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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A partir de um extenso trabalho de pesquisa, a autora relata e demarca o papel que o Partido Comunista Português na revolução de Abril de 1974 e nos momentos que a sucederam. Aliando o rigor científico - o texto parte da sua tese, coordenada pelo historiador António Costa Pinto e pelo politólogo Carlos Taibo, professor da Universidade Autónoma de Madrid e colunista, entre outros, do El País e da rádio Cadena Ser - ao texto para o grande público, a autora oferece um documento de enorme importância para a compreensão de um dos momentos ainda mais discutidos da História recente de Portugal
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A partir de um extenso trabalho de pesquisa, a autora relata e demarca o papel que o Partido Comunista Português na revolução de Abril de 1974 e nos momentos que a sucederam. Aliando o rigor científico - o texto parte da sua tese, coordenada pelo historiador António Costa Pinto e pelo politólogo Carlos Taibo, professor da Universidade Autónoma de Madrid e colunista, entre outros, do El País e da rádio Cadena Ser - ao texto para o grande público, a autora oferece um documento de enorme importância para a compreensão de um dos momentos ainda mais discutidos da História recente de Portugal
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A História de Jesus para Pessoas com Pressa apresenta-nos Jesus, o homem e o seu legado duradouro. Separando os factos da ficção, o Professor Le Donne situa Jesus no contexto da vida judaica do século I, explorando discussões sobre a sua condição de "Filho de Deus" entre os primeiros cristãos. Le Donne faz uma digressão pela arte medieval europeia, pelas histórias revisionistas, pelos memes contemporâneos da Internet, comparando os vários Jesuses culturais no pensamento do Iluminismo e do pós-Iluminismo.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
A História de Jesus para Pessoas com Pressa apresenta-nos Jesus, o homem e o seu legado duradouro. Separando os factos da ficção, o Professor Le Donne situa Jesus no contexto da vida judaica do século I, explorando discussões sobre a sua condição de "Filho de Deus" entre os primeiros cristãos. Le Donne faz uma digressão pela arte medieval europeia, pelas histórias revisionistas, pelos memes contemporâneos da Internet, comparando os vários Jesuses culturais no pensamento do Iluminismo e do pós-Iluminismo.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 608
Sinopse:
8ª Edição. Um importante trabalho sobre a nossa história mais recente, a levar-nos aos calabouços da PIDE, aos meandros do poder político, ao lado mais negro da ditadura. A Polícia Internacional de Defesa do Estado (PIDE), criada em 1945, a partir da Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE, 1933-1945), e a sua sucessora, Direção Geral de Segurança (DGS), instituída em 1969, constituíram a polícia política do regime ditatorial que vigorou em Portugal até 1974. A PIDE/DGS serviu, por um lado, para intimidar e, deste modo, prevenir a contestação pública ao regime e, por outro lado, para destruir toda a oposição organizada contra o Estado Novo. Na presente obra analisa-se a forma como a polícia política reprimiu todos aqueles que revelavam qualquer dissidência social, política e até religiosa; como se estruturava e quais eram os seus método; quantos e quem foram os detidos políticos; como era a vida nas prisões da PIDE/DGS e o julgamento político nos tribunais plenários; quais eram as relações entre a polícia política e o aparelho judicial político; e, por fim, descreve a forma como a DGS soçobrou no dia 25 de abril de 1974.
Nº Páginas: 608
Sinopse:
8ª Edição. Um importante trabalho sobre a nossa história mais recente, a levar-nos aos calabouços da PIDE, aos meandros do poder político, ao lado mais negro da ditadura. A Polícia Internacional de Defesa do Estado (PIDE), criada em 1945, a partir da Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE, 1933-1945), e a sua sucessora, Direção Geral de Segurança (DGS), instituída em 1969, constituíram a polícia política do regime ditatorial que vigorou em Portugal até 1974. A PIDE/DGS serviu, por um lado, para intimidar e, deste modo, prevenir a contestação pública ao regime e, por outro lado, para destruir toda a oposição organizada contra o Estado Novo. Na presente obra analisa-se a forma como a polícia política reprimiu todos aqueles que revelavam qualquer dissidência social, política e até religiosa; como se estruturava e quais eram os seus método; quantos e quem foram os detidos políticos; como era a vida nas prisões da PIDE/DGS e o julgamento político nos tribunais plenários; quais eram as relações entre a polícia política e o aparelho judicial político; e, por fim, descreve a forma como a DGS soçobrou no dia 25 de abril de 1974.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"A minha visão da História humana, da História-vivida é contemplativa." Esta obra de José Mattoso reúne palestras e artigos surgidos entre 1996 e 2013, que abordam temas tão diversos como as relações entre mouros e cristãos no século XI ibérico, as particularidades da religiosidade dos alentejanos, os contactos do Portugal recém-nascido com o mundo, a importância dos lugares e monumentos portugueses classificados como património mundial pela Unesco ou também a vida de Beatriz da Silva, santa portuguesa do século XV. A abrir o livro, um ensaio escrito expressamente para esta edição o qual pode ser visto como uma súmula do pensamento de José Mattoso, um dos mais notáveis historiadores portugueses de sempre, que vê a História como a "base do conhecimento da condição humana" ou mesmo como uma "mestra da vida" que, ao invocar feitos do passado, nos orienta em resoluções do presente. "A minha visão da História humana, da História-vivida é contemplativa. Requer um olhar atento, global, pacífico, não interventivo. Um olhar que capta as relações do pequeno com o grande, do singular com o plural, do diferente com o semelhante, do mesmo com o contrário. Um olhar que coloca as coisas na sua ordem, que permite descobrir os géneros e as espécies, que classifica os conjuntos e lhes atribui qualidades. Um olhar que reconhece o movimento e as mutações, sem que a diferença de tempo altere a identidade. Um olhar que compreende os percursos e os destinos da Humanidade, a atração e a repulsa, o amor e o ódio." José Mattoso
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"A minha visão da História humana, da História-vivida é contemplativa." Esta obra de José Mattoso reúne palestras e artigos surgidos entre 1996 e 2013, que abordam temas tão diversos como as relações entre mouros e cristãos no século XI ibérico, as particularidades da religiosidade dos alentejanos, os contactos do Portugal recém-nascido com o mundo, a importância dos lugares e monumentos portugueses classificados como património mundial pela Unesco ou também a vida de Beatriz da Silva, santa portuguesa do século XV. A abrir o livro, um ensaio escrito expressamente para esta edição o qual pode ser visto como uma súmula do pensamento de José Mattoso, um dos mais notáveis historiadores portugueses de sempre, que vê a História como a "base do conhecimento da condição humana" ou mesmo como uma "mestra da vida" que, ao invocar feitos do passado, nos orienta em resoluções do presente. "A minha visão da História humana, da História-vivida é contemplativa. Requer um olhar atento, global, pacífico, não interventivo. Um olhar que capta as relações do pequeno com o grande, do singular com o plural, do diferente com o semelhante, do mesmo com o contrário. Um olhar que coloca as coisas na sua ordem, que permite descobrir os géneros e as espécies, que classifica os conjuntos e lhes atribui qualidades. Um olhar que reconhece o movimento e as mutações, sem que a diferença de tempo altere a identidade. Um olhar que compreende os percursos e os destinos da Humanidade, a atração e a repulsa, o amor e o ódio." José Mattoso
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Seis homens, um objetivo: derrotar Hitler. Na primavera de 1939, nasceu em Londres uma organização secreta com o objetivo de planear a destruição da máquina de guerra de Hitler através de espetaculares atos de sabotagem. A campanha de guerra de guerrilha que se seguiu revelou-se tão extraordinária quanto os homens que a dirigiam. Um deles era Cecil Clarke, um engenheiro que inventou várias bombas sujas, entre elas a que matou Reinhard Heydrich, o "Carniceiro de Praga". Outro dos homens era William Fairbairn, um reformado corpulento especialista na arte de matar silenciosamente. Liderados pelo escocês Colin Gubbins, estes homens — juntamente com outros três — foram escolhidos por Churchill, pela sua criatividade e desprezo pelas regras de cavalheirismo, para formarem o seu Ministério da Guerra Suja. Relatada com o entusiasmo e atenção aos pormenores de Giles Milton, esta talvez seja a última grande história por contar da Segunda Guerra Mundial.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Seis homens, um objetivo: derrotar Hitler. Na primavera de 1939, nasceu em Londres uma organização secreta com o objetivo de planear a destruição da máquina de guerra de Hitler através de espetaculares atos de sabotagem. A campanha de guerra de guerrilha que se seguiu revelou-se tão extraordinária quanto os homens que a dirigiam. Um deles era Cecil Clarke, um engenheiro que inventou várias bombas sujas, entre elas a que matou Reinhard Heydrich, o "Carniceiro de Praga". Outro dos homens era William Fairbairn, um reformado corpulento especialista na arte de matar silenciosamente. Liderados pelo escocês Colin Gubbins, estes homens — juntamente com outros três — foram escolhidos por Churchill, pela sua criatividade e desprezo pelas regras de cavalheirismo, para formarem o seu Ministério da Guerra Suja. Relatada com o entusiasmo e atenção aos pormenores de Giles Milton, esta talvez seja a última grande história por contar da Segunda Guerra Mundial.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Os espiões e as mensagens em código tiveram um papel crucial na Segunda Guerra Mundial, sendo explorados por todas as nações envolvidas no conflito, para tentar obter conhecimento privilegiado dos inimigos e gerar o caos nos bastidores. Em Secret War, o conhecido jornalista e historiador Sir Max Hastings apresenta um conjunto vasto de personagens fundamentais da Segunda Guerra Mundial, de praticamente todos os países envolvidos, bem como das sagas de informação, resistência e ataque em que se envolveram, com isso revelando uma nova perspetiva sobre o maior conflito da História.
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Os espiões e as mensagens em código tiveram um papel crucial na Segunda Guerra Mundial, sendo explorados por todas as nações envolvidas no conflito, para tentar obter conhecimento privilegiado dos inimigos e gerar o caos nos bastidores. Em Secret War, o conhecido jornalista e historiador Sir Max Hastings apresenta um conjunto vasto de personagens fundamentais da Segunda Guerra Mundial, de praticamente todos os países envolvidos, bem como das sagas de informação, resistência e ataque em que se envolveram, com isso revelando uma nova perspetiva sobre o maior conflito da História.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 704
Sinopse:
"A Guerra Fria não decidiu tudo, mas influenciou a maior parte das coisas, com frequência para pior: o confronto ajudou a cimentar um mundo dominado por superpotências, um mundo em que o poder e a violência - ou a ameaça de violência - representavam a bitola pela qual se regiam as relações internacionais, e em que as crenças tendiam para o absoluto: só o nosso sistema era bom. O outro era, inerentemente, maléfico. Estava montado o palco para uma competição intensa, em que o objetivo era, no limite, a sobrevivência do mundo."
Nº Páginas: 704
Sinopse:
"A Guerra Fria não decidiu tudo, mas influenciou a maior parte das coisas, com frequência para pior: o confronto ajudou a cimentar um mundo dominado por superpotências, um mundo em que o poder e a violência - ou a ameaça de violência - representavam a bitola pela qual se regiam as relações internacionais, e em que as crenças tendiam para o absoluto: só o nosso sistema era bom. O outro era, inerentemente, maléfico. Estava montado o palco para uma competição intensa, em que o objetivo era, no limite, a sobrevivência do mundo."
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A primeira grande investigação sobre a guerra civil angolana, desde 1975 até ao final do conflito, em 2002. Depois da independência, em 1975, acabada de sair da guerra colonial, Angola ficou dividida por um conflito interno que havia de durar mais de um quarto de século e que define os contornos do poder político angolano até à actualidade. A guerra civil teve de um lado a UNITA - associada aos EUA, à África do Sul do apartheid, e ao mundo rural da região central -, e do outro lado o MPLA - identificado com a União Soviética, Cuba e um universo urbano. No meio ficou sempre a população, verdadeira protagonista deste livro. A partir de centenas de entrevistas com agricultores, professores, militares, membros dos partidos e muitos outros, e sem tomar partido, Justin Pearce reconstituiu a vertente humana da mais mortífera e longa guerra civil africana, apresentando um retrato inédito da relação do povo angolano com os movimentos políticos, da sua percepção sobre o que estava em jogo, das suas estratégias de sobrevivência e da definição de uma identidade política ainda hoje afectada pela desinformação, manipulação e, sobretudo, pelo medo. Com prefácio inédito de rafael marques, autor do livro diamantes de sangue.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A primeira grande investigação sobre a guerra civil angolana, desde 1975 até ao final do conflito, em 2002. Depois da independência, em 1975, acabada de sair da guerra colonial, Angola ficou dividida por um conflito interno que havia de durar mais de um quarto de século e que define os contornos do poder político angolano até à actualidade. A guerra civil teve de um lado a UNITA - associada aos EUA, à África do Sul do apartheid, e ao mundo rural da região central -, e do outro lado o MPLA - identificado com a União Soviética, Cuba e um universo urbano. No meio ficou sempre a população, verdadeira protagonista deste livro. A partir de centenas de entrevistas com agricultores, professores, militares, membros dos partidos e muitos outros, e sem tomar partido, Justin Pearce reconstituiu a vertente humana da mais mortífera e longa guerra civil africana, apresentando um retrato inédito da relação do povo angolano com os movimentos políticos, da sua percepção sobre o que estava em jogo, das suas estratégias de sobrevivência e da definição de uma identidade política ainda hoje afectada pela desinformação, manipulação e, sobretudo, pelo medo. Com prefácio inédito de rafael marques, autor do livro diamantes de sangue.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Madrid, Julho de 1936, Calvo Sotelo acaba de ser assassinado. Cinco dias depois desencadeia-se uma revolta militar que irá culminar na Guerra Civil Espanhola. Esta prolongou-se por 33 meses… 986 dias de inferno, durante os quais mais de 600.000 pessoas encontraram a morte numa guerra cruel que deixou um país despedaçado e de luto. A Guerra Civil de Espanha é um relato fidedigno de um período negro na História não só de Espanha, mas de toda a Europa.
Nº Páginas: 624
Sinopse:
Madrid, Julho de 1936, Calvo Sotelo acaba de ser assassinado. Cinco dias depois desencadeia-se uma revolta militar que irá culminar na Guerra Civil Espanhola. Esta prolongou-se por 33 meses… 986 dias de inferno, durante os quais mais de 600.000 pessoas encontraram a morte numa guerra cruel que deixou um país despedaçado e de luto. A Guerra Civil de Espanha é um relato fidedigno de um período negro na História não só de Espanha, mas de toda a Europa.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O ano em que se assinala o centenário do fim da Grande Guerra "A seleção dos depoimentos obedeceu a duas preocupações principais: manter um certo equilíbrio entre autores consagrados, alguns dos quais ganharam créditos no panorama literário nacional, como Jaime Cortesão, Augusto Casimiro, André Brun e Carlos Selvagem, a par de outros que permaneceram praticamente esquecidos, e cuja bibliografia se limitou à obra que escreveram sobre a sua experiência de guerra. Procurámos contemplar as três frentes de combate - Europa, Angola e Moçambique -, com as suas especificidades. Privilegiámos a transmissão da experiência vivida, o medo e a coragem, o desespero e a esperança, o humor e o drama. Sentimentos e sensações mescladas, numa experiência única vivida durante o maior drama que a humanidade conheceu até então, e que se julgava que jamais se repetiria, dada a sua dimensão apocalíptica. Vãs esperanças. Vinte anos depois, novo conflito iria eclodir, ainda mais sangrento e destruidor, como que a demonstrar que o Homem persiste em não aprender com os erros cometidos."
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O ano em que se assinala o centenário do fim da Grande Guerra "A seleção dos depoimentos obedeceu a duas preocupações principais: manter um certo equilíbrio entre autores consagrados, alguns dos quais ganharam créditos no panorama literário nacional, como Jaime Cortesão, Augusto Casimiro, André Brun e Carlos Selvagem, a par de outros que permaneceram praticamente esquecidos, e cuja bibliografia se limitou à obra que escreveram sobre a sua experiência de guerra. Procurámos contemplar as três frentes de combate - Europa, Angola e Moçambique -, com as suas especificidades. Privilegiámos a transmissão da experiência vivida, o medo e a coragem, o desespero e a esperança, o humor e o drama. Sentimentos e sensações mescladas, numa experiência única vivida durante o maior drama que a humanidade conheceu até então, e que se julgava que jamais se repetiria, dada a sua dimensão apocalíptica. Vãs esperanças. Vinte anos depois, novo conflito iria eclodir, ainda mais sangrento e destruidor, como que a demonstrar que o Homem persiste em não aprender com os erros cometidos."
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Este livro narra a história da Europa e dos europeus a partir do seu legado genético, da primeira onda de migração que povoou o continente até aos dias de hoje. Seguindo as pistas deixadas pelo seu ADN e viajando por locais de interesse arqueológico por toda a Europa, a autora traça o nosso passado comum da atualidade até à Pré-História. Bojs visitou vários países para conhecer geneticistas, historiadores e arqueólogos eminentes, acabando por descobrir que os seus (e os nossos) genes contam uma história fascinante, que espelha e acompanha a história da Europa. Esta narrativa científica e de viagem, na primeira pessoa, vai muito além da genealogia pessoal da autora: explora a história escondida nos nossos genes e revela a história partilhada dos povos europeus.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Este livro narra a história da Europa e dos europeus a partir do seu legado genético, da primeira onda de migração que povoou o continente até aos dias de hoje. Seguindo as pistas deixadas pelo seu ADN e viajando por locais de interesse arqueológico por toda a Europa, a autora traça o nosso passado comum da atualidade até à Pré-História. Bojs visitou vários países para conhecer geneticistas, historiadores e arqueólogos eminentes, acabando por descobrir que os seus (e os nossos) genes contam uma história fascinante, que espelha e acompanha a história da Europa. Esta narrativa científica e de viagem, na primeira pessoa, vai muito além da genealogia pessoal da autora: explora a história escondida nos nossos genes e revela a história partilhada dos povos europeus.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"A Grande Estratégia" é um estudo rigoroso sobre as questões de liderança e uma análise da teoria e da prática estratégica, em períodos que vão da Antiguidade à Segunda Guerra Mundial, feita à luz do pensamento de grandes figuras como Heródoto, Tucídides, Sun Tzu, Augusto, Santo Agostinho, Maquiavel, Clausewitz, Tolstoy, Lincoln ou Franklin D. Roosevelt. Repleto de exemplos sugestivos de liderança e pensamento estratégico, de Xerxes, rei dos Persas, às estratégias de Churchill e Roosevelt na Segunda Grande Guerra, Gaddis traz-nos o seu profundo conhecimento da História num estilo de escrita ligeiro e agradável. Para todos os envolvidos em questões de liderança, ou interessados nesta arte, este livro é uma lição de alto nível.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"A Grande Estratégia" é um estudo rigoroso sobre as questões de liderança e uma análise da teoria e da prática estratégica, em períodos que vão da Antiguidade à Segunda Guerra Mundial, feita à luz do pensamento de grandes figuras como Heródoto, Tucídides, Sun Tzu, Augusto, Santo Agostinho, Maquiavel, Clausewitz, Tolstoy, Lincoln ou Franklin D. Roosevelt. Repleto de exemplos sugestivos de liderança e pensamento estratégico, de Xerxes, rei dos Persas, às estratégias de Churchill e Roosevelt na Segunda Grande Guerra, Gaddis traz-nos o seu profundo conhecimento da História num estilo de escrita ligeiro e agradável. Para todos os envolvidos em questões de liderança, ou interessados nesta arte, este livro é uma lição de alto nível.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 420
Sinopse:
"A Grande Escolha" é um livro para as gerações que, nos últimos vinte anos, viveram quase sempre em crise. As mesmas que têm dificuldade em se emancipar e questionam se a culpa desse estagnação não é, afinal, da globalização. Numa altura em que os populistas exploram a falta de esperança e se vive uma crise internacional sem precedentes, Adolfo Mesquita Nunes faz uma defesa apaixonada do Mundo global e diz-nos como podemos melhorar e aperfeiçoar a globalização. Apontando os erros e as consequências de os países se fecharem sobre si próprios, o autor mostra como a abertura do Mundo é o maior instrumento de progresso de toda a História e enumera sete grandes desafios da actualidade - desigualdade, emprego, salários, habitação, dependência externa, monopólios digitais e fiscalidade internacional -, traçando linhas de acção para os resolvermos quanto antes. Um livro de perguntas e respostas para quem tem dúvidas sobre o caminho que o Mundo está a tomar e desconfia de soluções fáceis para problemas complexos.
Nº Páginas: 420
Sinopse:
"A Grande Escolha" é um livro para as gerações que, nos últimos vinte anos, viveram quase sempre em crise. As mesmas que têm dificuldade em se emancipar e questionam se a culpa desse estagnação não é, afinal, da globalização. Numa altura em que os populistas exploram a falta de esperança e se vive uma crise internacional sem precedentes, Adolfo Mesquita Nunes faz uma defesa apaixonada do Mundo global e diz-nos como podemos melhorar e aperfeiçoar a globalização. Apontando os erros e as consequências de os países se fecharem sobre si próprios, o autor mostra como a abertura do Mundo é o maior instrumento de progresso de toda a História e enumera sete grandes desafios da actualidade - desigualdade, emprego, salários, habitação, dependência externa, monopólios digitais e fiscalidade internacional -, traçando linhas de acção para os resolvermos quanto antes. Um livro de perguntas e respostas para quem tem dúvidas sobre o caminho que o Mundo está a tomar e desconfia de soluções fáceis para problemas complexos.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Como é que o PS perdeu as eleições e formou governo com a ajuda da CDU e do Bloco de Esquerda? A Geringonça que governa Portugal nasceu como uma tábua dos afogados para salvar socialistas, comunistas, verdes e bloquistas dos seus terríveis destinos. "É Geringonça, mas funciona", disse, logo no início, António Costa. Quatro anos depois, já se pode saber como funcionou, de facto, a Geringonça. Comunistas e bloquistas não se suportam. Disputam a reivindicação de cada uma das medidas populares do PS e nunca reúnem em simultâneo com o governo. O Presidente da República, à espera de que a direita portuguesa se recomponha, tem sido o anjo da guarda deste arranjo político. A jornalista Inês Serra Lopes entrevistou políticos, economistas e professores e conta como foi possível misturar o impensável, a água e o azeite, percorrendo alguns dos casos da célebre XIII Legislatura, desde a chamada crise dos professores à bandeira da qualidade dos serviços públicos, encontrada pelo PS logo após as eleições europeias de 2019. Um livro que nos conduz pelo interior da Geringonça e nos mostra como esta se equilibrou no poder.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Como é que o PS perdeu as eleições e formou governo com a ajuda da CDU e do Bloco de Esquerda? A Geringonça que governa Portugal nasceu como uma tábua dos afogados para salvar socialistas, comunistas, verdes e bloquistas dos seus terríveis destinos. "É Geringonça, mas funciona", disse, logo no início, António Costa. Quatro anos depois, já se pode saber como funcionou, de facto, a Geringonça. Comunistas e bloquistas não se suportam. Disputam a reivindicação de cada uma das medidas populares do PS e nunca reúnem em simultâneo com o governo. O Presidente da República, à espera de que a direita portuguesa se recomponha, tem sido o anjo da guarda deste arranjo político. A jornalista Inês Serra Lopes entrevistou políticos, economistas e professores e conta como foi possível misturar o impensável, a água e o azeite, percorrendo alguns dos casos da célebre XIII Legislatura, desde a chamada crise dos professores à bandeira da qualidade dos serviços públicos, encontrada pelo PS logo após as eleições europeias de 2019. Um livro que nos conduz pelo interior da Geringonça e nos mostra como esta se equilibrou no poder.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 520
Sinopse:
As razões que levaram o infante D. Henrique a conduzir com invulgar tenacidade um projeto tão exigente e tão prolongado como foi o dos chamados "descobrimentos" é uma questão que ainda hoje merece análise. Este projeto não constituiu um mero episódio fugaz, que tenha aparecido e logo depois desaparecido sem consequências permanentes. Pelo contrário, os descobrimentos deram origem a uma modificação radical da História da Humanidade, que se prolonga até aos nossos dias. Na base de tudo esteve sempre a geografia, que naqueles tempos era matéria muito difícil de conhecer em vastas zonas do globo. Na presente obra o autor procura compreender de que forma o infante D. Henrique abordou esta questão, que era afinal decisiva para o sucesso do seu projeto.
Nº Páginas: 520
Sinopse:
As razões que levaram o infante D. Henrique a conduzir com invulgar tenacidade um projeto tão exigente e tão prolongado como foi o dos chamados "descobrimentos" é uma questão que ainda hoje merece análise. Este projeto não constituiu um mero episódio fugaz, que tenha aparecido e logo depois desaparecido sem consequências permanentes. Pelo contrário, os descobrimentos deram origem a uma modificação radical da História da Humanidade, que se prolonga até aos nossos dias. Na base de tudo esteve sempre a geografia, que naqueles tempos era matéria muito difícil de conhecer em vastas zonas do globo. Na presente obra o autor procura compreender de que forma o infante D. Henrique abordou esta questão, que era afinal decisiva para o sucesso do seu projeto.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Esta obra é um fortíssimo contributo para nos ajudar na problematização do nosso tempo e do nosso espaço - espaço geográfico (CPLP) e espaço afetivo (a língua). O autor, especialista de comércio internacional e um apaixonado do Mundo Lusófono, apresenta neste livro uma interessante descrição e reflexão sobre a situação da Economia Global em que vivemos.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Esta obra é um fortíssimo contributo para nos ajudar na problematização do nosso tempo e do nosso espaço - espaço geográfico (CPLP) e espaço afetivo (a língua). O autor, especialista de comércio internacional e um apaixonado do Mundo Lusófono, apresenta neste livro uma interessante descrição e reflexão sobre a situação da Economia Global em que vivemos.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"É nossa condição irrenunciável sermos europeus, pois a Europa é a nossa matriz geográfica e cultural. Neste globo, que ajudámos a encurtar, a geografia sempre foi condicionante da cultura. A Europa é, para nós, um facto. Mas a Europa, para além de facto, por vezes mais próximo e outras mais distante, sempre foi um mito. O historiador José Eduardo Franco, especialista dos mitos na cultura portuguesa, analisa neste livro, que percorre toda a história de Portugal, os mitos que fomos construindo a respeito do continente que integramos. Numa época em que a Europa - e nós nela e com ela - se encontra em profunda crise, recomendo vivamente esta reflexão de José Eduardo Franco, que nos permite assentar no passado as nossas reflexões sobre o futuro. O futuro é obviamente uma incógnita. Apesar de o Padre António Vieira ter escrito a História do Futuro, a Segunda Lei da Termodinâmica impõe a diferença entre passado e futuro, impedindo que exista ou venha algum dia a existir uma história do futuro. Mas haverá com toda a certeza futuro e não há futuro sem história. O conhecimento e a compreensão da história ajudam-nos a construir o futuro." Do Prefácio de Carlos Fiolhais
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"É nossa condição irrenunciável sermos europeus, pois a Europa é a nossa matriz geográfica e cultural. Neste globo, que ajudámos a encurtar, a geografia sempre foi condicionante da cultura. A Europa é, para nós, um facto. Mas a Europa, para além de facto, por vezes mais próximo e outras mais distante, sempre foi um mito. O historiador José Eduardo Franco, especialista dos mitos na cultura portuguesa, analisa neste livro, que percorre toda a história de Portugal, os mitos que fomos construindo a respeito do continente que integramos. Numa época em que a Europa - e nós nela e com ela - se encontra em profunda crise, recomendo vivamente esta reflexão de José Eduardo Franco, que nos permite assentar no passado as nossas reflexões sobre o futuro. O futuro é obviamente uma incógnita. Apesar de o Padre António Vieira ter escrito a História do Futuro, a Segunda Lei da Termodinâmica impõe a diferença entre passado e futuro, impedindo que exista ou venha algum dia a existir uma história do futuro. Mas haverá com toda a certeza futuro e não há futuro sem história. O conhecimento e a compreensão da história ajudam-nos a construir o futuro." Do Prefácio de Carlos Fiolhais
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Compreender como as fraquezas da europa permitiram a ascensão da extrema-direita e os novos radicalismos. Em A Europa Adormecida, Liz Fekete desenvolve uma extensa investigação à forma como os movimentos e forças políticas desta direita recém configurada se interconectam com as forças antidemocráticas e iliberais da sociedade. Com base em mais de três décadas de trabalho, expõe as linhas onde a Europa falha fundamentalmente na luta contra o racismo e a tirania.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Compreender como as fraquezas da europa permitiram a ascensão da extrema-direita e os novos radicalismos. Em A Europa Adormecida, Liz Fekete desenvolve uma extensa investigação à forma como os movimentos e forças políticas desta direita recém configurada se interconectam com as forças antidemocráticas e iliberais da sociedade. Com base em mais de três décadas de trabalho, expõe as linhas onde a Europa falha fundamentalmente na luta contra o racismo e a tirania.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A Estranha Morte da Europa é o relato de um continente e de uma cultura à beira do suicídio. A queda nas taxas de natalidade, a imigração em massa e a cultura da autodesconfiança e do ódio tornaram os europeus incapazes de se defender e de resistir à sua transformação abrangente como sociedade. Este livro não é apenas uma análise da realidade demográfica ou política, é também o testemunho de um continente em autodestruição. Em cada capítulo, Murray dá um passo atrás e analisa os temas mais profundos que estão por detrás da possível morte da Europa, de uma atmosfera de ataques terroristas em massa à estável erosão das nossas liberdades. Aborda o desapontante falhanço do multiculturalismo, a viragem de Angela Merkel em relação às migrações e a fixação do Ocidente na culpa. Viajando até Berlim, Paris, Escandinávia, Lampedusa e Grécia, o autor desvenda o mal-estar no coração da cultura europeia e ouve as histórias daqueles que chegaram vindos de longe. E termina com duas visões da Europa - uma de esperança e uma pessimista - que retratam um continente em crise e oferecem uma escolha do que podemos fazer no futuro.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A Estranha Morte da Europa é o relato de um continente e de uma cultura à beira do suicídio. A queda nas taxas de natalidade, a imigração em massa e a cultura da autodesconfiança e do ódio tornaram os europeus incapazes de se defender e de resistir à sua transformação abrangente como sociedade. Este livro não é apenas uma análise da realidade demográfica ou política, é também o testemunho de um continente em autodestruição. Em cada capítulo, Murray dá um passo atrás e analisa os temas mais profundos que estão por detrás da possível morte da Europa, de uma atmosfera de ataques terroristas em massa à estável erosão das nossas liberdades. Aborda o desapontante falhanço do multiculturalismo, a viragem de Angela Merkel em relação às migrações e a fixação do Ocidente na culpa. Viajando até Berlim, Paris, Escandinávia, Lampedusa e Grécia, o autor desvenda o mal-estar no coração da cultura europeia e ouve as histórias daqueles que chegaram vindos de longe. E termina com duas visões da Europa - uma de esperança e uma pessimista - que retratam um continente em crise e oferecem uma escolha do que podemos fazer no futuro.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 280
Sinopse:
No início de 2012, o jornalista Tiago Carrasco, o repórter de imagem João Fontes e o fotógrafo João Henriques decidiram perceber como se faz uma revolução - porque ainda não eram nascidos no 25 de Abril de 1974 e porque não compreendiam a inércia dos portugueses perante as dificuldades e a ausência de perspectivas que também eles sentiam na pele. Fartos de brandos costumes, resolveram então fazer-se à estrada e acompanhar de perto as rebeliões em curso no Médio Oriente e no Norte de África. Ao longo de quatro meses, percorreram dez mil quilómetros de autocarro, de comboio, de barco e à boleia por uma zona do mundo em profunda agitação e mudança. Do inferno da Síria à Terra Prometida, da instabilidade da Líbia à euforia do Líbano, passando pelo caos do Egipto ou pela incerteza da Tunísia - onde o riscar trágico de um fósforo acendeu o rastilho desta Primavera Árabe - "A Estrada da Revolução" é uma aventura empolgante e um testemunho inspirador para todos aqueles que acreditam num mundo melhor, mais justo e mais livre.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
No início de 2012, o jornalista Tiago Carrasco, o repórter de imagem João Fontes e o fotógrafo João Henriques decidiram perceber como se faz uma revolução - porque ainda não eram nascidos no 25 de Abril de 1974 e porque não compreendiam a inércia dos portugueses perante as dificuldades e a ausência de perspectivas que também eles sentiam na pele. Fartos de brandos costumes, resolveram então fazer-se à estrada e acompanhar de perto as rebeliões em curso no Médio Oriente e no Norte de África. Ao longo de quatro meses, percorreram dez mil quilómetros de autocarro, de comboio, de barco e à boleia por uma zona do mundo em profunda agitação e mudança. Do inferno da Síria à Terra Prometida, da instabilidade da Líbia à euforia do Líbano, passando pelo caos do Egipto ou pela incerteza da Tunísia - onde o riscar trágico de um fósforo acendeu o rastilho desta Primavera Árabe - "A Estrada da Revolução" é uma aventura empolgante e um testemunho inspirador para todos aqueles que acreditam num mundo melhor, mais justo e mais livre.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Um texto em que, de forma clara e fluida, José Saramago traça um percurso simples, sem artifícios e bem-humorado, pelos seus diferentes livros para acabar concluindo que até a "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" havia estado descrevendo a estátua e que a partir desse livro, que é fronteira, a sua tentativa foi a de descrever a pedra de que é feita a estátua, fase que se inicia com "Ensaio Sobre a Cegueira". Tudo isto fica explicado de uma forma clara e o leitor adquire uma nova dimensão sobre os livros de José Saramago que já conhece e um desejo de se aproximar dos que ainda estão por conhecer, revisitados pelo Autor neste texto. "A Estátua e a Pedra" apresenta prefácios de Luciana Stegagno Picchio e Giancarlo Depretis e de um epílogo de Fernando Gómez Aguilera e é publicado em edição bilingue - Português e Espanhol.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Um texto em que, de forma clara e fluida, José Saramago traça um percurso simples, sem artifícios e bem-humorado, pelos seus diferentes livros para acabar concluindo que até a "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" havia estado descrevendo a estátua e que a partir desse livro, que é fronteira, a sua tentativa foi a de descrever a pedra de que é feita a estátua, fase que se inicia com "Ensaio Sobre a Cegueira". Tudo isto fica explicado de uma forma clara e o leitor adquire uma nova dimensão sobre os livros de José Saramago que já conhece e um desejo de se aproximar dos que ainda estão por conhecer, revisitados pelo Autor neste texto. "A Estátua e a Pedra" apresenta prefácios de Luciana Stegagno Picchio e Giancarlo Depretis e de um epílogo de Fernando Gómez Aguilera e é publicado em edição bilingue - Português e Espanhol.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A crise vai-se agravando. Sem remédio? Creio que não. Porque a esperança deve ser a última a perder-se. Sempre pensei assim e não me arrependo." "Quem tem estado no poder são os partidários dos mercados usurários, das troikas e do dinheiro acima de todos os valores. Têm o sentido de que o que conta é a austeridade e a pobreza das pessoas. As próprias pessoas que se lixem, para usar o termo que hoje alguns usam. Os valores não contam. A ética e o humanismo, que permaneceram depois da Segunda Guerra Mundial, hoje são motivo de riso dos tecnocratas, que enchem os bolsos e nada mais. Pois bem, isso vai ter de mudar ou a Europa cai no abismo e nada nos vale. Não creio que sejamos tão estúpidos que caiamos nesse abismo. Por isso, tenhamos esperança. E acreditemos nos nossos valores."
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A crise vai-se agravando. Sem remédio? Creio que não. Porque a esperança deve ser a última a perder-se. Sempre pensei assim e não me arrependo." "Quem tem estado no poder são os partidários dos mercados usurários, das troikas e do dinheiro acima de todos os valores. Têm o sentido de que o que conta é a austeridade e a pobreza das pessoas. As próprias pessoas que se lixem, para usar o termo que hoje alguns usam. Os valores não contam. A ética e o humanismo, que permaneceram depois da Segunda Guerra Mundial, hoje são motivo de riso dos tecnocratas, que enchem os bolsos e nada mais. Pois bem, isso vai ter de mudar ou a Europa cai no abismo e nada nos vale. Não creio que sejamos tão estúpidos que caiamos nesse abismo. Por isso, tenhamos esperança. E acreditemos nos nossos valores."
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Para mim a História não é a comemoração do passado, mas uma forma de interpretar o presente. Ao descobrir a relação entre o ontem e o hoje, creio poder decifrar a ordem possível do mundo, imaginária, porventura, mas indispensável à minha própria sobrevivência, para não me diluir a mim mesmo no caos de um mundo fenomenal, sem referências nem sentido." "José Mattoso" Ao longo dos anos José Mattoso partilhou o seu saber em palestras e conferências, para "libertar uma voz" que o ultrapassava, para se juntar "à sinfonia da História". Nesses seus textos, aqui reunidos, desenvolve temas como a construção crítica do texto historiográfico — que métodos e condições exige e que problemas coloca —, a contemplação, a geografia histórica, a iluminura, o milenarismo ou o ensino da História. Conteúdo da obra I. A escrita: A escrita da História. História — arte ou ciência. Novos rumos da historiografia. Breves reflexões sobre o individual e o coletivo em História. Se a História pode ser contemplativa. II. O ensino: A função social da História no mundo de hoje. Lendas e mitos no ensino da História. A importância do texto literário no ensino da História. A História hoje: que História ensinar? III. Os materiais: Renovar os arquivos para renovar a História. O arquivo e a identificação. Os arquivos oficiais e a construção social do passado. A publicação de fontes documentais e o progresso da ciência histórica em Portugal. Investigação histórica e interpretação literária de textos medievais. Perguntas dos historiadores aos linguistas. IV. Os temas: Portugal e a Europa. História nacional e nacionalismo. A formação de uma identidade nacional. A história regional e local. A reconstituição dos espaços do passado. A mulher e a família. O sagrado e o profano. A intimidade na arte. O imaginário da iluminura medieval. Reflexões sobre os milenarismos.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Para mim a História não é a comemoração do passado, mas uma forma de interpretar o presente. Ao descobrir a relação entre o ontem e o hoje, creio poder decifrar a ordem possível do mundo, imaginária, porventura, mas indispensável à minha própria sobrevivência, para não me diluir a mim mesmo no caos de um mundo fenomenal, sem referências nem sentido." "José Mattoso" Ao longo dos anos José Mattoso partilhou o seu saber em palestras e conferências, para "libertar uma voz" que o ultrapassava, para se juntar "à sinfonia da História". Nesses seus textos, aqui reunidos, desenvolve temas como a construção crítica do texto historiográfico — que métodos e condições exige e que problemas coloca —, a contemplação, a geografia histórica, a iluminura, o milenarismo ou o ensino da História. Conteúdo da obra I. A escrita: A escrita da História. História — arte ou ciência. Novos rumos da historiografia. Breves reflexões sobre o individual e o coletivo em História. Se a História pode ser contemplativa. II. O ensino: A função social da História no mundo de hoje. Lendas e mitos no ensino da História. A importância do texto literário no ensino da História. A História hoje: que História ensinar? III. Os materiais: Renovar os arquivos para renovar a História. O arquivo e a identificação. Os arquivos oficiais e a construção social do passado. A publicação de fontes documentais e o progresso da ciência histórica em Portugal. Investigação histórica e interpretação literária de textos medievais. Perguntas dos historiadores aos linguistas. IV. Os temas: Portugal e a Europa. História nacional e nacionalismo. A formação de uma identidade nacional. A história regional e local. A reconstituição dos espaços do passado. A mulher e a família. O sagrado e o profano. A intimidade na arte. O imaginário da iluminura medieval. Reflexões sobre os milenarismos.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Os muros estão a crescer. As políticas nacionalistas estão em ascensão. Milhares de quilómetros de vedações foram erguidas nos últimos dez anos e estão a redefinir a nossa paisagem política. Existem muitas razões para erguermos muros, já que há tantos temas que nos dividem: saúde, raça, religião, dinheiro, política. Na Europa, as ruturas da última década ameaçam não só a unidade europeia, mas também, em alguns países, a própria democracia. Na China, a necessidade de conter as divisões forjadas pelo capitalismo definirá o futuro da nação. Nos Estados Unidos, a justificação para o muro na fronteira com o México explora o medo americano. Entender o que nos divide, no passado e no presente, é essencial para compreender tudo o que se está a passar no mundo. China, Estados Unidos da América, Israel e Palestina, Médio Oriente, África, Europa e Reino Unido são alguns dos territórios que Tim Marshall aborda neste livro fascinante onde analisa as falhas que irão moldar o mundo nos próximos anos.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Os muros estão a crescer. As políticas nacionalistas estão em ascensão. Milhares de quilómetros de vedações foram erguidas nos últimos dez anos e estão a redefinir a nossa paisagem política. Existem muitas razões para erguermos muros, já que há tantos temas que nos dividem: saúde, raça, religião, dinheiro, política. Na Europa, as ruturas da última década ameaçam não só a unidade europeia, mas também, em alguns países, a própria democracia. Na China, a necessidade de conter as divisões forjadas pelo capitalismo definirá o futuro da nação. Nos Estados Unidos, a justificação para o muro na fronteira com o México explora o medo americano. Entender o que nos divide, no passado e no presente, é essencial para compreender tudo o que se está a passar no mundo. China, Estados Unidos da América, Israel e Palestina, Médio Oriente, África, Europa e Reino Unido são alguns dos territórios que Tim Marshall aborda neste livro fascinante onde analisa as falhas que irão moldar o mundo nos próximos anos.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Histórias incríveis do mundo submarino. Um livro maravilhoso (e eloquente) sobre os mistérios do fundo do mar e os seus habitantes, cheios de segredos e poderes mágicos. "Soubemos descer das árvores mas nunca conquistámos o mar. Na água, todos os peixes o dirão, não vemos tudo. Porque não é suficiente ver as coisas." Os salmões da Gronelândia recordam os perfumes da Bretanha e regressam ao lugar onde nasceram. As baleias comunicam em ondas e frequências que nos surpreendem sempre. O ruído provocado pelos arenques confundiu a Marinha sueca, que pensou tratar-se de um submarino russo. E as sardinhas? Como é possível que um peixe tão simples consiga, em cardume, ser tão organizado (cabendo 15 sardinhas por metro cúbico) e nunca chocarem umas com as outras, escapar dos predadores ou procurar comida em grupo? Como é possível as conchas das vieiras emitirem cânticos no fundo do mar? Como é "construída" a luz fluorescente das medusas? Porque podemos dizer que o bacalhau "descobriu a América"? Este livro leva-nos ao fundo do mar para mergulharmos nas profundezas da ciência e da história, onde as lendas são — muitas vezes — mais credíveis do que a incrível realidade e as histórias que os oceanos encerram. Bill François transporta-nos com simplicidade e humor ao encontro das baleias que fazem música ou do bacalhau que descobriu a América. Mostra a sabedoria da sardinha e a destreza do atum-rabilho, faz-nos ouvir a voz do cavalo-marinho e o canto das vieiras.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Histórias incríveis do mundo submarino. Um livro maravilhoso (e eloquente) sobre os mistérios do fundo do mar e os seus habitantes, cheios de segredos e poderes mágicos. "Soubemos descer das árvores mas nunca conquistámos o mar. Na água, todos os peixes o dirão, não vemos tudo. Porque não é suficiente ver as coisas." Os salmões da Gronelândia recordam os perfumes da Bretanha e regressam ao lugar onde nasceram. As baleias comunicam em ondas e frequências que nos surpreendem sempre. O ruído provocado pelos arenques confundiu a Marinha sueca, que pensou tratar-se de um submarino russo. E as sardinhas? Como é possível que um peixe tão simples consiga, em cardume, ser tão organizado (cabendo 15 sardinhas por metro cúbico) e nunca chocarem umas com as outras, escapar dos predadores ou procurar comida em grupo? Como é possível as conchas das vieiras emitirem cânticos no fundo do mar? Como é "construída" a luz fluorescente das medusas? Porque podemos dizer que o bacalhau "descobriu a América"? Este livro leva-nos ao fundo do mar para mergulharmos nas profundezas da ciência e da história, onde as lendas são — muitas vezes — mais credíveis do que a incrível realidade e as histórias que os oceanos encerram. Bill François transporta-nos com simplicidade e humor ao encontro das baleias que fazem música ou do bacalhau que descobriu a América. Mostra a sabedoria da sardinha e a destreza do atum-rabilho, faz-nos ouvir a voz do cavalo-marinho e o canto das vieiras.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O Manifesto dos 74 deu o mote: é imperioso reestruturar a dívida. Este livro vai mais longe e apresenta três propostas europeias de reestruturação. Sejamos realistas: se nada for feito, a austeridade vai continuar por muitos anos; com a austeridade não haverá crescimento económico, e sem crescimento Portugal arrisca-se a não conseguir pagar o que deve. É mau para a zona euro mas pior ainda para os portugueses, que continuarão sufocados pelo garrote da dívida. A solução, argumenta João Cravinho, é dotar a União Europeia de mecanismos que permitam reestruturar a dívida pública criando a "folga" necessária ao crescimento. O Manifesto dos 74, que uniu personalidades portuguesas dos mais diversos quadrantes políticos, já tinha alertado para a imperiosa necessidade da reestruturação. João Cravinho, um dos mentores do documento, desmistifica as origens da crise da dívida (que são essencialmente bancárias); recorda exemplos históricos de reestruturação sem recurso à austeridade e analisa números e argumentos que sublinham a falta de credibilidade da estratégia oficial de redução da dívida. Há alternativas. Fiel ao espírito do manifesto reúne aqui três diferentes abordagens à reestruturação: a defendida por James K. Galbraith, Stuart Holland e Yanis Varoufakis, o ensaio PADRE e a solução proposta pelo Conselho de Peritos Económicos da Alemanha. Há outras saídas, mas na essência não diferem muito das apresentadas neste livro. O que falta é a coragem política de escolher um caminho. Nesse sentido A Dívida Pública Portuguesa, antecipa a forçosa discussão sobre o tema que vai dominar a política portuguesa (e europeia) nos próximos anos.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O Manifesto dos 74 deu o mote: é imperioso reestruturar a dívida. Este livro vai mais longe e apresenta três propostas europeias de reestruturação. Sejamos realistas: se nada for feito, a austeridade vai continuar por muitos anos; com a austeridade não haverá crescimento económico, e sem crescimento Portugal arrisca-se a não conseguir pagar o que deve. É mau para a zona euro mas pior ainda para os portugueses, que continuarão sufocados pelo garrote da dívida. A solução, argumenta João Cravinho, é dotar a União Europeia de mecanismos que permitam reestruturar a dívida pública criando a "folga" necessária ao crescimento. O Manifesto dos 74, que uniu personalidades portuguesas dos mais diversos quadrantes políticos, já tinha alertado para a imperiosa necessidade da reestruturação. João Cravinho, um dos mentores do documento, desmistifica as origens da crise da dívida (que são essencialmente bancárias); recorda exemplos históricos de reestruturação sem recurso à austeridade e analisa números e argumentos que sublinham a falta de credibilidade da estratégia oficial de redução da dívida. Há alternativas. Fiel ao espírito do manifesto reúne aqui três diferentes abordagens à reestruturação: a defendida por James K. Galbraith, Stuart Holland e Yanis Varoufakis, o ensaio PADRE e a solução proposta pelo Conselho de Peritos Económicos da Alemanha. Há outras saídas, mas na essência não diferem muito das apresentadas neste livro. O que falta é a coragem política de escolher um caminho. Nesse sentido A Dívida Pública Portuguesa, antecipa a forçosa discussão sobre o tema que vai dominar a política portuguesa (e europeia) nos próximos anos.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 468
Sinopse:
Deus não existe e as religiões são perniciosas e causadoras da maior parte dos males do mundo? Provar que a resposta só pode ser afirmativa é o objectivo desta obra, que ocupou o top de vendas na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos. Orgulhosamente ateu, o autor pensa que a maioria dos cientistas também o foram e são, dando o ateísmo um contributo fundamental para uma sociedade mais feliz, porque livre. Os argumentos filosófico-religiosos a favor da existência de Deus são de extrema debilidade. Darwinista convicto, vê na selecção natural a chave de explicação da evolução, acabando com a ilusão de um Deus pessoal criador e de um "desígnio inteligente". Obra retumbantemente polémica, acusada de superficialidade unilateral e fundamentalismo cientificista, tem a pretensão de tornar ateus todos os seus leitores religiosos. Optimismo presumido e ingénuo, obrigará, de qualquer modo, os crentes a mais lucidez.
Nº Páginas: 468
Sinopse:
Deus não existe e as religiões são perniciosas e causadoras da maior parte dos males do mundo? Provar que a resposta só pode ser afirmativa é o objectivo desta obra, que ocupou o top de vendas na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos. Orgulhosamente ateu, o autor pensa que a maioria dos cientistas também o foram e são, dando o ateísmo um contributo fundamental para uma sociedade mais feliz, porque livre. Os argumentos filosófico-religiosos a favor da existência de Deus são de extrema debilidade. Darwinista convicto, vê na selecção natural a chave de explicação da evolução, acabando com a ilusão de um Deus pessoal criador e de um "desígnio inteligente". Obra retumbantemente polémica, acusada de superficialidade unilateral e fundamentalismo cientificista, tem a pretensão de tornar ateus todos os seus leitores religiosos. Optimismo presumido e ingénuo, obrigará, de qualquer modo, os crentes a mais lucidez.
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 0
Sinopse:
O livro é uma reflexão crítica que acompanha, a par e passo, o ano de 2004 nas várias vertentes da crise que assolou Portugal - financeira, económica, social, moral e psicológica. Mário Soares refere "datas, acontecimentos e opções que não devem ser tão depressa esquecidos, até que a poeira dos dias, com toda a razão, os faça, misericordiosamente, desaparecer..." (do Prefácio). No entanto, a parte IV é constituída por um ensaio, ou "escrito de intervenção", como o autor lhe chama, "para alertar os portugueses que eventualmente o lerem - sem alarmismo - para a crise que aí está e para a obrigação que todos temos de ajudar a superá-la", propondo "algumas soluções, seguramente polémicas, de natureza terapêutica, para a debelar". Sublinhando que não se trata de um livro de conselhos, mas tão-somente de "uma reflexão livre, de um homem livre, que não enjeita os seus deveres cívicos" (do Prefácio), este texto, sintomaticamente intitulado "E Agora?", começa por uma breve rememoração do percurso do autor pelos factos histórico-políticos mais marcantes do século XX e do início deste século, até à chegada da crise que atinge actualmente o país. Analisando a situação presente, e particularmente o panorama exposto na campanha eleitoral que está a decorrer, Mário Soares parte então para uma análise política dos dados em presença e das possibilidades após os resultados das eleições do próximo dia 20: as vitórias por maioria relativa ou absoluta, as coligações que se dissolveram e as que poderão, ou não, vir a formar-se, bem como as expectativas de cada um dos vários parceiros e adversários, concluindo pela absoluta necessidade de que o governo que resulte destas eleições seja , em todo o caso, um governo de "salvação nacional", patriótico e não partidarista, que possa assegurar uma "viragem radical" em relação ao passado próximo. O autor explica aqueles que são, quanto a si, os três desafios fundamentais e inadiáveis que serão colocados ao futuro governo: a reforma da Administração Pública, a reforma da Justiça e a reforma da Economia e Finanças.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
O livro é uma reflexão crítica que acompanha, a par e passo, o ano de 2004 nas várias vertentes da crise que assolou Portugal - financeira, económica, social, moral e psicológica. Mário Soares refere "datas, acontecimentos e opções que não devem ser tão depressa esquecidos, até que a poeira dos dias, com toda a razão, os faça, misericordiosamente, desaparecer..." (do Prefácio). No entanto, a parte IV é constituída por um ensaio, ou "escrito de intervenção", como o autor lhe chama, "para alertar os portugueses que eventualmente o lerem - sem alarmismo - para a crise que aí está e para a obrigação que todos temos de ajudar a superá-la", propondo "algumas soluções, seguramente polémicas, de natureza terapêutica, para a debelar". Sublinhando que não se trata de um livro de conselhos, mas tão-somente de "uma reflexão livre, de um homem livre, que não enjeita os seus deveres cívicos" (do Prefácio), este texto, sintomaticamente intitulado "E Agora?", começa por uma breve rememoração do percurso do autor pelos factos histórico-políticos mais marcantes do século XX e do início deste século, até à chegada da crise que atinge actualmente o país. Analisando a situação presente, e particularmente o panorama exposto na campanha eleitoral que está a decorrer, Mário Soares parte então para uma análise política dos dados em presença e das possibilidades após os resultados das eleições do próximo dia 20: as vitórias por maioria relativa ou absoluta, as coligações que se dissolveram e as que poderão, ou não, vir a formar-se, bem como as expectativas de cada um dos vários parceiros e adversários, concluindo pela absoluta necessidade de que o governo que resulte destas eleições seja , em todo o caso, um governo de "salvação nacional", patriótico e não partidarista, que possa assegurar uma "viragem radical" em relação ao passado próximo. O autor explica aqueles que são, quanto a si, os três desafios fundamentais e inadiáveis que serão colocados ao futuro governo: a reforma da Administração Pública, a reforma da Justiça e a reforma da Economia e Finanças.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 656
Sinopse:
O livro procura, primeiro, indagar os pilares americanos e europeus da crise financeira de 2007 e das crises subsequentes, ditas de dívida soberana, incluindo o elemento sempre presente das teorias da conspiração sobre a turbação contínua. Depois, debruça-se o escrito sobre o caso português. Salienta alguns traços relevantes, desde o fim do segundo governo de Sócrates às correntes experiências, em torno da adequação aos memorandos de entendimento com a missão internacional de assistência, vulgo troika, e passa em revista domínios que parecem relevantes.
Nº Páginas: 656
Sinopse:
O livro procura, primeiro, indagar os pilares americanos e europeus da crise financeira de 2007 e das crises subsequentes, ditas de dívida soberana, incluindo o elemento sempre presente das teorias da conspiração sobre a turbação contínua. Depois, debruça-se o escrito sobre o caso português. Salienta alguns traços relevantes, desde o fim do segundo governo de Sócrates às correntes experiências, em torno da adequação aos memorandos de entendimento com a missão internacional de assistência, vulgo troika, e passa em revista domínios que parecem relevantes.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Estes cartazes e panfletos propagandísticos fazem parte de uma guerra - a guerra colonial entre as tropas portuguesas e os guerrilheiros da FRELIMO, no norte de Moçambique. Contam a história da multiplicidade étnica e linguística desse território, e ilustram a complexidade psicológica de um conflito de guerrilhas. Nesta guerra, como em todas as outras, houve vencedores e vencidos. Mas os homens e mulheres moçambicanos que passaram para o lado do ocupante fizeram a mais trágica e inglória das escolhas: na sua maioria foram presos, torturados ou executados. O objectivo deste livro é impedir que esta história caia no esquecimento.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Estes cartazes e panfletos propagandísticos fazem parte de uma guerra - a guerra colonial entre as tropas portuguesas e os guerrilheiros da FRELIMO, no norte de Moçambique. Contam a história da multiplicidade étnica e linguística desse território, e ilustram a complexidade psicológica de um conflito de guerrilhas. Nesta guerra, como em todas as outras, houve vencedores e vencidos. Mas os homens e mulheres moçambicanos que passaram para o lado do ocupante fizeram a mais trágica e inglória das escolhas: na sua maioria foram presos, torturados ou executados. O objectivo deste livro é impedir que esta história caia no esquecimento.
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