pelo sexo e pela superstição atávica. Uma das melhores obras de um dos mais importantes escritores espanhóis contemporâneos, Mazurca para Dois Mortos alcançou em Espanha 18 edições em três anos e está traduzida em várias línguas europeias. É um genuíno tour de force quanto ao tratamento da forma narrativa. Estamos perante a obra de um dos mais altos expoentes da literatura espanhola, cujo perfeito domínio da ambiguidade e cuja capacidade para a criação de ambientes requintadamente insólitos só são superadas pelo manejo excecional das formas literárias.
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Edição: Ago 2013
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"O "Mayombe" começa com um comunicado de guerra. Eu escrevi o comunicado e...o comunicado pareceu-me muito frio, coisa para jornalista, e eu continuei o comunicado de guerra para mim, assim nasceu o livro." - Pepetela Escrito no período em que Pepetela participou na guerra pela libertação do seu país, "Mayombe" é uma narrativa que mergulha fundo na organização dos combatentes do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), trazendo à tona as suas dúvidas, contradições, medos e convicções. Os bravos guerrilheiros que lutam no interior da densa floresta tropical confrontam-se não só com as tropas portuguesas, mas também com as diferenças culturais e sociais que procuram superar em direcção a uma Angola unificada e livre.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"O "Mayombe" começa com um comunicado de guerra. Eu escrevi o comunicado e...o comunicado pareceu-me muito frio, coisa para jornalista, e eu continuei o comunicado de guerra para mim, assim nasceu o livro." - Pepetela Escrito no período em que Pepetela participou na guerra pela libertação do seu país, "Mayombe" é uma narrativa que mergulha fundo na organização dos combatentes do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), trazendo à tona as suas dúvidas, contradições, medos e convicções. Os bravos guerrilheiros que lutam no interior da densa floresta tropical confrontam-se não só com as tropas portuguesas, mas também com as diferenças culturais e sociais que procuram superar em direcção a uma Angola unificada e livre.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Da adolescência aos anos da universidade, em Cambridge, e à vida profissional na firma do seu pai, Maurice Hall representa o papel do homem inglês convencional. Mas por baixo da fachada de conformidade, Maurice sonha poder libertar-se das amarras da sociedade e assumir a sua verdadeira identidade. O primeiro amor de Maurice, Clive Durham, apresenta-o aos gregos antigos e à beleza da atração pelo mesmo sexo. Para Clive, a relação entre os dois é uma forma elevada do amor, uma relação puramente platónica, sem espaço para intimidade física. Quando Clive casa com uma mulher, Maurice fica devastado. Incapaz de seguir o mesmo percurso, procura um hipnotista que o possa curar da homossexualidade. Neste confronto entre solidão, vergonha e busca pela felicidade, Maurice acaba por se revoltar contra as regras tácitas da sociedade em que vive.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Da adolescência aos anos da universidade, em Cambridge, e à vida profissional na firma do seu pai, Maurice Hall representa o papel do homem inglês convencional. Mas por baixo da fachada de conformidade, Maurice sonha poder libertar-se das amarras da sociedade e assumir a sua verdadeira identidade. O primeiro amor de Maurice, Clive Durham, apresenta-o aos gregos antigos e à beleza da atração pelo mesmo sexo. Para Clive, a relação entre os dois é uma forma elevada do amor, uma relação puramente platónica, sem espaço para intimidade física. Quando Clive casa com uma mulher, Maurice fica devastado. Incapaz de seguir o mesmo percurso, procura um hipnotista que o possa curar da homossexualidade. Neste confronto entre solidão, vergonha e busca pela felicidade, Maurice acaba por se revoltar contra as regras tácitas da sociedade em que vive.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Ao perder tragicamente a mãe, Sacha entra numa busca desequilibrada para reencontrar a sua imagem no corpo e rosto de todas as mulheres. Viajando das ruas luminosas de Lisboa aos corredores escuros do metro parisiense, o protagonista perseguirá a figura maternal de forma obsessiva. Tem um buraco no peito que precisa desesperadamente preencher. Um pai inesperado, prostitutas de coração grande e produtores de cinema capazes de verem para lá do imediato, são algumas das personagens inusitadas que se cruzarão no caminho de Sacha, num universo em que as mulheres podem abraçar um lado masculino e os homens deixar bater um coração de mulher. Materna Doçura é um romance sobre o amor materno, mas, ao mesmo tempo, um manifesto sobre a importância de olhar todas as pessoas com compaixão e respeito. Escrito com irreverência e imaginação, leva o leitor da primeira à última página com uma voracidade feita de humor,emoçãoedrama. Neste livro, ninguém se perde, mesmo aqueles que deixaram a luz para trás, há muito. Personagens ou leitores.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Ao perder tragicamente a mãe, Sacha entra numa busca desequilibrada para reencontrar a sua imagem no corpo e rosto de todas as mulheres. Viajando das ruas luminosas de Lisboa aos corredores escuros do metro parisiense, o protagonista perseguirá a figura maternal de forma obsessiva. Tem um buraco no peito que precisa desesperadamente preencher. Um pai inesperado, prostitutas de coração grande e produtores de cinema capazes de verem para lá do imediato, são algumas das personagens inusitadas que se cruzarão no caminho de Sacha, num universo em que as mulheres podem abraçar um lado masculino e os homens deixar bater um coração de mulher. Materna Doçura é um romance sobre o amor materno, mas, ao mesmo tempo, um manifesto sobre a importância de olhar todas as pessoas com compaixão e respeito. Escrito com irreverência e imaginação, leva o leitor da primeira à última página com uma voracidade feita de humor,emoçãoedrama. Neste livro, ninguém se perde, mesmo aqueles que deixaram a luz para trás, há muito. Personagens ou leitores.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Discreto arredio dos palcos sociais, mas humanamente fiel e afim ao devir da natureza, mãe de efémeras metamorfoses; sem transcendências, dogmas ou mitos moralizadores, Eugénio de Andrade é um exemplo excepcional, "clássico" portanto, da melhor figura do criador — e esta obra, em pequeno livro, é disso uma muito feliz demonstração."
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Discreto arredio dos palcos sociais, mas humanamente fiel e afim ao devir da natureza, mãe de efémeras metamorfoses; sem transcendências, dogmas ou mitos moralizadores, Eugénio de Andrade é um exemplo excepcional, "clássico" portanto, da melhor figura do criador — e esta obra, em pequeno livro, é disso uma muito feliz demonstração."
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 152
Sinopse:
O ATENTADO À BOMBA QUE EXPÕE OS MECANISMOS DO ESTADO NOVO E OFERECE UM RETRATO ÚNICO DO OPOSICIONISMO DA ÉPOCA. O atentado aconteceu a 4 de Julho de 1937. António de Oliveira Salazar estava a sair do carro para assistir a uma missa dominical quando foi detonada uma bomba que partiu janelas de prédios, levantou tampas de esgoto na rua, mas deixou incólume o chefe do Governo. Matar o Salazar regressa a esse momento histórico para ir além da explosão, aprofundando de forma inédita os acontecimentos e o ambiente da época: as subsequentes manobras da propaganda para reforçar a imagem do ditador; a desastrosa investigação da PVDE que condenou inocentes; um processo judicial complexo que só se veio a conhecer em 1996 e expôs como nunca antes a rivalidade entre polícias durante o Estado Novo; o grau de envolvimento de anarquistas e comunistas; e o reforço das diferenças entre a Lisboa burguesa, que ficava entre as Avenidas Novas e as tertúlias da Baixa, e a Lisboa popular, a cidade oposicionista que nascia nos bairros tradicionais e ia além dos confins da Amadora.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
O ATENTADO À BOMBA QUE EXPÕE OS MECANISMOS DO ESTADO NOVO E OFERECE UM RETRATO ÚNICO DO OPOSICIONISMO DA ÉPOCA. O atentado aconteceu a 4 de Julho de 1937. António de Oliveira Salazar estava a sair do carro para assistir a uma missa dominical quando foi detonada uma bomba que partiu janelas de prédios, levantou tampas de esgoto na rua, mas deixou incólume o chefe do Governo. Matar o Salazar regressa a esse momento histórico para ir além da explosão, aprofundando de forma inédita os acontecimentos e o ambiente da época: as subsequentes manobras da propaganda para reforçar a imagem do ditador; a desastrosa investigação da PVDE que condenou inocentes; um processo judicial complexo que só se veio a conhecer em 1996 e expôs como nunca antes a rivalidade entre polícias durante o Estado Novo; o grau de envolvimento de anarquistas e comunistas; e o reforço das diferenças entre a Lisboa burguesa, que ficava entre as Avenidas Novas e as tertúlias da Baixa, e a Lisboa popular, a cidade oposicionista que nascia nos bairros tradicionais e ia além dos confins da Amadora.
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Edição: Dez 2022
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um dos mais importantes romances de sempre sobre o absurdo da guerra. Dresden, 1945: escassos meses antes do fim da guerra, a cidade é bombardeada até à destruição total, dezenas de milhares de pessoas mortas numa só noite. Escondido na cave de um matadouro, conhecemos Billy Pilgrim, jovem protagonista desta narrativa, que, como Kurt Vonnegut, foi feito prisioneiro de guerra pelo exército alemão e sobreviveu ao bombardeamento. Com ele embarcamos numa odisseia que atravessa vários tempos - passado, presente e futuro -, como se Pilgrim imitasse o caminho percorrido por qualquer vida destroçada, procurando sentido na inevitável falibilidade humana. Kurt Vonnegut escreveu sobre um dos episódios mais atrozes da Segunda Guerra Mundial, fazendo uso de um olhar e de uma técnica inesperados: ao lado do horror, o riso; ao lado do medo, a ternura; ao lado da indiferença, a esperança. Demorou vinte anos a transformar a sua experiência num romance sobre a guerra que fosse diferente de todos os outros. O resultado é uma obra-prima. Clássico absoluto da literatura do século XX e um dos mais importantes romances antibélicos de sempre, "Matadouro Cinco" consagra Kurt Vonnegut como uma das grandes vozes da ficção americana.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um dos mais importantes romances de sempre sobre o absurdo da guerra. Dresden, 1945: escassos meses antes do fim da guerra, a cidade é bombardeada até à destruição total, dezenas de milhares de pessoas mortas numa só noite. Escondido na cave de um matadouro, conhecemos Billy Pilgrim, jovem protagonista desta narrativa, que, como Kurt Vonnegut, foi feito prisioneiro de guerra pelo exército alemão e sobreviveu ao bombardeamento. Com ele embarcamos numa odisseia que atravessa vários tempos - passado, presente e futuro -, como se Pilgrim imitasse o caminho percorrido por qualquer vida destroçada, procurando sentido na inevitável falibilidade humana. Kurt Vonnegut escreveu sobre um dos episódios mais atrozes da Segunda Guerra Mundial, fazendo uso de um olhar e de uma técnica inesperados: ao lado do horror, o riso; ao lado do medo, a ternura; ao lado da indiferença, a esperança. Demorou vinte anos a transformar a sua experiência num romance sobre a guerra que fosse diferente de todos os outros. O resultado é uma obra-prima. Clássico absoluto da literatura do século XX e um dos mais importantes romances antibélicos de sempre, "Matadouro Cinco" consagra Kurt Vonnegut como uma das grandes vozes da ficção americana.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Matadores, homicidas e assassinos serão significados diferentes para o mesmo resultado - a morte - ou atos de significado diferente com o mesmo resultado? Como distingui-los? Como agem os polícias em cenários de crime? E como se procede para apurar uma causa de morte? Do mais reconhecido jornalista da área da criminologia, que é simultaneamente um dos profissionais de televisão com mais investigações de relevo realizadas ao longo das últimas duas décadas, a Contraponto publica um livro de enorme pertinência para a compreensão da sociedade de hoje. Encerrando características diferentes entre si, estes atos homicidas ou a inação das autoridades suscitam várias reflexões ao cidadão comum. Afinal, que tratamento e proteção dá o país às vítimas? O que é um crime? Como se desenvolve uma investigação judiciária? Que buracos e obstáculos tem a lei? Como funciona o RASI e porque não tem crédito internacional? Em Matadores - Como Matam Os Portugueses No Século XXI, Hernâni Carvalho, jornalista doutorado na área da psicologia forense, apresenta algumas respostas, a partir do relato de dez casos de portugueses que, no século XXI, mataram mais de três pessoas de uma só vez. Ao jeito daquilo a que nos habituou na televisão, em registo de conversa com o cidadão comum, que vive e sente a vida do país, Hernâni Carvalho mostra que, por estranho que pareça, todos somos capazes de matar.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Matadores, homicidas e assassinos serão significados diferentes para o mesmo resultado - a morte - ou atos de significado diferente com o mesmo resultado? Como distingui-los? Como agem os polícias em cenários de crime? E como se procede para apurar uma causa de morte? Do mais reconhecido jornalista da área da criminologia, que é simultaneamente um dos profissionais de televisão com mais investigações de relevo realizadas ao longo das últimas duas décadas, a Contraponto publica um livro de enorme pertinência para a compreensão da sociedade de hoje. Encerrando características diferentes entre si, estes atos homicidas ou a inação das autoridades suscitam várias reflexões ao cidadão comum. Afinal, que tratamento e proteção dá o país às vítimas? O que é um crime? Como se desenvolve uma investigação judiciária? Que buracos e obstáculos tem a lei? Como funciona o RASI e porque não tem crédito internacional? Em Matadores - Como Matam Os Portugueses No Século XXI, Hernâni Carvalho, jornalista doutorado na área da psicologia forense, apresenta algumas respostas, a partir do relato de dez casos de portugueses que, no século XXI, mataram mais de três pessoas de uma só vez. Ao jeito daquilo a que nos habituou na televisão, em registo de conversa com o cidadão comum, que vive e sente a vida do país, Hernâni Carvalho mostra que, por estranho que pareça, todos somos capazes de matar.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 952
Sinopse:
Charles Mason (1728-1786) e Jeremiah Dixon (1733-1779) foram dois agrimensores britânicos, célebres por demarcarem a fronteira que separa a Pensilvânia e o Maryland, conhecida como Linha Mason-Dixon. Thomas Pynchon dá nova vida aos dois cientistas, numa história onde encontramos nativos americanos e populações fronteiriças, uma guerra naval, conspirações eróticas e políticas e excesso de cafeína. Acompanhamos o percurso deste bizarro par - um deles animado, o outro depressivo; um gótico, o outro pré-romântico - desde a sua primeira viagem juntos ao Cabo da Boa Esperança, até à América pré-revolucionária e de regresso, com estranhas reviravoltas do destino, numa grande viagem ao hemisfério negro do Iluminismo, na qual eles observam e participam nas inúmeras oportunidades de insanidade apresentadas pela Idade da Razão.
Nº Páginas: 952
Sinopse:
Charles Mason (1728-1786) e Jeremiah Dixon (1733-1779) foram dois agrimensores britânicos, célebres por demarcarem a fronteira que separa a Pensilvânia e o Maryland, conhecida como Linha Mason-Dixon. Thomas Pynchon dá nova vida aos dois cientistas, numa história onde encontramos nativos americanos e populações fronteiriças, uma guerra naval, conspirações eróticas e políticas e excesso de cafeína. Acompanhamos o percurso deste bizarro par - um deles animado, o outro depressivo; um gótico, o outro pré-romântico - desde a sua primeira viagem juntos ao Cabo da Boa Esperança, até à América pré-revolucionária e de regresso, com estranhas reviravoltas do destino, numa grande viagem ao hemisfério negro do Iluminismo, na qual eles observam e participam nas inúmeras oportunidades de insanidade apresentadas pela Idade da Razão.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A partir do modo como ouve o jazz de Charles Mingus, Thelonious Monk, Bud Powell, Art Pepper, Chet Baker, entre outros, e a partir de uma série de fotografias de músicos e formações, Geoff Dyer improvisa e ficciona oito variações como se fossem, cada uma delas mas também em conjunto, um romance. Nas palavras de Keith Jarrett, este é o melhor livro de jazz que ele alguma vez leu. Um livro sobre jazz, improviso e domadores de feras.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A partir do modo como ouve o jazz de Charles Mingus, Thelonious Monk, Bud Powell, Art Pepper, Chet Baker, entre outros, e a partir de uma série de fotografias de músicos e formações, Geoff Dyer improvisa e ficciona oito variações como se fossem, cada uma delas mas também em conjunto, um romance. Nas palavras de Keith Jarrett, este é o melhor livro de jazz que ele alguma vez leu. Um livro sobre jazz, improviso e domadores de feras.
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Edição: Ago 2012
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Narrada pelo filho, esta é história de Laura, uma mulher pouco convencional que desafia os limites do permitido no Portugal conservador dos anos 50. Laura foge do marido que a maltrata e descobre o universo dos sonhos e do amor, onde finalmente lhe é consentida alguma liberdade. Tendo como o pano de fundo a figura quase omnipresente de Marilyn, ídolo de Laura. Livro intenso, provocador, adaptado ao cinema por António da Cunha Telles ("Kiss me").
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Narrada pelo filho, esta é história de Laura, uma mulher pouco convencional que desafia os limites do permitido no Portugal conservador dos anos 50. Laura foge do marido que a maltrata e descobre o universo dos sonhos e do amor, onde finalmente lhe é consentida alguma liberdade. Tendo como o pano de fundo a figura quase omnipresente de Marilyn, ídolo de Laura. Livro intenso, provocador, adaptado ao cinema por António da Cunha Telles ("Kiss me").
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Federico é calado, activista, revoltado, tem a pele clara e "cabelo lambido". Lourenço é tranquilo, professor de basquete, "gente boa", negro. Os dois, tão diferentes, são irmãos e partilham uma vida entre os subúrbios violentos de Porto Alegre, onde cresceram, e a tensão racial crónica de toda uma sociedade — ambos representando ao longo de duas vidas paralelas, com uma actualidade desarmante, as várias faces de um Brasil agitado, marcado por vários traumas e enormes abismos. Lançado no Brasil em 2019, Marrom e Amarelo esgotou a primeira edição e já vendeu os direitos para uma adaptação cinematográfica. "Lourenço conferiu as fotos e me falou Tu sempre insiste em não usar flash, Derico, Mas tem que usar flash comigo, senão quando tá assim meio escuro eu não apareço direito, Disse aquilo com uma tranquilidade cortante, Balancei a cabeça, mostrei que tinha entendido, No início do show, avisei que ia pegar duas cervejas pra nós, saí da pista, mas não fui até o balcão, fui até o banheiro, entrei num dos boxes das privadas, fechei a porta e chorei, chorei como não chorava há um tempão, Você entende, perguntei, Sou tão orgulhoso e envaidecido de ser o irmão mais velho, De ser o protetor, Mas, droga, levei anos, décadas pra perceber aquele detalhe tão óbvio e tão importante, Imagina o resto, falei."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Federico é calado, activista, revoltado, tem a pele clara e "cabelo lambido". Lourenço é tranquilo, professor de basquete, "gente boa", negro. Os dois, tão diferentes, são irmãos e partilham uma vida entre os subúrbios violentos de Porto Alegre, onde cresceram, e a tensão racial crónica de toda uma sociedade — ambos representando ao longo de duas vidas paralelas, com uma actualidade desarmante, as várias faces de um Brasil agitado, marcado por vários traumas e enormes abismos. Lançado no Brasil em 2019, Marrom e Amarelo esgotou a primeira edição e já vendeu os direitos para uma adaptação cinematográfica. "Lourenço conferiu as fotos e me falou Tu sempre insiste em não usar flash, Derico, Mas tem que usar flash comigo, senão quando tá assim meio escuro eu não apareço direito, Disse aquilo com uma tranquilidade cortante, Balancei a cabeça, mostrei que tinha entendido, No início do show, avisei que ia pegar duas cervejas pra nós, saí da pista, mas não fui até o balcão, fui até o banheiro, entrei num dos boxes das privadas, fechei a porta e chorei, chorei como não chorava há um tempão, Você entende, perguntei, Sou tão orgulhoso e envaidecido de ser o irmão mais velho, De ser o protetor, Mas, droga, levei anos, décadas pra perceber aquele detalhe tão óbvio e tão importante, Imagina o resto, falei."
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"A Marquesa de Paiva não tinha uma única origem, mas sim muitas circunstâncias. Mulher de índole forte e perseverante, com uma vontade aço, La Païva lutou sem tréguas contra o destino, para se libertar da pobreza, e enriquecer tornou-se o grande objectivo da sua vida, a sua maior preocupação. O berço não lhe concedeu vantagens nem lhe facilitou a vida, mas deixou-lhe a convicção de que não valia a pena viver se não fosse para ser rica."
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"A Marquesa de Paiva não tinha uma única origem, mas sim muitas circunstâncias. Mulher de índole forte e perseverante, com uma vontade aço, La Païva lutou sem tréguas contra o destino, para se libertar da pobreza, e enriquecer tornou-se o grande objectivo da sua vida, a sua maior preocupação. O berço não lhe concedeu vantagens nem lhe facilitou a vida, mas deixou-lhe a convicção de que não valia a pena viver se não fosse para ser rica."
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Leonor, Alcipe, condessa d’Oeynhausen, marquesa de Alorna - nomes de uma mulher única e invulgarmente plural. Chamei-lhe Senhora do Mundo. Poderia ter-lhe chamado senhora dos mundos. Dos muitos mundos de que se fez senhora. Inconfundível entre as elites europeias pela sua personalidade forte e enorme devoção à cultura, desconcertou e deslumbrou o Portugal do séc. XVIII e XIX, onde ser mãe de oito filhos, católica, poetisa, política, instruída, inteligente e sedutora era uma absoluta raridade. Viveu uma vida intensa e dramática, mas jamais sucumbiu. Privou com reis e imperadores, filósofos e poetas, influenciou políticas, conheceu paixões ardentes, experimentou a opulência e a pobreza, a veneração e o exílio. Viu Lisboa e a infância desmoronarem-se no terramoto de 1755, passou dezoito anos atrás das grades de um convento por ordem do Marquês de Pombal e repartiu a vida, a curiosidade e os afectos por Lisboa, Porto, Paris, Viena, Avinhão, Marselha, Madrid e Londres. "Marquesa de Alorna", Senhora do Mundo é uma história de amor à Liberdade e de amor a Portugal. A história de uma mulher apaixonada, rebelde, determinada e sonhadora que nunca desistiu de tentar ganhar asas em céus improváveis, como a estrela que, em pequena, via cruzar a noite.
Nº Páginas: 688
Sinopse:
Leonor, Alcipe, condessa d’Oeynhausen, marquesa de Alorna - nomes de uma mulher única e invulgarmente plural. Chamei-lhe Senhora do Mundo. Poderia ter-lhe chamado senhora dos mundos. Dos muitos mundos de que se fez senhora. Inconfundível entre as elites europeias pela sua personalidade forte e enorme devoção à cultura, desconcertou e deslumbrou o Portugal do séc. XVIII e XIX, onde ser mãe de oito filhos, católica, poetisa, política, instruída, inteligente e sedutora era uma absoluta raridade. Viveu uma vida intensa e dramática, mas jamais sucumbiu. Privou com reis e imperadores, filósofos e poetas, influenciou políticas, conheceu paixões ardentes, experimentou a opulência e a pobreza, a veneração e o exílio. Viu Lisboa e a infância desmoronarem-se no terramoto de 1755, passou dezoito anos atrás das grades de um convento por ordem do Marquês de Pombal e repartiu a vida, a curiosidade e os afectos por Lisboa, Porto, Paris, Viena, Avinhão, Marselha, Madrid e Londres. "Marquesa de Alorna", Senhora do Mundo é uma história de amor à Liberdade e de amor a Portugal. A história de uma mulher apaixonada, rebelde, determinada e sonhadora que nunca desistiu de tentar ganhar asas em céus improváveis, como a estrela que, em pequena, via cruzar a noite.
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Edição: Jun 2006
Nº Páginas: 360
Sinopse:
VENCEDOR DO QUILL BOOK AWARDS NA CATEGORIA BIOGRAFIA. A história enternecedora e inesquecível de uma família e do seu cão malcomportado que ensina o que realmente importa na vida. Chamavam-se John e Jenny, eram jovens, apaixonados e estavam a começar a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa "Marley", "um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava-se todo por cima das visitas, roubava roupa interior feminina e abocanhava tudo a que pudesse deitar o dente. De nada lhe valeram os tranquilizantes receitados pelo veterinário, nem, tão pouco, a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso. Só que Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Partilhou a alegria da primeira gravidez do casal e o seu desgosto com a morte prematura do feto, esteve sempre presente no nascimento dos bebés ou quando os gritos de uma vítima de esfaqueamento ecoaram pela noite dentro. Conseguiu ainda a "proeza" de encerrar uma praia pública e arranjou um papel numa longa-metragem, através do qual se fartou de "conquistar" corações humanos. A família Grogan aprendeu, na prática, que o amor se manifesta de muitas maneiras... e feitios.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
VENCEDOR DO QUILL BOOK AWARDS NA CATEGORIA BIOGRAFIA. A história enternecedora e inesquecível de uma família e do seu cão malcomportado que ensina o que realmente importa na vida. Chamavam-se John e Jenny, eram jovens, apaixonados e estavam a começar a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa "Marley", "um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava-se todo por cima das visitas, roubava roupa interior feminina e abocanhava tudo a que pudesse deitar o dente. De nada lhe valeram os tranquilizantes receitados pelo veterinário, nem, tão pouco, a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso. Só que Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Partilhou a alegria da primeira gravidez do casal e o seu desgosto com a morte prematura do feto, esteve sempre presente no nascimento dos bebés ou quando os gritos de uma vítima de esfaqueamento ecoaram pela noite dentro. Conseguiu ainda a "proeza" de encerrar uma praia pública e arranjou um papel numa longa-metragem, através do qual se fartou de "conquistar" corações humanos. A família Grogan aprendeu, na prática, que o amor se manifesta de muitas maneiras... e feitios.
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Edição: Dez 2014
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Jornalista, director do Diário de Notícias nos anos quentes da Revolução, Mário Mesquita acompanhou de perto o percurso político de Mário Soares. Este livro reúne entrevistas históricas desde os tempos do exílio, passando pelos governos minoritários, até à Presidência. Entrevistas (1972-1993)- A estratégia dos socialistas em tempo de exílio (27 de Abril de 1974)- A crise da "unicidade sindical" (31 de Janeiro de 1975)- Tempo de instabilidade com governos minoritários (7 de Junho de 1977)- A procura do semipresidencialismo nos primeiros dez anos de democracia (24 de Abril de 1984)- De primeiro-ministro questionado a Presidente superconsensual (17 de Abril de 1990)- Arrogância conservadora em Portugal em plena celebração dos 20 anos do PS (19 de Abril de 1993)- Epílogo Em tempos de crise e austeridade epílogo em forma de entrevista (Outubro de 2013)
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Jornalista, director do Diário de Notícias nos anos quentes da Revolução, Mário Mesquita acompanhou de perto o percurso político de Mário Soares. Este livro reúne entrevistas históricas desde os tempos do exílio, passando pelos governos minoritários, até à Presidência. Entrevistas (1972-1993)- A estratégia dos socialistas em tempo de exílio (27 de Abril de 1974)- A crise da "unicidade sindical" (31 de Janeiro de 1975)- Tempo de instabilidade com governos minoritários (7 de Junho de 1977)- A procura do semipresidencialismo nos primeiros dez anos de democracia (24 de Abril de 1984)- De primeiro-ministro questionado a Presidente superconsensual (17 de Abril de 1990)- Arrogância conservadora em Portugal em plena celebração dos 20 anos do PS (19 de Abril de 1993)- Epílogo Em tempos de crise e austeridade epílogo em forma de entrevista (Outubro de 2013)
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 300
Sinopse:
O facto de a transição em Portugal ter começado por um golpe militar e não no interior do regime, produziu uma crise nas estruturas militares e paralelamente uma crise no Estado, conjugação que ameaçou o sucesso da transição democrática. Entre 1974 e 1976, uma combinação entre militares, um partido marxistaleninista ortodoxo e grupos radicais de esquerda esteve perto de conduzir a uma desintegração do Estado. O nosso objetivo é tentar perceber como é que esse cenário foi evitado e qual o papel desempenhado por Mário Soares neste contexto.
Nº Páginas: 300
Sinopse:
O facto de a transição em Portugal ter começado por um golpe militar e não no interior do regime, produziu uma crise nas estruturas militares e paralelamente uma crise no Estado, conjugação que ameaçou o sucesso da transição democrática. Entre 1974 e 1976, uma combinação entre militares, um partido marxistaleninista ortodoxo e grupos radicais de esquerda esteve perto de conduzir a uma desintegração do Estado. O nosso objetivo é tentar perceber como é que esse cenário foi evitado e qual o papel desempenhado por Mário Soares neste contexto.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Aqui se reúne o essencial da prosa de Mário de Sá-Carneiro, autor maior do Modernismo português a par do seu amigo Fernando Pessoa. Incluem-se neste volume os contos de juventude publicados na revista Azulejo, o seu primeiro livro de contos Princípio, e as suas narrativas maiores A Confissão de Lúcio e Céu em Fogo, excluindo-se apenas alguns textos dispersos que não assumem grande relevância no conjunto da obra do autor. Esta obra tem ainda uma cronologia biográfica da autoria de Fernando Pinto do Amaral.A Confissão de Lúcio, provavelmente a sua narrativa mais conhecida e emblemática, foi considerada por José Régio uma obra-prima, onde estão presentes três das suas obsessões: o suicídio, o amor e o anormal avançando até à loucura. Foi publicada pelo poeta em 1914.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Aqui se reúne o essencial da prosa de Mário de Sá-Carneiro, autor maior do Modernismo português a par do seu amigo Fernando Pessoa. Incluem-se neste volume os contos de juventude publicados na revista Azulejo, o seu primeiro livro de contos Princípio, e as suas narrativas maiores A Confissão de Lúcio e Céu em Fogo, excluindo-se apenas alguns textos dispersos que não assumem grande relevância no conjunto da obra do autor. Esta obra tem ainda uma cronologia biográfica da autoria de Fernando Pinto do Amaral.A Confissão de Lúcio, provavelmente a sua narrativa mais conhecida e emblemática, foi considerada por José Régio uma obra-prima, onde estão presentes três das suas obsessões: o suicídio, o amor e o anormal avançando até à loucura. Foi publicada pelo poeta em 1914.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A história inesquecível que precedeu "A Sombra do Vento" Óscar Drai sonha acordado, deslumbrado pelos palacetes modernistas próximos do internato onde estuda. Numa das escapadelas nocturnas conhece Marina, uma rapariga audaz e misteriosa que irá viver com ele a aventura de penetrar num enigma doloroso do passado da cidade e de um segredo de família obscuro.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A história inesquecível que precedeu "A Sombra do Vento" Óscar Drai sonha acordado, deslumbrado pelos palacetes modernistas próximos do internato onde estuda. Numa das escapadelas nocturnas conhece Marina, uma rapariga audaz e misteriosa que irá viver com ele a aventura de penetrar num enigma doloroso do passado da cidade e de um segredo de família obscuro.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Óscar Drai sonha acordado, deslumbrado pelos palacetes modernistas próximos do internato onde estuda. Numa das escapadelas nocturnas conhece Marina, uma rapariga audaz e misteriosa que irá viver com Óscar a aventura de penetrar num enigma doloroso do passado da cidade e de um segredo de família obscuro. Uma misteriosa personagem do pós-guerra propôs a si mesmo o maior desafio imaginável, mas a sua ambição arrastou-o por veredas sinistras cujas consequências alguém deve pagar ainda hoje.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Óscar Drai sonha acordado, deslumbrado pelos palacetes modernistas próximos do internato onde estuda. Numa das escapadelas nocturnas conhece Marina, uma rapariga audaz e misteriosa que irá viver com Óscar a aventura de penetrar num enigma doloroso do passado da cidade e de um segredo de família obscuro. Uma misteriosa personagem do pós-guerra propôs a si mesmo o maior desafio imaginável, mas a sua ambição arrastou-o por veredas sinistras cujas consequências alguém deve pagar ainda hoje.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Por qualquer estranha razão, sentimo-nos mais próximos de algumas das nossas criaturas sem sabermos explicar muito bem o porquê. De entre todos os livros que publiquei desde que comecei neste estranho ofício de romancista, lá por 1992, Marina é um dos meus favoritos." "À medida que avançava na escrita, tudo naquela história começou a ter sabor a despedida e, quando a terminei, tive a impressão de que qualquer coisa dentro de mim, qualquer coisa que ainda hoje não sei muito bem o que era, mas de que sinto falta dia a dia, ficou ali para sempre." Carlos Ruiz Zafón "Marina disse-me uma vez que apenas recordamos o que nunca aconteceu. Passaria uma eternidade antes que compreendesse aquelas palavras. Mas mais vale começar pelo princípio, que neste caso é o fim." "Em Maio de 1980 desapareci do mundo durante uma semana. No espaço de sete dias e sete noites, ninguém soube do meu paradeiro." "Não sabia então que oceano do tempo mais tarde ou mais cedo nos devolve as recordações que nele enterramos. Quinze anos mais tarde, a memória daquele dia voltou até mim. Vi aquele rapaz a vaguear por entre as brumas da estação de Francia e o nome de Marina tornou-se de novo incandescente como uma ferida fresca. "Todos temos um segredo fechado à chave nas águas-furtadas da alma. Este é o meu."
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Por qualquer estranha razão, sentimo-nos mais próximos de algumas das nossas criaturas sem sabermos explicar muito bem o porquê. De entre todos os livros que publiquei desde que comecei neste estranho ofício de romancista, lá por 1992, Marina é um dos meus favoritos." "À medida que avançava na escrita, tudo naquela história começou a ter sabor a despedida e, quando a terminei, tive a impressão de que qualquer coisa dentro de mim, qualquer coisa que ainda hoje não sei muito bem o que era, mas de que sinto falta dia a dia, ficou ali para sempre." Carlos Ruiz Zafón "Marina disse-me uma vez que apenas recordamos o que nunca aconteceu. Passaria uma eternidade antes que compreendesse aquelas palavras. Mas mais vale começar pelo princípio, que neste caso é o fim." "Em Maio de 1980 desapareci do mundo durante uma semana. No espaço de sete dias e sete noites, ninguém soube do meu paradeiro." "Não sabia então que oceano do tempo mais tarde ou mais cedo nos devolve as recordações que nele enterramos. Quinze anos mais tarde, a memória daquele dia voltou até mim. Vi aquele rapaz a vaguear por entre as brumas da estação de Francia e o nome de Marina tornou-se de novo incandescente como uma ferida fresca. "Todos temos um segredo fechado à chave nas águas-furtadas da alma. Este é o meu."
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 752
Sinopse:
A correspondência entre a Rainha de Portugal e a Rainha Victoria de Inglaterra dá-nos uma perceção fantástica da vida privada de duas mulheres poderosas, ambas casadas com príncipes de Saxe-Coburg-Gotha, que lutam para conciliar a maternidade com a responsabilidade (e prazer) de governar. Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de um reino que não conhecia. Esta é a história de uma mãe dedicada e política de pulso forte que durante dezanove anos comandou os destinos de Portugal. A sua infância foi vivida no Brasil entre os morros verdes e as praias de areia branca, segura pelo amor da sua adorada mãe, Leopoldina da Áustria. Em 1828, parte rumo a Viena para ser educada na corte dos avós. Para trás deixa a mãe sepultada, os seus queridos irmãos e a marquesa de Aguiar, amiga e protetora. Traída pelo seu tio D. Miguel, que se declarara rei de Portugal, D. Maria acaba por desembarcar em Londres, onde conhece Vitória, a herdeira da coroa de Inglaterra. Ficarão para sempre ligadas por uma estreita relação de amizade. Aos 14 anos, D. Maria II pisa pela primeira vez o solo do seu país, um reino destroçado pelas guerras entre liberais e absolutistas. Fracassada a união com o tio Miguel, agora exilado, casa com Augusto de Beauharnais, que morre um ano depois. Teimosa, não desiste da felicidade e encontra-a junto de D. Fernando de Saxe-CoburgoGotha, pai dos seus onze filhos. Determinada, não desiste do trono, contra tudo e contra todos.
Nº Páginas: 752
Sinopse:
A correspondência entre a Rainha de Portugal e a Rainha Victoria de Inglaterra dá-nos uma perceção fantástica da vida privada de duas mulheres poderosas, ambas casadas com príncipes de Saxe-Coburg-Gotha, que lutam para conciliar a maternidade com a responsabilidade (e prazer) de governar. Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de um reino que não conhecia. Esta é a história de uma mãe dedicada e política de pulso forte que durante dezanove anos comandou os destinos de Portugal. A sua infância foi vivida no Brasil entre os morros verdes e as praias de areia branca, segura pelo amor da sua adorada mãe, Leopoldina da Áustria. Em 1828, parte rumo a Viena para ser educada na corte dos avós. Para trás deixa a mãe sepultada, os seus queridos irmãos e a marquesa de Aguiar, amiga e protetora. Traída pelo seu tio D. Miguel, que se declarara rei de Portugal, D. Maria acaba por desembarcar em Londres, onde conhece Vitória, a herdeira da coroa de Inglaterra. Ficarão para sempre ligadas por uma estreita relação de amizade. Aos 14 anos, D. Maria II pisa pela primeira vez o solo do seu país, um reino destroçado pelas guerras entre liberais e absolutistas. Fracassada a união com o tio Miguel, agora exilado, casa com Augusto de Beauharnais, que morre um ano depois. Teimosa, não desiste da felicidade e encontra-a junto de D. Fernando de Saxe-CoburgoGotha, pai dos seus onze filhos. Determinada, não desiste do trono, contra tudo e contra todos.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 28
Sinopse:
O homem da agência funerária chegou tão pontualmente que Maria dos Prazeres estava ainda em roupão de banho e com a cabeça cheia de rolos, e mal teve tempo para por uma rosa vermelha na orelha afim de não parecer tão indesejável como se sentia. Lamentou-se ainda mais do seu estado quando abriu a porta e viu que não se tratava apenas de um notário lúgubre, como ela supunha que deviam ser os comerciantes da morte, mas um jovem tímido com um casaco aos quadrados e uma gravata com pássaros coloridos. Não trazia sobretudo, apesar da Primavera incerta de Barcelona, que as chuvas batidas por ventos oblíquos tornava quase sempre menos suportável ainda do que o Inverno. Maria dos Prazeres, que recebera tantos homens a qualquer hora, sentiu-se envergonhada como pouquíssimas vezes lhe sucedera
Nº Páginas: 28
Sinopse:
O homem da agência funerária chegou tão pontualmente que Maria dos Prazeres estava ainda em roupão de banho e com a cabeça cheia de rolos, e mal teve tempo para por uma rosa vermelha na orelha afim de não parecer tão indesejável como se sentia. Lamentou-se ainda mais do seu estado quando abriu a porta e viu que não se tratava apenas de um notário lúgubre, como ela supunha que deviam ser os comerciantes da morte, mas um jovem tímido com um casaco aos quadrados e uma gravata com pássaros coloridos. Não trazia sobretudo, apesar da Primavera incerta de Barcelona, que as chuvas batidas por ventos oblíquos tornava quase sempre menos suportável ainda do que o Inverno. Maria dos Prazeres, que recebera tantos homens a qualquer hora, sentiu-se envergonhada como pouquíssimas vezes lhe sucedera
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 214
Sinopse:
Maria dos Canos Serrados é a história de uma moça de má rês que se torna pior ainda. Arredores de Lisboa. Maria, vinte e muitos, adora a igualdade de liberdades, o seu namorado gigolô, as noites intoxicadas com as amigas e a ideia de vir a ser directora. Mas, de um dia para o outro, vê-se desamada, despedida e falida. E, entre resignar-se ou virar a mesa, Maria decide acertar contas de arma em punho. Contada de rajada na primeira pessoa, Maria dos Canos Serrados é uma história desbocada, nascida da Grande Crise. Uma reflexão sobre a nova mulher, que não precisa de um Clyde para ser Bonnie.
Nº Páginas: 214
Sinopse:
Maria dos Canos Serrados é a história de uma moça de má rês que se torna pior ainda. Arredores de Lisboa. Maria, vinte e muitos, adora a igualdade de liberdades, o seu namorado gigolô, as noites intoxicadas com as amigas e a ideia de vir a ser directora. Mas, de um dia para o outro, vê-se desamada, despedida e falida. E, entre resignar-se ou virar a mesa, Maria decide acertar contas de arma em punho. Contada de rajada na primeira pessoa, Maria dos Canos Serrados é uma história desbocada, nascida da Grande Crise. Uma reflexão sobre a nova mulher, que não precisa de um Clyde para ser Bonnie.
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