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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Lisboa, 1938. Numa Europa varrida pelo fantasma dos totalitarismos, Pereira, um jornalista dedicado toda a vida aos casos do dia, recebe o encargo de dirigir a página cultural de um jornal medíocre, o Lisboa. Pereira tem um sentido um tanto fúnebre da cultura e prefere traduzir os romancistas franceses do século XIX, dedicar-se à elegia dos escritores desaparecidos, preparar necrológios antecipados.Necessitado de um colaborador, contacta o jovem Monteiro Rossi que, apesar de ter escrito uma tese sobre a morte, está inequivocamente comprometido com a vida.A intensa relação que se estabelece entre o velho jornalista, o impulsivo e idealista Monteiro Rossi e a namorada deste, Marta, irá resultar numa crise pessoal, numa maturação interior e numa dolorosa tomada de consciência que transformará profundamente a vida de Pereira.Um romance magistral que conquistou a unanimidade da crítica, os mais importantes prémios e a resposta entusiástica dos leitores."Uma verdadeira obra-prima"La Vanguardia
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Lisboa, 1938. Numa Europa varrida pelo fantasma dos totalitarismos, Pereira, um jornalista dedicado toda a vida aos casos do dia, recebe o encargo de dirigir a página cultural de um jornal medíocre, o Lisboa. Pereira tem um sentido um tanto fúnebre da cultura e prefere traduzir os romancistas franceses do século XIX, dedicar-se à elegia dos escritores desaparecidos, preparar necrológios antecipados.Necessitado de um colaborador, contacta o jovem Monteiro Rossi que, apesar de ter escrito uma tese sobre a morte, está inequivocamente comprometido com a vida.A intensa relação que se estabelece entre o velho jornalista, o impulsivo e idealista Monteiro Rossi e a namorada deste, Marta, irá resultar numa crise pessoal, numa maturação interior e numa dolorosa tomada de consciência que transformará profundamente a vida de Pereira.Um romance magistral que conquistou a unanimidade da crítica, os mais importantes prémios e a resposta entusiástica dos leitores."Uma verdadeira obra-prima"La Vanguardia
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Afectuosamente é a primeira coletânea de poesia de Margaret Atwood em mais de uma década. A autora aborda temas como o amor, a perda, a passagem do tempo, a natureza - e zombies. A sua poesia tem uma tonalidade pessoal e introspetiva, e os temas que aborda são muito abrangentes. Poema após poema, dá largas à sua imaginação única e inflexível, com um olhar atento, cuidadoso e intuitivo sobre a vida. Embora seja mais conhecida pelas suas obras de ficção - nomeadamente pelos romances A História de Uma Serva e Órix e Crex, entre outros -, Margaret Atwood é, desde o início da sua carreira, uma das mais importantes poetisas contemporâneas e uma das poucas escritoras igualmente talentosas na ficção e na poesia. Esta coletânea será apreciada tanto pelos leitores dos seus romances quanto pelos leitores de poesia.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Afectuosamente é a primeira coletânea de poesia de Margaret Atwood em mais de uma década. A autora aborda temas como o amor, a perda, a passagem do tempo, a natureza - e zombies. A sua poesia tem uma tonalidade pessoal e introspetiva, e os temas que aborda são muito abrangentes. Poema após poema, dá largas à sua imaginação única e inflexível, com um olhar atento, cuidadoso e intuitivo sobre a vida. Embora seja mais conhecida pelas suas obras de ficção - nomeadamente pelos romances A História de Uma Serva e Órix e Crex, entre outros -, Margaret Atwood é, desde o início da sua carreira, uma das mais importantes poetisas contemporâneas e uma das poucas escritoras igualmente talentosas na ficção e na poesia. Esta coletânea será apreciada tanto pelos leitores dos seus romances quanto pelos leitores de poesia.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Aos olhos de todos, Linda tem uma vida perfeita: um casamento sólido e estável, um marido dedicado, filhos alegres e felizes, um trabalho que a faz sentir-se realizada. Contudo, já não é capaz de suportar o esforço necessário para fingir que é feliz, quando a única coisa que sente pela vida é uma enorme apatia. Tudo muda quanto reencontra, acidentalmente, um antigo namorado da sua adolescência. Quando se reencontram, desperta nela uma inesperada e violenta paixão, e fará tudo o que seja preciso para conquistar esse amor impossível.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Aos olhos de todos, Linda tem uma vida perfeita: um casamento sólido e estável, um marido dedicado, filhos alegres e felizes, um trabalho que a faz sentir-se realizada. Contudo, já não é capaz de suportar o esforço necessário para fingir que é feliz, quando a única coisa que sente pela vida é uma enorme apatia. Tudo muda quanto reencontra, acidentalmente, um antigo namorado da sua adolescência. Quando se reencontram, desperta nela uma inesperada e violenta paixão, e fará tudo o que seja preciso para conquistar esse amor impossível.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Descrito pelo duque de Nottetempo, seu contemporâneo, como "um brigão, um arruaceiro", o pintor Caravaggio passou uma curta temporada na Sicília em 1609, aguardando o indulto papal para um crime de sangue que cometera em Roma. Nesse período, pintou uma tela que ficaria conhecida por A Adoração e que esteve no Oratório de S. Lourenço, em Palermo, até ser roubada em 1969, ano em que nasceria Antonia Rei. É essa mesma Antonia que, em 1992, testemunha um homicídio perpetrado pela máfia numa praça da cidade, onde é interrogada pelo comissário Salvatore Amato, que acaba por contactar alguns dias mais tarde. Mas não é curiosamente sobre o assassínio que lhe quer falar, antes sobre o roubo do famoso quadro. Oscilando entre épocas afastadas no tempo, entre a história fascinante da pintura d’A Adoração e a da investigação de Salvatore Amato num dos mais violentos períodos da acção da máfia, este romance recorre aos jogos de espelhos que Caravaggio usava nas suas pinturas para atrair ao mesmo vórtice de luz e trevas as vidas de um leque de personagens cativantes, mortas ou vivas, mas todas misteriosamente condenadas ao desencontro.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Descrito pelo duque de Nottetempo, seu contemporâneo, como "um brigão, um arruaceiro", o pintor Caravaggio passou uma curta temporada na Sicília em 1609, aguardando o indulto papal para um crime de sangue que cometera em Roma. Nesse período, pintou uma tela que ficaria conhecida por A Adoração e que esteve no Oratório de S. Lourenço, em Palermo, até ser roubada em 1969, ano em que nasceria Antonia Rei. É essa mesma Antonia que, em 1992, testemunha um homicídio perpetrado pela máfia numa praça da cidade, onde é interrogada pelo comissário Salvatore Amato, que acaba por contactar alguns dias mais tarde. Mas não é curiosamente sobre o assassínio que lhe quer falar, antes sobre o roubo do famoso quadro. Oscilando entre épocas afastadas no tempo, entre a história fascinante da pintura d’A Adoração e a da investigação de Salvatore Amato num dos mais violentos períodos da acção da máfia, este romance recorre aos jogos de espelhos que Caravaggio usava nas suas pinturas para atrair ao mesmo vórtice de luz e trevas as vidas de um leque de personagens cativantes, mortas ou vivas, mas todas misteriosamente condenadas ao desencontro.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Adeus. 23 vezes adeus. A pessoas, a coisas, à vida. Este sentimento de despedida, de perda, é o fi o condutor que liga este livro singular de Luís Rainha. De uma mulher que sem explicação é substituída na vida do homem que a ama(va) a fantasmas demasiado palpáveis, passando por prodígios, mortes reveladoras e violências escusadas, a cada página irrompe um caleidoscópio de emoções e espantos. Em registos que saltam do quotidiano para o fantástico, da comédia para o terror, assistimos à pequena tragédia de alguém que é "infiel pela primeira vez, por aselhice nobelizável, por cegueira desmedida, por distracção incomensurável". E encontramos um sitiado numa "casa já infestada de grandes animais malvestidos, a fervilhar raiva cega, urgência para vingar na minha sensível pessoa séculos de opressão". Lance-se então o leitor à aventura nesta montanha-russa que o vai levar do romance mais intenso ao desgosto profundo. E a muitos outros retratos sombrios do coração, quando se vê privado daquilo que mais quer. São histórias de separação e, chamemos-lhes assim, de outros acidentes naturais.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Adeus. 23 vezes adeus. A pessoas, a coisas, à vida. Este sentimento de despedida, de perda, é o fi o condutor que liga este livro singular de Luís Rainha. De uma mulher que sem explicação é substituída na vida do homem que a ama(va) a fantasmas demasiado palpáveis, passando por prodígios, mortes reveladoras e violências escusadas, a cada página irrompe um caleidoscópio de emoções e espantos. Em registos que saltam do quotidiano para o fantástico, da comédia para o terror, assistimos à pequena tragédia de alguém que é "infiel pela primeira vez, por aselhice nobelizável, por cegueira desmedida, por distracção incomensurável". E encontramos um sitiado numa "casa já infestada de grandes animais malvestidos, a fervilhar raiva cega, urgência para vingar na minha sensível pessoa séculos de opressão". Lance-se então o leitor à aventura nesta montanha-russa que o vai levar do romance mais intenso ao desgosto profundo. E a muitos outros retratos sombrios do coração, quando se vê privado daquilo que mais quer. São histórias de separação e, chamemos-lhes assim, de outros acidentes naturais.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Toda a vida de Maria do Rosário Pedreira, de quem a Quetzal já publicou a sua Poesia Reunida (em 2ª edição) está ligada à "vida dos livros". Além de leitora, autora e editora, manteve durante anos uma crónica semanal no Diário de Notícias, bem como um blogue intitulado As Horas Extraordinárias, ainda ativo e de grande sucesso na internet. Este livro reúne os seus textos sobre essa vida extraordinária, ou seja, tudo o que vem nos livros sem, no entanto, falar deles - da queda do Muro de Berlim ao Brexit, do Acordo Ortográfico à descrição dos dias da adolescência, da religião à crise do ensino das Humanidades, do fado à crise ambiental, mas sempre intermediado por histórias e exemplos de vida comum ou escrito para pessoas comuns que se reconhecem nesses episódios que constroem o segredo de cada crónica - como estas, originalmente publicadas no Diário de Notícias. Prefácio de José Ferreira Fernandes.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Toda a vida de Maria do Rosário Pedreira, de quem a Quetzal já publicou a sua Poesia Reunida (em 2ª edição) está ligada à "vida dos livros". Além de leitora, autora e editora, manteve durante anos uma crónica semanal no Diário de Notícias, bem como um blogue intitulado As Horas Extraordinárias, ainda ativo e de grande sucesso na internet. Este livro reúne os seus textos sobre essa vida extraordinária, ou seja, tudo o que vem nos livros sem, no entanto, falar deles - da queda do Muro de Berlim ao Brexit, do Acordo Ortográfico à descrição dos dias da adolescência, da religião à crise do ensino das Humanidades, do fado à crise ambiental, mas sempre intermediado por histórias e exemplos de vida comum ou escrito para pessoas comuns que se reconhecem nesses episódios que constroem o segredo de cada crónica - como estas, originalmente publicadas no Diário de Notícias. Prefácio de José Ferreira Fernandes.
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Edição: Set 2022
Nº Páginas: 320
Sinopse:
E se, finalmente, Hollywood fizesse a continuação do filme Casablanca, o mítico filme que ainda hoje seduz milhões de pessoas em todo o mundo, e a trama girasse em torno do desvio de um avião da TAP, o primeiro grande acto de protesto político aéreo de sempre e que causou a Salazar tantos dissabores quanto o filme Casablanca causou a Hitler? Neste cenário histórico, recorda-se a vigilância da polícia política sobre os exilados portugueses no norte de África, bem como a realização da Conferência de Casablanca, em que se defendia o fim da presença portuguesa nas províncias de África. Neste "Adeus, Casablanca" não podia faltar a recriação da vida marroquina dos tempos em que Paul Bowles vivia em Tânger, em que a espionagem era algo bem real e em que o exílio para a vida era o preço a pagar pelas opções que se faziam.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
E se, finalmente, Hollywood fizesse a continuação do filme Casablanca, o mítico filme que ainda hoje seduz milhões de pessoas em todo o mundo, e a trama girasse em torno do desvio de um avião da TAP, o primeiro grande acto de protesto político aéreo de sempre e que causou a Salazar tantos dissabores quanto o filme Casablanca causou a Hitler? Neste cenário histórico, recorda-se a vigilância da polícia política sobre os exilados portugueses no norte de África, bem como a realização da Conferência de Casablanca, em que se defendia o fim da presença portuguesa nas províncias de África. Neste "Adeus, Casablanca" não podia faltar a recriação da vida marroquina dos tempos em que Paul Bowles vivia em Tânger, em que a espionagem era algo bem real e em que o exílio para a vida era o preço a pagar pelas opções que se faziam.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Tôko - ou Sebastião, nome da caderneta de indígena - é um contratado. Há várias gerações que a família trabalha nas plantações de algodão, em condições de quase escravatura. Estamos no início dos anos 60, na Baixa do Cassanje, Nordeste de Angola. Um terrível massacre marcará para sempre a sua vida - e a de toda uma geração. Entretanto, Justino - ou Tininho - chega a Luanda. É uma criança travessa, sempre metida em aventuras. Nasceu em Lisboa, foi para a Índia, mas as melhores lembranças são do tempo que passou em Cabo Verde com Nha Maria, a sua querida avó Maria Galvão. Será parente de Henrique Galvão, o sequestrador do paquete Santa Maria? Numa osmose entre a História, a ficção e a magia, este emo¬cionante romance histórico faz-nos reviver os anos 50-60 do século xx sob diferentes perspectivas, abordando temas como a escravatura, o racismo, a ditadura, a homossexualidade e a religião.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Tôko - ou Sebastião, nome da caderneta de indígena - é um contratado. Há várias gerações que a família trabalha nas plantações de algodão, em condições de quase escravatura. Estamos no início dos anos 60, na Baixa do Cassanje, Nordeste de Angola. Um terrível massacre marcará para sempre a sua vida - e a de toda uma geração. Entretanto, Justino - ou Tininho - chega a Luanda. É uma criança travessa, sempre metida em aventuras. Nasceu em Lisboa, foi para a Índia, mas as melhores lembranças são do tempo que passou em Cabo Verde com Nha Maria, a sua querida avó Maria Galvão. Será parente de Henrique Galvão, o sequestrador do paquete Santa Maria? Numa osmose entre a História, a ficção e a magia, este emo¬cionante romance histórico faz-nos reviver os anos 50-60 do século xx sob diferentes perspectivas, abordando temas como a escravatura, o racismo, a ditadura, a homossexualidade e a religião.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Numa quinta do Illinois, nos anos 1920, um homem é morto e, ao mesmo tempo, rompe-se a fraca amizade entre dois rapazes solitários. Nunca mais falarão. Uma reconstrução devastadora dos eventos e a expiação do remorso de uma vida inteira são revelados, ao longo de cinquenta anos, nas palavras não ditas do narrador. A partir das suposições das crianças e das paixões destrutivas dos pais, Maxwell cria aqui um clássico luminoso sobre o amor e a perda.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Numa quinta do Illinois, nos anos 1920, um homem é morto e, ao mesmo tempo, rompe-se a fraca amizade entre dois rapazes solitários. Nunca mais falarão. Uma reconstrução devastadora dos eventos e a expiação do remorso de uma vida inteira são revelados, ao longo de cinquenta anos, nas palavras não ditas do narrador. A partir das suposições das crianças e das paixões destrutivas dos pais, Maxwell cria aqui um clássico luminoso sobre o amor e a perda.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Dez de Novembro de 1975: ao cair da noite, as últimas autoridades militares portuguesas abandonam Angola no paquete Niassa, horas antes da independência. O atirador especial Afonso está nas praias de Porto Amboim a vigiar a chegada de centenas de cubanos e não embarca no navio português que deixa para trás uma presença de quase cinco séculos. Afonso sobreviverá à guerra civil escondido durante onze anos, até ser capturado e repatriado. O psiquiatra que o acompanha no regresso a Lisboa quer saber tudo o que lhe aconteceu durante as sucessivas comissões nos três cenários da Guerra Colonial e não vai descansar enquanto não desvendar a história por detrás do soldado esquecido. Recorrendo a testemunhos de cinco amigos e a consultas com o atirador especial para compreender o passado de quem se vai confrontar no regresso com um país tão distante do império colonial como é o Portugal de 1986, Adeus, África - A História do Soldado Esquecido refaz o mundo brutal dos jovens que foram combater sem saber o que lhes estava reservado - guerras em que matar inocentes e morrer em emboscadas eram situações triviais. Pelo meio, a história de amor a uma mulher que divide dois irmãos, um encontro com Che Guevara, um affaire com a jornalista francesa que encantou Salazar e muitas outras peripécias, numa narrativa baseada em factos e testemunhos reais.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Dez de Novembro de 1975: ao cair da noite, as últimas autoridades militares portuguesas abandonam Angola no paquete Niassa, horas antes da independência. O atirador especial Afonso está nas praias de Porto Amboim a vigiar a chegada de centenas de cubanos e não embarca no navio português que deixa para trás uma presença de quase cinco séculos. Afonso sobreviverá à guerra civil escondido durante onze anos, até ser capturado e repatriado. O psiquiatra que o acompanha no regresso a Lisboa quer saber tudo o que lhe aconteceu durante as sucessivas comissões nos três cenários da Guerra Colonial e não vai descansar enquanto não desvendar a história por detrás do soldado esquecido. Recorrendo a testemunhos de cinco amigos e a consultas com o atirador especial para compreender o passado de quem se vai confrontar no regresso com um país tão distante do império colonial como é o Portugal de 1986, Adeus, África - A História do Soldado Esquecido refaz o mundo brutal dos jovens que foram combater sem saber o que lhes estava reservado - guerras em que matar inocentes e morrer em emboscadas eram situações triviais. Pelo meio, a história de amor a uma mulher que divide dois irmãos, um encontro com Che Guevara, um affaire com a jornalista francesa que encantou Salazar e muitas outras peripécias, numa narrativa baseada em factos e testemunhos reais.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Jorge Luis Borges dizia que o conto "serve para expressar um tipo especial de emoção, de signo muito parecido com a poética, mas não sendo apropriado para ser exposto poeticamente, representando uma narrativa próxima da novela, mas diferente dela na técnica e na intenção", e Eça parece antecipar todas as características do conto moderno.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Jorge Luis Borges dizia que o conto "serve para expressar um tipo especial de emoção, de signo muito parecido com a poética, mas não sendo apropriado para ser exposto poeticamente, representando uma narrativa próxima da novela, mas diferente dela na técnica e na intenção", e Eça parece antecipar todas as características do conto moderno.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma história de obsessões e traição. Uma história de amor envenenada, cujos protagonistas, ao contrário do que seria de esperar, não são dois amantes: são mãe e filha. Na sua juventude, Tara era uma rebelde. Abandonou o seu casamento infeliz e foi viver para um ashram, uma comunidade espiritual hindu, mendigou nas ruas - porque a família abastada lhe fechou a porta de casa - e passou anos a correr atrás de um artista sem eira nem beira, com a filha a reboque. Hoje, é uma mulher com falhas de memória, que paga o salário da empregada a dobrar e se esquece do gás ligado durante a noite. A filha, agora adulta, vê-se obrigada a cuidar de uma mãe que nunca quis saber dela em criança. Acutilante e cáustica, Avni Doshi faz-nos questionar não só até que ponto conhecemos as pessoas que nos são mais chegadas, mas também em que medida conhecemos os nossos próprios limites. Foi traduzido por Tânia Ganho.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma história de obsessões e traição. Uma história de amor envenenada, cujos protagonistas, ao contrário do que seria de esperar, não são dois amantes: são mãe e filha. Na sua juventude, Tara era uma rebelde. Abandonou o seu casamento infeliz e foi viver para um ashram, uma comunidade espiritual hindu, mendigou nas ruas - porque a família abastada lhe fechou a porta de casa - e passou anos a correr atrás de um artista sem eira nem beira, com a filha a reboque. Hoje, é uma mulher com falhas de memória, que paga o salário da empregada a dobrar e se esquece do gás ligado durante a noite. A filha, agora adulta, vê-se obrigada a cuidar de uma mãe que nunca quis saber dela em criança. Acutilante e cáustica, Avni Doshi faz-nos questionar não só até que ponto conhecemos as pessoas que nos são mais chegadas, mas também em que medida conhecemos os nossos próprios limites. Foi traduzido por Tânia Ganho.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Creio-o, assim, mais a ponto de ser lido in loco, com o visitante sentado na paisagem, acima do mar mais belo do mundo, nos miradouros situados a meia encosta, no alto de um cone vulcânico ou de um outeiro, onde lhe seja possível ouvir a sonatina das ondas, comparar a realidade com a narrativa das viagens que aqui vão descritas, escutar o silêncio da terra e dos pássaros suspensos da vertical de qualquer lugar. O livro pode ser lido antes de se partir à descoberta do desconhecido; ou relido no regresso a casa, depois de visitar as ilhas, com o fim de recuperar emoções e aferir as imagens nele descritas pelas opiniões de cada um. Uma leitura posterior à viagem não deixará de constituir uma forma de sintetizar esta aventura sempre tão extraordinária, como sempre há-de ser a peregrinação pelas nove ilhas dos Açores: um lugar turístico, sim, mas também poético e literário à medida de cada viagem e da sua aventura." João de Melo
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Creio-o, assim, mais a ponto de ser lido in loco, com o visitante sentado na paisagem, acima do mar mais belo do mundo, nos miradouros situados a meia encosta, no alto de um cone vulcânico ou de um outeiro, onde lhe seja possível ouvir a sonatina das ondas, comparar a realidade com a narrativa das viagens que aqui vão descritas, escutar o silêncio da terra e dos pássaros suspensos da vertical de qualquer lugar. O livro pode ser lido antes de se partir à descoberta do desconhecido; ou relido no regresso a casa, depois de visitar as ilhas, com o fim de recuperar emoções e aferir as imagens nele descritas pelas opiniões de cada um. Uma leitura posterior à viagem não deixará de constituir uma forma de sintetizar esta aventura sempre tão extraordinária, como sempre há-de ser a peregrinação pelas nove ilhas dos Açores: um lugar turístico, sim, mas também poético e literário à medida de cada viagem e da sua aventura." João de Melo
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Sophie Talbot é uma jovem nobre que sempre abominou a vida aristocrática. Quando encontra o cunhado a trair a irmã, humilha-o perante toda a sociedade, tornando-se alvo de chacota. A sua única hipótese é fugir, para recomeçar a vida longe daquele mundo que sempre odiou. Ao fugir, o seu destino cruza-se com o do Marquês de Eversley, mais conhecido por Rei, um homem que tem fama de dissolver noivados e arruinar as damas da sociedade. Apesar de não se suportarem, decidem fazer um acordo. Rei arruinará a imagem de Sophie para que ela se torne inadequada para casar e, dessa forma, possa viver a vida com que sempre sonhou. Já Sophie fingirá ser noiva de Rei, para o ajudar a vingar-se do pai, com quem ele se desentendeu. Iniciam assim uma viagem até ao castelo do pai de Rei. Só que na carruagem onde seguem há recantos apertados e tentações incontroláveis. E uma viagem que se anunciava aborrecida torna-se tudo menos isso.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Sophie Talbot é uma jovem nobre que sempre abominou a vida aristocrática. Quando encontra o cunhado a trair a irmã, humilha-o perante toda a sociedade, tornando-se alvo de chacota. A sua única hipótese é fugir, para recomeçar a vida longe daquele mundo que sempre odiou. Ao fugir, o seu destino cruza-se com o do Marquês de Eversley, mais conhecido por Rei, um homem que tem fama de dissolver noivados e arruinar as damas da sociedade. Apesar de não se suportarem, decidem fazer um acordo. Rei arruinará a imagem de Sophie para que ela se torne inadequada para casar e, dessa forma, possa viver a vida com que sempre sonhou. Já Sophie fingirá ser noiva de Rei, para o ajudar a vingar-se do pai, com quem ele se desentendeu. Iniciam assim uma viagem até ao castelo do pai de Rei. Só que na carruagem onde seguem há recantos apertados e tentações incontroláveis. E uma viagem que se anunciava aborrecida torna-se tudo menos isso.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Neste novo livro, Ione França apresenta uma coletânea de textos, que intitula de Cantos, reflexões sobre o seu quotidiano, em prosa poética. Em 1996, a Editora Pergaminho publicou o seu livro de poesias "O Século dos Anjos", e em 1997 um livro de contos, "O Domador de Almas".
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Neste novo livro, Ione França apresenta uma coletânea de textos, que intitula de Cantos, reflexões sobre o seu quotidiano, em prosa poética. Em 1996, a Editora Pergaminho publicou o seu livro de poesias "O Século dos Anjos", e em 1997 um livro de contos, "O Domador de Almas".
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Em outubro de 2019 teve lugar em Nova Iorque o Evento 201, um encontro do mais alto nível no qual compareceram as principais agências globalistas. Aí, simulou-se a irrupção de uma pandemia que se espalharia por todo o mundo devido a um novo coronavírus particularmente contagioso baseado no SARS e que, procedente de um morcego, passava para os humanos através de um animal intermediário. A hipótese incluía a ausência de vacina durante o primeiro ano. As consequências sociais e económicas da pandemia revelavam-se devastadoras. Três meses depois, a OMS, apoiada pelos interesses privados de Bill Gates e das farmacêuticas, declarou a pandemia de covid-19. Desde então fomos confinados, embuçados e vacinados. Os ataques à liberdade foram ferozes, as redes sociais fecharam milhares de contas, verificadoras imbuídas de ideologia determinam o que é verdade e o que é mentira, Donald Trump foi expulso da presidência dos Estados Unidos e a Agenda 2030 antecipa-nos que deixaremos de comer carne e de viajar de avião. O mundo precipita-se para uma crise da qual não se vê saída enquanto a China e as farmacêuticas obtêm lucros fabulosos impondo a vacinação geral, inclusive às crianças e aos animais de estimação. A imigração ilegal dispara mas limita-se drasticamente a circulação legal das pessoas. Tudo isto é produto das políticas das elites. O que está a acontecer? E, sobretudo, qual é o futuro que as elites projetaram para nós?
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Em outubro de 2019 teve lugar em Nova Iorque o Evento 201, um encontro do mais alto nível no qual compareceram as principais agências globalistas. Aí, simulou-se a irrupção de uma pandemia que se espalharia por todo o mundo devido a um novo coronavírus particularmente contagioso baseado no SARS e que, procedente de um morcego, passava para os humanos através de um animal intermediário. A hipótese incluía a ausência de vacina durante o primeiro ano. As consequências sociais e económicas da pandemia revelavam-se devastadoras. Três meses depois, a OMS, apoiada pelos interesses privados de Bill Gates e das farmacêuticas, declarou a pandemia de covid-19. Desde então fomos confinados, embuçados e vacinados. Os ataques à liberdade foram ferozes, as redes sociais fecharam milhares de contas, verificadoras imbuídas de ideologia determinam o que é verdade e o que é mentira, Donald Trump foi expulso da presidência dos Estados Unidos e a Agenda 2030 antecipa-nos que deixaremos de comer carne e de viajar de avião. O mundo precipita-se para uma crise da qual não se vê saída enquanto a China e as farmacêuticas obtêm lucros fabulosos impondo a vacinação geral, inclusive às crianças e aos animais de estimação. A imigração ilegal dispara mas limita-se drasticamente a circulação legal das pessoas. Tudo isto é produto das políticas das elites. O que está a acontecer? E, sobretudo, qual é o futuro que as elites projetaram para nós?
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Românticas ruelas de calçada, piazzas repletas de vida, cafés e bares vibrantes de música e desejo… Não há no mundo cidade como Roma. É aqui que Serafina vive rodeada pelo carinho da mãe e das duas irmãs. Habitam um minúsculo apartamento delapidado e têm pouco ou nenhum dinheiro, mas a alegria está sempre presente. Quando a mãe sai, sempre bela no seu vestido simples e feito em casa, as irmãs vão cantar para a rua. É um atrevimento que as diverte e lhes permite obter dinheiro para fazerem o que mais gostam: ir ao cinema. Elas suspiram e sonham com as estrelas das matinés. Mas Serafina nunca imaginou conhecer pessoalmente o seu ídolo: o ator e cantor Mario Lanza. Quando as portas da magnífica Villa Badoglio - lar da família Lanza - se abrem para a acolher, a jovem é apresentada a um mundo de sonho. E é rodeada pelo luxo e o glamour que conhece Pepe, o talentoso chef capaz das mais suculentas iguarias e das mais ternurentas emoções. Serafina está apaixonada e a viver dias dourados mas não consegue evitar sentir que aquele não é o seu mundo. Dividida entre a vida modesta que conhece e a promessa de um futuro melhor, Serafina vai ser obrigada a crescer. Vai sofrer, amar e descobrir que a realidade nunca é apenas o que parece. Que a vida é simultaneamente mais difícil e mais bela do que um sonho.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Românticas ruelas de calçada, piazzas repletas de vida, cafés e bares vibrantes de música e desejo… Não há no mundo cidade como Roma. É aqui que Serafina vive rodeada pelo carinho da mãe e das duas irmãs. Habitam um minúsculo apartamento delapidado e têm pouco ou nenhum dinheiro, mas a alegria está sempre presente. Quando a mãe sai, sempre bela no seu vestido simples e feito em casa, as irmãs vão cantar para a rua. É um atrevimento que as diverte e lhes permite obter dinheiro para fazerem o que mais gostam: ir ao cinema. Elas suspiram e sonham com as estrelas das matinés. Mas Serafina nunca imaginou conhecer pessoalmente o seu ídolo: o ator e cantor Mario Lanza. Quando as portas da magnífica Villa Badoglio - lar da família Lanza - se abrem para a acolher, a jovem é apresentada a um mundo de sonho. E é rodeada pelo luxo e o glamour que conhece Pepe, o talentoso chef capaz das mais suculentas iguarias e das mais ternurentas emoções. Serafina está apaixonada e a viver dias dourados mas não consegue evitar sentir que aquele não é o seu mundo. Dividida entre a vida modesta que conhece e a promessa de um futuro melhor, Serafina vai ser obrigada a crescer. Vai sofrer, amar e descobrir que a realidade nunca é apenas o que parece. Que a vida é simultaneamente mais difícil e mais bela do que um sonho.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Se quisesse fugir de tudo… escolheria Paris? Amy e Kat tinham um plano: uma viagem secreta a Paris. Ninguém saberia, nem mesmo o marido de Amy. Até que Kat perde a batalha contra o cancro e o sonho chega ao fim. Nas suas últimas palavras, Kat incentiva a amiga a fazer a viagem. Mas Amy nunca quebrou as regras, tanto na vida como à mesa — e fugir para Paris implicaria mentir ao marido e render-se a comida terrivelmente pecaminosa. Guiada pela coragem de Kat, Amy aventura-se. Com um guarda-roupa tipicamente parisiense e muitas dúvidas, ela vai à procura de respostas para a sua vida nos cenários maravilhosos e na gastronomia da Cidade Luz. Ao aprender que na amizade e no amor nem tudo é o que parece, ela conhece uma Paris diferente, fora dos itinerários turísticos, mas que poderá ser aquilo de que tanto precisa.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Se quisesse fugir de tudo… escolheria Paris? Amy e Kat tinham um plano: uma viagem secreta a Paris. Ninguém saberia, nem mesmo o marido de Amy. Até que Kat perde a batalha contra o cancro e o sonho chega ao fim. Nas suas últimas palavras, Kat incentiva a amiga a fazer a viagem. Mas Amy nunca quebrou as regras, tanto na vida como à mesa — e fugir para Paris implicaria mentir ao marido e render-se a comida terrivelmente pecaminosa. Guiada pela coragem de Kat, Amy aventura-se. Com um guarda-roupa tipicamente parisiense e muitas dúvidas, ela vai à procura de respostas para a sua vida nos cenários maravilhosos e na gastronomia da Cidade Luz. Ao aprender que na amizade e no amor nem tudo é o que parece, ela conhece uma Paris diferente, fora dos itinerários turísticos, mas que poderá ser aquilo de que tanto precisa.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 664
Sinopse:
A infância, o Alentejo, o amor, a escrita, a leitura, as viagens, as tatuagens, a vida. Através de uma imensa diversidade de temas e registos, José Luís Peixoto escreve sobre si próprio com invulgar desassombro. Esse intimismo, rente à pele, nunca se esquece do leitor, abraçando-o, levando-o por um caminho que passa pela ternura mais pungente, pelo sorriso franco e por aquela sabedoria que se alcança com o tempo e a reflexão. Este é um livro de milagre e de lucidez. Para muitos, a confirmação. Para outros, o acesso ao mundo de um dos autores portugueses mais marcantes das últimas décadas.
Nº Páginas: 664
Sinopse:
A infância, o Alentejo, o amor, a escrita, a leitura, as viagens, as tatuagens, a vida. Através de uma imensa diversidade de temas e registos, José Luís Peixoto escreve sobre si próprio com invulgar desassombro. Esse intimismo, rente à pele, nunca se esquece do leitor, abraçando-o, levando-o por um caminho que passa pela ternura mais pungente, pelo sorriso franco e por aquela sabedoria que se alcança com o tempo e a reflexão. Este é um livro de milagre e de lucidez. Para muitos, a confirmação. Para outros, o acesso ao mundo de um dos autores portugueses mais marcantes das últimas décadas.
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 112
Sinopse:
" (…) reconheçamos que Nuno Júdice escreve coisas sensatas neste pequeno manual de título poudiano, e que cita os mestres da matéria, de Eliot a Bloom. A crítica, diz Júdice, não é uma reacção imediata a um objecto, nem uma elaboração teórica, mas a leitura inteligente de um texto." Pedro Mexia, Público
Nº Páginas: 112
Sinopse:
" (…) reconheçamos que Nuno Júdice escreve coisas sensatas neste pequeno manual de título poudiano, e que cita os mestres da matéria, de Eliot a Bloom. A crítica, diz Júdice, não é uma reacção imediata a um objecto, nem uma elaboração teórica, mas a leitura inteligente de um texto." Pedro Mexia, Público
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Numa noite gélida, uma menina judia chora. Está sozinha, sentada à porta de um prédio de Bucareste. Chama-se Natalia e foi abandonada.Estamos em janeiro de 1941. A Roménia alia-se aos Nazis e a população judia é alvo de uma perseguição sem tréguas. A menina é levada para um orfanato, onde deixa de falar. Até ao dia em que é adotada por um casal abastado e, pouco a pouco, desperta para a sua nova vida. As memórias dos pais vão-se esbatendo. O destino deles é uma incógnita. Esses corajosos pais, que tomaram a mais dilacerante das decisões ao abandoná-la como única maneira de "apagar" a sua identidade… Anos depois, Natalia apaixona-se. E também esse amor será levado ao limite. Victor ama-a a ponto de - também ele… - abdicar dela para a salvar. Pois os vestígios das verdadeiras origens de Natalia teimam em não morrer... e levam a uma descoberta que poderá alterar o seu destino para sempre. A autora baseou o seu romance nas experiências da mãe, que foi abandonada pelos pais biológicos durante a II Guerra Mundial.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Numa noite gélida, uma menina judia chora. Está sozinha, sentada à porta de um prédio de Bucareste. Chama-se Natalia e foi abandonada.Estamos em janeiro de 1941. A Roménia alia-se aos Nazis e a população judia é alvo de uma perseguição sem tréguas. A menina é levada para um orfanato, onde deixa de falar. Até ao dia em que é adotada por um casal abastado e, pouco a pouco, desperta para a sua nova vida. As memórias dos pais vão-se esbatendo. O destino deles é uma incógnita. Esses corajosos pais, que tomaram a mais dilacerante das decisões ao abandoná-la como única maneira de "apagar" a sua identidade… Anos depois, Natalia apaixona-se. E também esse amor será levado ao limite. Victor ama-a a ponto de - também ele… - abdicar dela para a salvar. Pois os vestígios das verdadeiras origens de Natalia teimam em não morrer... e levam a uma descoberta que poderá alterar o seu destino para sempre. A autora baseou o seu romance nas experiências da mãe, que foi abandonada pelos pais biológicos durante a II Guerra Mundial.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Nas suas próprias palavras, Jonathan Franzen era o tipo de rapaz que tinha medo de aranhas, bailes do liceu, urinóis, professores de música, bumerangues, de raparigas populares - e dos pais. Não tinha nada contra os miúdos totós, a não ser o pânico de que o tomassem por um deles, destino que resultaria para ele na imediata Morte Social. Encarando a puberdade da mesma forma que um mestre falsário encara uma encomenda particularmente difícil, fingia-se um tipo que dizia muitas vezes "merda" com a maior naturalidade e que não gostava de fazer cálculos na sua nova calculadora Texas Instruments de seis funções. "A Zona de Desconforto" é a memória íntima que Franzen guarda do seu crescimento dentro de uma pele hipersensível, de "uma pessoa pequena e fundamentalmente ridícula", passando por uma adolescência estranhamente feliz, até um adulto de paixões fortes e inconvenientes. A sua história pessoal de uma juventude vivida no Midwest e uma idade adulta vivida em Nova Iorque é condimentada pela mesma mistura de ironia e afecto que caracteriza a sua ficção; o resultado é um retrato fascinante de um americano que harmoniza de forma ímpar a razão e o coração.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Nas suas próprias palavras, Jonathan Franzen era o tipo de rapaz que tinha medo de aranhas, bailes do liceu, urinóis, professores de música, bumerangues, de raparigas populares - e dos pais. Não tinha nada contra os miúdos totós, a não ser o pânico de que o tomassem por um deles, destino que resultaria para ele na imediata Morte Social. Encarando a puberdade da mesma forma que um mestre falsário encara uma encomenda particularmente difícil, fingia-se um tipo que dizia muitas vezes "merda" com a maior naturalidade e que não gostava de fazer cálculos na sua nova calculadora Texas Instruments de seis funções. "A Zona de Desconforto" é a memória íntima que Franzen guarda do seu crescimento dentro de uma pele hipersensível, de "uma pessoa pequena e fundamentalmente ridícula", passando por uma adolescência estranhamente feliz, até um adulto de paixões fortes e inconvenientes. A sua história pessoal de uma juventude vivida no Midwest e uma idade adulta vivida em Nova Iorque é condimentada pela mesma mistura de ironia e afecto que caracteriza a sua ficção; o resultado é um retrato fascinante de um americano que harmoniza de forma ímpar a razão e o coração.
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Júlio Telles Fernandes - brasileiro viúvo e rico - chega a Lisboa com duas missões secretas: interceder junto do Marquês de Pombal pela independência do Pernambuco e entregar nas mãos da judia Violante Dias, prima da sua falecida mulher, um anel que há muito vem passando de geração em geração. "A Voz da Terra" narra a história da passagem da Lisboa supersticiosa, marinheira e imperial dos Descobrimentos - a Cidade de Santo António, governada pela Voz do Céu - para a Lisboa burguesa, racional e geométrica, consequência do Terramoto - a cidade do Marquês de Pombal.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Júlio Telles Fernandes - brasileiro viúvo e rico - chega a Lisboa com duas missões secretas: interceder junto do Marquês de Pombal pela independência do Pernambuco e entregar nas mãos da judia Violante Dias, prima da sua falecida mulher, um anel que há muito vem passando de geração em geração. "A Voz da Terra" narra a história da passagem da Lisboa supersticiosa, marinheira e imperial dos Descobrimentos - a Cidade de Santo António, governada pela Voz do Céu - para a Lisboa burguesa, racional e geométrica, consequência do Terramoto - a cidade do Marquês de Pombal.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Nascido num Portugal marcado pelo medo, um homem vive intensamente os conflitos e as utopias do seu tempo. Com um misto de reserva e inquietação, revisita todas as situações que, antes e depois do 25 de Abril, na ditadura e na democracia, na guerra e na paz, o fizeram pronunciar a palavras "medo". Um romance em torno do medo que é também uma história de amor. Fragmento da nossa memória colectiva e dos sonhos que ficaram por cumprir, é, acima de tudo, um hino de amor a Portugal, à vida e às mulheres que representaram os afectos mais perenes de um percurso longo e tantas vezes doloroso. O herói deste livro é um homem que tem de vencer uma maldição - é o homem português.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Nascido num Portugal marcado pelo medo, um homem vive intensamente os conflitos e as utopias do seu tempo. Com um misto de reserva e inquietação, revisita todas as situações que, antes e depois do 25 de Abril, na ditadura e na democracia, na guerra e na paz, o fizeram pronunciar a palavras "medo". Um romance em torno do medo que é também uma história de amor. Fragmento da nossa memória colectiva e dos sonhos que ficaram por cumprir, é, acima de tudo, um hino de amor a Portugal, à vida e às mulheres que representaram os afectos mais perenes de um percurso longo e tantas vezes doloroso. O herói deste livro é um homem que tem de vencer uma maldição - é o homem português.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 360
Sinopse:
A Mulher: A existência de Jean Taylor era de uma banalidade abençoada. Uma boa casa, um bom marido. Glen era tudo o que sempre desejara na vida: o seu Príncipe Encantado. Até que tudo mudou. O Marido: Os jornais inventaram um novo nome para Glen: monstro, era o que gritavam e lhe chamavam. Jean estava casada com um homem acusado de algo impossível de imaginar. E à medida que os anos foram passando sem qualquer sinal da menina que alegadamente raptara, a vida de ambos foi sendo escrutinada nas primeiras páginas dos jornais. A Viúva: Agora, Glen está morto e pela primeira vez Jean está só, livre para contar a sua versão da história.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
A Mulher: A existência de Jean Taylor era de uma banalidade abençoada. Uma boa casa, um bom marido. Glen era tudo o que sempre desejara na vida: o seu Príncipe Encantado. Até que tudo mudou. O Marido: Os jornais inventaram um novo nome para Glen: monstro, era o que gritavam e lhe chamavam. Jean estava casada com um homem acusado de algo impossível de imaginar. E à medida que os anos foram passando sem qualquer sinal da menina que alegadamente raptara, a vida de ambos foi sendo escrutinada nas primeiras páginas dos jornais. A Viúva: Agora, Glen está morto e pela primeira vez Jean está só, livre para contar a sua versão da história.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Novos movimentos identitários, Radicalismos, linchamentos virtuais e redes sociais: Francisco Bosco analisa o novo espaço público em que vivemos. A luta política tem vindo a radicalizar-se. O debate público ganhou novas vozes, como os movimentos negros ou feministas, e tomou as redes sociais, numa democratização que, ao contrário do que seria de esperar, está a criar um ambiente marcado pela estridência e pela intolerância. Em A Vítima Tem Sempre Razão?, Francisco Bosco, um dos mais brilhantes e argutos pensadores do Brasil actual, analisa este preocupante panorama a que chegámos, provocando ele próprio reacções extremadas, e apresentando outras polémicas muito recentes, como por exemplo: — Os blocos de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo que, em 2017, deixaram de tocar grandes clássicos da música brasileira ("Olha a cabeleira do Zézé") por serem considerados preconceituosos; — A mulher branca que foi confrontada por usar um turbante, acusada de apropriação cultural; — Um vídeo de Mallu Magalhães, atacado por fazer uma representação sexualizada dos negros que dançam ao som da música.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Novos movimentos identitários, Radicalismos, linchamentos virtuais e redes sociais: Francisco Bosco analisa o novo espaço público em que vivemos. A luta política tem vindo a radicalizar-se. O debate público ganhou novas vozes, como os movimentos negros ou feministas, e tomou as redes sociais, numa democratização que, ao contrário do que seria de esperar, está a criar um ambiente marcado pela estridência e pela intolerância. Em A Vítima Tem Sempre Razão?, Francisco Bosco, um dos mais brilhantes e argutos pensadores do Brasil actual, analisa este preocupante panorama a que chegámos, provocando ele próprio reacções extremadas, e apresentando outras polémicas muito recentes, como por exemplo: — Os blocos de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo que, em 2017, deixaram de tocar grandes clássicos da música brasileira ("Olha a cabeleira do Zézé") por serem considerados preconceituosos; — A mulher branca que foi confrontada por usar um turbante, acusada de apropriação cultural; — Um vídeo de Mallu Magalhães, atacado por fazer uma representação sexualizada dos negros que dançam ao som da música.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 84
Sinopse:
No ano em que se comemoram os cinquenta anos de vida literária de Vasco Graça Moura, trinta e três poetas portugueses dedicam-lhe um poema inédito.O livro é feito em parceria com Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra. Autores: Ana Hatherley, Fernando Pinto do Amaral, Pedro Tamen, Jorge Sousa Braga, Luís Quintais, Armando Silva Carvalho, Ana Luísa Amaral, Luís Filipe Castro Mendes, A.M. Pires Cabral, Nuno Júdice, Maria Teresa Horta, Manuel Alegre, Yvette Centeno, Jaime Rocha, Hélia Correia, Maria do Rosário Pedreira, entre muitos outros.
Nº Páginas: 84
Sinopse:
No ano em que se comemoram os cinquenta anos de vida literária de Vasco Graça Moura, trinta e três poetas portugueses dedicam-lhe um poema inédito.O livro é feito em parceria com Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra. Autores: Ana Hatherley, Fernando Pinto do Amaral, Pedro Tamen, Jorge Sousa Braga, Luís Quintais, Armando Silva Carvalho, Ana Luísa Amaral, Luís Filipe Castro Mendes, A.M. Pires Cabral, Nuno Júdice, Maria Teresa Horta, Manuel Alegre, Yvette Centeno, Jaime Rocha, Hélia Correia, Maria do Rosário Pedreira, entre muitos outros.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O mais divertido romance angolano dos últimos tempos.Catarina é muito bonita, religiosa, educada, obediente, bondosa e não consegue terminar uma frase sem sorrir. Não há em toda a cidade do Lobito nenhuma moça que cante como ela. E é virgem. Talvez demasiado virgem. Catarina é mulher que todo o homem quer ter. Pretendente à mão de Catarina, o maestro Martins da Silva Caquarta é o homem que nenhum homem quer ser. Porquê? Esta é a história que o povo conta: a bela corista Catarina, o grande maestro Caquarta. Será que tocam a mesma música?
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O mais divertido romance angolano dos últimos tempos.Catarina é muito bonita, religiosa, educada, obediente, bondosa e não consegue terminar uma frase sem sorrir. Não há em toda a cidade do Lobito nenhuma moça que cante como ela. E é virgem. Talvez demasiado virgem. Catarina é mulher que todo o homem quer ter. Pretendente à mão de Catarina, o maestro Martins da Silva Caquarta é o homem que nenhum homem quer ser. Porquê? Esta é a história que o povo conta: a bela corista Catarina, o grande maestro Caquarta. Será que tocam a mesma música?
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Duas mulheres. Uma fotografia misteriosa. Um segredo guardado durante décadas. 1943: O mundo está em guerra e os habitantes de Tyneham vão ter de fazer mais um sacrifício: abandonar as suas casas quando a vila é requisitada pelo Exército Britânico. Veronica e Albert Standish preparam-se para a mudança, mas, na véspera da partida, um acontecimento terrível mudará para sempre as suas vidas. 2018: Melissa tinha a esperança de que uns dias de descanso com Liam na costa de Dorset pudessem reacender a chama da sua paixão. Contudo, apesar do cenário idílico, as férias levam ao limite a sua relação já estagnada. Ao encontrar a enigmática fotografia de uma mulher que em tempos viveu na esquecida vila de Tyneham, Melissa sente-se impelida a descobrir mais sobre a sua história. Porém, Tyneham esconde um segredo inesperado, e a demanda de Melissa pela verdade acabará por mudar a sua vida de um modo que ela nunca imaginou possível.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Duas mulheres. Uma fotografia misteriosa. Um segredo guardado durante décadas. 1943: O mundo está em guerra e os habitantes de Tyneham vão ter de fazer mais um sacrifício: abandonar as suas casas quando a vila é requisitada pelo Exército Britânico. Veronica e Albert Standish preparam-se para a mudança, mas, na véspera da partida, um acontecimento terrível mudará para sempre as suas vidas. 2018: Melissa tinha a esperança de que uns dias de descanso com Liam na costa de Dorset pudessem reacender a chama da sua paixão. Contudo, apesar do cenário idílico, as férias levam ao limite a sua relação já estagnada. Ao encontrar a enigmática fotografia de uma mulher que em tempos viveu na esquecida vila de Tyneham, Melissa sente-se impelida a descobrir mais sobre a sua história. Porém, Tyneham esconde um segredo inesperado, e a demanda de Melissa pela verdade acabará por mudar a sua vida de um modo que ela nunca imaginou possível.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Itália, início do século xx. Uma série de circunstâncias dramáticas aproxima duas jovens mulheres numa amizade improvável; uma é a condessa Josepha Paravicini, austríaca e recém-viúva do príncipe Enrico de Castiglia, a outra é Teresa Avigliano, uma jovem napolitana de origens humildes, recentemente órfã de mãe. Entre a Áustria e Itália, o Norte e o Sul, ambas atravessam o século xx, sofrem duas guerras mundiais, vivem os dramas da ditadura fascista e os tempos difíceis da reconstrução, mas sobretudo ousam amar e inventar a esperança num período em que a hostilidade e o desespero dominam. Em "A Viela da Duquesa", Sveva Casati Modignani entrelaça elegantemente as histórias destas duas mulheres corajosas e das suas famílias, construindo assim um mosaico assombroso do século xx.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Itália, início do século xx. Uma série de circunstâncias dramáticas aproxima duas jovens mulheres numa amizade improvável; uma é a condessa Josepha Paravicini, austríaca e recém-viúva do príncipe Enrico de Castiglia, a outra é Teresa Avigliano, uma jovem napolitana de origens humildes, recentemente órfã de mãe. Entre a Áustria e Itália, o Norte e o Sul, ambas atravessam o século xx, sofrem duas guerras mundiais, vivem os dramas da ditadura fascista e os tempos difíceis da reconstrução, mas sobretudo ousam amar e inventar a esperança num período em que a hostilidade e o desespero dominam. Em "A Viela da Duquesa", Sveva Casati Modignani entrelaça elegantemente as histórias destas duas mulheres corajosas e das suas famílias, construindo assim um mosaico assombroso do século xx.
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