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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os portugueses gastam demasiado tempo em coisas que não interessam para nada enquanto fogem dos problemas que importa resolver depressa. Estamos cheios de manias, tiques e hábitos que, além de parvos, prejudicam o próximo. Qualquer povo é assim, podemos pensar. E pensamos mesmo, porque chutar para o lado é uma característica nossa. Tal como estacionar o carro em cima da passadeira, chegar constantemente atrasado aos compromissos ou transformar o simples pedido de um café numa manifestação de poder sobre o empregado de balcão. Fruto do olhar corrosivo de Pedro Boucherie Mendes, que regista desde há anos as manias dos seus compatriotas, Cemitério dos Prazeres é um livro onde qualquer português poderá encontrar alguns dos traços mais dispensáveis da sua personalidade. Um retrato acutilante e divertido do nosso povo que, a brincar, a brincar, irá despertar as consciências mais abertas à mudança
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os portugueses gastam demasiado tempo em coisas que não interessam para nada enquanto fogem dos problemas que importa resolver depressa. Estamos cheios de manias, tiques e hábitos que, além de parvos, prejudicam o próximo. Qualquer povo é assim, podemos pensar. E pensamos mesmo, porque chutar para o lado é uma característica nossa. Tal como estacionar o carro em cima da passadeira, chegar constantemente atrasado aos compromissos ou transformar o simples pedido de um café numa manifestação de poder sobre o empregado de balcão. Fruto do olhar corrosivo de Pedro Boucherie Mendes, que regista desde há anos as manias dos seus compatriotas, Cemitério dos Prazeres é um livro onde qualquer português poderá encontrar alguns dos traços mais dispensáveis da sua personalidade. Um retrato acutilante e divertido do nosso povo que, a brincar, a brincar, irá despertar as consciências mais abertas à mudança
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Filha mais nova de Joana de Castela e de Filipe, o Belo, Catarina era o fruto de uma união dinástica que reuniu a Casa Real de Espanha com as dinastias borgonhesa e de Habsburgo. Mulher culta e inteligente, teve um casamento feliz com D. João III e governou Portugal como rainha consorte e como regente por mais de cinquenta anos. Catarina de Áustria era uma estadista dotada, uma filantropa e uma grande colecionadora de arte. A sua coleção de arte asiática incluía mais objetos não europeus do que qualquer outra coleção contemporânea anterior ao século XVI. A ela se deve também a conclusão da atual capela-mor do Mosteiro dos Jerónimos. Tal como era esperado de uma rainha consorte, deu à luz um herdeiro da Coroa e vários príncipes reais. Contudo, os seus nove filhos não lhe sobreviveram.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Filha mais nova de Joana de Castela e de Filipe, o Belo, Catarina era o fruto de uma união dinástica que reuniu a Casa Real de Espanha com as dinastias borgonhesa e de Habsburgo. Mulher culta e inteligente, teve um casamento feliz com D. João III e governou Portugal como rainha consorte e como regente por mais de cinquenta anos. Catarina de Áustria era uma estadista dotada, uma filantropa e uma grande colecionadora de arte. A sua coleção de arte asiática incluía mais objetos não europeus do que qualquer outra coleção contemporânea anterior ao século XVI. A ela se deve também a conclusão da atual capela-mor do Mosteiro dos Jerónimos. Tal como era esperado de uma rainha consorte, deu à luz um herdeiro da Coroa e vários príncipes reais. Contudo, os seus nove filhos não lhe sobreviveram.
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Isabel Wilkerson, jornalista vencedora de Pulitzer, redefine a compreensão das estruturas sociais em que nos inserimos, preferindo o uso do termo castismo ao habitual racismo. Nesta obra, a autora associa aqueles que considera os três principais sistemas de castas, o do Estados Unidos, o da Índia e o da Alemanha nazi, às respetivas influências culturais, políticas e legais, remontando a pesquisa ao tráfico negreiro e até à diáspora lusitana, da qual, à chegada à Índia, resultou o aparecimento da palavra portuguesa casta, para raça, linhagem. Com uma impressionante lista de referências a notícias, estudos, documentos, declarações, decisões administrativas e judiciais de vários países e épocas, Wilkerson estabelece um perturbador elo entre os castismos mundiais através de oito pilares estritamente delimitados. A colonização dos Estados Unidos pelos povos europeus e o que dela resultou para os protocolos de casta e para os contornos políticos atuais em todo o mundo, é revista pela autora num intenso e perturbador desfile de histórias individualizadas de escravatura e insensibilidade, apresentadas com vívido e estonteante detalhe. Ninguém, onde quer que viva ou que cor tenha na pele, pode dar-se ao luxo de desconhecer uma história do mundo contada assim.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Isabel Wilkerson, jornalista vencedora de Pulitzer, redefine a compreensão das estruturas sociais em que nos inserimos, preferindo o uso do termo castismo ao habitual racismo. Nesta obra, a autora associa aqueles que considera os três principais sistemas de castas, o do Estados Unidos, o da Índia e o da Alemanha nazi, às respetivas influências culturais, políticas e legais, remontando a pesquisa ao tráfico negreiro e até à diáspora lusitana, da qual, à chegada à Índia, resultou o aparecimento da palavra portuguesa casta, para raça, linhagem. Com uma impressionante lista de referências a notícias, estudos, documentos, declarações, decisões administrativas e judiciais de vários países e épocas, Wilkerson estabelece um perturbador elo entre os castismos mundiais através de oito pilares estritamente delimitados. A colonização dos Estados Unidos pelos povos europeus e o que dela resultou para os protocolos de casta e para os contornos políticos atuais em todo o mundo, é revista pela autora num intenso e perturbador desfile de histórias individualizadas de escravatura e insensibilidade, apresentadas com vívido e estonteante detalhe. Ninguém, onde quer que viva ou que cor tenha na pele, pode dar-se ao luxo de desconhecer uma história do mundo contada assim.
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Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A detenção do ex-primeiro-ministro José Sócrates, a 21 de novembro de 2014, constituiu um facto histórico sem precedentes em Portugal e definiu a dimensão de um escândalo de gigantescas proporções. Não estava só em causa a eventual prevaricação de um agente político (entretanto acusado de corrupção passiva, evasão fiscal e branqueamento de capitais), mas sim a insinuação de enriquecimento ilícito de um dos mais destacados titulares de um órgão de soberania, lançando uma sombra de suspeição sobre todos os detentores de poder, à esquerda ou à direita, e sobre os seus partidos. Como se isso não bastasse para dar um caráter excecional ao caso, a investigação judicial veio a estabelecer suspeitas de distribuição de comissões ilícitas envolvendo o mais destacado e reputado banqueiro nacional, Ricardo Salgado, líder do Banco e Grupo Espírito Santo, e dois dos mais prestigiados gestores nacionais, Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, figuras de topo de uma das principais empresas portuguesas, a PT (que mal sobreviria à gestão de ambos). De súbito, os Portugueses descobriam uma perversa aliança entre figuras de primeira linha do poder político, do poder financeiro e do poder económico, a qual, se por um lado punha a nu a fragilidade institucional de um regime democrático já com quatro décadas, por outro evidenciava a independência e a perseverança de um aparelho judicial disposto a imputar responsabilidades até às últimas consequências, doesse a quem doesse. Nesta rigorosa e exaustiva investigação, Felícia Cabrita e Joaquim Vieira relatam todos os bastidores da Operação Marquês até desembocar na acusação a Sócrates, Salgado, Bava, Granadeiro e outros.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A detenção do ex-primeiro-ministro José Sócrates, a 21 de novembro de 2014, constituiu um facto histórico sem precedentes em Portugal e definiu a dimensão de um escândalo de gigantescas proporções. Não estava só em causa a eventual prevaricação de um agente político (entretanto acusado de corrupção passiva, evasão fiscal e branqueamento de capitais), mas sim a insinuação de enriquecimento ilícito de um dos mais destacados titulares de um órgão de soberania, lançando uma sombra de suspeição sobre todos os detentores de poder, à esquerda ou à direita, e sobre os seus partidos. Como se isso não bastasse para dar um caráter excecional ao caso, a investigação judicial veio a estabelecer suspeitas de distribuição de comissões ilícitas envolvendo o mais destacado e reputado banqueiro nacional, Ricardo Salgado, líder do Banco e Grupo Espírito Santo, e dois dos mais prestigiados gestores nacionais, Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, figuras de topo de uma das principais empresas portuguesas, a PT (que mal sobreviria à gestão de ambos). De súbito, os Portugueses descobriam uma perversa aliança entre figuras de primeira linha do poder político, do poder financeiro e do poder económico, a qual, se por um lado punha a nu a fragilidade institucional de um regime democrático já com quatro décadas, por outro evidenciava a independência e a perseverança de um aparelho judicial disposto a imputar responsabilidades até às últimas consequências, doesse a quem doesse. Nesta rigorosa e exaustiva investigação, Felícia Cabrita e Joaquim Vieira relatam todos os bastidores da Operação Marquês até desembocar na acusação a Sócrates, Salgado, Bava, Granadeiro e outros.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Para mim, esta é a verdadeira face humana da "Casa". Uma Associação de jovens onde há de tudo, dos mal-humorados, aos eternos bem-dispostos, dos estudantes exemplares, aos maus estudantes, dos sócios dedicados e empenhados, aos pouco participativos, dos engajados politicamente, aos "apolíticos", dos simpáticos aos antipáticos. Nós eramos como outros jovens nos condicionalismos daquela época. Éramos humanos, com tudo o que há de grandeza na natureza humana e com tudo o que pode haver de mesquinhez. Transformarem-nos hoje em "heróis" é desumanizar-nos!" (Helder Martins) "Este livro de memórias duma época é o testemunho duma etapa histórica da vida de muitos estudantes, que das Colónias vinham para Portugal fazer os estudos superiores". (in Prefácio, Fernando Vaz)
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Para mim, esta é a verdadeira face humana da "Casa". Uma Associação de jovens onde há de tudo, dos mal-humorados, aos eternos bem-dispostos, dos estudantes exemplares, aos maus estudantes, dos sócios dedicados e empenhados, aos pouco participativos, dos engajados politicamente, aos "apolíticos", dos simpáticos aos antipáticos. Nós eramos como outros jovens nos condicionalismos daquela época. Éramos humanos, com tudo o que há de grandeza na natureza humana e com tudo o que pode haver de mesquinhez. Transformarem-nos hoje em "heróis" é desumanizar-nos!" (Helder Martins) "Este livro de memórias duma época é o testemunho duma etapa histórica da vida de muitos estudantes, que das Colónias vinham para Portugal fazer os estudos superiores". (in Prefácio, Fernando Vaz)
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Este livro reúne um conjunto de documentos do Arquivo Fundação Mário Soares escritos e/ou publicados entre 1970 e 1974 e que retraçam a atividade política do autor durante o exílio em França e a forma como esta atividade se articulava com a de diversas figuras da oposição ao regime, tanto em Portugal como noutros destinos de exílio. Inclui: - Correspondência entre o autor e Raúl Rêgo, Piteira Santos, Pinto Balsemão, Medeiros Ferreira, Tito de Morais, Vitorino Magalhães Godinho, Victor da Cunha Rego, António Macedo e Jorge Campinos - Artigos publicados no República e no Portugal Socialista, Revue Politique International, L’Unité, Combat Socialiste e Le Monde (França); The Nation (EUA), Express Español (Espanha) e Weltwoche (Suíça) - Entrevistas publicadas na Veja (Brasil), L’Espresso (Itália) e Combat (França) - Outros documentos de grande interesse histórico. Com prefácio do historiador David Castaño.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Este livro reúne um conjunto de documentos do Arquivo Fundação Mário Soares escritos e/ou publicados entre 1970 e 1974 e que retraçam a atividade política do autor durante o exílio em França e a forma como esta atividade se articulava com a de diversas figuras da oposição ao regime, tanto em Portugal como noutros destinos de exílio. Inclui: - Correspondência entre o autor e Raúl Rêgo, Piteira Santos, Pinto Balsemão, Medeiros Ferreira, Tito de Morais, Vitorino Magalhães Godinho, Victor da Cunha Rego, António Macedo e Jorge Campinos - Artigos publicados no República e no Portugal Socialista, Revue Politique International, L’Unité, Combat Socialiste e Le Monde (França); The Nation (EUA), Express Español (Espanha) e Weltwoche (Suíça) - Entrevistas publicadas na Veja (Brasil), L’Espresso (Itália) e Combat (França) - Outros documentos de grande interesse histórico. Com prefácio do historiador David Castaño.
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Durante treze anos, a guerra colonial enviou para África uma geração de rapazes sem qualquer preparação para o que iriam encontrar e onde tantas vezes tiveram de matar para não morrer. Na metrópole deixaram as vidas em suspenso, na esperança do regresso dois anos mais tarde. De camuflado vestido, embarcados em navios que partiam para Angola, Moçambique e Guiné enquanto os lenços brancos acenavam no cais, estes jovens deixaram para trás os afetos: mães e pais, namoradas e esposas, irmãos e irmãs ficavam em terra a lidar com as saudades e o medo de os perder. A troca de correspondência, através do Serviço Postal Militar, foi fundamental para os que partiam e para os que ficavam - e por isso dez toneladas de correio ligavam diariamente os militares às suas famílias. Entre 1961 e 1975 circularam milhões de aerogramas que levavam e traziam a saudade, o amor… e tantas notícias devastadoras para ambos os lados. Marta Martins Silva volta a dar voz aos ex-combatentes do Ultramar, revelando as cartas que trocavam com aqueles que lhes eram queridos e mostrando como, através dessa correspondência, podemos compreender melhor o país que fomos nos anos sessenta e setenta do século passado.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Durante treze anos, a guerra colonial enviou para África uma geração de rapazes sem qualquer preparação para o que iriam encontrar e onde tantas vezes tiveram de matar para não morrer. Na metrópole deixaram as vidas em suspenso, na esperança do regresso dois anos mais tarde. De camuflado vestido, embarcados em navios que partiam para Angola, Moçambique e Guiné enquanto os lenços brancos acenavam no cais, estes jovens deixaram para trás os afetos: mães e pais, namoradas e esposas, irmãos e irmãs ficavam em terra a lidar com as saudades e o medo de os perder. A troca de correspondência, através do Serviço Postal Militar, foi fundamental para os que partiam e para os que ficavam - e por isso dez toneladas de correio ligavam diariamente os militares às suas famílias. Entre 1961 e 1975 circularam milhões de aerogramas que levavam e traziam a saudade, o amor… e tantas notícias devastadoras para ambos os lados. Marta Martins Silva volta a dar voz aos ex-combatentes do Ultramar, revelando as cartas que trocavam com aqueles que lhes eram queridos e mostrando como, através dessa correspondência, podemos compreender melhor o país que fomos nos anos sessenta e setenta do século passado.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nestas cartas procurei dividir com o leitor, especialmente os mais jovens, experiências que vivi em meus vinte e sete anos de política, lições que aprendi dentro e fora do governo e conhecimentos que fui adquirindo ao longo da vida." - Fernando Henrique Cardoso.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nestas cartas procurei dividir com o leitor, especialmente os mais jovens, experiências que vivi em meus vinte e sete anos de política, lições que aprendi dentro e fora do governo e conhecimentos que fui adquirindo ao longo da vida." - Fernando Henrique Cardoso.
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"A carta de Caminha é algo inteiramente novo e, repitase, um documento único na história da humanidade. Estou consciente de que me restrinjo à «humanidade europeia» (e especificamente ocidental), mas na minha vasta ignorância não tenho notícia de nada que se lhe assemelhe. Nem Marco Polo revela tal candura perante o inesperado, o maravilhoso descoberto, mesmo se planeado (e a isso já iremos mais adiante). A narrativa de Pêro Vaz de Caminha confesso que prefiro não entrar em pormenores sobre ela para que o leitor a descubra virgem, e a aprecie por si próprio, pois ela dispensa glosas basta lê-la atentamente para nos darmos conta da abertura de horizontes dos recém-chegados a um universo novo, inteiramente inesperado. Vemo-los fascinados perante a natureza e a beleza de um povo que os deslumbra. Tudo surge descrito numa linguagem gostosa, ditada por um olhar eivado de quase ingénua inocência." Onésimo Teotónio Almeida
Nº Páginas: 80
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"A carta de Caminha é algo inteiramente novo e, repitase, um documento único na história da humanidade. Estou consciente de que me restrinjo à «humanidade europeia» (e especificamente ocidental), mas na minha vasta ignorância não tenho notícia de nada que se lhe assemelhe. Nem Marco Polo revela tal candura perante o inesperado, o maravilhoso descoberto, mesmo se planeado (e a isso já iremos mais adiante). A narrativa de Pêro Vaz de Caminha confesso que prefiro não entrar em pormenores sobre ela para que o leitor a descubra virgem, e a aprecie por si próprio, pois ela dispensa glosas basta lê-la atentamente para nos darmos conta da abertura de horizontes dos recém-chegados a um universo novo, inteiramente inesperado. Vemo-los fascinados perante a natureza e a beleza de um povo que os deslumbra. Tudo surge descrito numa linguagem gostosa, ditada por um olhar eivado de quase ingénua inocência." Onésimo Teotónio Almeida
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Na Carta a um Bom Português, o autor apresenta-nos um manual para fazer a Revolução de Cidadania que falta no País de modo a que se possa criar uma Economia mais produtiva e uma Sociedade mais equilibrada; uma Revolução de Cidadania para ajudar os governantes a resolver os bloqueios gravíssimos que nos prejudicam; para obrigar os políticos a fazerem o que têm de fazer: reduzir a influência dos lóbis que nos esmagam a todos, cidadãos e empresas. Uma Revolução que à partida não é destinada a derrubar Governos, mas sim a fixar-lhes um objectivo prioritário - Obrigá-los a reconstruir Portugal. E se não forem capazes, então sim, forçar os políticos incapazes a abandonar o Poder.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Na Carta a um Bom Português, o autor apresenta-nos um manual para fazer a Revolução de Cidadania que falta no País de modo a que se possa criar uma Economia mais produtiva e uma Sociedade mais equilibrada; uma Revolução de Cidadania para ajudar os governantes a resolver os bloqueios gravíssimos que nos prejudicam; para obrigar os políticos a fazerem o que têm de fazer: reduzir a influência dos lóbis que nos esmagam a todos, cidadãos e empresas. Uma Revolução que à partida não é destinada a derrubar Governos, mas sim a fixar-lhes um objectivo prioritário - Obrigá-los a reconstruir Portugal. E se não forem capazes, então sim, forçar os políticos incapazes a abandonar o Poder.
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Edição: Jan 2022
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Catástrofe climática? Inexorável!
Extinção da biodiversidade? Irremediável!
Globalização financeira, deslocalizações, explosão das desigualdades? Fatal!
Declínio das democracias, erosão dos direitos, crescimento dos ódios? Irreversível!
Todos vos dizem que é assim, que nada podem fazer. Então para quê lutar, agir, sonhar?"
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Catástrofe climática? Inexorável!
Extinção da biodiversidade? Irremediável!
Globalização financeira, deslocalizações, explosão das desigualdades? Fatal!
Declínio das democracias, erosão dos direitos, crescimento dos ódios? Irreversível!
Todos vos dizem que é assim, que nada podem fazer. Então para quê lutar, agir, sonhar?"
"A indiferença e a resignação são mortíferas. Não se desinteressem pelo vosso futuro. Não se resignem. Não se tornem cínicos antes de terem experimentado o idealismo. Não sejam velhos antes de serem jovens.
Tenho um só objectivo na política: devolver à democracia a sua juventude perdida, a sua força e a sua beleza. Para isso, são vocês a chave, a única chave.
Esta é a vossa vez! É a hora. A vossa hora."
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Fialho de Almeida (1857-1911) pertence àquela família de médicos que se tornam escritores porque vêem na literatura uma forma de medicina e na palavra um ácido corrosivo mas terapêutico. Fialho tomou a sociedade humana como um corpo cuja anatomia só podia ser conhecida depois de friamente dissecada a bisturi. O primeiro cadáver que ele cortou com os instrumentos cirúrgicos da literatura foi o da Ruiva, essa compleição de estátua num corpo de operária lisboeta, em 1878. Tinha vinte anos e o resultado é uma nova histologia social. Louis-Ferdinand Céline, médico como ele, escreverá depois o breviário da profissão destes novos higienistas: saturar o negro de negro, saciar o veneno de veneno, porque as epidemias só desaparecem quando os micróbios se enjoam das suas toxinas.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Fialho de Almeida (1857-1911) pertence àquela família de médicos que se tornam escritores porque vêem na literatura uma forma de medicina e na palavra um ácido corrosivo mas terapêutico. Fialho tomou a sociedade humana como um corpo cuja anatomia só podia ser conhecida depois de friamente dissecada a bisturi. O primeiro cadáver que ele cortou com os instrumentos cirúrgicos da literatura foi o da Ruiva, essa compleição de estátua num corpo de operária lisboeta, em 1878. Tinha vinte anos e o resultado é uma nova histologia social. Louis-Ferdinand Céline, médico como ele, escreverá depois o breviário da profissão destes novos higienistas: saturar o negro de negro, saciar o veneno de veneno, porque as epidemias só desaparecem quando os micróbios se enjoam das suas toxinas.
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Este livro surgiu no contexto de um projecto de investigação sobre as relações entre Portugal e os Estados Unidos no período da transição para a democracia no nosso país, proposto pelo Instituto Português de Relações Internacionais e pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. O presente estudo é sobre a visão e a acção política dos Estados Unidos em Portugal durante a transição democrática, não devendo ser entendido como uma história da revolução portuguesa. Isto é, o seu objectivo consiste em avaliar o impacte da actuação norte-americana no resultado final da passagem do regime autoritário para a democracia em Portugal. Para esse efeito, desenvolveu-se durante quatro anos um extenso trabalho de investigação nos EUA e em Portugal, privilegiando-se a consulta de fontes primárias, muito em especial as fontes de arquivo norte-americanas e portuguesas, constituindo muitas delas documentos inéditos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Este livro surgiu no contexto de um projecto de investigação sobre as relações entre Portugal e os Estados Unidos no período da transição para a democracia no nosso país, proposto pelo Instituto Português de Relações Internacionais e pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. O presente estudo é sobre a visão e a acção política dos Estados Unidos em Portugal durante a transição democrática, não devendo ser entendido como uma história da revolução portuguesa. Isto é, o seu objectivo consiste em avaliar o impacte da actuação norte-americana no resultado final da passagem do regime autoritário para a democracia em Portugal. Para esse efeito, desenvolveu-se durante quatro anos um extenso trabalho de investigação nos EUA e em Portugal, privilegiando-se a consulta de fontes primárias, muito em especial as fontes de arquivo norte-americanas e portuguesas, constituindo muitas delas documentos inéditos.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Em 1807, perante a invasão de Portugal pelas tropas napoleónicas, a corte transferiu-se para o Brasil. D. Carlota Joaquina, mulher do príncipe regente, o futuro D. João VI, tornar-se-ia rainha de Portugal já no Novo Mundo, destino que seria partilhado com a sua futura nora, D. Leopoldina de Habsburgo, mulher de D. Pedro IV, imperatriz do Brasil e rainha de Portugal. Carlota Joaquina (1775-1830) é talvez a mais controversa rainha de Portugal. A imagem negativa que dela ficou construiu-se em torno do seu aspeto físico, longe da harmonia e da beleza desejáveis numa princesa, e das suas características morais, sendo acusada de ambição política desmedida, de dissimulação e de traição. Carlota Joaquina manobrou habilmente nos meandros políticos peninsulares e americanos, sempre descontente com a sua situação de consorte. Acompanhou a corte na deslocação para o Brasil, onde foi motivo de embaraços diplomáticos, e, de regresso a Lisboa em 1821, assumiu posições polémicas ao rejeitar a Constituição, convertendo-se num polo aglutinador das forças antiliberais. Leopoldina de Habsburgo nasceu em Viena, em 1797. Aos 20 anos atravessou o oceano para viver no Brasil, então sede do Reino Unido luso-brasileiro, consciente da missão que lhe cabia ao casar com o príncipe herdeiro do trono português, D. Pedro, seguindo a estratégia traçada pelas casas de Bragança e de Habsburgo, com vista à consolidação do governo monárquico absolutista na América e o seu consequente revigoramento na Europa. Cultivadora das artes e do conhecimento científico, mulher erudita e apaixonada, agente expoente na criação do Império do Brasil, faleceu ainda jovem, aos 29 anos, deixando cinco filhos pequenos, entre eles: a rainha de Portugal, D. Maria II, e o segundo imperador do Brasil, D. Pedro II.
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Em 1807, perante a invasão de Portugal pelas tropas napoleónicas, a corte transferiu-se para o Brasil. D. Carlota Joaquina, mulher do príncipe regente, o futuro D. João VI, tornar-se-ia rainha de Portugal já no Novo Mundo, destino que seria partilhado com a sua futura nora, D. Leopoldina de Habsburgo, mulher de D. Pedro IV, imperatriz do Brasil e rainha de Portugal. Carlota Joaquina (1775-1830) é talvez a mais controversa rainha de Portugal. A imagem negativa que dela ficou construiu-se em torno do seu aspeto físico, longe da harmonia e da beleza desejáveis numa princesa, e das suas características morais, sendo acusada de ambição política desmedida, de dissimulação e de traição. Carlota Joaquina manobrou habilmente nos meandros políticos peninsulares e americanos, sempre descontente com a sua situação de consorte. Acompanhou a corte na deslocação para o Brasil, onde foi motivo de embaraços diplomáticos, e, de regresso a Lisboa em 1821, assumiu posições polémicas ao rejeitar a Constituição, convertendo-se num polo aglutinador das forças antiliberais. Leopoldina de Habsburgo nasceu em Viena, em 1797. Aos 20 anos atravessou o oceano para viver no Brasil, então sede do Reino Unido luso-brasileiro, consciente da missão que lhe cabia ao casar com o príncipe herdeiro do trono português, D. Pedro, seguindo a estratégia traçada pelas casas de Bragança e de Habsburgo, com vista à consolidação do governo monárquico absolutista na América e o seu consequente revigoramento na Europa. Cultivadora das artes e do conhecimento científico, mulher erudita e apaixonada, agente expoente na criação do Império do Brasil, faleceu ainda jovem, aos 29 anos, deixando cinco filhos pequenos, entre eles: a rainha de Portugal, D. Maria II, e o segundo imperador do Brasil, D. Pedro II.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Viktoriya saiu de Moscovo julgando que ia ser modelo em Londres. Mas desembarca em Portugal e é aprisionada pela máfia russa para ser vendida como prostituta. António é um camionista que, para sustentar a família, colabora com o grupo criminoso. Transporta mulheres enganadas através da Europa e entrega a carga humana a Viktor, o líder do gangue, cujo passado secreto esconde mais do que o tráfico de pessoas a que se dedicou depois de sair da Rússia, durante a Guerra das Máfias, nos anos 90. Saltando entre o ponto de vista das mulheres abusadas e um olhar pormenorizado sobre as práticas da máfia russa, "Carga" retrata uma realidade desumana que, apesar de tão próxima de todos nós, permanece oculta nos meandros do submundo. Todos os anos milhares de pessoas são escravizadas, fazendo do tráfico humano um dos negócios mais rentáveis e sórdidos do planeta. Esta é a história das vítimas e dos seus captores. Uma viagem ao mundo obscuro da corrupção, do sexo, do crime e de uma violência que não conhece limites. Um relato de sobrevivência quando tudo parece perdido.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Viktoriya saiu de Moscovo julgando que ia ser modelo em Londres. Mas desembarca em Portugal e é aprisionada pela máfia russa para ser vendida como prostituta. António é um camionista que, para sustentar a família, colabora com o grupo criminoso. Transporta mulheres enganadas através da Europa e entrega a carga humana a Viktor, o líder do gangue, cujo passado secreto esconde mais do que o tráfico de pessoas a que se dedicou depois de sair da Rússia, durante a Guerra das Máfias, nos anos 90. Saltando entre o ponto de vista das mulheres abusadas e um olhar pormenorizado sobre as práticas da máfia russa, "Carga" retrata uma realidade desumana que, apesar de tão próxima de todos nós, permanece oculta nos meandros do submundo. Todos os anos milhares de pessoas são escravizadas, fazendo do tráfico humano um dos negócios mais rentáveis e sórdidos do planeta. Esta é a história das vítimas e dos seus captores. Uma viagem ao mundo obscuro da corrupção, do sexo, do crime e de uma violência que não conhece limites. Um relato de sobrevivência quando tudo parece perdido.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Há apenas algumas décadas, Adolf Hitler, com a força da sua retórica demagógica, moveu multidões: o discurso de ódio pode ser muito poderoso. Depois, entre 1933 e 1945, milhões de pessoas foram encerradas em campos de concentração nazis, em condições terríveis, somando-se à fome e às doenças, a torpe submissão aos mais variados tipos de violência e humilhação, num processo atroz de profunda desumanização. A dimensão da abominação nazi, que culminou com o gaseamento e os fornos crematórios, terá atingido, em morticínios laterais à Segunda Guerra Mundial, cerca de 11 milhões de mortos. Este livro reúne as histórias de seres humanos que viveram os horrores dos campos nazis e milagrosamente sobreviveram ou conseguiram até fugir. São pessoas como nós, nascidas na Polónia, na Áustria, na Alemanha, mas também em locais improváveis, como o Brasil ou mesmo Portugal. São judeus, católicos, ciganos… Pessoas que foram espancadas, escravizadas, violadas, mas que, levando a resistência humana a limites impensáveis, sobreviveram. Importa recordar ao mundo as suas histórias. Para que não se repitam.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Há apenas algumas décadas, Adolf Hitler, com a força da sua retórica demagógica, moveu multidões: o discurso de ódio pode ser muito poderoso. Depois, entre 1933 e 1945, milhões de pessoas foram encerradas em campos de concentração nazis, em condições terríveis, somando-se à fome e às doenças, a torpe submissão aos mais variados tipos de violência e humilhação, num processo atroz de profunda desumanização. A dimensão da abominação nazi, que culminou com o gaseamento e os fornos crematórios, terá atingido, em morticínios laterais à Segunda Guerra Mundial, cerca de 11 milhões de mortos. Este livro reúne as histórias de seres humanos que viveram os horrores dos campos nazis e milagrosamente sobreviveram ou conseguiram até fugir. São pessoas como nós, nascidas na Polónia, na Áustria, na Alemanha, mas também em locais improváveis, como o Brasil ou mesmo Portugal. São judeus, católicos, ciganos… Pessoas que foram espancadas, escravizadas, violadas, mas que, levando a resistência humana a limites impensáveis, sobreviveram. Importa recordar ao mundo as suas histórias. Para que não se repitam.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em que camas andamos a deitar-nos? Eugénia de Vasconcelos deita-nos em quatro camas politicamente incorrectas. Deitamo-nos numa cama de casal, é certo, mas uma cama de casal é para quantos? Quantas vezes nos deitamos a pensar que somos dois e descobrimos que afinal somos três? E se formos quatro? E se uma cama de dois não for sempre a mais feliz das camas?Deitamo-nos em quatro camas. Numas há escândalo, noutras frustrações, em muitas há pecado e culpa. Mas se uma cama não for uma cama de religião, arte e emoções, se para a cama não levarmos pensamento e os cinco sentidos, poderá essa cama ser uma cama de desejo?A cama em que nos deitamos é antiquíssima, mas este livro vai deitá-lo numa cama de bom sexo, colchão e lençóis novíssimos.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em que camas andamos a deitar-nos? Eugénia de Vasconcelos deita-nos em quatro camas politicamente incorrectas. Deitamo-nos numa cama de casal, é certo, mas uma cama de casal é para quantos? Quantas vezes nos deitamos a pensar que somos dois e descobrimos que afinal somos três? E se formos quatro? E se uma cama de dois não for sempre a mais feliz das camas?Deitamo-nos em quatro camas. Numas há escândalo, noutras frustrações, em muitas há pecado e culpa. Mas se uma cama não for uma cama de religião, arte e emoções, se para a cama não levarmos pensamento e os cinco sentidos, poderá essa cama ser uma cama de desejo?A cama em que nos deitamos é antiquíssima, mas este livro vai deitá-lo numa cama de bom sexo, colchão e lençóis novíssimos.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
A empresária Isabel dos Santos desce, sorridente, as escadas. Vem com um bloco nas mãos. Está lá inscrita a insígnia Zon Optimus. Uma realidade só possível porque a Caixa Geral de Depósitos deu um contributo decisivo para a operação que lhe deu origem. A Zon Optimus, antiga PT Multimédia e actualmente denominada Nos, é apenas um dos exemplos do peso do banco público na vida empresarial nacional. A Caixa teve uma palavra a dizer, muitas vezes determinante, nas vidas da PT, da Galp e da Cimpor e também de outras empresas mais pequenas, como a Compal e a Inapa. A Caixa também teve um papel preponderante na banca: foi chamada a gerir o Banco Português de Negócios, mas também teve de auxiliar outras instituições financeiras. Esteve, quase, para ajudar o Banif e recusou auxiliar o Grupo Espírito Santo. Pelo contrário, no passado, foi um elemento estabilizador quando o Grupo Champalimaud e o BCP venderam as suas participações no sector segurador. Este livro tenta fazer um percurso dos últimos anos de vida da Caixa e da influência que teve no país. Como foi sendo feito esse caminho, como vive um banco muitas vezes transformado em arma de arremesso política e como sobrevive com a espada da privatização sempre pronta a cair são aspectos que palmilham estas páginas.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
A empresária Isabel dos Santos desce, sorridente, as escadas. Vem com um bloco nas mãos. Está lá inscrita a insígnia Zon Optimus. Uma realidade só possível porque a Caixa Geral de Depósitos deu um contributo decisivo para a operação que lhe deu origem. A Zon Optimus, antiga PT Multimédia e actualmente denominada Nos, é apenas um dos exemplos do peso do banco público na vida empresarial nacional. A Caixa teve uma palavra a dizer, muitas vezes determinante, nas vidas da PT, da Galp e da Cimpor e também de outras empresas mais pequenas, como a Compal e a Inapa. A Caixa também teve um papel preponderante na banca: foi chamada a gerir o Banco Português de Negócios, mas também teve de auxiliar outras instituições financeiras. Esteve, quase, para ajudar o Banif e recusou auxiliar o Grupo Espírito Santo. Pelo contrário, no passado, foi um elemento estabilizador quando o Grupo Champalimaud e o BCP venderam as suas participações no sector segurador. Este livro tenta fazer um percurso dos últimos anos de vida da Caixa e da influência que teve no país. Como foi sendo feito esse caminho, como vive um banco muitas vezes transformado em arma de arremesso política e como sobrevive com a espada da privatização sempre pronta a cair são aspectos que palmilham estas páginas.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Olhando para aqueles que o aplaudiam em frente da Assembleia Nacional, Marcello Caetano não podia deixar de pensar que tudo aquilo era um equívoco. Planeara reformar o Estado Novo - e os que ali estavam eram precisamente os que pretendiam que nada mudasse, eram os que o vaiariam se pretendesse encontrar uma saída para a guerra, eram os que exigiam que em Portugal e nas colónias tudo continuasse na mesma. Desgraçadamente, os que desejavam a mudança tinham- se afastado dele, deixando-o só, entregue ao inimigo. A Primavera acabara há muito e já chegara o Inverno.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Olhando para aqueles que o aplaudiam em frente da Assembleia Nacional, Marcello Caetano não podia deixar de pensar que tudo aquilo era um equívoco. Planeara reformar o Estado Novo - e os que ali estavam eram precisamente os que pretendiam que nada mudasse, eram os que o vaiariam se pretendesse encontrar uma saída para a guerra, eram os que exigiam que em Portugal e nas colónias tudo continuasse na mesma. Desgraçadamente, os que desejavam a mudança tinham- se afastado dele, deixando-o só, entregue ao inimigo. A Primavera acabara há muito e já chegara o Inverno.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O baú das memórias não tem fundo. E quando se começa a vasculhar lá dentro, é difícil parar. Se pensou que ficou tudo dito (e recordado) na Sebenta do Tempo, desengane-se. Mário Augusto tem uma memória prodigiosa e promete fazê-lo recordar-se até do cheiro do dinheiro antigo. Ainda se lembra quanto custava um bitoque? A festa que se podia fazer com 20 escudos? Como é que se construía um papagaio de papel? Então e o depilatório Taky? Ainda há muito que recordar, e vai ver que gosta da viagem! «Há um ano, chegava-lhes às mãos "A Sebenta do Tempo". Fui surpreendido pela excelente receção que teve e, por isso, decidi continuar a vasculhar no baú das recordações, tirando notas para passar a limpo as folhas do nosso "caderno diário da memória".
Nº Páginas: 216
Sinopse:
O baú das memórias não tem fundo. E quando se começa a vasculhar lá dentro, é difícil parar. Se pensou que ficou tudo dito (e recordado) na Sebenta do Tempo, desengane-se. Mário Augusto tem uma memória prodigiosa e promete fazê-lo recordar-se até do cheiro do dinheiro antigo. Ainda se lembra quanto custava um bitoque? A festa que se podia fazer com 20 escudos? Como é que se construía um papagaio de papel? Então e o depilatório Taky? Ainda há muito que recordar, e vai ver que gosta da viagem! «Há um ano, chegava-lhes às mãos "A Sebenta do Tempo". Fui surpreendido pela excelente receção que teve e, por isso, decidi continuar a vasculhar no baú das recordações, tirando notas para passar a limpo as folhas do nosso "caderno diário da memória".
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 348
Sinopse:
"Uma seleção de textos representativos do pensamento do Padre António Vieira sobre a escravatura. Esta seleção acompanha, essencialmente, três momentos do complexo e diversificado percurso de vida de Vieira: o começo da sua atividade como pregador, ainda na Baía, durante a década de 30 do século XVII; a contenda com os colonos do Maranhão, acerca da escravatura dos ameríndios, entre a sua partida para esta região, em 1653, até à expulsão dos padres da Companhia, em 1661; a sua presença na Baía, a partir de 1681 até ao final da sua vida, em 1697, nomeadamente desempenhando o cargo de Visitador Geral das missões do Brasil, a partir de 1688." da Introdução
Nº Páginas: 348
Sinopse:
"Uma seleção de textos representativos do pensamento do Padre António Vieira sobre a escravatura. Esta seleção acompanha, essencialmente, três momentos do complexo e diversificado percurso de vida de Vieira: o começo da sua atividade como pregador, ainda na Baía, durante a década de 30 do século XVII; a contenda com os colonos do Maranhão, acerca da escravatura dos ameríndios, entre a sua partida para esta região, em 1653, até à expulsão dos padres da Companhia, em 1661; a sua presença na Baía, a partir de 1681 até ao final da sua vida, em 1697, nomeadamente desempenhando o cargo de Visitador Geral das missões do Brasil, a partir de 1688." da Introdução
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Oito autores dão voz a Cabinda em oito ensaios, mostrando diferentes perspectivas sobre a questão e o estatuto do território. Esta é uma importante parte da história do enclave, contada por quem a viveu e a analisa. Três dos autores estiveram presos pela tomada de posição em defesa dos direitos humanos e foram, mais tarde, considerados prisioneiros de consciência pela Amnistia Internacional. Um vive há décadas no exílio. E se as autoridades angolanas dizem que não há guerra nem guerrilha em Cabinda, alguns autores falam em confrontos violentos e em notícias de assassínios e raptos, perseguição de activistas e religiosos, impedimento de realização de manifestações e imprensa limitada. Nesta obra, aborda-se a formação do território sob perspectivas históricas e jurídicas, defende-se o direito e dever de resistência contra a ocupação, fala-se de Che Guevara como "pai espiritual" da intervenção cubana em Cabinda, analisa-se o tratamento dado por Portugal durante a presidência de Cavaco Silva, descreve-se a forma como Cabinda é referida na imprensa angolana e analisa-se, ainda, o significado político e jurídico do Tratado de Simulambuco. A obra é ricamente documentada, para que a memória dos que lutam pela paz no território não se apague.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Oito autores dão voz a Cabinda em oito ensaios, mostrando diferentes perspectivas sobre a questão e o estatuto do território. Esta é uma importante parte da história do enclave, contada por quem a viveu e a analisa. Três dos autores estiveram presos pela tomada de posição em defesa dos direitos humanos e foram, mais tarde, considerados prisioneiros de consciência pela Amnistia Internacional. Um vive há décadas no exílio. E se as autoridades angolanas dizem que não há guerra nem guerrilha em Cabinda, alguns autores falam em confrontos violentos e em notícias de assassínios e raptos, perseguição de activistas e religiosos, impedimento de realização de manifestações e imprensa limitada. Nesta obra, aborda-se a formação do território sob perspectivas históricas e jurídicas, defende-se o direito e dever de resistência contra a ocupação, fala-se de Che Guevara como "pai espiritual" da intervenção cubana em Cabinda, analisa-se o tratamento dado por Portugal durante a presidência de Cavaco Silva, descreve-se a forma como Cabinda é referida na imprensa angolana e analisa-se, ainda, o significado político e jurídico do Tratado de Simulambuco. A obra é ricamente documentada, para que a memória dos que lutam pela paz no território não se apague.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Burla em Angola, Burla em Portugal é uma história verídica. Em 1996, um modesto empresário português recebe uma encomenda das Forças Armadas de Angola. Em boa-fé, investe e envia, a crédito, tudo o que é pedido pelas FAA e vai a Luanda receber. O que pensava ser um negócio normal converte-se, então, num pesadelo brutal. A jornalista Susana Ferrador investigou este caso, que começa em Angola e se estende a Portugal. Em Angola, o esquema de corrupção é tão flagrante que provoca a reacção revoltada e impotente de alguns agentes da justiça militar. Mas o pequeno empresário é uma formiga em luta com um elefante: tem a vida desfeita e a empresa arruinada. Recorre à diplomacia e à justiça portuguesas. É difícil dizer o que é pior, se o espectáculo da subserviência e da inoperância da nossa diplomacia, se o cortejo de clamorosas falhas da nossa justiça. Burlado primeiro em Angola, Manuel Lapas, o empresário português, é burlado também em Portugal. A raiva da injustiça dá-lhe forças para uma luta de 16 anos. Conseguirá a formiga derrubar os elefantes angolanos e portugueses? Este é um livro que nos ajuda a compreender muitas coisas: as teias de corrupção e a permissividade, que, durante anos, se cruzaram nas esferas do poder dos dois países.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Burla em Angola, Burla em Portugal é uma história verídica. Em 1996, um modesto empresário português recebe uma encomenda das Forças Armadas de Angola. Em boa-fé, investe e envia, a crédito, tudo o que é pedido pelas FAA e vai a Luanda receber. O que pensava ser um negócio normal converte-se, então, num pesadelo brutal. A jornalista Susana Ferrador investigou este caso, que começa em Angola e se estende a Portugal. Em Angola, o esquema de corrupção é tão flagrante que provoca a reacção revoltada e impotente de alguns agentes da justiça militar. Mas o pequeno empresário é uma formiga em luta com um elefante: tem a vida desfeita e a empresa arruinada. Recorre à diplomacia e à justiça portuguesas. É difícil dizer o que é pior, se o espectáculo da subserviência e da inoperância da nossa diplomacia, se o cortejo de clamorosas falhas da nossa justiça. Burlado primeiro em Angola, Manuel Lapas, o empresário português, é burlado também em Portugal. A raiva da injustiça dá-lhe forças para uma luta de 16 anos. Conseguirá a formiga derrubar os elefantes angolanos e portugueses? Este é um livro que nos ajuda a compreender muitas coisas: as teias de corrupção e a permissividade, que, durante anos, se cruzaram nas esferas do poder dos dois países.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Compõem este volume três pequenos textos de Marcello Duarte Mathias, "A Trouxe-Mouxe", conjunto de notas soltas, "O Destino Velado", sobre o suicídio e a morte (1980), e "Lembrar de Raízes", evocações de infância (1988). Embora diversos, têm em comum o gosto e a prática do aforismo: a infância, a adolescência, as mulheres, o suicídio, a morte e as várias dimensões do tempo preenchem o essencial destas páginas que se cruzam e sobrepõem constituindo, à sua maneira, um só livro. Itinerários de uma autobiografia a interpretar-se e a construir-se, por entre ficções e realidades, lugares e circunstâncias, sinais e sombras. Sob uma aparente descontinuidade, desvenda-se um inconfundível encadeamento em termos de sentido e de presença.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Compõem este volume três pequenos textos de Marcello Duarte Mathias, "A Trouxe-Mouxe", conjunto de notas soltas, "O Destino Velado", sobre o suicídio e a morte (1980), e "Lembrar de Raízes", evocações de infância (1988). Embora diversos, têm em comum o gosto e a prática do aforismo: a infância, a adolescência, as mulheres, o suicídio, a morte e as várias dimensões do tempo preenchem o essencial destas páginas que se cruzam e sobrepõem constituindo, à sua maneira, um só livro. Itinerários de uma autobiografia a interpretar-se e a construir-se, por entre ficções e realidades, lugares e circunstâncias, sinais e sombras. Sob uma aparente descontinuidade, desvenda-se um inconfundível encadeamento em termos de sentido e de presença.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
Nº Páginas: 258
Sinopse:
A conceituada "História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, numa versão abreviada, há décadas ausente das livrarias. Edição simultânea em português, inglês e francês. A história de Portugal é longa e complexa, e por isso o próprio de Oliveira Marques começou por fixá-la em três volumes que se tornaram um clássico da historiografia nacional. Mas foi também ele, um dos mais eminentes historiadores portugueses, a preparar a partir daí esta versão brevíssima, com todas as linhas essenciais concentradas em apenas 250 páginas, num pequeno formato raro, há muito esgotado. Uma versão que conserva todo o rigor e alcance histórico das edições mais alargadas, privilegiando uma relação mais directa, clara e certeira com o leitor, útil tanto para estudiosos como para curiosos.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Tudo o que precisa de saber sobre a história do mundo Do Big Bang ao início da vida, do nascimento das civilizações à atualidade, das primeiras ferramentas à era da Internet, passando pelas descobertas científicas e pelas grandes revoluções sociais e políticas, este é o livro que explica a nossa origem e o modo como chegámos até aqui. Combinando conhecimentos de Astronomia, Física e Biologia, além de registos arqueológicos e antropológicos, este compêndio de breves crónicas apresenta as respostas para a criação do Universo, a formação dos planetas e o desenvolvimento da vida, ajudando-nos a entender o papel do homem na história do mundo. O resultado é uma obra essencial que nos ajuda a perceber melhor o mundo e o ser humano.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Tudo o que precisa de saber sobre a história do mundo Do Big Bang ao início da vida, do nascimento das civilizações à atualidade, das primeiras ferramentas à era da Internet, passando pelas descobertas científicas e pelas grandes revoluções sociais e políticas, este é o livro que explica a nossa origem e o modo como chegámos até aqui. Combinando conhecimentos de Astronomia, Física e Biologia, além de registos arqueológicos e antropológicos, este compêndio de breves crónicas apresenta as respostas para a criação do Universo, a formação dos planetas e o desenvolvimento da vida, ajudando-nos a entender o papel do homem na história do mundo. O resultado é uma obra essencial que nos ajuda a perceber melhor o mundo e o ser humano.
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma narrativa da humanidade em 50 lugares, da pré-história à atualidade. Mais do que uma viagem no tempo, este livro é um périplo por todos os continentes: do desfiladeiro do Olduvai, na Tanzânia — onde se encontraram as mais antigas ferramentas produzidas pelo Homem —, ao CERN — criado para o estudo da física de partículas —, sem esquecer uma visita ao rio Nilo, a Hollywood, à Zona Desmilitarizada da Coreia, ao Polo Sul, ao Palácio de Versalhes e, claro está, à paróquia de Santa Maria de Belém, para sempre associada à ascensão de Portugal a potência mundial nos séculos XV e XVI. Trata-se de uma viagem aos 50 lugares mais marcantes da História, que trouxeram importantes mudanças na ciência, economia, religião, arte e sociedade em geral, não esquecendo também personagens primordiais como Buda, Gengis Khan, Nelson Mandela ou Alexandre, o Grande. Se conhecer o passado é fundamental para preparar o futuro, esta obra encerra nas suas páginas uma viagem à vida do Homem, desde a sua génese até aos dias de hoje, oferecendo-nos uma perspetiva inovadora da evolução da humanidade.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Uma narrativa da humanidade em 50 lugares, da pré-história à atualidade. Mais do que uma viagem no tempo, este livro é um périplo por todos os continentes: do desfiladeiro do Olduvai, na Tanzânia — onde se encontraram as mais antigas ferramentas produzidas pelo Homem —, ao CERN — criado para o estudo da física de partículas —, sem esquecer uma visita ao rio Nilo, a Hollywood, à Zona Desmilitarizada da Coreia, ao Polo Sul, ao Palácio de Versalhes e, claro está, à paróquia de Santa Maria de Belém, para sempre associada à ascensão de Portugal a potência mundial nos séculos XV e XVI. Trata-se de uma viagem aos 50 lugares mais marcantes da História, que trouxeram importantes mudanças na ciência, economia, religião, arte e sociedade em geral, não esquecendo também personagens primordiais como Buda, Gengis Khan, Nelson Mandela ou Alexandre, o Grande. Se conhecer o passado é fundamental para preparar o futuro, esta obra encerra nas suas páginas uma viagem à vida do Homem, desde a sua génese até aos dias de hoje, oferecendo-nos uma perspetiva inovadora da evolução da humanidade.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Uma pesquisa digna de um mamute, anos de investigação e como resultado… o Big Bang, os dinossauros, o aquecimento global, a geologia, Einstein, os Curies, a teoria da evolução, a gasolina com chumbo, a teoria atómica, os quarks, os vulcões, os cromossomas, o carbono, os organismos ediacaranos, a descontinuiade de Moho, o ADN, Charles Darwin e um zilião de outras coisas. Em linguagem não demasiado científica, sempre clara e com as devidas anotações, o leitor é conduzido, por este autor extremamente divertido e bem informado, numa viagem através do tempo e do espaço, cujo prato forte é também revelar-nos algumas ironias do desenvolvimento científico. Esta é verdadeiramente uma obra que nos dá a sensação de ter o mundo na palma da mão.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Uma pesquisa digna de um mamute, anos de investigação e como resultado… o Big Bang, os dinossauros, o aquecimento global, a geologia, Einstein, os Curies, a teoria da evolução, a gasolina com chumbo, a teoria atómica, os quarks, os vulcões, os cromossomas, o carbono, os organismos ediacaranos, a descontinuiade de Moho, o ADN, Charles Darwin e um zilião de outras coisas. Em linguagem não demasiado científica, sempre clara e com as devidas anotações, o leitor é conduzido, por este autor extremamente divertido e bem informado, numa viagem através do tempo e do espaço, cujo prato forte é também revelar-nos algumas ironias do desenvolvimento científico. Esta é verdadeiramente uma obra que nos dá a sensação de ter o mundo na palma da mão.
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro curto, mas rigoroso, sobre os principais personagens e eventos da história da Inglaterra.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro curto, mas rigoroso, sobre os principais personagens e eventos da história da Inglaterra.
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