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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Fomos todos apanhados pelo vírus. Não apenas os infectados com o SARS-CoV-2, mas também a multidão que viu o seu quotidiano virado do avesso de um dia para o outro. Muito se disse e desdisse. As próprias autoridades de saúde, que inicialmente desaconselharam o uso de máscaras, pouco depois tornaram-nas obrigatórias. Os teóricos da conspiração fizeram prova de vida, espalhando os mais incríveis disparates, como a associação do vírus às radiações 5G. À pandemia da COVID-19 juntou-se uma infodemia: ficámos inundados de desinformação. A primeira parte deste livro expõe resumidamente não só o que realmente já se sabe, à luz da ciência, mas também as dúvidas que ainda persistem. Na segunda contradizem-se ideias erradas que têm circulado acerca do novo coronavírus - algumas mais absurdas do que outras. Na última encontra-se um "guia" para acompanhar a ciência em directo, pois as dúvidas e o debate dos cientistas no espaço público poderão causar alguma confusão ao público. O livro termina com a palavra esperança.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Fomos todos apanhados pelo vírus. Não apenas os infectados com o SARS-CoV-2, mas também a multidão que viu o seu quotidiano virado do avesso de um dia para o outro. Muito se disse e desdisse. As próprias autoridades de saúde, que inicialmente desaconselharam o uso de máscaras, pouco depois tornaram-nas obrigatórias. Os teóricos da conspiração fizeram prova de vida, espalhando os mais incríveis disparates, como a associação do vírus às radiações 5G. À pandemia da COVID-19 juntou-se uma infodemia: ficámos inundados de desinformação. A primeira parte deste livro expõe resumidamente não só o que realmente já se sabe, à luz da ciência, mas também as dúvidas que ainda persistem. Na segunda contradizem-se ideias erradas que têm circulado acerca do novo coronavírus - algumas mais absurdas do que outras. Na última encontra-se um "guia" para acompanhar a ciência em directo, pois as dúvidas e o debate dos cientistas no espaço público poderão causar alguma confusão ao público. O livro termina com a palavra esperança.
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Edição: Abr 2008
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O Novo Romance do Autor de "Rosa Brava". A magnífica embaixada de D. Manuel I ao Papa Leão X. Os pecados que o Império não conseguiu esconder. Uma história de amor que venceu a fé dos homens. 1514. Na época áurea dos Descobrimentos Portugueses, D. Manuel I toma a decisão de enviar ao Papa Leão X uma grande embaixada, demonstração viva do seu poderio temporal. D. Diogo Pacheco, fidalgo da corte, amigo pessoal do Rei Venturoso, é encarregado pelo monarca de compor e proferir a Oração de Obediência ao Sumo Pontífice, o momento alto da embaixada. A comitiva parte de Lisboa em cinco embarcações com um tesouro valiosíssimo e animais exóticos trazidos de África e da Índia. Após conturbada viagem o cortejo chega a Roma, onde o Papa preparara uma sumptuosa recepção com a presença das mais altas figuras profanas e religiosas da época. No meio do fausto da corte portuguesa e da Cúria dos Medici, contrastante com a dor e a miséria do povo sofredor, ascende à figura de símbolo o amor regenerador de D. Diogo pela bela judia, Raquel Aboab, a quem aquele salvara da fogueira e da sanha intolerante do antijudaísmo reinante. A época de ouro da história do mundo esconde segredos e pecados inconfessáveis das grandes figuras que comandam os destinos do mundo. Entre a fé e a cegueira do poder, a aparência e a essência da condição humana, o sentido de missão e a vaidade só o amor poderá ser redentor. Aos olhos de Deus as personalidades da história não ficarão impunes. E Deus não jogará aos dados.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O Novo Romance do Autor de "Rosa Brava". A magnífica embaixada de D. Manuel I ao Papa Leão X. Os pecados que o Império não conseguiu esconder. Uma história de amor que venceu a fé dos homens. 1514. Na época áurea dos Descobrimentos Portugueses, D. Manuel I toma a decisão de enviar ao Papa Leão X uma grande embaixada, demonstração viva do seu poderio temporal. D. Diogo Pacheco, fidalgo da corte, amigo pessoal do Rei Venturoso, é encarregado pelo monarca de compor e proferir a Oração de Obediência ao Sumo Pontífice, o momento alto da embaixada. A comitiva parte de Lisboa em cinco embarcações com um tesouro valiosíssimo e animais exóticos trazidos de África e da Índia. Após conturbada viagem o cortejo chega a Roma, onde o Papa preparara uma sumptuosa recepção com a presença das mais altas figuras profanas e religiosas da época. No meio do fausto da corte portuguesa e da Cúria dos Medici, contrastante com a dor e a miséria do povo sofredor, ascende à figura de símbolo o amor regenerador de D. Diogo pela bela judia, Raquel Aboab, a quem aquele salvara da fogueira e da sanha intolerante do antijudaísmo reinante. A época de ouro da história do mundo esconde segredos e pecados inconfessáveis das grandes figuras que comandam os destinos do mundo. Entre a fé e a cegueira do poder, a aparência e a essência da condição humana, o sentido de missão e a vaidade só o amor poderá ser redentor. Aos olhos de Deus as personalidades da história não ficarão impunes. E Deus não jogará aos dados.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Sloan Reynolds tem uma vida pacata numa pequena vila na Flórida. Abandonada trinta anos antes pelo pai e pela irmã, o seu mundo não podia ser mais diferente do glamour de Palm Beach, de onde agora lhe enviam um inesperado convite para se juntar a eles. Embora se sinta inclinada a recusar, Sloan percebe que está na hora de conhecer verdadeiramente a família, para o melhor e o pior… Tudo corre na perfeição até ao momento em que conhece o sedutor Noah Maitland e fica pela primeira vez dividida entre desejo e dever. Mas os seus problemas estão apenas a começar. Quando é confrontada com uma acusação infame, Sloan terá de recorrer a todas as suas forças para conseguir descobrir a verdade e salvar o seu coração… Com um enredo empolgante e pleno de suspense e paixão, "Ao Cair da Noite" consolida o estatuto de Judith McNaught como uma das melhores contadoras de histórias dos nossos dias.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Sloan Reynolds tem uma vida pacata numa pequena vila na Flórida. Abandonada trinta anos antes pelo pai e pela irmã, o seu mundo não podia ser mais diferente do glamour de Palm Beach, de onde agora lhe enviam um inesperado convite para se juntar a eles. Embora se sinta inclinada a recusar, Sloan percebe que está na hora de conhecer verdadeiramente a família, para o melhor e o pior… Tudo corre na perfeição até ao momento em que conhece o sedutor Noah Maitland e fica pela primeira vez dividida entre desejo e dever. Mas os seus problemas estão apenas a começar. Quando é confrontada com uma acusação infame, Sloan terá de recorrer a todas as suas forças para conseguir descobrir a verdade e salvar o seu coração… Com um enredo empolgante e pleno de suspense e paixão, "Ao Cair da Noite" consolida o estatuto de Judith McNaught como uma das melhores contadoras de histórias dos nossos dias.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A apaixonante relação de Maria com o anjo Gabriel num romance em verso. Rendido à beleza de Maria, o arcanjo Gabriel, esquece a mensagem que tinha por missão anunciar-lhe. E uma tumultuada relação amorosa ganha corpo entre os dois. Anunciações, o romance, desenrola-se ao longo de 280 poemas e 14 estações (tantas quantas as da paixão e morte de Cristo), até à gestação do filho de ambos, Joshua. Tudo por entre os medos e a contrição do anjo, e a determinação e revolta de uma Maria dessacralizada, emergindo na dignidade da sua condição humana.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A apaixonante relação de Maria com o anjo Gabriel num romance em verso. Rendido à beleza de Maria, o arcanjo Gabriel, esquece a mensagem que tinha por missão anunciar-lhe. E uma tumultuada relação amorosa ganha corpo entre os dois. Anunciações, o romance, desenrola-se ao longo de 280 poemas e 14 estações (tantas quantas as da paixão e morte de Cristo), até à gestação do filho de ambos, Joshua. Tudo por entre os medos e a contrição do anjo, e a determinação e revolta de uma Maria dessacralizada, emergindo na dignidade da sua condição humana.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Contemporânea e clássica, certamente multímoda, a obra de António Lobo Antunes é aquela que pretende "mudar a arte da escrita". Em António Lobo Antunes: As Formas Mudadas, título que retoma uma das obras que mais tem influenciado a cultura ocidental, as Metamorfoses de Ovídio, percorremos os caminhos da obra que nunca se fixa, que se constrói em avatares constantes, seja nas várias tendências estéticas, nos temas, na mundividência, na sensibilidade, na concepção e/ou composição da escrita, em suma, na sua "poética" (a importância do lateral, dos interstícios, da transfiguração verbal, do indecidível, do fragmentário, do suspenso, da metaficção). Em António Lobo Antunes: As Formas Mudadas verificamos que a obra de António Lobo Antunes é aquela que se adianta ao seu próprio tempo, mas é, de igual modo, aquela que não desdenha a herança dos clássicos, com os quais contacta em permanência, para "sobreviver ao tempo, ao ferro e ao fogo". Nenhum ensaio estabelece interpretações definitivas - muito menos em literatura. António Lobo Antunes: As Formas Mudadas, volume 7 da Colecção António Lobo Antunes-Ensaio, pretende tão-só interrogar-se sobre os sentidos da arte e, com ela, da vida. Afinal, e parafraseando o próprio António Lobo Antunes, "Como se pode agarrar, digam-me lá, o que constantemente muda?"
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Contemporânea e clássica, certamente multímoda, a obra de António Lobo Antunes é aquela que pretende "mudar a arte da escrita". Em António Lobo Antunes: As Formas Mudadas, título que retoma uma das obras que mais tem influenciado a cultura ocidental, as Metamorfoses de Ovídio, percorremos os caminhos da obra que nunca se fixa, que se constrói em avatares constantes, seja nas várias tendências estéticas, nos temas, na mundividência, na sensibilidade, na concepção e/ou composição da escrita, em suma, na sua "poética" (a importância do lateral, dos interstícios, da transfiguração verbal, do indecidível, do fragmentário, do suspenso, da metaficção). Em António Lobo Antunes: As Formas Mudadas verificamos que a obra de António Lobo Antunes é aquela que se adianta ao seu próprio tempo, mas é, de igual modo, aquela que não desdenha a herança dos clássicos, com os quais contacta em permanência, para "sobreviver ao tempo, ao ferro e ao fogo". Nenhum ensaio estabelece interpretações definitivas - muito menos em literatura. António Lobo Antunes: As Formas Mudadas, volume 7 da Colecção António Lobo Antunes-Ensaio, pretende tão-só interrogar-se sobre os sentidos da arte e, com ela, da vida. Afinal, e parafraseando o próprio António Lobo Antunes, "Como se pode agarrar, digam-me lá, o que constantemente muda?"
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O papel de António Ferro nos movimentos artísticos dos anos 30 e 40 do século XX: as Artes Plásticas, o Cinema, o Bailado, a Literatura e as grandes Exposições como A Exposição do Mundo Português. António Ferro, foi uma figura incontornável nas primeiras décadas do Estado Novo e o seu contributo tem sido recentemente avaliado e objeto de vários estudos, de que este livro dá testemunho através das actas do Congresso "António Ferro: 120 anos", realizado em 2015.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O papel de António Ferro nos movimentos artísticos dos anos 30 e 40 do século XX: as Artes Plásticas, o Cinema, o Bailado, a Literatura e as grandes Exposições como A Exposição do Mundo Português. António Ferro, foi uma figura incontornável nas primeiras décadas do Estado Novo e o seu contributo tem sido recentemente avaliado e objeto de vários estudos, de que este livro dá testemunho através das actas do Congresso "António Ferro: 120 anos", realizado em 2015.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 544
Sinopse:
António Ferro, extraordinária e controversa personalidade do século XX português, morre um ano depois de a neta Rita nascer. Todavia, a mancha matizada que lhe sobrevém quando o evoca, gerada por tudo o que foi ouvindo e conjecturando ao longo de décadas dentro da família, bastaria para que alguém na sua circunstância - romancista, descendente directa e utilizadora privilegiada do espólio da família - se sentisse mais do que tentada a concorrer com a sua própria ideia do Avô, acrescentando outro frescor e outra vivacidade aos vastos e especulativos estudos, quase todos politizados, que têm sido publicados, traçando uma perspectiva do seu lado mais íntimo e humano, a ideia de que ninguém é todo bom ou todo mau, como na má literatura. Não se trata de uma biografia e menos ainda de um romance histórico, embora a narrativa não deixe de seguir os cânones de uma história, a tensão de uma novela e a imprevisibilidade de um romance. Bem-humorado, carinhoso, imprevisível e indiscreto - mas não inocente - este livro, em que os anacronismos são deliberados é composto por um conjunto de frescos avulsos sobre o lado menos público de António Ferro, inspirados em factos reais, terminando com um lote de correspondência inédita.
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Sinopse:
António Ferro, extraordinária e controversa personalidade do século XX português, morre um ano depois de a neta Rita nascer. Todavia, a mancha matizada que lhe sobrevém quando o evoca, gerada por tudo o que foi ouvindo e conjecturando ao longo de décadas dentro da família, bastaria para que alguém na sua circunstância - romancista, descendente directa e utilizadora privilegiada do espólio da família - se sentisse mais do que tentada a concorrer com a sua própria ideia do Avô, acrescentando outro frescor e outra vivacidade aos vastos e especulativos estudos, quase todos politizados, que têm sido publicados, traçando uma perspectiva do seu lado mais íntimo e humano, a ideia de que ninguém é todo bom ou todo mau, como na má literatura. Não se trata de uma biografia e menos ainda de um romance histórico, embora a narrativa não deixe de seguir os cânones de uma história, a tensão de uma novela e a imprevisibilidade de um romance. Bem-humorado, carinhoso, imprevisível e indiscreto - mas não inocente - este livro, em que os anacronismos são deliberados é composto por um conjunto de frescos avulsos sobre o lado menos público de António Ferro, inspirados em factos reais, terminando com um lote de correspondência inédita.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Quando se percorre a poesia escrita por mulheres ao longo do século XX português, o nome de Natália Correia continua a surgir como um dos que causaram uma repercussão mais duradoura, quer pela sua personalidade forte e polémica, quer pelo alcance da sua obra literária", diz Fernando Pinto do Amaral no Prefácio a esta obra. Realizada tendo como base a edição mais recente da "Poesia Completa de Natália Correia" (Dom Quixote, 1999), esta antologia destina-se sobretudo à divulgação do principal da sua obra poética. O critério posto em jogo para seleccionar os poemas pretendeu obedecer a um equilíbrio (naturalmente sempre instável) entre o gosto pessoal do organizador e a representatividade dos diversos períodos da sua escrita. Este é, sem dúvida, um livro que poderá facultar aos leitores do século XXI uma visão de conjunto da grande poetisa Natália Correia.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Quando se percorre a poesia escrita por mulheres ao longo do século XX português, o nome de Natália Correia continua a surgir como um dos que causaram uma repercussão mais duradoura, quer pela sua personalidade forte e polémica, quer pelo alcance da sua obra literária", diz Fernando Pinto do Amaral no Prefácio a esta obra. Realizada tendo como base a edição mais recente da "Poesia Completa de Natália Correia" (Dom Quixote, 1999), esta antologia destina-se sobretudo à divulgação do principal da sua obra poética. O critério posto em jogo para seleccionar os poemas pretendeu obedecer a um equilíbrio (naturalmente sempre instável) entre o gosto pessoal do organizador e a representatividade dos diversos períodos da sua escrita. Este é, sem dúvida, um livro que poderá facultar aos leitores do século XXI uma visão de conjunto da grande poetisa Natália Correia.
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Edição: Jan 2014
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Querido Leitor: Gostaria de conversar contigo alguns momentos no pórtico desta antologia. Para já, quero que saibas que hesitei muito antes de me decidir a organizá-la. Perguntava a mim mesmo se seria legítimo desirmanar cada um dos poemas que nela agora figuram dos outros com que emparelham em livros entendidos como unidades redondas. Temia, além disso, a precariedade do critério que os escolhesse. Nem sempre um autor é bom juiz em causa própria. (…) Mas como a minha vida é um extenso rol de perplexidades e nunca saí de nenhuma em perfeita paz de espírito, resolvi averbar à conta mais uma parcela e levar a empresa por diante. É que, contra todas as razões, seduzia-me a perspectiva de reviver o longo caminho órfico que iniciei às cegas, calcorreei a tactear e estou em vias de concluir de olhos abertos, no espanto de quem vê finalmente, a plena luz, a fundura dos abismos a que desceu."
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Querido Leitor: Gostaria de conversar contigo alguns momentos no pórtico desta antologia. Para já, quero que saibas que hesitei muito antes de me decidir a organizá-la. Perguntava a mim mesmo se seria legítimo desirmanar cada um dos poemas que nela agora figuram dos outros com que emparelham em livros entendidos como unidades redondas. Temia, além disso, a precariedade do critério que os escolhesse. Nem sempre um autor é bom juiz em causa própria. (…) Mas como a minha vida é um extenso rol de perplexidades e nunca saí de nenhuma em perfeita paz de espírito, resolvi averbar à conta mais uma parcela e levar a empresa por diante. É que, contra todas as razões, seduzia-me a perspectiva de reviver o longo caminho órfico que iniciei às cegas, calcorreei a tactear e estou em vias de concluir de olhos abertos, no espanto de quem vê finalmente, a plena luz, a fundura dos abismos a que desceu."
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Numa altura em que se fala tanto na Revolução Russa e na Rússia actual de Putin, José Milhazes e João Domingues propõem a leitura dos excertos mais importantes dos grandes autores do pensamento geopolítico e filosófico daquele país: Lenine, Bakunine, Tolstoi, Estaline, Soljenitsin e muitos outros. Cada autor leva uma pequena biografia e retrato, um texto explicativo da importância da sua obra para a Rússia, e finalmente os textos que escreveu mais importantes. O prefácio é de Jaime Gama.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Numa altura em que se fala tanto na Revolução Russa e na Rússia actual de Putin, José Milhazes e João Domingues propõem a leitura dos excertos mais importantes dos grandes autores do pensamento geopolítico e filosófico daquele país: Lenine, Bakunine, Tolstoi, Estaline, Soljenitsin e muitos outros. Cada autor leva uma pequena biografia e retrato, um texto explicativo da importância da sua obra para a Rússia, e finalmente os textos que escreveu mais importantes. O prefácio é de Jaime Gama.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ser um grande poeta da língua de Shakespeare foi a maior ambição de Fernando Pessoa enquanto jovem escritor. Mesmo após o seu regresso da África do Sul para Lisboa, com 17 anos de idade, continuou durante largos anos a escrever muita poesia em inglês, incluindo dezenas de sonetos shakespearianos. Só viria a tornar-se um poeta universal, contudo, graças ao que escreveu em português. Embora não tenha realizado a sua ambição juvenil, deixou-nos alguns grandes poemas em inglês, como "Antinous", o seu mais belo poema de amor. A presente antologia, em versão bilingue, inclui todos os poemas em inglês publicados em vida de Pessoa, bem como uma seleção dos que ficaram para a famosa arca e para nós, seus futuros leitores.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ser um grande poeta da língua de Shakespeare foi a maior ambição de Fernando Pessoa enquanto jovem escritor. Mesmo após o seu regresso da África do Sul para Lisboa, com 17 anos de idade, continuou durante largos anos a escrever muita poesia em inglês, incluindo dezenas de sonetos shakespearianos. Só viria a tornar-se um poeta universal, contudo, graças ao que escreveu em português. Embora não tenha realizado a sua ambição juvenil, deixou-nos alguns grandes poemas em inglês, como "Antinous", o seu mais belo poema de amor. A presente antologia, em versão bilingue, inclui todos os poemas em inglês publicados em vida de Pessoa, bem como uma seleção dos que ficaram para a famosa arca e para nós, seus futuros leitores.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Neste novo livro de Margarida Rebelo Pinto encontramos três mulheres de gerações diferentes, desde os anos 60 até aos dias de hoje, com vidas sentimentais atribuladas e algo em comum: a atração pelo proibido. Antes que seja tarde é um romance sobre o lado mais selvagem do amor, quando a paixão manda mais do que a razão e os sentidos falam mais alto. Os amores proibidos nunca caem na rotina, mas serão o caminho certo para o verdadeiro amor? O que fazer quando não se pode construir uma vida com quem se ama? O destino cruzado destas 3 mulheres leva-nos a uma viagem alucinante sobre o lado obscuro das relações, onde a mentira, a traição e o adultério andam a par com a dignidade de uma grande história de amor.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Neste novo livro de Margarida Rebelo Pinto encontramos três mulheres de gerações diferentes, desde os anos 60 até aos dias de hoje, com vidas sentimentais atribuladas e algo em comum: a atração pelo proibido. Antes que seja tarde é um romance sobre o lado mais selvagem do amor, quando a paixão manda mais do que a razão e os sentidos falam mais alto. Os amores proibidos nunca caem na rotina, mas serão o caminho certo para o verdadeiro amor? O que fazer quando não se pode construir uma vida com quem se ama? O destino cruzado destas 3 mulheres leva-nos a uma viagem alucinante sobre o lado obscuro das relações, onde a mentira, a traição e o adultério andam a par com a dignidade de uma grande história de amor.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Tudo se passa numa vila pitoresca, onde cabem o amor, o mar bravio, homens e mulheres errantes e a esperança na superação. Afastada dos grandes centros, existe uma vila habitada por gente solitária, marinheiros, padres, músicos, mulheres desamparadas, crianças que teimosamente querem viver no mundo dos adultos e amantes que recomeçam ou desistem. Todos eles gente como nós, figuras aparentemente comuns e imperfeitas que pelas circunstâncias do coração, ocasionalmente se entrelaçam arriscando a felicidade. São aqui contadas a várias vozes as histórias da morte que estrebucha pelas esquinas, do amor que persiste e da saudade de garras afiadas. Falam-nos de um escritor e dos seus exorcismos, de Maria do Mar que da mágoa se dilui com o marido que o oceano engoliu, do homem que regressou para o funeral do seu pai e acabou a encontrar-se, de Marco Marreco que lê poesia às pedras, do padre Dâmaso que em garrafas lança cartas às ondas.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Tudo se passa numa vila pitoresca, onde cabem o amor, o mar bravio, homens e mulheres errantes e a esperança na superação. Afastada dos grandes centros, existe uma vila habitada por gente solitária, marinheiros, padres, músicos, mulheres desamparadas, crianças que teimosamente querem viver no mundo dos adultos e amantes que recomeçam ou desistem. Todos eles gente como nós, figuras aparentemente comuns e imperfeitas que pelas circunstâncias do coração, ocasionalmente se entrelaçam arriscando a felicidade. São aqui contadas a várias vozes as histórias da morte que estrebucha pelas esquinas, do amor que persiste e da saudade de garras afiadas. Falam-nos de um escritor e dos seus exorcismos, de Maria do Mar que da mágoa se dilui com o marido que o oceano engoliu, do homem que regressou para o funeral do seu pai e acabou a encontrar-se, de Marco Marreco que lê poesia às pedras, do padre Dâmaso que em garrafas lança cartas às ondas.
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Edição: Fev 2009
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Os textos de Alexandre O’Neill que compõem este volume nunca foram por ele incluídos em livros seus. À excepção de dois, recuperados de uma antologia, e de três encontrados no espólio, o autor publicou-os em jornais e revistas durante a década de 70. O conjunto aqui editado resultou da pesquisa feita no âmbito da biografia do poeta (Maria Antónia Oliveira, "Alexandre O’Neill, Uma Biografia Literária", Dom Quixote, no prelo). Pôde constatar-se que, embora o poeta viesse publicando regularmente desde os finais da década anterior, os anos 70 eram aqueles em que a sua produção se tornava mais assídua, e em que mais textos haveriam de ficar confinados às páginas dos periódicos. Reúnem-se também poemas escritos para os jornais "Diário de Lisboa" e "A Luta", e para as revistas "Flama" e "Ele". Foram encontrados no espólio do poeta os poemas "Magritte" e "Azul Ar", bem como os poemas sem título designados por "Fragmentos", inéditos. Acrescentam-se ainda dois poemas datados de 1972 que E.M. e Castro e JoséAlberto Marques incluíram na "Antologia da Poesia Concreta em Portugal" (Lisboa, Assírio & Alvim, 1973). Em anexo, publicam-se dois textos com poemas, e uma versão em prosa da primeira parte de "Rã & Descobridor".
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Os textos de Alexandre O’Neill que compõem este volume nunca foram por ele incluídos em livros seus. À excepção de dois, recuperados de uma antologia, e de três encontrados no espólio, o autor publicou-os em jornais e revistas durante a década de 70. O conjunto aqui editado resultou da pesquisa feita no âmbito da biografia do poeta (Maria Antónia Oliveira, "Alexandre O’Neill, Uma Biografia Literária", Dom Quixote, no prelo). Pôde constatar-se que, embora o poeta viesse publicando regularmente desde os finais da década anterior, os anos 70 eram aqueles em que a sua produção se tornava mais assídua, e em que mais textos haveriam de ficar confinados às páginas dos periódicos. Reúnem-se também poemas escritos para os jornais "Diário de Lisboa" e "A Luta", e para as revistas "Flama" e "Ele". Foram encontrados no espólio do poeta os poemas "Magritte" e "Azul Ar", bem como os poemas sem título designados por "Fragmentos", inéditos. Acrescentam-se ainda dois poemas datados de 1972 que E.M. e Castro e JoséAlberto Marques incluíram na "Antologia da Poesia Concreta em Portugal" (Lisboa, Assírio & Alvim, 1973). Em anexo, publicam-se dois textos com poemas, e uma versão em prosa da primeira parte de "Rã & Descobridor".
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Do Texas ao Chile, do México a Nova Iorque, Lucia Berlin vislumbra beleza nos lugares mais sombrios e pressente escuridão quando tudo parece ser cristalino. Há um par de anos, o panorama literário mundial foi sacudido por uma colectânea de contos de uma escritora desaparecida e quase esquecida. Era Manual para mulheres de limpeza. A autora, Lucia Berlin, conquistou então o lugar que justamente lhe deveria ter pertencido antes: colocando-se entre os favoritos da crítica e dos leitores e ganhando comparações a Raymond Carver, Alice Munro, Anton Chekhov, Charles Bukowski. A singular capacidade de Berlin para representar a beleza e a dor da rotina e da vida, a sua desarmante honestidade, o seu irresistível magnetismo, a sua subtil mas inquietante melancolia, as suas personagens tão próximas da vida. Tudo isto se encontra com grande intensidade em Anoitecer no paraíso, uma colectânea que é um deleite para os todos os leitores que se apaixonaram por Lucia Berlin ou um convite aos que ainda não o fizeram. Volume indispensável da obra de Lucia Berlin, Anoitecer no paraíso foi preparado pelo filho da autora, e está recheado de pequenos tesouros da literatura, inéditos em português.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Do Texas ao Chile, do México a Nova Iorque, Lucia Berlin vislumbra beleza nos lugares mais sombrios e pressente escuridão quando tudo parece ser cristalino. Há um par de anos, o panorama literário mundial foi sacudido por uma colectânea de contos de uma escritora desaparecida e quase esquecida. Era Manual para mulheres de limpeza. A autora, Lucia Berlin, conquistou então o lugar que justamente lhe deveria ter pertencido antes: colocando-se entre os favoritos da crítica e dos leitores e ganhando comparações a Raymond Carver, Alice Munro, Anton Chekhov, Charles Bukowski. A singular capacidade de Berlin para representar a beleza e a dor da rotina e da vida, a sua desarmante honestidade, o seu irresistível magnetismo, a sua subtil mas inquietante melancolia, as suas personagens tão próximas da vida. Tudo isto se encontra com grande intensidade em Anoitecer no paraíso, uma colectânea que é um deleite para os todos os leitores que se apaixonaram por Lucia Berlin ou um convite aos que ainda não o fizeram. Volume indispensável da obra de Lucia Berlin, Anoitecer no paraíso foi preparado pelo filho da autora, e está recheado de pequenos tesouros da literatura, inéditos em português.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Muita gente disse : A vida de Annie Silva Pais dava um romance. Aí está ele. A Annie é uma personagem. Há outras. Das quais destacamos Fidel Castro e o narrador.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Muita gente disse : A vida de Annie Silva Pais dava um romance. Aí está ele. A Annie é uma personagem. Há outras. Das quais destacamos Fidel Castro e o narrador.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A abundância é uma sensação de segurança não é o dinheiro que temos é a sensação de que não temos nada que temer no presente e no futuro porque nada nos vai faltar.Um livro para nos ajudar a rever a nossa atitude face ao dinheiro e à abundância.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A abundância é uma sensação de segurança não é o dinheiro que temos é a sensação de que não temos nada que temer no presente e no futuro porque nada nos vai faltar.Um livro para nos ajudar a rever a nossa atitude face ao dinheiro e à abundância.
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Edição: Mar 2007
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O universo de John Le Carré e Ian Fleming num romance intenso e emotivo! Quando um jornalista se consegue infiltrar durante dois meses no palácio de Buckingham, a Scotland Yard, tendo ainda presente os atentados de 11 de Setembro, sabe que nenhum sinal de desordem pode ser subestimado. Numa rusga realizada para combater o que se julga ser uma célula terrorista, Jayne Tinsley, ou Pés de Pluma, consegue escapar, demonstrando que não é uma presa fácil e que tem uma séria razão para fugir. Que relação terá ela com a intromissão do jornalista na casa da família real? Jayne Tinsley tudo fará para guardar um terrível segredo capaz de pôr em causa o prestígio da própria Câmara dos Lordes. Uma história em que a paixão, a coragem e a sede de justiça de uma mulher não conhecem limites.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O universo de John Le Carré e Ian Fleming num romance intenso e emotivo! Quando um jornalista se consegue infiltrar durante dois meses no palácio de Buckingham, a Scotland Yard, tendo ainda presente os atentados de 11 de Setembro, sabe que nenhum sinal de desordem pode ser subestimado. Numa rusga realizada para combater o que se julga ser uma célula terrorista, Jayne Tinsley, ou Pés de Pluma, consegue escapar, demonstrando que não é uma presa fácil e que tem uma séria razão para fugir. Que relação terá ela com a intromissão do jornalista na casa da família real? Jayne Tinsley tudo fará para guardar um terrível segredo capaz de pôr em causa o prestígio da própria Câmara dos Lordes. Uma história em que a paixão, a coragem e a sede de justiça de uma mulher não conhecem limites.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um romance sobre a coragem. Um romance sobre Anita Garibaldi. Inseparável companheira de Giuseppe Garibaldi, guerrilheiros na América do Sul e heróis da unificação da Itália. Neste livro repleto de beleza e cores realistas, tão chocante quanto maravilhoso, vemos Anita pelos olhos de Giuseppe Garibaldi, a única pessoa que testemunhou realmente a vida da revolucionária.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um romance sobre a coragem. Um romance sobre Anita Garibaldi. Inseparável companheira de Giuseppe Garibaldi, guerrilheiros na América do Sul e heróis da unificação da Itália. Neste livro repleto de beleza e cores realistas, tão chocante quanto maravilhoso, vemos Anita pelos olhos de Giuseppe Garibaldi, a única pessoa que testemunhou realmente a vida da revolucionária.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Depois de "O Nome Negro" (2013), António Carlos Cortez publica Animais Feridos, conjunto de setenta poemas sobre este "tempo tétrico", como se lê num dos seus textos. Animais feridos como a epígrafe de Mário Quintana afirma: "Um poema sem outra angústia que a sua misteriosa / condição de poema //Triste. / Solitário. / Único. / Ferido de mortal beleza."Livro onde, em três andamentos, o leitor acompanha o olhar de um sujeito que vê no napalm a "energia deste tempo" e pressente Lisboa e o mundo próximos de um apocalipse, "Animais Feridos" é ainda a inquirição da palavra de poesia e as suas possibilidades de sentido em espaços (o corpo, a casa, a cidade) onde a ameaça da morte e do desencontro são a única certeza. Daí as três secções, três modos de declinar a época que nos é dada viver.António Carlos Cortez concebe o poema como exercício extremado de subtis jogos sonoros, unindo tom coloquial à frase labiríntica, sugerindo quanto para si a poesia é um modo de observação felina e a escrita um estilete com que se perfura, de forma precisa, o corpo dos animais feridos: os poemas, a memória, a carne viva do tempo, nós.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Depois de "O Nome Negro" (2013), António Carlos Cortez publica Animais Feridos, conjunto de setenta poemas sobre este "tempo tétrico", como se lê num dos seus textos. Animais feridos como a epígrafe de Mário Quintana afirma: "Um poema sem outra angústia que a sua misteriosa / condição de poema //Triste. / Solitário. / Único. / Ferido de mortal beleza."Livro onde, em três andamentos, o leitor acompanha o olhar de um sujeito que vê no napalm a "energia deste tempo" e pressente Lisboa e o mundo próximos de um apocalipse, "Animais Feridos" é ainda a inquirição da palavra de poesia e as suas possibilidades de sentido em espaços (o corpo, a casa, a cidade) onde a ameaça da morte e do desencontro são a única certeza. Daí as três secções, três modos de declinar a época que nos é dada viver.António Carlos Cortez concebe o poema como exercício extremado de subtis jogos sonoros, unindo tom coloquial à frase labiríntica, sugerindo quanto para si a poesia é um modo de observação felina e a escrita um estilete com que se perfura, de forma precisa, o corpo dos animais feridos: os poemas, a memória, a carne viva do tempo, nós.
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Edição: Nov 2002
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O que levará Gonçalo, um empresário rico e burguês, a encontrar-se para jantar com António, empregado de escritório e pobre, sempre ao dia 15 de cada mês, se nada têm em comum senão terem sido, há mais de 30 anos, colegas no liceu?Nunca vi nada que não fosse lógico. Tudo tem uma lógica, muito embora esteja por vezes escondido. É a isso que chamamos o segredo das coisas. O que distingue os homens lúcidos dos inconscientes é que os primeiros procuram descobrir a lógica das coisas, ao passo que os segundos julgam que as coisas surgem por si próprias e procuram, não a sua lógica, mas a sua rima.Num texto de grande intensidade dramática, que haveria de revelá-lo como um dos maiores vultos da literatura portuguesa Pós-Guerra, Luís de Sttau Monteiro denuncia, com uma ironia por vezes contundente, o quadro social e político português resultante das condições, e das contradições, impostas pelo Estado Novo.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O que levará Gonçalo, um empresário rico e burguês, a encontrar-se para jantar com António, empregado de escritório e pobre, sempre ao dia 15 de cada mês, se nada têm em comum senão terem sido, há mais de 30 anos, colegas no liceu?Nunca vi nada que não fosse lógico. Tudo tem uma lógica, muito embora esteja por vezes escondido. É a isso que chamamos o segredo das coisas. O que distingue os homens lúcidos dos inconscientes é que os primeiros procuram descobrir a lógica das coisas, ao passo que os segundos julgam que as coisas surgem por si próprias e procuram, não a sua lógica, mas a sua rima.Num texto de grande intensidade dramática, que haveria de revelá-lo como um dos maiores vultos da literatura portuguesa Pós-Guerra, Luís de Sttau Monteiro denuncia, com uma ironia por vezes contundente, o quadro social e político português resultante das condições, e das contradições, impostas pelo Estado Novo.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma história que faltava contar sobre Angola após a descolonização: a perspetiva de quem acompanhou os bastidores das conversações de paz, as manobras políticas que determinavam os avanços e recuos da guerra, os pactos e os interesses que manobraram a vida de um povo.Um livro que resgata do esquecimento as histórias da vaga de refugiados portugueses que viraram costas a Portugal e a quem Portugal virou por sua vez costas. Inclui 32 páginas com fotografias inéditas.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma história que faltava contar sobre Angola após a descolonização: a perspetiva de quem acompanhou os bastidores das conversações de paz, as manobras políticas que determinavam os avanços e recuos da guerra, os pactos e os interesses que manobraram a vida de um povo.Um livro que resgata do esquecimento as histórias da vaga de refugiados portugueses que viraram costas a Portugal e a quem Portugal virou por sua vez costas. Inclui 32 páginas com fotografias inéditas.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
A liberdade de expressão é essencial para um regime livre e democrático. Posição defendida por grandes nomes da filosofia, como Norberto Bobbio, John Stuart Mill ou Habermas, e pelo actual sistema de defesa e protecção internacional dos direitos Humanos, de que Angola é signatária. Mas a defesa teórica e formal deste princípio não impede a sua destruição por Estados autoritários. É necessário estar atento. Domingos da Cruz comprova a censura e violação sistemáticas da liberdade política em Angola. Esta é uma investigação fundamentada e honesta sobre um país e um regime com conhecidas ligações a Portugal. Fruto de uma tese louvada pela academia, analisa em profundidade os ataques à liberdade de expressão, perpetrados pelo regime angolano. Possivelmente, este ensaio foi mais uma acha para a fogueira que condenou o autor a oito anos de cadeia. Inclui-se uma lista impressionante de histórias verídicas de ataques a jornalistas e activistas dos direitos Humanos, que, algumas vezes, acabaram em assassínio.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
A liberdade de expressão é essencial para um regime livre e democrático. Posição defendida por grandes nomes da filosofia, como Norberto Bobbio, John Stuart Mill ou Habermas, e pelo actual sistema de defesa e protecção internacional dos direitos Humanos, de que Angola é signatária. Mas a defesa teórica e formal deste princípio não impede a sua destruição por Estados autoritários. É necessário estar atento. Domingos da Cruz comprova a censura e violação sistemáticas da liberdade política em Angola. Esta é uma investigação fundamentada e honesta sobre um país e um regime com conhecidas ligações a Portugal. Fruto de uma tese louvada pela academia, analisa em profundidade os ataques à liberdade de expressão, perpetrados pelo regime angolano. Possivelmente, este ensaio foi mais uma acha para a fogueira que condenou o autor a oito anos de cadeia. Inclui-se uma lista impressionante de histórias verídicas de ataques a jornalistas e activistas dos direitos Humanos, que, algumas vezes, acabaram em assassínio.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 279
Sinopse:
O "Custo" humano e económico da Guerra Colonial foi um grande fardo para o país. No plano económico, os gastos representaram cerca de 40% das despesas do Estado, tendo a economia portuguesa entrado num regime deficitário. No plano humano, a guerra trouxe não poucos sofrimentos, com mortos, feridos e estropiados não só do lado português, mas também e sobretudo do lado dos angolanos, guineenses e moçambicanos. E os ódios, acumulados durante os anos de dominação colonial, tornaram-se ainda mais profundos com a guerra, dificultando o processo de descolonização.
Nº Páginas: 279
Sinopse:
O "Custo" humano e económico da Guerra Colonial foi um grande fardo para o país. No plano económico, os gastos representaram cerca de 40% das despesas do Estado, tendo a economia portuguesa entrado num regime deficitário. No plano humano, a guerra trouxe não poucos sofrimentos, com mortos, feridos e estropiados não só do lado português, mas também e sobretudo do lado dos angolanos, guineenses e moçambicanos. E os ódios, acumulados durante os anos de dominação colonial, tornaram-se ainda mais profundos com a guerra, dificultando o processo de descolonização.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Tal como vinha acontecendo já desde o século XVII, três constantes marcariam a história de Loanda: o tráfico atlântico da escravatura, a deportação ou degredo de criminosos para Angola e a superioridade das famílias crioulas, ou lusodescendentes, às quais pertenciam essas mulheres, e que eram praticamente as únicas detentoras do monopólio desse tráfico. As estórias destas mulheres acabariam por se fundir com a história da cidade de Loanda e não será possível dizer com propriedade como teriam sido as suas vidas. Assim, para este romance, eu reinventei situações e dramatizei acontecimentos, pois é isto que um romancista faz. A partir de imagens e de factos reais, deixei a imaginação fluir e as estórias converteram-se, por vezes em coisas diferentes daquilo que verdadeiramente teria acontecido. Porém, embora ficcionadas, estas poderão ter sido as estórias das Ricas-Donas de Loanda." Romance histórico na linha de "Loanda - Escravas, Donas e Senhoras", Isabel Valadão leva-nos à Angola dos séculos XVIII e XIX.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Tal como vinha acontecendo já desde o século XVII, três constantes marcariam a história de Loanda: o tráfico atlântico da escravatura, a deportação ou degredo de criminosos para Angola e a superioridade das famílias crioulas, ou lusodescendentes, às quais pertenciam essas mulheres, e que eram praticamente as únicas detentoras do monopólio desse tráfico. As estórias destas mulheres acabariam por se fundir com a história da cidade de Loanda e não será possível dizer com propriedade como teriam sido as suas vidas. Assim, para este romance, eu reinventei situações e dramatizei acontecimentos, pois é isto que um romancista faz. A partir de imagens e de factos reais, deixei a imaginação fluir e as estórias converteram-se, por vezes em coisas diferentes daquilo que verdadeiramente teria acontecido. Porém, embora ficcionadas, estas poderão ter sido as estórias das Ricas-Donas de Loanda." Romance histórico na linha de "Loanda - Escravas, Donas e Senhoras", Isabel Valadão leva-nos à Angola dos séculos XVIII e XIX.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
No epicentro da crise financeira em Portugal, um jornalista demasiado ambicioso decide provar ao seu editor - Raul Cinzas, o inveterado comunista que os leitores de Tordo conhecerão de "Biografia Involuntária dos Amantes" - que é capaz de muito mais do que ser um mero repórter. Aproveitando a entrevista a um biógrafo de um mártir religioso, o jornalista faz uma analogia com a história de Catarina Eufémia, a camponesa assassinada, em 1954, por um tenente da GNR a mando da PIDE. Ícone da Esquerda revolucionária, Catarina Eufémia é uma figura envolta em mistério, tanto quanto a exaltação que a sua figura suscita, mais de cinquenta anos após a sua morte.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
No epicentro da crise financeira em Portugal, um jornalista demasiado ambicioso decide provar ao seu editor - Raul Cinzas, o inveterado comunista que os leitores de Tordo conhecerão de "Biografia Involuntária dos Amantes" - que é capaz de muito mais do que ser um mero repórter. Aproveitando a entrevista a um biógrafo de um mártir religioso, o jornalista faz uma analogia com a história de Catarina Eufémia, a camponesa assassinada, em 1954, por um tenente da GNR a mando da PIDE. Ícone da Esquerda revolucionária, Catarina Eufémia é uma figura envolta em mistério, tanto quanto a exaltação que a sua figura suscita, mais de cinquenta anos após a sua morte.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Este livro conta uma história que se passou há mais de 40 anos. Entre 1975 e 1976, o essencial do Alentejo agrário produtivo mudou de mãos. Mais de um milhão de hectares e explorações agrícolas foram ocupados pelos trabalhadores organizados em sindicatos e unidades colectivas de produção. Tudo se passou sob a orientação do Partido Comunista Português, com o apoio das unidades militares da região, do governo, dos funcionários do Ministério da Agricultura e de outros grupos políticos de menor importância. Foi um processo revolucionário rápido que usou de intimidação e terror, mas não, graças à presença das forças armadas, de violência física.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Este livro conta uma história que se passou há mais de 40 anos. Entre 1975 e 1976, o essencial do Alentejo agrário produtivo mudou de mãos. Mais de um milhão de hectares e explorações agrícolas foram ocupados pelos trabalhadores organizados em sindicatos e unidades colectivas de produção. Tudo se passou sob a orientação do Partido Comunista Português, com o apoio das unidades militares da região, do governo, dos funcionários do Ministério da Agricultura e de outros grupos políticos de menor importância. Foi um processo revolucionário rápido que usou de intimidação e terror, mas não, graças à presença das forças armadas, de violência física.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Imaginemos um homem chamado capitão Tom Barnes, BA5799, que lidera tropas britânicas numa zona de guerra. Pensemos em dois rapazes que aí passaram a infância, partilhando uma valiosa bicicleta e lançando papagaios até ao momento em que se veem separados pelas tropas estrangeiras que entram no terreno. E pensemos ainda no homem que treina um dos rapazes para que ele possa combater o pai do outro e os invasores infiéis. Imaginemos os amigos e familiares dessas pessoas, também apanhados pela violência e pelo impensável. Mas não os vejamos como eles se veem a si mesmos; observemo-los, antes, através de todos os objetos que os rodeiam: sapatos e botas, um capacete, um drone, a bicicleta, armamento, um saco de fertilizante, uma medalha, um copo de cerveja, um floco de neve, coleiras de cães, uma mina que explode e equipamento médico. Um total de quarenta e cinco espetadores, inanimados, porém, não silenciosos. São eles as personagens deste romance. Anatomia de Um Soldado é um livro comovente, revelador e duro acerca da sobrevivência e dos conflitos internos de um homem que se vê colocado em circunstâncias extremas — e das experiências daqueles que o rodeiam.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Imaginemos um homem chamado capitão Tom Barnes, BA5799, que lidera tropas britânicas numa zona de guerra. Pensemos em dois rapazes que aí passaram a infância, partilhando uma valiosa bicicleta e lançando papagaios até ao momento em que se veem separados pelas tropas estrangeiras que entram no terreno. E pensemos ainda no homem que treina um dos rapazes para que ele possa combater o pai do outro e os invasores infiéis. Imaginemos os amigos e familiares dessas pessoas, também apanhados pela violência e pelo impensável. Mas não os vejamos como eles se veem a si mesmos; observemo-los, antes, através de todos os objetos que os rodeiam: sapatos e botas, um capacete, um drone, a bicicleta, armamento, um saco de fertilizante, uma medalha, um copo de cerveja, um floco de neve, coleiras de cães, uma mina que explode e equipamento médico. Um total de quarenta e cinco espetadores, inanimados, porém, não silenciosos. São eles as personagens deste romance. Anatomia de Um Soldado é um livro comovente, revelador e duro acerca da sobrevivência e dos conflitos internos de um homem que se vê colocado em circunstâncias extremas — e das experiências daqueles que o rodeiam.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Narra todos os pormenores de uma história real e apaixonante: a 23 de Fevereiro de 1981 o exército espanhol ocupou pelas armas o Congresso dos Deputados para impor um governo militar. Havia apenas seis anos que Franco tinha morrido e que Espanha entrara num titubeante processo de transição democrática. As câmaras de televisão gravaram durante meia-hora o assalto ao Congresso. As imagens revelam como todos os congressistas se atiraram para o chão assustados com as balas dos fuzis, à excepção de um, o presidente, Adolfo Suárez, que se manteve erguido na sua cadeira. A partir desse gesto, Cercas leva a cabo uma lúcida e reveladora anatomia desse instante, que encerra todos os matizes de um golpe de Estado que pode mudar a história de um país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Narra todos os pormenores de uma história real e apaixonante: a 23 de Fevereiro de 1981 o exército espanhol ocupou pelas armas o Congresso dos Deputados para impor um governo militar. Havia apenas seis anos que Franco tinha morrido e que Espanha entrara num titubeante processo de transição democrática. As câmaras de televisão gravaram durante meia-hora o assalto ao Congresso. As imagens revelam como todos os congressistas se atiraram para o chão assustados com as balas dos fuzis, à excepção de um, o presidente, Adolfo Suárez, que se manteve erguido na sua cadeira. A partir desse gesto, Cercas leva a cabo uma lúcida e reveladora anatomia desse instante, que encerra todos os matizes de um golpe de Estado que pode mudar a história de um país.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"A melancolia amorosa, a que Avicena chama ilishi, e a licantropia, a que chama cucubuth, incluem-se normalmente na melancolia da cabeça. Mas (...) falarei separadamente desta última, a que Gerardo de Solo chama amorosa, e da maioria da melancolia cavalheiresca, com a melancolia religiosa (...) e de outros tipos de melancolia amorosa. Estes três tipos são o tema do meu presente discurso, que dissecarei e analisarei através das suas causas, sintomas, curas, juntos e em separado; de modo que todos aqueles que estiverem afetados em qualquer medida por esta doença, a melancolia, possam saber como examiná-la nas suas próprias pessoas e aplicar-lhe os remédios." Considerado um clássico da prosa em língua inglesa, "Anatomia da Melancolia" é um estudo "filosófico, médico e histórico" sobre a natureza da melancolia e do que hoje designamos por estados depressivos. Apesar da natureza desta matéria, Robert Burton é suficientemente irónico ao longo de muitas passagens ("escrevo sobre a melancolia por estar ocupado a evitar a melancolia"), garantindo ao leitor que uma das fontes da melancolia é a ociosidade. O conjunto da obra ocupa-se da descrição e classificação dos diferentes tipos de melancolia, das várias curas para a melancolia como estado clínico - e, finalmente, de certos tipos de melancolia mais abordados pela literatura, como os de natureza amorosa ou religiosa.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"A melancolia amorosa, a que Avicena chama ilishi, e a licantropia, a que chama cucubuth, incluem-se normalmente na melancolia da cabeça. Mas (...) falarei separadamente desta última, a que Gerardo de Solo chama amorosa, e da maioria da melancolia cavalheiresca, com a melancolia religiosa (...) e de outros tipos de melancolia amorosa. Estes três tipos são o tema do meu presente discurso, que dissecarei e analisarei através das suas causas, sintomas, curas, juntos e em separado; de modo que todos aqueles que estiverem afetados em qualquer medida por esta doença, a melancolia, possam saber como examiná-la nas suas próprias pessoas e aplicar-lhe os remédios." Considerado um clássico da prosa em língua inglesa, "Anatomia da Melancolia" é um estudo "filosófico, médico e histórico" sobre a natureza da melancolia e do que hoje designamos por estados depressivos. Apesar da natureza desta matéria, Robert Burton é suficientemente irónico ao longo de muitas passagens ("escrevo sobre a melancolia por estar ocupado a evitar a melancolia"), garantindo ao leitor que uma das fontes da melancolia é a ociosidade. O conjunto da obra ocupa-se da descrição e classificação dos diferentes tipos de melancolia, das várias curas para a melancolia como estado clínico - e, finalmente, de certos tipos de melancolia mais abordados pela literatura, como os de natureza amorosa ou religiosa.
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