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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma narrativa em que o mistério e a intriga concorrem para denunciar a hipocrisia e fragilidade da vida contemporânea.Marcado por uma ironia desarmante, o enredo negro e fortemente psicológico de Casa de férias com piscina proporciona uma leitura ávida, controversa e intrigante que confirma o incrível talento literário de Herman Koch no dissecar da farsa amoral de uma sociedade à deriva.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma narrativa em que o mistério e a intriga concorrem para denunciar a hipocrisia e fragilidade da vida contemporânea.Marcado por uma ironia desarmante, o enredo negro e fortemente psicológico de Casa de férias com piscina proporciona uma leitura ávida, controversa e intrigante que confirma o incrível talento literário de Herman Koch no dissecar da farsa amoral de uma sociedade à deriva.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Romance escrito com "mão de mestre e cabeça de génio", "Casa de Campo" é uma brilhante alegoria sobre o poder e a rebelião. A aristocrática família Ventura reúne-se todos os verões na rica e imponente propriedade de Marulanda, gozando a tranquilidade do campo longe da civilização. Aproveitando a ausência temporária dos adultos por um dia, as trinta e três crianças presentes assumem o controlo da casa, transformando os luxuosos salões, escadarias, quartos e corredores labirínticos num domínio de transgressão, erótico e febril. Erguido ferozmente na placidez da casa de campo, este esplendor de pulsões reprimidas torna-se o início de uma ruptura radical com a ordem imposta e a instauração de um novo mundo — mágico, anárquico e exuberante, mas igualmente perverso e doloroso.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Romance escrito com "mão de mestre e cabeça de génio", "Casa de Campo" é uma brilhante alegoria sobre o poder e a rebelião. A aristocrática família Ventura reúne-se todos os verões na rica e imponente propriedade de Marulanda, gozando a tranquilidade do campo longe da civilização. Aproveitando a ausência temporária dos adultos por um dia, as trinta e três crianças presentes assumem o controlo da casa, transformando os luxuosos salões, escadarias, quartos e corredores labirínticos num domínio de transgressão, erótico e febril. Erguido ferozmente na placidez da casa de campo, este esplendor de pulsões reprimidas torna-se o início de uma ruptura radical com a ordem imposta e a instauração de um novo mundo — mágico, anárquico e exuberante, mas igualmente perverso e doloroso.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 128
Sinopse:
A personalidade literária do Sr. Pantaleão, que se manifesta nos anos 1908-1910, encarna a fase de maturação cívica e política do jovem Fernando Pessoa, confrontado com a dura realidade portuguesa dos finais da Monarquia. Assume, assim, uma atitude crítica e satírica, porventura mais anti-monárquica do que republicana, em relação aos males da pátria e, sobretudo, aos seus mais directos responsáveis. Mas não deixa também de antecipar, em muitos escritos de carácter reflexivo, o pendor filosofante que viria a marcar exemplarmente a obra pessoana. O presente volume reúne, pela primeira vez, o conjunto dos textos atribuídos ou atribuíveis a este pouco conhecido "alter ego" de Fernando Pessoa — cartas, "visões", versos, aforismos e outros escritos — dos quais 39 são inéditos e 3, só agora, têm publicação integral.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
A personalidade literária do Sr. Pantaleão, que se manifesta nos anos 1908-1910, encarna a fase de maturação cívica e política do jovem Fernando Pessoa, confrontado com a dura realidade portuguesa dos finais da Monarquia. Assume, assim, uma atitude crítica e satírica, porventura mais anti-monárquica do que republicana, em relação aos males da pátria e, sobretudo, aos seus mais directos responsáveis. Mas não deixa também de antecipar, em muitos escritos de carácter reflexivo, o pendor filosofante que viria a marcar exemplarmente a obra pessoana. O presente volume reúne, pela primeira vez, o conjunto dos textos atribuídos ou atribuíveis a este pouco conhecido "alter ego" de Fernando Pessoa — cartas, "visões", versos, aforismos e outros escritos — dos quais 39 são inéditos e 3, só agora, têm publicação integral.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ficção, realidade? Na abertura deste livro, Pedro Eiras explica como descobriu, no antigo Hôtel de Nice, em Paris, as cartas que Fernando Pessoa enviou a Mário de Sá-Carneiro entre julho de 1915 e abril de 1916. Estas cartas reencontradas deixam entrever o quotidiano de Pessoa, os seus projectos, entusiasmos e dúvidas, cem anos depois de "Orpheu". Pedro Eiras nasceu em 1975. É Professor de Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Desde 2001, publicou diversas obras de ficção ("Bach, A Cura, Os Três Desejos de Octávio C."), teatro ("Bela Dona, Um Punhado de Terra, Uma Carta a Cassandra, Um Forte Cheiro a Maçã") e ensaio ("Platão no Rolls-Royce, Os Ícones de Andrei, Tentações, Esquecer Fausto"). Os seus livros têm sido publicados e as peças de teatro apresentadas em mais de dez países.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ficção, realidade? Na abertura deste livro, Pedro Eiras explica como descobriu, no antigo Hôtel de Nice, em Paris, as cartas que Fernando Pessoa enviou a Mário de Sá-Carneiro entre julho de 1915 e abril de 1916. Estas cartas reencontradas deixam entrever o quotidiano de Pessoa, os seus projectos, entusiasmos e dúvidas, cem anos depois de "Orpheu". Pedro Eiras nasceu em 1975. É Professor de Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Desde 2001, publicou diversas obras de ficção ("Bach, A Cura, Os Três Desejos de Octávio C."), teatro ("Bela Dona, Um Punhado de Terra, Uma Carta a Cassandra, Um Forte Cheiro a Maçã") e ensaio ("Platão no Rolls-Royce, Os Ícones de Andrei, Tentações, Esquecer Fausto"). Os seus livros têm sido publicados e as peças de teatro apresentadas em mais de dez países.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 404
Sinopse:
Saul Bellow escreveu, ao longo de toda a sua longa vida, cartas maravilhosamente perspicazes, impiedosas, ternurentas, ferozes, hilariantes e sábias. Entre as melhores estão algumas das que mandou aos seus companheiros de escrita - William Faulkner, John Cheever, Ralph Ellison, Cynthia Ozick, Philip Roth, Martin Amis, entre outros. Esta é, na verdade, a autobiografia que Bellow nunca escreveu - que mostra as influências no trabalho de um homem e ilumina o seu duradouro legado: os romances e as histórias que lhe granjearam o Nobel e a admiração de leitores de todo o Mundo.
Nº Páginas: 404
Sinopse:
Saul Bellow escreveu, ao longo de toda a sua longa vida, cartas maravilhosamente perspicazes, impiedosas, ternurentas, ferozes, hilariantes e sábias. Entre as melhores estão algumas das que mandou aos seus companheiros de escrita - William Faulkner, John Cheever, Ralph Ellison, Cynthia Ozick, Philip Roth, Martin Amis, entre outros. Esta é, na verdade, a autobiografia que Bellow nunca escreveu - que mostra as influências no trabalho de um homem e ilumina o seu duradouro legado: os romances e as histórias que lhe granjearam o Nobel e a admiração de leitores de todo o Mundo.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Este livro reúne um conjunto de documentos do Arquivo Fundação Mário Soares escritos e/ou publicados entre 1970 e 1974 e que retraçam a atividade política do autor durante o exílio em França e a forma como esta atividade se articulava com a de diversas figuras da oposição ao regime, tanto em Portugal como noutros destinos de exílio. Inclui: - Correspondência entre o autor e Raúl Rêgo, Piteira Santos, Pinto Balsemão, Medeiros Ferreira, Tito de Morais, Vitorino Magalhães Godinho, Victor da Cunha Rego, António Macedo e Jorge Campinos - Artigos publicados no República e no Portugal Socialista, Revue Politique International, L’Unité, Combat Socialiste e Le Monde (França); The Nation (EUA), Express Español (Espanha) e Weltwoche (Suíça) - Entrevistas publicadas na Veja (Brasil), L’Espresso (Itália) e Combat (França) - Outros documentos de grande interesse histórico. Com prefácio do historiador David Castaño.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Este livro reúne um conjunto de documentos do Arquivo Fundação Mário Soares escritos e/ou publicados entre 1970 e 1974 e que retraçam a atividade política do autor durante o exílio em França e a forma como esta atividade se articulava com a de diversas figuras da oposição ao regime, tanto em Portugal como noutros destinos de exílio. Inclui: - Correspondência entre o autor e Raúl Rêgo, Piteira Santos, Pinto Balsemão, Medeiros Ferreira, Tito de Morais, Vitorino Magalhães Godinho, Victor da Cunha Rego, António Macedo e Jorge Campinos - Artigos publicados no República e no Portugal Socialista, Revue Politique International, L’Unité, Combat Socialiste e Le Monde (França); The Nation (EUA), Express Español (Espanha) e Weltwoche (Suíça) - Entrevistas publicadas na Veja (Brasil), L’Espresso (Itália) e Combat (França) - Outros documentos de grande interesse histórico. Com prefácio do historiador David Castaño.
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Edição: Set 2007
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Designar como "essencial" esta colectânea de obras pessoanas pode parecer, à primeira vista, um abuso, já que não se trata de um único volume, nem mesmo de três volumes, mas sim de sete. Acontece que a multifacetada obra de Pessoa — escrita sob mais de 70 nomes e em três línguas, abrangendo um apreciável número de géneros, estilos e temas — não tem uma essência una e linear. Ramifica-se ou, como diria o poeta de muitos rostos, pluraliza-se. Se, por "essencial ", queremos dizer "indispensável", então os três volumes consagrados à poesia correspondem a esse conceito. Eles contêm toda a grande poesia de Pessoa, quer ortónima (assinada por si próprio) quer heterónima (assinada por "outros eus"), em português e em inglês, bem como os melhores exemplos dos seus versos em francês. A palavra "essencial" assume um significado diferente quando aplicada aos quatro volumes que dedicamos à prosa. Nesta parte da obra pessoana, há certas áreas — ficção, teatro, crítica literária, textos filosóficos, escritos sobre o Neopaganismo e as tradições esotéricas, bem como outras — que são pouco visíveis na presente edição. Recorde-se que os mais de 25 000 papéis originais deixados por Pessoa correspondem, na sua maioria, a textos em prosa, muitos dos quais, pelos assuntos abordados e o seu carácter frequentemente lacunar e inacabado, têm reduzido interesse para o grande público a que esta edição se destina. Além disso, ainda será necessário um apurado trabalho de investigação e transcrição para que algumas vertentes da prosa pessoana possam ser publicadas com o devido rigor.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Designar como "essencial" esta colectânea de obras pessoanas pode parecer, à primeira vista, um abuso, já que não se trata de um único volume, nem mesmo de três volumes, mas sim de sete. Acontece que a multifacetada obra de Pessoa — escrita sob mais de 70 nomes e em três línguas, abrangendo um apreciável número de géneros, estilos e temas — não tem uma essência una e linear. Ramifica-se ou, como diria o poeta de muitos rostos, pluraliza-se. Se, por "essencial ", queremos dizer "indispensável", então os três volumes consagrados à poesia correspondem a esse conceito. Eles contêm toda a grande poesia de Pessoa, quer ortónima (assinada por si próprio) quer heterónima (assinada por "outros eus"), em português e em inglês, bem como os melhores exemplos dos seus versos em francês. A palavra "essencial" assume um significado diferente quando aplicada aos quatro volumes que dedicamos à prosa. Nesta parte da obra pessoana, há certas áreas — ficção, teatro, crítica literária, textos filosóficos, escritos sobre o Neopaganismo e as tradições esotéricas, bem como outras — que são pouco visíveis na presente edição. Recorde-se que os mais de 25 000 papéis originais deixados por Pessoa correspondem, na sua maioria, a textos em prosa, muitos dos quais, pelos assuntos abordados e o seu carácter frequentemente lacunar e inacabado, têm reduzido interesse para o grande público a que esta edição se destina. Além disso, ainda será necessário um apurado trabalho de investigação e transcrição para que algumas vertentes da prosa pessoana possam ser publicadas com o devido rigor.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
No verão de 1757, o aventureiro Giacomo Casanova, que se evadira pouco antes da prisão dos Piombi, em Veneza, desembarca em Lisboa. O espetáculo das ruínas provocadas pelo terramoto ultrapassa tudo aquilo que ele podia imaginar. Durante seis semanas, Casanova faz os possíveis por entender os portugueses: como é possível que a vida dos habitantes da cidade se tenha acomodado a uma tal desorganização? Conhece o comerciante Ratton e o conde de S. Lourenço, o livreiro Reycend e o marquês de Alegrete, o poeta Correia Garção e a condessa de Pombeiro. E até se encontra com o misterioso marquês de X. Chega finalmente à fala com Sebastião José de Carvalho e Melo, ainda não Oeiras, ainda não Pombal, a quem tenta vender o projeto de uma lotaria real. Exaspera-se e diverte-se, seduz e perde ao jogo, e encontra tempo para escrever seis cartas a cinco personagens importantes da sua vida. ""Rien ne pourra faire que je ne me sois amusé"" é a divisa que o guia. Mesmo em Lisboa. Mesmo depois do Grande Terramoto.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
No verão de 1757, o aventureiro Giacomo Casanova, que se evadira pouco antes da prisão dos Piombi, em Veneza, desembarca em Lisboa. O espetáculo das ruínas provocadas pelo terramoto ultrapassa tudo aquilo que ele podia imaginar. Durante seis semanas, Casanova faz os possíveis por entender os portugueses: como é possível que a vida dos habitantes da cidade se tenha acomodado a uma tal desorganização? Conhece o comerciante Ratton e o conde de S. Lourenço, o livreiro Reycend e o marquês de Alegrete, o poeta Correia Garção e a condessa de Pombeiro. E até se encontra com o misterioso marquês de X. Chega finalmente à fala com Sebastião José de Carvalho e Melo, ainda não Oeiras, ainda não Pombal, a quem tenta vender o projeto de uma lotaria real. Exaspera-se e diverte-se, seduz e perde ao jogo, e encontra tempo para escrever seis cartas a cinco personagens importantes da sua vida. ""Rien ne pourra faire que je ne me sois amusé"" é a divisa que o guia. Mesmo em Lisboa. Mesmo depois do Grande Terramoto.
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Durante treze anos, a guerra colonial enviou para África uma geração de rapazes sem qualquer preparação para o que iriam encontrar e onde tantas vezes tiveram de matar para não morrer. Na metrópole deixaram as vidas em suspenso, na esperança do regresso dois anos mais tarde. De camuflado vestido, embarcados em navios que partiam para Angola, Moçambique e Guiné enquanto os lenços brancos acenavam no cais, estes jovens deixaram para trás os afetos: mães e pais, namoradas e esposas, irmãos e irmãs ficavam em terra a lidar com as saudades e o medo de os perder. A troca de correspondência, através do Serviço Postal Militar, foi fundamental para os que partiam e para os que ficavam - e por isso dez toneladas de correio ligavam diariamente os militares às suas famílias. Entre 1961 e 1975 circularam milhões de aerogramas que levavam e traziam a saudade, o amor… e tantas notícias devastadoras para ambos os lados. Marta Martins Silva volta a dar voz aos ex-combatentes do Ultramar, revelando as cartas que trocavam com aqueles que lhes eram queridos e mostrando como, através dessa correspondência, podemos compreender melhor o país que fomos nos anos sessenta e setenta do século passado.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Durante treze anos, a guerra colonial enviou para África uma geração de rapazes sem qualquer preparação para o que iriam encontrar e onde tantas vezes tiveram de matar para não morrer. Na metrópole deixaram as vidas em suspenso, na esperança do regresso dois anos mais tarde. De camuflado vestido, embarcados em navios que partiam para Angola, Moçambique e Guiné enquanto os lenços brancos acenavam no cais, estes jovens deixaram para trás os afetos: mães e pais, namoradas e esposas, irmãos e irmãs ficavam em terra a lidar com as saudades e o medo de os perder. A troca de correspondência, através do Serviço Postal Militar, foi fundamental para os que partiam e para os que ficavam - e por isso dez toneladas de correio ligavam diariamente os militares às suas famílias. Entre 1961 e 1975 circularam milhões de aerogramas que levavam e traziam a saudade, o amor… e tantas notícias devastadoras para ambos os lados. Marta Martins Silva volta a dar voz aos ex-combatentes do Ultramar, revelando as cartas que trocavam com aqueles que lhes eram queridos e mostrando como, através dessa correspondência, podemos compreender melhor o país que fomos nos anos sessenta e setenta do século passado.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Cartas de Pablo Neruda à sua mulher Matilde Urrutia, com quem viveu um amor intenso e prolongado. Perdurou desde 1949 até ao momento da morte do poeta, em Setembro de 1973. A correspondência inédita reunida neste volume reflecte alguns dos principais momentos deste amor: ciúmes, carícias e alegrias enchem estas cartas, notas, desenhos e postais que se estendem desde finais de 1950 até meados de 1973 e que mostram o lado mais íntimo do poeta. Uma relação fortíssima que produziu muitos poemas e muitos livros ("Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada", ou "Poemas de Amor", por ex.) À semelhança das suas outras obras, este é um livro por onde perpassa todo um universo de magia e paixão, que sempre caracterizaram a escrita do autor.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Cartas de Pablo Neruda à sua mulher Matilde Urrutia, com quem viveu um amor intenso e prolongado. Perdurou desde 1949 até ao momento da morte do poeta, em Setembro de 1973. A correspondência inédita reunida neste volume reflecte alguns dos principais momentos deste amor: ciúmes, carícias e alegrias enchem estas cartas, notas, desenhos e postais que se estendem desde finais de 1950 até meados de 1973 e que mostram o lado mais íntimo do poeta. Uma relação fortíssima que produziu muitos poemas e muitos livros ("Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada", ou "Poemas de Amor", por ex.) À semelhança das suas outras obras, este é um livro por onde perpassa todo um universo de magia e paixão, que sempre caracterizaram a escrita do autor.
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Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Pela primeira vez, as cartas de amor de Fernando Pessoa e de Ofélia Queiroz são apresentadas em edição conjunta. Uma edição conjunta é a forma mais adequada para dar a ler uma correspondência, que pressupõe sempre um diálogo, uma interação, a existência concreta de dois interlocutores. Cada carta é, em si mesma, ou a resposta a outra carta ou pretexto para ela. Até quando o destinatário opta por não responder, de algum modo, o seu silêncio se inscreve na carta seguinte. Assim, uma relação amorosa, sustentada epistolarmente, como a de Pessoa e Ofélia, só é, na verdade, entendível quando os dois discursos se cruzam e mutuamente se refletem. Neste livro a ideia comum de que estaríamos perante um namoro platónico, sem réstia de erotismo, desfaz-se por inteiro. Vemos, enfim, surgir um Pessoa diferente do outro lado do espelho. Um Pessoa não só sujeito e manipulador da escrita, mas um Pessoa indefeso, objeto do discurso (e do afecto) de outrem, personagem de uma história real.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Pela primeira vez, as cartas de amor de Fernando Pessoa e de Ofélia Queiroz são apresentadas em edição conjunta. Uma edição conjunta é a forma mais adequada para dar a ler uma correspondência, que pressupõe sempre um diálogo, uma interação, a existência concreta de dois interlocutores. Cada carta é, em si mesma, ou a resposta a outra carta ou pretexto para ela. Até quando o destinatário opta por não responder, de algum modo, o seu silêncio se inscreve na carta seguinte. Assim, uma relação amorosa, sustentada epistolarmente, como a de Pessoa e Ofélia, só é, na verdade, entendível quando os dois discursos se cruzam e mutuamente se refletem. Neste livro a ideia comum de que estaríamos perante um namoro platónico, sem réstia de erotismo, desfaz-se por inteiro. Vemos, enfim, surgir um Pessoa diferente do outro lado do espelho. Um Pessoa não só sujeito e manipulador da escrita, mas um Pessoa indefeso, objeto do discurso (e do afecto) de outrem, personagem de uma história real.
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 576
Sinopse:
"As cartas deste livro foram escritas por um homem de 28 anos na privacidade da sua relação com a mulher, isolado de tudo e de todos durante dois anos de guerra colonial em Angola, sem pensar que algum dia viriam a ser lidas por mais alguém. Não vamos aqui descrever o que são essas cartas: cada pessoa irá lê-las de forma diferente, seguramente distinta da nossa. Mas qualquer que seja a abordagem, literária, biográfica, documento de guerra ou história de amor, sabemos que é extraordinária em todos esses aspectos (...) Este é o livro do amor dos nossos pais, de onde nascemos e do qual nos orgulhamos. Nascemos de duas pessoas invulgares em tudo, que em parte vos damos a conhecer nestas cartas. O resto é nosso." Maria José Lobo Antunes Joana Lobo Antunes Do Prefácio
Nº Páginas: 576
Sinopse:
"As cartas deste livro foram escritas por um homem de 28 anos na privacidade da sua relação com a mulher, isolado de tudo e de todos durante dois anos de guerra colonial em Angola, sem pensar que algum dia viriam a ser lidas por mais alguém. Não vamos aqui descrever o que são essas cartas: cada pessoa irá lê-las de forma diferente, seguramente distinta da nossa. Mas qualquer que seja a abordagem, literária, biográfica, documento de guerra ou história de amor, sabemos que é extraordinária em todos esses aspectos (...) Este é o livro do amor dos nossos pais, de onde nascemos e do qual nos orgulhamos. Nascemos de duas pessoas invulgares em tudo, que em parte vos damos a conhecer nestas cartas. O resto é nosso." Maria José Lobo Antunes Joana Lobo Antunes Do Prefácio
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Através destas cartas, Mario Vargas Llosa fala-nos com grande lucidez da arte de narrar, da vocação literária e do exercício dessa vocação. Nesse sentido, discorre sobre o poder de persuasão das histórias, o estilo, os vários tipos de narrador, o espaço e o tempo, os níveis de realidade, a estrutura do romance, a autenticidade e a eficácia da escrita e, claro, a coerência interna da narrativa, que emana da própria linguagem. Uma demonstração de sabedoria e experiência, ilustrada por inúmeros exemplos de escritores e romances, descritos com pinceladas breves e certeiras, e que acaba com um conselho definitivo: «Querido amigo: estou a tentar dizer-lhe que esqueça tudo o que leu nas minhas cartas sobre a forma romanesca e que se ponha a escrever romances de uma vez por todas."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Através destas cartas, Mario Vargas Llosa fala-nos com grande lucidez da arte de narrar, da vocação literária e do exercício dessa vocação. Nesse sentido, discorre sobre o poder de persuasão das histórias, o estilo, os vários tipos de narrador, o espaço e o tempo, os níveis de realidade, a estrutura do romance, a autenticidade e a eficácia da escrita e, claro, a coerência interna da narrativa, que emana da própria linguagem. Uma demonstração de sabedoria e experiência, ilustrada por inúmeros exemplos de escritores e romances, descritos com pinceladas breves e certeiras, e que acaba com um conselho definitivo: «Querido amigo: estou a tentar dizer-lhe que esqueça tudo o que leu nas minhas cartas sobre a forma romanesca e que se ponha a escrever romances de uma vez por todas."
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nestas cartas procurei dividir com o leitor, especialmente os mais jovens, experiências que vivi em meus vinte e sete anos de política, lições que aprendi dentro e fora do governo e conhecimentos que fui adquirindo ao longo da vida." - Fernando Henrique Cardoso.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nestas cartas procurei dividir com o leitor, especialmente os mais jovens, experiências que vivi em meus vinte e sete anos de política, lições que aprendi dentro e fora do governo e conhecimentos que fui adquirindo ao longo da vida." - Fernando Henrique Cardoso.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 400
Sinopse:
1943, nas ruínas de uma Londres arrasada pelo Blitz. Stella é casada. Dan é um soldado americano prestes a partir para a guerra. Quando um encontro acidental os junta, os dois apaixonam-se de forma inesperada. Mas o amor deles é tão intenso quanto impossível. Obrigados a uma separação dolorosa, Stella e Dan começam a trocar cartas todos os dias, sendo esta a única forma de se manterem juntos. Setenta anos depois. Dan ainda não desistiu de voltar a encontrar a sua amada. Apesar da idade, vai tentar uma última vez. A carta que envia, para a única morada que conhece, é recebida por Jess. Embora assoberbada com os seus problemas, ao ler a história comovente da carta, Jess ganha uma nova determinação. É impossível ignorar um amor tão bonito, que ardeu tão forte, e que a vida separou.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
1943, nas ruínas de uma Londres arrasada pelo Blitz. Stella é casada. Dan é um soldado americano prestes a partir para a guerra. Quando um encontro acidental os junta, os dois apaixonam-se de forma inesperada. Mas o amor deles é tão intenso quanto impossível. Obrigados a uma separação dolorosa, Stella e Dan começam a trocar cartas todos os dias, sendo esta a única forma de se manterem juntos. Setenta anos depois. Dan ainda não desistiu de voltar a encontrar a sua amada. Apesar da idade, vai tentar uma última vez. A carta que envia, para a única morada que conhece, é recebida por Jess. Embora assoberbada com os seus problemas, ao ler a história comovente da carta, Jess ganha uma nova determinação. É impossível ignorar um amor tão bonito, que ardeu tão forte, e que a vida separou.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Compiladas pela primeira vez em volume em 1945, as quatro cartas que aqui se apresentam foram escritas por Albert Camus durante a ocupação de França pelas forças nazis e publicadas na clandestinidade. Nelas encontra-se expressa a doutrina desenvolvida em A Peste ou O Homem Revoltado: de que o homem é um ser mortal, mas que não deve morrer sem resistência, sem lutar pela justiça. Cartas a Um Amigo Alemão é, nas palavras do próprio autor, um "documento da luta contra a violência" e, prestando testemunho de um dos momentos mais avassaladores da história recente da Europa, revela-se, acima de tudo, um texto de defesa do ideal europeu, cujos argumentos permanecem ainda hoje tão pertinentes.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Compiladas pela primeira vez em volume em 1945, as quatro cartas que aqui se apresentam foram escritas por Albert Camus durante a ocupação de França pelas forças nazis e publicadas na clandestinidade. Nelas encontra-se expressa a doutrina desenvolvida em A Peste ou O Homem Revoltado: de que o homem é um ser mortal, mas que não deve morrer sem resistência, sem lutar pela justiça. Cartas a Um Amigo Alemão é, nas palavras do próprio autor, um "documento da luta contra a violência" e, prestando testemunho de um dos momentos mais avassaladores da história recente da Europa, revela-se, acima de tudo, um texto de defesa do ideal europeu, cujos argumentos permanecem ainda hoje tão pertinentes.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Cartas a Sandra, a simbiose entre o privado e o filosófico Cartas a Sandra é uma obra póstuma de Vergílio Ferreira, que morreu dias antes da sua publicação. Consiste numa longa carta de amor composta por 10 missivas de Paulo para Sandra.
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Cartas a Sandra, a simbiose entre o privado e o filosófico Cartas a Sandra é uma obra póstuma de Vergílio Ferreira, que morreu dias antes da sua publicação. Consiste numa longa carta de amor composta por 10 missivas de Paulo para Sandra.
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"A carta de Caminha é algo inteiramente novo e, repitase, um documento único na história da humanidade. Estou consciente de que me restrinjo à «humanidade europeia» (e especificamente ocidental), mas na minha vasta ignorância não tenho notícia de nada que se lhe assemelhe. Nem Marco Polo revela tal candura perante o inesperado, o maravilhoso descoberto, mesmo se planeado (e a isso já iremos mais adiante). A narrativa de Pêro Vaz de Caminha confesso que prefiro não entrar em pormenores sobre ela para que o leitor a descubra virgem, e a aprecie por si próprio, pois ela dispensa glosas basta lê-la atentamente para nos darmos conta da abertura de horizontes dos recém-chegados a um universo novo, inteiramente inesperado. Vemo-los fascinados perante a natureza e a beleza de um povo que os deslumbra. Tudo surge descrito numa linguagem gostosa, ditada por um olhar eivado de quase ingénua inocência." Onésimo Teotónio Almeida
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"A carta de Caminha é algo inteiramente novo e, repitase, um documento único na história da humanidade. Estou consciente de que me restrinjo à «humanidade europeia» (e especificamente ocidental), mas na minha vasta ignorância não tenho notícia de nada que se lhe assemelhe. Nem Marco Polo revela tal candura perante o inesperado, o maravilhoso descoberto, mesmo se planeado (e a isso já iremos mais adiante). A narrativa de Pêro Vaz de Caminha confesso que prefiro não entrar em pormenores sobre ela para que o leitor a descubra virgem, e a aprecie por si próprio, pois ela dispensa glosas basta lê-la atentamente para nos darmos conta da abertura de horizontes dos recém-chegados a um universo novo, inteiramente inesperado. Vemo-los fascinados perante a natureza e a beleza de um povo que os deslumbra. Tudo surge descrito numa linguagem gostosa, ditada por um olhar eivado de quase ingénua inocência." Onésimo Teotónio Almeida
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 102
Sinopse:
Carta ao Futuro é exactamente aquilo que o titulo indica - é uma longa carta, escrita por Vergílio Ferreira, destinada a ser lida daqui a alguns séculos ou milénios, cujo propósito é, identificando todas as questões existenciais existentes agora e desde sempre, perguntar ao futuro se lá essas ainda existem ou se já foram resolvidas.
Nº Páginas: 102
Sinopse:
Carta ao Futuro é exactamente aquilo que o titulo indica - é uma longa carta, escrita por Vergílio Ferreira, destinada a ser lida daqui a alguns séculos ou milénios, cujo propósito é, identificando todas as questões existenciais existentes agora e desde sempre, perguntar ao futuro se lá essas ainda existem ou se já foram resolvidas.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Na Carta a um Bom Português, o autor apresenta-nos um manual para fazer a Revolução de Cidadania que falta no País de modo a que se possa criar uma Economia mais produtiva e uma Sociedade mais equilibrada; uma Revolução de Cidadania para ajudar os governantes a resolver os bloqueios gravíssimos que nos prejudicam; para obrigar os políticos a fazerem o que têm de fazer: reduzir a influência dos lóbis que nos esmagam a todos, cidadãos e empresas. Uma Revolução que à partida não é destinada a derrubar Governos, mas sim a fixar-lhes um objectivo prioritário - Obrigá-los a reconstruir Portugal. E se não forem capazes, então sim, forçar os políticos incapazes a abandonar o Poder.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Na Carta a um Bom Português, o autor apresenta-nos um manual para fazer a Revolução de Cidadania que falta no País de modo a que se possa criar uma Economia mais produtiva e uma Sociedade mais equilibrada; uma Revolução de Cidadania para ajudar os governantes a resolver os bloqueios gravíssimos que nos prejudicam; para obrigar os políticos a fazerem o que têm de fazer: reduzir a influência dos lóbis que nos esmagam a todos, cidadãos e empresas. Uma Revolução que à partida não é destinada a derrubar Governos, mas sim a fixar-lhes um objectivo prioritário - Obrigá-los a reconstruir Portugal. E se não forem capazes, então sim, forçar os políticos incapazes a abandonar o Poder.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 244
Sinopse:
Em Julho de 1945, depois de sobreviver ao campo de concentração de Bergen-Belsen, Miklós, um jovem húngaro de vinte e cinco anos, é enviado para um campo de refugiados na Suécia. Pele e osso, desdentado, doente, o médico dá-lhe poucos meses de vida. Mas morrer depois de sobreviver a uma guerra não está nos planos de Miklós. Ele não se sente sozinho. Sabe que há 117 mulheres da sua terra a viver em campos de refugiados na Suécia. Ignorando a sentença de morte da febre que o atormenta todas as manhãs, envia uma carta a cada uma delas. Alguma haverá de sucumbir à sua veia poética e sedutora caligrafia. A centena de quilómetros, Lili responde. Assim começa uma história de amor redentora e inesquecível entre dois sobreviventes que eram também sonhadores. Baseada na história real dos pais do autor e narrada a partir das cartas trocadas entre os dois, o romance de Péter Gárdos relembra-nos que o amor é uma força de vida, capaz de vencer a própria morte.
Nº Páginas: 244
Sinopse:
Em Julho de 1945, depois de sobreviver ao campo de concentração de Bergen-Belsen, Miklós, um jovem húngaro de vinte e cinco anos, é enviado para um campo de refugiados na Suécia. Pele e osso, desdentado, doente, o médico dá-lhe poucos meses de vida. Mas morrer depois de sobreviver a uma guerra não está nos planos de Miklós. Ele não se sente sozinho. Sabe que há 117 mulheres da sua terra a viver em campos de refugiados na Suécia. Ignorando a sentença de morte da febre que o atormenta todas as manhãs, envia uma carta a cada uma delas. Alguma haverá de sucumbir à sua veia poética e sedutora caligrafia. A centena de quilómetros, Lili responde. Assim começa uma história de amor redentora e inesquecível entre dois sobreviventes que eram também sonhadores. Baseada na história real dos pais do autor e narrada a partir das cartas trocadas entre os dois, o romance de Péter Gárdos relembra-nos que o amor é uma força de vida, capaz de vencer a própria morte.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Maya Angelou tinha 17 anos quando, de uma relação fortuita e infeliz, nasceu o seu primeiro e único filho. Foi a maior dádiva de uma relação sem amor, mas teria muitas outras ao longo de uma vida extraordinária. E teria muitas "filhas" também: as milhares de mulheres de todo o mundo que nela encontraram uma referência, uma permanente fonte de inspiração. Uma delas chamava-se Oprah Winfrey. E foi a pensar nela, nos recados e mensagens que lhe enviou ao longo de décadas, que Maya Angelou decidiu fazer este livro. Reuniu aqui, em 28 textos, que sintetizam décadas de experiência - e a sabedoria acumulada ao longo delas. Numa voz sempre poética, terna e calorosa, a autora fala de si, da sua infância e adolescência, e de um caminho onde todos os obstáculos foram sendo superados. Nesta pequena obra, onde cada palavra conta, devolve-nos as suas memórias, a sua relação com o mundo, discute o papel da raça e do racismo, do medo, do amor, do papel da mulher. "Carta à Minha Filha" é um livro que não se explica, que não se resume. É uma voz vertida no papel, que nos envolve, aquece e guia.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Maya Angelou tinha 17 anos quando, de uma relação fortuita e infeliz, nasceu o seu primeiro e único filho. Foi a maior dádiva de uma relação sem amor, mas teria muitas outras ao longo de uma vida extraordinária. E teria muitas "filhas" também: as milhares de mulheres de todo o mundo que nela encontraram uma referência, uma permanente fonte de inspiração. Uma delas chamava-se Oprah Winfrey. E foi a pensar nela, nos recados e mensagens que lhe enviou ao longo de décadas, que Maya Angelou decidiu fazer este livro. Reuniu aqui, em 28 textos, que sintetizam décadas de experiência - e a sabedoria acumulada ao longo delas. Numa voz sempre poética, terna e calorosa, a autora fala de si, da sua infância e adolescência, e de um caminho onde todos os obstáculos foram sendo superados. Nesta pequena obra, onde cada palavra conta, devolve-nos as suas memórias, a sua relação com o mundo, discute o papel da raça e do racismo, do medo, do amor, do papel da mulher. "Carta à Minha Filha" é um livro que não se explica, que não se resume. É uma voz vertida no papel, que nos envolve, aquece e guia.
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Edição: Jan 2022
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Catástrofe climática? Inexorável!
Extinção da biodiversidade? Irremediável!
Globalização financeira, deslocalizações, explosão das desigualdades? Fatal!
Declínio das democracias, erosão dos direitos, crescimento dos ódios? Irreversível!
Todos vos dizem que é assim, que nada podem fazer. Então para quê lutar, agir, sonhar?"
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Catástrofe climática? Inexorável!
Extinção da biodiversidade? Irremediável!
Globalização financeira, deslocalizações, explosão das desigualdades? Fatal!
Declínio das democracias, erosão dos direitos, crescimento dos ódios? Irreversível!
Todos vos dizem que é assim, que nada podem fazer. Então para quê lutar, agir, sonhar?"
"A indiferença e a resignação são mortíferas. Não se desinteressem pelo vosso futuro. Não se resignem. Não se tornem cínicos antes de terem experimentado o idealismo. Não sejam velhos antes de serem jovens.
Tenho um só objectivo na política: devolver à democracia a sua juventude perdida, a sua força e a sua beleza. Para isso, são vocês a chave, a única chave.
Esta é a vossa vez! É a hora. A vossa hora."
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Fialho de Almeida (1857-1911) pertence àquela família de médicos que se tornam escritores porque vêem na literatura uma forma de medicina e na palavra um ácido corrosivo mas terapêutico. Fialho tomou a sociedade humana como um corpo cuja anatomia só podia ser conhecida depois de friamente dissecada a bisturi. O primeiro cadáver que ele cortou com os instrumentos cirúrgicos da literatura foi o da Ruiva, essa compleição de estátua num corpo de operária lisboeta, em 1878. Tinha vinte anos e o resultado é uma nova histologia social. Louis-Ferdinand Céline, médico como ele, escreverá depois o breviário da profissão destes novos higienistas: saturar o negro de negro, saciar o veneno de veneno, porque as epidemias só desaparecem quando os micróbios se enjoam das suas toxinas.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Fialho de Almeida (1857-1911) pertence àquela família de médicos que se tornam escritores porque vêem na literatura uma forma de medicina e na palavra um ácido corrosivo mas terapêutico. Fialho tomou a sociedade humana como um corpo cuja anatomia só podia ser conhecida depois de friamente dissecada a bisturi. O primeiro cadáver que ele cortou com os instrumentos cirúrgicos da literatura foi o da Ruiva, essa compleição de estátua num corpo de operária lisboeta, em 1878. Tinha vinte anos e o resultado é uma nova histologia social. Louis-Ferdinand Céline, médico como ele, escreverá depois o breviário da profissão destes novos higienistas: saturar o negro de negro, saciar o veneno de veneno, porque as epidemias só desaparecem quando os micróbios se enjoam das suas toxinas.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Na famosa Escola de Magia de Watford, Simon desempenha um papel especial: ele é o Escolhido, aquele que irá salvar todos do Mal. Mas a verdade é que, metade das vezes, Simon não consegue fazer a sua varinha funcionar, e, na outra metade, pega fogo a tudo. O seu mentor evita-o, a sua namorada deixou-o, e existe um monstro que se alimenta de magia e que utiliza o rosto de Simon. Para piorar as coisas, Baz, a némesis irritante de Simon, desapareceu. Só pode estar a preparar alguma! "Carry On - A História de Simon Snow" está repleto de fantasmas, amor, mistérios. Tem exatamente a quantidade de beijos e de conversa que seria de esperar numa história de Rainbow Rowell - mas muito, muito mais monstros. Esta é a história de Simon Snow, a personagem fictícia que povoava a vida e imaginação de Cath em Fangirl, o fabuloso romance de Rainbow Rowell.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Na famosa Escola de Magia de Watford, Simon desempenha um papel especial: ele é o Escolhido, aquele que irá salvar todos do Mal. Mas a verdade é que, metade das vezes, Simon não consegue fazer a sua varinha funcionar, e, na outra metade, pega fogo a tudo. O seu mentor evita-o, a sua namorada deixou-o, e existe um monstro que se alimenta de magia e que utiliza o rosto de Simon. Para piorar as coisas, Baz, a némesis irritante de Simon, desapareceu. Só pode estar a preparar alguma! "Carry On - A História de Simon Snow" está repleto de fantasmas, amor, mistérios. Tem exatamente a quantidade de beijos e de conversa que seria de esperar numa história de Rainbow Rowell - mas muito, muito mais monstros. Esta é a história de Simon Snow, a personagem fictícia que povoava a vida e imaginação de Cath em Fangirl, o fabuloso romance de Rainbow Rowell.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Mais de dez anos depois do lançamento do livro "Contra o Fanatismo", Amos Oz sente a necessidade de voltar ao tema com três novas reflexões que retomam o assunto, reformulando-o, ampliando-o e actualizando-o. O traço comum é, de novo, a análise do fanatismo combinada com uma apologia à moderação. Independentemente do tipo de fé e do contexto em que o fanatismo - religioso, político ou cultural - se expressa, ele é, para Amos Oz, o verdadeiro inimigo do presente. Juntamente com este tema, Oz também regressa à atual situação no Médio Oriente e ao conflito israelo-árabe.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Mais de dez anos depois do lançamento do livro "Contra o Fanatismo", Amos Oz sente a necessidade de voltar ao tema com três novas reflexões que retomam o assunto, reformulando-o, ampliando-o e actualizando-o. O traço comum é, de novo, a análise do fanatismo combinada com uma apologia à moderação. Independentemente do tipo de fé e do contexto em que o fanatismo - religioso, político ou cultural - se expressa, ele é, para Amos Oz, o verdadeiro inimigo do presente. Juntamente com este tema, Oz também regressa à atual situação no Médio Oriente e ao conflito israelo-árabe.
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Este livro surgiu no contexto de um projecto de investigação sobre as relações entre Portugal e os Estados Unidos no período da transição para a democracia no nosso país, proposto pelo Instituto Português de Relações Internacionais e pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. O presente estudo é sobre a visão e a acção política dos Estados Unidos em Portugal durante a transição democrática, não devendo ser entendido como uma história da revolução portuguesa. Isto é, o seu objectivo consiste em avaliar o impacte da actuação norte-americana no resultado final da passagem do regime autoritário para a democracia em Portugal. Para esse efeito, desenvolveu-se durante quatro anos um extenso trabalho de investigação nos EUA e em Portugal, privilegiando-se a consulta de fontes primárias, muito em especial as fontes de arquivo norte-americanas e portuguesas, constituindo muitas delas documentos inéditos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Este livro surgiu no contexto de um projecto de investigação sobre as relações entre Portugal e os Estados Unidos no período da transição para a democracia no nosso país, proposto pelo Instituto Português de Relações Internacionais e pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. O presente estudo é sobre a visão e a acção política dos Estados Unidos em Portugal durante a transição democrática, não devendo ser entendido como uma história da revolução portuguesa. Isto é, o seu objectivo consiste em avaliar o impacte da actuação norte-americana no resultado final da passagem do regime autoritário para a democracia em Portugal. Para esse efeito, desenvolveu-se durante quatro anos um extenso trabalho de investigação nos EUA e em Portugal, privilegiando-se a consulta de fontes primárias, muito em especial as fontes de arquivo norte-americanas e portuguesas, constituindo muitas delas documentos inéditos.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Em 1807, perante a invasão de Portugal pelas tropas napoleónicas, a corte transferiu-se para o Brasil. D. Carlota Joaquina, mulher do príncipe regente, o futuro D. João VI, tornar-se-ia rainha de Portugal já no Novo Mundo, destino que seria partilhado com a sua futura nora, D. Leopoldina de Habsburgo, mulher de D. Pedro IV, imperatriz do Brasil e rainha de Portugal. Carlota Joaquina (1775-1830) é talvez a mais controversa rainha de Portugal. A imagem negativa que dela ficou construiu-se em torno do seu aspeto físico, longe da harmonia e da beleza desejáveis numa princesa, e das suas características morais, sendo acusada de ambição política desmedida, de dissimulação e de traição. Carlota Joaquina manobrou habilmente nos meandros políticos peninsulares e americanos, sempre descontente com a sua situação de consorte. Acompanhou a corte na deslocação para o Brasil, onde foi motivo de embaraços diplomáticos, e, de regresso a Lisboa em 1821, assumiu posições polémicas ao rejeitar a Constituição, convertendo-se num polo aglutinador das forças antiliberais. Leopoldina de Habsburgo nasceu em Viena, em 1797. Aos 20 anos atravessou o oceano para viver no Brasil, então sede do Reino Unido luso-brasileiro, consciente da missão que lhe cabia ao casar com o príncipe herdeiro do trono português, D. Pedro, seguindo a estratégia traçada pelas casas de Bragança e de Habsburgo, com vista à consolidação do governo monárquico absolutista na América e o seu consequente revigoramento na Europa. Cultivadora das artes e do conhecimento científico, mulher erudita e apaixonada, agente expoente na criação do Império do Brasil, faleceu ainda jovem, aos 29 anos, deixando cinco filhos pequenos, entre eles: a rainha de Portugal, D. Maria II, e o segundo imperador do Brasil, D. Pedro II.
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Em 1807, perante a invasão de Portugal pelas tropas napoleónicas, a corte transferiu-se para o Brasil. D. Carlota Joaquina, mulher do príncipe regente, o futuro D. João VI, tornar-se-ia rainha de Portugal já no Novo Mundo, destino que seria partilhado com a sua futura nora, D. Leopoldina de Habsburgo, mulher de D. Pedro IV, imperatriz do Brasil e rainha de Portugal. Carlota Joaquina (1775-1830) é talvez a mais controversa rainha de Portugal. A imagem negativa que dela ficou construiu-se em torno do seu aspeto físico, longe da harmonia e da beleza desejáveis numa princesa, e das suas características morais, sendo acusada de ambição política desmedida, de dissimulação e de traição. Carlota Joaquina manobrou habilmente nos meandros políticos peninsulares e americanos, sempre descontente com a sua situação de consorte. Acompanhou a corte na deslocação para o Brasil, onde foi motivo de embaraços diplomáticos, e, de regresso a Lisboa em 1821, assumiu posições polémicas ao rejeitar a Constituição, convertendo-se num polo aglutinador das forças antiliberais. Leopoldina de Habsburgo nasceu em Viena, em 1797. Aos 20 anos atravessou o oceano para viver no Brasil, então sede do Reino Unido luso-brasileiro, consciente da missão que lhe cabia ao casar com o príncipe herdeiro do trono português, D. Pedro, seguindo a estratégia traçada pelas casas de Bragança e de Habsburgo, com vista à consolidação do governo monárquico absolutista na América e o seu consequente revigoramento na Europa. Cultivadora das artes e do conhecimento científico, mulher erudita e apaixonada, agente expoente na criação do Império do Brasil, faleceu ainda jovem, aos 29 anos, deixando cinco filhos pequenos, entre eles: a rainha de Portugal, D. Maria II, e o segundo imperador do Brasil, D. Pedro II.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Viktoriya saiu de Moscovo julgando que ia ser modelo em Londres. Mas desembarca em Portugal e é aprisionada pela máfia russa para ser vendida como prostituta. António é um camionista que, para sustentar a família, colabora com o grupo criminoso. Transporta mulheres enganadas através da Europa e entrega a carga humana a Viktor, o líder do gangue, cujo passado secreto esconde mais do que o tráfico de pessoas a que se dedicou depois de sair da Rússia, durante a Guerra das Máfias, nos anos 90. Saltando entre o ponto de vista das mulheres abusadas e um olhar pormenorizado sobre as práticas da máfia russa, "Carga" retrata uma realidade desumana que, apesar de tão próxima de todos nós, permanece oculta nos meandros do submundo. Todos os anos milhares de pessoas são escravizadas, fazendo do tráfico humano um dos negócios mais rentáveis e sórdidos do planeta. Esta é a história das vítimas e dos seus captores. Uma viagem ao mundo obscuro da corrupção, do sexo, do crime e de uma violência que não conhece limites. Um relato de sobrevivência quando tudo parece perdido.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Viktoriya saiu de Moscovo julgando que ia ser modelo em Londres. Mas desembarca em Portugal e é aprisionada pela máfia russa para ser vendida como prostituta. António é um camionista que, para sustentar a família, colabora com o grupo criminoso. Transporta mulheres enganadas através da Europa e entrega a carga humana a Viktor, o líder do gangue, cujo passado secreto esconde mais do que o tráfico de pessoas a que se dedicou depois de sair da Rússia, durante a Guerra das Máfias, nos anos 90. Saltando entre o ponto de vista das mulheres abusadas e um olhar pormenorizado sobre as práticas da máfia russa, "Carga" retrata uma realidade desumana que, apesar de tão próxima de todos nós, permanece oculta nos meandros do submundo. Todos os anos milhares de pessoas são escravizadas, fazendo do tráfico humano um dos negócios mais rentáveis e sórdidos do planeta. Esta é a história das vítimas e dos seus captores. Uma viagem ao mundo obscuro da corrupção, do sexo, do crime e de uma violência que não conhece limites. Um relato de sobrevivência quando tudo parece perdido.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Leningrado, Rússia, 1968. Alexander Karpenko não é uma criança comum e, desde cedo, é evidente que está destinado a liderar os seus compatriotas. Mas quando o seu pai é assassinado pelo KGB por desafiar o Estado, ele e a mãe terão de fugir da Rússia se quiserem sobreviver. Nas docas, veem-se confrontados com uma escolha irreversível: devem embarcar num contentor com destino à América ou à Grã-Bretanha? Alexander decide por moeda ao ar... Num só momento Alexander decide o seu futuro. Numa história épica de destino e de sorte que envolve dois continentes e trinta anos, seguimos os seus triunfos e derrotas na luta que disputa como imigrante para conquistar o seu novo mundo. Esta história ímpar desenvolve-se e Alexander percebe onde está o seu destino e aceita enfrentar o passado que deixou para trás na Rússia.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Leningrado, Rússia, 1968. Alexander Karpenko não é uma criança comum e, desde cedo, é evidente que está destinado a liderar os seus compatriotas. Mas quando o seu pai é assassinado pelo KGB por desafiar o Estado, ele e a mãe terão de fugir da Rússia se quiserem sobreviver. Nas docas, veem-se confrontados com uma escolha irreversível: devem embarcar num contentor com destino à América ou à Grã-Bretanha? Alexander decide por moeda ao ar... Num só momento Alexander decide o seu futuro. Numa história épica de destino e de sorte que envolve dois continentes e trinta anos, seguimos os seus triunfos e derrotas na luta que disputa como imigrante para conquistar o seu novo mundo. Esta história ímpar desenvolve-se e Alexander percebe onde está o seu destino e aceita enfrentar o passado que deixou para trás na Rússia.
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