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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Simon Winchester faz a crónica desta relação e lembra-nos como o Atlântico tem sido intensamente vivido e habitado. Aborda a história do oceano desde as suas origens geológicas até à época das Descobertas, das batalhas navais da Segunda Guerra Mundial à actual luta contra a poluição e o excesso de pesca, através de uma narrativa épica, íntima e inspiradora. O fascínio pelo Atlântico levou Winchester às montanhas rochosas das Ilhas Faroé, aos portos fervilhantes de vida da Argentina e Brasil, aos castelos de escravos de África Ocidental e às povoações costeiras da Irlanda.
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Simon Winchester faz a crónica desta relação e lembra-nos como o Atlântico tem sido intensamente vivido e habitado. Aborda a história do oceano desde as suas origens geológicas até à época das Descobertas, das batalhas navais da Segunda Guerra Mundial à actual luta contra a poluição e o excesso de pesca, através de uma narrativa épica, íntima e inspiradora. O fascínio pelo Atlântico levou Winchester às montanhas rochosas das Ilhas Faroé, aos portos fervilhantes de vida da Argentina e Brasil, aos castelos de escravos de África Ocidental e às povoações costeiras da Irlanda.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O livro do campeão, nos 125 anos do Futebol Clube do Porto Nenhuma conquista coletiva depende de uma pessoa só, mas uma liderança forte pode fazer toda a diferença. Desde a fundação até 1982, o Futebol Clube do Porto teve 32 presidentes, mas, de então para cá, nos últimos 36 anos, teve apenas um, com o qual atingiu a excelência no panorama nacional e internacional: Jorge Nuno Pinto da Costa, o presidente que há mais anos lidera um clube de futebol e também aquele que mais títulos conquistou em todo o mundo. Todos os meses, Jorge Nuno Pinto da Costa abre a revista Dragões - farol da mística portista desde 1986 - com um texto que sócios e adeptos muito aguardam e que é espelho das características que todos lhe reconhecem: a inteligência, a franqueza, a ironia e o sentido de humor. São essas páginas - as "Páginas do Presidente" - que aqui se compilam, num quadro que traça o panorama recente do futebol e do desporto português e que pinta de azul intenso as emoções e os êxitos mais recentes de um clube com 125 anos de história.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O livro do campeão, nos 125 anos do Futebol Clube do Porto Nenhuma conquista coletiva depende de uma pessoa só, mas uma liderança forte pode fazer toda a diferença. Desde a fundação até 1982, o Futebol Clube do Porto teve 32 presidentes, mas, de então para cá, nos últimos 36 anos, teve apenas um, com o qual atingiu a excelência no panorama nacional e internacional: Jorge Nuno Pinto da Costa, o presidente que há mais anos lidera um clube de futebol e também aquele que mais títulos conquistou em todo o mundo. Todos os meses, Jorge Nuno Pinto da Costa abre a revista Dragões - farol da mística portista desde 1986 - com um texto que sócios e adeptos muito aguardam e que é espelho das características que todos lhe reconhecem: a inteligência, a franqueza, a ironia e o sentido de humor. São essas páginas - as "Páginas do Presidente" - que aqui se compilam, num quadro que traça o panorama recente do futebol e do desporto português e que pinta de azul intenso as emoções e os êxitos mais recentes de um clube com 125 anos de história.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 724
Sinopse:
Quando no início de 1945 se avizinhava uma derrota desastrosa, ouvia-se dizer aos alemães que preferiam "um fim com horror a um horror sem fim". Um fim com horror com formas e dimensões sem precedentes na história foi sem dúvida o que tiveram. O fim provocou destruição e perdas de vidas humanas a uma escala imensa. Muito poderia ter sido evitado se a Alemanha estivesse disposta a aceitar as condições dos Aliados. A autodestruição decorrente de continuar a combater até à última, até à devastação quase total e à completa ocupação inimiga, é extremamente rara. No entanto, foi o que os alemães fizeram em 1945. Porquê?
Nº Páginas: 724
Sinopse:
Quando no início de 1945 se avizinhava uma derrota desastrosa, ouvia-se dizer aos alemães que preferiam "um fim com horror a um horror sem fim". Um fim com horror com formas e dimensões sem precedentes na história foi sem dúvida o que tiveram. O fim provocou destruição e perdas de vidas humanas a uma escala imensa. Muito poderia ter sido evitado se a Alemanha estivesse disposta a aceitar as condições dos Aliados. A autodestruição decorrente de continuar a combater até à última, até à devastação quase total e à completa ocupação inimiga, é extremamente rara. No entanto, foi o que os alemães fizeram em 1945. Porquê?
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Fernando Venâncio conta-nos a história da língua portuguesa com paixão, elegância e um fino humor. Com rigor e precisão de paleontólogo, Fernando Venâncio começa no primeiro gemido da nossa língua, que remonta há séculos, tão distantes que Portugal ainda nem existia, passando pelos primeiros escritos, até à fala contemporânea que ainda hoje conserva registos, em estado fóssil, dessa movimentação primordial. Máquina do tempo que nos permite recuar à época em que o idioma se formou, Assim Nasceu Uma Língua faz-nos peregrinos numa caminhada que toca a língua galega ou o português brasileiro, evidenciando as profundas derivas que deram forma ao nosso idioma, a que Fernando Venâncio chama "um idioma em circuito aberto".
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Fernando Venâncio conta-nos a história da língua portuguesa com paixão, elegância e um fino humor. Com rigor e precisão de paleontólogo, Fernando Venâncio começa no primeiro gemido da nossa língua, que remonta há séculos, tão distantes que Portugal ainda nem existia, passando pelos primeiros escritos, até à fala contemporânea que ainda hoje conserva registos, em estado fóssil, dessa movimentação primordial. Máquina do tempo que nos permite recuar à época em que o idioma se formou, Assim Nasceu Uma Língua faz-nos peregrinos numa caminhada que toca a língua galega ou o português brasileiro, evidenciando as profundas derivas que deram forma ao nosso idioma, a que Fernando Venâncio chama "um idioma em circuito aberto".
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Incapaz de vencer Afonso Henriques nos campos de batalha, o seu primo direito e imperador da Hispânia, Afonso VII, lança contra ele uma intriga infame. Nascido com deficiências nas pernas e aleijadinho, Afonso Henriques teria sido trocado à nascença por outro menino. Assim, o verdadeiro filho do conde Henrique e de Dona Teresa não é o usurpador que usa o seu nome, mas talvez um dos filhos de Egas Moniz, que terá inventado um milagre de Nossa Senhora para encobrir a sinistra troca das crianças. A primeira a conhecer esta tenebrosa malícia é Chamoa Gomes, eterna paixão de Afonso Henriques, que por amor começa a investigar a história, ao mesmo tempo que Egas Moniz e outros notáveis portucalenses a tentam afastar da corte, pois não querem que ela seja a primeira rainha de Portugal. Ao longo de sete anos, Chamoa Gomes e Lourenço Viegas, o filho mais velho de Egas Moniz e narrador da história, vão tentar descobrir o que passou trinta e tal anos antes, aquando do nascimento de Afonso Henriques e também no dia da morte de seu pai, o conde Henrique. Enquanto o mistério se adensa, o reino de Portugal cresce no norte e no sul, em lutas permanentes contra os leoneses de Afonso VII e os muçulmanos da Andaluzia. Apesar de falhada uma primeira tentativa de tomar Lisboa aos mouros, Afonso Henriques é reconhecido rei em Zamora, casa com Mafalda de Sabóia e conquista ainda a cidade de Santarém. Mas é só durante o segundo cerco a Lisboa, durante o qual os portucalenses contam com a fundamental ajuda dos cruzados vindos do Norte da Europa, que a vil intriga de Compostela se virá a esclarecer.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Incapaz de vencer Afonso Henriques nos campos de batalha, o seu primo direito e imperador da Hispânia, Afonso VII, lança contra ele uma intriga infame. Nascido com deficiências nas pernas e aleijadinho, Afonso Henriques teria sido trocado à nascença por outro menino. Assim, o verdadeiro filho do conde Henrique e de Dona Teresa não é o usurpador que usa o seu nome, mas talvez um dos filhos de Egas Moniz, que terá inventado um milagre de Nossa Senhora para encobrir a sinistra troca das crianças. A primeira a conhecer esta tenebrosa malícia é Chamoa Gomes, eterna paixão de Afonso Henriques, que por amor começa a investigar a história, ao mesmo tempo que Egas Moniz e outros notáveis portucalenses a tentam afastar da corte, pois não querem que ela seja a primeira rainha de Portugal. Ao longo de sete anos, Chamoa Gomes e Lourenço Viegas, o filho mais velho de Egas Moniz e narrador da história, vão tentar descobrir o que passou trinta e tal anos antes, aquando do nascimento de Afonso Henriques e também no dia da morte de seu pai, o conde Henrique. Enquanto o mistério se adensa, o reino de Portugal cresce no norte e no sul, em lutas permanentes contra os leoneses de Afonso VII e os muçulmanos da Andaluzia. Apesar de falhada uma primeira tentativa de tomar Lisboa aos mouros, Afonso Henriques é reconhecido rei em Zamora, casa com Mafalda de Sabóia e conquista ainda a cidade de Santarém. Mas é só durante o segundo cerco a Lisboa, durante o qual os portucalenses contam com a fundamental ajuda dos cruzados vindos do Norte da Europa, que a vil intriga de Compostela se virá a esclarecer.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Entre o século X e metade do século XIII, Portugal emergiu como um reino independente com fronteiras que se têm mantido, na sua grande maioria, inalteradas até hoje. Este desenvolvimento político ocorreu tendo como pano de fundo a luta entre a cristandade e o mundo islâmico, pelo controlo sobre a Península Ibérica. Também decisivo na formação de Portugal foi o impacto de uma crescente influência europeia por toda a península neste período. Esta influência cultural teve lugar através da imigração, do crescimento de redes comerciais e sociais e da transferência de ideias e de costumes sociais. Os governantes portugueses procuraram mediar esta influência europeia e transformá-la em benefício próprio. No século XII, Afonso Henriques (1128-1185) conseguiu estabelecer a monarquia portuguesa, mas os seus herdeiros Sancho I (1185-1211), Afonso II (1211-1223), Sancho II (1223-1245), e Afonso III (1248-1279) descobriram que o equilíbrio entre a realidade ibérica e as expectativas europeias era cada vez mais difícil de manter.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Entre o século X e metade do século XIII, Portugal emergiu como um reino independente com fronteiras que se têm mantido, na sua grande maioria, inalteradas até hoje. Este desenvolvimento político ocorreu tendo como pano de fundo a luta entre a cristandade e o mundo islâmico, pelo controlo sobre a Península Ibérica. Também decisivo na formação de Portugal foi o impacto de uma crescente influência europeia por toda a península neste período. Esta influência cultural teve lugar através da imigração, do crescimento de redes comerciais e sociais e da transferência de ideias e de costumes sociais. Os governantes portugueses procuraram mediar esta influência europeia e transformá-la em benefício próprio. No século XII, Afonso Henriques (1128-1185) conseguiu estabelecer a monarquia portuguesa, mas os seus herdeiros Sancho I (1185-1211), Afonso II (1211-1223), Sancho II (1223-1245), e Afonso III (1248-1279) descobriram que o equilíbrio entre a realidade ibérica e as expectativas europeias era cada vez mais difícil de manter.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Chocante pela objectividade e detalhe, tocante pela precoce e indignada lucidez, é um testemunho extraordinário de uma das vozes mais relevantes da antologia de memórias sobre a Segunda Guerra Mundial. Aborda a experiência colectiva do Holocausto, compondo um mosaico de memórias e reflexões de inestimável valor histórico e humano, tão relevantes hoje, 70 anos volvidos sobre o fim da Guerra, como no tempo em que foram escritos
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Chocante pela objectividade e detalhe, tocante pela precoce e indignada lucidez, é um testemunho extraordinário de uma das vozes mais relevantes da antologia de memórias sobre a Segunda Guerra Mundial. Aborda a experiência colectiva do Holocausto, compondo um mosaico de memórias e reflexões de inestimável valor histórico e humano, tão relevantes hoje, 70 anos volvidos sobre o fim da Guerra, como no tempo em que foram escritos
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Do Império Acádio aos EUA, este livro percorre a história do mundo por meio dos seus dez maiores impérios. Através deles examina o desejo de poder da humanidade, sob as suas formas mais infames ou mal compreendidas, e traça a evolução do impulso imperial, desde a agressão militar primária dos impérios antigos até à subtil mas eficaz influência cultural das atuais superpotências. Acima de tudo, demonstra-nos que em todo o mundo a ambição de grandeza imperial - dos imperadores romanos a Hitler - se baseia em sonhos de utopia e imortalidade, mas também que todos os impérios contêm a semente da autodestruição desde o primeiro instante.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Do Império Acádio aos EUA, este livro percorre a história do mundo por meio dos seus dez maiores impérios. Através deles examina o desejo de poder da humanidade, sob as suas formas mais infames ou mal compreendidas, e traça a evolução do impulso imperial, desde a agressão militar primária dos impérios antigos até à subtil mas eficaz influência cultural das atuais superpotências. Acima de tudo, demonstra-nos que em todo o mundo a ambição de grandeza imperial - dos imperadores romanos a Hitler - se baseia em sonhos de utopia e imortalidade, mas também que todos os impérios contêm a semente da autodestruição desde o primeiro instante.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos temos presente que Portugal tem uma História de grandes feitos, desproporcional à dimensão do país. Todos nos orgulhamos do sucesso que muitos Portugueses alcançam hoje pelo mundo. Mas talvez pensemos que essa grande História colectiva terminou num passado cada vez mais distante. E olhemos essas vitórias do presente como proezas individuais, que constituem a excepção à regra de um papel secundário a que o país se tem de conformar pelas condições geográficas e económicas de que dispõe. A verdade, porém, é que, ao longo de 900 anos de vida, Portugal nunca deixou de vencer. E alcançou as vitórias mais impressionantes precisamente quando as condições lhe eram mais adversas. Estas são dez histórias extraordinárias de Portugal. Dez grandes vitórias alcançadas em inferioridade numérica, militar, desportiva ou económica. Dez episódios protagonizados por Portugueses de diferentes tempos, em diferentes lugares, movidos por diferentes razões, com o mesmo resultado: o triunfo. Contra todas as apostas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos temos presente que Portugal tem uma História de grandes feitos, desproporcional à dimensão do país. Todos nos orgulhamos do sucesso que muitos Portugueses alcançam hoje pelo mundo. Mas talvez pensemos que essa grande História colectiva terminou num passado cada vez mais distante. E olhemos essas vitórias do presente como proezas individuais, que constituem a excepção à regra de um papel secundário a que o país se tem de conformar pelas condições geográficas e económicas de que dispõe. A verdade, porém, é que, ao longo de 900 anos de vida, Portugal nunca deixou de vencer. E alcançou as vitórias mais impressionantes precisamente quando as condições lhe eram mais adversas. Estas são dez histórias extraordinárias de Portugal. Dez grandes vitórias alcançadas em inferioridade numérica, militar, desportiva ou económica. Dez episódios protagonizados por Portugueses de diferentes tempos, em diferentes lugares, movidos por diferentes razões, com o mesmo resultado: o triunfo. Contra todas as apostas.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Marcou o fim de uma dinastia financeira e de uma marca com 150 anos, e transformou um banqueiro, Ricardo Salgado de todo poderoso a uma espécie de maior vilão do século. Fez vítimas como os 30 mil accionistas, milhões de clientes e investidores em Portugal e em vários pontos do globo, milhares de empresas viram os seus investimentos suspensos. A sua intensidade atingiu o Banco de Portugal, a CMVM, o BCE, o Governo e até o presidente da república. Mas na origem do Furacão BES estão guerras de famílias, engenharia financeira, prejuízos ocultos, um poder que julgava absoluto que se esboroa.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Marcou o fim de uma dinastia financeira e de uma marca com 150 anos, e transformou um banqueiro, Ricardo Salgado de todo poderoso a uma espécie de maior vilão do século. Fez vítimas como os 30 mil accionistas, milhões de clientes e investidores em Portugal e em vários pontos do globo, milhares de empresas viram os seus investimentos suspensos. A sua intensidade atingiu o Banco de Portugal, a CMVM, o BCE, o Governo e até o presidente da república. Mas na origem do Furacão BES estão guerras de famílias, engenharia financeira, prejuízos ocultos, um poder que julgava absoluto que se esboroa.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Uma das mais importantes histórias até agora não contadas da Segunda Guerra Mundial. "As Resistentes", traz para a luz do dia os feitos extraordinários e corajosos de um grupo de mulheres judias que se tornaram combatentes da Resistência. Testemunhas do brutal assassínio das suas famílias e da violenta destruição das suas comunidades, um grupo de mulheres judias na Polónia, algumas ainda adolescentes tornaram-se o coração de uma vasta rede de resistência que lutou contra os nazis. Com coragem, astúcia e nervos de aço, estas raparigas do gueto esconderam revólveres dentro de pães, mensagens codificadas nos seus cabelos, ajudaram a construir sistemas de bunkers subterrâneos e esconderam milhares de judeus em refúgios seguros. Namoriscaram soldados alemães, subornaram-nos com vinho e uísque, usaram a sua aparência para os seduzir e matar. Dinamitaram vias-férreas e sabotaram as linhas de abastecimento alemãs. Judy Batalion, neta de sobreviventes polacos do Holocausto, leva-nos até 1939 para nos apresentar Renia Kukielka, que arrisca a sua vida a viajar, a pé ou de comboio, pela Polónia ocupada. Batalion segue a vida de Renia e todas estas outras incríveis mulheres que foram contrabandistas, mulheres correio, lutadoras, espiãs, sabotadoras... Poderoso e inspirador, As Resistentes é um relato verdadeiro e inesquecível acerca da luta pela liberdade, da coragem excecional, da amizade entre mulheres e da sobrevivência perante a adversidade.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Uma das mais importantes histórias até agora não contadas da Segunda Guerra Mundial. "As Resistentes", traz para a luz do dia os feitos extraordinários e corajosos de um grupo de mulheres judias que se tornaram combatentes da Resistência. Testemunhas do brutal assassínio das suas famílias e da violenta destruição das suas comunidades, um grupo de mulheres judias na Polónia, algumas ainda adolescentes tornaram-se o coração de uma vasta rede de resistência que lutou contra os nazis. Com coragem, astúcia e nervos de aço, estas raparigas do gueto esconderam revólveres dentro de pães, mensagens codificadas nos seus cabelos, ajudaram a construir sistemas de bunkers subterrâneos e esconderam milhares de judeus em refúgios seguros. Namoriscaram soldados alemães, subornaram-nos com vinho e uísque, usaram a sua aparência para os seduzir e matar. Dinamitaram vias-férreas e sabotaram as linhas de abastecimento alemãs. Judy Batalion, neta de sobreviventes polacos do Holocausto, leva-nos até 1939 para nos apresentar Renia Kukielka, que arrisca a sua vida a viajar, a pé ou de comboio, pela Polónia ocupada. Batalion segue a vida de Renia e todas estas outras incríveis mulheres que foram contrabandistas, mulheres correio, lutadoras, espiãs, sabotadoras... Poderoso e inspirador, As Resistentes é um relato verdadeiro e inesquecível acerca da luta pela liberdade, da coragem excecional, da amizade entre mulheres e da sobrevivência perante a adversidade.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 744
Sinopse:
O mais recente livro de Fukuyama é uma viagem à história da humanidade, analisando as primeiras formas de Estado e as suas interpretações mais recentes. Reportando um vasto leque de conhecimentos - desde a história até à biologia evolutiva, passando pela arqueologia e a economia - este autor americano escreveu um livro brilhante e provocador, que propõe novas interpretações para a origem das sociedades democráticas, colocando questões essenciais sobre a natureza da política e o descontentamento que tem provocado.
Nº Páginas: 744
Sinopse:
O mais recente livro de Fukuyama é uma viagem à história da humanidade, analisando as primeiras formas de Estado e as suas interpretações mais recentes. Reportando um vasto leque de conhecimentos - desde a história até à biologia evolutiva, passando pela arqueologia e a economia - este autor americano escreveu um livro brilhante e provocador, que propõe novas interpretações para a origem das sociedades democráticas, colocando questões essenciais sobre a natureza da política e o descontentamento que tem provocado.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Rezaram e fizeram promessas por eles. Escreveram-lhes centenas de aerogramas, adiando o amor, às vezes sem volta. Tornaram-se madrinhas de guerra de homens que nem sequer conheciam. Foram com eles para o território desconhecido de África, que amaram ou odiaram, ou resignaram-se a esperar por eles, com filhos nos braços. Voaram para os resgatar do mato, onde chegaram mesmo a morrer por eles, e organizaram-se, com maior ou menor cunho ideológico, para lhes aliviar a saudade, enquanto apoiavam as suas famílias. Arriscaram por eles, protegendo-lhes a retaguarda, contestando a guerra, desertando sem saberem quando voltariam ao seu país, mergulhando na clandestinidade e aderindo à luta armada, sujeitas às sevícias da polícia política e perdendo a juventude nas masmorras da prisão. Trataram deles quando voltaram, mutilados e traumatizados, e habituaram-se a amar homens diferentes daqueles com quem haviam casado. Cada uma à sua maneira, as protagonistas deste livro foram pioneiras, desbravando caminhos outrora vedados às mulheres. Mães, irmãs, filhas, amantes, companheiras, amigas, muitas mulheres viveram a guerra colonial como se também elas tivessem sido mobilizadas. Depois da guerra, também para elas nada foi como dantes.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Rezaram e fizeram promessas por eles. Escreveram-lhes centenas de aerogramas, adiando o amor, às vezes sem volta. Tornaram-se madrinhas de guerra de homens que nem sequer conheciam. Foram com eles para o território desconhecido de África, que amaram ou odiaram, ou resignaram-se a esperar por eles, com filhos nos braços. Voaram para os resgatar do mato, onde chegaram mesmo a morrer por eles, e organizaram-se, com maior ou menor cunho ideológico, para lhes aliviar a saudade, enquanto apoiavam as suas famílias. Arriscaram por eles, protegendo-lhes a retaguarda, contestando a guerra, desertando sem saberem quando voltariam ao seu país, mergulhando na clandestinidade e aderindo à luta armada, sujeitas às sevícias da polícia política e perdendo a juventude nas masmorras da prisão. Trataram deles quando voltaram, mutilados e traumatizados, e habituaram-se a amar homens diferentes daqueles com quem haviam casado. Cada uma à sua maneira, as protagonistas deste livro foram pioneiras, desbravando caminhos outrora vedados às mulheres. Mães, irmãs, filhas, amantes, companheiras, amigas, muitas mulheres viveram a guerra colonial como se também elas tivessem sido mobilizadas. Depois da guerra, também para elas nada foi como dantes.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 528
Sinopse:
As mulheres, amantes, mães, irmãs e filhas dos Césares têm sido popularmente caracterizadas como assassinas cruéis, adúlteras sem vergonha e interventoras políticas coniventes nos grandes dramas da corte romana. Desde 30 a. C., quando Cleópatra, Octávia e Lívia surgem no auge da mudança de Roma de república para autocracia, até ao século v, com Gala Placídia aprisionada por invasores godos, a autora traça um retrato das vidas das mulheres que ascenderam ao poder nestes cinco séculos. A política de Roma é revelada também através das histórias de Júlia, uma filha que desgraçou o pai embriagando-se no Fórum romano e praticando sexo com estranhos; Popeia, uma amante fútil que persuadiu o imperador a matar a mãe para que pudessem casar; Domícia, uma esposa que teve um caso com um ator antes de conspirar para o assassínio do marido; e Fausta, uma madrasta que tentou seduzir o próprio enteado e engendrou de seguida a sua execução, sendo depois atirada para água a ferver como castigo.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
As mulheres, amantes, mães, irmãs e filhas dos Césares têm sido popularmente caracterizadas como assassinas cruéis, adúlteras sem vergonha e interventoras políticas coniventes nos grandes dramas da corte romana. Desde 30 a. C., quando Cleópatra, Octávia e Lívia surgem no auge da mudança de Roma de república para autocracia, até ao século v, com Gala Placídia aprisionada por invasores godos, a autora traça um retrato das vidas das mulheres que ascenderam ao poder nestes cinco séculos. A política de Roma é revelada também através das histórias de Júlia, uma filha que desgraçou o pai embriagando-se no Fórum romano e praticando sexo com estranhos; Popeia, uma amante fútil que persuadiu o imperador a matar a mãe para que pudessem casar; Domícia, uma esposa que teve um caso com um ator antes de conspirar para o assassínio do marido; e Fausta, uma madrasta que tentou seduzir o próprio enteado e engendrou de seguida a sua execução, sendo depois atirada para água a ferver como castigo.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Mesmo face a incêndios descontrolados, fenómenos meteorológicos cataclísmicos e desertificação, as árvores estão à altura de qualquer capacidade de destruição humana. Nós é que podemos não estar lá para o ver… No mesmo registo de curiosidade científica de A Vida Secreta das Árvores, e com um tom igualmente crítico, Peter Wohlleben aborda as questões relacionadas com a sustentabilidade da vida na terra - do ponto de vista dos sábios seres que a sustentam. Com novas lições sobre as fascinantes capacidades das árvores, leva-nos a ponderar os reais riscos e consequências da exploração sem limites dos recursos naturais do planeta. Uma leitura fascinante - e que é 100% do nosso interesse… A Floresta Pode Salvar-nos… Se a Deixarmos!
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Mesmo face a incêndios descontrolados, fenómenos meteorológicos cataclísmicos e desertificação, as árvores estão à altura de qualquer capacidade de destruição humana. Nós é que podemos não estar lá para o ver… No mesmo registo de curiosidade científica de A Vida Secreta das Árvores, e com um tom igualmente crítico, Peter Wohlleben aborda as questões relacionadas com a sustentabilidade da vida na terra - do ponto de vista dos sábios seres que a sustentam. Com novas lições sobre as fascinantes capacidades das árvores, leva-nos a ponderar os reais riscos e consequências da exploração sem limites dos recursos naturais do planeta. Uma leitura fascinante - e que é 100% do nosso interesse… A Floresta Pode Salvar-nos… Se a Deixarmos!
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"As Lágrimas de D. João VI" é o resultado da recolha das notas e leituras que a autora vem fazendo, ao longo dos últimos anos, em torno da vida privada e semioficial da família real portuguesa, nomeadamente dos reinados de D. Maria I e D. João VI. A vida deste rei, pode dizer-se sem erro de julgamento, foi altamente condicionada e elevada a patamares nunca anteriormente vivenciados, de forma tão dramática, por um monarca português, dadas as exigências e desafios com que foi confrontado. As lágrimas que encontrará vertidas nesta narrativa são a imagem das que o rei chorou, amarga, dolorosa e sentidamente, ao longo da sua vida. Tendo em consideração os factos marcantes da biografia de D. João VI - que da condição de infante se viu inesperadamente projectado à de príncipe regente, face à morte prematura do irmão e à renúncia da mãe ao trono -, e não obstante as vicissitudes do seu reinado, D. João, como nenhum outro rei português, teve o privilégio de ser aclamado rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e, de uma forma igualmente única, acabará os seus dias usando a real chancela de imperador.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"As Lágrimas de D. João VI" é o resultado da recolha das notas e leituras que a autora vem fazendo, ao longo dos últimos anos, em torno da vida privada e semioficial da família real portuguesa, nomeadamente dos reinados de D. Maria I e D. João VI. A vida deste rei, pode dizer-se sem erro de julgamento, foi altamente condicionada e elevada a patamares nunca anteriormente vivenciados, de forma tão dramática, por um monarca português, dadas as exigências e desafios com que foi confrontado. As lágrimas que encontrará vertidas nesta narrativa são a imagem das que o rei chorou, amarga, dolorosa e sentidamente, ao longo da sua vida. Tendo em consideração os factos marcantes da biografia de D. João VI - que da condição de infante se viu inesperadamente projectado à de príncipe regente, face à morte prematura do irmão e à renúncia da mãe ao trono -, e não obstante as vicissitudes do seu reinado, D. João, como nenhum outro rei português, teve o privilégio de ser aclamado rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e, de uma forma igualmente única, acabará os seus dias usando a real chancela de imperador.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 676
Sinopse:
Nenhum outro soldado provocou tanto ódio e admiração como Napoleão Bonaparte. O autoproclamado imperador francês foi um conquistador ou um libertador? Um agressor ou uma vítima? Um pecador ou um santo? O prestigiado historiador inglês Charles Esdaile repensou a figura do general francês para além das lendas e do mito, que o próprio ajudou a criar, para abrir um novo entendimento sobre esta figura, o seu caráter, as suas políticas e a sua carreira militar internacional. Não se trata apenas de uma biografia, nem da análise das campanhas napoleónicas, mas sim de um estudo mais abrangente, sobre as guerras na Europa. Da Península Ibérica à Rússia, dos Balcãs à Escandinávia, da Polónia à Turquia, o historiador conta-nos episódios militares como a entrada do exército francês em Berlim, depois das batalhas de Jena e Auestadt, relata-nos o confronto sangrento que tomou a vida a dez mil franceses na batalha de Smolensk, bem como a terrível batalha de Borodino a 7 de setembro de 1812, na caminhada até Moscovo.
Nº Páginas: 676
Sinopse:
Nenhum outro soldado provocou tanto ódio e admiração como Napoleão Bonaparte. O autoproclamado imperador francês foi um conquistador ou um libertador? Um agressor ou uma vítima? Um pecador ou um santo? O prestigiado historiador inglês Charles Esdaile repensou a figura do general francês para além das lendas e do mito, que o próprio ajudou a criar, para abrir um novo entendimento sobre esta figura, o seu caráter, as suas políticas e a sua carreira militar internacional. Não se trata apenas de uma biografia, nem da análise das campanhas napoleónicas, mas sim de um estudo mais abrangente, sobre as guerras na Europa. Da Península Ibérica à Rússia, dos Balcãs à Escandinávia, da Polónia à Turquia, o historiador conta-nos episódios militares como a entrada do exército francês em Berlim, depois das batalhas de Jena e Auestadt, relata-nos o confronto sangrento que tomou a vida a dez mil franceses na batalha de Smolensk, bem como a terrível batalha de Borodino a 7 de setembro de 1812, na caminhada até Moscovo.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Com o nascer do sol nas suas costas, a galera de Artemísia plana sobre as águas tranquilas do Mediterrâneo. O silêncio do alvorecer é cortado pelo aviso agudo de um vigia. Os olhos da rainha deslocam-se no sentido dos braços que apontam para ocidente e veem, no limite do horizonte, uma trirreme solitária que avança, destemida, afastando-se da linha da frota grega e parecendo ignorar o perigo. Parece uma presa fácil. Artemísia comanda as melhores galeras de guerra da frota do poderoso imperador persa, Xerxes, o "grande rei", e as suas naves formam a esquadra avançada de uma gigantesca frota que transporta uma não menos formidável força invasora, disposta a derrotar de uma vez por todas as cidades-estado gregas." (…) (in Capítulo 4) Apesar da superioridade de meios e homens do exército persa que havia delineado um plano brutal que iria esmagar a resistência helénica, no ano de 480 a.C. a batalha de Salamina transformou-se numa armadilha onde o tamanho da força persa, a sua desproporção massiva e a sua frágil capacidade de comando, se voltou contra si própria dando uma vitória heroica e inolvidável aos resistentes gregos. Esta batalha é apenas um dos muitos recontros navais que tiveram lugar no Mundo Antigo e que marcaram a história marítima ao delinearam estratégias e técnicas essenciais para o desenvolvimento da guerra no mar. O historiador José Varandas, especialista em História Marítima, explica-nos detalhadamente, numa escrita viva e fluída e recorrendo a mapas e esquemas táticos, como se desenrolaram as principais batalhas navais que decorreram no Mundo Antigo, da batalha do Delta, em 1175 a.C., até à do Ácio, em 31 a.C., passando por outras como a de Artemísio, de Salamina, das ilhas Arginusas, das ilhas Égatas e do rio Ebro. Para além da descrição das batalhas na sua vertente bélica e humana, é-nos ainda dada a conhecer como se fazia a guerra no mar: que tipo de navios eram usados, quais os modelos táticos, o armamento naval, as máquinas de guerra ou como se organizavam as tripulações.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Com o nascer do sol nas suas costas, a galera de Artemísia plana sobre as águas tranquilas do Mediterrâneo. O silêncio do alvorecer é cortado pelo aviso agudo de um vigia. Os olhos da rainha deslocam-se no sentido dos braços que apontam para ocidente e veem, no limite do horizonte, uma trirreme solitária que avança, destemida, afastando-se da linha da frota grega e parecendo ignorar o perigo. Parece uma presa fácil. Artemísia comanda as melhores galeras de guerra da frota do poderoso imperador persa, Xerxes, o "grande rei", e as suas naves formam a esquadra avançada de uma gigantesca frota que transporta uma não menos formidável força invasora, disposta a derrotar de uma vez por todas as cidades-estado gregas." (…) (in Capítulo 4) Apesar da superioridade de meios e homens do exército persa que havia delineado um plano brutal que iria esmagar a resistência helénica, no ano de 480 a.C. a batalha de Salamina transformou-se numa armadilha onde o tamanho da força persa, a sua desproporção massiva e a sua frágil capacidade de comando, se voltou contra si própria dando uma vitória heroica e inolvidável aos resistentes gregos. Esta batalha é apenas um dos muitos recontros navais que tiveram lugar no Mundo Antigo e que marcaram a história marítima ao delinearam estratégias e técnicas essenciais para o desenvolvimento da guerra no mar. O historiador José Varandas, especialista em História Marítima, explica-nos detalhadamente, numa escrita viva e fluída e recorrendo a mapas e esquemas táticos, como se desenrolaram as principais batalhas navais que decorreram no Mundo Antigo, da batalha do Delta, em 1175 a.C., até à do Ácio, em 31 a.C., passando por outras como a de Artemísio, de Salamina, das ilhas Arginusas, das ilhas Égatas e do rio Ebro. Para além da descrição das batalhas na sua vertente bélica e humana, é-nos ainda dada a conhecer como se fazia a guerra no mar: que tipo de navios eram usados, quais os modelos táticos, o armamento naval, as máquinas de guerra ou como se organizavam as tripulações.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 440
Sinopse:
O livro "As Grandes Profecias da História" apresenta os principais e mais famosos vaticínios da História da humanidade: profecias religiosas, bíblicas, profanas, de iluminados anónimos ou de ilustres personagens. Numa abordagem rigorosa mas acessível a alguns dos maiores mitos de sempre, este livro ajuda a compreender e a desmistificar muitas das questões que inquietam a humanidade. Profecias Milenárias (as profecias budistas…), Profecias Bíblicas (o dia do Juízo Final…), Grandes Visionários e Adivinhos (de Leonardo Da Vinci a Newton), Profecias Modernas (o juramento de sangue de Hitler, entre outras). "Esta obra apresenta os vaticínios mais conhecidos da História da Humanidade, da Grécia ao Egito antigos à civilização maia e cristã."
Nº Páginas: 440
Sinopse:
O livro "As Grandes Profecias da História" apresenta os principais e mais famosos vaticínios da História da humanidade: profecias religiosas, bíblicas, profanas, de iluminados anónimos ou de ilustres personagens. Numa abordagem rigorosa mas acessível a alguns dos maiores mitos de sempre, este livro ajuda a compreender e a desmistificar muitas das questões que inquietam a humanidade. Profecias Milenárias (as profecias budistas…), Profecias Bíblicas (o dia do Juízo Final…), Grandes Visionários e Adivinhos (de Leonardo Da Vinci a Newton), Profecias Modernas (o juramento de sangue de Hitler, entre outras). "Esta obra apresenta os vaticínios mais conhecidos da História da Humanidade, da Grécia ao Egito antigos à civilização maia e cristã."
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro com textos e ilustrações de 26 mulheres e homens que não têm medo da palavra feminismo. Merda. Porra. Feminismo. Apenas duas destas palavras são feias. Pista: nenhuma começa pela letra F. No entanto, em pleno século XXI, "Feminismo" continua a soar a asneira, a coisa feia, a capricho, a ódio e a preconceito. Uma palavra que soa a "machismo", mas ao contrário, e que, porém, nada tem que ver com isso. Feminismo é liberdade. Feminismo é um direito humano. 26 pessoas - mulheres e homens - que não têm medo de se assumir feministas (nem de dizer asneiras) escreveram e desenharam sobre o tema, alguns com histórias pessoais, outros com pequenas reflexões, outros com poemas e canções e odes. Este livro tem de tudo - como na farmácia, dirá o leitor mais entendido em chavões populares. Com este livro, queremos, de uma vez por todas, igualdade de direitos.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro com textos e ilustrações de 26 mulheres e homens que não têm medo da palavra feminismo. Merda. Porra. Feminismo. Apenas duas destas palavras são feias. Pista: nenhuma começa pela letra F. No entanto, em pleno século XXI, "Feminismo" continua a soar a asneira, a coisa feia, a capricho, a ódio e a preconceito. Uma palavra que soa a "machismo", mas ao contrário, e que, porém, nada tem que ver com isso. Feminismo é liberdade. Feminismo é um direito humano. 26 pessoas - mulheres e homens - que não têm medo de se assumir feministas (nem de dizer asneiras) escreveram e desenharam sobre o tema, alguns com histórias pessoais, outros com pequenas reflexões, outros com poemas e canções e odes. Este livro tem de tudo - como na farmácia, dirá o leitor mais entendido em chavões populares. Com este livro, queremos, de uma vez por todas, igualdade de direitos.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O diplomata e antigo chefe do Protocolo do Estado, José de Bouza Serrano, que serviu Portugal em várias embaixadas europeias, como Espanha, Bélgica, Vaticano, Dinamarca ou Holanda, apresenta-nos uma reflexão sobre a forma como as famílias reinantes na Europa têm vindo a evoluir e como se têm adaptado a uma nova realidade, tentando manter a tradição. Um olhar privilegiado que deixa entrever o futuro da monarquia.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O diplomata e antigo chefe do Protocolo do Estado, José de Bouza Serrano, que serviu Portugal em várias embaixadas europeias, como Espanha, Bélgica, Vaticano, Dinamarca ou Holanda, apresenta-nos uma reflexão sobre a forma como as famílias reinantes na Europa têm vindo a evoluir e como se têm adaptado a uma nova realidade, tentando manter a tradição. Um olhar privilegiado que deixa entrever o futuro da monarquia.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Chomsky e Waterstone mostram-nos o caminho para uma sociedade mais justa e sustentável. Um guia essencial sobre capitalismo, política e - como funciona o mundo. «A Covid-19 revelou falhas gritantes e brutalidades monstruosas no sistema capitalista atual. Representa tanto uma crise como uma oportunidade. Tudo depende das ações que as pessoas decidirem empreender.» Haverá uma alternativa ao capitalismo? Como é que a política molda o nosso mundo, as nossas vidas e as nossas perceções? Em que medida o senso comum será realmente orientado pelas necessidades e pelos interesses das classes dirigentes? E como podemos desafiar as estruturas capitalistas que ameaçam, hoje, toda a vida do planeta? As Consequências do Capitalismo expõe as relações profundas, geralmente ocultas, entre o senso comum neoliberal e o poder estrutural. Ao estabelecer estas relações, vemos como a hegemonia atual mantém os movimentos de justiça social divididos e marginalizados. E, ainda mais importante, vemos como podemos lutar para superar estas divisões.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Chomsky e Waterstone mostram-nos o caminho para uma sociedade mais justa e sustentável. Um guia essencial sobre capitalismo, política e - como funciona o mundo. «A Covid-19 revelou falhas gritantes e brutalidades monstruosas no sistema capitalista atual. Representa tanto uma crise como uma oportunidade. Tudo depende das ações que as pessoas decidirem empreender.» Haverá uma alternativa ao capitalismo? Como é que a política molda o nosso mundo, as nossas vidas e as nossas perceções? Em que medida o senso comum será realmente orientado pelas necessidades e pelos interesses das classes dirigentes? E como podemos desafiar as estruturas capitalistas que ameaçam, hoje, toda a vida do planeta? As Consequências do Capitalismo expõe as relações profundas, geralmente ocultas, entre o senso comum neoliberal e o poder estrutural. Ao estabelecer estas relações, vemos como a hegemonia atual mantém os movimentos de justiça social divididos e marginalizados. E, ainda mais importante, vemos como podemos lutar para superar estas divisões.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 496
Sinopse:
É impossível compreender um país sem pensar nas suas revoluções. Este livro vai mais longe e apresenta, pela primeira vez, uma história comparada das várias revoluções em Portugal, explicando as suas origens e consequências para compreendermos melhor a democracia portuguesa contemporânea. Foi 1383-1385 uma escaramuça entre nobres ou uma primeira manifestação das ambições políticas da burguesia, motivada pelo desenvolvimento económico da navegação? A revolta de 1640 impôs uma identidade nacional ou não passou de uma mudança dinástica desencadeada por uma aristocracia com medo de uma verdadeira revolução? As revoluções liberais de 1820 deram início à era democrática ou foram uma briga entre militares que desembocou num regime conservador manipulado por dois partidos elitistas? Foi a República de 1910 um reforçar da democracia ou uma derivação anticlerical e violenta que criou as condições para o aparecimento do Estado Novo? O 25 de Abril foi a tão esperada madrugada da Democracia ou um golpe militar motivado por razões de classe… e que pouco mudou as tendências ancestrais da sociedade portuguesa? Do século XIV ao século XX, a História de Portugal é uma sucessão de falsas partidas. A luta pelos direitos políticos acabou quase sempre manipulada por uma elite, garantindo a continuidade entre regimes económicos e políticos, mitigando a violência e fazendo de Portugal um oásis de pacifismo, mas também um país brando, apático e dos mais pobres da Europa.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
É impossível compreender um país sem pensar nas suas revoluções. Este livro vai mais longe e apresenta, pela primeira vez, uma história comparada das várias revoluções em Portugal, explicando as suas origens e consequências para compreendermos melhor a democracia portuguesa contemporânea. Foi 1383-1385 uma escaramuça entre nobres ou uma primeira manifestação das ambições políticas da burguesia, motivada pelo desenvolvimento económico da navegação? A revolta de 1640 impôs uma identidade nacional ou não passou de uma mudança dinástica desencadeada por uma aristocracia com medo de uma verdadeira revolução? As revoluções liberais de 1820 deram início à era democrática ou foram uma briga entre militares que desembocou num regime conservador manipulado por dois partidos elitistas? Foi a República de 1910 um reforçar da democracia ou uma derivação anticlerical e violenta que criou as condições para o aparecimento do Estado Novo? O 25 de Abril foi a tão esperada madrugada da Democracia ou um golpe militar motivado por razões de classe… e que pouco mudou as tendências ancestrais da sociedade portuguesa? Do século XIV ao século XX, a História de Portugal é uma sucessão de falsas partidas. A luta pelos direitos políticos acabou quase sempre manipulada por uma elite, garantindo a continuidade entre regimes económicos e políticos, mitigando a violência e fazendo de Portugal um oásis de pacifismo, mas também um país brando, apático e dos mais pobres da Europa.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Nasce-se na máfia ou casa-se com a máfia. A lealdade é absoluta, o derramamento de sangue é reverenciado, e mata-se ou morre-se sem se trair a família. A máfia calabresa, conhecida como ‘Ndrangheta, é uma das organizações criminosas mais ricas e cruéis do mundo, com ramificações que se estendem à América e à Austrália. Controla 70% do tráfico de cocaína e heroína na Europa, gere redes de extorsão, distribui armas ilegais e rouba fundos do Estado italiano e da União Europeia. O seu poder assenta num código de silêncio, aplicado por uma hierarquia familiar claustrofóbica e por um sexismo assassino. Quem governa são os rapazes e os homens. As raparigas são usadas em casamentos para fortalecer alianças. Os espancamentos são a rotina. Uma mulher que seja "infiel", mesmo que a um marido morto, pode ser morta pelo filho, irmão ou pai, para lavar a honra da família. Quando Lea Garofalo desaparece, em 2009, depois de testemunhar contra o marido mafioso, a procuradora Alessandra Cerreti dá-se conta de que a intolerância da ‘Ndrangheta pode ser a sua maior fraqueza. E de que a chave para derrubar este império criminoso reside na libertação das suas mulheres. Na luta pela sobrevivência, nem todos sairão ilesos.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Nasce-se na máfia ou casa-se com a máfia. A lealdade é absoluta, o derramamento de sangue é reverenciado, e mata-se ou morre-se sem se trair a família. A máfia calabresa, conhecida como ‘Ndrangheta, é uma das organizações criminosas mais ricas e cruéis do mundo, com ramificações que se estendem à América e à Austrália. Controla 70% do tráfico de cocaína e heroína na Europa, gere redes de extorsão, distribui armas ilegais e rouba fundos do Estado italiano e da União Europeia. O seu poder assenta num código de silêncio, aplicado por uma hierarquia familiar claustrofóbica e por um sexismo assassino. Quem governa são os rapazes e os homens. As raparigas são usadas em casamentos para fortalecer alianças. Os espancamentos são a rotina. Uma mulher que seja "infiel", mesmo que a um marido morto, pode ser morta pelo filho, irmão ou pai, para lavar a honra da família. Quando Lea Garofalo desaparece, em 2009, depois de testemunhar contra o marido mafioso, a procuradora Alessandra Cerreti dá-se conta de que a intolerância da ‘Ndrangheta pode ser a sua maior fraqueza. E de que a chave para derrubar este império criminoso reside na libertação das suas mulheres. Na luta pela sobrevivência, nem todos sairão ilesos.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Mas qual o segredo das muitas vitórias militares dos Portugueses? A inferioridade numérica era frequente e as condições do terreno jogavam muitas vezes contra eles. Uma vontade de ferro unia estes homens. Uma vontade que os fazia avançar mesmo quando a razão os mandava para a retaguarda. Uma vontade conduzida por líderes experientes, ferozes e temidos pelo inimigo." São Mamede | Ourique | Aljubarrota | Ceuta | Diu | Goa | Alcácer Quibir | Alcântara | Montes Claros | Buçaco | Porto | Incursões Monárquicas | La Lys | Tridente
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Mas qual o segredo das muitas vitórias militares dos Portugueses? A inferioridade numérica era frequente e as condições do terreno jogavam muitas vezes contra eles. Uma vontade de ferro unia estes homens. Uma vontade que os fazia avançar mesmo quando a razão os mandava para a retaguarda. Uma vontade conduzida por líderes experientes, ferozes e temidos pelo inimigo." São Mamede | Ourique | Aljubarrota | Ceuta | Diu | Goa | Alcácer Quibir | Alcântara | Montes Claros | Buçaco | Porto | Incursões Monárquicas | La Lys | Tridente
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 580
Sinopse:
Conheci de experiência direta - de a escrever, de a fazer, de a imprimir, de a distribuir - a imprensa clandestina radical. O impulso de revolta, os riscos da ilegalidade, a vida escondida, as tensões subjetivas, morais e éticas desses anos, a política no sentido mais lato de ação cívica pelo bem comum têm a ver com dilemas que sempre estiveram associados à ação e ao pensamento. Isso fica sempre. […] O meu gosto pessoal por aquilo que no passado era conhecido como "erudição" levou-me a complicar o meu trabalho, até ao limite da incompletude e do erro. […]. Mas tal é útil para as bibliotecas, os centros de investigação, os arquivos, que pretendem salvar todo este material, muitas vezes raríssimo, e quase sempre perecível. Uma das minhas intenções foi ajudar essa conservação, fornecendo um inventário que permita aferir coleções, e circunscrever as faltas. […]. Neste trabalho são citadas (e foram lidas, com frequência duas ou três vezes) integralmente milhares de publicações, não só as coleções de periódicos, mas também panfletos, brochuras, livros, manuscritos associados com a imprensa radical, para além de uma extensa bibliografia nacional e internacional. E, claro, os processos da PIDE, matéria que exige um peculiar cuidado na interpretação e na utilização dos seus dados. […] Tenho consciência de que a história da imprensa clandestina esquerdista e radical nos últimos quinze anos da ditadura começa aqui, mas não acabará aqui. É o que se pretende.(Da Nota Prévia)
Nº Páginas: 580
Sinopse:
Conheci de experiência direta - de a escrever, de a fazer, de a imprimir, de a distribuir - a imprensa clandestina radical. O impulso de revolta, os riscos da ilegalidade, a vida escondida, as tensões subjetivas, morais e éticas desses anos, a política no sentido mais lato de ação cívica pelo bem comum têm a ver com dilemas que sempre estiveram associados à ação e ao pensamento. Isso fica sempre. […] O meu gosto pessoal por aquilo que no passado era conhecido como "erudição" levou-me a complicar o meu trabalho, até ao limite da incompletude e do erro. […]. Mas tal é útil para as bibliotecas, os centros de investigação, os arquivos, que pretendem salvar todo este material, muitas vezes raríssimo, e quase sempre perecível. Uma das minhas intenções foi ajudar essa conservação, fornecendo um inventário que permita aferir coleções, e circunscrever as faltas. […]. Neste trabalho são citadas (e foram lidas, com frequência duas ou três vezes) integralmente milhares de publicações, não só as coleções de periódicos, mas também panfletos, brochuras, livros, manuscritos associados com a imprensa radical, para além de uma extensa bibliografia nacional e internacional. E, claro, os processos da PIDE, matéria que exige um peculiar cuidado na interpretação e na utilização dos seus dados. […] Tenho consciência de que a história da imprensa clandestina esquerdista e radical nos últimos quinze anos da ditadura começa aqui, mas não acabará aqui. É o que se pretende.(Da Nota Prévia)
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em As 10 Questões do Colapso, o Prof. João César das Neves ajuda-nos a enfrentar o que aí vem, respondendo às seguintes perguntas: O colapso é inevitável? O mundo vive uma mudança de época? Porque temos taxas de juro negativas? Porque se agrava a desigualdade? O extremismo vai vencer? O que se passa no orçamento? Porque está a banca assim? Porque não cresce a economia? Que vai acontecer? Que devemos fazer?
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em As 10 Questões do Colapso, o Prof. João César das Neves ajuda-nos a enfrentar o que aí vem, respondendo às seguintes perguntas: O colapso é inevitável? O mundo vive uma mudança de época? Porque temos taxas de juro negativas? Porque se agrava a desigualdade? O extremismo vai vencer? O que se passa no orçamento? Porque está a banca assim? Porque não cresce a economia? Que vai acontecer? Que devemos fazer?
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Um livro que contribui para diminuir o fosso tantas vezes existente entre o público e a produção artística contemporânea.Dando voz a alguns dos nossos mais importantes criadores, Artistas Portugueses em Discurso Directo apresenta uma visão particular e única da arte contemporânea portuguesa. Este livro reúne um conjunto de entrevistas realizadas por Miguel Matos, ao longo dos últimos sete anos.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Um livro que contribui para diminuir o fosso tantas vezes existente entre o público e a produção artística contemporânea.Dando voz a alguns dos nossos mais importantes criadores, Artistas Portugueses em Discurso Directo apresenta uma visão particular e única da arte contemporânea portuguesa. Este livro reúne um conjunto de entrevistas realizadas por Miguel Matos, ao longo dos últimos sete anos.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Numa era em que a inteligência artificial se prepara para redefinir o nosso mundo, muitos de nós continuam a ignorar as suas complexidades e implicações. Artificial: a Nova Inteligência e a Fronteira do Humano preenche este vazio, com uma abordagem que contempla tanto a inteligência humana quanto a artificial. Formula perguntas profundas sobre a inteligência, a singularidade humana e o nosso papel num mundo em mudança. Este livro destaca-se pelo seu enfoque na convergência entre a essência humana e o potencial das máquinas, proporcionando uma perspetiva única a todos os que procuram compreender e dominar o futuro da IA. Não se trata apenas de algoritmos e código, mas de compreender e forjar o nosso destino na era da IA!"
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Numa era em que a inteligência artificial se prepara para redefinir o nosso mundo, muitos de nós continuam a ignorar as suas complexidades e implicações. Artificial: a Nova Inteligência e a Fronteira do Humano preenche este vazio, com uma abordagem que contempla tanto a inteligência humana quanto a artificial. Formula perguntas profundas sobre a inteligência, a singularidade humana e o nosso papel num mundo em mudança. Este livro destaca-se pelo seu enfoque na convergência entre a essência humana e o potencial das máquinas, proporcionando uma perspetiva única a todos os que procuram compreender e dominar o futuro da IA. Não se trata apenas de algoritmos e código, mas de compreender e forjar o nosso destino na era da IA!"
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Marear tanto pode ser governar um navio, como andar embarcado. Neste seu livro (ou navio), o poeta e romancista Manuel Alegre embarca numa viagem (ele que sempre gostou do mar) por alguma da lieratura portuguesa que ele tanto ama, por Portugal e pelos portugueses dos seus afectos. Aqui se reúnem crónicas conferências, comunicações, apresentações de livros, etc.), que vão de Garrett, Pessoa, Sophia, Eugénio, Manuel da Fonseca, Assis Pacheco, a Mário Soares, Amália, Rosa Mota, a sua Águeda natal, o Alentejo, a caça e a pesca de que muito gosta.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Marear tanto pode ser governar um navio, como andar embarcado. Neste seu livro (ou navio), o poeta e romancista Manuel Alegre embarca numa viagem (ele que sempre gostou do mar) por alguma da lieratura portuguesa que ele tanto ama, por Portugal e pelos portugueses dos seus afectos. Aqui se reúnem crónicas conferências, comunicações, apresentações de livros, etc.), que vão de Garrett, Pessoa, Sophia, Eugénio, Manuel da Fonseca, Assis Pacheco, a Mário Soares, Amália, Rosa Mota, a sua Águeda natal, o Alentejo, a caça e a pesca de que muito gosta.
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