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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Novo livro do consagrado autor A.M. Pires Cabral na Colecção de Poesia dirigida por Pedro Mexia. Viola no saco Mil luzes acendi — e a radiosa escuridão prevaleceu intacta. Mil palavras disse — e o silêncio reboou nas longas arcadas sombrias. Mil passadas dei — e o que estava longe não ficou um milímetro mais perto. ... ... ... ... ... ... Conclusão: é tempo de meter, meu caro, a viola no saco.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Novo livro do consagrado autor A.M. Pires Cabral na Colecção de Poesia dirigida por Pedro Mexia. Viola no saco Mil luzes acendi — e a radiosa escuridão prevaleceu intacta. Mil palavras disse — e o silêncio reboou nas longas arcadas sombrias. Mil passadas dei — e o que estava longe não ficou um milímetro mais perto. ... ... ... ... ... ... Conclusão: é tempo de meter, meu caro, a viola no saco.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Mulher a inventar o corpo, a bocacheia de vestígios de pântano, de heras, de lodo, de incomunicabilidade. Mulher segurando a máscara, preparando-se para o esconderijo, para a fácil loucura de já não ser real. Mulher de perfil, tão pendurada, tão sem olhos frontais, provocando-se a própria obra que a inclui, desmotivando-se de tudo o que não for matéria, soltando-se de todos os que a vêem bem. Mulher enchendo-se de bronze, tapando-se com a escultura que ela faráde si mesma.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Mulher a inventar o corpo, a bocacheia de vestígios de pântano, de heras, de lodo, de incomunicabilidade. Mulher segurando a máscara, preparando-se para o esconderijo, para a fácil loucura de já não ser real. Mulher de perfil, tão pendurada, tão sem olhos frontais, provocando-se a própria obra que a inclui, desmotivando-se de tudo o que não for matéria, soltando-se de todos os que a vêem bem. Mulher enchendo-se de bronze, tapando-se com a escultura que ela faráde si mesma.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Este é o mais recente livro de poesia de Gastão Cruz, nome incontornável da poesia portuguesa contemporânea, reconhecido pelos leitores e pela crítica, como o prova a sua recente nomeação como finalista do Prémio Portugal Telecom de Literatura 2012.TW, "Dragon Country"Acreditávamos no tempo quandoo país do dragão era um espectáculode fronteira inviolável, e a angústianão saía de dentro do cenário, e aemoção era um lugar fictício:acreditar notempo o erro mais terrível
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Este é o mais recente livro de poesia de Gastão Cruz, nome incontornável da poesia portuguesa contemporânea, reconhecido pelos leitores e pela crítica, como o prova a sua recente nomeação como finalista do Prémio Portugal Telecom de Literatura 2012.TW, "Dragon Country"Acreditávamos no tempo quandoo país do dragão era um espectáculode fronteira inviolável, e a angústianão saía de dentro do cenário, e aemoção era um lugar fictício:acreditar notempo o erro mais terrível
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Edição: Dez 2010
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Treze poemas em cada livro, treze poemas como treze luas, como os treze poemas do calendário lunar. A lua, esse ser cambiante que muda a sua face de espelho circular. Senhora das marés, astro da fecundidade. Ritmos lunares para dar medida ao tempo, ao tempo poético. Este livro convida-o a ler um poema por dia, ou por semana, ou mês lunar. Depois, pode deixá-lo a repousar numa estante, aberto na ilustração que quiser, que é, nem mais nem menos, a leitura que Joana Rêgo fez das palavras da poeta, para deleite dos nossos olhos e do nosso olhar mais pessoal.
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Treze poemas em cada livro, treze poemas como treze luas, como os treze poemas do calendário lunar. A lua, esse ser cambiante que muda a sua face de espelho circular. Senhora das marés, astro da fecundidade. Ritmos lunares para dar medida ao tempo, ao tempo poético. Este livro convida-o a ler um poema por dia, ou por semana, ou mês lunar. Depois, pode deixá-lo a repousar numa estante, aberto na ilustração que quiser, que é, nem mais nem menos, a leitura que Joana Rêgo fez das palavras da poeta, para deleite dos nossos olhos e do nosso olhar mais pessoal.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Os poemas que Pessoa publicou em revistas e jornais durante a sua vida, aqui integralmente reunidos, constituem um livro de singularidade absoluta no quadro da modernidade poética.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Os poemas que Pessoa publicou em revistas e jornais durante a sua vida, aqui integralmente reunidos, constituem um livro de singularidade absoluta no quadro da modernidade poética.
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Edição: Dez 2009
Nº Páginas: 72
Sinopse:
"Fernando Pessoa - antologia poética" é uma abordagem à obra de um dos mais singulares autores do século passado. Pessoa e os seus heterónimos - que surgem da sua tendência "para a despersonalização e para a simulação", segundo ele próprio - constroem um universo rico em imagens poéticas, começando por uma categórica declaração de intenções: "O poeta é um fingidor". Da sua admiração pelas vanguardas, destacam-se poemas como "Hora absurda" ou "Chuva oblíqua", que vão beber ao intersecionismo, que tanto marcou a sua produção literária. Esta antologia poética completa-se com composições assinadas por Álvaro de Campos, de tipo futurista; Ricardo Reis, de estilo neoclássico; e ainda com o cunho neopaganista que caracteriza Alberto Caeiro, o primeiro dos heterónimos e mestre dos demais. Cada um conta com a sua biografia, rosto, gestos e, inclusivamente, com o seu próprio horóscopo. Estes poemas complementam-se com as "colagens geométricas" de Pedro Proença que, adotando o papel intersecionista do poeta, combina aleatoriamente fundos de cores sobre os quais traça desenhos, tipografias e recortes de revistas da época.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
"Fernando Pessoa - antologia poética" é uma abordagem à obra de um dos mais singulares autores do século passado. Pessoa e os seus heterónimos - que surgem da sua tendência "para a despersonalização e para a simulação", segundo ele próprio - constroem um universo rico em imagens poéticas, começando por uma categórica declaração de intenções: "O poeta é um fingidor". Da sua admiração pelas vanguardas, destacam-se poemas como "Hora absurda" ou "Chuva oblíqua", que vão beber ao intersecionismo, que tanto marcou a sua produção literária. Esta antologia poética completa-se com composições assinadas por Álvaro de Campos, de tipo futurista; Ricardo Reis, de estilo neoclássico; e ainda com o cunho neopaganista que caracteriza Alberto Caeiro, o primeiro dos heterónimos e mestre dos demais. Cada um conta com a sua biografia, rosto, gestos e, inclusivamente, com o seu próprio horóscopo. Estes poemas complementam-se com as "colagens geométricas" de Pedro Proença que, adotando o papel intersecionista do poeta, combina aleatoriamente fundos de cores sobre os quais traça desenhos, tipografias e recortes de revistas da época.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 576
Sinopse:
A PRIMEIRA NOVA EDIÇÃO DO FAUSTO EM 30 ANOS: uma edição crítica que revisita o génio literário de Fernando Pessoa. Uma parte crucial do teatro de Pessoa é a reinvenção da lenda do Fausto, que agora chega à sua primeira edição com aparato crítico, em novo volume da colecção dirigida por Jerónimo Pizarro. Revisitando e propondo datações para as centenas de manuscritos que compõem o Fausto, esta nova edição foi feita a partir do arquivo do poeta: - discute-se a atribuição de cada texto, incluindo-se poemas, fragmentos, planos e listas; - o corpus é apresentado por ordem cronológica, com dezenas de imagens do espólio de Pessoa e vários inéditos em português e em inglês. Fausto é um ser humano lendário que busca um conhecimento quiçá impossível. Mas a verdade é que o Fausto pessoano pode ser entendido de maneiras diversas: como drama inacabado em cinco actos, ou uma obra inacabável e não-linear. Esta nova edição liberta o Fausto da pretensão de uma unidade não atingida, e a obra ressurge enquanto "novo" livro de poemas sobre a busca incessante do conhecimento e seus abismos.
Nº Páginas: 576
Sinopse:
A PRIMEIRA NOVA EDIÇÃO DO FAUSTO EM 30 ANOS: uma edição crítica que revisita o génio literário de Fernando Pessoa. Uma parte crucial do teatro de Pessoa é a reinvenção da lenda do Fausto, que agora chega à sua primeira edição com aparato crítico, em novo volume da colecção dirigida por Jerónimo Pizarro. Revisitando e propondo datações para as centenas de manuscritos que compõem o Fausto, esta nova edição foi feita a partir do arquivo do poeta: - discute-se a atribuição de cada texto, incluindo-se poemas, fragmentos, planos e listas; - o corpus é apresentado por ordem cronológica, com dezenas de imagens do espólio de Pessoa e vários inéditos em português e em inglês. Fausto é um ser humano lendário que busca um conhecimento quiçá impossível. Mas a verdade é que o Fausto pessoano pode ser entendido de maneiras diversas: como drama inacabado em cinco actos, ou uma obra inacabável e não-linear. Esta nova edição liberta o Fausto da pretensão de uma unidade não atingida, e a obra ressurge enquanto "novo" livro de poemas sobre a busca incessante do conhecimento e seus abismos.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 252
Sinopse:
"Eu Sou a Minha Poesia" reúne uma selecção feita por Maria Teresa Horta dos poemas que considera serem os essenciais da sua obra. Um longo percurso poético, iniciado em 1960, que se mantém vivo e cuja actualidade e ousadia a colocam na vanguarda da poesia portuguesa. De cunho marcadamente feminista e erótico, uma poesia de intervenção e desobediência, que dá voz ao imaginário e ao desejo da mulher. Uma obra literária ímpar que é um grito de coragem e uma afirmação de liberdade.
Nº Páginas: 252
Sinopse:
"Eu Sou a Minha Poesia" reúne uma selecção feita por Maria Teresa Horta dos poemas que considera serem os essenciais da sua obra. Um longo percurso poético, iniciado em 1960, que se mantém vivo e cuja actualidade e ousadia a colocam na vanguarda da poesia portuguesa. De cunho marcadamente feminista e erótico, uma poesia de intervenção e desobediência, que dá voz ao imaginário e ao desejo da mulher. Uma obra literária ímpar que é um grito de coragem e uma afirmação de liberdade.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Sem iludir (como nos demais livros não-temáticos) uma unidade essencial, "Estranhezas" desdobra-se por sete capítulos que não encobrem uma continuidade quase vital: "No Espelho", "Paixão", "Da Beleza", "Alteridades", "Tumulto", "Ferocidades" e "À Beira do Abismo". É que se o eu horteano está bem patente no primeiro, segundo e último capítulo, os outros e outras de "Alteridades", "Tumulto" e "Ferocidades" são magníficos desenhos traçados pela mesma mão que escreveu os primeiros. Tudo isto sob o signo da asa. Que a capa de "Dürer" bem afirma, e o poema "A Asa", da contracapa, explana, numa poderosa manifestação do talento de Maria Teresa Horta: - De súbito Dürer... a asa que pintaste há séculos ganha voo com a sua dúctil e indócil beleza
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Sem iludir (como nos demais livros não-temáticos) uma unidade essencial, "Estranhezas" desdobra-se por sete capítulos que não encobrem uma continuidade quase vital: "No Espelho", "Paixão", "Da Beleza", "Alteridades", "Tumulto", "Ferocidades" e "À Beira do Abismo". É que se o eu horteano está bem patente no primeiro, segundo e último capítulo, os outros e outras de "Alteridades", "Tumulto" e "Ferocidades" são magníficos desenhos traçados pela mesma mão que escreveu os primeiros. Tudo isto sob o signo da asa. Que a capa de "Dürer" bem afirma, e o poema "A Asa", da contracapa, explana, numa poderosa manifestação do talento de Maria Teresa Horta: - De súbito Dürer... a asa que pintaste há séculos ganha voo com a sua dúctil e indócil beleza
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Poemas deMário Cesariny e Adolfo Luxúria Canibal ditos por este último, numa edição em parceria com a Fundação Cupertino deMiranda, onde Adolfo Luxúria Canibal interpreta três poemas seus e cinco poemas de Mário Cesariny, acompanhado musicalmente por António Rafael ("pianos, teclados e programações"), Henrique Fernandes ("contrabaixo eléctrico") e Jorge Coelho ("guitarra eléctrica"). Esta edição é enriquecida com fotografias de Nuno Moreira, bem como pela reprodução de algumas obras deMário Cesariny, nomeadamente duas sismofiguras de 1948. Contém um CD com 52‘02"
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Poemas deMário Cesariny e Adolfo Luxúria Canibal ditos por este último, numa edição em parceria com a Fundação Cupertino deMiranda, onde Adolfo Luxúria Canibal interpreta três poemas seus e cinco poemas de Mário Cesariny, acompanhado musicalmente por António Rafael ("pianos, teclados e programações"), Henrique Fernandes ("contrabaixo eléctrico") e Jorge Coelho ("guitarra eléctrica"). Esta edição é enriquecida com fotografias de Nuno Moreira, bem como pela reprodução de algumas obras deMário Cesariny, nomeadamente duas sismofiguras de 1948. Contém um CD com 52‘02"
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Edição: Ago 2009
Nº Páginas: 228
Sinopse:
A publicação deste segundo volume da obra de António Aleixo possibilita um estudo mais aprofundado do que de melhor o poeta nos deixou. Ficam, deste modo, à disposição dos que queiram ou possam fazê-lo mais elementos para a compreensão de um pensamento, tão perfeito na forma como na originalidade do conteúdo, que foi sendo elaborado e expresso espontaneamente em quadras, com inspiração espevitada na convivência com pessoas de mais evoluída cultura, sobretudo nos últimos anos de vida. O improvisador, quase analfabeto e de poucas letras, adquiriu e assimilou, ouvindo, essa cultura por forma singularmente séria e profunda, bastante para impressionar os que o lêem.
Nº Páginas: 228
Sinopse:
A publicação deste segundo volume da obra de António Aleixo possibilita um estudo mais aprofundado do que de melhor o poeta nos deixou. Ficam, deste modo, à disposição dos que queiram ou possam fazê-lo mais elementos para a compreensão de um pensamento, tão perfeito na forma como na originalidade do conteúdo, que foi sendo elaborado e expresso espontaneamente em quadras, com inspiração espevitada na convivência com pessoas de mais evoluída cultura, sobretudo nos últimos anos de vida. O improvisador, quase analfabeto e de poucas letras, adquiriu e assimilou, ouvindo, essa cultura por forma singularmente séria e profunda, bastante para impressionar os que o lêem.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Depois de Bandolim e Manhã, Estar em Casa é o mais recente livro de poesia de Adília Lopes, que completa esta trilogia de forte componente autobiográfica e acompanhada de fotos incluídas pela autora. Agora na sua segunda edição, revista e aumentada. Sou deste lugar como as árvores e as casas
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Depois de Bandolim e Manhã, Estar em Casa é o mais recente livro de poesia de Adília Lopes, que completa esta trilogia de forte componente autobiográfica e acompanhada de fotos incluídas pela autora. Agora na sua segunda edição, revista e aumentada. Sou deste lugar como as árvores e as casas
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Reconhecido unanimemente como um dos grandes poetas portugueses da atualidade, José Tolentino Mendonça regressa aos seus leitores com Estação Central, onde um dos poemas que o integram tem a seguinte epígrafe de Dietrich Bonhoeffer: "Deus é impotente e fraco no mundo, e somente assim está connosco e nos ajuda". Compreende-se por isso que "[-] Deus sendo puro deixa-se consumir / com a paixão insultuosa / dos devassos". Esta ambivalência entre a solidão da humanidade e o maravilhoso mistério que a acompanha perpassa as páginas deste livro. CREDO atribuído a Yossel Rakover Creio no sol, mesmo quando não o vejo Creio no amor, mesmo quando não o abraço Creio em Deus, mesmo quando Deus se cala
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Reconhecido unanimemente como um dos grandes poetas portugueses da atualidade, José Tolentino Mendonça regressa aos seus leitores com Estação Central, onde um dos poemas que o integram tem a seguinte epígrafe de Dietrich Bonhoeffer: "Deus é impotente e fraco no mundo, e somente assim está connosco e nos ajuda". Compreende-se por isso que "[-] Deus sendo puro deixa-se consumir / com a paixão insultuosa / dos devassos". Esta ambivalência entre a solidão da humanidade e o maravilhoso mistério que a acompanha perpassa as páginas deste livro. CREDO atribuído a Yossel Rakover Creio no sol, mesmo quando não o vejo Creio no amor, mesmo quando não o abraço Creio em Deus, mesmo quando Deus se cala
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 72
Sinopse:
O mais recente livro de poesia de Ana Luísa Amaral é um empolgante volume onde se reflecte sobre a literatura e sobre as inquietações do nosso tempo e do nosso quotidiano, e onde surge, com grande fulgor, um diálogo polifónico com Fernando Pessoa e o seu drama em gente. Porque "O lume que as sustenta, / a estas vozes, / é mais de dentro, e eu não o sei dizer".
Nº Páginas: 72
Sinopse:
O mais recente livro de poesia de Ana Luísa Amaral é um empolgante volume onde se reflecte sobre a literatura e sobre as inquietações do nosso tempo e do nosso quotidiano, e onde surge, com grande fulgor, um diálogo polifónico com Fernando Pessoa e o seu drama em gente. Porque "O lume que as sustenta, / a estas vozes, / é mais de dentro, e eu não o sei dizer".
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1974 com o título "Escrita da Terra e Outros Epitáfios", numa edição muito restrita e de pouca circulação, este livro só se tornou conhecido do grande público em 1977, altura em que foi lançada a segunda edição, aumentada com inéditos. De lá para cá as edições seguintes foram sendo depuradas e transformadas pelo poeta, e enriquecidas com novos poemas, tendo o livro estabilizado com o título com que agora se publica. Como nos diz José Bento, magistralmente, "[…] estes poemas são uma busca de despojamento, uma insistência num ostinato rigore localizado e inserto por vezes no quotidiano, num espaço e num tempo que, brotando da infância, irrompe até um presente errante, para o qual o poeta, para no-lo revelar por inteiro, encontra sempre uma palavra única que prende, fere, ilumina, transfigura." O prefácio da presente edição está a cargo de Paula Morão, que nos diz que os "poemas de "Escrita da Terra · Homenagens e Outros Epitáfios" formam um todo orgânico, entre si e na obra de Eugénio. Na verdade, cada texto é celebração e monumento, pulsão vital posta diante do leitor."
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1974 com o título "Escrita da Terra e Outros Epitáfios", numa edição muito restrita e de pouca circulação, este livro só se tornou conhecido do grande público em 1977, altura em que foi lançada a segunda edição, aumentada com inéditos. De lá para cá as edições seguintes foram sendo depuradas e transformadas pelo poeta, e enriquecidas com novos poemas, tendo o livro estabilizado com o título com que agora se publica. Como nos diz José Bento, magistralmente, "[…] estes poemas são uma busca de despojamento, uma insistência num ostinato rigore localizado e inserto por vezes no quotidiano, num espaço e num tempo que, brotando da infância, irrompe até um presente errante, para o qual o poeta, para no-lo revelar por inteiro, encontra sempre uma palavra única que prende, fere, ilumina, transfigura." O prefácio da presente edição está a cargo de Paula Morão, que nos diz que os "poemas de "Escrita da Terra · Homenagens e Outros Epitáfios" formam um todo orgânico, entre si e na obra de Eugénio. Na verdade, cada texto é celebração e monumento, pulsão vital posta diante do leitor."
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 1184
Sinopse:
Epílogo reúne grande parte da obra poética de José Agostinho Baptista, que para esta edição fez alterações importantes aos seus livros e eliminou três deles. Nas palavras do autor: "Talvez a vida das palavras, essa respiração de alguns, esse sopro às vezes tão alto sobre a descoloração dos dias, esse assombro que nos sacode por dentro sem peso nem medida, essa já longa existência de papel estremecido, entre fogo e gelo, entre tudo e nada, talvez essa vida ameaçada pelo verbo tão cioso das suas armas conduza ao excesso e à voragem e então um homem, aquele que escreve, aquele que se atira às chamas e acorda sobre as cinzas, aquele que pensou em silêncio, inclinando a fronte sobre a febril brancura de uma página, povoando-a de sinais puros ou equívocos, de inocências e segredos e enigmas e nostalgias, sempre ao ritmo de um coração fundo, batendo depressa ou batendo devagar, talvez esse homem pare de repente, no meio de uma dor ou de uma insónia e, hesitando ao contemplar a árdua sucessão de décadas e de livros que as atravessam, assuma dúvidas e inquietações e acabe por, bem ou mal, cortar aqui, reduzir ali, alterar ou apagar além, como um jardineiro sábio mas tímido que aperfeiçoasse pela última vez a geometria e as cores do seu jardim." DEDICATÓRIA Este livro é dedicado a essas vagas luzes que anunciavam a alegria, e agora são alguém, um anjo, o caos e, no meio do caos, talvez o jovem doce tempo das tuas mãos. Ainda és tu, coração secreto à deriva pelos dias, o senhor do meu canto. Por ti cheguei e parto. A minha casa é onde estás.
Nº Páginas: 1184
Sinopse:
Epílogo reúne grande parte da obra poética de José Agostinho Baptista, que para esta edição fez alterações importantes aos seus livros e eliminou três deles. Nas palavras do autor: "Talvez a vida das palavras, essa respiração de alguns, esse sopro às vezes tão alto sobre a descoloração dos dias, esse assombro que nos sacode por dentro sem peso nem medida, essa já longa existência de papel estremecido, entre fogo e gelo, entre tudo e nada, talvez essa vida ameaçada pelo verbo tão cioso das suas armas conduza ao excesso e à voragem e então um homem, aquele que escreve, aquele que se atira às chamas e acorda sobre as cinzas, aquele que pensou em silêncio, inclinando a fronte sobre a febril brancura de uma página, povoando-a de sinais puros ou equívocos, de inocências e segredos e enigmas e nostalgias, sempre ao ritmo de um coração fundo, batendo depressa ou batendo devagar, talvez esse homem pare de repente, no meio de uma dor ou de uma insónia e, hesitando ao contemplar a árdua sucessão de décadas e de livros que as atravessam, assuma dúvidas e inquietações e acabe por, bem ou mal, cortar aqui, reduzir ali, alterar ou apagar além, como um jardineiro sábio mas tímido que aperfeiçoasse pela última vez a geometria e as cores do seu jardim." DEDICATÓRIA Este livro é dedicado a essas vagas luzes que anunciavam a alegria, e agora são alguém, um anjo, o caos e, no meio do caos, talvez o jovem doce tempo das tuas mãos. Ainda és tu, coração secreto à deriva pelos dias, o senhor do meu canto. Por ti cheguei e parto. A minha casa é onde estás.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A Eneida, poema épico que descreve os destinos de Eneias e dos troianos que com ele escaparam à queda de Troia, é considerada a obra-prima de Vergílio e um exemplo maior da literatura latina. Esta epopeia narra a longa viagem marítima que a frota de Eneias empreende em busca de uma nova pátria prometida pelos deuses e tantas vezes profetizada. É a história da demanda por um lugar no mundo e da luta pelo direito a habitar a terra das suas vicissitudes e glórias. Dela nasce Roma e um Império que moldará o mundo. Esta nova edição atualiza a tradução do latim realizada por uma equipa de docentes da Faculdade de Letras de Lisboa e devolve ao texto a sua estrutura de poema, com versos numerados para mais fácil leitura e estudo.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A Eneida, poema épico que descreve os destinos de Eneias e dos troianos que com ele escaparam à queda de Troia, é considerada a obra-prima de Vergílio e um exemplo maior da literatura latina. Esta epopeia narra a longa viagem marítima que a frota de Eneias empreende em busca de uma nova pátria prometida pelos deuses e tantas vezes profetizada. É a história da demanda por um lugar no mundo e da luta pelo direito a habitar a terra das suas vicissitudes e glórias. Dela nasce Roma e um Império que moldará o mundo. Esta nova edição atualiza a tradução do latim realizada por uma equipa de docentes da Faculdade de Letras de Lisboa e devolve ao texto a sua estrutura de poema, com versos numerados para mais fácil leitura e estudo.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Excelente formulação para designar aquilo que também entendo dever/poder ser a tradução do poema: uma orquestração de soluções próprias e uma rede funcional de traições, para que o resultado seja, como se costuma dizer e como convém nestes casos, um poema em português. Vasco Graça Moura consegue-o como talvez ninguém o conseguiria hoje em Portugal. Um conjunto notável que veste estes dois ciclos [tardios] de Rilke como uma segunda pele."
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Excelente formulação para designar aquilo que também entendo dever/poder ser a tradução do poema: uma orquestração de soluções próprias e uma rede funcional de traições, para que o resultado seja, como se costuma dizer e como convém nestes casos, um poema em português. Vasco Graça Moura consegue-o como talvez ninguém o conseguiria hoje em Portugal. Um conjunto notável que veste estes dois ciclos [tardios] de Rilke como uma segunda pele."
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1972, "Dual" retoma a obsessão pelo mar, um tema muito frequente na obra da autora. Os poemas deste livro evocam uma luta dramática contra a injustiça, opondo a um real turvo e opaco um outro, idealizado como um espaço claro e transparente. A presente edição respeita a fixação de texto resultante do trabalho de Maria Andresen e Carlos Mendes de Sousa, e conta com um prefácio de Eduardo Lourenço. É respeitada a antiga grafia.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Publicado pela primeira vez em 1972, "Dual" retoma a obsessão pelo mar, um tema muito frequente na obra da autora. Os poemas deste livro evocam uma luta dramática contra a injustiça, opondo a um real turvo e opaco um outro, idealizado como um espaço claro e transparente. A presente edição respeita a fixação de texto resultante do trabalho de Maria Andresen e Carlos Mendes de Sousa, e conta com um prefácio de Eduardo Lourenço. É respeitada a antiga grafia.
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Edição: Abr 2007
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Na poesia de Manuel Alegre — e não apenas naquela que obviamente imprimiu aos seus poemas a sua aura inicial — existe uma consciência profunda do tempo trágico que a título pessoal ou colectivo lhe foi dado viver (...) Porventura o mais dilacerado canto a um país impossível, a um destino colectivamente frustrado e idealmente exemplar, num momento em que o sentido da sua aventura vacila e se perfila diante de muitos portugueses como nebuloso ou mesmo inviável.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Na poesia de Manuel Alegre — e não apenas naquela que obviamente imprimiu aos seus poemas a sua aura inicial — existe uma consciência profunda do tempo trágico que a título pessoal ou colectivo lhe foi dado viver (...) Porventura o mais dilacerado canto a um país impossível, a um destino colectivamente frustrado e idealmente exemplar, num momento em que o sentido da sua aventura vacila e se perfila diante de muitos portugueses como nebuloso ou mesmo inviável.
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Edição: Jun 2007
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Reúnem-se neste volume textos dispersos publicados por Al Berto, sem que tivesse sido nossa intenção proceder a uma recolha exaustiva. Preferimos, na medida do possível, tentar que a selecção de textos obedecesse a um grau de exigência semelhante àquele que o Autor sempre demonstrou nos seus livros, e de que é exemplo o critério por ele adoptado em "O Anjo Mudo".
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Reúnem-se neste volume textos dispersos publicados por Al Berto, sem que tivesse sido nossa intenção proceder a uma recolha exaustiva. Preferimos, na medida do possível, tentar que a selecção de textos obedecesse a um grau de exigência semelhante àquele que o Autor sempre demonstrou nos seus livros, e de que é exemplo o critério por ele adoptado em "O Anjo Mudo".
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Tal como acontece em livros anteriores, os trinta e seis poemas de Os Lugares do Lume [...] propõem uma “unidade poemática” que não desrespeita o “núcleo irradiante” de cada poema. É, desta vez, na luz, na sua natureza ardente, que a escrita encontra o seu tom. Num certo sentido, podia-se até dizer que há uma “monotonia” que a atravessa. Isto é, há uma unidade de tom, o rumor da língua falada, reduzida “às palavras nuas e limpas de um cerimonial arcaico — o da comunicação das necessidades primeiras do corpo e da alma.” (Rosto Precário, p. 49). Em jeito de invocação, o poema que abre o volume, “Dai-me um nome”, inaugura uma preocupação com o fazer poético que irá ecoar ao longo do livro." [do prefácio de Golgona Anghel]
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Tal como acontece em livros anteriores, os trinta e seis poemas de Os Lugares do Lume [...] propõem uma “unidade poemática” que não desrespeita o “núcleo irradiante” de cada poema. É, desta vez, na luz, na sua natureza ardente, que a escrita encontra o seu tom. Num certo sentido, podia-se até dizer que há uma “monotonia” que a atravessa. Isto é, há uma unidade de tom, o rumor da língua falada, reduzida “às palavras nuas e limpas de um cerimonial arcaico — o da comunicação das necessidades primeiras do corpo e da alma.” (Rosto Precário, p. 49). Em jeito de invocação, o poema que abre o volume, “Dai-me um nome”, inaugura uma preocupação com o fazer poético que irá ecoar ao longo do livro." [do prefácio de Golgona Anghel]
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 380
Sinopse:
A antologia poética de Charles Bukowski que faltava em português, uma antologia que recupera a violência graciosa que apenas a poesia consegue concretizar. "Das muitas histórias de que se compõe a incrível biografia de Bukowski, só dez por cento são mentira, como diria Manoel de Barros. E Bukowski em nada contribuiu para desmistificar algumas delas. Pelo contrário. O que sempre lhe interessou foi o tom, a forma, e não a tão implacável como estéril adequação factual. E quando lemos os livros de Bukowski e a sua biografia nada parece inverosímil ou inadequado. Porque se não aconteceu, podia ter acontecido." "Valério Romão, in prefácio" Reunida a partir das várias dezenas de livros de poesia daquele que é considerado o poeta americano mais influente e imitado de sempre, esta antologia poética de Charles Bukowski hoje publicada pela Alfaguara foi seleccionada, organizada e prefaciada pelo escritor Valério Romão. O legado poético de Charles Bukowski, além de implacável, visceral e transgressor, é, antes do mais, incontornável. Em todos os seus escritos, o génio atormentado e marginal de Henry Charles Bukowski, gerador de alguma da poesia mais marcante da literatura contemporânea, comete a proeza de identificar e isolar pontos de luz indefectíveis nos quotidianos mais negros, nas experiências de vida mais sombrias. É inegável a sedução que a autenticidade dos seus poemas exerce sobre nós, leitores e espectadores das entranhas de uma vida como ela também pode ser, admiradores da força da vida, da morte, do sexo. Por isso, Charles Bukowski é, também, mais do que um fenómeno. Charles Bukowski é essencial.
Nº Páginas: 380
Sinopse:
A antologia poética de Charles Bukowski que faltava em português, uma antologia que recupera a violência graciosa que apenas a poesia consegue concretizar. "Das muitas histórias de que se compõe a incrível biografia de Bukowski, só dez por cento são mentira, como diria Manoel de Barros. E Bukowski em nada contribuiu para desmistificar algumas delas. Pelo contrário. O que sempre lhe interessou foi o tom, a forma, e não a tão implacável como estéril adequação factual. E quando lemos os livros de Bukowski e a sua biografia nada parece inverosímil ou inadequado. Porque se não aconteceu, podia ter acontecido." "Valério Romão, in prefácio" Reunida a partir das várias dezenas de livros de poesia daquele que é considerado o poeta americano mais influente e imitado de sempre, esta antologia poética de Charles Bukowski hoje publicada pela Alfaguara foi seleccionada, organizada e prefaciada pelo escritor Valério Romão. O legado poético de Charles Bukowski, além de implacável, visceral e transgressor, é, antes do mais, incontornável. Em todos os seus escritos, o génio atormentado e marginal de Henry Charles Bukowski, gerador de alguma da poesia mais marcante da literatura contemporânea, comete a proeza de identificar e isolar pontos de luz indefectíveis nos quotidianos mais negros, nas experiências de vida mais sombrias. É inegável a sedução que a autenticidade dos seus poemas exerce sobre nós, leitores e espectadores das entranhas de uma vida como ela também pode ser, admiradores da força da vida, da morte, do sexo. Por isso, Charles Bukowski é, também, mais do que um fenómeno. Charles Bukowski é essencial.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Que limbo é este onde Pelo meio da noite às vezes aparecias Mas apenas para desfazer esquecidos silêncios Porque bem sabes ao terceiro Whisky O amor é sempre eterno
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Que limbo é este onde Pelo meio da noite às vezes aparecias Mas apenas para desfazer esquecidos silêncios Porque bem sabes ao terceiro Whisky O amor é sempre eterno
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Kobayashi Issa integra um grupo restrito de poetas japoneses conhecidos como "Os Quatro Grandes da Poesia Haiku", do qual fazem parte Bashô, Buson e Shikki. Analisando quantitativamente a produção de cada um deles, constata-se que Issa foi o mais prolífero, tendo escrito perto de vinte mil haikus, para além de ter ainda deixado um legado enorme sob outros formatos literários (tanka, renga, prosa poética). Dos seus haikus, cerca de dois mil referem-se a animais. Nunca antes, no universo poético nipónico, tal fenómeno tinha acontecido. Issa será muito seguramente o escritor japonês que mais usou as espécies animais como protagonistas da escrita poética. E fê-lo com tanta maestria e encanto que hoje em dia não há, no Japão, adulto ou criança que não saiba de memória um punhado dos seus haikus. dentro do nevoeiro três pinheiros e dois grous marido e mulher
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Kobayashi Issa integra um grupo restrito de poetas japoneses conhecidos como "Os Quatro Grandes da Poesia Haiku", do qual fazem parte Bashô, Buson e Shikki. Analisando quantitativamente a produção de cada um deles, constata-se que Issa foi o mais prolífero, tendo escrito perto de vinte mil haikus, para além de ter ainda deixado um legado enorme sob outros formatos literários (tanka, renga, prosa poética). Dos seus haikus, cerca de dois mil referem-se a animais. Nunca antes, no universo poético nipónico, tal fenómeno tinha acontecido. Issa será muito seguramente o escritor japonês que mais usou as espécies animais como protagonistas da escrita poética. E fê-lo com tanta maestria e encanto que hoje em dia não há, no Japão, adulto ou criança que não saiba de memória um punhado dos seus haikus. dentro do nevoeiro três pinheiros e dois grous marido e mulher
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"As crónicas de "Os Afluentes do Silêncio" constituem uma prova plena dessa capacidade de assimilar e transformar, com imaginação, pessoas, ideias e espaços. São também águas vivas onde se reflecte o rosto de um poeta maior, ao longo de décadas. Sempre fiel às amizades fraternas, mas sensível a beliscaduras; desapegado do poder político, porém interventivo; indiferente a bens materiais, contudo grato pela partilha de poemas, pinturas e canções; cidadão do mundo, sem deixar de ser de Póvoa de Atalaia ou do Porto - Eugénio é tão singular e autêntico quanto a sua obra. O tempo saberá recordar este homem com coração de pássaro."
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"As crónicas de "Os Afluentes do Silêncio" constituem uma prova plena dessa capacidade de assimilar e transformar, com imaginação, pessoas, ideias e espaços. São também águas vivas onde se reflecte o rosto de um poeta maior, ao longo de décadas. Sempre fiel às amizades fraternas, mas sensível a beliscaduras; desapegado do poder político, porém interventivo; indiferente a bens materiais, contudo grato pela partilha de poemas, pinturas e canções; cidadão do mundo, sem deixar de ser de Póvoa de Atalaia ou do Porto - Eugénio é tão singular e autêntico quanto a sua obra. O tempo saberá recordar este homem com coração de pássaro."
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 136
Sinopse:
A actualizaçãode um mito clássico numa favela do Rio de Janeiro, uma ode à contribuição da cultura africana para o Brasil. Um texto lírico e apaixonante que ainda hoje emociona o Brasil. É a primeira vez que ORFEU DA CONCEIÇÃO tem uma edição portuguesa.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
A actualizaçãode um mito clássico numa favela do Rio de Janeiro, uma ode à contribuição da cultura africana para o Brasil. Um texto lírico e apaixonante que ainda hoje emociona o Brasil. É a primeira vez que ORFEU DA CONCEIÇÃO tem uma edição portuguesa.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 72
Sinopse:
O quotidiano de amores reencontrados e perdidos, de recordações como apoio da vida, da aprendizagem de novos lugares e de novas sensações, das perdas que se enraízam na nossa pele e nos ajudam a sobreviver, são alguns dos temas destes poemas que também inspiraram os seus anteriores livros de poesia, bem como o espectáculo Toda a Cidade Ardia, recentemente levado à cena no Teatro Aberto.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
O quotidiano de amores reencontrados e perdidos, de recordações como apoio da vida, da aprendizagem de novos lugares e de novas sensações, das perdas que se enraízam na nossa pele e nos ajudam a sobreviver, são alguns dos temas destes poemas que também inspiraram os seus anteriores livros de poesia, bem como o espectáculo Toda a Cidade Ardia, recentemente levado à cena no Teatro Aberto.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1994, diz-nos Gil de Carvalho sobre o que nos é oferecido neste livro, em crítica publicada na revista Colóquio-Letras, que "[...] são poemas do ofício, quando outros aqui, seus que também são, serão mais poemas da oficina; dentro daquela tão estranha e contínua felicidade - e fidelidade: o trabalho de fazer os versos, que absolutamente ninguém consegue mais, hoje, entre nós, exercer assim. É fluir, transitório, em alteração e medida firme". O prefácio da presente edição é assinado por Gastão Cruz.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1994, diz-nos Gil de Carvalho sobre o que nos é oferecido neste livro, em crítica publicada na revista Colóquio-Letras, que "[...] são poemas do ofício, quando outros aqui, seus que também são, serão mais poemas da oficina; dentro daquela tão estranha e contínua felicidade - e fidelidade: o trabalho de fazer os versos, que absolutamente ninguém consegue mais, hoje, entre nós, exercer assim. É fluir, transitório, em alteração e medida firme". O prefácio da presente edição é assinado por Gastão Cruz.
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