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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. A poesia de Alberto Caeiro junta a liberdade de composição à novidade de pensamento. A sua incondicional afirmação das sensações como o único modo justo de estar no mundo oferece uma referência de base aos outros autores do universo pessoano, o real e os fictícios, que o consideram o Mestre. Este volume apresenta na íntegra os 49 poemas que compõem "O Guardador de Rebanhos", a obra-prima do suposto pastor e poeta da Natureza, e uma seleção dos poemas que figuram em "O Pastor Amoroso e Poemas Inconjuntos". Coleção "Pessoa breve."
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. A poesia de Alberto Caeiro junta a liberdade de composição à novidade de pensamento. A sua incondicional afirmação das sensações como o único modo justo de estar no mundo oferece uma referência de base aos outros autores do universo pessoano, o real e os fictícios, que o consideram o Mestre. Este volume apresenta na íntegra os 49 poemas que compõem "O Guardador de Rebanhos", a obra-prima do suposto pastor e poeta da Natureza, e uma seleção dos poemas que figuram em "O Pastor Amoroso e Poemas Inconjuntos". Coleção "Pessoa breve."
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Guardamos da poesia medieval a menina que lava alvíssimas camisas nas ondas do mar, os bailes à sombra das árvores em flor e mais meia dúzia de lamentos ao amigo que tarda lá longe. Uma Arcádia onde não sobra espaço ao pecado. Mas o que se esconde por baixo do manto dessa pretensa santidade medieval? Um cortejo de devassos: o adúltero e a prostituta, o pelintra e o pederasta, o sacerdote amancebado e o nobre incestuoso. Victor Correia foi vasculhar os cancioneiros medievais galegoportugueses, seleccionou as melhores cantigas eróticas e compilou-as nesta antologia pioneira que agora nos chega às mãos. Pela primeira vez, estes poemas dispersos são organizados e traduzidos para português contemporâneo, acessível a todos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Guardamos da poesia medieval a menina que lava alvíssimas camisas nas ondas do mar, os bailes à sombra das árvores em flor e mais meia dúzia de lamentos ao amigo que tarda lá longe. Uma Arcádia onde não sobra espaço ao pecado. Mas o que se esconde por baixo do manto dessa pretensa santidade medieval? Um cortejo de devassos: o adúltero e a prostituta, o pelintra e o pederasta, o sacerdote amancebado e o nobre incestuoso. Victor Correia foi vasculhar os cancioneiros medievais galegoportugueses, seleccionou as melhores cantigas eróticas e compilou-as nesta antologia pioneira que agora nos chega às mãos. Pela primeira vez, estes poemas dispersos são organizados e traduzidos para português contemporâneo, acessível a todos.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Aqui se reúne o conjunto completo da sua poesia, representando parte significativa da obra de um artista múltiplo que foi marcante em diversas artes. Recolhem-se nesta segunda edição aumentada, revista pelos manuscritos originais, três caligramas e um poema-carta, e ainda doze poemas inéditos.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Aqui se reúne o conjunto completo da sua poesia, representando parte significativa da obra de um artista múltiplo que foi marcante em diversas artes. Recolhem-se nesta segunda edição aumentada, revista pelos manuscritos originais, três caligramas e um poema-carta, e ainda doze poemas inéditos.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Uma excelente antologia de um dos maiores poetas do século XX, com seleção e tradução de Eugénio de Andrade. O SILÊNCIO Ouve, meu filho, o silêncio. É um silêncio ondulado, um silêncio donde resvalam ecos e vales, e que inclina a fronte para o chão.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Uma excelente antologia de um dos maiores poetas do século XX, com seleção e tradução de Eugénio de Andrade. O SILÊNCIO Ouve, meu filho, o silêncio. É um silêncio ondulado, um silêncio donde resvalam ecos e vales, e que inclina a fronte para o chão.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 80
Sinopse:
As traduções aqui apresentadas foram feitas a partir das versões em inglês de Ezra Pound (Conversas na Corte) e Noel Stock (todas as outras), que por sua vez se basearam na fixação dos textos hieroglíficos em italiano por Boris de Rachewiltz (Liriche Amorose degli Antichi Egizione, Vanni Scheiwiller,Milão, 1957). A primeira edição americana é de 1962 (New Directions, Nova Iorque). Os poemas datam de entre 1567 a.C. e 1085 a.C.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
As traduções aqui apresentadas foram feitas a partir das versões em inglês de Ezra Pound (Conversas na Corte) e Noel Stock (todas as outras), que por sua vez se basearam na fixação dos textos hieroglíficos em italiano por Boris de Rachewiltz (Liriche Amorose degli Antichi Egizione, Vanni Scheiwiller,Milão, 1957). A primeira edição americana é de 1962 (New Directions, Nova Iorque). Os poemas datam de entre 1567 a.C. e 1085 a.C.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Com tradução do poeta Nuno Júdice, um livro que reúne os grandes Poemas de Amor de Pablo Neruda. Natural do Chile, Neruda (1904 - 1973) foi autor de uma vasta obra, tendo a sua escrita influenciado fortemente muitos poetas sul-americanos. Foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura em 1971. À semelhança das suas outras obras, este é um livro por onde perpassa todo um universo de magia e paixão, que sempre caracterizaram a escrita do autor de "Vinte Poemas de Amor" e "Uma Canção Desesperada", ou de "Plenos Poderes".
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Com tradução do poeta Nuno Júdice, um livro que reúne os grandes Poemas de Amor de Pablo Neruda. Natural do Chile, Neruda (1904 - 1973) foi autor de uma vasta obra, tendo a sua escrita influenciado fortemente muitos poetas sul-americanos. Foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura em 1971. À semelhança das suas outras obras, este é um livro por onde perpassa todo um universo de magia e paixão, que sempre caracterizaram a escrita do autor de "Vinte Poemas de Amor" e "Uma Canção Desesperada", ou de "Plenos Poderes".
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Edição: Ago 2007
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Os 34 poemas aqui ditos por Mário Cesariny foram gravados por Vasco Pimental durante o verão de 2006, mantendo-se propositadamente na versão final todos os comentários de poeta recolhidos ao longo das 3 sessões de gravação. Os poemas foram escolhidos por Mário Cesariny a partir dos livros "A Cidade Queimada", "Pena Capital" e "Manual de Prestidigitação".
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Os 34 poemas aqui ditos por Mário Cesariny foram gravados por Vasco Pimental durante o verão de 2006, mantendo-se propositadamente na versão final todos os comentários de poeta recolhidos ao longo das 3 sessões de gravação. Os poemas foram escolhidos por Mário Cesariny a partir dos livros "A Cidade Queimada", "Pena Capital" e "Manual de Prestidigitação".
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A "Antologia Grega", também conhecida como Antologia Palatina, é uma recolha de poemas, sobretudo epigramas, escritos entre o século VII a.C. e o século VI d.C. Tem as suas origens naquela que foi a primeira antologia conhecida na Grécia, uma recolha de epigramas preparada por Meleagro no século I a.C. No prefácio a essa recolha, Meleagro descreve a organização dos poemas como uma grinalda de flores, colocadas em conjunto com unidade e propósito — uma "Antologia", palavra que desde então se tornou corrente para designar uma colecção de trabalhos literários. O trabalho inicial de Meleagro foi sendo continuado ao longo de séculos, por diversos autores e editores, até chegar a conter mais de 4000 poemas, incluindo epitáfios e orações. Recolhem-se neste livro alguns poemas dessa antologia, em versões portuguesas preparadas pelo poeta José Alberto Oliveira a partir de traduções em inglês.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A "Antologia Grega", também conhecida como Antologia Palatina, é uma recolha de poemas, sobretudo epigramas, escritos entre o século VII a.C. e o século VI d.C. Tem as suas origens naquela que foi a primeira antologia conhecida na Grécia, uma recolha de epigramas preparada por Meleagro no século I a.C. No prefácio a essa recolha, Meleagro descreve a organização dos poemas como uma grinalda de flores, colocadas em conjunto com unidade e propósito — uma "Antologia", palavra que desde então se tornou corrente para designar uma colecção de trabalhos literários. O trabalho inicial de Meleagro foi sendo continuado ao longo de séculos, por diversos autores e editores, até chegar a conter mais de 4000 poemas, incluindo epitáfios e orações. Recolhem-se neste livro alguns poemas dessa antologia, em versões portuguesas preparadas pelo poeta José Alberto Oliveira a partir de traduções em inglês.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 760
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Poemas Completos" é o novo título para o livro que passa a reunir a poesia de Herberto Helder. Esta obra segue a fixação empregue na edição anterior, "Ofício Cantante", e inclui já os esgotados "Servidões" - considerado por grande parte da crítica especializada como o livro do ano em 2013 - e "A Morte sem Mestre".
Nº Páginas: 760
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Poemas Completos" é o novo título para o livro que passa a reunir a poesia de Herberto Helder. Esta obra segue a fixação empregue na edição anterior, "Ofício Cantante", e inclui já os esgotados "Servidões" - considerado por grande parte da crítica especializada como o livro do ano em 2013 - e "A Morte sem Mestre".
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Edição: Nov 2007
Nº Páginas: 400
Sinopse:
O Poema do Senhor é um texto religioso Hindu que faz parte do épico Mahabharata. O texto, escrito em sânscrito, relata o diálogo de Krixna com Ardjuna em pleno campo de batalha. Ardjuna, confuso sobre o seu dever, recebe iluminação directamente de Krixna que o instrui na ciência da auto- -realização. Durante este diálogo são referidos pontos importantes da filosofia indiana, que incluía já na época elementos do Bramanismo e do Sankhya. A obra é uma das principais escrituras sagradas da cultura da Índia, e compõe a principal obra da religião Vaishnava, popularmente conhecida como movimento Hare Krishna.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
O Poema do Senhor é um texto religioso Hindu que faz parte do épico Mahabharata. O texto, escrito em sânscrito, relata o diálogo de Krixna com Ardjuna em pleno campo de batalha. Ardjuna, confuso sobre o seu dever, recebe iluminação directamente de Krixna que o instrui na ciência da auto- -realização. Durante este diálogo são referidos pontos importantes da filosofia indiana, que incluía já na época elementos do Bramanismo e do Sankhya. A obra é uma das principais escrituras sagradas da cultura da Índia, e compõe a principal obra da religião Vaishnava, popularmente conhecida como movimento Hare Krishna.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 88
Sinopse:
"O título, "Gedicht an die Dauer" ("Poema à Duração"), indicia já um tema pouco vulgar e implica uma reflexão que, para além de poética e do que se refere à realidade do poeta, não deixa de entrar também no domínio da filosofia. [...] No seu poema, Handke procura indagar em que condições o tempo foi para ele uma sensação de continuidade, algo que não se esgotou num momento, mesmo de felicidade, mas a que lhe foi possível regressar, sempre que condições idênticas, não as mesmas, se verificaram. A duração é, por isso, um produto da sua experiência, um sentimento que se baseia na repetição de certos actos, que assim ganham continuidade e permitem uma identificação do próprio "eu". A duração representa uma comunhão consigo próprio, a descoberta do seu próprio ser [...]." [da introdução de José A. Palma Caetano] Há já muito tempo que pretendo escrever sobre a duração, não um ensaio, uma peça de teatro ou uma história - a duração exige a poesia. Quero interrogar-me num poema, lembrar-me num poema, afirmar e conservar num poema o que é a duração. [...]
Nº Páginas: 88
Sinopse:
"O título, "Gedicht an die Dauer" ("Poema à Duração"), indicia já um tema pouco vulgar e implica uma reflexão que, para além de poética e do que se refere à realidade do poeta, não deixa de entrar também no domínio da filosofia. [...] No seu poema, Handke procura indagar em que condições o tempo foi para ele uma sensação de continuidade, algo que não se esgotou num momento, mesmo de felicidade, mas a que lhe foi possível regressar, sempre que condições idênticas, não as mesmas, se verificaram. A duração é, por isso, um produto da sua experiência, um sentimento que se baseia na repetição de certos actos, que assim ganham continuidade e permitem uma identificação do próprio "eu". A duração representa uma comunhão consigo próprio, a descoberta do seu próprio ser [...]." [da introdução de José A. Palma Caetano] Há já muito tempo que pretendo escrever sobre a duração, não um ensaio, uma peça de teatro ou uma história - a duração exige a poesia. Quero interrogar-me num poema, lembrar-me num poema, afirmar e conservar num poema o que é a duração. [...]
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Editado pela primeira vez em 1979 e esgotado quase de seguida, encontramos neste livro textos biográficos, como o título deixa antever, poeticamente transfigurados por uma das mais seguras e fulgurantes vozes da poesia portuguesa de todos os tempos. O passado, a memória, a experiência constituem esse fundo de irrealidade que, semelhante a um feixe luminoso, aclara este momento de agora, revela como ele é cheio de surpresa, como já se destina à memória e é já essa incontrolável gramática sonhadora.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Editado pela primeira vez em 1979 e esgotado quase de seguida, encontramos neste livro textos biográficos, como o título deixa antever, poeticamente transfigurados por uma das mais seguras e fulgurantes vozes da poesia portuguesa de todos os tempos. O passado, a memória, a experiência constituem esse fundo de irrealidade que, semelhante a um feixe luminoso, aclara este momento de agora, revela como ele é cheio de surpresa, como já se destina à memória e é já essa incontrolável gramática sonhadora.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Este é o mais recente livro de poesia de Manuel Gusmão, e o primeiro que publica na Assírio & Alvim, se excetuarmos o volume de ensaios "Tatuagem & Palimpsesto" e outras colaborações esporádicas. É um livro surpreendente sobre a vida, as imagens, a arte e a sua prática e a confirmação retumbante de estarmos perante um dos grandes poetas portugueses do nosso tempo.O sítio érico e do lado esquerdotem um pequeno caosordenadoum lugar de água que guarda azula luz prisioneira nofundodoreflexo
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Este é o mais recente livro de poesia de Manuel Gusmão, e o primeiro que publica na Assírio & Alvim, se excetuarmos o volume de ensaios "Tatuagem & Palimpsesto" e outras colaborações esporádicas. É um livro surpreendente sobre a vida, as imagens, a arte e a sua prática e a confirmação retumbante de estarmos perante um dos grandes poetas portugueses do nosso tempo.O sítio érico e do lado esquerdotem um pequeno caosordenadoum lugar de água que guarda azula luz prisioneira nofundodoreflexo
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Pela Parte Que me Toca é o mais recente livro de Helder Moura Pereira, uma das vozes mais sólidas e originais da poesia contemporânea portuguesa.Folhagem sobre os pés ou sob os pés,raízes que me cortam a buscade um corpo que deve estar por pertoa fazer coincidir o céu azulcom a vontade de ter ar para si,e cinza, e um olhar de amor.Um peso que não se arrasta, vozsem tempo nenhum, vem péante pé sobre mim e sobre o livroque deixou de ter palavrasmal caiu no meio do ar o desejode esvoaçar no meio da tarde.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Pela Parte Que me Toca é o mais recente livro de Helder Moura Pereira, uma das vozes mais sólidas e originais da poesia contemporânea portuguesa.Folhagem sobre os pés ou sob os pés,raízes que me cortam a buscade um corpo que deve estar por pertoa fazer coincidir o céu azulcom a vontade de ter ar para si,e cinza, e um olhar de amor.Um peso que não se arrasta, vozsem tempo nenhum, vem péante pé sobre mim e sobre o livroque deixou de ter palavrasmal caiu no meio do ar o desejode esvoaçar no meio da tarde.
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Todos conhecemos letras de algumas canções de Sérgio Godinho, que em cada uma das suas composições conta uma pequena história, apanha e amplifica um momento do quotidiano ou da intimidade, ou capta com ironia (e também lirismo e sabedoria) uma porção do espírito do tempo, individual ou coletivo. Neste livro, as letras ou os poemas não darão origem a canções, mas a imagens - as que Sérgio Godinho procurou ativamente, ou que foi registando espontânea e aleatoriamente e que vieram a encontrar a "sua" letra. O diálogo que assim se estabelece entre poemas e fotografias atravessa os temas da viagem, do amor, da memória, da arte, produzindo instantâneos de pessoas, lugares, animais, e de acontecimentos diários ou únicos e irrepetíveis.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Todos conhecemos letras de algumas canções de Sérgio Godinho, que em cada uma das suas composições conta uma pequena história, apanha e amplifica um momento do quotidiano ou da intimidade, ou capta com ironia (e também lirismo e sabedoria) uma porção do espírito do tempo, individual ou coletivo. Neste livro, as letras ou os poemas não darão origem a canções, mas a imagens - as que Sérgio Godinho procurou ativamente, ou que foi registando espontânea e aleatoriamente e que vieram a encontrar a "sua" letra. O diálogo que assim se estabelece entre poemas e fotografias atravessa os temas da viagem, do amor, da memória, da arte, produzindo instantâneos de pessoas, lugares, animais, e de acontecimentos diários ou únicos e irrepetíveis.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Escrito em 1973, este é um livro que permanece extremamente atual e que possui uma indubitável unidade temática: "a do mal-estar de um homem que ao longo da vida, tem pagado caro o preço por ter nascido em Portugal", tal como afirma o próprio Ruy Belo na sua nota introdutória. Estamos pois perante um volume que aborda Portugal como um país real, não mítico ou mitificado, ou então como um país ainda irreal, mas que depois de tornado real, tende a tornar-se impossível. Nas próprias palavras de Ruy Belo: "Portugal, país que só existe em pensamento". O prefácio da presente edição é de Nuno Júdice.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Escrito em 1973, este é um livro que permanece extremamente atual e que possui uma indubitável unidade temática: "a do mal-estar de um homem que ao longo da vida, tem pagado caro o preço por ter nascido em Portugal", tal como afirma o próprio Ruy Belo na sua nota introdutória. Estamos pois perante um volume que aborda Portugal como um país real, não mítico ou mitificado, ou então como um país ainda irreal, mas que depois de tornado real, tende a tornar-se impossível. Nas próprias palavras de Ruy Belo: "Portugal, país que só existe em pensamento". O prefácio da presente edição é de Nuno Júdice.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nesta antologia há muitos poemas que falam de Abril antes de Abril e de Maio antes de Maio, em Praça da Canção, editada em 1964, e em O Canto e as Armas, de 1967.Em "O Canto e as Armas" há, por exemplo, aqueles quatro versos de "Poemarma" que, decerto, anunciam o primeiro comunicado da Revolução:"Que o poema seja microfone e faleuma noite destas de repente às três e talpara que a lua estoire e o sono estalee a gente acorde finalmente em Portugal".Mas, também, em "Lisboa perto e longe", a estrofe que canta, sete anos antes, Lisboa na rua, de cravo vermelho na mão, no Primeiro de Maio de 1974:"Lisboa tem um cravo em cada mãotem camisas que Abril desabotoamas em Maio Lisboa é uma cançãoonde há versos que são cravos vermelhosLisboa que ninguém verá de joelhos."
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Nesta antologia há muitos poemas que falam de Abril antes de Abril e de Maio antes de Maio, em Praça da Canção, editada em 1964, e em O Canto e as Armas, de 1967.Em "O Canto e as Armas" há, por exemplo, aqueles quatro versos de "Poemarma" que, decerto, anunciam o primeiro comunicado da Revolução:"Que o poema seja microfone e faleuma noite destas de repente às três e talpara que a lua estoire e o sono estalee a gente acorde finalmente em Portugal".Mas, também, em "Lisboa perto e longe", a estrofe que canta, sete anos antes, Lisboa na rua, de cravo vermelho na mão, no Primeiro de Maio de 1974:"Lisboa tem um cravo em cada mãotem camisas que Abril desabotoamas em Maio Lisboa é uma cançãoonde há versos que são cravos vermelhosLisboa que ninguém verá de joelhos."
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Vencedor do prestigiado Prémio PT Literatura 2014, no género poesia, com o livro ""Observação do Verão" seguido de "Fogo"", Gastão Cruz é um dos nossos mais notáveis poetas contemporâneos. "Óxido" é o seu mais recente livro de poesia. CORDA Ninguém tem nome: apenas uma escura corda de sons que prende o corpo e deixa queimaduras na pele, esse é o preço de ser nomeado porque o chamamento de cada vez se torna mais ardente até ser casa ou roupa ou outra pele que fere o corpo e finalmente o veste do nome que é o dele
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Vencedor do prestigiado Prémio PT Literatura 2014, no género poesia, com o livro ""Observação do Verão" seguido de "Fogo"", Gastão Cruz é um dos nossos mais notáveis poetas contemporâneos. "Óxido" é o seu mais recente livro de poesia. CORDA Ninguém tem nome: apenas uma escura corda de sons que prende o corpo e deixa queimaduras na pele, esse é o preço de ser nomeado porque o chamamento de cada vez se torna mais ardente até ser casa ou roupa ou outra pele que fere o corpo e finalmente o veste do nome que é o dele
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Viajar é tão-só aprender / a mais devagar saber morrer." pode ler-se neste novo livro de poesia de Luís Filipe Castro Mendes — muito mais do que uma evocação de sentimentos, pessoas ou lugares, trata-se aqui da própria vida, daquilo que é viagem e caminho, do que nos transforma e do que nós transformamos, do acto criador, da escrita, da poesia. Como nos diz o autor, ao longo deste livro o "leitor encontrará muitas alusões, referências e citações encapotadas, às quais não deve ligar demasiado."
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Viajar é tão-só aprender / a mais devagar saber morrer." pode ler-se neste novo livro de poesia de Luís Filipe Castro Mendes — muito mais do que uma evocação de sentimentos, pessoas ou lugares, trata-se aqui da própria vida, daquilo que é viagem e caminho, do que nos transforma e do que nós transformamos, do acto criador, da escrita, da poesia. Como nos diz o autor, ao longo deste livro o "leitor encontrará muitas alusões, referências e citações encapotadas, às quais não deve ligar demasiado."
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 56
Sinopse:
O quarto volume da coleção Obras de Eugénio de Andrade corresponde a "Ostinato Rigore", um dos livros mais marcantes na sua obra poética. Como diz Eduardo Lourenço, no seu admirável texto "Oiro e Melancolia", justamente dedicado a este livro, "A sandália" de Eugénio de Andrade, poeta do instante eterno em que o meio-dia humano se incarna miraculosamente, é menos ostentatória que a de Empédocles. E mais lusitanamente acordada com a essência de uma lírica que, atentando melhor, e contrariamente ao que poderia parecer, inverte menos a sua música profunda de um canto ingénuo da nossa alma galaica, vibrando anónima com a Natureza, do que a potencia magicamente como resposta e refúgio contra o mundo sem inocência que nos coube. É com um breve poema que integra hoje a nossa memória cultural que o poeta de "Ostinato Rigore" se despede do seu "verão", como nós nos despedimos dele colhendo"todo o oiro do dia""na haste mais alta""da melancolia."
Nº Páginas: 56
Sinopse:
O quarto volume da coleção Obras de Eugénio de Andrade corresponde a "Ostinato Rigore", um dos livros mais marcantes na sua obra poética. Como diz Eduardo Lourenço, no seu admirável texto "Oiro e Melancolia", justamente dedicado a este livro, "A sandália" de Eugénio de Andrade, poeta do instante eterno em que o meio-dia humano se incarna miraculosamente, é menos ostentatória que a de Empédocles. E mais lusitanamente acordada com a essência de uma lírica que, atentando melhor, e contrariamente ao que poderia parecer, inverte menos a sua música profunda de um canto ingénuo da nossa alma galaica, vibrando anónima com a Natureza, do que a potencia magicamente como resposta e refúgio contra o mundo sem inocência que nos coube. É com um breve poema que integra hoje a nossa memória cultural que o poeta de "Ostinato Rigore" se despede do seu "verão", como nós nos despedimos dele colhendo"todo o oiro do dia""na haste mais alta""da melancolia."
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Álvaro Mutis (Bogotá, 1923) é o decano dos poetas colombianos vivos e um dos grandes nomes da poesia hispânica contemporânea. "Os Versos do Navegante" é a primeira antologia da sua obra poética editada em Portugal e reúne uma selecção de textos de todos os seus livros de poesia publicados até hoje. Angústia e fatalidade, mas também exuberância e fascínio, são as pedras fundacionais da sua insólita e vital literatura.Selecção e Prólogo de Lauren Mendinueta. Tradução para português de Nuno Júdice. Edição bilingue.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Álvaro Mutis (Bogotá, 1923) é o decano dos poetas colombianos vivos e um dos grandes nomes da poesia hispânica contemporânea. "Os Versos do Navegante" é a primeira antologia da sua obra poética editada em Portugal e reúne uma selecção de textos de todos os seus livros de poesia publicados até hoje. Angústia e fatalidade, mas também exuberância e fascínio, são as pedras fundacionais da sua insólita e vital literatura.Selecção e Prólogo de Lauren Mendinueta. Tradução para português de Nuno Júdice. Edição bilingue.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Variação sobre um velho tema, o tema do homem velho, Os Sulcos da Sede (2001) é um dos livros dos últimos dias de Eugénio de Andrade, que aconteceu ser o último livro que publicou. [...] Mais do que luzes e sombras, a questão, neste último livro, põe-se em termos de sede e de água. Os poemas estão junto da fonte, da fonte da poesia, têm sede, anseiam (“água, água”), morrem perto da fonte à míngua de água, dão de beber à sede, dão a beber a própria sede, as formulações multiplicam-se. Trata-se de uma promessa do inalcançável ou de um suplício de Tântalo? Parecendo sensações contraditórias, são, na verdade, instâncias diferentes: o “eu”, envelhecido, pode muito menos do que dantes, mas os poemas não envelhecem, não perdem faculdades. Eugénio recupera aquela sensação que todos temos, a partir de uma certa idade, a sensação de que somos mais novos do que aquilo que somos." [do prefácio de Pedro Mexia]
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Variação sobre um velho tema, o tema do homem velho, Os Sulcos da Sede (2001) é um dos livros dos últimos dias de Eugénio de Andrade, que aconteceu ser o último livro que publicou. [...] Mais do que luzes e sombras, a questão, neste último livro, põe-se em termos de sede e de água. Os poemas estão junto da fonte, da fonte da poesia, têm sede, anseiam (“água, água”), morrem perto da fonte à míngua de água, dão de beber à sede, dão a beber a própria sede, as formulações multiplicam-se. Trata-se de uma promessa do inalcançável ou de um suplício de Tântalo? Parecendo sensações contraditórias, são, na verdade, instâncias diferentes: o “eu”, envelhecido, pode muito menos do que dantes, mas os poemas não envelhecem, não perdem faculdades. Eugénio recupera aquela sensação que todos temos, a partir de uma certa idade, a sensação de que somos mais novos do que aquilo que somos." [do prefácio de Pedro Mexia]
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Uma obra que reúne os muitos e bons sonetos que Manuel Alegre tem escrito ao longo da sua carreira literária.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Uma obra que reúne os muitos e bons sonetos que Manuel Alegre tem escrito ao longo da sua carreira literária.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Coral é o terceiro livro de poesia de Sophia de Melo Breyner Andresen. Publicado pela primeira vez em 1950, segue-se a Poesia de 1944, em Coimbra e a Dia do Mar, que saíra em Lisboa em 1947.Este novo livro de Sophia retoma e concentra-se naquelas formas poemáticas e naqueles procedimentos e gestos retóricos, estilísticos e prosódicos que, desde o início, contribuíram para a singularização da sua obra poética." (Manuel Gusmão). As edições de Sophia de Mello Breyner Andresen na Assírio & Alvim preservam a antiga grafia.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Coral é o terceiro livro de poesia de Sophia de Melo Breyner Andresen. Publicado pela primeira vez em 1950, segue-se a Poesia de 1944, em Coimbra e a Dia do Mar, que saíra em Lisboa em 1947.Este novo livro de Sophia retoma e concentra-se naquelas formas poemáticas e naqueles procedimentos e gestos retóricos, estilísticos e prosódicos que, desde o início, contribuíram para a singularização da sua obra poética." (Manuel Gusmão). As edições de Sophia de Mello Breyner Andresen na Assírio & Alvim preservam a antiga grafia.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 80
Sinopse:
O terceiro volume da coleção Obras de Eugénio de Andrade reúne os livros "Coração do Dia", publicado pela primeira vez em 1958, e "Mar de Setembro", de 1961. Esta edição respeita escrupulosamente a fixação do texto feita ainda em vida, pelo poeta, e conta com um prefácio do Professor Fernando J.B. Martinho, que nos diz, dos dois conjuntos de poemas que compõem este livro: "A limpidez, a luminosa simplicidade que nos oferta, em ambos estes conjuntos, há que aceitá-la como uma graça de que só a grande poesia é capaz." DESPERTARÉ um pássaro, é uma rosa, é o mar que me acorda? Pássaro ou rosa ou mar, tudo é ardor, tudo é amor. Acordar é ser rosa na rosa, canto na ave, água no mar.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
O terceiro volume da coleção Obras de Eugénio de Andrade reúne os livros "Coração do Dia", publicado pela primeira vez em 1958, e "Mar de Setembro", de 1961. Esta edição respeita escrupulosamente a fixação do texto feita ainda em vida, pelo poeta, e conta com um prefácio do Professor Fernando J.B. Martinho, que nos diz, dos dois conjuntos de poemas que compõem este livro: "A limpidez, a luminosa simplicidade que nos oferta, em ambos estes conjuntos, há que aceitá-la como uma graça de que só a grande poesia é capaz." DESPERTARÉ um pássaro, é uma rosa, é o mar que me acorda? Pássaro ou rosa ou mar, tudo é ardor, tudo é amor. Acordar é ser rosa na rosa, canto na ave, água no mar.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma. Este Fernando Pessoa "impuro e simples" assina com o seu próprio nome uma poesia de ascendência simbolista, que atravessa o período do radicalismo experimental de "Orpheu" (Paulismo, Interseccionismo, Sensacionismo) e se mantém sempre viva, musical e precisa. Os poemas ortónimos são aqui apresentados na sua corrente lírica central, excluindo os relacionados com os universos político e esotérico, que serão objeto de volumes autónomos. Esta seleção inclui alguns dos poemas mais amados de Pessoa — "Ó sino da minha aldeia", "A Ceifeira", "Autopsicografia", "Liberdade" — ao lado de muitas outras composições menos conhecidas. Coleção "Pessoa breve."
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma. Este Fernando Pessoa "impuro e simples" assina com o seu próprio nome uma poesia de ascendência simbolista, que atravessa o período do radicalismo experimental de "Orpheu" (Paulismo, Interseccionismo, Sensacionismo) e se mantém sempre viva, musical e precisa. Os poemas ortónimos são aqui apresentados na sua corrente lírica central, excluindo os relacionados com os universos político e esotérico, que serão objeto de volumes autónomos. Esta seleção inclui alguns dos poemas mais amados de Pessoa — "Ó sino da minha aldeia", "A Ceifeira", "Autopsicografia", "Liberdade" — ao lado de muitas outras composições menos conhecidas. Coleção "Pessoa breve."
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Edição: Mar 2011
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Meu pai falava do odor das alfavacas e eu corria ao dicionário («Planta labiada, semelhante ao manjericão…»), logo decepcionado Imaginava uma vaca primordial depositária de bíblicos segredos capaz de mudar o curso das coisas de ser fundamental, talvez, na minha vida mas nada disso: havia-as de caboclo, de cobra, dos montes, do campo, de cheiro (certamente as do meu pai) e nenhuma referência à cornuda que apascentava a minha imaginação Aprendi assim a desconfiar das palavras e da realidade a ver como ambas nos enganam sem qualquer piedade"
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Meu pai falava do odor das alfavacas e eu corria ao dicionário («Planta labiada, semelhante ao manjericão…»), logo decepcionado Imaginava uma vaca primordial depositária de bíblicos segredos capaz de mudar o curso das coisas de ser fundamental, talvez, na minha vida mas nada disso: havia-as de caboclo, de cobra, dos montes, do campo, de cheiro (certamente as do meu pai) e nenhuma referência à cornuda que apascentava a minha imaginação Aprendi assim a desconfiar das palavras e da realidade a ver como ambas nos enganam sem qualquer piedade"
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"À Luz do Índico", o primeiro livro de poesia de Amélia Vera Jardim, é uma obra iluminada pelas memórias dos tempos vividos em Moçambique, pelas suas cores e cheiros. A revelação de uma nova e original voz poética em língua portuguesa.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"À Luz do Índico", o primeiro livro de poesia de Amélia Vera Jardim, é uma obra iluminada pelas memórias dos tempos vividos em Moçambique, pelas suas cores e cheiros. A revelação de uma nova e original voz poética em língua portuguesa.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Como nos diz Pedro Mexia, no prefácio a este livro, "O mundo que habitamos conhece duas leis: a "bondade inicial" e a "final rejeição". E se o poeta defende "o protesto acima da resignação", a verdade é que o protesto, forma de incredulidade, vai enfraquecendo, enquanto a resignação se vivifica através do amor. E nomeadamente através dos lugares do amor que sempre motivaram a poesia de António Osório: a natureza, as artes, a família, a gratidão. A mulher do poeta já não está com ele, mas continuam as flores que plantou, que deixou. Continua a felicidade da pintura, que preserva viva a figura dos mortos. Continuam os filhos, a quem Osório dedicou odes, elogios, livros inteiros, e os filhos desses filhos, e os netos dos filhos, como a bisneta que representa nestes poemas uma ternura comovida. E continua a poesia, espécie de adágio tumular greco-romano ou de aforismo mágico, dique contra o tempo, pequena consolação daqueles que tentam fazer dos versos "água bastante, perdurável"."
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Como nos diz Pedro Mexia, no prefácio a este livro, "O mundo que habitamos conhece duas leis: a "bondade inicial" e a "final rejeição". E se o poeta defende "o protesto acima da resignação", a verdade é que o protesto, forma de incredulidade, vai enfraquecendo, enquanto a resignação se vivifica através do amor. E nomeadamente através dos lugares do amor que sempre motivaram a poesia de António Osório: a natureza, as artes, a família, a gratidão. A mulher do poeta já não está com ele, mas continuam as flores que plantou, que deixou. Continua a felicidade da pintura, que preserva viva a figura dos mortos. Continuam os filhos, a quem Osório dedicou odes, elogios, livros inteiros, e os filhos desses filhos, e os netos dos filhos, como a bisneta que representa nestes poemas uma ternura comovida. E continua a poesia, espécie de adágio tumular greco-romano ou de aforismo mágico, dique contra o tempo, pequena consolação daqueles que tentam fazer dos versos "água bastante, perdurável"."
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Conjugando numa unidade indivisível a tecedura das tapeçarias quatrocentistas La Dame à la Licorne com uma original interpretação da intriga nelas urdida, Maria Teresa Horta cria uma obra poética que se desdobra por vários cantos - "Arte e Ofício", "As Personagens", "As Tapeçarias", "O Mito", "À mon seul désir", "A Sedução", "Posse" e "A Eternidade" -, numa apaixonante e mágica composição que o modelo gráfico acompanha. Com esta obra complexa, na qual uma sensualidade imanente subjaz ao lirismo com que a tragédia é tecida nos seus 72 poemas, a poetisa dá voz a um fascínio que remonta ao final dos anos 50, em Paris, quando se lhe depararam as tapeçarias numa primeira visita ao Musée de Cluny, actual Musée National du Moyen Âge. Entretanto sujeitas a delicadas operações de restauro, as seis tapeçarias de A Dama e o Unicórnio - "Paladar". "Audição", "Olfacto", "Visão", "Tacto" e a enigmática "À mon seul désir" - foram localizadas em 1841 pelo escritor e arqueólogo Prosper Mérimée, praticamente ao abandono, no castelo de Boussac. George Sand, Balzac, Jean Cocteau, Rilke, Marina Tsvétaïeva e a americana Hilda Doolittle figuram entre os escritores e poetas seduzidos pela que é considerada uma das obras-primas da arte medieval. O presente livro é ainda valorizado por um CD com a cantata profana do compositor António de Sousa Dias sobre a poesia de Maria Teresa Horta dita pela actriz Ana Brandão.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Conjugando numa unidade indivisível a tecedura das tapeçarias quatrocentistas La Dame à la Licorne com uma original interpretação da intriga nelas urdida, Maria Teresa Horta cria uma obra poética que se desdobra por vários cantos - "Arte e Ofício", "As Personagens", "As Tapeçarias", "O Mito", "À mon seul désir", "A Sedução", "Posse" e "A Eternidade" -, numa apaixonante e mágica composição que o modelo gráfico acompanha. Com esta obra complexa, na qual uma sensualidade imanente subjaz ao lirismo com que a tragédia é tecida nos seus 72 poemas, a poetisa dá voz a um fascínio que remonta ao final dos anos 50, em Paris, quando se lhe depararam as tapeçarias numa primeira visita ao Musée de Cluny, actual Musée National du Moyen Âge. Entretanto sujeitas a delicadas operações de restauro, as seis tapeçarias de A Dama e o Unicórnio - "Paladar". "Audição", "Olfacto", "Visão", "Tacto" e a enigmática "À mon seul désir" - foram localizadas em 1841 pelo escritor e arqueólogo Prosper Mérimée, praticamente ao abandono, no castelo de Boussac. George Sand, Balzac, Jean Cocteau, Rilke, Marina Tsvétaïeva e a americana Hilda Doolittle figuram entre os escritores e poetas seduzidos pela que é considerada uma das obras-primas da arte medieval. O presente livro é ainda valorizado por um CD com a cantata profana do compositor António de Sousa Dias sobre a poesia de Maria Teresa Horta dita pela actriz Ana Brandão.
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