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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Marcou o fim de uma dinastia financeira e de uma marca com 150 anos, e transformou um banqueiro, Ricardo Salgado de todo poderoso a uma espécie de maior vilão do século. Fez vítimas como os 30 mil accionistas, milhões de clientes e investidores em Portugal e em vários pontos do globo, milhares de empresas viram os seus investimentos suspensos. A sua intensidade atingiu o Banco de Portugal, a CMVM, o BCE, o Governo e até o presidente da república. Mas na origem do Furacão BES estão guerras de famílias, engenharia financeira, prejuízos ocultos, um poder que julgava absoluto que se esboroa.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Marcou o fim de uma dinastia financeira e de uma marca com 150 anos, e transformou um banqueiro, Ricardo Salgado de todo poderoso a uma espécie de maior vilão do século. Fez vítimas como os 30 mil accionistas, milhões de clientes e investidores em Portugal e em vários pontos do globo, milhares de empresas viram os seus investimentos suspensos. A sua intensidade atingiu o Banco de Portugal, a CMVM, o BCE, o Governo e até o presidente da república. Mas na origem do Furacão BES estão guerras de famílias, engenharia financeira, prejuízos ocultos, um poder que julgava absoluto que se esboroa.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Uma das mais importantes histórias até agora não contadas da Segunda Guerra Mundial. "As Resistentes", traz para a luz do dia os feitos extraordinários e corajosos de um grupo de mulheres judias que se tornaram combatentes da Resistência. Testemunhas do brutal assassínio das suas famílias e da violenta destruição das suas comunidades, um grupo de mulheres judias na Polónia, algumas ainda adolescentes tornaram-se o coração de uma vasta rede de resistência que lutou contra os nazis. Com coragem, astúcia e nervos de aço, estas raparigas do gueto esconderam revólveres dentro de pães, mensagens codificadas nos seus cabelos, ajudaram a construir sistemas de bunkers subterrâneos e esconderam milhares de judeus em refúgios seguros. Namoriscaram soldados alemães, subornaram-nos com vinho e uísque, usaram a sua aparência para os seduzir e matar. Dinamitaram vias-férreas e sabotaram as linhas de abastecimento alemãs. Judy Batalion, neta de sobreviventes polacos do Holocausto, leva-nos até 1939 para nos apresentar Renia Kukielka, que arrisca a sua vida a viajar, a pé ou de comboio, pela Polónia ocupada. Batalion segue a vida de Renia e todas estas outras incríveis mulheres que foram contrabandistas, mulheres correio, lutadoras, espiãs, sabotadoras... Poderoso e inspirador, As Resistentes é um relato verdadeiro e inesquecível acerca da luta pela liberdade, da coragem excecional, da amizade entre mulheres e da sobrevivência perante a adversidade.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Uma das mais importantes histórias até agora não contadas da Segunda Guerra Mundial. "As Resistentes", traz para a luz do dia os feitos extraordinários e corajosos de um grupo de mulheres judias que se tornaram combatentes da Resistência. Testemunhas do brutal assassínio das suas famílias e da violenta destruição das suas comunidades, um grupo de mulheres judias na Polónia, algumas ainda adolescentes tornaram-se o coração de uma vasta rede de resistência que lutou contra os nazis. Com coragem, astúcia e nervos de aço, estas raparigas do gueto esconderam revólveres dentro de pães, mensagens codificadas nos seus cabelos, ajudaram a construir sistemas de bunkers subterrâneos e esconderam milhares de judeus em refúgios seguros. Namoriscaram soldados alemães, subornaram-nos com vinho e uísque, usaram a sua aparência para os seduzir e matar. Dinamitaram vias-férreas e sabotaram as linhas de abastecimento alemãs. Judy Batalion, neta de sobreviventes polacos do Holocausto, leva-nos até 1939 para nos apresentar Renia Kukielka, que arrisca a sua vida a viajar, a pé ou de comboio, pela Polónia ocupada. Batalion segue a vida de Renia e todas estas outras incríveis mulheres que foram contrabandistas, mulheres correio, lutadoras, espiãs, sabotadoras... Poderoso e inspirador, As Resistentes é um relato verdadeiro e inesquecível acerca da luta pela liberdade, da coragem excecional, da amizade entre mulheres e da sobrevivência perante a adversidade.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 744
Sinopse:
O mais recente livro de Fukuyama é uma viagem à história da humanidade, analisando as primeiras formas de Estado e as suas interpretações mais recentes. Reportando um vasto leque de conhecimentos - desde a história até à biologia evolutiva, passando pela arqueologia e a economia - este autor americano escreveu um livro brilhante e provocador, que propõe novas interpretações para a origem das sociedades democráticas, colocando questões essenciais sobre a natureza da política e o descontentamento que tem provocado.
Nº Páginas: 744
Sinopse:
O mais recente livro de Fukuyama é uma viagem à história da humanidade, analisando as primeiras formas de Estado e as suas interpretações mais recentes. Reportando um vasto leque de conhecimentos - desde a história até à biologia evolutiva, passando pela arqueologia e a economia - este autor americano escreveu um livro brilhante e provocador, que propõe novas interpretações para a origem das sociedades democráticas, colocando questões essenciais sobre a natureza da política e o descontentamento que tem provocado.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Rezaram e fizeram promessas por eles. Escreveram-lhes centenas de aerogramas, adiando o amor, às vezes sem volta. Tornaram-se madrinhas de guerra de homens que nem sequer conheciam. Foram com eles para o território desconhecido de África, que amaram ou odiaram, ou resignaram-se a esperar por eles, com filhos nos braços. Voaram para os resgatar do mato, onde chegaram mesmo a morrer por eles, e organizaram-se, com maior ou menor cunho ideológico, para lhes aliviar a saudade, enquanto apoiavam as suas famílias. Arriscaram por eles, protegendo-lhes a retaguarda, contestando a guerra, desertando sem saberem quando voltariam ao seu país, mergulhando na clandestinidade e aderindo à luta armada, sujeitas às sevícias da polícia política e perdendo a juventude nas masmorras da prisão. Trataram deles quando voltaram, mutilados e traumatizados, e habituaram-se a amar homens diferentes daqueles com quem haviam casado. Cada uma à sua maneira, as protagonistas deste livro foram pioneiras, desbravando caminhos outrora vedados às mulheres. Mães, irmãs, filhas, amantes, companheiras, amigas, muitas mulheres viveram a guerra colonial como se também elas tivessem sido mobilizadas. Depois da guerra, também para elas nada foi como dantes.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Rezaram e fizeram promessas por eles. Escreveram-lhes centenas de aerogramas, adiando o amor, às vezes sem volta. Tornaram-se madrinhas de guerra de homens que nem sequer conheciam. Foram com eles para o território desconhecido de África, que amaram ou odiaram, ou resignaram-se a esperar por eles, com filhos nos braços. Voaram para os resgatar do mato, onde chegaram mesmo a morrer por eles, e organizaram-se, com maior ou menor cunho ideológico, para lhes aliviar a saudade, enquanto apoiavam as suas famílias. Arriscaram por eles, protegendo-lhes a retaguarda, contestando a guerra, desertando sem saberem quando voltariam ao seu país, mergulhando na clandestinidade e aderindo à luta armada, sujeitas às sevícias da polícia política e perdendo a juventude nas masmorras da prisão. Trataram deles quando voltaram, mutilados e traumatizados, e habituaram-se a amar homens diferentes daqueles com quem haviam casado. Cada uma à sua maneira, as protagonistas deste livro foram pioneiras, desbravando caminhos outrora vedados às mulheres. Mães, irmãs, filhas, amantes, companheiras, amigas, muitas mulheres viveram a guerra colonial como se também elas tivessem sido mobilizadas. Depois da guerra, também para elas nada foi como dantes.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 528
Sinopse:
As mulheres, amantes, mães, irmãs e filhas dos Césares têm sido popularmente caracterizadas como assassinas cruéis, adúlteras sem vergonha e interventoras políticas coniventes nos grandes dramas da corte romana. Desde 30 a. C., quando Cleópatra, Octávia e Lívia surgem no auge da mudança de Roma de república para autocracia, até ao século v, com Gala Placídia aprisionada por invasores godos, a autora traça um retrato das vidas das mulheres que ascenderam ao poder nestes cinco séculos. A política de Roma é revelada também através das histórias de Júlia, uma filha que desgraçou o pai embriagando-se no Fórum romano e praticando sexo com estranhos; Popeia, uma amante fútil que persuadiu o imperador a matar a mãe para que pudessem casar; Domícia, uma esposa que teve um caso com um ator antes de conspirar para o assassínio do marido; e Fausta, uma madrasta que tentou seduzir o próprio enteado e engendrou de seguida a sua execução, sendo depois atirada para água a ferver como castigo.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
As mulheres, amantes, mães, irmãs e filhas dos Césares têm sido popularmente caracterizadas como assassinas cruéis, adúlteras sem vergonha e interventoras políticas coniventes nos grandes dramas da corte romana. Desde 30 a. C., quando Cleópatra, Octávia e Lívia surgem no auge da mudança de Roma de república para autocracia, até ao século v, com Gala Placídia aprisionada por invasores godos, a autora traça um retrato das vidas das mulheres que ascenderam ao poder nestes cinco séculos. A política de Roma é revelada também através das histórias de Júlia, uma filha que desgraçou o pai embriagando-se no Fórum romano e praticando sexo com estranhos; Popeia, uma amante fútil que persuadiu o imperador a matar a mãe para que pudessem casar; Domícia, uma esposa que teve um caso com um ator antes de conspirar para o assassínio do marido; e Fausta, uma madrasta que tentou seduzir o próprio enteado e engendrou de seguida a sua execução, sendo depois atirada para água a ferver como castigo.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Mesmo face a incêndios descontrolados, fenómenos meteorológicos cataclísmicos e desertificação, as árvores estão à altura de qualquer capacidade de destruição humana. Nós é que podemos não estar lá para o ver… No mesmo registo de curiosidade científica de A Vida Secreta das Árvores, e com um tom igualmente crítico, Peter Wohlleben aborda as questões relacionadas com a sustentabilidade da vida na terra - do ponto de vista dos sábios seres que a sustentam. Com novas lições sobre as fascinantes capacidades das árvores, leva-nos a ponderar os reais riscos e consequências da exploração sem limites dos recursos naturais do planeta. Uma leitura fascinante - e que é 100% do nosso interesse… A Floresta Pode Salvar-nos… Se a Deixarmos!
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Mesmo face a incêndios descontrolados, fenómenos meteorológicos cataclísmicos e desertificação, as árvores estão à altura de qualquer capacidade de destruição humana. Nós é que podemos não estar lá para o ver… No mesmo registo de curiosidade científica de A Vida Secreta das Árvores, e com um tom igualmente crítico, Peter Wohlleben aborda as questões relacionadas com a sustentabilidade da vida na terra - do ponto de vista dos sábios seres que a sustentam. Com novas lições sobre as fascinantes capacidades das árvores, leva-nos a ponderar os reais riscos e consequências da exploração sem limites dos recursos naturais do planeta. Uma leitura fascinante - e que é 100% do nosso interesse… A Floresta Pode Salvar-nos… Se a Deixarmos!
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"As Lágrimas de D. João VI" é o resultado da recolha das notas e leituras que a autora vem fazendo, ao longo dos últimos anos, em torno da vida privada e semioficial da família real portuguesa, nomeadamente dos reinados de D. Maria I e D. João VI. A vida deste rei, pode dizer-se sem erro de julgamento, foi altamente condicionada e elevada a patamares nunca anteriormente vivenciados, de forma tão dramática, por um monarca português, dadas as exigências e desafios com que foi confrontado. As lágrimas que encontrará vertidas nesta narrativa são a imagem das que o rei chorou, amarga, dolorosa e sentidamente, ao longo da sua vida. Tendo em consideração os factos marcantes da biografia de D. João VI - que da condição de infante se viu inesperadamente projectado à de príncipe regente, face à morte prematura do irmão e à renúncia da mãe ao trono -, e não obstante as vicissitudes do seu reinado, D. João, como nenhum outro rei português, teve o privilégio de ser aclamado rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e, de uma forma igualmente única, acabará os seus dias usando a real chancela de imperador.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"As Lágrimas de D. João VI" é o resultado da recolha das notas e leituras que a autora vem fazendo, ao longo dos últimos anos, em torno da vida privada e semioficial da família real portuguesa, nomeadamente dos reinados de D. Maria I e D. João VI. A vida deste rei, pode dizer-se sem erro de julgamento, foi altamente condicionada e elevada a patamares nunca anteriormente vivenciados, de forma tão dramática, por um monarca português, dadas as exigências e desafios com que foi confrontado. As lágrimas que encontrará vertidas nesta narrativa são a imagem das que o rei chorou, amarga, dolorosa e sentidamente, ao longo da sua vida. Tendo em consideração os factos marcantes da biografia de D. João VI - que da condição de infante se viu inesperadamente projectado à de príncipe regente, face à morte prematura do irmão e à renúncia da mãe ao trono -, e não obstante as vicissitudes do seu reinado, D. João, como nenhum outro rei português, teve o privilégio de ser aclamado rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e, de uma forma igualmente única, acabará os seus dias usando a real chancela de imperador.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 676
Sinopse:
Nenhum outro soldado provocou tanto ódio e admiração como Napoleão Bonaparte. O autoproclamado imperador francês foi um conquistador ou um libertador? Um agressor ou uma vítima? Um pecador ou um santo? O prestigiado historiador inglês Charles Esdaile repensou a figura do general francês para além das lendas e do mito, que o próprio ajudou a criar, para abrir um novo entendimento sobre esta figura, o seu caráter, as suas políticas e a sua carreira militar internacional. Não se trata apenas de uma biografia, nem da análise das campanhas napoleónicas, mas sim de um estudo mais abrangente, sobre as guerras na Europa. Da Península Ibérica à Rússia, dos Balcãs à Escandinávia, da Polónia à Turquia, o historiador conta-nos episódios militares como a entrada do exército francês em Berlim, depois das batalhas de Jena e Auestadt, relata-nos o confronto sangrento que tomou a vida a dez mil franceses na batalha de Smolensk, bem como a terrível batalha de Borodino a 7 de setembro de 1812, na caminhada até Moscovo.
Nº Páginas: 676
Sinopse:
Nenhum outro soldado provocou tanto ódio e admiração como Napoleão Bonaparte. O autoproclamado imperador francês foi um conquistador ou um libertador? Um agressor ou uma vítima? Um pecador ou um santo? O prestigiado historiador inglês Charles Esdaile repensou a figura do general francês para além das lendas e do mito, que o próprio ajudou a criar, para abrir um novo entendimento sobre esta figura, o seu caráter, as suas políticas e a sua carreira militar internacional. Não se trata apenas de uma biografia, nem da análise das campanhas napoleónicas, mas sim de um estudo mais abrangente, sobre as guerras na Europa. Da Península Ibérica à Rússia, dos Balcãs à Escandinávia, da Polónia à Turquia, o historiador conta-nos episódios militares como a entrada do exército francês em Berlim, depois das batalhas de Jena e Auestadt, relata-nos o confronto sangrento que tomou a vida a dez mil franceses na batalha de Smolensk, bem como a terrível batalha de Borodino a 7 de setembro de 1812, na caminhada até Moscovo.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Com o nascer do sol nas suas costas, a galera de Artemísia plana sobre as águas tranquilas do Mediterrâneo. O silêncio do alvorecer é cortado pelo aviso agudo de um vigia. Os olhos da rainha deslocam-se no sentido dos braços que apontam para ocidente e veem, no limite do horizonte, uma trirreme solitária que avança, destemida, afastando-se da linha da frota grega e parecendo ignorar o perigo. Parece uma presa fácil. Artemísia comanda as melhores galeras de guerra da frota do poderoso imperador persa, Xerxes, o "grande rei", e as suas naves formam a esquadra avançada de uma gigantesca frota que transporta uma não menos formidável força invasora, disposta a derrotar de uma vez por todas as cidades-estado gregas." (…) (in Capítulo 4) Apesar da superioridade de meios e homens do exército persa que havia delineado um plano brutal que iria esmagar a resistência helénica, no ano de 480 a.C. a batalha de Salamina transformou-se numa armadilha onde o tamanho da força persa, a sua desproporção massiva e a sua frágil capacidade de comando, se voltou contra si própria dando uma vitória heroica e inolvidável aos resistentes gregos. Esta batalha é apenas um dos muitos recontros navais que tiveram lugar no Mundo Antigo e que marcaram a história marítima ao delinearam estratégias e técnicas essenciais para o desenvolvimento da guerra no mar. O historiador José Varandas, especialista em História Marítima, explica-nos detalhadamente, numa escrita viva e fluída e recorrendo a mapas e esquemas táticos, como se desenrolaram as principais batalhas navais que decorreram no Mundo Antigo, da batalha do Delta, em 1175 a.C., até à do Ácio, em 31 a.C., passando por outras como a de Artemísio, de Salamina, das ilhas Arginusas, das ilhas Égatas e do rio Ebro. Para além da descrição das batalhas na sua vertente bélica e humana, é-nos ainda dada a conhecer como se fazia a guerra no mar: que tipo de navios eram usados, quais os modelos táticos, o armamento naval, as máquinas de guerra ou como se organizavam as tripulações.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Com o nascer do sol nas suas costas, a galera de Artemísia plana sobre as águas tranquilas do Mediterrâneo. O silêncio do alvorecer é cortado pelo aviso agudo de um vigia. Os olhos da rainha deslocam-se no sentido dos braços que apontam para ocidente e veem, no limite do horizonte, uma trirreme solitária que avança, destemida, afastando-se da linha da frota grega e parecendo ignorar o perigo. Parece uma presa fácil. Artemísia comanda as melhores galeras de guerra da frota do poderoso imperador persa, Xerxes, o "grande rei", e as suas naves formam a esquadra avançada de uma gigantesca frota que transporta uma não menos formidável força invasora, disposta a derrotar de uma vez por todas as cidades-estado gregas." (…) (in Capítulo 4) Apesar da superioridade de meios e homens do exército persa que havia delineado um plano brutal que iria esmagar a resistência helénica, no ano de 480 a.C. a batalha de Salamina transformou-se numa armadilha onde o tamanho da força persa, a sua desproporção massiva e a sua frágil capacidade de comando, se voltou contra si própria dando uma vitória heroica e inolvidável aos resistentes gregos. Esta batalha é apenas um dos muitos recontros navais que tiveram lugar no Mundo Antigo e que marcaram a história marítima ao delinearam estratégias e técnicas essenciais para o desenvolvimento da guerra no mar. O historiador José Varandas, especialista em História Marítima, explica-nos detalhadamente, numa escrita viva e fluída e recorrendo a mapas e esquemas táticos, como se desenrolaram as principais batalhas navais que decorreram no Mundo Antigo, da batalha do Delta, em 1175 a.C., até à do Ácio, em 31 a.C., passando por outras como a de Artemísio, de Salamina, das ilhas Arginusas, das ilhas Égatas e do rio Ebro. Para além da descrição das batalhas na sua vertente bélica e humana, é-nos ainda dada a conhecer como se fazia a guerra no mar: que tipo de navios eram usados, quais os modelos táticos, o armamento naval, as máquinas de guerra ou como se organizavam as tripulações.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 440
Sinopse:
O livro "As Grandes Profecias da História" apresenta os principais e mais famosos vaticínios da História da humanidade: profecias religiosas, bíblicas, profanas, de iluminados anónimos ou de ilustres personagens. Numa abordagem rigorosa mas acessível a alguns dos maiores mitos de sempre, este livro ajuda a compreender e a desmistificar muitas das questões que inquietam a humanidade. Profecias Milenárias (as profecias budistas…), Profecias Bíblicas (o dia do Juízo Final…), Grandes Visionários e Adivinhos (de Leonardo Da Vinci a Newton), Profecias Modernas (o juramento de sangue de Hitler, entre outras). "Esta obra apresenta os vaticínios mais conhecidos da História da Humanidade, da Grécia ao Egito antigos à civilização maia e cristã."
Nº Páginas: 440
Sinopse:
O livro "As Grandes Profecias da História" apresenta os principais e mais famosos vaticínios da História da humanidade: profecias religiosas, bíblicas, profanas, de iluminados anónimos ou de ilustres personagens. Numa abordagem rigorosa mas acessível a alguns dos maiores mitos de sempre, este livro ajuda a compreender e a desmistificar muitas das questões que inquietam a humanidade. Profecias Milenárias (as profecias budistas…), Profecias Bíblicas (o dia do Juízo Final…), Grandes Visionários e Adivinhos (de Leonardo Da Vinci a Newton), Profecias Modernas (o juramento de sangue de Hitler, entre outras). "Esta obra apresenta os vaticínios mais conhecidos da História da Humanidade, da Grécia ao Egito antigos à civilização maia e cristã."
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro com textos e ilustrações de 26 mulheres e homens que não têm medo da palavra feminismo. Merda. Porra. Feminismo. Apenas duas destas palavras são feias. Pista: nenhuma começa pela letra F. No entanto, em pleno século XXI, "Feminismo" continua a soar a asneira, a coisa feia, a capricho, a ódio e a preconceito. Uma palavra que soa a "machismo", mas ao contrário, e que, porém, nada tem que ver com isso. Feminismo é liberdade. Feminismo é um direito humano. 26 pessoas - mulheres e homens - que não têm medo de se assumir feministas (nem de dizer asneiras) escreveram e desenharam sobre o tema, alguns com histórias pessoais, outros com pequenas reflexões, outros com poemas e canções e odes. Este livro tem de tudo - como na farmácia, dirá o leitor mais entendido em chavões populares. Com este livro, queremos, de uma vez por todas, igualdade de direitos.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro com textos e ilustrações de 26 mulheres e homens que não têm medo da palavra feminismo. Merda. Porra. Feminismo. Apenas duas destas palavras são feias. Pista: nenhuma começa pela letra F. No entanto, em pleno século XXI, "Feminismo" continua a soar a asneira, a coisa feia, a capricho, a ódio e a preconceito. Uma palavra que soa a "machismo", mas ao contrário, e que, porém, nada tem que ver com isso. Feminismo é liberdade. Feminismo é um direito humano. 26 pessoas - mulheres e homens - que não têm medo de se assumir feministas (nem de dizer asneiras) escreveram e desenharam sobre o tema, alguns com histórias pessoais, outros com pequenas reflexões, outros com poemas e canções e odes. Este livro tem de tudo - como na farmácia, dirá o leitor mais entendido em chavões populares. Com este livro, queremos, de uma vez por todas, igualdade de direitos.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O diplomata e antigo chefe do Protocolo do Estado, José de Bouza Serrano, que serviu Portugal em várias embaixadas europeias, como Espanha, Bélgica, Vaticano, Dinamarca ou Holanda, apresenta-nos uma reflexão sobre a forma como as famílias reinantes na Europa têm vindo a evoluir e como se têm adaptado a uma nova realidade, tentando manter a tradição. Um olhar privilegiado que deixa entrever o futuro da monarquia.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O diplomata e antigo chefe do Protocolo do Estado, José de Bouza Serrano, que serviu Portugal em várias embaixadas europeias, como Espanha, Bélgica, Vaticano, Dinamarca ou Holanda, apresenta-nos uma reflexão sobre a forma como as famílias reinantes na Europa têm vindo a evoluir e como se têm adaptado a uma nova realidade, tentando manter a tradição. Um olhar privilegiado que deixa entrever o futuro da monarquia.
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Chomsky e Waterstone mostram-nos o caminho para uma sociedade mais justa e sustentável. Um guia essencial sobre capitalismo, política e - como funciona o mundo. «A Covid-19 revelou falhas gritantes e brutalidades monstruosas no sistema capitalista atual. Representa tanto uma crise como uma oportunidade. Tudo depende das ações que as pessoas decidirem empreender.» Haverá uma alternativa ao capitalismo? Como é que a política molda o nosso mundo, as nossas vidas e as nossas perceções? Em que medida o senso comum será realmente orientado pelas necessidades e pelos interesses das classes dirigentes? E como podemos desafiar as estruturas capitalistas que ameaçam, hoje, toda a vida do planeta? As Consequências do Capitalismo expõe as relações profundas, geralmente ocultas, entre o senso comum neoliberal e o poder estrutural. Ao estabelecer estas relações, vemos como a hegemonia atual mantém os movimentos de justiça social divididos e marginalizados. E, ainda mais importante, vemos como podemos lutar para superar estas divisões.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Chomsky e Waterstone mostram-nos o caminho para uma sociedade mais justa e sustentável. Um guia essencial sobre capitalismo, política e - como funciona o mundo. «A Covid-19 revelou falhas gritantes e brutalidades monstruosas no sistema capitalista atual. Representa tanto uma crise como uma oportunidade. Tudo depende das ações que as pessoas decidirem empreender.» Haverá uma alternativa ao capitalismo? Como é que a política molda o nosso mundo, as nossas vidas e as nossas perceções? Em que medida o senso comum será realmente orientado pelas necessidades e pelos interesses das classes dirigentes? E como podemos desafiar as estruturas capitalistas que ameaçam, hoje, toda a vida do planeta? As Consequências do Capitalismo expõe as relações profundas, geralmente ocultas, entre o senso comum neoliberal e o poder estrutural. Ao estabelecer estas relações, vemos como a hegemonia atual mantém os movimentos de justiça social divididos e marginalizados. E, ainda mais importante, vemos como podemos lutar para superar estas divisões.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 496
Sinopse:
É impossível compreender um país sem pensar nas suas revoluções. Este livro vai mais longe e apresenta, pela primeira vez, uma história comparada das várias revoluções em Portugal, explicando as suas origens e consequências para compreendermos melhor a democracia portuguesa contemporânea. Foi 1383-1385 uma escaramuça entre nobres ou uma primeira manifestação das ambições políticas da burguesia, motivada pelo desenvolvimento económico da navegação? A revolta de 1640 impôs uma identidade nacional ou não passou de uma mudança dinástica desencadeada por uma aristocracia com medo de uma verdadeira revolução? As revoluções liberais de 1820 deram início à era democrática ou foram uma briga entre militares que desembocou num regime conservador manipulado por dois partidos elitistas? Foi a República de 1910 um reforçar da democracia ou uma derivação anticlerical e violenta que criou as condições para o aparecimento do Estado Novo? O 25 de Abril foi a tão esperada madrugada da Democracia ou um golpe militar motivado por razões de classe… e que pouco mudou as tendências ancestrais da sociedade portuguesa? Do século XIV ao século XX, a História de Portugal é uma sucessão de falsas partidas. A luta pelos direitos políticos acabou quase sempre manipulada por uma elite, garantindo a continuidade entre regimes económicos e políticos, mitigando a violência e fazendo de Portugal um oásis de pacifismo, mas também um país brando, apático e dos mais pobres da Europa.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
É impossível compreender um país sem pensar nas suas revoluções. Este livro vai mais longe e apresenta, pela primeira vez, uma história comparada das várias revoluções em Portugal, explicando as suas origens e consequências para compreendermos melhor a democracia portuguesa contemporânea. Foi 1383-1385 uma escaramuça entre nobres ou uma primeira manifestação das ambições políticas da burguesia, motivada pelo desenvolvimento económico da navegação? A revolta de 1640 impôs uma identidade nacional ou não passou de uma mudança dinástica desencadeada por uma aristocracia com medo de uma verdadeira revolução? As revoluções liberais de 1820 deram início à era democrática ou foram uma briga entre militares que desembocou num regime conservador manipulado por dois partidos elitistas? Foi a República de 1910 um reforçar da democracia ou uma derivação anticlerical e violenta que criou as condições para o aparecimento do Estado Novo? O 25 de Abril foi a tão esperada madrugada da Democracia ou um golpe militar motivado por razões de classe… e que pouco mudou as tendências ancestrais da sociedade portuguesa? Do século XIV ao século XX, a História de Portugal é uma sucessão de falsas partidas. A luta pelos direitos políticos acabou quase sempre manipulada por uma elite, garantindo a continuidade entre regimes económicos e políticos, mitigando a violência e fazendo de Portugal um oásis de pacifismo, mas também um país brando, apático e dos mais pobres da Europa.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Nasce-se na máfia ou casa-se com a máfia. A lealdade é absoluta, o derramamento de sangue é reverenciado, e mata-se ou morre-se sem se trair a família. A máfia calabresa, conhecida como ‘Ndrangheta, é uma das organizações criminosas mais ricas e cruéis do mundo, com ramificações que se estendem à América e à Austrália. Controla 70% do tráfico de cocaína e heroína na Europa, gere redes de extorsão, distribui armas ilegais e rouba fundos do Estado italiano e da União Europeia. O seu poder assenta num código de silêncio, aplicado por uma hierarquia familiar claustrofóbica e por um sexismo assassino. Quem governa são os rapazes e os homens. As raparigas são usadas em casamentos para fortalecer alianças. Os espancamentos são a rotina. Uma mulher que seja "infiel", mesmo que a um marido morto, pode ser morta pelo filho, irmão ou pai, para lavar a honra da família. Quando Lea Garofalo desaparece, em 2009, depois de testemunhar contra o marido mafioso, a procuradora Alessandra Cerreti dá-se conta de que a intolerância da ‘Ndrangheta pode ser a sua maior fraqueza. E de que a chave para derrubar este império criminoso reside na libertação das suas mulheres. Na luta pela sobrevivência, nem todos sairão ilesos.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Nasce-se na máfia ou casa-se com a máfia. A lealdade é absoluta, o derramamento de sangue é reverenciado, e mata-se ou morre-se sem se trair a família. A máfia calabresa, conhecida como ‘Ndrangheta, é uma das organizações criminosas mais ricas e cruéis do mundo, com ramificações que se estendem à América e à Austrália. Controla 70% do tráfico de cocaína e heroína na Europa, gere redes de extorsão, distribui armas ilegais e rouba fundos do Estado italiano e da União Europeia. O seu poder assenta num código de silêncio, aplicado por uma hierarquia familiar claustrofóbica e por um sexismo assassino. Quem governa são os rapazes e os homens. As raparigas são usadas em casamentos para fortalecer alianças. Os espancamentos são a rotina. Uma mulher que seja "infiel", mesmo que a um marido morto, pode ser morta pelo filho, irmão ou pai, para lavar a honra da família. Quando Lea Garofalo desaparece, em 2009, depois de testemunhar contra o marido mafioso, a procuradora Alessandra Cerreti dá-se conta de que a intolerância da ‘Ndrangheta pode ser a sua maior fraqueza. E de que a chave para derrubar este império criminoso reside na libertação das suas mulheres. Na luta pela sobrevivência, nem todos sairão ilesos.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Mas qual o segredo das muitas vitórias militares dos Portugueses? A inferioridade numérica era frequente e as condições do terreno jogavam muitas vezes contra eles. Uma vontade de ferro unia estes homens. Uma vontade que os fazia avançar mesmo quando a razão os mandava para a retaguarda. Uma vontade conduzida por líderes experientes, ferozes e temidos pelo inimigo." São Mamede | Ourique | Aljubarrota | Ceuta | Diu | Goa | Alcácer Quibir | Alcântara | Montes Claros | Buçaco | Porto | Incursões Monárquicas | La Lys | Tridente
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Mas qual o segredo das muitas vitórias militares dos Portugueses? A inferioridade numérica era frequente e as condições do terreno jogavam muitas vezes contra eles. Uma vontade de ferro unia estes homens. Uma vontade que os fazia avançar mesmo quando a razão os mandava para a retaguarda. Uma vontade conduzida por líderes experientes, ferozes e temidos pelo inimigo." São Mamede | Ourique | Aljubarrota | Ceuta | Diu | Goa | Alcácer Quibir | Alcântara | Montes Claros | Buçaco | Porto | Incursões Monárquicas | La Lys | Tridente
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 580
Sinopse:
Conheci de experiência direta - de a escrever, de a fazer, de a imprimir, de a distribuir - a imprensa clandestina radical. O impulso de revolta, os riscos da ilegalidade, a vida escondida, as tensões subjetivas, morais e éticas desses anos, a política no sentido mais lato de ação cívica pelo bem comum têm a ver com dilemas que sempre estiveram associados à ação e ao pensamento. Isso fica sempre. […] O meu gosto pessoal por aquilo que no passado era conhecido como "erudição" levou-me a complicar o meu trabalho, até ao limite da incompletude e do erro. […]. Mas tal é útil para as bibliotecas, os centros de investigação, os arquivos, que pretendem salvar todo este material, muitas vezes raríssimo, e quase sempre perecível. Uma das minhas intenções foi ajudar essa conservação, fornecendo um inventário que permita aferir coleções, e circunscrever as faltas. […]. Neste trabalho são citadas (e foram lidas, com frequência duas ou três vezes) integralmente milhares de publicações, não só as coleções de periódicos, mas também panfletos, brochuras, livros, manuscritos associados com a imprensa radical, para além de uma extensa bibliografia nacional e internacional. E, claro, os processos da PIDE, matéria que exige um peculiar cuidado na interpretação e na utilização dos seus dados. […] Tenho consciência de que a história da imprensa clandestina esquerdista e radical nos últimos quinze anos da ditadura começa aqui, mas não acabará aqui. É o que se pretende.(Da Nota Prévia)
Nº Páginas: 580
Sinopse:
Conheci de experiência direta - de a escrever, de a fazer, de a imprimir, de a distribuir - a imprensa clandestina radical. O impulso de revolta, os riscos da ilegalidade, a vida escondida, as tensões subjetivas, morais e éticas desses anos, a política no sentido mais lato de ação cívica pelo bem comum têm a ver com dilemas que sempre estiveram associados à ação e ao pensamento. Isso fica sempre. […] O meu gosto pessoal por aquilo que no passado era conhecido como "erudição" levou-me a complicar o meu trabalho, até ao limite da incompletude e do erro. […]. Mas tal é útil para as bibliotecas, os centros de investigação, os arquivos, que pretendem salvar todo este material, muitas vezes raríssimo, e quase sempre perecível. Uma das minhas intenções foi ajudar essa conservação, fornecendo um inventário que permita aferir coleções, e circunscrever as faltas. […]. Neste trabalho são citadas (e foram lidas, com frequência duas ou três vezes) integralmente milhares de publicações, não só as coleções de periódicos, mas também panfletos, brochuras, livros, manuscritos associados com a imprensa radical, para além de uma extensa bibliografia nacional e internacional. E, claro, os processos da PIDE, matéria que exige um peculiar cuidado na interpretação e na utilização dos seus dados. […] Tenho consciência de que a história da imprensa clandestina esquerdista e radical nos últimos quinze anos da ditadura começa aqui, mas não acabará aqui. É o que se pretende.(Da Nota Prévia)
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em As 10 Questões do Colapso, o Prof. João César das Neves ajuda-nos a enfrentar o que aí vem, respondendo às seguintes perguntas: O colapso é inevitável? O mundo vive uma mudança de época? Porque temos taxas de juro negativas? Porque se agrava a desigualdade? O extremismo vai vencer? O que se passa no orçamento? Porque está a banca assim? Porque não cresce a economia? Que vai acontecer? Que devemos fazer?
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em As 10 Questões do Colapso, o Prof. João César das Neves ajuda-nos a enfrentar o que aí vem, respondendo às seguintes perguntas: O colapso é inevitável? O mundo vive uma mudança de época? Porque temos taxas de juro negativas? Porque se agrava a desigualdade? O extremismo vai vencer? O que se passa no orçamento? Porque está a banca assim? Porque não cresce a economia? Que vai acontecer? Que devemos fazer?
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Um livro que contribui para diminuir o fosso tantas vezes existente entre o público e a produção artística contemporânea.Dando voz a alguns dos nossos mais importantes criadores, Artistas Portugueses em Discurso Directo apresenta uma visão particular e única da arte contemporânea portuguesa. Este livro reúne um conjunto de entrevistas realizadas por Miguel Matos, ao longo dos últimos sete anos.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Um livro que contribui para diminuir o fosso tantas vezes existente entre o público e a produção artística contemporânea.Dando voz a alguns dos nossos mais importantes criadores, Artistas Portugueses em Discurso Directo apresenta uma visão particular e única da arte contemporânea portuguesa. Este livro reúne um conjunto de entrevistas realizadas por Miguel Matos, ao longo dos últimos sete anos.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Numa era em que a inteligência artificial se prepara para redefinir o nosso mundo, muitos de nós continuam a ignorar as suas complexidades e implicações. Artificial: a Nova Inteligência e a Fronteira do Humano preenche este vazio, com uma abordagem que contempla tanto a inteligência humana quanto a artificial. Formula perguntas profundas sobre a inteligência, a singularidade humana e o nosso papel num mundo em mudança. Este livro destaca-se pelo seu enfoque na convergência entre a essência humana e o potencial das máquinas, proporcionando uma perspetiva única a todos os que procuram compreender e dominar o futuro da IA. Não se trata apenas de algoritmos e código, mas de compreender e forjar o nosso destino na era da IA!"
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Numa era em que a inteligência artificial se prepara para redefinir o nosso mundo, muitos de nós continuam a ignorar as suas complexidades e implicações. Artificial: a Nova Inteligência e a Fronteira do Humano preenche este vazio, com uma abordagem que contempla tanto a inteligência humana quanto a artificial. Formula perguntas profundas sobre a inteligência, a singularidade humana e o nosso papel num mundo em mudança. Este livro destaca-se pelo seu enfoque na convergência entre a essência humana e o potencial das máquinas, proporcionando uma perspetiva única a todos os que procuram compreender e dominar o futuro da IA. Não se trata apenas de algoritmos e código, mas de compreender e forjar o nosso destino na era da IA!"
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Marear tanto pode ser governar um navio, como andar embarcado. Neste seu livro (ou navio), o poeta e romancista Manuel Alegre embarca numa viagem (ele que sempre gostou do mar) por alguma da lieratura portuguesa que ele tanto ama, por Portugal e pelos portugueses dos seus afectos. Aqui se reúnem crónicas conferências, comunicações, apresentações de livros, etc.), que vão de Garrett, Pessoa, Sophia, Eugénio, Manuel da Fonseca, Assis Pacheco, a Mário Soares, Amália, Rosa Mota, a sua Águeda natal, o Alentejo, a caça e a pesca de que muito gosta.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Marear tanto pode ser governar um navio, como andar embarcado. Neste seu livro (ou navio), o poeta e romancista Manuel Alegre embarca numa viagem (ele que sempre gostou do mar) por alguma da lieratura portuguesa que ele tanto ama, por Portugal e pelos portugueses dos seus afectos. Aqui se reúnem crónicas conferências, comunicações, apresentações de livros, etc.), que vão de Garrett, Pessoa, Sophia, Eugénio, Manuel da Fonseca, Assis Pacheco, a Mário Soares, Amália, Rosa Mota, a sua Águeda natal, o Alentejo, a caça e a pesca de que muito gosta.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Entre os séculos XVI e XVIII, ser judeu em Portugal e respetivas colónias significava viver sob um regime de terror permanente. A Inquisição, ou Tribunal do Santo Ofício, constituía um autêntico Estado dentro do Estado, com poderes absolutos na repressão a crimes religiosos, dos quais professar o judaísmo era um dos mais graves. Denunciados por inimigos, ou mesmo por parentes sob a coação dos inquisidores, os judeus que recusavam a conversão sumária eram submetidos a prolongadas prisões e torturas. Insistir no danado erro da apostasia levava à fogueira. Restava lhes esconderem se ou fugirem. Milhares de judeus sefarditas abandonaram Portugal e fixaram se noutros países europeus, nomeadamente na Holanda, em cuja capital se desenvolveu uma próspera colónia israelita de origem lusitana nas primeiras décadas do século XVII. A salvo da censura e da repressão, floresceu uma brilhante geração de rabinos, intelectuais e pensadores revolucionários. Depois da invasão holandesa do Nordeste brasileiro, na década de 1630, muitos judeus cruzaram o oceano para aí tentar uma vida melhor. E aí prosperaram, até ao retorno do jugo português e da Inquisição, que os obrigou a recomeçar a sua jornada incessante em busca da Nova Canaã. Dos cárceres do Santo Ofício à esperança do Novo Mundo, o reputado jornalista e biógrafo Lira Neto mapeia as vidas errantes dos pioneiros que formaram a primeira comunidade judaica das Américas, no Recife, e que ajudaram a construir Nova Iorque.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Entre os séculos XVI e XVIII, ser judeu em Portugal e respetivas colónias significava viver sob um regime de terror permanente. A Inquisição, ou Tribunal do Santo Ofício, constituía um autêntico Estado dentro do Estado, com poderes absolutos na repressão a crimes religiosos, dos quais professar o judaísmo era um dos mais graves. Denunciados por inimigos, ou mesmo por parentes sob a coação dos inquisidores, os judeus que recusavam a conversão sumária eram submetidos a prolongadas prisões e torturas. Insistir no danado erro da apostasia levava à fogueira. Restava lhes esconderem se ou fugirem. Milhares de judeus sefarditas abandonaram Portugal e fixaram se noutros países europeus, nomeadamente na Holanda, em cuja capital se desenvolveu uma próspera colónia israelita de origem lusitana nas primeiras décadas do século XVII. A salvo da censura e da repressão, floresceu uma brilhante geração de rabinos, intelectuais e pensadores revolucionários. Depois da invasão holandesa do Nordeste brasileiro, na década de 1630, muitos judeus cruzaram o oceano para aí tentar uma vida melhor. E aí prosperaram, até ao retorno do jugo português e da Inquisição, que os obrigou a recomeçar a sua jornada incessante em busca da Nova Canaã. Dos cárceres do Santo Ofício à esperança do Novo Mundo, o reputado jornalista e biógrafo Lira Neto mapeia as vidas errantes dos pioneiros que formaram a primeira comunidade judaica das Américas, no Recife, e que ajudaram a construir Nova Iorque.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Arménia: a história conturbada e corajosa de uma nação que foi determinante para o desenvolvimento humano e que é, ainda hoje, um baluarte de resistência e de luta Segundo a tradição judaico-cristã, foi no Monte Ararat — em território arménio — que pousou a mitológica arca de Noé, depois do Dilúvio. Ali se abriram as portas para que os ocupantes repovoassem a Terra. Este maciço montanhoso no leste da Anatólia, na fronteira com o Irão e a Turquia, tem um forte simbolismo para a religião cristã, e é também o símbolo da identidade nacional arménia. Sendo berço civilizacional e ponto de passagem de pessoas e rotas comerciais, a Arménia sujeitou-se desde cedo às investidas de vários impérios guerreiros. A sua história dinástica é fascinante, com constantes flutuações geográficas e políticas. Dos persas e dos romanos ao império otomano e à Turquia, os arménios sobreviveram, mais ou menos subjugados, através de um forte sentido identitário, alicerçado sobretudo na religião (a Arménia foi o bastião do cristianismo no Oriente) e na língua (o alfabeto arménio foi inventado no começo do século v). Os arménios contam-se, de resto, entre os mais antigos povos que têm sobrevivido a guerras e ocupações. Os massacres de 1894-1896 e, sobretudo, o Genocídio Arménio de 1914-1923 (com o extermínio de dois milhões de pessoas, servindo de exemplo aos alemães para o seu Holocausto) ameaçaram a sobrevivência do povo e aprofundaram a sua diáspora. Calouste Gulbenkian — homem de negócios e filantropo do maior relevo para Portugal — foi um dos milhões em fuga, e também ele procurou maneiras de perpetuar a cultura do seu país. De resto, a cultura e arménia dependeu das muitas comunidades espalhadas pelo mundo. São surpreendentes os laços entre a Arménia e Portugal, hoje atestados pelo centro de estudos arménios da Fundação C. Gulbenkian. É um pouco dessa história que se conta neste livro.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Arménia: a história conturbada e corajosa de uma nação que foi determinante para o desenvolvimento humano e que é, ainda hoje, um baluarte de resistência e de luta Segundo a tradição judaico-cristã, foi no Monte Ararat — em território arménio — que pousou a mitológica arca de Noé, depois do Dilúvio. Ali se abriram as portas para que os ocupantes repovoassem a Terra. Este maciço montanhoso no leste da Anatólia, na fronteira com o Irão e a Turquia, tem um forte simbolismo para a religião cristã, e é também o símbolo da identidade nacional arménia. Sendo berço civilizacional e ponto de passagem de pessoas e rotas comerciais, a Arménia sujeitou-se desde cedo às investidas de vários impérios guerreiros. A sua história dinástica é fascinante, com constantes flutuações geográficas e políticas. Dos persas e dos romanos ao império otomano e à Turquia, os arménios sobreviveram, mais ou menos subjugados, através de um forte sentido identitário, alicerçado sobretudo na religião (a Arménia foi o bastião do cristianismo no Oriente) e na língua (o alfabeto arménio foi inventado no começo do século v). Os arménios contam-se, de resto, entre os mais antigos povos que têm sobrevivido a guerras e ocupações. Os massacres de 1894-1896 e, sobretudo, o Genocídio Arménio de 1914-1923 (com o extermínio de dois milhões de pessoas, servindo de exemplo aos alemães para o seu Holocausto) ameaçaram a sobrevivência do povo e aprofundaram a sua diáspora. Calouste Gulbenkian — homem de negócios e filantropo do maior relevo para Portugal — foi um dos milhões em fuga, e também ele procurou maneiras de perpetuar a cultura do seu país. De resto, a cultura e arménia dependeu das muitas comunidades espalhadas pelo mundo. São surpreendentes os laços entre a Arménia e Portugal, hoje atestados pelo centro de estudos arménios da Fundação C. Gulbenkian. É um pouco dessa história que se conta neste livro.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Augusto Santos Silva, um dos protagonistas da política externa em Portugal, identifica neste livro as tomadas de posição que o país deve adoptar nas suas relações políticas e diplomáticas com os países estrangeiros, demonstrando que Portugal pode e deve assumir um papel importante (segundo um espírito realista, nem megalómano nem autodiminuidor) para reforçar a coesão da União Europeia, estreitar laços entre a UE e a NATO e alcançar maior equidade e bem-estar transnacionais, e, logo, maior segurança mundial. "Os argumentos são necessários para a política, porque a substância da política tem a ver com a interação informada entre agentes e interesses plurais, não raras vezes conflituantes, em torno de problemas comuns. Uma interação que se faz no espaço público e no quadro de instituições, e que procura determinar comparativamente o mérito e a exequibilidade de propostas publicamente apresentadas e defendidas. A palavra é, pois, essencial; e, para todos aqueles a quem aborrece a demagogia, a palavra deve vir apoiada pela análise, ou seja, pela disposição para examinar factos, confrontar interpretações, trocar ideias, corrigindo e melhorando na medida do possível o que vemos, o que queremos e o que fazemos." — da Apresentação.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Augusto Santos Silva, um dos protagonistas da política externa em Portugal, identifica neste livro as tomadas de posição que o país deve adoptar nas suas relações políticas e diplomáticas com os países estrangeiros, demonstrando que Portugal pode e deve assumir um papel importante (segundo um espírito realista, nem megalómano nem autodiminuidor) para reforçar a coesão da União Europeia, estreitar laços entre a UE e a NATO e alcançar maior equidade e bem-estar transnacionais, e, logo, maior segurança mundial. "Os argumentos são necessários para a política, porque a substância da política tem a ver com a interação informada entre agentes e interesses plurais, não raras vezes conflituantes, em torno de problemas comuns. Uma interação que se faz no espaço público e no quadro de instituições, e que procura determinar comparativamente o mérito e a exequibilidade de propostas publicamente apresentadas e defendidas. A palavra é, pois, essencial; e, para todos aqueles a quem aborrece a demagogia, a palavra deve vir apoiada pela análise, ou seja, pela disposição para examinar factos, confrontar interpretações, trocar ideias, corrigindo e melhorando na medida do possível o que vemos, o que queremos e o que fazemos." — da Apresentação.
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Edição: Mai 2011
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Escrever todos os dias cansa? Se calhar. Por alguma boa razão Júlio Machado Vaz não escreve todos os dias no seu blog Murcon. Umas vezes, sente-se inspirado e abre o coração aos leitores fiéis, que na volta do teclado lhe enviam comentários. Outras vezes, é a vez de o psi intervir e dizer de sua ciência, ou então da sua inquietação.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Escrever todos os dias cansa? Se calhar. Por alguma boa razão Júlio Machado Vaz não escreve todos os dias no seu blog Murcon. Umas vezes, sente-se inspirado e abre o coração aos leitores fiéis, que na volta do teclado lhe enviam comentários. Outras vezes, é a vez de o psi intervir e dizer de sua ciência, ou então da sua inquietação.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 560
Sinopse:
O verão de 1927 começou com Charles Lindbergh a fazer a travessia do Atlântico. Em Newark, New Jersey, Alvin "Shipwreck" Kelly ficou sentado em cima de um poste durante 12 dias e, em Chicago, o gangster Al Capone controlava cada vez mais o negócio do contrabando de álcool. Foi filmado o primeiro "filme falado", The Jazz Singer de Al Jolson, que mudou para sempre a indústria cinematográfica. Tudo isto e muito, muito mais aconteceu no ano em que os americanos tentaram e conseguiram fazer coisas extraordinárias. Foi o ano em que o século XX se tornou realmente o século da América. "Aquele Verão" transforma tudo isso numa narrativa de primeira classe.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
O verão de 1927 começou com Charles Lindbergh a fazer a travessia do Atlântico. Em Newark, New Jersey, Alvin "Shipwreck" Kelly ficou sentado em cima de um poste durante 12 dias e, em Chicago, o gangster Al Capone controlava cada vez mais o negócio do contrabando de álcool. Foi filmado o primeiro "filme falado", The Jazz Singer de Al Jolson, que mudou para sempre a indústria cinematográfica. Tudo isto e muito, muito mais aconteceu no ano em que os americanos tentaram e conseguiram fazer coisas extraordinárias. Foi o ano em que o século XX se tornou realmente o século da América. "Aquele Verão" transforma tudo isso numa narrativa de primeira classe.
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Edição: Abr 2013
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A Máfia é a mais antiga empresa em funcionamento no mundo. Conhecida pelas suas práticas imorais e cruéis, os seus membros mais bem-sucedidos são reconhecidos como sendo inteligentes homens de negócios. É o caso de Louis Ferrante, ex-membro da família Gambino, responsável pelos maiores assaltos na história dos Estados Unidos que cedo revelou um talento natural para a gestão. Neste livro, Ferrante revela as suas surpreendentes, mas muito efetivas 88 técnicas de gestão e explica como aplicá-las - de forma legal - a negócios legítimos: - As paredes têm ouvidos: nunca fale mal do patrão. - O banco de favores paga os melhores juros. - Três conseguem manter um segredo, quando dois estão mortos: confiança. - A Máfia não tira apontamentos: aguça a tua memória. - É salutar ir a funerais, desde que não seja o nosso: o poder dos contactos. - Não mate uma estrela em ascensão: neutralizar os seus concorrentes. Depois de passar oito anos e meio na prisão, Louis Ferrante decidiu mudar de vida. Ficou surpreendido com o que encontrou fora das quatro paredes. No mundo legítimo, nos bancos, no mundo dos negócios, nas empresas de crédito, encontrou gente bem mais mafiosa que os seus antigos companheiros da Máfia. Baseado na vida que vivera, que o ensinou a defender-se dos predadores, a farejar um aldrabão, a ser autossuficiente, a pensar em grande e acreditar em si mesmo, Ferrante criou estas lições práticas para os empregados, quadros médios de empresas e para os patrões. Um verdadeiro manual prático de gestão. Porque a vida real (e legal), muitas vezes é bem mais difícil e menos honesta que a vida da Máfia…
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A Máfia é a mais antiga empresa em funcionamento no mundo. Conhecida pelas suas práticas imorais e cruéis, os seus membros mais bem-sucedidos são reconhecidos como sendo inteligentes homens de negócios. É o caso de Louis Ferrante, ex-membro da família Gambino, responsável pelos maiores assaltos na história dos Estados Unidos que cedo revelou um talento natural para a gestão. Neste livro, Ferrante revela as suas surpreendentes, mas muito efetivas 88 técnicas de gestão e explica como aplicá-las - de forma legal - a negócios legítimos: - As paredes têm ouvidos: nunca fale mal do patrão. - O banco de favores paga os melhores juros. - Três conseguem manter um segredo, quando dois estão mortos: confiança. - A Máfia não tira apontamentos: aguça a tua memória. - É salutar ir a funerais, desde que não seja o nosso: o poder dos contactos. - Não mate uma estrela em ascensão: neutralizar os seus concorrentes. Depois de passar oito anos e meio na prisão, Louis Ferrante decidiu mudar de vida. Ficou surpreendido com o que encontrou fora das quatro paredes. No mundo legítimo, nos bancos, no mundo dos negócios, nas empresas de crédito, encontrou gente bem mais mafiosa que os seus antigos companheiros da Máfia. Baseado na vida que vivera, que o ensinou a defender-se dos predadores, a farejar um aldrabão, a ser autossuficiente, a pensar em grande e acreditar em si mesmo, Ferrante criou estas lições práticas para os empregados, quadros médios de empresas e para os patrões. Um verdadeiro manual prático de gestão. Porque a vida real (e legal), muitas vezes é bem mais difícil e menos honesta que a vida da Máfia…
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Ao longo da história, e inclusive antes da sua fundação, Portugal foi por inúmeras vezes atormentado pelas angústias dos «fins do mundo» que as crendices e superstições populares desde sempre associaram a calamidades de diversa ordem. De epidemias a secas e terramotos que provocaram maior ou menor grau de destruição no país, fenómenos astronómicos como passagens de cometas perto da Terra ou eclipses, ou mesmo acontecimentos imaginários como o desembarque de marcianos de que muitos ainda se recordam, foram muitos os momentos do "Juízo Final" que espalharam o terror pela população. Com base numa pesquisa exaustiva de fontes diversas das épocas abrangidas, Joaquim Fernandes reúne neste seu mais recente trabalho alguns desses "apocalipses" e "fins do mundo". Momentos dramáticos como os vividos no seguimento do terramoto de 1755 ou durante a epidemia de gripe espanhola que dizimou dezenas de milhares de pessoas são aqui abordados. Mas também não faltam profetas e seitas, tenebrosas chuvas de "sangue", cometas em rota de colisão e até uma invasão extraterrestre que tantas dores de cabeça provocou à PIDE.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Ao longo da história, e inclusive antes da sua fundação, Portugal foi por inúmeras vezes atormentado pelas angústias dos «fins do mundo» que as crendices e superstições populares desde sempre associaram a calamidades de diversa ordem. De epidemias a secas e terramotos que provocaram maior ou menor grau de destruição no país, fenómenos astronómicos como passagens de cometas perto da Terra ou eclipses, ou mesmo acontecimentos imaginários como o desembarque de marcianos de que muitos ainda se recordam, foram muitos os momentos do "Juízo Final" que espalharam o terror pela população. Com base numa pesquisa exaustiva de fontes diversas das épocas abrangidas, Joaquim Fernandes reúne neste seu mais recente trabalho alguns desses "apocalipses" e "fins do mundo". Momentos dramáticos como os vividos no seguimento do terramoto de 1755 ou durante a epidemia de gripe espanhola que dizimou dezenas de milhares de pessoas são aqui abordados. Mas também não faltam profetas e seitas, tenebrosas chuvas de "sangue", cometas em rota de colisão e até uma invasão extraterrestre que tantas dores de cabeça provocou à PIDE.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Fomos todos apanhados pelo vírus. Não apenas os infectados com o SARS-CoV-2, mas também a multidão que viu o seu quotidiano virado do avesso de um dia para o outro. Muito se disse e desdisse. As próprias autoridades de saúde, que inicialmente desaconselharam o uso de máscaras, pouco depois tornaram-nas obrigatórias. Os teóricos da conspiração fizeram prova de vida, espalhando os mais incríveis disparates, como a associação do vírus às radiações 5G. À pandemia da COVID-19 juntou-se uma infodemia: ficámos inundados de desinformação. A primeira parte deste livro expõe resumidamente não só o que realmente já se sabe, à luz da ciência, mas também as dúvidas que ainda persistem. Na segunda contradizem-se ideias erradas que têm circulado acerca do novo coronavírus - algumas mais absurdas do que outras. Na última encontra-se um "guia" para acompanhar a ciência em directo, pois as dúvidas e o debate dos cientistas no espaço público poderão causar alguma confusão ao público. O livro termina com a palavra esperança.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
Fomos todos apanhados pelo vírus. Não apenas os infectados com o SARS-CoV-2, mas também a multidão que viu o seu quotidiano virado do avesso de um dia para o outro. Muito se disse e desdisse. As próprias autoridades de saúde, que inicialmente desaconselharam o uso de máscaras, pouco depois tornaram-nas obrigatórias. Os teóricos da conspiração fizeram prova de vida, espalhando os mais incríveis disparates, como a associação do vírus às radiações 5G. À pandemia da COVID-19 juntou-se uma infodemia: ficámos inundados de desinformação. A primeira parte deste livro expõe resumidamente não só o que realmente já se sabe, à luz da ciência, mas também as dúvidas que ainda persistem. Na segunda contradizem-se ideias erradas que têm circulado acerca do novo coronavírus - algumas mais absurdas do que outras. Na última encontra-se um "guia" para acompanhar a ciência em directo, pois as dúvidas e o debate dos cientistas no espaço público poderão causar alguma confusão ao público. O livro termina com a palavra esperança.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O papel de António Ferro nos movimentos artísticos dos anos 30 e 40 do século XX: as Artes Plásticas, o Cinema, o Bailado, a Literatura e as grandes Exposições como A Exposição do Mundo Português. António Ferro, foi uma figura incontornável nas primeiras décadas do Estado Novo e o seu contributo tem sido recentemente avaliado e objeto de vários estudos, de que este livro dá testemunho através das actas do Congresso "António Ferro: 120 anos", realizado em 2015.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O papel de António Ferro nos movimentos artísticos dos anos 30 e 40 do século XX: as Artes Plásticas, o Cinema, o Bailado, a Literatura e as grandes Exposições como A Exposição do Mundo Português. António Ferro, foi uma figura incontornável nas primeiras décadas do Estado Novo e o seu contributo tem sido recentemente avaliado e objeto de vários estudos, de que este livro dá testemunho através das actas do Congresso "António Ferro: 120 anos", realizado em 2015.
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