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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 640
Sinopse:
CARTA AO VIAJANTE - Nem imagina a alegria que tenho em partilhar consigo estes lugares de D. Manuel I e das suas duas mulheres, irmãs, filhas dos poderosos reis de Castela e Aragão, no desejo de que exerçam sobre si a mesma magia que tiveram para mim. A força da personalidade de D. Manuel e o seu desejo de legitimar a sua improvável subida ao trono fizeram com que deixasse a sua marca bem visível e indelével de norte a sul de Portugal, quase como pistas de um desafio que tinha a esperança de que, muitos séculos depois, os portugueses ainda quisessem seguir. E queremos. Seguir-lhe os passos tanto deste lado da fronteira como do outro, em que reinavam os seus sogros, Isabel, a Católica , e o seu marido, Fernando, o rei soldado. Os passos dele e os das suas duas mulheres, primeiro D. Isabel e depois D. Maria, rainhas de Portugal, que nos levam obrigatoriamente até Granada, o último reduto mouro na Península Ibérica, que a sua mãe conquistou. Os lugares deste roteiro são uma escolha pessoal e podem ser visitados integrados num percurso - como muitas vezes os fiz - ou em momentos separados, mas o essencial é que antes de partir já tenha lido o livro. Não o digo por um desejo de o "obrigar" a fazer os TPC, mas sim porque sei a diferença que faz olhar um castelo, um palácio, uma cama, uma tapeçaria ou o teto de uma igreja conhecendo o que ali se viveu, trazendo à memória não só os factos mas também a emoção que os acompanhou. A minha sugestão é que desenhe um roteiro personalizado, definido por região geográfica, seguindo a linha cronológica dos acontecimentos, ou procurando reviver uma viagem, como, por exemplo, a partida de D. Manuel ainda criança para a corte castelhana, o casamento com D. Isabel em Valência de Alcântara, ou a grande viagem que os reis fizeram até Toledo, onde foram jurados herdeiros de Castela. Ou tudo isto e muito mais, porque as conjugações são infindáveis. O que me parece fundamental é que reserve sempre vários dias para estes passeios, porque permitem tornar a demanda mais intensa e profunda, desligando do presente e mergulhando na cabeça, no coração e no tempo destes protagonistas. E, claro, leve debaixo do braço o livro, para revisitar as diferentes passagens no local onde aconteceram. Boa viagem! Isabel Stilwell
Nº Páginas: 640
Sinopse:
CARTA AO VIAJANTE - Nem imagina a alegria que tenho em partilhar consigo estes lugares de D. Manuel I e das suas duas mulheres, irmãs, filhas dos poderosos reis de Castela e Aragão, no desejo de que exerçam sobre si a mesma magia que tiveram para mim. A força da personalidade de D. Manuel e o seu desejo de legitimar a sua improvável subida ao trono fizeram com que deixasse a sua marca bem visível e indelével de norte a sul de Portugal, quase como pistas de um desafio que tinha a esperança de que, muitos séculos depois, os portugueses ainda quisessem seguir. E queremos. Seguir-lhe os passos tanto deste lado da fronteira como do outro, em que reinavam os seus sogros, Isabel, a Católica , e o seu marido, Fernando, o rei soldado. Os passos dele e os das suas duas mulheres, primeiro D. Isabel e depois D. Maria, rainhas de Portugal, que nos levam obrigatoriamente até Granada, o último reduto mouro na Península Ibérica, que a sua mãe conquistou. Os lugares deste roteiro são uma escolha pessoal e podem ser visitados integrados num percurso - como muitas vezes os fiz - ou em momentos separados, mas o essencial é que antes de partir já tenha lido o livro. Não o digo por um desejo de o "obrigar" a fazer os TPC, mas sim porque sei a diferença que faz olhar um castelo, um palácio, uma cama, uma tapeçaria ou o teto de uma igreja conhecendo o que ali se viveu, trazendo à memória não só os factos mas também a emoção que os acompanhou. A minha sugestão é que desenhe um roteiro personalizado, definido por região geográfica, seguindo a linha cronológica dos acontecimentos, ou procurando reviver uma viagem, como, por exemplo, a partida de D. Manuel ainda criança para a corte castelhana, o casamento com D. Isabel em Valência de Alcântara, ou a grande viagem que os reis fizeram até Toledo, onde foram jurados herdeiros de Castela. Ou tudo isto e muito mais, porque as conjugações são infindáveis. O que me parece fundamental é que reserve sempre vários dias para estes passeios, porque permitem tornar a demanda mais intensa e profunda, desligando do presente e mergulhando na cabeça, no coração e no tempo destes protagonistas. E, claro, leve debaixo do braço o livro, para revisitar as diferentes passagens no local onde aconteceram. Boa viagem! Isabel Stilwell
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 448
Sinopse:
D. FIlipe III de Portugal nasceu em Valhadolid em 8 de Abril de 1605. Ascendeu ao trono da monarquia Católica, à qual portugal se encontrava unido desde 1580, em 31 de março de 1621. Ao assumir a realeaza, o jovem Filipe IV de espanha, III de Portugal, recebeu uma pesada herança e um projecto político de relançamento de poderio da monarquia- sustentado pelo seu valido, o conde-duque de Olivares-, que acabará por esgotá-la ao longo de guerras intermináveis. As rebeliões da catalunha e de Portugal pioraram a situação. A notícia da vitória portuguesa em montes Claros terá apressado a morte do rei, em 17 de julho de 1665. Pessoa sensível, com gosto pelas artes e letras, não foi feliz quanto aos projectos políticos que o governo lhe foi apresentado. Respeitador das decisões dos conselhos e imbuído de uma fé religiosa que o levava a aceitar as vitórias e as derrotas como desígnios de deus, « foi praia de resignação constante perante o embate das ondas». Contudo, não é verdade que não tenha feito todos os esforços para recuperar a importante parte da Monarquia Católica que Portugal constítuia. Uma revolução preparada em segredo havia tomado o poder em Lisboa, no Primeiro de Dezembro de 1640, entregando-o a quem o havia prometido. Os sinais múltiplos que anunciavam o divórcio da união política, incentivado pelas provocações de uma das partes, não haviam sido captadas com sabedoria.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
D. FIlipe III de Portugal nasceu em Valhadolid em 8 de Abril de 1605. Ascendeu ao trono da monarquia Católica, à qual portugal se encontrava unido desde 1580, em 31 de março de 1621. Ao assumir a realeaza, o jovem Filipe IV de espanha, III de Portugal, recebeu uma pesada herança e um projecto político de relançamento de poderio da monarquia- sustentado pelo seu valido, o conde-duque de Olivares-, que acabará por esgotá-la ao longo de guerras intermináveis. As rebeliões da catalunha e de Portugal pioraram a situação. A notícia da vitória portuguesa em montes Claros terá apressado a morte do rei, em 17 de julho de 1665. Pessoa sensível, com gosto pelas artes e letras, não foi feliz quanto aos projectos políticos que o governo lhe foi apresentado. Respeitador das decisões dos conselhos e imbuído de uma fé religiosa que o levava a aceitar as vitórias e as derrotas como desígnios de deus, « foi praia de resignação constante perante o embate das ondas». Contudo, não é verdade que não tenha feito todos os esforços para recuperar a importante parte da Monarquia Católica que Portugal constítuia. Uma revolução preparada em segredo havia tomado o poder em Lisboa, no Primeiro de Dezembro de 1640, entregando-o a quem o havia prometido. Os sinais múltiplos que anunciavam o divórcio da união política, incentivado pelas provocações de uma das partes, não haviam sido captadas com sabedoria.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Banida, a família real foi proibida de entrar em Portugal. Mesmo assim, a infanta D. Filipa de Bragança - neta do rei absolutista D. Miguel - conseguiu, com a anuência de Oliveira Salazar, vir a Portugal em 1938 para conhecer a terra de onde os seus antepassados tinham sido expulsos. Seguiram-se outras visitas até que, em 1946, a infanta se instalou definitivamente no país, numa casa em Serpins, na Lousã. Uma vez em Portugal, a infanta empenhou-se pessoalmente em que a monarquia fosse restabelecida - o seu irmão D. Duarte Nuno, era o herdeiro da coroa portuguesa. Para isso, aproximou-se de Salazar: a correspondência entre os dois era frequente, assim como as suas visitas a São Bento e a Santa Comba Dão. Haveria uma intenção dissimulada na aproximação a Salazar? Houve algo mais do que uma forte amizade entre a intempestiva princesa e o presidente do Conselho? Paulo Drumond Braga analisou de perto as cartas da infanta para o ditador e traz-nos a biografia desta figura fascinante da História de Portugal, que sempre esteve na sombra.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Banida, a família real foi proibida de entrar em Portugal. Mesmo assim, a infanta D. Filipa de Bragança - neta do rei absolutista D. Miguel - conseguiu, com a anuência de Oliveira Salazar, vir a Portugal em 1938 para conhecer a terra de onde os seus antepassados tinham sido expulsos. Seguiram-se outras visitas até que, em 1946, a infanta se instalou definitivamente no país, numa casa em Serpins, na Lousã. Uma vez em Portugal, a infanta empenhou-se pessoalmente em que a monarquia fosse restabelecida - o seu irmão D. Duarte Nuno, era o herdeiro da coroa portuguesa. Para isso, aproximou-se de Salazar: a correspondência entre os dois era frequente, assim como as suas visitas a São Bento e a Santa Comba Dão. Haveria uma intenção dissimulada na aproximação a Salazar? Houve algo mais do que uma forte amizade entre a intempestiva princesa e o presidente do Conselho? Paulo Drumond Braga analisou de perto as cartas da infanta para o ditador e traz-nos a biografia desta figura fascinante da História de Portugal, que sempre esteve na sombra.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
D. Carlos I (1863-1908) foi um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias. D. Carlos correspondia bem, pelas suas ideias e interesses, ao tipo do fidalgo liberal, o equivalente português da aristocracia whig inglesa. Tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando foi assassinado a 1 de Fevereiro de 1908. Como já acontecera a seu pai, teve de viver com um movimento político entre os seus súbditos que se propunha abertamente destruir a monarquia. Nos seus últimos dias, porém, julgou que estava no caminho certo para assegurar a continuidade da monarquia constitucional, através de uma renovação das lideranças partidárias e de uma reafirmação dos princípios do liberalismo, sinceramente por si partilhados. Independente, sensato e corajoso, conseguia suportar grandes pressões e tomar decisões arriscadas quando se impunham. Morreu por causa das suas qualidades, não por causa dos seus defeitos.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
D. Carlos I (1863-1908) foi um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias. D. Carlos correspondia bem, pelas suas ideias e interesses, ao tipo do fidalgo liberal, o equivalente português da aristocracia whig inglesa. Tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando foi assassinado a 1 de Fevereiro de 1908. Como já acontecera a seu pai, teve de viver com um movimento político entre os seus súbditos que se propunha abertamente destruir a monarquia. Nos seus últimos dias, porém, julgou que estava no caminho certo para assegurar a continuidade da monarquia constitucional, através de uma renovação das lideranças partidárias e de uma reafirmação dos princípios do liberalismo, sinceramente por si partilhados. Independente, sensato e corajoso, conseguia suportar grandes pressões e tomar decisões arriscadas quando se impunham. Morreu por causa das suas qualidades, não por causa dos seus defeitos.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Última rainha de Portugal, D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados em pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Última rainha de Portugal, D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados em pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O reinado durante o qual se venceram as mais importantes batalhas com a monarquia hispânica. Nascido em Lisboa, em 1643, e falecido em Sintra, em 1683, D. Afonso VI recebeu o cognome de "Vitorioso" por ter sido durante o seu reinado que se venceram as batalhas mais importantes da guerra que opôs o reino de Portugal à Monarquia Hispânica desde o movimento separatista de 1640. Contudo, na memória colectiva a sua reputação é bem menos elogiosa, sendo lembrado, sobretudo, pela sua alegada incapacidade em gerar filhos, pela sua menoridade intelectual e pelo desregramento comportamental. Entre memória e história, a sua vida decorreu num período conturbado do passado europeu, no qual não só externamente mas também internamente se configuravam variadas alternativas para os destinos da monarquia portuguesa. Primando pelo excesso de presença ou por uma avassaladora ausência, o rei D. Afonso não deixou de participar em nenhum destes cenários, a ele associando a figura emblemática do conde de Castelo Melhor, Luís de Vasconcelos e Sousa, da enigmática Maria Francisca Isabel de Sabóia, mas também do seu ambivalente irmão D. Pedro e do incontornável padre António Vieira. OU ainda, a maior distância, de Luís XIV e de Carlos II de Inglaterra.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O reinado durante o qual se venceram as mais importantes batalhas com a monarquia hispânica. Nascido em Lisboa, em 1643, e falecido em Sintra, em 1683, D. Afonso VI recebeu o cognome de "Vitorioso" por ter sido durante o seu reinado que se venceram as batalhas mais importantes da guerra que opôs o reino de Portugal à Monarquia Hispânica desde o movimento separatista de 1640. Contudo, na memória colectiva a sua reputação é bem menos elogiosa, sendo lembrado, sobretudo, pela sua alegada incapacidade em gerar filhos, pela sua menoridade intelectual e pelo desregramento comportamental. Entre memória e história, a sua vida decorreu num período conturbado do passado europeu, no qual não só externamente mas também internamente se configuravam variadas alternativas para os destinos da monarquia portuguesa. Primando pelo excesso de presença ou por uma avassaladora ausência, o rei D. Afonso não deixou de participar em nenhum destes cenários, a ele associando a figura emblemática do conde de Castelo Melhor, Luís de Vasconcelos e Sousa, da enigmática Maria Francisca Isabel de Sabóia, mas também do seu ambivalente irmão D. Pedro e do incontornável padre António Vieira. OU ainda, a maior distância, de Luís XIV e de Carlos II de Inglaterra.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um grande Homem de Estado (1212-1279) Uma análise minuciosa e inovadora sobre o quinto rei de Portugal, D. Afonso III, o Bolonhês, que em 1248 sucedeu ao seu irmão D. Sancho II e que Freitas do Amaral considera um dos principais monarcas da História de Portugal. Um estudo que acompanha o percurso de vida de D. Afonso III, desde a sua educação em França até ao seu reinado em Portugal, sublinhando e tentando interpretar a importância de um monarca que cunha de forma indelével a vida nacional. Freitas do Amaral destaca os pontos que considera mais marcantes no exercício do poder de D. Afonso III, sem esquecer que o Bolonhês foi o monarca que pela primeira vez convocou as Cortes - assembleia geral do reino - com representantes de toda a sociedade, que definiu Lisboa como capital do reino e que definiu o território continental sensivelmente com as mesmas fronteiras que tem hoje.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um grande Homem de Estado (1212-1279) Uma análise minuciosa e inovadora sobre o quinto rei de Portugal, D. Afonso III, o Bolonhês, que em 1248 sucedeu ao seu irmão D. Sancho II e que Freitas do Amaral considera um dos principais monarcas da História de Portugal. Um estudo que acompanha o percurso de vida de D. Afonso III, desde a sua educação em França até ao seu reinado em Portugal, sublinhando e tentando interpretar a importância de um monarca que cunha de forma indelével a vida nacional. Freitas do Amaral destaca os pontos que considera mais marcantes no exercício do poder de D. Afonso III, sem esquecer que o Bolonhês foi o monarca que pela primeira vez convocou as Cortes - assembleia geral do reino - com representantes de toda a sociedade, que definiu Lisboa como capital do reino e que definiu o território continental sensivelmente com as mesmas fronteiras que tem hoje.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Afonso Henriques nasce com uma perna enferma, imprestável, e é entregue aos Moniz, que o levam da corte para as terras dos de Ribadouro. Cresce sagaz e escorreito, por intervenção divina ou por engenho. Quando conhece a mãe tem 16 anos, porte sem defeito e poderoso; os traços são duros, algo rurais, mas temperados pelos olhos de um azul intenso e profundo. D. Teresa impressiona-se e confirma-o herdeiro do trono do Condado. Mas é nessa noite que Afonso comprova que os irmãos estrangeiros Peres de Trava estão mais próximos dela do que ele. Querem o Condado, e sabem como a conduzir, onde preciso for - e nos lençóis que foram do pai dele. E ali dá o primeiro dos passos há muito desenhados. E outros se seguem. Primeiro contra os estrangeiros que nestas terras mandavam, depois perante a Galiza, Leão e Castela. Até tomar Lisboa, elevando-a a centro de uma identidade nacional que a Santa Sé reconhece, como Reino soberano de Portugal, e a D. Afonso Henriques como seu Rei.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Afonso Henriques nasce com uma perna enferma, imprestável, e é entregue aos Moniz, que o levam da corte para as terras dos de Ribadouro. Cresce sagaz e escorreito, por intervenção divina ou por engenho. Quando conhece a mãe tem 16 anos, porte sem defeito e poderoso; os traços são duros, algo rurais, mas temperados pelos olhos de um azul intenso e profundo. D. Teresa impressiona-se e confirma-o herdeiro do trono do Condado. Mas é nessa noite que Afonso comprova que os irmãos estrangeiros Peres de Trava estão mais próximos dela do que ele. Querem o Condado, e sabem como a conduzir, onde preciso for - e nos lençóis que foram do pai dele. E ali dá o primeiro dos passos há muito desenhados. E outros se seguem. Primeiro contra os estrangeiros que nestas terras mandavam, depois perante a Galiza, Leão e Castela. Até tomar Lisboa, elevando-a a centro de uma identidade nacional que a Santa Sé reconhece, como Reino soberano de Portugal, e a D. Afonso Henriques como seu Rei.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As mulheres que influenciaram os papas O interior do Palácio Apostólico O Papa implacável que transformou Roma As forças de segurança do Vaticano Os papas assassinados A história do Conclave E outros temas que apaixonaram os leitores do autor que mostrou o que está para lá dos altos muros do Vaticano.
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As mulheres que influenciaram os papas O interior do Palácio Apostólico O Papa implacável que transformou Roma As forças de segurança do Vaticano Os papas assassinados A história do Conclave E outros temas que apaixonaram os leitores do autor que mostrou o que está para lá dos altos muros do Vaticano.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"Neste livro partilharei algumas das minhas experiências com muitos tipos de energias negativas, entre as quais aquelas que são criadas por nós mesmos, pelas pessoas que nos rodeiam, pelos equipamentos elétricos, pelas energias telúricas desalinhadas, pela magia negra e pela presença de espíritos. Da mesma forma, partilharei as técnicas de proteção e limpeza de energias negativas que aprendi e desenvolvi, para que o leitor possa manter positiva, elevada e liberta de influências negativas não apenas a sua energia pessoal, como também a dos ambientes em que se move. Quaisquer que sejam as causas geradoras de energia negativa – ou seja, quer estas sejam originadas na natureza ou fabricadas pela inconsciência humana ou pelos seus próprios medos e ansiedades –, existem formas de compensar e minimizar os seus efeitos. (…) Tenho a firme convicção de que as nossas atitudes, formas de ser e de pensar influenciam o ambiente em que vivemos. Com efeito, marcamos a diferença quando trazemos às nossas vidas uma atitude positiva e otimista, e também quando mantemos limpos e em boa ordem as nossas casas e locais de trabalho e nos empenhamos em respeitar o ambiente. Sim, podemos substituir a negatividade e a escuridão reinantes no nosso mundo pela luz e pela positividade. Se cada um de nós fizer a sua parte, não tardará até que o mundo se torne um lugar mais leve e luminoso, em que a paz e o amor prevalecem para o bem de todos." O autor.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"Neste livro partilharei algumas das minhas experiências com muitos tipos de energias negativas, entre as quais aquelas que são criadas por nós mesmos, pelas pessoas que nos rodeiam, pelos equipamentos elétricos, pelas energias telúricas desalinhadas, pela magia negra e pela presença de espíritos. Da mesma forma, partilharei as técnicas de proteção e limpeza de energias negativas que aprendi e desenvolvi, para que o leitor possa manter positiva, elevada e liberta de influências negativas não apenas a sua energia pessoal, como também a dos ambientes em que se move. Quaisquer que sejam as causas geradoras de energia negativa – ou seja, quer estas sejam originadas na natureza ou fabricadas pela inconsciência humana ou pelos seus próprios medos e ansiedades –, existem formas de compensar e minimizar os seus efeitos. (…) Tenho a firme convicção de que as nossas atitudes, formas de ser e de pensar influenciam o ambiente em que vivemos. Com efeito, marcamos a diferença quando trazemos às nossas vidas uma atitude positiva e otimista, e também quando mantemos limpos e em boa ordem as nossas casas e locais de trabalho e nos empenhamos em respeitar o ambiente. Sim, podemos substituir a negatividade e a escuridão reinantes no nosso mundo pela luz e pela positividade. Se cada um de nós fizer a sua parte, não tardará até que o mundo se torne um lugar mais leve e luminoso, em que a paz e o amor prevalecem para o bem de todos." O autor.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Este livro aborda os episódios remotos e centrais do Antigo e Novo Testamento; a emergência dos Estados e a epopeia da modernização, as revoluções e a democracia; a evolução da Literatura, a Arte e a Música através das suas grandes obras; o desenvolvimento da Ciência e da Filosofia, o campo de batalha das ideologias, cosmogonias e teorias, mas também a educação que dão os livros, os colégios ou as universidades, os jornais e os foros de opinião. Um quadro cronológico, uma breve relação dos livros que mudaram o mundo e conselhos de leitura aumentam a utilidade desta obra imprescindível.
Nº Páginas: 648
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Este livro aborda os episódios remotos e centrais do Antigo e Novo Testamento; a emergência dos Estados e a epopeia da modernização, as revoluções e a democracia; a evolução da Literatura, a Arte e a Música através das suas grandes obras; o desenvolvimento da Ciência e da Filosofia, o campo de batalha das ideologias, cosmogonias e teorias, mas também a educação que dão os livros, os colégios ou as universidades, os jornais e os foros de opinião. Um quadro cronológico, uma breve relação dos livros que mudaram o mundo e conselhos de leitura aumentam a utilidade desta obra imprescindível.
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Edição: Ago 2013
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Um homem recebe no Natal uma dentadura nova, em vez de cumprir uma pena de prisão. Um rapaz é torturado quase até à morte em nome dos Illuminati. Os nove "cidadãos respeitáveis" de uma banda de metais destroem a vida de uma jovem, e nenhum deles tem de expiar o crime… Ferdinand von Schirach transformou meros processos penais em literatura de qualidade, com uma intensidade penetrante, de uma forma discreta mas sempre assertiva, num estilo entre o lírico e o lacónico. São as questões intemporais como o bem e o mal, a culpa, a inocência e a responsabilidade que cada um de nós tem de assumir que se destacam.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Um homem recebe no Natal uma dentadura nova, em vez de cumprir uma pena de prisão. Um rapaz é torturado quase até à morte em nome dos Illuminati. Os nove "cidadãos respeitáveis" de uma banda de metais destroem a vida de uma jovem, e nenhum deles tem de expiar o crime… Ferdinand von Schirach transformou meros processos penais em literatura de qualidade, com uma intensidade penetrante, de uma forma discreta mas sempre assertiva, num estilo entre o lírico e o lacónico. São as questões intemporais como o bem e o mal, a culpa, a inocência e a responsabilidade que cada um de nós tem de assumir que se destacam.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Cronovelema: primeiro, o tempo, chronos, os dias de hoje, mais coisa, menos coisa. Depois, tudo o que se acarta para a construção destas ficções e também se encontra ao escandir o vocábulo. Lá ressalta o novo e, logo, a novela. De um lado, um jovem casal desavindo, a viver para as bandas do Lumiar e frequentador de certa Avenida de Roma, pondera sobre qual o destino a dar à tartaruga doméstica. O animal, sem nome, preguiça num aquário e a solução tarda, bem como o desenlace da dupla, a braços com o final iminente da relação. Do outro lado, dois gandulos planeiam, estendem a rede e montam a urdidura. Mas eis que o destino se intromete, hábil a turvar os planos e rasteirar os desígnios… e, claro, convém não esquecer o diabo, sempre atrás da porta, vigilante, dizem que até a rezar.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Cronovelema: primeiro, o tempo, chronos, os dias de hoje, mais coisa, menos coisa. Depois, tudo o que se acarta para a construção destas ficções e também se encontra ao escandir o vocábulo. Lá ressalta o novo e, logo, a novela. De um lado, um jovem casal desavindo, a viver para as bandas do Lumiar e frequentador de certa Avenida de Roma, pondera sobre qual o destino a dar à tartaruga doméstica. O animal, sem nome, preguiça num aquário e a solução tarda, bem como o desenlace da dupla, a braços com o final iminente da relação. Do outro lado, dois gandulos planeiam, estendem a rede e montam a urdidura. Mas eis que o destino se intromete, hábil a turvar os planos e rasteirar os desígnios… e, claro, convém não esquecer o diabo, sempre atrás da porta, vigilante, dizem que até a rezar.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Neste livro reúne-se uma seleção de crónicas de Pepetela, publicadas entre março de 2007 e agosto 2015, na revista angolana África 21, que mantêm uma impressionante atualidade.Para os leitores que apenas conhecem Pepetela pela sua ficção, a leitura das suas crónicas é provavelmente a melhor forma de conhecer o pensamento deste escritor.Com um olhar irónico e muito atento sobre o mundo que o rodeia, com particular enfoque na vida em Luanda, mas não só, estes textos revelam uma opinião crítica e arguta sobre temas que vão da sociedade à política, à economia e à cultura, com muitos apontamentos sobre aspetos da vida quotidiana. Com uma boa dose de sarcasmo, como convém.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Neste livro reúne-se uma seleção de crónicas de Pepetela, publicadas entre março de 2007 e agosto 2015, na revista angolana África 21, que mantêm uma impressionante atualidade.Para os leitores que apenas conhecem Pepetela pela sua ficção, a leitura das suas crónicas é provavelmente a melhor forma de conhecer o pensamento deste escritor.Com um olhar irónico e muito atento sobre o mundo que o rodeia, com particular enfoque na vida em Luanda, mas não só, estes textos revelam uma opinião crítica e arguta sobre temas que vão da sociedade à política, à economia e à cultura, com muitos apontamentos sobre aspetos da vida quotidiana. Com uma boa dose de sarcasmo, como convém.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 260
Sinopse:
Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga 2022 Este livro insere-se numa velha tradição da narrativa literária, "a viagem a Itália", que teve cultores desde a Idade Média e representava para os escritores uma viagem iniciática indispensável para o contacto com as artes clássicas e seu conhecimento. Nomes muito importantes a praticaram: Motaigne, Goethe, Rilke, Cervantes, Proust e Stendhal, por exemplo. E é sob a égide deste último que António Mega Ferreira se coloca ao partir para este conjunto de histórias italianas. Encerrando o tríptico que integra os seus anteriores títulos Roma, exercícios de reconhecimento e Itália, práticas de viagem, neste Crónicas Italianas, o leitor é levado nas asas de narrativas verdadeiras ou míticas, para descobrir e observar por dentro a história das cidades, dos seus criadores e das grandes obras das artes plásticas, da arquitetura, da literatura e da música.
Nº Páginas: 260
Sinopse:
Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga 2022 Este livro insere-se numa velha tradição da narrativa literária, "a viagem a Itália", que teve cultores desde a Idade Média e representava para os escritores uma viagem iniciática indispensável para o contacto com as artes clássicas e seu conhecimento. Nomes muito importantes a praticaram: Motaigne, Goethe, Rilke, Cervantes, Proust e Stendhal, por exemplo. E é sob a égide deste último que António Mega Ferreira se coloca ao partir para este conjunto de histórias italianas. Encerrando o tríptico que integra os seus anteriores títulos Roma, exercícios de reconhecimento e Itália, práticas de viagem, neste Crónicas Italianas, o leitor é levado nas asas de narrativas verdadeiras ou míticas, para descobrir e observar por dentro a história das cidades, dos seus criadores e das grandes obras das artes plásticas, da arquitetura, da literatura e da música.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Depois da magnífica incursão pela cultura americana em Made in América, os leitores portugueses podem agora desfrutar da descrição crítica que Bryson faz dos comportamentos civilizados e casuais dos Ingleses, um povo que é capaz de esperar anos pela instalação de um eletrodoméstico sem reclamar, mas que não hesita em qualificar de escandalosas as atitudes da família real justamente agora que começam a ser interessantes.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Depois da magnífica incursão pela cultura americana em Made in América, os leitores portugueses podem agora desfrutar da descrição crítica que Bryson faz dos comportamentos civilizados e casuais dos Ingleses, um povo que é capaz de esperar anos pela instalação de um eletrodoméstico sem reclamar, mas que não hesita em qualificar de escandalosas as atitudes da família real justamente agora que começam a ser interessantes.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Neste livro se reúnem crónicas com que o escritor moçambicano Mia Couto colaborou com a imprensa de Moçambique durante os dois últimos anos da década de 80. Este conjunto de textos mereceu o Prémio Anual de Jornalismo Areosa Pena, atribuído pela Organização dos Jornalistas Moçambicanos em 1989. Mais do que crónicas, estes textos são pequenos contos condensados de forma a se enquadrarem no espaço dos jornais a que se destinavam. Aos textos inseridos nos jornais de Moçambique o autor acrescentou outros inéditos. Uns e outros estão profundamente marcados pela arte de recriar a língua portuguesa que caracteriza toda a escrita deste autor africano.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Neste livro se reúnem crónicas com que o escritor moçambicano Mia Couto colaborou com a imprensa de Moçambique durante os dois últimos anos da década de 80. Este conjunto de textos mereceu o Prémio Anual de Jornalismo Areosa Pena, atribuído pela Organização dos Jornalistas Moçambicanos em 1989. Mais do que crónicas, estes textos são pequenos contos condensados de forma a se enquadrarem no espaço dos jornais a que se destinavam. Aos textos inseridos nos jornais de Moçambique o autor acrescentou outros inéditos. Uns e outros estão profundamente marcados pela arte de recriar a língua portuguesa que caracteriza toda a escrita deste autor africano.
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 672
Sinopse:
A modéstia levava-o a (des)considerar as crónicas como uma servidão diária que afirmava com humor só aceitar para alimentar a legião de gatos que tinha em casa e que só serviriam, como tudo o que é jornal e como diziam os velhos tipógrafos do "JN" num dito que ele tantas vezes citava, para embrulhar peixe no dia seguinte. Ou seja, as crónicas, até pelo seu registo diarístico (jornalístico), não possuiriam nenhum valor literário, seriam feitas como tudo o mais mas mais do que tudo "da matéria da morte e do esquecimento", anacrónicas fora da sua efémera duração, e como tal constituiriam uma dimensão menor, extraliterária, da sua obra. E no entanto, pelas suas características, essas crónicas fazem plenamente parte, de pleno direito, da obra literária de Manuel António Pina. Se ele definia a sua poesia, por complexas razões de poética que não cabe aqui explicar, como "saudade da prosa", as suas crónicas jornalísticas podem definir-se, de certo modo determinante da sua popularidade, como saudade da literatura. A presente antologia, organizada por Sousa Dias, reúne as melhores crónicas de Manuel António Pina, de 1984 a 2012. As palavras dessas crónicas, e sobretudo o espírito dessas palavras que uma multidão de seguidores fazia suas nas suas anónimas indignações sociais, ficarão durante muito tempo a reverberar na memória dos leitores agora desamparados dessa voz.
Nº Páginas: 672
Sinopse:
A modéstia levava-o a (des)considerar as crónicas como uma servidão diária que afirmava com humor só aceitar para alimentar a legião de gatos que tinha em casa e que só serviriam, como tudo o que é jornal e como diziam os velhos tipógrafos do "JN" num dito que ele tantas vezes citava, para embrulhar peixe no dia seguinte. Ou seja, as crónicas, até pelo seu registo diarístico (jornalístico), não possuiriam nenhum valor literário, seriam feitas como tudo o mais mas mais do que tudo "da matéria da morte e do esquecimento", anacrónicas fora da sua efémera duração, e como tal constituiriam uma dimensão menor, extraliterária, da sua obra. E no entanto, pelas suas características, essas crónicas fazem plenamente parte, de pleno direito, da obra literária de Manuel António Pina. Se ele definia a sua poesia, por complexas razões de poética que não cabe aqui explicar, como "saudade da prosa", as suas crónicas jornalísticas podem definir-se, de certo modo determinante da sua popularidade, como saudade da literatura. A presente antologia, organizada por Sousa Dias, reúne as melhores crónicas de Manuel António Pina, de 1984 a 2012. As palavras dessas crónicas, e sobretudo o espírito dessas palavras que uma multidão de seguidores fazia suas nas suas anónimas indignações sociais, ficarão durante muito tempo a reverberar na memória dos leitores agora desamparados dessa voz.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"Tal como acontecera já em Espanha, a Crónica do Rei Pasmado foi um grande êxito em Portugal. Nada mais natural. É que este "scherzo em re(i) maior alegre, mas não demasiado", como o próprio autor lhe chama, é um livro particularmente saboroso, hábil e irónico, narrado com a mestria e a sabedoria de um escritor como Ballester. A partir do pasmo extasiado do rei ao ver pela primeira vez uma mulher nua, e ao querer ver nua também a rainha, toda uma intriga se tece na corte, metendo nobres, inquisidores, uma afamada meretriz, um jesuíta português, a superiora do convento; toda uma tela de uma obra que bem justifica o qualificativo de pitoresca, num divertimento de primeira água." Numa sociedade como a de hoje, onde o erotismo tantas vezes deixou de ter um papel relevante porque a conquista é demasiado fácil, é importante reler estas páginas, onde o humor e a sátira nos encantam. DANIEL SAMPAIO in Prefácio
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"Tal como acontecera já em Espanha, a Crónica do Rei Pasmado foi um grande êxito em Portugal. Nada mais natural. É que este "scherzo em re(i) maior alegre, mas não demasiado", como o próprio autor lhe chama, é um livro particularmente saboroso, hábil e irónico, narrado com a mestria e a sabedoria de um escritor como Ballester. A partir do pasmo extasiado do rei ao ver pela primeira vez uma mulher nua, e ao querer ver nua também a rainha, toda uma intriga se tece na corte, metendo nobres, inquisidores, uma afamada meretriz, um jesuíta português, a superiora do convento; toda uma tela de uma obra que bem justifica o qualificativo de pitoresca, num divertimento de primeira água." Numa sociedade como a de hoje, onde o erotismo tantas vezes deixou de ter um papel relevante porque a conquista é demasiado fácil, é importante reler estas páginas, onde o humor e a sátira nos encantam. DANIEL SAMPAIO in Prefácio
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Edição: Nov 2006
Nº Páginas: 628
Sinopse:
A obra-prima do maior escritor de culto da actualidade Toru Okada, um jovem japonês que vive na mais completa normalidade, vê a sua vida transformada após o telefonema anónimo de uma mulher. Começam a aparecer personagens cada vez mais estranhas em seu redor e o real vai degradando-se até se transformar em algo fantasmagórico. A percepção do mundo torna-se mágica, os sonhos invadem a realidade e, pouco a pouco, Toru sente-se impelido a resolver os conflitos que carregou durante toda a sua vida. Este livro conta com uma galeria de personagens tão surpreendentes como profundamente autênticas e, quase por magia, o mundo quotidiano do Japão moderno aparece-nos como algo estranhamente familiar. "Crónica do Pássaro de Corda", ao qual foi atribuído o Prémio Yomiuri, é considerado, por muitos, a obra-prima de Murakami. LIVROS QUE SÃO MELHORES COM MÚSICA Descubra a banda sonora perfeita para este livro. Ouça aqui!
Nº Páginas: 628
Sinopse:
A obra-prima do maior escritor de culto da actualidade Toru Okada, um jovem japonês que vive na mais completa normalidade, vê a sua vida transformada após o telefonema anónimo de uma mulher. Começam a aparecer personagens cada vez mais estranhas em seu redor e o real vai degradando-se até se transformar em algo fantasmagórico. A percepção do mundo torna-se mágica, os sonhos invadem a realidade e, pouco a pouco, Toru sente-se impelido a resolver os conflitos que carregou durante toda a sua vida. Este livro conta com uma galeria de personagens tão surpreendentes como profundamente autênticas e, quase por magia, o mundo quotidiano do Japão moderno aparece-nos como algo estranhamente familiar. "Crónica do Pássaro de Corda", ao qual foi atribuído o Prémio Yomiuri, é considerado, por muitos, a obra-prima de Murakami. LIVROS QUE SÃO MELHORES COM MÚSICA Descubra a banda sonora perfeita para este livro. Ouça aqui!
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Livro de viagem, autobiografia e romance, "Crónica de Uma Travessia" transmite o encanto exótico de um lugar remoto e desconhecido, um pedaço da Ásia que teimosamente quer preservar as características essenciais da cultura europeia com a qual esteve em contacto, apesar da enorme distância e do massacre que dura desde a invasão indonésia de 1975. Com uma escrita lírica, fluida, rica em imagens poéticas, capaz de transmitir sensações, cores e situações melhor do que qualquer reportagem de viagens, "Crónica de Uma Travessia" é uma leitura inesquecível.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Livro de viagem, autobiografia e romance, "Crónica de Uma Travessia" transmite o encanto exótico de um lugar remoto e desconhecido, um pedaço da Ásia que teimosamente quer preservar as características essenciais da cultura europeia com a qual esteve em contacto, apesar da enorme distância e do massacre que dura desde a invasão indonésia de 1975. Com uma escrita lírica, fluida, rica em imagens poéticas, capaz de transmitir sensações, cores e situações melhor do que qualquer reportagem de viagens, "Crónica de Uma Travessia" é uma leitura inesquecível.
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Vítima da denúncia falaciosa de uma mulher repudiada na noite de núpcias, o jovem Santiago Nasar foi condenado à morte pelos irmãos da sua hipotética amante, como forma de vingar publicamente a sua honra ultrajada e sob o olhar cúmplice ou impotente da população expectante de uma aldeia colombiana: é esta a história verídica que serve de base a este romance, e que, logo nas suas primeiras linhas, é enunciada. A capacidade de Gabriel García Márquez em reconstruir um universo possuído pela nostalgia, mágica e encantatória da infância e a sua genial mestria em contar histórias fazem deste romance mais uma das obras-primas que consagraram definitivamente este autor.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Vítima da denúncia falaciosa de uma mulher repudiada na noite de núpcias, o jovem Santiago Nasar foi condenado à morte pelos irmãos da sua hipotética amante, como forma de vingar publicamente a sua honra ultrajada e sob o olhar cúmplice ou impotente da população expectante de uma aldeia colombiana: é esta a história verídica que serve de base a este romance, e que, logo nas suas primeiras linhas, é enunciada. A capacidade de Gabriel García Márquez em reconstruir um universo possuído pela nostalgia, mágica e encantatória da infância e a sua genial mestria em contar histórias fazem deste romance mais uma das obras-primas que consagraram definitivamente este autor.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Pobre país, dirão os portugueses mais atentos. O futuro que se lhes apresenta não será nada brilhante. É preciso que os portugueses tomem consciência disso e ajam em conformidade. Já que não podemos mudar o Mundo nem sequer a Europa, sejamos ao menos capazes de mudar Portugal.""O livro que ora vos apresento representa a compilação de artigos diversos e outros escritos publicados nos anos de 2011 e 2012 em jornais e revistas portugueses e estrangeiras. Foram anos de aprofundamento da crise europeia e nacional, ainda não resolvida, bem pelo contrário.[…] A democracia - no plano europeu e nacional , considerada um dos fundamentos essenciais do projeto europeu, bem como os Direitos do Homem e os Estados Sociais começaram a ser conceitos e valores cada vez menos seguidos e respeitados. Porque, como se sabe, a crise financeira, dando a prioridade aos mercados, pôs o dinheiro acima das pessoas, como supremo valor.[…] A verdade é que Portugal - ao fim de um ano de governo - não parece estar nada bem. Tenho-o dito e repetido, com sentido de objetividade e independência. Está demonstrado que as políticas de austeridade, que têm vindo a ser impostas, só nos podem levar a um desastre. Como o aumento impressionante do desemprego, a recessão económica, a ruína da classe média, o empobrecimento geral do país e o rigor economicista do Governo, para o qual o que conta é a ideologia neoliberal.[…] Tornou-se urgente não desanimar e saber lutar pelas causas nobres. Ora o projeto europeu é uma dessas causas. Estamos a precisar, como de pão para a boca, de uma revolução pacífica e de um salto em frente da União Europeia. É necessário que os europeus compreendam que têm de reagir coletiva, pacífica e solidariamente, para que a União Europeia se desenvolva e ultrapasse esta crise terrível do capitalismo de casino.".Do "Prefácio"
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Pobre país, dirão os portugueses mais atentos. O futuro que se lhes apresenta não será nada brilhante. É preciso que os portugueses tomem consciência disso e ajam em conformidade. Já que não podemos mudar o Mundo nem sequer a Europa, sejamos ao menos capazes de mudar Portugal.""O livro que ora vos apresento representa a compilação de artigos diversos e outros escritos publicados nos anos de 2011 e 2012 em jornais e revistas portugueses e estrangeiras. Foram anos de aprofundamento da crise europeia e nacional, ainda não resolvida, bem pelo contrário.[…] A democracia - no plano europeu e nacional , considerada um dos fundamentos essenciais do projeto europeu, bem como os Direitos do Homem e os Estados Sociais começaram a ser conceitos e valores cada vez menos seguidos e respeitados. Porque, como se sabe, a crise financeira, dando a prioridade aos mercados, pôs o dinheiro acima das pessoas, como supremo valor.[…] A verdade é que Portugal - ao fim de um ano de governo - não parece estar nada bem. Tenho-o dito e repetido, com sentido de objetividade e independência. Está demonstrado que as políticas de austeridade, que têm vindo a ser impostas, só nos podem levar a um desastre. Como o aumento impressionante do desemprego, a recessão económica, a ruína da classe média, o empobrecimento geral do país e o rigor economicista do Governo, para o qual o que conta é a ideologia neoliberal.[…] Tornou-se urgente não desanimar e saber lutar pelas causas nobres. Ora o projeto europeu é uma dessas causas. Estamos a precisar, como de pão para a boca, de uma revolução pacífica e de um salto em frente da União Europeia. É necessário que os europeus compreendam que têm de reagir coletiva, pacífica e solidariamente, para que a União Europeia se desenvolva e ultrapasse esta crise terrível do capitalismo de casino.".Do "Prefácio"
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Em setembro de 1944, a Gestapo invade um palazzo rural italiano, prende uma mulher e leva os filhos dela, de dois e três anos. A mulher é Fey Pirzio-Biroli, filha de Ulrich von Hassell - diplomata alemão e importante elemento da Resistência alemã, executado dias depois da tentativa falhada de assassinato do Führer. Agora, Hitler está a levar a cabo a mais cruel das vinganças, atacando, separando e destruindo as famílias de todos aqueles que conspiraram contra ele. Levada de campo de concentração em campo de concentração, Fey vai conhecer a verdadeira dimensão e os horrores do Holocausto. Sem notícias das crianças, resta-lhe a esperança de um dia escapar às garras da máquina nazi e reunir a sua família. Mas o destino dos seus filhos é uma incógnita. Mesmo que estejam vivos, poderão ser encontrados e identificados na vastidão de uma Europa destruída? Usando a voz da própria Fey - através de cartas, entradas de diário e recordações - Catherine Bailey conta-nos uma história esmagadora de sacrifício e, acima de tudo, resistência…
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Em setembro de 1944, a Gestapo invade um palazzo rural italiano, prende uma mulher e leva os filhos dela, de dois e três anos. A mulher é Fey Pirzio-Biroli, filha de Ulrich von Hassell - diplomata alemão e importante elemento da Resistência alemã, executado dias depois da tentativa falhada de assassinato do Führer. Agora, Hitler está a levar a cabo a mais cruel das vinganças, atacando, separando e destruindo as famílias de todos aqueles que conspiraram contra ele. Levada de campo de concentração em campo de concentração, Fey vai conhecer a verdadeira dimensão e os horrores do Holocausto. Sem notícias das crianças, resta-lhe a esperança de um dia escapar às garras da máquina nazi e reunir a sua família. Mas o destino dos seus filhos é uma incógnita. Mesmo que estejam vivos, poderão ser encontrados e identificados na vastidão de uma Europa destruída? Usando a voz da própria Fey - através de cartas, entradas de diário e recordações - Catherine Bailey conta-nos uma história esmagadora de sacrifício e, acima de tudo, resistência…
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Os alemães estavam convencidos de que ataque aéreo a Creta em 1941 lhes garantiria uma vitória fácil e sem surpresas. Não faziam ideia de que os britânicos tinham intercetado as suas comunicações e preparado uma armadilha. Mas as coisas também não correram como planeado para as forças britânicas: um mal-entendido fatal ditou o desenlace trágico da batalha. Derrotados, os combatentes gregos organizaram-se numa resistência feroz e heroica, apoiada pelos oficiais britânicos do SOE.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Os alemães estavam convencidos de que ataque aéreo a Creta em 1941 lhes garantiria uma vitória fácil e sem surpresas. Não faziam ideia de que os britânicos tinham intercetado as suas comunicações e preparado uma armadilha. Mas as coisas também não correram como planeado para as forças britânicas: um mal-entendido fatal ditou o desenlace trágico da batalha. Derrotados, os combatentes gregos organizaram-se numa resistência feroz e heroica, apoiada pelos oficiais britânicos do SOE.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1912, aos 27 anos, D.H. Lawrence viajou para o estrangeiro pela primeira vez e passou quase um ano imerso na vida rural italiana. Crepúsculo em Itália é um clássico da literatura de viagens, onde o autor utiliza a paisagem e as pessoas que conheceu como pano de fundo para reflexões mais profundas sobre a filosofia, a vida, a natureza, a religião e o destino dos homens. Nostálgico e premonitório, Lawrence anuncia aqui os acontecimentos que ameaçam este idílio campestre: o advento da era industrial e da Grande Guerra, que mudariam a vida na Europa para sempre.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Em 1912, aos 27 anos, D.H. Lawrence viajou para o estrangeiro pela primeira vez e passou quase um ano imerso na vida rural italiana. Crepúsculo em Itália é um clássico da literatura de viagens, onde o autor utiliza a paisagem e as pessoas que conheceu como pano de fundo para reflexões mais profundas sobre a filosofia, a vida, a natureza, a religião e o destino dos homens. Nostálgico e premonitório, Lawrence anuncia aqui os acontecimentos que ameaçam este idílio campestre: o advento da era industrial e da Grande Guerra, que mudariam a vida na Europa para sempre.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Crepúsculo do Colonialismo" é a continuação de "A Diplomacia de Salazar", publicado em outubro de 2012. O volume anterior cobriu o período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo e a adesão de Portugal à NATO. O atual narra os anos de 1949 a 1961, culminando com a invasão de Goa, em dezembro desse ano.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Crepúsculo do Colonialismo" é a continuação de "A Diplomacia de Salazar", publicado em outubro de 2012. O volume anterior cobriu o período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo e a adesão de Portugal à NATO. O atual narra os anos de 1949 a 1961, culminando com a invasão de Goa, em dezembro desse ano.
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um clássico da literatura do Holocausto redescoberto e traduzido pela primeira vez - do jornalista, poeta e sobrevivente József Debreczeni. József Debreczeni, um prolífico jornalista e poeta de língua húngara, chegou a Auschwitz em 1944; se tivesse sido selecionado para seguir para a "esquerda", teria vivido apenas mais 45 minutos. Afortunadamente, foi enviado para a "direita", o que o levou a 12 terríveis meses de detenção e trabalho escravo numa série de campos, que terminaram no "Crematório Frio" o chamado "hospital" do campo de trabalho escravo de Dörnhau, onde os prisioneiros demasiado debilitados aguardavam a execução. Porém, à medida que as forças soviéticas e aliadas se acercavam dos campos, os comandantes nazis ¿ receosos das eventuais punições pelos seus crimes - fugiram, abandonando os prisioneiros, em vez de os enviarem de imediato para as câmaras de gás. Debreczeni registou as suas experiências neste livro, uma das mais duras e impiedosas acusações ao nazismo jamais escritas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um clássico da literatura do Holocausto redescoberto e traduzido pela primeira vez - do jornalista, poeta e sobrevivente József Debreczeni. József Debreczeni, um prolífico jornalista e poeta de língua húngara, chegou a Auschwitz em 1944; se tivesse sido selecionado para seguir para a "esquerda", teria vivido apenas mais 45 minutos. Afortunadamente, foi enviado para a "direita", o que o levou a 12 terríveis meses de detenção e trabalho escravo numa série de campos, que terminaram no "Crematório Frio" o chamado "hospital" do campo de trabalho escravo de Dörnhau, onde os prisioneiros demasiado debilitados aguardavam a execução. Porém, à medida que as forças soviéticas e aliadas se acercavam dos campos, os comandantes nazis ¿ receosos das eventuais punições pelos seus crimes - fugiram, abandonando os prisioneiros, em vez de os enviarem de imediato para as câmaras de gás. Debreczeni registou as suas experiências neste livro, uma das mais duras e impiedosas acusações ao nazismo jamais escritas.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Ao destruir o seu carro num acidente, assistindo à morte do condutor do outro veículo diante dos seus olhos, James Ballard, o narrador deste livro, descobre o fascínio pela confusão e caos do metal e de superfícies amolgadas, resultantes do impacto entre carros.É a visão do seu amigo e visionário Robert Vaughan, homem que conduz uma espécie de irmandade de adoradores obcecados com as possibilidades eróticas dos desastres de viação, que Ballard partilha connosco: o derradeiro acidente, uma colisão frontal, um vórtice de sangue, sémen e líquido refrigerante — retrato singular da dependência crescente da tecnologia como intermediária das relações humanas, em que o erótico, o mecânico e o macabro se confundem. Publicado originalmente em 1973, Crash continua a ser um dos romances mais chocantes do século XX, tendo sido adaptado para cinema, sob o mesmo título e com igual controvérsia, por David Cronenberg.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Ao destruir o seu carro num acidente, assistindo à morte do condutor do outro veículo diante dos seus olhos, James Ballard, o narrador deste livro, descobre o fascínio pela confusão e caos do metal e de superfícies amolgadas, resultantes do impacto entre carros.É a visão do seu amigo e visionário Robert Vaughan, homem que conduz uma espécie de irmandade de adoradores obcecados com as possibilidades eróticas dos desastres de viação, que Ballard partilha connosco: o derradeiro acidente, uma colisão frontal, um vórtice de sangue, sémen e líquido refrigerante — retrato singular da dependência crescente da tecnologia como intermediária das relações humanas, em que o erótico, o mecânico e o macabro se confundem. Publicado originalmente em 1973, Crash continua a ser um dos romances mais chocantes do século XX, tendo sido adaptado para cinema, sob o mesmo título e com igual controvérsia, por David Cronenberg.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 270
Sinopse:
Desde o caso Maddie à ASAE, passando por Obama, pela crise e pelos bons costumes, a opinião pertinente de um dos melhores autores portugueses.
Nº Páginas: 270
Sinopse:
Desde o caso Maddie à ASAE, passando por Obama, pela crise e pelos bons costumes, a opinião pertinente de um dos melhores autores portugueses.
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