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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Durante doze anos Dom Januário Torgal Ferreira foi bispo das Forças Armadas e de Segurança. Desempenhou de tal modo, com tal rigor e elevação, estas difíceis funções que se tornou uma das mais populares e admiradas figuras da hierarquia católica portuguesa. O presente livro ¿ com o significativo título de O Concreto da Paz Só com Justiça ¿ é uma síntese perfeita do pensamento de Dom Januário. Ao lê-lo percebemos o que pode a Igreja Católica fazer, através da ação de um dos seus membros, pela paz e pela justiça no mundo. De tal modo que, ao ler este livro, todos nós, de qualquer religião ou mesmo não professando nenhuma, nos sentimos solidários com a sua mensagem.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Durante doze anos Dom Januário Torgal Ferreira foi bispo das Forças Armadas e de Segurança. Desempenhou de tal modo, com tal rigor e elevação, estas difíceis funções que se tornou uma das mais populares e admiradas figuras da hierarquia católica portuguesa. O presente livro ¿ com o significativo título de O Concreto da Paz Só com Justiça ¿ é uma síntese perfeita do pensamento de Dom Januário. Ao lê-lo percebemos o que pode a Igreja Católica fazer, através da ação de um dos seus membros, pela paz e pela justiça no mundo. De tal modo que, ao ler este livro, todos nós, de qualquer religião ou mesmo não professando nenhuma, nos sentimos solidários com a sua mensagem.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Um livro que revela que nem todos os refugiados da Segunda Guerra Mundial se conseguiram salvar através de Portugal. A 7 de Novembro de 1940 partiu do Luxemburgo, país onde o nazismo tentou fabricar o primeiro país "livre de judeus", um comboio com 293 passageiros que tinha Portugal como destino. Mas ao contrário de outros comboios com judeus em fuga, não foi dada autorização na fronteira de Vilar Formoso para que entrasse no país. Os refugiados ficaram mais de uma semana fechados nas carruagens, numa atmosfera desumana, sujeitos a um frio intenso e alimentando-se do pouco que a população pobre da zona tinha para lhes oferecer: pão, café e, por vezes, sopa. Ao fim de cerca de dez dias, o impasse foi quebrado. Já com as negociações em curso para instalar os judeus no Luso, o governo de Salazar negou-lhes a entrada em Portugal, empurrando-os assim para uma morte mais do que provável. De regresso a França, estiveram ainda vários dias confinados ao comboio até os alemães decidirem interná-los em Mousserroles, perto de Baiona, num antigo campo de internamento. Libertados meses depois, alguns conseguiram partir para outras paragens e outros acabaram por ficar na França do regime de Vichy - destes, poucos sobreviveram aos campos de extermínio. Mas porque foram os refugiados impedidos de entrar em Portugal? Após a análise de documentos inéditos e de entrevistas a sobreviventes e seus familiares, as historiadoras Irene Flunser Pimentel e Margarida de Magalhães Ramalho explicam-nos as razões deste acontecimento histórico muito pouco conhecido que deixa cair por terra a ideia de que Portugal, na figura do seu chefe de Governo, António de Oliveira Salazar, acolhia todos os refugiados da Segunda Guerra Mundial. Num momento em que vivemos tempos conturbados e assistimos diariamente ao drama dos refugiados que procuram escapar à guerra e à morte, O Comboio do Luxemburgo é uma obra essencial para compreender o passado e o presente da Europa, fazendo-nos também reflectir sobre o pode acontecer caso os refugiados actuais não sejam acolhidos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Um livro que revela que nem todos os refugiados da Segunda Guerra Mundial se conseguiram salvar através de Portugal. A 7 de Novembro de 1940 partiu do Luxemburgo, país onde o nazismo tentou fabricar o primeiro país "livre de judeus", um comboio com 293 passageiros que tinha Portugal como destino. Mas ao contrário de outros comboios com judeus em fuga, não foi dada autorização na fronteira de Vilar Formoso para que entrasse no país. Os refugiados ficaram mais de uma semana fechados nas carruagens, numa atmosfera desumana, sujeitos a um frio intenso e alimentando-se do pouco que a população pobre da zona tinha para lhes oferecer: pão, café e, por vezes, sopa. Ao fim de cerca de dez dias, o impasse foi quebrado. Já com as negociações em curso para instalar os judeus no Luso, o governo de Salazar negou-lhes a entrada em Portugal, empurrando-os assim para uma morte mais do que provável. De regresso a França, estiveram ainda vários dias confinados ao comboio até os alemães decidirem interná-los em Mousserroles, perto de Baiona, num antigo campo de internamento. Libertados meses depois, alguns conseguiram partir para outras paragens e outros acabaram por ficar na França do regime de Vichy - destes, poucos sobreviveram aos campos de extermínio. Mas porque foram os refugiados impedidos de entrar em Portugal? Após a análise de documentos inéditos e de entrevistas a sobreviventes e seus familiares, as historiadoras Irene Flunser Pimentel e Margarida de Magalhães Ramalho explicam-nos as razões deste acontecimento histórico muito pouco conhecido que deixa cair por terra a ideia de que Portugal, na figura do seu chefe de Governo, António de Oliveira Salazar, acolhia todos os refugiados da Segunda Guerra Mundial. Num momento em que vivemos tempos conturbados e assistimos diariamente ao drama dos refugiados que procuram escapar à guerra e à morte, O Comboio do Luxemburgo é uma obra essencial para compreender o passado e o presente da Europa, fazendo-nos também reflectir sobre o pode acontecer caso os refugiados actuais não sejam acolhidos.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 722
Sinopse:
NOVO ENSAIO DE RU I TAVARES, um dos mais originais e sagazes historiadores portugueses. Como trabalhavam os censores portugueses? Que conclusões retiravam da leitura dos seus contemporâneos? Porque se viam como guardiões das "Luzes" e da "dignidade da luz pública"? E que impacto tiveram na preparação da chegada da modernidade? Estas são algumas das perguntas a que Rui Tavares procura responder no muito aguardado ensaio O Censor Iluminado. Mergulhando no pombalismo, o historiador analisa mais de 1500 relatórios de censura guardados na Torre do Tombo, bem como os livros que lhes deram origem. Há 250 anos, o Marquês de Pombal iniciou a revolução cultural que projectara para o reino de Portugal com a fundação de uma especialíssima instituição de censura: a Real Mesa Censória. Por decreto de Dom José I, foram nomeados intelectuais, autores e letrados para ler, interpretar e censurar todos os livros que fossem publicados, incluindo peças de teatro, dissertações académicas, e até os cartazes impressos e os cardápios dos restaurantes. Este livro segue a trajectória de vida e os interesses desses censores, interpreta as suas ideias dentro do grande movimento iluminista, e estabelece comparações entre "as ideias sobre as ideias" do presente e do passado em várias épocas distintas, conferindo um contexto de época mas também uma visão intemporal ao acto de censurar.
Nº Páginas: 722
Sinopse:
NOVO ENSAIO DE RU I TAVARES, um dos mais originais e sagazes historiadores portugueses. Como trabalhavam os censores portugueses? Que conclusões retiravam da leitura dos seus contemporâneos? Porque se viam como guardiões das "Luzes" e da "dignidade da luz pública"? E que impacto tiveram na preparação da chegada da modernidade? Estas são algumas das perguntas a que Rui Tavares procura responder no muito aguardado ensaio O Censor Iluminado. Mergulhando no pombalismo, o historiador analisa mais de 1500 relatórios de censura guardados na Torre do Tombo, bem como os livros que lhes deram origem. Há 250 anos, o Marquês de Pombal iniciou a revolução cultural que projectara para o reino de Portugal com a fundação de uma especialíssima instituição de censura: a Real Mesa Censória. Por decreto de Dom José I, foram nomeados intelectuais, autores e letrados para ler, interpretar e censurar todos os livros que fossem publicados, incluindo peças de teatro, dissertações académicas, e até os cartazes impressos e os cardápios dos restaurantes. Este livro segue a trajectória de vida e os interesses desses censores, interpreta as suas ideias dentro do grande movimento iluminista, e estabelece comparações entre "as ideias sobre as ideias" do presente e do passado em várias épocas distintas, conferindo um contexto de época mas também uma visão intemporal ao acto de censurar.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"O objetivo principal deste estudo é indagar de que forma decorreu o processo de desmantelamento da polícia política da ditadura de António Oliveira Salazar e Marcelo Caetano, PIDE/DGS. Por outro lado, questiona-se se perdura a memória relativamente a essa importante instituição repressiva do regime deposto no 25 de Abril de 1974. Ao assumir o presente estudo um carácter historiográfico, a aproximação histórica, cronológica e genealógica do processo de justiça transicional em Portugal será aqui privilegiada. Aqui se observa de forma desenvolvida o que se foi passando ao longo do período entre 1974 e 1976, bem como, de forma mais breve, entre este último ano e os anos 80 do século XX. Serão ainda abrangidos alguns aspetos relacionados com a memória e a opinião pública nas diversas comemorações do 25 de Abril, para tentar detetar as diversas fases da memória do processo que desencadeou a democracia portuguesa." Capítulos I e II: Breve referência ao passado e ao processo de Justiça na sequência da Segunda Guerra Mundial. Capítulo III: a queda da Ditadura em Portugal e os últimos dias da PIDE/DGS. Capítulo IV: O que era a polícia política da Ditadura portuguesa; a primeira fase do processo do desmantelamento dessa polícia no período imediato ao 25 de Abril de 1974; a discussão no seio do MFA sobre o destino a dar-lhe e a criação da Comissão de Extinção da PIDE/DGS. Capítulo V: caracterização da atividade da Comissão de Extinção da PIDE/DGS ao longo de 1974 e no início de 1975. Capítulo VI: durante o chamado "Processo Revolucionário em Curso" (PREC), o qual terminou em 25 de Novembro de 1975, foi adotada a lei n.º 8/75, de criminalização dos elementos da PIDE/DGS. Capítulo VII: os resultados da rutura do 25 de Novembro de 1975 em termos de legislação para o processo de justiça transicional: esvaziamento dos objetivos da Lei n.º 8/75; nomeação de uma nova chefia da Comissão de Extinção da PIDE/DGS; libertação condicional dos elementos da PIDE/DGS, até à realização dos seus julgamentos em tribunal militar. Capítulo VIII: o período entre 1977, ano de "todas as libertações", e 1981, quando foi lida a sentença do "Caso Humberto Delgado". Capítulo IX (Epílogo): um balanço do processo de "saneamentos" políticos, característico do processo revolucionário português de 1974 e 1975; o período entre 1982, ano do fim da Comissão de Extinção da PIDE/DGS e do Conselho da Revolução, e 2014. Conclusões: caracterização das várias fases da memória da Ditadura e da polícia política em Portugal. Apêndices: Dados numéricos e estatísticos ilustradores da forma como se desenrolaram a instrução dos processos, o julgamento e a libertação dos elementos da ex-PIDE/DGS.
Nº Páginas: 664
Sinopse:
"O objetivo principal deste estudo é indagar de que forma decorreu o processo de desmantelamento da polícia política da ditadura de António Oliveira Salazar e Marcelo Caetano, PIDE/DGS. Por outro lado, questiona-se se perdura a memória relativamente a essa importante instituição repressiva do regime deposto no 25 de Abril de 1974. Ao assumir o presente estudo um carácter historiográfico, a aproximação histórica, cronológica e genealógica do processo de justiça transicional em Portugal será aqui privilegiada. Aqui se observa de forma desenvolvida o que se foi passando ao longo do período entre 1974 e 1976, bem como, de forma mais breve, entre este último ano e os anos 80 do século XX. Serão ainda abrangidos alguns aspetos relacionados com a memória e a opinião pública nas diversas comemorações do 25 de Abril, para tentar detetar as diversas fases da memória do processo que desencadeou a democracia portuguesa." Capítulos I e II: Breve referência ao passado e ao processo de Justiça na sequência da Segunda Guerra Mundial. Capítulo III: a queda da Ditadura em Portugal e os últimos dias da PIDE/DGS. Capítulo IV: O que era a polícia política da Ditadura portuguesa; a primeira fase do processo do desmantelamento dessa polícia no período imediato ao 25 de Abril de 1974; a discussão no seio do MFA sobre o destino a dar-lhe e a criação da Comissão de Extinção da PIDE/DGS. Capítulo V: caracterização da atividade da Comissão de Extinção da PIDE/DGS ao longo de 1974 e no início de 1975. Capítulo VI: durante o chamado "Processo Revolucionário em Curso" (PREC), o qual terminou em 25 de Novembro de 1975, foi adotada a lei n.º 8/75, de criminalização dos elementos da PIDE/DGS. Capítulo VII: os resultados da rutura do 25 de Novembro de 1975 em termos de legislação para o processo de justiça transicional: esvaziamento dos objetivos da Lei n.º 8/75; nomeação de uma nova chefia da Comissão de Extinção da PIDE/DGS; libertação condicional dos elementos da PIDE/DGS, até à realização dos seus julgamentos em tribunal militar. Capítulo VIII: o período entre 1977, ano de "todas as libertações", e 1981, quando foi lida a sentença do "Caso Humberto Delgado". Capítulo IX (Epílogo): um balanço do processo de "saneamentos" políticos, característico do processo revolucionário português de 1974 e 1975; o período entre 1982, ano do fim da Comissão de Extinção da PIDE/DGS e do Conselho da Revolução, e 2014. Conclusões: caracterização das várias fases da memória da Ditadura e da polícia política em Portugal. Apêndices: Dados numéricos e estatísticos ilustradores da forma como se desenrolaram a instrução dos processos, o julgamento e a libertação dos elementos da ex-PIDE/DGS.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Toda a minha vida pode ser resumida neste meu esforço incessante de convencer os outros." Adolf Hitler, 1942 Adolf Hitler era um líder improvável — alimentado por ódio, incapaz de aceitar uma crítica, socialmente e emocionalmente inadequado — e, no entanto, atraiu multidões. Como foi possível que se tenha tornado uma figura tão atrativa para milhões de pessoas? Essa é a pergunta que norteia este livro. Laurence Rees investiga a forma como Hitler construiu o seu mito e fez uso do seu carisma até se transformar num quase "messias" com contornos semidivinos — da retórica pomposa dos primeiros discursos antissemitas às massivas demonstrações de adoração retratadas nos filmes de Leni Riefenstahl —, entretecendo a personagem e a figura pública, para as confrontar com os testemunhos das vítimas do seu encanto e os seus opositores mais ferozes. Ao mesmo tempo uma visão histórico-psicológica surpreendente e um estudo esclarecedor dos mecanismos de manipulação e credulidade humanas, este livro analisa a natureza do apelo de Hitler e revela o papel que o seu suposto "carisma" desempenhou no seu sucesso.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
"Toda a minha vida pode ser resumida neste meu esforço incessante de convencer os outros." Adolf Hitler, 1942 Adolf Hitler era um líder improvável — alimentado por ódio, incapaz de aceitar uma crítica, socialmente e emocionalmente inadequado — e, no entanto, atraiu multidões. Como foi possível que se tenha tornado uma figura tão atrativa para milhões de pessoas? Essa é a pergunta que norteia este livro. Laurence Rees investiga a forma como Hitler construiu o seu mito e fez uso do seu carisma até se transformar num quase "messias" com contornos semidivinos — da retórica pomposa dos primeiros discursos antissemitas às massivas demonstrações de adoração retratadas nos filmes de Leni Riefenstahl —, entretecendo a personagem e a figura pública, para as confrontar com os testemunhos das vítimas do seu encanto e os seus opositores mais ferozes. Ao mesmo tempo uma visão histórico-psicológica surpreendente e um estudo esclarecedor dos mecanismos de manipulação e credulidade humanas, este livro analisa a natureza do apelo de Hitler e revela o papel que o seu suposto "carisma" desempenhou no seu sucesso.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Toda a verdade sobre a situação explosiva do domínio do Norte de Moçambique pelo Daesh. É o primeiro livro a nível mundial que revela em primeira mão o que se está a passar na zona de Cabo Delgado: a conquista e subjugação das populações, a violência bárbara com recurso a decapitações e execuções sumárias, a exploração das pessoas e dos recursos disponíveis, a impotência das autoridades moçambicanas em impor a ordem e a paz social. Um livro de grande actualidade que desvenda uma realidade tão chocante quanto desconhecida.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Toda a verdade sobre a situação explosiva do domínio do Norte de Moçambique pelo Daesh. É o primeiro livro a nível mundial que revela em primeira mão o que se está a passar na zona de Cabo Delgado: a conquista e subjugação das populações, a violência bárbara com recurso a decapitações e execuções sumárias, a exploração das pessoas e dos recursos disponíveis, a impotência das autoridades moçambicanas em impor a ordem e a paz social. Um livro de grande actualidade que desvenda uma realidade tão chocante quanto desconhecida.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Na primavera de 1865, a sangrenta saga da Guerra Civil americana chega finalmente ao fim. As generosas condições do presidente Lincoln para a rendição de Robert E. Lee destinam-se a realizar o seu sonho de curar uma nação dividida e os Confederados são autorizados a reintegrarem-se na sociedade americana. Porém, um homem e o seu bando de cúmplices assassinos, não ficaram apaziguados. No meio das celebrações patrióticas em Washington D.C., John Wilkes Booth assassina Abraham Lincoln no Teatro Ford. Segue-se uma furiosa caça ao homem e Booth transforma-se imediatamente no fugitivo mais procurado do país. A empolgante perseguição termina num intenso tiroteio e numa série de execuções ordenadas pelo tribunal - incluindo a da primeira mulher executada pelo governo norte-americano, Mary Surratt.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Na primavera de 1865, a sangrenta saga da Guerra Civil americana chega finalmente ao fim. As generosas condições do presidente Lincoln para a rendição de Robert E. Lee destinam-se a realizar o seu sonho de curar uma nação dividida e os Confederados são autorizados a reintegrarem-se na sociedade americana. Porém, um homem e o seu bando de cúmplices assassinos, não ficaram apaziguados. No meio das celebrações patrióticas em Washington D.C., John Wilkes Booth assassina Abraham Lincoln no Teatro Ford. Segue-se uma furiosa caça ao homem e Booth transforma-se imediatamente no fugitivo mais procurado do país. A empolgante perseguição termina num intenso tiroteio e numa série de execuções ordenadas pelo tribunal - incluindo a da primeira mulher executada pelo governo norte-americano, Mary Surratt.
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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 0
Sinopse:
"O Amor Ʌ", da autoria de Júlio Machado Vaz com a colaboração de Ana Mesquita e de António Macedo, parte do programa de rádio com o mesmo nome, transmitido diariamente na "Antena 1". Esta obra reúne um conjunto de textos de Júlio Machado Vaz que giram em torno de cinco temas, correspondentes aos cinco capítulos da publicação: Dos Amores; Os Ramos que semeiam raízes; Monólogos do espectador; As "Certezas"; e Maria. Este livro é acompanhado de um CD de oferta contendo cinco programas da conhecida rubrica radiofónica de Júlio Machado Vaz com Ana Mesquita, que ainda hoje faz parelha com o sexólogo, e um programa com António Macedo, com o qual, no início, Júlio Machado Vaz fazia o programa. O CD contém ainda o tema musical "Mother Nature’s Son", interpretado por João Vaz. Sobre o livro diz Júlio Machado Vaz nas páginas do mesmo: "De alguma forma, os textos deste livro não passam de legendas, do pano de fundo sobre o qual a tecnologia permitiu bordar o som de ‘O Amor É...’". Mais adiante lê-se "O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto." Nas primeiras páginas é possível descobrir os primeiros passos de Júlio Machado Vaz na rádio, ou histórias de como se falava de sexo nos media nos idos anos 80.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
"O Amor Ʌ", da autoria de Júlio Machado Vaz com a colaboração de Ana Mesquita e de António Macedo, parte do programa de rádio com o mesmo nome, transmitido diariamente na "Antena 1". Esta obra reúne um conjunto de textos de Júlio Machado Vaz que giram em torno de cinco temas, correspondentes aos cinco capítulos da publicação: Dos Amores; Os Ramos que semeiam raízes; Monólogos do espectador; As "Certezas"; e Maria. Este livro é acompanhado de um CD de oferta contendo cinco programas da conhecida rubrica radiofónica de Júlio Machado Vaz com Ana Mesquita, que ainda hoje faz parelha com o sexólogo, e um programa com António Macedo, com o qual, no início, Júlio Machado Vaz fazia o programa. O CD contém ainda o tema musical "Mother Nature’s Son", interpretado por João Vaz. Sobre o livro diz Júlio Machado Vaz nas páginas do mesmo: "De alguma forma, os textos deste livro não passam de legendas, do pano de fundo sobre o qual a tecnologia permitiu bordar o som de ‘O Amor É...’". Mais adiante lê-se "O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto." Nas primeiras páginas é possível descobrir os primeiros passos de Júlio Machado Vaz na rádio, ou histórias de como se falava de sexo nos media nos idos anos 80.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Este livro demonstra, em três textos lapidares, que a ortografia em vigor em Portugal é a de 1945. Em primeiro lugar, por não ter sido juridicamente revogada, em segundo lugar, porque o processo de entrada em vigor do AO de 1990, não tendo o Governo cumprido os atos jurídicos que a sua aprovação implicava, é como se legalmente não existisse.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Este livro demonstra, em três textos lapidares, que a ortografia em vigor em Portugal é a de 1945. Em primeiro lugar, por não ter sido juridicamente revogada, em segundo lugar, porque o processo de entrada em vigor do AO de 1990, não tendo o Governo cumprido os atos jurídicos que a sua aprovação implicava, é como se legalmente não existisse.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O 5 de Outubro e a Primeira República é uma obra de divulgação sobre um período crucial da História de Portugal - a instauração da República e o regime republicano até 1926. Aliando rigor científico e clareza de exposição, os autores colocam à disposição do público uma síntese, que é também uma chave para entender este agitado e complexo período da nossa História.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O 5 de Outubro e a Primeira República é uma obra de divulgação sobre um período crucial da História de Portugal - a instauração da República e o regime republicano até 1926. Aliando rigor científico e clareza de exposição, os autores colocam à disposição do público uma síntese, que é também uma chave para entender este agitado e complexo período da nossa História.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 306
Sinopse:
A influência moral desprendida do acto revolucionário, já em precipitado desenrolar, ajudoumuito a conquista da liberdade. A presença da artilharia no campo revoltoso, a imediata adesão do "Adamastor" e do "São Rafael" ao movimento, o bombardeamento do Paço, a fuga do rei e a derrota das baterias de Queluz contribuíram inegavelmente, e em larga escala, para assegurar a vitória da República; mas, a par desses factores, não é licito esquecer a moleza, a inércia dos que constituíam o inimigo, uma e outra derivadas de um cepticismo que a monarquia, sem dar por isso, inspirava desde muito aos próprios que a serviam.
Nº Páginas: 306
Sinopse:
A influência moral desprendida do acto revolucionário, já em precipitado desenrolar, ajudoumuito a conquista da liberdade. A presença da artilharia no campo revoltoso, a imediata adesão do "Adamastor" e do "São Rafael" ao movimento, o bombardeamento do Paço, a fuga do rei e a derrota das baterias de Queluz contribuíram inegavelmente, e em larga escala, para assegurar a vitória da República; mas, a par desses factores, não é licito esquecer a moleza, a inércia dos que constituíam o inimigo, uma e outra derivadas de um cepticismo que a monarquia, sem dar por isso, inspirava desde muito aos próprios que a serviam.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 432
Sinopse:
O 25 de Novembro de 1975 ainda tem muito para e por contar, pois o que ficou na nossa memória colectiva pouco tem a ver com o que se passou na realidade. Ao cair do pano daquele dia, na execução de uma estratégia muito antes gizada por sectores político-militares, 152 trabalhadores da comunicação social estatizada de Lisboa foram afastados impiedosa e ilegalmente dos seus postos de trabalho. Suspensos sem culpa formada, sem processo disciplinar e através de listas ad-hoc organizadas apenas por motivos político-ideológicos, ficaram em casa à força e sem salário. Recorreram para os Tribunais do Trabalho, da Relação e Supremo, e em todos venceram sem apelo nem agravo. Durante dois anos, e após ter consultado cerca de 60 processos que correram nos tribunais, fui ouvir dezenas de trabalhadores que passaram por esse tormento. Esta é, pois, uma das muitas histórias do 25 de Novembro que estão por contar. E nos dois últimos capítulos deixo-vos também, para meditar, uma nova versão, documentada, dos casos do jornal República e da Rádio Renascença, explorados sem pudor, aqui e lá fora, pelo PS e pela Igreja.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
O 25 de Novembro de 1975 ainda tem muito para e por contar, pois o que ficou na nossa memória colectiva pouco tem a ver com o que se passou na realidade. Ao cair do pano daquele dia, na execução de uma estratégia muito antes gizada por sectores político-militares, 152 trabalhadores da comunicação social estatizada de Lisboa foram afastados impiedosa e ilegalmente dos seus postos de trabalho. Suspensos sem culpa formada, sem processo disciplinar e através de listas ad-hoc organizadas apenas por motivos político-ideológicos, ficaram em casa à força e sem salário. Recorreram para os Tribunais do Trabalho, da Relação e Supremo, e em todos venceram sem apelo nem agravo. Durante dois anos, e após ter consultado cerca de 60 processos que correram nos tribunais, fui ouvir dezenas de trabalhadores que passaram por esse tormento. Esta é, pois, uma das muitas histórias do 25 de Novembro que estão por contar. E nos dois últimos capítulos deixo-vos também, para meditar, uma nova versão, documentada, dos casos do jornal República e da Rádio Renascença, explorados sem pudor, aqui e lá fora, pelo PS e pela Igreja.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Os números estão muito mais próximos de nós do que julgamos e dominam o nosso quotidiano, mesmo que não gostemos de matemática. Mas este não é um livro de matemática, ainda que seja protagonizado por números. Confuso? Nem por isso. Este é, literalmente, um livro de cultura geral e os números são as personagens principais de histórias verídicas e cheias de informações e factos que o leitor provavelmente desconhece. Sabia que, se o ser humano conseguisse utilizar o cérebro na capacidade máxima, armazenaria 4,7 mil milhões de livros? E que os suínos em Espanha já são tantos que ultrapassam o número de cidadãos espanhóis? Ou que um estagiário na Apple aufere 5300 euros, isto é, mais do que o nosso Presidente da República? Ou ainda que a Rússia é tão grande que tem 11 fusos horários, o que faz com que de um lado do país haja habitantes que se sentam à mesa para jantar quando do outro há gente a despertar de uma noite de sono? Se sonha com dias maiores, tem conhecimento de que, daqui a 6,7 milhões de anos, os dias do Planeta terão mais 1 segundo do que agora? Fazia ideia de que as peças Lego vendidas num só ano dariam 5 vezes a volta à Terra? Ou de que a fobia à sexta-feira 13 se chama "parascavedecatriafobia"? Ou de que existem mais países filiados na FIFA do que na ONU? E de que Portugal é o terceiro país mais pacífico do mundo? 3st3 p3qu3n0 t3xt0 s3rv3 4p3n45 p4r4 m05tr4r c0m0 4 no554 c4b3ç4 c0n53gu3 f4z3r c01545 1mpr3551on4ant35! R3p4r3: n0 1n1c10 p4r3c14 c0mpl1c4d0, m45 n35T4 L1nh4, 4 5u4 c4b3ç4 v41 d3c1fr4nd0 0 c0d1g0 qu453 4ut0m4t1c4M3nt3, 53M pr3c154r d3 p3n54r mu1t0, c3rt0? 3nt40 p0d3 0rgulh4r-53 d1550. 4 5u4 c4p4c1d4d3 m3r3c3! P4r4b3ns! "Percebeu tudo à primeira? No princípio parece estranho, mas depois torna-se mais fácil. Números que contam histórias ou histórias que contam números? Que histórias podem contar essas entidades tão frias, impessoais e inquestionavelmente objetivas? Que vidas têm, afinal? Este livro é a demonstração inequívoca de como os números podem dizer muito mais do que a informação impressa pelos seus algarismos." "Do prefácio de João Duque" "André Rodrigues não tortura os números, embora alguns lhe cheguem um pouco aturdidos. Trata-os com desvelo. Com inteligência e humor conta histórias à roda dos números que captam a atenção do leitor como antes captaram a atenção do radio-ouvinte. O seu livro ajudará a formar o que se chama "literacia matemática," a capacidade de ler o mundo matematicamente." "Do posfácio de Carlos Fiolhais"
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Os números estão muito mais próximos de nós do que julgamos e dominam o nosso quotidiano, mesmo que não gostemos de matemática. Mas este não é um livro de matemática, ainda que seja protagonizado por números. Confuso? Nem por isso. Este é, literalmente, um livro de cultura geral e os números são as personagens principais de histórias verídicas e cheias de informações e factos que o leitor provavelmente desconhece. Sabia que, se o ser humano conseguisse utilizar o cérebro na capacidade máxima, armazenaria 4,7 mil milhões de livros? E que os suínos em Espanha já são tantos que ultrapassam o número de cidadãos espanhóis? Ou que um estagiário na Apple aufere 5300 euros, isto é, mais do que o nosso Presidente da República? Ou ainda que a Rússia é tão grande que tem 11 fusos horários, o que faz com que de um lado do país haja habitantes que se sentam à mesa para jantar quando do outro há gente a despertar de uma noite de sono? Se sonha com dias maiores, tem conhecimento de que, daqui a 6,7 milhões de anos, os dias do Planeta terão mais 1 segundo do que agora? Fazia ideia de que as peças Lego vendidas num só ano dariam 5 vezes a volta à Terra? Ou de que a fobia à sexta-feira 13 se chama "parascavedecatriafobia"? Ou de que existem mais países filiados na FIFA do que na ONU? E de que Portugal é o terceiro país mais pacífico do mundo? 3st3 p3qu3n0 t3xt0 s3rv3 4p3n45 p4r4 m05tr4r c0m0 4 no554 c4b3ç4 c0n53gu3 f4z3r c01545 1mpr3551on4ant35! R3p4r3: n0 1n1c10 p4r3c14 c0mpl1c4d0, m45 n35T4 L1nh4, 4 5u4 c4b3ç4 v41 d3c1fr4nd0 0 c0d1g0 qu453 4ut0m4t1c4M3nt3, 53M pr3c154r d3 p3n54r mu1t0, c3rt0? 3nt40 p0d3 0rgulh4r-53 d1550. 4 5u4 c4p4c1d4d3 m3r3c3! P4r4b3ns! "Percebeu tudo à primeira? No princípio parece estranho, mas depois torna-se mais fácil. Números que contam histórias ou histórias que contam números? Que histórias podem contar essas entidades tão frias, impessoais e inquestionavelmente objetivas? Que vidas têm, afinal? Este livro é a demonstração inequívoca de como os números podem dizer muito mais do que a informação impressa pelos seus algarismos." "Do prefácio de João Duque" "André Rodrigues não tortura os números, embora alguns lhe cheguem um pouco aturdidos. Trata-os com desvelo. Com inteligência e humor conta histórias à roda dos números que captam a atenção do leitor como antes captaram a atenção do radio-ouvinte. O seu livro ajudará a formar o que se chama "literacia matemática," a capacidade de ler o mundo matematicamente." "Do posfácio de Carlos Fiolhais"
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Chega, Vox, Frente Nacional, Trump, Bolsonaro, entre outros - as características, a evolução e as estratégias dos novos partidos e movimentos de direita e de extrema-direita. "Nos últimos anos, a extrema-direita voltou a ocupar as capas dos jornais um pouco por todo o mundo. Depois da eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, de Bolsonaro no Brasil, do Brexit, da chegada de Matteo Salvini ao Governo em Itália, da consolidação de Viktor Órban na Hungria e da aproximação ao poder de Marine Le Pen em França, dispararam-se todos os alarmes sobre um fenómeno, que, por um lado, é difícil de catalogar e, por outro lado, não é algo novo, ainda que tenha sofrido transformações notáveis nas últimas décadas. O surgimento, a consolidação, a reconfiguração e a expansão social, política e eleitoral de novos partidos e movimentos de extrema-direita constituem a mais importante transformação política dos nossos dias e um dos principais desafios às democracias herdadas do pós-guerra e, no nosso caso, da Revolução de 1974/75." AUTORES: Andrea Peniche, Bruno Madeira, Cecília Honório, Daniel Pinéu, Fernando Rosas, Francisco Mangas, João Mineiro, José Manuel Pureza, José Manuel Sobral, Manuel Loff, Steven Forti, Virgílio Borges Pereira e Xavier Casals.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Chega, Vox, Frente Nacional, Trump, Bolsonaro, entre outros - as características, a evolução e as estratégias dos novos partidos e movimentos de direita e de extrema-direita. "Nos últimos anos, a extrema-direita voltou a ocupar as capas dos jornais um pouco por todo o mundo. Depois da eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, de Bolsonaro no Brasil, do Brexit, da chegada de Matteo Salvini ao Governo em Itália, da consolidação de Viktor Órban na Hungria e da aproximação ao poder de Marine Le Pen em França, dispararam-se todos os alarmes sobre um fenómeno, que, por um lado, é difícil de catalogar e, por outro lado, não é algo novo, ainda que tenha sofrido transformações notáveis nas últimas décadas. O surgimento, a consolidação, a reconfiguração e a expansão social, política e eleitoral de novos partidos e movimentos de extrema-direita constituem a mais importante transformação política dos nossos dias e um dos principais desafios às democracias herdadas do pós-guerra e, no nosso caso, da Revolução de 1974/75." AUTORES: Andrea Peniche, Bruno Madeira, Cecília Honório, Daniel Pinéu, Fernando Rosas, Francisco Mangas, João Mineiro, José Manuel Pureza, José Manuel Sobral, Manuel Loff, Steven Forti, Virgílio Borges Pereira e Xavier Casals.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O aeroporto de Pequim é hoje o segundo mais movimentado do planeta, à frente de Londres ou Nova York, e grande parte dos produtos que usamos diariamente - os originais, as cópias e as imitações - são Made in China. O mais surpreendente, no entanto, é o ritmo com que essas "coisas" aconteceram e estão ainda a acontecer.< br> "A velocidade na China é cinco vezes mais rápida do que na Europa", diz uma jovem arquiteta portuguesa que trabalha num atelier britânico estabelecido em Pequim.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O aeroporto de Pequim é hoje o segundo mais movimentado do planeta, à frente de Londres ou Nova York, e grande parte dos produtos que usamos diariamente - os originais, as cópias e as imitações - são Made in China. O mais surpreendente, no entanto, é o ritmo com que essas "coisas" aconteceram e estão ainda a acontecer.< br> "A velocidade na China é cinco vezes mais rápida do que na Europa", diz uma jovem arquiteta portuguesa que trabalha num atelier britânico estabelecido em Pequim.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Nova Teoria do Sebastianismo é um ensaio que reflecte sobre o mitosebastianista como alucinação racionalmente falsa mas sentimentalmenteverdadeira e nos dá a conhecer os autores que trataram o tema, desdeBandarra e Padre António Vieira até aos filósofos contemporâneos,passando por Fernando Pessoa, António Quadros, António Sérgio eEduardo Lourenço. O presente título insere-se numa colecção na qual foramjá publicados dois outros títulos de Miguel Real: Nova Teoria do Mal e NovaTeoria da Felicidade enquanto propostas para uma ética do século XXI."Ser sebastianista hoje […] significa, não a esperança no indefinidoregresso de D. Sebastião, nem acreditar neste como o Messias regeneradorda sociedade portuguesa, […] mas ter plena consciência de que emPortugal só se atinge um patamar próspero de vida se algo (uma instituição)ou alguém dotado de elemento carismático nos prestar um auxílio que nosretire, por meios extraordinários, do embrutecimento e empobrecimento davida quotidiana: a subserviência rastejante ao Partido, a cunha do "SenhorDoutor", a crença no resultado do totoloto ou do euromilhões, a promessa aNossa Senhora de Fátima ou santo congénere... Esse algo ou alguém,quando negado em Portugal, impele à emigração, forçando o português abuscar no estrangeiro o que, devido às políticas de autofavorecimento daselites, lhe é negado na sua terra natal."
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Nova Teoria do Sebastianismo é um ensaio que reflecte sobre o mitosebastianista como alucinação racionalmente falsa mas sentimentalmenteverdadeira e nos dá a conhecer os autores que trataram o tema, desdeBandarra e Padre António Vieira até aos filósofos contemporâneos,passando por Fernando Pessoa, António Quadros, António Sérgio eEduardo Lourenço. O presente título insere-se numa colecção na qual foramjá publicados dois outros títulos de Miguel Real: Nova Teoria do Mal e NovaTeoria da Felicidade enquanto propostas para uma ética do século XXI."Ser sebastianista hoje […] significa, não a esperança no indefinidoregresso de D. Sebastião, nem acreditar neste como o Messias regeneradorda sociedade portuguesa, […] mas ter plena consciência de que emPortugal só se atinge um patamar próspero de vida se algo (uma instituição)ou alguém dotado de elemento carismático nos prestar um auxílio que nosretire, por meios extraordinários, do embrutecimento e empobrecimento davida quotidiana: a subserviência rastejante ao Partido, a cunha do "SenhorDoutor", a crença no resultado do totoloto ou do euromilhões, a promessa aNossa Senhora de Fátima ou santo congénere... Esse algo ou alguém,quando negado em Portugal, impele à emigração, forçando o português abuscar no estrangeiro o que, devido às políticas de autofavorecimento daselites, lhe é negado na sua terra natal."
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"O pecado constitui a categoria filosófica e religiosa sobre a qual a Europa cristã assentou as suas constantes culturais e civilizacionais e sobre a qual edificou a base fundamental do Poder, o poder religioso, mas sobretudo o poder político e social. Quando se refere que a Europa cristã ergueu a sua civilização com base na categoria religiosa de pecado diz-se, consequentemente, que ela assentou a sua civilização sobre o modo singular de viver com a emoção primária de Medo e com o sentimento de Culpa. Medo e Culpa constituem as duas colunas ético-morais que sustentam o edifício do Pecado. Por isso, Pecado, Medo e Culpa constituem o triângulo ético-religioso abordado neste ensaio."
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"O pecado constitui a categoria filosófica e religiosa sobre a qual a Europa cristã assentou as suas constantes culturais e civilizacionais e sobre a qual edificou a base fundamental do Poder, o poder religioso, mas sobretudo o poder político e social. Quando se refere que a Europa cristã ergueu a sua civilização com base na categoria religiosa de pecado diz-se, consequentemente, que ela assentou a sua civilização sobre o modo singular de viver com a emoção primária de Medo e com o sentimento de Culpa. Medo e Culpa constituem as duas colunas ético-morais que sustentam o edifício do Pecado. Por isso, Pecado, Medo e Culpa constituem o triângulo ético-religioso abordado neste ensaio."
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Edição: Mar 2010
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Excepcional e engenhoso monólogo, o livro de Brendan Behan é um solilóquio tão emotivo quanto humorístico sobre a cidade de Nova Iorque, que o autor considera (eu também) o lugar mais fascinante do mundo. Nada – diz Behan – pode comparar-se a essa cidade eléctrica, que é o centro do universo. O resto é silêncio, flagrante obscuridade. "Depois de ter estado em Nova Iorque", diz Behan, "qualquer pessoa que regresse a casa dar-se-á conta de que o seu lugar de origem é bastante escuro." A mim acontece-me sempre isto quando deixo Nova Iorque e regresso à minha cidade, e este livro de Behan é em parte culpado de isso me acontecer, porque o livro deixou em mim uma estranha "saudade" de bares onde nunca entrei." - Enrique Vila-Matas, Prefácio.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Excepcional e engenhoso monólogo, o livro de Brendan Behan é um solilóquio tão emotivo quanto humorístico sobre a cidade de Nova Iorque, que o autor considera (eu também) o lugar mais fascinante do mundo. Nada – diz Behan – pode comparar-se a essa cidade eléctrica, que é o centro do universo. O resto é silêncio, flagrante obscuridade. "Depois de ter estado em Nova Iorque", diz Behan, "qualquer pessoa que regresse a casa dar-se-á conta de que o seu lugar de origem é bastante escuro." A mim acontece-me sempre isto quando deixo Nova Iorque e regresso à minha cidade, e este livro de Behan é em parte culpado de isso me acontecer, porque o livro deixou em mim uma estranha "saudade" de bares onde nunca entrei." - Enrique Vila-Matas, Prefácio.
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Reconstituindo as andanças épicas dos povos nómadas ao longo de doze mil anos, o reputado jornalista e autor de livros de viagens Anthony Sattin entretece as histórias das tribos que viveram fora das fronteiras imperiais e criaram reinos e impérios próprios: citas, xiongnu, persas, hunos, árabes, mongóis, mogóis, otomanos e outros. Com a sua multiculturalidade, o seu respeito pelos ciclos naturais e a sua necessidade de se movimentarem livremente, os povos nómadas trouxeram um esplêndido florescimento cultural à Eurásia, que desembocaria no Renascimento e numa mudança radical da história humana. Esta narrativa abrangente religa-nos com os mitos mais profundos, com uma antiguidade partilhada e com o mundo natural. Nómadas revela-nos a história da civilização, narrada pelos que vivem à margem dela.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Reconstituindo as andanças épicas dos povos nómadas ao longo de doze mil anos, o reputado jornalista e autor de livros de viagens Anthony Sattin entretece as histórias das tribos que viveram fora das fronteiras imperiais e criaram reinos e impérios próprios: citas, xiongnu, persas, hunos, árabes, mongóis, mogóis, otomanos e outros. Com a sua multiculturalidade, o seu respeito pelos ciclos naturais e a sua necessidade de se movimentarem livremente, os povos nómadas trouxeram um esplêndido florescimento cultural à Eurásia, que desembocaria no Renascimento e numa mudança radical da história humana. Esta narrativa abrangente religa-nos com os mitos mais profundos, com uma antiguidade partilhada e com o mundo natural. Nómadas revela-nos a história da civilização, narrada pelos que vivem à margem dela.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 176
Sinopse:
De uma das autoras mais brilhantes do mundo da literatura, um trabalho de franqueza impressionante sobre a perda de uma filha. Carregado de memórias da sua própria infância e da vida de casada com o seu marido, John Gregory Dunne, e a filha, Quintana Roo, o novo livro de Joan Didion é um relato intenso e comovente dos seus pensamentos, medos e dúvidas sobre a maternidade, a doença e o envelhecimento. Ao mesmo tempo que reflete sobre a vida da sua filha e sobre o seu papel como mãe, Didion luta com as dúvidas que todos os pais enfrentam, e contempla a sua idade, algo que para ela é difícil de admitir, e ainda de aceitar. Noites Azuis, as longas noites em que os crepúsculos se tornam longos e azuis e sinalizam o solstício do verão, "o oposto da morte da claridade, mas são também o seu alerta", como "O Ano do Pensamento Mágico", este é um livro icónico, de uma honestidade incisiva e elétrica, memorável e profundo.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
De uma das autoras mais brilhantes do mundo da literatura, um trabalho de franqueza impressionante sobre a perda de uma filha. Carregado de memórias da sua própria infância e da vida de casada com o seu marido, John Gregory Dunne, e a filha, Quintana Roo, o novo livro de Joan Didion é um relato intenso e comovente dos seus pensamentos, medos e dúvidas sobre a maternidade, a doença e o envelhecimento. Ao mesmo tempo que reflete sobre a vida da sua filha e sobre o seu papel como mãe, Didion luta com as dúvidas que todos os pais enfrentam, e contempla a sua idade, algo que para ela é difícil de admitir, e ainda de aceitar. Noites Azuis, as longas noites em que os crepúsculos se tornam longos e azuis e sinalizam o solstício do verão, "o oposto da morte da claridade, mas são também o seu alerta", como "O Ano do Pensamento Mágico", este é um livro icónico, de uma honestidade incisiva e elétrica, memorável e profundo.
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Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Houve uma época em que o mar trazia o desastre ou mercadorias valiosas. Em que as rotas comerciais iam da América a África, e do Sudeste Asiático ao Extremo Oriente, ainda os portugueses não pensavam em tomar Ceuta. Uma época em que corpos pendiam de árvores sagradas e brindes ecoavam à volta de fogueiras. Em que não se sabia se um corvo era só um corvo ou um deus em forma animal. Em que a poesia era divina e a generosidade uma virtude, a par da coragem em combate - incluindo a das mulheres, que também empunhavam armas. Em que a Europa mudou e não voltou a ser a mesma, da Islândia às estepes da Ucrânia. A essa época dá-se o nome de Idade Viking. Mas porque nem todos os nórdicos iam em viking, que era uma atividade e não uma etnia, este livro é também sobre os que ficavam na Escandinávia ou se fixavam fora dela, como comerciantes, agricultores, guerreiros, magnatas, reis, príncipes e servos. É o tempo dos vikings resumido em dezasseis perguntas e respostas fundamentais. Uma viagem para um passado remoto que consegue ser outro mundo, por vezes de formas inesperadas, e um mergulho na ciência que é a História, fascinante, mas sempre em atualização.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Houve uma época em que o mar trazia o desastre ou mercadorias valiosas. Em que as rotas comerciais iam da América a África, e do Sudeste Asiático ao Extremo Oriente, ainda os portugueses não pensavam em tomar Ceuta. Uma época em que corpos pendiam de árvores sagradas e brindes ecoavam à volta de fogueiras. Em que não se sabia se um corvo era só um corvo ou um deus em forma animal. Em que a poesia era divina e a generosidade uma virtude, a par da coragem em combate - incluindo a das mulheres, que também empunhavam armas. Em que a Europa mudou e não voltou a ser a mesma, da Islândia às estepes da Ucrânia. A essa época dá-se o nome de Idade Viking. Mas porque nem todos os nórdicos iam em viking, que era uma atividade e não uma etnia, este livro é também sobre os que ficavam na Escandinávia ou se fixavam fora dela, como comerciantes, agricultores, guerreiros, magnatas, reis, príncipes e servos. É o tempo dos vikings resumido em dezasseis perguntas e respostas fundamentais. Uma viagem para um passado remoto que consegue ser outro mundo, por vezes de formas inesperadas, e um mergulho na ciência que é a História, fascinante, mas sempre em atualização.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma destruição de proporções inigualáveis marcou os últimos meses do Terceiro Reich, na Primavera de 1945. Aos inevitáveis horrores de uma derrota, somou-se a recusa de Adolf Hitler em se render até que o último homem caísse. Esta é uma vibrante reconstrução dos momentos que antecederam a queda de um dos mais infames regimes políticos da história, dando particular atenção à terrível Batalha de Berlim e à atmosfera claustrofóbica do bunker do Führer durante os últimos dias da guerra. Com uma prosa cativante, o historiador alemão Joachim Fest narra como, indiferente ao destino dos alemães, Hitler ordenou a destruição de infra-estruturas essenciais e atirou as tropas para a morte, mesmo sabendo da certeza da derrota. Descreve a paranóia crescente que marcou o estado mental do Führer, até ao suicídio, e os esforços para destruir o seu corpo antes que o Exército Vermelho chegasse a Berlim. Explica ainda como Hitler continua presente no pensamento das últimas gerações e como o seu poder tem aumentado assustadoramente à medida que a distância temporal cresce.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma destruição de proporções inigualáveis marcou os últimos meses do Terceiro Reich, na Primavera de 1945. Aos inevitáveis horrores de uma derrota, somou-se a recusa de Adolf Hitler em se render até que o último homem caísse. Esta é uma vibrante reconstrução dos momentos que antecederam a queda de um dos mais infames regimes políticos da história, dando particular atenção à terrível Batalha de Berlim e à atmosfera claustrofóbica do bunker do Führer durante os últimos dias da guerra. Com uma prosa cativante, o historiador alemão Joachim Fest narra como, indiferente ao destino dos alemães, Hitler ordenou a destruição de infra-estruturas essenciais e atirou as tropas para a morte, mesmo sabendo da certeza da derrota. Descreve a paranóia crescente que marcou o estado mental do Führer, até ao suicídio, e os esforços para destruir o seu corpo antes que o Exército Vermelho chegasse a Berlim. Explica ainda como Hitler continua presente no pensamento das últimas gerações e como o seu poder tem aumentado assustadoramente à medida que a distância temporal cresce.
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Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Desde o princípio dos tempos, a humanidade maravilhou-se com a natureza e viu o seu lado divino. Nos escritos de grandes pensadores de várias religiões, o mundo natural inspirava todos os sentimentos, do medo e da reverência à contemplação serena; Deus, ou seja o que for que represente o sublime para nós, estava presente em tudo. Mas, hoje, quando admiramos uma árvore ou uma paisagem majestosa, raramente vemos a natureza como sagrada. Karen Armstrong, uma das mais originais pensadoras do papel da religião no mundo moderno, apresenta-nos uma investigação profunda sobre o poder espiritual da natureza - e um apelo urgente para que recuperemos esse poder para a nossa vida quotidiana.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Desde o princípio dos tempos, a humanidade maravilhou-se com a natureza e viu o seu lado divino. Nos escritos de grandes pensadores de várias religiões, o mundo natural inspirava todos os sentimentos, do medo e da reverência à contemplação serena; Deus, ou seja o que for que represente o sublime para nós, estava presente em tudo. Mas, hoje, quando admiramos uma árvore ou uma paisagem majestosa, raramente vemos a natureza como sagrada. Karen Armstrong, uma das mais originais pensadoras do papel da religião no mundo moderno, apresenta-nos uma investigação profunda sobre o poder espiritual da natureza - e um apelo urgente para que recuperemos esse poder para a nossa vida quotidiana.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
História e fantasia combinam-se nos trechos narrativos inseridos nos livros de linhagens medievais, que celebravam feitos memoráveis, quer para os descendentes de heróis quer para a classe nobre em geral. As narrativas dos livros de linhagens, agrupadas neste livro pela origem geográfica das tradições familiares que representam - castelhanas, galegas e portuguesas -, são simples narrativas, trechos curtos transmitidos juntamente com outras tradições familiares. Podendo revestir a forma de contos (como na Dama do "Pé de Cabra"), de anedotas baseadas em episódios burlescos (como o duelo de Simão Curutelo), de "exemplos" (como o do alcaide de Celorico), de "memórias" (como as dos combates de Martim Sanches e do conde de Barcelos), de crenças míticas (como as da origem dos Velosos) ou de acontecimentos dramáticos (como o de Fernão Rodrigues de Castro), representam não só o ponto de vista do narrador que desejava exaltar os feitos dos seus antepassados, mas pretendiam também identificar membros de linhagens rivais. Destaques do conteúdo da obra Adaptações de obras anteriores, como As filhas do rei Lear; O nascimento do rei Artur; Mordech e o rei Artur; Cid, o Campeador; D. Afonso Henriques Tradições familiares castelhanas, como A Dama do Pé de Cabra; Infantes de Lara; A origem dos Velosos Tradições familiares galegas, como Dona Marinha; Pero Novais; Martim Sanches Tradições familiares portuguesas, como O rei Ramiro; Fernão Mendes de Bragança e a infanta: D. Dinis, rei de Portugal; D. Pedro, conde de Barcelos; O rapto de Maria Pais Ribeira; A traição de Mem Cravo; O alcaide de Celorico As ficções do refundidor de 1380, como Soeiro Mendes da Maia; D. Pedro I, rei de Castela; Gonçalo Mendes da Maia, o Lidador; O arcebispo D. Gonçalo Pereira; Álvaro Gonçalves Pereira, prior do Hospital, e a batalha do Salado
Nº Páginas: 176
Sinopse:
História e fantasia combinam-se nos trechos narrativos inseridos nos livros de linhagens medievais, que celebravam feitos memoráveis, quer para os descendentes de heróis quer para a classe nobre em geral. As narrativas dos livros de linhagens, agrupadas neste livro pela origem geográfica das tradições familiares que representam - castelhanas, galegas e portuguesas -, são simples narrativas, trechos curtos transmitidos juntamente com outras tradições familiares. Podendo revestir a forma de contos (como na Dama do "Pé de Cabra"), de anedotas baseadas em episódios burlescos (como o duelo de Simão Curutelo), de "exemplos" (como o do alcaide de Celorico), de "memórias" (como as dos combates de Martim Sanches e do conde de Barcelos), de crenças míticas (como as da origem dos Velosos) ou de acontecimentos dramáticos (como o de Fernão Rodrigues de Castro), representam não só o ponto de vista do narrador que desejava exaltar os feitos dos seus antepassados, mas pretendiam também identificar membros de linhagens rivais. Destaques do conteúdo da obra Adaptações de obras anteriores, como As filhas do rei Lear; O nascimento do rei Artur; Mordech e o rei Artur; Cid, o Campeador; D. Afonso Henriques Tradições familiares castelhanas, como A Dama do Pé de Cabra; Infantes de Lara; A origem dos Velosos Tradições familiares galegas, como Dona Marinha; Pero Novais; Martim Sanches Tradições familiares portuguesas, como O rei Ramiro; Fernão Mendes de Bragança e a infanta: D. Dinis, rei de Portugal; D. Pedro, conde de Barcelos; O rapto de Maria Pais Ribeira; A traição de Mem Cravo; O alcaide de Celorico As ficções do refundidor de 1380, como Soeiro Mendes da Maia; D. Pedro I, rei de Castela; Gonçalo Mendes da Maia, o Lidador; O arcebispo D. Gonçalo Pereira; Álvaro Gonçalves Pereira, prior do Hospital, e a batalha do Salado
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 564
Sinopse:
"O passado dos homens não foi só a sua vida pública. Foi também o jogo ou a luta de cada dia e aquilo em que eles acreditaram. Desejaria, como Ricoeur diz também, ‘reabrir o passado para reavivar nele as potencialidades não cumpridas, impedidas, ou mesmo massacradas’, particularmente aquelas que a proclamação do Evangelho reclama sempre que é ritualmente anunciado. Desejaria que as minhas explorações do passado não fossem viagens a um reino de sombras, nem mitificação de factos pretensamente privilegiados, mas revelação do que sempre de novo existe no passado, do que sempre de novo o traz até nós, do que sempre de novo nos impulsiona no presente, do que sempre de novo deveríamos transmitir a quem vier depois. Desejaria... Infelizmente os desejos ficam muitas vezes longe do seu cumprimento. Mesmo que me aproximasse deste ideal, nem por isso ele se comunicaria automaticamente a ninguém. Só a busca de cada um dos meus leitores o pode trazer à existência." - Do Prefácio do Autor.
Nº Páginas: 564
Sinopse:
"O passado dos homens não foi só a sua vida pública. Foi também o jogo ou a luta de cada dia e aquilo em que eles acreditaram. Desejaria, como Ricoeur diz também, ‘reabrir o passado para reavivar nele as potencialidades não cumpridas, impedidas, ou mesmo massacradas’, particularmente aquelas que a proclamação do Evangelho reclama sempre que é ritualmente anunciado. Desejaria que as minhas explorações do passado não fossem viagens a um reino de sombras, nem mitificação de factos pretensamente privilegiados, mas revelação do que sempre de novo existe no passado, do que sempre de novo o traz até nós, do que sempre de novo nos impulsiona no presente, do que sempre de novo deveríamos transmitir a quem vier depois. Desejaria... Infelizmente os desejos ficam muitas vezes longe do seu cumprimento. Mesmo que me aproximasse deste ideal, nem por isso ele se comunicaria automaticamente a ninguém. Só a busca de cada um dos meus leitores o pode trazer à existência." - Do Prefácio do Autor.
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Anahad O'Connor reuniu neste livro uma série de questões —tanto factos, como ficções criadas a partir dos mesmos —, desde as calorias dos cereais aos efeitos nocivos da luz artificial. O'Connor acaba com os mitos da impotência provocada pelo selim da bicicleta e o da artrite provocada pelo partir de nozes. Estas curiosidades e o desmistificar de muitos mitos enraizados culturalmente por todo o mundo, são-nos apresentados e debatidos de uma forma tão esclarecedora quanto divertida.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Anahad O'Connor reuniu neste livro uma série de questões —tanto factos, como ficções criadas a partir dos mesmos —, desde as calorias dos cereais aos efeitos nocivos da luz artificial. O'Connor acaba com os mitos da impotência provocada pelo selim da bicicleta e o da artrite provocada pelo partir de nozes. Estas curiosidades e o desmistificar de muitos mitos enraizados culturalmente por todo o mundo, são-nos apresentados e debatidos de uma forma tão esclarecedora quanto divertida.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Quando festejou a surpreendente vitória de Trump, o seu ideólogo e diretor de campanha, Steve Bannon, terá afirmado "quero que [eles] falem de antirracismo todos os dias. Se a esquerda está focada em raça e identidade e nós avançamos com o nacionalismo económico, esmagamo-los". Desde então, esta é uma discussão acesa: será que Bannon tem razão (e deve, então, a esquerda abdicar da defesa dos direitos sociais) e a direita ganhará sempre se instrumentalizar os nacionalismos imperiais e as religiões? Em resposta a essas questões, neste livro discutimos vários processos de identificação, individual e social. Mostramos como se constroem à direita o discurso e as práticas do ódio, ou como estabelece o medo como norma social. Verificamos que a direita se radicalizou no tempo de Trump e de Bolsonaro por ser obsessivamente identitarista. E discutimos como a democracia deve responder a este autoritarismo galopante, reconhecendo as identidades como experiência da diferença e como afirmação de direitos, mas não deixando de se bater também por uma política que constitua uma resposta inclusiva e universal, promovendo a distribuição social contra a desigualdade social e económica. Assim, o livro defende que o modo de enfrentar o trumpismo é a conjugação entre reconhecimento de identidades que exprimem a vida de comunidades e uma alternativa socialista clara. Baseando-se na experiência e debates dos movimentos feminista e antirracista, bem como de movimentos sociais das últimas décadas, os autores desafiam a maldição de Bannon e apontam caminhos para uma sociedade em que posso ser quem sou e podemos ser quem somos.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Quando festejou a surpreendente vitória de Trump, o seu ideólogo e diretor de campanha, Steve Bannon, terá afirmado "quero que [eles] falem de antirracismo todos os dias. Se a esquerda está focada em raça e identidade e nós avançamos com o nacionalismo económico, esmagamo-los". Desde então, esta é uma discussão acesa: será que Bannon tem razão (e deve, então, a esquerda abdicar da defesa dos direitos sociais) e a direita ganhará sempre se instrumentalizar os nacionalismos imperiais e as religiões? Em resposta a essas questões, neste livro discutimos vários processos de identificação, individual e social. Mostramos como se constroem à direita o discurso e as práticas do ódio, ou como estabelece o medo como norma social. Verificamos que a direita se radicalizou no tempo de Trump e de Bolsonaro por ser obsessivamente identitarista. E discutimos como a democracia deve responder a este autoritarismo galopante, reconhecendo as identidades como experiência da diferença e como afirmação de direitos, mas não deixando de se bater também por uma política que constitua uma resposta inclusiva e universal, promovendo a distribuição social contra a desigualdade social e económica. Assim, o livro defende que o modo de enfrentar o trumpismo é a conjugação entre reconhecimento de identidades que exprimem a vida de comunidades e uma alternativa socialista clara. Baseando-se na experiência e debates dos movimentos feminista e antirracista, bem como de movimentos sociais das últimas décadas, os autores desafiam a maldição de Bannon e apontam caminhos para uma sociedade em que posso ser quem sou e podemos ser quem somos.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Eu, tu, nós. A alquimia de um relacionamento é esta passagem de duas entidades independentes a um trio que inclui um caminho partilhado, um «nós» que nem sempre evolui no mesmo passo que o «eu» e o «tu». Neste livro para mulheres e homens, Judite Sousa, especialista em fazer as perguntas certas, e Maria do Céu Santo, especialista em ginecologia e sexualidade, exploram as questões cruciais dos relacionamentos: o amor, a sexualidade, como manter a chama viva, a ameaça da rotina e da acomodação, a dor de uma separação, o prazer… Um guia essencial para o amor, as relações e a felicidade.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Eu, tu, nós. A alquimia de um relacionamento é esta passagem de duas entidades independentes a um trio que inclui um caminho partilhado, um «nós» que nem sempre evolui no mesmo passo que o «eu» e o «tu». Neste livro para mulheres e homens, Judite Sousa, especialista em fazer as perguntas certas, e Maria do Céu Santo, especialista em ginecologia e sexualidade, exploram as questões cruciais dos relacionamentos: o amor, a sexualidade, como manter a chama viva, a ameaça da rotina e da acomodação, a dor de uma separação, o prazer… Um guia essencial para o amor, as relações e a felicidade.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Nacionalistas de Moçambique aborda a vida política de dez pessoas, na sua maioria já falecidas. Uma mulher e nove homens . Uns desconhecidos ou quase desconhecidos. Outros conhecidos na sua vida literária ou artística, mas menos conhecidos como nacionalistas. E ainda outros, a justificar que se volte a sublinhar o seu contributo para a luta de libertação nacional. Hoje, 45 anos decorridos sobre o início da luta armada, conquistada a independência e ultrapassada a guerra civil assim como outros obstáculos ao desenvolvimento, o povo moçambicano vive em paz , consolida a democracia e afirma a sua identidade na arena internacional. Uma boa altura para recordar a vida de dez nacionalistas, que deixaram a sua marca na história de Moçambique, lutando para que o seu povo pudesse viver em paz, com liberdade e prosperidade.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Nacionalistas de Moçambique aborda a vida política de dez pessoas, na sua maioria já falecidas. Uma mulher e nove homens . Uns desconhecidos ou quase desconhecidos. Outros conhecidos na sua vida literária ou artística, mas menos conhecidos como nacionalistas. E ainda outros, a justificar que se volte a sublinhar o seu contributo para a luta de libertação nacional. Hoje, 45 anos decorridos sobre o início da luta armada, conquistada a independência e ultrapassada a guerra civil assim como outros obstáculos ao desenvolvimento, o povo moçambicano vive em paz , consolida a democracia e afirma a sua identidade na arena internacional. Uma boa altura para recordar a vida de dez nacionalistas, que deixaram a sua marca na história de Moçambique, lutando para que o seu povo pudesse viver em paz, com liberdade e prosperidade.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A única obra não ficcional de Agatha Christie na colecção de literatura de viagens coordenada por Carlos Vaz Marques.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A única obra não ficcional de Agatha Christie na colecção de literatura de viagens coordenada por Carlos Vaz Marques.
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