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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 416
Sinopse:
"Mandelstam e Bulgakov deixaram o restaurante juntos. As ruas estavam molhadas e vazias; o céu estava baixo. Bulgakov sentiu o formigueiro do álcool na ponta dos dedos. Dois homens de uniforme seguiam-nos. Os pontos dourados da costura da insígnia da polícia cintilavam sob a luz de um candeeiro de rua próximo." Em 1933, a invejável carreira de Mikhail Bulgakov está prestes a sofrer um revés: o seu amigo e mentor, o poeta Osip Mandelstam, é preso, torturado e enviado para o exílio, e o próprio Bulgakov é vigiado de perto pela polícia secreta. Ao mesmo tempo, apaixona-se por Margarita, ex-amante de Mandelstam, musa inspiradora do que viria a ser a sua conturbada obra-prima, "O Mestre e Margarita". Recriando de forma vívida a atmosfera sombria da Rússia estalinista dos anos 30 e o seu fervilhante meio intelectual, onde se movem figuras como Pasternak, Maiakovski, Akhmatova ou o próprio Estaline, "Mikhail e Margarita" é um aclamado romance de estreia que traz à vida personagens ficcionais e à ficção personagens reais.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
"Mandelstam e Bulgakov deixaram o restaurante juntos. As ruas estavam molhadas e vazias; o céu estava baixo. Bulgakov sentiu o formigueiro do álcool na ponta dos dedos. Dois homens de uniforme seguiam-nos. Os pontos dourados da costura da insígnia da polícia cintilavam sob a luz de um candeeiro de rua próximo." Em 1933, a invejável carreira de Mikhail Bulgakov está prestes a sofrer um revés: o seu amigo e mentor, o poeta Osip Mandelstam, é preso, torturado e enviado para o exílio, e o próprio Bulgakov é vigiado de perto pela polícia secreta. Ao mesmo tempo, apaixona-se por Margarita, ex-amante de Mandelstam, musa inspiradora do que viria a ser a sua conturbada obra-prima, "O Mestre e Margarita". Recriando de forma vívida a atmosfera sombria da Rússia estalinista dos anos 30 e o seu fervilhante meio intelectual, onde se movem figuras como Pasternak, Maiakovski, Akhmatova ou o próprio Estaline, "Mikhail e Margarita" é um aclamado romance de estreia que traz à vida personagens ficcionais e à ficção personagens reais.
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Edição: Fev 2010
Nº Páginas: 0
Sinopse:
Era uma vez um editor, Flávio Sousa. Era uma vez um médico (ou melhor, um psicólogo), João Pires, às voltas com a agonia da criação literária, que lhe apresenta o seu primeiro romance. E era uma vez uma bela e solitária tradutora e copy desk, Vera de Pôncio Pilatos e Costa Cabral, que se encarrega de burilar o original, a pedido do editor. Mas odeia o livro. E o escritor... detesta-a a ela. Desta quase intransponível antipatia mútua ao tórrido envolvimento vai um, talvez dois ou três passos. E aqui temos o par romântico inicial e o ponto de partida de Meu Único, Grande Amor: Casei-me. Fruto de uma observação atenta e perspicaz, esta delirante crónica de costumes em tom e forma de folhetim põe a nu o ridículo do nosso pequeno mundo de consumo e de aparências, dos faits-divers políticos aos meandros da intelectualidade passando por toda a gama de lugarescomuns sociais e culturais.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
Era uma vez um editor, Flávio Sousa. Era uma vez um médico (ou melhor, um psicólogo), João Pires, às voltas com a agonia da criação literária, que lhe apresenta o seu primeiro romance. E era uma vez uma bela e solitária tradutora e copy desk, Vera de Pôncio Pilatos e Costa Cabral, que se encarrega de burilar o original, a pedido do editor. Mas odeia o livro. E o escritor... detesta-a a ela. Desta quase intransponível antipatia mútua ao tórrido envolvimento vai um, talvez dois ou três passos. E aqui temos o par romântico inicial e o ponto de partida de Meu Único, Grande Amor: Casei-me. Fruto de uma observação atenta e perspicaz, esta delirante crónica de costumes em tom e forma de folhetim põe a nu o ridículo do nosso pequeno mundo de consumo e de aparências, dos faits-divers políticos aos meandros da intelectualidade passando por toda a gama de lugarescomuns sociais e culturais.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Em "Metade da Vida" somos apresentados à irresistível figura de Willie Somerset Chandran. Fruto da infeliz união entre um pai brâmane (sempre em conflito com a vida) e uma mãe de casta inferior, Willie está desejoso de encontrar um caminho que o conduza à sua própria vida, afastando-o daquela em que nasceu - triste, deslocada e sem esperança. Um dos antigos conhecimentos do pai arranja-lhe uma bolsa de estudo em Londres e um quarto onde se hospedar. Aí chegado, sem saber nada do mundo e da cidade e sem conhecer ninguém, Willie anda à deriva pelas comunidades boémias e de imigrantes. Pouco ou nada em Londres, no fundo, o faz sentir-se mais inteiro e real. É apenas quando tem a primeira experiência amorosa que sente uma possibilidade de completude. Seguirá a sua primeira paixão para um país africano de língua portuguesa (talvez Moçambique), onde viverá quase duas décadas. Ainda assim, continua a sentir que a vida que vive não é a sua e que aquilo que tomou por um grande amor provavelmente não foi senão o apego desesperado que decorre de uma grande solidão e insegurança.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Em "Metade da Vida" somos apresentados à irresistível figura de Willie Somerset Chandran. Fruto da infeliz união entre um pai brâmane (sempre em conflito com a vida) e uma mãe de casta inferior, Willie está desejoso de encontrar um caminho que o conduza à sua própria vida, afastando-o daquela em que nasceu - triste, deslocada e sem esperança. Um dos antigos conhecimentos do pai arranja-lhe uma bolsa de estudo em Londres e um quarto onde se hospedar. Aí chegado, sem saber nada do mundo e da cidade e sem conhecer ninguém, Willie anda à deriva pelas comunidades boémias e de imigrantes. Pouco ou nada em Londres, no fundo, o faz sentir-se mais inteiro e real. É apenas quando tem a primeira experiência amorosa que sente uma possibilidade de completude. Seguirá a sua primeira paixão para um país africano de língua portuguesa (talvez Moçambique), onde viverá quase duas décadas. Ainda assim, continua a sentir que a vida que vive não é a sua e que aquilo que tomou por um grande amor provavelmente não foi senão o apego desesperado que decorre de uma grande solidão e insegurança.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Há muito que Julie deixou de sonhar. Caixa num supermercado, mãe solteira, aos 20 anos passa os dias num trabalho mal pago, à mercê de um patrão abusador. Não tem escolha, para dar o melhor que pode ao filho de três anos, Lulu, a luz dos seus olhos e o único raio de sol de uma vida difícil. No entanto, um dia o destino estende-lhe a mão. Comovido com a sua história, um homem generoso convida Julie e Lulu para passarem férias com ele e o seu filho, numa casa de praia na Bretanha. Será que a sorte irá finalmente mudar para Julie? Agnès Ledig, autora com milhares de livros vendidos em todo o mundo, tem um talento singular: o de juntar optimismo, humor e ternura aos episódios mais dramáticos, num romance onde a emoção está presente em cada página. "Mesmo Antes da Felicidade" é um daqueles raros livros que queremos voltar a abrir assim que os fechamos, simplesmente porque nos fazem bem!
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Há muito que Julie deixou de sonhar. Caixa num supermercado, mãe solteira, aos 20 anos passa os dias num trabalho mal pago, à mercê de um patrão abusador. Não tem escolha, para dar o melhor que pode ao filho de três anos, Lulu, a luz dos seus olhos e o único raio de sol de uma vida difícil. No entanto, um dia o destino estende-lhe a mão. Comovido com a sua história, um homem generoso convida Julie e Lulu para passarem férias com ele e o seu filho, numa casa de praia na Bretanha. Será que a sorte irá finalmente mudar para Julie? Agnès Ledig, autora com milhares de livros vendidos em todo o mundo, tem um talento singular: o de juntar optimismo, humor e ternura aos episódios mais dramáticos, num romance onde a emoção está presente em cada página. "Mesmo Antes da Felicidade" é um daqueles raros livros que queremos voltar a abrir assim que os fechamos, simplesmente porque nos fazem bem!
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Todas as famílias têm segredos, mas alguns são tão sombrios que podem alterar tudo o que se julgava saber. As três filhas de Jillian Croft, uma aclamada mas instável estrela de Hollywood, sempre tiveram uma vida privilegiada, mesmo depois da morte da mãe. Como tal, nada as tinha preparado para uma descoberta inimaginável: um registo médico que demonstra que Jillian nunca poderia ter tido filhos biológicos. Então, como é que as três gravidezes de Jillian estavam tão bem documentadas com fotos e relatos do nascimento de cada uma das filhas? Olivia e Eve não querem acreditar na reviravolta que a sua vida parece estar a dar e insistem na existência de algum erro, mas Rosalind, a impulsiva irmã do meio, é incapaz de esquecer o assunto. A verdade é que sempre se sentiu diferente das suas irmãs confiantes e bem-sucedidas. A busca pela mãe biológica leva-a até Leila Allerton, uma cantora de ópera com uma família encantadora e muito unida que cedo desperta nela um sentimento de pertença. Só que Rosalind não é a única com um segredo escondido, e não tardará a ver-se confrontada com a difícil decisão de contar toda a verdade. Três irmãs unidas pela descoberta de um passado inimaginável que irá mudar as suas vidas para sempre.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Todas as famílias têm segredos, mas alguns são tão sombrios que podem alterar tudo o que se julgava saber. As três filhas de Jillian Croft, uma aclamada mas instável estrela de Hollywood, sempre tiveram uma vida privilegiada, mesmo depois da morte da mãe. Como tal, nada as tinha preparado para uma descoberta inimaginável: um registo médico que demonstra que Jillian nunca poderia ter tido filhos biológicos. Então, como é que as três gravidezes de Jillian estavam tão bem documentadas com fotos e relatos do nascimento de cada uma das filhas? Olivia e Eve não querem acreditar na reviravolta que a sua vida parece estar a dar e insistem na existência de algum erro, mas Rosalind, a impulsiva irmã do meio, é incapaz de esquecer o assunto. A verdade é que sempre se sentiu diferente das suas irmãs confiantes e bem-sucedidas. A busca pela mãe biológica leva-a até Leila Allerton, uma cantora de ópera com uma família encantadora e muito unida que cedo desperta nela um sentimento de pertença. Só que Rosalind não é a única com um segredo escondido, e não tardará a ver-se confrontada com a difícil decisão de contar toda a verdade. Três irmãs unidas pela descoberta de um passado inimaginável que irá mudar as suas vidas para sempre.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Depois do sucesso de "Quando Nietzsche Chorou", Irvin D. Yalom regressa com uma história magistral sobre as virtudes e os princípios da terapia. Neste provocador romance, Yalom disseca a complexidade das emoções humanas através do relacionamento de três terapeutas e dos seus pacientes. Seymour, um terapeuta de renome, é adepto de técnicas pouco ortodoxas e inicia um jogo erótico com uma paciente quarenta anos mais nova. Este tratamento alternativo parece tirá-la de uma rotina de promiscuidade e autoflagelação. Lash é um jovem psicanalista com uma fé inabalável na psicanálise e esconde o seu fanatismo sob a máscara da responsabilidade. Criando uma nova abordagem para as suas sessões - a honestidade brutal entre analista e analisado -, chega a resultados tão inesperados como perigosos. E cedo se vê vítima da própria cura. Explorando estes e outros jogos de poder, "Mentiras no Divã" é uma história brilhante, inteligente e bem-humorada, em que os dilemas da lealdade se apresentam com clareza e vigor.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Depois do sucesso de "Quando Nietzsche Chorou", Irvin D. Yalom regressa com uma história magistral sobre as virtudes e os princípios da terapia. Neste provocador romance, Yalom disseca a complexidade das emoções humanas através do relacionamento de três terapeutas e dos seus pacientes. Seymour, um terapeuta de renome, é adepto de técnicas pouco ortodoxas e inicia um jogo erótico com uma paciente quarenta anos mais nova. Este tratamento alternativo parece tirá-la de uma rotina de promiscuidade e autoflagelação. Lash é um jovem psicanalista com uma fé inabalável na psicanálise e esconde o seu fanatismo sob a máscara da responsabilidade. Criando uma nova abordagem para as suas sessões - a honestidade brutal entre analista e analisado -, chega a resultados tão inesperados como perigosos. E cedo se vê vítima da própria cura. Explorando estes e outros jogos de poder, "Mentiras no Divã" é uma história brilhante, inteligente e bem-humorada, em que os dilemas da lealdade se apresentam com clareza e vigor.
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Eve Benedict é a última das grandes deusas do cinema, uma sex symbol de voz sensual premiada com dois Óscares, quatro maridos e uma legião de amantes. Não há segredo ou escândalo que desconheça. Agora, Eve decidiu escrever as suas memórias - revelando tudo e expondo todos. Julia Summers é a biógrafa que Eve escolheu pessoalmente para relatar a sua história. Julia detesta o glamour de Beverly Hills, mas adora o seu trabalho - e o lar que construiu com o seu filho de dez anos que cria sozinha. Como poderia recusar esta oportunidade única? Mas o enteado de Eve, Paul Winthrop, desafiará a determinação de Eve em contar a sua história e a de Julia em preservar o seu coração. E à medida que Julia se apercebe até onde os inimigos de Eve estão dispostos a ir para que as suas memórias não sejam publicadas, também descobre que a deusa do cinema esconde um segredo terrível. Tão terrível que, mais do que mudar a vida de Julia, também lhe pode colocar um ponto final.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Eve Benedict é a última das grandes deusas do cinema, uma sex symbol de voz sensual premiada com dois Óscares, quatro maridos e uma legião de amantes. Não há segredo ou escândalo que desconheça. Agora, Eve decidiu escrever as suas memórias - revelando tudo e expondo todos. Julia Summers é a biógrafa que Eve escolheu pessoalmente para relatar a sua história. Julia detesta o glamour de Beverly Hills, mas adora o seu trabalho - e o lar que construiu com o seu filho de dez anos que cria sozinha. Como poderia recusar esta oportunidade única? Mas o enteado de Eve, Paul Winthrop, desafiará a determinação de Eve em contar a sua história e a de Julia em preservar o seu coração. E à medida que Julia se apercebe até onde os inimigos de Eve estão dispostos a ir para que as suas memórias não sejam publicadas, também descobre que a deusa do cinema esconde um segredo terrível. Tão terrível que, mais do que mudar a vida de Julia, também lhe pode colocar um ponto final.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Fernando Pessoa planeou um livro de versos intitulado "Portugal" ainda nos tempos da monarquia e já em 1906, com 18 anos de idade, escreveu poemas contra a ordem política então em vigor. Inéditos até agora, estes são os primeiros poemas escritos por Pessoa na idade adulta. As posições ideológicas do poeta oscilaram ao longo dos anos, mas era um "nacionalista místico" — segundo se definiu em 1935 — desde pelo menos 1918, altura em que começou a escrever os poemas que formariam a segunda parte de "Mensagem". O presente volume inclui esta célebre obra, publicada em 1934, alguns poemas antimonárquicos de 1906, poemas antissalazaristas de 1935 e muitos outros poemas relacionados com a história, a política e o destino de Portugal. Visite a página especial da coleção "Pessoa breve."
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Fernando Pessoa planeou um livro de versos intitulado "Portugal" ainda nos tempos da monarquia e já em 1906, com 18 anos de idade, escreveu poemas contra a ordem política então em vigor. Inéditos até agora, estes são os primeiros poemas escritos por Pessoa na idade adulta. As posições ideológicas do poeta oscilaram ao longo dos anos, mas era um "nacionalista místico" — segundo se definiu em 1935 — desde pelo menos 1918, altura em que começou a escrever os poemas que formariam a segunda parte de "Mensagem". O presente volume inclui esta célebre obra, publicada em 1934, alguns poemas antimonárquicos de 1906, poemas antissalazaristas de 1935 e muitos outros poemas relacionados com a história, a política e o destino de Portugal. Visite a página especial da coleção "Pessoa breve."
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Edição: Dez 2010
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Mensagem" é o único livro de poemas de Fernando Pessoa publicado em português durante a sua vida. É também "realmente um só poema", como escreveu, dada a unidade perfeita conseguida pelo seu canto das grandezas passadas da nação - que se reflectem no futuro, potenciadas pelo Quinto Império. Sem a simetria de composição nem a vastidão narrativa da epopeia clássica, é a obra minimal de um Supra-Camões concentrado na construção de um mito, o de D. Sebastião, entendido como a síntese da ousadia dos heróis anteriores e como a promessa de um "dia claro" por vir. Grafismo renovado (sobrecapa). Texto de apoio à leitura, da autoria de Fernando Cabral Martins, no final do livro.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Mensagem" é o único livro de poemas de Fernando Pessoa publicado em português durante a sua vida. É também "realmente um só poema", como escreveu, dada a unidade perfeita conseguida pelo seu canto das grandezas passadas da nação - que se reflectem no futuro, potenciadas pelo Quinto Império. Sem a simetria de composição nem a vastidão narrativa da epopeia clássica, é a obra minimal de um Supra-Camões concentrado na construção de um mito, o de D. Sebastião, entendido como a síntese da ousadia dos heróis anteriores e como a promessa de um "dia claro" por vir. Grafismo renovado (sobrecapa). Texto de apoio à leitura, da autoria de Fernando Cabral Martins, no final do livro.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Ao desejo pessoano de "construir, pelo simples poder do sonho, uma pátria desde sempre perdida", junta-se esta que é até hoje a mais completa edição crítica da mensagem, esse mito que "é o nada que é tudo". Além dos poemas, a edição de Jerónimo Pizarro não esquece a importância do contexto e inclui testemunhos desconhecidos, ligeiras alterações ao cânone textual, datação e quatro posfácios que ajudam a iluminar uma obra que dificilmente revela de imediato os seus múltiplos sentidos e que, por mais que se analise, vai permanecendo uma aventura em aberto para todos os corajosos leitores-argonautas. Inclui textos de António Cirurgião, Onésimo Teotónio Almeida, Helder Macedo e José Barreto
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Ao desejo pessoano de "construir, pelo simples poder do sonho, uma pátria desde sempre perdida", junta-se esta que é até hoje a mais completa edição crítica da mensagem, esse mito que "é o nada que é tudo". Além dos poemas, a edição de Jerónimo Pizarro não esquece a importância do contexto e inclui testemunhos desconhecidos, ligeiras alterações ao cânone textual, datação e quatro posfácios que ajudam a iluminar uma obra que dificilmente revela de imediato os seus múltiplos sentidos e que, por mais que se analise, vai permanecendo uma aventura em aberto para todos os corajosos leitores-argonautas. Inclui textos de António Cirurgião, Onésimo Teotónio Almeida, Helder Macedo e José Barreto
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Mensagem é o único livro publicado em vida por Fernando Pessoa. Uma obra repleta de simbolismo, "realmente um só poema" numa sequência de quarenta e quatro composições imersas num certo sebastianismo. Questão que só o próprio Pessoa poderia decifrar: até que ponto essa construção saudo-sista e sebastianista não é apenas e só mais uma das máscaras do poeta, mais uma das facetas do seu fingimento? A história de Portugal é o tema, ainda que o intuito não seja propriamente narrar os grandes feitos portugueses. Com Pessoa, revisitamos o passado lendário e mítico, a saga dos Descobrimentos, na busca de um sentido para essa antiga grandeza contraposta à decadência actual. Estaremos diante do plano para regenerar Portugal, incutido nesse desígnio divino e espiritual - o Quinto Império? Ou será que, como disse Jorge de Sena, a Mensagem é apenas a criação poética, e por isso, lúdica, de um Portugal mítico? Embora Pessoa seja muito conhecido pelos seus heterónimos, o livro Mensagem foi publicado sob o seu próprio nome - o ortónimo. Uma obra-prima essencial para a compreensão da visão poética de Pessoa, com múltiplas e infindáveis interpretações, inclusivamente contraditórias. O mais importante é que o sonho, o sonho poético e não necessariamente político de Pessoa, se cumpra: "É a Hora!" ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória - Cartas de Fernando Pessoa a João Gaspar Simões e a Adolfo Casais Monteiro FIXAÇÃO DE TEXTO · Ana Salgado
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Mensagem é o único livro publicado em vida por Fernando Pessoa. Uma obra repleta de simbolismo, "realmente um só poema" numa sequência de quarenta e quatro composições imersas num certo sebastianismo. Questão que só o próprio Pessoa poderia decifrar: até que ponto essa construção saudo-sista e sebastianista não é apenas e só mais uma das máscaras do poeta, mais uma das facetas do seu fingimento? A história de Portugal é o tema, ainda que o intuito não seja propriamente narrar os grandes feitos portugueses. Com Pessoa, revisitamos o passado lendário e mítico, a saga dos Descobrimentos, na busca de um sentido para essa antiga grandeza contraposta à decadência actual. Estaremos diante do plano para regenerar Portugal, incutido nesse desígnio divino e espiritual - o Quinto Império? Ou será que, como disse Jorge de Sena, a Mensagem é apenas a criação poética, e por isso, lúdica, de um Portugal mítico? Embora Pessoa seja muito conhecido pelos seus heterónimos, o livro Mensagem foi publicado sob o seu próprio nome - o ortónimo. Uma obra-prima essencial para a compreensão da visão poética de Pessoa, com múltiplas e infindáveis interpretações, inclusivamente contraditórias. O mais importante é que o sonho, o sonho poético e não necessariamente político de Pessoa, se cumpra: "É a Hora!" ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória - Cartas de Fernando Pessoa a João Gaspar Simões e a Adolfo Casais Monteiro FIXAÇÃO DE TEXTO · Ana Salgado
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Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Mensagem é o único livro de poemas de Fernando Pessoa publicado em português durante a sua vida. É também "realmente um só poema", como escreveu, dada a unidade perfeita conseguida pelo seu canto das grandezas passadas da nação — que se reflectem no futuro, potenciadas pelo Quinto Império. Sem a simetria de composição nem a vastidão narrativa da epopeia clássica, é a obra minimal de um Supra-Camões concentrado na construção de um mito, o de D. Sebastião, entendido como a síntese da ousadia dos heróis anteriores e como a promessa de um "dia claro" por vir.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Mensagem é o único livro de poemas de Fernando Pessoa publicado em português durante a sua vida. É também "realmente um só poema", como escreveu, dada a unidade perfeita conseguida pelo seu canto das grandezas passadas da nação — que se reflectem no futuro, potenciadas pelo Quinto Império. Sem a simetria de composição nem a vastidão narrativa da epopeia clássica, é a obra minimal de um Supra-Camões concentrado na construção de um mito, o de D. Sebastião, entendido como a síntese da ousadia dos heróis anteriores e como a promessa de um "dia claro" por vir.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O grande tema da actualidade internacional e europeia é crise dos refugiados sírios. Nuno Rogeiro apresenta as causas e consequências desta catástrofe humanitária, e o que ela significa para os portugueses. Detalhes nunca antes revelados integram este livro, que é o primeiro a ser publicado sobre o tema.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O grande tema da actualidade internacional e europeia é crise dos refugiados sírios. Nuno Rogeiro apresenta as causas e consequências desta catástrofe humanitária, e o que ela significa para os portugueses. Detalhes nunca antes revelados integram este livro, que é o primeiro a ser publicado sobre o tema.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Do fabuloso monólogo de Lilith num paradisíaco ventre materno, primeiro conto deste volume, até "Estrela", que fecha o livro, numa violenta, mas irresistível, história de abuso sexual paterno que leva a filha ao suicídio, Maria Teresa Horta traça, num português sumptuoso, ao longo de mais de trinta contos, uma vasta e belíssima galeria de "Meninas". Quase todas negligenciadas, quando não abandonadas e maltratadas, entregam-se à magia ou à leitura salvadoras. É assim com Beatriz, à beira do abismo no Faial, com Laura, abandonada pela mãe em "Eclipse", com Branca, perseguida pela madastra e o pai, com Maria do Resgate, que abre a porta aos anjos na falta da mãe, com Rute, ladra "sem culpa" de uma rosa apaixonante. Mas também com a infância de personagens históricas como a sanguinária condessa húngara Erzsébet, com a rebelde Carlota Joaquina, inconformada com um destino que não quis, a seduzir e enfeitiçar o pintor Maella autor do seu retrato oficial, ou literárias como Katie Lewis, apaixonada pela leitura e assim retratada por Edward Burne- Jones, a gerar o fascínio de Oscar Wilde. Meninas é um livro mágico e encantador, com que Maria Teresa Horta abre um novo rumo na história da literatura portuguesa.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Do fabuloso monólogo de Lilith num paradisíaco ventre materno, primeiro conto deste volume, até "Estrela", que fecha o livro, numa violenta, mas irresistível, história de abuso sexual paterno que leva a filha ao suicídio, Maria Teresa Horta traça, num português sumptuoso, ao longo de mais de trinta contos, uma vasta e belíssima galeria de "Meninas". Quase todas negligenciadas, quando não abandonadas e maltratadas, entregam-se à magia ou à leitura salvadoras. É assim com Beatriz, à beira do abismo no Faial, com Laura, abandonada pela mãe em "Eclipse", com Branca, perseguida pela madastra e o pai, com Maria do Resgate, que abre a porta aos anjos na falta da mãe, com Rute, ladra "sem culpa" de uma rosa apaixonante. Mas também com a infância de personagens históricas como a sanguinária condessa húngara Erzsébet, com a rebelde Carlota Joaquina, inconformada com um destino que não quis, a seduzir e enfeitiçar o pintor Maella autor do seu retrato oficial, ou literárias como Katie Lewis, apaixonada pela leitura e assim retratada por Edward Burne- Jones, a gerar o fascínio de Oscar Wilde. Meninas é um livro mágico e encantador, com que Maria Teresa Horta abre um novo rumo na história da literatura portuguesa.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Escrito no início dos anos 60, este conto acaba por constituir uma espécie de pano de fundo para os textos que se lhe seguiram na obra do autor. Vencedor do prémio Camões 2016, Raduan Nassar tornou-se um autor de culto com a publicação dos seus dois romances - Lavoura arcaica e Um Copo de cólera - pela força da sua prosa e pela forma inesperada como trabalha a língua portuguesa.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Escrito no início dos anos 60, este conto acaba por constituir uma espécie de pano de fundo para os textos que se lhe seguiram na obra do autor. Vencedor do prémio Camões 2016, Raduan Nassar tornou-se um autor de culto com a publicação dos seus dois romances - Lavoura arcaica e Um Copo de cólera - pela força da sua prosa e pela forma inesperada como trabalha a língua portuguesa.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Esta novela foi escrita em 1929 e publicada, em folhetim, no jornal diário vienense "Neue Freie Presse", de que Zweig era colaborador permanente. Narra-se aqui a história de um judeu ortodoxo galiciano, estabelecido há anos em Viena como alfarrabista/vendedor de livros ambulante, e cujo único interesse eram os livros que comprava e vendia a universitários e académicos de Viena. Esta história constitui, espantosamente, a antecipação em mais de uma década do definhamento do próprio autor: a metáfora de um escritor, "cidadão europeu", pacifista empenhado, entregue de corpo e alma, como o próprio Mendel o era, aos seus queridos livros, à criação de uma obra literária europeia com características universais, mas que, vítima da barbárie nacional-socialista, perde tudo, isto é o seu país, a sua língua, os seus leitores da língua alemã para quem escrevia e o próprio sentido da vida.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Esta novela foi escrita em 1929 e publicada, em folhetim, no jornal diário vienense "Neue Freie Presse", de que Zweig era colaborador permanente. Narra-se aqui a história de um judeu ortodoxo galiciano, estabelecido há anos em Viena como alfarrabista/vendedor de livros ambulante, e cujo único interesse eram os livros que comprava e vendia a universitários e académicos de Viena. Esta história constitui, espantosamente, a antecipação em mais de uma década do definhamento do próprio autor: a metáfora de um escritor, "cidadão europeu", pacifista empenhado, entregue de corpo e alma, como o próprio Mendel o era, aos seus queridos livros, à criação de uma obra literária europeia com características universais, mas que, vítima da barbárie nacional-socialista, perde tudo, isto é o seu país, a sua língua, os seus leitores da língua alemã para quem escrevia e o próprio sentido da vida.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O amor-próprio é incontestavelmente o principal motivo que leva alguém a falar, e sobretudo a escrever, sobre a sua pessoa. Não apresentarei por isso qualquer desculpa frouxa, ou qualquer falsa e inadequada justificação, no tocante às razões por que escrevi estas memórias. Assumo em toda a frontalidade que, entre os sentimentos que me induziram a tornar-me biógrafo de mim mesmo, o mais forte terá sido o amor-próprio. Em maior ou menor grau, a Natureza implantou tal sentimento no coração de cada um de nós e, ao fazê-lo, foi generosa com os escritores, e em especial com os poetas, ou com aqueles que supõem sê-lo. Este dom precioso constitui o primeiro motor das acções do homem, adicionando ao conhecimento das potencialidades deste o iluminante entusiasmo pelo belo, e pelo sublime, o que afinal conforma uma única e idêntica realidade." Vittorio Affieri, Memórias
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O amor-próprio é incontestavelmente o principal motivo que leva alguém a falar, e sobretudo a escrever, sobre a sua pessoa. Não apresentarei por isso qualquer desculpa frouxa, ou qualquer falsa e inadequada justificação, no tocante às razões por que escrevi estas memórias. Assumo em toda a frontalidade que, entre os sentimentos que me induziram a tornar-me biógrafo de mim mesmo, o mais forte terá sido o amor-próprio. Em maior ou menor grau, a Natureza implantou tal sentimento no coração de cada um de nós e, ao fazê-lo, foi generosa com os escritores, e em especial com os poetas, ou com aqueles que supõem sê-lo. Este dom precioso constitui o primeiro motor das acções do homem, adicionando ao conhecimento das potencialidades deste o iluminante entusiasmo pelo belo, e pelo sublime, o que afinal conforma uma única e idêntica realidade." Vittorio Affieri, Memórias
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Um dos maiores romances escritos em português e o mais marcante da obra de Machado de Assis. Este livro é uma festa da língua, revolucionário, destroçando todas as convenções literárias do seu tempo. O leitor é maltratado, há capítulos em branco, outros sem utilidade. Brás Cubas, o improvável herói desta história, não fez nada de especial. Apaixonou-se por uma mulher casada, falhou uma carreira política, nunca teve filhos. Depois morreu, e então escreveu as suas memórias.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Um dos maiores romances escritos em português e o mais marcante da obra de Machado de Assis. Este livro é uma festa da língua, revolucionário, destroçando todas as convenções literárias do seu tempo. O leitor é maltratado, há capítulos em branco, outros sem utilidade. Brás Cubas, o improvável herói desta história, não fez nada de especial. Apaixonou-se por uma mulher casada, falhou uma carreira política, nunca teve filhos. Depois morreu, e então escreveu as suas memórias.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Este é o volume que faltava nas minhas memórias políticas, no qual recordo um importante período do regime democrático português. Convido todos os leitores a acompanharem-me neste trajeto, que vai de 1982 a 2017." Diogo Freitas do Amaral Ao olhar para as várias fases da minha vida, muito cheia e multifacetada, quase sempre a começar de novo, revejo-me por inteiro nas recentes e belas palavras do Papa Francisco (Exortação apostólica "Cristo Vive", 2019): "Um jovem não pode sentir-se desanimado, é próprio dele sonhar coisas grandes, procurar largos horizontes, atrever-se a mais, querer conquistar o mundo, ser capaz de aceitar propostas desafiantes e desejar contribuir, com o melhor de si mesmo, para construir algo melhor." Sempre fui um cidadão ativo, movido por um forte impulso interior no sentido da participação, do reformismo e de maior justiça social. Primeiro, como presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudantes da minha Faculdade (1962); depois, como docente empenhado em fazer uma carreira académica completa até ao topo (1964-1984); a seguir, entregue de alma e coração à tarefa de construção de uma autêntica Democracia pluralista de tipo Ocidental - conselheiro de Estado, fundador e primeiro líder do CDS , deputado, ministro, Vice-Primeiro Ministro, Primeiro-Ministro interino, candidato presidencial (em 1986) e de novo, inesperadamente, ministro independente num governo do PS (2005-2006); também como presidente eleito da União Europeia das Democracias Cristãs (1981-1983) e da 50ª Assembleia Geral da ONU (1995-1996); e ainda como escritor (Memórias Políticas I, 1995, e II, 2008, D. Afonso Henriques, 2001, e D. Afonso III, 2005), selecionador de Os Poemas da Minha Vida (2005) e, por último, como autor de uma síntese da nossa magnífica História (Da Lusitânia a Portugal, 2017). Sonhei coisas grandes: e, felizmente, vivi muitas.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Este é o volume que faltava nas minhas memórias políticas, no qual recordo um importante período do regime democrático português. Convido todos os leitores a acompanharem-me neste trajeto, que vai de 1982 a 2017." Diogo Freitas do Amaral Ao olhar para as várias fases da minha vida, muito cheia e multifacetada, quase sempre a começar de novo, revejo-me por inteiro nas recentes e belas palavras do Papa Francisco (Exortação apostólica "Cristo Vive", 2019): "Um jovem não pode sentir-se desanimado, é próprio dele sonhar coisas grandes, procurar largos horizontes, atrever-se a mais, querer conquistar o mundo, ser capaz de aceitar propostas desafiantes e desejar contribuir, com o melhor de si mesmo, para construir algo melhor." Sempre fui um cidadão ativo, movido por um forte impulso interior no sentido da participação, do reformismo e de maior justiça social. Primeiro, como presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudantes da minha Faculdade (1962); depois, como docente empenhado em fazer uma carreira académica completa até ao topo (1964-1984); a seguir, entregue de alma e coração à tarefa de construção de uma autêntica Democracia pluralista de tipo Ocidental - conselheiro de Estado, fundador e primeiro líder do CDS , deputado, ministro, Vice-Primeiro Ministro, Primeiro-Ministro interino, candidato presidencial (em 1986) e de novo, inesperadamente, ministro independente num governo do PS (2005-2006); também como presidente eleito da União Europeia das Democracias Cristãs (1981-1983) e da 50ª Assembleia Geral da ONU (1995-1996); e ainda como escritor (Memórias Políticas I, 1995, e II, 2008, D. Afonso Henriques, 2001, e D. Afonso III, 2005), selecionador de Os Poemas da Minha Vida (2005) e, por último, como autor de uma síntese da nossa magnífica História (Da Lusitânia a Portugal, 2017). Sonhei coisas grandes: e, felizmente, vivi muitas.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
São precisas duas pessoas para criar uma mentira, aquela que a conta e aquela que acredita. Delia Hopkins tinha seis anos quando o pai a deixou ser sua assistente num espetáculo de magia. " Aprendi muito nessa noite… Que as pessoas não se evaporam no ar". Uma lição que agora, já adulta, confirma todos os dias: a profissão de Delia, na verdade, é encontrar pessoas desaparecidas com a ajuda do seu cão fiel. Gosta do trabalho e também da vida que leva. Apesar de ter perdido a mãe quando ainda era criança, foi criada pelo pai com amor e agora está prestes a casar com o companheiro com quem vive há muito tempo e de quem tem uma filha. Mas, na véspera do casamento uma coisa inesperada e chocante acontece: o seu pai é preso pela polícia sob a acusação de ter raptado Delia à mãe que esta julga ter morrido num acidente de automóvel. Numa dramática inversão de situações e de emoções, privada das suas certezas e do seu passado, Delia inicia uma busca dolorosa da verdade que lhe escapa, porque cada um tem a sua verdade, e porque às vezes amar e proteger uma pessoa também pode obrigar a mentir...
Nº Páginas: 448
Sinopse:
São precisas duas pessoas para criar uma mentira, aquela que a conta e aquela que acredita. Delia Hopkins tinha seis anos quando o pai a deixou ser sua assistente num espetáculo de magia. " Aprendi muito nessa noite… Que as pessoas não se evaporam no ar". Uma lição que agora, já adulta, confirma todos os dias: a profissão de Delia, na verdade, é encontrar pessoas desaparecidas com a ajuda do seu cão fiel. Gosta do trabalho e também da vida que leva. Apesar de ter perdido a mãe quando ainda era criança, foi criada pelo pai com amor e agora está prestes a casar com o companheiro com quem vive há muito tempo e de quem tem uma filha. Mas, na véspera do casamento uma coisa inesperada e chocante acontece: o seu pai é preso pela polícia sob a acusação de ter raptado Delia à mãe que esta julga ter morrido num acidente de automóvel. Numa dramática inversão de situações e de emoções, privada das suas certezas e do seu passado, Delia inicia uma busca dolorosa da verdade que lhe escapa, porque cada um tem a sua verdade, e porque às vezes amar e proteger uma pessoa também pode obrigar a mentir...
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Com 78 anos de idade, o narrador e personagem principal deste novo livro de Daniel Sampaio é um dia confrontado com uma situação comum a muitos homens da sua idade - o casamento de um neto. Convidado para a festa, feliz por não ter sido esquecido, parte para uma longa viagem mental nas profundidades da sua memória. Começa por esse neto, Afonso, que o fez sentir velho pela primeira vez, aos 60 anos; aqui recupera a memória de Luísa, a colega na escola onde ambos ensinavam e partilhavam projectos e sonhos profissionais; recua até aos 40 anos, à figura de Mariana, sua mulher e companheira de sempre, mas que por esta altura da vida o confronta com a fragilidade das relações humanas, a começar pelo amor; e enfim, chega aos 20 anos, à adolescência e à juventude, onde tudo começa, para o bem e para o mal
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Com 78 anos de idade, o narrador e personagem principal deste novo livro de Daniel Sampaio é um dia confrontado com uma situação comum a muitos homens da sua idade - o casamento de um neto. Convidado para a festa, feliz por não ter sido esquecido, parte para uma longa viagem mental nas profundidades da sua memória. Começa por esse neto, Afonso, que o fez sentir velho pela primeira vez, aos 60 anos; aqui recupera a memória de Luísa, a colega na escola onde ambos ensinavam e partilhavam projectos e sonhos profissionais; recua até aos 40 anos, à figura de Mariana, sua mulher e companheira de sempre, mas que por esta altura da vida o confronta com a fragilidade das relações humanas, a começar pelo amor; e enfim, chega aos 20 anos, à adolescência e à juventude, onde tudo começa, para o bem e para o mal
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Três gerações de ursos-polares, a avó, a filha Tosca e o neto Knut, que vivem no seio da sociedade humana, são estrelas no circo e no mundo literário. Contam-nos as suas memórias, por vezes alegres, por vezes tristes, e gozam a sua celebridade. Yoko Tawada, desfocando as linhas que separam os homens dos outros animais, escreve um maravilhoso romance sobre os animais que nós somos, a nossa procura de um significado e de um equilíbrio para a vida e para o amor.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Três gerações de ursos-polares, a avó, a filha Tosca e o neto Knut, que vivem no seio da sociedade humana, são estrelas no circo e no mundo literário. Contam-nos as suas memórias, por vezes alegres, por vezes tristes, e gozam a sua celebridade. Yoko Tawada, desfocando as linhas que separam os homens dos outros animais, escreve um maravilhoso romance sobre os animais que nós somos, a nossa procura de um significado e de um equilíbrio para a vida e para o amor.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Há gerações que uma espécie de maldição paira sobre a família de Jan Arnberg, desde que um tetravô paterno, o primeiro dos Arnberg, cometeu o terrível crime de parricídio. Para escapar à fúria vingativa do destino, o pai de Jan mudou-se para os Estados Unidos, onde, engolido pelo espetáculo da sociedade de consumo e dos slogans publicitários, acabou por falhar na vida; agora, é Jan quem tem de fugir: devido a um escândalo, vê-se obrigado a abandonar a pequena cidade sueca onde vive, acabando nas ruas de Hamburgo — e enquanto a tragédia começa, uma vez mais, a desenhar-se diante dos seus olhos, Jan apercebe-se de que a única opção poderá ser render-se à sua sorte. Numa mistura macabra de comédia e pesadelo, Memórias de um Morto é uma reflexão teatral, irónica e onírica sobre a inevitabilidade do destino e a irracionalidade da vontade humana.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Há gerações que uma espécie de maldição paira sobre a família de Jan Arnberg, desde que um tetravô paterno, o primeiro dos Arnberg, cometeu o terrível crime de parricídio. Para escapar à fúria vingativa do destino, o pai de Jan mudou-se para os Estados Unidos, onde, engolido pelo espetáculo da sociedade de consumo e dos slogans publicitários, acabou por falhar na vida; agora, é Jan quem tem de fugir: devido a um escândalo, vê-se obrigado a abandonar a pequena cidade sueca onde vive, acabando nas ruas de Hamburgo — e enquanto a tragédia começa, uma vez mais, a desenhar-se diante dos seus olhos, Jan apercebe-se de que a única opção poderá ser render-se à sua sorte. Numa mistura macabra de comédia e pesadelo, Memórias de um Morto é uma reflexão teatral, irónica e onírica sobre a inevitabilidade do destino e a irracionalidade da vontade humana.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 140
Sinopse:
O futebol não tem muitos mistérios: uns toques de joelhos, umas fintas, a alegria de um golo. Já o mistério da infância não tem fim, e sobre ele escreveu como ninguém Fernando Assis Pacheco nestas 30 crónicas publicadas aos sábados pelo jornal Record em 1972, entretanto tornadas icónicas num livro que andava esgotado. Jogatanas de rua, cromos que se trocam, o miúdo que vai à baliza, a máquina Peyroteo e outras aventuras e dislates do "maior da Rua Guerra Junqueiro", que são na verdade, de forma divertida e comovente, um diálogo entre um adulto, a criança que já foi e a criança que todos nós ainda somos.
Nº Páginas: 140
Sinopse:
O futebol não tem muitos mistérios: uns toques de joelhos, umas fintas, a alegria de um golo. Já o mistério da infância não tem fim, e sobre ele escreveu como ninguém Fernando Assis Pacheco nestas 30 crónicas publicadas aos sábados pelo jornal Record em 1972, entretanto tornadas icónicas num livro que andava esgotado. Jogatanas de rua, cromos que se trocam, o miúdo que vai à baliza, a máquina Peyroteo e outras aventuras e dislates do "maior da Rua Guerra Junqueiro", que são na verdade, de forma divertida e comovente, um diálogo entre um adulto, a criança que já foi e a criança que todos nós ainda somos.
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Edição: Mai 2008
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Uma missão solitária marcada pela protecção dos fracos e pela punição dos responsáveis pelo sofrimento humano. Após vários anos a trabalhar da Polícia Judiciária, Xavier decide, após receber uma herança, abandonar a carreira e tornar-se detective privado. A experiência na PJ revelou-lhe que a Justiça tem dois pesos e duas medidas e que na maior parte das vezes interesses obscuros impedem que os culpados sejam condenados. Um dia entra no seu escritório a mulher de um gerente bancário, humilhada pelo marido, que pede ajuda ao detective para conseguir um divórcio financeiramente vantajoso. O que inicialmente parecia uma história vulgar veio a revelar-se o princípio de uma missão solitária de justiçar os fracos e castigar os responsáveis pelo sofrimento humano. Mas se todas as missões têm um fim em nome de uma "justiça natural", quem se consegue salvar?
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Uma missão solitária marcada pela protecção dos fracos e pela punição dos responsáveis pelo sofrimento humano. Após vários anos a trabalhar da Polícia Judiciária, Xavier decide, após receber uma herança, abandonar a carreira e tornar-se detective privado. A experiência na PJ revelou-lhe que a Justiça tem dois pesos e duas medidas e que na maior parte das vezes interesses obscuros impedem que os culpados sejam condenados. Um dia entra no seu escritório a mulher de um gerente bancário, humilhada pelo marido, que pede ajuda ao detective para conseguir um divórcio financeiramente vantajoso. O que inicialmente parecia uma história vulgar veio a revelar-se o princípio de uma missão solitária de justiçar os fracos e castigar os responsáveis pelo sofrimento humano. Mas se todas as missões têm um fim em nome de uma "justiça natural", quem se consegue salvar?
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Três volumes reunidos num só volume de Memórias para a comemoração do 150.º aniversário de Raul Brandão. Publicadas originalmente em três volumes, as Memórias de Raul Brandão constituem um dos exemplos maiores do género na nossa literatura. Memórias pessoais, memórias do seu tempo político e cultural, memórias das pessoas com quem o autor privou ao longo de uma vida consagrada à literatura e ao conhecimento dos outros - as recordações de Raul Brandão transportam-nos para um tempo, para uma sensibilidade e para um modo de escrita irrepetíveis: condensam um talento e um génio literário único; retratam alguns momentos de grande agitação política (as duas primeiras décadas do século xx); constituem um testemunho indispensável para se compreender não apenas a sua obra mas também o país a que ela se refere como uma obsessão.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Três volumes reunidos num só volume de Memórias para a comemoração do 150.º aniversário de Raul Brandão. Publicadas originalmente em três volumes, as Memórias de Raul Brandão constituem um dos exemplos maiores do género na nossa literatura. Memórias pessoais, memórias do seu tempo político e cultural, memórias das pessoas com quem o autor privou ao longo de uma vida consagrada à literatura e ao conhecimento dos outros - as recordações de Raul Brandão transportam-nos para um tempo, para uma sensibilidade e para um modo de escrita irrepetíveis: condensam um talento e um génio literário único; retratam alguns momentos de grande agitação política (as duas primeiras décadas do século xx); constituem um testemunho indispensável para se compreender não apenas a sua obra mas também o país a que ela se refere como uma obsessão.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
As casas possuem uma simbologia complexa que vai da protecção e abrigo ao lúdico e ao recolhimento e contemplam uma riqueza semiótica que as torna ao mesmo tempo simples espaços de habitação prática e refúgios existenciais. A dimensão poética da casa fixa-se na ideia de "Morada", no sentido em que a morada por excelência é um lugar abstracto da alma. As casas assinalam assim nas nossas vidas a diáspora existencial e peregrina, através das etapas de uma aventura material e espiritual. É mais no sentido espiritual que aqui se fala de casas, pois é nesse sentido que as casas são o lugar privilegiado para o acolhimento ou seja para a visita e para a visitação. No sentido em que o homem habita o seu próprio "ethos" as casas não são mais do que a personificação material, mas simbólica, de um carácter e de um destino. É nas casas, pela sua complexa teia de significados e significações, que se realiza o "Encontro". Qual a natureza desse encontro, não se dirá explicitamente aqui, mas não repugna aceitar que a casa por todos os conceitos que mobiliza, realiza a expectação de alguma coisa a que se pode chamar o "Sagrado".
Nº Páginas: 144
Sinopse:
As casas possuem uma simbologia complexa que vai da protecção e abrigo ao lúdico e ao recolhimento e contemplam uma riqueza semiótica que as torna ao mesmo tempo simples espaços de habitação prática e refúgios existenciais. A dimensão poética da casa fixa-se na ideia de "Morada", no sentido em que a morada por excelência é um lugar abstracto da alma. As casas assinalam assim nas nossas vidas a diáspora existencial e peregrina, através das etapas de uma aventura material e espiritual. É mais no sentido espiritual que aqui se fala de casas, pois é nesse sentido que as casas são o lugar privilegiado para o acolhimento ou seja para a visita e para a visitação. No sentido em que o homem habita o seu próprio "ethos" as casas não são mais do que a personificação material, mas simbólica, de um carácter e de um destino. É nas casas, pela sua complexa teia de significados e significações, que se realiza o "Encontro". Qual a natureza desse encontro, não se dirá explicitamente aqui, mas não repugna aceitar que a casa por todos os conceitos que mobiliza, realiza a expectação de alguma coisa a que se pode chamar o "Sagrado".
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1978, terra e infância impõem-se neste livro como mito de uma idade passada, memória doutro rio, sob a forma de poema em prosa. Como nos diz Fernando Guimarães, no prefácio a esta edição, ""Memória Doutro Rio", que foi publicado em 1978, recolhe 51 poemas em prosa. Note-se desde já que os poemas em prosa no caso deste livro podem ser mesmo considerados apenas como poemas, porque neles há uma intensificação expressiva, uma concentração de figuras, desde a imagem à metáfora, e um ritmo que dispensa essa distinção um pouco especiosa. Na obra do poeta aparece mais um livro com poemas em prosa, "Vertentes do Olhar", e um relativamente longo poema também em prosa no final de "Rente ao Dizer", o qual se intitula "Cântico". Os dois livros citados e este poema situam-se, na obra de Eugénio de Andrade, entre 1978 e 1992. No entanto, já num livro de 1950, "Os Amantes Sem Dinheiro", aparece como seu limiar um texto em prosa que ganha uma entonação memorialista, o que, como veremos, irá atingir uma maior amplitude mais tarde. Será sem dúvida no presente livro, isto é, cerca de trinta anos depois."
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1978, terra e infância impõem-se neste livro como mito de uma idade passada, memória doutro rio, sob a forma de poema em prosa. Como nos diz Fernando Guimarães, no prefácio a esta edição, ""Memória Doutro Rio", que foi publicado em 1978, recolhe 51 poemas em prosa. Note-se desde já que os poemas em prosa no caso deste livro podem ser mesmo considerados apenas como poemas, porque neles há uma intensificação expressiva, uma concentração de figuras, desde a imagem à metáfora, e um ritmo que dispensa essa distinção um pouco especiosa. Na obra do poeta aparece mais um livro com poemas em prosa, "Vertentes do Olhar", e um relativamente longo poema também em prosa no final de "Rente ao Dizer", o qual se intitula "Cântico". Os dois livros citados e este poema situam-se, na obra de Eugénio de Andrade, entre 1978 e 1992. No entanto, já num livro de 1950, "Os Amantes Sem Dinheiro", aparece como seu limiar um texto em prosa que ganha uma entonação memorialista, o que, como veremos, irá atingir uma maior amplitude mais tarde. Será sem dúvida no presente livro, isto é, cerca de trinta anos depois."
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Primeira semana de universidade. Max Rippon irrompe pelo quarto de Kate Quaile e a vida dela nunca mais será a mesma. Nos quatro anos seguintes, os dois tornam-se amigos inseparáveis. A influência da rapariga é essencial para atenuar os modos estouvados e a atitude demasiado despreocupada dele, e Max ajuda Kate a vencer a sua timidez natural e o isolamento a que ela voluntariamente se submete. Porém, conhecê-lo é também entrar na esfera de influência dos Rippon, uma família onde a generosidade e o elitismo, o à-vontade social e os ressentimentos privados andam de mãos dadas. A existência de Kate ganha um brilho dourado até ao dia em que uma festa de aniversário se transforma num acontecimento chocante, destruindo-a.Memória de uma cor é um romance perspicaz e fascinante sobre poder, privilégio e consentimento, que explora os efeitos físicos e psicológicos do trauma, os sacrifícios exigidos no silêncio e a coragem necessária para falar abertamente sobre uma violação. No entanto, quando Kate finalmente consegue fazê-lo, há uma pergunta que se impõe: a quem pertence agora a sua história?
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Primeira semana de universidade. Max Rippon irrompe pelo quarto de Kate Quaile e a vida dela nunca mais será a mesma. Nos quatro anos seguintes, os dois tornam-se amigos inseparáveis. A influência da rapariga é essencial para atenuar os modos estouvados e a atitude demasiado despreocupada dele, e Max ajuda Kate a vencer a sua timidez natural e o isolamento a que ela voluntariamente se submete. Porém, conhecê-lo é também entrar na esfera de influência dos Rippon, uma família onde a generosidade e o elitismo, o à-vontade social e os ressentimentos privados andam de mãos dadas. A existência de Kate ganha um brilho dourado até ao dia em que uma festa de aniversário se transforma num acontecimento chocante, destruindo-a.Memória de uma cor é um romance perspicaz e fascinante sobre poder, privilégio e consentimento, que explora os efeitos físicos e psicológicos do trauma, os sacrifícios exigidos no silêncio e a coragem necessária para falar abertamente sobre uma violação. No entanto, quando Kate finalmente consegue fazê-lo, há uma pergunta que se impõe: a quem pertence agora a sua história?
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um jornalista decide celebrar o seu nonagésimo aniversário oferecendo a si mesmo um presente que o faça sentir que ainda está vivo: uma adolescente virgem. Num bordel vê uma jovem de costas, completamente nua, e a sua vida muda radicalmente. E agora que a encontrou, está prestes a morrer, não de velhice, mas sim de amor. Memória das Minhas Putas Tristes é a história deste excêntrico e solitário ancião. O leitor irá acompanhar as suas aventuras sexuais à medida que o próprio desfia as suas memórias. Após noventa anos de uma vida árida - passada a escrever crónicas e resenhas maçadoras para um jornal provinciano, a dar aulas de castelhano e latim a alunos tão sem perspectivas de futuro quanto ele, e, acima de tudo, a deambular de bordel em bordel, só tendo tido relações com mulheres a quem pagou -, inesperadamente, e pela primeira vez, encontra o verdadeiro amor. Escrito no estilo incomparável de Gabriel García Márquez, este curto romance é uma comovente reflexão sobre os infortúnios da velhice e, ao mesmo tempo, um hino às alegrias da paixão.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Um jornalista decide celebrar o seu nonagésimo aniversário oferecendo a si mesmo um presente que o faça sentir que ainda está vivo: uma adolescente virgem. Num bordel vê uma jovem de costas, completamente nua, e a sua vida muda radicalmente. E agora que a encontrou, está prestes a morrer, não de velhice, mas sim de amor. Memória das Minhas Putas Tristes é a história deste excêntrico e solitário ancião. O leitor irá acompanhar as suas aventuras sexuais à medida que o próprio desfia as suas memórias. Após noventa anos de uma vida árida - passada a escrever crónicas e resenhas maçadoras para um jornal provinciano, a dar aulas de castelhano e latim a alunos tão sem perspectivas de futuro quanto ele, e, acima de tudo, a deambular de bordel em bordel, só tendo tido relações com mulheres a quem pagou -, inesperadamente, e pela primeira vez, encontra o verdadeiro amor. Escrito no estilo incomparável de Gabriel García Márquez, este curto romance é uma comovente reflexão sobre os infortúnios da velhice e, ao mesmo tempo, um hino às alegrias da paixão.
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