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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O terrorismo e a pobreza eram os problemas do Magrebe, mas a partir do meio de Dezembro 2010, toda a região foi varrida pela revolta civil com consequências diversas: triunfou na Tunísia, dividiu a Líbia, obrigou Marrocos a acelerar a reforma, fez o regime argelino discutir as melhores formas de resposta - que começaram por ser através de subsídios de emergência - e causou perturbações relativamente menores na Mauritânia (onde as manifestações foram também menos importantes, apesar de alguns episódios dramáticos de imolação como a de Yacoub Ould Dahoud, em 17 de Janeiro).
Nº Páginas: 360
Sinopse:
O terrorismo e a pobreza eram os problemas do Magrebe, mas a partir do meio de Dezembro 2010, toda a região foi varrida pela revolta civil com consequências diversas: triunfou na Tunísia, dividiu a Líbia, obrigou Marrocos a acelerar a reforma, fez o regime argelino discutir as melhores formas de resposta - que começaram por ser através de subsídios de emergência - e causou perturbações relativamente menores na Mauritânia (onde as manifestações foram também menos importantes, apesar de alguns episódios dramáticos de imolação como a de Yacoub Ould Dahoud, em 17 de Janeiro).
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ninguém ousará fazer passar Vladimir Putin por um intelectual. E, no entanto, o antigo espião que tomou as rédeas do maior arsenal nuclear do mundo gosta de citar filósofos em alguns dos seus discursos. O seu desejo de deixar marca na história bebe influências e ideias de origens diversas e por vezes até contraditórias: da herança soviética com pretensões de ordem científica ao pensamento reaccionário dos arautos de um imperialismo russo. Por entre este mar de referências, Putin, como este livro demonstra, pode ser lido como uma sinistra personagem de Dostoiévski.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ninguém ousará fazer passar Vladimir Putin por um intelectual. E, no entanto, o antigo espião que tomou as rédeas do maior arsenal nuclear do mundo gosta de citar filósofos em alguns dos seus discursos. O seu desejo de deixar marca na história bebe influências e ideias de origens diversas e por vezes até contraditórias: da herança soviética com pretensões de ordem científica ao pensamento reaccionário dos arautos de um imperialismo russo. Por entre este mar de referências, Putin, como este livro demonstra, pode ser lido como uma sinistra personagem de Dostoiévski.
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Luís Montenegro, o persistente. O cargo de líder parlamentar, no período da troika, deu-lhe o estatuto de herdeiro do passismo. Mas as relações com Passos Coelho arrefeceram e o legado que agora persegue é outro e mais antigo. Quem o conhece bem diz que Montenegro é um fiel intérprete da velha tradição do PPD, o partido dos baronatos do Norte. Recusou por três vezes ser governante e por duas vezes foi derrotado em autárquicas. Já fez e desfez alianças, esteve politicamente morto e ressuscitou. Depois de algumas falsas partidas chegou à liderança. Mas tudo tem um preço e é o próprio a admitir que se questiona com frequência: será que vale a pena?
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Luís Montenegro, o persistente. O cargo de líder parlamentar, no período da troika, deu-lhe o estatuto de herdeiro do passismo. Mas as relações com Passos Coelho arrefeceram e o legado que agora persegue é outro e mais antigo. Quem o conhece bem diz que Montenegro é um fiel intérprete da velha tradição do PPD, o partido dos baronatos do Norte. Recusou por três vezes ser governante e por duas vezes foi derrotado em autárquicas. Já fez e desfez alianças, esteve politicamente morto e ressuscitou. Depois de algumas falsas partidas chegou à liderança. Mas tudo tem um preço e é o próprio a admitir que se questiona com frequência: será que vale a pena?
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Mais de 500 mulheres nos últimos 15 anos. Na esmagadora maioria, as vítimas são mortas por homens em contexto de relações de intimidade ou familiares. Paulo Jorge Pereira reúne, neste livro, as histórias de vítimas e sobreviventes. Relatos emocionantes, duros e crus na primeira pessoa; exemplos deixados com a esperança de que a história de quem os lê possa ser diferente. A estas histórias juntam-se, pela primeira vez em livro, os testemunhos de profissionais que combatem o fenómeno e se empenham na defesa de quem sofre. "Murro no Estômago" apresenta a violência doméstica sob diferentes perspetivas e numa dimensão inédita. Este livro é um apelo à ação, para que todos saibamos como podemos ajudar. Está nas mãos de todos nós acabar com o fenómeno da violência doméstica. Com a participação de: - Ana Teresa Silva - Aurora Dantier - Carlos Farinha - Carolina Reis - Cátia Rodrigues - Cristina Soeiro - Daniel Cotrim - Maria Fernanda Alves
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Mais de 500 mulheres nos últimos 15 anos. Na esmagadora maioria, as vítimas são mortas por homens em contexto de relações de intimidade ou familiares. Paulo Jorge Pereira reúne, neste livro, as histórias de vítimas e sobreviventes. Relatos emocionantes, duros e crus na primeira pessoa; exemplos deixados com a esperança de que a história de quem os lê possa ser diferente. A estas histórias juntam-se, pela primeira vez em livro, os testemunhos de profissionais que combatem o fenómeno e se empenham na defesa de quem sofre. "Murro no Estômago" apresenta a violência doméstica sob diferentes perspetivas e numa dimensão inédita. Este livro é um apelo à ação, para que todos saibamos como podemos ajudar. Está nas mãos de todos nós acabar com o fenómeno da violência doméstica. Com a participação de: - Ana Teresa Silva - Aurora Dantier - Carlos Farinha - Carolina Reis - Cátia Rodrigues - Cristina Soeiro - Daniel Cotrim - Maria Fernanda Alves
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro sobre o Muro de Berlim, que assombrou o nosso passado, mas também sobre os muros que se constroem hoje para impedir a migração dos refugiados que chegam à Europa. O Homem vai continuar a utilizar a tecnologia para criar novas barreiras. Afinal, como diz José Jorge Letria, "os muros são tão frágeis e contraditórios como os próprios seres humanos".
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Um livro sobre o Muro de Berlim, que assombrou o nosso passado, mas também sobre os muros que se constroem hoje para impedir a migração dos refugiados que chegam à Europa. O Homem vai continuar a utilizar a tecnologia para criar novas barreiras. Afinal, como diz José Jorge Letria, "os muros são tão frágeis e contraditórios como os próprios seres humanos".
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Este livro condensa a história das mulheres do mundo num único relato, que se desenrola ao longo dos últimos cinco séculos. Fala de escritoras chinesas aclamadas do século XVII e de estrelas de cinema chinesas igualmente aclamadas da década de 1930; de princesas indianas e de humildes camponesas iletradas da Índia que aprendiam sozinhas a ler e a escrever. Imperatrizes russas dos inícios da Idade Moderna aparecem ao lado de mulheres soviéticas que foram pilotos de caças na década de 1940; mulheres ameríndias chefes e ativistas políticas brancas e negras dos Estados Unidos afirmam o seu poder. O livro é também um mosaico de tecelãs, curandeiras, escravas, patroas, assassinas, artistas, trabalhadoras do sexo, mães, manifestantes e chefes de governos modernos. Uma amostra de tudo o que as mulheres produziram e viveram ao longo dos últimos quinhentos anos.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Este livro condensa a história das mulheres do mundo num único relato, que se desenrola ao longo dos últimos cinco séculos. Fala de escritoras chinesas aclamadas do século XVII e de estrelas de cinema chinesas igualmente aclamadas da década de 1930; de princesas indianas e de humildes camponesas iletradas da Índia que aprendiam sozinhas a ler e a escrever. Imperatrizes russas dos inícios da Idade Moderna aparecem ao lado de mulheres soviéticas que foram pilotos de caças na década de 1940; mulheres ameríndias chefes e ativistas políticas brancas e negras dos Estados Unidos afirmam o seu poder. O livro é também um mosaico de tecelãs, curandeiras, escravas, patroas, assassinas, artistas, trabalhadoras do sexo, mães, manifestantes e chefes de governos modernos. Uma amostra de tudo o que as mulheres produziram e viveram ao longo dos últimos quinhentos anos.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Camille Paglia é, desde os anos 60, uma das vozes fundamentais do feminismo, da autonomia das mulheres e dos seus combates. Mas é, também, herdeira de uma tradição intelectual de livre- -pensamento que a coloca do outro lado da barreira do feminismo atual, que Paglia classifica como "vitoriano", "burguês", "politicamente correto", "puritano" e "estalinista". Para Camille Paglia, estamos a assistir à regressão a um estádio pré-feminista, onde uma excessiva proteção às mulheres as desenha como seres frágeis e incapazes de se oporem à violência, à discriminação e às adversidades. Este livro reúne os seus melhores ensaios sobre estes assuntos. Os temas vão desde a exigência de oportunidades iguais para as mulheres até ao elogio a Madonna como verdadeira feminista, desde a crítica ao conformismo na universidade até à busca de um padrão de beleza mais exigente (que vá além da busca da juventude pela "etnologia plástica"), louvando a força libertadora do rock‘n’roll, exigindo liberdade de expressão e sem restrições nas universidades e na imprensa, cada vez mais proibicionistas. Estes ensaios são uma leitura essencial que afirma o poder de mulheres e de homens livres — e do que podem realizar juntos.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Camille Paglia é, desde os anos 60, uma das vozes fundamentais do feminismo, da autonomia das mulheres e dos seus combates. Mas é, também, herdeira de uma tradição intelectual de livre- -pensamento que a coloca do outro lado da barreira do feminismo atual, que Paglia classifica como "vitoriano", "burguês", "politicamente correto", "puritano" e "estalinista". Para Camille Paglia, estamos a assistir à regressão a um estádio pré-feminista, onde uma excessiva proteção às mulheres as desenha como seres frágeis e incapazes de se oporem à violência, à discriminação e às adversidades. Este livro reúne os seus melhores ensaios sobre estes assuntos. Os temas vão desde a exigência de oportunidades iguais para as mulheres até ao elogio a Madonna como verdadeira feminista, desde a crítica ao conformismo na universidade até à busca de um padrão de beleza mais exigente (que vá além da busca da juventude pela "etnologia plástica"), louvando a força libertadora do rock‘n’roll, exigindo liberdade de expressão e sem restrições nas universidades e na imprensa, cada vez mais proibicionistas. Estes ensaios são uma leitura essencial que afirma o poder de mulheres e de homens livres — e do que podem realizar juntos.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Quem disse que as mulheres não vão à guerra? Das viquingues e rainhas africanas às médicas em trajes masculinos e às russas que pilotaram caças durante a Segunda Guerra Mundial, eis as histórias de mulheres para quem "batalha" não era uma metáfora. A mulher guerreira foi sempre considerada uma exceção. Porém, a realidade é outra: as mulheres sempre combateram em guerras. Nesta fascinante história, Pamela Toler apresenta-nos não apenas mulheres que pegaram em armas, mas mostra-nos também porque o fizeram e o que aconteceu quando abandonaram os seus tradicionais papéis femininos e assumiram outras identidades. Da Antiguidade remota ao século XX, estas são as histórias de mulheres que combateram porque queriam, porque precisavam ou porque podiam.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Quem disse que as mulheres não vão à guerra? Das viquingues e rainhas africanas às médicas em trajes masculinos e às russas que pilotaram caças durante a Segunda Guerra Mundial, eis as histórias de mulheres para quem "batalha" não era uma metáfora. A mulher guerreira foi sempre considerada uma exceção. Porém, a realidade é outra: as mulheres sempre combateram em guerras. Nesta fascinante história, Pamela Toler apresenta-nos não apenas mulheres que pegaram em armas, mas mostra-nos também porque o fizeram e o que aconteceu quando abandonaram os seus tradicionais papéis femininos e assumiram outras identidades. Da Antiguidade remota ao século XX, estas são as histórias de mulheres que combateram porque queriam, porque precisavam ou porque podiam.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Como Marthe Richer disse sobre as suas atividades de espionagem durante a Primeira Guerra Mundial, «a qualquer momento pode-se ser preso e ir ao encontro da morte». Apesar do perigo, foram muitas as mulheres que trabalharam como espias durante as duas guerras mundiais. Algumas sobreviveram, mas foram mais as que não regressaram a casa. De Mata Hari a Odette Sansom, raramente as mulheres que se dispuseram a espiar para os seus países receberam o devido reconhecimento. Com frequência banalizadas em livros e filmes, estereotipadas como femmes fatales ou ingénuas, a verdade é bem diferente. Trabalhando sob identidades falsas como correios ou operadoras de rádio, o seu contributo foi inegável. Oriundas de todos os estratos da sociedade, muitas exibiram qualidades inesperadas. Algumas provaram ser excelentes líderes, como Pearl Witherington, ou possuir tremenda descontração, como Nancy Wake; muitas outras, como Noor Inayat Khan, mostraram uma coragem excecional durante privações terríveis.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Como Marthe Richer disse sobre as suas atividades de espionagem durante a Primeira Guerra Mundial, «a qualquer momento pode-se ser preso e ir ao encontro da morte». Apesar do perigo, foram muitas as mulheres que trabalharam como espias durante as duas guerras mundiais. Algumas sobreviveram, mas foram mais as que não regressaram a casa. De Mata Hari a Odette Sansom, raramente as mulheres que se dispuseram a espiar para os seus países receberam o devido reconhecimento. Com frequência banalizadas em livros e filmes, estereotipadas como femmes fatales ou ingénuas, a verdade é bem diferente. Trabalhando sob identidades falsas como correios ou operadoras de rádio, o seu contributo foi inegável. Oriundas de todos os estratos da sociedade, muitas exibiram qualidades inesperadas. Algumas provaram ser excelentes líderes, como Pearl Witherington, ou possuir tremenda descontração, como Nancy Wake; muitas outras, como Noor Inayat Khan, mostraram uma coragem excecional durante privações terríveis.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Estou certa de que este livro constituirá uma referência para todos aqueles que se interessam pela história da expansão, pela história das mulheres e pela compreensão das múltiplas facetas da experiência marítima", Maria de Deus Beites Manso, "in" Prefácio A expansão marítima dos séculos XV e XVI tem constituído um dos temas centrais de análise da historiografia portuguesa, perdurando na memória coletiva nacional nomes como os de D. Afonso V, D. Manuel I, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral ou do Infante D. Henrique - reis, capitães, fidalgos e clérigos, todos eles homens. Estudada no masculino durante séculos, a época das Grandes Navegações contou também com a participação ativa e determinante das mulheres. Secundarizadas ou ignoradas pela historiografia tradicional, as referências à mulher são, a maior parte das vezes, registadas com timidez nas entrelinhas da documentação ou permanecem ocultas, sob densas camadas de pó, nas funduras dos arquivos nacionais. Recusando uma interpretação da realidade elaborada exclusivamente a partir da ação dos agentes masculinos, este livro mostra-nos uma faceta ignorada pelos investigadores (as mulheres nos navios, as condições de vida a bordo e as dinâmicas de convivência quotidianas), constituindo um importante contributo para um maior conhecimento da expansão marítima portuguesa.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Estou certa de que este livro constituirá uma referência para todos aqueles que se interessam pela história da expansão, pela história das mulheres e pela compreensão das múltiplas facetas da experiência marítima", Maria de Deus Beites Manso, "in" Prefácio A expansão marítima dos séculos XV e XVI tem constituído um dos temas centrais de análise da historiografia portuguesa, perdurando na memória coletiva nacional nomes como os de D. Afonso V, D. Manuel I, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral ou do Infante D. Henrique - reis, capitães, fidalgos e clérigos, todos eles homens. Estudada no masculino durante séculos, a época das Grandes Navegações contou também com a participação ativa e determinante das mulheres. Secundarizadas ou ignoradas pela historiografia tradicional, as referências à mulher são, a maior parte das vezes, registadas com timidez nas entrelinhas da documentação ou permanecem ocultas, sob densas camadas de pó, nas funduras dos arquivos nacionais. Recusando uma interpretação da realidade elaborada exclusivamente a partir da ação dos agentes masculinos, este livro mostra-nos uma faceta ignorada pelos investigadores (as mulheres nos navios, as condições de vida a bordo e as dinâmicas de convivência quotidianas), constituindo um importante contributo para um maior conhecimento da expansão marítima portuguesa.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Mossad - as grandes operações dos serviços secretos israelitas dá a conhecer as mais importantes e perigosas missões executadas pela agência ao longo de mais de 60 anos: a captura do carrasco nazi Adolf Eichman, a erradicação da organização terrorista Setembro Negro, a destruição das facilidades nucleares sírias e a muito recente eliminação de cientistas-chave do programa nuclear iraniano, entre outras.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Mossad - as grandes operações dos serviços secretos israelitas dá a conhecer as mais importantes e perigosas missões executadas pela agência ao longo de mais de 60 anos: a captura do carrasco nazi Adolf Eichman, a erradicação da organização terrorista Setembro Negro, a destruição das facilidades nucleares sírias e a muito recente eliminação de cientistas-chave do programa nuclear iraniano, entre outras.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Mossad - Espiões contra o Armagedão é uma história poderosa e viva do aparelho de espionagem de Israel - liderado pela famosa e temível Mossad - desde a fundação do país, em 1948, até às crises de hoje em dia. Este livro aborda diversos temas, como o rapto de Adolf Eichmann, na Argentina, em 1960, o fracasso da Mossad para tentar deitar a mão ao Dr. Joseph Mengele; a caça aos terroristas palestinianos a seguir aos acontecimentos nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972; a operação, em 1979, em França contra a venda de equipamento nuclear a Saddam Hussein; e ainda o raide a Entebe e o bombardeamento do reator nuclear sírio em 2007. Coloca também questões interessantes, tais como: terá a Mossad cometido um erro gigantesco quando duas dúzias de operacionais foram vistos pelas câmaras de vigilância de um hotel no Dubai ou foi uma missão de assassínio com êxito? Será que os assassinos sentirão algum peso na consciência? E, finalmente, confiam os Estados Unidos na espionagem israelita?
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Mossad - Espiões contra o Armagedão é uma história poderosa e viva do aparelho de espionagem de Israel - liderado pela famosa e temível Mossad - desde a fundação do país, em 1948, até às crises de hoje em dia. Este livro aborda diversos temas, como o rapto de Adolf Eichmann, na Argentina, em 1960, o fracasso da Mossad para tentar deitar a mão ao Dr. Joseph Mengele; a caça aos terroristas palestinianos a seguir aos acontecimentos nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972; a operação, em 1979, em França contra a venda de equipamento nuclear a Saddam Hussein; e ainda o raide a Entebe e o bombardeamento do reator nuclear sírio em 2007. Coloca também questões interessantes, tais como: terá a Mossad cometido um erro gigantesco quando duas dúzias de operacionais foram vistos pelas câmaras de vigilância de um hotel no Dubai ou foi uma missão de assassínio com êxito? Será que os assassinos sentirão algum peso na consciência? E, finalmente, confiam os Estados Unidos na espionagem israelita?
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Do Movimento Morrer com Dignidade, com testemunhos de: Aranda da Silva, Daniel Bessa, Edite Estrela, Francisco George, Francisco Louçã, Francisco Pinto Balsemão, Júlio Machado Vaz, Maria Filomena Mónica, Mário Nogueira, Rogério Alves e Rui Rio.Discute-se no nosso país a despenalização da Morte Assistida, mas um aspeto é evidente: morre-se mal em Portugal. Em muitos casos, a morte é um processo solitário de violenta agonia e degradação física.Neste livro, da autoria do movimento cívico Direito a Morrer com Dignidade, e organizado pelo médico e político João Semedo, defende-se que cada pessoa deve poder assumir a opção que entender sobre os últimos momentos da sua vida: continuar a sofrer ou acabar com esse martírio. Seguindo-se este enquadramento profundamente democrático, ninguém é obrigado e ninguém é impedido, o único critério é a escolha de cada um.Inclui:- Prefácio de Gilberto Couto (médico) e posfácio de Lucília Galha (jornalista)- 33 questões fundamentais sobre a morte assistida- Depoimentos de personalidades destacadas da sociedade portuguesa- Textos dos autores dos projetos de lei em debate no Parlamento: Maria Antónia Almeida Santos, deputada do PS; José Manuel Pureza, deputado do BE; André Silva, deputado do PAN; Heloísa Apolónia e José Luís Ferreira, deputados do PEV.- Textos de juristas sobre a consagração da despenalização na lei portuguesa: Rafael Gonçalves, José Eduardo Martins- Sugestões de leitura.Os direitos de autor deste livro revertem por inteiro para a ONG Médicos do Mundo.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Do Movimento Morrer com Dignidade, com testemunhos de: Aranda da Silva, Daniel Bessa, Edite Estrela, Francisco George, Francisco Louçã, Francisco Pinto Balsemão, Júlio Machado Vaz, Maria Filomena Mónica, Mário Nogueira, Rogério Alves e Rui Rio.Discute-se no nosso país a despenalização da Morte Assistida, mas um aspeto é evidente: morre-se mal em Portugal. Em muitos casos, a morte é um processo solitário de violenta agonia e degradação física.Neste livro, da autoria do movimento cívico Direito a Morrer com Dignidade, e organizado pelo médico e político João Semedo, defende-se que cada pessoa deve poder assumir a opção que entender sobre os últimos momentos da sua vida: continuar a sofrer ou acabar com esse martírio. Seguindo-se este enquadramento profundamente democrático, ninguém é obrigado e ninguém é impedido, o único critério é a escolha de cada um.Inclui:- Prefácio de Gilberto Couto (médico) e posfácio de Lucília Galha (jornalista)- 33 questões fundamentais sobre a morte assistida- Depoimentos de personalidades destacadas da sociedade portuguesa- Textos dos autores dos projetos de lei em debate no Parlamento: Maria Antónia Almeida Santos, deputada do PS; José Manuel Pureza, deputado do BE; André Silva, deputado do PAN; Heloísa Apolónia e José Luís Ferreira, deputados do PEV.- Textos de juristas sobre a consagração da despenalização na lei portuguesa: Rafael Gonçalves, José Eduardo Martins- Sugestões de leitura.Os direitos de autor deste livro revertem por inteiro para a ONG Médicos do Mundo.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Nesta coletânea de textos, Ruth Manus faz uma ode a Portugal: à terra, à comida, ao humor, à língua portuguesa… mas também aos taxistas, às sobrancelhas, às rifas ou aos tombos na calçada portuguesa. Mas não espere o leitor encontrar aqui clichés. Ruth Manus tem o raro talento de, a partir de assuntos tão corriqueiros como uma ida ao supermercado ou uma reunião de condomínio, refletir sobre as grandes questões da vida humana, seja o amor, os anseios, a angústia, o trabalho, a amizade, a morte ou a vida. E escreve com fluidez, sagacidade e subtileza; desenvolve os assuntos com uma tal simplicidade, leveza e humor que é difícil o leitor não ficar encantado, comovido ou mesmo dar algumas gargalhadas. Modéstia à Parte não é apenas uma seleção de crónicas, é um retrato de Portugal da atualidade, feito por uma das mais destacadas cronistas da nova geração.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Nesta coletânea de textos, Ruth Manus faz uma ode a Portugal: à terra, à comida, ao humor, à língua portuguesa… mas também aos taxistas, às sobrancelhas, às rifas ou aos tombos na calçada portuguesa. Mas não espere o leitor encontrar aqui clichés. Ruth Manus tem o raro talento de, a partir de assuntos tão corriqueiros como uma ida ao supermercado ou uma reunião de condomínio, refletir sobre as grandes questões da vida humana, seja o amor, os anseios, a angústia, o trabalho, a amizade, a morte ou a vida. E escreve com fluidez, sagacidade e subtileza; desenvolve os assuntos com uma tal simplicidade, leveza e humor que é difícil o leitor não ficar encantado, comovido ou mesmo dar algumas gargalhadas. Modéstia à Parte não é apenas uma seleção de crónicas, é um retrato de Portugal da atualidade, feito por uma das mais destacadas cronistas da nova geração.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O ano de 1974 foi decisivo na História de Moçambique. Iniciou-se em Setembro desse ano, e de forma acordada, uma nova era que conduziu à independência do país, em Junho de 1975. Fernando Amado Couto viveu intensamente este período enquanto jornalista e activista político. Mas Moçambique 1974 não é um livro de memórias. É antes um relato baseado numa vasta consulta de arquivos e uma ampla recolha de testemunhos, que visa dar uma imagem viva e objectiva da prodigiosa sucessão de acontecimentos da História comum de Moçambique e Portugal nos anos 60-70 do século XX.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
O ano de 1974 foi decisivo na História de Moçambique. Iniciou-se em Setembro desse ano, e de forma acordada, uma nova era que conduziu à independência do país, em Junho de 1975. Fernando Amado Couto viveu intensamente este período enquanto jornalista e activista político. Mas Moçambique 1974 não é um livro de memórias. É antes um relato baseado numa vasta consulta de arquivos e uma ampla recolha de testemunhos, que visa dar uma imagem viva e objectiva da prodigiosa sucessão de acontecimentos da História comum de Moçambique e Portugal nos anos 60-70 do século XX.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Quem incendiou o navio francês Normandie, ancorado em Nova Iorque?O que aconteceu aos tesouros de arte pilhados pelos nazis, por toda a Europa ocupada?Tinha Hitler uma doença incurável?Quão perto esteve o terceiro reich de construir uma bomba atómica?Questões intrigantes como estas fazem parte da história da II Guerra Mundial. Mas, por vezes, há mistérios ainda não totalmente desvendados ou explicados. Mistérios Inexplicados da II Guerra apresenta os mais intrigantes, recorrendo às investigações mais recentes para tentar explicá-los. O resultado é um livro fascinante, repleto de informação, que faz pensar.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Quem incendiou o navio francês Normandie, ancorado em Nova Iorque?O que aconteceu aos tesouros de arte pilhados pelos nazis, por toda a Europa ocupada?Tinha Hitler uma doença incurável?Quão perto esteve o terceiro reich de construir uma bomba atómica?Questões intrigantes como estas fazem parte da história da II Guerra Mundial. Mas, por vezes, há mistérios ainda não totalmente desvendados ou explicados. Mistérios Inexplicados da II Guerra apresenta os mais intrigantes, recorrendo às investigações mais recentes para tentar explicá-los. O resultado é um livro fascinante, repleto de informação, que faz pensar.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O grande tema da actualidade internacional e europeia é crise dos refugiados sírios. Nuno Rogeiro apresenta as causas e consequências desta catástrofe humanitária, e o que ela significa para os portugueses. Detalhes nunca antes revelados integram este livro, que é o primeiro a ser publicado sobre o tema.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O grande tema da actualidade internacional e europeia é crise dos refugiados sírios. Nuno Rogeiro apresenta as causas e consequências desta catástrofe humanitária, e o que ela significa para os portugueses. Detalhes nunca antes revelados integram este livro, que é o primeiro a ser publicado sobre o tema.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Este é o volume que faltava nas minhas memórias políticas, no qual recordo um importante período do regime democrático português. Convido todos os leitores a acompanharem-me neste trajeto, que vai de 1982 a 2017." Diogo Freitas do Amaral Ao olhar para as várias fases da minha vida, muito cheia e multifacetada, quase sempre a começar de novo, revejo-me por inteiro nas recentes e belas palavras do Papa Francisco (Exortação apostólica "Cristo Vive", 2019): "Um jovem não pode sentir-se desanimado, é próprio dele sonhar coisas grandes, procurar largos horizontes, atrever-se a mais, querer conquistar o mundo, ser capaz de aceitar propostas desafiantes e desejar contribuir, com o melhor de si mesmo, para construir algo melhor." Sempre fui um cidadão ativo, movido por um forte impulso interior no sentido da participação, do reformismo e de maior justiça social. Primeiro, como presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudantes da minha Faculdade (1962); depois, como docente empenhado em fazer uma carreira académica completa até ao topo (1964-1984); a seguir, entregue de alma e coração à tarefa de construção de uma autêntica Democracia pluralista de tipo Ocidental - conselheiro de Estado, fundador e primeiro líder do CDS , deputado, ministro, Vice-Primeiro Ministro, Primeiro-Ministro interino, candidato presidencial (em 1986) e de novo, inesperadamente, ministro independente num governo do PS (2005-2006); também como presidente eleito da União Europeia das Democracias Cristãs (1981-1983) e da 50ª Assembleia Geral da ONU (1995-1996); e ainda como escritor (Memórias Políticas I, 1995, e II, 2008, D. Afonso Henriques, 2001, e D. Afonso III, 2005), selecionador de Os Poemas da Minha Vida (2005) e, por último, como autor de uma síntese da nossa magnífica História (Da Lusitânia a Portugal, 2017). Sonhei coisas grandes: e, felizmente, vivi muitas.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Este é o volume que faltava nas minhas memórias políticas, no qual recordo um importante período do regime democrático português. Convido todos os leitores a acompanharem-me neste trajeto, que vai de 1982 a 2017." Diogo Freitas do Amaral Ao olhar para as várias fases da minha vida, muito cheia e multifacetada, quase sempre a começar de novo, revejo-me por inteiro nas recentes e belas palavras do Papa Francisco (Exortação apostólica "Cristo Vive", 2019): "Um jovem não pode sentir-se desanimado, é próprio dele sonhar coisas grandes, procurar largos horizontes, atrever-se a mais, querer conquistar o mundo, ser capaz de aceitar propostas desafiantes e desejar contribuir, com o melhor de si mesmo, para construir algo melhor." Sempre fui um cidadão ativo, movido por um forte impulso interior no sentido da participação, do reformismo e de maior justiça social. Primeiro, como presidente da Assembleia Geral da Associação de Estudantes da minha Faculdade (1962); depois, como docente empenhado em fazer uma carreira académica completa até ao topo (1964-1984); a seguir, entregue de alma e coração à tarefa de construção de uma autêntica Democracia pluralista de tipo Ocidental - conselheiro de Estado, fundador e primeiro líder do CDS , deputado, ministro, Vice-Primeiro Ministro, Primeiro-Ministro interino, candidato presidencial (em 1986) e de novo, inesperadamente, ministro independente num governo do PS (2005-2006); também como presidente eleito da União Europeia das Democracias Cristãs (1981-1983) e da 50ª Assembleia Geral da ONU (1995-1996); e ainda como escritor (Memórias Políticas I, 1995, e II, 2008, D. Afonso Henriques, 2001, e D. Afonso III, 2005), selecionador de Os Poemas da Minha Vida (2005) e, por último, como autor de uma síntese da nossa magnífica História (Da Lusitânia a Portugal, 2017). Sonhei coisas grandes: e, felizmente, vivi muitas.
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Edição: Out 2010
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Com 78 anos de idade, o narrador e personagem principal deste novo livro de Daniel Sampaio é um dia confrontado com uma situação comum a muitos homens da sua idade - o casamento de um neto. Convidado para a festa, feliz por não ter sido esquecido, parte para uma longa viagem mental nas profundidades da sua memória. Começa por esse neto, Afonso, que o fez sentir velho pela primeira vez, aos 60 anos; aqui recupera a memória de Luísa, a colega na escola onde ambos ensinavam e partilhavam projectos e sonhos profissionais; recua até aos 40 anos, à figura de Mariana, sua mulher e companheira de sempre, mas que por esta altura da vida o confronta com a fragilidade das relações humanas, a começar pelo amor; e enfim, chega aos 20 anos, à adolescência e à juventude, onde tudo começa, para o bem e para o mal
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Com 78 anos de idade, o narrador e personagem principal deste novo livro de Daniel Sampaio é um dia confrontado com uma situação comum a muitos homens da sua idade - o casamento de um neto. Convidado para a festa, feliz por não ter sido esquecido, parte para uma longa viagem mental nas profundidades da sua memória. Começa por esse neto, Afonso, que o fez sentir velho pela primeira vez, aos 60 anos; aqui recupera a memória de Luísa, a colega na escola onde ambos ensinavam e partilhavam projectos e sonhos profissionais; recua até aos 40 anos, à figura de Mariana, sua mulher e companheira de sempre, mas que por esta altura da vida o confronta com a fragilidade das relações humanas, a começar pelo amor; e enfim, chega aos 20 anos, à adolescência e à juventude, onde tudo começa, para o bem e para o mal
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 140
Sinopse:
O futebol não tem muitos mistérios: uns toques de joelhos, umas fintas, a alegria de um golo. Já o mistério da infância não tem fim, e sobre ele escreveu como ninguém Fernando Assis Pacheco nestas 30 crónicas publicadas aos sábados pelo jornal Record em 1972, entretanto tornadas icónicas num livro que andava esgotado. Jogatanas de rua, cromos que se trocam, o miúdo que vai à baliza, a máquina Peyroteo e outras aventuras e dislates do "maior da Rua Guerra Junqueiro", que são na verdade, de forma divertida e comovente, um diálogo entre um adulto, a criança que já foi e a criança que todos nós ainda somos.
Nº Páginas: 140
Sinopse:
O futebol não tem muitos mistérios: uns toques de joelhos, umas fintas, a alegria de um golo. Já o mistério da infância não tem fim, e sobre ele escreveu como ninguém Fernando Assis Pacheco nestas 30 crónicas publicadas aos sábados pelo jornal Record em 1972, entretanto tornadas icónicas num livro que andava esgotado. Jogatanas de rua, cromos que se trocam, o miúdo que vai à baliza, a máquina Peyroteo e outras aventuras e dislates do "maior da Rua Guerra Junqueiro", que são na verdade, de forma divertida e comovente, um diálogo entre um adulto, a criança que já foi e a criança que todos nós ainda somos.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Apresentado ao público nos trinta anos do 25 de Abril, este livro é muito mais do que um imprescindível e precioso documento com que enriquecemos o nosso espólio de História Oral e que entendemos ser o momento de oferecer quer a quem viveu a Revolução, quer a quem a estuda, quer finalmente a quem se sinta minimamente comprometido com a História deste país. É também a nossa homenagem a Ernesto Melo Antunes e aos companheiros que no seu exemplo se revêem e se encontram. Homenagem ao que a História regista e é passado. Mas também às sementes de futuro que nela lançaram. A experiência destes trinta anos ensina-nos que muitas caíram em terrenos estéreis, mas também sabemos que os ventos são caprichosos e que há terras sedentas de sementes.
Nº Páginas: 350
Sinopse:
Apresentado ao público nos trinta anos do 25 de Abril, este livro é muito mais do que um imprescindível e precioso documento com que enriquecemos o nosso espólio de História Oral e que entendemos ser o momento de oferecer quer a quem viveu a Revolução, quer a quem a estuda, quer finalmente a quem se sinta minimamente comprometido com a História deste país. É também a nossa homenagem a Ernesto Melo Antunes e aos companheiros que no seu exemplo se revêem e se encontram. Homenagem ao que a História regista e é passado. Mas também às sementes de futuro que nela lançaram. A experiência destes trinta anos ensina-nos que muitas caíram em terrenos estéreis, mas também sabemos que os ventos são caprichosos e que há terras sedentas de sementes.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 488
Sinopse:
O fim do livro proibido. Este livro, mal escrito, de teses abomináveis, foi a bíblia de um movimento, o nazismo, que dilacerou a Europa, primeiro, e o mundo a seguir. Um documento com esta natureza deve ser conhecido e deve ser publicado: a democracia deve conhecer os seus inimigos. Esta edição da Guerra e Paz inclui a versão integral do texto. Mas antes, o leitor vai encontrar 90 páginas de análise da barbárie nazi e da história da ascensão, poder e crime do nazismo, por Manuel S. Fonseca: a violência da eliminação das forças democráticas alemãs; a emergência do ódio rácico de que um ultra-exacerbado anti-semitismo é o cume; a estarrecedora criação da solução final, com os campos de concentração e dos crematórios do Holocausto.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
O fim do livro proibido. Este livro, mal escrito, de teses abomináveis, foi a bíblia de um movimento, o nazismo, que dilacerou a Europa, primeiro, e o mundo a seguir. Um documento com esta natureza deve ser conhecido e deve ser publicado: a democracia deve conhecer os seus inimigos. Esta edição da Guerra e Paz inclui a versão integral do texto. Mas antes, o leitor vai encontrar 90 páginas de análise da barbárie nazi e da história da ascensão, poder e crime do nazismo, por Manuel S. Fonseca: a violência da eliminação das forças democráticas alemãs; a emergência do ódio rácico de que um ultra-exacerbado anti-semitismo é o cume; a estarrecedora criação da solução final, com os campos de concentração e dos crematórios do Holocausto.
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Edição: Abr 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
A história definitiva do acidente de Chernobyl, baseada numa investigação profunda sobre como a propaganda, o secretismo e os mitos encobriram a verdade de um dos maiores desastres do século XX. O dia 25 de abril de 1986 foi um ponto de viragem na História. O acidente em Chernobyl não mudou apenas a nossa perceção da energia nuclear, mas também o conhecimento da delicada ecologia do planeta. Chernobyl foi igualmente importante na destruição da URSS e, como tal, na vitória dos Estados Unidos na Guerra Fria. Para Moscovo, foi um desastre político e financeiro - provocando a bancarrota de uma economia já vacilante -, mas também ambiental e científico. Esta é a história nunca contada dos eventos que começaram no centro de controlo do reator 4 da central nuclear de Chernobyl. Depois de centenas de entrevistas, consultas de cartas, memórias inéditas e documentos só agora tornados públicos, Adam Higginbotham revela-nos os acontecimentos dramáticos daquela noite através dos olhos dos homens e mulheres que os testemunharam em primeira mão e que enfrentaram um inimigo aterrador e invisível. "Meia-Noite em Chernobyl", uma obra amplamente premiada e que inspirou a série de sucesso da HBO, mostra-nos não só as dificuldades épicas de um império a morrer, mas também o heroísmo individual e desesperado num ,momento transformador da História.
Nº Páginas: 560
Sinopse:
A história definitiva do acidente de Chernobyl, baseada numa investigação profunda sobre como a propaganda, o secretismo e os mitos encobriram a verdade de um dos maiores desastres do século XX. O dia 25 de abril de 1986 foi um ponto de viragem na História. O acidente em Chernobyl não mudou apenas a nossa perceção da energia nuclear, mas também o conhecimento da delicada ecologia do planeta. Chernobyl foi igualmente importante na destruição da URSS e, como tal, na vitória dos Estados Unidos na Guerra Fria. Para Moscovo, foi um desastre político e financeiro - provocando a bancarrota de uma economia já vacilante -, mas também ambiental e científico. Esta é a história nunca contada dos eventos que começaram no centro de controlo do reator 4 da central nuclear de Chernobyl. Depois de centenas de entrevistas, consultas de cartas, memórias inéditas e documentos só agora tornados públicos, Adam Higginbotham revela-nos os acontecimentos dramáticos daquela noite através dos olhos dos homens e mulheres que os testemunharam em primeira mão e que enfrentaram um inimigo aterrador e invisível. "Meia-Noite em Chernobyl", uma obra amplamente premiada e que inspirou a série de sucesso da HBO, mostra-nos não só as dificuldades épicas de um império a morrer, mas também o heroísmo individual e desesperado num ,momento transformador da História.
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Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 376
Sinopse:
O economista de renome mundial Nouriel Roubini foi apelidado de Dr. Catástrofe até que as suas previsões acerca da crise imobiliária de 2008 e a Grande Crise Financeira se tornaram uma realidade - quando já era tarde demais. Roubini apresenta uma análise lúcida e realista da situação atual que vivemos. Uma análise que não deveríamos ignorar. Há nada menos do que dez ameaças que estão interligadas, que se sobrepõem, reforçam e potenciam, e que são tão sérias que o autor as descreve como mega-ameaças. Da pior crise da dívida que o mundo já viu à inflação, ao crescimento do populismo, à ascensão de uma nova competição de superpotências entre a China e os EUA, à normalização das pandemias, à crise climática, ao impacto da inteligência artificial nos nossos empregos, ao colapso demográfico, à desglobalização da economia. Há uma pequena hipótese de evitar o desastre e garantir um futuro mais pacífico e próspero, se começarmos a trabalhar em conjunto e a agir - mas temos de o fazer já. Nouriel Roubini não o quer assustar. A realidade é que estas 10 ameaças vão remodelar o mundo tal como o conhecemos. E é preciso estar preparado.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
O economista de renome mundial Nouriel Roubini foi apelidado de Dr. Catástrofe até que as suas previsões acerca da crise imobiliária de 2008 e a Grande Crise Financeira se tornaram uma realidade - quando já era tarde demais. Roubini apresenta uma análise lúcida e realista da situação atual que vivemos. Uma análise que não deveríamos ignorar. Há nada menos do que dez ameaças que estão interligadas, que se sobrepõem, reforçam e potenciam, e que são tão sérias que o autor as descreve como mega-ameaças. Da pior crise da dívida que o mundo já viu à inflação, ao crescimento do populismo, à ascensão de uma nova competição de superpotências entre a China e os EUA, à normalização das pandemias, à crise climática, ao impacto da inteligência artificial nos nossos empregos, ao colapso demográfico, à desglobalização da economia. Há uma pequena hipótese de evitar o desastre e garantir um futuro mais pacífico e próspero, se começarmos a trabalhar em conjunto e a agir - mas temos de o fazer já. Nouriel Roubini não o quer assustar. A realidade é que estas 10 ameaças vão remodelar o mundo tal como o conhecemos. E é preciso estar preparado.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Poder real é - eu nem quero usar a palavra - medo." Candidato Donald Trump, 31 de Março de 2016, numa entrevista durante a campanha eleitoral à presidência dos Estados Unidos. Tendo acompanhado e investigado a fundo oito presidências, de Nixon a Barack Obama, Bob Woodward revela em primeira mão, num relato sem precedentes e com detalhes nunca antes contados, a vida brutal dentro da Casa Branca de Donald Trump, e como ele decide sobre as grandes questões da atualidade política nacional e internacional. Woodward baseia-se em centenas de horas de entrevistas com fontes de informação em primeira-mão, e também em notas de reuniões, diários pessoais, ficheiros e documentos oficiais. O livro conta ainda os debates explosivos e as tomadas de decisão na Sala Oval, na Situation Room, no Air Force One e na residência oficial da Casa Branca. MEDO é o retrato mais íntimo de um presidente norte-americano em funções alguma vez publicado.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"Poder real é - eu nem quero usar a palavra - medo." Candidato Donald Trump, 31 de Março de 2016, numa entrevista durante a campanha eleitoral à presidência dos Estados Unidos. Tendo acompanhado e investigado a fundo oito presidências, de Nixon a Barack Obama, Bob Woodward revela em primeira mão, num relato sem precedentes e com detalhes nunca antes contados, a vida brutal dentro da Casa Branca de Donald Trump, e como ele decide sobre as grandes questões da atualidade política nacional e internacional. Woodward baseia-se em centenas de horas de entrevistas com fontes de informação em primeira-mão, e também em notas de reuniões, diários pessoais, ficheiros e documentos oficiais. O livro conta ainda os debates explosivos e as tomadas de decisão na Sala Oval, na Situation Room, no Air Force One e na residência oficial da Casa Branca. MEDO é o retrato mais íntimo de um presidente norte-americano em funções alguma vez publicado.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 152
Sinopse:
O ATENTADO À BOMBA QUE EXPÕE OS MECANISMOS DO ESTADO NOVO E OFERECE UM RETRATO ÚNICO DO OPOSICIONISMO DA ÉPOCA. O atentado aconteceu a 4 de Julho de 1937. António de Oliveira Salazar estava a sair do carro para assistir a uma missa dominical quando foi detonada uma bomba que partiu janelas de prédios, levantou tampas de esgoto na rua, mas deixou incólume o chefe do Governo. Matar o Salazar regressa a esse momento histórico para ir além da explosão, aprofundando de forma inédita os acontecimentos e o ambiente da época: as subsequentes manobras da propaganda para reforçar a imagem do ditador; a desastrosa investigação da PVDE que condenou inocentes; um processo judicial complexo que só se veio a conhecer em 1996 e expôs como nunca antes a rivalidade entre polícias durante o Estado Novo; o grau de envolvimento de anarquistas e comunistas; e o reforço das diferenças entre a Lisboa burguesa, que ficava entre as Avenidas Novas e as tertúlias da Baixa, e a Lisboa popular, a cidade oposicionista que nascia nos bairros tradicionais e ia além dos confins da Amadora.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
O ATENTADO À BOMBA QUE EXPÕE OS MECANISMOS DO ESTADO NOVO E OFERECE UM RETRATO ÚNICO DO OPOSICIONISMO DA ÉPOCA. O atentado aconteceu a 4 de Julho de 1937. António de Oliveira Salazar estava a sair do carro para assistir a uma missa dominical quando foi detonada uma bomba que partiu janelas de prédios, levantou tampas de esgoto na rua, mas deixou incólume o chefe do Governo. Matar o Salazar regressa a esse momento histórico para ir além da explosão, aprofundando de forma inédita os acontecimentos e o ambiente da época: as subsequentes manobras da propaganda para reforçar a imagem do ditador; a desastrosa investigação da PVDE que condenou inocentes; um processo judicial complexo que só se veio a conhecer em 1996 e expôs como nunca antes a rivalidade entre polícias durante o Estado Novo; o grau de envolvimento de anarquistas e comunistas; e o reforço das diferenças entre a Lisboa burguesa, que ficava entre as Avenidas Novas e as tertúlias da Baixa, e a Lisboa popular, a cidade oposicionista que nascia nos bairros tradicionais e ia além dos confins da Amadora.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Matadores, homicidas e assassinos serão significados diferentes para o mesmo resultado - a morte - ou atos de significado diferente com o mesmo resultado? Como distingui-los? Como agem os polícias em cenários de crime? E como se procede para apurar uma causa de morte? Do mais reconhecido jornalista da área da criminologia, que é simultaneamente um dos profissionais de televisão com mais investigações de relevo realizadas ao longo das últimas duas décadas, a Contraponto publica um livro de enorme pertinência para a compreensão da sociedade de hoje. Encerrando características diferentes entre si, estes atos homicidas ou a inação das autoridades suscitam várias reflexões ao cidadão comum. Afinal, que tratamento e proteção dá o país às vítimas? O que é um crime? Como se desenvolve uma investigação judiciária? Que buracos e obstáculos tem a lei? Como funciona o RASI e porque não tem crédito internacional? Em Matadores - Como Matam Os Portugueses No Século XXI, Hernâni Carvalho, jornalista doutorado na área da psicologia forense, apresenta algumas respostas, a partir do relato de dez casos de portugueses que, no século XXI, mataram mais de três pessoas de uma só vez. Ao jeito daquilo a que nos habituou na televisão, em registo de conversa com o cidadão comum, que vive e sente a vida do país, Hernâni Carvalho mostra que, por estranho que pareça, todos somos capazes de matar.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Matadores, homicidas e assassinos serão significados diferentes para o mesmo resultado - a morte - ou atos de significado diferente com o mesmo resultado? Como distingui-los? Como agem os polícias em cenários de crime? E como se procede para apurar uma causa de morte? Do mais reconhecido jornalista da área da criminologia, que é simultaneamente um dos profissionais de televisão com mais investigações de relevo realizadas ao longo das últimas duas décadas, a Contraponto publica um livro de enorme pertinência para a compreensão da sociedade de hoje. Encerrando características diferentes entre si, estes atos homicidas ou a inação das autoridades suscitam várias reflexões ao cidadão comum. Afinal, que tratamento e proteção dá o país às vítimas? O que é um crime? Como se desenvolve uma investigação judiciária? Que buracos e obstáculos tem a lei? Como funciona o RASI e porque não tem crédito internacional? Em Matadores - Como Matam Os Portugueses No Século XXI, Hernâni Carvalho, jornalista doutorado na área da psicologia forense, apresenta algumas respostas, a partir do relato de dez casos de portugueses que, no século XXI, mataram mais de três pessoas de uma só vez. Ao jeito daquilo a que nos habituou na televisão, em registo de conversa com o cidadão comum, que vive e sente a vida do país, Hernâni Carvalho mostra que, por estranho que pareça, todos somos capazes de matar.
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Edição: Dez 2014
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Jornalista, director do Diário de Notícias nos anos quentes da Revolução, Mário Mesquita acompanhou de perto o percurso político de Mário Soares. Este livro reúne entrevistas históricas desde os tempos do exílio, passando pelos governos minoritários, até à Presidência. Entrevistas (1972-1993)- A estratégia dos socialistas em tempo de exílio (27 de Abril de 1974)- A crise da "unicidade sindical" (31 de Janeiro de 1975)- Tempo de instabilidade com governos minoritários (7 de Junho de 1977)- A procura do semipresidencialismo nos primeiros dez anos de democracia (24 de Abril de 1984)- De primeiro-ministro questionado a Presidente superconsensual (17 de Abril de 1990)- Arrogância conservadora em Portugal em plena celebração dos 20 anos do PS (19 de Abril de 1993)- Epílogo Em tempos de crise e austeridade epílogo em forma de entrevista (Outubro de 2013)
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Jornalista, director do Diário de Notícias nos anos quentes da Revolução, Mário Mesquita acompanhou de perto o percurso político de Mário Soares. Este livro reúne entrevistas históricas desde os tempos do exílio, passando pelos governos minoritários, até à Presidência. Entrevistas (1972-1993)- A estratégia dos socialistas em tempo de exílio (27 de Abril de 1974)- A crise da "unicidade sindical" (31 de Janeiro de 1975)- Tempo de instabilidade com governos minoritários (7 de Junho de 1977)- A procura do semipresidencialismo nos primeiros dez anos de democracia (24 de Abril de 1984)- De primeiro-ministro questionado a Presidente superconsensual (17 de Abril de 1990)- Arrogância conservadora em Portugal em plena celebração dos 20 anos do PS (19 de Abril de 1993)- Epílogo Em tempos de crise e austeridade epílogo em forma de entrevista (Outubro de 2013)
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 300
Sinopse:
O facto de a transição em Portugal ter começado por um golpe militar e não no interior do regime, produziu uma crise nas estruturas militares e paralelamente uma crise no Estado, conjugação que ameaçou o sucesso da transição democrática. Entre 1974 e 1976, uma combinação entre militares, um partido marxistaleninista ortodoxo e grupos radicais de esquerda esteve perto de conduzir a uma desintegração do Estado. O nosso objetivo é tentar perceber como é que esse cenário foi evitado e qual o papel desempenhado por Mário Soares neste contexto.
Nº Páginas: 300
Sinopse:
O facto de a transição em Portugal ter começado por um golpe militar e não no interior do regime, produziu uma crise nas estruturas militares e paralelamente uma crise no Estado, conjugação que ameaçou o sucesso da transição democrática. Entre 1974 e 1976, uma combinação entre militares, um partido marxistaleninista ortodoxo e grupos radicais de esquerda esteve perto de conduzir a uma desintegração do Estado. O nosso objetivo é tentar perceber como é que esse cenário foi evitado e qual o papel desempenhado por Mário Soares neste contexto.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 300
Sinopse:
""Mare Nostrum" ilustra o modo como a Coroa portuguesa e a nobreza que a servia se empenharam na construção do império ultramarino. O país buscava o seu lugar no mundo, e encontrou-o ao desafiar o mar; os monarcas e vários sectores da nobreza do reino envolveram-se nessa aventura, buscando honra e proveito. Foi com esse propósito que enfrentaram o mar oceano, terras estranhas e gentes desconhecidas; cada um cumpriu o seu percurso, mais ou menos feliz, mas todos contribuíram para a construção do império.Neste conjunto de estudos biográficos de monarcas [D. Afonso V, D. João II, D. Manuel I e D. João III] e de fidalgos e navegadores [como Simão de Andrade, Leonel Coutinho, D. Duarte de Meneses, D. Henrique de Meneses ou Vasco Fernandes Coutinho] fascinou-me particularmente o modo como podemos ver a articulação entre a manifestação das vontades individuais e as dinâmicas sociais que as influenciavam. Como não é o Destino que move a História, mas a vontade dos homens, estes casos individuais são verdadeiras lições sobre a construção da História ao longo do Tempo."Da Introdução
Nº Páginas: 300
Sinopse:
""Mare Nostrum" ilustra o modo como a Coroa portuguesa e a nobreza que a servia se empenharam na construção do império ultramarino. O país buscava o seu lugar no mundo, e encontrou-o ao desafiar o mar; os monarcas e vários sectores da nobreza do reino envolveram-se nessa aventura, buscando honra e proveito. Foi com esse propósito que enfrentaram o mar oceano, terras estranhas e gentes desconhecidas; cada um cumpriu o seu percurso, mais ou menos feliz, mas todos contribuíram para a construção do império.Neste conjunto de estudos biográficos de monarcas [D. Afonso V, D. João II, D. Manuel I e D. João III] e de fidalgos e navegadores [como Simão de Andrade, Leonel Coutinho, D. Duarte de Meneses, D. Henrique de Meneses ou Vasco Fernandes Coutinho] fascinou-me particularmente o modo como podemos ver a articulação entre a manifestação das vontades individuais e as dinâmicas sociais que as influenciavam. Como não é o Destino que move a História, mas a vontade dos homens, estes casos individuais são verdadeiras lições sobre a construção da História ao longo do Tempo."Da Introdução
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