Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:«Na área de serviço da autoestrada entre Paris e Honfleur, ela beija-me como se fosse a primeira vez. Tudo isto é Sarah, imprevisível, ondulante, desconcertante, versátil, aterradora como uma borboleta noturna.»
A história de uma paixão hipnótica, uma estreia literária fulgurante, a comparação aos grandes escritores: todos os ingredientes que fazem de Pauline Delabroy-Allard uma das grandes vozes da nova literatura francesa.
Numa festa de fim de ano em Paris, duas mulheres conhecem-se. Uma é professora, mãe solteira, e sacode a rotina com uma relação passageira. A outra é violinista, excêntrica, caprichosa, com uma beleza fora do comum e uma joie de vivre contagiante, e entra na vida da professora como entrou na festa: ofegante, luminosa, falando e rindo demasiado. É Sarah.
Sucedem-se encontros improvisados, almoços, concertos, teatro, cinema, o idílio da primavera em Paris ao som de Beethoven. Contra todas as expectativas, brota entre ambas uma paixão avassaladora, uma voragem que ora acelera ora distende as horas. É um caso de amour fou, uma tempestade que tudo arrasta, uma obsessão que tudo consome, até que uma inflexão leva a história de Sarah e da amante ao acorde final.
É possível morrer de amor? E que restará da grande paixão? Mais do que memórias, feridas e vazio?
Uma história carregada de beleza e tragédia, escrita com liberdade, ímpeto e poesia por Pauline Delabroy-Allard, que com este primeiro romance conquistou a crítica literária, foi comparada a Marguerite Duras e Annie Ernaux, e chegou às portas do Prémio Goncourt.
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