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Edição: Jun 2010
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A cidade foi crescendo para as margens e os blocos de vidro e betão ceifaram as moradias e os quintais dos arrabaldes. A casa do narrador - casulo protector cheio de passado - é, na verdade, a única que resiste, mas está irremediavelmente condenada à extinção. Enquanto recebe a visita da agente imobiliária que se ocupará da venda, este homem adulto e sozinho recorda o que foi a sua vida nesse refúgio - a superprotecção das mulheres, o carácter fantasista e megalómano do pai, a relação simbiótica com a irmã, as atitudes intempestivas do tio mulherengo mutilado na guerra colonial que ensaiou o próprio velório aos vinte anos, a loucura do professor que lhe dava lições particulares. Nenhuma das suas figuras de referência o preparou para a emancipação - todas, pelo contrário, o incompatibilizaram com a vida comum. E, porém, Vergílio não está só no seu destino, porque a recapitulação dos dramas vividos pela sua família de geração em geração é, afinal, o eco do drama colectivo da Humanidade - e, ao mesmo tempo, um abrigo espiritual que substituirá a casa que está prestes a abandonar.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A cidade foi crescendo para as margens e os blocos de vidro e betão ceifaram as moradias e os quintais dos arrabaldes. A casa do narrador - casulo protector cheio de passado - é, na verdade, a única que resiste, mas está irremediavelmente condenada à extinção. Enquanto recebe a visita da agente imobiliária que se ocupará da venda, este homem adulto e sozinho recorda o que foi a sua vida nesse refúgio - a superprotecção das mulheres, o carácter fantasista e megalómano do pai, a relação simbiótica com a irmã, as atitudes intempestivas do tio mulherengo mutilado na guerra colonial que ensaiou o próprio velório aos vinte anos, a loucura do professor que lhe dava lições particulares. Nenhuma das suas figuras de referência o preparou para a emancipação - todas, pelo contrário, o incompatibilizaram com a vida comum. E, porém, Vergílio não está só no seu destino, porque a recapitulação dos dramas vividos pela sua família de geração em geração é, afinal, o eco do drama colectivo da Humanidade - e, ao mesmo tempo, um abrigo espiritual que substituirá a casa que está prestes a abandonar.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Domingos António Xavier, o tractorista, nunca fizera mal a ninguém. Só queria o bem do seu povo e da sua terra. E por lhes querer bem não falou os assuntos do seu povo nem se vendeu. E por lhes querer bem o mataram. E por isso, no dia da sua morte, ele começou a sua vida de verdade no coração do povo angolano. "Dos becos da clandestinidade às celas frias onde o país se adiava, várias gerações dedicaram a vida a um compromisso colectivo." "Aline Frazão, In Prefácio"
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Domingos António Xavier, o tractorista, nunca fizera mal a ninguém. Só queria o bem do seu povo e da sua terra. E por lhes querer bem não falou os assuntos do seu povo nem se vendeu. E por lhes querer bem o mataram. E por isso, no dia da sua morte, ele começou a sua vida de verdade no coração do povo angolano. "Dos becos da clandestinidade às celas frias onde o país se adiava, várias gerações dedicaram a vida a um compromisso colectivo." "Aline Frazão, In Prefácio"
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Quando chegou, Goya era pequeno e ágil, movido pela fantástica curiosidade de um caçador de toupeiras a descobrir uma terra nova, uma casa nova. Afeiçoaram-se depressa."Dorme à vontade no meu colo, Goya" é o convite de José Jorge Letria a um cão sem pressa, que tanto gosta de chocolate.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Quando chegou, Goya era pequeno e ágil, movido pela fantástica curiosidade de um caçador de toupeiras a descobrir uma terra nova, uma casa nova. Afeiçoaram-se depressa."Dorme à vontade no meu colo, Goya" é o convite de José Jorge Letria a um cão sem pressa, que tanto gosta de chocolate.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Maxwell Sim bateu no fundo. A sua vida pessoal é um vazio. Ele tem 70 amigos no Facebook mas ninguém com quem falar. Mas tudo muda graças a uma disparatada proposta de trabalho: conduzir um carro carregado de escovas de dentes de Londres até às remotas ilhas Shetland. Um percurso longo que Maxwell decide preencher com uma série de visitas surpreendentes a figuras do seu passado. Acompanhado por "Emma", a voz feminina do seu GPS, com quem estabelece uma peculiar relação, ele não imagina que está a iniciar uma viagem íntima que o mudará para sempre.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Maxwell Sim bateu no fundo. A sua vida pessoal é um vazio. Ele tem 70 amigos no Facebook mas ninguém com quem falar. Mas tudo muda graças a uma disparatada proposta de trabalho: conduzir um carro carregado de escovas de dentes de Londres até às remotas ilhas Shetland. Um percurso longo que Maxwell decide preencher com uma série de visitas surpreendentes a figuras do seu passado. Acompanhado por "Emma", a voz feminina do seu GPS, com quem estabelece uma peculiar relação, ele não imagina que está a iniciar uma viagem íntima que o mudará para sempre.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Esta é uma obra fundamental, que revela a ostentação e a celebração vividas no regime autoritário do Estado Novo.Com o final da Segunda Guerra Mundial, Portugal conheceu um crescimento económico invulgar, contexto no qual se potenciou o poder e a riqueza dos mais influentes grupos económico-financeiros da ditadura, protegidos pelo regime salazarista. Nesses anos, era luxuosa, mas discreta, a vida dos membros das elites. Preservava-se a tradição familiar e investia-se fortemente na educação, num contraste evidente em relação às condições de vida da esmagadora maioria da população. Apesar das transformações sociais geradas pelo 25 de abril, estas famílias mantêm hoje a sua influência económica e política, sendo ainda das mais ricas do país.Com recurso a depoimentos inéditos, Conceição Queiroz, jornalista premiada e pivot dos noticiários da TVI24, desmonta neste livro os sentidos das principais práticas sociais que unem os elementos das elites portuguesas no período de 1945-1968. São exemplos as idas ao Teatro Nacional de São Carlos para a ópera e para o ballet, as caçadas, o hipismo, o golfe e o ténis, os passeios de iate, as idas à neve, os encontros no Hotel Ritz, na Parada de Cascais e no Turf Club, as viagens intercontinentais ou as sofisticadas festas.Com base na investigação que realizou para a sua tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea, a autora revela como as festas das elites eram meros pretextos para que "as grandes famílias" pudessem circular pelos mesmos espaços e a manter interesses em comum, que passavam de geração, em plena ditadura.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Esta é uma obra fundamental, que revela a ostentação e a celebração vividas no regime autoritário do Estado Novo.Com o final da Segunda Guerra Mundial, Portugal conheceu um crescimento económico invulgar, contexto no qual se potenciou o poder e a riqueza dos mais influentes grupos económico-financeiros da ditadura, protegidos pelo regime salazarista. Nesses anos, era luxuosa, mas discreta, a vida dos membros das elites. Preservava-se a tradição familiar e investia-se fortemente na educação, num contraste evidente em relação às condições de vida da esmagadora maioria da população. Apesar das transformações sociais geradas pelo 25 de abril, estas famílias mantêm hoje a sua influência económica e política, sendo ainda das mais ricas do país.Com recurso a depoimentos inéditos, Conceição Queiroz, jornalista premiada e pivot dos noticiários da TVI24, desmonta neste livro os sentidos das principais práticas sociais que unem os elementos das elites portuguesas no período de 1945-1968. São exemplos as idas ao Teatro Nacional de São Carlos para a ópera e para o ballet, as caçadas, o hipismo, o golfe e o ténis, os passeios de iate, as idas à neve, os encontros no Hotel Ritz, na Parada de Cascais e no Turf Club, as viagens intercontinentais ou as sofisticadas festas.Com base na investigação que realizou para a sua tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea, a autora revela como as festas das elites eram meros pretextos para que "as grandes famílias" pudessem circular pelos mesmos espaços e a manter interesses em comum, que passavam de geração, em plena ditadura.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Que relação poderá existir entre um motorista de táxi à beira da reforma, um toxicodependente que rouba carteiras, um arquitecto com mão leve, uma solteirona apostada em fazer o bem ou uma rapariga que disse aos pais que andava na faculdade e, afinal, vive à custa de um homem casado? E entre um pinga-amor sempre agarrado ao telefone, uma mulher que só tem olhos para o filho, um empresário de sucesso a criar barriga e uma mulher-a-dias acusada de um crime que não cometeu? Aparentemente, não existem quaisquer laços entre estas e as outras personagens deste romance, mas a verdade é que os nós são muitos - e quase sempre difíceis de desatar.Numa história com uma construção extremamente original, em que desfilam figuras muito diferentes, mas todas inesquecíveis, A Vida Passou por Aqui é uma espécie de confirmação da teoria do efeito borboleta: porque, na teia que é a vida, sempre que alguém puxa um fio, mesmo sem se dar conta, acaba por embaraçar, mais do que gostaria, as vidas alheias…
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Que relação poderá existir entre um motorista de táxi à beira da reforma, um toxicodependente que rouba carteiras, um arquitecto com mão leve, uma solteirona apostada em fazer o bem ou uma rapariga que disse aos pais que andava na faculdade e, afinal, vive à custa de um homem casado? E entre um pinga-amor sempre agarrado ao telefone, uma mulher que só tem olhos para o filho, um empresário de sucesso a criar barriga e uma mulher-a-dias acusada de um crime que não cometeu? Aparentemente, não existem quaisquer laços entre estas e as outras personagens deste romance, mas a verdade é que os nós são muitos - e quase sempre difíceis de desatar.Numa história com uma construção extremamente original, em que desfilam figuras muito diferentes, mas todas inesquecíveis, A Vida Passou por Aqui é uma espécie de confirmação da teoria do efeito borboleta: porque, na teia que é a vida, sempre que alguém puxa um fio, mesmo sem se dar conta, acaba por embaraçar, mais do que gostaria, as vidas alheias…
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Assinalando os 700 anos da morte de Dante, a reedição de um clássico (em edição bilingue, italiano e português) com tradução de Vasco Graça Moura. Considerado um dos seus escritos de juventude, "Vita Nova" terá sido escrito entre 1291 e 1293 em Florença, terra natal de Dante Alighieri. Autobiográfica, a obra intercala verso e prosa, narração e contemplação, lirismo e memória, soneto e balada, alegoria e sensualidade, erotismo e religiosidade, muito ao sabor do dolce stil nuovo - e será uma das obras mais influentes no lirismo posterior. O motivo central do livro é a paixão do autor por Beatriz Portinari, desde os nove anos - e o reencontro nove anos depois, aos dezoito -, até que a vida os separa prematuramente. A linguagem é inovadora para a época, a forma como Dante celebra o amor e os seus mistérios e tragédias é uma nova forma de tratar o mais nobre dos temas da poesia, e a figura de Beatriz é simultaneamente símbolo metafísico, sexual e místico. No ano em que se assinalam os 700 anos da morte de Dante Alighieri, o maior dos poetas italianos e um dos nomes centrais do cânone ocidental e da nossa tradição literária, a Quetzal reedita a premiada tradução de Vasco Graça Moura, há muito esgotada - e em versão bilingue.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Assinalando os 700 anos da morte de Dante, a reedição de um clássico (em edição bilingue, italiano e português) com tradução de Vasco Graça Moura. Considerado um dos seus escritos de juventude, "Vita Nova" terá sido escrito entre 1291 e 1293 em Florença, terra natal de Dante Alighieri. Autobiográfica, a obra intercala verso e prosa, narração e contemplação, lirismo e memória, soneto e balada, alegoria e sensualidade, erotismo e religiosidade, muito ao sabor do dolce stil nuovo - e será uma das obras mais influentes no lirismo posterior. O motivo central do livro é a paixão do autor por Beatriz Portinari, desde os nove anos - e o reencontro nove anos depois, aos dezoito -, até que a vida os separa prematuramente. A linguagem é inovadora para a época, a forma como Dante celebra o amor e os seus mistérios e tragédias é uma nova forma de tratar o mais nobre dos temas da poesia, e a figura de Beatriz é simultaneamente símbolo metafísico, sexual e místico. No ano em que se assinalam os 700 anos da morte de Dante Alighieri, o maior dos poetas italianos e um dos nomes centrais do cânone ocidental e da nossa tradição literária, a Quetzal reedita a premiada tradução de Vasco Graça Moura, há muito esgotada - e em versão bilingue.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Depois que o mundo acabou fomos para o céu." Assim começa este romance. Na sequência de um desastre de proporções bíblicas - o Dilúvio -, os ricos das grandes cidades constroem enormes dirigíveis e vão viver para o céu. Os pobres improvisam balões, que prendem uns aos outros, ligados a redes, formando imensas aldeias flutuantes. Carlos Tucano nasce numa destas aldeias. É, portanto, um filho do céu. Esta é a sua história. Carlos deixa a aldeia onde nasceu e parte à procura do pai, desaparecido numa tempestade. Ao longo desta peregrinação, vai-nos dando a ver a vida no céu, com os seus prodígios, os seus mistérios, e também os seus desa- certos, ao mesmo tempo que estabelece ligações com toda uma galeria de personagens extraordinários - uma curandeira e sonhadora profissional sul-africana, um pirata indonésio arrependido, um navegador solitário cego, além de uma jovem adolescente rebelde, Aimée, que conhece no mais belo dirigível do mundo - o Paris.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Depois que o mundo acabou fomos para o céu." Assim começa este romance. Na sequência de um desastre de proporções bíblicas - o Dilúvio -, os ricos das grandes cidades constroem enormes dirigíveis e vão viver para o céu. Os pobres improvisam balões, que prendem uns aos outros, ligados a redes, formando imensas aldeias flutuantes. Carlos Tucano nasce numa destas aldeias. É, portanto, um filho do céu. Esta é a sua história. Carlos deixa a aldeia onde nasceu e parte à procura do pai, desaparecido numa tempestade. Ao longo desta peregrinação, vai-nos dando a ver a vida no céu, com os seus prodígios, os seus mistérios, e também os seus desa- certos, ao mesmo tempo que estabelece ligações com toda uma galeria de personagens extraordinários - uma curandeira e sonhadora profissional sul-africana, um pirata indonésio arrependido, um navegador solitário cego, além de uma jovem adolescente rebelde, Aimée, que conhece no mais belo dirigível do mundo - o Paris.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Milan Kundera chegou a pensar dar a este romance o título de A Idade Lírica. A idade lírica, segundo ele, é a juventude, e este romance é, acima de tudo, uma epopeia da adolescência, uma epopeia irónica que corrói ternamente valores sagrados: a infância, a maternidade, a revolução e, até mesmo, a poesia. Com efeito, Jaromil é poeta. Foi a sua mãe que o fez poeta, e é ela que o acompanha (figurativamente) aos seus leitos de amor e (literalmente) ao seu leito de morte. Personagem ridícula e comovente, horrível e de uma inocência total ("a inocência com o seu sorriso sangrento"!), Jaromil é, ao mesmo tempo, um verdadeiro poeta. Não é um canalha, é Rimbaud. Rimbaud apanhado na armadilha da revolução comunista, na armadilha de uma farsa negra.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Milan Kundera chegou a pensar dar a este romance o título de A Idade Lírica. A idade lírica, segundo ele, é a juventude, e este romance é, acima de tudo, uma epopeia da adolescência, uma epopeia irónica que corrói ternamente valores sagrados: a infância, a maternidade, a revolução e, até mesmo, a poesia. Com efeito, Jaromil é poeta. Foi a sua mãe que o fez poeta, e é ela que o acompanha (figurativamente) aos seus leitos de amor e (literalmente) ao seu leito de morte. Personagem ridícula e comovente, horrível e de uma inocência total ("a inocência com o seu sorriso sangrento"!), Jaromil é, ao mesmo tempo, um verdadeiro poeta. Não é um canalha, é Rimbaud. Rimbaud apanhado na armadilha da revolução comunista, na armadilha de uma farsa negra.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A corte, o espaço referencial do sistema monárquico, constituía uma estrutura multifacetada de caráter político e social onde o soberano, coadjuvado pelo aparelho governativo, traçava os destinos do reino, e na qual a família real e o seu séquito desfrutavam de um quotidiano festivo e de esplendor, não raramente ensombrado pela conspiração e pela intriga. O rei, centro do poder curial, afirmava a sua majestade pela sumptuosidade dos palácios, pela ritualização dos banquetes e pela exuberância das indumentárias. A celebração dos eventos relevantes do "ciclo humano da família real" proporcionava momentos estratégicos de afirmação de poder e de visibilidade da corte. Casamentos, aclamações e funerais constituíam pretexto para aparatosas encenações, que traziam para a praça pública os rituais e a etiqueta da corte, com o objetivo de exaltar a figura do rei e suscitar a admiração dos súbditos. Este é um percurso histórico de 760 anos da corte portuguesa, que revela os hábitos do dia a dia, as indumentárias e a exuberância dos banquetes dos nossos reis e rainhas.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A corte, o espaço referencial do sistema monárquico, constituía uma estrutura multifacetada de caráter político e social onde o soberano, coadjuvado pelo aparelho governativo, traçava os destinos do reino, e na qual a família real e o seu séquito desfrutavam de um quotidiano festivo e de esplendor, não raramente ensombrado pela conspiração e pela intriga. O rei, centro do poder curial, afirmava a sua majestade pela sumptuosidade dos palácios, pela ritualização dos banquetes e pela exuberância das indumentárias. A celebração dos eventos relevantes do "ciclo humano da família real" proporcionava momentos estratégicos de afirmação de poder e de visibilidade da corte. Casamentos, aclamações e funerais constituíam pretexto para aparatosas encenações, que traziam para a praça pública os rituais e a etiqueta da corte, com o objetivo de exaltar a figura do rei e suscitar a admiração dos súbditos. Este é um percurso histórico de 760 anos da corte portuguesa, que revela os hábitos do dia a dia, as indumentárias e a exuberância dos banquetes dos nossos reis e rainhas.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Nina Hill tem uma vida confortável: trabalha numa livraria, participa em concursos de cultura geral com uma equipa fantástica, tem uma agenda muito organizada onde anota tudo o que é importante e partilha a casa com o seu gato Phil. Filha única de uma conceituada fotógrafa que se tornou uma mãe ausente devido às constantes viagens, é nos livros que devora a toda a hora que Nina encontra o seu refúgio e os seus momentos de verdadeira felicidade. Quando recebe a notícia da morte do pai, de quem nunca soube nada, Nina fica em choque. De um momento para o outro, o seu núcleo familiar passa a incluir um irmão, três irmãs e vários sobrinhos e sobrinhas, todos a viverem perto! E pior… Esta horda de desconhecidos parece estar cheia de vontade de conviver com ela, o que vai totalmente contra as suas tendências antissociais. Como se essa não fosse já uma mudança suficiente na sua rotina, Nina vê-se também perante a presença cada vez mais constante de Tom, o seu maior adversário nas noites de quiz, que afinal até é um homem querido, divertido e profundamente interessado em conhecê-la melhor. Será ela capaz de sair da sua zona de conforto e trocar a ficção pela vida real? Finalista do prémio "Goodreads" para Melhor Livro de Ficção.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Nina Hill tem uma vida confortável: trabalha numa livraria, participa em concursos de cultura geral com uma equipa fantástica, tem uma agenda muito organizada onde anota tudo o que é importante e partilha a casa com o seu gato Phil. Filha única de uma conceituada fotógrafa que se tornou uma mãe ausente devido às constantes viagens, é nos livros que devora a toda a hora que Nina encontra o seu refúgio e os seus momentos de verdadeira felicidade. Quando recebe a notícia da morte do pai, de quem nunca soube nada, Nina fica em choque. De um momento para o outro, o seu núcleo familiar passa a incluir um irmão, três irmãs e vários sobrinhos e sobrinhas, todos a viverem perto! E pior… Esta horda de desconhecidos parece estar cheia de vontade de conviver com ela, o que vai totalmente contra as suas tendências antissociais. Como se essa não fosse já uma mudança suficiente na sua rotina, Nina vê-se também perante a presença cada vez mais constante de Tom, o seu maior adversário nas noites de quiz, que afinal até é um homem querido, divertido e profundamente interessado em conhecê-la melhor. Será ela capaz de sair da sua zona de conforto e trocar a ficção pela vida real? Finalista do prémio "Goodreads" para Melhor Livro de Ficção.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Rio de Janeiro, anos 40. Quando Guida Gusmão, perdida num amor proibido, desaparece da casa dos pais sem deixar rasto, a irmã Eurídice prometeu ser a filha exemplar, a que nunca faria algo que trouxesse novo desgosto aos pais. E Eurídice torna-se a dona de casa perfeita, casada com Antenor, um bom marido, apesar de tudo, ou apesar do nada em que a vida de Eurídice se tornou. A vida de Eurídice Gusmão é em muito semelhante à de inúmeras mulheres nascidas no início do século XX e educadas apenas para serem boas esposas. Mulheres como as nossas mães, avós e bisavós, invisíveis em maior ou menor grau, que não puderam protagonizar a sua própria vida. Capaz de abordar temas como a violência, a marginalização e até a injustiça com humor, perspicácia e ironia, Marta Batalha é acima de tudo uma excelente contadora de histórias que tem como principal compromisso o prazer da leitura.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Rio de Janeiro, anos 40. Quando Guida Gusmão, perdida num amor proibido, desaparece da casa dos pais sem deixar rasto, a irmã Eurídice prometeu ser a filha exemplar, a que nunca faria algo que trouxesse novo desgosto aos pais. E Eurídice torna-se a dona de casa perfeita, casada com Antenor, um bom marido, apesar de tudo, ou apesar do nada em que a vida de Eurídice se tornou. A vida de Eurídice Gusmão é em muito semelhante à de inúmeras mulheres nascidas no início do século XX e educadas apenas para serem boas esposas. Mulheres como as nossas mães, avós e bisavós, invisíveis em maior ou menor grau, que não puderam protagonizar a sua própria vida. Capaz de abordar temas como a violência, a marginalização e até a injustiça com humor, perspicácia e ironia, Marta Batalha é acima de tudo uma excelente contadora de histórias que tem como principal compromisso o prazer da leitura.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Elia Furenti é um rapaz solitário que vive com os pais numa zona isolada. O pai foi despedido e começa a perder-se nos meandros negros da sua doença mental. Elia percebe que alguma coisa estranha se passa, mas não compreende o que é. Por seu lado, a mãe recusa-se a tomar conhecimento de todos os sinais. Enquanto isso, um rapazinho foi assassinado. E uma rapariga desapareceu no bosque. Nesse verão, Anna Trabuio regressa a casa do pai. Demasiado bela e livre, goza de má reputação na pequena comunidade. Trouxe com ela o filho, que se torna próximo de Elia. Este apaixona-se pela mãe do amigo e vai para a cama com ela. Mas não é só a primeira experiência amorosa que faz Elia entrar na idade adulta: depois dessa noite, ele vai descobrir a verdade sobre o pai.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Elia Furenti é um rapaz solitário que vive com os pais numa zona isolada. O pai foi despedido e começa a perder-se nos meandros negros da sua doença mental. Elia percebe que alguma coisa estranha se passa, mas não compreende o que é. Por seu lado, a mãe recusa-se a tomar conhecimento de todos os sinais. Enquanto isso, um rapazinho foi assassinado. E uma rapariga desapareceu no bosque. Nesse verão, Anna Trabuio regressa a casa do pai. Demasiado bela e livre, goza de má reputação na pequena comunidade. Trouxe com ela o filho, que se torna próximo de Elia. Este apaixona-se pela mãe do amigo e vai para a cama com ela. Mas não é só a primeira experiência amorosa que faz Elia entrar na idade adulta: depois dessa noite, ele vai descobrir a verdade sobre o pai.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
José Nogueira teria doze ou treze anos quando trocou as margens do Douro por um convés de navio. Como milhares de outros portugueses atirou-se ao Atlântico para fugir à miséria daqueles meados do século XIX que ainda havia de sangrar muitas outras gerações. Fez-se marinheiro nos oceanos, homem nas ruas do Rio de Janeiro, caçador de lobos-marinhos no Pacífico Sul. Teria dezanove ou vinte anos quando decidiu lançar amarras numa terra gelada e varrida por ventos do diabo, sem serventia que se visse. Essa terra era Punta Arenas, para lá do paralelo 53 Sul, na margem norte do estreito que já levava o nome de outro português, o de Magalhães. Foi nesta desolada terra de aventureiros, desterrados, índios, caçadores, deserdados e imigrantes, um território de fronteira que já somava tragédias, que "o Português" construiu casa e fortuna e se tornou "Don José". Esta não é uma história baseada em factos reais. Esta é a história da vida de José Nogueira, marinheiro e terratenente. E é quase toda verdadeira. "Depois de Fernão de Magalhães e da dúzia de compatriotas que levou com ele na pequena frota de cinco naus que desceu o Guadalquivir para dar a volta ao mundo, outros navegantes portugueses chegariam ao estreito […]. Séculos mais tarde chegariam outros. Um deles, o primeiro a assentar arraiais no estreito seria um marinheiro, também ele com oito anos de vida nómada num convés de navio. Não era nenhum Magalhães, nem nenhum Gama, Dias ou Cabral […]. Mas vá-se lá saber o que molda as escolhas de um homem. Ele era um simples marinheiro, nem melhor nem pior do que qualquer outro, e talvez tivesse apenas chegado o momento de procurar um rumo com menos balanço e sob o seu próprio comando." Do Prólogo
Nº Páginas: 280
Sinopse:
José Nogueira teria doze ou treze anos quando trocou as margens do Douro por um convés de navio. Como milhares de outros portugueses atirou-se ao Atlântico para fugir à miséria daqueles meados do século XIX que ainda havia de sangrar muitas outras gerações. Fez-se marinheiro nos oceanos, homem nas ruas do Rio de Janeiro, caçador de lobos-marinhos no Pacífico Sul. Teria dezanove ou vinte anos quando decidiu lançar amarras numa terra gelada e varrida por ventos do diabo, sem serventia que se visse. Essa terra era Punta Arenas, para lá do paralelo 53 Sul, na margem norte do estreito que já levava o nome de outro português, o de Magalhães. Foi nesta desolada terra de aventureiros, desterrados, índios, caçadores, deserdados e imigrantes, um território de fronteira que já somava tragédias, que "o Português" construiu casa e fortuna e se tornou "Don José". Esta não é uma história baseada em factos reais. Esta é a história da vida de José Nogueira, marinheiro e terratenente. E é quase toda verdadeira. "Depois de Fernão de Magalhães e da dúzia de compatriotas que levou com ele na pequena frota de cinco naus que desceu o Guadalquivir para dar a volta ao mundo, outros navegantes portugueses chegariam ao estreito […]. Séculos mais tarde chegariam outros. Um deles, o primeiro a assentar arraiais no estreito seria um marinheiro, também ele com oito anos de vida nómada num convés de navio. Não era nenhum Magalhães, nem nenhum Gama, Dias ou Cabral […]. Mas vá-se lá saber o que molda as escolhas de um homem. Ele era um simples marinheiro, nem melhor nem pior do que qualquer outro, e talvez tivesse apenas chegado o momento de procurar um rumo com menos balanço e sob o seu próprio comando." Do Prólogo
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Era uma vez uma rapariga que confiava os seus segredos aos livros... No coração de York, em Inglaterra, uma pequena livraria tornou-se o refúgio da jovem Loveday Cardew — o único sítio em que a tímida livreira se sente segura. Só aí pode cuidar dos livros da mesma forma que os livros cuidam de si, ensinando-a a entender os sentimentos que a inquietam: a solidão, com "Anna Karénina"; a alegria de viver, com "A Feira das Vaidades"; as paixões avassaladoras, com "O Monte dos Vendavais". Depois de uma tragédia que lhe roubou tudo, uma infância passada com uma família de acolhimento e um relacionamento falhado, não é de admirar que Loveday prefira os livros às pessoas. Até que um dia, numa paragem de autocarro, ela encontra um livro perdido. Em busca deste livro surge Nathan, um poeta que se deixa encantar pela jovem livreira mas que não consegue quebrar a sua barreira de gelo, a não ser com a ajuda de Archie, o excêntrico dono da livraria onde trabalha. Mas é quando os livros da sua infância começam a aparecer misteriosamente na livraria, que Loveday terá de aprender a confiar nos outros, para descobrir quem será a pessoa do seu passado que está a tentar contactá-la. Terá ela coragem para revelar a vida que, durante tantos anos, tentou esconder entre os livros?
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Era uma vez uma rapariga que confiava os seus segredos aos livros... No coração de York, em Inglaterra, uma pequena livraria tornou-se o refúgio da jovem Loveday Cardew — o único sítio em que a tímida livreira se sente segura. Só aí pode cuidar dos livros da mesma forma que os livros cuidam de si, ensinando-a a entender os sentimentos que a inquietam: a solidão, com "Anna Karénina"; a alegria de viver, com "A Feira das Vaidades"; as paixões avassaladoras, com "O Monte dos Vendavais". Depois de uma tragédia que lhe roubou tudo, uma infância passada com uma família de acolhimento e um relacionamento falhado, não é de admirar que Loveday prefira os livros às pessoas. Até que um dia, numa paragem de autocarro, ela encontra um livro perdido. Em busca deste livro surge Nathan, um poeta que se deixa encantar pela jovem livreira mas que não consegue quebrar a sua barreira de gelo, a não ser com a ajuda de Archie, o excêntrico dono da livraria onde trabalha. Mas é quando os livros da sua infância começam a aparecer misteriosamente na livraria, que Loveday terá de aprender a confiar nos outros, para descobrir quem será a pessoa do seu passado que está a tentar contactá-la. Terá ela coragem para revelar a vida que, durante tantos anos, tentou esconder entre os livros?
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Fiel às suas raízes argentinas, Cristina Norton segue a tradição dos grandes contistas latino-americanos. A Vida É Um Tango é uma prova disso. As suas histórias transportam-nos à Argentina, ao México, a França e a Portugal, dando-nos a conhecer um cleptómano que rouba a voz de um grande cantor, uma pintora com uma vida insólita, uma mulher que lê o destino nas folhas de chá, um anão bombeiro, uma menina malcomportada, a perna perdida de uma grande artista, a vingança póstuma de uma sogra, entre outras personagens e coisas memoráveis. Algumas destas histórias são fruto das vivências da autora, como "A Mãe da Plaza de Mayo". Outras, do seu hábito de observar o quotidiano sob uma perspectiva irónica e cheia de picardia. Como foi o caso de duas mulheres muito parecidas num consultório, onde aguardam a chegada de um homem, episódio que inspirou o conto "O Bígamo". Imagens rápidas como flashes, que levam Cristina Norton a escrever rascunhos, com a rapidez de quem esboça uma paisagem, para depois os trabalhar até atingirem a forma redonda de um conto, serem um relato curto, mas intenso, para levar o leitor a lê-lo de uma assentada. Estas histórias poderiam ser o "fado" de alguém, a dança da vida ou a letra de um tango.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Fiel às suas raízes argentinas, Cristina Norton segue a tradição dos grandes contistas latino-americanos. A Vida É Um Tango é uma prova disso. As suas histórias transportam-nos à Argentina, ao México, a França e a Portugal, dando-nos a conhecer um cleptómano que rouba a voz de um grande cantor, uma pintora com uma vida insólita, uma mulher que lê o destino nas folhas de chá, um anão bombeiro, uma menina malcomportada, a perna perdida de uma grande artista, a vingança póstuma de uma sogra, entre outras personagens e coisas memoráveis. Algumas destas histórias são fruto das vivências da autora, como "A Mãe da Plaza de Mayo". Outras, do seu hábito de observar o quotidiano sob uma perspectiva irónica e cheia de picardia. Como foi o caso de duas mulheres muito parecidas num consultório, onde aguardam a chegada de um homem, episódio que inspirou o conto "O Bígamo". Imagens rápidas como flashes, que levam Cristina Norton a escrever rascunhos, com a rapidez de quem esboça uma paisagem, para depois os trabalhar até atingirem a forma redonda de um conto, serem um relato curto, mas intenso, para levar o leitor a lê-lo de uma assentada. Estas histórias poderiam ser o "fado" de alguém, a dança da vida ou a letra de um tango.
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Edição: Set 2009
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Judite Sousa, neste livro, serve-se de vários episódios da recente história mundial para nos fazer reflectir sobre a realidade dos poderes, sempre com os olhos na sua verdadeira missão como jornalista: o único caminho possível é a verdade.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Judite Sousa, neste livro, serve-se de vários episódios da recente história mundial para nos fazer reflectir sobre a realidade dos poderes, sempre com os olhos na sua verdadeira missão como jornalista: o único caminho possível é a verdade.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um livro que permite ficar a conhecer os principais acontecimentos da História de Portugal bem como o percusro e os feitos dos Reis e Rainhas que governaram o nosso país durante mais de sete séculos. Com quatro árvores genealógicas das quatro dinastias que reinaram mais de sete séculos e ainda uma cronologia com os acontecimentos históricos do primeiro rei até à República.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um livro que permite ficar a conhecer os principais acontecimentos da História de Portugal bem como o percusro e os feitos dos Reis e Rainhas que governaram o nosso país durante mais de sete séculos. Com quatro árvores genealógicas das quatro dinastias que reinaram mais de sete séculos e ainda uma cronologia com os acontecimentos históricos do primeiro rei até à República.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Há década e meia, banqueiros, empresários e políticos envolvem-se numa "grande farra" de dívida. Crédito a rodos: a mais básica e antiga atividade dos bancos torna-se a mãe de todos os males da banca portuguesa. Com esse crédito fabricaram-se banqueiros, empresários de sucesso, milionários e poderosos, e até políticos. Quando chegou a conta, os cofres estavam vazios, o capital nunca tinha existido, e os "bons negócios" (feitos por "bons rapazes") tinham produzido pouco mais do que falências em cadeia, dívidas acumuladas e a tentação de aprisionar o país nas malhas de uma nova oligarquia da finança e da política. Em sete anos morreram quatro bancos em Portugal, um deles nas mãos de uma família centenária de banqueiros. O país aproximou-se da bancarrota. E, afinal, para onde foram todos aqueles milhões que financiaram dívidas, partidos, vaidades e falências? É a esta questão - a questão de vários milhares de milhões de euros - que o livro de Helena Garrido, resultado de várias conversas com banqueiros e economistas, responde, abrindo as portas de reuniões secretas, revelando operações financeiras no fio da navalha e mostrando aquilo que os poderosos apanhados na rede não querem admitir: eles sabiam que o edifício estava a ruir, mas, mesmo assim, insistiram em fazer desaparecer o nosso dinheiro. Desde as privatizações até aos nossos dias, ganância, ambição, poder e incompetência orquestraram negócios ruinosos com os depósitos dos clientes. Este é o livro que explica todo o processo de destruição da banca portuguesa - que, aliás, ainda está em curso.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Há década e meia, banqueiros, empresários e políticos envolvem-se numa "grande farra" de dívida. Crédito a rodos: a mais básica e antiga atividade dos bancos torna-se a mãe de todos os males da banca portuguesa. Com esse crédito fabricaram-se banqueiros, empresários de sucesso, milionários e poderosos, e até políticos. Quando chegou a conta, os cofres estavam vazios, o capital nunca tinha existido, e os "bons negócios" (feitos por "bons rapazes") tinham produzido pouco mais do que falências em cadeia, dívidas acumuladas e a tentação de aprisionar o país nas malhas de uma nova oligarquia da finança e da política. Em sete anos morreram quatro bancos em Portugal, um deles nas mãos de uma família centenária de banqueiros. O país aproximou-se da bancarrota. E, afinal, para onde foram todos aqueles milhões que financiaram dívidas, partidos, vaidades e falências? É a esta questão - a questão de vários milhares de milhões de euros - que o livro de Helena Garrido, resultado de várias conversas com banqueiros e economistas, responde, abrindo as portas de reuniões secretas, revelando operações financeiras no fio da navalha e mostrando aquilo que os poderosos apanhados na rede não querem admitir: eles sabiam que o edifício estava a ruir, mas, mesmo assim, insistiram em fazer desaparecer o nosso dinheiro. Desde as privatizações até aos nossos dias, ganância, ambição, poder e incompetência orquestraram negócios ruinosos com os depósitos dos clientes. Este é o livro que explica todo o processo de destruição da banca portuguesa - que, aliás, ainda está em curso.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Esta é a vida da Cobaia. E quem é a Cobaia? É uma porquinha-da-índia, es-pecialista em comunicação. Hipocondríaca, também. Afunda-se na rotina, trabalhando sem paixão. Todos os seus colegas são humanos, dá-se bem com eles, mas sente-se sozinha, acompanhada pela sempre leal máquina de café. Vê a vida a passar, mera observadora. O seu antigo namorado vai casar-se e convida-a para o casamento. O novo chefe é o rufia de serviço: produtividade e inovação acima de tudo! Stella, a tenebrosa responsável pelos Recursos Humanos, espera pelo mais pequeno deslize. Atormentada pelo trabalho, falhada nos amores, a Cobaia desespera!
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Esta é a vida da Cobaia. E quem é a Cobaia? É uma porquinha-da-índia, es-pecialista em comunicação. Hipocondríaca, também. Afunda-se na rotina, trabalhando sem paixão. Todos os seus colegas são humanos, dá-se bem com eles, mas sente-se sozinha, acompanhada pela sempre leal máquina de café. Vê a vida a passar, mera observadora. O seu antigo namorado vai casar-se e convida-a para o casamento. O novo chefe é o rufia de serviço: produtividade e inovação acima de tudo! Stella, a tenebrosa responsável pelos Recursos Humanos, espera pelo mais pequeno deslize. Atormentada pelo trabalho, falhada nos amores, a Cobaia desespera!
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Divertida, terna e comovente, "A Vida Contada de A. J. Fikry" relembra-nos a todos porque é que lemos e porque é que amamos. A vida de A. J. Fikry não é de modo algum a que ele esperou que fosse. Vive sozinho, a sua livraria está a passar pelo seu pior momento da história e, agora, a sua preciosidade mais valiosa, uma rara antologia de poemas de Poe, foi roubada. Mas quando uma misteriosa encomenda aparece na livraria, a sua inesperada chegada dá a Fikry a oportunidade de mudar completamente a sua vida, e ver tudo com novos olhos.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Divertida, terna e comovente, "A Vida Contada de A. J. Fikry" relembra-nos a todos porque é que lemos e porque é que amamos. A vida de A. J. Fikry não é de modo algum a que ele esperou que fosse. Vive sozinho, a sua livraria está a passar pelo seu pior momento da história e, agora, a sua preciosidade mais valiosa, uma rara antologia de poemas de Poe, foi roubada. Mas quando uma misteriosa encomenda aparece na livraria, a sua inesperada chegada dá a Fikry a oportunidade de mudar completamente a sua vida, e ver tudo com novos olhos.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Por ocasião da festa dos noventa anos de Vera, Nina regressa a Israel: apanhou três aviões, que a trouxeram do Ártico até ao kibutz para se reencontrar com a euforia da mãe, a raiva da filha, Guili, e a veneração intacta de Rafi, o homem que, apesar de tudo, ainda perde todas as suas defesas quando a vê. Desta vez, Nina não pretende fugir: ela quer que a mãe acabe por contar o que aconteceu na Jugoslávia durante a primeira parte da sua vida, quando, jovem judia croata, se apaixonou por Milosz, filho de camponeses sérvios sem terra. Nina quer saber mais sobre o seu pai, Milosz, preso sob a acusação de ser um espião estalinista. E porque é que Vera foi deportada para o campo de reeducação na ilha de Goli Otok, abandonando-a quando tinha apenas seis anos. Para desvendar os mistérios do passado, Nina sugere um regresso ao lugar de horror que sugou Vera, marcando o destino de todas elas. A viagem de Vera, Nina, Guili e Rafi a Goli Otok acaba por se transformar num confronto dramático que quebra o silêncio, despertando sentimentos e emoções com a violência da tempestade que atinge as falésias da ilha. Uma viagem catártica, confiada à filmagem de uma câmara de vídeo, onde a memória e o esquecimento se fundem num único testemunho imperfeito.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Por ocasião da festa dos noventa anos de Vera, Nina regressa a Israel: apanhou três aviões, que a trouxeram do Ártico até ao kibutz para se reencontrar com a euforia da mãe, a raiva da filha, Guili, e a veneração intacta de Rafi, o homem que, apesar de tudo, ainda perde todas as suas defesas quando a vê. Desta vez, Nina não pretende fugir: ela quer que a mãe acabe por contar o que aconteceu na Jugoslávia durante a primeira parte da sua vida, quando, jovem judia croata, se apaixonou por Milosz, filho de camponeses sérvios sem terra. Nina quer saber mais sobre o seu pai, Milosz, preso sob a acusação de ser um espião estalinista. E porque é que Vera foi deportada para o campo de reeducação na ilha de Goli Otok, abandonando-a quando tinha apenas seis anos. Para desvendar os mistérios do passado, Nina sugere um regresso ao lugar de horror que sugou Vera, marcando o destino de todas elas. A viagem de Vera, Nina, Guili e Rafi a Goli Otok acaba por se transformar num confronto dramático que quebra o silêncio, despertando sentimentos e emoções com a violência da tempestade que atinge as falésias da ilha. Uma viagem catártica, confiada à filmagem de uma câmara de vídeo, onde a memória e o esquecimento se fundem num único testemunho imperfeito.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Gosto de pensar na Grande História como uma combinação de quatro regimes: Cosmos, Terra, Vida e Humanidade. Cada um destes quatro encontra-se repleto de estórias fascinantes que nos ajudam a entender o que é ser um ser humano que vive no nosso mundo, e não qualquer outra espécie de criatura que vive noutro lugar.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Gosto de pensar na Grande História como uma combinação de quatro regimes: Cosmos, Terra, Vida e Humanidade. Cada um destes quatro encontra-se repleto de estórias fascinantes que nos ajudam a entender o que é ser um ser humano que vive no nosso mundo, e não qualquer outra espécie de criatura que vive noutro lugar.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 648
Sinopse:
"A Viagem dos Inocentes" é a primeira edição portuguesa de um dos grandes clássicos da literatura de viagens. Mark Twain, "pai da literatura americana", parte num navio em direcção à Europa, passando pelos Açores, cuja descrição será irresistível para os leitores lusófonos. Entre os seus destinos incluem-se Marrocos, França, Itália, Grécia, Rússia e, mais a oriente, os lugares bíblicos. Os seus relatos, descrições e considerações denunciam, para além de génio literário, um sentido de humor intenso e inesgotável. Na verdade, este foi o maior sucesso literário que Mark Twain conheceu em vida.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
"A Viagem dos Inocentes" é a primeira edição portuguesa de um dos grandes clássicos da literatura de viagens. Mark Twain, "pai da literatura americana", parte num navio em direcção à Europa, passando pelos Açores, cuja descrição será irresistível para os leitores lusófonos. Entre os seus destinos incluem-se Marrocos, França, Itália, Grécia, Rússia e, mais a oriente, os lugares bíblicos. Os seus relatos, descrições e considerações denunciam, para além de génio literário, um sentido de humor intenso e inesgotável. Na verdade, este foi o maior sucesso literário que Mark Twain conheceu em vida.
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 416
Sinopse:
"A Viagem" é o primeiro romance publicado por Virginia Woolf em 1915. Em grande medida o tema da obra tem algo de um moderno rito de passagem para a maioridade, reflexo da mudança de Woolf da limitadora vida doméstica num subúrbio de Londres para o ambiente estimulante do Grupo de Bloomsbury. A protagonista, Rachel Vinrace, parte para a América do Sul, numa viagem de autodescoberta e Woolf aproveita para satirizar os costumes eduardianos através dos comportamentos dos passageiros. Neste romance estão já presentes as características que mais tarde hão de florescer plenamente na obra da autora, uma das mais inovadoras do século XX.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
"A Viagem" é o primeiro romance publicado por Virginia Woolf em 1915. Em grande medida o tema da obra tem algo de um moderno rito de passagem para a maioridade, reflexo da mudança de Woolf da limitadora vida doméstica num subúrbio de Londres para o ambiente estimulante do Grupo de Bloomsbury. A protagonista, Rachel Vinrace, parte para a América do Sul, numa viagem de autodescoberta e Woolf aproveita para satirizar os costumes eduardianos através dos comportamentos dos passageiros. Neste romance estão já presentes as características que mais tarde hão de florescer plenamente na obra da autora, uma das mais inovadoras do século XX.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
As Schutzstaffel surgiram da obsessão de Adolf Hitler e de Heinrich Himmler de impedir a repetição do que eles consideravam ser a perfídia da capitulação da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Constituídas enquanto um corpo de elite de soldados politicamente evoluídos, o seu objectivo principal era prevenir o enfraquecimento do Partido Nazi através da neutralização dos seus inimigos. Esta obra perturbadora de Robert Lewis Koehl revela não apenas a forma como estes soldados pretensamente superiores combateram ao lado da Wehrmacht na Segunda Guerra Mundial (tendo sofrido mais de um milhão de mortos), mas também como constituíram a principal força de ocupação em vários territórios conquistados, dirigiram o sistema de campos de concentração, atuaram no interior do Reich enquanto polícia secreta e eram os artífices de um projeto cultural sem precedentes que incluía desde escavações arqueológicas na Alemanha até expedições no Tibete.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
As Schutzstaffel surgiram da obsessão de Adolf Hitler e de Heinrich Himmler de impedir a repetição do que eles consideravam ser a perfídia da capitulação da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Constituídas enquanto um corpo de elite de soldados politicamente evoluídos, o seu objectivo principal era prevenir o enfraquecimento do Partido Nazi através da neutralização dos seus inimigos. Esta obra perturbadora de Robert Lewis Koehl revela não apenas a forma como estes soldados pretensamente superiores combateram ao lado da Wehrmacht na Segunda Guerra Mundial (tendo sofrido mais de um milhão de mortos), mas também como constituíram a principal força de ocupação em vários territórios conquistados, dirigiram o sistema de campos de concentração, atuaram no interior do Reich enquanto polícia secreta e eram os artífices de um projeto cultural sem precedentes que incluía desde escavações arqueológicas na Alemanha até expedições no Tibete.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Verão de 1975. Nola Kellergan, uma jovem de quinze anos, desaparece misteriosamente da pequena vila costeira de Nova Inglaterra. As investigações da polícia são inconclusivas. Primavera de 2008, Nova Iorque. Marcus Goldman, escritor, vive atormentado por uma crise da página em branco, depois de o seu primeiro romance ter tido um sucesso. Junho de 2008, Aurora. Harry Quebert, um dos escritores mais respeitados do país, é preso e acusado de assassinar Nola, depois de o cadáver da rapariga ser descoberto no seu jardim. Meses antes, Marcus, discípulo de Harry, descobrira que o professor vivera um romance com Nola, pouco tempo antes do seu desaparecimento. Convencido da inocência de Harry, Marcus abandona tudo e parte para Aurora para conduzir a sua própria investigação.
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Verão de 1975. Nola Kellergan, uma jovem de quinze anos, desaparece misteriosamente da pequena vila costeira de Nova Inglaterra. As investigações da polícia são inconclusivas. Primavera de 2008, Nova Iorque. Marcus Goldman, escritor, vive atormentado por uma crise da página em branco, depois de o seu primeiro romance ter tido um sucesso. Junho de 2008, Aurora. Harry Quebert, um dos escritores mais respeitados do país, é preso e acusado de assassinar Nola, depois de o cadáver da rapariga ser descoberto no seu jardim. Meses antes, Marcus, discípulo de Harry, descobrira que o professor vivera um romance com Nola, pouco tempo antes do seu desaparecimento. Convencido da inocência de Harry, Marcus abandona tudo e parte para Aurora para conduzir a sua própria investigação.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 128
Sinopse:
É sabido que a juventude é o tempo dos grandes ideais, das grandes lutas, mas também do pensamento positivo, das noitadas de copos com os amigos e da inquietação sentimental. Os jovens sul-americanos da década de 1970 não foram exceção. Nestas histórias romanceadas, Luis Sepúlveda relata o passado e os sonhos de uma geração, mas através da lente do amor e dos afetos, assim diluindo as tensões e trazendo a lume, intactas, as paixões avassaladoras e o entusiasmo de uma juventude militante. Com um misto de divertimento e nostalgia, estas páginas farão reviver "o belo sonho de sermos jovens, sem ter de pedir licença".
Nº Páginas: 128
Sinopse:
É sabido que a juventude é o tempo dos grandes ideais, das grandes lutas, mas também do pensamento positivo, das noitadas de copos com os amigos e da inquietação sentimental. Os jovens sul-americanos da década de 1970 não foram exceção. Nestas histórias romanceadas, Luis Sepúlveda relata o passado e os sonhos de uma geração, mas através da lente do amor e dos afetos, assim diluindo as tensões e trazendo a lume, intactas, as paixões avassaladoras e o entusiasmo de uma juventude militante. Com um misto de divertimento e nostalgia, estas páginas farão reviver "o belo sonho de sermos jovens, sem ter de pedir licença".
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em dez anos de crise bancária a classe política portuguesa começou por nacionalizar e garantir bancos falidos; mudou de posição prometendo obrigar os banqueiros e os investidores a pagar pelos seus erros. Mas na fase final, o Governo, a Presidência da República, o Parlamento e o Banco de Portugal acabaram por contornar o passado e obrigaram os contribuintes a assumir de novo praticamente todos os custos. As consequências do regime político que Ricardo Salgado moldou à sua maneira, com o apoio dos outros banqueiros, voltaram a pesar fortemente nos bolsos dos portugueses, que são obrigados a pagar as dívidas deixadas na banca nacional pelo menos durante os próximos 40 anos. Uma história em que nenhum político, regulador ou banqueiro é inocente, mas uns são mais culpados do que outros.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em dez anos de crise bancária a classe política portuguesa começou por nacionalizar e garantir bancos falidos; mudou de posição prometendo obrigar os banqueiros e os investidores a pagar pelos seus erros. Mas na fase final, o Governo, a Presidência da República, o Parlamento e o Banco de Portugal acabaram por contornar o passado e obrigaram os contribuintes a assumir de novo praticamente todos os custos. As consequências do regime político que Ricardo Salgado moldou à sua maneira, com o apoio dos outros banqueiros, voltaram a pesar fortemente nos bolsos dos portugueses, que são obrigados a pagar as dívidas deixadas na banca nacional pelo menos durante os próximos 40 anos. Uma história em que nenhum político, regulador ou banqueiro é inocente, mas uns são mais culpados do que outros.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 416
Sinopse:
É Véspera de Natal. O vento faz rodopiar a neve sobre as ruas de Londres. À porta de uma casa em Angel Lane, uma bebé abandonada, embrulhada numa manta, aguarda a sua sorte… Angel, cujo nome se deve à rua onde é encontrada, parece destinada a ter uma vida miserável. Embora seja acolhida numa casa cheia de amor, um cruel golpe do Destino atira-a novamente para as ruas da cidade, onde todos os dias luta para sobreviver. E agora que o Inverno se aproxima, Angel treme de frio enquanto tenta vender azevinho a quem passa, na esperança de que alguém se compadeça dela. Podia estar mais confortável, pois possui uma joia valiosa - um anel de ouro e rubi que vinha escondido na sua manta de bebé - mas prefere morrer à fome a abdicar do único laço que a prende às suas misteriosas origens … "A Vendedora de Azevinho" marca a aguardada estreia da autora bestseller Dilly Court em Portugal. Um romance pleno de ternura, perfeito para as longas noites de Inverno.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
É Véspera de Natal. O vento faz rodopiar a neve sobre as ruas de Londres. À porta de uma casa em Angel Lane, uma bebé abandonada, embrulhada numa manta, aguarda a sua sorte… Angel, cujo nome se deve à rua onde é encontrada, parece destinada a ter uma vida miserável. Embora seja acolhida numa casa cheia de amor, um cruel golpe do Destino atira-a novamente para as ruas da cidade, onde todos os dias luta para sobreviver. E agora que o Inverno se aproxima, Angel treme de frio enquanto tenta vender azevinho a quem passa, na esperança de que alguém se compadeça dela. Podia estar mais confortável, pois possui uma joia valiosa - um anel de ouro e rubi que vinha escondido na sua manta de bebé - mas prefere morrer à fome a abdicar do único laço que a prende às suas misteriosas origens … "A Vendedora de Azevinho" marca a aguardada estreia da autora bestseller Dilly Court em Portugal. Um romance pleno de ternura, perfeito para as longas noites de Inverno.
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