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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Veneza, 1957. Aos 34 anos Maria Callas chega ao auge da sua carreira como soprano. É reconhecida e aplaudida pelo mundo, mas a sua perfeição artística em palco tem um preço alto a pagar. A voz ameaça falhar-lhe, está exausta e anseia por descanso, mas nem o público, nem o seu marido e empresário, Meneghini, lho permitem. É então que numa festa Maria Callas conhece o milionário grego Aristóteles Onassis e, contra todas as probabilidades, os dois iniciam um romance apaixonado e tumultuoso que durará dez anos, até Onassis conhecer Jackie Kennedy... Michelle Marly, autora do best-seller "Mademoiselle Chanel" e o "Perfume do Amor", conta-nos neste romance mágico, baseado em factos reais, a história de Maria Callas, A Diva. Uma artista carismática, com uma voz única, que viveu envolta em glamour e elegância, que conheceu a fama e a crítica, a paixão e o desgosto.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Veneza, 1957. Aos 34 anos Maria Callas chega ao auge da sua carreira como soprano. É reconhecida e aplaudida pelo mundo, mas a sua perfeição artística em palco tem um preço alto a pagar. A voz ameaça falhar-lhe, está exausta e anseia por descanso, mas nem o público, nem o seu marido e empresário, Meneghini, lho permitem. É então que numa festa Maria Callas conhece o milionário grego Aristóteles Onassis e, contra todas as probabilidades, os dois iniciam um romance apaixonado e tumultuoso que durará dez anos, até Onassis conhecer Jackie Kennedy... Michelle Marly, autora do best-seller "Mademoiselle Chanel" e o "Perfume do Amor", conta-nos neste romance mágico, baseado em factos reais, a história de Maria Callas, A Diva. Uma artista carismática, com uma voz única, que viveu envolta em glamour e elegância, que conheceu a fama e a crítica, a paixão e o desgosto.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 608
Sinopse:
Duas rainhas, dois destinos interligados. Duas mulheres que mudaram o curso da História. ASSASSINA. ADÚLTERA. HEROÍNA. RAINHA. Rainha desde os doze dias e vivendo na corte francesa desde os cinco anos, Maria Stuart tinha dezasseis quando se tornou rainha de França, dezassete quando ficou viúva; e dezoito quando voltou à Escócia para desempenhar o seu papel de rainha numa terra conturbada. Fugindo às ideias preconcebidas sobre esta personagem, o autor através de um estudo minucioso retrata uma rainha astuta e consciente, que regressa à sua Escócia natal para reclamar o trono, sob o domínio da prima Isabel I de Inglaterra. "Maria, Rainha dos Escoceses", que nos é dada a conhecer ultrapassa a imagem de uma de mulher guerreira, perseguindo os inimigos com um elmo e espada em riste, mas de alguém que possuía uma grande habilidade política, num mundo essencialmente masculino. Aos vinte e cinco anos ficou prisioneira de Isabel. A vida de Maria Stuart é um drama e um conflito inigualáveis. Duas rainhas que mudaram o curso da História para sempre. Uma dramática reinterpretação da vida de Maria, rainha dos escoceses, por um dos maiores historiadores contemporâneos.
Nº Páginas: 608
Sinopse:
Duas rainhas, dois destinos interligados. Duas mulheres que mudaram o curso da História. ASSASSINA. ADÚLTERA. HEROÍNA. RAINHA. Rainha desde os doze dias e vivendo na corte francesa desde os cinco anos, Maria Stuart tinha dezasseis quando se tornou rainha de França, dezassete quando ficou viúva; e dezoito quando voltou à Escócia para desempenhar o seu papel de rainha numa terra conturbada. Fugindo às ideias preconcebidas sobre esta personagem, o autor através de um estudo minucioso retrata uma rainha astuta e consciente, que regressa à sua Escócia natal para reclamar o trono, sob o domínio da prima Isabel I de Inglaterra. "Maria, Rainha dos Escoceses", que nos é dada a conhecer ultrapassa a imagem de uma de mulher guerreira, perseguindo os inimigos com um elmo e espada em riste, mas de alguém que possuía uma grande habilidade política, num mundo essencialmente masculino. Aos vinte e cinco anos ficou prisioneira de Isabel. A vida de Maria Stuart é um drama e um conflito inigualáveis. Duas rainhas que mudaram o curso da História para sempre. Uma dramática reinterpretação da vida de Maria, rainha dos escoceses, por um dos maiores historiadores contemporâneos.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 300
Sinopse:
""Mare Nostrum" ilustra o modo como a Coroa portuguesa e a nobreza que a servia se empenharam na construção do império ultramarino. O país buscava o seu lugar no mundo, e encontrou-o ao desafiar o mar; os monarcas e vários sectores da nobreza do reino envolveram-se nessa aventura, buscando honra e proveito. Foi com esse propósito que enfrentaram o mar oceano, terras estranhas e gentes desconhecidas; cada um cumpriu o seu percurso, mais ou menos feliz, mas todos contribuíram para a construção do império.Neste conjunto de estudos biográficos de monarcas [D. Afonso V, D. João II, D. Manuel I e D. João III] e de fidalgos e navegadores [como Simão de Andrade, Leonel Coutinho, D. Duarte de Meneses, D. Henrique de Meneses ou Vasco Fernandes Coutinho] fascinou-me particularmente o modo como podemos ver a articulação entre a manifestação das vontades individuais e as dinâmicas sociais que as influenciavam. Como não é o Destino que move a História, mas a vontade dos homens, estes casos individuais são verdadeiras lições sobre a construção da História ao longo do Tempo."Da Introdução
Nº Páginas: 300
Sinopse:
""Mare Nostrum" ilustra o modo como a Coroa portuguesa e a nobreza que a servia se empenharam na construção do império ultramarino. O país buscava o seu lugar no mundo, e encontrou-o ao desafiar o mar; os monarcas e vários sectores da nobreza do reino envolveram-se nessa aventura, buscando honra e proveito. Foi com esse propósito que enfrentaram o mar oceano, terras estranhas e gentes desconhecidas; cada um cumpriu o seu percurso, mais ou menos feliz, mas todos contribuíram para a construção do império.Neste conjunto de estudos biográficos de monarcas [D. Afonso V, D. João II, D. Manuel I e D. João III] e de fidalgos e navegadores [como Simão de Andrade, Leonel Coutinho, D. Duarte de Meneses, D. Henrique de Meneses ou Vasco Fernandes Coutinho] fascinou-me particularmente o modo como podemos ver a articulação entre a manifestação das vontades individuais e as dinâmicas sociais que as influenciavam. Como não é o Destino que move a História, mas a vontade dos homens, estes casos individuais são verdadeiras lições sobre a construção da História ao longo do Tempo."Da Introdução
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Cabe quase tudo num século de vida de um povo. Naufrágios e glórias, luz e trevas, gente levantada e de joelhos. E, durante todos esses anos, a maré sobe e desce. Há um país que se vai transformando, mesmo visto de longe. Há homens em fuga para a frente, que trocam de nome e de moral. Há mulheres de dentes cerrados. Há filhos deixados para trás. Meadas de histórias e de sangues às quais se perdeu o fio. Num romance sem heróis, onde todos lutam, sobrevivem e morrem a tentar ser livres, é possível, embora vão, tentar destrinçar, no meio do medo e da culpa, onde acaba a ficção e começa a realidade. E se, por vezes, a intimidade da escrita nos aproxima de acontecimentos distantes, noutros, é a frieza da narrativa que resguarda momentos de grande profundidade. Cortesia de um dos romancistas mais promissores da literatura portuguesa contemporânea, Maré alta é um retrato cru e épico do Portugal do século XX e de quem o viveu, no limiar onde a esperança, o sonho e a memória se confundem e perdem na sucessão de marés. Um século é muito tempo. Um século não é nada, quando aprendemos a nadar.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Cabe quase tudo num século de vida de um povo. Naufrágios e glórias, luz e trevas, gente levantada e de joelhos. E, durante todos esses anos, a maré sobe e desce. Há um país que se vai transformando, mesmo visto de longe. Há homens em fuga para a frente, que trocam de nome e de moral. Há mulheres de dentes cerrados. Há filhos deixados para trás. Meadas de histórias e de sangues às quais se perdeu o fio. Num romance sem heróis, onde todos lutam, sobrevivem e morrem a tentar ser livres, é possível, embora vão, tentar destrinçar, no meio do medo e da culpa, onde acaba a ficção e começa a realidade. E se, por vezes, a intimidade da escrita nos aproxima de acontecimentos distantes, noutros, é a frieza da narrativa que resguarda momentos de grande profundidade. Cortesia de um dos romancistas mais promissores da literatura portuguesa contemporânea, Maré alta é um retrato cru e épico do Portugal do século XX e de quem o viveu, no limiar onde a esperança, o sonho e a memória se confundem e perdem na sucessão de marés. Um século é muito tempo. Um século não é nada, quando aprendemos a nadar.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O presente livro recolhe os depoimentos prestados durante o ciclo de debates, "Tempos de Transição", realizado entre setembro de 2008 e janeiro de 2009, em Lisboa, com a organização do Centro Nacional de Cultura, do Círculo Eça de Queiroz, do Grémio Literário e da SEDES.O objetivo foi suscitar os testemunhos de protagonistas e contemporâneos da governação de Marcelo Caetano entre 1968 e 1974, procurando ser o mais abrangente possível. Assim, foram recolhidos e discutidos depoimentos sobre a personalidade e a intimidade de Marcelo Caetano (Ana Maria Caetano, Pedro Feytor Pinto e Marcelo Rebelo de Sousa), e sobre a vida política da época, especialmente no que diz respeito à Ala Liberal (João Salgueiro, Elmano Alves, José Luís Nogueira de Brito, João Bosco Mota Amaral e Francisco Pinto Balsemão), à Revisão Constitucional de 1971 (Jorge Miranda, Miguel Galvão Teles), ao Ultramar (Abdool Karim Vakil, Walter Marques, Abel Couto, José Capela e Fernando Amaro Monteiro) e à diplomacia (Rui Patrício, José Manuel Villas-Boas e Luiz Figueira). Foram igualmente cobertos os grandes temas e áreas da governação: a Economia, as Finanças e as Obras Públicas (J. Mota de Campos, Rogério Martins, Valentim Xavier Pintado, João Oliveira Martins e Alexandre Vaz Pinto), e a Educação, a Segurança Social e a Saúde (José Veiga Simão, Joaquim Silva Pinto, Raquel Ribeiro, Duarte Ivo Cruz). Finalmente, ficaram registadas as críticas, dissidências e oposições suscitadas pelo Governo de Marcelo Caetano (Zita Seabra, António Reis e José Miguel Júdice).Em nenhum momento, apesar do natural envolvimento e emoção de muitos dos participantes ao evocarem trechos da sua vida, houve outra intenção que não a de deixar contributos para o estudo de uma época crucial da História portuguesa.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O presente livro recolhe os depoimentos prestados durante o ciclo de debates, "Tempos de Transição", realizado entre setembro de 2008 e janeiro de 2009, em Lisboa, com a organização do Centro Nacional de Cultura, do Círculo Eça de Queiroz, do Grémio Literário e da SEDES.O objetivo foi suscitar os testemunhos de protagonistas e contemporâneos da governação de Marcelo Caetano entre 1968 e 1974, procurando ser o mais abrangente possível. Assim, foram recolhidos e discutidos depoimentos sobre a personalidade e a intimidade de Marcelo Caetano (Ana Maria Caetano, Pedro Feytor Pinto e Marcelo Rebelo de Sousa), e sobre a vida política da época, especialmente no que diz respeito à Ala Liberal (João Salgueiro, Elmano Alves, José Luís Nogueira de Brito, João Bosco Mota Amaral e Francisco Pinto Balsemão), à Revisão Constitucional de 1971 (Jorge Miranda, Miguel Galvão Teles), ao Ultramar (Abdool Karim Vakil, Walter Marques, Abel Couto, José Capela e Fernando Amaro Monteiro) e à diplomacia (Rui Patrício, José Manuel Villas-Boas e Luiz Figueira). Foram igualmente cobertos os grandes temas e áreas da governação: a Economia, as Finanças e as Obras Públicas (J. Mota de Campos, Rogério Martins, Valentim Xavier Pintado, João Oliveira Martins e Alexandre Vaz Pinto), e a Educação, a Segurança Social e a Saúde (José Veiga Simão, Joaquim Silva Pinto, Raquel Ribeiro, Duarte Ivo Cruz). Finalmente, ficaram registadas as críticas, dissidências e oposições suscitadas pelo Governo de Marcelo Caetano (Zita Seabra, António Reis e José Miguel Júdice).Em nenhum momento, apesar do natural envolvimento e emoção de muitos dos participantes ao evocarem trechos da sua vida, houve outra intenção que não a de deixar contributos para o estudo de uma época crucial da História portuguesa.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Poucos políticos portugueses alcançaram a popularidade de Marcelo Rebelo de Sousa. Com ele, a Presidência da República foi para a rua ao encontro do povo, quebrando formalismos e protocolos. Este Presidente é a prova de como os afetos contam em política e de como podem ajudar a travar outros populismos, ainda que corra o risco de ser acusado de banalizar a função. Sem deixar de ser um homem de consensos, Marcelo também não deixou de pressionar o Governo e de condicionar a oposição, nem de marcar pontos na política internacional. Seguindo Marcelo Rebelo de Sousa no terreno, consultando centenas de trabalhos que relatam o seu percurso e falando com muitos dos que o acompanham, este livro é o retrato vivo de um Presidente da República singular, que já marcou a forma como se faz política em Portugal.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Poucos políticos portugueses alcançaram a popularidade de Marcelo Rebelo de Sousa. Com ele, a Presidência da República foi para a rua ao encontro do povo, quebrando formalismos e protocolos. Este Presidente é a prova de como os afetos contam em política e de como podem ajudar a travar outros populismos, ainda que corra o risco de ser acusado de banalizar a função. Sem deixar de ser um homem de consensos, Marcelo também não deixou de pressionar o Governo e de condicionar a oposição, nem de marcar pontos na política internacional. Seguindo Marcelo Rebelo de Sousa no terreno, consultando centenas de trabalhos que relatam o seu percurso e falando com muitos dos que o acompanham, este livro é o retrato vivo de um Presidente da República singular, que já marcou a forma como se faz política em Portugal.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1958, na Guimarães Editores, este livro foi reeditado posteriormente em conjunto com No Tempo Dividido (1985, Edições Salamandra), tendo vindo posteriormente a ser publicado de novo em volume autónomo, na Caminho, em 2003. A presente edição, a 5.ª, mantém essa opção acrescentando um magnífico prefácio de Fernando J.B. Martinho. É mantida a antiga grafia.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1958, na Guimarães Editores, este livro foi reeditado posteriormente em conjunto com No Tempo Dividido (1985, Edições Salamandra), tendo vindo posteriormente a ser publicado de novo em volume autónomo, na Caminho, em 2003. A presente edição, a 5.ª, mantém essa opção acrescentando um magnífico prefácio de Fernando J.B. Martinho. É mantida a antiga grafia.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Máquinas Como Eu" decorre numa Londres alternativa nos anos 1980. Charlie, à deriva na vida e esquivando-se de um emprego a tempo inteiro, está apaixonado por Miranda, uma aluna brilhante que vive com um segredo terrível. Quando Charlie herda uma pequena fortuna, compra Adam, um exemplar do primeiro lote de seres humanos sintéticos. Com a ajuda de Miranda, constrói a personalidade de Adam. O quase-humano é belo, forte e inteligente… e depressa se forma um triângulo amoroso. Estes três seres confrontar-se-ão com um dilema moral profundo e os amantes serão postos à prova para além do seu próprio entendimento. Este romance subversivo e divertido de Ian McEwan coloca questões fundamentais: O que nos torna humanos? Os nossos actos, exteriores, ou as nossas vidas interiores? Pode uma máquina entender um coração humano? Uma história empolgante e provocadora que nos alerta para o perigo de criarmos coisas que escapam ao nosso controlo.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Máquinas Como Eu" decorre numa Londres alternativa nos anos 1980. Charlie, à deriva na vida e esquivando-se de um emprego a tempo inteiro, está apaixonado por Miranda, uma aluna brilhante que vive com um segredo terrível. Quando Charlie herda uma pequena fortuna, compra Adam, um exemplar do primeiro lote de seres humanos sintéticos. Com a ajuda de Miranda, constrói a personalidade de Adam. O quase-humano é belo, forte e inteligente… e depressa se forma um triângulo amoroso. Estes três seres confrontar-se-ão com um dilema moral profundo e os amantes serão postos à prova para além do seu próprio entendimento. Este romance subversivo e divertido de Ian McEwan coloca questões fundamentais: O que nos torna humanos? Os nossos actos, exteriores, ou as nossas vidas interiores? Pode uma máquina entender um coração humano? Uma história empolgante e provocadora que nos alerta para o perigo de criarmos coisas que escapam ao nosso controlo.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 172
Sinopse:
SAUDADE quer dizer nostalgia, fiquei a saber, mas também nostalgia do que nunca foi. Mas não é a mesma coisa? Num café do Rio moscas coroam o meu copo. Como te terias deliciado com isto: o empregado a escurecer de suor a camisa de rede. Crianças a trotar de fatinho ou calção comprido arrastando brinquedos e toalhas rumo à praia. Falamos, ou falo eu, imagino a tua resposta, o calor a toldar-nos a vista. Aqui, outra vez, o desgosto vertido na sua mais cruel tradução: o meu tu imaginado é tudo o que me resta de ti
Nº Páginas: 172
Sinopse:
SAUDADE quer dizer nostalgia, fiquei a saber, mas também nostalgia do que nunca foi. Mas não é a mesma coisa? Num café do Rio moscas coroam o meu copo. Como te terias deliciado com isto: o empregado a escurecer de suor a camisa de rede. Crianças a trotar de fatinho ou calção comprido arrastando brinquedos e toalhas rumo à praia. Falamos, ou falo eu, imagino a tua resposta, o calor a toldar-nos a vista. Aqui, outra vez, o desgosto vertido na sua mais cruel tradução: o meu tu imaginado é tudo o que me resta de ti
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 176
Sinopse:
14 de julho de 1099. Enquanto Jerusalém se prepara para a invasão dos cruzados, um grego conhecido como "O Copta" convoca uma reunião com os jovens e velhos, homens e mulheres da cidade. A multidão, formada por cristãos, judeus e muçulmanos, chega à praça do palácio de Herodes pronta para ouvir um discurso inflamatório sobre como se preparar para o combate, mas não é isso que o Copta tem a dizer. Tudo indica que a derrota é iminente, e que o mundo, tal como o conhecem, está prestes a chegar a um fim. Mas o grego apenas quer instigar as pessoas a buscarem a sabedoria existente na sua vida quotidiana, forjada a partir dos desafios e dificuldades que têm de enfrentar. O verdadeiro conhecimento, acredita, está nos amores vividos, nas perdas sofridas, nos momentos de crise e de glória e na convivência diária com a inevitabilidade da morte.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
14 de julho de 1099. Enquanto Jerusalém se prepara para a invasão dos cruzados, um grego conhecido como "O Copta" convoca uma reunião com os jovens e velhos, homens e mulheres da cidade. A multidão, formada por cristãos, judeus e muçulmanos, chega à praça do palácio de Herodes pronta para ouvir um discurso inflamatório sobre como se preparar para o combate, mas não é isso que o Copta tem a dizer. Tudo indica que a derrota é iminente, e que o mundo, tal como o conhecem, está prestes a chegar a um fim. Mas o grego apenas quer instigar as pessoas a buscarem a sabedoria existente na sua vida quotidiana, forjada a partir dos desafios e dificuldades que têm de enfrentar. O verdadeiro conhecimento, acredita, está nos amores vividos, nas perdas sofridas, nos momentos de crise e de glória e na convivência diária com a inevitabilidade da morte.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 528
Sinopse:
"Manual para mulheres de limpeza" reúne o melhor da obra da lendária escritora norte-americana Lucia Berlin. Com um estilo muito próprio, faz eco da sua própria experiência - tão rica quanto turbulenta - e cria verdadeiros milagres a partir da vida de todos os dias. As suas histórias são pedaços de vidas convulsas.Um dos melhores livros do ano segundo os jornais The New York Times e The Guardian, venceu o California Book Award para Melhor Livro de Ficção e o Prémio Llibreter, em Espanha.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
"Manual para mulheres de limpeza" reúne o melhor da obra da lendária escritora norte-americana Lucia Berlin. Com um estilo muito próprio, faz eco da sua própria experiência - tão rica quanto turbulenta - e cria verdadeiros milagres a partir da vida de todos os dias. As suas histórias são pedaços de vidas convulsas.Um dos melhores livros do ano segundo os jornais The New York Times e The Guardian, venceu o California Book Award para Melhor Livro de Ficção e o Prémio Llibreter, em Espanha.
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Edição: Mai 2020
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Partindo das suas memórias do ofício, João Tordo esboça neste livro uma espécie de manual para todos aqueles que se interessam pelo mundo da escrita — sejam escritores a dar os primeiros passos ou leitores curiosos. Misturando humor e pragmatismo, memórias de vida e conselhos úteis, o autor abre as portas da sua actividade — e da sua relação com a literatura e a vida — a todos aqueles que experimentam a magia da ficção. Esta viagem pelos meandros de um ofício que recusa deixar-se ensinar — e de muitas das suas vertentes e consequências, como a técnica, o enredo, as personagens, a edição, a crítica, o fracasso, a sobrevivência — é também uma incursão no lado mais íntimo de um escritor entregue à sua mais dilacerante paixão. Este volume percorre os autores, a tradição e o processo que fazem um autor, mas é também uma confissão dos tempos difíceis, das angústias e das dúvidas que assaltam sem piedade tanto os jovens escritores como os mais experimentados. "Manual de Sobrevivência de um Escritor" é uma aventura pelo lado menos conhecido de uma forma de arte que encanta a Humanidade desde os seus primórdios. Com coragem e humildade, com ironia e sinceridade, João Tordo conduz-nos nesta viagem, cujas páginas gostariam de ser um guia (ou um amparo) para os amantes de literatura. ""Falta-me alguma coisa, o mundo não é suficiente. Quero acrescentar-lhe e acrescentar-me a ele; e, por isso, escrevo.""
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Partindo das suas memórias do ofício, João Tordo esboça neste livro uma espécie de manual para todos aqueles que se interessam pelo mundo da escrita — sejam escritores a dar os primeiros passos ou leitores curiosos. Misturando humor e pragmatismo, memórias de vida e conselhos úteis, o autor abre as portas da sua actividade — e da sua relação com a literatura e a vida — a todos aqueles que experimentam a magia da ficção. Esta viagem pelos meandros de um ofício que recusa deixar-se ensinar — e de muitas das suas vertentes e consequências, como a técnica, o enredo, as personagens, a edição, a crítica, o fracasso, a sobrevivência — é também uma incursão no lado mais íntimo de um escritor entregue à sua mais dilacerante paixão. Este volume percorre os autores, a tradição e o processo que fazem um autor, mas é também uma confissão dos tempos difíceis, das angústias e das dúvidas que assaltam sem piedade tanto os jovens escritores como os mais experimentados. "Manual de Sobrevivência de um Escritor" é uma aventura pelo lado menos conhecido de uma forma de arte que encanta a Humanidade desde os seus primórdios. Com coragem e humildade, com ironia e sinceridade, João Tordo conduz-nos nesta viagem, cujas páginas gostariam de ser um guia (ou um amparo) para os amantes de literatura. ""Falta-me alguma coisa, o mundo não é suficiente. Quero acrescentar-lhe e acrescentar-me a ele; e, por isso, escrevo.""
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1956, «Manual de Prestidigitação» surge agora numa renovada edição, profundamente revista de acordo com as instruções deixadas pelo seu autor. Como disse em tempos Fernando J.B. Martinho, «[…] O livro é todo ele, com as suas cenas, os seus exercícios, os seus camarins, uma homenagem ao teatro, e a permanente lembrança de que a poesia é um arte de passes e passos mágicos, uma arte da prestidigitação, não importa se carecida ou não de manual. Só espanta que tenha levado tanto tempo que alguém se lembrasse de fazer a ligação, a correspondência. Outra coisa não pedia uma poesia que, de há muito, se nos oferecia como ritual, como espectáculo, como convite à iniciação na ars magna. Então não foi Cesariny que, um dia, celebrou Artaud e que, por via dele, nos prometeu o «acordar» para uma outra realidade, para lá do real que temos, susceptível ou não de reabilitação? E não ele também que saiu a dar-nos e aos actores as boas-vindas no castelo brumoso de um outro príncipe, expondo-nos, sem piedade, ao "metal fundente" que corre "entre nós e as palavras"?»
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1956, «Manual de Prestidigitação» surge agora numa renovada edição, profundamente revista de acordo com as instruções deixadas pelo seu autor. Como disse em tempos Fernando J.B. Martinho, «[…] O livro é todo ele, com as suas cenas, os seus exercícios, os seus camarins, uma homenagem ao teatro, e a permanente lembrança de que a poesia é um arte de passes e passos mágicos, uma arte da prestidigitação, não importa se carecida ou não de manual. Só espanta que tenha levado tanto tempo que alguém se lembrasse de fazer a ligação, a correspondência. Outra coisa não pedia uma poesia que, de há muito, se nos oferecia como ritual, como espectáculo, como convite à iniciação na ars magna. Então não foi Cesariny que, um dia, celebrou Artaud e que, por via dele, nos prometeu o «acordar» para uma outra realidade, para lá do real que temos, susceptível ou não de reabilitação? E não ele também que saiu a dar-nos e aos actores as boas-vindas no castelo brumoso de um outro príncipe, expondo-nos, sem piedade, ao "metal fundente" que corre "entre nós e as palavras"?»
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"O Manual de Pintura e Caligrafia é uma obra ímpar no género da literatura autobiográfica entre nós e oferece-nos, no seu conjunto, um semental de ideias e uma carta de rumos da ficção de José Saramago até à data. Nele se fundem as escritas de uma complexa e rica tradição literária e a experiência de um tempo vivido nos logros do quotidiano e das vicissitudes da história, que será a substância da própria arte." Luís de Sousa Rebelo Caligrafia da capa por JÚLIO POMAR
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"O Manual de Pintura e Caligrafia é uma obra ímpar no género da literatura autobiográfica entre nós e oferece-nos, no seu conjunto, um semental de ideias e uma carta de rumos da ficção de José Saramago até à data. Nele se fundem as escritas de uma complexa e rica tradição literária e a experiência de um tempo vivido nos logros do quotidiano e das vicissitudes da história, que será a substância da própria arte." Luís de Sousa Rebelo Caligrafia da capa por JÚLIO POMAR
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Depois de anos de silêncio, o escritor Fernando Pinto do Amaral volta a publicar poesia. Em Manual de Cardiologia, o autor desce aos abismos do coração humano, em poemas de grande carga emocional, que nos oferecem uma intensa visão da experiência amorosa.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Depois de anos de silêncio, o escritor Fernando Pinto do Amaral volta a publicar poesia. Em Manual de Cardiologia, o autor desce aos abismos do coração humano, em poemas de grande carga emocional, que nos oferecem uma intensa visão da experiência amorosa.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O que tem Maradona a ver com Susan Sontag e pugilismo com Chateaubriand? E sexo anal com transportes públicos ou com os suicídios de Werther ou Bovary? E David Bowie com Budapeste ou Woody Allen com Bartolomé de Las Casas? São vinte e seis textos dispersos - publicados em jornais, blogues ou apresentados em conferências e encontros de escritores - que agora se reúnem em livro e que, na sua variedade, erudição e humor, bem ilustram a mestria literária e o extraordinário leque temático de Bruno Vieira Amaral.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O que tem Maradona a ver com Susan Sontag e pugilismo com Chateaubriand? E sexo anal com transportes públicos ou com os suicídios de Werther ou Bovary? E David Bowie com Budapeste ou Woody Allen com Bartolomé de Las Casas? São vinte e seis textos dispersos - publicados em jornais, blogues ou apresentados em conferências e encontros de escritores - que agora se reúnem em livro e que, na sua variedade, erudição e humor, bem ilustram a mestria literária e o extraordinário leque temático de Bruno Vieira Amaral.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Alguns dos acontecimentos mundiais mais importantes de que nos recordamos não aconteceram exatamente como nos foi dado a saber. As operações de falsa bandeira são tão antigas quanto a guerra, mas continuam a ser um método muito eficaz usado pelos Estados para manipular a opinião pública e justificar ações bélicas ou intervenções duvidosas. Do conveniente incêndio do Reichstag em 1933, orquestrado por Hitler, à recente tentativa de golpe de Estado na Turquia, Eric Frattini mostra-nos que nem tudo é o que parece. A Manipulação da Verdade levanta o véu sobre as operações de falsa bandeira mais relevantes da nossa História recente, produto de uma investigação apurada e bem documentada, e apresenta-nos os factos como eles são.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Alguns dos acontecimentos mundiais mais importantes de que nos recordamos não aconteceram exatamente como nos foi dado a saber. As operações de falsa bandeira são tão antigas quanto a guerra, mas continuam a ser um método muito eficaz usado pelos Estados para manipular a opinião pública e justificar ações bélicas ou intervenções duvidosas. Do conveniente incêndio do Reichstag em 1933, orquestrado por Hitler, à recente tentativa de golpe de Estado na Turquia, Eric Frattini mostra-nos que nem tudo é o que parece. A Manipulação da Verdade levanta o véu sobre as operações de falsa bandeira mais relevantes da nossa História recente, produto de uma investigação apurada e bem documentada, e apresenta-nos os factos como eles são.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 80
Sinopse:
São apenas quatro, mas os manifestos de Almada Negreiros constituem peças-chave para a Vanguarda nos anos 10 do século XX. São textos de grande intensidade, que participam de um momento revolucionário nas artes em Portugal e no mundo. A colecção "Almada Breve" reúne uma série de antologias da obra literária de José de Almada Negreiros. Organizada por géneros, apresenta em sequência cronológica textos decisivos do autor, anotados, com uma introdução que os contextualiza, e incluindo os desenhos ou arte gráfica das publicações originais, elementos imprescindíveis para a leitura dos escritos de que fazem parte.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
São apenas quatro, mas os manifestos de Almada Negreiros constituem peças-chave para a Vanguarda nos anos 10 do século XX. São textos de grande intensidade, que participam de um momento revolucionário nas artes em Portugal e no mundo. A colecção "Almada Breve" reúne uma série de antologias da obra literária de José de Almada Negreiros. Organizada por géneros, apresenta em sequência cronológica textos decisivos do autor, anotados, com uma introdução que os contextualiza, e incluindo os desenhos ou arte gráfica das publicações originais, elementos imprescindíveis para a leitura dos escritos de que fazem parte.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
O que têm em comum as escolas mais bem-sucedidas, com projetos educativos ricos e inovadores? Há princípios, práticas e dinâmicas que distinguem as melhores escolas. Manifesto para uma Escola (Quase) Perfeita identifica os factores que fazem a diferença para a harmonia e o sucesso e assume-se como um convite a todos os profissionais da educação, pais e alunos para que se juntem a este movimento de ação e transformação das escolas portuguesas.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
O que têm em comum as escolas mais bem-sucedidas, com projetos educativos ricos e inovadores? Há princípios, práticas e dinâmicas que distinguem as melhores escolas. Manifesto para uma Escola (Quase) Perfeita identifica os factores que fazem a diferença para a harmonia e o sucesso e assume-se como um convite a todos os profissionais da educação, pais e alunos para que se juntem a este movimento de ação e transformação das escolas portuguesas.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Publicado em 1915 o "Manifesto Anti-Dantas" foi uma reacção pública e veemente de Almada Negreiros contra a oposição crítica e conservadora ao movimento modernista português, aqui personificada por Júlio Dantas. A edição que agora se apresenta, da responsabilidade de Sara Afonso Ferreira, inclui uma gravação inédita do Manifesto Anti-Dantas lido pelo próprio Almada Negreiros. [Contém 1 CD com 22'41'']
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Publicado em 1915 o "Manifesto Anti-Dantas" foi uma reacção pública e veemente de Almada Negreiros contra a oposição crítica e conservadora ao movimento modernista português, aqui personificada por Júlio Dantas. A edição que agora se apresenta, da responsabilidade de Sara Afonso Ferreira, inclui uma gravação inédita do Manifesto Anti-Dantas lido pelo próprio Almada Negreiros. [Contém 1 CD com 22'41'']
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Edição: Jan 2010
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Antes de fugir para o Brasil, D. Maria I já se encontrava louca. Passava por períodos de frenesi e supunha que o seu próprio corpo estava oco. No Rio de Janeiro, imaginava que o Diabo se escondia no Pão de Açúcar. Como foi que a vida sexual de D. Afonso VI e os seus órgãos genitais acabaram escrutinados num tribunal que ambicionava demonstrar que o soberano era impotente, louco e incapaz de governar? Hoje é possível entender os bastidores das acções destes monarcas? O Marquês de Pombal encontrar-se-ia tão obcecado com os jesuítas que só admitia conversas que os visassem. Entre os muitos que encarcerou e matou, conta-se o padre Malagrida. Qual dos dois era menos equilibrado? O iluminista que do beato fez herege para o queimar na fogueira ou o roupeta-preta que assumia a autoria de milagres e exorcismos? Um dia, Antero de Quental sentou-se num banco de um jardim público e deu dois tiros na cabeça. Porque foi que esse poeta-herói encerrou assim a sua vida? Fernando Pessoa revelou, desde cedo, uma grande preocupação com a sua própria sanidade mental, adoptando diferentes classificações psiquiátricas para si mesmo. Estaria louco ou apenas com medo? A psicóloga clínica Joana Amaral Dias traça o retrato psicológico destas e de outras personagens tidas como loucas. Baseada numa investigação histórica cuidada e na leitura de escritos e registos biográficos e autobiográficos - cartas, diários, etc. -, a autora revela-nos a dor psíquica destas figuras, bem como o seu respectivo diagnóstico clínico. Porém Joana Amaral Dias vai mais longe e, nesta viagem aos universos mentais de portugueses célebres, questiona os rótulos com que estes foram marcados e os tratamentos a que foram sujeitos - da fogueira a sanguessugas, dos banhos gelados aos choques eléctricos, das tareias ao apedrejamento. Uma reflexão original sobre a forma como ao longo dos tempos a sociedade encarou a doença mental e acerca das alianças que a Psiquiatria estabeleceu com o poder e a própria loucura.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Antes de fugir para o Brasil, D. Maria I já se encontrava louca. Passava por períodos de frenesi e supunha que o seu próprio corpo estava oco. No Rio de Janeiro, imaginava que o Diabo se escondia no Pão de Açúcar. Como foi que a vida sexual de D. Afonso VI e os seus órgãos genitais acabaram escrutinados num tribunal que ambicionava demonstrar que o soberano era impotente, louco e incapaz de governar? Hoje é possível entender os bastidores das acções destes monarcas? O Marquês de Pombal encontrar-se-ia tão obcecado com os jesuítas que só admitia conversas que os visassem. Entre os muitos que encarcerou e matou, conta-se o padre Malagrida. Qual dos dois era menos equilibrado? O iluminista que do beato fez herege para o queimar na fogueira ou o roupeta-preta que assumia a autoria de milagres e exorcismos? Um dia, Antero de Quental sentou-se num banco de um jardim público e deu dois tiros na cabeça. Porque foi que esse poeta-herói encerrou assim a sua vida? Fernando Pessoa revelou, desde cedo, uma grande preocupação com a sua própria sanidade mental, adoptando diferentes classificações psiquiátricas para si mesmo. Estaria louco ou apenas com medo? A psicóloga clínica Joana Amaral Dias traça o retrato psicológico destas e de outras personagens tidas como loucas. Baseada numa investigação histórica cuidada e na leitura de escritos e registos biográficos e autobiográficos - cartas, diários, etc. -, a autora revela-nos a dor psíquica destas figuras, bem como o seu respectivo diagnóstico clínico. Porém Joana Amaral Dias vai mais longe e, nesta viagem aos universos mentais de portugueses célebres, questiona os rótulos com que estes foram marcados e os tratamentos a que foram sujeitos - da fogueira a sanguessugas, dos banhos gelados aos choques eléctricos, das tareias ao apedrejamento. Uma reflexão original sobre a forma como ao longo dos tempos a sociedade encarou a doença mental e acerca das alianças que a Psiquiatria estabeleceu com o poder e a própria loucura.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Manhattan ’45 é simultaneamente um retrato de época, ainda que escrito a posteriori, e um tributo à mais mítica das metrópoles. Na ressaca da vitória de um conflito devastador, Nova Iorque acorda para uma nova vida: a 20 de Junho de 1945, o Queen Mary atraca no porto, devolvendo à pátria não só 14 mil soldados, como também a esperança num mundo melhor, mais próspero, mais vibrante e mais atrevido. Foi o começo dos anos dourados de Nova Iorque, quando tudo parecia estar à frente do seu tempo - costumes, arquitectura, transportes, comunicações, arte, moda, política - e tudo foi finalmente possível. Talvez esta cidade que Jan Morris descreve tenha já desaparecido, mas a verdade é que continua esplendorosa no imaginário ocidental, e imortalizada neste livro. "O perfil dos arranha-céus de Manhattan reverberava na imaginação de todas as nações, e as pessoas de todo o mundo acalentavam a ambição, por mais inalcançável, de desembarcar um dia nestes cais lendários, onde as sereias ululavam sem parar, as luzes cintilantes brilhavam perpetuamente e cuecas pretas de renda se agitavam, emblemáticas, nas vigias dos paquetes. O brilho e a alegria desta cidade eram como um tónico a revigorar a imaginação de um mundo debilitado. A sua opulência, observada com um misto de assombro e inveja pelas sociedades menos desenvolvidas nos quatro cantos do mundo, parecia demonstrar que todos os humildes podiam um dia ser ricos. Vista nas fotografias das revistas, nos folhetos de propaganda ou enquanto cenário dos musicais de Hollywood, Manhattan tinha uma aparência garbosa, cheia de ritmo, repleta de uma cintilação amena, o lugar onde Frank Sinatra e Betty Grable podiam surgir a cada esquina. Era o Presente hipnotizador, sublimado. Era o Futuro prestes a acontecer."
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Manhattan ’45 é simultaneamente um retrato de época, ainda que escrito a posteriori, e um tributo à mais mítica das metrópoles. Na ressaca da vitória de um conflito devastador, Nova Iorque acorda para uma nova vida: a 20 de Junho de 1945, o Queen Mary atraca no porto, devolvendo à pátria não só 14 mil soldados, como também a esperança num mundo melhor, mais próspero, mais vibrante e mais atrevido. Foi o começo dos anos dourados de Nova Iorque, quando tudo parecia estar à frente do seu tempo - costumes, arquitectura, transportes, comunicações, arte, moda, política - e tudo foi finalmente possível. Talvez esta cidade que Jan Morris descreve tenha já desaparecido, mas a verdade é que continua esplendorosa no imaginário ocidental, e imortalizada neste livro. "O perfil dos arranha-céus de Manhattan reverberava na imaginação de todas as nações, e as pessoas de todo o mundo acalentavam a ambição, por mais inalcançável, de desembarcar um dia nestes cais lendários, onde as sereias ululavam sem parar, as luzes cintilantes brilhavam perpetuamente e cuecas pretas de renda se agitavam, emblemáticas, nas vigias dos paquetes. O brilho e a alegria desta cidade eram como um tónico a revigorar a imaginação de um mundo debilitado. A sua opulência, observada com um misto de assombro e inveja pelas sociedades menos desenvolvidas nos quatro cantos do mundo, parecia demonstrar que todos os humildes podiam um dia ser ricos. Vista nas fotografias das revistas, nos folhetos de propaganda ou enquanto cenário dos musicais de Hollywood, Manhattan tinha uma aparência garbosa, cheia de ritmo, repleta de uma cintilação amena, o lugar onde Frank Sinatra e Betty Grable podiam surgir a cada esquina. Era o Presente hipnotizador, sublimado. Era o Futuro prestes a acontecer."
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Quem disse que as estrelas do rock and roll não acordam com as galinhas? Entre dúvidas existenciais como esta, confissões íntimas e imagens notáveis dos bastidores e dos palcos da digressão dos 40 anos da Comercial, este é o indispensável álbum de recordações dos espetáculos "Manhãs in the Night" e dos momentos de magia que o talento de um grupo muito especial levou às plateias de todo o país. Um cocktail de humor, alegria e percalços com a marca inconfundível dos ases das Manhãs da Comercial - Pedro Ribeiro, Vasco Palmeirim, Nuno Markl, Vera Fernandes e o convidado especial Ricardo Araújo Pereira.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Quem disse que as estrelas do rock and roll não acordam com as galinhas? Entre dúvidas existenciais como esta, confissões íntimas e imagens notáveis dos bastidores e dos palcos da digressão dos 40 anos da Comercial, este é o indispensável álbum de recordações dos espetáculos "Manhãs in the Night" e dos momentos de magia que o talento de um grupo muito especial levou às plateias de todo o país. Um cocktail de humor, alegria e percalços com a marca inconfundível dos ases das Manhãs da Comercial - Pedro Ribeiro, Vasco Palmeirim, Nuno Markl, Vera Fernandes e o convidado especial Ricardo Araújo Pereira.
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Edição: Mar 2011
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O despertar para a vida de uma criança, entre a austeridade da casa senhorial de D. Estefânia, a sensualidade da sua aldeia natal e o silêncio das paredes do seminário. Um jovem seminarista de 12 anos, é obrigado a ir para o seminário. E a história desenrola-se em torno das vivência e sentimentos que o jovem seminarista vai experimentando. Num ambiente negro, triste, ríspido e severo do seminário, o jovem descobre-se e descobre o mundo que o rodeia: a repressão na educação, a pobreza da sua terra, as desigualdades sociais, o desejo do seu corpo, a camaradagem, a amizade, o amor.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O despertar para a vida de uma criança, entre a austeridade da casa senhorial de D. Estefânia, a sensualidade da sua aldeia natal e o silêncio das paredes do seminário. Um jovem seminarista de 12 anos, é obrigado a ir para o seminário. E a história desenrola-se em torno das vivência e sentimentos que o jovem seminarista vai experimentando. Num ambiente negro, triste, ríspido e severo do seminário, o jovem descobre-se e descobre o mundo que o rodeia: a repressão na educação, a pobreza da sua terra, as desigualdades sociais, o desejo do seu corpo, a camaradagem, a amizade, o amor.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um guia para ajudar os turistas a descobrir a culinária portuguesa e a saber o que pedir nos restaurantes portugueses. Inclui receitas de pratos típicos, um glossário e um dicionário, além de uma lista de restaurantes em Lisboa, no Porto e no Algarve. À table avec des portugais, vous verrez que les conversations tournent souvent autour du prochain repas, des meilleurs restaurants où aller et de où trouver des bons produits. Les Portugais adorent manger et parler de cuisine. En vacances au Portugal, ne passez pas à côté de ces succulents plats que vous entendez évoquer pendant les repas. Avec Manger comme un Portugais, vous pourrez désormais oser goûter de nouveaux plats et vous laisser surprendre par la cuisine portugaise. Il y en a des recettes, un glossarie, un dictionarie et un guide des restaurants à lisbonne, Porto et en Algarve.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um guia para ajudar os turistas a descobrir a culinária portuguesa e a saber o que pedir nos restaurantes portugueses. Inclui receitas de pratos típicos, um glossário e um dicionário, além de uma lista de restaurantes em Lisboa, no Porto e no Algarve. À table avec des portugais, vous verrez que les conversations tournent souvent autour du prochain repas, des meilleurs restaurants où aller et de où trouver des bons produits. Les Portugais adorent manger et parler de cuisine. En vacances au Portugal, ne passez pas à côté de ces succulents plats que vous entendez évoquer pendant les repas. Avec Manger comme un Portugais, vous pourrez désormais oser goûter de nouveaux plats et vous laisser surprendre par la cuisine portugaise. Il y en a des recettes, un glossarie, un dictionarie et un guide des restaurants à lisbonne, Porto et en Algarve.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Mamas & Badanas é um livro único que explora o mais profundo do imaginário e das motivações secre-tas dos escritores portugueses. Começa por esquartejar as badanas e contracapas dos livros, o que lhe permite desvendar factos insólitos e as mais recônditas ligações entre esses textos assombrosos e o subterrâneo psíquico dos autores nacionais. Depois analisa em profundidade a devoção contemporânea pelos peitos das senhoras, apresentados obsessivamente como um par de mamas descomunais, feitas à medida da nossa mania das grandezas e da mentira dos nossos desejos. É no cruzamento destas duas situações que o livro vai ganhando uma força tão envolvente que o leitor pasma. E estremece. Baseado numa investigação independente, que vai directa ao âmago das coisas, Mamas & Badanas entra na literatura portuguesa como uma broca num dente cariado e inaugura um género absolutamente novo em que sátira, niilismo e tragicomédia se medem frente a frente e se entrelaçam em cadências variadas. Mescla de palavras fortes, ternas e irónicas, Mamas & Badanas é a mais desconcertante obra do nosso tempo.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Mamas & Badanas é um livro único que explora o mais profundo do imaginário e das motivações secre-tas dos escritores portugueses. Começa por esquartejar as badanas e contracapas dos livros, o que lhe permite desvendar factos insólitos e as mais recônditas ligações entre esses textos assombrosos e o subterrâneo psíquico dos autores nacionais. Depois analisa em profundidade a devoção contemporânea pelos peitos das senhoras, apresentados obsessivamente como um par de mamas descomunais, feitas à medida da nossa mania das grandezas e da mentira dos nossos desejos. É no cruzamento destas duas situações que o livro vai ganhando uma força tão envolvente que o leitor pasma. E estremece. Baseado numa investigação independente, que vai directa ao âmago das coisas, Mamas & Badanas entra na literatura portuguesa como uma broca num dente cariado e inaugura um género absolutamente novo em que sátira, niilismo e tragicomédia se medem frente a frente e se entrelaçam em cadências variadas. Mescla de palavras fortes, ternas e irónicas, Mamas & Badanas é a mais desconcertante obra do nosso tempo.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Alice e Joe têm em comum a paixão pela arte - ela é pintora e ele é músico - e, em tempos, estiveram também unidos pelo amor que sentiam um pelo outro. As suas vidas seguiram diferentes rumos, mas o reencontro é inevitável. Joe tem agora uma nova namorada, Ginny, que provoca em Alice uma intensa perturbação. A beleza etérea e singular de Ginny repele-a, e o seu sinistro grupo de amigos atemoriza-a. Os hábitos estranhos da jovem deixam Alice suficientemente inquieta para levar a cabo uma investigação por conta própria. E o que descobre vai mudar tudo. Ginny tem em seu poder um velho diário que conta a trágica história de amor de Daniel Holmes e Rosemary Virginia Ashley, cujo poder de sedução não conhece limites. Só que Rosemary morreu há meio século… mas o seu magnetismo não está certamente extinto. À medida que as histórias se entrelaçam, passado e presente fundemse; Alice apercebe-se de que o seu ódio instintivo em relação à nova namorada de Joe pode não se dever apenas ao ciúme, já que algo em Ginny a arrasta irremediavelmente para um universo de insondável obsessão, vingança, sedução e sangue…
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Alice e Joe têm em comum a paixão pela arte - ela é pintora e ele é músico - e, em tempos, estiveram também unidos pelo amor que sentiam um pelo outro. As suas vidas seguiram diferentes rumos, mas o reencontro é inevitável. Joe tem agora uma nova namorada, Ginny, que provoca em Alice uma intensa perturbação. A beleza etérea e singular de Ginny repele-a, e o seu sinistro grupo de amigos atemoriza-a. Os hábitos estranhos da jovem deixam Alice suficientemente inquieta para levar a cabo uma investigação por conta própria. E o que descobre vai mudar tudo. Ginny tem em seu poder um velho diário que conta a trágica história de amor de Daniel Holmes e Rosemary Virginia Ashley, cujo poder de sedução não conhece limites. Só que Rosemary morreu há meio século… mas o seu magnetismo não está certamente extinto. À medida que as histórias se entrelaçam, passado e presente fundemse; Alice apercebe-se de que o seu ódio instintivo em relação à nova namorada de Joe pode não se dever apenas ao ciúme, já que algo em Ginny a arrasta irremediavelmente para um universo de insondável obsessão, vingança, sedução e sangue…
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 392
Sinopse:
As regras mudaram. Há novas regras... as minhas regras. Alex "Charli" Collins está disposta a tudo para se libertar das amarras que a sua família impõe. Mas recusar o estatuto privilegiado e opressivo tem um preço. Sem acesso à herança, Alex está prestes a iniciar a faculdade em Nova Iorque e precisa desesperadamente de dinheiro. e encontra uma maneira de o conseguir. Não podia imaginar, porém, que os momentos de prazer que viveu com Nox voltassem para a atormentar. Pois tudo o que sentiu por ele foi devastado pelo seu apelido. Agora, com a Infidelity, as regras mudaram. o que irá acontecer quando a realidade e a fantasia se cruzarem? Após o sucesso de "Traição", Aleatha Romig traz-nos "Malícia", a tão aguardada sequela do romance entre Alex e Nox.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
As regras mudaram. Há novas regras... as minhas regras. Alex "Charli" Collins está disposta a tudo para se libertar das amarras que a sua família impõe. Mas recusar o estatuto privilegiado e opressivo tem um preço. Sem acesso à herança, Alex está prestes a iniciar a faculdade em Nova Iorque e precisa desesperadamente de dinheiro. e encontra uma maneira de o conseguir. Não podia imaginar, porém, que os momentos de prazer que viveu com Nox voltassem para a atormentar. Pois tudo o que sentiu por ele foi devastado pelo seu apelido. Agora, com a Infidelity, as regras mudaram. o que irá acontecer quando a realidade e a fantasia se cruzarem? Após o sucesso de "Traição", Aleatha Romig traz-nos "Malícia", a tão aguardada sequela do romance entre Alex e Nox.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Nas serras mais escondidas de Portugal trava-se um combate de séculos entre lobos e pastores. São dois exércitos acossados, os últimos resistentes dos montes. Este livro fala de dois inimigos, sim, mas também do facto de estarem ambos cercados. Do desaparecimento do mundo rural, da extinção da vida selvagem, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem animais. Este é o relato de uma guerra silenciosa que está a chegar ao fim. E de como os ódios antigos só podem derivar de amores profundos.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Nas serras mais escondidas de Portugal trava-se um combate de séculos entre lobos e pastores. São dois exércitos acossados, os últimos resistentes dos montes. Este livro fala de dois inimigos, sim, mas também do facto de estarem ambos cercados. Do desaparecimento do mundo rural, da extinção da vida selvagem, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem animais. Este é o relato de uma guerra silenciosa que está a chegar ao fim. E de como os ódios antigos só podem derivar de amores profundos.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Estamos em 1989 e, por toda a Europa, o comunismo está em colapso. Arvid Jansen, de 37 anos, encontra-se à beira de um divórcio. Ao mesmo tempo, à sua mãe é diagnosticado um cancro. Durante alguns dias intensos, no outono, seguimos Arvid enquanto ele se esforça por encontrar uma nova base para a sua vida, ao mesmo tempo em que os padrões estabelecidos à sua volta se estão a alterar a uma velocidade estonteante. Enquanto tenta conciliar-se com o presente, volta a recordar as suas férias na praia com os irmãos, o namoro, e o início da sua vida de trabalho, quando como jovem comunista abandonou os estudos para trabalhar numa linha de montagem. "Maldito Seja o Rio do Tempo" é um retrato honesto, enternecedor e simultaneamente bem-humorado de uma complexa relação entre mãe e filho, contado na prosa precisa e bela de Petterson.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Estamos em 1989 e, por toda a Europa, o comunismo está em colapso. Arvid Jansen, de 37 anos, encontra-se à beira de um divórcio. Ao mesmo tempo, à sua mãe é diagnosticado um cancro. Durante alguns dias intensos, no outono, seguimos Arvid enquanto ele se esforça por encontrar uma nova base para a sua vida, ao mesmo tempo em que os padrões estabelecidos à sua volta se estão a alterar a uma velocidade estonteante. Enquanto tenta conciliar-se com o presente, volta a recordar as suas férias na praia com os irmãos, o namoro, e o início da sua vida de trabalho, quando como jovem comunista abandonou os estudos para trabalhar numa linha de montagem. "Maldito Seja o Rio do Tempo" é um retrato honesto, enternecedor e simultaneamente bem-humorado de uma complexa relação entre mãe e filho, contado na prosa precisa e bela de Petterson.
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