1918 produtos
Ordenar por:
1918 produtos
Edição: Out 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um livro que permite ficar a conhecer os principais acontecimentos da História de Portugal bem como o percusro e os feitos dos Reis e Rainhas que governaram o nosso país durante mais de sete séculos. Com quatro árvores genealógicas das quatro dinastias que reinaram mais de sete séculos e ainda uma cronologia com os acontecimentos históricos do primeiro rei até à República.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um livro que permite ficar a conhecer os principais acontecimentos da História de Portugal bem como o percusro e os feitos dos Reis e Rainhas que governaram o nosso país durante mais de sete séculos. Com quatro árvores genealógicas das quatro dinastias que reinaram mais de sete séculos e ainda uma cronologia com os acontecimentos históricos do primeiro rei até à República.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-vida-e-obra-dos-reis-e-rainhas-de-portugal-de-sofia-andrade-e-silva-7028775');
});">
Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Há década e meia, banqueiros, empresários e políticos envolvem-se numa "grande farra" de dívida. Crédito a rodos: a mais básica e antiga atividade dos bancos torna-se a mãe de todos os males da banca portuguesa. Com esse crédito fabricaram-se banqueiros, empresários de sucesso, milionários e poderosos, e até políticos. Quando chegou a conta, os cofres estavam vazios, o capital nunca tinha existido, e os "bons negócios" (feitos por "bons rapazes") tinham produzido pouco mais do que falências em cadeia, dívidas acumuladas e a tentação de aprisionar o país nas malhas de uma nova oligarquia da finança e da política. Em sete anos morreram quatro bancos em Portugal, um deles nas mãos de uma família centenária de banqueiros. O país aproximou-se da bancarrota. E, afinal, para onde foram todos aqueles milhões que financiaram dívidas, partidos, vaidades e falências? É a esta questão - a questão de vários milhares de milhões de euros - que o livro de Helena Garrido, resultado de várias conversas com banqueiros e economistas, responde, abrindo as portas de reuniões secretas, revelando operações financeiras no fio da navalha e mostrando aquilo que os poderosos apanhados na rede não querem admitir: eles sabiam que o edifício estava a ruir, mas, mesmo assim, insistiram em fazer desaparecer o nosso dinheiro. Desde as privatizações até aos nossos dias, ganância, ambição, poder e incompetência orquestraram negócios ruinosos com os depósitos dos clientes. Este é o livro que explica todo o processo de destruição da banca portuguesa - que, aliás, ainda está em curso.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Há década e meia, banqueiros, empresários e políticos envolvem-se numa "grande farra" de dívida. Crédito a rodos: a mais básica e antiga atividade dos bancos torna-se a mãe de todos os males da banca portuguesa. Com esse crédito fabricaram-se banqueiros, empresários de sucesso, milionários e poderosos, e até políticos. Quando chegou a conta, os cofres estavam vazios, o capital nunca tinha existido, e os "bons negócios" (feitos por "bons rapazes") tinham produzido pouco mais do que falências em cadeia, dívidas acumuladas e a tentação de aprisionar o país nas malhas de uma nova oligarquia da finança e da política. Em sete anos morreram quatro bancos em Portugal, um deles nas mãos de uma família centenária de banqueiros. O país aproximou-se da bancarrota. E, afinal, para onde foram todos aqueles milhões que financiaram dívidas, partidos, vaidades e falências? É a esta questão - a questão de vários milhares de milhões de euros - que o livro de Helena Garrido, resultado de várias conversas com banqueiros e economistas, responde, abrindo as portas de reuniões secretas, revelando operações financeiras no fio da navalha e mostrando aquilo que os poderosos apanhados na rede não querem admitir: eles sabiam que o edifício estava a ruir, mas, mesmo assim, insistiram em fazer desaparecer o nosso dinheiro. Desde as privatizações até aos nossos dias, ganância, ambição, poder e incompetência orquestraram negócios ruinosos com os depósitos dos clientes. Este é o livro que explica todo o processo de destruição da banca portuguesa - que, aliás, ainda está em curso.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-vida-e-a-morte-dos-nossos-bancos-6000268');
});">
Edição: Set 2016
Nº Páginas: 376
Sinopse:
As Schutzstaffel surgiram da obsessão de Adolf Hitler e de Heinrich Himmler de impedir a repetição do que eles consideravam ser a perfídia da capitulação da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Constituídas enquanto um corpo de elite de soldados politicamente evoluídos, o seu objectivo principal era prevenir o enfraquecimento do Partido Nazi através da neutralização dos seus inimigos. Esta obra perturbadora de Robert Lewis Koehl revela não apenas a forma como estes soldados pretensamente superiores combateram ao lado da Wehrmacht na Segunda Guerra Mundial (tendo sofrido mais de um milhão de mortos), mas também como constituíram a principal força de ocupação em vários territórios conquistados, dirigiram o sistema de campos de concentração, atuaram no interior do Reich enquanto polícia secreta e eram os artífices de um projeto cultural sem precedentes que incluía desde escavações arqueológicas na Alemanha até expedições no Tibete.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
As Schutzstaffel surgiram da obsessão de Adolf Hitler e de Heinrich Himmler de impedir a repetição do que eles consideravam ser a perfídia da capitulação da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Constituídas enquanto um corpo de elite de soldados politicamente evoluídos, o seu objectivo principal era prevenir o enfraquecimento do Partido Nazi através da neutralização dos seus inimigos. Esta obra perturbadora de Robert Lewis Koehl revela não apenas a forma como estes soldados pretensamente superiores combateram ao lado da Wehrmacht na Segunda Guerra Mundial (tendo sofrido mais de um milhão de mortos), mas também como constituíram a principal força de ocupação em vários territórios conquistados, dirigiram o sistema de campos de concentração, atuaram no interior do Reich enquanto polícia secreta e eram os artífices de um projeto cultural sem precedentes que incluía desde escavações arqueológicas na Alemanha até expedições no Tibete.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-verdadeira-historia-da-ss-de-robert-lewis-koehl-5951629');
});">
Edição: Set 2017
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em dez anos de crise bancária a classe política portuguesa começou por nacionalizar e garantir bancos falidos; mudou de posição prometendo obrigar os banqueiros e os investidores a pagar pelos seus erros. Mas na fase final, o Governo, a Presidência da República, o Parlamento e o Banco de Portugal acabaram por contornar o passado e obrigaram os contribuintes a assumir de novo praticamente todos os custos. As consequências do regime político que Ricardo Salgado moldou à sua maneira, com o apoio dos outros banqueiros, voltaram a pesar fortemente nos bolsos dos portugueses, que são obrigados a pagar as dívidas deixadas na banca nacional pelo menos durante os próximos 40 anos. Uma história em que nenhum político, regulador ou banqueiro é inocente, mas uns são mais culpados do que outros.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Em dez anos de crise bancária a classe política portuguesa começou por nacionalizar e garantir bancos falidos; mudou de posição prometendo obrigar os banqueiros e os investidores a pagar pelos seus erros. Mas na fase final, o Governo, a Presidência da República, o Parlamento e o Banco de Portugal acabaram por contornar o passado e obrigaram os contribuintes a assumir de novo praticamente todos os custos. As consequências do regime político que Ricardo Salgado moldou à sua maneira, com o apoio dos outros banqueiros, voltaram a pesar fortemente nos bolsos dos portugueses, que são obrigados a pagar as dívidas deixadas na banca nacional pelo menos durante os próximos 40 anos. Uma história em que nenhum político, regulador ou banqueiro é inocente, mas uns são mais culpados do que outros.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-venia-de-portugal-ao-regime-dos-banqueiros-de-jose-gomes-ferreira-6338426');
});">
Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
As democracias liberais estão em risco. O princípio do mérito, um dos seus pilares básicos, é o responsável por essa situação. Vivemos numa constante competição. O mundo está dividido entre vencedores e perdedores. O "statu quo" é amplamente justificado pela máxima "quem muito se esforça tudo pode". O resultado? Um mundo que reforça a desigualdade social e, ao mesmo tempo, culpabiliza as pessoas. Ao analisar conceitos em torno da ética do estudo, do trabalho, do sucesso e do fracasso - e que meios são considerados legítimos para percorrer esses caminhos -, Michael J. Sandel sugere um novo olhar sobre essas relações. Salientando as contradições do discurso meritocrático, os seus contextos estruturais e a arrogância dos vencedores, o autor defende que a polarização vencedor-perdedor fez estagnar a mobilidade social, promovendo um misto de raiva e frustração que alimenta o protesto populista e a descrença nas instituições, no governo e entre cidadãos. Para ultrapassarmos as crises que afetam as nossas sociedades, precisamos de repensar as ideias de sucesso e fracasso que têm acompanhado a globalização e a crescente desigualdade. a meritocracia gera uma complacência prejudicial entre os vencedores e impõe uma sentença dura aos perdedores. Sandel, um dos filósofos mais prestigiados do nosso tempo, defende outra forma de pensar o sucesso, mais atenta ao papel da sorte, mais de acordo com uma ética de humildade e solidariedade e mais reivindicativa da dignidade do trabalho. Com base nestes fundamentos morais, "A Tirania do Mérito" apresenta uma visão esperançosa de uma nova política centrada, finalmente, no bem comum.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
As democracias liberais estão em risco. O princípio do mérito, um dos seus pilares básicos, é o responsável por essa situação. Vivemos numa constante competição. O mundo está dividido entre vencedores e perdedores. O "statu quo" é amplamente justificado pela máxima "quem muito se esforça tudo pode". O resultado? Um mundo que reforça a desigualdade social e, ao mesmo tempo, culpabiliza as pessoas. Ao analisar conceitos em torno da ética do estudo, do trabalho, do sucesso e do fracasso - e que meios são considerados legítimos para percorrer esses caminhos -, Michael J. Sandel sugere um novo olhar sobre essas relações. Salientando as contradições do discurso meritocrático, os seus contextos estruturais e a arrogância dos vencedores, o autor defende que a polarização vencedor-perdedor fez estagnar a mobilidade social, promovendo um misto de raiva e frustração que alimenta o protesto populista e a descrença nas instituições, no governo e entre cidadãos. Para ultrapassarmos as crises que afetam as nossas sociedades, precisamos de repensar as ideias de sucesso e fracasso que têm acompanhado a globalização e a crescente desigualdade. a meritocracia gera uma complacência prejudicial entre os vencedores e impõe uma sentença dura aos perdedores. Sandel, um dos filósofos mais prestigiados do nosso tempo, defende outra forma de pensar o sucesso, mais atenta ao papel da sorte, mais de acordo com uma ética de humildade e solidariedade e mais reivindicativa da dignidade do trabalho. Com base nestes fundamentos morais, "A Tirania do Mérito" apresenta uma visão esperançosa de uma nova política centrada, finalmente, no bem comum.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-tirania-do-merito-de-michael-j-sandel-7567312');
});">
Edição: Set 2023
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Numa viagem pelo reino dos rios da Terra, Erik Orsenna traça o retrato de trinta e três deles, dos maiores aos mais pequenos, para mostrar as causas dos males que os afetam: a escassez mundial de água, a poluição, a multiplicação de barragens que provocam a destruição dos recursos e das paisagens. E conclui que uma grande parte da violência atual deriva tanto da escassez de água como da sua má distribuição. Cada rio tem a sua singularidade e conta uma história única. O Ganges conta a história da Índia, tal como o Mississípi reflete os contornos do sul da América ou como o Tejo, doente e em perigo, é a demonstração do fim dos climas temperados. Um retrato de trinta e três rios que são fontes de água e de vida na Europa, no Levante e no Crescente Fértil, com o rio Jordão e o seu triste fim, na Ásia, do teto do mundo ao Laos e à China, na Austrália e nas Américas, com o grande Amazonas, e em África, com os seus três grandes rios Nilo, Níger e Congo.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Numa viagem pelo reino dos rios da Terra, Erik Orsenna traça o retrato de trinta e três deles, dos maiores aos mais pequenos, para mostrar as causas dos males que os afetam: a escassez mundial de água, a poluição, a multiplicação de barragens que provocam a destruição dos recursos e das paisagens. E conclui que uma grande parte da violência atual deriva tanto da escassez de água como da sua má distribuição. Cada rio tem a sua singularidade e conta uma história única. O Ganges conta a história da Índia, tal como o Mississípi reflete os contornos do sul da América ou como o Tejo, doente e em perigo, é a demonstração do fim dos climas temperados. Um retrato de trinta e três rios que são fontes de água e de vida na Europa, no Levante e no Crescente Fértil, com o rio Jordão e o seu triste fim, na Ásia, do teto do mundo ao Laos e à China, na Austrália e nas Américas, com o grande Amazonas, e em África, com os seus três grandes rios Nilo, Níger e Congo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-terra-tem-sede-de-erik-orsenna-7843913');
});">
Edição: Out 2013
Nº Páginas: 808
Sinopse:
Mais de 50 milhões de pessoas perderam a vida nos 2174 dias de duração da II Guerra Mundial. Os Aliados venceram. Mas poderia o Eixo, com uma estratégia diferente, ter ganho? O galardoado historiador Andrew Roberts parte desta nova e intrigante premissa. E coloca a questão: Os generais alemães, tão rápidos a culpar Hitler pela derrota, poderiam ter conduzido a guerra de modo diferente? Da Frente Ocidental ao Norte de África, do Mar Báltico ao Extremo Oriente, o autor conta-nos a história da guerra - as grandes estratégias e as experiências individuais, a crueldade e o heroísmo - como nunca antes foi contada. E revela numerosos documentos inéditos - como a carta de apoio de Werner von Blomberg que proporcionou poder total a Hitler; ou a Ordem de Paragem de Hitler que permitiu o Milagre de Dunquerque.
Nº Páginas: 808
Sinopse:
Mais de 50 milhões de pessoas perderam a vida nos 2174 dias de duração da II Guerra Mundial. Os Aliados venceram. Mas poderia o Eixo, com uma estratégia diferente, ter ganho? O galardoado historiador Andrew Roberts parte desta nova e intrigante premissa. E coloca a questão: Os generais alemães, tão rápidos a culpar Hitler pela derrota, poderiam ter conduzido a guerra de modo diferente? Da Frente Ocidental ao Norte de África, do Mar Báltico ao Extremo Oriente, o autor conta-nos a história da guerra - as grandes estratégias e as experiências individuais, a crueldade e o heroísmo - como nunca antes foi contada. E revela numerosos documentos inéditos - como a carta de apoio de Werner von Blomberg que proporcionou poder total a Hitler; ou a Ordem de Paragem de Hitler que permitiu o Milagre de Dunquerque.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-tempestade-da-guerra-de-andrew-roberts-5189811');
});">
Edição: Set 2014
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Imagine que Portugal saiu do euro. No dia seguinte, como vamos viver com o novo Escudo? Portugal está a ficar sem alternativas. Já vimos que a austeridade não apenas destruiu a economia, como ameaça continuar a destruí-la durante décadas. A reestruturação da dívida - que Francisco Louçã tem defendido - foi sistematicamente recusada. E da União Europeia pouco podemos esperar: o Tratado Orçamental apenas alargará ainda mais o fosso entre o centro da Europa e as suas periferias, entre os ricos e os pobres. O que nos resta então? No contexto actual, mais do que debater a saída de Portugal do Euro - conforme defende há anos João Ferreira do Amaral - assumimos uma hipótese muito realista: a de que Portugal pode não ter outra alternativa. Quer por vontade própria, quer por força das circunstâncias - pois o frágil edifício da moeda única dificilmente resistirá a uma nova crise ou à eternização da actual. A Hipótese Novo Escudo parte assim do contexto em que a saída do Euro seria um facto consumado. Os autores não debatem as vantagens ou desvantagens da opção. Preferem, isso sim, responder aos seguintes problemas concretos: sairemos ou seremos empurrados? E se sairmos, será com ou sem o acordo da União Europeia?
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Imagine que Portugal saiu do euro. No dia seguinte, como vamos viver com o novo Escudo? Portugal está a ficar sem alternativas. Já vimos que a austeridade não apenas destruiu a economia, como ameaça continuar a destruí-la durante décadas. A reestruturação da dívida - que Francisco Louçã tem defendido - foi sistematicamente recusada. E da União Europeia pouco podemos esperar: o Tratado Orçamental apenas alargará ainda mais o fosso entre o centro da Europa e as suas periferias, entre os ricos e os pobres. O que nos resta então? No contexto actual, mais do que debater a saída de Portugal do Euro - conforme defende há anos João Ferreira do Amaral - assumimos uma hipótese muito realista: a de que Portugal pode não ter outra alternativa. Quer por vontade própria, quer por força das circunstâncias - pois o frágil edifício da moeda única dificilmente resistirá a uma nova crise ou à eternização da actual. A Hipótese Novo Escudo parte assim do contexto em que a saída do Euro seria um facto consumado. Os autores não debatem as vantagens ou desvantagens da opção. Preferem, isso sim, responder aos seguintes problemas concretos: sairemos ou seremos empurrados? E se sairmos, será com ou sem o acordo da União Europeia?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-solucao-novo-escudo-de-joao-ferreira-do-amaral-5382554');
});">
Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Leitura recomendada por Yuval Noah Harari, Al Gore, Bill Gates e Barack Obama, entre outras personalidades mundiais. Nos últimos 500 milhões de anos, a Terra passou por cinco extinções em massa, nas quais a diversidade da vida no planeta se reduziu drástica e subitamente. Atualmente, e pela primeira vez na História, decorre um processo de extinção em massa provocado por uma única espécie: o Homem. Nos últimos dois séculos, provocámos danos irreparáveis no clima e ecossistema global; como consequência direta, mais de um quarto de todos os mamíferos da Terra está hoje em vias de extinção, tal como acontece com 40% dos anfíbios, um terço dos corais e dos tubarões, um quinto dos répteis e um sexto das aves. Considerado um dos livros de divulgação científica mais relevantes dos últimos anos, "A Sexta Extinção" é leitura recomendada por personalidades como Yuval Noah Harari, Al Gore, Bill Gates ou Barack Obama. Neste seu valioso trabalho, Elizabeth Kolbert combina os resultados de uma extensa investigação no terreno com a história das ideias e o trabalho de geólogos, botânicos e biólogos marinhos, produzindo um documento inédito e, mais do que isso, um apelo urgente para que, repensando o nosso papel no planeta, não deixemos como derradeiro legado uma sexta extinção.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Leitura recomendada por Yuval Noah Harari, Al Gore, Bill Gates e Barack Obama, entre outras personalidades mundiais. Nos últimos 500 milhões de anos, a Terra passou por cinco extinções em massa, nas quais a diversidade da vida no planeta se reduziu drástica e subitamente. Atualmente, e pela primeira vez na História, decorre um processo de extinção em massa provocado por uma única espécie: o Homem. Nos últimos dois séculos, provocámos danos irreparáveis no clima e ecossistema global; como consequência direta, mais de um quarto de todos os mamíferos da Terra está hoje em vias de extinção, tal como acontece com 40% dos anfíbios, um terço dos corais e dos tubarões, um quinto dos répteis e um sexto das aves. Considerado um dos livros de divulgação científica mais relevantes dos últimos anos, "A Sexta Extinção" é leitura recomendada por personalidades como Yuval Noah Harari, Al Gore, Bill Gates ou Barack Obama. Neste seu valioso trabalho, Elizabeth Kolbert combina os resultados de uma extensa investigação no terreno com a história das ideias e o trabalho de geólogos, botânicos e biólogos marinhos, produzindo um documento inédito e, mais do que isso, um apelo urgente para que, repensando o nosso papel no planeta, não deixemos como derradeiro legado uma sexta extinção.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-sexta-extincao-de-elizabeth-kolbert-6859905');
});">
Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Valeu a pena estudar a fundo a separação Estado-Igreja Católica durante a Primeira República, pois quase nada fica de pé nas narrativas dominantes da vida política portuguesa contemporânea: - Os católicos portugueses desobedecem aos bispos portugueses e os bispos portugueses ao Papa – enquanto o catolicismo se diferencia e fortalece. -Afonso Costa é ‘‘convertido’’ ao cristianismo e surge-nos na sua verdadeira posição de salvador da Igreja. - D. Manuel II, o rei exilado, recebe pela primeira vez um papel central. - Os tradicionalistas e o Centro Católico aliam-se aos republicanos para evitarem o regresso da monarquia liberal. Partindo da separação, este livro propõe-nos uma renovada compreensão da Primeira República e do catolicismo português contemporâneo e, noutro plano, desafia-nos a reinterpretarmos o Estado Novo, o 25 de Abril e a modernidade portuguesa." - Nota do autor.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Valeu a pena estudar a fundo a separação Estado-Igreja Católica durante a Primeira República, pois quase nada fica de pé nas narrativas dominantes da vida política portuguesa contemporânea: - Os católicos portugueses desobedecem aos bispos portugueses e os bispos portugueses ao Papa – enquanto o catolicismo se diferencia e fortalece. -Afonso Costa é ‘‘convertido’’ ao cristianismo e surge-nos na sua verdadeira posição de salvador da Igreja. - D. Manuel II, o rei exilado, recebe pela primeira vez um papel central. - Os tradicionalistas e o Centro Católico aliam-se aos republicanos para evitarem o regresso da monarquia liberal. Partindo da separação, este livro propõe-nos uma renovada compreensão da Primeira República e do catolicismo português contemporâneo e, noutro plano, desafia-nos a reinterpretarmos o Estado Novo, o 25 de Abril e a modernidade portuguesa." - Nota do autor.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-separacao-do-estado-e-da-igreja-de-luis-salgado-de-matos-4657513');
});">
Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Sob a coordenação de Raquel Varela, os autores deste volume conseguiram cumprir três tarefas principais. Em primeiro lugar, apresentam-nos as diversas variedades da precarização, do empobrecimento e da exclusão social que atualmente ameaçam devastar a sociedade portuguesa. Em segundo lugar, refutam completamente os muitos mitos propagados pelo establishment académico e político. E em terceiro lugar, discutem a necessidade e as dificuldades de uma resistência massiva.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Sob a coordenação de Raquel Varela, os autores deste volume conseguiram cumprir três tarefas principais. Em primeiro lugar, apresentam-nos as diversas variedades da precarização, do empobrecimento e da exclusão social que atualmente ameaçam devastar a sociedade portuguesa. Em segundo lugar, refutam completamente os muitos mitos propagados pelo establishment académico e político. E em terceiro lugar, discutem a necessidade e as dificuldades de uma resistência massiva.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-seguranca-social-e-sustentavel-de-raquel-varela-5120237');
});">
Edição: Set 2009
Nº Páginas: 1008
Sinopse:
A Segunda Guerra Mundial encontra-se entre os conflitos mais devastadores da história da humanidade: mais de quarenta milhões de militares e civis pereceram, muitos deles, em circunstâncias de uma crueldade prolongada e terrível. Inevitavelmente, e porque foram quem mais sofreu com a guerra, são esses milhões de vítimas que preenchem boa parte das páginas desta obra. A fim de assinalar o septuagésimo aniversário do início da conflagração, as Publicações Dom Quixote editam A Segunda Guerra Mundial, de Martin Gilbert, reputado historiador inglês, internacionalmente celebrado pela sua monumental biografia de Winston Churchill. Abordando, com larga documentação, todos os aspectos e implicações do tema, desde as questões políticas, diplomáticas e militares, às da vida civil, da espionagem, do crescimento e empobrecimento económicos, da liderança nas diversas nações combatentes e do debate ideológico na época, a presente obra é uma inesgotável fonte de conhecimento sobre o maior dos conflitos armados mundiais e o mais sombrio momento da Idade Contemporânea.
Nº Páginas: 1008
Sinopse:
A Segunda Guerra Mundial encontra-se entre os conflitos mais devastadores da história da humanidade: mais de quarenta milhões de militares e civis pereceram, muitos deles, em circunstâncias de uma crueldade prolongada e terrível. Inevitavelmente, e porque foram quem mais sofreu com a guerra, são esses milhões de vítimas que preenchem boa parte das páginas desta obra. A fim de assinalar o septuagésimo aniversário do início da conflagração, as Publicações Dom Quixote editam A Segunda Guerra Mundial, de Martin Gilbert, reputado historiador inglês, internacionalmente celebrado pela sua monumental biografia de Winston Churchill. Abordando, com larga documentação, todos os aspectos e implicações do tema, desde as questões políticas, diplomáticas e militares, às da vida civil, da espionagem, do crescimento e empobrecimento económicos, da liderança nas diversas nações combatentes e do debate ideológico na época, a presente obra é uma inesgotável fonte de conhecimento sobre o maior dos conflitos armados mundiais e o mais sombrio momento da Idade Contemporânea.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-segunda-guerra-mundial-de-martin-gilbert-4332372');
});">
Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Antes de ler este livro, encha um frasco com feijões e conte-os. Depois junte um grupo heterogéneo de amigos e peça que adivinhem o número correto. Chegará então a duas conclusões: nenhum dos seus amigos acertou e o melhor palpite é a média de todos os palpites individuais. Bem-vindo ao fascinante universo de "A Sabedoria das Multidões", o livro de culto de Silicon Valley que se tornou num "bestseller" internacional. James Surowiecki descobriu que os grupos podem revelar uma inteligência superior à dos peritos. Nas circunstâncias certas, são melhores a resolver problemas, a tomar decisões e até a prever o futuro. Lembram-se do concurso Quem Quer Ser Milionário? As respostas certas nunca vinham do amigo especialista, mas sim do público em estúdio. Recordam-se da explosão do Columbia? Muito antes da NASA, já os corretores da bolsa tinham descoberto qual das companhias envolvidas na construção do space shutlle falhara. O autor defende a sua tese apoiado no comportamento dos mercados, na psicologia, na biologia e até na história militar. Explica como e quando as multidões erram ou como e quando acertam em cheio, oferecendo uma ferramenta preciosa para as empresas, os governantes e a sociedade em geral.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Antes de ler este livro, encha um frasco com feijões e conte-os. Depois junte um grupo heterogéneo de amigos e peça que adivinhem o número correto. Chegará então a duas conclusões: nenhum dos seus amigos acertou e o melhor palpite é a média de todos os palpites individuais. Bem-vindo ao fascinante universo de "A Sabedoria das Multidões", o livro de culto de Silicon Valley que se tornou num "bestseller" internacional. James Surowiecki descobriu que os grupos podem revelar uma inteligência superior à dos peritos. Nas circunstâncias certas, são melhores a resolver problemas, a tomar decisões e até a prever o futuro. Lembram-se do concurso Quem Quer Ser Milionário? As respostas certas nunca vinham do amigo especialista, mas sim do público em estúdio. Recordam-se da explosão do Columbia? Muito antes da NASA, já os corretores da bolsa tinham descoberto qual das companhias envolvidas na construção do space shutlle falhara. O autor defende a sua tese apoiado no comportamento dos mercados, na psicologia, na biologia e até na história militar. Explica como e quando as multidões erram ou como e quando acertam em cheio, oferecendo uma ferramenta preciosa para as empresas, os governantes e a sociedade em geral.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-sabedoria-das-multidoes-de-james-surowiecki-7800886');
});">
Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Concursos como Passa a Palavra, A Visita da Cornélia ou Zip Zip eram verdadeiros campeões de audiências — existe até o mito das falhas no abastecimento de água durante os intervalos, porque toda a gente aproveitava para ir à casa de banho. O teleteatro e os musicais contavam com nomes como Eunice Muñoz, Amália Rodrigues ou António Feio. E o humor florescia com Raul Solnado, Nicolau Breyner ou Herman José. Não tivesse sido a preto e branco, e poderia falar-se de uma era dourada da televisão portuguesa, aquela que nasceu com a RTP a 7 de Março de 1957 e que fica para a posteridade em A RTP em Imagens - O entretenimento na era do preto e branco, 1957-1979. Celebrando os 60 anos da RTP, este livro reúne fotografias de cena que se fizeram destas emissões e constitui o registo de uma memória colectiva partilhada por gerações e gerações de telespectadores.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Concursos como Passa a Palavra, A Visita da Cornélia ou Zip Zip eram verdadeiros campeões de audiências — existe até o mito das falhas no abastecimento de água durante os intervalos, porque toda a gente aproveitava para ir à casa de banho. O teleteatro e os musicais contavam com nomes como Eunice Muñoz, Amália Rodrigues ou António Feio. E o humor florescia com Raul Solnado, Nicolau Breyner ou Herman José. Não tivesse sido a preto e branco, e poderia falar-se de uma era dourada da televisão portuguesa, aquela que nasceu com a RTP a 7 de Março de 1957 e que fica para a posteridade em A RTP em Imagens - O entretenimento na era do preto e branco, 1957-1979. Celebrando os 60 anos da RTP, este livro reúne fotografias de cena que se fizeram destas emissões e constitui o registo de uma memória colectiva partilhada por gerações e gerações de telespectadores.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-rtp-em-imagens-de-tinta-da-china-6119343');
});">
Edição: Set 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Chamam-lhe síntese, pequena introdução, história breve, mas nada disso é para diminuir A Revolução Russa, da historiadora Sheila Fitzpatrick. Pelo contrário: este livro, publicado pela primeira vez ainda durante a Guerra Fria, tornou-se um clássico e é uma referência até hoje para todos os que procuram uma abordagem directa, acrítica, acessível, e ainda assim abrangente, de um tema que, cem anos depois, continua a ser complexo. Actualizado ao longo dos tempos à luz de novos arquivos que se foram abrindo desde o fim da União Soviética, A Revolução Russa vai muito além do momento das revoluções de Fevereiro e Outubro de 1917. Oferece o contexto, passa pela Guerra Civil de 1918-20, segue a transformação da sociedade e do Partido Bolchevique ainda com Lenine, e chega até à designada revolução de Estaline, culminando já nos anos 1930, com a Grande Purga. Um dos eventos centrais do século XX é então aqui relatado com o entusiasmo narrativo que merece: a história de uma revolução que quis mudar o mundo, que deu origem a grandes vitórias e grandes sofrimentos, e que, tal como já tinha acontecido antes com a Revolução Francesa, acabou por devorar os seus próprios filhos.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Chamam-lhe síntese, pequena introdução, história breve, mas nada disso é para diminuir A Revolução Russa, da historiadora Sheila Fitzpatrick. Pelo contrário: este livro, publicado pela primeira vez ainda durante a Guerra Fria, tornou-se um clássico e é uma referência até hoje para todos os que procuram uma abordagem directa, acrítica, acessível, e ainda assim abrangente, de um tema que, cem anos depois, continua a ser complexo. Actualizado ao longo dos tempos à luz de novos arquivos que se foram abrindo desde o fim da União Soviética, A Revolução Russa vai muito além do momento das revoluções de Fevereiro e Outubro de 1917. Oferece o contexto, passa pela Guerra Civil de 1918-20, segue a transformação da sociedade e do Partido Bolchevique ainda com Lenine, e chega até à designada revolução de Estaline, culminando já nos anos 1930, com a Grande Purga. Um dos eventos centrais do século XX é então aqui relatado com o entusiasmo narrativo que merece: a história de uma revolução que quis mudar o mundo, que deu origem a grandes vitórias e grandes sofrimentos, e que, tal como já tinha acontecido antes com a Revolução Francesa, acabou por devorar os seus próprios filhos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-revolucao-russa-de-sheila-fitzpatrick-6308480');
});">
Edição: Out 2017
Nº Páginas: 212
Sinopse:
A Revolução dia a dia, do enforcamento do irmão de Lenine à morte e entrada de Lenine no mausoléu. Deixemos falar os factos: a maioria da esquerda russa, um bolchevique como Gorki, um marxista como Plekhanov, pensava de Lenine e da Revolução de Outubro o que Maomé pensa do toucinho. Outubro pôs fim ao pluralismo da esquerda e à extraordinária democracia participativa que a Revolução de Fevereiro criou na Rússia. Como pôde um partido minoritário e extremista tomar o poder no maior país do mundo? Sem a I Grande Guerra, não teria havido revolução. Sem Lenine, a Revolução não teria sido em Outubro. Sem o Terror Vermelho, o povo teria apeado os bolcheviques do poder.
Nº Páginas: 212
Sinopse:
A Revolução dia a dia, do enforcamento do irmão de Lenine à morte e entrada de Lenine no mausoléu. Deixemos falar os factos: a maioria da esquerda russa, um bolchevique como Gorki, um marxista como Plekhanov, pensava de Lenine e da Revolução de Outubro o que Maomé pensa do toucinho. Outubro pôs fim ao pluralismo da esquerda e à extraordinária democracia participativa que a Revolução de Fevereiro criou na Rússia. Como pôde um partido minoritário e extremista tomar o poder no maior país do mundo? Sem a I Grande Guerra, não teria havido revolução. Sem Lenine, a Revolução não teria sido em Outubro. Sem o Terror Vermelho, o povo teria apeado os bolcheviques do poder.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-revolucao-de-outubro-de-manuel-s-fonseca-6377972');
});">
Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Uma larga frente, estruturada na organização social e política dos concelhos, frente que envolvia os ventres ao sol (os que não tinham armadura para encorajarem a barriga), os burgueses (não já habitantes do burgo mas no sentido moderno de alugadores da força de trabalho nos campos, nos ofícios e detentores de capitais) e também elementos da pequena nobreza, empunhando a bandeira da independência nacional, ousou derrubar o governo legal quase sagrado, arrear o poder senhorial em numerosas cidades e vilas, quebrar cadeias servis que sufocavam a produção agrícola mercantil, abrir largamente o aparelho de Estado às novas forças sociais, transformando-o em aparelho nacional, largamente ao serviço da produção mercantil e do comércio marítimo (a própria guerra, o próprio ofício de defensor não consegue libertar-se mais da inserção numa estratégia comandada pelo mercado e a colonização capitalista). Tudo isto é uma outra maneira de dizer, explicando, que, em 1383, se iniciou a primeira revolução burguesa nacional triunfante.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Uma larga frente, estruturada na organização social e política dos concelhos, frente que envolvia os ventres ao sol (os que não tinham armadura para encorajarem a barriga), os burgueses (não já habitantes do burgo mas no sentido moderno de alugadores da força de trabalho nos campos, nos ofícios e detentores de capitais) e também elementos da pequena nobreza, empunhando a bandeira da independência nacional, ousou derrubar o governo legal quase sagrado, arrear o poder senhorial em numerosas cidades e vilas, quebrar cadeias servis que sufocavam a produção agrícola mercantil, abrir largamente o aparelho de Estado às novas forças sociais, transformando-o em aparelho nacional, largamente ao serviço da produção mercantil e do comércio marítimo (a própria guerra, o próprio ofício de defensor não consegue libertar-se mais da inserção numa estratégia comandada pelo mercado e a colonização capitalista). Tudo isto é uma outra maneira de dizer, explicando, que, em 1383, se iniciou a primeira revolução burguesa nacional triunfante.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-revolucao-de-1383-de-antonio-borges-coelho-6455664');
});">
Edição: Out 2008
Nº Páginas: 242
Sinopse:
Perante a diversidade actual dos modelos familiares, fará sentido continuar a falar da importância da família? Os valores que cimentaram a História de uma geração devem ser esquecidos ou, pelo contrário, transmitidos aos mais novos? A fragmentação de muitos casais pelo processo de divórcio conduz sempre a um corte emocional com a família alargada, ou pode proporcionar uma reflexão sobre a continuidade dos elos significativos através das diversas gerações? Qual o papel dos avós: transmissores de afectos sem regras ou, pelo contrário, a garantia de continuidade da família? Como se pode educar nos tempos de hoje, em que alguns reclamam mais autoridade e outros parece recearem a palavra?
Nº Páginas: 242
Sinopse:
Perante a diversidade actual dos modelos familiares, fará sentido continuar a falar da importância da família? Os valores que cimentaram a História de uma geração devem ser esquecidos ou, pelo contrário, transmitidos aos mais novos? A fragmentação de muitos casais pelo processo de divórcio conduz sempre a um corte emocional com a família alargada, ou pode proporcionar uma reflexão sobre a continuidade dos elos significativos através das diversas gerações? Qual o papel dos avós: transmissores de afectos sem regras ou, pelo contrário, a garantia de continuidade da família? Como se pode educar nos tempos de hoje, em que alguns reclamam mais autoridade e outros parece recearem a palavra?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-razao-dos-avos-de-daniel-sampaio-4157100');
});">
Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Novembro de 1989, o Mundo assistiu a um dos acontecimentos históricos mais importantes da era contemporânea: a Queda do Muro de Berlim. Um retrato rigoroso sobre estes eventos que marcaram para sempre o destino da Alemanha, da Europa e do Mundo, ao abrir um futuro incerto, mas esperançoso, o de um cenário radicalmente distinto da Guerra Fria, em que os atores teriam de reconsiderar os respetivos papéis.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Novembro de 1989, o Mundo assistiu a um dos acontecimentos históricos mais importantes da era contemporânea: a Queda do Muro de Berlim. Um retrato rigoroso sobre estes eventos que marcaram para sempre o destino da Alemanha, da Europa e do Mundo, ao abrir um futuro incerto, mas esperançoso, o de um cenário radicalmente distinto da Guerra Fria, em que os atores teriam de reconsiderar os respetivos papéis.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-queda-do-muro-de-berlim-de-ricardo-martin-de-la-guardia-6939494');
});">
Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Salazar caiu de uma cadeira, isso sabe-se. Mas não se tem a certeza, até hoje, meio século mais tarde, se o ditador chegou a ter consciência de que fora exonerado, ou se acreditou na farsa de que ainda era o presidente do Conselho. "Correram comigo brutalmente", terá dito à governanta poucos dias antes de morrer. Ou não? Tal como este, muitos outros episódios da vida de Salazar continuam envoltos em mistério, com versões contraditórias ou intencionalmente manipulados, herdeiros ainda do secretismo político do regime: — Que injecções tomava todas as semanas? — Um chefe de Estado pode só ter viajado uma vez de avião? — Afinal Marcello Caetano visitou-o no hospital antes do AVC? Os jornalistas António Caeiro, José Pedro Castanheira e Natal Vaz reuniram centenas de testemunhos, encontraram documentação que permaneceu inédita, e apresentam-nos A Queda de Salazar — O princípio do fim da ditadura, com muitos episódios até agora desconhecidos da governação e da vida do ditador.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Salazar caiu de uma cadeira, isso sabe-se. Mas não se tem a certeza, até hoje, meio século mais tarde, se o ditador chegou a ter consciência de que fora exonerado, ou se acreditou na farsa de que ainda era o presidente do Conselho. "Correram comigo brutalmente", terá dito à governanta poucos dias antes de morrer. Ou não? Tal como este, muitos outros episódios da vida de Salazar continuam envoltos em mistério, com versões contraditórias ou intencionalmente manipulados, herdeiros ainda do secretismo político do regime: — Que injecções tomava todas as semanas? — Um chefe de Estado pode só ter viajado uma vez de avião? — Afinal Marcello Caetano visitou-o no hospital antes do AVC? Os jornalistas António Caeiro, José Pedro Castanheira e Natal Vaz reuniram centenas de testemunhos, encontraram documentação que permaneceu inédita, e apresentam-nos A Queda de Salazar — O princípio do fim da ditadura, com muitos episódios até agora desconhecidos da governação e da vida do ditador.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-queda-de-salazar-de-jose-pedro-castanheira-6779405');
});">
Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Antony Beevor, fazendo uso de novos factos retirados de antigos arquivos soviéticos, da antiga República Democrática Alemã e ainda americanos, ingleses, franceses e suecos, reconstruiu as experiências vividas por milhões de indivíduos apanhados no meio do pesadelo do colapso final do Terceiro Reich. A Queda de Berlim - 1945 é um testemunho terrível que fala de orgulho, de estupidez, de fanatismo, de vingança e de brutalidade, mas é também o testemunho sobre a resistência, a abnegação e a sobrevivência.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Antony Beevor, fazendo uso de novos factos retirados de antigos arquivos soviéticos, da antiga República Democrática Alemã e ainda americanos, ingleses, franceses e suecos, reconstruiu as experiências vividas por milhões de indivíduos apanhados no meio do pesadelo do colapso final do Terceiro Reich. A Queda de Berlim - 1945 é um testemunho terrível que fala de orgulho, de estupidez, de fanatismo, de vingança e de brutalidade, mas é também o testemunho sobre a resistência, a abnegação e a sobrevivência.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-queda-de-berlim-1945-de-antony-beevor-6885883');
});">
Edição: Jun 2010
Nº Páginas: 320
Sinopse:
No clima apocalíptico do fim do século, a profunda intolerância dos costumes nacionais ressuscitou. Portugal era uma nação antiga e homogénea, com fronteiras fixas há muito, onde só se conhecia uma língua e se praticava uma religião, um pais pouco propicio a discussão racional, ao debate calmo, ao pluralismo. Com a crise de 1890, o clima harmónico da Regeneração desapareceu. Ao modificar o sistema politico num sentido repressivo, a Monarquia conseguiu suster, provisoriamente, a maré de descontentamento. Mas, quando chegou o momento decisivo, ninguém quis morrer por ela.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
No clima apocalíptico do fim do século, a profunda intolerância dos costumes nacionais ressuscitou. Portugal era uma nação antiga e homogénea, com fronteiras fixas há muito, onde só se conhecia uma língua e se praticava uma religião, um pais pouco propicio a discussão racional, ao debate calmo, ao pluralismo. Com a crise de 1890, o clima harmónico da Regeneração desapareceu. Ao modificar o sistema politico num sentido repressivo, a Monarquia conseguiu suster, provisoriamente, a maré de descontentamento. Mas, quando chegou o momento decisivo, ninguém quis morrer por ela.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-queda-da-monarquia-de-maria-filomena-monica-4486552');
});">
Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 344
Sinopse:
A Quarta Revolução aborda a crise de governação e a ineficácia do Estado no Ocidente. Defende que é necessário revolucionar o sistema político e traça caminhos para melhorar o futuro da nossa sociedade."O Estado está a ponto de mudar. Está no ar uma revolução, movida em parte pela necessidade que advém da escassez de recursos, pela lógica de uma renovada concorrência entre os Estados-nação e também pela oportunidade de fazer melhor as coisas."Na maior parte do Ocidente, a desilusão com os governos tornou-se endémica. Há paralisia na América; fúria na maior parte da Europa; cinismo na Grã-Bretanha; legitimidade decrescente em todo o lado. A maioria de nós resignou-se e considera que nada vai alguma vez mudar. Mas como John Micklethwait e Adrian Wooldridge nos demonstram neste livro estimulante, esta é uma visão profundamente limitada das coisas. Em resposta às crises anteriores de governação existiram três grandes revoluções, que por sua vez produziram respetivamente o Estado-Nação, o Estado liberal e o Estado Social. Em cada uma delas, a Europa e a América deram o exemplo. Dizem os autores que estamos agora no início de uma quarta revolução na história do Estado Nação, mas que desta vez o Ocidente corre o perigo de ficar para trás.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
A Quarta Revolução aborda a crise de governação e a ineficácia do Estado no Ocidente. Defende que é necessário revolucionar o sistema político e traça caminhos para melhorar o futuro da nossa sociedade."O Estado está a ponto de mudar. Está no ar uma revolução, movida em parte pela necessidade que advém da escassez de recursos, pela lógica de uma renovada concorrência entre os Estados-nação e também pela oportunidade de fazer melhor as coisas."Na maior parte do Ocidente, a desilusão com os governos tornou-se endémica. Há paralisia na América; fúria na maior parte da Europa; cinismo na Grã-Bretanha; legitimidade decrescente em todo o lado. A maioria de nós resignou-se e considera que nada vai alguma vez mudar. Mas como John Micklethwait e Adrian Wooldridge nos demonstram neste livro estimulante, esta é uma visão profundamente limitada das coisas. Em resposta às crises anteriores de governação existiram três grandes revoluções, que por sua vez produziram respetivamente o Estado-Nação, o Estado liberal e o Estado Social. Em cada uma delas, a Europa e a América deram o exemplo. Dizem os autores que estamos agora no início de uma quarta revolução na história do Estado Nação, mas que desta vez o Ocidente corre o perigo de ficar para trás.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-quarta-revolucao-de-john-micklethwait-5540294');
});">
Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Sejamos honestos, estamos rodeados pela estupidez: o colega gabarolas que aturamos todos os dias, o amigo do Facebook que partilha teorias da conspiração, a vizinha de cima que usa saltos às quatro da manhã. E a estupidez mais difícil de todas - a nossa - é um fardo bem difícil de ultrapassar. Tentar acabar com a estupidez seria estúpido - afinal, ela é tão natural no ser humano como o respirar e o falar. Mas isso não quer dizer que não tentemos compreendê-la. É precisamente isso que A Psicologia da Estupidez faz, convidando alguns dos mais eminentes pensadores e psicólogos — incluindo um Prémio Nobel e vários autores bestsellers — a explicar, com humor e boa disposição, os seguintes enigmas: Porque é que as pessoas inteligentes por vezes acreditam nos maiores absurdos; Como é que os nossos cérebros preguiçosos nos levam a tomar as decisões erradas; Porque tentar debater com os tolos é uma armadilha; Como a manipulação dos media e a superestimulação da Internet nos tornam mais burros; Porque é que as pessoas mais estúpidas não sabem que são estúpidas. Acreditamos que a sabedoria e a inteligência destes especialistas são um bálsamo para as nossas almas feridas e um farol de esperança num mundo de… pois, vocês sabem.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Sejamos honestos, estamos rodeados pela estupidez: o colega gabarolas que aturamos todos os dias, o amigo do Facebook que partilha teorias da conspiração, a vizinha de cima que usa saltos às quatro da manhã. E a estupidez mais difícil de todas - a nossa - é um fardo bem difícil de ultrapassar. Tentar acabar com a estupidez seria estúpido - afinal, ela é tão natural no ser humano como o respirar e o falar. Mas isso não quer dizer que não tentemos compreendê-la. É precisamente isso que A Psicologia da Estupidez faz, convidando alguns dos mais eminentes pensadores e psicólogos — incluindo um Prémio Nobel e vários autores bestsellers — a explicar, com humor e boa disposição, os seguintes enigmas: Porque é que as pessoas inteligentes por vezes acreditam nos maiores absurdos; Como é que os nossos cérebros preguiçosos nos levam a tomar as decisões erradas; Porque tentar debater com os tolos é uma armadilha; Como a manipulação dos media e a superestimulação da Internet nos tornam mais burros; Porque é que as pessoas mais estúpidas não sabem que são estúpidas. Acreditamos que a sabedoria e a inteligência destes especialistas são um bálsamo para as nossas almas feridas e um farol de esperança num mundo de… pois, vocês sabem.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-psicologia-da-estupidez-de-jean-francois-marmion-7395950');
});">
Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em agosto de 1519, Fernão de Magalhães içou âncoras do porto de Sevilha, ao serviço da Coroa espanhola. Tinha início a primeira viagem em redor do Mundo, que descobriria novas rotas de navegação e alteraria todos os mapas da Terra existentes até então. Comandava cinco navios e 237 homens. Embarcado como representante da corte de Veneza na expedição espanhola, Antonio Pigafetta sobreviveu à terrível viagem e celebrizou-se como cronista da grande aventura. Cruzaram aquele que seria batizado de estreito de Magalhães, descobriram o maior oceano da Terra (o Pacífico), passaram pela Ásia - onde Magalhães foi tragicamente morto por nativos filipinos -, contornaram a África e então regressaram a Espanha, em setembro de 1522. A armada havia sido reduzida a um só navio, o Victoria, e 18 homens famintos, entre eles Pigafetta.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em agosto de 1519, Fernão de Magalhães içou âncoras do porto de Sevilha, ao serviço da Coroa espanhola. Tinha início a primeira viagem em redor do Mundo, que descobriria novas rotas de navegação e alteraria todos os mapas da Terra existentes até então. Comandava cinco navios e 237 homens. Embarcado como representante da corte de Veneza na expedição espanhola, Antonio Pigafetta sobreviveu à terrível viagem e celebrizou-se como cronista da grande aventura. Cruzaram aquele que seria batizado de estreito de Magalhães, descobriram o maior oceano da Terra (o Pacífico), passaram pela Ásia - onde Magalhães foi tragicamente morto por nativos filipinos -, contornaram a África e então regressaram a Espanha, em setembro de 1522. A armada havia sido reduzida a um só navio, o Victoria, e 18 homens famintos, entre eles Pigafetta.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-primeira-viagem-em-redor-do-mundo-de-antonio-pigafetta-7106552');
});">
Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro não conta a história da I República Portuguesa como sucessão de factos cronologicamente encadeados e politicamente desenvolvidos. Tal história, que é aliás indispensável, constituirá outro volume dentro desta colecção. O objectivo único deste livro foi desvelar um pouco os bastidores, analisando estruturas de base e conjunturas menos conhecidas. Procurou-se fazê-lo sem pretensões, de maneira resumida e fácil, pronta a ser assimilada por qualquer tipo de público,medianamente instruído.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro não conta a história da I República Portuguesa como sucessão de factos cronologicamente encadeados e politicamente desenvolvidos. Tal história, que é aliás indispensável, constituirá outro volume dentro desta colecção. O objectivo único deste livro foi desvelar um pouco os bastidores, analisando estruturas de base e conjunturas menos conhecidas. Procurou-se fazê-lo sem pretensões, de maneira resumida e fácil, pronta a ser assimilada por qualquer tipo de público,medianamente instruído.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-primeira-republica-portuguesa-de-a-h-de-oliveira-marques-4496147');
});">
Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A 1.ª invasão francesa de Portugal, em 1807 - liderada pelo general Junot, um dos mais experientes generais de Napoleão -, foi um acontecimento decisivo na longa e brutal guerra peninsular. Foi a 1.ª campanha que Sir Arthur Wellesley, mais tarde duque de Wellington, liderou na Península. David Buttery estudou esta campanha e oferece-nos uma nova perspectiva. A sua narrativa cobre a totalidade da campanha com vívidos pormenores - o surgimento da resistência popular às forças ocupantes francesas, o despoletar da guerra de guerrilha, as diferentes tácticas dos exércitos opostos, as personalidades contrastantes de Wellesley e Junot, as vitórias aliadas em Roliça e Vimieiro e a infame convenção de Sintra.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A 1.ª invasão francesa de Portugal, em 1807 - liderada pelo general Junot, um dos mais experientes generais de Napoleão -, foi um acontecimento decisivo na longa e brutal guerra peninsular. Foi a 1.ª campanha que Sir Arthur Wellesley, mais tarde duque de Wellington, liderou na Península. David Buttery estudou esta campanha e oferece-nos uma nova perspectiva. A sua narrativa cobre a totalidade da campanha com vívidos pormenores - o surgimento da resistência popular às forças ocupantes francesas, o despoletar da guerra de guerrilha, as diferentes tácticas dos exércitos opostos, as personalidades contrastantes de Wellesley e Junot, as vitórias aliadas em Roliça e Vimieiro e a infame convenção de Sintra.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-primeira-invasao-de-portugal-1807-1808-de-david-buttery-4997822');
});">
Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 912
Sinopse:
A 11 de novembro de 1918 é assinado o armistício que põe fim à Primeira Guerra Mundial. Nove milhões de soldados morreram, quatro grandes impérios foram destruídos e o panorama geopolítico da Europa e do Médio Oriente alterou-se para sempre. O historiador Martin Gilbert conta-nos, através de uma narrativa empolgante, a história deste terrível conflito. Os horrores das batalhas, o confronto por mar e ar e as experiências vividas nas trincheiras e nas frentes de combate pelos soldados das diferentes nações beligerantes. Sete mil portugueses perderam a vida na Grande Guerra. Colocados na Frente Ocidental, na Flandres, França, o Corpo Expedicionário Português participou na decisiva batalha de La Lys. A 9 de abril de 1918, 20 mil homens não conseguiram travar os 50 mil soldados alemães, naquela que foi uma das mais sangrentas batalhas da Primeira Guerra Mundial. Esta foi uma guerra extremamente mortífera, facto que se deveu, em parte, como nos explica Martin Gilbert, às novas tecnologias militares que se desenvolveram. Novos tanques, aviões que pela primeira vez foram usados com fins militares, tornando os bombardeamentos aéreos uma nova realidade, metralhadoras cada vez mais rápidas e potentes, novos navios de combate e a novidade da guerra química, com o gás tóxico usado pela primeira vez pelos alemães em 1915.
Nº Páginas: 912
Sinopse:
A 11 de novembro de 1918 é assinado o armistício que põe fim à Primeira Guerra Mundial. Nove milhões de soldados morreram, quatro grandes impérios foram destruídos e o panorama geopolítico da Europa e do Médio Oriente alterou-se para sempre. O historiador Martin Gilbert conta-nos, através de uma narrativa empolgante, a história deste terrível conflito. Os horrores das batalhas, o confronto por mar e ar e as experiências vividas nas trincheiras e nas frentes de combate pelos soldados das diferentes nações beligerantes. Sete mil portugueses perderam a vida na Grande Guerra. Colocados na Frente Ocidental, na Flandres, França, o Corpo Expedicionário Português participou na decisiva batalha de La Lys. A 9 de abril de 1918, 20 mil homens não conseguiram travar os 50 mil soldados alemães, naquela que foi uma das mais sangrentas batalhas da Primeira Guerra Mundial. Esta foi uma guerra extremamente mortífera, facto que se deveu, em parte, como nos explica Martin Gilbert, às novas tecnologias militares que se desenvolveram. Novos tanques, aviões que pela primeira vez foram usados com fins militares, tornando os bombardeamentos aéreos uma nova realidade, metralhadoras cada vez mais rápidas e potentes, novos navios de combate e a novidade da guerra química, com o gás tóxico usado pela primeira vez pelos alemães em 1915.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-primeira-guerra-mundial-de-martin-gilbert-5208235');
});">
Edição: Mai 2008
Nº Páginas: 310
Sinopse:
Quando Jonas foi engolido pelo "grande peixe", tentava apenas escapar para o território que é agora Portugal. Foi aqui que Aníbal encontrou os guerreiros, as armas e o ouro que tornaram possível a sua marcha sobre Roma; e Júlio César, a fortuna que lhe permitiu as conquistas da Gália e da Inglaterra. Durante a Alta Idade Média, mais a norte, os governantes árabes integraram Portugal na civilização mais avançada do mundo. Após a conquista de Lisboa, pelos Normandos, o novo Portugal levou Veneza à bancarrota e tornou-se a nação mais rica da Europa. Antes de ser eleito Papa, com o nome de João XXI, Pedro Hispano, nascido em Lisboa, escreveu um dos primeiros compêndios modernos sobre Medicina que, um século mais tarde, era livro de consulta obrigatória em quase toda a Europa. Os Portugueses levaram as túlipas, o chocolate e os diamantes para a Holanda, introduziram na Inglaterra o hábito do chá das cinco e deram a Bombaim a chave do Império. Ensinaram a África a proteger-se contra a malária e levaram carregamentos de escravos para a América. Introduziram, na Índia, o ensino superior, o caril e as chamuças e, no Japão, a tempura e as armas de fogo.
Nº Páginas: 310
Sinopse:
Quando Jonas foi engolido pelo "grande peixe", tentava apenas escapar para o território que é agora Portugal. Foi aqui que Aníbal encontrou os guerreiros, as armas e o ouro que tornaram possível a sua marcha sobre Roma; e Júlio César, a fortuna que lhe permitiu as conquistas da Gália e da Inglaterra. Durante a Alta Idade Média, mais a norte, os governantes árabes integraram Portugal na civilização mais avançada do mundo. Após a conquista de Lisboa, pelos Normandos, o novo Portugal levou Veneza à bancarrota e tornou-se a nação mais rica da Europa. Antes de ser eleito Papa, com o nome de João XXI, Pedro Hispano, nascido em Lisboa, escreveu um dos primeiros compêndios modernos sobre Medicina que, um século mais tarde, era livro de consulta obrigatória em quase toda a Europa. Os Portugueses levaram as túlipas, o chocolate e os diamantes para a Holanda, introduziram na Inglaterra o hábito do chá das cinco e deram a Bombaim a chave do Império. Ensinaram a África a proteger-se contra a malária e levaram carregamentos de escravos para a América. Introduziram, na Índia, o ensino superior, o caril e as chamuças e, no Japão, a tempura e as armas de fogo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-primeira-aldeia-global-de-martin-page-4099006');
});">
Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 504
Sinopse:
"Quando pensa que terminou a Segunda Guerra Mundial? Em Agosto de 1945, depois da rendição dos japoneses? Bem, depende da perspectiva. Se estiver convicto de que o final da guerra deveria ter proporcionado "liberdade" aos países que sofreram sob a ocupação nazi, então, para milhões de pessoas, a guerra não terminou verdadeiramente antes da queda do comunismo, há menos de vinte anos. No Verão de 1945, os povos da Polónia, dos Estados do Báltico e de alguns outros países da Europa de Leste apenas trocaram o jugo de um tirano pelo de outro. Foi com o objectivo de demonstrar esta amarga realidade que os presidentes da Estónia e da Lituânia se recusaram a visitar Moscovo em 2005, para participar nas "celebrações" que assinalaram o 60º aniversário do "fim da guerra" na Europa. Como aconteceu esta injustiça? Eis uma das questões cruciais a que este livro procura responder. E trata-se de uma história que só se tornou possível narrar após a queda do comunismo. Não só porque as cerca de cem testemunhas oculares que encontrei na antiga União Soviética e na Europa de Leste nunca poderiam ter falado abertamente sob o regime comunista, mas também porque só recentemente ficaram disponíveis importantes materiais de arquivo - que sucessivos governos soviéticos esconderam o melhor que puderam. A existência destes documentos permitiu que fosse escrita uma verdadeira história "de bastidores" das relações do Ocidente com Estaline. O que implica - assim o espero - que este livro apresente muitas novidades."
Nº Páginas: 504
Sinopse:
"Quando pensa que terminou a Segunda Guerra Mundial? Em Agosto de 1945, depois da rendição dos japoneses? Bem, depende da perspectiva. Se estiver convicto de que o final da guerra deveria ter proporcionado "liberdade" aos países que sofreram sob a ocupação nazi, então, para milhões de pessoas, a guerra não terminou verdadeiramente antes da queda do comunismo, há menos de vinte anos. No Verão de 1945, os povos da Polónia, dos Estados do Báltico e de alguns outros países da Europa de Leste apenas trocaram o jugo de um tirano pelo de outro. Foi com o objectivo de demonstrar esta amarga realidade que os presidentes da Estónia e da Lituânia se recusaram a visitar Moscovo em 2005, para participar nas "celebrações" que assinalaram o 60º aniversário do "fim da guerra" na Europa. Como aconteceu esta injustiça? Eis uma das questões cruciais a que este livro procura responder. E trata-se de uma história que só se tornou possível narrar após a queda do comunismo. Não só porque as cerca de cem testemunhas oculares que encontrei na antiga União Soviética e na Europa de Leste nunca poderiam ter falado abertamente sob o regime comunista, mas também porque só recentemente ficaram disponíveis importantes materiais de arquivo - que sucessivos governos soviéticos esconderam o melhor que puderam. A existência destes documentos permitiu que fosse escrita uma verdadeira história "de bastidores" das relações do Ocidente com Estaline. O que implica - assim o espero - que este livro apresente muitas novidades."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/a-porta-fechada-a-segunda-guerra-mundial-de-laurence-rees-5418801');
});">
