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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
D. Carlos I (1863-1908) foi um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias. D. Carlos correspondia bem, pelas suas ideias e interesses, ao tipo do fidalgo liberal, o equivalente português da aristocracia whig inglesa. Tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando foi assassinado a 1 de Fevereiro de 1908. Como já acontecera a seu pai, teve de viver com um movimento político entre os seus súbditos que se propunha abertamente destruir a monarquia. Nos seus últimos dias, porém, julgou que estava no caminho certo para assegurar a continuidade da monarquia constitucional, através de uma renovação das lideranças partidárias e de uma reafirmação dos princípios do liberalismo, sinceramente por si partilhados. Independente, sensato e corajoso, conseguia suportar grandes pressões e tomar decisões arriscadas quando se impunham. Morreu por causa das suas qualidades, não por causa dos seus defeitos.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
D. Carlos I (1863-1908) foi um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias. D. Carlos correspondia bem, pelas suas ideias e interesses, ao tipo do fidalgo liberal, o equivalente português da aristocracia whig inglesa. Tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando foi assassinado a 1 de Fevereiro de 1908. Como já acontecera a seu pai, teve de viver com um movimento político entre os seus súbditos que se propunha abertamente destruir a monarquia. Nos seus últimos dias, porém, julgou que estava no caminho certo para assegurar a continuidade da monarquia constitucional, através de uma renovação das lideranças partidárias e de uma reafirmação dos princípios do liberalismo, sinceramente por si partilhados. Independente, sensato e corajoso, conseguia suportar grandes pressões e tomar decisões arriscadas quando se impunham. Morreu por causa das suas qualidades, não por causa dos seus defeitos.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O reinado durante o qual se venceram as mais importantes batalhas com a monarquia hispânica. Nascido em Lisboa, em 1643, e falecido em Sintra, em 1683, D. Afonso VI recebeu o cognome de "Vitorioso" por ter sido durante o seu reinado que se venceram as batalhas mais importantes da guerra que opôs o reino de Portugal à Monarquia Hispânica desde o movimento separatista de 1640. Contudo, na memória colectiva a sua reputação é bem menos elogiosa, sendo lembrado, sobretudo, pela sua alegada incapacidade em gerar filhos, pela sua menoridade intelectual e pelo desregramento comportamental. Entre memória e história, a sua vida decorreu num período conturbado do passado europeu, no qual não só externamente mas também internamente se configuravam variadas alternativas para os destinos da monarquia portuguesa. Primando pelo excesso de presença ou por uma avassaladora ausência, o rei D. Afonso não deixou de participar em nenhum destes cenários, a ele associando a figura emblemática do conde de Castelo Melhor, Luís de Vasconcelos e Sousa, da enigmática Maria Francisca Isabel de Sabóia, mas também do seu ambivalente irmão D. Pedro e do incontornável padre António Vieira. OU ainda, a maior distância, de Luís XIV e de Carlos II de Inglaterra.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O reinado durante o qual se venceram as mais importantes batalhas com a monarquia hispânica. Nascido em Lisboa, em 1643, e falecido em Sintra, em 1683, D. Afonso VI recebeu o cognome de "Vitorioso" por ter sido durante o seu reinado que se venceram as batalhas mais importantes da guerra que opôs o reino de Portugal à Monarquia Hispânica desde o movimento separatista de 1640. Contudo, na memória colectiva a sua reputação é bem menos elogiosa, sendo lembrado, sobretudo, pela sua alegada incapacidade em gerar filhos, pela sua menoridade intelectual e pelo desregramento comportamental. Entre memória e história, a sua vida decorreu num período conturbado do passado europeu, no qual não só externamente mas também internamente se configuravam variadas alternativas para os destinos da monarquia portuguesa. Primando pelo excesso de presença ou por uma avassaladora ausência, o rei D. Afonso não deixou de participar em nenhum destes cenários, a ele associando a figura emblemática do conde de Castelo Melhor, Luís de Vasconcelos e Sousa, da enigmática Maria Francisca Isabel de Sabóia, mas também do seu ambivalente irmão D. Pedro e do incontornável padre António Vieira. OU ainda, a maior distância, de Luís XIV e de Carlos II de Inglaterra.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um grande Homem de Estado (1212-1279) Uma análise minuciosa e inovadora sobre o quinto rei de Portugal, D. Afonso III, o Bolonhês, que em 1248 sucedeu ao seu irmão D. Sancho II e que Freitas do Amaral considera um dos principais monarcas da História de Portugal. Um estudo que acompanha o percurso de vida de D. Afonso III, desde a sua educação em França até ao seu reinado em Portugal, sublinhando e tentando interpretar a importância de um monarca que cunha de forma indelével a vida nacional. Freitas do Amaral destaca os pontos que considera mais marcantes no exercício do poder de D. Afonso III, sem esquecer que o Bolonhês foi o monarca que pela primeira vez convocou as Cortes - assembleia geral do reino - com representantes de toda a sociedade, que definiu Lisboa como capital do reino e que definiu o território continental sensivelmente com as mesmas fronteiras que tem hoje.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um grande Homem de Estado (1212-1279) Uma análise minuciosa e inovadora sobre o quinto rei de Portugal, D. Afonso III, o Bolonhês, que em 1248 sucedeu ao seu irmão D. Sancho II e que Freitas do Amaral considera um dos principais monarcas da História de Portugal. Um estudo que acompanha o percurso de vida de D. Afonso III, desde a sua educação em França até ao seu reinado em Portugal, sublinhando e tentando interpretar a importância de um monarca que cunha de forma indelével a vida nacional. Freitas do Amaral destaca os pontos que considera mais marcantes no exercício do poder de D. Afonso III, sem esquecer que o Bolonhês foi o monarca que pela primeira vez convocou as Cortes - assembleia geral do reino - com representantes de toda a sociedade, que definiu Lisboa como capital do reino e que definiu o território continental sensivelmente com as mesmas fronteiras que tem hoje.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Este livro aborda os episódios remotos e centrais do Antigo e Novo Testamento; a emergência dos Estados e a epopeia da modernização, as revoluções e a democracia; a evolução da Literatura, a Arte e a Música através das suas grandes obras; o desenvolvimento da Ciência e da Filosofia, o campo de batalha das ideologias, cosmogonias e teorias, mas também a educação que dão os livros, os colégios ou as universidades, os jornais e os foros de opinião. Um quadro cronológico, uma breve relação dos livros que mudaram o mundo e conselhos de leitura aumentam a utilidade desta obra imprescindível.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Este livro aborda os episódios remotos e centrais do Antigo e Novo Testamento; a emergência dos Estados e a epopeia da modernização, as revoluções e a democracia; a evolução da Literatura, a Arte e a Música através das suas grandes obras; o desenvolvimento da Ciência e da Filosofia, o campo de batalha das ideologias, cosmogonias e teorias, mas também a educação que dão os livros, os colégios ou as universidades, os jornais e os foros de opinião. Um quadro cronológico, uma breve relação dos livros que mudaram o mundo e conselhos de leitura aumentam a utilidade desta obra imprescindível.
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 672
Sinopse:
A modéstia levava-o a (des)considerar as crónicas como uma servidão diária que afirmava com humor só aceitar para alimentar a legião de gatos que tinha em casa e que só serviriam, como tudo o que é jornal e como diziam os velhos tipógrafos do "JN" num dito que ele tantas vezes citava, para embrulhar peixe no dia seguinte. Ou seja, as crónicas, até pelo seu registo diarístico (jornalístico), não possuiriam nenhum valor literário, seriam feitas como tudo o mais mas mais do que tudo "da matéria da morte e do esquecimento", anacrónicas fora da sua efémera duração, e como tal constituiriam uma dimensão menor, extraliterária, da sua obra. E no entanto, pelas suas características, essas crónicas fazem plenamente parte, de pleno direito, da obra literária de Manuel António Pina. Se ele definia a sua poesia, por complexas razões de poética que não cabe aqui explicar, como "saudade da prosa", as suas crónicas jornalísticas podem definir-se, de certo modo determinante da sua popularidade, como saudade da literatura. A presente antologia, organizada por Sousa Dias, reúne as melhores crónicas de Manuel António Pina, de 1984 a 2012. As palavras dessas crónicas, e sobretudo o espírito dessas palavras que uma multidão de seguidores fazia suas nas suas anónimas indignações sociais, ficarão durante muito tempo a reverberar na memória dos leitores agora desamparados dessa voz.
Nº Páginas: 672
Sinopse:
A modéstia levava-o a (des)considerar as crónicas como uma servidão diária que afirmava com humor só aceitar para alimentar a legião de gatos que tinha em casa e que só serviriam, como tudo o que é jornal e como diziam os velhos tipógrafos do "JN" num dito que ele tantas vezes citava, para embrulhar peixe no dia seguinte. Ou seja, as crónicas, até pelo seu registo diarístico (jornalístico), não possuiriam nenhum valor literário, seriam feitas como tudo o mais mas mais do que tudo "da matéria da morte e do esquecimento", anacrónicas fora da sua efémera duração, e como tal constituiriam uma dimensão menor, extraliterária, da sua obra. E no entanto, pelas suas características, essas crónicas fazem plenamente parte, de pleno direito, da obra literária de Manuel António Pina. Se ele definia a sua poesia, por complexas razões de poética que não cabe aqui explicar, como "saudade da prosa", as suas crónicas jornalísticas podem definir-se, de certo modo determinante da sua popularidade, como saudade da literatura. A presente antologia, organizada por Sousa Dias, reúne as melhores crónicas de Manuel António Pina, de 1984 a 2012. As palavras dessas crónicas, e sobretudo o espírito dessas palavras que uma multidão de seguidores fazia suas nas suas anónimas indignações sociais, ficarão durante muito tempo a reverberar na memória dos leitores agora desamparados dessa voz.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Pobre país, dirão os portugueses mais atentos. O futuro que se lhes apresenta não será nada brilhante. É preciso que os portugueses tomem consciência disso e ajam em conformidade. Já que não podemos mudar o Mundo nem sequer a Europa, sejamos ao menos capazes de mudar Portugal.""O livro que ora vos apresento representa a compilação de artigos diversos e outros escritos publicados nos anos de 2011 e 2012 em jornais e revistas portugueses e estrangeiras. Foram anos de aprofundamento da crise europeia e nacional, ainda não resolvida, bem pelo contrário.[…] A democracia - no plano europeu e nacional , considerada um dos fundamentos essenciais do projeto europeu, bem como os Direitos do Homem e os Estados Sociais começaram a ser conceitos e valores cada vez menos seguidos e respeitados. Porque, como se sabe, a crise financeira, dando a prioridade aos mercados, pôs o dinheiro acima das pessoas, como supremo valor.[…] A verdade é que Portugal - ao fim de um ano de governo - não parece estar nada bem. Tenho-o dito e repetido, com sentido de objetividade e independência. Está demonstrado que as políticas de austeridade, que têm vindo a ser impostas, só nos podem levar a um desastre. Como o aumento impressionante do desemprego, a recessão económica, a ruína da classe média, o empobrecimento geral do país e o rigor economicista do Governo, para o qual o que conta é a ideologia neoliberal.[…] Tornou-se urgente não desanimar e saber lutar pelas causas nobres. Ora o projeto europeu é uma dessas causas. Estamos a precisar, como de pão para a boca, de uma revolução pacífica e de um salto em frente da União Europeia. É necessário que os europeus compreendam que têm de reagir coletiva, pacífica e solidariamente, para que a União Europeia se desenvolva e ultrapasse esta crise terrível do capitalismo de casino.".Do "Prefácio"
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Pobre país, dirão os portugueses mais atentos. O futuro que se lhes apresenta não será nada brilhante. É preciso que os portugueses tomem consciência disso e ajam em conformidade. Já que não podemos mudar o Mundo nem sequer a Europa, sejamos ao menos capazes de mudar Portugal.""O livro que ora vos apresento representa a compilação de artigos diversos e outros escritos publicados nos anos de 2011 e 2012 em jornais e revistas portugueses e estrangeiras. Foram anos de aprofundamento da crise europeia e nacional, ainda não resolvida, bem pelo contrário.[…] A democracia - no plano europeu e nacional , considerada um dos fundamentos essenciais do projeto europeu, bem como os Direitos do Homem e os Estados Sociais começaram a ser conceitos e valores cada vez menos seguidos e respeitados. Porque, como se sabe, a crise financeira, dando a prioridade aos mercados, pôs o dinheiro acima das pessoas, como supremo valor.[…] A verdade é que Portugal - ao fim de um ano de governo - não parece estar nada bem. Tenho-o dito e repetido, com sentido de objetividade e independência. Está demonstrado que as políticas de austeridade, que têm vindo a ser impostas, só nos podem levar a um desastre. Como o aumento impressionante do desemprego, a recessão económica, a ruína da classe média, o empobrecimento geral do país e o rigor economicista do Governo, para o qual o que conta é a ideologia neoliberal.[…] Tornou-se urgente não desanimar e saber lutar pelas causas nobres. Ora o projeto europeu é uma dessas causas. Estamos a precisar, como de pão para a boca, de uma revolução pacífica e de um salto em frente da União Europeia. É necessário que os europeus compreendam que têm de reagir coletiva, pacífica e solidariamente, para que a União Europeia se desenvolva e ultrapasse esta crise terrível do capitalismo de casino.".Do "Prefácio"
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Em setembro de 1944, a Gestapo invade um palazzo rural italiano, prende uma mulher e leva os filhos dela, de dois e três anos. A mulher é Fey Pirzio-Biroli, filha de Ulrich von Hassell - diplomata alemão e importante elemento da Resistência alemã, executado dias depois da tentativa falhada de assassinato do Führer. Agora, Hitler está a levar a cabo a mais cruel das vinganças, atacando, separando e destruindo as famílias de todos aqueles que conspiraram contra ele. Levada de campo de concentração em campo de concentração, Fey vai conhecer a verdadeira dimensão e os horrores do Holocausto. Sem notícias das crianças, resta-lhe a esperança de um dia escapar às garras da máquina nazi e reunir a sua família. Mas o destino dos seus filhos é uma incógnita. Mesmo que estejam vivos, poderão ser encontrados e identificados na vastidão de uma Europa destruída? Usando a voz da própria Fey - através de cartas, entradas de diário e recordações - Catherine Bailey conta-nos uma história esmagadora de sacrifício e, acima de tudo, resistência…
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Em setembro de 1944, a Gestapo invade um palazzo rural italiano, prende uma mulher e leva os filhos dela, de dois e três anos. A mulher é Fey Pirzio-Biroli, filha de Ulrich von Hassell - diplomata alemão e importante elemento da Resistência alemã, executado dias depois da tentativa falhada de assassinato do Führer. Agora, Hitler está a levar a cabo a mais cruel das vinganças, atacando, separando e destruindo as famílias de todos aqueles que conspiraram contra ele. Levada de campo de concentração em campo de concentração, Fey vai conhecer a verdadeira dimensão e os horrores do Holocausto. Sem notícias das crianças, resta-lhe a esperança de um dia escapar às garras da máquina nazi e reunir a sua família. Mas o destino dos seus filhos é uma incógnita. Mesmo que estejam vivos, poderão ser encontrados e identificados na vastidão de uma Europa destruída? Usando a voz da própria Fey - através de cartas, entradas de diário e recordações - Catherine Bailey conta-nos uma história esmagadora de sacrifício e, acima de tudo, resistência…
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Os alemães estavam convencidos de que ataque aéreo a Creta em 1941 lhes garantiria uma vitória fácil e sem surpresas. Não faziam ideia de que os britânicos tinham intercetado as suas comunicações e preparado uma armadilha. Mas as coisas também não correram como planeado para as forças britânicas: um mal-entendido fatal ditou o desenlace trágico da batalha. Derrotados, os combatentes gregos organizaram-se numa resistência feroz e heroica, apoiada pelos oficiais britânicos do SOE.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Os alemães estavam convencidos de que ataque aéreo a Creta em 1941 lhes garantiria uma vitória fácil e sem surpresas. Não faziam ideia de que os britânicos tinham intercetado as suas comunicações e preparado uma armadilha. Mas as coisas também não correram como planeado para as forças britânicas: um mal-entendido fatal ditou o desenlace trágico da batalha. Derrotados, os combatentes gregos organizaram-se numa resistência feroz e heroica, apoiada pelos oficiais britânicos do SOE.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Crepúsculo do Colonialismo" é a continuação de "A Diplomacia de Salazar", publicado em outubro de 2012. O volume anterior cobriu o período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo e a adesão de Portugal à NATO. O atual narra os anos de 1949 a 1961, culminando com a invasão de Goa, em dezembro desse ano.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Crepúsculo do Colonialismo" é a continuação de "A Diplomacia de Salazar", publicado em outubro de 2012. O volume anterior cobriu o período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo e a adesão de Portugal à NATO. O atual narra os anos de 1949 a 1961, culminando com a invasão de Goa, em dezembro desse ano.
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Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um clássico da literatura do Holocausto redescoberto e traduzido pela primeira vez - do jornalista, poeta e sobrevivente József Debreczeni. József Debreczeni, um prolífico jornalista e poeta de língua húngara, chegou a Auschwitz em 1944; se tivesse sido selecionado para seguir para a "esquerda", teria vivido apenas mais 45 minutos. Afortunadamente, foi enviado para a "direita", o que o levou a 12 terríveis meses de detenção e trabalho escravo numa série de campos, que terminaram no "Crematório Frio" o chamado "hospital" do campo de trabalho escravo de Dörnhau, onde os prisioneiros demasiado debilitados aguardavam a execução. Porém, à medida que as forças soviéticas e aliadas se acercavam dos campos, os comandantes nazis ¿ receosos das eventuais punições pelos seus crimes - fugiram, abandonando os prisioneiros, em vez de os enviarem de imediato para as câmaras de gás. Debreczeni registou as suas experiências neste livro, uma das mais duras e impiedosas acusações ao nazismo jamais escritas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um clássico da literatura do Holocausto redescoberto e traduzido pela primeira vez - do jornalista, poeta e sobrevivente József Debreczeni. József Debreczeni, um prolífico jornalista e poeta de língua húngara, chegou a Auschwitz em 1944; se tivesse sido selecionado para seguir para a "esquerda", teria vivido apenas mais 45 minutos. Afortunadamente, foi enviado para a "direita", o que o levou a 12 terríveis meses de detenção e trabalho escravo numa série de campos, que terminaram no "Crematório Frio" o chamado "hospital" do campo de trabalho escravo de Dörnhau, onde os prisioneiros demasiado debilitados aguardavam a execução. Porém, à medida que as forças soviéticas e aliadas se acercavam dos campos, os comandantes nazis ¿ receosos das eventuais punições pelos seus crimes - fugiram, abandonando os prisioneiros, em vez de os enviarem de imediato para as câmaras de gás. Debreczeni registou as suas experiências neste livro, uma das mais duras e impiedosas acusações ao nazismo jamais escritas.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Operação Marquês, Face Oculta, Operação Furacão, Universo Espírito-Santo. Parecem títulos de policiais sumarentos mas são os nomes de alguns dos muitos casos recentes de corrupção no nosso país. Casos reais que vão destapando progressivamente o pântano da corrupção e mostrando os grupos de interesses que há quatro décadas mandam na política e na economia. Os grupos que destruíram grandes empresas, como a PT, e deixaram buracos gigantescos na Banca. Olhemos a verdade de frente: Portugal tem um grave problema de corrupção. Mais de quatro décadas depois da viragem democrática, pouco mudou na eficácia do combate à corrupção e aos crimes económicos a ela associados. Nas mais de quatro décadas de democracia, vários membros da chamada elite - de políticos a governantes, passando por banqueiros, advogados e empresários - têm feito fortunas com a incapacidade do país para punir os criminosos. Apesar disso, Portugal vai ignorando mais de 70% das recomendações da União Europeia para combater a corrupção. Porquê? De onde nasce a corrupção? O que lhe permite alastrar-se como fogo-posto? Porque continuam impunes muitos dos seus mais vis protagonistas? E como podemos nós, cidadãos comuns, lutar para travar esta epidemia? Isso é o que veremos neste livro.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Operação Marquês, Face Oculta, Operação Furacão, Universo Espírito-Santo. Parecem títulos de policiais sumarentos mas são os nomes de alguns dos muitos casos recentes de corrupção no nosso país. Casos reais que vão destapando progressivamente o pântano da corrupção e mostrando os grupos de interesses que há quatro décadas mandam na política e na economia. Os grupos que destruíram grandes empresas, como a PT, e deixaram buracos gigantescos na Banca. Olhemos a verdade de frente: Portugal tem um grave problema de corrupção. Mais de quatro décadas depois da viragem democrática, pouco mudou na eficácia do combate à corrupção e aos crimes económicos a ela associados. Nas mais de quatro décadas de democracia, vários membros da chamada elite - de políticos a governantes, passando por banqueiros, advogados e empresários - têm feito fortunas com a incapacidade do país para punir os criminosos. Apesar disso, Portugal vai ignorando mais de 70% das recomendações da União Europeia para combater a corrupção. Porquê? De onde nasce a corrupção? O que lhe permite alastrar-se como fogo-posto? Porque continuam impunes muitos dos seus mais vis protagonistas? E como podemos nós, cidadãos comuns, lutar para travar esta epidemia? Isso é o que veremos neste livro.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Que segredos esconde um dos países mais reservados e perigosos do mundo? A Coreia do Norte sempre foi objeto de fascínio e preocupação por parte de todo o mundo. Um país reservado, misterioso e inacessível, uma potência nuclear com campos de prisioneiros ao estilo gulag, que bloqueia o acesso à Internet e proíbe os seus cidadãos de falar com estrangeiros sem prévia autorização. Nesta detalhada investigação, baseada numa série impressionante de fontes e de arquivos até agora inacessíveis, Paul French analisa a história e a política da Coreia do Norte, as complexas relações de Pyongyang com a Coreia do Sul, o Japão, a China e os Estados Unidos, e as implicações de uma liderança que antagoniza de igual forma inimigos e aliados. Direto e realista, este livro apresenta um retrato de uma nação assustadoramente instável, um país cujo súbito colapso pode ter consequências perigosas a nível mundial.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Que segredos esconde um dos países mais reservados e perigosos do mundo? A Coreia do Norte sempre foi objeto de fascínio e preocupação por parte de todo o mundo. Um país reservado, misterioso e inacessível, uma potência nuclear com campos de prisioneiros ao estilo gulag, que bloqueia o acesso à Internet e proíbe os seus cidadãos de falar com estrangeiros sem prévia autorização. Nesta detalhada investigação, baseada numa série impressionante de fontes e de arquivos até agora inacessíveis, Paul French analisa a história e a política da Coreia do Norte, as complexas relações de Pyongyang com a Coreia do Sul, o Japão, a China e os Estados Unidos, e as implicações de uma liderança que antagoniza de igual forma inimigos e aliados. Direto e realista, este livro apresenta um retrato de uma nação assustadoramente instável, um país cujo súbito colapso pode ter consequências perigosas a nível mundial.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Enquanto o mundo vivia um dos maiores conflitos de sempre - a II Guerra Mundial -, Lisboa celebrava o duplo centenário da Independência (1140) e da Restauração (1640), e o povo agradecia a Salazar por manter Portugal em aparente neutralidade. Nesta viagem aos anos 40 do século XX, encontramos uma década de grandes acontecimentos e muitos contrastes, narrados em jeito de crónica, na perspectiva de um contemporâneo da época, o narrador ficcionado Alberto Matias, que o autor conheceu no emblemático Café Gelo. Dos refugiados acolhidos no nosso país aos espiões infiltrados na capital, passando pela consagração de Egas Moniz com o Nobel da Medicina, ou os filmes, peças de teatro e músicas que marcaram uma geração, são passados em revista os momentos que marcaram a política, as artes, o desporto ou a economia, incluindo os menos conhecidos, sobretudo pelos mais novos.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Enquanto o mundo vivia um dos maiores conflitos de sempre - a II Guerra Mundial -, Lisboa celebrava o duplo centenário da Independência (1140) e da Restauração (1640), e o povo agradecia a Salazar por manter Portugal em aparente neutralidade. Nesta viagem aos anos 40 do século XX, encontramos uma década de grandes acontecimentos e muitos contrastes, narrados em jeito de crónica, na perspectiva de um contemporâneo da época, o narrador ficcionado Alberto Matias, que o autor conheceu no emblemático Café Gelo. Dos refugiados acolhidos no nosso país aos espiões infiltrados na capital, passando pela consagração de Egas Moniz com o Nobel da Medicina, ou os filmes, peças de teatro e músicas que marcaram uma geração, são passados em revista os momentos que marcaram a política, as artes, o desporto ou a economia, incluindo os menos conhecidos, sobretudo pelos mais novos.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Ângelo Correia * António Costa Silva * Bernardo Ivo Cruz * Carlos Moedas * Carlos Coelho * Carlos Gaspar * Clara Raposo * Daniel Traça * Diana Soller * Félix Ribeiro * Fernando Rosas * Francisco Assis * Francisco Seixas da Costa * Jaime Nogueira Pinto * João César das Neves * Jorge Braga de Macedo * Jorge Portugal * Luís Tomé * Mariana Mortágua * Nuno Severiano Teixeira * Paulo Portas * Paulo Rangel * Pedro Santa Clara * Ricardo Arroja * Ricardo Reis * Tiago Moreira de Sá * Vítor Bento Alguns dos maiores pensadores-chave do país discutem o futuro da economia global, dão-nos a sua melhor análise geoestratégica e falam-nos das grandes mudanças em 6 áreas: Globalização - China vs. EUA - Portugal na Economia Global - Competitividade Europeia - Robotização e Digitalização - Pandemia Que países vão triunfar e quais vão ficar para trás? Como se resolverá o impasse entre a República Popular da China e os EUA? Será que a Europa vai conseguir manter-se competitiva? Que desafios específicos enfrenta? Como pode Portugal posicionar-se perante a economia global? Como pensar a globalização no século XXI e no futuro? Como é que a pandemia transformou a economia global? Todas as respostas a estas e mais perguntas, no livro Conversas Globais.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Ângelo Correia * António Costa Silva * Bernardo Ivo Cruz * Carlos Moedas * Carlos Coelho * Carlos Gaspar * Clara Raposo * Daniel Traça * Diana Soller * Félix Ribeiro * Fernando Rosas * Francisco Assis * Francisco Seixas da Costa * Jaime Nogueira Pinto * João César das Neves * Jorge Braga de Macedo * Jorge Portugal * Luís Tomé * Mariana Mortágua * Nuno Severiano Teixeira * Paulo Portas * Paulo Rangel * Pedro Santa Clara * Ricardo Arroja * Ricardo Reis * Tiago Moreira de Sá * Vítor Bento Alguns dos maiores pensadores-chave do país discutem o futuro da economia global, dão-nos a sua melhor análise geoestratégica e falam-nos das grandes mudanças em 6 áreas: Globalização - China vs. EUA - Portugal na Economia Global - Competitividade Europeia - Robotização e Digitalização - Pandemia Que países vão triunfar e quais vão ficar para trás? Como se resolverá o impasse entre a República Popular da China e os EUA? Será que a Europa vai conseguir manter-se competitiva? Que desafios específicos enfrenta? Como pode Portugal posicionar-se perante a economia global? Como pensar a globalização no século XXI e no futuro? Como é que a pandemia transformou a economia global? Todas as respostas a estas e mais perguntas, no livro Conversas Globais.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 840
Sinopse:
"Após a Segunda Guerra Mundial, a ameaça de partilha das colónias portuguesas desvaneceu-se, dando lugar a uma outra - a da descolonização, tocando sucessivamente a Ásia e a África. É da evolução do sistema colonial português nesta nova situação que trata o presente livro - estudando a descolonização e as resistências que Portugal lhe opôs, não, como tem sido habitual, numa perspetiva de tempo curto (incidindo no período que vai da revolução do 25 de Abril de 1974 até à data da proclamação da independência de Angola, a 11 de novembro do ano seguinte), mas numa análise de um tempo mais longo e de ordem comparativa. [...] Deve salientar-se, no entanto, que este não é um trabalho sobre Salazar e a sua política. A partir da documentação do seu arquivo - e com o recurso, sempre que necessário, a fontes de outra natureza -, procurámos ir mais longe, seguindo a evolução do Império, nos seus diversos aspetos: o da política colonial; o da economia colonial; o da política externa; o das relações entre o Estado português e a Igreja Católica; e o da defesa militar e policial." Da Introdução
Nº Páginas: 840
Sinopse:
"Após a Segunda Guerra Mundial, a ameaça de partilha das colónias portuguesas desvaneceu-se, dando lugar a uma outra - a da descolonização, tocando sucessivamente a Ásia e a África. É da evolução do sistema colonial português nesta nova situação que trata o presente livro - estudando a descolonização e as resistências que Portugal lhe opôs, não, como tem sido habitual, numa perspetiva de tempo curto (incidindo no período que vai da revolução do 25 de Abril de 1974 até à data da proclamação da independência de Angola, a 11 de novembro do ano seguinte), mas numa análise de um tempo mais longo e de ordem comparativa. [...] Deve salientar-se, no entanto, que este não é um trabalho sobre Salazar e a sua política. A partir da documentação do seu arquivo - e com o recurso, sempre que necessário, a fontes de outra natureza -, procurámos ir mais longe, seguindo a evolução do Império, nos seus diversos aspetos: o da política colonial; o da economia colonial; o da política externa; o das relações entre o Estado português e a Igreja Católica; e o da defesa militar e policial." Da Introdução
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 768
Sinopse:
Do autor de "Hitler, Até ao Fim" e de "À Beira do Abismo", esta é a história da Europa desde o pós-Segunda Guerra Mundial até à actualidade. "Continente Dividido" traça um grande panorama do mundo em que vivemos e do seu passado. Obriga-nos a repensar o que significa ser europeu. Uma obra de referência e de grande actualidade.
Nº Páginas: 768
Sinopse:
Do autor de "Hitler, Até ao Fim" e de "À Beira do Abismo", esta é a história da Europa desde o pós-Segunda Guerra Mundial até à actualidade. "Continente Dividido" traça um grande panorama do mundo em que vivemos e do seu passado. Obriga-nos a repensar o que significa ser europeu. Uma obra de referência e de grande actualidade.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Programa líder de audiências da SIC. Se foi afetado financeiramente pela pandemia da Covid-19 (ou no futuro por outra crise qualquer) e quer evitar afogar-se ainda mais em créditos e dívidas para conseguir pagar as suas contas, este livro é para si. Por outro lado, se mantém os seus rendimentos, mas quer recuperar a saúde das suas finanças, viver com menos preocupações e gerir melhor o seu futuro, vai encontrar neste livro dezenas de dicas práticas que vão fazer a diferença na sua vida. E se tem algum problema de saúde e não sabe quais os apoios e benefícios que pode ter do Estado, não deixe de o ler. Há muitos direitos que desconhece e que lhe podem valer milhares de euros. Dicas para criar um fundo de emergência para fazer face a uma situação de crise, financiar-se a si próprio sem precisar de recorrer a créditos, renegociar os contratos de serviços para pagar menos, amortizar o seu crédito à habitação e reduzir a prestação mensal, pagar menos em comissões bancárias, arrendar a sua casa sem penalização no crédito à habitação, usar o PPR para ganhar (ainda) mais dinheiro, usufruir dos apoios estatais em caso de doença ou incapacidade, usar o seguro de assistência em viagem do carro no estrangeiro.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Programa líder de audiências da SIC. Se foi afetado financeiramente pela pandemia da Covid-19 (ou no futuro por outra crise qualquer) e quer evitar afogar-se ainda mais em créditos e dívidas para conseguir pagar as suas contas, este livro é para si. Por outro lado, se mantém os seus rendimentos, mas quer recuperar a saúde das suas finanças, viver com menos preocupações e gerir melhor o seu futuro, vai encontrar neste livro dezenas de dicas práticas que vão fazer a diferença na sua vida. E se tem algum problema de saúde e não sabe quais os apoios e benefícios que pode ter do Estado, não deixe de o ler. Há muitos direitos que desconhece e que lhe podem valer milhares de euros. Dicas para criar um fundo de emergência para fazer face a uma situação de crise, financiar-se a si próprio sem precisar de recorrer a créditos, renegociar os contratos de serviços para pagar menos, amortizar o seu crédito à habitação e reduzir a prestação mensal, pagar menos em comissões bancárias, arrendar a sua casa sem penalização no crédito à habitação, usar o PPR para ganhar (ainda) mais dinheiro, usufruir dos apoios estatais em caso de doença ou incapacidade, usar o seguro de assistência em viagem do carro no estrangeiro.
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Depois da gigantesca recolha e damorosa transcrição das conversas estaremconcluídas, faltava arrumar aquilo tudo (e dou graças a Deus por não ter sido eu a fazê-lo). A Ana tinha tudo planeado, as peças do puzzle, por mais que variadas e de interligação difícil, encaixavam resultando num livro ágil, rápido e aliciante de se ler, digno duma banda de vivência nua e crua, digno dos Xutos & Pontapés. Porque se tratava não duma banda qualquer mas sim da maior banda de rock portuguesa, umpunhado demúsicos quemunidos de inegável talento, comuma bagagemde canções notáveis e sempre capazes de comunicar comas sucessivas gerações de portugueses numsimples piscar de olhos cúmplice, que pegaram a carreira de caras, cheios duma energia transbordante mas também com uma noção responsável de persistência, vinda de quem sabe que não há nem sucessos nem vitórias fáceis! A críticamusical recebeu o livro Conta-meHistórias comapreço.Manuel Falcão considerou: “…um objecto de culto, a inauguração duma nova era do livro musical no nosso país”. Pedro Rolo Duarte classificou-o como “um objecto Rock”." - António Sérgio, no prefácio a este livro
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Depois da gigantesca recolha e damorosa transcrição das conversas estaremconcluídas, faltava arrumar aquilo tudo (e dou graças a Deus por não ter sido eu a fazê-lo). A Ana tinha tudo planeado, as peças do puzzle, por mais que variadas e de interligação difícil, encaixavam resultando num livro ágil, rápido e aliciante de se ler, digno duma banda de vivência nua e crua, digno dos Xutos & Pontapés. Porque se tratava não duma banda qualquer mas sim da maior banda de rock portuguesa, umpunhado demúsicos quemunidos de inegável talento, comuma bagagemde canções notáveis e sempre capazes de comunicar comas sucessivas gerações de portugueses numsimples piscar de olhos cúmplice, que pegaram a carreira de caras, cheios duma energia transbordante mas também com uma noção responsável de persistência, vinda de quem sabe que não há nem sucessos nem vitórias fáceis! A críticamusical recebeu o livro Conta-meHistórias comapreço.Manuel Falcão considerou: “…um objecto de culto, a inauguração duma nova era do livro musical no nosso país”. Pedro Rolo Duarte classificou-o como “um objecto Rock”." - António Sérgio, no prefácio a este livro
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Num momento em que a Humanidade perde o chão com o tremendo impacto global da pandemia de um novo coranavírus, o SARS-CoV-2, é urgente ler o livro que previu este desastre viral e que nos diz como impedir que o mesmo volte a acontecer. À medida que a globalização ganha força e invadimos ecossistemas milenares em prol de uma expansão económica sem limites, ficamos também à mercê de infecções perigosas que nos são transmitidas pelos animais que prosperavam nos habitats que destruímos. Doenças que estavam, antes, contidas e limitadas àquele espaço passam a circular entre os humanos com consequências catastróficas, como são disso exemplo a SIDA, o Ébola, a Malária e, mais recentemente, a COVID19. Na companhia dos melhores cientistas do mundo, mergulhando nas selvas centro--africanas, grutas da China meridional e telhados do Bangladesh, passando pelos laboratórios onde se investigam vírus altamente letais sob apertadas medidas de segurança, o conceituado autor de divulgação científica David Quammen conta-nos a história dos principais vírus zoonóticos que ameaçam os humanos e deixa um aviso: temos de nos preparar para o pior.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Num momento em que a Humanidade perde o chão com o tremendo impacto global da pandemia de um novo coranavírus, o SARS-CoV-2, é urgente ler o livro que previu este desastre viral e que nos diz como impedir que o mesmo volte a acontecer. À medida que a globalização ganha força e invadimos ecossistemas milenares em prol de uma expansão económica sem limites, ficamos também à mercê de infecções perigosas que nos são transmitidas pelos animais que prosperavam nos habitats que destruímos. Doenças que estavam, antes, contidas e limitadas àquele espaço passam a circular entre os humanos com consequências catastróficas, como são disso exemplo a SIDA, o Ébola, a Malária e, mais recentemente, a COVID19. Na companhia dos melhores cientistas do mundo, mergulhando nas selvas centro--africanas, grutas da China meridional e telhados do Bangladesh, passando pelos laboratórios onde se investigam vírus altamente letais sob apertadas medidas de segurança, o conceituado autor de divulgação científica David Quammen conta-nos a história dos principais vírus zoonóticos que ameaçam os humanos e deixa um aviso: temos de nos preparar para o pior.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em conversa com pessoas de todo o mundo, de conselheiros de Estado a professores ou taxistas, Blair Sheppard, líder global para a estratégia e a liderança na PricewaterhouseCoopers, descobriu uma matriz comum e preocupações surpreendentemente coincidentes. Neste livro, Sheppard e a sua equipa na PwC sintetizam estas preocupações em cinco pontos principais: assimetria ou a desigualdade económica; perturbação ou as alterações inesperadas introduzidas pela inovação tecnológica; idade ou a disparidade demográfica entre países desenvolvidos ou em desenvolvimento; polarização ou a dificuldade de encontrarmos meios-termos e objetivos políticos comuns e, por fim, confiança ou a perda dela nas instituições que alicerçam a sociedade. Estas preocupações, por sua vez, levam a quatro crises: a crise de prosperidade, a crise tecnológica, a crise de legitimidade institucional e a crise de liderança. Sheppard e a sua equipa analisam estas crises complexas e preocupantes, mas também traçam o caminho para sairmos delas, num plano estratégico ambicioso e, por vezes, contraintuitivo: da importância da autossuficiência das economias locais numa época de globalização à integração de sociólogos e psicólogos no mundo tecnológico, os autores argumentam com dados robustos e um conhecimento abrangente da realidade global que temos apenas uma década para resolver estas crises - mas temos também a oportunidade de, com criatividade, ponderação e visão, prepararmos o terreno para o dealbar de uma nova era de prosperidade global.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Em conversa com pessoas de todo o mundo, de conselheiros de Estado a professores ou taxistas, Blair Sheppard, líder global para a estratégia e a liderança na PricewaterhouseCoopers, descobriu uma matriz comum e preocupações surpreendentemente coincidentes. Neste livro, Sheppard e a sua equipa na PwC sintetizam estas preocupações em cinco pontos principais: assimetria ou a desigualdade económica; perturbação ou as alterações inesperadas introduzidas pela inovação tecnológica; idade ou a disparidade demográfica entre países desenvolvidos ou em desenvolvimento; polarização ou a dificuldade de encontrarmos meios-termos e objetivos políticos comuns e, por fim, confiança ou a perda dela nas instituições que alicerçam a sociedade. Estas preocupações, por sua vez, levam a quatro crises: a crise de prosperidade, a crise tecnológica, a crise de legitimidade institucional e a crise de liderança. Sheppard e a sua equipa analisam estas crises complexas e preocupantes, mas também traçam o caminho para sairmos delas, num plano estratégico ambicioso e, por vezes, contraintuitivo: da importância da autossuficiência das economias locais numa época de globalização à integração de sociólogos e psicólogos no mundo tecnológico, os autores argumentam com dados robustos e um conhecimento abrangente da realidade global que temos apenas uma década para resolver estas crises - mas temos também a oportunidade de, com criatividade, ponderação e visão, prepararmos o terreno para o dealbar de uma nova era de prosperidade global.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Cientistas, filósofos, historiadores, escritores e outros intelectuais reputados, alguns deles vencedores dos prémios Pulitzer e Templeton, debatem as grandes questões: quem somos, a natureza da realidade, a ciência e a religião, a consciência e o materialismo, a inteligência artificial e os mistérios do tempo. Em conversas que contribuem para reduzir a separação entre a ciência e as humanidades, mostram porque é necessária a cooperação intelectual para modelar o nosso futuro coletivo.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Cientistas, filósofos, historiadores, escritores e outros intelectuais reputados, alguns deles vencedores dos prémios Pulitzer e Templeton, debatem as grandes questões: quem somos, a natureza da realidade, a ciência e a religião, a consciência e o materialismo, a inteligência artificial e os mistérios do tempo. Em conversas que contribuem para reduzir a separação entre a ciência e as humanidades, mostram porque é necessária a cooperação intelectual para modelar o nosso futuro coletivo.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 246
Sinopse:
"Condor" é um tributo à memória das vítimas da Operação Condor, um plano militar secreto instituído em 1975 por seis países latino-americanos, governados por ditaduras militares de extrema-direita, para eliminar a oposição política. Esta operação resultou na morte de cerca de 60 mil pessoas. Durante aproximadamente uma década, João Pina viajou de forma extensiva pela Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai para documentar o que restou da época do Condor.
Nº Páginas: 246
Sinopse:
"Condor" é um tributo à memória das vítimas da Operação Condor, um plano militar secreto instituído em 1975 por seis países latino-americanos, governados por ditaduras militares de extrema-direita, para eliminar a oposição política. Esta operação resultou na morte de cerca de 60 mil pessoas. Durante aproximadamente uma década, João Pina viajou de forma extensiva pela Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai para documentar o que restou da época do Condor.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Considerando o annus horribilis de 2020 numa perspetiva histórica, Niall Ferguson explica o porquê da experiência não nos ter preparado melhor para enfrentar as catástrofes. As catástrofes são difíceis de prever. As pandemias, tal como terremotos, incêndios, crises financeiras e guerras, não se distribuem de modo racional; não existe um ciclo da história que nos permita antecipar a próxima catástrofe. Porém, quando a catástrofe se abate, deveríamos estar mais bem preparados do que os romanos quando o Vesúvio entrou em erupção ou do que os europeus medievais quando a Peste Negra espalhou a morte. Afinal, temos a ciência do nosso lado.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
Considerando o annus horribilis de 2020 numa perspetiva histórica, Niall Ferguson explica o porquê da experiência não nos ter preparado melhor para enfrentar as catástrofes. As catástrofes são difíceis de prever. As pandemias, tal como terremotos, incêndios, crises financeiras e guerras, não se distribuem de modo racional; não existe um ciclo da história que nos permita antecipar a próxima catástrofe. Porém, quando a catástrofe se abate, deveríamos estar mais bem preparados do que os romanos quando o Vesúvio entrou em erupção ou do que os europeus medievais quando a Peste Negra espalhou a morte. Afinal, temos a ciência do nosso lado.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Existiu um movimento concelhio peninsular, não no sentido de política administrativa ou de organização do território impulsionada de cima por monarcas e senhores mas no de forças sociais e políticas organizadas de baixo e por fim vitoriosas? Estaria a resposta nos forais, esses "livros de linhagens" da liberdade popular? A quem a iniciativa destes monumentos jurídicos? À aristocracia senhorial? Visariam os forais fins exclusivamente económicos, fiscais e administrativos, na intenção expressa de povoar e defender o território, ou resultariam, tácita ou abertamente, desse movimento que irrompe de baixo? Isto é, o movimento concelhio impôs-se ou não com o impacto e as armas de uma verdadeira revolução? Não é o que inculcam as transformações sociais que se escondem por trás do formulário jurídico? Mas acaso os concelhos teriam alcançado a força de órgãos do poder político? Constituiriam verdadeiras comunas? O que se entende por comuna? De que classe ou classes serão então estas comunas ou concelhos o instrumento? Mas haveria mesmo classes sociais ou apenas ordens? Constituiriam comunas todos os concelhos? Que acontecimentos são marcados pela mesma força? Por exemplo, que relações tem o movimento concelhio com os episódios da Reconquista? Que esclarecem eles sobre o povoar e o ermar?
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Existiu um movimento concelhio peninsular, não no sentido de política administrativa ou de organização do território impulsionada de cima por monarcas e senhores mas no de forças sociais e políticas organizadas de baixo e por fim vitoriosas? Estaria a resposta nos forais, esses "livros de linhagens" da liberdade popular? A quem a iniciativa destes monumentos jurídicos? À aristocracia senhorial? Visariam os forais fins exclusivamente económicos, fiscais e administrativos, na intenção expressa de povoar e defender o território, ou resultariam, tácita ou abertamente, desse movimento que irrompe de baixo? Isto é, o movimento concelhio impôs-se ou não com o impacto e as armas de uma verdadeira revolução? Não é o que inculcam as transformações sociais que se escondem por trás do formulário jurídico? Mas acaso os concelhos teriam alcançado a força de órgãos do poder político? Constituiriam verdadeiras comunas? O que se entende por comuna? De que classe ou classes serão então estas comunas ou concelhos o instrumento? Mas haveria mesmo classes sociais ou apenas ordens? Constituiriam comunas todos os concelhos? Que acontecimentos são marcados pela mesma força? Por exemplo, que relações tem o movimento concelhio com os episódios da Reconquista? Que esclarecem eles sobre o povoar e o ermar?
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Este livro vem contribuir para o debate sobre Segurança Nacional, entendida como a garantia da salvaguarda de pessoas e bens, assegurando a soberania, independência e unidade, integridade do território, desenvolvimento normal das funções do Estado, liberdade da ação política dos órgãos de soberania e pleno funcionamento das instituições democráticas. Depois do 11 de Setembro de 2001 e das pequenas ou grandes tragédias e riscos que assolam as nossas sociedades humanas, é facilmente entendível que a segurança humana é um bem que importa preservar. Esta obra responde a uma pergunta simples: Como tornar Portugal um País mais seguro?
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Este livro vem contribuir para o debate sobre Segurança Nacional, entendida como a garantia da salvaguarda de pessoas e bens, assegurando a soberania, independência e unidade, integridade do território, desenvolvimento normal das funções do Estado, liberdade da ação política dos órgãos de soberania e pleno funcionamento das instituições democráticas. Depois do 11 de Setembro de 2001 e das pequenas ou grandes tragédias e riscos que assolam as nossas sociedades humanas, é facilmente entendível que a segurança humana é um bem que importa preservar. Esta obra responde a uma pergunta simples: Como tornar Portugal um País mais seguro?
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Jared Diamond transformou o nosso entendimento das causas da ascensão e queda das civilizações. Neste livro revela como as nações bem-sucedidas recuperam das crises quando adotam mudanças seletivas. Adicionando uma dimensão psicológica à profunda análise histórica, geográfica, biológica e antropológica que caracteriza todos os livros de Diamond, a presente obra revela os fatores que influenciam a maneira como tanto as nações como os indivíduos reagem aos grandes desafios. O resultado é um livro de um fôlego gigantesco, mas também o mais pessoal que o autor escreveu até hoje.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Jared Diamond transformou o nosso entendimento das causas da ascensão e queda das civilizações. Neste livro revela como as nações bem-sucedidas recuperam das crises quando adotam mudanças seletivas. Adicionando uma dimensão psicológica à profunda análise histórica, geográfica, biológica e antropológica que caracteriza todos os livros de Diamond, a presente obra revela os fatores que influenciam a maneira como tanto as nações como os indivíduos reagem aos grandes desafios. O resultado é um livro de um fôlego gigantesco, mas também o mais pessoal que o autor escreveu até hoje.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O livro a ler sobre o atual estado da política norte-americana. Um olhar revelador sobre o fim das democracias em todo o mundo — e um guia para as resgatar.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O livro a ler sobre o atual estado da política norte-americana. Um olhar revelador sobre o fim das democracias em todo o mundo — e um guia para as resgatar.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em anos recentes, a curiosidade quanto ao termo fascismo transformou-se num fenómeno mundial. Mas o que levou a isso? Jason Stanley, filho de refugiados da Segunda Guerra Mundial, explica fenómenos como a presidência de Trump, o Brexit, o movimento italiano Cinco Estrelas e a liderança autoritária de Erdogan, entre outros - dando a conhecer os 10 pilares fundamentais do fascismo, entre os quais a ideia de reviver um passado mítico e glorioso; a política da lei e da ordem baseada na ideia de grupos minoritários criminosos; e a valorização do "trabalho duro" em prejuízo de sistemas de bem-estar social. Toda uma linguagem e crenças que separam as pessoas entre "nós" e "eles". Refletindo sobre história, filosofia, sociologia e teoria crítica da raça, este é um livro pertinente e atual que expõe como Estados democráticos estão a sucumbir a discursos populistas. A história mostra-nos o imenso perigo de subestimar o poder cumulativo das táticas fascistas, que deixam a sociedade cada vez mais vulnerável aos apelos da liderança autoritária. E somente quando as identificamos é que podemos resistir aos seus efeitos mais danosos e regressar aos ideais democráticos. O fascismo não é coisa do passado. Infiltrou-se no presente. E pode ser o futuro se nada fizermos para o impedir.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em anos recentes, a curiosidade quanto ao termo fascismo transformou-se num fenómeno mundial. Mas o que levou a isso? Jason Stanley, filho de refugiados da Segunda Guerra Mundial, explica fenómenos como a presidência de Trump, o Brexit, o movimento italiano Cinco Estrelas e a liderança autoritária de Erdogan, entre outros - dando a conhecer os 10 pilares fundamentais do fascismo, entre os quais a ideia de reviver um passado mítico e glorioso; a política da lei e da ordem baseada na ideia de grupos minoritários criminosos; e a valorização do "trabalho duro" em prejuízo de sistemas de bem-estar social. Toda uma linguagem e crenças que separam as pessoas entre "nós" e "eles". Refletindo sobre história, filosofia, sociologia e teoria crítica da raça, este é um livro pertinente e atual que expõe como Estados democráticos estão a sucumbir a discursos populistas. A história mostra-nos o imenso perigo de subestimar o poder cumulativo das táticas fascistas, que deixam a sociedade cada vez mais vulnerável aos apelos da liderança autoritária. E somente quando as identificamos é que podemos resistir aos seus efeitos mais danosos e regressar aos ideais democráticos. O fascismo não é coisa do passado. Infiltrou-se no presente. E pode ser o futuro se nada fizermos para o impedir.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Esta obra apresenta duas visões: a do deficiente Pereira de Sousa Jr e a do psicólogo Carlos Céu e Silva. São duas perspectivas sobre a vida das pessoas portadoras de deficiência. Por um lado, um olhar sobre uma realidade quotidiana e social mais peculiar; por outro, um olhar mais clínico e técnico no que concerne à psicologia do deficiente. Sem pretensiosismos pedagógicos, pretende-se criar ferramentas para ajudar, mostrar à sociedade que há muito a fazer, alertar, identificar problemas e apresentar soluções, despertar consciências e mudar mentalidades. Um livro para todos os que querem uma sociedade justa, mais solidária, mais inclusiva e menos deficiente…
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Esta obra apresenta duas visões: a do deficiente Pereira de Sousa Jr e a do psicólogo Carlos Céu e Silva. São duas perspectivas sobre a vida das pessoas portadoras de deficiência. Por um lado, um olhar sobre uma realidade quotidiana e social mais peculiar; por outro, um olhar mais clínico e técnico no que concerne à psicologia do deficiente. Sem pretensiosismos pedagógicos, pretende-se criar ferramentas para ajudar, mostrar à sociedade que há muito a fazer, alertar, identificar problemas e apresentar soluções, despertar consciências e mudar mentalidades. Um livro para todos os que querem uma sociedade justa, mais solidária, mais inclusiva e menos deficiente…
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 336
Sinopse:
António Costa gosta de puzzles, de preferência com milhares de peças. No xadrez político, e apesar do temperamento irascível, revela igual paciência. Quando no dia 4 de outubro de 2016 perdeu as eleições, já estava preparado, sabia o que tinha a fazer. Passados 54 dias, ao ser nomeado primeiro-ministro, pode ter surpreendido muita gente - mas não quem o conhece de perto. Porque, lá está, Costa é um mestre a montar puzzles. Ou geringonças. Ou o que for necessário para alcançar os objetivos. E o seu desígnio era ser primeiro-ministro. Suspeitava que não iria vencer as eleições, mas só um resultado o impediria de tentar chegar ao poder: a maioria absoluta da direita. Conversou, inquiriu, tomou o pulso aos rivais e aliados. Foi semeando a mensagem: mesmo derrotado, tentaria unir a esquerda em torno do seu governo. Não foi fácil, como mostram Márcia Galrão e Rita Tavares. As jornalistas falaram com quase meia centena de intervenientes diretos e indiretos nestas negociações históricas. E relatam neste livro os principais passos de Costa, apoiado sempre na certeza de que os comunistas - inimigos históricos do PS - estavam disponíveis para negociar. Acompanhamos Costa (e aliados) às salas de hotéis, a São Bento ou ao Largo do Rato. Espreitamos as reuniões do Comité Central. Ficamos a saber do telefonema entre Costa e Francisco Louçã no dia anterior às eleições ou o encontro secreto em casa de Ana Catarina Mendes. E apercebemo-nos de que aqueles dias foram, na verdade, o corolário de um trabalho de décadas. A construir alianças e a sacrificar amigos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
António Costa gosta de puzzles, de preferência com milhares de peças. No xadrez político, e apesar do temperamento irascível, revela igual paciência. Quando no dia 4 de outubro de 2016 perdeu as eleições, já estava preparado, sabia o que tinha a fazer. Passados 54 dias, ao ser nomeado primeiro-ministro, pode ter surpreendido muita gente - mas não quem o conhece de perto. Porque, lá está, Costa é um mestre a montar puzzles. Ou geringonças. Ou o que for necessário para alcançar os objetivos. E o seu desígnio era ser primeiro-ministro. Suspeitava que não iria vencer as eleições, mas só um resultado o impediria de tentar chegar ao poder: a maioria absoluta da direita. Conversou, inquiriu, tomou o pulso aos rivais e aliados. Foi semeando a mensagem: mesmo derrotado, tentaria unir a esquerda em torno do seu governo. Não foi fácil, como mostram Márcia Galrão e Rita Tavares. As jornalistas falaram com quase meia centena de intervenientes diretos e indiretos nestas negociações históricas. E relatam neste livro os principais passos de Costa, apoiado sempre na certeza de que os comunistas - inimigos históricos do PS - estavam disponíveis para negociar. Acompanhamos Costa (e aliados) às salas de hotéis, a São Bento ou ao Largo do Rato. Espreitamos as reuniões do Comité Central. Ficamos a saber do telefonema entre Costa e Francisco Louçã no dia anterior às eleições ou o encontro secreto em casa de Ana Catarina Mendes. E apercebemo-nos de que aqueles dias foram, na verdade, o corolário de um trabalho de décadas. A construir alianças e a sacrificar amigos.
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