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Nº Páginas: 152
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. As odes de Ricardo Reis projetam, à luz dos clássicos gregos e latinos (sobretudo Horácio), o Sensacionismo aprendido com o verso livre de Alberto Caeiro. Embora sejam diametralmente opostos em termos formais, o discípulo segue de modo claro e inequívoco a lição do mestre. Cada ode sua é uma preciosa construção sintática que convoca para o palco da poesia os deuses que animam (segundo a sua visão de classicista) toda a natureza ao nosso redor. Incluem-se aqui as suas odes publicadas, as vinte do Livro Primeiro publicado na revista Athena, em 1924, as oito publicadas na presença e ainda uma seleção das suas outras odes.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. "Observação do Verão" é o mais recente livro de poesia de Gastão Cruz, um dos maiores poetas contemporâneos nacionais.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1972, a presente edição acrescenta, para além da cuidadosa revisão do texto, um magnífico prefácio do poeta António Ramos Rosa, para quem "Obscuro Domínio é mais um belo livro de Eugénio de Andrade, um livro em que se nos deparam belíssimos poemas, e talvez alguns dos mais magníficos de toda a sua obra."
Nº Páginas: 1408
Sinopse:
Acerca da obra de Ruy Cinatti, e sobre as reacções que ela provoca em quem a lê, fala-nos Joana Matos Frias, no prefácio a este livro: "Um murro no gosto [do] público. É com certeza aqui que se encontra a razão da resistência e do fascínio, da fuga e da força, da distância e da intimidade que esta obra parece provocar. Porque é difícil encontrar na poesia portuguesa um poeta como Ruy Cinatti, ao mesmo tempo tão introspectivo e tão inteiramente atento ao exterior: uma consciência infeliz transformada em consciência poética vigilante, um poeta "singularmente repartido entre o céu e a terra", na síntese precisa de Luís Amaro, que soube criar uma obra de dimensão ética e estética, activa e contemplativa, social e pura, realista, neo-realista e surrealista, sem qualquer prejuízo da sua coerência interna. Pelo que à entrada e à saída deste livro, o leitor deverá simplesmente alegrar-se com ele e dizer: ""Sou feliz! Hoje vibra a poesia até ao fim."" A presente edição, organizada e revista por Luis Manuel Gaspar com a colaboração de Joana Matos Frias e Peter Stilwell, reúne toda a poesia publicada em vida do autor. Será posteriormente publicado um segundo volume, onde se reunirá toda a sua poesia póstuma ou inédita.
Nº Páginas: 1264
Sinopse:
Este primeiro volume da Obra Poética de António Ramos Rosa reúne os poemas publicados em livro ou folheto entre 1958 e 1987. A edição foi organizada e revista por Luis Manuel Gaspar, com a colaboração de Agripina Costa Marques e Maria Filipe Ramos Rosa. O posfácio é de Silvina Rodrigues Lopes, e nele podemos ler: "É muito nítida a importância das imagens de árvores e da palavra “árvore” nos poemas de Ramos Rosa. […] Num dado momento ou numa longa maturação, a poesia de Ramos Rosa tornou-se expressão irreconciliável da luz e da sombra, do aqui e do retorno, do sentido e do sem-sentido. Porque as linhas do sem-sentido se cruzam e destecem o poema. […] Ramagens são dispersão, imagens moventes, imagens que se desprendem. Será esse o essencial da poesia de Ramos Rosa: persistir na perplexidade diante do que se apresenta, abanar a árvore das imagens, para que estas se desprendam dos ramos (da ordem) e se alterem, independentemente do sentido, se alterem para que o tecido do poema não seja um muro de palavras."
Nº Páginas: 992
Sinopse:
A presente edição agrupa num único tomo a obra poética da autora, seguindo e atualizando os critérios de fixação de texto adotados nas edições anteriores, graças ao notável trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes de Sousa, que assinam, respetivamente, o prefácio a esta edição, e a Nota de Edição. São aqui incluídos, pela primeira vez, alguns poemas inéditos que integram o espólio da autora, em depósito na Biblioteca Nacional. Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Também recomendado para a Formação de Adultos, como sugestão de leitura - Grau de Dificuldade III.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Neste primeiro volume de poesia reúnem-se os livros O Fervor de Buenos Aires, Lua Defronte, Caderno de San Martín.O Fervor de Buenos Aires, de 1923, foi o primeiro livro de Jorge Luis Borges a ser publicado. Mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, a que se seguiram inúmeros outros.A par da poesia, Borges escreveu ficção - é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve -, crítica e ensaio - género que praticou com grande originalidade e lucidez. A sua obra é como um mise en abîme de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes, e a súmula dos grandes temas universais: o tempo, o "eu e o outro", Deus, o infinito, o sonho.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Artur do Cruzeiro Seixas é agora um homem com o tamanho de cem anos. Cada um dos seus gestos é um século em movimento. Penso nisso em todos os encontros, penso em como os génios sempre independem do tempo e se definem pelo incrível. Na ansiedade de Cruzeiro Seixas, essa imparável pulsão começadora, nada se exclui. Tantas vezes lhe ouvi o protesto contra qualquer existência estúpida, aquela incapaz do sensível e do criativo, aquela incapaz da humanização que a arte e o conhecimento comportam. Para o grande e genial mestre a vida é uma gula que se revela em todas as formas de maravilha, a partir do fascínio ou do susto, a partir do belo e do que se torna belo em seu genuíno tremendismo. A "elogio da sombra" repõe agora os volumes organizados por Isabel Meyrelles e que atónito, há umas décadas, encontrei inéditos na casa do mestre, ainda na carismática casa da Rua da Rosa. Mais adiante, daremos à estampa um quarto volume recolhendo os poemas dispersos. Nesta vasta obra se encontra um surrealismo pleno, a relação mais indomável que ao espírito humano revela sobretudo o que tem de inexplicável e, ainda assim, profundamente necessário. Uma das figuras maiores do surrealismo do mundo, Artur do Cruzeiro Seixas ergue a poesia como "a boca que olha". Tão feita do improvável quanto de presciência. Graça alquímica. A transcendência dos que foram eleitos para ver. Valter Hugo Mãe
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Neste seu mais recente livro de poesia Daniel Jonas regressa ao soneto, num livro desconcertante e surpreendente. Como nos diz o poeta, "Assim no meu soneto aqui gravei / Quem não sou nem fui e menos serei." Jamais tive eu amor senão por ti. Paixões o vento as trouxe e as levou Qual ave migratória que pousou Em temporário ninho onde vivi. Amor, porém, é ave que povoa O coração da gente e nele exulta E ocupa de outra ave mais estulta O coração partido e o perdoa. Mas que fazer, se amor o dei ao vento E sinto o coração ninho vazio E sinto um grão calor e grande frio E amo em oração no meu convento? Eu amo quem amei e me deixou; Não amo quem pousou — só quem voou.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
No mais recente livro de Luís Quintais - uma das vozes mais seguras da nova poesia portuguesa - somos confrontados com um fulgor rítmico magistral e com a visita a alguns dos lugares paradigmáticos na poesia do autor. Vitrificação, estilhaços, riscos, violência e história, "O Vidro" faz alusão a fragmentos de Anna Calvi, António Damásio, Edmond Jabès, Fernando Pessoa, Martin Amis e T.S. Eliot. "Uma linha? Uma linha no poço sem fundo da história. Estrépito de armas ou mistificação plena é tudo o que vejo como quem escuta ou escuto como quem vê."
Nº Páginas: 256
Sinopse:
o sol e as suas flores é uma coletânea de poesia sobre a dor autoabandono honrar as raízes o amor emancipação está dividido em cinco capítulos murchar. cair. criar raízes. crescer. Florir
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Datado de 1995, este livro faz parte da última fase da obra de Eugénio de Andrade. A este propósito, diz-nos Carlos Mendes de Sousa no prefácio à presente edição: "Uma nova paisagem semântica e rítmica é-nos dada a ver […], em concreto nos livros escritos a partir da década de 90. Tematicamente impõe-se a emergência da velhice, a passagem do tempo sobre o corpo, a par de uma visão apaziguada dos dias iluminados pelo brilho da memória, no quadro de um quotidiano referenciável, de uma paisagem claramente reconhecível. Destaca-se ainda uma distinta musicalidade mesmo quando o fim último é o da busca incessante de uma linguagem transparente face à pulsação do real."
Nº Páginas: 568
Sinopse:
Nada há de tão natural no mundo da poesia como o tema do amor. Vasco Graça Moura reúne neste livro 366 poemas que falam de amor - que sofrem e exultam, desencorajam e comovem, entristecem e rejubilam, que falam da alegria e da surpresa do amor. E também da sua melancolia, dos seus nomes raros, da evidência, da sua inevitabilidade. Com esta escolha percorre-se também uma vasta tradição da poesia de todos os tempos, uma arte que nunca poderemos esquecer - e o deslumbramento diante do amor, justamente. A.M. Couto Viana, Al Berto, Alexandre O’Neill, Almeida Garrett, António Osório, António Ramos Rosa, Camilo Pessanha, Carlos de Oliveira, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Cesário Verde, David Mourão-Ferreira, Eugénio de Andrade, Fernando Assis Pacheco, Fernando Pessoa, Gastão Cruz, Jorge de Sena, Louis Aragon, Luís de Camões, Luiza Neto Jorge, Manuel Alegre, Manuel António Pina, Manuel Bandeira, Maria Teresa Horta, Mário Cesariny, Nuno Júdice, Pedro Homem de Mello, Pedro Mexia, Pedro Tamen, Petrarca, Philip Larkin, Rui Knopfli, Ruy Belo, Sá de Miranda, Seamus Heaney, Sophia de Mello Breyner Andresen, Teixeira de Pascoaes, Vinicius de Moraes, Vitorino Nemésio, W.H. Auden, William Shakespeare e muitos outros.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: Este livro reúne a poesia de Paula Tavares publicada nos seus anteriores livros e acrescenta ainda um de originais: Água Selvagem. Curva a tua cabeça, irmã Sobre o horizonte que habitas andaste montes e vales para agora teres o rio só para ti Dorme então entre o som e o mistério.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 176
Sinopse: O que pode um poema, simples artefacto verbal, fazer num mundo obsidiado por imagens, ruído e fúria que pretende normalizar a vigilância e a privatização, inclusive do território dos sonhos? Num mundo caótico, fragmentado e alienante, ser como um fio de prumo, ferramenta que utilizámos para encontrar a verticalidade, a rectidão, o alinhamento correto entre desníveis e desigualdades? Tecida por poemas que remetem para canais de televisão, tecnologia e fenómenos culturais, a obra Fios de Prumo procura poeticamente uma autenticidade no desolado escombro da vida quotidiana. Vida mediada pelas redes sociais, onde a ironia deixa de ser um escudo para se tornar uma encenação compulsiva, e pelos ditames da Inteligência Artificial que nos exorta a delegar a nossa voz a algoritmos que simulam a profundidade sem o gene da reflexão e da justiça.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Eugénia de Vasconcellos é uma autora com uma qualidade rara na poesia portuguesa. A sua poesia é discursiva e envolve-se sem reservas ou receio com a realidade e com o quotidiano. Intensa e irónica, por vezes mordaz, não deixa de ser uma poesia de um lirismo límpido, a roçar o religioso.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Um livro de poesia que denuncia sentimentos, relações, vivências através de palavras, frases, versos. A epígrafe do livro açambarca o conteúdo do livro: Com os meus amigos aprendi que o que dói às aves Não é o serem atingidas, mas que, Uma vez atingidas, O caçador não repare na sua queda Daniel Faria, Poesia
Nº Páginas: 72
Sinopse:
"Publicado em 1962, um ano após "Aquele Grande Rio Eufrates", o livro agora reeditado pela Assírio & Alvim representa, a meu ver, um dos momentos mais coerentes e mais densos da obra de Ruy Belo: composto apenas por uma dezena de textos - sete poemas longos e três mais breves -, o seu desígnio corresponde a uma profunda interrogação do humano na sua relação com este mundo, com os seus enigmas e as suas perplexidades, mas também na busca de um sentido para a nossa presença aqui - uma presença efémera no espaço habitável que pode ser a Terra, onde estamos condenados a viver e onde subsiste sempre o "problema da habitação", num planeta de onde Deus parece ter-se ausentado e onde a maior verdade parece ser a morte."Fernando Pinto do Amaral, no prefácio a este livro.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Nestas trezentas e tantas páginas desvenda-se uma visão do mundo que poetiza todas as coisas. [...] O poeta, ao jeito dos grandes mestres asiáticos, enumera e combina estorninhos e nuvens, cisnes e macieiras, tentando que a transparência mas também a densidade misteriosa da natureza revelem a sua especial sabedoria. [...] É uma súmula da poesia de Jorge Sousa Braga, que vê sempre o lírio que há em todo o delírio." Pedro Mexia, in Público "A poesia de Jorge Sousa Braga ganha muito em ser reunida: ganha a consistência de uma inventividade - também formal - que abre para uma utopia do literário, para uma libertação da palavra que tem muito mais o carácter de um método do que de uma fórmula. A poesia de Jorge Sousa Braga [...] nasce da mais primordial atitude poética: o amor pelas palavras, pelo ilimitado a que elas dão acesso." António Guerreiro, in Expresso
Nº Páginas: 60
Sinopse:
Partindo de uma enigmática personagem de Jacques le Fataliste, de Diderot, este livro de Adília Lopes tem sido, no conjunto da sua obra, um dos mais traduzidos e estudados, em Portugal e no estrangeiro. Agora numa edição para os mais pequenos - e não só - com os desenhos de Pedro Proença.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"O Pobre Tolo", escrito em 1923 e reescrito sete anos mais tarde, sob a designação de "elegia satírica", é, segundo Tolentino de Mendonça, no seu prefácio a esta obra, uma "fantasia ao crepúsculo", um "drama sonhado na ponte de S. Gonçalo". No meio da ponte de S. Gonçalo, em Amarante, tendo, de um lado, a rua do Cuvelo e, do outro, o Largo, entre as duas margens do Tâmega, esse "rio de verdes sombras liquefeitas", encontra-se um pobre tolo que, "parado e pasmado", contempla o rio. "Não vou nem fico, não me decido", afirma, não conseguindo resolver-se quanto ao rumo a tomar. Parece estar condenado a permanecer no mesmo local, convivendo com os fantasmas que passam, discutindo a existência consigo mesmo.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
"O Peso da Sombra" foi publicado pela primeira vez em 1982 e é porventura o livro, no universo da obra de Eugénio de Andrade, onde mais notoriamente se manifesta a melancolia e a aguda consciência da passagem do tempo, com os seus efeitos sobre o corpo. Como nos escreve Paula Morão, no prefácio a esta edição, "O poeta sabe que o regresso pertence ao obscuro domínio da viagem onírica reiterada desde tempos imemoriais, sabe que o retorno pede uma nova partida em direcção ao íntimo nunca decifrado de si mesmo: como uma gruta povoada de ninfas, colossos e mistérios, a literatura sabe que o evanescente só encontra pleno sentido no gesto que faz e repete o poema a cada vez, a cada livro."
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Logo no início deste livro, em jeito de epígrafe ao poema que lhe oferece o título, Jorge Sousa Braga lança o mote: "Para acabar de vez com os direitos humanos / e restaurar os direitos divinos". E ainda assim, recorrendo a um notável discurso poético e a uma ironia mordaz, o poeta transporta-nos do Universo para o particular e da dimensão divina para a dimensão humana que também é, afinal, divina. Constatamos assim que o desfecho de uma grandiosa cosmogonia é a formação de um "ramo de rosas" e que na conclusão de um salmo afirme que "Não foi por mim que tu morreste / embora eu seja capaz de morrer por ti". Um livro surpreendente, este O Novíssimo Testamento e outros poemas, de Jorge Sousa Braga.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O Nome das Coisas" foi publicado pela primeira vez em 1977, pela Moraes Editores. A edição que agora se apresenta mantém a antiga ortografia e obedece à fixação de texto levada a cabo por Carlos Mendes de Sousa e Maria Andresen Sousa Tavares. "O Nome das Coisas", diz-nos Fernando Cabral Martins no prefácio que preparou para esta edição, "[…] parece procurar uma geografia portuguesa e europeia, mas que logo se torna aérea, um espaço misturado de ideias, transmutado em alguma coisa de mais transparente. Desenha uma realidade que serve a uma habitação religiosa do mundo. Num primeiro momento, parece suspender a representação, construindo um mundo à parte. Logo, no entanto, a pregnância da história cria como que pequenas fissuras, e a presença de certas coisas exteriores passageiras e concretas impõe a opacidade e a impureza." SOROR MARIANA — BEJA Cortaram os trigos. Agora A minha solidão vê-se melhor
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 192
Sinopse: As conversas resultantes do programa Mil Vezes Camões emitido pela RTP3 e ainda possível de ser visualizado na RTP Play. Os convidados falam de Camões nas suas mais variadas vertentes, em conversas extremamente informativas e surpreendentes.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 192
Sinopse: As conversas resultantes do programa Mil Vezes Camilo emitido pela RTP3 e ainda possível de ser visualizado na RTP Play. Os convidados falam de Camilo Castelo Branco nas suas mais variadas vertentes, em conversas extremamente informativas e surpreendentes.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Os três heterónimos mais conhecidos de Fernando Pessoa. Três obras completas reunidas pela primeira vez em três volumes que já se tornaram de referência para os estudos pessoanos agora, pela primeira vez, a trilogia ganha novas versões de bolso, nas edições de cantos redondos, com a ortografia actualizada (adequada também para o público escolar), mas com o rigor de sempre. Três novos livros de bolso na Colecção Pessoa, dirigida por Jerónimo Pizarro
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Os três heterónimos mais conhecidos de Fernando Pessoa. Três obras completas reunidas pela primeira vez em três volumes que já se tornaram de referência para os estudos pessoanos agora, pela primeira vez, a trilogia ganha novas versões de bolso, nas edições de cantos redondos, com a ortografia actualizada (adequada também para o público escolar), mas com o rigor de sempre. Três novos livros de bolso na Colecção Pessoa, dirigida por Jerónimo Pizarro
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Os três heterónimos mais conhecidos de Fernando Pessoa. Três obras completas reunidas pela primeira vez em três volumes que já se tornaram de referência para os estudos pessoanos agora, pela primeira vez, a trilogia ganha novas versões de bolso, nas edições de cantos redondos, com a ortografia actualizada (adequada também para o público escolar), mas com o rigor de sempre. Três novos livros de bolso na Colecção Pessoa, dirigida por Jerónimo Pizarro
Nº Páginas: 736
Sinopse:
A obra de Álvaro de Campos está no âmago das vanguardas históricas, da poesia lírica moderna e da obra pessoana, tomada em conjunto. A Álvaro de Campos estão atribuídas as grandes odes sensacionistas, alguns dos maiores poemas lírico-dramáticos da literatura portuguesa e as "Notas para a recordação do meu mestre Caeiro", que deviam acompanhar o primeiro volume das obras reunidas projectadas por Pessoa: os Poemas Completos de Alberto Caeiro. Paradoxalmente, Pessoa atribuiu aos heterónimos e semi-heterónimos as suas principais obras, dando a Campos a "Ode Triunfal", a "Tabacaria" e a hagiografia laica de Caeiro. Campos escreveu ainda cartas e avisos incendiários, deu entrevistas e respondeu a inquéritos, e infiltrou-se na vida e na obra de Pessoa. É como se Álvaro de Campos tivesse surgido para cumprir um desígnio que Fernando Pessoa anunciara em 1915: "Portugal precisa dum indisciplinador."
