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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O corpete perfeito deve saber convidar ao seu desapertar… O charmoso Simon Fairfax, Marquês de Lisburne, aceitou regressar relutantemente a Londres para cumprir obrigações familiares. Quando conhece a fogosa modista Leonie Noirot, decide arranjar tempo para um jogo de sedução, mas Leonie é quem decididamente não tem tempo para ele. Está obcecada em transformar a insípida prima do Marquês, Lady Gladys, num cisne. A cidade inteira conhece o talento de Leonie, mas o formoso Marquês está demasiado ocupado a tentar seduzi-la para conseguir apreciar o seu génio. A modista está determinada a ensinar-lhe uma lição, mas não será fácil concentrar-se na tarefa que tem em mãos e corre perigo de desviar-se do bom caminho… Conseguirá escapar às atenções insistentes do Marquês e operar uma transformação milagrosa?
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O corpete perfeito deve saber convidar ao seu desapertar… O charmoso Simon Fairfax, Marquês de Lisburne, aceitou regressar relutantemente a Londres para cumprir obrigações familiares. Quando conhece a fogosa modista Leonie Noirot, decide arranjar tempo para um jogo de sedução, mas Leonie é quem decididamente não tem tempo para ele. Está obcecada em transformar a insípida prima do Marquês, Lady Gladys, num cisne. A cidade inteira conhece o talento de Leonie, mas o formoso Marquês está demasiado ocupado a tentar seduzi-la para conseguir apreciar o seu génio. A modista está determinada a ensinar-lhe uma lição, mas não será fácil concentrar-se na tarefa que tem em mãos e corre perigo de desviar-se do bom caminho… Conseguirá escapar às atenções insistentes do Marquês e operar uma transformação milagrosa?
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 120
Sinopse:
É um épagneul-breton a personagem principal do novo livro de Manuel Alegre. Com "manchas castanhas e uma espécie de estrela branca no meio da cabeça". Cão... como nós. Como nós, porque sabe da amizade (o cão é o melhor amigo do homem), da solidariedade, protege a criança, consola o dono, pressente a desgraça, 'chora' a morte. Mas também é altivo e irrequieto. Às vezes desobediente e exibicionista. Chama-se Kurika, e acompanhou o escritor e a sua família ao longo de anos. Aliás, ele 'é' parte da família, diz Manuel Alegre. Um livro alegre e comovente. "...sendo sobre um cão, o livro é sobre os homens. Certos homens com um certo tipo de valores só aparentemente contraditórios: a liberdade e a fidelidade, a solidariedade, a independência, a altivez. "(...) um belíssimo poema de amor de um homem a um cão. Como nós. "(...) Por isso (a minha cadela, a gata) me tocou tanto este livro. E tenho a certeza que a tantos outros leitores, novos e velhos, pobres, ricos, remediados. Cada um a ver no Kuirika dos Alegre o seu Leão, o seu Tejo, o seu Farrusco, o seu Saikó, o seu Jimmy, a sua Mimi, a sua Ró-ró." Adelino Gomes, Publico, Mil Folhas "Na prosa desta pessoalíssima novela em forma de pequenas reflexões, Alegre consegue um equilíbrio perfeito entre um registo poético e humorístico. (...) Uma obra para ser lida por quem sabe de experiência própria. E porventura também pelos outros, já que não raras vezes... este cão fala por nós." S.B.L., Visão
Nº Páginas: 120
Sinopse:
É um épagneul-breton a personagem principal do novo livro de Manuel Alegre. Com "manchas castanhas e uma espécie de estrela branca no meio da cabeça". Cão... como nós. Como nós, porque sabe da amizade (o cão é o melhor amigo do homem), da solidariedade, protege a criança, consola o dono, pressente a desgraça, 'chora' a morte. Mas também é altivo e irrequieto. Às vezes desobediente e exibicionista. Chama-se Kurika, e acompanhou o escritor e a sua família ao longo de anos. Aliás, ele 'é' parte da família, diz Manuel Alegre. Um livro alegre e comovente. "...sendo sobre um cão, o livro é sobre os homens. Certos homens com um certo tipo de valores só aparentemente contraditórios: a liberdade e a fidelidade, a solidariedade, a independência, a altivez. "(...) um belíssimo poema de amor de um homem a um cão. Como nós. "(...) Por isso (a minha cadela, a gata) me tocou tanto este livro. E tenho a certeza que a tantos outros leitores, novos e velhos, pobres, ricos, remediados. Cada um a ver no Kuirika dos Alegre o seu Leão, o seu Tejo, o seu Farrusco, o seu Saikó, o seu Jimmy, a sua Mimi, a sua Ró-ró." Adelino Gomes, Publico, Mil Folhas "Na prosa desta pessoalíssima novela em forma de pequenas reflexões, Alegre consegue um equilíbrio perfeito entre um registo poético e humorístico. (...) Uma obra para ser lida por quem sabe de experiência própria. E porventura também pelos outros, já que não raras vezes... este cão fala por nós." S.B.L., Visão
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Uma viagem extraordinária - através dos caminhos mágicos dos antigos aborígenes da Austrália - em busca da beleza, da espiritualidade, do tempo e do sentido da vida. O grande território da Austrália pré-colonial era um mapa povoado por aborígenes, nómadas e caçadores-recoletores. Os caminhos que eles percorriam, trilhos quase invisíveis e flutuantes, são hoje conhecidos como songlines, mas para os antigos habitantes significavam também um rasto da memória dos seus ancestrais que, como numa lenda sobre a criação do mundo, caminhavam sobre o desconhecido. É nesse mundo solitário e quase desabitado da Austrália que Chatwin coloca as suas personagens numa espécie de viagem filosófica, esmagadas pela paisagem, cruzando-se com caçadores de fortunas ou feiticeiros aborígenes, campónios desterrados, polícias que gostariam de ser escritores ou camionistas perdidos. Ao longo dessa viagem destemida, interrogamo-nos acerca do nosso destino, sugerindo que somos uma espécie de nómadas desenhando caminhos sobre a terra.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Uma viagem extraordinária - através dos caminhos mágicos dos antigos aborígenes da Austrália - em busca da beleza, da espiritualidade, do tempo e do sentido da vida. O grande território da Austrália pré-colonial era um mapa povoado por aborígenes, nómadas e caçadores-recoletores. Os caminhos que eles percorriam, trilhos quase invisíveis e flutuantes, são hoje conhecidos como songlines, mas para os antigos habitantes significavam também um rasto da memória dos seus ancestrais que, como numa lenda sobre a criação do mundo, caminhavam sobre o desconhecido. É nesse mundo solitário e quase desabitado da Austrália que Chatwin coloca as suas personagens numa espécie de viagem filosófica, esmagadas pela paisagem, cruzando-se com caçadores de fortunas ou feiticeiros aborígenes, campónios desterrados, polícias que gostariam de ser escritores ou camionistas perdidos. Ao longo dessa viagem destemida, interrogamo-nos acerca do nosso destino, sugerindo que somos uma espécie de nómadas desenhando caminhos sobre a terra.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Um romance sobre a religião, a arte e a procura do sentido da vida. No ano em que se comemoram os 100 anos sobre o nascimento de Vergílio Ferreira, a Quetzal publica uma nova edição de Cântico Final, ficando este importantíssimo romance finalmente acessível aos novos leitores (e não só). Mário, um professor de desenho, pintor ateu, sofre de uma doença mortal e regressa à terra onde nasceu. Aí, dedica-se ao restauro de uma capela abandonada, pintando o rosto de Elsa por cima do da Senhora da Noite. Neste recolhimento, reflete sobre o sentido da vida, da arte, e passa em revista memórias do tempo da descoberta artística e em que conheceu a bailarina Elsa - a mulher divinizada presente em toda a obra vergiliana. Publicado pela primeira vez em 1960, Cântico Final é um dos romances mais representativos da Obra de Vergílio Ferreira.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Um romance sobre a religião, a arte e a procura do sentido da vida. No ano em que se comemoram os 100 anos sobre o nascimento de Vergílio Ferreira, a Quetzal publica uma nova edição de Cântico Final, ficando este importantíssimo romance finalmente acessível aos novos leitores (e não só). Mário, um professor de desenho, pintor ateu, sofre de uma doença mortal e regressa à terra onde nasceu. Aí, dedica-se ao restauro de uma capela abandonada, pintando o rosto de Elsa por cima do da Senhora da Noite. Neste recolhimento, reflete sobre o sentido da vida, da arte, e passa em revista memórias do tempo da descoberta artística e em que conheceu a bailarina Elsa - a mulher divinizada presente em toda a obra vergiliana. Publicado pela primeira vez em 1960, Cântico Final é um dos romances mais representativos da Obra de Vergílio Ferreira.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Este é um livro de amor. Do amor sagrado e do amor blasfemo. Da ternura à violência, o amor é uma paixão fundadora dessa cultura que se espraia do Médio Oriente judeu, passando pela costa mediterrânica, até às praias atlânticas do sul e do norte da Europa. Este Livro Amarelo começa com o Cântico dos Cânticos, momento raro da Bíblia em que a carne, a fusão amorosa, é poeticamente exaltada. Ao Cântico junta-se o Manual de Civilidade para Meninas, texto profano de 1915, de linguagem crua e revoltada. Por processos e linguagens decididamente opostas, Salomão, putativo autor do Cântico, e Pierre-Félix Louÿs, indesmentível autor do Manual, procuram o mesmo paraíso perdido, esse lugar ou momento de diáfana nudez que antecedeu a mentira, a hipocrisia e o preconceito. Este Livro Amarelo é o encontro de dois textos com a mesma fé, a de que o Amor é soberano.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Este é um livro de amor. Do amor sagrado e do amor blasfemo. Da ternura à violência, o amor é uma paixão fundadora dessa cultura que se espraia do Médio Oriente judeu, passando pela costa mediterrânica, até às praias atlânticas do sul e do norte da Europa. Este Livro Amarelo começa com o Cântico dos Cânticos, momento raro da Bíblia em que a carne, a fusão amorosa, é poeticamente exaltada. Ao Cântico junta-se o Manual de Civilidade para Meninas, texto profano de 1915, de linguagem crua e revoltada. Por processos e linguagens decididamente opostas, Salomão, putativo autor do Cântico, e Pierre-Félix Louÿs, indesmentível autor do Manual, procuram o mesmo paraíso perdido, esse lugar ou momento de diáfana nudez que antecedeu a mentira, a hipocrisia e o preconceito. Este Livro Amarelo é o encontro de dois textos com a mesma fé, a de que o Amor é soberano.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Esta belíssima edição encadernada reproduz as gravuras originais realizadas por William Blake. Em conjunto om a magnífica tradução de Jorge Vaz de Carvalho — que foi totalmente revista para esta nova edição — este livro permite ao leitor a plena experiência do mistério e da beleza presente nos poemas e nas gravuras de William Blake.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Esta belíssima edição encadernada reproduz as gravuras originais realizadas por William Blake. Em conjunto om a magnífica tradução de Jorge Vaz de Carvalho — que foi totalmente revista para esta nova edição — este livro permite ao leitor a plena experiência do mistério e da beleza presente nos poemas e nas gravuras de William Blake.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Mãe de duas crianças pequenas, Myriam decide retomar a actividade profissional num escritório de advogados, apesar das reticências do marido. Depois de um minucioso processo de selecção de uma ama, o casal escolhe Louise. A ama rapidamente conquista o coração dos pequenos Adam e Mila e a admiração dos pais, tornando-se uma figura imprescindível na casa da jovem família. O que Myriam e Paul não suspeitam - ou não querem ver - é que a sua pequena família é o único vínculo de Louise à normalidade. Pouco a pouco, o afecto e a atenção vão dando lugar a uma interdependência sufocante, com o cerco a apertar a cada dia, até desembocar num drama irremediável. Com um olhar incisivo sobre esta pequena família, Leila Slimani aponta o foco para um palco maior: a sociedade moderna, com as suas concepções de amor, educação e família, das relações de poder e dos preconceitos de classe. Com uma escrita cirúrgica e tensa, eivada de um lirismo enigmático, o mistério instala-se desde a primeira página, um mistério que é tanto sobre as razões do drama como o das profundezas insondáveis da alma humana. PRÉMIO GONCOURT 2016, o mais importante prémio literário francês.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Mãe de duas crianças pequenas, Myriam decide retomar a actividade profissional num escritório de advogados, apesar das reticências do marido. Depois de um minucioso processo de selecção de uma ama, o casal escolhe Louise. A ama rapidamente conquista o coração dos pequenos Adam e Mila e a admiração dos pais, tornando-se uma figura imprescindível na casa da jovem família. O que Myriam e Paul não suspeitam - ou não querem ver - é que a sua pequena família é o único vínculo de Louise à normalidade. Pouco a pouco, o afecto e a atenção vão dando lugar a uma interdependência sufocante, com o cerco a apertar a cada dia, até desembocar num drama irremediável. Com um olhar incisivo sobre esta pequena família, Leila Slimani aponta o foco para um palco maior: a sociedade moderna, com as suas concepções de amor, educação e família, das relações de poder e dos preconceitos de classe. Com uma escrita cirúrgica e tensa, eivada de um lirismo enigmático, o mistério instala-se desde a primeira página, um mistério que é tanto sobre as razões do drama como o das profundezas insondáveis da alma humana. PRÉMIO GONCOURT 2016, o mais importante prémio literário francês.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Há apenas algumas décadas, Adolf Hitler, com a força da sua retórica demagógica, moveu multidões: o discurso de ódio pode ser muito poderoso. Depois, entre 1933 e 1945, milhões de pessoas foram encerradas em campos de concentração nazis, em condições terríveis, somando-se à fome e às doenças, a torpe submissão aos mais variados tipos de violência e humilhação, num processo atroz de profunda desumanização. A dimensão da abominação nazi, que culminou com o gaseamento e os fornos crematórios, terá atingido, em morticínios laterais à Segunda Guerra Mundial, cerca de 11 milhões de mortos. Este livro reúne as histórias de seres humanos que viveram os horrores dos campos nazis e milagrosamente sobreviveram ou conseguiram até fugir. São pessoas como nós, nascidas na Polónia, na Áustria, na Alemanha, mas também em locais improváveis, como o Brasil ou mesmo Portugal. São judeus, católicos, ciganos… Pessoas que foram espancadas, escravizadas, violadas, mas que, levando a resistência humana a limites impensáveis, sobreviveram. Importa recordar ao mundo as suas histórias. Para que não se repitam.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Há apenas algumas décadas, Adolf Hitler, com a força da sua retórica demagógica, moveu multidões: o discurso de ódio pode ser muito poderoso. Depois, entre 1933 e 1945, milhões de pessoas foram encerradas em campos de concentração nazis, em condições terríveis, somando-se à fome e às doenças, a torpe submissão aos mais variados tipos de violência e humilhação, num processo atroz de profunda desumanização. A dimensão da abominação nazi, que culminou com o gaseamento e os fornos crematórios, terá atingido, em morticínios laterais à Segunda Guerra Mundial, cerca de 11 milhões de mortos. Este livro reúne as histórias de seres humanos que viveram os horrores dos campos nazis e milagrosamente sobreviveram ou conseguiram até fugir. São pessoas como nós, nascidas na Polónia, na Áustria, na Alemanha, mas também em locais improváveis, como o Brasil ou mesmo Portugal. São judeus, católicos, ciganos… Pessoas que foram espancadas, escravizadas, violadas, mas que, levando a resistência humana a limites impensáveis, sobreviveram. Importa recordar ao mundo as suas histórias. Para que não se repitam.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Iona Sheehan sempre ansiou por devoção e aceitação dos pais, mas foi só na terra da avó que recebeu os dois: Irlanda, país de florestas exuberantes, lagos deslumbrantes e lendas centenárias, onde o sangue e a magia dos antepassados fluem há gerações. Iona chega à Irlanda apenas com as indicações da avó, uma atitude otimista perante a vida e um talento inato com cavalos. Perto do castelo luxuoso onde está hospedada, encontra os seus primos, Branna e Connor O’Dwyer. E como família é família, eles convidam-na para a sua casa e para as suas vidas.Quando Iona arranja emprego nos estábulos locais e conhece o dono, Boyle McGrath, todas as suas fantasias se reúnem num só homem. Será que com ele vai conseguir viver a vida com que sempre sonhou? Infelizmente nada é o que parece. Um mal antigo espalhou-se na sua família e tem de ser combatido. E quando família e amigos lutam entre si, será possível encontrar os caminhos do amor?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Iona Sheehan sempre ansiou por devoção e aceitação dos pais, mas foi só na terra da avó que recebeu os dois: Irlanda, país de florestas exuberantes, lagos deslumbrantes e lendas centenárias, onde o sangue e a magia dos antepassados fluem há gerações. Iona chega à Irlanda apenas com as indicações da avó, uma atitude otimista perante a vida e um talento inato com cavalos. Perto do castelo luxuoso onde está hospedada, encontra os seus primos, Branna e Connor O’Dwyer. E como família é família, eles convidam-na para a sua casa e para as suas vidas.Quando Iona arranja emprego nos estábulos locais e conhece o dono, Boyle McGrath, todas as suas fantasias se reúnem num só homem. Será que com ele vai conseguir viver a vida com que sempre sonhou? Infelizmente nada é o que parece. Um mal antigo espalhou-se na sua família e tem de ser combatido. E quando família e amigos lutam entre si, será possível encontrar os caminhos do amor?
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Edição: Nov 2006
Nº Páginas: 259
Sinopse:
Uma das mais emblemáticas obras de Camilo Castelo Branco. Edição valorizada pelo prefácio de Maria Alzira Seixo.
Nº Páginas: 259
Sinopse:
Uma das mais emblemáticas obras de Camilo Castelo Branco. Edição valorizada pelo prefácio de Maria Alzira Seixo.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em que camas andamos a deitar-nos? Eugénia de Vasconcelos deita-nos em quatro camas politicamente incorrectas. Deitamo-nos numa cama de casal, é certo, mas uma cama de casal é para quantos? Quantas vezes nos deitamos a pensar que somos dois e descobrimos que afinal somos três? E se formos quatro? E se uma cama de dois não for sempre a mais feliz das camas?Deitamo-nos em quatro camas. Numas há escândalo, noutras frustrações, em muitas há pecado e culpa. Mas se uma cama não for uma cama de religião, arte e emoções, se para a cama não levarmos pensamento e os cinco sentidos, poderá essa cama ser uma cama de desejo?A cama em que nos deitamos é antiquíssima, mas este livro vai deitá-lo numa cama de bom sexo, colchão e lençóis novíssimos.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em que camas andamos a deitar-nos? Eugénia de Vasconcelos deita-nos em quatro camas politicamente incorrectas. Deitamo-nos numa cama de casal, é certo, mas uma cama de casal é para quantos? Quantas vezes nos deitamos a pensar que somos dois e descobrimos que afinal somos três? E se formos quatro? E se uma cama de dois não for sempre a mais feliz das camas?Deitamo-nos em quatro camas. Numas há escândalo, noutras frustrações, em muitas há pecado e culpa. Mas se uma cama não for uma cama de religião, arte e emoções, se para a cama não levarmos pensamento e os cinco sentidos, poderá essa cama ser uma cama de desejo?A cama em que nos deitamos é antiquíssima, mas este livro vai deitá-lo numa cama de bom sexo, colchão e lençóis novíssimos.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Passaram-se trinta anos desde que Paul, então com treze anos, viu o pai, jogador dos New York Mets, enfrentar o seu herói de infância, Joe Castle, num desafio em que não houve vencedor. A notícia de que o pai está a morrer traz-lhe este episódio à memória. Pai e filho, decididos que é chegado o momento de enfrentar o que de facto aconteceu naquele campo em 1973, dirigem-se a Calico Rock, no Arkansas, onde é incerto aquilo que os espera…
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Passaram-se trinta anos desde que Paul, então com treze anos, viu o pai, jogador dos New York Mets, enfrentar o seu herói de infância, Joe Castle, num desafio em que não houve vencedor. A notícia de que o pai está a morrer traz-lhe este episódio à memória. Pai e filho, decididos que é chegado o momento de enfrentar o que de facto aconteceu naquele campo em 1973, dirigem-se a Calico Rock, no Arkansas, onde é incerto aquilo que os espera…
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
A empresária Isabel dos Santos desce, sorridente, as escadas. Vem com um bloco nas mãos. Está lá inscrita a insígnia Zon Optimus. Uma realidade só possível porque a Caixa Geral de Depósitos deu um contributo decisivo para a operação que lhe deu origem. A Zon Optimus, antiga PT Multimédia e actualmente denominada Nos, é apenas um dos exemplos do peso do banco público na vida empresarial nacional. A Caixa teve uma palavra a dizer, muitas vezes determinante, nas vidas da PT, da Galp e da Cimpor e também de outras empresas mais pequenas, como a Compal e a Inapa. A Caixa também teve um papel preponderante na banca: foi chamada a gerir o Banco Português de Negócios, mas também teve de auxiliar outras instituições financeiras. Esteve, quase, para ajudar o Banif e recusou auxiliar o Grupo Espírito Santo. Pelo contrário, no passado, foi um elemento estabilizador quando o Grupo Champalimaud e o BCP venderam as suas participações no sector segurador. Este livro tenta fazer um percurso dos últimos anos de vida da Caixa e da influência que teve no país. Como foi sendo feito esse caminho, como vive um banco muitas vezes transformado em arma de arremesso política e como sobrevive com a espada da privatização sempre pronta a cair são aspectos que palmilham estas páginas.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
A empresária Isabel dos Santos desce, sorridente, as escadas. Vem com um bloco nas mãos. Está lá inscrita a insígnia Zon Optimus. Uma realidade só possível porque a Caixa Geral de Depósitos deu um contributo decisivo para a operação que lhe deu origem. A Zon Optimus, antiga PT Multimédia e actualmente denominada Nos, é apenas um dos exemplos do peso do banco público na vida empresarial nacional. A Caixa teve uma palavra a dizer, muitas vezes determinante, nas vidas da PT, da Galp e da Cimpor e também de outras empresas mais pequenas, como a Compal e a Inapa. A Caixa também teve um papel preponderante na banca: foi chamada a gerir o Banco Português de Negócios, mas também teve de auxiliar outras instituições financeiras. Esteve, quase, para ajudar o Banif e recusou auxiliar o Grupo Espírito Santo. Pelo contrário, no passado, foi um elemento estabilizador quando o Grupo Champalimaud e o BCP venderam as suas participações no sector segurador. Este livro tenta fazer um percurso dos últimos anos de vida da Caixa e da influência que teve no país. Como foi sendo feito esse caminho, como vive um banco muitas vezes transformado em arma de arremesso política e como sobrevive com a espada da privatização sempre pronta a cair são aspectos que palmilham estas páginas.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Namorar uma pessoa que lê é fácil porque é possível oferecer-lhe livros em qualquer ocasião. Nesta caixa especial "Dia dos Namorados", escolhemos dois livros perfeitos para os apaixonados:"Amor e Gelato" para ela e "Altamente Irracional" para ele. Para momentos especiais, livros especiais e uma caixa para guardar e recordar.
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Namorar uma pessoa que lê é fácil porque é possível oferecer-lhe livros em qualquer ocasião. Nesta caixa especial "Dia dos Namorados", escolhemos dois livros perfeitos para os apaixonados:"Amor e Gelato" para ela e "Altamente Irracional" para ele. Para momentos especiais, livros especiais e uma caixa para guardar e recordar.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 146
Sinopse:
"A história dos homens é a história dos seus desentendimentos com deus, nem ele nos entende a nós, nem nós o entendemos a ele." "José Saramago" Caligrafia da capa por CLARA FERREIRA ALVES
Nº Páginas: 146
Sinopse:
"A história dos homens é a história dos seus desentendimentos com deus, nem ele nos entende a nós, nem nós o entendemos a ele." "José Saramago" Caligrafia da capa por CLARA FERREIRA ALVES
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Caracas, Venezuela: Num país que antes da crise era a terra dos sonhos, da beleza e da prosperidade e que agora está esgaçado pela corrupção, pela criminalidade e pela repressão, Adelaida procura apenas sobreviver. A sua mãe, professora, grande companheira de toda a vida, acaba de morrer de uma doença prolongada. Adelaida, de trinta e oito anos, fica sem nada, sem ninguém, à deriva numa cidade em que tudo falta, menos a violência e a extorsão. Poucos dias depois do funeral, Adelaida encontra a sua casa ocupada por um grupo de mulheres às ordens do regime. Decide procurar refúgio na casa da vizinha, mas quando bate à porta só recebe silêncio. Aurora Peralta, a quem todos chamam "a filha da espanhola", está morta no chão da sala. Em cima da mesa, está uma carta a informá-la da concessão do passaporte espanhol: um salvo-conduto para fugir do inferno. Para sobreviver, Adelaida terá de deixar de ser quem é. "Cai a Noite em Caracas" é o retrato de uma mulher que, frente a uma situação extrema, terá de transformar-se, renegar o pasado para se agarrar a uma nova vida. É a história de muitas outras mulheres, muitos outros homens, crianças, velhos, encurralados num país em que a violência, a miséria e a traição marcam o ritmo diário da existência. Um romance extraordinário, que anuncia uma grande promessa na literatura em espanhol.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Caracas, Venezuela: Num país que antes da crise era a terra dos sonhos, da beleza e da prosperidade e que agora está esgaçado pela corrupção, pela criminalidade e pela repressão, Adelaida procura apenas sobreviver. A sua mãe, professora, grande companheira de toda a vida, acaba de morrer de uma doença prolongada. Adelaida, de trinta e oito anos, fica sem nada, sem ninguém, à deriva numa cidade em que tudo falta, menos a violência e a extorsão. Poucos dias depois do funeral, Adelaida encontra a sua casa ocupada por um grupo de mulheres às ordens do regime. Decide procurar refúgio na casa da vizinha, mas quando bate à porta só recebe silêncio. Aurora Peralta, a quem todos chamam "a filha da espanhola", está morta no chão da sala. Em cima da mesa, está uma carta a informá-la da concessão do passaporte espanhol: um salvo-conduto para fugir do inferno. Para sobreviver, Adelaida terá de deixar de ser quem é. "Cai a Noite em Caracas" é o retrato de uma mulher que, frente a uma situação extrema, terá de transformar-se, renegar o pasado para se agarrar a uma nova vida. É a história de muitas outras mulheres, muitos outros homens, crianças, velhos, encurralados num país em que a violência, a miséria e a traição marcam o ritmo diário da existência. Um romance extraordinário, que anuncia uma grande promessa na literatura em espanhol.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Susann está prestes a partir para Itália numas férias que poderão ser as últimas. Quando regressar, vai submeter-se a uma cirurgia que a impedirá de viajar durante muito tempo. É agora ou (provavelmente) nunca. Mas a ideia de deixar a sua querida gata Mimi com estranhos deixa-a desconsolada. É então que se lembra de Leonie, a vizinha com quem se dá tão bem. Estará a jovem professora disposta a aceitar o seu pedido? Com certeza que sim, afinal, a Mimi é um amor… Leonie está familiarizada com as excentricidades das outras pessoas (principalmente se forem homens franceses), não com as de pequenos animais de estimação. Mas quando Susann lhe expõe o seu plano, ela não consegue recusar, pois tem a sensação de que a felicidade da vizinha depende demasiado daquela viagem. Mas Leonie rapidamente percebe que ela e Mimi não fazem uma boa dupla: a gata parece fazer de propósito para tornar a sua vida num inferno, desde "personalizar" o sofá a destruir os frascos de verniz Chanel. E quando Susann decide prolongar as férias, Leonie entra em pânico e recorre a Maxie, a sua melhor amiga, que acaba de abrir um café. Pois Maxie também não consegue recusar um pedido de ajuda e aceita ficar com a gata. E é assim que Mimi e os seus bebés (sim, Susann vai ter uma surpresa…) tomam o café de assalto. A vida destas três mulheres (e do café) não voltará a ser a mesma. Porque a Mimi sabe o que nós humanos apenas intuímos: um gato muda tudo - para melhor, obviamente.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Susann está prestes a partir para Itália numas férias que poderão ser as últimas. Quando regressar, vai submeter-se a uma cirurgia que a impedirá de viajar durante muito tempo. É agora ou (provavelmente) nunca. Mas a ideia de deixar a sua querida gata Mimi com estranhos deixa-a desconsolada. É então que se lembra de Leonie, a vizinha com quem se dá tão bem. Estará a jovem professora disposta a aceitar o seu pedido? Com certeza que sim, afinal, a Mimi é um amor… Leonie está familiarizada com as excentricidades das outras pessoas (principalmente se forem homens franceses), não com as de pequenos animais de estimação. Mas quando Susann lhe expõe o seu plano, ela não consegue recusar, pois tem a sensação de que a felicidade da vizinha depende demasiado daquela viagem. Mas Leonie rapidamente percebe que ela e Mimi não fazem uma boa dupla: a gata parece fazer de propósito para tornar a sua vida num inferno, desde "personalizar" o sofá a destruir os frascos de verniz Chanel. E quando Susann decide prolongar as férias, Leonie entra em pânico e recorre a Maxie, a sua melhor amiga, que acaba de abrir um café. Pois Maxie também não consegue recusar um pedido de ajuda e aceita ficar com a gata. E é assim que Mimi e os seus bebés (sim, Susann vai ter uma surpresa…) tomam o café de assalto. A vida destas três mulheres (e do café) não voltará a ser a mesma. Porque a Mimi sabe o que nós humanos apenas intuímos: um gato muda tudo - para melhor, obviamente.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Olhando para aqueles que o aplaudiam em frente da Assembleia Nacional, Marcello Caetano não podia deixar de pensar que tudo aquilo era um equívoco. Planeara reformar o Estado Novo - e os que ali estavam eram precisamente os que pretendiam que nada mudasse, eram os que o vaiariam se pretendesse encontrar uma saída para a guerra, eram os que exigiam que em Portugal e nas colónias tudo continuasse na mesma. Desgraçadamente, os que desejavam a mudança tinham- se afastado dele, deixando-o só, entregue ao inimigo. A Primavera acabara há muito e já chegara o Inverno.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Olhando para aqueles que o aplaudiam em frente da Assembleia Nacional, Marcello Caetano não podia deixar de pensar que tudo aquilo era um equívoco. Planeara reformar o Estado Novo - e os que ali estavam eram precisamente os que pretendiam que nada mudasse, eram os que o vaiariam se pretendesse encontrar uma saída para a guerra, eram os que exigiam que em Portugal e nas colónias tudo continuasse na mesma. Desgraçadamente, os que desejavam a mudança tinham- se afastado dele, deixando-o só, entregue ao inimigo. A Primavera acabara há muito e já chegara o Inverno.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O relato da vida quotidiana do escritor, dos episódios íntimos da criação literária às mais corajosas tomadas de posição, nos quatro cantos do mundo. Caligrafia da capa por LEONOR XAVIER
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O relato da vida quotidiana do escritor, dos episódios íntimos da criação literária às mais corajosas tomadas de posição, nos quatro cantos do mundo. Caligrafia da capa por LEONOR XAVIER
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Mais uma vez Saramago a contar os dias pelos dedos, e a meditar sobre os eventos, as pessoas, as paisagens, as políticas. Um ano inteiro dentro de um livro — "o Diário IV" — escrito na aspereza de Lanzarote, mas onde cabe o mundo que Saramago visita em cada dia, nem que seja através das notícias que lhe enviam de milhentos lugares. Caligrafia da capa por NÉLIDA PIÑON
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Mais uma vez Saramago a contar os dias pelos dedos, e a meditar sobre os eventos, as pessoas, as paisagens, as políticas. Um ano inteiro dentro de um livro — "o Diário IV" — escrito na aspereza de Lanzarote, mas onde cabe o mundo que Saramago visita em cada dia, nem que seja através das notícias que lhe enviam de milhentos lugares. Caligrafia da capa por NÉLIDA PIÑON
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Os bastidores dos prémios literários internacionais, a cumplicidade com amigos escritores como Jorge Amado, a luta contra o obscurantismo político e religioso que condena as suas obras como subversivas e blasfemas, os impasses íntimos do escritor diante do seu trabalho: tudo isso está nas páginas destes diários de José Saramago, o maior autor português da atualidade, escritos entre 1993 e 1995 na pacata aldeia onde vive, em Lanzarote, uma das ilhas Canárias, ou nas suas inúmeras viagens pelo mundo. Alternando a serenidade de quem já viveu muito com a indignação de quem não se cansa de lutar contra o que julga estar errado, Saramago dá neste livro um testemunho único de entrega à literatura e à vida. Caligrafia da capa por JOSÉ CARLOS DE VASCONCELOS
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Os bastidores dos prémios literários internacionais, a cumplicidade com amigos escritores como Jorge Amado, a luta contra o obscurantismo político e religioso que condena as suas obras como subversivas e blasfemas, os impasses íntimos do escritor diante do seu trabalho: tudo isso está nas páginas destes diários de José Saramago, o maior autor português da atualidade, escritos entre 1993 e 1995 na pacata aldeia onde vive, em Lanzarote, uma das ilhas Canárias, ou nas suas inúmeras viagens pelo mundo. Alternando a serenidade de quem já viveu muito com a indignação de quem não se cansa de lutar contra o que julga estar errado, Saramago dá neste livro um testemunho único de entrega à literatura e à vida. Caligrafia da capa por JOSÉ CARLOS DE VASCONCELOS
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 268
Sinopse:
Um ano depois, o autor prossegue o desafio. Dia após dia, Saramago não esconde pormenor. Participações em colóquios, em Aveiro, Viseu, Faro e Coimbra. Sempre a literatura, algumas vezes até, de mãos dadas com a política. Caligrafia da capa por JOSÉ SANTA-BÁRBARA
Nº Páginas: 268
Sinopse:
Um ano depois, o autor prossegue o desafio. Dia após dia, Saramago não esconde pormenor. Participações em colóquios, em Aveiro, Viseu, Faro e Coimbra. Sempre a literatura, algumas vezes até, de mãos dadas com a política. Caligrafia da capa por JOSÉ SANTA-BÁRBARA
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 180
Sinopse:
"Este livro, que vida havendo e saúde não faltando terá continuação, é um diário." Em 1994, tendo saído de Portugal após ter sido alvo de censura pelo governo de Cavaco Silva no episódio da candidatura de "O evangelho segundo Jesus Cristo" ao Prémio Europeu de Literatura, Saramago editava o primeiro dos seus polémicos "Cadernos de Lanzarote". Uma amostra: "7 de agosto: Parabéns de Jorge Amado e Zélia pelos prémios. Que outros virão, ainda maiores, acrescentam, aludindo ao que consta ter sido dito por Torrente Ballester - que um destes dias me chega aí um telefonema de Estocolmo… Se esta gente acredita realmente no que diz, por que tenho eu tanta dificuldade em acreditar?" Entre palavras, lança ideias sobre o livro no qual trabalhava de momento: "Ensaio sobre a cegueira". Caligrafia da capa por GRAÇA MORAIS
Nº Páginas: 180
Sinopse:
"Este livro, que vida havendo e saúde não faltando terá continuação, é um diário." Em 1994, tendo saído de Portugal após ter sido alvo de censura pelo governo de Cavaco Silva no episódio da candidatura de "O evangelho segundo Jesus Cristo" ao Prémio Europeu de Literatura, Saramago editava o primeiro dos seus polémicos "Cadernos de Lanzarote". Uma amostra: "7 de agosto: Parabéns de Jorge Amado e Zélia pelos prémios. Que outros virão, ainda maiores, acrescentam, aludindo ao que consta ter sido dito por Torrente Ballester - que um destes dias me chega aí um telefonema de Estocolmo… Se esta gente acredita realmente no que diz, por que tenho eu tanta dificuldade em acreditar?" Entre palavras, lança ideias sobre o livro no qual trabalhava de momento: "Ensaio sobre a cegueira". Caligrafia da capa por GRAÇA MORAIS
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O baú das memórias não tem fundo. E quando se começa a vasculhar lá dentro, é difícil parar. Se pensou que ficou tudo dito (e recordado) na Sebenta do Tempo, desengane-se. Mário Augusto tem uma memória prodigiosa e promete fazê-lo recordar-se até do cheiro do dinheiro antigo. Ainda se lembra quanto custava um bitoque? A festa que se podia fazer com 20 escudos? Como é que se construía um papagaio de papel? Então e o depilatório Taky? Ainda há muito que recordar, e vai ver que gosta da viagem! «Há um ano, chegava-lhes às mãos "A Sebenta do Tempo". Fui surpreendido pela excelente receção que teve e, por isso, decidi continuar a vasculhar no baú das recordações, tirando notas para passar a limpo as folhas do nosso "caderno diário da memória".
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O baú das memórias não tem fundo. E quando se começa a vasculhar lá dentro, é difícil parar. Se pensou que ficou tudo dito (e recordado) na Sebenta do Tempo, desengane-se. Mário Augusto tem uma memória prodigiosa e promete fazê-lo recordar-se até do cheiro do dinheiro antigo. Ainda se lembra quanto custava um bitoque? A festa que se podia fazer com 20 escudos? Como é que se construía um papagaio de papel? Então e o depilatório Taky? Ainda há muito que recordar, e vai ver que gosta da viagem! «Há um ano, chegava-lhes às mãos "A Sebenta do Tempo". Fui surpreendido pela excelente receção que teve e, por isso, decidi continuar a vasculhar no baú das recordações, tirando notas para passar a limpo as folhas do nosso "caderno diário da memória".
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Neste livro, Inês Meneses juntou o fôlego do quotidiano que muitas vezes deixamos transpirar para o Facebook. A autora recolheu-o e publicou-o. A conceção gráfica esteve a cargo da Lavandaria. Depois de várias edições de autor, o Caderno chega agora ao grande público.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Neste livro, Inês Meneses juntou o fôlego do quotidiano que muitas vezes deixamos transpirar para o Facebook. A autora recolheu-o e publicou-o. A conceção gráfica esteve a cargo da Lavandaria. Depois de várias edições de autor, o Caderno chega agora ao grande público.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 348
Sinopse:
"Uma seleção de textos representativos do pensamento do Padre António Vieira sobre a escravatura. Esta seleção acompanha, essencialmente, três momentos do complexo e diversificado percurso de vida de Vieira: o começo da sua atividade como pregador, ainda na Baía, durante a década de 30 do século XVII; a contenda com os colonos do Maranhão, acerca da escravatura dos ameríndios, entre a sua partida para esta região, em 1653, até à expulsão dos padres da Companhia, em 1661; a sua presença na Baía, a partir de 1681 até ao final da sua vida, em 1697, nomeadamente desempenhando o cargo de Visitador Geral das missões do Brasil, a partir de 1688." da Introdução
Nº Páginas: 348
Sinopse:
"Uma seleção de textos representativos do pensamento do Padre António Vieira sobre a escravatura. Esta seleção acompanha, essencialmente, três momentos do complexo e diversificado percurso de vida de Vieira: o começo da sua atividade como pregador, ainda na Baía, durante a década de 30 do século XVII; a contenda com os colonos do Maranhão, acerca da escravatura dos ameríndios, entre a sua partida para esta região, em 1653, até à expulsão dos padres da Companhia, em 1661; a sua presença na Baía, a partir de 1681 até ao final da sua vida, em 1697, nomeadamente desempenhando o cargo de Visitador Geral das missões do Brasil, a partir de 1688." da Introdução
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Abrir uma garrafa é descobrir uma história. O vinho é muito mais do que uvas e fermentações, a maior das alquimias é o mundo que o vê nascer. Cada garrafa carrega amores e ódios, podas, guerras e fantasmas, colheitas. As suas enxertias. Para além da química, são as histórias que tornam um vinho único. Estas páginas são parágrafos de muitas castas, diferentes lagares - dias de exílio a seguir à revolução de Abril, tempos de desfiles de moda, medos de fantasmas, dedos perdidos na vindima, amores, sangue-azul, fortunas talhadas a suor. As adegas e as suas gentes. Homens e mulheres dos vinhos, na intimidade da sua história. A jornalista Ana Sofia Fonseca apresenta-nos um livro original sobre o mundo do vinho, em que a crítica a aromas e fermentações fica de fora. Aqui há histórias com gente dentro. As famílias por trás de cada garrafa, o engenho do enólogo, dos produtores, da terra e das suas almas. Cada página é uma viagem ao Portugal vinhateiro, aos retratos das suas gentes. De Norte a Sul, de vinha em vinha, de conto em conto. Curiosidades, laços familiares, momentos decisivos, aventuras e memórias. Histórias reais que, muitas vezes, parecem ficção. Um livro para quem quer descobrir mais sobre o vinho português na sua intimidade.Portugal está povoado de bons vinhos e de boas histórias. Um vinho não se bebe sozinho. Uma história também não.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Abrir uma garrafa é descobrir uma história. O vinho é muito mais do que uvas e fermentações, a maior das alquimias é o mundo que o vê nascer. Cada garrafa carrega amores e ódios, podas, guerras e fantasmas, colheitas. As suas enxertias. Para além da química, são as histórias que tornam um vinho único. Estas páginas são parágrafos de muitas castas, diferentes lagares - dias de exílio a seguir à revolução de Abril, tempos de desfiles de moda, medos de fantasmas, dedos perdidos na vindima, amores, sangue-azul, fortunas talhadas a suor. As adegas e as suas gentes. Homens e mulheres dos vinhos, na intimidade da sua história. A jornalista Ana Sofia Fonseca apresenta-nos um livro original sobre o mundo do vinho, em que a crítica a aromas e fermentações fica de fora. Aqui há histórias com gente dentro. As famílias por trás de cada garrafa, o engenho do enólogo, dos produtores, da terra e das suas almas. Cada página é uma viagem ao Portugal vinhateiro, aos retratos das suas gentes. De Norte a Sul, de vinha em vinha, de conto em conto. Curiosidades, laços familiares, momentos decisivos, aventuras e memórias. Histórias reais que, muitas vezes, parecem ficção. Um livro para quem quer descobrir mais sobre o vinho português na sua intimidade.Portugal está povoado de bons vinhos e de boas histórias. Um vinho não se bebe sozinho. Uma história também não.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Oito autores dão voz a Cabinda em oito ensaios, mostrando diferentes perspectivas sobre a questão e o estatuto do território. Esta é uma importante parte da história do enclave, contada por quem a viveu e a analisa. Três dos autores estiveram presos pela tomada de posição em defesa dos direitos humanos e foram, mais tarde, considerados prisioneiros de consciência pela Amnistia Internacional. Um vive há décadas no exílio. E se as autoridades angolanas dizem que não há guerra nem guerrilha em Cabinda, alguns autores falam em confrontos violentos e em notícias de assassínios e raptos, perseguição de activistas e religiosos, impedimento de realização de manifestações e imprensa limitada. Nesta obra, aborda-se a formação do território sob perspectivas históricas e jurídicas, defende-se o direito e dever de resistência contra a ocupação, fala-se de Che Guevara como "pai espiritual" da intervenção cubana em Cabinda, analisa-se o tratamento dado por Portugal durante a presidência de Cavaco Silva, descreve-se a forma como Cabinda é referida na imprensa angolana e analisa-se, ainda, o significado político e jurídico do Tratado de Simulambuco. A obra é ricamente documentada, para que a memória dos que lutam pela paz no território não se apague.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Oito autores dão voz a Cabinda em oito ensaios, mostrando diferentes perspectivas sobre a questão e o estatuto do território. Esta é uma importante parte da história do enclave, contada por quem a viveu e a analisa. Três dos autores estiveram presos pela tomada de posição em defesa dos direitos humanos e foram, mais tarde, considerados prisioneiros de consciência pela Amnistia Internacional. Um vive há décadas no exílio. E se as autoridades angolanas dizem que não há guerra nem guerrilha em Cabinda, alguns autores falam em confrontos violentos e em notícias de assassínios e raptos, perseguição de activistas e religiosos, impedimento de realização de manifestações e imprensa limitada. Nesta obra, aborda-se a formação do território sob perspectivas históricas e jurídicas, defende-se o direito e dever de resistência contra a ocupação, fala-se de Che Guevara como "pai espiritual" da intervenção cubana em Cabinda, analisa-se o tratamento dado por Portugal durante a presidência de Cavaco Silva, descreve-se a forma como Cabinda é referida na imprensa angolana e analisa-se, ainda, o significado político e jurídico do Tratado de Simulambuco. A obra é ricamente documentada, para que a memória dos que lutam pela paz no território não se apague.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em 1870, Will Andrews chega a Butcher’s Crossing. É jovem, fartou-se de Harvard, quer descobrir na natureza o seu "eu inalterado". E naquele vilarejo, num Oeste prestes a ser domado, encontra o seu mentor: Miller, um caçador de poucas falas, que conhece o refúgio da última grande manada de búfalos.Seduzido pela promessa de aventura, Will junta-se à expedição. Quatro homens em marcha, numa luta épica contra o tempo, a sede e os elementos. Depois de chegarem ao vale, o que se segue é uma carnificina, a viagem iniciática de Will ao coração das trevas."Butcher’s Crossing" é considerada a primeira das três grandes obras de John Williams. Tal como Stoner, o romance passou despercebido durante mais de meio século e só agora foi resgatado por um coro invulgarmente unânime de críticos e autores, que viram na obra o antiwestern por excelência, despido de romantismo e eivado de uma crueza visceral (que muito influenciaria a obra de Cormac McCarthy).Escrito com a precisão quase maníaca que caracteriza John Williams, a obra é a negação do legado de Ralph Waldo Emerson, cuja epígrafe abre o romance. A natureza que aqui nos deslumbra é apenas a humana - e por pouco resiste ao confronto com o Oeste selvagem.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em 1870, Will Andrews chega a Butcher’s Crossing. É jovem, fartou-se de Harvard, quer descobrir na natureza o seu "eu inalterado". E naquele vilarejo, num Oeste prestes a ser domado, encontra o seu mentor: Miller, um caçador de poucas falas, que conhece o refúgio da última grande manada de búfalos.Seduzido pela promessa de aventura, Will junta-se à expedição. Quatro homens em marcha, numa luta épica contra o tempo, a sede e os elementos. Depois de chegarem ao vale, o que se segue é uma carnificina, a viagem iniciática de Will ao coração das trevas."Butcher’s Crossing" é considerada a primeira das três grandes obras de John Williams. Tal como Stoner, o romance passou despercebido durante mais de meio século e só agora foi resgatado por um coro invulgarmente unânime de críticos e autores, que viram na obra o antiwestern por excelência, despido de romantismo e eivado de uma crueza visceral (que muito influenciaria a obra de Cormac McCarthy).Escrito com a precisão quase maníaca que caracteriza John Williams, a obra é a negação do legado de Ralph Waldo Emerson, cuja epígrafe abre o romance. A natureza que aqui nos deslumbra é apenas a humana - e por pouco resiste ao confronto com o Oeste selvagem.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A noite desce sobre Viena e sobre o apartamento onde Franz Ritter, musicólogo fascinado pelo Oriente, procura em vão o sono. Oscilando entre sonhos e recordações, melancolia e febre, nesta noite de insónia Franz revisita a sua vida, os seus entusiasmos, encontros e as numerosas estadias longe da Áustria - Istambul, Alepo, Damasco, Palmira, Teerão... -, mas questiona também o seu amor impossível pela exemplar e inalcançável Sarah, especialista da atração fatal que esse Grande Levante exerce sobre aventureiros, académicos, artistas e viajantes ocidentais. Assim se dá a conhecer um mundo de exploradores das artes e da sua história, de orientalistas modernos animados pelo puro desejo de combinações e descobertas que a atualidade contemporânea vem esbofetear. E o eco trágico desse impulso febril quebrado ressoa na alma ferida das personagens da mesma forma que atravessa o livro. Romance noturno, envolvente e musical, de erudição generosa e humor agridoce, Bússola é uma viagem e uma declaração de deslumbramento, uma busca do outro em nós e uma mão que se estende - como uma ponte erguida entre o Ocidente e o Oriente, entre ontem e amanhã, alicerçada num inventário amoroso de séculos de fascínio, de influências e de vestígios sensíveis e persistentes, que tenta mitigar os fogos do presente.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A noite desce sobre Viena e sobre o apartamento onde Franz Ritter, musicólogo fascinado pelo Oriente, procura em vão o sono. Oscilando entre sonhos e recordações, melancolia e febre, nesta noite de insónia Franz revisita a sua vida, os seus entusiasmos, encontros e as numerosas estadias longe da Áustria - Istambul, Alepo, Damasco, Palmira, Teerão... -, mas questiona também o seu amor impossível pela exemplar e inalcançável Sarah, especialista da atração fatal que esse Grande Levante exerce sobre aventureiros, académicos, artistas e viajantes ocidentais. Assim se dá a conhecer um mundo de exploradores das artes e da sua história, de orientalistas modernos animados pelo puro desejo de combinações e descobertas que a atualidade contemporânea vem esbofetear. E o eco trágico desse impulso febril quebrado ressoa na alma ferida das personagens da mesma forma que atravessa o livro. Romance noturno, envolvente e musical, de erudição generosa e humor agridoce, Bússola é uma viagem e uma declaração de deslumbramento, uma busca do outro em nós e uma mão que se estende - como uma ponte erguida entre o Ocidente e o Oriente, entre ontem e amanhã, alicerçada num inventário amoroso de séculos de fascínio, de influências e de vestígios sensíveis e persistentes, que tenta mitigar os fogos do presente.
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