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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Entre os séculos XVI e XVIII, ser judeu em Portugal e respetivas colónias significava viver sob um regime de terror permanente. A Inquisição, ou Tribunal do Santo Ofício, constituía um autêntico Estado dentro do Estado, com poderes absolutos na repressão a crimes religiosos, dos quais professar o judaísmo era um dos mais graves. Denunciados por inimigos, ou mesmo por parentes sob a coação dos inquisidores, os judeus que recusavam a conversão sumária eram submetidos a prolongadas prisões e torturas. Insistir no danado erro da apostasia levava à fogueira. Restava lhes esconderem se ou fugirem. Milhares de judeus sefarditas abandonaram Portugal e fixaram se noutros países europeus, nomeadamente na Holanda, em cuja capital se desenvolveu uma próspera colónia israelita de origem lusitana nas primeiras décadas do século XVII. A salvo da censura e da repressão, floresceu uma brilhante geração de rabinos, intelectuais e pensadores revolucionários. Depois da invasão holandesa do Nordeste brasileiro, na década de 1630, muitos judeus cruzaram o oceano para aí tentar uma vida melhor. E aí prosperaram, até ao retorno do jugo português e da Inquisição, que os obrigou a recomeçar a sua jornada incessante em busca da Nova Canaã. Dos cárceres do Santo Ofício à esperança do Novo Mundo, o reputado jornalista e biógrafo Lira Neto mapeia as vidas errantes dos pioneiros que formaram a primeira comunidade judaica das Américas, no Recife, e que ajudaram a construir Nova Iorque.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Entre os séculos XVI e XVIII, ser judeu em Portugal e respetivas colónias significava viver sob um regime de terror permanente. A Inquisição, ou Tribunal do Santo Ofício, constituía um autêntico Estado dentro do Estado, com poderes absolutos na repressão a crimes religiosos, dos quais professar o judaísmo era um dos mais graves. Denunciados por inimigos, ou mesmo por parentes sob a coação dos inquisidores, os judeus que recusavam a conversão sumária eram submetidos a prolongadas prisões e torturas. Insistir no danado erro da apostasia levava à fogueira. Restava lhes esconderem se ou fugirem. Milhares de judeus sefarditas abandonaram Portugal e fixaram se noutros países europeus, nomeadamente na Holanda, em cuja capital se desenvolveu uma próspera colónia israelita de origem lusitana nas primeiras décadas do século XVII. A salvo da censura e da repressão, floresceu uma brilhante geração de rabinos, intelectuais e pensadores revolucionários. Depois da invasão holandesa do Nordeste brasileiro, na década de 1630, muitos judeus cruzaram o oceano para aí tentar uma vida melhor. E aí prosperaram, até ao retorno do jugo português e da Inquisição, que os obrigou a recomeçar a sua jornada incessante em busca da Nova Canaã. Dos cárceres do Santo Ofício à esperança do Novo Mundo, o reputado jornalista e biógrafo Lira Neto mapeia as vidas errantes dos pioneiros que formaram a primeira comunidade judaica das Américas, no Recife, e que ajudaram a construir Nova Iorque.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Arménia: a história conturbada e corajosa de uma nação que foi determinante para o desenvolvimento humano e que é, ainda hoje, um baluarte de resistência e de luta Segundo a tradição judaico-cristã, foi no Monte Ararat — em território arménio — que pousou a mitológica arca de Noé, depois do Dilúvio. Ali se abriram as portas para que os ocupantes repovoassem a Terra. Este maciço montanhoso no leste da Anatólia, na fronteira com o Irão e a Turquia, tem um forte simbolismo para a religião cristã, e é também o símbolo da identidade nacional arménia. Sendo berço civilizacional e ponto de passagem de pessoas e rotas comerciais, a Arménia sujeitou-se desde cedo às investidas de vários impérios guerreiros. A sua história dinástica é fascinante, com constantes flutuações geográficas e políticas. Dos persas e dos romanos ao império otomano e à Turquia, os arménios sobreviveram, mais ou menos subjugados, através de um forte sentido identitário, alicerçado sobretudo na religião (a Arménia foi o bastião do cristianismo no Oriente) e na língua (o alfabeto arménio foi inventado no começo do século v). Os arménios contam-se, de resto, entre os mais antigos povos que têm sobrevivido a guerras e ocupações. Os massacres de 1894-1896 e, sobretudo, o Genocídio Arménio de 1914-1923 (com o extermínio de dois milhões de pessoas, servindo de exemplo aos alemães para o seu Holocausto) ameaçaram a sobrevivência do povo e aprofundaram a sua diáspora. Calouste Gulbenkian — homem de negócios e filantropo do maior relevo para Portugal — foi um dos milhões em fuga, e também ele procurou maneiras de perpetuar a cultura do seu país. De resto, a cultura e arménia dependeu das muitas comunidades espalhadas pelo mundo. São surpreendentes os laços entre a Arménia e Portugal, hoje atestados pelo centro de estudos arménios da Fundação C. Gulbenkian. É um pouco dessa história que se conta neste livro.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Arménia: a história conturbada e corajosa de uma nação que foi determinante para o desenvolvimento humano e que é, ainda hoje, um baluarte de resistência e de luta Segundo a tradição judaico-cristã, foi no Monte Ararat — em território arménio — que pousou a mitológica arca de Noé, depois do Dilúvio. Ali se abriram as portas para que os ocupantes repovoassem a Terra. Este maciço montanhoso no leste da Anatólia, na fronteira com o Irão e a Turquia, tem um forte simbolismo para a religião cristã, e é também o símbolo da identidade nacional arménia. Sendo berço civilizacional e ponto de passagem de pessoas e rotas comerciais, a Arménia sujeitou-se desde cedo às investidas de vários impérios guerreiros. A sua história dinástica é fascinante, com constantes flutuações geográficas e políticas. Dos persas e dos romanos ao império otomano e à Turquia, os arménios sobreviveram, mais ou menos subjugados, através de um forte sentido identitário, alicerçado sobretudo na religião (a Arménia foi o bastião do cristianismo no Oriente) e na língua (o alfabeto arménio foi inventado no começo do século v). Os arménios contam-se, de resto, entre os mais antigos povos que têm sobrevivido a guerras e ocupações. Os massacres de 1894-1896 e, sobretudo, o Genocídio Arménio de 1914-1923 (com o extermínio de dois milhões de pessoas, servindo de exemplo aos alemães para o seu Holocausto) ameaçaram a sobrevivência do povo e aprofundaram a sua diáspora. Calouste Gulbenkian — homem de negócios e filantropo do maior relevo para Portugal — foi um dos milhões em fuga, e também ele procurou maneiras de perpetuar a cultura do seu país. De resto, a cultura e arménia dependeu das muitas comunidades espalhadas pelo mundo. São surpreendentes os laços entre a Arménia e Portugal, hoje atestados pelo centro de estudos arménios da Fundação C. Gulbenkian. É um pouco dessa história que se conta neste livro.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Augusto Santos Silva, um dos protagonistas da política externa em Portugal, identifica neste livro as tomadas de posição que o país deve adoptar nas suas relações políticas e diplomáticas com os países estrangeiros, demonstrando que Portugal pode e deve assumir um papel importante (segundo um espírito realista, nem megalómano nem autodiminuidor) para reforçar a coesão da União Europeia, estreitar laços entre a UE e a NATO e alcançar maior equidade e bem-estar transnacionais, e, logo, maior segurança mundial. "Os argumentos são necessários para a política, porque a substância da política tem a ver com a interação informada entre agentes e interesses plurais, não raras vezes conflituantes, em torno de problemas comuns. Uma interação que se faz no espaço público e no quadro de instituições, e que procura determinar comparativamente o mérito e a exequibilidade de propostas publicamente apresentadas e defendidas. A palavra é, pois, essencial; e, para todos aqueles a quem aborrece a demagogia, a palavra deve vir apoiada pela análise, ou seja, pela disposição para examinar factos, confrontar interpretações, trocar ideias, corrigindo e melhorando na medida do possível o que vemos, o que queremos e o que fazemos." — da Apresentação.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Augusto Santos Silva, um dos protagonistas da política externa em Portugal, identifica neste livro as tomadas de posição que o país deve adoptar nas suas relações políticas e diplomáticas com os países estrangeiros, demonstrando que Portugal pode e deve assumir um papel importante (segundo um espírito realista, nem megalómano nem autodiminuidor) para reforçar a coesão da União Europeia, estreitar laços entre a UE e a NATO e alcançar maior equidade e bem-estar transnacionais, e, logo, maior segurança mundial. "Os argumentos são necessários para a política, porque a substância da política tem a ver com a interação informada entre agentes e interesses plurais, não raras vezes conflituantes, em torno de problemas comuns. Uma interação que se faz no espaço público e no quadro de instituições, e que procura determinar comparativamente o mérito e a exequibilidade de propostas publicamente apresentadas e defendidas. A palavra é, pois, essencial; e, para todos aqueles a quem aborrece a demagogia, a palavra deve vir apoiada pela análise, ou seja, pela disposição para examinar factos, confrontar interpretações, trocar ideias, corrigindo e melhorando na medida do possível o que vemos, o que queremos e o que fazemos." — da Apresentação.
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Edição: Mai 2011
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Escrever todos os dias cansa? Se calhar. Por alguma boa razão Júlio Machado Vaz não escreve todos os dias no seu blog Murcon. Umas vezes, sente-se inspirado e abre o coração aos leitores fiéis, que na volta do teclado lhe enviam comentários. Outras vezes, é a vez de o psi intervir e dizer de sua ciência, ou então da sua inquietação.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Escrever todos os dias cansa? Se calhar. Por alguma boa razão Júlio Machado Vaz não escreve todos os dias no seu blog Murcon. Umas vezes, sente-se inspirado e abre o coração aos leitores fiéis, que na volta do teclado lhe enviam comentários. Outras vezes, é a vez de o psi intervir e dizer de sua ciência, ou então da sua inquietação.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 560
Sinopse:
O verão de 1927 começou com Charles Lindbergh a fazer a travessia do Atlântico. Em Newark, New Jersey, Alvin "Shipwreck" Kelly ficou sentado em cima de um poste durante 12 dias e, em Chicago, o gangster Al Capone controlava cada vez mais o negócio do contrabando de álcool. Foi filmado o primeiro "filme falado", The Jazz Singer de Al Jolson, que mudou para sempre a indústria cinematográfica. Tudo isto e muito, muito mais aconteceu no ano em que os americanos tentaram e conseguiram fazer coisas extraordinárias. Foi o ano em que o século XX se tornou realmente o século da América. "Aquele Verão" transforma tudo isso numa narrativa de primeira classe.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
O verão de 1927 começou com Charles Lindbergh a fazer a travessia do Atlântico. Em Newark, New Jersey, Alvin "Shipwreck" Kelly ficou sentado em cima de um poste durante 12 dias e, em Chicago, o gangster Al Capone controlava cada vez mais o negócio do contrabando de álcool. Foi filmado o primeiro "filme falado", The Jazz Singer de Al Jolson, que mudou para sempre a indústria cinematográfica. Tudo isto e muito, muito mais aconteceu no ano em que os americanos tentaram e conseguiram fazer coisas extraordinárias. Foi o ano em que o século XX se tornou realmente o século da América. "Aquele Verão" transforma tudo isso numa narrativa de primeira classe.
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A Máfia é a mais antiga empresa em funcionamento no mundo. Conhecida pelas suas práticas imorais e cruéis, os seus membros mais bem-sucedidos são reconhecidos como sendo inteligentes homens de negócios. É o caso de Louis Ferrante, ex-membro da família Gambino, responsável pelos maiores assaltos na história dos Estados Unidos que cedo revelou um talento natural para a gestão. Neste livro, Ferrante revela as suas surpreendentes, mas muito efetivas 88 técnicas de gestão e explica como aplicá-las - de forma legal - a negócios legítimos: - As paredes têm ouvidos: nunca fale mal do patrão. - O banco de favores paga os melhores juros. - Três conseguem manter um segredo, quando dois estão mortos: confiança. - A Máfia não tira apontamentos: aguça a tua memória. - É salutar ir a funerais, desde que não seja o nosso: o poder dos contactos. - Não mate uma estrela em ascensão: neutralizar os seus concorrentes. Depois de passar oito anos e meio na prisão, Louis Ferrante decidiu mudar de vida. Ficou surpreendido com o que encontrou fora das quatro paredes. No mundo legítimo, nos bancos, no mundo dos negócios, nas empresas de crédito, encontrou gente bem mais mafiosa que os seus antigos companheiros da Máfia. Baseado na vida que vivera, que o ensinou a defender-se dos predadores, a farejar um aldrabão, a ser autossuficiente, a pensar em grande e acreditar em si mesmo, Ferrante criou estas lições práticas para os empregados, quadros médios de empresas e para os patrões. Um verdadeiro manual prático de gestão. Porque a vida real (e legal), muitas vezes é bem mais difícil e menos honesta que a vida da Máfia…
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A Máfia é a mais antiga empresa em funcionamento no mundo. Conhecida pelas suas práticas imorais e cruéis, os seus membros mais bem-sucedidos são reconhecidos como sendo inteligentes homens de negócios. É o caso de Louis Ferrante, ex-membro da família Gambino, responsável pelos maiores assaltos na história dos Estados Unidos que cedo revelou um talento natural para a gestão. Neste livro, Ferrante revela as suas surpreendentes, mas muito efetivas 88 técnicas de gestão e explica como aplicá-las - de forma legal - a negócios legítimos: - As paredes têm ouvidos: nunca fale mal do patrão. - O banco de favores paga os melhores juros. - Três conseguem manter um segredo, quando dois estão mortos: confiança. - A Máfia não tira apontamentos: aguça a tua memória. - É salutar ir a funerais, desde que não seja o nosso: o poder dos contactos. - Não mate uma estrela em ascensão: neutralizar os seus concorrentes. Depois de passar oito anos e meio na prisão, Louis Ferrante decidiu mudar de vida. Ficou surpreendido com o que encontrou fora das quatro paredes. No mundo legítimo, nos bancos, no mundo dos negócios, nas empresas de crédito, encontrou gente bem mais mafiosa que os seus antigos companheiros da Máfia. Baseado na vida que vivera, que o ensinou a defender-se dos predadores, a farejar um aldrabão, a ser autossuficiente, a pensar em grande e acreditar em si mesmo, Ferrante criou estas lições práticas para os empregados, quadros médios de empresas e para os patrões. Um verdadeiro manual prático de gestão. Porque a vida real (e legal), muitas vezes é bem mais difícil e menos honesta que a vida da Máfia…
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Ao longo da história, e inclusive antes da sua fundação, Portugal foi por inúmeras vezes atormentado pelas angústias dos «fins do mundo» que as crendices e superstições populares desde sempre associaram a calamidades de diversa ordem. De epidemias a secas e terramotos que provocaram maior ou menor grau de destruição no país, fenómenos astronómicos como passagens de cometas perto da Terra ou eclipses, ou mesmo acontecimentos imaginários como o desembarque de marcianos de que muitos ainda se recordam, foram muitos os momentos do "Juízo Final" que espalharam o terror pela população. Com base numa pesquisa exaustiva de fontes diversas das épocas abrangidas, Joaquim Fernandes reúne neste seu mais recente trabalho alguns desses "apocalipses" e "fins do mundo". Momentos dramáticos como os vividos no seguimento do terramoto de 1755 ou durante a epidemia de gripe espanhola que dizimou dezenas de milhares de pessoas são aqui abordados. Mas também não faltam profetas e seitas, tenebrosas chuvas de "sangue", cometas em rota de colisão e até uma invasão extraterrestre que tantas dores de cabeça provocou à PIDE.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Ao longo da história, e inclusive antes da sua fundação, Portugal foi por inúmeras vezes atormentado pelas angústias dos «fins do mundo» que as crendices e superstições populares desde sempre associaram a calamidades de diversa ordem. De epidemias a secas e terramotos que provocaram maior ou menor grau de destruição no país, fenómenos astronómicos como passagens de cometas perto da Terra ou eclipses, ou mesmo acontecimentos imaginários como o desembarque de marcianos de que muitos ainda se recordam, foram muitos os momentos do "Juízo Final" que espalharam o terror pela população. Com base numa pesquisa exaustiva de fontes diversas das épocas abrangidas, Joaquim Fernandes reúne neste seu mais recente trabalho alguns desses "apocalipses" e "fins do mundo". Momentos dramáticos como os vividos no seguimento do terramoto de 1755 ou durante a epidemia de gripe espanhola que dizimou dezenas de milhares de pessoas são aqui abordados. Mas também não faltam profetas e seitas, tenebrosas chuvas de "sangue", cometas em rota de colisão e até uma invasão extraterrestre que tantas dores de cabeça provocou à PIDE.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Fomos todos apanhados pelo vírus. Não apenas os infectados com o SARS-CoV-2, mas também a multidão que viu o seu quotidiano virado do avesso de um dia para o outro. Muito se disse e desdisse. As próprias autoridades de saúde, que inicialmente desaconselharam o uso de máscaras, pouco depois tornaram-nas obrigatórias. Os teóricos da conspiração fizeram prova de vida, espalhando os mais incríveis disparates, como a associação do vírus às radiações 5G. À pandemia da COVID-19 juntou-se uma infodemia: ficámos inundados de desinformação. A primeira parte deste livro expõe resumidamente não só o que realmente já se sabe, à luz da ciência, mas também as dúvidas que ainda persistem. Na segunda contradizem-se ideias erradas que têm circulado acerca do novo coronavírus - algumas mais absurdas do que outras. Na última encontra-se um "guia" para acompanhar a ciência em directo, pois as dúvidas e o debate dos cientistas no espaço público poderão causar alguma confusão ao público. O livro termina com a palavra esperança.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Fomos todos apanhados pelo vírus. Não apenas os infectados com o SARS-CoV-2, mas também a multidão que viu o seu quotidiano virado do avesso de um dia para o outro. Muito se disse e desdisse. As próprias autoridades de saúde, que inicialmente desaconselharam o uso de máscaras, pouco depois tornaram-nas obrigatórias. Os teóricos da conspiração fizeram prova de vida, espalhando os mais incríveis disparates, como a associação do vírus às radiações 5G. À pandemia da COVID-19 juntou-se uma infodemia: ficámos inundados de desinformação. A primeira parte deste livro expõe resumidamente não só o que realmente já se sabe, à luz da ciência, mas também as dúvidas que ainda persistem. Na segunda contradizem-se ideias erradas que têm circulado acerca do novo coronavírus - algumas mais absurdas do que outras. Na última encontra-se um "guia" para acompanhar a ciência em directo, pois as dúvidas e o debate dos cientistas no espaço público poderão causar alguma confusão ao público. O livro termina com a palavra esperança.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O papel de António Ferro nos movimentos artísticos dos anos 30 e 40 do século XX: as Artes Plásticas, o Cinema, o Bailado, a Literatura e as grandes Exposições como A Exposição do Mundo Português. António Ferro, foi uma figura incontornável nas primeiras décadas do Estado Novo e o seu contributo tem sido recentemente avaliado e objeto de vários estudos, de que este livro dá testemunho através das actas do Congresso "António Ferro: 120 anos", realizado em 2015.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O papel de António Ferro nos movimentos artísticos dos anos 30 e 40 do século XX: as Artes Plásticas, o Cinema, o Bailado, a Literatura e as grandes Exposições como A Exposição do Mundo Português. António Ferro, foi uma figura incontornável nas primeiras décadas do Estado Novo e o seu contributo tem sido recentemente avaliado e objeto de vários estudos, de que este livro dá testemunho através das actas do Congresso "António Ferro: 120 anos", realizado em 2015.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Numa altura em que se fala tanto na Revolução Russa e na Rússia actual de Putin, José Milhazes e João Domingues propõem a leitura dos excertos mais importantes dos grandes autores do pensamento geopolítico e filosófico daquele país: Lenine, Bakunine, Tolstoi, Estaline, Soljenitsin e muitos outros. Cada autor leva uma pequena biografia e retrato, um texto explicativo da importância da sua obra para a Rússia, e finalmente os textos que escreveu mais importantes. O prefácio é de Jaime Gama.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
Numa altura em que se fala tanto na Revolução Russa e na Rússia actual de Putin, José Milhazes e João Domingues propõem a leitura dos excertos mais importantes dos grandes autores do pensamento geopolítico e filosófico daquele país: Lenine, Bakunine, Tolstoi, Estaline, Soljenitsin e muitos outros. Cada autor leva uma pequena biografia e retrato, um texto explicativo da importância da sua obra para a Rússia, e finalmente os textos que escreveu mais importantes. O prefácio é de Jaime Gama.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma história que faltava contar sobre Angola após a descolonização: a perspetiva de quem acompanhou os bastidores das conversações de paz, as manobras políticas que determinavam os avanços e recuos da guerra, os pactos e os interesses que manobraram a vida de um povo.Um livro que resgata do esquecimento as histórias da vaga de refugiados portugueses que viraram costas a Portugal e a quem Portugal virou por sua vez costas. Inclui 32 páginas com fotografias inéditas.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma história que faltava contar sobre Angola após a descolonização: a perspetiva de quem acompanhou os bastidores das conversações de paz, as manobras políticas que determinavam os avanços e recuos da guerra, os pactos e os interesses que manobraram a vida de um povo.Um livro que resgata do esquecimento as histórias da vaga de refugiados portugueses que viraram costas a Portugal e a quem Portugal virou por sua vez costas. Inclui 32 páginas com fotografias inéditas.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
A liberdade de expressão é essencial para um regime livre e democrático. Posição defendida por grandes nomes da filosofia, como Norberto Bobbio, John Stuart Mill ou Habermas, e pelo actual sistema de defesa e protecção internacional dos direitos Humanos, de que Angola é signatária. Mas a defesa teórica e formal deste princípio não impede a sua destruição por Estados autoritários. É necessário estar atento. Domingos da Cruz comprova a censura e violação sistemáticas da liberdade política em Angola. Esta é uma investigação fundamentada e honesta sobre um país e um regime com conhecidas ligações a Portugal. Fruto de uma tese louvada pela academia, analisa em profundidade os ataques à liberdade de expressão, perpetrados pelo regime angolano. Possivelmente, este ensaio foi mais uma acha para a fogueira que condenou o autor a oito anos de cadeia. Inclui-se uma lista impressionante de histórias verídicas de ataques a jornalistas e activistas dos direitos Humanos, que, algumas vezes, acabaram em assassínio.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
A liberdade de expressão é essencial para um regime livre e democrático. Posição defendida por grandes nomes da filosofia, como Norberto Bobbio, John Stuart Mill ou Habermas, e pelo actual sistema de defesa e protecção internacional dos direitos Humanos, de que Angola é signatária. Mas a defesa teórica e formal deste princípio não impede a sua destruição por Estados autoritários. É necessário estar atento. Domingos da Cruz comprova a censura e violação sistemáticas da liberdade política em Angola. Esta é uma investigação fundamentada e honesta sobre um país e um regime com conhecidas ligações a Portugal. Fruto de uma tese louvada pela academia, analisa em profundidade os ataques à liberdade de expressão, perpetrados pelo regime angolano. Possivelmente, este ensaio foi mais uma acha para a fogueira que condenou o autor a oito anos de cadeia. Inclui-se uma lista impressionante de histórias verídicas de ataques a jornalistas e activistas dos direitos Humanos, que, algumas vezes, acabaram em assassínio.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 279
Sinopse:
O "Custo" humano e económico da Guerra Colonial foi um grande fardo para o país. No plano económico, os gastos representaram cerca de 40% das despesas do Estado, tendo a economia portuguesa entrado num regime deficitário. No plano humano, a guerra trouxe não poucos sofrimentos, com mortos, feridos e estropiados não só do lado português, mas também e sobretudo do lado dos angolanos, guineenses e moçambicanos. E os ódios, acumulados durante os anos de dominação colonial, tornaram-se ainda mais profundos com a guerra, dificultando o processo de descolonização.
Nº Páginas: 279
Sinopse:
O "Custo" humano e económico da Guerra Colonial foi um grande fardo para o país. No plano económico, os gastos representaram cerca de 40% das despesas do Estado, tendo a economia portuguesa entrado num regime deficitário. No plano humano, a guerra trouxe não poucos sofrimentos, com mortos, feridos e estropiados não só do lado português, mas também e sobretudo do lado dos angolanos, guineenses e moçambicanos. E os ódios, acumulados durante os anos de dominação colonial, tornaram-se ainda mais profundos com a guerra, dificultando o processo de descolonização.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Este livro conta uma história que se passou há mais de 40 anos. Entre 1975 e 1976, o essencial do Alentejo agrário produtivo mudou de mãos. Mais de um milhão de hectares e explorações agrícolas foram ocupados pelos trabalhadores organizados em sindicatos e unidades colectivas de produção. Tudo se passou sob a orientação do Partido Comunista Português, com o apoio das unidades militares da região, do governo, dos funcionários do Ministério da Agricultura e de outros grupos políticos de menor importância. Foi um processo revolucionário rápido que usou de intimidação e terror, mas não, graças à presença das forças armadas, de violência física.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Este livro conta uma história que se passou há mais de 40 anos. Entre 1975 e 1976, o essencial do Alentejo agrário produtivo mudou de mãos. Mais de um milhão de hectares e explorações agrícolas foram ocupados pelos trabalhadores organizados em sindicatos e unidades colectivas de produção. Tudo se passou sob a orientação do Partido Comunista Português, com o apoio das unidades militares da região, do governo, dos funcionários do Ministério da Agricultura e de outros grupos políticos de menor importância. Foi um processo revolucionário rápido que usou de intimidação e terror, mas não, graças à presença das forças armadas, de violência física.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Narra todos os pormenores de uma história real e apaixonante: a 23 de Fevereiro de 1981 o exército espanhol ocupou pelas armas o Congresso dos Deputados para impor um governo militar. Havia apenas seis anos que Franco tinha morrido e que Espanha entrara num titubeante processo de transição democrática. As câmaras de televisão gravaram durante meia-hora o assalto ao Congresso. As imagens revelam como todos os congressistas se atiraram para o chão assustados com as balas dos fuzis, à excepção de um, o presidente, Adolfo Suárez, que se manteve erguido na sua cadeira. A partir desse gesto, Cercas leva a cabo uma lúcida e reveladora anatomia desse instante, que encerra todos os matizes de um golpe de Estado que pode mudar a história de um país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Narra todos os pormenores de uma história real e apaixonante: a 23 de Fevereiro de 1981 o exército espanhol ocupou pelas armas o Congresso dos Deputados para impor um governo militar. Havia apenas seis anos que Franco tinha morrido e que Espanha entrara num titubeante processo de transição democrática. As câmaras de televisão gravaram durante meia-hora o assalto ao Congresso. As imagens revelam como todos os congressistas se atiraram para o chão assustados com as balas dos fuzis, à excepção de um, o presidente, Adolfo Suárez, que se manteve erguido na sua cadeira. A partir desse gesto, Cercas leva a cabo uma lúcida e reveladora anatomia desse instante, que encerra todos os matizes de um golpe de Estado que pode mudar a história de um país.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Entre 1934 e 1943, um casal de namorados, Alfredo e Maria de Lourdes, escreveu mais de seiscentas cartas, recentemente encontradas no lixo. Ela era costureira, ele, empregado de escritório. Apesar de namorarem e depois casarem, passam muito pouco tempo juntos, encontrando nas cartas uma forma de comunicar. Ela escreve com muitos erros de ortografia, ele escreve melhor. Falam dos seus encontros e desencontros, da vida comum de pessoas comuns, do muito cinema que vêem, dos poucos livros que lêem, das festas a que vão. Fora do seu pequeno mundo, o que acontece pouco lhes interessa. Falam também da "embriaguez", ou seja, do sexo, sobre o qual ele sabe demais e ela parece saber de menos. Não há nada de excepcional nas suas vidas e nas suas cartas, salvo constituírem um testemunho único e real da vida dos portugueses comuns. Também por isso, quando se começa a ler estas cartas, não se consegue parar.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Entre 1934 e 1943, um casal de namorados, Alfredo e Maria de Lourdes, escreveu mais de seiscentas cartas, recentemente encontradas no lixo. Ela era costureira, ele, empregado de escritório. Apesar de namorarem e depois casarem, passam muito pouco tempo juntos, encontrando nas cartas uma forma de comunicar. Ela escreve com muitos erros de ortografia, ele escreve melhor. Falam dos seus encontros e desencontros, da vida comum de pessoas comuns, do muito cinema que vêem, dos poucos livros que lêem, das festas a que vão. Fora do seu pequeno mundo, o que acontece pouco lhes interessa. Falam também da "embriaguez", ou seja, do sexo, sobre o qual ele sabe demais e ela parece saber de menos. Não há nada de excepcional nas suas vidas e nas suas cartas, salvo constituírem um testemunho único e real da vida dos portugueses comuns. Também por isso, quando se começa a ler estas cartas, não se consegue parar.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 136
Sinopse:
A Terra vive um período de alterações climáticas e de aquecimento global. Sabemos que o comportamento humano e as emissões de CO2 associadas contribuem para esse aquecimento. Mas tanto as alterações climáticas como a sua solução foram ampla e excessivamente simplificadas. De uma forma precoce, uma hipótese passou a teoria dominante, proibindo outras hipóteses e enviesando a investigação científica. Com clareza e frontalidade, uma cientista opõe-se ao actual consenso, que considera desvirtuar o método científico e ser determinado por razões políticas. São muitas as incertezas relativas às interacções gravitacionais e magnéticas do sistema solar, aos vulcões subaquáticos, às oscilações oceânicas a longo prazo e, por isso, este é um livro que nos alerta para o perigo de agirmos sem conhecimento: não resolveremos as alterações climáticas e podemos provocar uma catástrofe humana, gerando atraso, pobreza e morte. Judith A. Curry é climatologista e está na linha da frente do movimento climático céptico. Há 40 anos que a sua investigação incide em furacões, detecção remota, modelação atmosférica, climas polares e interacção ar-mar.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
A Terra vive um período de alterações climáticas e de aquecimento global. Sabemos que o comportamento humano e as emissões de CO2 associadas contribuem para esse aquecimento. Mas tanto as alterações climáticas como a sua solução foram ampla e excessivamente simplificadas. De uma forma precoce, uma hipótese passou a teoria dominante, proibindo outras hipóteses e enviesando a investigação científica. Com clareza e frontalidade, uma cientista opõe-se ao actual consenso, que considera desvirtuar o método científico e ser determinado por razões políticas. São muitas as incertezas relativas às interacções gravitacionais e magnéticas do sistema solar, aos vulcões subaquáticos, às oscilações oceânicas a longo prazo e, por isso, este é um livro que nos alerta para o perigo de agirmos sem conhecimento: não resolveremos as alterações climáticas e podemos provocar uma catástrofe humana, gerando atraso, pobreza e morte. Judith A. Curry é climatologista e está na linha da frente do movimento climático céptico. Há 40 anos que a sua investigação incide em furacões, detecção remota, modelação atmosférica, climas polares e interacção ar-mar.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Aqui estão reunidos, pela primeira vez, momentos e testemunhos intimistas de algumas das personalidades mais conhecidas do público português. São 20 figuras, criteriosamente seleccionadas, que se apresentam sem maquilhagem e se "despem" como se ninguém estivesse a ver, revelando a sua essência como nunca antes tinham feito. Com textos inéditos de Daniel Oliveira, este é um livro de emoções verdadeiras. Da primeira à última página.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Aqui estão reunidos, pela primeira vez, momentos e testemunhos intimistas de algumas das personalidades mais conhecidas do público português. São 20 figuras, criteriosamente seleccionadas, que se apresentam sem maquilhagem e se "despem" como se ninguém estivesse a ver, revelando a sua essência como nunca antes tinham feito. Com textos inéditos de Daniel Oliveira, este é um livro de emoções verdadeiras. Da primeira à última página.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Viaje no tempo e descubra os momentos e as figuras que marcaram a História de Portugal em cada mês do ano. De Janeiro a Dezembro, o professor José Martinho Gaspar revela a origem do mês correspondente e apresenta secções informativas e curiosas relacionadas com o respectivo mês: - Este dia na História - Neste mês nasceu… - Nunca mais fomos os mesmos - A figura do mês - A batalha do mês - O acordo - Cultura | Sociedade - Curiosidade - Dos fracos não reza a História.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Viaje no tempo e descubra os momentos e as figuras que marcaram a História de Portugal em cada mês do ano. De Janeiro a Dezembro, o professor José Martinho Gaspar revela a origem do mês correspondente e apresenta secções informativas e curiosas relacionadas com o respectivo mês: - Este dia na História - Neste mês nasceu… - Nunca mais fomos os mesmos - A figura do mês - A batalha do mês - O acordo - Cultura | Sociedade - Curiosidade - Dos fracos não reza a História.
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Mais de dez anos depois de "Caderno Afegão", de Alexandra Lucas Coelho, a Colecção de Literatura de Viagens volta a apresentar a estreia em livro de uma grande repórter portuguesa. A 23 de Fevereiro de 2022, um dia antes do início oficial da guerra na Ucrânia, Ana França, jornalista, estava de férias em Trieste. E é nesse dia, o último antes de o mundo mudar irremediavelmente, que começa este livro. A 26 de Fevereiro já a repórter chegava a Lviv, iniciando assim o primeiro período de cerca de um mês que viveu numa Ucrânia em guerra, com dois regressos posteriores, completando um arco temporal até 5 de Maio a trabalhar no terreno, a conversar com as pessoas, seguindo de lugar em lugar — Lviv, Bucha, Irpin, Kyiv, Mykolaiv e muitos outros — para contar o que via através de uma sequência de reportagens feitas para o Expresso, que agora se transformam em livro e testemunho vivo de uma guerra ainda em curso.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Mais de dez anos depois de "Caderno Afegão", de Alexandra Lucas Coelho, a Colecção de Literatura de Viagens volta a apresentar a estreia em livro de uma grande repórter portuguesa. A 23 de Fevereiro de 2022, um dia antes do início oficial da guerra na Ucrânia, Ana França, jornalista, estava de férias em Trieste. E é nesse dia, o último antes de o mundo mudar irremediavelmente, que começa este livro. A 26 de Fevereiro já a repórter chegava a Lviv, iniciando assim o primeiro período de cerca de um mês que viveu numa Ucrânia em guerra, com dois regressos posteriores, completando um arco temporal até 5 de Maio a trabalhar no terreno, a conversar com as pessoas, seguindo de lugar em lugar — Lviv, Bucha, Irpin, Kyiv, Mykolaiv e muitos outros — para contar o que via através de uma sequência de reportagens feitas para o Expresso, que agora se transformam em livro e testemunho vivo de uma guerra ainda em curso.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Neste livro, Adolfo Mesquita Nunes mostra que a Inteligência Artificial não é apenas uma inovação tecnológica, mas um dos maiores desafios à sobrevivência das democracias liberais. "Algoritmocracia" é um alerta e um manifesto. A IA já molda o nosso quotidiano: organiza o que vemos, condiciona o que pensamos, influencia as nossas escolhas. É útil, mas também está a alterar o espaço político, amplificando populismos, radicalizando discursos e fragilizando a confiança nas instituições. O livro explica que a verdade partilhada é o ponto de partida da vida em comum e mostra como a IA está a corroer essa base, mudando a nossa relação com os factos e com a realidade. Mais do que um diagnóstico, lança um debate e propõe caminhos para defender a liberdade de pensamento e a vitalidade da democracia liberal. Depois de "A Grande Escolha - Mundo global ou países fechados" (2020), Adolfo Mesquita Nunes regressa com uma reflexão incisiva e urgente sobre o poder imenso dos algoritmos na política - um poder que já governa parte da nossa vida, sem nunca ter sido eleito.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Neste livro, Adolfo Mesquita Nunes mostra que a Inteligência Artificial não é apenas uma inovação tecnológica, mas um dos maiores desafios à sobrevivência das democracias liberais. "Algoritmocracia" é um alerta e um manifesto. A IA já molda o nosso quotidiano: organiza o que vemos, condiciona o que pensamos, influencia as nossas escolhas. É útil, mas também está a alterar o espaço político, amplificando populismos, radicalizando discursos e fragilizando a confiança nas instituições. O livro explica que a verdade partilhada é o ponto de partida da vida em comum e mostra como a IA está a corroer essa base, mudando a nossa relação com os factos e com a realidade. Mais do que um diagnóstico, lança um debate e propõe caminhos para defender a liberdade de pensamento e a vitalidade da democracia liberal. Depois de "A Grande Escolha - Mundo global ou países fechados" (2020), Adolfo Mesquita Nunes regressa com uma reflexão incisiva e urgente sobre o poder imenso dos algoritmos na política - um poder que já governa parte da nossa vida, sem nunca ter sido eleito.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 360
Sinopse:
A Ahnenerbe, ou Sociedade para a Investigação e Ensino da Herança Ancestral Alemã, foi um departamento das SS criado por Himmler (e disputado por Goebbels) com três objetivos: pesquisar o alcance territorial do espírito da "raça germânica", investigar e recuperar as tradições alemãs e difundir a cultura tradicional alemã entre a povoação. Na verdade, sob a capa da Antropologia, da Arqueologia e da Medicina, escondia-se uma ferramenta de propagação da política racial do Terceiro Reich, que combinava ocultismo, pseudociência e ideologia e procurava reunir evidências (ou falsificá-las) que fundamentassem a ideologia nacional-socialista e justificassem as Leis de Nuremberga. Neste livro, Eric Frattini explica o que foi a Ahnenerbe, por que foi fundada e como foi possível o patrocínio científico de um misticismo conspiratório, paranoico e racista no qual participaram mentes tão torpes quanto inteligentes.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
A Ahnenerbe, ou Sociedade para a Investigação e Ensino da Herança Ancestral Alemã, foi um departamento das SS criado por Himmler (e disputado por Goebbels) com três objetivos: pesquisar o alcance territorial do espírito da "raça germânica", investigar e recuperar as tradições alemãs e difundir a cultura tradicional alemã entre a povoação. Na verdade, sob a capa da Antropologia, da Arqueologia e da Medicina, escondia-se uma ferramenta de propagação da política racial do Terceiro Reich, que combinava ocultismo, pseudociência e ideologia e procurava reunir evidências (ou falsificá-las) que fundamentassem a ideologia nacional-socialista e justificassem as Leis de Nuremberga. Neste livro, Eric Frattini explica o que foi a Ahnenerbe, por que foi fundada e como foi possível o patrocínio científico de um misticismo conspiratório, paranoico e racista no qual participaram mentes tão torpes quanto inteligentes.
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Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Seis memórias do último milénio, mais um epílogo: esta é a caixa com a colecção completa de Agora, Agora e mais Agora O agora, agora e mais agora de vários passados sucessivos talvez ajude a iluminar melhor o presente (e o futuro?) do que saturarmo-nos de tudo aquilo que nos acontece hoje. Esta colecção de livros, que foi também um podcast, recupera seis memórias do último milénio — uma história alternativa da modernidade, e dos conceitos que confluíram na noção de dignidade e direitos humanos, através dos agoras dos nossos antepassados. Lista de volumes: 1. Prospeto & Memória Primeira: Do fanatismo 2. Memória Segunda: Da polarização 3. Memória Terceira: Da globalização 4. Memória Quarta: Da emancipação 5. Memória Quinta: Do ódio 6. Memória Sexta: A pergunta 7. Epílogo: Figos e filosofia
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Seis memórias do último milénio, mais um epílogo: esta é a caixa com a colecção completa de Agora, Agora e mais Agora O agora, agora e mais agora de vários passados sucessivos talvez ajude a iluminar melhor o presente (e o futuro?) do que saturarmo-nos de tudo aquilo que nos acontece hoje. Esta colecção de livros, que foi também um podcast, recupera seis memórias do último milénio — uma história alternativa da modernidade, e dos conceitos que confluíram na noção de dignidade e direitos humanos, através dos agoras dos nossos antepassados. Lista de volumes: 1. Prospeto & Memória Primeira: Do fanatismo 2. Memória Segunda: Da polarização 3. Memória Terceira: Da globalização 4. Memória Quarta: Da emancipação 5. Memória Quinta: Do ódio 6. Memória Sexta: A pergunta 7. Epílogo: Figos e filosofia
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Corte, cruzada e império "Afonso de Albuquerque é uma das personalidades históricas mais afamadas em Portugal, mercê da atração multissecular que foi capaz de gerar. Por um lado, há o papel fulcral por ele desempenhado no estabelecimento da presença portuguesa na Ásia, nos alvores da era quinhentista, e, por outro, a riqueza e a densidade psicológicas que lhe assistiam. Com efeito, Albuquerque surge ligado à matéria dos Descobrimentos e das subsequentes dinâmicas de expansão levadas a cabo pelos portugueses além-mar, a qual se reveste de importância intrínseca e insofismável, tanto no contexto da história nacional como no da história global."
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Corte, cruzada e império "Afonso de Albuquerque é uma das personalidades históricas mais afamadas em Portugal, mercê da atração multissecular que foi capaz de gerar. Por um lado, há o papel fulcral por ele desempenhado no estabelecimento da presença portuguesa na Ásia, nos alvores da era quinhentista, e, por outro, a riqueza e a densidade psicológicas que lhe assistiam. Com efeito, Albuquerque surge ligado à matéria dos Descobrimentos e das subsequentes dinâmicas de expansão levadas a cabo pelos portugueses além-mar, a qual se reveste de importância intrínseca e insofismável, tanto no contexto da história nacional como no da história global."
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Em outubro de 2019 teve lugar em Nova Iorque o Evento 201, um encontro do mais alto nível no qual compareceram as principais agências globalistas. Aí, simulou-se a irrupção de uma pandemia que se espalharia por todo o mundo devido a um novo coronavírus particularmente contagioso baseado no SARS e que, procedente de um morcego, passava para os humanos através de um animal intermediário. A hipótese incluía a ausência de vacina durante o primeiro ano. As consequências sociais e económicas da pandemia revelavam-se devastadoras. Três meses depois, a OMS, apoiada pelos interesses privados de Bill Gates e das farmacêuticas, declarou a pandemia de covid-19. Desde então fomos confinados, embuçados e vacinados. Os ataques à liberdade foram ferozes, as redes sociais fecharam milhares de contas, verificadoras imbuídas de ideologia determinam o que é verdade e o que é mentira, Donald Trump foi expulso da presidência dos Estados Unidos e a Agenda 2030 antecipa-nos que deixaremos de comer carne e de viajar de avião. O mundo precipita-se para uma crise da qual não se vê saída enquanto a China e as farmacêuticas obtêm lucros fabulosos impondo a vacinação geral, inclusive às crianças e aos animais de estimação. A imigração ilegal dispara mas limita-se drasticamente a circulação legal das pessoas. Tudo isto é produto das políticas das elites. O que está a acontecer? E, sobretudo, qual é o futuro que as elites projetaram para nós?
Nº Páginas: 228
Sinopse:
Em outubro de 2019 teve lugar em Nova Iorque o Evento 201, um encontro do mais alto nível no qual compareceram as principais agências globalistas. Aí, simulou-se a irrupção de uma pandemia que se espalharia por todo o mundo devido a um novo coronavírus particularmente contagioso baseado no SARS e que, procedente de um morcego, passava para os humanos através de um animal intermediário. A hipótese incluía a ausência de vacina durante o primeiro ano. As consequências sociais e económicas da pandemia revelavam-se devastadoras. Três meses depois, a OMS, apoiada pelos interesses privados de Bill Gates e das farmacêuticas, declarou a pandemia de covid-19. Desde então fomos confinados, embuçados e vacinados. Os ataques à liberdade foram ferozes, as redes sociais fecharam milhares de contas, verificadoras imbuídas de ideologia determinam o que é verdade e o que é mentira, Donald Trump foi expulso da presidência dos Estados Unidos e a Agenda 2030 antecipa-nos que deixaremos de comer carne e de viajar de avião. O mundo precipita-se para uma crise da qual não se vê saída enquanto a China e as farmacêuticas obtêm lucros fabulosos impondo a vacinação geral, inclusive às crianças e aos animais de estimação. A imigração ilegal dispara mas limita-se drasticamente a circulação legal das pessoas. Tudo isto é produto das políticas das elites. O que está a acontecer? E, sobretudo, qual é o futuro que as elites projetaram para nós?
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 112
Sinopse:
" (…) reconheçamos que Nuno Júdice escreve coisas sensatas neste pequeno manual de título poudiano, e que cita os mestres da matéria, de Eliot a Bloom. A crítica, diz Júdice, não é uma reacção imediata a um objecto, nem uma elaboração teórica, mas a leitura inteligente de um texto." Pedro Mexia, Público
Nº Páginas: 112
Sinopse:
" (…) reconheçamos que Nuno Júdice escreve coisas sensatas neste pequeno manual de título poudiano, e que cita os mestres da matéria, de Eliot a Bloom. A crítica, diz Júdice, não é uma reacção imediata a um objecto, nem uma elaboração teórica, mas a leitura inteligente de um texto." Pedro Mexia, Público
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Novos movimentos identitários, Radicalismos, linchamentos virtuais e redes sociais: Francisco Bosco analisa o novo espaço público em que vivemos. A luta política tem vindo a radicalizar-se. O debate público ganhou novas vozes, como os movimentos negros ou feministas, e tomou as redes sociais, numa democratização que, ao contrário do que seria de esperar, está a criar um ambiente marcado pela estridência e pela intolerância. Em A Vítima Tem Sempre Razão?, Francisco Bosco, um dos mais brilhantes e argutos pensadores do Brasil actual, analisa este preocupante panorama a que chegámos, provocando ele próprio reacções extremadas, e apresentando outras polémicas muito recentes, como por exemplo: — Os blocos de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo que, em 2017, deixaram de tocar grandes clássicos da música brasileira ("Olha a cabeleira do Zézé") por serem considerados preconceituosos; — A mulher branca que foi confrontada por usar um turbante, acusada de apropriação cultural; — Um vídeo de Mallu Magalhães, atacado por fazer uma representação sexualizada dos negros que dançam ao som da música.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Novos movimentos identitários, Radicalismos, linchamentos virtuais e redes sociais: Francisco Bosco analisa o novo espaço público em que vivemos. A luta política tem vindo a radicalizar-se. O debate público ganhou novas vozes, como os movimentos negros ou feministas, e tomou as redes sociais, numa democratização que, ao contrário do que seria de esperar, está a criar um ambiente marcado pela estridência e pela intolerância. Em A Vítima Tem Sempre Razão?, Francisco Bosco, um dos mais brilhantes e argutos pensadores do Brasil actual, analisa este preocupante panorama a que chegámos, provocando ele próprio reacções extremadas, e apresentando outras polémicas muito recentes, como por exemplo: — Os blocos de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo que, em 2017, deixaram de tocar grandes clássicos da música brasileira ("Olha a cabeleira do Zézé") por serem considerados preconceituosos; — A mulher branca que foi confrontada por usar um turbante, acusada de apropriação cultural; — Um vídeo de Mallu Magalhães, atacado por fazer uma representação sexualizada dos negros que dançam ao som da música.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Esta é uma obra fundamental, que revela a ostentação e a celebração vividas no regime autoritário do Estado Novo.Com o final da Segunda Guerra Mundial, Portugal conheceu um crescimento económico invulgar, contexto no qual se potenciou o poder e a riqueza dos mais influentes grupos económico-financeiros da ditadura, protegidos pelo regime salazarista. Nesses anos, era luxuosa, mas discreta, a vida dos membros das elites. Preservava-se a tradição familiar e investia-se fortemente na educação, num contraste evidente em relação às condições de vida da esmagadora maioria da população. Apesar das transformações sociais geradas pelo 25 de abril, estas famílias mantêm hoje a sua influência económica e política, sendo ainda das mais ricas do país.Com recurso a depoimentos inéditos, Conceição Queiroz, jornalista premiada e pivot dos noticiários da TVI24, desmonta neste livro os sentidos das principais práticas sociais que unem os elementos das elites portuguesas no período de 1945-1968. São exemplos as idas ao Teatro Nacional de São Carlos para a ópera e para o ballet, as caçadas, o hipismo, o golfe e o ténis, os passeios de iate, as idas à neve, os encontros no Hotel Ritz, na Parada de Cascais e no Turf Club, as viagens intercontinentais ou as sofisticadas festas.Com base na investigação que realizou para a sua tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea, a autora revela como as festas das elites eram meros pretextos para que "as grandes famílias" pudessem circular pelos mesmos espaços e a manter interesses em comum, que passavam de geração, em plena ditadura.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Esta é uma obra fundamental, que revela a ostentação e a celebração vividas no regime autoritário do Estado Novo.Com o final da Segunda Guerra Mundial, Portugal conheceu um crescimento económico invulgar, contexto no qual se potenciou o poder e a riqueza dos mais influentes grupos económico-financeiros da ditadura, protegidos pelo regime salazarista. Nesses anos, era luxuosa, mas discreta, a vida dos membros das elites. Preservava-se a tradição familiar e investia-se fortemente na educação, num contraste evidente em relação às condições de vida da esmagadora maioria da população. Apesar das transformações sociais geradas pelo 25 de abril, estas famílias mantêm hoje a sua influência económica e política, sendo ainda das mais ricas do país.Com recurso a depoimentos inéditos, Conceição Queiroz, jornalista premiada e pivot dos noticiários da TVI24, desmonta neste livro os sentidos das principais práticas sociais que unem os elementos das elites portuguesas no período de 1945-1968. São exemplos as idas ao Teatro Nacional de São Carlos para a ópera e para o ballet, as caçadas, o hipismo, o golfe e o ténis, os passeios de iate, as idas à neve, os encontros no Hotel Ritz, na Parada de Cascais e no Turf Club, as viagens intercontinentais ou as sofisticadas festas.Com base na investigação que realizou para a sua tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea, a autora revela como as festas das elites eram meros pretextos para que "as grandes famílias" pudessem circular pelos mesmos espaços e a manter interesses em comum, que passavam de geração, em plena ditadura.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A corte, o espaço referencial do sistema monárquico, constituía uma estrutura multifacetada de caráter político e social onde o soberano, coadjuvado pelo aparelho governativo, traçava os destinos do reino, e na qual a família real e o seu séquito desfrutavam de um quotidiano festivo e de esplendor, não raramente ensombrado pela conspiração e pela intriga. O rei, centro do poder curial, afirmava a sua majestade pela sumptuosidade dos palácios, pela ritualização dos banquetes e pela exuberância das indumentárias. A celebração dos eventos relevantes do "ciclo humano da família real" proporcionava momentos estratégicos de afirmação de poder e de visibilidade da corte. Casamentos, aclamações e funerais constituíam pretexto para aparatosas encenações, que traziam para a praça pública os rituais e a etiqueta da corte, com o objetivo de exaltar a figura do rei e suscitar a admiração dos súbditos. Este é um percurso histórico de 760 anos da corte portuguesa, que revela os hábitos do dia a dia, as indumentárias e a exuberância dos banquetes dos nossos reis e rainhas.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A corte, o espaço referencial do sistema monárquico, constituía uma estrutura multifacetada de caráter político e social onde o soberano, coadjuvado pelo aparelho governativo, traçava os destinos do reino, e na qual a família real e o seu séquito desfrutavam de um quotidiano festivo e de esplendor, não raramente ensombrado pela conspiração e pela intriga. O rei, centro do poder curial, afirmava a sua majestade pela sumptuosidade dos palácios, pela ritualização dos banquetes e pela exuberância das indumentárias. A celebração dos eventos relevantes do "ciclo humano da família real" proporcionava momentos estratégicos de afirmação de poder e de visibilidade da corte. Casamentos, aclamações e funerais constituíam pretexto para aparatosas encenações, que traziam para a praça pública os rituais e a etiqueta da corte, com o objetivo de exaltar a figura do rei e suscitar a admiração dos súbditos. Este é um percurso histórico de 760 anos da corte portuguesa, que revela os hábitos do dia a dia, as indumentárias e a exuberância dos banquetes dos nossos reis e rainhas.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
José Nogueira teria doze ou treze anos quando trocou as margens do Douro por um convés de navio. Como milhares de outros portugueses atirou-se ao Atlântico para fugir à miséria daqueles meados do século XIX que ainda havia de sangrar muitas outras gerações. Fez-se marinheiro nos oceanos, homem nas ruas do Rio de Janeiro, caçador de lobos-marinhos no Pacífico Sul. Teria dezanove ou vinte anos quando decidiu lançar amarras numa terra gelada e varrida por ventos do diabo, sem serventia que se visse. Essa terra era Punta Arenas, para lá do paralelo 53 Sul, na margem norte do estreito que já levava o nome de outro português, o de Magalhães. Foi nesta desolada terra de aventureiros, desterrados, índios, caçadores, deserdados e imigrantes, um território de fronteira que já somava tragédias, que "o Português" construiu casa e fortuna e se tornou "Don José". Esta não é uma história baseada em factos reais. Esta é a história da vida de José Nogueira, marinheiro e terratenente. E é quase toda verdadeira. "Depois de Fernão de Magalhães e da dúzia de compatriotas que levou com ele na pequena frota de cinco naus que desceu o Guadalquivir para dar a volta ao mundo, outros navegantes portugueses chegariam ao estreito […]. Séculos mais tarde chegariam outros. Um deles, o primeiro a assentar arraiais no estreito seria um marinheiro, também ele com oito anos de vida nómada num convés de navio. Não era nenhum Magalhães, nem nenhum Gama, Dias ou Cabral […]. Mas vá-se lá saber o que molda as escolhas de um homem. Ele era um simples marinheiro, nem melhor nem pior do que qualquer outro, e talvez tivesse apenas chegado o momento de procurar um rumo com menos balanço e sob o seu próprio comando." Do Prólogo
Nº Páginas: 280
Sinopse:
José Nogueira teria doze ou treze anos quando trocou as margens do Douro por um convés de navio. Como milhares de outros portugueses atirou-se ao Atlântico para fugir à miséria daqueles meados do século XIX que ainda havia de sangrar muitas outras gerações. Fez-se marinheiro nos oceanos, homem nas ruas do Rio de Janeiro, caçador de lobos-marinhos no Pacífico Sul. Teria dezanove ou vinte anos quando decidiu lançar amarras numa terra gelada e varrida por ventos do diabo, sem serventia que se visse. Essa terra era Punta Arenas, para lá do paralelo 53 Sul, na margem norte do estreito que já levava o nome de outro português, o de Magalhães. Foi nesta desolada terra de aventureiros, desterrados, índios, caçadores, deserdados e imigrantes, um território de fronteira que já somava tragédias, que "o Português" construiu casa e fortuna e se tornou "Don José". Esta não é uma história baseada em factos reais. Esta é a história da vida de José Nogueira, marinheiro e terratenente. E é quase toda verdadeira. "Depois de Fernão de Magalhães e da dúzia de compatriotas que levou com ele na pequena frota de cinco naus que desceu o Guadalquivir para dar a volta ao mundo, outros navegantes portugueses chegariam ao estreito […]. Séculos mais tarde chegariam outros. Um deles, o primeiro a assentar arraiais no estreito seria um marinheiro, também ele com oito anos de vida nómada num convés de navio. Não era nenhum Magalhães, nem nenhum Gama, Dias ou Cabral […]. Mas vá-se lá saber o que molda as escolhas de um homem. Ele era um simples marinheiro, nem melhor nem pior do que qualquer outro, e talvez tivesse apenas chegado o momento de procurar um rumo com menos balanço e sob o seu próprio comando." Do Prólogo
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