Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: O diagnóstico é visto como a chave que abre a porta de acesso a muito daquilo por que ansiamos uma explicação, o potencial de recuperação, apoio, uma tribo de outros pacientes com a mesma doença , mas atrás dessa porta também existem aspetos mais negros que nem sempre são devidamente ponderados. Do autismo às alergias, da PHDA à Covid longa, cada vez mais pessoas recebem rótulos médicos. Será que estamos realmente a ficar menos saudáveis ou apenas a considerar patológicas as normais imperfeições humanas? Quando sofremos, é natural desejarmos um rótulo claro, compreensão e, naturalmente, tratamento. No entanto, muitos diagnósticos não são tão definitivos quanto parecem e, nalguns casos, podem transformar pessoas saudáveis em «pacientes».
O avanço de técnicas sofisticadas de sequenciação genética significa que até os mais saudáveis poderão, em breve, ser rastreados em busca de potenciais anomalias. Nunca tantas pessoas foram classificadas como «doentes». Baseando-se em histórias reais, em décadas de prática clínica e na investigação médica mais recente, a Dra. Suzanne OSullivan apela à necessidade de encontrarmos novas e melhores linguagens para falar do sofrimento e de desenvolvermos formas de apoiar as pessoas sem as medicalizar.
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