1490 produtos
Ordenar por:
1490 produtos
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Os antigos persas debatiam as questões políticas duas vezes: uma bêbedos e outra sóbrios. Os vikings acreditavam que o hidromel era a fonte da poesia. A punição asteca para a embriaguez era o estrangulamento público. E os londrinos do século XVIII viram-se obrigados a comprar gin a um gato mecânico. Ao longo da História, cada civilização encontrou uma forma de celebrar, ou de controlar, a eterna tendência humana para se enfrascar. Em quase todas as culturas do mundo há bebidas alcoólicas, e onde há álcool há bebedeira. Mas em cada época e em cada lugar a embriaguez é um pouco diferente. Pode ser de cariz religioso ou sexual. Pode ser o dever dos reis ou o alívio dos camponeses. Pode ser uma oferenda aos antepassados ou uma forma de assinalar o fim de um dia de trabalho. Pode levar uma pessoa a dormir ou prepará-la para combater. Fazendo paragens pelo mundo, a Breve História da Bebedeira celebra a paixão que a humanidade tem pelo álcool, desde os nossos antepassados primatas até aos refratários à Lei Seca americana, respondendo a todas as perguntas possíveis ao longo do caminho: o que é que as pessoas bebiam? Quanto? Quem é que bebia? Entre as muitas razões possíveis, porquê? Ficará maravilhado com a forma como os gregos ficavam grossos e os sumérios apanhavam bebedeiras de caixão à cova
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Os antigos persas debatiam as questões políticas duas vezes: uma bêbedos e outra sóbrios. Os vikings acreditavam que o hidromel era a fonte da poesia. A punição asteca para a embriaguez era o estrangulamento público. E os londrinos do século XVIII viram-se obrigados a comprar gin a um gato mecânico. Ao longo da História, cada civilização encontrou uma forma de celebrar, ou de controlar, a eterna tendência humana para se enfrascar. Em quase todas as culturas do mundo há bebidas alcoólicas, e onde há álcool há bebedeira. Mas em cada época e em cada lugar a embriaguez é um pouco diferente. Pode ser de cariz religioso ou sexual. Pode ser o dever dos reis ou o alívio dos camponeses. Pode ser uma oferenda aos antepassados ou uma forma de assinalar o fim de um dia de trabalho. Pode levar uma pessoa a dormir ou prepará-la para combater. Fazendo paragens pelo mundo, a Breve História da Bebedeira celebra a paixão que a humanidade tem pelo álcool, desde os nossos antepassados primatas até aos refratários à Lei Seca americana, respondendo a todas as perguntas possíveis ao longo do caminho: o que é que as pessoas bebiam? Quanto? Quem é que bebia? Entre as muitas razões possíveis, porquê? Ficará maravilhado com a forma como os gregos ficavam grossos e os sumérios apanhavam bebedeiras de caixão à cova
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/breve-historia-da-bebedeira-de-mark-forsyth-8176053');
});">
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Não existe um momento do mundo alheio ao conflito, um momento em que a guerra não faça parte da cultura: carregamo-la no nosso passado e a sua sombra está, sempre, projetada no nosso futuro, como uma ameaça. Mas o que é a guerra para quem nunca a viveu? De onde vem o manancial de imagens e relatos que alimentam e formatam o nosso conhecimento do fenómeno? Serão imparciais? Ou obedecem a determinados códigos? Neste ensaio, analisando exemplos de várias artes - literatura, artes plásticas ou cinema -, Antonio Monegal tenta definir uma ética da representação da guerra capaz de fazer justiça ao indizível.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Não existe um momento do mundo alheio ao conflito, um momento em que a guerra não faça parte da cultura: carregamo-la no nosso passado e a sua sombra está, sempre, projetada no nosso futuro, como uma ameaça. Mas o que é a guerra para quem nunca a viveu? De onde vem o manancial de imagens e relatos que alimentam e formatam o nosso conhecimento do fenómeno? Serão imparciais? Ou obedecem a determinados códigos? Neste ensaio, analisando exemplos de várias artes - literatura, artes plásticas ou cinema -, Antonio Monegal tenta definir uma ética da representação da guerra capaz de fazer justiça ao indizível.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-silencio-da-guerra-de-antonio-monegal-8368362');
});">
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
7 de outubro de 2023 tornou-se uma das datas mais devastadoras da história contemporânea de Israel. Nesse sábado negro, a brutalidade e a escala do ataque do Hamas chocaram Israel e o mundo. Mas a indignação generalizada durou pouco. Ainda os cadáveres não tinham sido todos sepultados, já o massacre era relativizado, contextualizado, apesar das imagens de violência extrema captadas pelos próprios autores da chacina, das provas encontradas nos telemóveis das vítimas e dos testemunhos angustiantes dos sobreviventes. A dimensão do terror que o Hamas lançara no sul de Israel era evidente e comprovada por várias fontes, porém, depressa se ouviram muitas vozes a tentar justificar o injustificável. Resultado de uma reportagem de várias semanas no terreno, esta é a história do 7 de outubro contada por aqueles que o viveram e lhe sobreviveram. Um testemunho contra o esquecimento.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
7 de outubro de 2023 tornou-se uma das datas mais devastadoras da história contemporânea de Israel. Nesse sábado negro, a brutalidade e a escala do ataque do Hamas chocaram Israel e o mundo. Mas a indignação generalizada durou pouco. Ainda os cadáveres não tinham sido todos sepultados, já o massacre era relativizado, contextualizado, apesar das imagens de violência extrema captadas pelos próprios autores da chacina, das provas encontradas nos telemóveis das vítimas e dos testemunhos angustiantes dos sobreviventes. A dimensão do terror que o Hamas lançara no sul de Israel era evidente e comprovada por várias fontes, porém, depressa se ouviram muitas vozes a tentar justificar o injustificável. Resultado de uma reportagem de várias semanas no terreno, esta é a história do 7 de outubro contada por aqueles que o viveram e lhe sobreviveram. Um testemunho contra o esquecimento.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-dia-que-mudou-israel-de-helena-ferro-de-gouveia-o-massacre-do-hamas-contado-pelos-sobreviventes-8161161');
});">
Edição: Ago 2024
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A comida, assim como as suas histórias, ensinam-nos muito sobre a evolução humana. A formação das sociedades, os seus hábitos e as suas crenças, todos são moldados pela maneira como nos alimentamos. E vice-versa. "À Mesa Não Se Envelhece" aborda as origens de pratos icónicos, utensílios de mesa e costumes alimentares, explorando a sua evolução ao longo do tempo. Nestas páginas, descobrimos como as diferentes culturas influenciaram e foram influenciadas pela comida, desde as contribuições de Leonardo da Vinci para a cozinha moderna até aos paralelismos entre pratos portugueses e receitas de países distantes. São reveladas as histórias por trás de alimentos tão comuns como o arroz, o tomate e o bacalhau, pelos quais se travaram guerras e moldaram religiões. Como é que as pessoas viviam? · Como é que produziam e guardavam os seus alimentos? · Como é que o fizeram em momentos de guerra, doença ou catástrofes naturais? · Quem inventou o esparguete? · Onde nasceu a feijoada? · Porque usamos garfos e colheres? · Como surgiram as boas maneiras à mesa? · Onde foi o primeiro restaurante?
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A comida, assim como as suas histórias, ensinam-nos muito sobre a evolução humana. A formação das sociedades, os seus hábitos e as suas crenças, todos são moldados pela maneira como nos alimentamos. E vice-versa. "À Mesa Não Se Envelhece" aborda as origens de pratos icónicos, utensílios de mesa e costumes alimentares, explorando a sua evolução ao longo do tempo. Nestas páginas, descobrimos como as diferentes culturas influenciaram e foram influenciadas pela comida, desde as contribuições de Leonardo da Vinci para a cozinha moderna até aos paralelismos entre pratos portugueses e receitas de países distantes. São reveladas as histórias por trás de alimentos tão comuns como o arroz, o tomate e o bacalhau, pelos quais se travaram guerras e moldaram religiões. Como é que as pessoas viviam? · Como é que produziam e guardavam os seus alimentos? · Como é que o fizeram em momentos de guerra, doença ou catástrofes naturais? · Quem inventou o esparguete? · Onde nasceu a feijoada? · Porque usamos garfos e colheres? · Como surgiram as boas maneiras à mesa? · Onde foi o primeiro restaurante?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-mesa-nao-se-envelhece-de-bernardo-gaivao-as-deliciosas-historias-da-nossa-comida-8145425');
});">
Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Uma ponte aérea constituída por 905 voos de companhias nacionais e estrangeiras fez desembarcar em Lisboa, na segunda metade de 1975, milhares de famílias de refugiados de Angola, incapazes de suportar a perseguição, a instabilidade e o conflito entre as facções que disputavam o poder nas vésperas da independência. Perante a ocupação das suas casas, a apropriação dos seus bens, as ameaças físicas e os confrontos diários em todo o território, só lhes restava uma saída: esquecer toda uma vida e fugir. Eram portugueses, mas muitos nunca haviam estado em Portugal, onde o povo pouco ou nada sabia sobre as tragédias e os perigos que tinham vivido em África. E para o Governo, a braços com as réplicas do 25 de Abril, os retornados não eram uma prioridade.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Uma ponte aérea constituída por 905 voos de companhias nacionais e estrangeiras fez desembarcar em Lisboa, na segunda metade de 1975, milhares de famílias de refugiados de Angola, incapazes de suportar a perseguição, a instabilidade e o conflito entre as facções que disputavam o poder nas vésperas da independência. Perante a ocupação das suas casas, a apropriação dos seus bens, as ameaças físicas e os confrontos diários em todo o território, só lhes restava uma saída: esquecer toda uma vida e fugir. Eram portugueses, mas muitos nunca haviam estado em Portugal, onde o povo pouco ou nada sabia sobre as tragédias e os perigos que tinham vivido em África. E para o Governo, a braços com as réplicas do 25 de Abril, os retornados não eram uma prioridade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/s-o-s-angola-os-dias-da-ponte-aerea-de-rita-garcia-8147916');
});">
Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um guia indispensável para entender o conflito entre Israel e a Palestina e como (ainda) podemos encontrar uma solução para a paz. Os horrores de 7 de outubro de 2023 e os que se seguiram surpreenderam o mundo, mas o conflito israelo-palestiniano não começou nesse famigerado dia. Também não teve início em 1967, quando Israel ocupou a Cisjordânia, nem em 1948, quando o Estado de Israel foi declarado: tudo começou em 1882, quando os primeiros colonos sionistas chegaram à então Palestina otomana. Em Israel vs. Palestina, o consagrado historiador Ilan Pappé relata, de forma concisa e rigorosa, uma cronologia nascida dos equívocos da comunidade internacional e que é, há mais de um século, constantemente marcada por tensão, atrocidades e resistência.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Um guia indispensável para entender o conflito entre Israel e a Palestina e como (ainda) podemos encontrar uma solução para a paz. Os horrores de 7 de outubro de 2023 e os que se seguiram surpreenderam o mundo, mas o conflito israelo-palestiniano não começou nesse famigerado dia. Também não teve início em 1967, quando Israel ocupou a Cisjordânia, nem em 1948, quando o Estado de Israel foi declarado: tudo começou em 1882, quando os primeiros colonos sionistas chegaram à então Palestina otomana. Em Israel vs. Palestina, o consagrado historiador Ilan Pappé relata, de forma concisa e rigorosa, uma cronologia nascida dos equívocos da comunidade internacional e que é, há mais de um século, constantemente marcada por tensão, atrocidades e resistência.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/israel-vs-palestina-a-mais-breve-historia-do-conflito-de-ilan-pappe-8251679');
});">
Edição: Jan 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Ex líder israelita partilha o seu conhecimento profundo, fundamental para as novas gerações de líderes na política, nos negócios e na nobre missão de construir um mundo mais seguro, mais justo e em paz. Em 1934, Shimon Peres, com 11 anos, abandonou a Polónia com destino a Israel, deixando para trás muitos familiares que viriam a ser vítimas do Holocausto. Na época, seria impossível prever que aquele jovem rapaz viria a ser uma das grandes personalidades da política mundial do século XX. Foi Presidente, primeiro-ministro, ministro dos Negócios Estrangeiros, entre outras pastas, tendo sido decisivo para o fortalecimento do poder militar, nuclear e político do Estado de Israel. Neste livro, terminado semanas antes da sua morte, Peres olha para os momentos cruciais da história de Israel, como decisor e como testemunha privilegiada. Não há sonhos impossíveis cobre diversas décadas e eventos, não tanto relatando o que aconteceu, mas sim porque aconteceu. Shimon Peres mostra de que matéria são feitos os grandes líderes, como tomar decisões difíceis em momentos de incerteza e instabilidade, o desafio entre os princípios e as políticas e o papel determinante da imaginação e da inovação. "Acredito na Paz. Acredito na luta de Shimon Peres. Acredito que a Paz se faz com vontade de fazer e não de desfazer, com diálogo e não com arrogância - de qualquer dos que a devem construir -, com espírito paciente, mas inspirador." - Marcelo Rebelo de Sousa, in Prefácio
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Ex líder israelita partilha o seu conhecimento profundo, fundamental para as novas gerações de líderes na política, nos negócios e na nobre missão de construir um mundo mais seguro, mais justo e em paz. Em 1934, Shimon Peres, com 11 anos, abandonou a Polónia com destino a Israel, deixando para trás muitos familiares que viriam a ser vítimas do Holocausto. Na época, seria impossível prever que aquele jovem rapaz viria a ser uma das grandes personalidades da política mundial do século XX. Foi Presidente, primeiro-ministro, ministro dos Negócios Estrangeiros, entre outras pastas, tendo sido decisivo para o fortalecimento do poder militar, nuclear e político do Estado de Israel. Neste livro, terminado semanas antes da sua morte, Peres olha para os momentos cruciais da história de Israel, como decisor e como testemunha privilegiada. Não há sonhos impossíveis cobre diversas décadas e eventos, não tanto relatando o que aconteceu, mas sim porque aconteceu. Shimon Peres mostra de que matéria são feitos os grandes líderes, como tomar decisões difíceis em momentos de incerteza e instabilidade, o desafio entre os princípios e as políticas e o papel determinante da imaginação e da inovação. "Acredito na Paz. Acredito na luta de Shimon Peres. Acredito que a Paz se faz com vontade de fazer e não de desfazer, com diálogo e não com arrogância - de qualquer dos que a devem construir -, com espírito paciente, mas inspirador." - Marcelo Rebelo de Sousa, in Prefácio
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/nao-ha-sonhos-impossiveis-de-shimon-peres-8243484');
});">
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
“Um livro extraordinário, que nos ajuda a compreender a complexidade do presente com um vasto conhecimento do passado.” GERMANO ALMEIDA JORNALISTA E ANALISTA DE POLÍTICA INTERNACIONAL As origens e o futuro de um país constantemente dividido e adiado A INVASÃO ISRAELITA DE OUTUBRO DE 2024 NÃO É NOVIDADE PARA O POVO DO LÍBANO: O TERRITÓRIO É DISPUTADO DESDE HÁ MILÉNIOS. Pela região que é hoje conhecida como Líbano passaram fenícios, assírios, persas, gregos, romanos, bizantinos, turcos otomanos, franceses…Estes povos costuraram uma história rica e uma identidade cultural única, que chegou a dar ao país o rótulo de “Suíça do Médio Oriente”, numa promessa que ficou sempre por cumprir. O final da Segunda Guerra Mundial, primeiro, e a chegada de refugiados sírios e palestinianos, depois, ressuscitaram o sonho de uma nação árabe, mas ali surgiu também o Hezbollah, um Estado dentro do Estado que viria a ser o rastilho de sucessivos conflitos. Território de montanhas e belezas naturais oníricas, o Líbano é hoje um país dividido por credos e fações como nenhum outro, que o levou a aprender a ser de todos – só ainda não aprendeu a ser de si próprio, nem nunca sentiu o sabor da paz social.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
“Um livro extraordinário, que nos ajuda a compreender a complexidade do presente com um vasto conhecimento do passado.” GERMANO ALMEIDA JORNALISTA E ANALISTA DE POLÍTICA INTERNACIONAL As origens e o futuro de um país constantemente dividido e adiado A INVASÃO ISRAELITA DE OUTUBRO DE 2024 NÃO É NOVIDADE PARA O POVO DO LÍBANO: O TERRITÓRIO É DISPUTADO DESDE HÁ MILÉNIOS. Pela região que é hoje conhecida como Líbano passaram fenícios, assírios, persas, gregos, romanos, bizantinos, turcos otomanos, franceses…Estes povos costuraram uma história rica e uma identidade cultural única, que chegou a dar ao país o rótulo de “Suíça do Médio Oriente”, numa promessa que ficou sempre por cumprir. O final da Segunda Guerra Mundial, primeiro, e a chegada de refugiados sírios e palestinianos, depois, ressuscitaram o sonho de uma nação árabe, mas ali surgiu também o Hezbollah, um Estado dentro do Estado que viria a ser o rastilho de sucessivos conflitos. Território de montanhas e belezas naturais oníricas, o Líbano é hoje um país dividido por credos e fações como nenhum outro, que o levou a aprender a ser de todos – só ainda não aprendeu a ser de si próprio, nem nunca sentiu o sabor da paz social.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-mais-breve-historia-do-libano-de-catarina-maldonado-vasconcelos-as-origens-e-o-futuro-de-um-pais-constantemente-dividido-e-adiado-8392706');
});">
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Na península ibérica do século XII, dois homens protagonizam uma nova história do cerco de Lisboa: Afonso Henriques e Abu'l Qasim Ahmad Ibn Qasi. D. Afonso Henriques é uma das mais míticas figuras da História de Portugal. Porém, quanto do que tendemos a saber ou pensar sobre ele é real, e quanto é mito? Azzam, autor de O Regresso de D. Sebastião volta a olhar um episódio emblemático da nossa história, o cerco de Lisboa, com uma sagacidade invulgar, própria de alguém que vê de fora, um historiador que, sem descurar a versão veiculada ao longo de muitas décadas, quer, sobretudo, procurar a perspetiva do outro, o lugar mais desconhecido, a conciliação de teses, aparentemente, antagónicas. E é aqui chegados que deparamos com Abu'l Qasim Ahmad ibn Qasi, o rebelde místico. Ibn Qasi, líder sufi aliado de Afonso Henriques que reinou sobre Mértola e Silves, era muçulmano e chamavam-lhe profeta, revoltou-se contra a liderança de Almóada e procurou no rei uma aliança com os cristãos. Foi o prenúncio da sua morte. De que forma estes dois homens, por meio do seu breve encontro, marcaram a época da Reconquista e têm outra história para contar? Tendo como ponto central o cerco de Lisboa, em 1147, símbolo primeiro de um Portugal independente, Azzam faz um novo retrato da influência muçulmana na Península Ibérica, desconstruindo o mito do invasor. Porque, entre os mundos católico e islâmico, há, talvez, um espaço de não contado que tem de ser conhecido, para percebermos, realmente, onde e como nasceu Portugal.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Na península ibérica do século XII, dois homens protagonizam uma nova história do cerco de Lisboa: Afonso Henriques e Abu'l Qasim Ahmad Ibn Qasi. D. Afonso Henriques é uma das mais míticas figuras da História de Portugal. Porém, quanto do que tendemos a saber ou pensar sobre ele é real, e quanto é mito? Azzam, autor de O Regresso de D. Sebastião volta a olhar um episódio emblemático da nossa história, o cerco de Lisboa, com uma sagacidade invulgar, própria de alguém que vê de fora, um historiador que, sem descurar a versão veiculada ao longo de muitas décadas, quer, sobretudo, procurar a perspetiva do outro, o lugar mais desconhecido, a conciliação de teses, aparentemente, antagónicas. E é aqui chegados que deparamos com Abu'l Qasim Ahmad ibn Qasi, o rebelde místico. Ibn Qasi, líder sufi aliado de Afonso Henriques que reinou sobre Mértola e Silves, era muçulmano e chamavam-lhe profeta, revoltou-se contra a liderança de Almóada e procurou no rei uma aliança com os cristãos. Foi o prenúncio da sua morte. De que forma estes dois homens, por meio do seu breve encontro, marcaram a época da Reconquista e têm outra história para contar? Tendo como ponto central o cerco de Lisboa, em 1147, símbolo primeiro de um Portugal independente, Azzam faz um novo retrato da influência muçulmana na Península Ibérica, desconstruindo o mito do invasor. Porque, entre os mundos católico e islâmico, há, talvez, um espaço de não contado que tem de ser conhecido, para percebermos, realmente, onde e como nasceu Portugal.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/d-afonso-henriques-e-o-rebelde-mistico-de-a-r-azzam-uma-nova-historia-do-cerco-de-lisboa-8391844');
});">
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma brilhante reflexão sobre a liberdade — o que é, como tem sido mal interpretada, e porque é a nossa única hipótese de sobrevivência — pelo aclamado historiador da Universidade de Yale e autor do bestseller mundial Sobre a Tirania. Timothy Snyder é considerado "o principal estudioso dos nossos tempos sombrios." Como historiador surpreendeu-nos com novas interpretações de colapsos políticos passados e de assassínios em massa. Como figura pública, aplicou esse conhecimento histórico para dar conselhos e fazer previsões, assim combatendo o autoritarismo onde quer que ele exista no presente. O seu livro Sobre a Tirania inspirou milhões de pessoas a lutarem pela liberdade. Agora, neste tour de force da filosofia política, ajuda-nos a ver aquilo por que estamos exatamente a lutar. A liberdade é o grande compromisso ocidental, mas, como argumenta Snyder, perdemos de vista o seu significado — e isso está a conduzir-nos à crise. Demasiados de nós olham para a liberdade como a ausência de poder do Estado: pensamos que somos livres se pudermos fazer e dizer o que quisermos, e se nos protegermos da ação do Governo. No entanto, a verdadeira liberdade não é tanto a "liberdade (libertação) de", mas a "liberdade para" — liberdade para prosperar, liberdade para correr riscos com vista a futuros escolhidos por nós se trabalharmos em conjunto por eles. Daí que a liberdade seja o valor que torna possíveis todos os outros valores. Da Liberdade proporciona-nos uma estimulante viagem intelectual. Baseando-se no trabalho de filósofos e dissidentes políticos, e em conversas com pensadores contemporâneos sobre as suas próprias experiências de amadurecimento numa época atípica, Snyder identifica as práticas e atitudes — os hábitos mentais — que nos permitirão vislumbrar um governo com o qual nós e as gerações futuras possamos prosperar. Passamos a apreciar a importância das tradições (defendidas pela direita), mas também o papel das instituições (favorecidas pela esquerda). Íntimo e ambicioso, este livro procura forjar um novo consenso assente numa política de abundância, generosidade e bondade.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Uma brilhante reflexão sobre a liberdade — o que é, como tem sido mal interpretada, e porque é a nossa única hipótese de sobrevivência — pelo aclamado historiador da Universidade de Yale e autor do bestseller mundial Sobre a Tirania. Timothy Snyder é considerado "o principal estudioso dos nossos tempos sombrios." Como historiador surpreendeu-nos com novas interpretações de colapsos políticos passados e de assassínios em massa. Como figura pública, aplicou esse conhecimento histórico para dar conselhos e fazer previsões, assim combatendo o autoritarismo onde quer que ele exista no presente. O seu livro Sobre a Tirania inspirou milhões de pessoas a lutarem pela liberdade. Agora, neste tour de force da filosofia política, ajuda-nos a ver aquilo por que estamos exatamente a lutar. A liberdade é o grande compromisso ocidental, mas, como argumenta Snyder, perdemos de vista o seu significado — e isso está a conduzir-nos à crise. Demasiados de nós olham para a liberdade como a ausência de poder do Estado: pensamos que somos livres se pudermos fazer e dizer o que quisermos, e se nos protegermos da ação do Governo. No entanto, a verdadeira liberdade não é tanto a "liberdade (libertação) de", mas a "liberdade para" — liberdade para prosperar, liberdade para correr riscos com vista a futuros escolhidos por nós se trabalharmos em conjunto por eles. Daí que a liberdade seja o valor que torna possíveis todos os outros valores. Da Liberdade proporciona-nos uma estimulante viagem intelectual. Baseando-se no trabalho de filósofos e dissidentes políticos, e em conversas com pensadores contemporâneos sobre as suas próprias experiências de amadurecimento numa época atípica, Snyder identifica as práticas e atitudes — os hábitos mentais — que nos permitirão vislumbrar um governo com o qual nós e as gerações futuras possamos prosperar. Passamos a apreciar a importância das tradições (defendidas pela direita), mas também o papel das instituições (favorecidas pela esquerda). Íntimo e ambicioso, este livro procura forjar um novo consenso assente numa política de abundância, generosidade e bondade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/da-liberdade-de-timothy-snyder-8389634');
});">
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Do Mediterrâneo à China, esta obra analisa dez grandes impérios, abarcando o Império Novo do Egito
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Do Mediterrâneo à China, esta obra analisa dez grandes impérios, abarcando o Império Novo do Egito
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/os-grandes-imperios-da-antiguidade-de-thomas-harrisson-8198097');
});">
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As grandes descobertas oficiais - como as das Caraíbas por Colombo, da Índia por Vasco da Gama ou do Brasil por Álvares Cabral - foram precedidas de numerosas viagens secretas de portugueses que estudaram sistemas de ventos e de correntes e mapearam ilhas e costas, num conjunto de informações que foi tratado como segredo de Estado. Ainda que secretos, porém, esses conhecimentos contribuíram para os paradoxos que os mapas do mundo dos séculos XV e XVI deixam transparecer. Alguns contêm muito mais dados do que os registos dos cronistas ao serviço dos monarcas da época
Nº Páginas: 184
Sinopse:
As grandes descobertas oficiais - como as das Caraíbas por Colombo, da Índia por Vasco da Gama ou do Brasil por Álvares Cabral - foram precedidas de numerosas viagens secretas de portugueses que estudaram sistemas de ventos e de correntes e mapearam ilhas e costas, num conjunto de informações que foi tratado como segredo de Estado. Ainda que secretos, porém, esses conhecimentos contribuíram para os paradoxos que os mapas do mundo dos séculos XV e XVI deixam transparecer. Alguns contêm muito mais dados do que os registos dos cronistas ao serviço dos monarcas da época
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-poder-dos-mapas-de-jose-gomes-ferreira-uma-explicacao-dos-paradoxos-na-cartografia-mundial-dos-seculos-xv-e-xvi-8203781');
});">
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 584
Sinopse:
A história da Segunda Guerra através de mais de 250 mapas originais e acessíveis. Martin Gilbert apresenta graficamente a história política, militar, económica e social do conflito de 1939-1945. Ao longo de mais de 250 mapas esclarecedores, o conceituado historiador analisa os principais acontecimentos do conflito mundial desde a invasão alemã da Polónia em setembro de 1939 à derrota do Japão em agosto de 1945. Os mapas abordam pormenorizadamente uma série de factos históricos, dos mais conhecidos do grande público até aos planos que nunca chegaram a ser postos em prática. Entre outros acontecimentos em análise, destacam-se a queda da França; as campanhas militares, navais e aéreas em todas as frentes; os desembarques na Normandia; os bombardeamentos de várias cidades europeias e o impacto do conflito nos civis; os campos de concentração e de trabalhos forçados e os campos de prisioneiros de guerra na Europa, nas Américas e no Extremo Oriente; as vertentes económicas e sociais da guerra; e o pós-guerra.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
A história da Segunda Guerra através de mais de 250 mapas originais e acessíveis. Martin Gilbert apresenta graficamente a história política, militar, económica e social do conflito de 1939-1945. Ao longo de mais de 250 mapas esclarecedores, o conceituado historiador analisa os principais acontecimentos do conflito mundial desde a invasão alemã da Polónia em setembro de 1939 à derrota do Japão em agosto de 1945. Os mapas abordam pormenorizadamente uma série de factos históricos, dos mais conhecidos do grande público até aos planos que nunca chegaram a ser postos em prática. Entre outros acontecimentos em análise, destacam-se a queda da França; as campanhas militares, navais e aéreas em todas as frentes; os desembarques na Normandia; os bombardeamentos de várias cidades europeias e o impacto do conflito nos civis; os campos de concentração e de trabalhos forçados e os campos de prisioneiros de guerra na Europa, nas Américas e no Extremo Oriente; as vertentes económicas e sociais da guerra; e o pós-guerra.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/atlas-historico-da-ii-guerra-mundial-de-martin-gilbert-a-historia-completa-do-conflito-em-mapas-8366273');
});">
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Durante milénios, a humanidade procurou compreender e transmitir às gerações futuras não apenas os modos de viver a vida, mas também o significado e o propósito da nossa existência, tal como declinados pela arte, pela arquitetura, pela religião e pela filosofia. Da cidade perdida de Nefertiti às peças teatrais de Wole Soyinka
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Durante milénios, a humanidade procurou compreender e transmitir às gerações futuras não apenas os modos de viver a vida, mas também o significado e o propósito da nossa existência, tal como declinados pela arte, pela arquitetura, pela religião e pela filosofia. Da cidade perdida de Nefertiti às peças teatrais de Wole Soyinka
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/cultura-uma-nova-historia-do-mundo-de-martin-puchner-8199933');
});">
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Eventos bélicos de grande dimensão, como a Primeira Guerra Mundial, a Guerra Civil de Espanha ou a Segunda Guerra Mundial, e a ascensão de regimes autoritários na Europa obrigaram milhões de pessoas a sair dos seus países e a procurar acolhimento noutros estados. Apesar de ser um país periférico e de pequena dimensão, Portugal teve um papel central na história dos refugiados durante o século XX. No entanto, as reações e atitudes dos governos e da população portuguesa foram diferentes consoante o regime vigente (Monarquia Constitucional, Primeira República, Ditadura Militar e Estado Novo), o contexto internacional ou a composição das vagas de refugiados. Privilegiando sobretudo a ordem e a segurança, Portugal mostrou-se recetivo e acolhedor quando entendeu que os refugiados não representavam perigo, mas manteve uma postura mais intransigente, restritiva e repressiva sempre que considerou os refugiados uma ameaça para o regime e o país. Neste olhar para um passado mais atual do que nunca, os historiadores Carolina Henriques Pereira e Fábio Alexandre Faria mostram-nos como Portugal, entre as décadas de 1900 e 1970, foi porto de esperança para milhares de deslocados de guerra e refugiados, embora nem sempre com hospitalidade generalizada.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Eventos bélicos de grande dimensão, como a Primeira Guerra Mundial, a Guerra Civil de Espanha ou a Segunda Guerra Mundial, e a ascensão de regimes autoritários na Europa obrigaram milhões de pessoas a sair dos seus países e a procurar acolhimento noutros estados. Apesar de ser um país periférico e de pequena dimensão, Portugal teve um papel central na história dos refugiados durante o século XX. No entanto, as reações e atitudes dos governos e da população portuguesa foram diferentes consoante o regime vigente (Monarquia Constitucional, Primeira República, Ditadura Militar e Estado Novo), o contexto internacional ou a composição das vagas de refugiados. Privilegiando sobretudo a ordem e a segurança, Portugal mostrou-se recetivo e acolhedor quando entendeu que os refugiados não representavam perigo, mas manteve uma postura mais intransigente, restritiva e repressiva sempre que considerou os refugiados uma ameaça para o regime e o país. Neste olhar para um passado mais atual do que nunca, os historiadores Carolina Henriques Pereira e Fábio Alexandre Faria mostram-nos como Portugal, entre as décadas de 1900 e 1970, foi porto de esperança para milhares de deslocados de guerra e refugiados, embora nem sempre com hospitalidade generalizada.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/refugiados-em-portugal-no-seculo-xx-de-fabio-alexandre-faria-e-carolina-henriques-pereira-entre-a-hospitalidade-e-a-intransigencia-8166840');
});">
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Ao contrário de outros livros sobre a Segunda Guerra Mundial, Olivier Wieviorka não se limita a abordar somente as operações militares. O historiador, especialista em Segunda Guerra Mundial, estuda todas as frentes de batalha: a Europa, como é evidente, mas também o teatro de operações da Ásia-Pacífico (tantas vezes descurado, sobretudo no que diz respeito à China), o Norte de África e ainda o Médio-Oriente. Interessa-se igualmente pelos diversos atores (canadianos, australianos, indianos), mas cobre nesta obra multidimensional outros domínios fundamentais para compreender estas grandes batalhas como: o estratégico, o ideológico, o económico, o logístico, o diplomático, o geopolítico. Não esquecendo ainda a história social e memorial, habitualmente tratada como parente pobre. Fruto de anos de investigação, este livro é um relato rigoroso. Uma narrativa viva, poderosa e empolgante que mostra até que ponto este terrível conflito foi realmente mundial e total. Uma obra que se empenha em relatar, compreender e explicar, fazendo sua a exigência avançada por Albert Camus em O Homem Revoltado: "Poderíamos supor que uma época que, em cinquenta anos, desenraíza, escraviza e mata setenta milhões de seres humanos deve somente, e antes de mais nada, ser julgada. Mas é preciso primeiro compreender a sua culpabilidade." Prémio Livro de História Contemporânea de 2024, atribuído pela associação francesa Lire la Société.
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Ao contrário de outros livros sobre a Segunda Guerra Mundial, Olivier Wieviorka não se limita a abordar somente as operações militares. O historiador, especialista em Segunda Guerra Mundial, estuda todas as frentes de batalha: a Europa, como é evidente, mas também o teatro de operações da Ásia-Pacífico (tantas vezes descurado, sobretudo no que diz respeito à China), o Norte de África e ainda o Médio-Oriente. Interessa-se igualmente pelos diversos atores (canadianos, australianos, indianos), mas cobre nesta obra multidimensional outros domínios fundamentais para compreender estas grandes batalhas como: o estratégico, o ideológico, o económico, o logístico, o diplomático, o geopolítico. Não esquecendo ainda a história social e memorial, habitualmente tratada como parente pobre. Fruto de anos de investigação, este livro é um relato rigoroso. Uma narrativa viva, poderosa e empolgante que mostra até que ponto este terrível conflito foi realmente mundial e total. Uma obra que se empenha em relatar, compreender e explicar, fazendo sua a exigência avançada por Albert Camus em O Homem Revoltado: "Poderíamos supor que uma época que, em cinquenta anos, desenraíza, escraviza e mata setenta milhões de seres humanos deve somente, e antes de mais nada, ser julgada. Mas é preciso primeiro compreender a sua culpabilidade." Prémio Livro de História Contemporânea de 2024, atribuído pela associação francesa Lire la Société.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/historia-total-da-segunda-guerra-mundial-de-olivier-wieviorka-8196624');
});">
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Uma investigação feita ao longo dos anos, nos mais variados pontos do globo, em regiões tão diversas como a Ásia, a África, a América do Sul, a Australásia, a Melanésia e também a Europa. Harvey Whitehouse visitou centros arqueológicos, laboratórios de imagiologia do cérebro, laboratórios de psicologia e esteve no centro dos mais terríveis conflitos do planeta e de grupos de extremistas. Herança é uma análise do modo como o conformismo, a religiosidade e o tribalismo estão a levar o comportamento humano por um caminho perigoso. Criados pela seleção natural e modelados por milhares de anos de evolução cultural, estes vieses culturais catalisaram as maiores transformações na história humana. Explicando os mecanismos das tribos dos nossos dias, entre as quais se contam as células terroristas e as agências de publicidade predatórias, Harvey Whitehouse mostra como, ao ficarmos sem os alicerces culturais que nos permitiam controlar os nossos vieses, estamos a perder o controlo do mundo que construímos.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Uma investigação feita ao longo dos anos, nos mais variados pontos do globo, em regiões tão diversas como a Ásia, a África, a América do Sul, a Australásia, a Melanésia e também a Europa. Harvey Whitehouse visitou centros arqueológicos, laboratórios de imagiologia do cérebro, laboratórios de psicologia e esteve no centro dos mais terríveis conflitos do planeta e de grupos de extremistas. Herança é uma análise do modo como o conformismo, a religiosidade e o tribalismo estão a levar o comportamento humano por um caminho perigoso. Criados pela seleção natural e modelados por milhares de anos de evolução cultural, estes vieses culturais catalisaram as maiores transformações na história humana. Explicando os mecanismos das tribos dos nossos dias, entre as quais se contam as células terroristas e as agências de publicidade predatórias, Harvey Whitehouse mostra como, ao ficarmos sem os alicerces culturais que nos permitiam controlar os nossos vieses, estamos a perder o controlo do mundo que construímos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/heranca-de-harvey-whitehouse-a-origem-evolutiva-do-mundo-moderno-8387493');
});">
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Que podemos aprender com a queda do Império Romano para compreendermos o declínio do ocidente? Um livro provocador e necessário, que traz luz sobre o passado, o presente e o futuro do mundo. Nos últimos três séculos, o Ocidente tornou-se a força global dominante. Porém, no início deste novo século, a História, como sempre, encontrou uma forma de se reescrever. Confrontado com estagnação económica, divisões políticas e um retrocesso demográfico, o Ocidente parece estar em queda. Se observarmos a ascensão e o declínio cada vez mais acentuado, encontramos, claramente, semelhanças com vários momentos da História em que a ordem global sofreu, também, drásticas alterações. Basta pensar no Império Romano, que teve um percurso semelhante, do auge do poder inebriante à destruição total, para percebermos que nesta comparação há mais do que apenas uma coincidência histórica. Em Porque Caem os Impérios, o historiador Peter Heather e o economista John Rapley partem do grande arco do Império Romano para repensar o Ocidente contemporâneo, revisitando o passado e perspetivando o futuro. De 399 a 1999, emerge uma evidência: os impérios plantaram as sementes das suas próprias destruições. Que forças periféricas afetam, hoje, a hegemonia ocidental? O futuro do Ocidente dependerá das escolhas políticas e económicas que se fizerem nos anos cruciais que se avizinham.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Que podemos aprender com a queda do Império Romano para compreendermos o declínio do ocidente? Um livro provocador e necessário, que traz luz sobre o passado, o presente e o futuro do mundo. Nos últimos três séculos, o Ocidente tornou-se a força global dominante. Porém, no início deste novo século, a História, como sempre, encontrou uma forma de se reescrever. Confrontado com estagnação económica, divisões políticas e um retrocesso demográfico, o Ocidente parece estar em queda. Se observarmos a ascensão e o declínio cada vez mais acentuado, encontramos, claramente, semelhanças com vários momentos da História em que a ordem global sofreu, também, drásticas alterações. Basta pensar no Império Romano, que teve um percurso semelhante, do auge do poder inebriante à destruição total, para percebermos que nesta comparação há mais do que apenas uma coincidência histórica. Em Porque Caem os Impérios, o historiador Peter Heather e o economista John Rapley partem do grande arco do Império Romano para repensar o Ocidente contemporâneo, revisitando o passado e perspetivando o futuro. De 399 a 1999, emerge uma evidência: os impérios plantaram as sementes das suas próprias destruições. Que forças periféricas afetam, hoje, a hegemonia ocidental? O futuro do Ocidente dependerá das escolhas políticas e económicas que se fizerem nos anos cruciais que se avizinham.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/porque-caem-os-imperios-de-peter-heather-e-john-rapley-o-imperio-romano-os-estados-unidos-da-america-e-o-futuro-do-ocidente-8166752');
});">
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Nascido nos escombros de um Sul inconformado com a derrota na Guerra Civil Americana, tornou-se um verdadeiro movimento de massas na década de 1920 e ganhou um novo ímpeto cerca de 40 anos mais tarde, em plena era dos Direitos Civis nos Estados Unidos. Tanto as ações como o número de membros do grupo diminuíram drasticamente desde então - mas o poder simbólico do KKK, enquanto marca do terror da supremacia branca, permanece intacto. Com base em 20 anos de pesquisa, este livro procura desmistificar uma das organizações mais violentas, temidas e mal compreendidas da história, ao mesmo tempo que analisa a forma como os novos grupos racistas dos Estados Unidos se relacionam com o peso do seu legado. No mundo polarizado em que vivemos, o mito do KKK é muito mais perigoso do que a sua realidade.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Nascido nos escombros de um Sul inconformado com a derrota na Guerra Civil Americana, tornou-se um verdadeiro movimento de massas na década de 1920 e ganhou um novo ímpeto cerca de 40 anos mais tarde, em plena era dos Direitos Civis nos Estados Unidos. Tanto as ações como o número de membros do grupo diminuíram drasticamente desde então - mas o poder simbólico do KKK, enquanto marca do terror da supremacia branca, permanece intacto. Com base em 20 anos de pesquisa, este livro procura desmistificar uma das organizações mais violentas, temidas e mal compreendidas da história, ao mesmo tempo que analisa a forma como os novos grupos racistas dos Estados Unidos se relacionam com o peso do seu legado. No mundo polarizado em que vivemos, o mito do KKK é muito mais perigoso do que a sua realidade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/ku-klux-klan-uma-historia-americana-de-kristofer-allerfeldt-8173911');
});">
Edição: Set 2024
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Alexandra Marques regressa com um livro sobre uma das páginas mais negras do Portugal contemporâneo - o processo de descolonização de Angola e de Moçambique. Um relato que vem, por fim, contar a verdade chocante sobre o que aconteceu aos portugueses das ex-colónias. Se deixar África foi um trauma para os portugueses radicados em Angola e Moçambique, que razões o ditaram? O que aconteceu nessas duas maiores colónias portuguesas que impulsionou a sua saída? Que promessas fizeram os decisores militares e políticos do pós-25 de Abril e quais ficaram por cumprir? Que diplomas de expropriação e cerceamento de direitos vigentes foram criados? Que retrato socioeconómico de Angola traçou o então ministro da Economia, Vasco Vieira de Almeida? O que foi feito para que pudessem salvar parte das poupanças? Como se processou a fuga até aos pontos de embarque? Como se vivia no campo de refugiados de Nova Lisboa, equiparado a um campo nazi por um capitão do MFA? Como foi a epopeia dos aportados a Portugal em traineiras e dos que se acolheram na África do Sul? O que fizeram as autoridades pelos portugueses que estavam nas prisões dos Movimentos armados? E se não houve uma guerra civil em Moçambique antes da independência, por que partiram quase todos os portugueses? O que foi negociado nas reuniões secretas entre Melo Antunes e a delegação da Frelimo na capital da Tanzânia, antes do Acordo de Lusaca? O que aconteceu em Lourenço Marques no dia 7 de Setembro de 1974 e no massacre de brancos em 21 de Outubro? Que legislação emitiu o Governo de Transição e o Alto-Comissário, Vítor Crespo? E o que se passava nos campos de reeducação da Frelimo, para onde tantos portugueses foram levados?
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Alexandra Marques regressa com um livro sobre uma das páginas mais negras do Portugal contemporâneo - o processo de descolonização de Angola e de Moçambique. Um relato que vem, por fim, contar a verdade chocante sobre o que aconteceu aos portugueses das ex-colónias. Se deixar África foi um trauma para os portugueses radicados em Angola e Moçambique, que razões o ditaram? O que aconteceu nessas duas maiores colónias portuguesas que impulsionou a sua saída? Que promessas fizeram os decisores militares e políticos do pós-25 de Abril e quais ficaram por cumprir? Que diplomas de expropriação e cerceamento de direitos vigentes foram criados? Que retrato socioeconómico de Angola traçou o então ministro da Economia, Vasco Vieira de Almeida? O que foi feito para que pudessem salvar parte das poupanças? Como se processou a fuga até aos pontos de embarque? Como se vivia no campo de refugiados de Nova Lisboa, equiparado a um campo nazi por um capitão do MFA? Como foi a epopeia dos aportados a Portugal em traineiras e dos que se acolheram na África do Sul? O que fizeram as autoridades pelos portugueses que estavam nas prisões dos Movimentos armados? E se não houve uma guerra civil em Moçambique antes da independência, por que partiram quase todos os portugueses? O que foi negociado nas reuniões secretas entre Melo Antunes e a delegação da Frelimo na capital da Tanzânia, antes do Acordo de Lusaca? O que aconteceu em Lourenço Marques no dia 7 de Setembro de 1974 e no massacre de brancos em 21 de Outubro? Que legislação emitiu o Governo de Transição e o Alto-Comissário, Vítor Crespo? E o que se passava nos campos de reeducação da Frelimo, para onde tantos portugueses foram levados?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/deixar-africa-de-alexandra-marques-8145446');
});">
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A história ignorada dos portugueses que combateram os exércitos nazis em França Uma investigação inédita com documentos exclusivos Este livro é um contributo para que se faça alguma justiça à memória dos portugueses que, nos tempos de trevas e de barbárie da 2º guerra mundial, se sacrificaram, maioritariamente até à morte, pela liberdade – a da França, a da Europa e a nossa própria. Nele o jornalista José Manuel Barata-Feyo, após uma longa investigação, recupera a história dos voluntários portugueses que integraram o exército francês depois da declaração de guerra da França à Alemanha, a 3 de setembro de 1939
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A história ignorada dos portugueses que combateram os exércitos nazis em França Uma investigação inédita com documentos exclusivos Este livro é um contributo para que se faça alguma justiça à memória dos portugueses que, nos tempos de trevas e de barbárie da 2º guerra mundial, se sacrificaram, maioritariamente até à morte, pela liberdade – a da França, a da Europa e a nossa própria. Nele o jornalista José Manuel Barata-Feyo, após uma longa investigação, recupera a história dos voluntários portugueses que integraram o exército francês depois da declaração de guerra da França à Alemanha, a 3 de setembro de 1939
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/os-soldados-fantasma-de-jose-manuel-barata-feyo-7922070');
});">
Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 488
Sinopse:
O prestigiado jornalista Philip Coggan revisita 10 mil anos de história económica e mergulha o leitor no fascinante progresso humano. Do desenvolvimento do comércio e da indústria às evoluções do pensamento económico, desde os primórdios da civilização até aos dias de hoje, nada é deixado de fora. Nesta obra fundamental, o autor explica como as mudanças na agricultura, finanças, tecnologia, trabalho e demografia impulsionaram o progresso da civilização humana. É a história de como o comércio se tornou mais vasto e intenso ao longo de milhares de anos como os governos influenciaram as economias, para o bem ou para o mal e como as sociedades tentaram repetidamente domar e controlar as finanças. E, não menos importante, sobre o papel das pessoas em tudo isto.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
O prestigiado jornalista Philip Coggan revisita 10 mil anos de história económica e mergulha o leitor no fascinante progresso humano. Do desenvolvimento do comércio e da indústria às evoluções do pensamento económico, desde os primórdios da civilização até aos dias de hoje, nada é deixado de fora. Nesta obra fundamental, o autor explica como as mudanças na agricultura, finanças, tecnologia, trabalho e demografia impulsionaram o progresso da civilização humana. É a história de como o comércio se tornou mais vasto e intenso ao longo de milhares de anos como os governos influenciaram as economias, para o bem ou para o mal e como as sociedades tentaram repetidamente domar e controlar as finanças. E, não menos importante, sobre o papel das pessoas em tudo isto.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-grande-historia-da-economia-de-philip-coggan-7294786');
});">
Edição: Out 2019
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Com o rigor habitual, o Canal História apresenta uma visão completa e inovadora da Segunda Guerra Mundial. Neste livro são abordadas as causas que arrastaram os líderes e os cidadãos para o abismo, bem como as decisões que devastaram territórios e alteraram o futuro de várias gerações. Este conflito marcou profundamente o nosso mundo. Alterou fronteiras e áreas de influência, modificou valores sociais, a compreensão da política e os limites da violência. A democracia prevaleceu sobre o fascismo e tornou se o regime dominante na Europa Ocidental. Mas o custo foi esmagador.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Com o rigor habitual, o Canal História apresenta uma visão completa e inovadora da Segunda Guerra Mundial. Neste livro são abordadas as causas que arrastaram os líderes e os cidadãos para o abismo, bem como as decisões que devastaram territórios e alteraram o futuro de várias gerações. Este conflito marcou profundamente o nosso mundo. Alterou fronteiras e áreas de influência, modificou valores sociais, a compreensão da política e os limites da violência. A democracia prevaleceu sobre o fascismo e tornou se o regime dominante na Europa Ocidental. Mas o custo foi esmagador.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-guerra-total-de-canal-historia-7037559');
});">
Edição: Out 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Foi uma das civilizações mais importantes da Antiguidade e ainda hoje exerce fascínio sobre muitos leitores, curiosos de aprender e conhecer melhor estes homens poderosos, os enigmas, os mistérios e o legado extraordinário da sua cultura, que perdura até hoje. - Quem foram os mais poderosos da sociedade egípcia? - Que mulheres exerceram o poder supremo? - Quais os principais rituais religiosos e a sua ligação com o poder? - Como e por que razões foram construídas as pirâmides? A Vida Secreta dos Faraós apresenta uma nova visão, completa e esclarecedora, sobre os segredos, os mitos e os costumes menos conhecidos desta civilização.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Foi uma das civilizações mais importantes da Antiguidade e ainda hoje exerce fascínio sobre muitos leitores, curiosos de aprender e conhecer melhor estes homens poderosos, os enigmas, os mistérios e o legado extraordinário da sua cultura, que perdura até hoje. - Quem foram os mais poderosos da sociedade egípcia? - Que mulheres exerceram o poder supremo? - Quais os principais rituais religiosos e a sua ligação com o poder? - Como e por que razões foram construídas as pirâmides? A Vida Secreta dos Faraós apresenta uma nova visão, completa e esclarecedora, sobre os segredos, os mitos e os costumes menos conhecidos desta civilização.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-vida-secreta-dos-faraos-de-canal-historia-a-conquista-da-eternidade-e-o-fascinio-do-antigo-egito-6748607');
});">
Edição: Out 2023
Nº Páginas: 352
Sinopse:
As histórias revelam várias vitórias, mas também alguns fracassos, lado a lado com o relato da história de Israel e de algumas das personalidades mais relevantes do país. Uma leitura essencial para compreender as principais missões que moldaram Israel e o nosso mundo. «As histórias são verdadeiramente surpreendentes. Um livro bem fundamentado e com uma escrita digna de uma obra de suspense.» – Kirkus Reviews
Nº Páginas: 352
Sinopse:
As histórias revelam várias vitórias, mas também alguns fracassos, lado a lado com o relato da história de Israel e de algumas das personalidades mais relevantes do país. Uma leitura essencial para compreender as principais missões que moldaram Israel e o nosso mundo. «As histórias são verdadeiramente surpreendentes. Um livro bem fundamentado e com uma escrita digna de uma obra de suspense.» – Kirkus Reviews
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/nao-ha-missoes-impossiveis-de-michael-bar-zohar-e-nissim-mishal-7877347');
});">
Edição: Out 2023
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A Grande História das Revoluções apresenta uma visão abrangente dos eventos politicamente mais significativos da história moderna, lançando uma nova luz sobre as revoluções e a sua relevância. Para o bem e para o mal, o legado permanece.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
A Grande História das Revoluções apresenta uma visão abrangente dos eventos politicamente mais significativos da história moderna, lançando uma nova luz sobre as revoluções e a sua relevância. Para o bem e para o mal, o legado permanece.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-grande-historia-das-revolucoes-de-peter-furtado-7877345');
});">
Edição: Out 2019
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A refundação do PCP (1929-1939) Colocando em causa ideias tidas como certas acerca dos primeiros anos do Partido Comunista Português, este livro dá ao leitor uma nova visão dos factos. Centrando se na década 1929 1939 Os Anos Esquecidos recupera as principais figuras, acontecimentos e decisões que marcaram esta época. Além dos célebres arquivos da PIDE e de muitas horas mergulhado nos artigos do Tribunal Militar, o autor consultou fontes privilegiadas e documentos inéditos para reconstituir um dos períodos mais conturbados do PC, quando os métodos de ação ainda incluíam violência, armas, bombas. Várias figuras conhecida do PC, são aqui evocados sem reservas, bem como as suas manobras para dar um novo fôlego ao partido. A par dele, surgem as famosas greves gerais, o primeiro número do Avante!, o Tarrafal. Da expansão descomunal do partido nos tempos da Guerra Civil de Espanha ao definhamento total nos finais dos anos 30 tudo isto é analisado ao detalhe neste livro.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A refundação do PCP (1929-1939) Colocando em causa ideias tidas como certas acerca dos primeiros anos do Partido Comunista Português, este livro dá ao leitor uma nova visão dos factos. Centrando se na década 1929 1939 Os Anos Esquecidos recupera as principais figuras, acontecimentos e decisões que marcaram esta época. Além dos célebres arquivos da PIDE e de muitas horas mergulhado nos artigos do Tribunal Militar, o autor consultou fontes privilegiadas e documentos inéditos para reconstituir um dos períodos mais conturbados do PC, quando os métodos de ação ainda incluíam violência, armas, bombas. Várias figuras conhecida do PC, são aqui evocados sem reservas, bem como as suas manobras para dar um novo fôlego ao partido. A par dele, surgem as famosas greves gerais, o primeiro número do Avante!, o Tarrafal. Da expansão descomunal do partido nos tempos da Guerra Civil de Espanha ao definhamento total nos finais dos anos 30 tudo isto é analisado ao detalhe neste livro.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/os-anos-esquecidos-de-arnaldo-madureira-a-refundacao-do-partido-comunista-portugues-1929-1939-7049614');
});">
Edição: Set 2023
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma longa viagem pelos homicídios mais marcantes da história de Lisboa, que tenta lançar alguma luz e algum esclarecimento em tantos crimes que ainda hoje causam espanto, rejeição e polémica.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma longa viagem pelos homicídios mais marcantes da história de Lisboa, que tenta lançar alguma luz e algum esclarecimento em tantos crimes que ainda hoje causam espanto, rejeição e polémica.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/lisboa-maldita-de-sergio-luis-de-carvalho-7839038');
});">
Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O historiador Julian Spilsbury analisa algumas das batalhas mais catastróficas da História, mostrando o que falhou, como e porquê. Na vasta História Militar encontramos vários exemplos de campanhas bem-sucedidas e que celebrizaram os seus comandantes. Menos conhecidos são os erros, as fragilidades e os acasos que acabaram em tragédia. Conhecer a causa por trás de um grande desastre militar ajuda a perceber melhor uma realidade histórica complexa e com consequências a vários níveis. Que batalhas foram perdidas por um dos lados depender de uma vantagem tática? Conhece os desastres causados pela subestimação do inimigo? Quantos exércitos foram derrotados por não estarem suficientemente preparados? Qual o impacto real da localização no desfecho de um conflito? Conhece os responsáveis derrotados pelo seu excesso de confiança?
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O historiador Julian Spilsbury analisa algumas das batalhas mais catastróficas da História, mostrando o que falhou, como e porquê. Na vasta História Militar encontramos vários exemplos de campanhas bem-sucedidas e que celebrizaram os seus comandantes. Menos conhecidos são os erros, as fragilidades e os acasos que acabaram em tragédia. Conhecer a causa por trás de um grande desastre militar ajuda a perceber melhor uma realidade histórica complexa e com consequências a vários níveis. Que batalhas foram perdidas por um dos lados depender de uma vantagem tática? Conhece os desastres causados pela subestimação do inimigo? Quantos exércitos foram derrotados por não estarem suficientemente preparados? Qual o impacto real da localização no desfecho de um conflito? Conhece os responsáveis derrotados pelo seu excesso de confiança?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/os-grandes-desastres-militares-de-julian-spilsbury-7615849');
});">
