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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Ela está determinada a mudar a forma como o mundo a vê. E a não se apaixonar… Bea Shumacher é uma conhecida blogger de moda XL com um estilo invejável, uma carreira bem-sucedida e uma queda por reality shows. Bea vibra com os episódios de Mais-que-Tudo — um êxito televisivo recheado de encontros de sonho, rejeições dramáticas e um pedido de casamento no final —, mas está farta de ver sempre a mesma representação de beleza convencional no programa. Depois de publicar um artigo que se torna viral sobre os padrões de beleza irrealistas daquele reality show, Bea é surpreendida por um convite para ser a protagonista da nova temporada, com 25 homens a competir pela sua atenção. Bea aceita, mas com duas condições: os participantes devem ser o mais diversificados possível e ela não irá, de forma alguma, apaixonar-se a sério. Aquilo que pretende é impulsionar a carreira, desconstruir estereótipos e esquecer o homem que lhe partiu o coração. Quando as filmagens começam, Bea tem dificuldade em identificar o que é real em todo aquele mundo glamoroso e em quem é que pode confiar. Com muitos dos seus desejos e inseguranças a virem à tona, terá de decidir que rumo dar à sua vida e perceber se estará finalmente preparada para encontrar o amor.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Ela está determinada a mudar a forma como o mundo a vê. E a não se apaixonar… Bea Shumacher é uma conhecida blogger de moda XL com um estilo invejável, uma carreira bem-sucedida e uma queda por reality shows. Bea vibra com os episódios de Mais-que-Tudo — um êxito televisivo recheado de encontros de sonho, rejeições dramáticas e um pedido de casamento no final —, mas está farta de ver sempre a mesma representação de beleza convencional no programa. Depois de publicar um artigo que se torna viral sobre os padrões de beleza irrealistas daquele reality show, Bea é surpreendida por um convite para ser a protagonista da nova temporada, com 25 homens a competir pela sua atenção. Bea aceita, mas com duas condições: os participantes devem ser o mais diversificados possível e ela não irá, de forma alguma, apaixonar-se a sério. Aquilo que pretende é impulsionar a carreira, desconstruir estereótipos e esquecer o homem que lhe partiu o coração. Quando as filmagens começam, Bea tem dificuldade em identificar o que é real em todo aquele mundo glamoroso e em quem é que pode confiar. Com muitos dos seus desejos e inseguranças a virem à tona, terá de decidir que rumo dar à sua vida e perceber se estará finalmente preparada para encontrar o amor.
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Edição: Jul 2012
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quando o detetive privado das estrelas de cinema, Mac Reilly, ouve o grito de uma mulher a sobrepor-se ao ruído das ondas a rebentar, a sua vida altera-se para sempre. Uma bela mulher perturbada envergando apenas um negligée preto de renda à porta de uma fabulosa casa de praia aponta-lhe uma arma. Mac escapa à bala, mas por pouco. Quem é aquela mulher? Dias depois já desapareceu e a Smith & Wesson com que quase o matou aparece no carro dele. Praticamente ao mesmo tempo, Allie Ray, estrela do grande ecrã e namoradinha da América, desaparece também. As duas mulheres estão relacionadas e Mac vê-se de repente envolvido numa teia de enganos. Vai precisar de ajuda para conseguir apurar toda a verdade. É aqui que entra em cena Sunny Alvarez. Sunny e Mac têm uma relação marcada por alguns arrufos. Ultimamente, muitos arrufos. Mas agora ele precisa dela mais do que nunca. Juntos iniciam uma perseguição que os levará da Califórnia do Sul até às praias do México, das ruas de Roma até às zonas rurais de França. Mantêm-se um passo atrás de um assassino esquivo e um passo à frente de uma atriz que só quer desaparecer...
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quando o detetive privado das estrelas de cinema, Mac Reilly, ouve o grito de uma mulher a sobrepor-se ao ruído das ondas a rebentar, a sua vida altera-se para sempre. Uma bela mulher perturbada envergando apenas um negligée preto de renda à porta de uma fabulosa casa de praia aponta-lhe uma arma. Mac escapa à bala, mas por pouco. Quem é aquela mulher? Dias depois já desapareceu e a Smith & Wesson com que quase o matou aparece no carro dele. Praticamente ao mesmo tempo, Allie Ray, estrela do grande ecrã e namoradinha da América, desaparece também. As duas mulheres estão relacionadas e Mac vê-se de repente envolvido numa teia de enganos. Vai precisar de ajuda para conseguir apurar toda a verdade. É aqui que entra em cena Sunny Alvarez. Sunny e Mac têm uma relação marcada por alguns arrufos. Ultimamente, muitos arrufos. Mas agora ele precisa dela mais do que nunca. Juntos iniciam uma perseguição que os levará da Califórnia do Sul até às praias do México, das ruas de Roma até às zonas rurais de França. Mantêm-se um passo atrás de um assassino esquivo e um passo à frente de uma atriz que só quer desaparecer...
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Vasco Pulido Valente é, de longe, o colunista mais influente do país - escreve sobre políticos e sobre partidos; sobre economia e sobre empresários; sobre pequena e grande corrupção; sobre terrorismo e sobre religião; sobre desporto, jornalismo, educação e costumes. E é o colunista mais influente do país há muito tempo. Nas crónicas reunidas em De Mal a Pior, escreve sobre inúmeros primeiros-ministros, sobre vários presidentes da República, sobre três papas. Escreve também sobre si próprio. Vasco Pulido Valente recusa aceitar mansamente a forma como o Estado pretende mandar na vida de todos, proibindo o tabaco, combatendo a comida pouco saudável ou forçando cada pessoa a zelar pelo seu corpo, quer queira quer não. Ao constatar que, na sociedade actual, "o indivíduo morreu", protesta e lamenta: "Não fui feito para isto". Nada que deva espantar muito. Num outro livro de crónicas, Vasco Pulido Valente já tinha avisado: "Eu sempre fui assim".
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Vasco Pulido Valente é, de longe, o colunista mais influente do país - escreve sobre políticos e sobre partidos; sobre economia e sobre empresários; sobre pequena e grande corrupção; sobre terrorismo e sobre religião; sobre desporto, jornalismo, educação e costumes. E é o colunista mais influente do país há muito tempo. Nas crónicas reunidas em De Mal a Pior, escreve sobre inúmeros primeiros-ministros, sobre vários presidentes da República, sobre três papas. Escreve também sobre si próprio. Vasco Pulido Valente recusa aceitar mansamente a forma como o Estado pretende mandar na vida de todos, proibindo o tabaco, combatendo a comida pouco saudável ou forçando cada pessoa a zelar pelo seu corpo, quer queira quer não. Ao constatar que, na sociedade actual, "o indivíduo morreu", protesta e lamenta: "Não fui feito para isto". Nada que deva espantar muito. Num outro livro de crónicas, Vasco Pulido Valente já tinha avisado: "Eu sempre fui assim".
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 344
Sinopse:
9 de abril de 1918 foi um dos dias mais mortíferos na história militar de Portugal. Numa só manhã, perto de 400 portugueses morreram, muitos mais foram feridos e o número de prisioneiros rondou os 6600. O Corpo Expedicionário Português (CEP), símbolo máximo do esforço de guerra nacional durante a Primeira Guerra Mundial, desapareceu dos campos de batalha franceses enquanto unidade organizada. A jovem República apostara forte na constituição do CEP e seu envio para a Frente Ocidental, e perdera. Neste volume Filipe Ribeiro de Meneses regressa ao tema da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, propondo uma nova interpretação das causas e das consequências do desastre sofrido em La Lys.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
9 de abril de 1918 foi um dos dias mais mortíferos na história militar de Portugal. Numa só manhã, perto de 400 portugueses morreram, muitos mais foram feridos e o número de prisioneiros rondou os 6600. O Corpo Expedicionário Português (CEP), símbolo máximo do esforço de guerra nacional durante a Primeira Guerra Mundial, desapareceu dos campos de batalha franceses enquanto unidade organizada. A jovem República apostara forte na constituição do CEP e seu envio para a Frente Ocidental, e perdera. Neste volume Filipe Ribeiro de Meneses regressa ao tema da participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, propondo uma nova interpretação das causas e das consequências do desastre sofrido em La Lys.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 120
Sinopse:
UMA PROVOCAÇÃO AOS DOGMAS DA ESQUERDA E DA DIREITA. Mark Lilla é um dos grandes pensadores políticos da década. Situa-se à Esquerda, mas curiosamente tem mais inimigos à Esquerda do que à Direita. Porquê? Pelo despudor em apontar as falhas da Esquerda e desmascarar os seus dogmas, e pela audácia de propor novos rumos. Em De Esquerda, Agora e Sempre, Lilla discute o falhanço do liberalismo norte-americano nos últimos 40 anos. Mesmo tendo havido Democratas na Casa Branca, ao longo de duas gerações a ideologia política dominante foi a que Ronald Reagan implementou: Governo pouco interventivo, impostos baixos, incentivo ao individualismo. O Partido Democrata pouco fez para mudar este estado de coisas. Por ter concentrado esforços nas políticas identitárias, o liberalismo norte-americano enfrenta agora consequências desastrosas: um narcisismo económico amoral, um eleitorado alheio à ideia de futuro partilhado e de bem comum. No jogo para conquistar o imaginário americana, a Esquerda desistiu. Mark Lilla defende que chegou o momento de começar de novo: a Esquerda está motivada, e o Partido Republicano vive uma crise ideológica, desencadeada pelo demagogo imprevisível que o lidera. É preciso então reconstruir o que há de comum entre os americanos e encorajar o entido de dever mútuo. JÁ PUBLICADO EM VÁRIOS PAÍSES: REINO UNIDO, FRANÇA, ITÁLIA, ESPANHA, POLÓNIA, BRASIL, COREIA, CHINA E JAPÃO
Nº Páginas: 120
Sinopse:
UMA PROVOCAÇÃO AOS DOGMAS DA ESQUERDA E DA DIREITA. Mark Lilla é um dos grandes pensadores políticos da década. Situa-se à Esquerda, mas curiosamente tem mais inimigos à Esquerda do que à Direita. Porquê? Pelo despudor em apontar as falhas da Esquerda e desmascarar os seus dogmas, e pela audácia de propor novos rumos. Em De Esquerda, Agora e Sempre, Lilla discute o falhanço do liberalismo norte-americano nos últimos 40 anos. Mesmo tendo havido Democratas na Casa Branca, ao longo de duas gerações a ideologia política dominante foi a que Ronald Reagan implementou: Governo pouco interventivo, impostos baixos, incentivo ao individualismo. O Partido Democrata pouco fez para mudar este estado de coisas. Por ter concentrado esforços nas políticas identitárias, o liberalismo norte-americano enfrenta agora consequências desastrosas: um narcisismo económico amoral, um eleitorado alheio à ideia de futuro partilhado e de bem comum. No jogo para conquistar o imaginário americana, a Esquerda desistiu. Mark Lilla defende que chegou o momento de começar de novo: a Esquerda está motivada, e o Partido Republicano vive uma crise ideológica, desencadeada pelo demagogo imprevisível que o lidera. É preciso então reconstruir o que há de comum entre os americanos e encorajar o entido de dever mútuo. JÁ PUBLICADO EM VÁRIOS PAÍSES: REINO UNIDO, FRANÇA, ITÁLIA, ESPANHA, POLÓNIA, BRASIL, COREIA, CHINA E JAPÃO
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
O que teria escrito Anne Frank a Adolf Hitler, Darwin a Deus, Jesus Cristo a Maomé? Dezenas de protagonistas da História reencontram-se neste livro original, que dá corpo às palavras que ficaram por dizer. José Jorge Letria, escritor com vasta obra publicada, traduzida e premiada, criou um conjunto de cartas imaginárias, baseadas em factos históricos, recuperando assim a tradição da ficção epistolar. Seria improvável que Groucho Marx decidisse escrever a Karl Marx, Pablo Neruda a Augusto Pinochet ou Humberto Delgado a Salazar. Mas o que teriam escrito se porventura tivessem tido ocasião de o fazer? Vidas que se completaram ou se destruíram reencontram-se num exercício de reconciliação, despedida ou revelação, em que grandes homens e mulheres, heróis e vilões da História, falam de temas universais como o amor, a saudade e o arrependimento.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
O que teria escrito Anne Frank a Adolf Hitler, Darwin a Deus, Jesus Cristo a Maomé? Dezenas de protagonistas da História reencontram-se neste livro original, que dá corpo às palavras que ficaram por dizer. José Jorge Letria, escritor com vasta obra publicada, traduzida e premiada, criou um conjunto de cartas imaginárias, baseadas em factos históricos, recuperando assim a tradição da ficção epistolar. Seria improvável que Groucho Marx decidisse escrever a Karl Marx, Pablo Neruda a Augusto Pinochet ou Humberto Delgado a Salazar. Mas o que teriam escrito se porventura tivessem tido ocasião de o fazer? Vidas que se completaram ou se destruíram reencontram-se num exercício de reconciliação, despedida ou revelação, em que grandes homens e mulheres, heróis e vilões da História, falam de temas universais como o amor, a saudade e o arrependimento.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Depois do brilhante Anthero, Areia & Água, distinguido com o Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes em 2010, surge agora De Amore. Sobre o autor escreveu António Carlos Cortez, no JL: "Armando Silva Carvalho é uma das vozes poéticas mais impressionantes da atualidade[…]".
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Depois do brilhante Anthero, Areia & Água, distinguido com o Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes em 2010, surge agora De Amore. Sobre o autor escreveu António Carlos Cortez, no JL: "Armando Silva Carvalho é uma das vozes poéticas mais impressionantes da atualidade[…]".
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"De amor e de sombra", o segundo romance de Isabel Allende, relata a apaixonada relação de duas personagens dispostas a arriscar tudo em nome da justiça e da verdade, num país onde as detenções arbitrárias e execuções sumárias são uma prática constante. A jornalista Irene Beltrán provém de uma família burguesa, mas isso não impede Francisco Leal, um jovem fotógrafo e membro da resistência, de se apaixonar por ela. A partir de uma reportagem rotineira, um mundo estranho, oculto pelo discurso oficial, é-lhes revelado, fazendo-os sentir-se responsáveis perante os factos cruéis que se sucedem. É nas sombras do poder, do abuso e das injustiças que o amor de Irene e Francisco se aprofunda. Isabel Allende confirma-se como uma narradora de histórias fantásticas, dando vida a personagens que quase saltam das páginas: a mãe decadente e ignorante de Irene, o impulsivo e temerário pai de Francisco e Mário, uma celebridade homossexual e um subversivo sem medo. Esta é uma história fascinante de tragédia e de êxtase, de valentia e de sacrífico - um romance comovente e estimulante.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"De amor e de sombra", o segundo romance de Isabel Allende, relata a apaixonada relação de duas personagens dispostas a arriscar tudo em nome da justiça e da verdade, num país onde as detenções arbitrárias e execuções sumárias são uma prática constante. A jornalista Irene Beltrán provém de uma família burguesa, mas isso não impede Francisco Leal, um jovem fotógrafo e membro da resistência, de se apaixonar por ela. A partir de uma reportagem rotineira, um mundo estranho, oculto pelo discurso oficial, é-lhes revelado, fazendo-os sentir-se responsáveis perante os factos cruéis que se sucedem. É nas sombras do poder, do abuso e das injustiças que o amor de Irene e Francisco se aprofunda. Isabel Allende confirma-se como uma narradora de histórias fantásticas, dando vida a personagens que quase saltam das páginas: a mãe decadente e ignorante de Irene, o impulsivo e temerário pai de Francisco e Mário, uma celebridade homossexual e um subversivo sem medo. Esta é uma história fascinante de tragédia e de êxtase, de valentia e de sacrífico - um romance comovente e estimulante.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Como a democracia transformou o país e como o país moldou a democracia.No estilo simples, analítico e crítico que lhe é particular, Joaquim Vieira, jornalista de renome e com larga experiência em ensaio de divulgação histórica, faz o retrato dos 40 anos de democracia em Portugal: começando no momento eufórico da revolução e na conturbada consolidação democrática; passando pela euforia de adesão à União Europeia e pelo acelerado desenvolvimento; terminando na célebre intervenção da Troika no país, momento definidor (e arrasador) para uma ou mais gerações.Da euforia à depressão, o país viveu nestes 40 anos alguns dos momentos mais importantes da sua História. Desalentado, no limiar da sobrevivência, o país precisa agora de se reinventar. Um documento fundamental para a História contemporânea de Portugal.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Como a democracia transformou o país e como o país moldou a democracia.No estilo simples, analítico e crítico que lhe é particular, Joaquim Vieira, jornalista de renome e com larga experiência em ensaio de divulgação histórica, faz o retrato dos 40 anos de democracia em Portugal: começando no momento eufórico da revolução e na conturbada consolidação democrática; passando pela euforia de adesão à União Europeia e pelo acelerado desenvolvimento; terminando na célebre intervenção da Troika no país, momento definidor (e arrasador) para uma ou mais gerações.Da euforia à depressão, o país viveu nestes 40 anos alguns dos momentos mais importantes da sua História. Desalentado, no limiar da sobrevivência, o país precisa agora de se reinventar. Um documento fundamental para a História contemporânea de Portugal.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 515
Sinopse:
"De noite é que é o inferno. […] os telefones retinem, os estafetas põem-se a andar e o S.O.S. sobe ao céu, no vinco luminoso dos very-lights […] até que se apagam e o mundo é apenas escuridão. […] Ouve-se o crac-crac das metralhadoras que o boche despeja e que nós despejamos. E transida, bafejando as mãos, sem sono, a gente escuta o ecos e o nosso coração doente como um velho relógio tonto oscilando entre a saudade dos que estão longe e a ideia de morrer ali, armado e equipado, sonolento e triste, com um cão sem forças." Albino Forjaz Sampaio, oficial português na Flandres. A partir de Janeiro de 1917, o cais de Alcântara assiste aos sucessivos embarques de tropas portuguesas rumo à Flandres. Em França reúnem-se aos aliados ingleses para combaterem, na I Guerra Mundial, contra o inimigo comum: a Alemanha. A 2 de Abril de 1917, a coberto da bruma da madrugada, entraram nas trincheiras os primeiros soldados portugueses que iriam participar na campanha da I Guerra Mundial, num total de 55 mil expedicionários. Na Flandres, em França, encontraram um novo tipo de guerra. Enfrentaram o frio, a lama pegajosa, o barulho ensurdecedor dos bombardeamentos, habituaram-se ao "corned beef" que os fazia suspirar pelo bacalhau e o pão escuro nacional, adoeceram, sentiram medo, desolação e cansaço. Na frente de batalha, combateram ao lado dos ingleses, com coragem e heroísmo, outros desertaram ou foram aprisionados pelos alemães, e nos momentos de descanso aproveitavam para fugir ao terror dos ataques, jogando às damas, cantando, escrevendo cartas aos familiares ou namorando com francesas, belgas e inglesas, mesmo sem saber uma palavra do seu idioma.
Nº Páginas: 515
Sinopse:
"De noite é que é o inferno. […] os telefones retinem, os estafetas põem-se a andar e o S.O.S. sobe ao céu, no vinco luminoso dos very-lights […] até que se apagam e o mundo é apenas escuridão. […] Ouve-se o crac-crac das metralhadoras que o boche despeja e que nós despejamos. E transida, bafejando as mãos, sem sono, a gente escuta o ecos e o nosso coração doente como um velho relógio tonto oscilando entre a saudade dos que estão longe e a ideia de morrer ali, armado e equipado, sonolento e triste, com um cão sem forças." Albino Forjaz Sampaio, oficial português na Flandres. A partir de Janeiro de 1917, o cais de Alcântara assiste aos sucessivos embarques de tropas portuguesas rumo à Flandres. Em França reúnem-se aos aliados ingleses para combaterem, na I Guerra Mundial, contra o inimigo comum: a Alemanha. A 2 de Abril de 1917, a coberto da bruma da madrugada, entraram nas trincheiras os primeiros soldados portugueses que iriam participar na campanha da I Guerra Mundial, num total de 55 mil expedicionários. Na Flandres, em França, encontraram um novo tipo de guerra. Enfrentaram o frio, a lama pegajosa, o barulho ensurdecedor dos bombardeamentos, habituaram-se ao "corned beef" que os fazia suspirar pelo bacalhau e o pão escuro nacional, adoeceram, sentiram medo, desolação e cansaço. Na frente de batalha, combateram ao lado dos ingleses, com coragem e heroísmo, outros desertaram ou foram aprisionados pelos alemães, e nos momentos de descanso aproveitavam para fugir ao terror dos ataques, jogando às damas, cantando, escrevendo cartas aos familiares ou namorando com francesas, belgas e inglesas, mesmo sem saber uma palavra do seu idioma.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Ao longo do rio que cruza os destinos do Oriente e do Ocidente, do cristianismo e do Islão, mas também da literatura. Clássico da literatura de viagens e do "romance geográfico", Danúbio reinventa e descreve o mundo da poliglota e pluricultural Mitteleuropa - a Europa Central - ao longo do rio que cruza os destinos do Oriente e do Ocidente, do cristianismo e do Islão, mas também da literatura (que evoca permanentemente) e da memória dos monumentos, ruas e fantasmas que habitam as cidades dessa geografia. Essa viagem pelo Danúbio (atravessando a Alemanha, a Áustria, a Hungria, a antiga Jugoslávia, a Roménia e a Turquia), o grande rio europeu, é a viagem pelo imaginário do nosso continente. Não é uma viagem pela História ou pela política, não obedece à cronologia - apenas observa a geografia e o espírito do lugar, misturando histórias dos livros com histórias humanas e quotidianas, como um guia sentimental do território.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Ao longo do rio que cruza os destinos do Oriente e do Ocidente, do cristianismo e do Islão, mas também da literatura. Clássico da literatura de viagens e do "romance geográfico", Danúbio reinventa e descreve o mundo da poliglota e pluricultural Mitteleuropa - a Europa Central - ao longo do rio que cruza os destinos do Oriente e do Ocidente, do cristianismo e do Islão, mas também da literatura (que evoca permanentemente) e da memória dos monumentos, ruas e fantasmas que habitam as cidades dessa geografia. Essa viagem pelo Danúbio (atravessando a Alemanha, a Áustria, a Hungria, a antiga Jugoslávia, a Roménia e a Turquia), o grande rio europeu, é a viagem pelo imaginário do nosso continente. Não é uma viagem pela História ou pela política, não obedece à cronologia - apenas observa a geografia e o espírito do lugar, misturando histórias dos livros com histórias humanas e quotidianas, como um guia sentimental do território.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 224
Sinopse:
As sarcásticas histórias de "Danças & Contradanças" podem ser resumidas em duas palavras: malévolas e maliciosas. Como em muitos dos seus romances, Joanne Harris consegue combinar de uma forma única situações e personagens comuns - e até banais - com o extraordinário e o inesperado. Mais do que nunca, a autora dá largas à sua imaginação e apresenta-nos uma exuberante e prodigiosa caixa de Pandora que contém tudo quanto é extravagante, estranho misterioso e perverso. De bruxas suburbanas a velhinhas provocadoras, monstros envelhecidos, vencedores da lotaria suicidas, lobisomens, mulheres-golfinho e fabricantes de adereços eróticos, estas são vinte e duas histórias onde o fantástico anda de mãos dadas com o mundano, o amargo com o doce, e onde o belo, o grotesco, o sedutor e o perturbador estão sempre a um passo de distância. Escolham o vosso par, por favor. "Danças & Contradanças" é o primeiro livro de contos de Joanne Harris, que, com a mestria a que já nos habituou, consegue deliciar, surpreender, entreter e horrorizar em igual medida. Suficientemente longas para aguçar o apetite, e breves a ponto de serem lidas num piscar de olhos, estas são histórias maliciosas, divertidas, por vezes provocadoras, mas sempre pessoais e capazes de revelar uma faceta de Joanne Harris até agora desconhecida dos seus leitores.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
As sarcásticas histórias de "Danças & Contradanças" podem ser resumidas em duas palavras: malévolas e maliciosas. Como em muitos dos seus romances, Joanne Harris consegue combinar de uma forma única situações e personagens comuns - e até banais - com o extraordinário e o inesperado. Mais do que nunca, a autora dá largas à sua imaginação e apresenta-nos uma exuberante e prodigiosa caixa de Pandora que contém tudo quanto é extravagante, estranho misterioso e perverso. De bruxas suburbanas a velhinhas provocadoras, monstros envelhecidos, vencedores da lotaria suicidas, lobisomens, mulheres-golfinho e fabricantes de adereços eróticos, estas são vinte e duas histórias onde o fantástico anda de mãos dadas com o mundano, o amargo com o doce, e onde o belo, o grotesco, o sedutor e o perturbador estão sempre a um passo de distância. Escolham o vosso par, por favor. "Danças & Contradanças" é o primeiro livro de contos de Joanne Harris, que, com a mestria a que já nos habituou, consegue deliciar, surpreender, entreter e horrorizar em igual medida. Suficientemente longas para aguçar o apetite, e breves a ponto de serem lidas num piscar de olhos, estas são histórias maliciosas, divertidas, por vezes provocadoras, mas sempre pessoais e capazes de revelar uma faceta de Joanne Harris até agora desconhecida dos seus leitores.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Dançando sobre Vidro" ilustra na perfeição o poder do amor. É uma história de grande intensidade e que nos oferece um olhar íntimo sobre uma relação bela, repentinamente afetada pela doença. Sendo o retrato cru de um casamento que é simultaneamente comum e incomum, ilustra também, na perfeição, o poder do amor e leva-nos numa viagem inesquecível.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Dançando sobre Vidro" ilustra na perfeição o poder do amor. É uma história de grande intensidade e que nos oferece um olhar íntimo sobre uma relação bela, repentinamente afetada pela doença. Sendo o retrato cru de um casamento que é simultaneamente comum e incomum, ilustra também, na perfeição, o poder do amor e leva-nos numa viagem inesquecível.
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Edição: Nov 2007
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Em "Dança, Dança, Dança", Haruki Murakami continua a trajectória da personagem de Em Busca do Carneiro Selvagem, agora à procura do seu antigo amor que desapareceu misteriosamente do Hotel Golfinho. Nessa nova busca, o narrador, um jornalista freelancer, perde-se cada vez mais num universo de realismo fantástico, quase kafkiano, envolvendo-se com personagens verdadeiramente singulares: uma adolescente clarividente, um actor de cinema extravagante, um poeta maneta e prostitutas de luxo. Ambientado em Tóquio, este romance aborda temas como a solidão, o amor e a efemeridade da vida e retrata uma sociedade em constante transformação, altamente consumista e regida por valores como a fama, o dinheiro e o poder. Ao som de músicas dos anos 60, 70 e 80, o narrador e os seus amigos acabam por se envolver num caso de homicídio.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Em "Dança, Dança, Dança", Haruki Murakami continua a trajectória da personagem de Em Busca do Carneiro Selvagem, agora à procura do seu antigo amor que desapareceu misteriosamente do Hotel Golfinho. Nessa nova busca, o narrador, um jornalista freelancer, perde-se cada vez mais num universo de realismo fantástico, quase kafkiano, envolvendo-se com personagens verdadeiramente singulares: uma adolescente clarividente, um actor de cinema extravagante, um poeta maneta e prostitutas de luxo. Ambientado em Tóquio, este romance aborda temas como a solidão, o amor e a efemeridade da vida e retrata uma sociedade em constante transformação, altamente consumista e regida por valores como a fama, o dinheiro e o poder. Ao som de músicas dos anos 60, 70 e 80, o narrador e os seus amigos acabam por se envolver num caso de homicídio.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Desde 2002, após 27 anos de uma horrífica guerra civil, Angola mudou drasticamente. O enorme crescimento económico, sustentado pelos lucros do petróleo, trouxe um maciço investimento externo e criou uma nova aristocracia, fabulosamente rica, extraordinariamente açambarcadora, transformando Luanda na segunda cidade mais cara do mundo. Um país de contrastes: ao enorme exército e à sede de poder contrapõe-se a triste realidade de uma população mergulhada na mais profunda pobreza, graças ao saque das riquezas nacionais por um punhado de angolanos. Daniel Metcalfe envolve-se nesta intensa realidade e atravessa Angola de lés a lés. Caminha lado a lado com o povo angolano, fala com chefes tribais, trabalhadores petrolíferos, mineiros e crianças de rua. "Dália Azul, Ouro Negro" é uma crónica da história de Angola, em que não faltam pirataria, escravatura, a lendária rainha Ginga e até monges capuchinhos. País-símbolo de um ponto de viragem histórico, em que África se impõe ao mundo desenvolvido sem, no entanto, resolver as graves contradições que a afligem, Angola permanece indecifrável aos estrangeiros. É essa barreira que Daniel Metcalfe consegue superar.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Desde 2002, após 27 anos de uma horrífica guerra civil, Angola mudou drasticamente. O enorme crescimento económico, sustentado pelos lucros do petróleo, trouxe um maciço investimento externo e criou uma nova aristocracia, fabulosamente rica, extraordinariamente açambarcadora, transformando Luanda na segunda cidade mais cara do mundo. Um país de contrastes: ao enorme exército e à sede de poder contrapõe-se a triste realidade de uma população mergulhada na mais profunda pobreza, graças ao saque das riquezas nacionais por um punhado de angolanos. Daniel Metcalfe envolve-se nesta intensa realidade e atravessa Angola de lés a lés. Caminha lado a lado com o povo angolano, fala com chefes tribais, trabalhadores petrolíferos, mineiros e crianças de rua. "Dália Azul, Ouro Negro" é uma crónica da história de Angola, em que não faltam pirataria, escravatura, a lendária rainha Ginga e até monges capuchinhos. País-símbolo de um ponto de viragem histórico, em que África se impõe ao mundo desenvolvido sem, no entanto, resolver as graves contradições que a afligem, Angola permanece indecifrável aos estrangeiros. É essa barreira que Daniel Metcalfe consegue superar.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Da Troika à Geringonça é um livro que conjuga a observação da realidade económica e política portuguesa, de 2011 a 2019, à luz de um pensamento político e económico liberal. Na verdade, confrontando-se com os governos de Pedro Passos Coelho e de António Costa, e com a acção de ministros das finanças de Vítor Gaspar a Mário Centeno, passando por Maria Luís Albuquerque, este livro faz um retrato claro e cristalino da realidade portuguesa e dos problemas essenciais que afligem a nossa sociedade e a nossa economia. Um livro cuja linguagem combina inteligência e prazer. Uma grande leitura.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Da Troika à Geringonça é um livro que conjuga a observação da realidade económica e política portuguesa, de 2011 a 2019, à luz de um pensamento político e económico liberal. Na verdade, confrontando-se com os governos de Pedro Passos Coelho e de António Costa, e com a acção de ministros das finanças de Vítor Gaspar a Mário Centeno, passando por Maria Luís Albuquerque, este livro faz um retrato claro e cristalino da realidade portuguesa e dos problemas essenciais que afligem a nossa sociedade e a nossa economia. Um livro cuja linguagem combina inteligência e prazer. Uma grande leitura.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1978, a edição que agora se apresenta foi profundamente revista e conta com um prefácio de Jorge Fernandes da Silveira. "Os livros de amor são escritos com uma exterioridade absoluta. Partilham a surpreendente resposta do vegetal à respiração que aflore, ao acto do derrame de águas, indirecto. População de agrários hortícolas e floreiros, há que aguardar aqui com a gentileza tersa do felino que caça levitando sobre folhas, a ameaça tão leve."
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1978, a edição que agora se apresenta foi profundamente revista e conta com um prefácio de Jorge Fernandes da Silveira. "Os livros de amor são escritos com uma exterioridade absoluta. Partilham a surpreendente resposta do vegetal à respiração que aflore, ao acto do derrame de águas, indirecto. População de agrários hortícolas e floreiros, há que aguardar aqui com a gentileza tersa do felino que caça levitando sobre folhas, a ameaça tão leve."
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Susana Ribeiro de Andrade é uma locutora de rádio a tentar sobreviver à perda súbita do marido, vítima de Covid-19. Rui Vieira, jornalista na mesma estação de rádio, debate-se com as consequências de um acidente que veio expor as fragilidades da sua vida familiar e amorosa. Ambos vão encontrar um novo alento para reconstruir as suas vidas no programa de rádio das madrugadas, e aquelas horas mortas, da meia noite às seis, serão uma alternativa ao oxigénio, não só para eles, como para os seus ouvintes. Escrita num registo de intimidade que nos envolve, esta narrativa segue a vida, presente e passada, de personagens que se cruzam e cujas opções de vida reflectem o que é prioritário em tempos de pandemia. "Da Meia-Noite às Seis" é o regresso de Patrícia Reis ao espaço literário que define a singularidade, a subtileza e a sabedoria da sua voz: o território da complexidade das relações humanas e da busca de identidade.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Susana Ribeiro de Andrade é uma locutora de rádio a tentar sobreviver à perda súbita do marido, vítima de Covid-19. Rui Vieira, jornalista na mesma estação de rádio, debate-se com as consequências de um acidente que veio expor as fragilidades da sua vida familiar e amorosa. Ambos vão encontrar um novo alento para reconstruir as suas vidas no programa de rádio das madrugadas, e aquelas horas mortas, da meia noite às seis, serão uma alternativa ao oxigénio, não só para eles, como para os seus ouvintes. Escrita num registo de intimidade que nos envolve, esta narrativa segue a vida, presente e passada, de personagens que se cruzam e cujas opções de vida reflectem o que é prioritário em tempos de pandemia. "Da Meia-Noite às Seis" é o regresso de Patrícia Reis ao espaço literário que define a singularidade, a subtileza e a sabedoria da sua voz: o território da complexidade das relações humanas e da busca de identidade.
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Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A narrativa autobiográfica que compõe este volume conta-nos a história do jovem escritor Paul Auster. Num tom profundamente intimista e revelador, o autor abre-nos a porta para os anos da sua entrada na literatura e na vida, quando o que a mão escrevia servia para alimentar a boca. O relato comovente e divertido dessa época é assim, também, uma lúcida reflexão sobre o dinheiro e sobre o que significa não o ter. Dinheiro era o que Auster pretendia ao escrever, na época, textos tão diversos como peças de teatro, romances policiais e, até, um jogo de cartas baseado no baseball. Mais de uma década após a primeira edição de em Portugal, a ASA orgulha-se de (re)apresentar aos leitores portugueses um livro que é já uma referência canónica para todos os admiradores de um dos grandes nomes da literatura norte-americana.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A narrativa autobiográfica que compõe este volume conta-nos a história do jovem escritor Paul Auster. Num tom profundamente intimista e revelador, o autor abre-nos a porta para os anos da sua entrada na literatura e na vida, quando o que a mão escrevia servia para alimentar a boca. O relato comovente e divertido dessa época é assim, também, uma lúcida reflexão sobre o dinheiro e sobre o que significa não o ter. Dinheiro era o que Auster pretendia ao escrever, na época, textos tão diversos como peças de teatro, romances policiais e, até, um jogo de cartas baseado no baseball. Mais de uma década após a primeira edição de em Portugal, a ASA orgulha-se de (re)apresentar aos leitores portugueses um livro que é já uma referência canónica para todos os admiradores de um dos grandes nomes da literatura norte-americana.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Dividido em dez partes, representativas das dez fases da nossa evolução política, este livro acompanha o desenvolvimento de Portugal de condado a nação e a país integrante da União Europeia, da OTAN e da ONU. Escrita num tom acessível e direto e filtrada pelo olhar singular e pela experiência incomparável de Diogo Freitas do Amaral, esta obra é essencial para quem quer conhecer o passado de Portugal e entender os porquês políticos e estratégicos das decisões que mudaram o nosso país.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Dividido em dez partes, representativas das dez fases da nossa evolução política, este livro acompanha o desenvolvimento de Portugal de condado a nação e a país integrante da União Europeia, da OTAN e da ONU. Escrita num tom acessível e direto e filtrada pelo olhar singular e pela experiência incomparável de Diogo Freitas do Amaral, esta obra é essencial para quem quer conhecer o passado de Portugal e entender os porquês políticos e estratégicos das decisões que mudaram o nosso país.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Da Índia, com amor" dá-nos as cores, formas, luz e sombras das figuras, ambientes e emoções de um vasto painel da presença dos portugueses em Goa, na época da sua afirmação no Oriente. Com Joana e Violante, órfãs d’el-rei, viajamos na Carreira da Índia. Joana nos fará testemunhas da sua viagem in-terior, por dentro da saudade, amor e aventuras, dúvidas de si e da sua fé, abalada pelo confronto com outra cultura, até ao momento em que, naufragada, despojada, perdida em terras de cafres, ouvimos as últimas palavras da sua narrativa: sei quem sou. A narração do futuro caberá a outros.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Da Índia, com amor" dá-nos as cores, formas, luz e sombras das figuras, ambientes e emoções de um vasto painel da presença dos portugueses em Goa, na época da sua afirmação no Oriente. Com Joana e Violante, órfãs d’el-rei, viajamos na Carreira da Índia. Joana nos fará testemunhas da sua viagem in-terior, por dentro da saudade, amor e aventuras, dúvidas de si e da sua fé, abalada pelo confronto com outra cultura, até ao momento em que, naufragada, despojada, perdida em terras de cafres, ouvimos as últimas palavras da sua narrativa: sei quem sou. A narração do futuro caberá a outros.
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Edição: Dez 2015
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da Ditadura à Democracia é um guia prático para a luta não violenta. Originalmente publicado em 1994, tem inspirado dissidentes políticos de todo o mundo e já foi traduzido em mais de trinta línguas. Este livro de Gene Sharp desempenhou um papel central na Primavera Árabe, e tornou-se a principal referência para os revolucionários não violentos do século XXI.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Da Ditadura à Democracia é um guia prático para a luta não violenta. Originalmente publicado em 1994, tem inspirado dissidentes políticos de todo o mundo e já foi traduzido em mais de trinta línguas. Este livro de Gene Sharp desempenhou um papel central na Primavera Árabe, e tornou-se a principal referência para os revolucionários não violentos do século XXI.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Da Amazónia às Malvinas resgata do esquecimento uma grande viagem que Beatriz Sarlo fez na juventude, nas décadas de 60 e 70, atravessando uma América Latina pulsando de ímpeto revolucionário. Viagens de barco, caminhadas pelas montanhas e pela selva, o clima e a geografia como protagonistas de aventuras que lembram Joseph Conrad e Jack London. Este périplo latino-americano é também a biografia itinerante de uma jovem mulher que encontrou pessoas, lugares e situações extraordinárias, que superam todas as expectativas. Uma escrita íntima sobre o poder da memória e a recriação fervilhante de um continente mítico. Talvez nunca cheguemos a compreender por inteiro a motivação que levou uma rapariga argentina a empreender, enquanto jovem maoísta, algumas das "viagens ideológicas" aqui descritas. [...] Beatriz Sarlo faz um inteligente e corajoso exercício de autocrítica, reinterpretando vivências "que não são simples recordações, porque lhes pertenço de uma maneira radical". À luz deste outro tempo, é-lhe agora possível constatar que, em viagem como na vida, só encontramos aquilo de que vamos à procura. —Carlos Vaz Marques, Prefácio
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Da Amazónia às Malvinas resgata do esquecimento uma grande viagem que Beatriz Sarlo fez na juventude, nas décadas de 60 e 70, atravessando uma América Latina pulsando de ímpeto revolucionário. Viagens de barco, caminhadas pelas montanhas e pela selva, o clima e a geografia como protagonistas de aventuras que lembram Joseph Conrad e Jack London. Este périplo latino-americano é também a biografia itinerante de uma jovem mulher que encontrou pessoas, lugares e situações extraordinárias, que superam todas as expectativas. Uma escrita íntima sobre o poder da memória e a recriação fervilhante de um continente mítico. Talvez nunca cheguemos a compreender por inteiro a motivação que levou uma rapariga argentina a empreender, enquanto jovem maoísta, algumas das "viagens ideológicas" aqui descritas. [...] Beatriz Sarlo faz um inteligente e corajoso exercício de autocrítica, reinterpretando vivências "que não são simples recordações, porque lhes pertenço de uma maneira radical". À luz deste outro tempo, é-lhe agora possível constatar que, em viagem como na vida, só encontramos aquilo de que vamos à procura. —Carlos Vaz Marques, Prefácio
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quando Lisboa tremeu por debaixo dos seus pés, D. Teresa de Távora recordou cada uma das palavras premonitórias que o padre Malagrida lhe escrevera. Cada grito desesperado que ouvia nas ruas destruídas da cidade eram a prova de que era ela a causadora de toda aquela desgraça. Os seus atos pecaminosos. A sua beleza, a sua sensualidade, o adultério vergonhoso que envolvia a sua relação amorosa com o rei de Portugal… Depois do sucesso de D. Estefânia, Um trágico amor, Sara Rodi regressa à escrita para nos contar a extraordinária história de D. Teresa de Távora a amante do rei D. José I. Narrado na primeira pessoa e baseado numa minuciosa pesquisa, somos levados a conhecer a vida desta mulher que viveu no século XVIII. Um século marcado pelo trágico terramoto de Lisboa, a ascensão ao poder de Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, e o sangrento processo dos Távora. Nesse fatídico dia de 13 de janeiro de 1759, D. Teresa viu morrer no cadafalso o seu marido Luís Bernardo, o irmão, o sogro, a sogra D. Leonor, cunhados e sobrinhos. Perdeu o nome Távora, arrancado da toponímia e dos brasões, manchado pela vergonha para todo o sempre, e perdeu a liberdade por que tanto havia lutado. D. Teresa de Távora não foi casta. Não praticou grandes obras. Não foi uma esposa fiel. Foi apenas mulher. E esta é a sua história.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Quando Lisboa tremeu por debaixo dos seus pés, D. Teresa de Távora recordou cada uma das palavras premonitórias que o padre Malagrida lhe escrevera. Cada grito desesperado que ouvia nas ruas destruídas da cidade eram a prova de que era ela a causadora de toda aquela desgraça. Os seus atos pecaminosos. A sua beleza, a sua sensualidade, o adultério vergonhoso que envolvia a sua relação amorosa com o rei de Portugal… Depois do sucesso de D. Estefânia, Um trágico amor, Sara Rodi regressa à escrita para nos contar a extraordinária história de D. Teresa de Távora a amante do rei D. José I. Narrado na primeira pessoa e baseado numa minuciosa pesquisa, somos levados a conhecer a vida desta mulher que viveu no século XVIII. Um século marcado pelo trágico terramoto de Lisboa, a ascensão ao poder de Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, e o sangrento processo dos Távora. Nesse fatídico dia de 13 de janeiro de 1759, D. Teresa viu morrer no cadafalso o seu marido Luís Bernardo, o irmão, o sogro, a sogra D. Leonor, cunhados e sobrinhos. Perdeu o nome Távora, arrancado da toponímia e dos brasões, manchado pela vergonha para todo o sempre, e perdeu a liberdade por que tanto havia lutado. D. Teresa de Távora não foi casta. Não praticou grandes obras. Não foi uma esposa fiel. Foi apenas mulher. E esta é a sua história.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 250
Sinopse:
D. Teresa de Portugal, mãe de D. Afonso Henriques, é uma personagem fundamental da História portuguesa. No entanto a sua vida é pouco conhecida. E o que se sabe tem sido distorcido por interesses políticos e por preconceitos ancestrais. Descendente de nobres portucalenses, entre outros a poderosa Mumadona de Guimarães, ao casar-se com Henrique de Borgonha, seu pai, o rei D. Afonso VI de Castela e Leão, deu-lhe em dote os ricos e estratégicos territórios a sul do Minho que constituíram a origem do Portugal actual. Viúva aos vinte e cinco anos com três filhos pequenos, durante dez anos de governo autónomo e proveitoso, soube ganhar o apoio dos colaboradores do seu marido, como Egas Moniz, repelir os ataques muçulmanos a Coimbra e vencer mais de uma vez, pela astúcia ou pelas armas, a sua meia-irmã, a rainha Urraca de Castela. Caso único da História ocidental, uma mulher pode assim colocar-se à cabeça de um regnum até então inexistente e exercer o poder com o mesmo desembaraço que os homens. Em 1116, o Papa Pascoal II reconheceu-lhe o título de Rainha de Portugal. A sua relação política e sentimental com o conde Fernando Pérez de Trava desencadeou a rejeição daqueles que, baseados numa tradição milenar, consideravam que o governo nas mãos de uma mulher era algo perigoso ou, até mesmo, diabólico. Um confronto que acabaria em 1128 com a lendária batalha de São Mamede em que D. Teresa foi derrotada pelas forças partidárias do seu filho e herdeiro. Primeira narrativa da extraordinária vida de uma das governantes mais originais, inteligentes e empenhadas da Idade Média.
Nº Páginas: 250
Sinopse:
D. Teresa de Portugal, mãe de D. Afonso Henriques, é uma personagem fundamental da História portuguesa. No entanto a sua vida é pouco conhecida. E o que se sabe tem sido distorcido por interesses políticos e por preconceitos ancestrais. Descendente de nobres portucalenses, entre outros a poderosa Mumadona de Guimarães, ao casar-se com Henrique de Borgonha, seu pai, o rei D. Afonso VI de Castela e Leão, deu-lhe em dote os ricos e estratégicos territórios a sul do Minho que constituíram a origem do Portugal actual. Viúva aos vinte e cinco anos com três filhos pequenos, durante dez anos de governo autónomo e proveitoso, soube ganhar o apoio dos colaboradores do seu marido, como Egas Moniz, repelir os ataques muçulmanos a Coimbra e vencer mais de uma vez, pela astúcia ou pelas armas, a sua meia-irmã, a rainha Urraca de Castela. Caso único da História ocidental, uma mulher pode assim colocar-se à cabeça de um regnum até então inexistente e exercer o poder com o mesmo desembaraço que os homens. Em 1116, o Papa Pascoal II reconheceu-lhe o título de Rainha de Portugal. A sua relação política e sentimental com o conde Fernando Pérez de Trava desencadeou a rejeição daqueles que, baseados numa tradição milenar, consideravam que o governo nas mãos de uma mulher era algo perigoso ou, até mesmo, diabólico. Um confronto que acabaria em 1128 com a lendária batalha de São Mamede em que D. Teresa foi derrotada pelas forças partidárias do seu filho e herdeiro. Primeira narrativa da extraordinária vida de uma das governantes mais originais, inteligentes e empenhadas da Idade Média.
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 600
Sinopse:
O seu destino estava marcado por uma palavra mágica e poderosa, gritada ao vento e escrita num pergaminho virgem, com pena de pato macho: anisisapta. Esta é a sua história. A história de Teresa, filha de Ximena Moniz do Bierzo e de Afonso VI de Leão e Castela. Filha de um imperador, dele herdou o feitio temperamental e a paixão pelo poder. Viúva aos vinte e cinco anos do conde D. Henrique de Borgonha, regeu com pulso de ferro o que era seu por direito. Em 1116, o papa Pascoal II chamava-lhe rainha. Uma mulher de armas, à frente do seu tempo, que governou num mundo de homens e de conspirações. Pelo seu Condado Portucalense confrontou a meia-irmã e rival rainha Urraca de Castela, o pai, a Igreja Católica, os nobres portucalenses e até mesmo o próprio filho D. Afonso Henriques. A cavalo, de espada em riste, enfrentou-o na lendária Batalha de São Mamede, em 1128. Trinta e três anos depois de ter chegado ao condado com tanta esperança, tantos sonhos, via-se obrigada a fugir, derrotada pelo seu próprio sangue, traída…O seu único consolo era ter ao lado o seu amor Fernão Peres de Trava e a certeza de que em Sahagún, Alberto, fiel amigo, escreveria com verdade a sua história. Imortalizada.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
O seu destino estava marcado por uma palavra mágica e poderosa, gritada ao vento e escrita num pergaminho virgem, com pena de pato macho: anisisapta. Esta é a sua história. A história de Teresa, filha de Ximena Moniz do Bierzo e de Afonso VI de Leão e Castela. Filha de um imperador, dele herdou o feitio temperamental e a paixão pelo poder. Viúva aos vinte e cinco anos do conde D. Henrique de Borgonha, regeu com pulso de ferro o que era seu por direito. Em 1116, o papa Pascoal II chamava-lhe rainha. Uma mulher de armas, à frente do seu tempo, que governou num mundo de homens e de conspirações. Pelo seu Condado Portucalense confrontou a meia-irmã e rival rainha Urraca de Castela, o pai, a Igreja Católica, os nobres portucalenses e até mesmo o próprio filho D. Afonso Henriques. A cavalo, de espada em riste, enfrentou-o na lendária Batalha de São Mamede, em 1128. Trinta e três anos depois de ter chegado ao condado com tanta esperança, tantos sonhos, via-se obrigada a fugir, derrotada pelo seu próprio sangue, traída…O seu único consolo era ter ao lado o seu amor Fernão Peres de Trava e a certeza de que em Sahagún, Alberto, fiel amigo, escreveria com verdade a sua história. Imortalizada.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 692
Sinopse:
"D. Sebastião e o Vidente" narra a história do décimo sexto rei de Portugal, o Desejado, desde o seu nascimento, em 1554, até ao seu fulgurante ocaso, nas planícies de Alcácer Quibir, em 1578.Encarnando as esperanças da nação, D. Sebastião é, todavia, um órfão privado de afectos, criado e educado por velhos, como a avó, a rainha D. Catarina, e o tio, o cardeal D. Henrique.Aclamado rei aos três anos, vai crescer, caprichoso e atormentado pelos seus traumas e complexos de adolescente, sublimados nos sonhos de glória de mancebo visionário.Senhor de um poder absoluto (alimentado pela corrupção dos cortesãos e dos políticos), assume-se como o Capitão de Deus, numa cruzada contra os mouros, que vai conduzir Portugal ao desastre, profetizado pelas visões de Miguel Leitão de Andrada, um fidalgo de Pedrógão Grande, com fumos de vidente, cuja vida se entrelaça com a do rei, num binómio de idealismo-materialismo posteriormente imortalizado em D. Quixote e Sancho Pança.O Desejado, graças à sua personalidade problemática e fascinante, fez-se mito (o Sebastianismo), amado e odiado ao longo dos séculos, tendo o desastre de Alcácer Quibir deixado no esquecimento a melhor parte do seu reinado: as reformas políticas, administrativas e militares.
Nº Páginas: 692
Sinopse:
"D. Sebastião e o Vidente" narra a história do décimo sexto rei de Portugal, o Desejado, desde o seu nascimento, em 1554, até ao seu fulgurante ocaso, nas planícies de Alcácer Quibir, em 1578.Encarnando as esperanças da nação, D. Sebastião é, todavia, um órfão privado de afectos, criado e educado por velhos, como a avó, a rainha D. Catarina, e o tio, o cardeal D. Henrique.Aclamado rei aos três anos, vai crescer, caprichoso e atormentado pelos seus traumas e complexos de adolescente, sublimados nos sonhos de glória de mancebo visionário.Senhor de um poder absoluto (alimentado pela corrupção dos cortesãos e dos políticos), assume-se como o Capitão de Deus, numa cruzada contra os mouros, que vai conduzir Portugal ao desastre, profetizado pelas visões de Miguel Leitão de Andrada, um fidalgo de Pedrógão Grande, com fumos de vidente, cuja vida se entrelaça com a do rei, num binómio de idealismo-materialismo posteriormente imortalizado em D. Quixote e Sancho Pança.O Desejado, graças à sua personalidade problemática e fascinante, fez-se mito (o Sebastianismo), amado e odiado ao longo dos séculos, tendo o desastre de Alcácer Quibir deixado no esquecimento a melhor parte do seu reinado: as reformas políticas, administrativas e militares.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Ao morrer, D. Pedro IV deixou para as gerações futuras uma difícil tarefa: entender as muitas contradições da sua vida e extrair das suas memórias uma imagem fiel da sua personalidade, das suas ideias, angústias e ambições. Até hoje, esta tarefa não tinha sido cumprida. No meio de um emaranhado de especulações e distorções históricas, ficava a interrogação: quem foi D. Pedro? Para responder a esta pergunta Paulo Rezzutti recorreu a uma ampla gama de fontes primárias e documentos originais que revelam uma miríade de facetas desconhecidas de D Pedro e que dão acesso à história não contada do monarca.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Ao morrer, D. Pedro IV deixou para as gerações futuras uma difícil tarefa: entender as muitas contradições da sua vida e extrair das suas memórias uma imagem fiel da sua personalidade, das suas ideias, angústias e ambições. Até hoje, esta tarefa não tinha sido cumprida. No meio de um emaranhado de especulações e distorções históricas, ficava a interrogação: quem foi D. Pedro? Para responder a esta pergunta Paulo Rezzutti recorreu a uma ampla gama de fontes primárias e documentos originais que revelam uma miríade de facetas desconhecidas de D Pedro e que dão acesso à história não contada do monarca.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A 4 de Abril de 1819 nascia no Brasil a princesa D. Maria da Glória, filha de D. Pedro de Bragança herdeiro do trono de Portugal e de D. Leopoldina de Áustria. Com apenas 7 anos foi declarada rainha de Portugal, mas somente aos 15 anos conheceu o país que iria governar. Um reino, bem diferente das terras de Vera Cruz, marcado pela Guerra Peninsular a que se seguiu a guerra civil entre D. Pedro e D. Miguel - liberais contra absolutistas. O seu reinado foi marcado por transformações sociais e económicas e por uma forte instabilidade política, com constantes mudanças de ministros, intensa atividade parlamentar contra ou a favor da Carta Constitucional ou desta ou daquela Constituição e constantes revoltas populares que atingiam a figura da própria rainha. A tudo isto, D. Maria, marcada por uma forte personalidade, respondeu com coragem e determinação. Depois de um casamento não consumado com o seu tio D. Miguel, de ter ficado viúva do seu segundo marido, pouco tempo depois do matrimónio, é nos braços de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha que encontra a felicidade e a alegria da maternidade. Dos ministros confiou no muito contestado Bernardo da Costa Cabral que acabou por afastar da governação. Os seus momentos mais felizes passa-os na troca de correspondência com a prima e rainha Vitória de Inglaterra, onde lhe descrevia a felicidade da vida de casada e a maternidade e alguns, poucos, problemas políticos do país. A historiadora Luísa V. de Paiva Boléo, autora de "D. Maria I, a Rainha Louca", leva-nos ao conturbado século XIX português para ficarmos a conhecer a biografia da primeira rainha constitucional, que, apesar da sua inexperiência, enfrentou as contrariedades políticas, marcando a história do país, nomeadamente ao criar o ensino primário gratuito, ao desenvolver vias de comunicação terrestres e fluviais e fundando a Academia de Belas-Artes e o teatro com o seu nome, em Lisboa. No dia 15 de novembro de 1853, ao dar à luz o seu décimo primeiro filho, faleceu, sem sequer ter tempo de se despedir dos filhos e marido. Para trás deixou uma família e um povo consternados e uma estabilidade política que tinha sabido conquistar a pulso.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
A 4 de Abril de 1819 nascia no Brasil a princesa D. Maria da Glória, filha de D. Pedro de Bragança herdeiro do trono de Portugal e de D. Leopoldina de Áustria. Com apenas 7 anos foi declarada rainha de Portugal, mas somente aos 15 anos conheceu o país que iria governar. Um reino, bem diferente das terras de Vera Cruz, marcado pela Guerra Peninsular a que se seguiu a guerra civil entre D. Pedro e D. Miguel - liberais contra absolutistas. O seu reinado foi marcado por transformações sociais e económicas e por uma forte instabilidade política, com constantes mudanças de ministros, intensa atividade parlamentar contra ou a favor da Carta Constitucional ou desta ou daquela Constituição e constantes revoltas populares que atingiam a figura da própria rainha. A tudo isto, D. Maria, marcada por uma forte personalidade, respondeu com coragem e determinação. Depois de um casamento não consumado com o seu tio D. Miguel, de ter ficado viúva do seu segundo marido, pouco tempo depois do matrimónio, é nos braços de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha que encontra a felicidade e a alegria da maternidade. Dos ministros confiou no muito contestado Bernardo da Costa Cabral que acabou por afastar da governação. Os seus momentos mais felizes passa-os na troca de correspondência com a prima e rainha Vitória de Inglaterra, onde lhe descrevia a felicidade da vida de casada e a maternidade e alguns, poucos, problemas políticos do país. A historiadora Luísa V. de Paiva Boléo, autora de "D. Maria I, a Rainha Louca", leva-nos ao conturbado século XIX português para ficarmos a conhecer a biografia da primeira rainha constitucional, que, apesar da sua inexperiência, enfrentou as contrariedades políticas, marcando a história do país, nomeadamente ao criar o ensino primário gratuito, ao desenvolver vias de comunicação terrestres e fluviais e fundando a Academia de Belas-Artes e o teatro com o seu nome, em Lisboa. No dia 15 de novembro de 1853, ao dar à luz o seu décimo primeiro filho, faleceu, sem sequer ter tempo de se despedir dos filhos e marido. Para trás deixou uma família e um povo consternados e uma estabilidade política que tinha sabido conquistar a pulso.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 248
Sinopse:
D. Maria I foi a primeira mulher a governar Portugal e ficou conhecida para a história como a "Rainha Louca". Mãe de D. João VI e avó do primeiro imperador do Brasil, teve um longo reinado de 38 anos - marcado por intensa atividade governativa, pela ação social e pelo desenvolvimento das artes e das ciências - e, no entanto, a sua vida conta com aspetos muito importantes não esclarecidos. Se era mentalmente instável, o que a levou a isso? E seria realmente louca, ou antes incompreendida? Que impacto tiveram nela as mortes do marido e do filho primogénito? A fim de lançar uma nova luz sobre esta figura marcante da história de Portugal, a historiadora Mary del Priore investigou a fundo a sua vida. Neste livro, Del Priore conta a história da monarca de uma perspectiva inédita e intimista, e revela que o seu estado mental era provavelmente fruto das muitas tristezas e contratempos que sofreu ao longo da vida, numa época em que a depressão e a melancolia eram confundidas com insanidade - e até mesmo consideradas obras do demónio. Abordando a vida de D. Maria I desde o seu nascimento em Lisboa, em Dezembro de 1734, até à sua morte no Brasil, para onde foi em 1808, passando pela sua devoção ao catolicismo, a coroação como primeira rainha portuguesa, o conflito com o Marquês de Pombal e o aparecimento dos primeiros sintomas de doença, esta obra faz justiça a uma mulher que conseguiu sobreviver a tempos e circunstâncias que lhe foram muito adversos
Nº Páginas: 248
Sinopse:
D. Maria I foi a primeira mulher a governar Portugal e ficou conhecida para a história como a "Rainha Louca". Mãe de D. João VI e avó do primeiro imperador do Brasil, teve um longo reinado de 38 anos - marcado por intensa atividade governativa, pela ação social e pelo desenvolvimento das artes e das ciências - e, no entanto, a sua vida conta com aspetos muito importantes não esclarecidos. Se era mentalmente instável, o que a levou a isso? E seria realmente louca, ou antes incompreendida? Que impacto tiveram nela as mortes do marido e do filho primogénito? A fim de lançar uma nova luz sobre esta figura marcante da história de Portugal, a historiadora Mary del Priore investigou a fundo a sua vida. Neste livro, Del Priore conta a história da monarca de uma perspectiva inédita e intimista, e revela que o seu estado mental era provavelmente fruto das muitas tristezas e contratempos que sofreu ao longo da vida, numa época em que a depressão e a melancolia eram confundidas com insanidade - e até mesmo consideradas obras do demónio. Abordando a vida de D. Maria I desde o seu nascimento em Lisboa, em Dezembro de 1734, até à sua morte no Brasil, para onde foi em 1808, passando pela sua devoção ao catolicismo, a coroação como primeira rainha portuguesa, o conflito com o Marquês de Pombal e o aparecimento dos primeiros sintomas de doença, esta obra faz justiça a uma mulher que conseguiu sobreviver a tempos e circunstâncias que lhe foram muito adversos
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