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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Depois da gigantesca recolha e damorosa transcrição das conversas estaremconcluídas, faltava arrumar aquilo tudo (e dou graças a Deus por não ter sido eu a fazê-lo). A Ana tinha tudo planeado, as peças do puzzle, por mais que variadas e de interligação difícil, encaixavam resultando num livro ágil, rápido e aliciante de se ler, digno duma banda de vivência nua e crua, digno dos Xutos & Pontapés. Porque se tratava não duma banda qualquer mas sim da maior banda de rock portuguesa, umpunhado demúsicos quemunidos de inegável talento, comuma bagagemde canções notáveis e sempre capazes de comunicar comas sucessivas gerações de portugueses numsimples piscar de olhos cúmplice, que pegaram a carreira de caras, cheios duma energia transbordante mas também com uma noção responsável de persistência, vinda de quem sabe que não há nem sucessos nem vitórias fáceis! A críticamusical recebeu o livro Conta-meHistórias comapreço.Manuel Falcão considerou: “…um objecto de culto, a inauguração duma nova era do livro musical no nosso país”. Pedro Rolo Duarte classificou-o como “um objecto Rock”." - António Sérgio, no prefácio a este livro
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Depois da gigantesca recolha e damorosa transcrição das conversas estaremconcluídas, faltava arrumar aquilo tudo (e dou graças a Deus por não ter sido eu a fazê-lo). A Ana tinha tudo planeado, as peças do puzzle, por mais que variadas e de interligação difícil, encaixavam resultando num livro ágil, rápido e aliciante de se ler, digno duma banda de vivência nua e crua, digno dos Xutos & Pontapés. Porque se tratava não duma banda qualquer mas sim da maior banda de rock portuguesa, umpunhado demúsicos quemunidos de inegável talento, comuma bagagemde canções notáveis e sempre capazes de comunicar comas sucessivas gerações de portugueses numsimples piscar de olhos cúmplice, que pegaram a carreira de caras, cheios duma energia transbordante mas também com uma noção responsável de persistência, vinda de quem sabe que não há nem sucessos nem vitórias fáceis! A críticamusical recebeu o livro Conta-meHistórias comapreço.Manuel Falcão considerou: “…um objecto de culto, a inauguração duma nova era do livro musical no nosso país”. Pedro Rolo Duarte classificou-o como “um objecto Rock”." - António Sérgio, no prefácio a este livro
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Num momento em que a Humanidade perde o chão com o tremendo impacto global da pandemia de um novo coranavírus, o SARS-CoV-2, é urgente ler o livro que previu este desastre viral e que nos diz como impedir que o mesmo volte a acontecer. À medida que a globalização ganha força e invadimos ecossistemas milenares em prol de uma expansão económica sem limites, ficamos também à mercê de infecções perigosas que nos são transmitidas pelos animais que prosperavam nos habitats que destruímos. Doenças que estavam, antes, contidas e limitadas àquele espaço passam a circular entre os humanos com consequências catastróficas, como são disso exemplo a SIDA, o Ébola, a Malária e, mais recentemente, a COVID19. Na companhia dos melhores cientistas do mundo, mergulhando nas selvas centro--africanas, grutas da China meridional e telhados do Bangladesh, passando pelos laboratórios onde se investigam vírus altamente letais sob apertadas medidas de segurança, o conceituado autor de divulgação científica David Quammen conta-nos a história dos principais vírus zoonóticos que ameaçam os humanos e deixa um aviso: temos de nos preparar para o pior.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Num momento em que a Humanidade perde o chão com o tremendo impacto global da pandemia de um novo coranavírus, o SARS-CoV-2, é urgente ler o livro que previu este desastre viral e que nos diz como impedir que o mesmo volte a acontecer. À medida que a globalização ganha força e invadimos ecossistemas milenares em prol de uma expansão económica sem limites, ficamos também à mercê de infecções perigosas que nos são transmitidas pelos animais que prosperavam nos habitats que destruímos. Doenças que estavam, antes, contidas e limitadas àquele espaço passam a circular entre os humanos com consequências catastróficas, como são disso exemplo a SIDA, o Ébola, a Malária e, mais recentemente, a COVID19. Na companhia dos melhores cientistas do mundo, mergulhando nas selvas centro--africanas, grutas da China meridional e telhados do Bangladesh, passando pelos laboratórios onde se investigam vírus altamente letais sob apertadas medidas de segurança, o conceituado autor de divulgação científica David Quammen conta-nos a história dos principais vírus zoonóticos que ameaçam os humanos e deixa um aviso: temos de nos preparar para o pior.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em conversa com pessoas de todo o mundo, de conselheiros de Estado a professores ou taxistas, Blair Sheppard, líder global para a estratégia e a liderança na PricewaterhouseCoopers, descobriu uma matriz comum e preocupações surpreendentemente coincidentes. Neste livro, Sheppard e a sua equipa na PwC sintetizam estas preocupações em cinco pontos principais: assimetria ou a desigualdade económica; perturbação ou as alterações inesperadas introduzidas pela inovação tecnológica; idade ou a disparidade demográfica entre países desenvolvidos ou em desenvolvimento; polarização ou a dificuldade de encontrarmos meios-termos e objetivos políticos comuns e, por fim, confiança ou a perda dela nas instituições que alicerçam a sociedade. Estas preocupações, por sua vez, levam a quatro crises: a crise de prosperidade, a crise tecnológica, a crise de legitimidade institucional e a crise de liderança. Sheppard e a sua equipa analisam estas crises complexas e preocupantes, mas também traçam o caminho para sairmos delas, num plano estratégico ambicioso e, por vezes, contraintuitivo: da importância da autossuficiência das economias locais numa época de globalização à integração de sociólogos e psicólogos no mundo tecnológico, os autores argumentam com dados robustos e um conhecimento abrangente da realidade global que temos apenas uma década para resolver estas crises - mas temos também a oportunidade de, com criatividade, ponderação e visão, prepararmos o terreno para o dealbar de uma nova era de prosperidade global.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em conversa com pessoas de todo o mundo, de conselheiros de Estado a professores ou taxistas, Blair Sheppard, líder global para a estratégia e a liderança na PricewaterhouseCoopers, descobriu uma matriz comum e preocupações surpreendentemente coincidentes. Neste livro, Sheppard e a sua equipa na PwC sintetizam estas preocupações em cinco pontos principais: assimetria ou a desigualdade económica; perturbação ou as alterações inesperadas introduzidas pela inovação tecnológica; idade ou a disparidade demográfica entre países desenvolvidos ou em desenvolvimento; polarização ou a dificuldade de encontrarmos meios-termos e objetivos políticos comuns e, por fim, confiança ou a perda dela nas instituições que alicerçam a sociedade. Estas preocupações, por sua vez, levam a quatro crises: a crise de prosperidade, a crise tecnológica, a crise de legitimidade institucional e a crise de liderança. Sheppard e a sua equipa analisam estas crises complexas e preocupantes, mas também traçam o caminho para sairmos delas, num plano estratégico ambicioso e, por vezes, contraintuitivo: da importância da autossuficiência das economias locais numa época de globalização à integração de sociólogos e psicólogos no mundo tecnológico, os autores argumentam com dados robustos e um conhecimento abrangente da realidade global que temos apenas uma década para resolver estas crises - mas temos também a oportunidade de, com criatividade, ponderação e visão, prepararmos o terreno para o dealbar de uma nova era de prosperidade global.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O Império Português foi construído por todo o Reino: reis, nobres, membros do clero e do povo, pelos que partiam e pelos que ficavam. Um esforço conjunto que permitiu a Portugal mostrar novos Mundos ao Mundo. Mas quem foram as figuras que encabeçaram esta construção? Algumas são mais conhecidas, como o Infante D. Henrique, Afonso de Albuquerque ou D. João de Castro, mas outras ficaram na sombra, apesar do seu trabalho e esforço para consolidar o poder de Portugal. Construtores do Império apresenta-nos 12 biografias de personalidades que se revelaram essenciais para a construção do Império Português: D. Fernando, o Infante Santo, pelo seu cativeiro e consequente morte, foi o garante da conservação de Ceuta, peça imprescindível para o poder português no Norte de África. D. Beatriz, a única mulher retratada nesta obra, foi responsável pelo crescimento económico da Madeira, pela reorganização do povoamento dos Açores e pelo desenvolvimento de Cabo Verde. Jos Dutra, capitão do donatário dos Açores, representa este grupo e a sua importância na consolidação do Império. Bartolomeu Dias, um dos heróis dos Descobrimentos, simboliza os navegadores que desbravaram o oceano ao longo do século XV. Pedro e Jorge Reinel fazem parte da primeira geração de cartógrafos portugueses, o seu talento e conhecimento permitiram visualizar os novos territórios conquistados. Duarte Coelho começou a sua carreira na Ásia, tendo acabado como colonizador do Brasil, um reflexo do deslizar do centro de interesses do Império Português do Oriente para o Atlântico Sul. Estas são apenas algumas das figuras que os historiadores João Paulo Oliveira e Costa e Vítor Luís Gaspar Rodrigues nos apresentam nesta obra que realça a dimensão da ação individual na História. Oriundas de meios sociais diferentes e tendo desempenhado funções variadas, todas contribuíram para que a autoridade da Coroa de Portugal e a influência das suas gentes se espalhasse pelo mundo, desde o Brasil até ao Japão.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O Império Português foi construído por todo o Reino: reis, nobres, membros do clero e do povo, pelos que partiam e pelos que ficavam. Um esforço conjunto que permitiu a Portugal mostrar novos Mundos ao Mundo. Mas quem foram as figuras que encabeçaram esta construção? Algumas são mais conhecidas, como o Infante D. Henrique, Afonso de Albuquerque ou D. João de Castro, mas outras ficaram na sombra, apesar do seu trabalho e esforço para consolidar o poder de Portugal. Construtores do Império apresenta-nos 12 biografias de personalidades que se revelaram essenciais para a construção do Império Português: D. Fernando, o Infante Santo, pelo seu cativeiro e consequente morte, foi o garante da conservação de Ceuta, peça imprescindível para o poder português no Norte de África. D. Beatriz, a única mulher retratada nesta obra, foi responsável pelo crescimento económico da Madeira, pela reorganização do povoamento dos Açores e pelo desenvolvimento de Cabo Verde. Jos Dutra, capitão do donatário dos Açores, representa este grupo e a sua importância na consolidação do Império. Bartolomeu Dias, um dos heróis dos Descobrimentos, simboliza os navegadores que desbravaram o oceano ao longo do século XV. Pedro e Jorge Reinel fazem parte da primeira geração de cartógrafos portugueses, o seu talento e conhecimento permitiram visualizar os novos territórios conquistados. Duarte Coelho começou a sua carreira na Ásia, tendo acabado como colonizador do Brasil, um reflexo do deslizar do centro de interesses do Império Português do Oriente para o Atlântico Sul. Estas são apenas algumas das figuras que os historiadores João Paulo Oliveira e Costa e Vítor Luís Gaspar Rodrigues nos apresentam nesta obra que realça a dimensão da ação individual na História. Oriundas de meios sociais diferentes e tendo desempenhado funções variadas, todas contribuíram para que a autoridade da Coroa de Portugal e a influência das suas gentes se espalhasse pelo mundo, desde o Brasil até ao Japão.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Cientistas, filósofos, historiadores, escritores e outros intelectuais reputados, alguns deles vencedores dos prémios Pulitzer e Templeton, debatem as grandes questões: quem somos, a natureza da realidade, a ciência e a religião, a consciência e o materialismo, a inteligência artificial e os mistérios do tempo. Em conversas que contribuem para reduzir a separação entre a ciência e as humanidades, mostram porque é necessária a cooperação intelectual para modelar o nosso futuro coletivo.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Cientistas, filósofos, historiadores, escritores e outros intelectuais reputados, alguns deles vencedores dos prémios Pulitzer e Templeton, debatem as grandes questões: quem somos, a natureza da realidade, a ciência e a religião, a consciência e o materialismo, a inteligência artificial e os mistérios do tempo. Em conversas que contribuem para reduzir a separação entre a ciência e as humanidades, mostram porque é necessária a cooperação intelectual para modelar o nosso futuro coletivo.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 246
Sinopse:
"Condor" é um tributo à memória das vítimas da Operação Condor, um plano militar secreto instituído em 1975 por seis países latino-americanos, governados por ditaduras militares de extrema-direita, para eliminar a oposição política. Esta operação resultou na morte de cerca de 60 mil pessoas. Durante aproximadamente uma década, João Pina viajou de forma extensiva pela Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai para documentar o que restou da época do Condor.
Nº Páginas: 246
Sinopse:
"Condor" é um tributo à memória das vítimas da Operação Condor, um plano militar secreto instituído em 1975 por seis países latino-americanos, governados por ditaduras militares de extrema-direita, para eliminar a oposição política. Esta operação resultou na morte de cerca de 60 mil pessoas. Durante aproximadamente uma década, João Pina viajou de forma extensiva pela Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai para documentar o que restou da época do Condor.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Considerando o annus horribilis de 2020 numa perspetiva histórica, Niall Ferguson explica o porquê da experiência não nos ter preparado melhor para enfrentar as catástrofes. As catástrofes são difíceis de prever. As pandemias, tal como terremotos, incêndios, crises financeiras e guerras, não se distribuem de modo racional; não existe um ciclo da história que nos permita antecipar a próxima catástrofe. Porém, quando a catástrofe se abate, deveríamos estar mais bem preparados do que os romanos quando o Vesúvio entrou em erupção ou do que os europeus medievais quando a Peste Negra espalhou a morte. Afinal, temos a ciência do nosso lado.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Considerando o annus horribilis de 2020 numa perspetiva histórica, Niall Ferguson explica o porquê da experiência não nos ter preparado melhor para enfrentar as catástrofes. As catástrofes são difíceis de prever. As pandemias, tal como terremotos, incêndios, crises financeiras e guerras, não se distribuem de modo racional; não existe um ciclo da história que nos permita antecipar a próxima catástrofe. Porém, quando a catástrofe se abate, deveríamos estar mais bem preparados do que os romanos quando o Vesúvio entrou em erupção ou do que os europeus medievais quando a Peste Negra espalhou a morte. Afinal, temos a ciência do nosso lado.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Existiu um movimento concelhio peninsular, não no sentido de política administrativa ou de organização do território impulsionada de cima por monarcas e senhores mas no de forças sociais e políticas organizadas de baixo e por fim vitoriosas? Estaria a resposta nos forais, esses "livros de linhagens" da liberdade popular? A quem a iniciativa destes monumentos jurídicos? À aristocracia senhorial? Visariam os forais fins exclusivamente económicos, fiscais e administrativos, na intenção expressa de povoar e defender o território, ou resultariam, tácita ou abertamente, desse movimento que irrompe de baixo? Isto é, o movimento concelhio impôs-se ou não com o impacto e as armas de uma verdadeira revolução? Não é o que inculcam as transformações sociais que se escondem por trás do formulário jurídico? Mas acaso os concelhos teriam alcançado a força de órgãos do poder político? Constituiriam verdadeiras comunas? O que se entende por comuna? De que classe ou classes serão então estas comunas ou concelhos o instrumento? Mas haveria mesmo classes sociais ou apenas ordens? Constituiriam comunas todos os concelhos? Que acontecimentos são marcados pela mesma força? Por exemplo, que relações tem o movimento concelhio com os episódios da Reconquista? Que esclarecem eles sobre o povoar e o ermar?
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Existiu um movimento concelhio peninsular, não no sentido de política administrativa ou de organização do território impulsionada de cima por monarcas e senhores mas no de forças sociais e políticas organizadas de baixo e por fim vitoriosas? Estaria a resposta nos forais, esses "livros de linhagens" da liberdade popular? A quem a iniciativa destes monumentos jurídicos? À aristocracia senhorial? Visariam os forais fins exclusivamente económicos, fiscais e administrativos, na intenção expressa de povoar e defender o território, ou resultariam, tácita ou abertamente, desse movimento que irrompe de baixo? Isto é, o movimento concelhio impôs-se ou não com o impacto e as armas de uma verdadeira revolução? Não é o que inculcam as transformações sociais que se escondem por trás do formulário jurídico? Mas acaso os concelhos teriam alcançado a força de órgãos do poder político? Constituiriam verdadeiras comunas? O que se entende por comuna? De que classe ou classes serão então estas comunas ou concelhos o instrumento? Mas haveria mesmo classes sociais ou apenas ordens? Constituiriam comunas todos os concelhos? Que acontecimentos são marcados pela mesma força? Por exemplo, que relações tem o movimento concelhio com os episódios da Reconquista? Que esclarecem eles sobre o povoar e o ermar?
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Este livro vem contribuir para o debate sobre Segurança Nacional, entendida como a garantia da salvaguarda de pessoas e bens, assegurando a soberania, independência e unidade, integridade do território, desenvolvimento normal das funções do Estado, liberdade da ação política dos órgãos de soberania e pleno funcionamento das instituições democráticas. Depois do 11 de Setembro de 2001 e das pequenas ou grandes tragédias e riscos que assolam as nossas sociedades humanas, é facilmente entendível que a segurança humana é um bem que importa preservar. Esta obra responde a uma pergunta simples: Como tornar Portugal um País mais seguro?
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Este livro vem contribuir para o debate sobre Segurança Nacional, entendida como a garantia da salvaguarda de pessoas e bens, assegurando a soberania, independência e unidade, integridade do território, desenvolvimento normal das funções do Estado, liberdade da ação política dos órgãos de soberania e pleno funcionamento das instituições democráticas. Depois do 11 de Setembro de 2001 e das pequenas ou grandes tragédias e riscos que assolam as nossas sociedades humanas, é facilmente entendível que a segurança humana é um bem que importa preservar. Esta obra responde a uma pergunta simples: Como tornar Portugal um País mais seguro?
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Jared Diamond transformou o nosso entendimento das causas da ascensão e queda das civilizações. Neste livro revela como as nações bem-sucedidas recuperam das crises quando adotam mudanças seletivas. Adicionando uma dimensão psicológica à profunda análise histórica, geográfica, biológica e antropológica que caracteriza todos os livros de Diamond, a presente obra revela os fatores que influenciam a maneira como tanto as nações como os indivíduos reagem aos grandes desafios. O resultado é um livro de um fôlego gigantesco, mas também o mais pessoal que o autor escreveu até hoje.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Jared Diamond transformou o nosso entendimento das causas da ascensão e queda das civilizações. Neste livro revela como as nações bem-sucedidas recuperam das crises quando adotam mudanças seletivas. Adicionando uma dimensão psicológica à profunda análise histórica, geográfica, biológica e antropológica que caracteriza todos os livros de Diamond, a presente obra revela os fatores que influenciam a maneira como tanto as nações como os indivíduos reagem aos grandes desafios. O resultado é um livro de um fôlego gigantesco, mas também o mais pessoal que o autor escreveu até hoje.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O livro a ler sobre o atual estado da política norte-americana. Um olhar revelador sobre o fim das democracias em todo o mundo — e um guia para as resgatar.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O livro a ler sobre o atual estado da política norte-americana. Um olhar revelador sobre o fim das democracias em todo o mundo — e um guia para as resgatar.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em anos recentes, a curiosidade quanto ao termo fascismo transformou-se num fenómeno mundial. Mas o que levou a isso? Jason Stanley, filho de refugiados da Segunda Guerra Mundial, explica fenómenos como a presidência de Trump, o Brexit, o movimento italiano Cinco Estrelas e a liderança autoritária de Erdogan, entre outros - dando a conhecer os 10 pilares fundamentais do fascismo, entre os quais a ideia de reviver um passado mítico e glorioso; a política da lei e da ordem baseada na ideia de grupos minoritários criminosos; e a valorização do "trabalho duro" em prejuízo de sistemas de bem-estar social. Toda uma linguagem e crenças que separam as pessoas entre "nós" e "eles". Refletindo sobre história, filosofia, sociologia e teoria crítica da raça, este é um livro pertinente e atual que expõe como Estados democráticos estão a sucumbir a discursos populistas. A história mostra-nos o imenso perigo de subestimar o poder cumulativo das táticas fascistas, que deixam a sociedade cada vez mais vulnerável aos apelos da liderança autoritária. E somente quando as identificamos é que podemos resistir aos seus efeitos mais danosos e regressar aos ideais democráticos. O fascismo não é coisa do passado. Infiltrou-se no presente. E pode ser o futuro se nada fizermos para o impedir.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em anos recentes, a curiosidade quanto ao termo fascismo transformou-se num fenómeno mundial. Mas o que levou a isso? Jason Stanley, filho de refugiados da Segunda Guerra Mundial, explica fenómenos como a presidência de Trump, o Brexit, o movimento italiano Cinco Estrelas e a liderança autoritária de Erdogan, entre outros - dando a conhecer os 10 pilares fundamentais do fascismo, entre os quais a ideia de reviver um passado mítico e glorioso; a política da lei e da ordem baseada na ideia de grupos minoritários criminosos; e a valorização do "trabalho duro" em prejuízo de sistemas de bem-estar social. Toda uma linguagem e crenças que separam as pessoas entre "nós" e "eles". Refletindo sobre história, filosofia, sociologia e teoria crítica da raça, este é um livro pertinente e atual que expõe como Estados democráticos estão a sucumbir a discursos populistas. A história mostra-nos o imenso perigo de subestimar o poder cumulativo das táticas fascistas, que deixam a sociedade cada vez mais vulnerável aos apelos da liderança autoritária. E somente quando as identificamos é que podemos resistir aos seus efeitos mais danosos e regressar aos ideais democráticos. O fascismo não é coisa do passado. Infiltrou-se no presente. E pode ser o futuro se nada fizermos para o impedir.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Esta obra apresenta duas visões: a do deficiente Pereira de Sousa Jr e a do psicólogo Carlos Céu e Silva. São duas perspectivas sobre a vida das pessoas portadoras de deficiência. Por um lado, um olhar sobre uma realidade quotidiana e social mais peculiar; por outro, um olhar mais clínico e técnico no que concerne à psicologia do deficiente. Sem pretensiosismos pedagógicos, pretende-se criar ferramentas para ajudar, mostrar à sociedade que há muito a fazer, alertar, identificar problemas e apresentar soluções, despertar consciências e mudar mentalidades. Um livro para todos os que querem uma sociedade justa, mais solidária, mais inclusiva e menos deficiente…
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Esta obra apresenta duas visões: a do deficiente Pereira de Sousa Jr e a do psicólogo Carlos Céu e Silva. São duas perspectivas sobre a vida das pessoas portadoras de deficiência. Por um lado, um olhar sobre uma realidade quotidiana e social mais peculiar; por outro, um olhar mais clínico e técnico no que concerne à psicologia do deficiente. Sem pretensiosismos pedagógicos, pretende-se criar ferramentas para ajudar, mostrar à sociedade que há muito a fazer, alertar, identificar problemas e apresentar soluções, despertar consciências e mudar mentalidades. Um livro para todos os que querem uma sociedade justa, mais solidária, mais inclusiva e menos deficiente…
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 336
Sinopse:
António Costa gosta de puzzles, de preferência com milhares de peças. No xadrez político, e apesar do temperamento irascível, revela igual paciência. Quando no dia 4 de outubro de 2016 perdeu as eleições, já estava preparado, sabia o que tinha a fazer. Passados 54 dias, ao ser nomeado primeiro-ministro, pode ter surpreendido muita gente - mas não quem o conhece de perto. Porque, lá está, Costa é um mestre a montar puzzles. Ou geringonças. Ou o que for necessário para alcançar os objetivos. E o seu desígnio era ser primeiro-ministro. Suspeitava que não iria vencer as eleições, mas só um resultado o impediria de tentar chegar ao poder: a maioria absoluta da direita. Conversou, inquiriu, tomou o pulso aos rivais e aliados. Foi semeando a mensagem: mesmo derrotado, tentaria unir a esquerda em torno do seu governo. Não foi fácil, como mostram Márcia Galrão e Rita Tavares. As jornalistas falaram com quase meia centena de intervenientes diretos e indiretos nestas negociações históricas. E relatam neste livro os principais passos de Costa, apoiado sempre na certeza de que os comunistas - inimigos históricos do PS - estavam disponíveis para negociar. Acompanhamos Costa (e aliados) às salas de hotéis, a São Bento ou ao Largo do Rato. Espreitamos as reuniões do Comité Central. Ficamos a saber do telefonema entre Costa e Francisco Louçã no dia anterior às eleições ou o encontro secreto em casa de Ana Catarina Mendes. E apercebemo-nos de que aqueles dias foram, na verdade, o corolário de um trabalho de décadas. A construir alianças e a sacrificar amigos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
António Costa gosta de puzzles, de preferência com milhares de peças. No xadrez político, e apesar do temperamento irascível, revela igual paciência. Quando no dia 4 de outubro de 2016 perdeu as eleições, já estava preparado, sabia o que tinha a fazer. Passados 54 dias, ao ser nomeado primeiro-ministro, pode ter surpreendido muita gente - mas não quem o conhece de perto. Porque, lá está, Costa é um mestre a montar puzzles. Ou geringonças. Ou o que for necessário para alcançar os objetivos. E o seu desígnio era ser primeiro-ministro. Suspeitava que não iria vencer as eleições, mas só um resultado o impediria de tentar chegar ao poder: a maioria absoluta da direita. Conversou, inquiriu, tomou o pulso aos rivais e aliados. Foi semeando a mensagem: mesmo derrotado, tentaria unir a esquerda em torno do seu governo. Não foi fácil, como mostram Márcia Galrão e Rita Tavares. As jornalistas falaram com quase meia centena de intervenientes diretos e indiretos nestas negociações históricas. E relatam neste livro os principais passos de Costa, apoiado sempre na certeza de que os comunistas - inimigos históricos do PS - estavam disponíveis para negociar. Acompanhamos Costa (e aliados) às salas de hotéis, a São Bento ou ao Largo do Rato. Espreitamos as reuniões do Comité Central. Ficamos a saber do telefonema entre Costa e Francisco Louçã no dia anterior às eleições ou o encontro secreto em casa de Ana Catarina Mendes. E apercebemo-nos de que aqueles dias foram, na verdade, o corolário de um trabalho de décadas. A construir alianças e a sacrificar amigos.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Do muito que se escreveu sobre Mário Soares na altura da sua morte, houve alguns textos que não mereciam ficar nos jornais. o que aqui se reúne são esses textos - os melhores. As memórias impressivas de Maria João Avillez, de José Manuel dos Santos, Clara Ferreira Alves, Eduardo Lourenço e António Lobo Antunes, a que se somam os textos lidos pelos filhos na sessão evocativa por altura das cerimónias fúnebres e algumas fotografias, nomeadamente de Alfredo Cunha.
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Do muito que se escreveu sobre Mário Soares na altura da sua morte, houve alguns textos que não mereciam ficar nos jornais. o que aqui se reúne são esses textos - os melhores. As memórias impressivas de Maria João Avillez, de José Manuel dos Santos, Clara Ferreira Alves, Eduardo Lourenço e António Lobo Antunes, a que se somam os textos lidos pelos filhos na sessão evocativa por altura das cerimónias fúnebres e algumas fotografias, nomeadamente de Alfredo Cunha.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas décadas posteriores à Segunda Guerra Mundial e sobretudo após a queda do regime soviético, a democracia parecia imparável. A convicção era geral, no final do século XX, de que a democracia era o regime político definitivo, prometendo a prosperidade e a dignidade. Hoje é vista com desconfiança e cepticismo. Porquê? David Runciman, um académico de Cambridge, procura as respostas numa excelente prosa, num tom não académico mas rigoroso e sem alarmismos. Separa o trigo do joio, ao mesmo tempo que olha para algumas alternativas à democracia. Examina as suas debilidades e a História para concluir que devemos evitar a armadilha de estabelecer paralelismos com o passado. As ameaças à democracia são reais, afirma, ainda que também sejam inéditas. Não vem aí nenhum Hitler ou Estaline, há antes uma crise de meia-idade, de expectativas exageradas e o impacto tremendo mas de contornos imprevisíveis do rápido avanço tecnológico sobre as sociedades democráticas.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Nas décadas posteriores à Segunda Guerra Mundial e sobretudo após a queda do regime soviético, a democracia parecia imparável. A convicção era geral, no final do século XX, de que a democracia era o regime político definitivo, prometendo a prosperidade e a dignidade. Hoje é vista com desconfiança e cepticismo. Porquê? David Runciman, um académico de Cambridge, procura as respostas numa excelente prosa, num tom não académico mas rigoroso e sem alarmismos. Separa o trigo do joio, ao mesmo tempo que olha para algumas alternativas à democracia. Examina as suas debilidades e a História para concluir que devemos evitar a armadilha de estabelecer paralelismos com o passado. As ameaças à democracia são reais, afirma, ainda que também sejam inéditas. Não vem aí nenhum Hitler ou Estaline, há antes uma crise de meia-idade, de expectativas exageradas e o impacto tremendo mas de contornos imprevisíveis do rápido avanço tecnológico sobre as sociedades democráticas.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"Comes e bebes: de que é que estavas à espera? é uma antologia dos melhores textos gastronómicos de Miguel Esteves Cardoso, um dos mais brilhantes jornalistas de Portugal, publicados ao longo de mais de 15 anos no suplemento Fugas do jornal Público. Estas crónicas permitem deambular pelos prazeres da terra, da culinária e do mar deste nosso paraíso particular, Portugal. O livro percorre ainda os prazeres sensoriais que bebidas como os vinhos, as aguardentes ou os deliciosos cocktails podem proporcionar. Os prazeres da vida são efémeros, avisa Miguel Esteves Cardoso. Descubra-os, revisite-os e deixe-se guiar por eles com a escrita irreverente e original do MEC. A vida é curta, o mundo é muito e o prazer é pouco. Miguel Esteves Cardoso in Prefácio"
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"Comes e bebes: de que é que estavas à espera? é uma antologia dos melhores textos gastronómicos de Miguel Esteves Cardoso, um dos mais brilhantes jornalistas de Portugal, publicados ao longo de mais de 15 anos no suplemento Fugas do jornal Público. Estas crónicas permitem deambular pelos prazeres da terra, da culinária e do mar deste nosso paraíso particular, Portugal. O livro percorre ainda os prazeres sensoriais que bebidas como os vinhos, as aguardentes ou os deliciosos cocktails podem proporcionar. Os prazeres da vida são efémeros, avisa Miguel Esteves Cardoso. Descubra-os, revisite-os e deixe-se guiar por eles com a escrita irreverente e original do MEC. A vida é curta, o mundo é muito e o prazer é pouco. Miguel Esteves Cardoso in Prefácio"
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Ricardo Araújo Pereira, Herman José, Nuno Markl, Bruno Nogueira, João Quadros, Salvador Martinha, Nilton e muitos outros humoristas (incluindo os mais destacados da novíssima geração) levam-nos, neste livro, até ao fascinante centro do mundo da comédia portuguesa, revelando os seus mecanismos, fronteiras e polémicas. Repleto de histórias pessoais sobre o percurso, as técnicas e o pensamento dos principais comediantes portugueses, este livro desvenda as ferramentas fundamentais para a escrita humorística e aborda com absoluta frontalidade as problemáticas mais importantes para a criação de uma piada. Através de conversas com os comediantes, Nelson Nunes, jornalista e escritor, dá-nos a conhecer as suas carreiras - os passos em falso, os momentos de sorte, os grandes êxitos, as rivalidades, o que os une e os afasta - e revela tudo o que pensam sobre a arte de fazer rir os outros e as dúvidas que o humor pode suscitar: Como se pode e deve fazer uma piada? Quais são as técnicas mais importantes? Porque existem tão poucas mulheres humoristas? As piadas só funcionam se tiverem um alvo? Há limites para o humor? O que é o humor negro? Roubo de piadas: facto ou ficção? Um retrato completo do humor português contemporâneo, obrigatório para quem gosta de boa comédia e para quem dela vive. Prefácio de Filipe Homem Fonseca
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Ricardo Araújo Pereira, Herman José, Nuno Markl, Bruno Nogueira, João Quadros, Salvador Martinha, Nilton e muitos outros humoristas (incluindo os mais destacados da novíssima geração) levam-nos, neste livro, até ao fascinante centro do mundo da comédia portuguesa, revelando os seus mecanismos, fronteiras e polémicas. Repleto de histórias pessoais sobre o percurso, as técnicas e o pensamento dos principais comediantes portugueses, este livro desvenda as ferramentas fundamentais para a escrita humorística e aborda com absoluta frontalidade as problemáticas mais importantes para a criação de uma piada. Através de conversas com os comediantes, Nelson Nunes, jornalista e escritor, dá-nos a conhecer as suas carreiras - os passos em falso, os momentos de sorte, os grandes êxitos, as rivalidades, o que os une e os afasta - e revela tudo o que pensam sobre a arte de fazer rir os outros e as dúvidas que o humor pode suscitar: Como se pode e deve fazer uma piada? Quais são as técnicas mais importantes? Porque existem tão poucas mulheres humoristas? As piadas só funcionam se tiverem um alvo? Há limites para o humor? O que é o humor negro? Roubo de piadas: facto ou ficção? Um retrato completo do humor português contemporâneo, obrigatório para quem gosta de boa comédia e para quem dela vive. Prefácio de Filipe Homem Fonseca
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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Num inexpugnável castelo gótico, no topo de uma colina no coração da Alemanha nazi, um bando improvável de oficiais britânicos passou a Segunda Guerra Mundial a planear fugas ousadas dos seus captores alemães. É assim que a lenda de Colditz é contada, sem contestação, há 70 anos. Mas esse relato contém apenas parte da verdade. A verdadeira história, finalmente contada neste livro pelo célebre historiador Ben Macintyre, mostra o caráter indomável do espírito humano, capaz de sobreviver às mais adversas circunstâncias, além de integrar choques de personalidades, perseguição e espionagem, loucura e farsa. Revelando um notável elenco de personagens, desde oficiais superiores e seus sofridos ajudantes de campo até um médico indiano que faz greves de fome e uma dona de casa polaca que se torna agente secreta, Macintyre traça um novo e vívido retrato dos prisioneiros e dos seus captores alemães, que viveram lado a lado durante anos num épico jogo do gato e do rato. Profundamente investigado e repleto de histórias incríveis de heróis que também tinham um lado bem humano, este é o livro definitivo sobre Colditz - e um clássico Ben Macintyre.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Num inexpugnável castelo gótico, no topo de uma colina no coração da Alemanha nazi, um bando improvável de oficiais britânicos passou a Segunda Guerra Mundial a planear fugas ousadas dos seus captores alemães. É assim que a lenda de Colditz é contada, sem contestação, há 70 anos. Mas esse relato contém apenas parte da verdade. A verdadeira história, finalmente contada neste livro pelo célebre historiador Ben Macintyre, mostra o caráter indomável do espírito humano, capaz de sobreviver às mais adversas circunstâncias, além de integrar choques de personalidades, perseguição e espionagem, loucura e farsa. Revelando um notável elenco de personagens, desde oficiais superiores e seus sofridos ajudantes de campo até um médico indiano que faz greves de fome e uma dona de casa polaca que se torna agente secreta, Macintyre traça um novo e vívido retrato dos prisioneiros e dos seus captores alemães, que viveram lado a lado durante anos num épico jogo do gato e do rato. Profundamente investigado e repleto de histórias incríveis de heróis que também tinham um lado bem humano, este é o livro definitivo sobre Colditz - e um clássico Ben Macintyre.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 256
Sinopse:
António Vieira (1608-1697) foi um grande pensador e visionário, actual na forma como nos mostra o mundo e nos ensina, numa escrita sedutora de grandes efeitos, a reconhecermos a nossa parcialidade e cegueira na relação que mantemos com a realidade e os vícios pelos quais nos deixamos enredar e conduzir por ela. A partir de uma vasta obra de mais de duzentos sermões, setecentas e cinquenta cartas e muitos outros escritos, este livro apresenta os textos chave de Pe. António Vieira e que permitem ao leitor usufruir do melhor de uma sabedoria acessível a todos, pertinente como nunca, num caminho de maior desprendimento do acessório da vida e a concentração no seu essencial - viver.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
António Vieira (1608-1697) foi um grande pensador e visionário, actual na forma como nos mostra o mundo e nos ensina, numa escrita sedutora de grandes efeitos, a reconhecermos a nossa parcialidade e cegueira na relação que mantemos com a realidade e os vícios pelos quais nos deixamos enredar e conduzir por ela. A partir de uma vasta obra de mais de duzentos sermões, setecentas e cinquenta cartas e muitos outros escritos, este livro apresenta os textos chave de Pe. António Vieira e que permitem ao leitor usufruir do melhor de uma sabedoria acessível a todos, pertinente como nunca, num caminho de maior desprendimento do acessório da vida e a concentração no seu essencial - viver.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Bocage foi o grande mestre da expressividade poética, construindo uma obra onde coloca a fluência e a clareza da prosa ao serviço da poesia. Poeta de grandes explosões e convulsões, consegue como nenhum outro a perfeita ressonância dos sentimentos num harmonioso equilíbrio de escrita, resultando em expressões dramaticamente apaixonadas e um espírito sempre no limite da emoção. Possuidor de um verdadeiro segredo do encantamento, Bocage animava ou petrificava auditórios inteiros. Um espírito exaltado e conturbado, impaciente por natureza, os seus escritos são marcados pelos rasgos inspirados das suas explosões, numa pureza de entusiasmo que revela o quase impossível de traduzir das profundezas dos estados de alma, nas suas situações limite e mesmo nas situações mais comuns. As citações, os textos temáticos e os sonetos reunidos neste livro traduzem os muitos momentos expressivos deste grande poeta.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Bocage foi o grande mestre da expressividade poética, construindo uma obra onde coloca a fluência e a clareza da prosa ao serviço da poesia. Poeta de grandes explosões e convulsões, consegue como nenhum outro a perfeita ressonância dos sentimentos num harmonioso equilíbrio de escrita, resultando em expressões dramaticamente apaixonadas e um espírito sempre no limite da emoção. Possuidor de um verdadeiro segredo do encantamento, Bocage animava ou petrificava auditórios inteiros. Um espírito exaltado e conturbado, impaciente por natureza, os seus escritos são marcados pelos rasgos inspirados das suas explosões, numa pureza de entusiasmo que revela o quase impossível de traduzir das profundezas dos estados de alma, nas suas situações limite e mesmo nas situações mais comuns. As citações, os textos temáticos e os sonetos reunidos neste livro traduzem os muitos momentos expressivos deste grande poeta.
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Edição: Ago 2009
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Depois do sucesso do livro sobre Fernando Pessoa, lançamos agora na mesma linha, uma compilação única do pensamento de Nietzsche. Polémico, por vezes chocante, mas sempre objectivo, a sabedoria de Nietzsche dá sempre novas perspectivas ao pensamento de cada um. 400 citações, 125 excertos, distribuídos por mais de 180 temas. "A minha ambição é dizer em dez frases o que outros grandes autores não dizem nem num livro inteiro." F.Nietzsche
Nº Páginas: 172
Sinopse:
Depois do sucesso do livro sobre Fernando Pessoa, lançamos agora na mesma linha, uma compilação única do pensamento de Nietzsche. Polémico, por vezes chocante, mas sempre objectivo, a sabedoria de Nietzsche dá sempre novas perspectivas ao pensamento de cada um. 400 citações, 125 excertos, distribuídos por mais de 180 temas. "A minha ambição é dizer em dez frases o que outros grandes autores não dizem nem num livro inteiro." F.Nietzsche
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 230
Sinopse:
Eça de Queirós foi um dos maiores escritores portugueses e simultaneamente um dos maiores pensadores. Retratou como ninguém a sociedade e a psicologia dos portugueses, num estilo irónico e humorístico único, presente nos seus romances, crónicas e correspondência. Mais radical nos seus primeiros escritos, mais conservador nos últimos, em todos grassa uma actualidade e uma acutilância que continua a surpreender passados mais de cem anos sobre a sua morte. A visão e crítica de Eça de Queirós sobre os costumes em geral, e os portugueses em particular, continua surpreendentemente válida nos dias de hoje, provando que a evolução é pouco mais que um conjunto de progressos técnicos, e que as características do povo português, em todos os aspectos da sociedade, se mantêm praticamente iguais. Em 320 citações e 120 textos, complementados com excertos capitais dos seus principais romances, a sabedoria de Eça de Queirós encontra-se condensada neste livro para usufruto por si própria ou como incentivo a leituras mais aprofundadas da sua obra.
Nº Páginas: 230
Sinopse:
Eça de Queirós foi um dos maiores escritores portugueses e simultaneamente um dos maiores pensadores. Retratou como ninguém a sociedade e a psicologia dos portugueses, num estilo irónico e humorístico único, presente nos seus romances, crónicas e correspondência. Mais radical nos seus primeiros escritos, mais conservador nos últimos, em todos grassa uma actualidade e uma acutilância que continua a surpreender passados mais de cem anos sobre a sua morte. A visão e crítica de Eça de Queirós sobre os costumes em geral, e os portugueses em particular, continua surpreendentemente válida nos dias de hoje, provando que a evolução é pouco mais que um conjunto de progressos técnicos, e que as características do povo português, em todos os aspectos da sociedade, se mantêm praticamente iguais. Em 320 citações e 120 textos, complementados com excertos capitais dos seus principais romances, a sabedoria de Eça de Queirós encontra-se condensada neste livro para usufruto por si própria ou como incentivo a leituras mais aprofundadas da sua obra.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
António de Oliveira Salazar, personalidade que marcou a História portuguesa do século XX, liderando uma ditadura durante várias décadas, continua a ser, muitos anos passados sobre o seu falecimento, odiado ou idolatrado por grande parte dos portugueses, sendo raro quem não tenha uma opinião forte e emotiva sobre a doutrina e obra de Salazar. Surgido num tempo de instabilidade política nacional, Salazar conseguiu impor as suas ideias nacionalistas, ajudado pela reputação que granjeou ao resolver a crise financeira, criando um pacto de consenso de governo nacional reunindo diferentes facções incluindo monárquicos, católicos, republicanos e maçons. Afirmando que não defendia nenhum sistema político, e menos ainda a democracia, pelo efeito nefasto que afirmava que tinha o jogo de interesses privados e ideologias rígidas que orientavam os partidos políticos, atalhou caminho para um governo estável da nação proibindo estes e ainda a liberdade de imprensa, em nome do que considerava ser a paz social. Não tendo deixado obra escrita, foram no entanto inúmeras as suas intervenções, artigos de imprensa, participação em conferências, entrevistas e discursos, deixando as suas ideias expressas, antes e durante o seu governo, em milhares e milhares de páginas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
António de Oliveira Salazar, personalidade que marcou a História portuguesa do século XX, liderando uma ditadura durante várias décadas, continua a ser, muitos anos passados sobre o seu falecimento, odiado ou idolatrado por grande parte dos portugueses, sendo raro quem não tenha uma opinião forte e emotiva sobre a doutrina e obra de Salazar. Surgido num tempo de instabilidade política nacional, Salazar conseguiu impor as suas ideias nacionalistas, ajudado pela reputação que granjeou ao resolver a crise financeira, criando um pacto de consenso de governo nacional reunindo diferentes facções incluindo monárquicos, católicos, republicanos e maçons. Afirmando que não defendia nenhum sistema político, e menos ainda a democracia, pelo efeito nefasto que afirmava que tinha o jogo de interesses privados e ideologias rígidas que orientavam os partidos políticos, atalhou caminho para um governo estável da nação proibindo estes e ainda a liberdade de imprensa, em nome do que considerava ser a paz social. Não tendo deixado obra escrita, foram no entanto inúmeras as suas intervenções, artigos de imprensa, participação em conferências, entrevistas e discursos, deixando as suas ideias expressas, antes e durante o seu governo, em milhares e milhares de páginas.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que pensava Adolf Hitler? Era a favor do capitalismo ou era anticapitalista? Era cristão ou era anticristão? Se quis ser pintor, porque é que odiava tanto a arte contemporânea, em particular Picasso? Citações de Adolf Hitler reúne tudo o que Hitler pensava sobre a burguesia, o comunismo, a democracia, o marxismo, o nacional-socialismo. Entre o ódio aos judeus e aos negros, haveria espaço para o amor? E como é que um dos maiores monstros de sempre via a mulher, a prostituição, o sacrifício ou o dinheiro? Estas foram as ideias que levaram ao Holocausto. É melhor sabermos quais são, para não as repetirmos. Às citações, juntam-se ainda listas dos gostos e ódios de Hitler, as mulheres com quem viveu, mentores, ídolos, livros e filmes favoritos, datas marcantes e muitos outros factos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Que pensava Adolf Hitler? Era a favor do capitalismo ou era anticapitalista? Era cristão ou era anticristão? Se quis ser pintor, porque é que odiava tanto a arte contemporânea, em particular Picasso? Citações de Adolf Hitler reúne tudo o que Hitler pensava sobre a burguesia, o comunismo, a democracia, o marxismo, o nacional-socialismo. Entre o ódio aos judeus e aos negros, haveria espaço para o amor? E como é que um dos maiores monstros de sempre via a mulher, a prostituição, o sacrifício ou o dinheiro? Estas foram as ideias que levaram ao Holocausto. É melhor sabermos quais são, para não as repetirmos. Às citações, juntam-se ainda listas dos gostos e ódios de Hitler, as mulheres com quem viveu, mentores, ídolos, livros e filmes favoritos, datas marcantes e muitos outros factos.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso", de Alexandra Lucas Coelho, é a resposta a um desafio que a autora recebeu do músico e cantor Caetano Veloso: dedicar um livro inteiro à Bahia, o estado, a cidade de Salvador, o Recôncavo baiano, tendo, lá ao fundo, a terra de Caetano, Santo Amaro da Purificação. Mas também a Barra, a praia de Itapuã, o Rio Vermelho, num relato que começa em Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália, onde chegou Pedro Álvares Cabral e o marinheiro Nicolau, que acaba por ter um papel inesperado e significativo. O livro é pois uma apresentação, pela mão de uma portuguesa, desse mundo mágico de Jorge Amado, de Caetano, de Maria Bethânia, de João Gilberto, dos terreiros, das mães de santo, do candomblé. Enfim, uma evocação de nomes e lugares que povoam a nossa memória quando evocamos o Brasil. "Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso" é o último volume de uma trilogia, sendo os dos outros "Vai, Brasil" (1) e "Deus-dará" (2).
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso", de Alexandra Lucas Coelho, é a resposta a um desafio que a autora recebeu do músico e cantor Caetano Veloso: dedicar um livro inteiro à Bahia, o estado, a cidade de Salvador, o Recôncavo baiano, tendo, lá ao fundo, a terra de Caetano, Santo Amaro da Purificação. Mas também a Barra, a praia de Itapuã, o Rio Vermelho, num relato que começa em Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália, onde chegou Pedro Álvares Cabral e o marinheiro Nicolau, que acaba por ter um papel inesperado e significativo. O livro é pois uma apresentação, pela mão de uma portuguesa, desse mundo mágico de Jorge Amado, de Caetano, de Maria Bethânia, de João Gilberto, dos terreiros, das mães de santo, do candomblé. Enfim, uma evocação de nomes e lugares que povoam a nossa memória quando evocamos o Brasil. "Cinco Voltas na Bahia e um Beijo para Caetano Veloso" é o último volume de uma trilogia, sendo os dos outros "Vai, Brasil" (1) e "Deus-dará" (2).
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
PRIMEIRO VOLUME DA GRANDE COLECÇÃO DEDICADA AO PROJECTO DE HABITAÇÃO SAAL, UMA EXPERIÊNCIA URBANÍSTICA E SOCIAL ÚNICA NO PAÍS Como cantava Zeca Afonso, "Quem aqui vier morar/ Não traga mesa nem cama/ Com sete palmos de terra/ Se constrói uma cabana." A música "Os Índios da Meia Praia" evocava já o espírito do SAAL [Serviço Ambulatório de Apoio Local], um projecto de habitação para populações carenciadas, nascido com o 25 de Abril de 1974 e pioneiro na sua lógica de proximidade e entreajuda. A colecção Cidade Participada: Arquitectura e Democracia, que se inicia com este volume dedicado a Oeiras, regista de forma inédita os processos, as populações envolvidas e as consequências desta experiência urbanística e social única no país, abrindo caminho para um debate mais amplo sobre as formas de pensar a cidade e o direito à habitação.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
PRIMEIRO VOLUME DA GRANDE COLECÇÃO DEDICADA AO PROJECTO DE HABITAÇÃO SAAL, UMA EXPERIÊNCIA URBANÍSTICA E SOCIAL ÚNICA NO PAÍS Como cantava Zeca Afonso, "Quem aqui vier morar/ Não traga mesa nem cama/ Com sete palmos de terra/ Se constrói uma cabana." A música "Os Índios da Meia Praia" evocava já o espírito do SAAL [Serviço Ambulatório de Apoio Local], um projecto de habitação para populações carenciadas, nascido com o 25 de Abril de 1974 e pioneiro na sua lógica de proximidade e entreajuda. A colecção Cidade Participada: Arquitectura e Democracia, que se inicia com este volume dedicado a Oeiras, regista de forma inédita os processos, as populações envolvidas e as consequências desta experiência urbanística e social única no país, abrindo caminho para um debate mais amplo sobre as formas de pensar a cidade e o direito à habitação.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Esta é a história da central nuclear de Chernobyl desde a sua construção à sua desativação. Em 26 de abril de 1986, às 13:23, um reator da Usina Nuclear de Chernobyl, na Ucrânia soviética, explodiu. Enquanto as autoridades tentavam entender o que havia acontecido, trabalhadores, engenheiros, bombeiros e aqueles que viviam na área foram abandonados ao seu destino. A explosão colocou o mundo à beira da aniquilação nuclear, contaminando mais da metade da Europa com a precipitação radioativa.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Esta é a história da central nuclear de Chernobyl desde a sua construção à sua desativação. Em 26 de abril de 1986, às 13:23, um reator da Usina Nuclear de Chernobyl, na Ucrânia soviética, explodiu. Enquanto as autoridades tentavam entender o que havia acontecido, trabalhadores, engenheiros, bombeiros e aqueles que viviam na área foram abandonados ao seu destino. A explosão colocou o mundo à beira da aniquilação nuclear, contaminando mais da metade da Europa com a precipitação radioativa.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Chega de Saudade: a história e as histórias da Bossa Nova reconstitui a vida boémia e cultural carioca dos tempos da Bossa Nova - discoteca a discoteca, história a história. Para compor esse fascinante mosaico envolvendo música e sociedade, Ruy Castro ouviu dezenas de protagonistas: compositores, cantores, instrumentistas, bem como os seus amigos e inimigos. Uma narrativa que se lê como um romance, cheia de paixões e traições, amores e desamores, episódios cómicos e trágicos — protagonizados por João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Newton Mendonça, Nara Leão, Carlinhos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Maysa, Johnny Alf, SylvinhaTelles, Elis Regina e toda uma legião de jovens que eles seduziram com o seu charme e as suas canções.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Chega de Saudade: a história e as histórias da Bossa Nova reconstitui a vida boémia e cultural carioca dos tempos da Bossa Nova - discoteca a discoteca, história a história. Para compor esse fascinante mosaico envolvendo música e sociedade, Ruy Castro ouviu dezenas de protagonistas: compositores, cantores, instrumentistas, bem como os seus amigos e inimigos. Uma narrativa que se lê como um romance, cheia de paixões e traições, amores e desamores, episódios cómicos e trágicos — protagonizados por João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Newton Mendonça, Nara Leão, Carlinhos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Maysa, Johnny Alf, SylvinhaTelles, Elis Regina e toda uma legião de jovens que eles seduziram com o seu charme e as suas canções.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"(…) poucas palavras descrevem tão bem o João Quadros como um gajo que chateia (…) O João só bate em quem tem corpo para apanhar. Um dos males do nosso tempo é o regresso da infeliz mania de só dar porrada nos mais fracos. O João faz o contrário. E se ocasionalmente dá a sua traulitada no bom povo português, é com o carinho irritado de quem vê um puto a fazer asneiras, tipo conduzir em coma alcoólico ou andar a fazer equilibrismo num parapeito. Há um desassombro e uma lucidez no seu humor que por vezes doem." - Rui Zink, in Prefácio
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"(…) poucas palavras descrevem tão bem o João Quadros como um gajo que chateia (…) O João só bate em quem tem corpo para apanhar. Um dos males do nosso tempo é o regresso da infeliz mania de só dar porrada nos mais fracos. O João faz o contrário. E se ocasionalmente dá a sua traulitada no bom povo português, é com o carinho irritado de quem vê um puto a fazer asneiras, tipo conduzir em coma alcoólico ou andar a fazer equilibrismo num parapeito. Há um desassombro e uma lucidez no seu humor que por vezes doem." - Rui Zink, in Prefácio
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