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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 244
Sinopse:
"Desculpe lá, Mãe!" é o livro que Rita Ferro escreveu em parceria com a filha, Marta Gautier, a partir de cartas verdadeiras, partilhando dificul- dades de relacionamento, de diálogo e de aceitação, com uma abordagem leiga e uma clara intenção pedagógica.À data, nem a Autora previu que este livro pudesse tornar-se, também ele, um best-seller, e muito menos um SOS para mães e filhas. Mas a procura que obteve junto de um público exigente, prova-nos que Rita Ferro, além de cronista, além de romancista, está também habilitada, pela sua própria experiência de mãe e de mulher, a falar em nome da sua geração.Um livro que dá uma resposta sensível aos problemas que atormentam, isolam e revoltam os jovens.
Nº Páginas: 244
Sinopse:
"Desculpe lá, Mãe!" é o livro que Rita Ferro escreveu em parceria com a filha, Marta Gautier, a partir de cartas verdadeiras, partilhando dificul- dades de relacionamento, de diálogo e de aceitação, com uma abordagem leiga e uma clara intenção pedagógica.À data, nem a Autora previu que este livro pudesse tornar-se, também ele, um best-seller, e muito menos um SOS para mães e filhas. Mas a procura que obteve junto de um público exigente, prova-nos que Rita Ferro, além de cronista, além de romancista, está também habilitada, pela sua própria experiência de mãe e de mulher, a falar em nome da sua geração.Um livro que dá uma resposta sensível aos problemas que atormentam, isolam e revoltam os jovens.
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Edição: Ago 2019
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Jenny Diski percorre os Estados Unidos de comboio, numa viagem que a leva a conhecer gente muito diferente, e a conhecer-se a si mesma. Embalada pelo ritmo dos carris, Diski ouve histórias incríveis e deixa-se deslumbrar pela paisagem americana, que reconhece do cinema. Os cigarros, companheiros, desencadeiam reflexões sobre a solidão e a amizade, e sobre um passado de aflições: família desestruturada, abandono, excessos vários, internamentos psiquiátricos. Esta viagem entre dois tempos — o passado de Diski e a América contemporânea — é também um exercício sobre os outros, o desajuste e o distanciamento, quer de si própria quer do mundo.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Jenny Diski percorre os Estados Unidos de comboio, numa viagem que a leva a conhecer gente muito diferente, e a conhecer-se a si mesma. Embalada pelo ritmo dos carris, Diski ouve histórias incríveis e deixa-se deslumbrar pela paisagem americana, que reconhece do cinema. Os cigarros, companheiros, desencadeiam reflexões sobre a solidão e a amizade, e sobre um passado de aflições: família desestruturada, abandono, excessos vários, internamentos psiquiátricos. Esta viagem entre dois tempos — o passado de Diski e a América contemporânea — é também um exercício sobre os outros, o desajuste e o distanciamento, quer de si própria quer do mundo.
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Ao entardecer, na belíssima paisagem do Mar Egeu, uma mulher de cabelos ruivos cai da amurada de um iate de luxo. Em terra, o pintor Marco Polo Mahoney vê a queda, percebe que a jovem está ferida e assiste, perplexo, à embarcação a afastar-se deliberadamente. Marco tenta imediatamente salvá-la mas não a consegue encontrar. É como se a bela ruiva nunca tivesse existido. Mas ele tem a certeza do que viu. E está disposto a tudo para resolver o mistério. Angie Morse acabou de ser atingida na cabeça com uma garrafa de champanhe. Caiu no mar, ferida, e os seus companheiros parecem estar a abandoná-la. O iate onde ela seguia está a afastar-se, levando consigo os supostos amigos e o namorado. E, embora cada um deles tivesse algo contra si, Angie estava longe de imaginar que quisessem vê-la morta. Agora, enquanto as ondas a tentam submergir, invade-a um sentimento apenas: raiva. É a raiva que lhe vai dar forças para sobreviver… e também para se vingar…
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Ao entardecer, na belíssima paisagem do Mar Egeu, uma mulher de cabelos ruivos cai da amurada de um iate de luxo. Em terra, o pintor Marco Polo Mahoney vê a queda, percebe que a jovem está ferida e assiste, perplexo, à embarcação a afastar-se deliberadamente. Marco tenta imediatamente salvá-la mas não a consegue encontrar. É como se a bela ruiva nunca tivesse existido. Mas ele tem a certeza do que viu. E está disposto a tudo para resolver o mistério. Angie Morse acabou de ser atingida na cabeça com uma garrafa de champanhe. Caiu no mar, ferida, e os seus companheiros parecem estar a abandoná-la. O iate onde ela seguia está a afastar-se, levando consigo os supostos amigos e o namorado. E, embora cada um deles tivesse algo contra si, Angie estava longe de imaginar que quisessem vê-la morta. Agora, enquanto as ondas a tentam submergir, invade-a um sentimento apenas: raiva. É a raiva que lhe vai dar forças para sobreviver… e também para se vingar…
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Numa altura em que as relações amorosas parecem cada vez mais vulneráveis, e em que as razões para as terminar são cada vez mais triviais, importa olhar para histórias verdadeiras e tentar compreendêlas. Para construir Desamor, o autor analisou centenas de relatos enviados por leitores do seu blogue, O Arrumadinho, e escolheu aqueles que, no conjunto, melhor conseguem espelhar os vários tipos de relações dos dias de hoje. Desamor revela-nos nove casos contados ao pormenor por mulheres que, a dada altura, acreditaram estar a viver um amor verdadeiro e recíproco, mas acabaram com o coração partido. Nestas páginas, há histórias de amores que começam ou acabam por influência das redes sociais, de dificuldades que nascem dos filhos, de relações à distância, de traições, equívocos fatais e paixões antigas. Estas narrativas encaixam em vivências experienciadas por muitos de nós e reflectem a fragilidade de uma grande parte das relações amorosas nos nossos dias.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Numa altura em que as relações amorosas parecem cada vez mais vulneráveis, e em que as razões para as terminar são cada vez mais triviais, importa olhar para histórias verdadeiras e tentar compreendêlas. Para construir Desamor, o autor analisou centenas de relatos enviados por leitores do seu blogue, O Arrumadinho, e escolheu aqueles que, no conjunto, melhor conseguem espelhar os vários tipos de relações dos dias de hoje. Desamor revela-nos nove casos contados ao pormenor por mulheres que, a dada altura, acreditaram estar a viver um amor verdadeiro e recíproco, mas acabaram com o coração partido. Nestas páginas, há histórias de amores que começam ou acabam por influência das redes sociais, de dificuldades que nascem dos filhos, de relações à distância, de traições, equívocos fatais e paixões antigas. Estas narrativas encaixam em vivências experienciadas por muitos de nós e reflectem a fragilidade de uma grande parte das relações amorosas nos nossos dias.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 624
Sinopse:
"Por mais ultrajados, por mais destroçados, eles sobrevivem, renascem das cinzas, voltam. Não, Flamur, nenhuma história será esquecida. Como um vírus, uma praga, uma semente, voltam sempre. Nenhuma história está terminada." O terrorismo, o Estado Islâmico, a guerra na Síria, a crise dos refugiados. Como chegámos até aqui? O que nos trouxe até esta tempestade perfeita? Com a queda do muro de Berlim, começou um novo ciclo. O comunismo saiu de cena, entrou o Islão. Se, como escreveu Fukuyama, este momento marcou o Fim da História, como compreender o que se seguiu? Paulo Moura, um dos mais premiados repórteres portugueses, testemunhou todos os momentos decisivos dos últimos 25 anos. Assistiu, em 1991, à emergência dos primeiros jovens fundamentalistas islâmicos, durante a crise na Argélia. Nas décadas seguintes, viu crescer a sua influência na Tchetchénia, em Caxemira, no Kosovo, no Afeganistão, no Iraque, no Sudão e nas capitais europeias. Esteve nas praças ocupadas durante as Primaveras Árabes, em 2011. Acompanhou, no Egipto e na Líbia, em 2013, os refugiados sírios que tentavam alcançar a Europa através da Turquia. Partindo dos seus diários pessoais de guerra, escritos no epicentro dos acontecimentos, Depois do Fim é a crónica do nosso tempo. Mais que narrativa histórica, é um livro sobre as pessoas que viveram a História, que nos ajuda a compreender este quarto de século de conflitos, idealismos e decepções, invasões, migrações forçadas e extremismos.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
"Por mais ultrajados, por mais destroçados, eles sobrevivem, renascem das cinzas, voltam. Não, Flamur, nenhuma história será esquecida. Como um vírus, uma praga, uma semente, voltam sempre. Nenhuma história está terminada." O terrorismo, o Estado Islâmico, a guerra na Síria, a crise dos refugiados. Como chegámos até aqui? O que nos trouxe até esta tempestade perfeita? Com a queda do muro de Berlim, começou um novo ciclo. O comunismo saiu de cena, entrou o Islão. Se, como escreveu Fukuyama, este momento marcou o Fim da História, como compreender o que se seguiu? Paulo Moura, um dos mais premiados repórteres portugueses, testemunhou todos os momentos decisivos dos últimos 25 anos. Assistiu, em 1991, à emergência dos primeiros jovens fundamentalistas islâmicos, durante a crise na Argélia. Nas décadas seguintes, viu crescer a sua influência na Tchetchénia, em Caxemira, no Kosovo, no Afeganistão, no Iraque, no Sudão e nas capitais europeias. Esteve nas praças ocupadas durante as Primaveras Árabes, em 2011. Acompanhou, no Egipto e na Líbia, em 2013, os refugiados sírios que tentavam alcançar a Europa através da Turquia. Partindo dos seus diários pessoais de guerra, escritos no epicentro dos acontecimentos, Depois do Fim é a crónica do nosso tempo. Mais que narrativa histórica, é um livro sobre as pessoas que viveram a História, que nos ajuda a compreender este quarto de século de conflitos, idealismos e decepções, invasões, migrações forçadas e extremismos.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Há pouco mais de um século, o nosso mundo sofreu uma transformação tremenda. Depois de anos em que o mar subiu lentamente de nível, abrindo caminho sobre o continente, a água acabou por apagar do mapa as maiores cidades costeiras dos Estados Unidos da América, seguindo depois para o interior, até só sobrar um arquipélago de cumes montanhosos onde proliferam colónias rodeadas por mar aberto. Myra, uma mulher teimosa e independente, e Pearl, a sua precoce filha de sete anos, pescam com o seu barco, o Pássaro, e só pisam terra para fazer trocas de provisões e de informação nos poucos redutos remanescentes de civilização. Há sete anos que Myra chora a perda da sua filha mais velha, Row, que foi raptada pelo pai depois de um dilúvio monstruoso lhes ter engolido a casa no Nebrasca. Tempos depois, durante um confronto violento com um desconhecido, Myra descobre subitamente que Rowfoi vista num acampamento distante perto do Círculo Polar Ártico. Ignorando a sua cautela habitual, Myrae Pearl embarcam numa viagem perigosa através dos gélidos mares do norte, agarradas à esperança de que Row ainda lá esteja. Na sua viagem, Myrae Pearl unirão forças a um barco maior, um navio onde Myra surpreendentemente se vê a criar laços com os restantes tripulantes. Mas os segredos, a luxúria e a traição ameaçam-lhes o sonho. Depois de os seus destinos sofrerem uma reviravolta chocante e sangrenta, Myra tem de enfrentar o dilema de perceber se o salvamento de Row justifica colocar Pearl e os seus companheiros de viagem em risco.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Há pouco mais de um século, o nosso mundo sofreu uma transformação tremenda. Depois de anos em que o mar subiu lentamente de nível, abrindo caminho sobre o continente, a água acabou por apagar do mapa as maiores cidades costeiras dos Estados Unidos da América, seguindo depois para o interior, até só sobrar um arquipélago de cumes montanhosos onde proliferam colónias rodeadas por mar aberto. Myra, uma mulher teimosa e independente, e Pearl, a sua precoce filha de sete anos, pescam com o seu barco, o Pássaro, e só pisam terra para fazer trocas de provisões e de informação nos poucos redutos remanescentes de civilização. Há sete anos que Myra chora a perda da sua filha mais velha, Row, que foi raptada pelo pai depois de um dilúvio monstruoso lhes ter engolido a casa no Nebrasca. Tempos depois, durante um confronto violento com um desconhecido, Myra descobre subitamente que Rowfoi vista num acampamento distante perto do Círculo Polar Ártico. Ignorando a sua cautela habitual, Myrae Pearl embarcam numa viagem perigosa através dos gélidos mares do norte, agarradas à esperança de que Row ainda lá esteja. Na sua viagem, Myrae Pearl unirão forças a um barco maior, um navio onde Myra surpreendentemente se vê a criar laços com os restantes tripulantes. Mas os segredos, a luxúria e a traição ameaçam-lhes o sonho. Depois de os seus destinos sofrerem uma reviravolta chocante e sangrenta, Myra tem de enfrentar o dilema de perceber se o salvamento de Row justifica colocar Pearl e os seus companheiros de viagem em risco.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Em Portugal na Queda da Europa, publicado em 2014, defendi que a Europa estava em queda, mas ainda não se tinha despedaçado. Volto ao tema neste breve livro, com uma urgência redobrada, para afirmar que a Europa em 2019 - entendida como o projeto de integração europeia de que resultou a atual União Europeia - já se encontra tombada sobre terra, impossibilitada de se reerguer se as políticas e as instituições que a conduziram até ao chão se mantiverem sem mudanças profundas. Insisto, a União Europeia jaz à beira de um declive para onde resvalará se o presente rumo não for alterado, daí resultando uma fragmentação de consequências negativas imprevisíveis, mas com toda a certeza de enorme impacto, não só para o Velho Continente, mas para a ordem global.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Em Portugal na Queda da Europa, publicado em 2014, defendi que a Europa estava em queda, mas ainda não se tinha despedaçado. Volto ao tema neste breve livro, com uma urgência redobrada, para afirmar que a Europa em 2019 - entendida como o projeto de integração europeia de que resultou a atual União Europeia - já se encontra tombada sobre terra, impossibilitada de se reerguer se as políticas e as instituições que a conduziram até ao chão se mantiverem sem mudanças profundas. Insisto, a União Europeia jaz à beira de um declive para onde resvalará se o presente rumo não for alterado, daí resultando uma fragmentação de consequências negativas imprevisíveis, mas com toda a certeza de enorme impacto, não só para o Velho Continente, mas para a ordem global.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quando um infeliz acidente força Honor a ficar com a sua nora viúva, Jo, e com a sua única neta, Lydia, ela mal pode esperar para recuperar o suficiente e voltar para a sua própria casa. No entanto, quanto mais tempo ela passa com Jo e Lydia, mais se sentem como uma família a sério. Mas cada uma das três mulheres guarda segredos que ameaçam destruir as suas vidas, tais como elas as conhecem. Num dia de verão, os segredos da avó, mãe e filha serão revelados num único momento dramático que nos deixará a todos com a eterna questão: será que existem segundas oportunidades?
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Quando um infeliz acidente força Honor a ficar com a sua nora viúva, Jo, e com a sua única neta, Lydia, ela mal pode esperar para recuperar o suficiente e voltar para a sua própria casa. No entanto, quanto mais tempo ela passa com Jo e Lydia, mais se sentem como uma família a sério. Mas cada uma das três mulheres guarda segredos que ameaçam destruir as suas vidas, tais como elas as conhecem. Num dia de verão, os segredos da avó, mãe e filha serão revelados num único momento dramático que nos deixará a todos com a eterna questão: será que existem segundas oportunidades?
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Sentido de humor para combater a ansiedade, na primeira pessoa. O primeiro ataque de pânico de Tati Bernardi foi num aeroporto em Paris? Ou foi deitada debaixo da cama dos pais da amiga Daniela, quando tinha seis anos? Também pode ter sido no supermercado, no desespero de não conseguir escolher um melão. Talvez não seja possível determinar quando começou, mas a autora foi aprendendo a viver com a ansiedade - com recurso a terapia, vários comprimidos, mantendo-se perto de lugares seguros ou, como acontece em Depois a Louca Sou Eu (livro que decidiu escrever num dia em que se convenceu mesmo de que o avião ia cair), através do humor. No Brasil, ficou conhecida primeiro pelas espirituosas crónicas de jornal e pelos seus divertidos guiões para cinema e televisão. Só depois espantou os leitores com a honestidade frenética deste desabafo autobiográfico sobre medos, manias, taquicardias e desesperos que, contra tudo e por vontade da autora, ainda deixa espaço para uma gargalhada.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Sentido de humor para combater a ansiedade, na primeira pessoa. O primeiro ataque de pânico de Tati Bernardi foi num aeroporto em Paris? Ou foi deitada debaixo da cama dos pais da amiga Daniela, quando tinha seis anos? Também pode ter sido no supermercado, no desespero de não conseguir escolher um melão. Talvez não seja possível determinar quando começou, mas a autora foi aprendendo a viver com a ansiedade - com recurso a terapia, vários comprimidos, mantendo-se perto de lugares seguros ou, como acontece em Depois a Louca Sou Eu (livro que decidiu escrever num dia em que se convenceu mesmo de que o avião ia cair), através do humor. No Brasil, ficou conhecida primeiro pelas espirituosas crónicas de jornal e pelos seus divertidos guiões para cinema e televisão. Só depois espantou os leitores com a honestidade frenética deste desabafo autobiográfico sobre medos, manias, taquicardias e desesperos que, contra tudo e por vontade da autora, ainda deixa espaço para uma gargalhada.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Dentro de mim faz sul seguido de acto sanguíneo" reúne o primeiro livro publicado pelo autor - "actu sanguíneu" (INALD, 2000, poesia) - e o último que Ondjaki escreveu, também de poesia - "dentro de mim faz sul". Entre um e outro livro, o autor atravessou a primeira década do século XXI, 15 livros e 6 prémios. Agora pode ser lido 7 línguas diferentes e em todos os países que falam português.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Dentro de mim faz sul seguido de acto sanguíneo" reúne o primeiro livro publicado pelo autor - "actu sanguíneu" (INALD, 2000, poesia) - e o último que Ondjaki escreveu, também de poesia - "dentro de mim faz sul". Entre um e outro livro, o autor atravessou a primeira década do século XXI, 15 livros e 6 prémios. Agora pode ser lido 7 línguas diferentes e em todos os países que falam português.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Publicado em 1872, "Demónios" é uma das grandes obras-primas de Fiódor Dostoiévski e um clássico da literatura universal. com uma temática dolorosamente actual, conta a história de jovens revolucionários que pretendem derrubar a ordem estabelecida, pondo em ficção romanesca os principais actores políticos e sociais do último quartel do século XIX: o poder autocrático e as suas ramificações e incidências, o socialismo ateu, o niilismo revolucionário e o problema religioso. Porém, não se reduz à ficção de um conflito político e social datado, mas ergue-se como uma crítica a todas as ideologias, considerando que elas pretendem ultrapassar a condição humana. Tendo em conta que o autor também não deseja impor a sua visão do mundo, deixando que as personagens vivam e se exprimam livremente, estamos perante uma obra aberta e premonitória no que respeita às grandes derivas totalitárias do século XX. Através das reflexões e das acções das personagens, é mostrado ao leitor, com a subtileza própria de Dostoiévski, o caldo de cultura filosófico, psicológico e social onde é gerado o terrorismo. Stavróguin, um aristocrata que fascina todas as pessoas que encontra, é o fio condutor desta trama emotiva e maquiavélica que prende o leitor do princípio ao fim. Uma obra incontornável na produção de Dostoiévski.
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Publicado em 1872, "Demónios" é uma das grandes obras-primas de Fiódor Dostoiévski e um clássico da literatura universal. com uma temática dolorosamente actual, conta a história de jovens revolucionários que pretendem derrubar a ordem estabelecida, pondo em ficção romanesca os principais actores políticos e sociais do último quartel do século XIX: o poder autocrático e as suas ramificações e incidências, o socialismo ateu, o niilismo revolucionário e o problema religioso. Porém, não se reduz à ficção de um conflito político e social datado, mas ergue-se como uma crítica a todas as ideologias, considerando que elas pretendem ultrapassar a condição humana. Tendo em conta que o autor também não deseja impor a sua visão do mundo, deixando que as personagens vivam e se exprimam livremente, estamos perante uma obra aberta e premonitória no que respeita às grandes derivas totalitárias do século XX. Através das reflexões e das acções das personagens, é mostrado ao leitor, com a subtileza própria de Dostoiévski, o caldo de cultura filosófico, psicológico e social onde é gerado o terrorismo. Stavróguin, um aristocrata que fascina todas as pessoas que encontra, é o fio condutor desta trama emotiva e maquiavélica que prende o leitor do princípio ao fim. Uma obra incontornável na produção de Dostoiévski.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Governos autoritários, elites e hackers estão a usar o mundo digital para influenciar o sistema democrático e as eleições. Essa influência leva a mudanças sem precedentes na opinião pública. Facebook, Google e Twitter são hoje os palcos da nossa política. Um mundo onde empresas contratadas para consultoria política conseguem gerar resultados inesperados como o Brexit na Inglaterra, Donald Trump nos EUA, Macron em França, ou o Movimento Cinco Estrelas em Itália.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Governos autoritários, elites e hackers estão a usar o mundo digital para influenciar o sistema democrático e as eleições. Essa influência leva a mudanças sem precedentes na opinião pública. Facebook, Google e Twitter são hoje os palcos da nossa política. Um mundo onde empresas contratadas para consultoria política conseguem gerar resultados inesperados como o Brexit na Inglaterra, Donald Trump nos EUA, Macron em França, ou o Movimento Cinco Estrelas em Itália.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Publicado em 1919, com o pseudónimo Emil Sinclair, Demian conta-nos a história de uma difícil caminhada para a maturidade, que culmina nos dias sombrios da Primeira Guerra Mundial. Os seus protagonistas - o enigmático Max Demian e o narrador, o jovem Emil Sinclair - erguem, ao longo das páginas deste romance, um inesquecível grito de revolta contra os processos de uniformização então predominantes e contra a barbárie massificada que viria a constituir a marca mais característica do século XX. "Demian" é um brilhante retrato psicológico de alguém que rompe com as convenções sociais em busca da realização espiritual e do autoconhecimento. Influenciado pelas ideias de Carl Jung, fundador da psicologia analítica, mas também pela sabedoria oriental, Hesse interroga-se acerca da natureza humana, com as suas contradições e dualidades, e aborda muitos dos seus temas característicos, alguns dos quais haveria de retomar em Siddhartha. Romance cuja influência Thomas Mann comparou à de Werther de Goethe, "Demian" continua a marcar gerações de leitores, pois, como todas as obras-primas, a mensagem que contém é de perene interesse. O mais admirável êxito de Hesse e um dos mais importantes livros do século XX.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Publicado em 1919, com o pseudónimo Emil Sinclair, Demian conta-nos a história de uma difícil caminhada para a maturidade, que culmina nos dias sombrios da Primeira Guerra Mundial. Os seus protagonistas - o enigmático Max Demian e o narrador, o jovem Emil Sinclair - erguem, ao longo das páginas deste romance, um inesquecível grito de revolta contra os processos de uniformização então predominantes e contra a barbárie massificada que viria a constituir a marca mais característica do século XX. "Demian" é um brilhante retrato psicológico de alguém que rompe com as convenções sociais em busca da realização espiritual e do autoconhecimento. Influenciado pelas ideias de Carl Jung, fundador da psicologia analítica, mas também pela sabedoria oriental, Hesse interroga-se acerca da natureza humana, com as suas contradições e dualidades, e aborda muitos dos seus temas característicos, alguns dos quais haveria de retomar em Siddhartha. Romance cuja influência Thomas Mann comparou à de Werther de Goethe, "Demian" continua a marcar gerações de leitores, pois, como todas as obras-primas, a mensagem que contém é de perene interesse. O mais admirável êxito de Hesse e um dos mais importantes livros do século XX.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma investigação meticulosa que expõe uma perspetiva surpreendente da Segunda Guerra Mundial: a elevada dependência de drogas da Alemanha nazi. O regime nazi pregava uma ideologia de pureza física, mental e moral. Mas, como Norman Ohler revela nesta envolvente história baseada em fontes até agora inéditas, o Terceiro Reich estava saturado de drogas: cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas, usadas por toda a gente — de operários fabris a donas de casa — e vitais para a resistência das tropas, explicando, em parte, o rápido avanço e a vitória alemã em 1940. O uso promíscuo de drogas, inclusive ao mais alto nível, também afetou a tomada de decisões, com Hitler e o seu séquito a refugiarem-se em cocktails de estimulantes potencialmente letais, administrados pelo médico Theo Morell, incapazes de reverter o curso da guerra, que se virava contra a Alemanha. Embora as drogas por si só não possam explicar as tóxicas teorias raciais dos nazis ou os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, esta descoberta leva-nos a ver os crimes de guerra cometidos contra a humanidade a uma nova luz. "Delírio Total" é, assim, uma peça crucial para entendermos a História mundial.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma investigação meticulosa que expõe uma perspetiva surpreendente da Segunda Guerra Mundial: a elevada dependência de drogas da Alemanha nazi. O regime nazi pregava uma ideologia de pureza física, mental e moral. Mas, como Norman Ohler revela nesta envolvente história baseada em fontes até agora inéditas, o Terceiro Reich estava saturado de drogas: cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas, usadas por toda a gente — de operários fabris a donas de casa — e vitais para a resistência das tropas, explicando, em parte, o rápido avanço e a vitória alemã em 1940. O uso promíscuo de drogas, inclusive ao mais alto nível, também afetou a tomada de decisões, com Hitler e o seu séquito a refugiarem-se em cocktails de estimulantes potencialmente letais, administrados pelo médico Theo Morell, incapazes de reverter o curso da guerra, que se virava contra a Alemanha. Embora as drogas por si só não possam explicar as tóxicas teorias raciais dos nazis ou os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, esta descoberta leva-nos a ver os crimes de guerra cometidos contra a humanidade a uma nova luz. "Delírio Total" é, assim, uma peça crucial para entendermos a História mundial.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Depois de uma estreia fulgurante na ficção com E Se Eu Gostasse Muito de Morrer, Rui Cardoso Martins conquistou definitivamente a crítica com este segundo romance, Deixem Passar o Homem Invisível, vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE 2009. Agora, dez anos depois, o livro volta às livrarias e reforça a presença do autor no catálogo da Tinta-da-china, no mesmo ano em que será lançado o seu muito aguardado novo romance. Este livro acompanha a viagem de um homem - cego desde os 8 anos - e de um pequeno escuteiro por uma Lisboa subterrânea, depois de uma enxurrada os empurrar para uma caixa de esgoto. Pelo meio desta aventura complexa e intensa, que é também um caminho de memórias difíceis, há um ilusionista, um camaleão que não acerta com a cor e todas as pessoas que continuam a acreditar no salvamento, apesar de tudo.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Depois de uma estreia fulgurante na ficção com E Se Eu Gostasse Muito de Morrer, Rui Cardoso Martins conquistou definitivamente a crítica com este segundo romance, Deixem Passar o Homem Invisível, vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE 2009. Agora, dez anos depois, o livro volta às livrarias e reforça a presença do autor no catálogo da Tinta-da-china, no mesmo ano em que será lançado o seu muito aguardado novo romance. Este livro acompanha a viagem de um homem - cego desde os 8 anos - e de um pequeno escuteiro por uma Lisboa subterrânea, depois de uma enxurrada os empurrar para uma caixa de esgoto. Pelo meio desta aventura complexa e intensa, que é também um caminho de memórias difíceis, há um ilusionista, um camaleão que não acerta com a cor e todas as pessoas que continuam a acreditar no salvamento, apesar de tudo.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
No dia em que se ia casar, Nicolau Manuel foi levado pela Guarda para um interrogatório e já não voltou. Viveu, assim, quase toda a vida na urgência de contar a verdade a Graça dos Penedo, a noiva que mais tarde lhe seria arrebatada pelo alfaiate que lhe fizera o fato do casamento. Porém, sempre que se abria uma possibilidade, uma ameaça desviava-o dramaticamente do seu destino - e agora, meio século volvido, está velho de mais para querer mudar as coisas, gastando os dias com telenovelas. De tanto ter ouvido ao avô a sua história rocambolesca, Valdemar - um rapaz violento e obeso apaixonado pela vizinha anoréctica - não desistiu, mesmo assim, de fazer justiça por ele. E, ao encontrar casualmente a notícia da morte do alfaiate, sabe que chegou a hora de ir falar com a viúva: até porque essa será a única forma de resgatar Nicolau Manuel da modorra em que se deixou afundar. Alternando a narrativa dos sucessivos infortúnios de Nicolau Manuel - que é também a história de Portugal sob a ditadura, com os seus enganos, perseguições e injustiças - com a de um adolescente que mantém um diário com numerosas passagens rasuradas como instrumento de luta contra o mundo -, "Deixem Falar as Pedras" é um romance maduro e fascinante sobre a transmissão das memórias de geração em geração, nunca isenta de cortes e acrescentos que fazem da verdade não o que aconteceu, mas o que recordamos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
No dia em que se ia casar, Nicolau Manuel foi levado pela Guarda para um interrogatório e já não voltou. Viveu, assim, quase toda a vida na urgência de contar a verdade a Graça dos Penedo, a noiva que mais tarde lhe seria arrebatada pelo alfaiate que lhe fizera o fato do casamento. Porém, sempre que se abria uma possibilidade, uma ameaça desviava-o dramaticamente do seu destino - e agora, meio século volvido, está velho de mais para querer mudar as coisas, gastando os dias com telenovelas. De tanto ter ouvido ao avô a sua história rocambolesca, Valdemar - um rapaz violento e obeso apaixonado pela vizinha anoréctica - não desistiu, mesmo assim, de fazer justiça por ele. E, ao encontrar casualmente a notícia da morte do alfaiate, sabe que chegou a hora de ir falar com a viúva: até porque essa será a única forma de resgatar Nicolau Manuel da modorra em que se deixou afundar. Alternando a narrativa dos sucessivos infortúnios de Nicolau Manuel - que é também a história de Portugal sob a ditadura, com os seus enganos, perseguições e injustiças - com a de um adolescente que mantém um diário com numerosas passagens rasuradas como instrumento de luta contra o mundo -, "Deixem Falar as Pedras" é um romance maduro e fascinante sobre a transmissão das memórias de geração em geração, nunca isenta de cortes e acrescentos que fazem da verdade não o que aconteceu, mas o que recordamos.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Isabel recebe um manuscrito em condições inesperadas e misteriosas. O seu autor, Rodrigo, desaparecido há seis anos e dado como morto pelos seus amigos, relata as experiências e as vivências, os factos e as emoções, os encontros e os desencontros que marcaram a sua vida.O leitor é levado numa viagem que o transporta aos loucos anos sessenta do século passado na alta sociedade lisboeta; e, à sedução de África. Se encontramos a guerra de guerrilha, difícil e intensa, deparamo-nos também com o glamour de uma vida aventureira, célebre pelos safaris e pela ousadia do quotidiano das fazendas. As relações pessoais espelham-se num pano de fundo caracterizado por uma época politicamente moralista, marcada por valores tradicionais e pela Guerra Colonial.Uma história que reflecte tanto os avatares da guerra como as encruzilhadas do amor de uma sociedade representativa de um Portugal esquecido por alguns e inesquecível para muitos. Uma história escrita com o coração de quem viveu em África e o deixou lá para sempre. Para muitos o romance que melhor retrata a sociedade da África Portuguesa e a Guerra Colonial.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Isabel recebe um manuscrito em condições inesperadas e misteriosas. O seu autor, Rodrigo, desaparecido há seis anos e dado como morto pelos seus amigos, relata as experiências e as vivências, os factos e as emoções, os encontros e os desencontros que marcaram a sua vida.O leitor é levado numa viagem que o transporta aos loucos anos sessenta do século passado na alta sociedade lisboeta; e, à sedução de África. Se encontramos a guerra de guerrilha, difícil e intensa, deparamo-nos também com o glamour de uma vida aventureira, célebre pelos safaris e pela ousadia do quotidiano das fazendas. As relações pessoais espelham-se num pano de fundo caracterizado por uma época politicamente moralista, marcada por valores tradicionais e pela Guerra Colonial.Uma história que reflecte tanto os avatares da guerra como as encruzilhadas do amor de uma sociedade representativa de um Portugal esquecido por alguns e inesquecível para muitos. Uma história escrita com o coração de quem viveu em África e o deixou lá para sempre. Para muitos o romance que melhor retrata a sociedade da África Portuguesa e a Guerra Colonial.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este premiado romance de Philippe Besson, "o "Brokeback Mountain "francês", como o classificou a revista "Elle", conta a história de amor entre dois rapazes adolescentes na França de 1984. À entrada de um hotel em Bordéus um conhecido escritor cruza-se com um jovem estranhamente parecido com o seu primeiro amor, Thomas. Olha então para trás, para uma relação nunca esquecida, uma relação escondida do último ano do liceu. O erotismo e a ternura de um primeiro amor e a dor da perda e da passagem do tempo. Publicado em 2017 e galardoado com o Prémio Maison de la Presse," Deixa-te de Mentiras" está a ser adaptado para o cinema. A sua versão em língua inglesa obteve um assinalável êxito internacional: Melhor Livro LGBTQ da "Oprah Magazine", Escolha do Editor da "New York Times Book Review" e Melhor Romance Gay da "The Advocate".
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este premiado romance de Philippe Besson, "o "Brokeback Mountain "francês", como o classificou a revista "Elle", conta a história de amor entre dois rapazes adolescentes na França de 1984. À entrada de um hotel em Bordéus um conhecido escritor cruza-se com um jovem estranhamente parecido com o seu primeiro amor, Thomas. Olha então para trás, para uma relação nunca esquecida, uma relação escondida do último ano do liceu. O erotismo e a ternura de um primeiro amor e a dor da perda e da passagem do tempo. Publicado em 2017 e galardoado com o Prémio Maison de la Presse," Deixa-te de Mentiras" está a ser adaptado para o cinema. A sua versão em língua inglesa obteve um assinalável êxito internacional: Melhor Livro LGBTQ da "Oprah Magazine", Escolha do Editor da "New York Times Book Review" e Melhor Romance Gay da "The Advocate".
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Um silêncio antigo selou durante 200 anos, o mistério de uma família muito semelhante às tragédias e ambições do Peru. Este romance recorda-nos que as famílias estão feitas de tudo o que escondem e que só uma prosa capaz de atravessar o visível e o soterrado pode rastear o caudal a que chamamos identidade. "As nossas famílias, como em qualquer sociedade conservadora e tradicional, querem calar certos assuntos que não convém trazer à luz e fi-lo [este livro] através de um romance como forma de não pôr em evidência a família, mas de pôr em evidência todas as famílias." Renato Cisneros
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Um silêncio antigo selou durante 200 anos, o mistério de uma família muito semelhante às tragédias e ambições do Peru. Este romance recorda-nos que as famílias estão feitas de tudo o que escondem e que só uma prosa capaz de atravessar o visível e o soterrado pode rastear o caudal a que chamamos identidade. "As nossas famílias, como em qualquer sociedade conservadora e tradicional, querem calar certos assuntos que não convém trazer à luz e fi-lo [este livro] através de um romance como forma de não pôr em evidência a família, mas de pôr em evidência todas as famílias." Renato Cisneros
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Maribeth Klein é mãe de gémeos e editora de uma revista de moda. Conciliar essas duas facetas da vida tem sido um desafio quase impossível e Maribeth sente-se esgotada. A azáfama do dia a dia, cada vez mais intensa, não a deixa parar um segundo, nem para perceber que acaba de ter um ataque cardíaco. Durante a recuperação, dispondo finalmente de algum tempo para pensar, Maribeth decide fazer as malas e partir. Longe das obrigações familiares e apoiada por novas amizades, pode por fim lidar com os problemas que a atormentam há muito e enveredar por uma jornada de descoberta que lhe permitirá perceber o que é realmente importante.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Maribeth Klein é mãe de gémeos e editora de uma revista de moda. Conciliar essas duas facetas da vida tem sido um desafio quase impossível e Maribeth sente-se esgotada. A azáfama do dia a dia, cada vez mais intensa, não a deixa parar um segundo, nem para perceber que acaba de ter um ataque cardíaco. Durante a recuperação, dispondo finalmente de algum tempo para pensar, Maribeth decide fazer as malas e partir. Longe das obrigações familiares e apoiada por novas amizades, pode por fim lidar com os problemas que a atormentam há muito e enveredar por uma jornada de descoberta que lhe permitirá perceber o que é realmente importante.
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Nelson Dyar, um jovem americano cansado da monotonia da sua vida de empregado bancário, chega, depois da Segunda Guerra Mundial, à Zona Internacional de Tânger para começar uma nova vida. Wilcox, um vago conhecimento de infância, oferecera-lhe emprego na sua agência de viagens. Transposto para um meio que lhe é totalmente estranho, Dyar vagueia perdido entre os salões dos residentes ocidentais e os bares e bordéis da casbá e entre as duas culturas - a árabe e a ocidental -, sem compreender nenhuma das duas. Paul Bowles retrata as figuras dessa sociedade que tão bem conheceu e inclui mesmo uma caricatura de si próprio. Dyar é, no entanto, uma personagem totalmente inventada. Um zé-ninguém, uma vítima, como ele próprio se descreve, com uma personalidade que se define apenas em termos da situação, alguém que nunca viveu. Retirado do ambiente ordenado em que existira até então, Dyar não consegue interpretar as reações daqueles com quem se cruza: Hadija, a pequena prostituta, a terrível Eunice Goode, Thami, o contrabandista árabe que faz a ponte entre os salões do palácio dos Beidaoui e os bares da casbá, Daisy de Valverde, Wilcox, com os seus negócios escuros, Madame Jouvenon e a espionagem, os berberes e o povo das montanhas, a população dos bairros indígenas e os cambistas judeus. A chuva cai incessante, transformando em rios as ruelas da casbá e marcando as alterações do estado de espírito de Dyar. Se o céu do romance O Céu que Nos Protege era vasto e azul, o céu de Deixa a Chuva Cair, também omnipresente, é opressivo e escuro. A chuva que teima em cair, as nuvens que se acumulam, as ondas do estreito de Gibraltar, o vento que assobia e faz bater a porta da cabana nas montanhas acompanham o percurso de Dyar até ao abismo inevitável.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Nelson Dyar, um jovem americano cansado da monotonia da sua vida de empregado bancário, chega, depois da Segunda Guerra Mundial, à Zona Internacional de Tânger para começar uma nova vida. Wilcox, um vago conhecimento de infância, oferecera-lhe emprego na sua agência de viagens. Transposto para um meio que lhe é totalmente estranho, Dyar vagueia perdido entre os salões dos residentes ocidentais e os bares e bordéis da casbá e entre as duas culturas - a árabe e a ocidental -, sem compreender nenhuma das duas. Paul Bowles retrata as figuras dessa sociedade que tão bem conheceu e inclui mesmo uma caricatura de si próprio. Dyar é, no entanto, uma personagem totalmente inventada. Um zé-ninguém, uma vítima, como ele próprio se descreve, com uma personalidade que se define apenas em termos da situação, alguém que nunca viveu. Retirado do ambiente ordenado em que existira até então, Dyar não consegue interpretar as reações daqueles com quem se cruza: Hadija, a pequena prostituta, a terrível Eunice Goode, Thami, o contrabandista árabe que faz a ponte entre os salões do palácio dos Beidaoui e os bares da casbá, Daisy de Valverde, Wilcox, com os seus negócios escuros, Madame Jouvenon e a espionagem, os berberes e o povo das montanhas, a população dos bairros indígenas e os cambistas judeus. A chuva cai incessante, transformando em rios as ruelas da casbá e marcando as alterações do estado de espírito de Dyar. Se o céu do romance O Céu que Nos Protege era vasto e azul, o céu de Deixa a Chuva Cair, também omnipresente, é opressivo e escuro. A chuva que teima em cair, as nuvens que se acumulam, as ondas do estreito de Gibraltar, o vento que assobia e faz bater a porta da cabana nas montanhas acompanham o percurso de Dyar até ao abismo inevitável.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Sem tabus, de coração aberto, têm a palavra os combatentes da Guerra Colonial. Estas são as histórias em carne viva dos soldados portugueses: o que viram, sentiram e pensaram - e os estilhaços físicos e psicológicos de uma juventude perdida que ainda hoje os atormentam. De 1961 a 1974, Portugal travou uma guerra em três frentes: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. Do lado português, quase um milhão de mobilizados, perto de dez mil mortos, dezenas de milhares de mutilados e um número indeterminado de stressados de guerra. Este livro reúne 48 relatos emocionantes, que testemunham diferentes experiências de combate. Do militar inadaptado ao que se guia por um escrupuloso sentido de dever; do que lamenta não ter desertado ao que tem gosto em matar. Uns sentiam empatia pelo inimigo, outros moviam-se pelo desejo de aniquilação e extermínio, numa guerra que as mudanças no mundo tinham tornado obsoleta antes mesmo de começar.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Sem tabus, de coração aberto, têm a palavra os combatentes da Guerra Colonial. Estas são as histórias em carne viva dos soldados portugueses: o que viram, sentiram e pensaram - e os estilhaços físicos e psicológicos de uma juventude perdida que ainda hoje os atormentam. De 1961 a 1974, Portugal travou uma guerra em três frentes: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. Do lado português, quase um milhão de mobilizados, perto de dez mil mortos, dezenas de milhares de mutilados e um número indeterminado de stressados de guerra. Este livro reúne 48 relatos emocionantes, que testemunham diferentes experiências de combate. Do militar inadaptado ao que se guia por um escrupuloso sentido de dever; do que lamenta não ter desertado ao que tem gosto em matar. Uns sentiam empatia pelo inimigo, outros moviam-se pelo desejo de aniquilação e extermínio, numa guerra que as mudanças no mundo tinham tornado obsoleta antes mesmo de começar.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Ao serviço da BBC, Expresso e SIC, Paulo Camacho cobriu uma boa parte dos conflitos mais importantes que ocorreram no mundo desde meados da década de 80. Esteve em Bagdad no início das duas guerras do Golfo, várias vezes na guerra civil angolana, na guerra civil de Moçambique, no caos da Somália, nos confrontos da África do Sul depois da queda do apartheid, na guerra do Congo/Zaire quando o ditador Mobutu foi afastado, nos ataques israelitas ao Líbano ou na queda dos regimes do Bloco de Leste, como na Roménia e Checoslováquia. Neste livro, partilha as suas memórias desses tempos, as emoções de quem presenciou o inferno na Terra e a forma que encontrou para se defender de experiências extremas, como assistir à morte de crianças. Com prefácio de Ricardo Costa.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Ao serviço da BBC, Expresso e SIC, Paulo Camacho cobriu uma boa parte dos conflitos mais importantes que ocorreram no mundo desde meados da década de 80. Esteve em Bagdad no início das duas guerras do Golfo, várias vezes na guerra civil angolana, na guerra civil de Moçambique, no caos da Somália, nos confrontos da África do Sul depois da queda do apartheid, na guerra do Congo/Zaire quando o ditador Mobutu foi afastado, nos ataques israelitas ao Líbano ou na queda dos regimes do Bloco de Leste, como na Roménia e Checoslováquia. Neste livro, partilha as suas memórias desses tempos, as emoções de quem presenciou o inferno na Terra e a forma que encontrou para se defender de experiências extremas, como assistir à morte de crianças. Com prefácio de Ricardo Costa.
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem. Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos. Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, Debaixo de Algum Céu retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem. Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos. Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, Debaixo de Algum Céu retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem. Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos. Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, "Debaixo de Algum Céu" retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Num prédio encostado à praia, homens, mulheres e crianças - vizinhos que se cruzam mas se desconhecem - andam à procura do que lhes falta: um pouco de paz, de música, de calor, de um deus que lhes sirva. Todas as janelas estão viradas para dentro e até o vento parece soprar em quem lá vive. Há uma viúva sozinha com um gato, um homem que se esconde a inventar futuros, o bebé que testa os pais desavindos, o reformado que constrói loucuras na cave, uma família quase quase normal, um padre com uma doença de fé, o apartamento vazio cheio dos que o deixaram. O elevador sobe cansado, a menina chora e os canos estrebucham. É esse o som dos dias, porque não há maneira de o medo se fazer ouvir. A semana em que decorre esta história é bruscamente interrompida por uma tempestade que deixa o prédio sem luz e suspende as vidas das personagens - como uma bolha no tempo que permite pensar, rever o passado, perdoar, reagir, ser também mais vizinho. Entre o fim de um ano e o começo de outro, tudo pode realmente acontecer - e, pelo meio, nasce Cristo e salva-se um homem. Embora numa cidade de província, e à beira-mar, este prédio fica mesmo ao virar da esquina, talvez o habitemos e não o saibamos. Com imagens de extraordinário fulgor a que o autor nos habituou com o seu primeiro romance, "Debaixo de Algum Céu" retrata de forma límpida e comovente o purgatório que é a vida dos homens e a busca que cada um empreende pela redenção.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Júlia nunca contou toda a verdade sobre o que lhe aconteceu. Nem aos pais, que a sentem cada vez mais distante; nem às amigas, que não vê há meses. Acreditou que dessa forma seria possível esquecer tudo; mas a memória que o seu corpo guarda não pode ser apagada, e por isso, apesar dos seus dezanove anos, Júlia só deseja ficar quieta, encolhida numa vida vazia, longe de tudo e de todos. No prédio onde mora, vive Catarina, uma menina de quatro ou cinco anos, filha de uns vizinhos cujas discussões violentas Júlia escuta através das paredes. Salvar essa criança torna-se então essencial à sua própria salvação. Mas será possível fugir do passado quando ele permanece debaixo da pele? Eis o ponto de partida deste romance fascinante e profundamente actual, que acompanhará os momentos cruciais das vidas de Júlia e Catarina ao longo de mais de trinta anos, nos quais as suas histórias ora se entretecem, ora se afastam.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Júlia nunca contou toda a verdade sobre o que lhe aconteceu. Nem aos pais, que a sentem cada vez mais distante; nem às amigas, que não vê há meses. Acreditou que dessa forma seria possível esquecer tudo; mas a memória que o seu corpo guarda não pode ser apagada, e por isso, apesar dos seus dezanove anos, Júlia só deseja ficar quieta, encolhida numa vida vazia, longe de tudo e de todos. No prédio onde mora, vive Catarina, uma menina de quatro ou cinco anos, filha de uns vizinhos cujas discussões violentas Júlia escuta através das paredes. Salvar essa criança torna-se então essencial à sua própria salvação. Mas será possível fugir do passado quando ele permanece debaixo da pele? Eis o ponto de partida deste romance fascinante e profundamente actual, que acompanhará os momentos cruciais das vidas de Júlia e Catarina ao longo de mais de trinta anos, nos quais as suas histórias ora se entretecem, ora se afastam.
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Edição: Nov 2006
Nº Páginas: 140
Sinopse:
Primeiro volume de uma trilogia subordinada ao título "De Rios Velhos e Guerrilheiros", nele reencontramos a "voz" inconfundível do autor na quebra da sintaxe convencional, na presença de neologismos, na incorporação de expressões em quimbundo, para mencionarmos apenas algumas das marcas essenciais da escrita e da obra de José Luandino Vieira. Contenção e transbordamento - o rio e as suas margens - reflectem-se nestas páginas em que se projecta a história recente de Angola, mas não só. É também de outras crises que "O Livro dos Rios" se ocupa, abismos de contemporaneidade e problemas que desde tempos imemoriais têm envolvido o homem e mobilizado os grandes escritores.
Nº Páginas: 140
Sinopse:
Primeiro volume de uma trilogia subordinada ao título "De Rios Velhos e Guerrilheiros", nele reencontramos a "voz" inconfundível do autor na quebra da sintaxe convencional, na presença de neologismos, na incorporação de expressões em quimbundo, para mencionarmos apenas algumas das marcas essenciais da escrita e da obra de José Luandino Vieira. Contenção e transbordamento - o rio e as suas margens - reflectem-se nestas páginas em que se projecta a história recente de Angola, mas não só. É também de outras crises que "O Livro dos Rios" se ocupa, abismos de contemporaneidade e problemas que desde tempos imemoriais têm envolvido o homem e mobilizado os grandes escritores.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Negra, gambiana e muçulmana da parte do pai e branca, francesa e judia da parte da mãe, Rachel Khan é orgulhosamente de raça. É de raça porque tem diferentes raízes, que algumas pessoas julgam serem raças. Mas como conviver com este "excesso de raças" entre o radicalismo do "ou branco ou negro", que abomina a variedade? Analisando uma série de palavras e expressões politicamente correctas, Rachel Khan lança um olhar crítico e mordaz à tendência ideologizada, que proíbe todo o tipo de nuances: Condena as palavras que separam como afrodescendente, interseccionalidade ou minoria , apresentadas como essenciais para combater o racismo, mas que apenas servem para enfiar o dedo nas feridas que afirmam cicatrizar; Aponta as palavras que não levam a lado nenhum e que apenas servem para empobrecer a língua e alimentar ódios e silêncios; Defende as palavras que consertam, promovendo a diversidade de pensamento, reestabelecendo o diálogo e unindo a sociedade, atormentada por tensões identitárias.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Negra, gambiana e muçulmana da parte do pai e branca, francesa e judia da parte da mãe, Rachel Khan é orgulhosamente de raça. É de raça porque tem diferentes raízes, que algumas pessoas julgam serem raças. Mas como conviver com este "excesso de raças" entre o radicalismo do "ou branco ou negro", que abomina a variedade? Analisando uma série de palavras e expressões politicamente correctas, Rachel Khan lança um olhar crítico e mordaz à tendência ideologizada, que proíbe todo o tipo de nuances: Condena as palavras que separam como afrodescendente, interseccionalidade ou minoria , apresentadas como essenciais para combater o racismo, mas que apenas servem para enfiar o dedo nas feridas que afirmam cicatrizar; Aponta as palavras que não levam a lado nenhum e que apenas servem para empobrecer a língua e alimentar ódios e silêncios; Defende as palavras que consertam, promovendo a diversidade de pensamento, reestabelecendo o diálogo e unindo a sociedade, atormentada por tensões identitárias.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma abordagem brilhante à literatura, em que os limites são sempre ultrapassados. Uma artista californiana, que vive com o marido e uma criança num bairro de classe média em Los Angeles, planeia passar duas semanas em Nova Iorque. Terá exposições e espetáculos para ver, contactos a fazer, reuniões de trabalho e encontros com amigos. Com a quantia avultada de um prémio que acaba de ganhar, reserva um quarto num dos melhores hotéis da cidade e, depois de uma conversa durante uma festa, resolve fazer a viagem não de avião, mas de carro. Não tendo avançado na viagem mais do que meio estado, ou trinta minutos depois de sair de casa, a nossa heroína sai da autoestrada para abastecer num lugarejo de província, e acaba a prolongar a sua estada, dia após dia, indefinidamente, no quarto de um motel que ela redecora e transforma - num ninho de amor? Numa obra de arte? O que terá dado origem a esta bizarra decisão? Nem ela sabe. Terá sido o olhar trocado com um rapaz na bomba de gasolina? De Quatro é um romance rítmico, maravilhosamente lúcido e divertido e uma reinvenção terna da vida sexual, da vida romântica e da vida doméstica. July rapta o que nos é familiar e torna-o numa coisa nova, exaltante e profundamente viva.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma abordagem brilhante à literatura, em que os limites são sempre ultrapassados. Uma artista californiana, que vive com o marido e uma criança num bairro de classe média em Los Angeles, planeia passar duas semanas em Nova Iorque. Terá exposições e espetáculos para ver, contactos a fazer, reuniões de trabalho e encontros com amigos. Com a quantia avultada de um prémio que acaba de ganhar, reserva um quarto num dos melhores hotéis da cidade e, depois de uma conversa durante uma festa, resolve fazer a viagem não de avião, mas de carro. Não tendo avançado na viagem mais do que meio estado, ou trinta minutos depois de sair de casa, a nossa heroína sai da autoestrada para abastecer num lugarejo de província, e acaba a prolongar a sua estada, dia após dia, indefinidamente, no quarto de um motel que ela redecora e transforma - num ninho de amor? Numa obra de arte? O que terá dado origem a esta bizarra decisão? Nem ela sabe. Terá sido o olhar trocado com um rapaz na bomba de gasolina? De Quatro é um romance rítmico, maravilhosamente lúcido e divertido e uma reinvenção terna da vida sexual, da vida romântica e da vida doméstica. July rapta o que nos é familiar e torna-o numa coisa nova, exaltante e profundamente viva.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Vida, morte, quotidiano, desilusão, beleza, biografia, visita aos aspectos essenciais da Humanidade naquilo que ela tem de mais belo e também de mais desolador, tentativa de medir o ritmo vital dos nossos dias. De Passagem é o mais recente livro de José Alberto Oliveira. JAO (1952-) Não tenciono interrogar a escuridão além do traço, basta-me o esforço do início e a resignação de ter chegado ao ponto, antes do traço, onde medito, sem muito esforço, na negligência ou embaraço em que pros- sigo. Um século terminado, outro por desdizer. Acaso haverá inquietação que possa salvar o espaço? A pergunta supõe cansaço e a resposta está por haver.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Vida, morte, quotidiano, desilusão, beleza, biografia, visita aos aspectos essenciais da Humanidade naquilo que ela tem de mais belo e também de mais desolador, tentativa de medir o ritmo vital dos nossos dias. De Passagem é o mais recente livro de José Alberto Oliveira. JAO (1952-) Não tenciono interrogar a escuridão além do traço, basta-me o esforço do início e a resignação de ter chegado ao ponto, antes do traço, onde medito, sem muito esforço, na negligência ou embaraço em que pros- sigo. Um século terminado, outro por desdizer. Acaso haverá inquietação que possa salvar o espaço? A pergunta supõe cansaço e a resposta está por haver.
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