1916 produtos
Ordenar por:
1916 produtos
Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O Dr. Soares diz que quer parar, mas não para. Nunca vai parar. Não lhe peçam que descanse da política, porque ele não irá cumprir." "Só já depois do Dr. Mário Soares ter saído do Poder comecei a conviver mais de perto com ele. Não me posso esquecer da sua participação na campanha eleitoral de 2009, num comício no Porto. Estava um calor terrível, uma multidão arrasadora, e eu não consegui encontrar outro sítio para trabalhar que não fosse no palco. O discurso do Dr. Mário Soares foi simplesmente arrebatador. Enquanto eu quase desmaiava sentada no palco sob aquele sol demente, o Dr. Soares estava fresco e mostrava toda a sua energia. Ele come, bebe, alimenta-se, respira política. Sempre foi assim e sempre assim será. Arrisco dizer que é uma coisa física - nunca vi ninguém assim."
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O Dr. Soares diz que quer parar, mas não para. Nunca vai parar. Não lhe peçam que descanse da política, porque ele não irá cumprir." "Só já depois do Dr. Mário Soares ter saído do Poder comecei a conviver mais de perto com ele. Não me posso esquecer da sua participação na campanha eleitoral de 2009, num comício no Porto. Estava um calor terrível, uma multidão arrasadora, e eu não consegui encontrar outro sítio para trabalhar que não fosse no palco. O discurso do Dr. Mário Soares foi simplesmente arrebatador. Enquanto eu quase desmaiava sentada no palco sob aquele sol demente, o Dr. Soares estava fresco e mostrava toda a sua energia. Ele come, bebe, alimenta-se, respira política. Sempre foi assim e sempre assim será. Arrisco dizer que é uma coisa física - nunca vi ninguém assim."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-homem-que-come-bebe-e-respira-politica-de-ana-sa-lopes-e-mario-soares-5584301');
});">
Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste livro reúnem-se textos de José Tolentino Mendonça que exploram a relação entre cristianismo e cultura, dos tempos bíblicos até aos mais recentes acontecimentos na sociedade portuguesa. Um livro notável para se ler de um fôlego, nestes tempos conturbados em que a sociedade vive a um ritmo alucinante, quase sempre sem disponibilidade para olhar além do seu lado materialista.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste livro reúnem-se textos de José Tolentino Mendonça que exploram a relação entre cristianismo e cultura, dos tempos bíblicos até aos mais recentes acontecimentos na sociedade portuguesa. Um livro notável para se ler de um fôlego, nestes tempos conturbados em que a sociedade vive a um ritmo alucinante, quase sempre sem disponibilidade para olhar além do seu lado materialista.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-hipopotamo-de-deus-e-outros-textos-de-jose-tolentino-mendonca-4828064');
});">
Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A decisão política é cada vez mais complexa e é de esperar que vários grupos de interesse procurem influenciar os decisores. Neste livro descobrimos quem influencia, e como, os políticos e altos funcionários do Estado português. Descrevem-se alguns exemplos de influência em políticas públicas e definem-se alguns conceitos que tentam esclarecer o leitor sobre a diferença entre lóbi e tráfico de influências.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A decisão política é cada vez mais complexa e é de esperar que vários grupos de interesse procurem influenciar os decisores. Neste livro descobrimos quem influencia, e como, os políticos e altos funcionários do Estado português. Descrevem-se alguns exemplos de influência em políticas públicas e definem-se alguns conceitos que tentam esclarecer o leitor sobre a diferença entre lóbi e tráfico de influências.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-grande-lobi-de-susana-coroado-6205305');
});">
Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Os evangelistas da evolução humana encontram a sua oposição na épica análise Mathew White dos 100 acontecimentos mais violentos da história, ou, nas palavras do autor, "os números que as pessoas desejam debater". Recuando até à II Guerra Pérsia, em 480 a.C., o autor avança cronologicamente pela história até à guerra do Congo neste século, dedicando capítulos a cada acontecimento, onde junta os factos (tempo e local) a apartes sucintos (quem é normalmente culpado?) e a vívidas histórias militares, sociais e políticas. Com o olhar de um experiente estatístico, O autor atribui a cada entrada uma posição de acordo com a contagem de mortos, e, ao fazê-lo, dá voz ao sofrimento das pessoas comuns que, inexoravelmente, definiram cada época histórica. Jocoso, perspicaz e claro, este livro oferece aos leitores a oportunidade de tirar as suas próprias conclusões, ao mesmo tempo que providencia uma severa lembrança da escuridão do coração humano.
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Os evangelistas da evolução humana encontram a sua oposição na épica análise Mathew White dos 100 acontecimentos mais violentos da história, ou, nas palavras do autor, "os números que as pessoas desejam debater". Recuando até à II Guerra Pérsia, em 480 a.C., o autor avança cronologicamente pela história até à guerra do Congo neste século, dedicando capítulos a cada acontecimento, onde junta os factos (tempo e local) a apartes sucintos (quem é normalmente culpado?) e a vívidas histórias militares, sociais e políticas. Com o olhar de um experiente estatístico, O autor atribui a cada entrada uma posição de acordo com a contagem de mortos, e, ao fazê-lo, dá voz ao sofrimento das pessoas comuns que, inexoravelmente, definiram cada época histórica. Jocoso, perspicaz e claro, este livro oferece aos leitores a oportunidade de tirar as suas próprias conclusões, ao mesmo tempo que providencia uma severa lembrança da escuridão do coração humano.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-grande-livro-das-coisas-horriveis-de-matthew-white-4839473');
});">
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
É preciso mudar a relação arraigada entre a indústria de consultadoria e a forma como as empresas e os governos são atualmente geridos. Mariana Mazzucato e Rosie Collington mostram que a dependência das nossas economias em relação a companhias como a McKinsey & Company, Boston Consulting Group, Bain & Company, PwC, Deloitte, KPMG e EY impede a inovação, obscurece a responsabilidade corporativa e política e dificulta a nossa missão política de travar o desastre climático. O Grande Engano analisa um conjunto de casos importantes em que as consultoras assumiram o poder com resultados desastrosos, como por exemplo no fracasso da resposta dos governos à pandemia de covid-19. O resultado é uma viagem empolgante ao coração da economia moderna. Com a sabedoria que uma investigação original proporciona, as autoras advogam a construção de um novo sistema em que os sectores público e privado colaboram de maneira inovadora para o bem comum.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
É preciso mudar a relação arraigada entre a indústria de consultadoria e a forma como as empresas e os governos são atualmente geridos. Mariana Mazzucato e Rosie Collington mostram que a dependência das nossas economias em relação a companhias como a McKinsey & Company, Boston Consulting Group, Bain & Company, PwC, Deloitte, KPMG e EY impede a inovação, obscurece a responsabilidade corporativa e política e dificulta a nossa missão política de travar o desastre climático. O Grande Engano analisa um conjunto de casos importantes em que as consultoras assumiram o poder com resultados desastrosos, como por exemplo no fracasso da resposta dos governos à pandemia de covid-19. O resultado é uma viagem empolgante ao coração da economia moderna. Com a sabedoria que uma investigação original proporciona, as autoras advogam a construção de um novo sistema em que os sectores público e privado colaboram de maneira inovadora para o bem comum.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-grande-engano-de-mariana-mazzucato-e-rosie-collington-8387469');
});">
Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 448
Sinopse:
A investigação mais completa e exaustiva alguma vez publicada sobre a presença e participação de Portugal e de portugueses no clube dos "Senhores do Mundo". Um livro fundamental e incontornável para quem quiser saber mais, ou aprofundar, a história, a influência e a responsabilidade do Clube Bilderberg no rumo que o mundo leva e tem levado. Inclui em anexo datas e locais de todos os encontros Bilderberg, desde 1954 até à actualidade e um elenco de todos os participantes portugueses desde 1956, com Rui Ennes Ulrich, até 2016, com Maria Luís Albuquerque e Carlos Gomes da Silva.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
A investigação mais completa e exaustiva alguma vez publicada sobre a presença e participação de Portugal e de portugueses no clube dos "Senhores do Mundo". Um livro fundamental e incontornável para quem quiser saber mais, ou aprofundar, a história, a influência e a responsabilidade do Clube Bilderberg no rumo que o mundo leva e tem levado. Inclui em anexo datas e locais de todos os encontros Bilderberg, desde 1954 até à actualidade e um elenco de todos os participantes portugueses desde 1956, com Rui Ennes Ulrich, até 2016, com Maria Luís Albuquerque e Carlos Gomes da Silva.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-governo-bilderberg-de-frederico-duarte-carvalho-6018454');
});">
Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Sete séculos antes do tráfico de escravos europeu, que não poderia ter, aliás, a dimensão que teve sem a participação dos negreiros árabes e africanos, os Árabes arrasaram a África subsariana durante treze séculos sem interrupção. A maior parte desses milhões de seres humanos que deportaram desapareceu, em resultado do tratamento inumano que lhes foi infligido. Essa dolorosa página da História dos povos negros não foi ainda definitivamente voltada. Esse tráfico começou depois do fornecimento de escravos no Leste da Europa se ter esgotado, quando o emir e general árabe Abdallah ben Saïd impôs aos Sudaneses um bakht (acordo), concluído em 652, obrigando-os a entregar anualmente centenas de escravos. a maioria desses homens provinha das populações do Darfour. E começou aí uma enorme horrorosa punção humana que só terminaria oficialmente no século XX. Muito depois da escravatura na Europa e do tráfico atlântico terem sido reconhecidos, abolidos e punidos. Porque terão sido ocultados estes factos históricos ?
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Sete séculos antes do tráfico de escravos europeu, que não poderia ter, aliás, a dimensão que teve sem a participação dos negreiros árabes e africanos, os Árabes arrasaram a África subsariana durante treze séculos sem interrupção. A maior parte desses milhões de seres humanos que deportaram desapareceu, em resultado do tratamento inumano que lhes foi infligido. Essa dolorosa página da História dos povos negros não foi ainda definitivamente voltada. Esse tráfico começou depois do fornecimento de escravos no Leste da Europa se ter esgotado, quando o emir e general árabe Abdallah ben Saïd impôs aos Sudaneses um bakht (acordo), concluído em 652, obrigando-os a entregar anualmente centenas de escravos. a maioria desses homens provinha das populações do Darfour. E começou aí uma enorme horrorosa punção humana que só terminaria oficialmente no século XX. Muito depois da escravatura na Europa e do tráfico atlântico terem sido reconhecidos, abolidos e punidos. Porque terão sido ocultados estes factos históricos ?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-genocidio-ocultado-de-tidiane-ndiaye-6892936');
});">
Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Poderá ser muito cedo para tirar conclusões definitivas acerca das reais consequências da pandemia do novo coronavírus que ainda atravessamos. Este acontecimento à escala global que, apesar de previsível e expectável, apanhou o mundo de surpresa, impôs transformações drásticas no modo de vida de alguns e expôs a necessidade absoluta de mudança para muitos mais. Além do medo, que gera desconfiança, ostracização, insegurança, clausura e outras formas quejandas de violência, a pandemia e a ameaça à segurança individual que ela representa forçaram alguns Estados a tomar acções urgentes e emergentes que, pela sua natureza de excepção, iluminaram contradições sociais, económicas e políticas latentes nas sociedades actuais. Neste ensaio de assinalável lucidez, Ivan Krastev, um dos mais conceituados analistas políticos da actualidade, expõe alguns paradoxos desconcertantes deixados a descoberto pela crise pandémica e analisa o impacto profundo que esta terá sobre a globalização, a cooperação internacional e a coesão nacional, o advento de novos autoritarismos, e o projecto europeu
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Poderá ser muito cedo para tirar conclusões definitivas acerca das reais consequências da pandemia do novo coronavírus que ainda atravessamos. Este acontecimento à escala global que, apesar de previsível e expectável, apanhou o mundo de surpresa, impôs transformações drásticas no modo de vida de alguns e expôs a necessidade absoluta de mudança para muitos mais. Além do medo, que gera desconfiança, ostracização, insegurança, clausura e outras formas quejandas de violência, a pandemia e a ameaça à segurança individual que ela representa forçaram alguns Estados a tomar acções urgentes e emergentes que, pela sua natureza de excepção, iluminaram contradições sociais, económicas e políticas latentes nas sociedades actuais. Neste ensaio de assinalável lucidez, Ivan Krastev, um dos mais conceituados analistas políticos da actualidade, expõe alguns paradoxos desconcertantes deixados a descoberto pela crise pandémica e analisa o impacto profundo que esta terá sobre a globalização, a cooperação internacional e a coesão nacional, o advento de novos autoritarismos, e o projecto europeu
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-futuro-por-contar-de-ivan-krastev-7199526');
});">
Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Todo o futuro é fabuloso", escreve Alejo Carpentier. Será? E será uma fábula feliz ou uma efabulação quimérica? A resposta está no presente, aquele que hoje vivemos, que é o de uma sociedade de medo. Foi isto que desaprendemos com a pandemia: o medo dos outros ou de nós próprios fechou-nos numa vida em zapping, mergulhou-nos em identidades ilusórias no Facebook, avassalou-nos com imagens dominadas pelo tribalismo - seja de religiões fanatizadoras, seja de supremacismo agressivo. O nosso mundo está a mudar e ressurgem fantasmas do passado, a necropolítica, que usa a destruição como normalização, e a bufonaria, que eleva títeres ao poder fazendo com que, como adivinhava Foucault, "o grotesco seja um dos procedimentos essenciais da soberania arbitrária". O Futuro Já Não É o Que Nunca Foi discute esta modernidade destroçada. Mostra como o predomínio da intoxicação nas redes sociais constitui uma tecnologia da razão sonâmbula, com um regime de avalancha que esgota a informação e que se constitui como arma do capitalismo tardio, com a plataformização do trabalho e a vigilância dos dados da nossa vida. Tornámo-nos cobaias do maior espaço social que existe, sem regras que não sejam as da privatização por um mercado totalitário, e é nele que nasce a agressividade da extrema-direita trumpista, ou da multidão dos seus seguidores. A resposta, urgente, é a luta pela democracia como força emancipatória e como responsabilidade social. Este livro propõe-lhe que nem espere nem desespere: é no presente que definimos a nossa vida.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Todo o futuro é fabuloso", escreve Alejo Carpentier. Será? E será uma fábula feliz ou uma efabulação quimérica? A resposta está no presente, aquele que hoje vivemos, que é o de uma sociedade de medo. Foi isto que desaprendemos com a pandemia: o medo dos outros ou de nós próprios fechou-nos numa vida em zapping, mergulhou-nos em identidades ilusórias no Facebook, avassalou-nos com imagens dominadas pelo tribalismo - seja de religiões fanatizadoras, seja de supremacismo agressivo. O nosso mundo está a mudar e ressurgem fantasmas do passado, a necropolítica, que usa a destruição como normalização, e a bufonaria, que eleva títeres ao poder fazendo com que, como adivinhava Foucault, "o grotesco seja um dos procedimentos essenciais da soberania arbitrária". O Futuro Já Não É o Que Nunca Foi discute esta modernidade destroçada. Mostra como o predomínio da intoxicação nas redes sociais constitui uma tecnologia da razão sonâmbula, com um regime de avalancha que esgota a informação e que se constitui como arma do capitalismo tardio, com a plataformização do trabalho e a vigilância dos dados da nossa vida. Tornámo-nos cobaias do maior espaço social que existe, sem regras que não sejam as da privatização por um mercado totalitário, e é nele que nasce a agressividade da extrema-direita trumpista, ou da multidão dos seus seguidores. A resposta, urgente, é a luta pela democracia como força emancipatória e como responsabilidade social. Este livro propõe-lhe que nem espere nem desespere: é no presente que definimos a nossa vida.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-futuro-ja-nao-e-o-que-nunca-foi-de-francisco-louca-7433187');
});">
Edição: Dez 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro é interdito aos que desistiram de Portugal! A não ser que queiram rever a sua posição. Nesse caso, tem em mãos a ferramenta certa para se reencontrar com o País que os autores mais amam. Ajudar na construção de um Portugal melhor para todos. Valorizar Portugal, aliando a qualidade à inovação. Fazer o que há muito se sabe que tem de ser feito. Posicionar Portugal entre os melhores em algumas áreas e sectores. Dar tudo por um Portugal melhor! Aqui encontra propostas concretas para mudanças efectivas e soluções exequíveis para reformas verdadeiramente transformadoras.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro é interdito aos que desistiram de Portugal! A não ser que queiram rever a sua posição. Nesse caso, tem em mãos a ferramenta certa para se reencontrar com o País que os autores mais amam. Ajudar na construção de um Portugal melhor para todos. Valorizar Portugal, aliando a qualidade à inovação. Fazer o que há muito se sabe que tem de ser feito. Posicionar Portugal entre os melhores em algumas áreas e sectores. Dar tudo por um Portugal melhor! Aqui encontra propostas concretas para mudanças efectivas e soluções exequíveis para reformas verdadeiramente transformadoras.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-futuro-e-hoje-de-chief-portugal-officers-cpo-7310857');
});">
Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 292
Sinopse:
O capitalismo deixou de funcionar. A expectativa de qualidade de vida das novas gerações é de que viverão em piores condições que os seus pais viveram; os trabalhadores receiam que as suas capacidades sejam desvalorizadas; as populações rurais ressentem-se do crescente fosso que as afasta das metrópoles. Fundamentalmente, o capitalismo perdeu a sua orientação moral. As sociedades estão a polarizar-se em antigas identidades antagónicas, como o nacionalismo e o marxismo, contra uma nova elite globalizada. Necessitamos de reinventar o capitalismo. "O Futuro do Capitalismo" apresenta propostas concretas que respondem as estas preocupações e anseios. Dirigido ao leitor comum, as ideias que apresenta assentam nas pesquisas mais recentes de economistas de renome internacional. Paul Collier demonstra como se podem construir identidades nacionais inclusivas apesar do enorme fluxo de migrantes existente; de que forma se podem redesenhar empresas com propósitos que vão além do mero lucro; como se pode tornar mais comum o trabalho com significado; e como uma emergente subclasse de famílias destruturadas pode ser tratada através do "maternalismo social". Em "O Futuro do Capitalismo" o economista de renome mundial Paul Collier apresenta um diagnóstico das falhas do capitalismo e uma visão pragmática e realista de como o podemos reparar, de forma a diminuir as divisões económicas, sociais e culturais do mundo de hoje. Demonstra como podemos salvar o capitalismo de si próprio.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
O capitalismo deixou de funcionar. A expectativa de qualidade de vida das novas gerações é de que viverão em piores condições que os seus pais viveram; os trabalhadores receiam que as suas capacidades sejam desvalorizadas; as populações rurais ressentem-se do crescente fosso que as afasta das metrópoles. Fundamentalmente, o capitalismo perdeu a sua orientação moral. As sociedades estão a polarizar-se em antigas identidades antagónicas, como o nacionalismo e o marxismo, contra uma nova elite globalizada. Necessitamos de reinventar o capitalismo. "O Futuro do Capitalismo" apresenta propostas concretas que respondem as estas preocupações e anseios. Dirigido ao leitor comum, as ideias que apresenta assentam nas pesquisas mais recentes de economistas de renome internacional. Paul Collier demonstra como se podem construir identidades nacionais inclusivas apesar do enorme fluxo de migrantes existente; de que forma se podem redesenhar empresas com propósitos que vão além do mero lucro; como se pode tornar mais comum o trabalho com significado; e como uma emergente subclasse de famílias destruturadas pode ser tratada através do "maternalismo social". Em "O Futuro do Capitalismo" o economista de renome mundial Paul Collier apresenta um diagnóstico das falhas do capitalismo e uma visão pragmática e realista de como o podemos reparar, de forma a diminuir as divisões económicas, sociais e culturais do mundo de hoje. Demonstra como podemos salvar o capitalismo de si próprio.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-futuro-do-capitalismo-de-paul-collier-7063680');
});">
Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 232
Sinopse:
A Monarquia Constitucional portuguesa explicada por Vasco Pulido Valente. Num primeiro ensaio, a Contra-Revolução, esclarece como D. Miguel falhou a tentativa de restaurar o absolutismo. Com o irmão, D. Pedro IV, precipitou o país para as Guerras Liberais. Ressurreição e Morte do Radicalismo, o segundo ensaio, descreve a posterior tentativa falhada de modernização do país, que não conseguiu reformar o Estado, fazer a economia crescer e educar a sociedade. Assim se conduziu o país para uma nova revolução, a republicana, de 1910.Um livro escrito no estilo inconfundível de Vasco Pulido Valente, "O Fundo da Gaveta" é uma descrição brilhante do Portugal oitocentista e uma poderosa metáfora do nosso país.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
A Monarquia Constitucional portuguesa explicada por Vasco Pulido Valente. Num primeiro ensaio, a Contra-Revolução, esclarece como D. Miguel falhou a tentativa de restaurar o absolutismo. Com o irmão, D. Pedro IV, precipitou o país para as Guerras Liberais. Ressurreição e Morte do Radicalismo, o segundo ensaio, descreve a posterior tentativa falhada de modernização do país, que não conseguiu reformar o Estado, fazer a economia crescer e educar a sociedade. Assim se conduziu o país para uma nova revolução, a republicana, de 1910.Um livro escrito no estilo inconfundível de Vasco Pulido Valente, "O Fundo da Gaveta" é uma descrição brilhante do Portugal oitocentista e uma poderosa metáfora do nosso país.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-fundo-da-gaveta-de-vasco-pulido-valente-6617266');
});">
Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 388
Sinopse:
No Opus Dei, muitos membros entram com apenas 15 anos e comprometem-se a nunca casar nem ter filhos. Alguns usam uma corrente de arame com espigões à volta da coxa durante duas horas por dia e aos sábados açoitam-se com um chicote de corda. Dão o seu ordenado à organização e ao fim de seis anos e meio fazem um testamento a deixar tudo a entidades ligadas ao movimento. Os numerários, como Mota Amaral, são obrigados a tirar cursos iguais aos dos padres. O Ministério das Finanças de Maria Luís Albuquerque tinha vários colaboradores formados nas escolas do Opus Dei e um dos seus secretários de Estado era cooperador da Obra. Já a Maçonaria recruta muitos dos seus membros nas juventudes partidárias do PS e do PSD. Algumas lojas realizam rituais com caveiras e caixões e por vezes há documentos que são assinados com sangue. Nas reuniões é comum circular um saco preto de onde se pode tirar dinheiro discretamente. Uma das lojas do Grande Oriente Lusitano tem conseguido ter sempre entre os seus membros um elemento próximo dos vários primeiros-ministros. Estas são apenas algumas das revelações feitas pela jornalista Catarina Guerreiro, que ao longo de três anos de pesquisa entrevistou dezenas de membros e ex-membros destas sociedades secretas. De forma surpreendente e polémica, "O Fim dos Segredos" compara o Opus Dei e a Maçonaria e permite-nos conhecer o outro lado destas organizações sempre envoltas num manto de mistério. Onde e como recrutam? Quem pode entrar? Quais os rituais que praticam? Como é o dia-a-dia e a vida social dos seus membros? Qual o papel das mulheres? Como se organizam? Que tipo de relações mantêm com a Igreja? Quem manda nestas instituições? Como chegaram a Portugal? Que património possuem? Qual o seu verdadeiro poder político e económico?
Nº Páginas: 388
Sinopse:
No Opus Dei, muitos membros entram com apenas 15 anos e comprometem-se a nunca casar nem ter filhos. Alguns usam uma corrente de arame com espigões à volta da coxa durante duas horas por dia e aos sábados açoitam-se com um chicote de corda. Dão o seu ordenado à organização e ao fim de seis anos e meio fazem um testamento a deixar tudo a entidades ligadas ao movimento. Os numerários, como Mota Amaral, são obrigados a tirar cursos iguais aos dos padres. O Ministério das Finanças de Maria Luís Albuquerque tinha vários colaboradores formados nas escolas do Opus Dei e um dos seus secretários de Estado era cooperador da Obra. Já a Maçonaria recruta muitos dos seus membros nas juventudes partidárias do PS e do PSD. Algumas lojas realizam rituais com caveiras e caixões e por vezes há documentos que são assinados com sangue. Nas reuniões é comum circular um saco preto de onde se pode tirar dinheiro discretamente. Uma das lojas do Grande Oriente Lusitano tem conseguido ter sempre entre os seus membros um elemento próximo dos vários primeiros-ministros. Estas são apenas algumas das revelações feitas pela jornalista Catarina Guerreiro, que ao longo de três anos de pesquisa entrevistou dezenas de membros e ex-membros destas sociedades secretas. De forma surpreendente e polémica, "O Fim dos Segredos" compara o Opus Dei e a Maçonaria e permite-nos conhecer o outro lado destas organizações sempre envoltas num manto de mistério. Onde e como recrutam? Quem pode entrar? Quais os rituais que praticam? Como é o dia-a-dia e a vida social dos seus membros? Qual o papel das mulheres? Como se organizam? Que tipo de relações mantêm com a Igreja? Quem manda nestas instituições? Como chegaram a Portugal? Que património possuem? Qual o seu verdadeiro poder político e económico?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-fim-dos-segredos-de-catarina-guerreiro-5674515');
});">
Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Ninguém é realmente livre se a liberdade não for para todos. "O Fim do Armário "é uma crónica notável das mudanças experimentadas por lésbicas, gays, bissexuais e trans no século XXI, mas não foi escrito apenas para eles. É um livro para leitores de todas as orientações e identidades de género, que conta uma série de histórias e explica coisas que a maioria dos leitores desconhece. Avanços e retrocessos, mitos e preconceitos, alegrias e tristezas, tudo interessa a Bruno Bimbi, que integra, nesta narrativa corajosa, histórias pessoais e coletivas de todo o mundo. O livro fala de homofobia e transfobia, mas também de racismo e antissemitismo. Desfilam pelas suas páginas o papa Francisco, os pastores evangélicos brasileiros, Jair Bolsonaro, Nicolás Maduro, os clérigos iranianos e a extrema-direita espanhola, mas também Alan Turing, Pedro Zerolo, Laverne Cox, Rosa Parks e as travestis rebeldes de Stonewall. "O Fim do Armário" é o segundo livro de Bruno Bimbi, já publicado na Argentina, no Brasil, no Peru, em Espanha e no México. Atualizada pelo autor, esta edição portuguesa contém um novo capítulo sobre Jair Bolsonaro e a extrema-direita europeia e fala também sobre o perigo representado pelo fundamentalismo religioso em todo o mundo.
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Ninguém é realmente livre se a liberdade não for para todos. "O Fim do Armário "é uma crónica notável das mudanças experimentadas por lésbicas, gays, bissexuais e trans no século XXI, mas não foi escrito apenas para eles. É um livro para leitores de todas as orientações e identidades de género, que conta uma série de histórias e explica coisas que a maioria dos leitores desconhece. Avanços e retrocessos, mitos e preconceitos, alegrias e tristezas, tudo interessa a Bruno Bimbi, que integra, nesta narrativa corajosa, histórias pessoais e coletivas de todo o mundo. O livro fala de homofobia e transfobia, mas também de racismo e antissemitismo. Desfilam pelas suas páginas o papa Francisco, os pastores evangélicos brasileiros, Jair Bolsonaro, Nicolás Maduro, os clérigos iranianos e a extrema-direita espanhola, mas também Alan Turing, Pedro Zerolo, Laverne Cox, Rosa Parks e as travestis rebeldes de Stonewall. "O Fim do Armário" é o segundo livro de Bruno Bimbi, já publicado na Argentina, no Brasil, no Peru, em Espanha e no México. Atualizada pelo autor, esta edição portuguesa contém um novo capítulo sobre Jair Bolsonaro e a extrema-direita europeia e fala também sobre o perigo representado pelo fundamentalismo religioso em todo o mundo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-fim-do-armario-de-bruno-bimbi-7221146');
});">
Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Mais actual que nunca, este livro segue a vida de Inês, que aparenta ser a menina perfeita. Frequenta um dos melhores colégios nos arredores de Lisboa e relaciona-se com filhos de embaixadores e presidentes de grandes empresas. Mas na verdade os seus dias são passados com os seus amigos consumidores regulares de drogas, em arriscados jogos sexuais e uma utilização abusiva e desregulada das redes sociais onde trocam nudes e partilham o seu estilo de vida caótico. As suas vidas são uma espiral marcada pelo descontrolo físico e emocional. Francisco Salgueiro dá voz à história real e chocante de uma adolescente portuguesa, contada na primeira pessoa. Um aviso para os pais estarem mais atentos ao que se passa nas suas casas.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Mais actual que nunca, este livro segue a vida de Inês, que aparenta ser a menina perfeita. Frequenta um dos melhores colégios nos arredores de Lisboa e relaciona-se com filhos de embaixadores e presidentes de grandes empresas. Mas na verdade os seus dias são passados com os seus amigos consumidores regulares de drogas, em arriscados jogos sexuais e uma utilização abusiva e desregulada das redes sociais onde trocam nudes e partilham o seu estilo de vida caótico. As suas vidas são uma espiral marcada pelo descontrolo físico e emocional. Francisco Salgueiro dá voz à história real e chocante de uma adolescente portuguesa, contada na primeira pessoa. Um aviso para os pais estarem mais atentos ao que se passa nas suas casas.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-fim-da-inocencia-de-francisco-salgueiro-7445736');
});">
Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
No final de 1974, dois MPLA encontraram-se pela primeira vez em Luanda. Um, era o movimento oficial, com os seus dirigentes e os guerrilheiros vindos da mata e de Brazzaville. O outro, era um MPLA informal, heterogéneo, composto por jovens que o imaginaram ouvindo, na rádio, as emissões clandestinas do Angola Combatente. Após a Revolução dos Cravos, esses jovens tornam-se politicamente muito activos, desenvolvendo acções, em nome do MPLA, nas escolas e nos musseques. Foi o choque de duas gerações e de duas ideologias, a pró-soviética da cúpula do MPLA e a maoista dos jovens idealistas. As primeiras prisões políticas ocorreram ainda antes da independência de Angola. Estima-se que mais de cem militantes desta extrema-esquerda, dos CAC, da OCA e do NJS, foram presos e torturados, até 1980. Só depois de várias e prolongadas greves de fome é que os libertaram. Eram homens e mulheres, angolanos e portugueses. Deixam-nos aqui o seu testemunho.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
No final de 1974, dois MPLA encontraram-se pela primeira vez em Luanda. Um, era o movimento oficial, com os seus dirigentes e os guerrilheiros vindos da mata e de Brazzaville. O outro, era um MPLA informal, heterogéneo, composto por jovens que o imaginaram ouvindo, na rádio, as emissões clandestinas do Angola Combatente. Após a Revolução dos Cravos, esses jovens tornam-se politicamente muito activos, desenvolvendo acções, em nome do MPLA, nas escolas e nos musseques. Foi o choque de duas gerações e de duas ideologias, a pró-soviética da cúpula do MPLA e a maoista dos jovens idealistas. As primeiras prisões políticas ocorreram ainda antes da independência de Angola. Estima-se que mais de cem militantes desta extrema-esquerda, dos CAC, da OCA e do NJS, foram presos e torturados, até 1980. Só depois de várias e prolongadas greves de fome é que os libertaram. Eram homens e mulheres, angolanos e portugueses. Deixam-nos aqui o seu testemunho.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-fim-da-extrema-esquerda-em-angola-de-leonor-figueiredo-6273954');
});">
Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Confrontado com o desmoronar dos valores americanos e das fundações da economia ocidental, Joseph Stiglitz traça o caminho para a verdadeira recuperação económica e para uma sociedade mais igualitária. Nos últimos anos, Stiglitz tem denunciado com insistência os maiores desafios económicos com que os Estados Unidos da América se deparam, começando pela Grande Recessão e culminando no diagnóstico da crescente desigualdade social e económica do seu país. "O Fim da Desigualdade" colige alguns dos seus ensaios mais provocadores sobre este tema, começando pelo artigo que deu origem ao slogan do movimento Occupy Wall Street, "Nós somos os 99 %", e prosseguindo para textos que demonstram que a igualdade de oportunidade é um mito e que a enorme desigualdade hoje registada é uma escolha. Sempre proativo, Stiglitz termina com propostas concretas sobre como fomentar o desenvolvimento, criar oportunidades e reduzir a desigualdade.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Confrontado com o desmoronar dos valores americanos e das fundações da economia ocidental, Joseph Stiglitz traça o caminho para a verdadeira recuperação económica e para uma sociedade mais igualitária. Nos últimos anos, Stiglitz tem denunciado com insistência os maiores desafios económicos com que os Estados Unidos da América se deparam, começando pela Grande Recessão e culminando no diagnóstico da crescente desigualdade social e económica do seu país. "O Fim da Desigualdade" colige alguns dos seus ensaios mais provocadores sobre este tema, começando pelo artigo que deu origem ao slogan do movimento Occupy Wall Street, "Nós somos os 99 %", e prosseguindo para textos que demonstram que a igualdade de oportunidade é um mito e que a enorme desigualdade hoje registada é uma escolha. Sempre proativo, Stiglitz termina com propostas concretas sobre como fomentar o desenvolvimento, criar oportunidades e reduzir a desigualdade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-fim-da-desigualdade-de-joseph-e-stiglitz-6516356');
});">
Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A actual crise financeira e económica tem suscitado um renovado interesse pelo Estado, pela sua intervenção, pela sua virtual capacidade de pilotagem e conformação social (ou, mais precisamente, "societal"). Este "entusiasmo pelo Estado", prenhe de um Keynesianismo romanceado, não olha para o Estado enquanto forma histórica de organização politica das comunidades humanas. Olha, isso sim, com zelo pragmático e nostalgia ideológica, para uma das "formas de vida", hipóstases ou "incarnações" do Estado: a do Estado interventor. No actual patamar de desenvolvimento das formas de composição politica, talvez seja ainda suficiente, mas é inegavelmente pouco.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A actual crise financeira e económica tem suscitado um renovado interesse pelo Estado, pela sua intervenção, pela sua virtual capacidade de pilotagem e conformação social (ou, mais precisamente, "societal"). Este "entusiasmo pelo Estado", prenhe de um Keynesianismo romanceado, não olha para o Estado enquanto forma histórica de organização politica das comunidades humanas. Olha, isso sim, com zelo pragmático e nostalgia ideológica, para uma das "formas de vida", hipóstases ou "incarnações" do Estado: a do Estado interventor. No actual patamar de desenvolvimento das formas de composição politica, talvez seja ainda suficiente, mas é inegavelmente pouco.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-estado-do-estado-de-paulo-castro-rangel-4283941');
});">
Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Após Perdoar Helena José Tolentino Mendonça regressa ao teatro com uma nova peça onde interagem cinco personagens: 3 homens e 2 mulheres. John Wolf, o guia da floresta; 2 caminhantes: Peter Weil (meia idade) e Jacob (mais novo). E duas mulheres: a jovem Viviane Mars e o Destino."Um dia os homens deixarão os aviões, os transatlânticos, os comboios de alta velocidade, os automóveis para regressar aos caminhos do bosque."
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Após Perdoar Helena José Tolentino Mendonça regressa ao teatro com uma nova peça onde interagem cinco personagens: 3 homens e 2 mulheres. John Wolf, o guia da floresta; 2 caminhantes: Peter Weil (meia idade) e Jacob (mais novo). E duas mulheres: a jovem Viviane Mars e o Destino."Um dia os homens deixarão os aviões, os transatlânticos, os comboios de alta velocidade, os automóveis para regressar aos caminhos do bosque."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-estado-do-bosque-de-jose-tolentino-mendonca-5036041');
});">
Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
O coronel Oleg Antonyevich Gordievsky do KGB estava no auge da sua carreira. Um prodígio dos serviços secretos soviéticos, tinha subido diligentemente nas fileiras, tendo servido na Escandinávia, em Moscovo e na Grã-Bretanha sem qualquer mancha na sua folha de serviços. Agora, com 46 anos, fora promovido a chefe do KGB na estação de Londres, um bom posto, e fora convidado a regressar ao quartel-general para ser formalmente consagrado pelo chefe do KGB. "Chegado a Moscovo, Gordievsky avançou confiante pelo meio da multidão no aeroporto. No seu íntimo, contudo, borbulhava um terror surdo. Porque Oleg Gordievsky, veterano do KGB, fiel servidor secreto da União Soviética, era um espião britânico."
Nº Páginas: 448
Sinopse:
O coronel Oleg Antonyevich Gordievsky do KGB estava no auge da sua carreira. Um prodígio dos serviços secretos soviéticos, tinha subido diligentemente nas fileiras, tendo servido na Escandinávia, em Moscovo e na Grã-Bretanha sem qualquer mancha na sua folha de serviços. Agora, com 46 anos, fora promovido a chefe do KGB na estação de Londres, um bom posto, e fora convidado a regressar ao quartel-general para ser formalmente consagrado pelo chefe do KGB. "Chegado a Moscovo, Gordievsky avançou confiante pelo meio da multidão no aeroporto. No seu íntimo, contudo, borbulhava um terror surdo. Porque Oleg Gordievsky, veterano do KGB, fiel servidor secreto da União Soviética, era um espião britânico."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-espiao-e-o-traidor-de-ben-macintyre-6930680');
});">
Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um dos mais eminentes filósofos da mente propõe um argumento lúcido e provocador que cria uma imagem radicalmente nova da consciência humana: o pampsiquismo. Compreender a maneira como o cérebro produz a consciência é um dos maiores desafios científicos do nosso tempo. Philip Goff propõe uma alternativa empolgante que poderá desbravar novos caminhos. Com raízes numa análise dos fundamentos filosóficos da ciência moderna e baseado na obra, que remonta ao princípio do século XX, de Arthur Eddington e Bertrand Russell, Goff apresenta argumentos convincentes a favor do pampsiquismo, uma teoria que propõe que a consciência não está confinada às entidades biológicas mas é uma característica fundamental de toda a matéria física, das partículas subatómicas ao cérebro humano.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um dos mais eminentes filósofos da mente propõe um argumento lúcido e provocador que cria uma imagem radicalmente nova da consciência humana: o pampsiquismo. Compreender a maneira como o cérebro produz a consciência é um dos maiores desafios científicos do nosso tempo. Philip Goff propõe uma alternativa empolgante que poderá desbravar novos caminhos. Com raízes numa análise dos fundamentos filosóficos da ciência moderna e baseado na obra, que remonta ao princípio do século XX, de Arthur Eddington e Bertrand Russell, Goff apresenta argumentos convincentes a favor do pampsiquismo, uma teoria que propõe que a consciência não está confinada às entidades biológicas mas é uma característica fundamental de toda a matéria física, das partículas subatómicas ao cérebro humano.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-erro-de-galileu-de-philip-goff-7109947');
});">
Edição: Out 2020
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Dos autores do bestseller internacional Porque Falham as Nações, uma nova obra crucial que responde à pergunta "porque floresce a liberdade em alguns Estados mas é presa do autoritarismo e da anarquia noutros?" e que nos explica como podemos preservar a liberdade, apesar das novas ameaças que pesam sobre ela. Em Porque Falham as Nações, Acemoglu e Robinson demonstraram que a ascensão e a queda dos países dependem não da cultura, geografia ou acaso, mas do poder das instituições. No presente livro, constroem uma nova teoria sobre a liberdade e as formas de a alcançar, recorrendo a numerosos exemplos, tanto da atualidade como de vários períodos da história mundial.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Dos autores do bestseller internacional Porque Falham as Nações, uma nova obra crucial que responde à pergunta "porque floresce a liberdade em alguns Estados mas é presa do autoritarismo e da anarquia noutros?" e que nos explica como podemos preservar a liberdade, apesar das novas ameaças que pesam sobre ela. Em Porque Falham as Nações, Acemoglu e Robinson demonstraram que a ascensão e a queda dos países dependem não da cultura, geografia ou acaso, mas do poder das instituições. No presente livro, constroem uma nova teoria sobre a liberdade e as formas de a alcançar, recorrendo a numerosos exemplos, tanto da atualidade como de vários períodos da história mundial.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-equilibrio-do-poder-7286767');
});">
Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 402
Sinopse:
"O Enigma de Sophia de Mello Breyner Andresen: Da Sombra à Claridade" é uma reflexão abrangente sobre toda a obra de Sophia, poetisa singular da literatura portuguesa, através da análise das principais temáticas que a estruturam e que constituem as três partes deste livro: - "No Tempo Dividido", estudo aprofundado do tempo, tema central na sua obra; - "Navegações", sobre a eterna viagem de descoberta, onde Sophia recria o percurso da aventura portuguesa dos Descobrimentos para o transformar numa viagem iniciática de descoberta do Eu e do Outro; - "O Nome das Coisas", uma abordagem transversal em que, através do paralelismo com outros autores, como fernando Pessoa ou Jorge Luís Borges, melhor se revela a especificidade da obra de Sophia.
Nº Páginas: 402
Sinopse:
"O Enigma de Sophia de Mello Breyner Andresen: Da Sombra à Claridade" é uma reflexão abrangente sobre toda a obra de Sophia, poetisa singular da literatura portuguesa, através da análise das principais temáticas que a estruturam e que constituem as três partes deste livro: - "No Tempo Dividido", estudo aprofundado do tempo, tema central na sua obra; - "Navegações", sobre a eterna viagem de descoberta, onde Sophia recria o percurso da aventura portuguesa dos Descobrimentos para o transformar numa viagem iniciática de descoberta do Eu e do Outro; - "O Nome das Coisas", uma abordagem transversal em que, através do paralelismo com outros autores, como fernando Pessoa ou Jorge Luís Borges, melhor se revela a especificidade da obra de Sophia.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-enigma-de-sophia-de-mello-breyner-de-helena-malheiro-4225774');
});">
Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 360
Sinopse:
No dia 6 de Junho de 1944, a invasão da França pelos Aliados marcou o fim do domínio nazi na Europa. Este livro é um testemunho verídico sobre esta batalha que ficou conhecida como o "dia mais longo" do século XX. Uma apresentação magistral de uma página da História e, como o general Sir Frederick Morgan, autor do plano inicial do desembarque, não temeu afirmar: "uma obra-prima". Cornelius Ryan pesquisou, durante mais de dez anos, todos os dados relacionados com o desembarque de 6 de junho de 1944, incluindo uma verdadeira mina de documentos confiscados pelos Aliados. Foi nestas fontes que o autor encontrou a transcrição exacta da mensagem, interceptada e decifrada pelos Alemães, que anunciava à Resistência francesa o dia escolhido para o desembarque na Normandia. Além disso, procurou e entrevistou todos os sobreviventes do Dia D que conseguiu localizar. Três mil homens responderam ao seu inquérito. O resultado foi esta obra-prima da História militar: um relato de coragem e heroísmo, glória e tragédia O Dia Mais Longo foi adaptado ao cinema, em 1962, por Ken Annakin e Andrew Marton e interpretado por John Wayne, Robert Mitchum, Henry Fonda, Richard Burton, Sean Connery e Paul Anka.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
No dia 6 de Junho de 1944, a invasão da França pelos Aliados marcou o fim do domínio nazi na Europa. Este livro é um testemunho verídico sobre esta batalha que ficou conhecida como o "dia mais longo" do século XX. Uma apresentação magistral de uma página da História e, como o general Sir Frederick Morgan, autor do plano inicial do desembarque, não temeu afirmar: "uma obra-prima". Cornelius Ryan pesquisou, durante mais de dez anos, todos os dados relacionados com o desembarque de 6 de junho de 1944, incluindo uma verdadeira mina de documentos confiscados pelos Aliados. Foi nestas fontes que o autor encontrou a transcrição exacta da mensagem, interceptada e decifrada pelos Alemães, que anunciava à Resistência francesa o dia escolhido para o desembarque na Normandia. Além disso, procurou e entrevistou todos os sobreviventes do Dia D que conseguiu localizar. Três mil homens responderam ao seu inquérito. O resultado foi esta obra-prima da História militar: um relato de coragem e heroísmo, glória e tragédia O Dia Mais Longo foi adaptado ao cinema, em 1962, por Ken Annakin e Andrew Marton e interpretado por John Wayne, Robert Mitchum, Henry Fonda, Richard Burton, Sean Connery e Paul Anka.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-dia-mais-longo-de-cornelius-ryan-4884008');
});">
Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O grande terramoto de Lisboa, que aconteceu na manhã do Dia de Todos os Santos de 1755, não foi um mero abalo - foi um momento que desestabilizou os pilares de uma ordem social inveterada e enviou ondas de choque através do mundo ocidental. Terra, água, vento e fogo - todos conspiraram para produzir uma catástrofe particularmente infernal. Aos fortes tremores de terra, seguiram-se três ondas gigantes que se abateram sobre a zona ribeirinha, e fortes ventos inflamaram durante cinco dias os fogos causados pelo tremor de terra. Lisboa não foi só dizimada - foi aniquilada. O acontecimento levou ao equivalente do século XVIII de um frenesim mediático - e originou uma sucessão de desenvolvimentos fascinantes, como o primeiro esforço concertado de preparação para catástrofes, reformas sociais, planeamento urbano e o nascimento da sismologia.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O grande terramoto de Lisboa, que aconteceu na manhã do Dia de Todos os Santos de 1755, não foi um mero abalo - foi um momento que desestabilizou os pilares de uma ordem social inveterada e enviou ondas de choque através do mundo ocidental. Terra, água, vento e fogo - todos conspiraram para produzir uma catástrofe particularmente infernal. Aos fortes tremores de terra, seguiram-se três ondas gigantes que se abateram sobre a zona ribeirinha, e fortes ventos inflamaram durante cinco dias os fogos causados pelo tremor de terra. Lisboa não foi só dizimada - foi aniquilada. O acontecimento levou ao equivalente do século XVIII de um frenesim mediático - e originou uma sucessão de desenvolvimentos fascinantes, como o primeiro esforço concertado de preparação para catástrofes, reformas sociais, planeamento urbano e o nascimento da sismologia.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-dia-do-fim-de-nicholas-shrady-5314892');
});">
Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-desejo-de-viver-em-comum-volume-2-6819975');
});">
Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 156
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
Nº Páginas: 156
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-desejo-de-viver-em-comum-volume-1-6819974');
});">
Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Contra todas as evidências, o mundo continua a interessar-me. Os meus sobrinhos, mais do que os meus irmãos, entendem este eremitério de Moledo, a casa onde me instalei nos anos oitenta, como uma espécie de observatório inclinado sobre o mar, mas de onde suspeito que o resto do universo continua a mover-se – e de uma forma mais interessante do que Galileu Galilei imaginava."
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Contra todas as evidências, o mundo continua a interessar-me. Os meus sobrinhos, mais do que os meus irmãos, entendem este eremitério de Moledo, a casa onde me instalei nos anos oitenta, como uma espécie de observatório inclinado sobre o mar, mas de onde suspeito que o resto do universo continua a mover-se – e de uma forma mais interessante do que Galileu Galilei imaginava."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-crepusculo-em-moledo-de-antonio-sousa-homem-6850011');
});">
Edição: Out 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época de obsessão com a imagem, como podemos ajudar os nossos filhos a fazerem as pazes com o seu corpo quando este não corresponde aos cânones estabelecidos pela ditadura das redes sociais? Vivemos numa era em que a imagem é tudo e a padronização da beleza física assume um peso cada vez mais excessivo. Livros sobre dietas são os mais vendidos e aumenta a procura de cirurgias estéticas. O corpo passou a ser um objeto de culto a ser exposto e exibido em público. Mas o que acontece quando as crianças e adolescentes veem esse mesmo corpo transformar-se com o crescimento e o convertem numa fonte de angústia? Como explicar o aumento de situações de depressão e ansiedade em idades cada vez mais precoces, ao mesmo tempo que os episódios de automutilação em crianças e jovens se tornam mais frequentes? À medida que se vai crescendo, o corpo torna-se progressivamente um espelho bastante fidedigno de diversas experiências de vida. Em paralelo, constitui uma tela onde a identidade é vincada em marcas como tatuagens, piercings ou alargadores, e as emoções se manifestam literalmente à flor da pele. Neste novo livro, o pedopsiquiatra Pedro Strecht reflete sobre a relação conflituosa entre o corpo e a mente e o papel da construção da imagem corporal como integrante e modeladora de uma verdadeira identidade emocional. Ao mesmo tempo, aborda também a dor enquanto expressão do mal-estar físico, quase sempre ligada a um fundo emocional.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época de obsessão com a imagem, como podemos ajudar os nossos filhos a fazerem as pazes com o seu corpo quando este não corresponde aos cânones estabelecidos pela ditadura das redes sociais? Vivemos numa era em que a imagem é tudo e a padronização da beleza física assume um peso cada vez mais excessivo. Livros sobre dietas são os mais vendidos e aumenta a procura de cirurgias estéticas. O corpo passou a ser um objeto de culto a ser exposto e exibido em público. Mas o que acontece quando as crianças e adolescentes veem esse mesmo corpo transformar-se com o crescimento e o convertem numa fonte de angústia? Como explicar o aumento de situações de depressão e ansiedade em idades cada vez mais precoces, ao mesmo tempo que os episódios de automutilação em crianças e jovens se tornam mais frequentes? À medida que se vai crescendo, o corpo torna-se progressivamente um espelho bastante fidedigno de diversas experiências de vida. Em paralelo, constitui uma tela onde a identidade é vincada em marcas como tatuagens, piercings ou alargadores, e as emoções se manifestam literalmente à flor da pele. Neste novo livro, o pedopsiquiatra Pedro Strecht reflete sobre a relação conflituosa entre o corpo e a mente e o papel da construção da imagem corporal como integrante e modeladora de uma verdadeira identidade emocional. Ao mesmo tempo, aborda também a dor enquanto expressão do mal-estar físico, quase sempre ligada a um fundo emocional.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-corpo-e-que-paga-de-pedro-strecht-7284617');
});">
Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Biografia à revelia, totalmente não autorizada, deste invólucro mortal que ocupamos. Uma extraordinária investigação do corpo humano que o vai deixar maravilhado com o invólucro que ocupa. A vida toda habitamos um único corpo e contudo a maioria de nós não faz a mais pálida ideia de como este funciona e do que se passa no seu interior. A ideia deste livro é simples: a de tentar compreender esta extraordinária maquineta que nós somos. No premiado bestseller "Breve História de Quase Tudo" Bill Bryson fez o quase-impossível: tornou a ciência simultaneamente compreensível e divertida para milhões de pessoas em todo o mundo. Agora, Bryson volta a sua atenção para o corpo humano, como funciona e como consegue a extraordinária proeza de se curar a si próprio. O Corpo: Um Guia para Ocupantes está cheio de histórias verídicas e factos incríveis e é uma tentativa brilhante e muito bem-humorada de compreender este nosso milagre fisiológico e neurológico.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
Biografia à revelia, totalmente não autorizada, deste invólucro mortal que ocupamos. Uma extraordinária investigação do corpo humano que o vai deixar maravilhado com o invólucro que ocupa. A vida toda habitamos um único corpo e contudo a maioria de nós não faz a mais pálida ideia de como este funciona e do que se passa no seu interior. A ideia deste livro é simples: a de tentar compreender esta extraordinária maquineta que nós somos. No premiado bestseller "Breve História de Quase Tudo" Bill Bryson fez o quase-impossível: tornou a ciência simultaneamente compreensível e divertida para milhões de pessoas em todo o mundo. Agora, Bryson volta a sua atenção para o corpo humano, como funciona e como consegue a extraordinária proeza de se curar a si próprio. O Corpo: Um Guia para Ocupantes está cheio de histórias verídicas e factos incríveis e é uma tentativa brilhante e muito bem-humorada de compreender este nosso milagre fisiológico e neurológico.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--27869115384074__product-grid', '/products/o-corpo-um-guia-para-ocupantes-de-bill-bryson-7054242');
});">
