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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Viaje no tempo e descubra os momentos e as figuras que marcaram a História de Portugal em cada mês do ano. De Janeiro a Dezembro, o professor José Martinho Gaspar revela a origem do mês correspondente e apresenta secções informativas e curiosas relacionadas com o respectivo mês: - Este dia na História - Neste mês nasceu… - Nunca mais fomos os mesmos - A figura do mês - A batalha do mês - O acordo - Cultura | Sociedade - Curiosidade - Dos fracos não reza a História.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Viaje no tempo e descubra os momentos e as figuras que marcaram a História de Portugal em cada mês do ano. De Janeiro a Dezembro, o professor José Martinho Gaspar revela a origem do mês correspondente e apresenta secções informativas e curiosas relacionadas com o respectivo mês: - Este dia na História - Neste mês nasceu… - Nunca mais fomos os mesmos - A figura do mês - A batalha do mês - O acordo - Cultura | Sociedade - Curiosidade - Dos fracos não reza a História.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"É preciso que o leitor saiba que, ao escolher este livro, acertou em cheio. Este é um livro que desfaz a nossa falta dele. É um livro que torna próximo, reunido e nítido o que até agora estava distante, disperso e desfocado. É um livro que, 55 anos depois, restitui à voz de Almada o seu som escrito mais sonoro, mais sucinto, mais sucessivo ("alto e bom som", gostava ele de dizer). É um livro atravessado por uma estrada que passa em todos os lugares onde aquele para quem a arte era um todo e o artista um tudo firmou a sua soberania, a sua sabedoria, o seu saque. É um livro de palavras que procuram uma verdade que não é o contrário de uma mentira, mas o oposto de uma outra verdade. É um livro por onde o tempo corre para acompanhar a sua fuga: garrafa arrebatada ao mar fundo do passado, lança atirada à terra seca do presente, nave apontada ao céu alto do futuro ("Até hoje fui sempre futuro", Almada). É um livro (documento, depoimento e testemunho) que fala da geometria que fala - que fala da geometria que "assim fala"".José Manuel dos Santos, in Prefácio
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"É preciso que o leitor saiba que, ao escolher este livro, acertou em cheio. Este é um livro que desfaz a nossa falta dele. É um livro que torna próximo, reunido e nítido o que até agora estava distante, disperso e desfocado. É um livro que, 55 anos depois, restitui à voz de Almada o seu som escrito mais sonoro, mais sucinto, mais sucessivo ("alto e bom som", gostava ele de dizer). É um livro atravessado por uma estrada que passa em todos os lugares onde aquele para quem a arte era um todo e o artista um tudo firmou a sua soberania, a sua sabedoria, o seu saque. É um livro de palavras que procuram uma verdade que não é o contrário de uma mentira, mas o oposto de uma outra verdade. É um livro por onde o tempo corre para acompanhar a sua fuga: garrafa arrebatada ao mar fundo do passado, lança atirada à terra seca do presente, nave apontada ao céu alto do futuro ("Até hoje fui sempre futuro", Almada). É um livro (documento, depoimento e testemunho) que fala da geometria que fala - que fala da geometria que "assim fala"".José Manuel dos Santos, in Prefácio
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 206
Sinopse:
Antigo juiz, José responde pelo apelido de Sousa e Paiva Sarmento de Carvalho. Joaquim é motorista do camião que, desgovernado, embateu na fila de carros; foi ele que acordou do coma o homem das leis. Bancário de profissão, Júlio fuma desalmadamente e cai junto ao banco de um jardim, traído pelo coração, sendo salvo da morte certa pelo fiel "Jerónimo". Escusado será dizer que o cão, que também deu entrada no hospital, conheceu tratamento de excepção. O contacto com as doenças e com a morte alterou-lhes a personalidade: a uns mais, a outros menos. Depois de terem alta ficaram incapazes de tornar a assumir tanto as suas obrigações como hábitos anteriores. Fugiram do bulício citadino para a calma paisagem rural, onde "Jerónimo", o cão, sempre presente, lhes virá a dar uma razão para ficar.
Nº Páginas: 206
Sinopse:
Antigo juiz, José responde pelo apelido de Sousa e Paiva Sarmento de Carvalho. Joaquim é motorista do camião que, desgovernado, embateu na fila de carros; foi ele que acordou do coma o homem das leis. Bancário de profissão, Júlio fuma desalmadamente e cai junto ao banco de um jardim, traído pelo coração, sendo salvo da morte certa pelo fiel "Jerónimo". Escusado será dizer que o cão, que também deu entrada no hospital, conheceu tratamento de excepção. O contacto com as doenças e com a morte alterou-lhes a personalidade: a uns mais, a outros menos. Depois de terem alta ficaram incapazes de tornar a assumir tanto as suas obrigações como hábitos anteriores. Fugiram do bulício citadino para a calma paisagem rural, onde "Jerónimo", o cão, sempre presente, lhes virá a dar uma razão para ficar.
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Mais de dez anos depois de "Caderno Afegão", de Alexandra Lucas Coelho, a Colecção de Literatura de Viagens volta a apresentar a estreia em livro de uma grande repórter portuguesa. A 23 de Fevereiro de 2022, um dia antes do início oficial da guerra na Ucrânia, Ana França, jornalista, estava de férias em Trieste. E é nesse dia, o último antes de o mundo mudar irremediavelmente, que começa este livro. A 26 de Fevereiro já a repórter chegava a Lviv, iniciando assim o primeiro período de cerca de um mês que viveu numa Ucrânia em guerra, com dois regressos posteriores, completando um arco temporal até 5 de Maio a trabalhar no terreno, a conversar com as pessoas, seguindo de lugar em lugar — Lviv, Bucha, Irpin, Kyiv, Mykolaiv e muitos outros — para contar o que via através de uma sequência de reportagens feitas para o Expresso, que agora se transformam em livro e testemunho vivo de uma guerra ainda em curso.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Mais de dez anos depois de "Caderno Afegão", de Alexandra Lucas Coelho, a Colecção de Literatura de Viagens volta a apresentar a estreia em livro de uma grande repórter portuguesa. A 23 de Fevereiro de 2022, um dia antes do início oficial da guerra na Ucrânia, Ana França, jornalista, estava de férias em Trieste. E é nesse dia, o último antes de o mundo mudar irremediavelmente, que começa este livro. A 26 de Fevereiro já a repórter chegava a Lviv, iniciando assim o primeiro período de cerca de um mês que viveu numa Ucrânia em guerra, com dois regressos posteriores, completando um arco temporal até 5 de Maio a trabalhar no terreno, a conversar com as pessoas, seguindo de lugar em lugar — Lviv, Bucha, Irpin, Kyiv, Mykolaiv e muitos outros — para contar o que via através de uma sequência de reportagens feitas para o Expresso, que agora se transformam em livro e testemunho vivo de uma guerra ainda em curso.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Geralmente considerada uma das melhores obras de Tanizaki, é a história das ramificações de um casamento em crise. Kaname procura um escape da sua vazia existência doméstica nos braços de uma bela euroasiática, e fecha os olhos à possibilidade da sua mulher arranjar um amante. O seu sogro é um burguês da velha escola, civilizado, refinado, treinado nas elegantes ambiguidades de uma tradição antiga. Instintivamente, o velho senhor adivinha que o casamento da sua filha falhou porque o jovem casal se desligou das tradicionais raízes japonesas da realização estética e emocional, e tenta reparar os estragos conduzindo-os de volta às artes clássicas do país. Por baixo da calma, embora sombria, superfície da narrativa, desenrola-se um violento e absorvente conflito entre a indecisão do marido e a posição tortuosa e manipuladora do velho senhor.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Geralmente considerada uma das melhores obras de Tanizaki, é a história das ramificações de um casamento em crise. Kaname procura um escape da sua vazia existência doméstica nos braços de uma bela euroasiática, e fecha os olhos à possibilidade da sua mulher arranjar um amante. O seu sogro é um burguês da velha escola, civilizado, refinado, treinado nas elegantes ambiguidades de uma tradição antiga. Instintivamente, o velho senhor adivinha que o casamento da sua filha falhou porque o jovem casal se desligou das tradicionais raízes japonesas da realização estética e emocional, e tenta reparar os estragos conduzindo-os de volta às artes clássicas do país. Por baixo da calma, embora sombria, superfície da narrativa, desenrola-se um violento e absorvente conflito entre a indecisão do marido e a posição tortuosa e manipuladora do velho senhor.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A estreia literária de um novo grande autor da língua portuguesa. Depois de escrever um conto para o número da Granta Portugal dedicado ao "Medo", Gustavo Pacheco junta-se agora à colecção de ficção de língua portuguesa. Alguns Humanos é o primeiro livro do autor, que nasceu no Brasil em 1972. Este livro reúne onze contos que evidenciam uma voz literária marcante, um estilo ecléctico mas que não sucumbe à opacidade da erudição excessiva, marcado pela formação académica do autor — antropólogo —, embora burilado por uma imaginação prodigiosa.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A estreia literária de um novo grande autor da língua portuguesa. Depois de escrever um conto para o número da Granta Portugal dedicado ao "Medo", Gustavo Pacheco junta-se agora à colecção de ficção de língua portuguesa. Alguns Humanos é o primeiro livro do autor, que nasceu no Brasil em 1972. Este livro reúne onze contos que evidenciam uma voz literária marcante, um estilo ecléctico mas que não sucumbe à opacidade da erudição excessiva, marcado pela formação académica do autor — antropólogo —, embora burilado por uma imaginação prodigiosa.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Alguma Coisa Negro (1986) é um in memoriam dedicado à artista canadiana Alix Cléo Roubaud, falecida aos 31 anos com uma embolia pulmonar. O seu viúvo, Jacques Roubaud, enfrenta uma afasia depressiva, e inventa fórmulas elegíacas que não as tradicionais ("evocação, imprecação, futuro anterior"). A linguagem quer ir muito além de um banal "onde estás?", ao mesmo tempo que contesta a incomunicabilidade entre emoção e experimentalismo. Em nove sequências com nove poemas de nove estrofes (herança das matemáticas, que o poeta estudou e ensinou, e dos constrangimentos formais tão apreciados pela confraria OuLiPo), o monólogo transforma-se em diálogo virtual, hipotético. Roubaud formula proposições teóricas, meditações melancólicas, enquanto concebe outros mundos, possíveis ou ficcionais. A vida continua, a escuridão continua. E continua tudo o que Alix deixou: cartas, diários, gravações, fotografias, auto-retratos. Imagens materiais e imagens mentais que unem os vivos e os mortos ou que os afastam mais ainda.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Alguma Coisa Negro (1986) é um in memoriam dedicado à artista canadiana Alix Cléo Roubaud, falecida aos 31 anos com uma embolia pulmonar. O seu viúvo, Jacques Roubaud, enfrenta uma afasia depressiva, e inventa fórmulas elegíacas que não as tradicionais ("evocação, imprecação, futuro anterior"). A linguagem quer ir muito além de um banal "onde estás?", ao mesmo tempo que contesta a incomunicabilidade entre emoção e experimentalismo. Em nove sequências com nove poemas de nove estrofes (herança das matemáticas, que o poeta estudou e ensinou, e dos constrangimentos formais tão apreciados pela confraria OuLiPo), o monólogo transforma-se em diálogo virtual, hipotético. Roubaud formula proposições teóricas, meditações melancólicas, enquanto concebe outros mundos, possíveis ou ficcionais. A vida continua, a escuridão continua. E continua tudo o que Alix deixou: cartas, diários, gravações, fotografias, auto-retratos. Imagens materiais e imagens mentais que unem os vivos e os mortos ou que os afastam mais ainda.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Simon e Caroline vivem ao lado um do outro, são namorados e estão em plena fase de lua de mel - a vizinhança bem pode dar conta da paixão intensa entre estes dois! No entanto, devido às carreiras exigentes de ambos, que os obrigam a estar algum tempo separados, Caroline e Simon têm de aproveitar todos os momentos juntos. E as coisas funcionam bem assim, pois a distância faz com que o reencontro seja mais doce. Mas quando Simon se cansa da vida nómada e volta a casa de modo inesperado... as coisas complicam-se. Caroline tem um projeto muito importante em mãos e, na ausência da sua chefe, está a gerir sozinha a empresa, pelo que o facto de Simon estar sempre em casa, a exigir-lhe atenção constante, revela-se um problema. Os dois terão de chegar a um acordo… e depressa! É que, apesar de os dias de frustração sexual terem ficado para trás, a vida de casal tem muito que se lhe diga! Poderá uma lua de mel durar 365 dias?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Simon e Caroline vivem ao lado um do outro, são namorados e estão em plena fase de lua de mel - a vizinhança bem pode dar conta da paixão intensa entre estes dois! No entanto, devido às carreiras exigentes de ambos, que os obrigam a estar algum tempo separados, Caroline e Simon têm de aproveitar todos os momentos juntos. E as coisas funcionam bem assim, pois a distância faz com que o reencontro seja mais doce. Mas quando Simon se cansa da vida nómada e volta a casa de modo inesperado... as coisas complicam-se. Caroline tem um projeto muito importante em mãos e, na ausência da sua chefe, está a gerir sozinha a empresa, pelo que o facto de Simon estar sempre em casa, a exigir-lhe atenção constante, revela-se um problema. Os dois terão de chegar a um acordo… e depressa! É que, apesar de os dias de frustração sexual terem ficado para trás, a vida de casal tem muito que se lhe diga! Poderá uma lua de mel durar 365 dias?
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Neste livro, Adolfo Mesquita Nunes mostra que a Inteligência Artificial não é apenas uma inovação tecnológica, mas um dos maiores desafios à sobrevivência das democracias liberais. "Algoritmocracia" é um alerta e um manifesto. A IA já molda o nosso quotidiano: organiza o que vemos, condiciona o que pensamos, influencia as nossas escolhas. É útil, mas também está a alterar o espaço político, amplificando populismos, radicalizando discursos e fragilizando a confiança nas instituições. O livro explica que a verdade partilhada é o ponto de partida da vida em comum e mostra como a IA está a corroer essa base, mudando a nossa relação com os factos e com a realidade. Mais do que um diagnóstico, lança um debate e propõe caminhos para defender a liberdade de pensamento e a vitalidade da democracia liberal. Depois de "A Grande Escolha - Mundo global ou países fechados" (2020), Adolfo Mesquita Nunes regressa com uma reflexão incisiva e urgente sobre o poder imenso dos algoritmos na política - um poder que já governa parte da nossa vida, sem nunca ter sido eleito.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Neste livro, Adolfo Mesquita Nunes mostra que a Inteligência Artificial não é apenas uma inovação tecnológica, mas um dos maiores desafios à sobrevivência das democracias liberais. "Algoritmocracia" é um alerta e um manifesto. A IA já molda o nosso quotidiano: organiza o que vemos, condiciona o que pensamos, influencia as nossas escolhas. É útil, mas também está a alterar o espaço político, amplificando populismos, radicalizando discursos e fragilizando a confiança nas instituições. O livro explica que a verdade partilhada é o ponto de partida da vida em comum e mostra como a IA está a corroer essa base, mudando a nossa relação com os factos e com a realidade. Mais do que um diagnóstico, lança um debate e propõe caminhos para defender a liberdade de pensamento e a vitalidade da democracia liberal. Depois de "A Grande Escolha - Mundo global ou países fechados" (2020), Adolfo Mesquita Nunes regressa com uma reflexão incisiva e urgente sobre o poder imenso dos algoritmos na política - um poder que já governa parte da nossa vida, sem nunca ter sido eleito.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"Alfabetos" é uma viagem pela literatura, através dos livros - ou melhor, uma entre milhares de viagens possíveis à descoberta dos livros, dos seus autores, e de nós próprios. Os livros que nos formam, os que nos ferem, os que nos curam, os que permitem que conheçamos o mundo e organizemos a visão que temos dele. "Alfabetos" é também uma reflexão sobre as contradições trágicas da literatura e dos seus autores, capazes de fazer chegar a todos princípios de humanidade, mas também de os violar. Daí também a reflexão final - apaixonada e lúcida - sobre a relação da literatura com a ética e a política, reflexão essa que destaca a necessidade que a contemporaneidade tem do empenho e, por outro lado, a necessidade da irresponsabilidade da poesia.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"Alfabetos" é uma viagem pela literatura, através dos livros - ou melhor, uma entre milhares de viagens possíveis à descoberta dos livros, dos seus autores, e de nós próprios. Os livros que nos formam, os que nos ferem, os que nos curam, os que permitem que conheçamos o mundo e organizemos a visão que temos dele. "Alfabetos" é também uma reflexão sobre as contradições trágicas da literatura e dos seus autores, capazes de fazer chegar a todos princípios de humanidade, mas também de os violar. Daí também a reflexão final - apaixonada e lúcida - sobre a relação da literatura com a ética e a política, reflexão essa que destaca a necessidade que a contemporaneidade tem do empenho e, por outro lado, a necessidade da irresponsabilidade da poesia.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Tatiana tropeçou no degrau e quase caiu. De joelhos ao lado dele, fez o que pensava não poder voltar a fazer em toda a sua vida: tocou em Alexander. E beijaram-se. Beijaram-se como se fossem de novo jovens nos bosques do Luga. Beijaram-se até esquecerem a guerra e o comunismo, a América e a Rússia. Beijaram-se e afastaram "tudo", deixando ficar apenas o que restava - fragmentos de Tania e Shura.A viver na América com o filho, Tatiana tentou esquecer a mágoa pela perda do seu grande amor, Alexander. A sua vida seria perfeita se essa memória não estivesse presente a cada momento de cada dia. E quando uma improvável réstia de esperança de encontrar Alexander vivo se apodera dela, Tatiana não hesita.Deixa o pequeno Anthony aos cuidados da amiga Vikki e parte para uma derradeira e perigosa viagem à Alemanha. Em jogo está tudo o que construiu e a sua própria vida. Se for encontrada, Tatiana sabe que não escapará. É uma mulher marcada.Mas mais impossível do que o seu sonho é a incapacidade de aceitar a vida sem Alexander. Mais forte do que o medo é a promessa que fizeram um ao outro há tantos anos atrás: "viveremos juntos ou morreremos juntos."Tatiana e Alexander protagonizam uma das grandes histórias de amor da ficção contemporânea. Um inesquecível relato de paixão, guerra, coragem e sobrevivência.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Tatiana tropeçou no degrau e quase caiu. De joelhos ao lado dele, fez o que pensava não poder voltar a fazer em toda a sua vida: tocou em Alexander. E beijaram-se. Beijaram-se como se fossem de novo jovens nos bosques do Luga. Beijaram-se até esquecerem a guerra e o comunismo, a América e a Rússia. Beijaram-se e afastaram "tudo", deixando ficar apenas o que restava - fragmentos de Tania e Shura.A viver na América com o filho, Tatiana tentou esquecer a mágoa pela perda do seu grande amor, Alexander. A sua vida seria perfeita se essa memória não estivesse presente a cada momento de cada dia. E quando uma improvável réstia de esperança de encontrar Alexander vivo se apodera dela, Tatiana não hesita.Deixa o pequeno Anthony aos cuidados da amiga Vikki e parte para uma derradeira e perigosa viagem à Alemanha. Em jogo está tudo o que construiu e a sua própria vida. Se for encontrada, Tatiana sabe que não escapará. É uma mulher marcada.Mas mais impossível do que o seu sonho é a incapacidade de aceitar a vida sem Alexander. Mais forte do que o medo é a promessa que fizeram um ao outro há tantos anos atrás: "viveremos juntos ou morreremos juntos."Tatiana e Alexander protagonizam uma das grandes histórias de amor da ficção contemporânea. Um inesquecível relato de paixão, guerra, coragem e sobrevivência.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Dois anos depois de terminar a Primeira Grande Guerra, Aquilino revisitou a Alemanha (país em que vivera por uns meses em 1912, em Berlim e em Parchin, e em que casara, em 1913, com Grete Tiedemann, de Meclemburgo, que conhecera na Sorbonne). Dessa viagem deixou um diário, mais tarde publicado sob o título de "Alemanha Ensanguentada" (1935). Neste texto, são visíveis as contradições e as hesitações num país saído de uma guerra havia dois anos, com difícil aceitação do acordado em Versalhes, assim como se evidencia a capacidade de perscrutar o ser humano, que Aquilino detinha, num exercício de leitura de rostos, de gestos, de tempos. "Em 1920, atravessando o outono alemão, o português notava que os alemães comuns evitavam o desarmamento, preferindo guardar algum fuzil em casa para dias futuros, "para o dia que há-de chegar do desforço". Em 1934, esse dia estava quase a chegar." "Do prefácio de Pedro Mexia"
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Dois anos depois de terminar a Primeira Grande Guerra, Aquilino revisitou a Alemanha (país em que vivera por uns meses em 1912, em Berlim e em Parchin, e em que casara, em 1913, com Grete Tiedemann, de Meclemburgo, que conhecera na Sorbonne). Dessa viagem deixou um diário, mais tarde publicado sob o título de "Alemanha Ensanguentada" (1935). Neste texto, são visíveis as contradições e as hesitações num país saído de uma guerra havia dois anos, com difícil aceitação do acordado em Versalhes, assim como se evidencia a capacidade de perscrutar o ser humano, que Aquilino detinha, num exercício de leitura de rostos, de gestos, de tempos. "Em 1920, atravessando o outono alemão, o português notava que os alemães comuns evitavam o desarmamento, preferindo guardar algum fuzil em casa para dias futuros, "para o dia que há-de chegar do desforço". Em 1934, esse dia estava quase a chegar." "Do prefácio de Pedro Mexia"
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A literatura que não seja apenas exercício linguístico ou texto sem contexto persegue um alto objectivo: é uma aventura espiritual que, sem descurar a importância da linguagem e a circunstância histórica, se preocupa sobretudo com o destino do homem e com o fim dos tempos. O debate de ideias pressupõe cultura e senso cívico, e nós somos um povo de apaixonados e repentistas. Não conversamos: discutimos. Temos fé e temos rasgo, e a fé dispensa da procura e o rasgo dispensa do estudo. João Bigotte Chorão pertence ao número de autores que privilegiam as "grandes famílias" de que falava Raïssa Maritain, em que se integram Almeida Garrett, Camilo, Malheiro Dias, João de Araújo Correia, Torga, Tomaz de Figueiredo, Eliade, Papini, Machado de Assis.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A literatura que não seja apenas exercício linguístico ou texto sem contexto persegue um alto objectivo: é uma aventura espiritual que, sem descurar a importância da linguagem e a circunstância histórica, se preocupa sobretudo com o destino do homem e com o fim dos tempos. O debate de ideias pressupõe cultura e senso cívico, e nós somos um povo de apaixonados e repentistas. Não conversamos: discutimos. Temos fé e temos rasgo, e a fé dispensa da procura e o rasgo dispensa do estudo. João Bigotte Chorão pertence ao número de autores que privilegiam as "grandes famílias" de que falava Raïssa Maritain, em que se integram Almeida Garrett, Camilo, Malheiro Dias, João de Araújo Correia, Torga, Tomaz de Figueiredo, Eliade, Papini, Machado de Assis.
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 272
Sinopse:
No ano em que se comemoram os 50 anos sobre a primeira publicação de "Alegria Breve", a Quetzal disponibiliza uma nova edição deste importante marco da narrativa vergiliana.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
No ano em que se comemoram os 50 anos sobre a primeira publicação de "Alegria Breve", a Quetzal disponibiliza uma nova edição deste importante marco da narrativa vergiliana.
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Edição: Fev 2010
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Aldeia" foi o primeiro dos quatro livros que integram, de forma autónoma, um conjunto de crónicas, evocações e episódios referentes á história e à geografia humanas das "Terras do demo", região situada no interior serrano da beira Alta, ao tempo isolada e desconhecida do país. "Aldeia" toma por referência a povoação de Soutosa, cabeça do antiquíssimo concelho de "Pêra e Peva", extinto pela reforma de Mousinho da Silveira e perfaz com "A geografia Sentimental", "O Homem da Nave" e "Arcas Encoiradas", um políptico de largo espectro, abrangendo a antropologia e sociologia rural, desenvolvido a partir do conhecimento directo dos sítios e das pessoas, bem como do repositório de memórias e tradições orais que Aquilino compreendia como poucos, e que, ainda hoje, continuam subjacentes no cerne estrutural do homem português. Na origem desta série de livros estiveram os artigos de fundo que foram escritos sucessivamente para "O Jornal do Comércio" e "O Século". Aquilino tomou esses textos como glosas a mote, alargando as ideias esparsas que neles aflorara para as expandir em capítulos, cada um deles, perfazendo amplos painéis temáticos, obedecendo a uma linha directora própria. Para sublinhar o ambiente geográfico e histórico, em torno do qual o livro se desenvolve, o autor introduziu nele duas novelas curtas, de grande densidade narrativa e acção dramática, respectivamente "O Capitão Mor de Pêra e Peva" e "O Bom Abade de Pêra e Peva", que se inscrevem entre os melhores e mais assinaláveis momentos da prosa aquiliniana.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Aldeia" foi o primeiro dos quatro livros que integram, de forma autónoma, um conjunto de crónicas, evocações e episódios referentes á história e à geografia humanas das "Terras do demo", região situada no interior serrano da beira Alta, ao tempo isolada e desconhecida do país. "Aldeia" toma por referência a povoação de Soutosa, cabeça do antiquíssimo concelho de "Pêra e Peva", extinto pela reforma de Mousinho da Silveira e perfaz com "A geografia Sentimental", "O Homem da Nave" e "Arcas Encoiradas", um políptico de largo espectro, abrangendo a antropologia e sociologia rural, desenvolvido a partir do conhecimento directo dos sítios e das pessoas, bem como do repositório de memórias e tradições orais que Aquilino compreendia como poucos, e que, ainda hoje, continuam subjacentes no cerne estrutural do homem português. Na origem desta série de livros estiveram os artigos de fundo que foram escritos sucessivamente para "O Jornal do Comércio" e "O Século". Aquilino tomou esses textos como glosas a mote, alargando as ideias esparsas que neles aflorara para as expandir em capítulos, cada um deles, perfazendo amplos painéis temáticos, obedecendo a uma linha directora própria. Para sublinhar o ambiente geográfico e histórico, em torno do qual o livro se desenvolve, o autor introduziu nele duas novelas curtas, de grande densidade narrativa e acção dramática, respectivamente "O Capitão Mor de Pêra e Peva" e "O Bom Abade de Pêra e Peva", que se inscrevem entre os melhores e mais assinaláveis momentos da prosa aquiliniana.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"Alamedas Escuras" é um conjunto de contos delicadamente poéticos sobre o amor. Histórias que retratam pequenas epifanias, instantes fugazes marcados pelo prazer sensual da existência e a fragilidade da vida. Em cada uma delas é-nos contado um episódio da vida de uma personagem completamente diferente e, em todas elas, os heróis de Búnin veem o seu amor testado pelo drama da separação, provocada pela loucura, a guerra, a morte ou, simplesmente, pela ambição pessoal e os acasos da vida. Em "Alamedas Escuras" encontramos também a angústia pelo tempo perdido, a dor pelo destino da Rússia, o peso da memória, a beleza dos sentimentos e os recantos mais obscuros da alma humana, que colocam obstáculos à luta pelo que é bom e amado.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"Alamedas Escuras" é um conjunto de contos delicadamente poéticos sobre o amor. Histórias que retratam pequenas epifanias, instantes fugazes marcados pelo prazer sensual da existência e a fragilidade da vida. Em cada uma delas é-nos contado um episódio da vida de uma personagem completamente diferente e, em todas elas, os heróis de Búnin veem o seu amor testado pelo drama da separação, provocada pela loucura, a guerra, a morte ou, simplesmente, pela ambição pessoal e os acasos da vida. Em "Alamedas Escuras" encontramos também a angústia pelo tempo perdido, a dor pelo destino da Rússia, o peso da memória, a beleza dos sentimentos e os recantos mais obscuros da alma humana, que colocam obstáculos à luta pelo que é bom e amado.
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Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Aquando do seu falecimento, em 2010, José Saramago deixou escritas trinta páginas daquele que seria o seu próximo romance; trinta páginas onde estava já esboçado o fio argumental, perfilados os dois protagonistas e, sobretudo, colocadas as perguntas que interessavam à sua permanente e comprometida vocação de agitar consciências. Saramago escreve a história de Artur Paz Semedo, um homem fascinado por peças de artilharia, empregado numa fábrica de armamento, que leva a cabo uma investigação na sua própria empresa, incitado pela ex-mulher, uma mulher com carácter, pacifista e inteligente. A evolução do pensamento do protagonista permite-nos refletir sobre o lado mais sujo da política internacional, um mundo de interesses ocultos que subjaz à maior parte dos conflitos bélicos do século xx. Dois outros textos - de Fernando Gómez Aguilera e Roberto Saviano - situam e comentam as últimas palavras do Prémio Nobel português, cuja força as ilustrações de um outro Nobel, Günter Grass, sublinham. José Saramago recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel de Literatura em 1998.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Aquando do seu falecimento, em 2010, José Saramago deixou escritas trinta páginas daquele que seria o seu próximo romance; trinta páginas onde estava já esboçado o fio argumental, perfilados os dois protagonistas e, sobretudo, colocadas as perguntas que interessavam à sua permanente e comprometida vocação de agitar consciências. Saramago escreve a história de Artur Paz Semedo, um homem fascinado por peças de artilharia, empregado numa fábrica de armamento, que leva a cabo uma investigação na sua própria empresa, incitado pela ex-mulher, uma mulher com carácter, pacifista e inteligente. A evolução do pensamento do protagonista permite-nos refletir sobre o lado mais sujo da política internacional, um mundo de interesses ocultos que subjaz à maior parte dos conflitos bélicos do século xx. Dois outros textos - de Fernando Gómez Aguilera e Roberto Saviano - situam e comentam as últimas palavras do Prémio Nobel português, cuja força as ilustrações de um outro Nobel, Günter Grass, sublinham. José Saramago recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel de Literatura em 1998.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Brenda telefona eufórica a Maggie. À cidade americana onde vivem, vem um espectáculo turco com que sonham há anos. Brenda tem dois bilhetes e quer que Maggie vá com ela. Maggie bem tenta recusar, mas Brenda diz que ela tem de ir e desliga. Maggie ainda pensa ligar de volta, mas como é que diria a uma querida amiga que nesse dia já estará morta porque vai suicidar-se? Que mal faria se adiasse o suicídio por um dia e fosse ver o espectáculo antes de se matar? Maggie já concorreu a Miss America. Agora é a melhor vendedora de casas da cidade. Talvez por isso pareça sempre tão feliz. Mas o melhor da sua vida passou e vive sozinha. No jardim, gostaria de ouvir os risos de dois ou três filhos, mas não tem nenhum. Para quê, então, continuar a viver?"Ainda Sonho Contigo" é o romance em que descobrimos que todos, mortos ou vivos, temos um segredo. Um romance de coragem e mistério, contado com um humor encantador. Maggie, protagonista deste romance, com data marcada para se suicidar, é a mulher por cuja ternura e humanidade todos nos vamos apaixonar.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Brenda telefona eufórica a Maggie. À cidade americana onde vivem, vem um espectáculo turco com que sonham há anos. Brenda tem dois bilhetes e quer que Maggie vá com ela. Maggie bem tenta recusar, mas Brenda diz que ela tem de ir e desliga. Maggie ainda pensa ligar de volta, mas como é que diria a uma querida amiga que nesse dia já estará morta porque vai suicidar-se? Que mal faria se adiasse o suicídio por um dia e fosse ver o espectáculo antes de se matar? Maggie já concorreu a Miss America. Agora é a melhor vendedora de casas da cidade. Talvez por isso pareça sempre tão feliz. Mas o melhor da sua vida passou e vive sozinha. No jardim, gostaria de ouvir os risos de dois ou três filhos, mas não tem nenhum. Para quê, então, continuar a viver?"Ainda Sonho Contigo" é o romance em que descobrimos que todos, mortos ou vivos, temos um segredo. Um romance de coragem e mistério, contado com um humor encantador. Maggie, protagonista deste romance, com data marcada para se suicidar, é a mulher por cuja ternura e humanidade todos nos vamos apaixonar.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 360
Sinopse:
A Ahnenerbe, ou Sociedade para a Investigação e Ensino da Herança Ancestral Alemã, foi um departamento das SS criado por Himmler (e disputado por Goebbels) com três objetivos: pesquisar o alcance territorial do espírito da "raça germânica", investigar e recuperar as tradições alemãs e difundir a cultura tradicional alemã entre a povoação. Na verdade, sob a capa da Antropologia, da Arqueologia e da Medicina, escondia-se uma ferramenta de propagação da política racial do Terceiro Reich, que combinava ocultismo, pseudociência e ideologia e procurava reunir evidências (ou falsificá-las) que fundamentassem a ideologia nacional-socialista e justificassem as Leis de Nuremberga. Neste livro, Eric Frattini explica o que foi a Ahnenerbe, por que foi fundada e como foi possível o patrocínio científico de um misticismo conspiratório, paranoico e racista no qual participaram mentes tão torpes quanto inteligentes.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
A Ahnenerbe, ou Sociedade para a Investigação e Ensino da Herança Ancestral Alemã, foi um departamento das SS criado por Himmler (e disputado por Goebbels) com três objetivos: pesquisar o alcance territorial do espírito da "raça germânica", investigar e recuperar as tradições alemãs e difundir a cultura tradicional alemã entre a povoação. Na verdade, sob a capa da Antropologia, da Arqueologia e da Medicina, escondia-se uma ferramenta de propagação da política racial do Terceiro Reich, que combinava ocultismo, pseudociência e ideologia e procurava reunir evidências (ou falsificá-las) que fundamentassem a ideologia nacional-socialista e justificassem as Leis de Nuremberga. Neste livro, Eric Frattini explica o que foi a Ahnenerbe, por que foi fundada e como foi possível o patrocínio científico de um misticismo conspiratório, paranoico e racista no qual participaram mentes tão torpes quanto inteligentes.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Ryo e Laama passam metade do tempo a sondar as entranhas da natureza, a outra metade a discutir a interpretação dos resultados. A ciência é uma esforçada leitura paralela, as coisas seguem o seu curso cego, imunes às interpelações. A natureza é um misterioso veículo em movimento deixando sacerdotes e cientistas em terra, ocupados ainda assim na tentativa de determinar o rumo da viagem! Volúvel até mais não, Ryo é a favor da deriva (concluída uma interpretação, apresta-se a abraçar uma outra). Isso exaspera Laama, mais consistente na obsessão de desnudar os fumos primordiais. ‘Não é no princípio que está o segredo!’, diz Ryo. ‘Tão-pouco no crescimento ou na viagem!’, responde Laama, para quem os dados desde há muito estão lançados. ‘Para ti o homem sábio repete o que dizia quando era criança!’, resmunga Ryo. ‘Para ti o homem sábio é uma criança!’, retorque Laama. Discutem, hoje, a água. Ou melhor, a falta dela, que aquilo que outrora era um pesado e líquido cordão não passa hoje de um tortuoso arabesco, um ralo e frágil cabelo de velho. No fundo, repetem sempre a mesma discussão.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Ryo e Laama passam metade do tempo a sondar as entranhas da natureza, a outra metade a discutir a interpretação dos resultados. A ciência é uma esforçada leitura paralela, as coisas seguem o seu curso cego, imunes às interpelações. A natureza é um misterioso veículo em movimento deixando sacerdotes e cientistas em terra, ocupados ainda assim na tentativa de determinar o rumo da viagem! Volúvel até mais não, Ryo é a favor da deriva (concluída uma interpretação, apresta-se a abraçar uma outra). Isso exaspera Laama, mais consistente na obsessão de desnudar os fumos primordiais. ‘Não é no princípio que está o segredo!’, diz Ryo. ‘Tão-pouco no crescimento ou na viagem!’, responde Laama, para quem os dados desde há muito estão lançados. ‘Para ti o homem sábio repete o que dizia quando era criança!’, resmunga Ryo. ‘Para ti o homem sábio é uma criança!’, retorque Laama. Discutem, hoje, a água. Ou melhor, a falta dela, que aquilo que outrora era um pesado e líquido cordão não passa hoje de um tortuoso arabesco, um ralo e frágil cabelo de velho. No fundo, repetem sempre a mesma discussão.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 464
Sinopse:
No seu primeiro romance épico desde Pássaros Feridos, Colleen McCullough narra a apaixonante história de dois pares de gémeas, tendo como cenário a Austrália dos anos 20 e 30. Todas elas se formam em enfermagem, mas cada uma tem as suas próprias ambições. As quatro irmãs Latimer não podiam ser mais próximas, mas cada uma delas tem os seus próprios sonhos: Edda quer ser médica, Tufts quer organizar tudo, a Grace ninguém pode dizer que caminho deve seguir e Kitty quer ser conhecida por outra coisa que não a sua beleza. São famosas na Nova Gales do Sul pela sua beleza e ambição, bem como pelo seu espírito, mas, à medida que se aproximam da maturidade, as perspetivas limitadas da vida que as espera é desmoralizante. Decidem inscrever-se todas juntas numa formação em enfermagem, uma nova opção para as mulheres que até então se tinham visto limitadas ao papel de esposas e mães. As irmãs Latimer irão conhecer novas pessoas e encontrar desafios que em muito contribuirão para o seu amadurecimento e independência. Conhecerão homens de todos os quadrantes sociais, agricultores, colegas no hospital e até homens com cargos públicos e políticos, e cada uma das irmãs terá de avaliar as suas decisões e aquilo que é para si mais importante. O resultado é por vezes feliz, outras arrasador, mas sempre… agridoce.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
No seu primeiro romance épico desde Pássaros Feridos, Colleen McCullough narra a apaixonante história de dois pares de gémeas, tendo como cenário a Austrália dos anos 20 e 30. Todas elas se formam em enfermagem, mas cada uma tem as suas próprias ambições. As quatro irmãs Latimer não podiam ser mais próximas, mas cada uma delas tem os seus próprios sonhos: Edda quer ser médica, Tufts quer organizar tudo, a Grace ninguém pode dizer que caminho deve seguir e Kitty quer ser conhecida por outra coisa que não a sua beleza. São famosas na Nova Gales do Sul pela sua beleza e ambição, bem como pelo seu espírito, mas, à medida que se aproximam da maturidade, as perspetivas limitadas da vida que as espera é desmoralizante. Decidem inscrever-se todas juntas numa formação em enfermagem, uma nova opção para as mulheres que até então se tinham visto limitadas ao papel de esposas e mães. As irmãs Latimer irão conhecer novas pessoas e encontrar desafios que em muito contribuirão para o seu amadurecimento e independência. Conhecerão homens de todos os quadrantes sociais, agricultores, colegas no hospital e até homens com cargos públicos e políticos, e cada uma das irmãs terá de avaliar as suas decisões e aquilo que é para si mais importante. O resultado é por vezes feliz, outras arrasador, mas sempre… agridoce.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Porta-te bem. Não chores. Não rias alto. Sê educada. Sê respeitadora. Sorri. Deixa-te ser levada. Sê discreta. Sê dócil. Finge acreditar. Não faças ondas. Faz o que te mandam. Deixa-te guiar. Não faças perguntas. Agradece sempre. Agradece o beijo. Agradece o riso. Agradece o abuso. Mantém o sorriso. Agradece a esmola. Pede-me perdão. Foge do prazer. Não faltes à missa. Olha para o altar. Quero-te submissa."Quando Luísa nasce, em meados do século xx, Portugal é um país cinzento que vive mergulhado numa ditadura responsável por, entre outras coisas, restringir a liberdade feminina. Num mundo de homens, algo tão simples como falar e amar livremente não é permitido às mulheres. No entanto, as amarras que tal sociedade impõe não chegam ao pensamento de Luísa que, ao longo do tempo, refletirá sobre o que vê e sobre os que a rodeiam; sobre a submissão da mãe num casamento que vive de aparências; sobre a amizade com a pequena Catarina e a descoberta do mundo; sobre a prisão de Íman no seu corpo de homem. À voz de Luísa e de um narrador que tudo sabe juntar-se-ão as das outras personagens, formando assim um caleidoscópio de histórias reveladoras dos vários mundos interiores que se desenvolvem e coexistem no mais fundo de cada um. Num romance que retrata a realidade de uma época difícil da história portuguesa, Ana Zanatti tece com mestria um enredo que recorda o leitor não só da intemporalidade do amor e do desejo de liberdade, mas também das correntes que durante muito tempo prenderam as vontades individuais sob o poder de uma autoridade profundamente machista. Agradece o Beijo é, por isso, um pertinente retrato do passado com os olhos postos no presente e no caminho que ainda importa trilhar no futuro.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Porta-te bem. Não chores. Não rias alto. Sê educada. Sê respeitadora. Sorri. Deixa-te ser levada. Sê discreta. Sê dócil. Finge acreditar. Não faças ondas. Faz o que te mandam. Deixa-te guiar. Não faças perguntas. Agradece sempre. Agradece o beijo. Agradece o riso. Agradece o abuso. Mantém o sorriso. Agradece a esmola. Pede-me perdão. Foge do prazer. Não faltes à missa. Olha para o altar. Quero-te submissa."Quando Luísa nasce, em meados do século xx, Portugal é um país cinzento que vive mergulhado numa ditadura responsável por, entre outras coisas, restringir a liberdade feminina. Num mundo de homens, algo tão simples como falar e amar livremente não é permitido às mulheres. No entanto, as amarras que tal sociedade impõe não chegam ao pensamento de Luísa que, ao longo do tempo, refletirá sobre o que vê e sobre os que a rodeiam; sobre a submissão da mãe num casamento que vive de aparências; sobre a amizade com a pequena Catarina e a descoberta do mundo; sobre a prisão de Íman no seu corpo de homem. À voz de Luísa e de um narrador que tudo sabe juntar-se-ão as das outras personagens, formando assim um caleidoscópio de histórias reveladoras dos vários mundos interiores que se desenvolvem e coexistem no mais fundo de cada um. Num romance que retrata a realidade de uma época difícil da história portuguesa, Ana Zanatti tece com mestria um enredo que recorda o leitor não só da intemporalidade do amor e do desejo de liberdade, mas também das correntes que durante muito tempo prenderam as vontades individuais sob o poder de uma autoridade profundamente machista. Agradece o Beijo é, por isso, um pertinente retrato do passado com os olhos postos no presente e no caminho que ainda importa trilhar no futuro.
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Edição: Ago 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
1 de agosto de 1954, Rio de Janeiro. Um empresário é assassinado, e na sede da Presidência federal planeia-se mais um crime. O atentado falhado contra o jornalista Carlos Lacerda e uma série de mortes violentas conduzirão ao suicídio de Getúlio Vargas, um dos grandes dramas da História do Brasil. Uma das mais notáveis narrativas de Rubem Fonseca, Agosto segue a investigação do comissário Alberto Mattos - individualista impenitente, com uma úlcera de estômago e amores desencontrados - e deixa no ar a questão de saber em que medida a história de uma pessoa e de um país se determinam mutuamente. "Mattos é o Brasil. O que quer ser, o que não desiste de ser, a despeito da descrença. É o motor do romance de Rubem Fonseca, com faro apurado para a História maiúscula e a petite histoire, que compreende o paleio caro das esferas do poder e não se intimida com a linguagem escarafunchada dos destituídos." Anabela Mota Ribeiro, in Prefácio
Nº Páginas: 200
Sinopse:
1 de agosto de 1954, Rio de Janeiro. Um empresário é assassinado, e na sede da Presidência federal planeia-se mais um crime. O atentado falhado contra o jornalista Carlos Lacerda e uma série de mortes violentas conduzirão ao suicídio de Getúlio Vargas, um dos grandes dramas da História do Brasil. Uma das mais notáveis narrativas de Rubem Fonseca, Agosto segue a investigação do comissário Alberto Mattos - individualista impenitente, com uma úlcera de estômago e amores desencontrados - e deixa no ar a questão de saber em que medida a história de uma pessoa e de um país se determinam mutuamente. "Mattos é o Brasil. O que quer ser, o que não desiste de ser, a despeito da descrença. É o motor do romance de Rubem Fonseca, com faro apurado para a História maiúscula e a petite histoire, que compreende o paleio caro das esferas do poder e não se intimida com a linguagem escarafunchada dos destituídos." Anabela Mota Ribeiro, in Prefácio
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 320
Sinopse:
1 de agosto de 1954, Rio de Janeiro. Um empresário é assassinado, e na sede da Presidência federal planeia-se mais um crime. O atentado falhado contra o jornalista Carlos Lacerda e uma série de mortes violentas conduzirão ao suicídio de Getúlio Vargas, um dos grandes dramas da História do Brasil.Uma das mais notáveis narrativas de Rubem Fonseca, "Agosto" segue a investigação do comissário Alberto Mattos - individualista impenitente, com uma úlcera de estômago e amores desencontrados - e deixa no ar a questão de saber em que medida a história de uma pessoa e de um país se determinam mutuamente.Invulgar romance no conjunto da obra ficcional de Rubem Fonseca, assim se pode definir "Agosto", considerado por alguns críticos como um dos melhores livros brasileiros atuais e o melhor do seu autor. […] "Agosto" fascina com uma expressão mais comedida, com um estilo denso, objetivo e, em certos momentos, altamente irónico.Petar Petrov, "Colóquio Letras" (abril-setembro 1994)E tome-se ação, tome-se surpresa, tomem-se crimes que levam a outros crimes, numa sucessão alucinante que suga o leitor inexoravelmente, como é próprio do feiticeiro que conduz a narrativa, até à última página do livro. É um livro igual aos outros, no ritmo, na imaginação transbordante e no entrecho que não deixa a bola cair, mas diferente num ponto - desta vez, o mestre maior da narração brasileira abre uma porta e deixa a História entrar. […]Ao recuar a 1954, Fonseca acabou produzindo a sinfonia do Brasil de 1990. Ou a ópera, para recorrer ao gênero musical de predileção do comissário Mattos.Roberto Pompeu de Toledo, "Jornal do Brasil" (novembro 1990)Uma história política com a perseguição a Getúlio Vargas e o seu suicídio como pano de fundo. Um grande romance.Francisco José Viegas
Nº Páginas: 320
Sinopse:
1 de agosto de 1954, Rio de Janeiro. Um empresário é assassinado, e na sede da Presidência federal planeia-se mais um crime. O atentado falhado contra o jornalista Carlos Lacerda e uma série de mortes violentas conduzirão ao suicídio de Getúlio Vargas, um dos grandes dramas da História do Brasil.Uma das mais notáveis narrativas de Rubem Fonseca, "Agosto" segue a investigação do comissário Alberto Mattos - individualista impenitente, com uma úlcera de estômago e amores desencontrados - e deixa no ar a questão de saber em que medida a história de uma pessoa e de um país se determinam mutuamente.Invulgar romance no conjunto da obra ficcional de Rubem Fonseca, assim se pode definir "Agosto", considerado por alguns críticos como um dos melhores livros brasileiros atuais e o melhor do seu autor. […] "Agosto" fascina com uma expressão mais comedida, com um estilo denso, objetivo e, em certos momentos, altamente irónico.Petar Petrov, "Colóquio Letras" (abril-setembro 1994)E tome-se ação, tome-se surpresa, tomem-se crimes que levam a outros crimes, numa sucessão alucinante que suga o leitor inexoravelmente, como é próprio do feiticeiro que conduz a narrativa, até à última página do livro. É um livro igual aos outros, no ritmo, na imaginação transbordante e no entrecho que não deixa a bola cair, mas diferente num ponto - desta vez, o mestre maior da narração brasileira abre uma porta e deixa a História entrar. […]Ao recuar a 1954, Fonseca acabou produzindo a sinfonia do Brasil de 1990. Ou a ópera, para recorrer ao gênero musical de predileção do comissário Mattos.Roberto Pompeu de Toledo, "Jornal do Brasil" (novembro 1990)Uma história política com a perseguição a Getúlio Vargas e o seu suicídio como pano de fundo. Um grande romance.Francisco José Viegas
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Seis memórias do último milénio, mais um epílogo: esta é a caixa com a colecção completa de Agora, Agora e mais Agora O agora, agora e mais agora de vários passados sucessivos talvez ajude a iluminar melhor o presente (e o futuro?) do que saturarmo-nos de tudo aquilo que nos acontece hoje. Esta colecção de livros, que foi também um podcast, recupera seis memórias do último milénio — uma história alternativa da modernidade, e dos conceitos que confluíram na noção de dignidade e direitos humanos, através dos agoras dos nossos antepassados. Lista de volumes: 1. Prospeto & Memória Primeira: Do fanatismo 2. Memória Segunda: Da polarização 3. Memória Terceira: Da globalização 4. Memória Quarta: Da emancipação 5. Memória Quinta: Do ódio 6. Memória Sexta: A pergunta 7. Epílogo: Figos e filosofia
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Seis memórias do último milénio, mais um epílogo: esta é a caixa com a colecção completa de Agora, Agora e mais Agora O agora, agora e mais agora de vários passados sucessivos talvez ajude a iluminar melhor o presente (e o futuro?) do que saturarmo-nos de tudo aquilo que nos acontece hoje. Esta colecção de livros, que foi também um podcast, recupera seis memórias do último milénio — uma história alternativa da modernidade, e dos conceitos que confluíram na noção de dignidade e direitos humanos, através dos agoras dos nossos antepassados. Lista de volumes: 1. Prospeto & Memória Primeira: Do fanatismo 2. Memória Segunda: Da polarização 3. Memória Terceira: Da globalização 4. Memória Quarta: Da emancipação 5. Memória Quinta: Do ódio 6. Memória Sexta: A pergunta 7. Epílogo: Figos e filosofia
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"No mais recente livro de Ana Luísa Amaral, que conta com reproduções a cores de grandes obras de arte de todos os tempos, a poeta apresenta-nos um conjunto de poemas belos e terríveis, comoventes e violentos, em permanente diálogo com a Bíblia e com a arte, mas sobretudo com o nosso tempo. Antes ser tudo e livre/ do que bom mas humilde/ Assim pensara então/ e agira/ E o oriente lhe foi destinado: terra de mil castigos/ de difíceis colheitas; mais/ suor/ Só depois descobriu/ que lá o sol nascia/ e que podia falar das coisas/ todas/ Mas com quem?"
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"No mais recente livro de Ana Luísa Amaral, que conta com reproduções a cores de grandes obras de arte de todos os tempos, a poeta apresenta-nos um conjunto de poemas belos e terríveis, comoventes e violentos, em permanente diálogo com a Bíblia e com a arte, mas sobretudo com o nosso tempo. Antes ser tudo e livre/ do que bom mas humilde/ Assim pensara então/ e agira/ E o oriente lhe foi destinado: terra de mil castigos/ de difíceis colheitas; mais/ suor/ Só depois descobriu/ que lá o sol nascia/ e que podia falar das coisas/ todas/ Mas com quem?"
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Agon é o resultado de um processo de reescrita de dois cadernos que o autor julgava ter perdido. Os poemas contidos nesses cadernos têm, à data de publicação deste livro, mais de trinta anos. Metáforas arqueológicas, declinações agonísticas, perseguições e interpelações várias, adquiriram a configuração que se apresenta."
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Agon é o resultado de um processo de reescrita de dois cadernos que o autor julgava ter perdido. Os poemas contidos nesses cadernos têm, à data de publicação deste livro, mais de trinta anos. Metáforas arqueológicas, declinações agonísticas, perseguições e interpelações várias, adquiriram a configuração que se apresenta."
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Por uma noite, Murakami leva-nos com ele através de uma Tóquio sombria, onírica, hipnótica. Um deslumbrante romance perpassado de uma singular atmosfera poética, na fronteira entre a realidade e o universo fantasmático, onde cada pormenor, olhado retrospectivamente, faz sentido. Num bar, Mari encontra-se mergulhada num livro, enquanto bebe o seu chá e fuma cigarro atrás de cigarro. Às tantas, entra em cena um músico que a reconhece. Ao mesmo tempo, encerrada num quarto, Eri, a irmã de Mari, dorme com os punhos cerrados, sem saber que está a ser observada por alguém. Em torno das duas irmãs desfilam personagens insólitas: uma prostituta chinesa vítima de agressão, a gerente de um hotel do amor, um técnico informático, uma empregada de limpeza em fuga. Sucedem-se acontecimentos bizarros: um aparelho de televisão que, de um momento para o outro, começa bruscamente a funcionar, um espelho que conserva os reflexos. Em Tóquio, durante as horas de uma noite, vai desenrolar-se um estranho drama...
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Por uma noite, Murakami leva-nos com ele através de uma Tóquio sombria, onírica, hipnótica. Um deslumbrante romance perpassado de uma singular atmosfera poética, na fronteira entre a realidade e o universo fantasmático, onde cada pormenor, olhado retrospectivamente, faz sentido. Num bar, Mari encontra-se mergulhada num livro, enquanto bebe o seu chá e fuma cigarro atrás de cigarro. Às tantas, entra em cena um músico que a reconhece. Ao mesmo tempo, encerrada num quarto, Eri, a irmã de Mari, dorme com os punhos cerrados, sem saber que está a ser observada por alguém. Em torno das duas irmãs desfilam personagens insólitas: uma prostituta chinesa vítima de agressão, a gerente de um hotel do amor, um técnico informático, uma empregada de limpeza em fuga. Sucedem-se acontecimentos bizarros: um aparelho de televisão que, de um momento para o outro, começa bruscamente a funcionar, um espelho que conserva os reflexos. Em Tóquio, durante as horas de uma noite, vai desenrolar-se um estranho drama...
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Edição: Mai 2005
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Fernando Pessoa amava o dito espirituoso, a máxima graciosa, a expressão sintética, o paradoxo", afirma Richard Zenith na Nota Prévia deste livro. Nele estão reunidos pequenas frases, começos de poemas inacabados, notas à margem, pedaços de papel rasgados e pensamentos, ou seja, aforismos. Muito cultivados por Pessoa, os aforismos abrangem vários temas, de entre os quais se destacam a loucura, a consciência e a inconsciência, o(s) Deus(es), o amor e o sonho. Assinam Aforismos e Afins, não só Pessoa, mas também "os seus colaboradores fictícios": Alexander Search, Pantaleão, Álvaro de Campos, Bernardo Soares, Alberto Caeiro e Barão de Teive. A maioria dos aforismos presentes nesta obra são inéditos, sendo que muitos deles estão escritos em inglês, uma das suas línguas maternas. Com esta obra, Pessoa leva-nos a reflectir sobre nós próprios: "O homem não sabe mais que os outros animais; sabe menos. Eles sabem o que precisam saber. Nós não".
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Fernando Pessoa amava o dito espirituoso, a máxima graciosa, a expressão sintética, o paradoxo", afirma Richard Zenith na Nota Prévia deste livro. Nele estão reunidos pequenas frases, começos de poemas inacabados, notas à margem, pedaços de papel rasgados e pensamentos, ou seja, aforismos. Muito cultivados por Pessoa, os aforismos abrangem vários temas, de entre os quais se destacam a loucura, a consciência e a inconsciência, o(s) Deus(es), o amor e o sonho. Assinam Aforismos e Afins, não só Pessoa, mas também "os seus colaboradores fictícios": Alexander Search, Pantaleão, Álvaro de Campos, Bernardo Soares, Alberto Caeiro e Barão de Teive. A maioria dos aforismos presentes nesta obra são inéditos, sendo que muitos deles estão escritos em inglês, uma das suas línguas maternas. Com esta obra, Pessoa leva-nos a reflectir sobre nós próprios: "O homem não sabe mais que os outros animais; sabe menos. Eles sabem o que precisam saber. Nós não".
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Corte, cruzada e império "Afonso de Albuquerque é uma das personalidades históricas mais afamadas em Portugal, mercê da atração multissecular que foi capaz de gerar. Por um lado, há o papel fulcral por ele desempenhado no estabelecimento da presença portuguesa na Ásia, nos alvores da era quinhentista, e, por outro, a riqueza e a densidade psicológicas que lhe assistiam. Com efeito, Albuquerque surge ligado à matéria dos Descobrimentos e das subsequentes dinâmicas de expansão levadas a cabo pelos portugueses além-mar, a qual se reveste de importância intrínseca e insofismável, tanto no contexto da história nacional como no da história global."
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Corte, cruzada e império "Afonso de Albuquerque é uma das personalidades históricas mais afamadas em Portugal, mercê da atração multissecular que foi capaz de gerar. Por um lado, há o papel fulcral por ele desempenhado no estabelecimento da presença portuguesa na Ásia, nos alvores da era quinhentista, e, por outro, a riqueza e a densidade psicológicas que lhe assistiam. Com efeito, Albuquerque surge ligado à matéria dos Descobrimentos e das subsequentes dinâmicas de expansão levadas a cabo pelos portugueses além-mar, a qual se reveste de importância intrínseca e insofismável, tanto no contexto da história nacional como no da história global."
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