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Edição: Jun 2024
Nº Páginas: 152
Sinopse: Solidão de Israel, o mais pungente livro de Bernard-Henri Lévy, é um impressionante ensaio escrito com emoção, cólera e razão, uma dramática meditação sobre o destino dos judeus e de Israel. O que se passou no 7 de Outubro de 2023? Que choque sentiu a alma judia perante o mais bárbaro pogrom depois do Holocausto? Estaremos perante mais uma etapa na guerra mundial contra as democracias? E que ligação há entre o assalto terrorista do Hamas e a guerra da Ucrânia? O facto é que, por trás do terror do Hamas, está o rosto do Irão, da Turquia, da Rússia de Putin, da China e do islamismo sunita. Face a esse ataque tem ou não Israel o direito a defender-se? «Sim, mas» «Sim, mas o contexto», responderão muitos profissionais da desculpa e do esquecimento, curiosamente da extrema-direita à extrema-esquerda. E é a esses de Lévy responde, com veemência e claríssima argumentação, que se conclui numa cruel constatação: se Israel perder uma guerra essa s
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 176
Sinopse: Atlas das Religiões, de Frank Tétart, é uma fascinante incursão pelas diferentes crenças e pelas suas dinâmicas com a identidade individual, o poder e a geopolítica. Neste atlas, há chaves para poder compreender vários conflitos actuais, pois, e contrariando a aparente secularização em curso nas sociedades desde o fim da Segunda Guerra Mundial, as religiões voltam a assumir um papel fundamental na identidade de muitos povos e indivíduos. Em bom rigor, o mundo é mais religioso em 2024 do que era em 1970. E a verdade é que as identidades religiosas são frequentemente mobilizadas pelos poderes políticos ou por grupos para acentuar quadros de conflito. Com mais de 120 mapas e infografias, o Atlas das Religiões, de Frank Tétart, analisa a génese das religiões e a geografia religiosa do mundo no século xxi, numa cartografia que realça a dimensão espacial dos fenómenos religiosos e dá sentido a acontecimentos recentes, como a expansão do islão jihadista
Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 176
Sinopse: Este Atlas Histórico da Rússia leva-nos numa viagem que vai de Ivan III, «grão-príncipe de Moscovo e de toda a Rússia» no século XV,a Vladimir Putin,presidente cujo poder absoluto está a abalar a cena internacional. O leitor encontra aqui um balanço das transformações estruturais que a Rússia viveu e continua a viver.O Atlas Histórico da Rússia oferece-nos a história: Da Rússia imperial,uma potência em expansão desde o século XV, Da Rússia soviética,forjada sob uma imensa violência política e social,que ao mesmo tempo deu origem a um novo mundo urbano e industrial; Do período pós-soviético,que viu a Rússia,após um período de recuo e incerteza,tentar recuperar a sua antiga grandeza processo que continua até aos dias de hoje. O Atlas Histórico da Rússia,com mais de 90 mapas e infografias,apresenta a História da Rússia,com vários mapas revelando a projecção internacional da URSS nno quadro da divisão bipolar do mundo.No final, os
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 104
Sinopse: Elogio da Leitura é um ensaio intemporal sobre o valor de se ler reflectidamente e o papel transformador que os livros podem ter na nossa vida. Publicado na revista La Renaissance latine em 1905 e, em 1906, como prefácio para a tradução do próprio Proust de Sesame and Lilies, de John Ruskin, o texto descreve as alegrias e desafios que a literatura oferece, assim como o poder que folhear um livro, sentir o seu aroma e lê-lo com verdadeiro prazer tem de moldar a nossa visão de nós mesmos, dos outros e do mundo, de acender debates e paixões, e de nos oferecer consolo nos dias mais difíceis. Considerado um dos mais belos textos de Proust, o autor leva-nos até à sua infância, aos dias de férias passados a ler, a reflectir e a aceder a experiências e a pensamentos que não os seus, levado pela imaginação para um caminho de enriquecimento e desenvolvimento.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 312
Sinopse: Dos autores bestsellers Ezra Klein e Derek Thompson, Abundância oferece uma visão transformadora para enfrentar os grandes desafios do nosso tempo. Traçar a história global do século XXI até agora é traçar uma história de crescente inacessibilidade e escassez. Após anos a recusar-se a construir habitações suficientes, todo o país enfrenta uma crise habitacional nacional. Passados anos de cortes na imigração, não temos trabalhadores suficientes. Depois de décadas de deslocalização da produção industrial, temos escassez de chips para automóveis e computadores. Apesar de décadas de alertas sobre as consequências das alterações climáticas, não construímos nada que se aproxime da infraestrutura de energia limpa de que precisamos. A crise que agora está a ganhar destaque vem a acumular-se há anos porque não temos construído o suficiente. O progresso requer a capacidade de ver promessas, em vez de apenas perigos, na criação de novas ideias e projetos e um instinto para projetar sistemas e instituições que tornem a construção possível. Num livro que explora como podemos passar de um liberalismo que não apenas protege e preserva, mas também constrói, Klein e Thompson traçam as barreiras políticas, económicas e culturais ao progresso e como podemos adotar uma mentalidade voltada para a abundância, e não para a escassez, para superá-las.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 0184
Sinopse: Ponto de chegada e ponto de partida da história recente de Portugal, o acontecimento-chave de 25 de Abril de 1974 teve autores, mas não pode nem deve ter donos, porque tanto mergulha nos sinais, energias e vozes que impulsionaram a rutura revolucionária no final do Estado Novo, como se prolonga no que projetou o país para lá de 1976 e abriu caminho a uma democracia consolidada e europeizada. Este livro oferece um olhar histórico sintético sobre Portugal nos 25 anos que decorreram entre o início das guerras de África, em 1961, e a entrada na CEE, em 1986, a partir de diferentes focos: a política, a sociedade, a economia, a cultura, os media, as mentalidades ou a posição no mundo. A complexidade da revolução de Abril justifica esta contextualização, importante para compreender os 50 anos de existência democrática e a situação atual do país.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Martin Puchner conduz-nos numa viagem maravilhosa através dos tempos e à volta do globo, para nos revelar como a invenção da escrita, as histórias e a literatura moldaram o mundo atual. Analisando dezasseis textos fundamentais, selecionados a partir de um universo de mais de 4000 anos de literatura, da Ilíada a Harry Potter, demonstra-nos como a escrita conduziu à ascensão e queda de impérios e nações, ao surgimento de ideias filosóficas e políticas, e ao nascimento de crenças religiosas. Descobrimos Murasaki, uma japonesa do século XI que escreveu o primeiro grande romance da literatura mundial, O Romance do Genji, seguimos as aventuras de Miguel de Cervantes quando combate os piratas do mar e da literatura, acompanhamos Goethe na sua descoberta da literatura universal, na Sicília, e assistimos à influência crescente de O Manifesto Comunista. Puchner leva-nos a Troia, Pérgamo e à China, fala com o Prémio Nobel Derek Walcott nas Caraíbas e com Orhan Pamuk em Istambul, e apresenta-nos os artesãos da epopeia de tradição oral Sunjata, na África ocidental. Esta deliciosa narrativa também descreve os inventos — as técnicas de escrita, a prensa, o objeto livro — que moldaram povos, comércio e história. Martin Puchner mostra-nos como a escrita transformou o nosso planeta no mundo da literatura.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Há 40.000 anos, não éramos a única espécie humana no mundo. Existiam igualmente os Hobbits (Homo floresiensis) na ilha das Flores, na Indonésia; os Denisovanos na Sibéria; o Homo luzonensis nas Filipinas; e o Neandertal no que é agora a Europa e partes da Eurásia. Neste livro, Tom Higham apresenta-nos a mais recente investigação científica que permitiu transformar o nosso conhecimento sobre a história humana. Aliando investigação arqueológica e novos métodos laboratoriais, o autor desvenda as mais recentes descobertas sobre estas espécies humanas e explora o que poderemos descobrir das suas ligações genéticas. Um relato envolvente do nosso conhecimento atual sobre as origens humanas que levanta novas e interessantes possibilidades - particularmente no que diz respeito ao contacto (se existiu) que estas outras espécies podem ter tido connosco antes da sua extinção.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Este livro é uma viagem ao Movimento que preparou e concretizou os eventos da madrugada do 25 de Abril, destinada aos que a viveram e aos que ainda não eram nascidos. Os autores ficaram conhecidos como "os cronistas da Revolução", com uma trilogia de livros sobre o Processo Revolucionário em Curso (PREC). Quatro décadas mais tarde, tanto a matéria registada nesta obra como o percurso dos seus autores merecem renovada atenção, reflexão e leitura. Por isso, o editor entendeu obrigatória a reedição desta já clássica - e, como tal, fatalmente actual - crónica da Revolução dos Cravos.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O momento crítico em que a inteligência artificial prevalecerá sobre a humana designa-se por "Singularidade tecnológica". Faz parte das novas buzzwords da futurologia contemporânea e a sua importância é sublinhada em numerosas previsões de gurus da tecnologia como Ray Kurzweil (chefe de projetos da Google) ou Nick Bostrom (da respeitável Universidade de Oxford). Alguns cientistas e investidores, como Stephen Hawking e Bill Gates, partilham estas perspetivas e manifestam a sua preocupação. Ameaça à humanidade e/ou promessa de uma "trans-humanidade", este novo milenarismo não para de se expandir. As máquinas irão tornar-se mais inteligentes e mais poderosas do que nós? Estará no nosso futuro uma cibersociedade de onde a humanidade será marginalizada? Ou conquistaremos uma forma de imortalidade transferindo o nosso espírito para supercomputadores?
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Esta é a memória que tenho de Francisco Sá Carneiro, como homem, no curto período de menos de dois anos em que tivemos contacto. A morte trágica que teve, as circunstâncias emocionais em que ocorreu, a coragem de enfrentar preconceitos por causa de uma paixão assumida com rigor e verdade, o combate pelo qual sacrificialmente deu a vida, tudo isso o agigantou aos meus olhos, fazendo-me até aderir ao PSD um ano a seguir à data da sua morte, como um gesto simbólico de continuidade do seu combate." - Nota do autor.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A minha vida pessoal e o meu percurso profissional deram-me a possibilidade de analisar a sociedade portuguesa, a economia, a governação e a realidade europeia e mundial com algum grau de pormenor, permitindo-me sistematizar um conjunto interpretações sobre a complexa situação a que chegámos e formular um conjunto de propostas para a alterar, que tenho transmitido frequentemente em intervenções públicas, em televisão, em conferências ou debates. Não sou candidato a nada, nem sou político, sou jornalista, mas aqui está O Meu Programa de Governo - que é muito mais do que isso, é um conjunto de propostas de renovação da sociedade portuguesa, não certamente uma proposta exaustiva, mas com um grau de pormenor suficiente para convidar a reflectir quem tem os vários poderes de decisão, politico, económico, social, cultural e para promover as mudanças de fundo de que Portugal precisa. Se são propostas úteis ou não, será vosso o julgamento!
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Há poucas outras histórias na Bíblia com tanto drama e ação, tanto fogo de artifício narrativo e emoção pura, como os que encontramos no conto de Sansão: a batalha com o leão; as trezentas raposas a arder; as mulheres com quem dormiu, e a única que amou; a traição por parte de todas as mulheres da sua vida, desde a sua mãe Dalila; e, no final, o seu suicídio homicida, quando fez desabar a casa sobre si próprio e três mil filisteus. Contudo, para além da fera impulsividade, do caos e do barulho, podemos entrever uma história de vida que é, no fundo, a viagem atormentada de uma alma isolada, solitária e turbulenta, que nunca encontrou, em lado algum, um verdadeiro lar no mundo, cujo corpo era ele próprio um duro lugar de exílio." Em "O Mel do Leão", David Grossman escolhe um dos mais vivos e controversos personagens da Bíblia. Ao revisitar a famosa luta de Sansão com o Leão, as suas muitas mulheres e a traição de todas elas - incluindo a única que ele amou - Grossman dá-nos uma provocatória visão da história e do seu clímax, a última ação mortal de Sansão quando faz ruir um templo sobre ele próprio e milhares de filisteus. Numa prosa extremamente lúcida, Grossman revela-nos a vida de uma alma só e torturada, que nunca encontrou uma verdadeira casa no mundo, que nunca se sentiu bem no seu corpo e que, poderão dizer alguns, foi o percursor dos modernos bombistas suicidas. Uma viagem fascinante e controversa pela história e psicologia de uma das personagens mais significativas da Bíblia, que lança um novo olhar sobre o passado, projetando-o no mundo de hoje.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Na manhã de 16 de Dezembro de 1972, tropas coloniais portuguesas reuniram os habitantes de Wiriamu, incluindo mulheres e crianças, no largo principal da povoação e ordenaram-lhes que batessem palmas e que cantassem para se despedirem da vida. Em seguida, os soldados abriram fogo. Os que escaparam às balas foram mortos por granadas. Incitados pelo brado 'Matem-nos a todos', os militares estenderam o morticínio a quatro povoações vizinhas ao longo do Rio Zambeze. No final do dia, perto de 400 aldeãos tinham sido mortos, e os seus corpos foram lentamente consumidos pelas chamas em piras funerárias ateadas pelos soldados com o capim que cobria as palhotas." Mustafah Dhada, embora moçambicano, só tomou conhecimento deste massacre ocorrido no seu país ao ler por acaso um jornal inglês, quando já vivia em Oxford. A descoberta do que se tinha passado e a ausência continuada de admissão dos acontecimentos por parte do governo português - tanto antes como após a revolução - levaram-no a iniciar no terreno, em 1994, um trabalho de investigação de proporções épicas, reunindo uma equipa local que entrevistou centenas de testemunhas da chacina, e consultando toda a literatura existente sobre os acontecimentos de Wiriamu. Essa investigação acabou por durar 20 anos, e culminou na escrita deste livro.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
O grande terramoto de 1755, em Lisboa, não alterou apenas a aparência da, à época, capital do império português. Este fenómeno brutal da natureza alterou, também, a natureza e a dimensão da relação do homem com o Céu e a Terra. Mais, expôs impiedosamente as tensões que, à vez, alimentavam e minavam a sociedade portuguesa da altura. O fatídico 1. º de Novembro de 1755, dia de Todos os Santos, constitui um dos mais terríficos e fascinantes acontecimentos de todo o século XVIII. A devastação da cidade de Lisboa, a perda de incontáveis vidas, a surpresa e o horror da destruição pelo abalo, primeiro, pela água, depois, e, por fim, pelo fogo, impuseram a subversão da ordem vigente e abriram a porta a fantasmas que povoavam os imaginários mais apocalípticos da época, a começar pela mudança. Com efeito, depois do terramoto, muito, se não tudo, mudaria. Se Voltaire e Kant dedicaram parte do seu pensamento e escritos a este acontecimento, tal não é menos verdade para inúmeros outros, mais ou menos anónimos, que, tendo vivido o horror e o trauma in loco e sobrevivido para contar, deixaram o seu testemunho sob a forma de cartas, poemas e memórias. Foram estes os documentos que Mary del Priore, reputada historiadora brasileira, leu e releu, analisou e esmiuçou, na bem-sucedida empresa de reconstituir a sociedade, a economia e a geografia lisboeta antes, durante e depois do terramoto.
Nº Páginas: 85
Sinopse:
No início... houve um macaco espertalhão que desceu da árvore para comer frutos caídos no chão, mais maduros, logo, mais doces, logo, mais fermentados, isto é, com um leve cheirinho a álcool. Outros macacos se lhe seguiram e, com o aumento das calorias consumidas, foi um passo até que lhes crescesse o cérebro, a coluna se endireitasse e as mãos se libertassem. Mais um passo... e estávamos a ir à ópera. A teoria que coloca o álcool na origem da evolução humana justifica a nossa insaciabilidade milenar. É dela que parte o escritor Afonso Cruz para este retrato inusitado da civilização acumuladora, gananciosa e um tanto louca na qual desembocámos. Do macaco original à criação da cerveja, que impulsionou a sedentarização e cativou Jesus Cristo, assistimos ao desenrolar das consequências do consumo de álcool. Da embriaguez à civilização, a nossa história nunca foi contada assim.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Do grande autor de O Que Diz Molero, um pessoalíssimo conjunto de textos para os amantes de cinema - e não só. "O Lugar das Fitas é um livro de cinema. De cinema, de fitas, de personagens, de géneros e estilos, de cineastas, de salas de cinema, de atores e de crónicas e críticas que dão conta, numa cronologia com a configuração da memória, de uma espécie de história pessoal de Dinis Machado com o cinema." (Da nota introdutória)
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em 1883, Moses Wilhelm Shapira chegou sem aviso prévio a Londres afirmando ter descoberto a Bíblia mais antiga do mundo numa gruta do deserto a leste do Mar Morto. Com este achado fenomenal, Shapira depressa se tornou famoso em todo o mundo - mas não tardou que a sua descoberta fosse desmascarada como uma falsificação bem feita. Todavia, o achado dos Manuscritos do Mar Morto em 1947, com os quais os rolos de pergaminho de Shapira possuíam uma estranha semelhança, levou os investigadores a reabrir o caso, interrogando-se se Shapira teria, de facto, descoberto o primeiro manuscrito do Mar Morto, sete décadas antes dos restantes. Neste livro, o jornalista premiado Chanan Tigay descreve a sua demanda dos rolos perdidos e da verdade sobre a culpa ou a inocência de Shapira.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Páginas que ardem de amor e desejo. Incendeiam este livro histórias de amores arrebatadores como os de D. Pedro I e D. Inês de Castro, Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, Almeida Garrett e a viscondessa da Luz, Ava Gardner e Frank Sinatra, Oscar Wilde e Lord Alfred Douglas, John Lennon e Yoko Ono, Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro. Afinal, como escreveu Luís de Camões, o amor é fogo que arde sem se ver. O fogo que arde neste livro pode não se ver, mas queima. Os grandes amores desafiam as barreiras do tempo e do espaço e, muitas vezes, é a sua dimensão trágica que os mitifica e eterniza. Nestas páginas há histórias de amor heterossexual e homossexual, antigas e modernas, famosas e menos conhecidas, mas todas elas capazes de nos fazer suster a respiração.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O Livro do Soldado do III Reich é um retrato abrangente e apaixonante dos três ramos das forças armadas alemãs num dos períodos mais marcantes da história militar universal: 1935-1945. O Heer (Exército), a Luftwaffe (Aviação) e a Kriegsmarine (Armada) são aqui desdobrados nas suas várias unidades de elite. A chamada Wermacht foi uma das estruturas militares mais temidas e destrutivas de sempre, uma vez que a sua existência coincide com o tempo em que Adolf Hitler dirigiu o Estado alemão. Este relato único é feito através de ilustrações altamente pormenorizadas que são acompanhadas por um texto de grande rigor histórico e científico, mas fácil de compreender. O livro debruça-se sobre a estrutura, os uniformes, as armas e as grandes batalhas em que as forças de combate de Hitler se envolveram durante a Segunda Guerra Mundial. Todas as ilustrações são coloridas e dão uma visão altamente realista sobre as unidades mais emblemáticas da Wehrmacht. Um livro para os apaixonados pela história e a iconografia da Segunda Guerra Mundial.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Durante o período em que Napoleão conservou o poder, prestaram serviço no exército para cima de 1 600 000 franceses. Vesti-los, ou conseguir abastecê-los com armas, víveres e sapatos não foi uma tarefa fácil. Os uniformes caros que faziam brilhar os regimentos desempenhavam duas funções, para além da de vestirem os homens: permitir que os soldados reconhecessem o inimigo e levá-los a crer que eram maiores e mais fortes do que na realidade eram. Os altos capacetes e gorros de pele aumentavam essa impressão de maior tamanho, e as dragonas alargavam as costas. Tudo isso era magnífico nos desfiles, quando os estados-maiores se apresentavam refulgentes de plumas, aço e ouro, mas as coisas eram muito diferentes no campo de batalha. Encharcada pela chuva, a roupa não secava nunca e tornava-se pesada, enchia-se de lama e, à medida que os combates se sucediam, era praticamente impossível limpá-la do sangue dos companheiros ou dos inimigos." O Livro do Soldado de Napoleão apresenta-nos uma nova e interessante visão sobre os exércitos do imperador francês através de 30 ilustrações originais e dos conhecimentos notáveis de um dos maiores especialistas neste período: Miguel Del Rey. Esta obra explora não apenas as formas de combate e as estratégias nos campos de batalha como analisa detalhadamente as armas, as unidades mais emblemáticas e os uniformes. Um livro essencial para perceber não só a História da Europa, mas também a História de Portugal durante o período das invasões francesas.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
O que torna algo uma obra de arte? De que modo os antigos gregos deram forma ao ideal de beleza? Será que a cor exerce uma influência direta na alma? Este livro analisa estas e outras questões, explorando os principais movimentos, temas e estilos da história da arte através de mais de duzentas obras de uma ampla variedade de meios de comunicação. Escrito numa linguagem simples, "O Livro da Arte" traduz o jargão da história e teoria da arte e está repleto de imagens das grandes obras de arte mundiais e de infográficos engenhosos que exploram as ideias por detrás delas. Das imagens pré-históricas que simbolizam a fertilidade às videoinstalações contemporâneas, este é o livro perfeito para a introdução ao mundo da arte.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
EUROPA, SÉCULO XXI: UM RETRATO POLÍTICO E SOCIAL Bernardo Pires de Lima, um dos mais consistentes comentadores da actualidade política internacional, viajou pelas 28 capitais da Europa ao longo de um ano. O resultado é um mapa das mudanças e dos desafios que o Velho Continente enfrenta no novo século, numa viagem que transporta o leitor para o quotidiano destas cidades. "Entre Janeiro e Novembro de 2017, percorri todas as 28 capitais da União Europeia. Ao longo de 11 meses, fiz 54 viagens de avião, quatro de comboio, duas de autocarro e 563 quilómetros a pé. O objectivo era perspectivar a Europa através de uma grande angular, num ano crucial, e registar o momento geopolítico decisivo que o continente enfrenta a partir de cada uma das suas capitais, abordando alguns dos principais debates internos, testemunhando as decisões mais importantes, e entrevistando líderes nacionais nos mais variados sectores da sociedade."
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Somos, enfim, quem sempre quisemos ser. E todavia, não estando já na África, nem na Europa, onde nunca seremos o que sonhámos, emigrámos todos, colectivamente, para Timor. É lá que brilha, segundo a nova ideologia nacional veiculada noite e dia pela nossa televisão, o último raio do império que durante séculos nos deu a ilusão de estarmos no centro do mundo. E, se calhar, é verdade.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Este livro é um contributo que nos permite saber como foi feita a cobertura jornalística da Guerra Colonial pelos jornalistas portugueses da Metrópole (Portugal) e das províncias ultramarinas envolvidas no conflito - Angola, Guiné (actual Guiné-Bissau) e Moçambique.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Uma viagem de pai e filho ao Japão, país da manga e do anime, relatada por um dos poucos escritores a ter vencido o prestigiado Booker Prize por duas vezes.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O ataque ao semanário Charlie Hebdo, em 7 de Janeiro de 2015, moveu e comoveu mais os europeus do que as mulheres escravizadas ou massacradas do Boko Haram na Nigéria, do que os egípcios coptas decapitados ritualmente, do que os cristãos crucificados às centenas no Iraque e na Síria. De onde vem toda esta desalmada violência, esta orgia de sangue e exibicionismo, a lembrar cenas da Antiguidade, limites da perversidade humana? Quem são os seus autores? Em que acreditam, o que querem e a que reagem? Alguém os comanda? De que fundas histórias e raízes vêm tão complexas divisões e seitas? Onde está a realidade e onde está o mito? Onde está a verdade e onde está o cliché?
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Um monarca maldito. Uma traição entre irmãos. Uma revelação que pode abalar o reino. Em finais do século XVII, um sacerdote português a viver em Roma recebe uma carta a pedir o seu regresso urgente, mas discreto, a Portugal. À chegada a Lisboa, o padre Bartolomeu é confrontado com uma informação espantosa - a de que D. Afonso VI, o rei destituído que morrera após um longo e penoso cativeiro, afinal, talvez tenha deixado descendência. A hipótese ameaça seriamente a estabilidade do reino. Se a alegada impotência de Afonso VI fora determinante na anulação do seu casamento com Maria Francisca de Sabóia, agora mulher do atual rei, a possibilidade de existir um descendente coloca em causa não só o processo de destituição de Afonso como também a legitimidade do poder de D. Pedro II. Urge por isso apurar a verdade. E agir. Figura controversa, Afonso não nascera para governar. Mas a morte de Teodósio, o filho varão de D. João IV, levá-lo-ia a iniciar um reinado que teria como coroa de glória as vitórias na guerra da Independência, mas terminaria na mais profunda vergonha, com uma conjura liderada pelo próprio irmão, D. Pedro, a pretexto da vida boémia de Afonso e do seu desinteresse pelos desígnios do País. Apesar do cognome, O Vitorioso ficaria com a sua reputação denegrida para sempre. Entre investigações, pistas ténues e viagens inesperadas, o padre Bartolomeu, que em tempos acompanhara o monarca deposto no seu cativeiro, mergulha numa espiral de segredos impenetráveis em busca de uma resposta difícil de encontrar - mas não duvidando nunca de que, para o regime D. Pedro, e tal como Afonso VI, o eventual e misterioso descendente seria um indesejado…
Nº Páginas: 240
Sinopse:
1384. Os exércitos de Castela sitiam Lisboa e começa o mais famoso cerco da História de Portugal. Mas na margem oposta do Tejo, um cerco que hoje poucos recordam vai revelar-se ainda mais terrível e cruel: o da vila de Almada. João Galo, filho do regedor de Almada, perde o pai nos primeiros dias do cerco. Ao ver-se subitamente no papel de chefe de família e com a responsabilidade de proteger a casa e as irmãs, terá de encontrar coragem para participar nos ataques de D. Nuno Álvares Pereira aos castelhanos e força para resistir à paixão pela prostituta Rosa. Num ambiente de guerra civil, esta é a história de heróis, mas também do povo anónimo que, à revelia da nobreza portuguesa, toma os castelos do Reino e os entrega a D. João I, Mestre de Avis. Uma saga de heroísmo, traição e superação que só terminará com a mais épica batalha da nossa História: Aljubarrota.
Nº Páginas: 388
Sinopse:
Esta obra reúne Histórias inéditas escritas pelo autor português mais credenciado para escrever sobre espionagem; Do mesmo autor do Diário que Salazar não leu, na altura da segunda grande guerra mundial este livro desvenda a actuação dos serviços secretos estrangeiros em Portugal e nas colónias. A neutralidade colaborante de Salazar não impediu os agentes alemães, italianos, britânicos e norte-americanos de conspirarem contra o regime e de conduzirem operações bélicas no nosso país, quer em Portugal continental, quer em Goa, Guiné ou Moçambique. Acedendo a inúmeros documentos classificados, incluindo de arquivos militares estrangeiros, Rui Araújo revela ao leitor histórias impensáveis, personalidades surpreendentes e casos inéditos, tornando O Império dos Espiões numa obra obrigatória para conhecer melhor um período único da História de Portugal.
