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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
150 grandes ideias que mudaram o mundo Do mito da criação à teoria do caos, da inteligência artificial à eutanásia, passando pelo absurdismo, o fascismo, a teoria dos jogos e a pop art, este é o livro que explica os grandes conceitos que moldaram o mundo em que vivemos hoje. Abordando temas como religião, ciência, medicina, política, filosofia, artes, arquitetura, música, entre outros, este compêndio de breves histórias explica, de forma concisa mas muito abrangente, o impacto que essas ideias transformadoras tiveram no passado, explorando também o seu eventual papel no futuro. Também é notável como muitas ideias excelentes emergiram, ou se alimentaram, de outras. O pensamento humano floresce claramente com uma fertilização cruzada. Disse a escritora Ursula K. Le Guin: "Faz parte da natureza da ideia ser comunicada: escrita, falada, feita. A ideia é como a erva. Anseia por luz, gosta de multidões, desenvolve-se através do cruzamento e cresce melhor quando é pisada." O resultado é uma obra essencial que nos ajuda a perceber melhor o mundo e o ser humano.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
150 grandes ideias que mudaram o mundo Do mito da criação à teoria do caos, da inteligência artificial à eutanásia, passando pelo absurdismo, o fascismo, a teoria dos jogos e a pop art, este é o livro que explica os grandes conceitos que moldaram o mundo em que vivemos hoje. Abordando temas como religião, ciência, medicina, política, filosofia, artes, arquitetura, música, entre outros, este compêndio de breves histórias explica, de forma concisa mas muito abrangente, o impacto que essas ideias transformadoras tiveram no passado, explorando também o seu eventual papel no futuro. Também é notável como muitas ideias excelentes emergiram, ou se alimentaram, de outras. O pensamento humano floresce claramente com uma fertilização cruzada. Disse a escritora Ursula K. Le Guin: "Faz parte da natureza da ideia ser comunicada: escrita, falada, feita. A ideia é como a erva. Anseia por luz, gosta de multidões, desenvolve-se através do cruzamento e cresce melhor quando é pisada." O resultado é uma obra essencial que nos ajuda a perceber melhor o mundo e o ser humano.
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Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O Império Romano é uma das civilizações mais fascinantes da História. Prosperou durante cerca de quinhentos anos e estendeu-se por mais de vinte e cinco países modernos, incluindo lugares tão distantes de Roma como a Arábia Saudita, a Ucrânia e a Inglaterra. A sua influência é indiscutível, tendo moldado a política, as leis, a filosofia e a arquitetura, e deixado um legado que inclui a numeração, o calendário que conhecemos, os aquedutos e o betão. Conheça os imperadores e os guerreiros, os loucos e os audazes, bem como todos os artistas que acompanharam a ascensão, o reinado - e a queda - do Império Romano. Desde os mitos que contam a fundação de uma cidade que se tornaria lendária até ao dramático declínio do Império, o autor e historiador Ross King revela a surpreendente e envolvente história da Roma Antiga.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O Império Romano é uma das civilizações mais fascinantes da História. Prosperou durante cerca de quinhentos anos e estendeu-se por mais de vinte e cinco países modernos, incluindo lugares tão distantes de Roma como a Arábia Saudita, a Ucrânia e a Inglaterra. A sua influência é indiscutível, tendo moldado a política, as leis, a filosofia e a arquitetura, e deixado um legado que inclui a numeração, o calendário que conhecemos, os aquedutos e o betão. Conheça os imperadores e os guerreiros, os loucos e os audazes, bem como todos os artistas que acompanharam a ascensão, o reinado - e a queda - do Império Romano. Desde os mitos que contam a fundação de uma cidade que se tornaria lendária até ao dramático declínio do Império, o autor e historiador Ross King revela a surpreendente e envolvente história da Roma Antiga.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Vivemos numa era "pós-ideológica". Mas quando assistimos aos noticiários televisivos ouvimos líderes políticos que falam sobre sociedades "avançadas", especialistas em geopolítica que sugerem intervenções "humanitárias", e pivôs de telejornais que classificam um homicídio como "bárbaro". Que significa tudo isto? Numa obra abrangente, Rolf Petri revela como a linguagem política quotidiana está repleta de representações ideológicas do mundo, e situa-as numa narrativa histórica acessível. Da secularização da Europa e do projeto iluminista de "civilização" à preocupação contemporânea com catástrofes ideológicas ou com o fim da história, este livro distingue os elementos nucleares da ideologia ocidental. Chamando a atenção para o carácter ideológico da mundivisão ocidental, e para as suas falhas e limitações, este livro adverte para os perigos que decorrem da arrogância das mentalidades.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Vivemos numa era "pós-ideológica". Mas quando assistimos aos noticiários televisivos ouvimos líderes políticos que falam sobre sociedades "avançadas", especialistas em geopolítica que sugerem intervenções "humanitárias", e pivôs de telejornais que classificam um homicídio como "bárbaro". Que significa tudo isto? Numa obra abrangente, Rolf Petri revela como a linguagem política quotidiana está repleta de representações ideológicas do mundo, e situa-as numa narrativa histórica acessível. Da secularização da Europa e do projeto iluminista de "civilização" à preocupação contemporânea com catástrofes ideológicas ou com o fim da história, este livro distingue os elementos nucleares da ideologia ocidental. Chamando a atenção para o carácter ideológico da mundivisão ocidental, e para as suas falhas e limitações, este livro adverte para os perigos que decorrem da arrogância das mentalidades.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A civilização europeia não é a mais antiga da história universal, porém é única e irrepetível porque soube impor-se como nenhuma outra antes. Navegou, lutou, conquistou, evangelizou. Agiu quando mais ninguém arriscou, pelo que a história da evolução humana confunde-se com a europeia. Hoje, todos os países à face da Terra usam as descobertas científicas e as tecnologias de origem europeia. Este livro expõe - resumidamente como poucos -, toda a História da Europa. É um livro obrigatório em qualquer biblioteca.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A civilização europeia não é a mais antiga da história universal, porém é única e irrepetível porque soube impor-se como nenhuma outra antes. Navegou, lutou, conquistou, evangelizou. Agiu quando mais ninguém arriscou, pelo que a história da evolução humana confunde-se com a europeia. Hoje, todos os países à face da Terra usam as descobertas científicas e as tecnologias de origem europeia. Este livro expõe - resumidamente como poucos -, toda a História da Europa. É um livro obrigatório em qualquer biblioteca.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 524
Sinopse:
A história de uma cidade tem gente, tem cheiros, tem comércio, tem cercos e pestes, revoluções e invasões, batalhas, conquistas e derrotas, casas e mosteiros, evolução urbanística, higiene, limpeza, saúde pública, transportes, ruas, lendas, mistérios, momentos de lazer e desporto, cafés, festas urbanas e tradições, alegrias e sofrimento. Tal como num ser vivo, tudo isto cabe na vida, na história, na biografia de Lisboa. A historiadora Magda Pinheiro, especialista em História Urbana, traz-lhe uma obra absolutamente original, baseada numa profunda investigação de vários anos e consulta de várias fontes e arquivos. Ao longo destas páginas, percorremos a história de Lisboa, cidade capital, metrópole cosmopolita, cabeça do reino, desde a lenda de Ulisses até aos dias de hoje passando por momentos que marcaram a vida da metrópole, como a conquista de Lisboa, a saída da Corte para o Brasil, os Descobrimentos, o grande terramoto, as Revoltas Liberais, a Pneumónica, a chegada da Liberdade ou a Expo’98. Recheado de episódios que marcam a história do próprio país, de histórias do quotidiano da cidade, curiosidades sobre os bairros típico como Alfama ou Santos e as ruas onde passeamos, e onde podemos descobrir vestígios do passado, este livro, amplamente ilustrado, torna viva a cidade de Lisboa.
Nº Páginas: 524
Sinopse:
A história de uma cidade tem gente, tem cheiros, tem comércio, tem cercos e pestes, revoluções e invasões, batalhas, conquistas e derrotas, casas e mosteiros, evolução urbanística, higiene, limpeza, saúde pública, transportes, ruas, lendas, mistérios, momentos de lazer e desporto, cafés, festas urbanas e tradições, alegrias e sofrimento. Tal como num ser vivo, tudo isto cabe na vida, na história, na biografia de Lisboa. A historiadora Magda Pinheiro, especialista em História Urbana, traz-lhe uma obra absolutamente original, baseada numa profunda investigação de vários anos e consulta de várias fontes e arquivos. Ao longo destas páginas, percorremos a história de Lisboa, cidade capital, metrópole cosmopolita, cabeça do reino, desde a lenda de Ulisses até aos dias de hoje passando por momentos que marcaram a vida da metrópole, como a conquista de Lisboa, a saída da Corte para o Brasil, os Descobrimentos, o grande terramoto, as Revoltas Liberais, a Pneumónica, a chegada da Liberdade ou a Expo’98. Recheado de episódios que marcam a história do próprio país, de histórias do quotidiano da cidade, curiosidades sobre os bairros típico como Alfama ou Santos e as ruas onde passeamos, e onde podemos descobrir vestígios do passado, este livro, amplamente ilustrado, torna viva a cidade de Lisboa.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A minha infância foi uma velha máquina de escrever, onde tentei juntar letras, fazer palavras, e que bonito era aquele som!", escreveu algures Alice Vieira. Em "Bica Escaldada", um conjunto de crónicas publicadas no Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Tempo Livre e Activa, sentimos que a infância de Alice foi algo mais que uma simples maquina de escrever. Foi vivida com uma doçura muito própria, escondida, por vezes, em rituais familiares severos e marcantes. Foi vivida, também, com magia e, mesmo nos momentos mais dramáticos, como a morte, não falta o gesto reconfortante e inspirador. Foi uma infância muito especial, povoada de personagens incríveis, que facilmente se apercebe ter sido o véu inspirador da nossa maior escritora infanto-juvenil. São crónicas breves que, por outro lado, nos fazem recordar um tempo onde a infância e a juventude tinham, de facto, um outro sabor.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A minha infância foi uma velha máquina de escrever, onde tentei juntar letras, fazer palavras, e que bonito era aquele som!", escreveu algures Alice Vieira. Em "Bica Escaldada", um conjunto de crónicas publicadas no Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Tempo Livre e Activa, sentimos que a infância de Alice foi algo mais que uma simples maquina de escrever. Foi vivida com uma doçura muito própria, escondida, por vezes, em rituais familiares severos e marcantes. Foi vivida, também, com magia e, mesmo nos momentos mais dramáticos, como a morte, não falta o gesto reconfortante e inspirador. Foi uma infância muito especial, povoada de personagens incríveis, que facilmente se apercebe ter sido o véu inspirador da nossa maior escritora infanto-juvenil. São crónicas breves que, por outro lado, nos fazem recordar um tempo onde a infância e a juventude tinham, de facto, um outro sabor.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Lisboa aos poucos transformava-se. Na viragem do século, entre 1890 e 1914, a capital portuguesa, impulsionada por uma burguesia cada vez mais endinheirada, vivia fascinada pelo glamour parisiense. Eram os últimos dias de uma Lisboa romântica e o nascer de uma cidade moderna e civilizada, uma transformação feita a conta-gotas e marcada por alguns episódios trágicos. As senhoras vestiam os últimos figurinos da moda francesa, deixavam-se levar pelos cheiros dos perfumes e outros produtos de beleza e higiene chegados de fora. Os modelos das roupas, gestos e comportamentos eram as grandes senhoras da Cidade das Luzes. Os homens enchiam os cafés do Chiado e divertiam-se nos seus teatros, o São Carlos estava sempre esgotado e o serão era feito de copos, guitarras e das animadas largadas de touros. A Avenida da Liberdade era o novo local para esta burguesia culta e abastada ver e ser vista, depois da triste demolição do Passeio Público. Os poucos automóveis que circulavam nas ruas da capital cruzavam-se com os burros e carroças das classes populares famintas e iletradas que viviam nos arredores pobres e sujos. Longe do desenvolvimento das grandes capitais europeias, a cidade iluminava-se com a chegada da eletricidade, nas casas os mais abastados instalavam os primeiros telefones, o animatógrafo era a novidade que todos queriam ver. A caminhar para a modernidade, Lisboa sofria, ao mesmo tempo, com o desaparecimento, de forma trágica, de algumas das ilustres figuras da sua cultura, tentava recuperar a custo das consequências sociais e económicas de um ingrato e humilhante ultimato inglês, e via gorada uma primeira revolta republicana, sendo obrigada a esperar quase vinte anos até assistir à destituição da monarquia. Paula Gomes Magalhães retrata, neste livro amplamente ilustrado, a vida quotidiana de Lisboa, na Belle Époque, uma cidade feita de contrastes. De luzes, boémia, glamour e alguma tristeza.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Lisboa aos poucos transformava-se. Na viragem do século, entre 1890 e 1914, a capital portuguesa, impulsionada por uma burguesia cada vez mais endinheirada, vivia fascinada pelo glamour parisiense. Eram os últimos dias de uma Lisboa romântica e o nascer de uma cidade moderna e civilizada, uma transformação feita a conta-gotas e marcada por alguns episódios trágicos. As senhoras vestiam os últimos figurinos da moda francesa, deixavam-se levar pelos cheiros dos perfumes e outros produtos de beleza e higiene chegados de fora. Os modelos das roupas, gestos e comportamentos eram as grandes senhoras da Cidade das Luzes. Os homens enchiam os cafés do Chiado e divertiam-se nos seus teatros, o São Carlos estava sempre esgotado e o serão era feito de copos, guitarras e das animadas largadas de touros. A Avenida da Liberdade era o novo local para esta burguesia culta e abastada ver e ser vista, depois da triste demolição do Passeio Público. Os poucos automóveis que circulavam nas ruas da capital cruzavam-se com os burros e carroças das classes populares famintas e iletradas que viviam nos arredores pobres e sujos. Longe do desenvolvimento das grandes capitais europeias, a cidade iluminava-se com a chegada da eletricidade, nas casas os mais abastados instalavam os primeiros telefones, o animatógrafo era a novidade que todos queriam ver. A caminhar para a modernidade, Lisboa sofria, ao mesmo tempo, com o desaparecimento, de forma trágica, de algumas das ilustres figuras da sua cultura, tentava recuperar a custo das consequências sociais e económicas de um ingrato e humilhante ultimato inglês, e via gorada uma primeira revolta republicana, sendo obrigada a esperar quase vinte anos até assistir à destituição da monarquia. Paula Gomes Magalhães retrata, neste livro amplamente ilustrado, a vida quotidiana de Lisboa, na Belle Époque, uma cidade feita de contrastes. De luzes, boémia, glamour e alguma tristeza.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ao longo de quase oitocentos anos, duas mulheres e 32 homens sentaram-se no trono de Portugal. Destes soberanos, apenas seis não tiveram filhos. E dos 26 restantes, só dois não terão tido filhos ilegítimos. Segundo os testemunhos que a História nos deixou, todos os outros foram pais de bastardos. Estes filhos ilegítimos dos reis de Portugal assumiram papéis de relevo e cargos influentes, tanto na corte como no estrangeiro. Desempenharam ofícios importantes e diversos - um foi mordomo mor, outro capitão na conquista de Ceuta, outro ainda foi arcebispo de Braga. Dom João I, sendo bastardo, foi um dos reis mais proeminentes de Portugal. E outros houve, por seu lado, que foram líderes da oposição, criando instabilidade e promovendo a rebeldia do povo contra os seus pais e irmãos no poder. Reconstituindo a vida de todos estes homens e mulheres, "Bastardos Reais" revela-nos uma parte escondida e apaixonante da História de Portugal.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Ao longo de quase oitocentos anos, duas mulheres e 32 homens sentaram-se no trono de Portugal. Destes soberanos, apenas seis não tiveram filhos. E dos 26 restantes, só dois não terão tido filhos ilegítimos. Segundo os testemunhos que a História nos deixou, todos os outros foram pais de bastardos. Estes filhos ilegítimos dos reis de Portugal assumiram papéis de relevo e cargos influentes, tanto na corte como no estrangeiro. Desempenharam ofícios importantes e diversos - um foi mordomo mor, outro capitão na conquista de Ceuta, outro ainda foi arcebispo de Braga. Dom João I, sendo bastardo, foi um dos reis mais proeminentes de Portugal. E outros houve, por seu lado, que foram líderes da oposição, criando instabilidade e promovendo a rebeldia do povo contra os seus pais e irmãos no poder. Reconstituindo a vida de todos estes homens e mulheres, "Bastardos Reais" revela-nos uma parte escondida e apaixonante da História de Portugal.
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Edição: Set 2005
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A crise financeira portuguesa não é só de agora. Já nos séculos XIX e XX era uma dor de cabeça para os políticos nacionais. Descubra as histórias do banco britânico Barings que impediu que Portugal entrasse na bancarrota. "O empréstimo faz-se ou não se faz?" Eça de Queiroz colocou ironicamente a questão que atormentou Portugal nos dois últimos séculos no seu livro "Os Maias". A realidade é que cada vez que o país espirrava, o Barings acudia, para salvar a situação catastrófica das finanças portuguesas. Portugal era um problema para o banco britânico. Normalmente pagava tarde, mas era um bom cliente. O Barings foi responsável pela primeira emissão de obrigações portuguesas no exterior, em 1802. E esteve ligado a grandes negociações com o Governo português, como o monopólio dos tabacos ou o empréstimo que se tentou sob o auspício da Sociedade das Nações após o 28 de Maio de 1926. A vida da instituição financeira britânica confunde-se, muitas vezes, com a história das finanças portuguesas. Os arquivos do banco, hoje integrados no grupo bancário holandês ING, em Londres, mostram como o Barings foi o banqueiro de Portugal.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A crise financeira portuguesa não é só de agora. Já nos séculos XIX e XX era uma dor de cabeça para os políticos nacionais. Descubra as histórias do banco britânico Barings que impediu que Portugal entrasse na bancarrota. "O empréstimo faz-se ou não se faz?" Eça de Queiroz colocou ironicamente a questão que atormentou Portugal nos dois últimos séculos no seu livro "Os Maias". A realidade é que cada vez que o país espirrava, o Barings acudia, para salvar a situação catastrófica das finanças portuguesas. Portugal era um problema para o banco britânico. Normalmente pagava tarde, mas era um bom cliente. O Barings foi responsável pela primeira emissão de obrigações portuguesas no exterior, em 1802. E esteve ligado a grandes negociações com o Governo português, como o monopólio dos tabacos ou o empréstimo que se tentou sob o auspício da Sociedade das Nações após o 28 de Maio de 1926. A vida da instituição financeira britânica confunde-se, muitas vezes, com a história das finanças portuguesas. Os arquivos do banco, hoje integrados no grupo bancário holandês ING, em Londres, mostram como o Barings foi o banqueiro de Portugal.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Bárbaros e Iluminados", Jaime Nogueira Pinto descreve a crise profunda que afecta o mundo liberal globalizado e analisa as razões da crescente rebelião dos povos contra a elite internacional no poder. E recorrendo à História e à história do pensamento político, traça o perfil e o percurso da ideologia hegemonizante dos "iluminados" que nos têm governado e dos "bárbaros" que se lhe têm vindo a opor.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Bárbaros e Iluminados", Jaime Nogueira Pinto descreve a crise profunda que afecta o mundo liberal globalizado e analisa as razões da crescente rebelião dos povos contra a elite internacional no poder. E recorrendo à História e à história do pensamento político, traça o perfil e o percurso da ideologia hegemonizante dos "iluminados" que nos têm governado e dos "bárbaros" que se lhe têm vindo a opor.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Por que é tão difícil a reforma do sistema financeiro? É esta a questão central deste livro. O mundo mudou a 15 de setembro de 2008, com o colapso do banco Lehman Brothers. Desde esse momento, os governos, os reguladores, bem como os meios financeiros, repetem como um mantra: "Nunca mais". As autoridades dispõem agora de mecanismos para descobrir e punir os abusos. Pelo menos do exterior. Porque no fundo, muito poucas coisas mudaram. Continuamos a caminhar sobre um vulcão que pode entrar de novo em erupção apesar das medidas para o impedir. Marc Roche, jornalista de economia na City em Londres, conversou com alguns dos grandes responsáveis económicos mundiais. À primeira vista, pareciam conscientes e preocupados em moralizar o mundo financeiro. Mas a ausência de sentido das responsabilidades é chocante. Alguns dos grandes banqueiros assumiram riscos insensatos ao perseguir o seu interesse pessoal em vez do interesse do seu empregador, para não falar do interesse da sociedade. Um grande número de banksters continua onde sempre esteve: na cúpula. E aparentemente não manifesta nenhum remorso. Depois do bestseller O Banco, Como o Goldman Sachs Dirige o Mundo, com mais de 10 mil exemplares vendidos, Marc Roche traz-nos um livro revelador que responde a questões fundamentais e que até hoje têm ficado sem resposta: - Como se passaram realmente as coisas? - Como se pôde chegar aqui? - Por que razão a desregulamentação, que foi excelente num primeiro momento, pôde transformar-se numa engrenagem assustadora? Ao identificar os principais intervenientes e as suas motivações, os factos e especialmente os erros, Marc Roche atribui rostos a acontecimentos e momentos decisivos, analisando o jogo perigoso em que o mundo financeiro se tornou, um autêntico casino onde os jogadores podem levar um banco à falência a qualquer momento.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Por que é tão difícil a reforma do sistema financeiro? É esta a questão central deste livro. O mundo mudou a 15 de setembro de 2008, com o colapso do banco Lehman Brothers. Desde esse momento, os governos, os reguladores, bem como os meios financeiros, repetem como um mantra: "Nunca mais". As autoridades dispõem agora de mecanismos para descobrir e punir os abusos. Pelo menos do exterior. Porque no fundo, muito poucas coisas mudaram. Continuamos a caminhar sobre um vulcão que pode entrar de novo em erupção apesar das medidas para o impedir. Marc Roche, jornalista de economia na City em Londres, conversou com alguns dos grandes responsáveis económicos mundiais. À primeira vista, pareciam conscientes e preocupados em moralizar o mundo financeiro. Mas a ausência de sentido das responsabilidades é chocante. Alguns dos grandes banqueiros assumiram riscos insensatos ao perseguir o seu interesse pessoal em vez do interesse do seu empregador, para não falar do interesse da sociedade. Um grande número de banksters continua onde sempre esteve: na cúpula. E aparentemente não manifesta nenhum remorso. Depois do bestseller O Banco, Como o Goldman Sachs Dirige o Mundo, com mais de 10 mil exemplares vendidos, Marc Roche traz-nos um livro revelador que responde a questões fundamentais e que até hoje têm ficado sem resposta: - Como se passaram realmente as coisas? - Como se pôde chegar aqui? - Por que razão a desregulamentação, que foi excelente num primeiro momento, pôde transformar-se numa engrenagem assustadora? Ao identificar os principais intervenientes e as suas motivações, os factos e especialmente os erros, Marc Roche atribui rostos a acontecimentos e momentos decisivos, analisando o jogo perigoso em que o mundo financeiro se tornou, um autêntico casino onde os jogadores podem levar um banco à falência a qualquer momento.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Ao longo dos anos, crise após crise, tem-se tentado contrariar a evidente falta de crescimento económico em Portugal através da aplicação invariável de uma fórmula que já demonstrou ser caduca, quer por assentar num modelo centralista, que gira em torno de uma só região e se alheia do País real, quer por estar viciada em “grandes projetos” de ganhos duvidosos para o todo nacional. Não se espere encontrar neste livro uma qualquer solução única e perfeita, ao estilo one size fits all, para o problema da falta de crescimento. O que aqui se partilham são as análises e as ideias de três autores que se assumem como naturalmente imbuídos de um olhar de “média virtude”. A partir delas pretende-se demonstrar a necessidade de construirmos um País mais organizado, que cresça com base nas capacidades atuais e potenciais de cada uma das suas regiões — incluindo, obviamente, a da capital. A defesa, pois, de uma mudança imperiosa na nossa vida coletiva.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Ao longo dos anos, crise após crise, tem-se tentado contrariar a evidente falta de crescimento económico em Portugal através da aplicação invariável de uma fórmula que já demonstrou ser caduca, quer por assentar num modelo centralista, que gira em torno de uma só região e se alheia do País real, quer por estar viciada em “grandes projetos” de ganhos duvidosos para o todo nacional. Não se espere encontrar neste livro uma qualquer solução única e perfeita, ao estilo one size fits all, para o problema da falta de crescimento. O que aqui se partilham são as análises e as ideias de três autores que se assumem como naturalmente imbuídos de um olhar de “média virtude”. A partir delas pretende-se demonstrar a necessidade de construirmos um País mais organizado, que cresça com base nas capacidades atuais e potenciais de cada uma das suas regiões — incluindo, obviamente, a da capital. A defesa, pois, de uma mudança imperiosa na nossa vida coletiva.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Naquela noite de 28 de dezembro de 1964 um forte feixe luminoso irrompeu pelo cockpit do avião do tenente-coronel Carlos Marques Pereira, cegando-o. A 2 de novembro de 1982, pela manhã, três pilotos da Força Aérea Portuguesa descolaram da base da Ota para um voo de treino e foram surpreendidos por uma estranha "bolha de mercúrio com dois hemisférios e mais de dois metros de comprimento". Portugal tem sido cenário de diversos fenómenos envolvendo Objectos Voadores Não Identificados (OVNI), e estes são apenas dois dos vários episódios presentes neste livro sobre situações fascinantes em que aeronaves e outras formas de origem desconhecida sobrevoaram o território português. Os relatos, feitos na primeira pessoa, mostram o quão inesperado, avassalador e transformador um acontecimento como este pode ser na vida de quem o observa, seja alguém sozinho ou mesmo uma comunidade inteira, tal como aconteceu em 2004. Esse foi o ano em que se registou o maior avistamento coletivo de sempre em Portugal. Foi testemunhado por milhares de pessoas de Norte a Sul e registado pelos radares da Força Aérea Portuguesa. Nestas páginas sucedem-se vários casos de OVNI que nos dão que pensar. Porque a verdade é que, apesar dos extraordinários avanços da ciência nas últimas décadas, continuamos sem resposta para uma das questões fundamentais da nossa existência: estaremos sozinhos no Universo? Para os protagonistas dos episódios aqui descritos, a resposta tornou-se evidente de um momento para o outro.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Naquela noite de 28 de dezembro de 1964 um forte feixe luminoso irrompeu pelo cockpit do avião do tenente-coronel Carlos Marques Pereira, cegando-o. A 2 de novembro de 1982, pela manhã, três pilotos da Força Aérea Portuguesa descolaram da base da Ota para um voo de treino e foram surpreendidos por uma estranha "bolha de mercúrio com dois hemisférios e mais de dois metros de comprimento". Portugal tem sido cenário de diversos fenómenos envolvendo Objectos Voadores Não Identificados (OVNI), e estes são apenas dois dos vários episódios presentes neste livro sobre situações fascinantes em que aeronaves e outras formas de origem desconhecida sobrevoaram o território português. Os relatos, feitos na primeira pessoa, mostram o quão inesperado, avassalador e transformador um acontecimento como este pode ser na vida de quem o observa, seja alguém sozinho ou mesmo uma comunidade inteira, tal como aconteceu em 2004. Esse foi o ano em que se registou o maior avistamento coletivo de sempre em Portugal. Foi testemunhado por milhares de pessoas de Norte a Sul e registado pelos radares da Força Aérea Portuguesa. Nestas páginas sucedem-se vários casos de OVNI que nos dão que pensar. Porque a verdade é que, apesar dos extraordinários avanços da ciência nas últimas décadas, continuamos sem resposta para uma das questões fundamentais da nossa existência: estaremos sozinhos no Universo? Para os protagonistas dos episódios aqui descritos, a resposta tornou-se evidente de um momento para o outro.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O autor do "Dicionário de Insultos", num registo leve e irónico (e ao mesmo tempo rigoroso e pormenorizado) dá-nos a conhecer factos desconhecidos, personagens míticas e aventuras absolutamente fascinantes da época da Expansão Portuguesa que nem sempre correram bem. São 30 histórias personificadas por reis e rainhas, descobridores/navegadores, espiões, exploradores, mas também gente do povo, anónimos e até animais.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O autor do "Dicionário de Insultos", num registo leve e irónico (e ao mesmo tempo rigoroso e pormenorizado) dá-nos a conhecer factos desconhecidos, personagens míticas e aventuras absolutamente fascinantes da época da Expansão Portuguesa que nem sempre correram bem. São 30 histórias personificadas por reis e rainhas, descobridores/navegadores, espiões, exploradores, mas também gente do povo, anónimos e até animais.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Os autocolantes são uma das marcas visuais mais impressivas da democracia portuguesa e da liberdade política conquistada em 25 de Abril de 1974. Representam uma manifestação de identidade - eu pertenço a este partido, a este grupo, a esta associação, eu apoio este candidato, eu suporto esta causa. Serviram, na sua época, para financiar e, com o tempo, para coleccionar. Há milhares de autocolantes diferentes. São um retrato do grafismo político na sua versão mais minimalista, mas também mais diversificada. Esta publicação é o primeiro catálogo alguma vez feito dos autocolantes portugueses, inventariando os autocolantes produzidos pelo Partido Popular Democrático (PPD) entre 1974 e 1976, ano em que mudou de nome para Partido Social Democrata (PSD). Como partido nascido da democracia, o PPD teve de escolher o nome, o símbolo e a cor. Os autocolantes contam essa história.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Os autocolantes são uma das marcas visuais mais impressivas da democracia portuguesa e da liberdade política conquistada em 25 de Abril de 1974. Representam uma manifestação de identidade - eu pertenço a este partido, a este grupo, a esta associação, eu apoio este candidato, eu suporto esta causa. Serviram, na sua época, para financiar e, com o tempo, para coleccionar. Há milhares de autocolantes diferentes. São um retrato do grafismo político na sua versão mais minimalista, mas também mais diversificada. Esta publicação é o primeiro catálogo alguma vez feito dos autocolantes portugueses, inventariando os autocolantes produzidos pelo Partido Popular Democrático (PPD) entre 1974 e 1976, ano em que mudou de nome para Partido Social Democrata (PSD). Como partido nascido da democracia, o PPD teve de escolher o nome, o símbolo e a cor. Os autocolantes contam essa história.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Autocolantes da Frente de Unidade Revolucionária: novo livro da Colecção Ephemera, de José Pacheco Pereira. Num período muito turbulento da revolução portuguesa, com alguns dos militares responsáveis pelo 25 de Abril a quererem desviar-se do PREC, nasce, a 25 de Agosto de 1975, a Frente de Unidade Revolucionária (FUR), uma aliança entre diferentes organizações, focada no apoio ao V Governo Provisório. Na sequência da publicação de um primeiro catálogo de autocolantes (do PPD), apresentam-se agora os autocolantes produzidos por estas organizações entre 1974 e 1980, materiais que se integram no seu histórico esforço de propaganda e de manifestações, e que revelam causas tão diversas como a celebração das personalidades revolucionárias latino-americanas (Che Guevara, Fidel Castro, Carlos Marighella) ou ainda o combate ao franquismo em Espanha.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Autocolantes da Frente de Unidade Revolucionária: novo livro da Colecção Ephemera, de José Pacheco Pereira. Num período muito turbulento da revolução portuguesa, com alguns dos militares responsáveis pelo 25 de Abril a quererem desviar-se do PREC, nasce, a 25 de Agosto de 1975, a Frente de Unidade Revolucionária (FUR), uma aliança entre diferentes organizações, focada no apoio ao V Governo Provisório. Na sequência da publicação de um primeiro catálogo de autocolantes (do PPD), apresentam-se agora os autocolantes produzidos por estas organizações entre 1974 e 1980, materiais que se integram no seu histórico esforço de propaganda e de manifestações, e que revelam causas tão diversas como a celebração das personalidades revolucionárias latino-americanas (Che Guevara, Fidel Castro, Carlos Marighella) ou ainda o combate ao franquismo em Espanha.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Talvez tivesse sido melhor começar por falar da decisão de me usar como personagem: tendo em conta que, numa crónica, se espera que o autor esteja mais declaradamente presente, este seria o sítio em que experimentaria não fugir de mim. Bem sei que era arriscado: vivi histórias extraordinárias, vi-me envolvida em situações terríveis, também eu se quisesse enlouquecia. Talvez não fosse prudente aventurar-me por mim adentro. Daí a autobiografia ser não autorizada. Escreveria a minha biografia à minha revelia. O ilícito desmascarado no não autorizada dizia-me exclusivamente respeito. Nunca pensei que pudesse ser de outro modo. Evidentemente que ao falar de mim falaria também daqueles que estão ou estiveram comigo, dos que passam ou passaram por mim. Não estou sozinha, nunca estive sozinha, não sei estar sozinha. Não quero estar sozinha. Os outros estariam a salvo nas minhas crónicas, eu seria a única a correr perigo: estilhaçar-me na minha memória. Não sei escrever sobre o que não amo. Escrever é descobrir, é conhecer. E conhecer, se não é amar, é pelo menos dispor-me a amar. Dispor-me a amar coisas ignóbeis, às vezes. O que também é assustador. Aqueles que não amo nunca terão lugar no que escrevo. O que escrevo é iluminado pelos que amo, são eles que escrevem o que escrevo. Ou, dito de outra maneira, eu sou os que amo, são eles que me escrevem."
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Talvez tivesse sido melhor começar por falar da decisão de me usar como personagem: tendo em conta que, numa crónica, se espera que o autor esteja mais declaradamente presente, este seria o sítio em que experimentaria não fugir de mim. Bem sei que era arriscado: vivi histórias extraordinárias, vi-me envolvida em situações terríveis, também eu se quisesse enlouquecia. Talvez não fosse prudente aventurar-me por mim adentro. Daí a autobiografia ser não autorizada. Escreveria a minha biografia à minha revelia. O ilícito desmascarado no não autorizada dizia-me exclusivamente respeito. Nunca pensei que pudesse ser de outro modo. Evidentemente que ao falar de mim falaria também daqueles que estão ou estiveram comigo, dos que passam ou passaram por mim. Não estou sozinha, nunca estive sozinha, não sei estar sozinha. Não quero estar sozinha. Os outros estariam a salvo nas minhas crónicas, eu seria a única a correr perigo: estilhaçar-me na minha memória. Não sei escrever sobre o que não amo. Escrever é descobrir, é conhecer. E conhecer, se não é amar, é pelo menos dispor-me a amar. Dispor-me a amar coisas ignóbeis, às vezes. O que também é assustador. Aqueles que não amo nunca terão lugar no que escrevo. O que escrevo é iluminado pelos que amo, são eles que escrevem o que escrevo. Ou, dito de outra maneira, eu sou os que amo, são eles que me escrevem."
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O grande livro da BBC sobre a "Solução Final". A história da macabra instituição nazi, escrita após o autor ter entrevistado vários guardas prisionais e sobretudo sobreviventes. Relato do horror e da morte de 1.1 milhões de pessoas em Auschwitz. O livro é um excelente estudo sobre Auschwitz, tendo sido publicado no Reino Unido pela BBC. Durante o ano de 2005 comemora-se o 50º aniversário do fecho do campo de concentração. Laurence Rees, levou 5 anos a trabalhar e a investigar o nazismo, utilizando toda a documentação recolhida nos últimos anos. O autor incluiu centenas de entrevistas a sobreviventes e aos seus carrascos nazis que, pela primeira vez, falam das suas experiências. Simplesmente aterrador. Este livro inclui fotografias impressionantes, sendo algumas a cores.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
O grande livro da BBC sobre a "Solução Final". A história da macabra instituição nazi, escrita após o autor ter entrevistado vários guardas prisionais e sobretudo sobreviventes. Relato do horror e da morte de 1.1 milhões de pessoas em Auschwitz. O livro é um excelente estudo sobre Auschwitz, tendo sido publicado no Reino Unido pela BBC. Durante o ano de 2005 comemora-se o 50º aniversário do fecho do campo de concentração. Laurence Rees, levou 5 anos a trabalhar e a investigar o nazismo, utilizando toda a documentação recolhida nos últimos anos. O autor incluiu centenas de entrevistas a sobreviventes e aos seus carrascos nazis que, pela primeira vez, falam das suas experiências. Simplesmente aterrador. Este livro inclui fotografias impressionantes, sendo algumas a cores.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Embora seja bastante menos conhecido do que Júlio César, seu tio-avô, César Augusto foi inegavelmente mais importante. Logo na adolescência, mergulhou no mundo violento da política de Roma, planeando tornar-se o seu primeiro imperador. Lutou por isso, foi excecionalmente bem-sucedido e governou durante 44 anos, criando um sistema que se manteve ao longo de séculos e que influenciou profundamente a História do Mundo Ocidental. No entanto, o percurso de Augusto nem sempre é edificante. Para atingir os seus objetivos, matou e ordenou o massacre dos seus opositores, enquanto ia livremente celebrando e quebrando alianças conforme lhe convinha. Alcançada a vitória, reinventou-se como o "pai do seu país", mas apesar desta designação empolada, a paz e a estabilidade por ele promovidas eram reais, e o império prosperou sob a sua governação. Manipulador nato, propagandista e sempre muito dramático, Augusto sabia ser impulsivo e emotivo, implacável e generoso. Da família e dos amigos, esperava que desempenhassem os papéis que lhes atribuía, e exilou a filha, o neto e a neta, por não os terem cumprido. A sua vida foi plena de contradições e morreu tranquilamente na sua cama, em 14 d.C. Esta biografia é a primeira, em muitos anos, que descreve ao pormenor a existência deste homem difícil de definir, e Adrian Goldsworthy recorre exclusivamente a fontes antigas para compreender a pessoa e a sua época.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Embora seja bastante menos conhecido do que Júlio César, seu tio-avô, César Augusto foi inegavelmente mais importante. Logo na adolescência, mergulhou no mundo violento da política de Roma, planeando tornar-se o seu primeiro imperador. Lutou por isso, foi excecionalmente bem-sucedido e governou durante 44 anos, criando um sistema que se manteve ao longo de séculos e que influenciou profundamente a História do Mundo Ocidental. No entanto, o percurso de Augusto nem sempre é edificante. Para atingir os seus objetivos, matou e ordenou o massacre dos seus opositores, enquanto ia livremente celebrando e quebrando alianças conforme lhe convinha. Alcançada a vitória, reinventou-se como o "pai do seu país", mas apesar desta designação empolada, a paz e a estabilidade por ele promovidas eram reais, e o império prosperou sob a sua governação. Manipulador nato, propagandista e sempre muito dramático, Augusto sabia ser impulsivo e emotivo, implacável e generoso. Da família e dos amigos, esperava que desempenhassem os papéis que lhes atribuía, e exilou a filha, o neto e a neta, por não os terem cumprido. A sua vida foi plena de contradições e morreu tranquilamente na sua cama, em 14 d.C. Esta biografia é a primeira, em muitos anos, que descreve ao pormenor a existência deste homem difícil de definir, e Adrian Goldsworthy recorre exclusivamente a fontes antigas para compreender a pessoa e a sua época.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma fascinante galeria cronológica das 50 mais heróicas ou famigeradas figuras da História, de Calígula a Gandhi e de Átila, o Huno, a Madre Teresa de Calcutá.Os bons, os maus e os verdadeiramente perversos de todos os continentes e épocas, da Antiguidade aos nossos dias.Os indivíduos e os seus actos são apresentados no respectivo contexto histórico em mapas rigorosos e dinâmicos.Ilustrações e retratos históricos, juntamente com fotografias a cores, dão vida aos feitos de cada figura.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Uma fascinante galeria cronológica das 50 mais heróicas ou famigeradas figuras da História, de Calígula a Gandhi e de Átila, o Huno, a Madre Teresa de Calcutá.Os bons, os maus e os verdadeiramente perversos de todos os continentes e épocas, da Antiguidade aos nossos dias.Os indivíduos e os seus actos são apresentados no respectivo contexto histórico em mapas rigorosos e dinâmicos.Ilustrações e retratos históricos, juntamente com fotografias a cores, dão vida aos feitos de cada figura.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Traçando a história de um dos berços da nossa civilização, este atlas, com mais de 100 mapas e documentos, sublinha as realidades plurais do Médio Oriente: um ponto de encontro cosmopolita com um destino singular. Da Suméria ao Daesh, qual é a história daquilo a que chamamos Médio Oriente? - Na Antiguidade, o Médio Oriente é palco de inúmeras revoluções culturais: nascimento da agricultura, da cidade, da escrita... - É uma terra de impérios e de conquistadores: Egipto faraónico, Pérsia, arabização e islamização, Cruzadas na Idade Média. - O Império Otomano e depois as potências ocidentais marcam por muito tempo a região até às independências. - A segunda metade do século XX e o princípio do século XXI são a altura das recomposições territoriais e das revoluções.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Traçando a história de um dos berços da nossa civilização, este atlas, com mais de 100 mapas e documentos, sublinha as realidades plurais do Médio Oriente: um ponto de encontro cosmopolita com um destino singular. Da Suméria ao Daesh, qual é a história daquilo a que chamamos Médio Oriente? - Na Antiguidade, o Médio Oriente é palco de inúmeras revoluções culturais: nascimento da agricultura, da cidade, da escrita... - É uma terra de impérios e de conquistadores: Egipto faraónico, Pérsia, arabização e islamização, Cruzadas na Idade Média. - O Império Otomano e depois as potências ocidentais marcam por muito tempo a região até às independências. - A segunda metade do século XX e o princípio do século XXI são a altura das recomposições territoriais e das revoluções.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A África é um continente imenso e as sociedades que o habitam conheceram múltiplas trajectórias históricas ao longo dos milénios, sem deixar de interagir entre si e com os mundos externos. Cinco grandes períodos marcam esta história: - A África antiga (desde a Pré-história até o século XV), ao mesmo tempo berço e caldeirão da diversidade linguística, técnica e política; - A África na era moderna (do século XV ao XVIII), os seus grandes reinos e o início da presença europeia; - A África soberana (século XIX), após a abolição do tráfico atlântico de escravos e as reconversões económicas africanas; - A África sob o domínio colonial, entre a "partilha" do continente, resistências anticoloniais e descolonizações; - A África das independências, que enfrenta numerosos desafios políticos, económicos e sociais. Este atlas reúne mais de 100 mapas e os conhecimentos constantemente renovados da história da África, mostrando o quanto este continente, longe de se fechar sobre si próprio, tem sido dinâmico e unido à história global.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A África é um continente imenso e as sociedades que o habitam conheceram múltiplas trajectórias históricas ao longo dos milénios, sem deixar de interagir entre si e com os mundos externos. Cinco grandes períodos marcam esta história: - A África antiga (desde a Pré-história até o século XV), ao mesmo tempo berço e caldeirão da diversidade linguística, técnica e política; - A África na era moderna (do século XV ao XVIII), os seus grandes reinos e o início da presença europeia; - A África soberana (século XIX), após a abolição do tráfico atlântico de escravos e as reconversões económicas africanas; - A África sob o domínio colonial, entre a "partilha" do continente, resistências anticoloniais e descolonizações; - A África das independências, que enfrenta numerosos desafios políticos, económicos e sociais. Este atlas reúne mais de 100 mapas e os conhecimentos constantemente renovados da história da África, mostrando o quanto este continente, longe de se fechar sobre si próprio, tem sido dinâmico e unido à história global.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 176
Sinopse:
A Guerra Fria, com a ameaça da guerra atómica, apavorou profundamente as gerações que a viveram, desde o fim da Segunda Guerra Mundial até 1990. A iminência de uma guerra nuclear podia destruir o planeta. Este livro, com mais de 120 mapas e infografias, faz o retrato vivo desse conflito que dividiu a Europa e o mundo em dois blocos, numa tensão de cortar à faca, à beira de degenerar numa guerra mundial:
- A rivalidade entre os Estados Unidos e a URSS - a democracia liberal contra o comunismo;
- As grandes etapas - a constituição dos blocos, os confrontos periféricos, as crises e as contestações, o degelo e a Détente;
- Um conflito global - ideológico, político, estratégico, económico, cultural - que se imiscuiu na vida quotidiana dos indivíduos;
- O fim da Guerra Fria, na sequência do desmoronamento do bloco de Leste, deixando os Estados Unidos sem um rival explícito.
A cartografia, com várias escalas, revela as diferentes dimensões da Guerra Fria, que se estendeu a todos os continentes, da Coreia a Cuba, do Afeganistão a Angola.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
A Guerra Fria, com a ameaça da guerra atómica, apavorou profundamente as gerações que a viveram, desde o fim da Segunda Guerra Mundial até 1990. A iminência de uma guerra nuclear podia destruir o planeta. Este livro, com mais de 120 mapas e infografias, faz o retrato vivo desse conflito que dividiu a Europa e o mundo em dois blocos, numa tensão de cortar à faca, à beira de degenerar numa guerra mundial:
- A rivalidade entre os Estados Unidos e a URSS - a democracia liberal contra o comunismo;
- As grandes etapas - a constituição dos blocos, os confrontos periféricos, as crises e as contestações, o degelo e a Détente;
- Um conflito global - ideológico, político, estratégico, económico, cultural - que se imiscuiu na vida quotidiana dos indivíduos;
- O fim da Guerra Fria, na sequência do desmoronamento do bloco de Leste, deixando os Estados Unidos sem um rival explícito.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O livro do campeão, nos 125 anos do Futebol Clube do Porto Nenhuma conquista coletiva depende de uma pessoa só, mas uma liderança forte pode fazer toda a diferença. Desde a fundação até 1982, o Futebol Clube do Porto teve 32 presidentes, mas, de então para cá, nos últimos 36 anos, teve apenas um, com o qual atingiu a excelência no panorama nacional e internacional: Jorge Nuno Pinto da Costa, o presidente que há mais anos lidera um clube de futebol e também aquele que mais títulos conquistou em todo o mundo. Todos os meses, Jorge Nuno Pinto da Costa abre a revista Dragões - farol da mística portista desde 1986 - com um texto que sócios e adeptos muito aguardam e que é espelho das características que todos lhe reconhecem: a inteligência, a franqueza, a ironia e o sentido de humor. São essas páginas - as "Páginas do Presidente" - que aqui se compilam, num quadro que traça o panorama recente do futebol e do desporto português e que pinta de azul intenso as emoções e os êxitos mais recentes de um clube com 125 anos de história.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O livro do campeão, nos 125 anos do Futebol Clube do Porto Nenhuma conquista coletiva depende de uma pessoa só, mas uma liderança forte pode fazer toda a diferença. Desde a fundação até 1982, o Futebol Clube do Porto teve 32 presidentes, mas, de então para cá, nos últimos 36 anos, teve apenas um, com o qual atingiu a excelência no panorama nacional e internacional: Jorge Nuno Pinto da Costa, o presidente que há mais anos lidera um clube de futebol e também aquele que mais títulos conquistou em todo o mundo. Todos os meses, Jorge Nuno Pinto da Costa abre a revista Dragões - farol da mística portista desde 1986 - com um texto que sócios e adeptos muito aguardam e que é espelho das características que todos lhe reconhecem: a inteligência, a franqueza, a ironia e o sentido de humor. São essas páginas - as "Páginas do Presidente" - que aqui se compilam, num quadro que traça o panorama recente do futebol e do desporto português e que pinta de azul intenso as emoções e os êxitos mais recentes de um clube com 125 anos de história.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 724
Sinopse:
Quando no início de 1945 se avizinhava uma derrota desastrosa, ouvia-se dizer aos alemães que preferiam "um fim com horror a um horror sem fim". Um fim com horror com formas e dimensões sem precedentes na história foi sem dúvida o que tiveram. O fim provocou destruição e perdas de vidas humanas a uma escala imensa. Muito poderia ter sido evitado se a Alemanha estivesse disposta a aceitar as condições dos Aliados. A autodestruição decorrente de continuar a combater até à última, até à devastação quase total e à completa ocupação inimiga, é extremamente rara. No entanto, foi o que os alemães fizeram em 1945. Porquê?
Nº Páginas: 724
Sinopse:
Quando no início de 1945 se avizinhava uma derrota desastrosa, ouvia-se dizer aos alemães que preferiam "um fim com horror a um horror sem fim". Um fim com horror com formas e dimensões sem precedentes na história foi sem dúvida o que tiveram. O fim provocou destruição e perdas de vidas humanas a uma escala imensa. Muito poderia ter sido evitado se a Alemanha estivesse disposta a aceitar as condições dos Aliados. A autodestruição decorrente de continuar a combater até à última, até à devastação quase total e à completa ocupação inimiga, é extremamente rara. No entanto, foi o que os alemães fizeram em 1945. Porquê?
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Fernando Venâncio conta-nos a história da língua portuguesa com paixão, elegância e um fino humor. Com rigor e precisão de paleontólogo, Fernando Venâncio começa no primeiro gemido da nossa língua, que remonta há séculos, tão distantes que Portugal ainda nem existia, passando pelos primeiros escritos, até à fala contemporânea que ainda hoje conserva registos, em estado fóssil, dessa movimentação primordial. Máquina do tempo que nos permite recuar à época em que o idioma se formou, Assim Nasceu Uma Língua faz-nos peregrinos numa caminhada que toca a língua galega ou o português brasileiro, evidenciando as profundas derivas que deram forma ao nosso idioma, a que Fernando Venâncio chama "um idioma em circuito aberto".
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Fernando Venâncio conta-nos a história da língua portuguesa com paixão, elegância e um fino humor. Com rigor e precisão de paleontólogo, Fernando Venâncio começa no primeiro gemido da nossa língua, que remonta há séculos, tão distantes que Portugal ainda nem existia, passando pelos primeiros escritos, até à fala contemporânea que ainda hoje conserva registos, em estado fóssil, dessa movimentação primordial. Máquina do tempo que nos permite recuar à época em que o idioma se formou, Assim Nasceu Uma Língua faz-nos peregrinos numa caminhada que toca a língua galega ou o português brasileiro, evidenciando as profundas derivas que deram forma ao nosso idioma, a que Fernando Venâncio chama "um idioma em circuito aberto".
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Entre o século X e metade do século XIII, Portugal emergiu como um reino independente com fronteiras que se têm mantido, na sua grande maioria, inalteradas até hoje. Este desenvolvimento político ocorreu tendo como pano de fundo a luta entre a cristandade e o mundo islâmico, pelo controlo sobre a Península Ibérica. Também decisivo na formação de Portugal foi o impacto de uma crescente influência europeia por toda a península neste período. Esta influência cultural teve lugar através da imigração, do crescimento de redes comerciais e sociais e da transferência de ideias e de costumes sociais. Os governantes portugueses procuraram mediar esta influência europeia e transformá-la em benefício próprio. No século XII, Afonso Henriques (1128-1185) conseguiu estabelecer a monarquia portuguesa, mas os seus herdeiros Sancho I (1185-1211), Afonso II (1211-1223), Sancho II (1223-1245), e Afonso III (1248-1279) descobriram que o equilíbrio entre a realidade ibérica e as expectativas europeias era cada vez mais difícil de manter.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Entre o século X e metade do século XIII, Portugal emergiu como um reino independente com fronteiras que se têm mantido, na sua grande maioria, inalteradas até hoje. Este desenvolvimento político ocorreu tendo como pano de fundo a luta entre a cristandade e o mundo islâmico, pelo controlo sobre a Península Ibérica. Também decisivo na formação de Portugal foi o impacto de uma crescente influência europeia por toda a península neste período. Esta influência cultural teve lugar através da imigração, do crescimento de redes comerciais e sociais e da transferência de ideias e de costumes sociais. Os governantes portugueses procuraram mediar esta influência europeia e transformá-la em benefício próprio. No século XII, Afonso Henriques (1128-1185) conseguiu estabelecer a monarquia portuguesa, mas os seus herdeiros Sancho I (1185-1211), Afonso II (1211-1223), Sancho II (1223-1245), e Afonso III (1248-1279) descobriram que o equilíbrio entre a realidade ibérica e as expectativas europeias era cada vez mais difícil de manter.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Chocante pela objectividade e detalhe, tocante pela precoce e indignada lucidez, é um testemunho extraordinário de uma das vozes mais relevantes da antologia de memórias sobre a Segunda Guerra Mundial. Aborda a experiência colectiva do Holocausto, compondo um mosaico de memórias e reflexões de inestimável valor histórico e humano, tão relevantes hoje, 70 anos volvidos sobre o fim da Guerra, como no tempo em que foram escritos
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Chocante pela objectividade e detalhe, tocante pela precoce e indignada lucidez, é um testemunho extraordinário de uma das vozes mais relevantes da antologia de memórias sobre a Segunda Guerra Mundial. Aborda a experiência colectiva do Holocausto, compondo um mosaico de memórias e reflexões de inestimável valor histórico e humano, tão relevantes hoje, 70 anos volvidos sobre o fim da Guerra, como no tempo em que foram escritos
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Do Império Acádio aos EUA, este livro percorre a história do mundo por meio dos seus dez maiores impérios. Através deles examina o desejo de poder da humanidade, sob as suas formas mais infames ou mal compreendidas, e traça a evolução do impulso imperial, desde a agressão militar primária dos impérios antigos até à subtil mas eficaz influência cultural das atuais superpotências. Acima de tudo, demonstra-nos que em todo o mundo a ambição de grandeza imperial - dos imperadores romanos a Hitler - se baseia em sonhos de utopia e imortalidade, mas também que todos os impérios contêm a semente da autodestruição desde o primeiro instante.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Do Império Acádio aos EUA, este livro percorre a história do mundo por meio dos seus dez maiores impérios. Através deles examina o desejo de poder da humanidade, sob as suas formas mais infames ou mal compreendidas, e traça a evolução do impulso imperial, desde a agressão militar primária dos impérios antigos até à subtil mas eficaz influência cultural das atuais superpotências. Acima de tudo, demonstra-nos que em todo o mundo a ambição de grandeza imperial - dos imperadores romanos a Hitler - se baseia em sonhos de utopia e imortalidade, mas também que todos os impérios contêm a semente da autodestruição desde o primeiro instante.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos temos presente que Portugal tem uma História de grandes feitos, desproporcional à dimensão do país. Todos nos orgulhamos do sucesso que muitos Portugueses alcançam hoje pelo mundo. Mas talvez pensemos que essa grande História colectiva terminou num passado cada vez mais distante. E olhemos essas vitórias do presente como proezas individuais, que constituem a excepção à regra de um papel secundário a que o país se tem de conformar pelas condições geográficas e económicas de que dispõe. A verdade, porém, é que, ao longo de 900 anos de vida, Portugal nunca deixou de vencer. E alcançou as vitórias mais impressionantes precisamente quando as condições lhe eram mais adversas. Estas são dez histórias extraordinárias de Portugal. Dez grandes vitórias alcançadas em inferioridade numérica, militar, desportiva ou económica. Dez episódios protagonizados por Portugueses de diferentes tempos, em diferentes lugares, movidos por diferentes razões, com o mesmo resultado: o triunfo. Contra todas as apostas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos temos presente que Portugal tem uma História de grandes feitos, desproporcional à dimensão do país. Todos nos orgulhamos do sucesso que muitos Portugueses alcançam hoje pelo mundo. Mas talvez pensemos que essa grande História colectiva terminou num passado cada vez mais distante. E olhemos essas vitórias do presente como proezas individuais, que constituem a excepção à regra de um papel secundário a que o país se tem de conformar pelas condições geográficas e económicas de que dispõe. A verdade, porém, é que, ao longo de 900 anos de vida, Portugal nunca deixou de vencer. E alcançou as vitórias mais impressionantes precisamente quando as condições lhe eram mais adversas. Estas são dez histórias extraordinárias de Portugal. Dez grandes vitórias alcançadas em inferioridade numérica, militar, desportiva ou económica. Dez episódios protagonizados por Portugueses de diferentes tempos, em diferentes lugares, movidos por diferentes razões, com o mesmo resultado: o triunfo. Contra todas as apostas.
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