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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Corria o ano de 1444. Uma frota algarvia de 6 caravelas chega a Lagos depois uma expedição ao golfo de Arguim (atual Mauritânia). Naquela manhã quente de princípio de Agosto, despertando a curiosidade da população local, desembarcava em Lagos um contingente de 235 escravos africanos. A notícia correra de boca em boca. Todos queriam ver o inusitado espetáculo, até mesmo o poderoso infante D. Henrique, que tinha direito a um quinto dos desembarcados. Não era a primeira vez que chegavam escravos negros a Lagos. Mas nunca tinham vindo em tão grande número. O cronista Gomes Eanes de Zurara relata, de forma comovente, na sua Crónica da Guiné, a partilha dos cativos: homens e mulheres inconsoláveis, rostos lavados em lágrimas, gritando e gemendo, tentando desesperadamente não ser separados dos filhos. De uma forma simbólica, este episódio marca o início do tráfico atlântico de escravos. A partir de 1444 e durante cerca de 180 anos, os portugueses detiveram, quase em exclusivo, o comércio de escravos no Atlântico. Só a partir de 1621, com a criação da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, novos concorrentes chegam em força a este mercado. O historiador Arlindo Manuel Caldeira levou a cabo uma exaustiva pesquisa, para traçar neste livro, um retrato abrangente do tráfico de escravos, da sua origem até à sua abolição, no espaço do império português. Um processo complexo que evoluiu ao longo dos séculos, que é aqui analisado desde a compra dos escravizados, em diferentes locais da costa ocidental africana, à difícil travessia do oceano em navios sobrecarregados, nas condições mais deploráveis. É possível acompanhar depois a chegada desses escravos a Lagos e a Lisboa, mas sobretudo aos portos do Brasil, em direcção às minas e às grandes plantações de açúcar, de tabaco e de café, onde constituíram a mão-de-obra quase exclusiva. O historiador analisa ainda, com minúcia, as margens de lucro deste negócio e desvenda a biografia de alguns negociantes e das principais famílias que se envolveram no Apesar de em Portugal, o primeiro decreto de restrição do tráfico ter a data de 1761, só em 1842 é que, de forma efetiva, a Coroa portuguesa proclamou o fim da compra e venda de seres humanos e, em 1878, a abolição da escravatura em todo o império português. Para a História fica o poder dos números: entre 1450 e 1860 quase 13 milhões de africanos foram traficados no lucrativo comércio de escravos do Atlântico. Perto de seis milhões desses escravizados foram transportados em navios com a bandeira de Portugal ou do Brasil.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Corria o ano de 1444. Uma frota algarvia de 6 caravelas chega a Lagos depois uma expedição ao golfo de Arguim (atual Mauritânia). Naquela manhã quente de princípio de Agosto, despertando a curiosidade da população local, desembarcava em Lagos um contingente de 235 escravos africanos. A notícia correra de boca em boca. Todos queriam ver o inusitado espetáculo, até mesmo o poderoso infante D. Henrique, que tinha direito a um quinto dos desembarcados. Não era a primeira vez que chegavam escravos negros a Lagos. Mas nunca tinham vindo em tão grande número. O cronista Gomes Eanes de Zurara relata, de forma comovente, na sua Crónica da Guiné, a partilha dos cativos: homens e mulheres inconsoláveis, rostos lavados em lágrimas, gritando e gemendo, tentando desesperadamente não ser separados dos filhos. De uma forma simbólica, este episódio marca o início do tráfico atlântico de escravos. A partir de 1444 e durante cerca de 180 anos, os portugueses detiveram, quase em exclusivo, o comércio de escravos no Atlântico. Só a partir de 1621, com a criação da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, novos concorrentes chegam em força a este mercado. O historiador Arlindo Manuel Caldeira levou a cabo uma exaustiva pesquisa, para traçar neste livro, um retrato abrangente do tráfico de escravos, da sua origem até à sua abolição, no espaço do império português. Um processo complexo que evoluiu ao longo dos séculos, que é aqui analisado desde a compra dos escravizados, em diferentes locais da costa ocidental africana, à difícil travessia do oceano em navios sobrecarregados, nas condições mais deploráveis. É possível acompanhar depois a chegada desses escravos a Lagos e a Lisboa, mas sobretudo aos portos do Brasil, em direcção às minas e às grandes plantações de açúcar, de tabaco e de café, onde constituíram a mão-de-obra quase exclusiva. O historiador analisa ainda, com minúcia, as margens de lucro deste negócio e desvenda a biografia de alguns negociantes e das principais famílias que se envolveram no Apesar de em Portugal, o primeiro decreto de restrição do tráfico ter a data de 1761, só em 1842 é que, de forma efetiva, a Coroa portuguesa proclamou o fim da compra e venda de seres humanos e, em 1878, a abolição da escravatura em todo o império português. Para a História fica o poder dos números: entre 1450 e 1860 quase 13 milhões de africanos foram traficados no lucrativo comércio de escravos do Atlântico. Perto de seis milhões desses escravizados foram transportados em navios com a bandeira de Portugal ou do Brasil.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Que sabemos nós sobre a história da escravatura dos africanos? E sobre o envolvimento de Portugal nessa história? Este livro constrói-se à volta de 24 questões e respectivas respostas, que irão permitir ao leitor ver que a história da escravatura é muito menos linear do que parece à primeira vista, que é mais surpreendente do que lhe fizeram crer e que não se dá bem com apressadas e vesgas culpabilizações.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Que sabemos nós sobre a história da escravatura dos africanos? E sobre o envolvimento de Portugal nessa história? Este livro constrói-se à volta de 24 questões e respectivas respostas, que irão permitir ao leitor ver que a história da escravatura é muito menos linear do que parece à primeira vista, que é mais surpreendente do que lhe fizeram crer e que não se dá bem com apressadas e vesgas culpabilizações.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Com quase 900 anos de existência, Portugal detém um passado rico em História. E em muitas histórias. Aqueles episódios caricatos, rocambolescos, novelescos, escandalosos que não nos são contados nos bancos da escola, nem nos livros de História tradicionais mais preocupados com a conjuntura, ciclos económicos ou os grandes acontecimentos. Mas a história do nosso país é também feita de pessoas de carne e osso, com defeitos e virtudes, ambições e tristezas. D. Mécia tornou-se a primeira rainha raptada da História de Portugal, também tivemos reis enfeitiçados pelo amor como D. Pedro IV, o mesmo que batia na mulher D. Leopoldina que terá morrido graças aos maus-tratos do marido, reis bígamos, impotentes, demasiado castos ou homossexuais. Milagres inventados à pressão, para bem da nacionalidade. Confrontos familiares que deram em morte. Assassínios descarados como o de D. Diogo, pelas mãos do seu cunhado, o rei D. João II. Atentados mal-sucedidos, como o que foi vítima D. João IV, ou mortes misteriosas que criaram comoção na corte da época, como a do marquês de Loulé. Escândalos financeiros, como a criação da Patriarcal de Lisboa, que provocou um rombo nos cofres do Estado. Construções megalómanas, de custo elevado para o erário público, ou os gastos de rainhas em joias e roupa…
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Com quase 900 anos de existência, Portugal detém um passado rico em História. E em muitas histórias. Aqueles episódios caricatos, rocambolescos, novelescos, escandalosos que não nos são contados nos bancos da escola, nem nos livros de História tradicionais mais preocupados com a conjuntura, ciclos económicos ou os grandes acontecimentos. Mas a história do nosso país é também feita de pessoas de carne e osso, com defeitos e virtudes, ambições e tristezas. D. Mécia tornou-se a primeira rainha raptada da História de Portugal, também tivemos reis enfeitiçados pelo amor como D. Pedro IV, o mesmo que batia na mulher D. Leopoldina que terá morrido graças aos maus-tratos do marido, reis bígamos, impotentes, demasiado castos ou homossexuais. Milagres inventados à pressão, para bem da nacionalidade. Confrontos familiares que deram em morte. Assassínios descarados como o de D. Diogo, pelas mãos do seu cunhado, o rei D. João II. Atentados mal-sucedidos, como o que foi vítima D. João IV, ou mortes misteriosas que criaram comoção na corte da época, como a do marquês de Loulé. Escândalos financeiros, como a criação da Patriarcal de Lisboa, que provocou um rombo nos cofres do Estado. Construções megalómanas, de custo elevado para o erário público, ou os gastos de rainhas em joias e roupa…
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 752
Sinopse:
Este instinto para recorrer a todos os meios, mesmo os mais violentos para defender o povo judeu está incrustado no ADN de Israel. Desde a fundação do Estado de Israel em 1948, proteger a nação constitui a responsabilidade dos serviços secretos e das forças armadas, e existe uma arma no seu vasto arsenal que tem sido usada para eliminar as ameaças mais graves: os assassínios seletivos foram utilizados com frequência, contra inimigos de todas as dimensões, umas vezes em resposta a ataques contra o povo israelita, outras como medida preventiva. Bergman contou com a colaboração extraordinariamente rara de muitos dos atuais e antigos membros do governo israelita, como os primeiros-ministros Shimon Peres, Ehud Barak, Ariel Sharon e Benjamin Netanyahu, assim como de altos quadros dos serviços militar e de espionagem do país: Forças de Defesa de Israel (FDI), Mossad (os serviços secretos mais temidos do mundo), Cesareia (uma «Mossad dentro da Mossad» que realiza os ataques aos alvos mais mais relevantes) e Shin Bet (uma agência de segurança interna que realizou a maior campanha de assassínios seletivos de sempre, de maneira a pôr cobro a algo que parecia imparável: o terrorismo suicida). Incluindo histórias até hoje desconhecidas sobre os bastidores de operações especiais e baseando-se em centena de entrevistas oficiais e em milhares de arquivos aos quais Bergman teve acesso exclusivo durante décadas de experiência jornalística, este livro leva-os ao cerne das atividades mais secretas de Israel. Da fundação do Estado de Israel à atualidade, Bergman evoca os acontecimentos terríveis e as espinhosas questões éticas subjacentes à campanha de assassínios seletivos, que marcaram a nação israelita, o Médio Oriente e o mundo inteiro.
Nº Páginas: 752
Sinopse:
Este instinto para recorrer a todos os meios, mesmo os mais violentos para defender o povo judeu está incrustado no ADN de Israel. Desde a fundação do Estado de Israel em 1948, proteger a nação constitui a responsabilidade dos serviços secretos e das forças armadas, e existe uma arma no seu vasto arsenal que tem sido usada para eliminar as ameaças mais graves: os assassínios seletivos foram utilizados com frequência, contra inimigos de todas as dimensões, umas vezes em resposta a ataques contra o povo israelita, outras como medida preventiva. Bergman contou com a colaboração extraordinariamente rara de muitos dos atuais e antigos membros do governo israelita, como os primeiros-ministros Shimon Peres, Ehud Barak, Ariel Sharon e Benjamin Netanyahu, assim como de altos quadros dos serviços militar e de espionagem do país: Forças de Defesa de Israel (FDI), Mossad (os serviços secretos mais temidos do mundo), Cesareia (uma «Mossad dentro da Mossad» que realiza os ataques aos alvos mais mais relevantes) e Shin Bet (uma agência de segurança interna que realizou a maior campanha de assassínios seletivos de sempre, de maneira a pôr cobro a algo que parecia imparável: o terrorismo suicida). Incluindo histórias até hoje desconhecidas sobre os bastidores de operações especiais e baseando-se em centena de entrevistas oficiais e em milhares de arquivos aos quais Bergman teve acesso exclusivo durante décadas de experiência jornalística, este livro leva-os ao cerne das atividades mais secretas de Israel. Da fundação do Estado de Israel à atualidade, Bergman evoca os acontecimentos terríveis e as espinhosas questões éticas subjacentes à campanha de assassínios seletivos, que marcaram a nação israelita, o Médio Oriente e o mundo inteiro.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Saberá o leitor quem foi, de facto, Viriato? O que trazia a Rainha Santa Isabel no regaço aquando do milagre das rosas, sabe? E o feito de Martim Moniz, será lenda? Conhece a verdadeira história de brites de almeida, a padeira de Aljubarrota? Este livro não tem como missão (se alguma missão tem) revelar quaisquer falsificações, omissões, ocultações ou erros que os historiadores pratiquem, consciente ou inconscientemente. Nem para tal eu tenho competência ou mandato. Este livro tem outro objetivo. É o de esclarecer temas e assuntos da História portuguesa que são popularmente alvo de erros, de preconceitos e de equívocos na sua interpretação comum. Dito de outra forma, o objetivo deste livro é o de afirmar a verdade histórica de determinados assuntos que têm sido alvo de deturpação ao longo do tempo. Não se pretende desfazer alegadas falsidades forjadas pelos historiadores por motivos tenebrosos, mas antes repor os factos tal como são (à luz dos atuais conhecimentos historiográficos) desfazendo mitos vulgares, que popularmente sobre eles ainda pendem.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Saberá o leitor quem foi, de facto, Viriato? O que trazia a Rainha Santa Isabel no regaço aquando do milagre das rosas, sabe? E o feito de Martim Moniz, será lenda? Conhece a verdadeira história de brites de almeida, a padeira de Aljubarrota? Este livro não tem como missão (se alguma missão tem) revelar quaisquer falsificações, omissões, ocultações ou erros que os historiadores pratiquem, consciente ou inconscientemente. Nem para tal eu tenho competência ou mandato. Este livro tem outro objetivo. É o de esclarecer temas e assuntos da História portuguesa que são popularmente alvo de erros, de preconceitos e de equívocos na sua interpretação comum. Dito de outra forma, o objetivo deste livro é o de afirmar a verdade histórica de determinados assuntos que têm sido alvo de deturpação ao longo do tempo. Não se pretende desfazer alegadas falsidades forjadas pelos historiadores por motivos tenebrosos, mas antes repor os factos tal como são (à luz dos atuais conhecimentos historiográficos) desfazendo mitos vulgares, que popularmente sobre eles ainda pendem.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Uma antologia das melhores entrevistas realizadas por jornalistas da histórica revista literária 'Paris Review', traduzidas por Carlos Vaz Marques. Entrevistas únicas a escritores como Jorge Luis Borges, Ernest Hemingway, William Faulkner, Jack Kerouac, Graham Greene, entre vários outros. "...a Paris Review tem mostrado a personagem por trás de cada colecção de personagens que alimentam uma obra." Expresso, atual.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Uma antologia das melhores entrevistas realizadas por jornalistas da histórica revista literária 'Paris Review', traduzidas por Carlos Vaz Marques. Entrevistas únicas a escritores como Jorge Luis Borges, Ernest Hemingway, William Faulkner, Jack Kerouac, Graham Greene, entre vários outros. "...a Paris Review tem mostrado a personagem por trás de cada colecção de personagens que alimentam uma obra." Expresso, atual.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 262
Sinopse:
Prefácio de Fernando Rosas Trata-se de uma compilação das célebres entrevistas do futuro "ministro" da propaganda do Estado Novo a Salazar que vieram ao lume no "Diário de Notícias", na década de 30. Esta publicação tem oito entrevistas realizadas a Salazar, os anexos "O Ditador e a Multidão" e "A Política do Espírito", para além de integrar também alguns textos do estadista.
Nº Páginas: 262
Sinopse:
Prefácio de Fernando Rosas Trata-se de uma compilação das célebres entrevistas do futuro "ministro" da propaganda do Estado Novo a Salazar que vieram ao lume no "Diário de Notícias", na década de 30. Esta publicação tem oito entrevistas realizadas a Salazar, os anexos "O Ditador e a Multidão" e "A Política do Espírito", para além de integrar também alguns textos do estadista.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que têm em comum Manuel Gomes de Elvas, o escravo que se tornou fidalgo, Francisca Coronel, a freira insubmissa encarcerada no convento, Luís Gomes da Mata, o correio-mor e Anne Armande du Verger, a espia francesa, amante do rei D. Pedro II e avó do primeiro duque de Lafões, Pedro Henrique de Bragança? São todos membros de uma família a quem os portugueses devem parte do seu património e cuja história é o tema deste livro. Nele se incluem alguns episódios surpreendentes do passado português: desde a peculiar obsessão do herdeiro da coroa, D. Sebastião, que o levou ao desastre de Alcácer-Quibir até ao fascínio da família real pelos autos de fé, passando pelos amores licenciosos nos conventos e os horrores da Inquisição - e, como pano de fundo, os esforços e o engenho de uma família que conseguiu sobreviver aos tumultos da nossa história. Assente em factos verdadeiros, numa investigação que levou a autora aos Arquivos Secretos do Vaticano e a outros arquivos nacionais e internacionais, o livro acompanha diversos momentos marcantes da história de Portugal, como a batalha de Alcácer-Quibir e as suas funestas consequências, a dominação filipina que se lhe seguiu, a ação persecutória do Santo Ofício, as invasões francesas e as guerras liberais.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O que têm em comum Manuel Gomes de Elvas, o escravo que se tornou fidalgo, Francisca Coronel, a freira insubmissa encarcerada no convento, Luís Gomes da Mata, o correio-mor e Anne Armande du Verger, a espia francesa, amante do rei D. Pedro II e avó do primeiro duque de Lafões, Pedro Henrique de Bragança? São todos membros de uma família a quem os portugueses devem parte do seu património e cuja história é o tema deste livro. Nele se incluem alguns episódios surpreendentes do passado português: desde a peculiar obsessão do herdeiro da coroa, D. Sebastião, que o levou ao desastre de Alcácer-Quibir até ao fascínio da família real pelos autos de fé, passando pelos amores licenciosos nos conventos e os horrores da Inquisição - e, como pano de fundo, os esforços e o engenho de uma família que conseguiu sobreviver aos tumultos da nossa história. Assente em factos verdadeiros, numa investigação que levou a autora aos Arquivos Secretos do Vaticano e a outros arquivos nacionais e internacionais, o livro acompanha diversos momentos marcantes da história de Portugal, como a batalha de Alcácer-Quibir e as suas funestas consequências, a dominação filipina que se lhe seguiu, a ação persecutória do Santo Ofício, as invasões francesas e as guerras liberais.
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A actualidade deste livro não resulta somente da crise do tempo presente. Desde a Antiguidade se sabe que o compromisso com a "coisa pública" exige desinteresse e virtude, ética frequentemente desmentida pela história concreta do Homem. Daí a permanente tensão entre a idealidade e a prática, pano de fundo que possibilita avanços e recuos num percurso em que, entre o consenso e a contradição, o optimismo épico da aventura humana não raro desagua no seu oposto. O livro que agora vem a lume constitui uma síntese desse itinerário, tendo como eixo a história da ideia de "res publica", bem como as suas relações com todas as demais que, combatendo o que conduz ao arbítrio e ao servilismo perante os poderes, potenciam a elevação dos indivíduos à participação cívica.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A actualidade deste livro não resulta somente da crise do tempo presente. Desde a Antiguidade se sabe que o compromisso com a "coisa pública" exige desinteresse e virtude, ética frequentemente desmentida pela história concreta do Homem. Daí a permanente tensão entre a idealidade e a prática, pano de fundo que possibilita avanços e recuos num percurso em que, entre o consenso e a contradição, o optimismo épico da aventura humana não raro desagua no seu oposto. O livro que agora vem a lume constitui uma síntese desse itinerário, tendo como eixo a história da ideia de "res publica", bem como as suas relações com todas as demais que, combatendo o que conduz ao arbítrio e ao servilismo perante os poderes, potenciam a elevação dos indivíduos à participação cívica.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Preocupada em entender como será crescer no mundo do século xxi, com os registos de mal-estar emocional e psicológico vivido em Portugal e com os milhões de deslocados por guerras ou alterações climáticas, Maria Palha quis perceber como podemos apoiar as futuras gerações a quebrarem estes ciclos de sofrimento e a serem emocionalmente mais saudáveis na sua relação consigo mesmas, com os outros e com o planeta. Para isso, entrevistou centenas de especialistas que assistem diariamente a estes movimentos: crianças dos 5 aos 12 anos, oriundas de 13 países diferentes, recolhendo as suas preocupações e sugestões do que todos devemos fazer para reforçar e levar a cabo o que nos define e distingue enquanto espécie: as emoções. Com a ajuda destas crianças, foi possível criar este kit de saúde emocional que dá voz aos temas que mais as inquietam, ajudando miúdos e graúdos a refletir sobre o tipo de sociedade que estamos a construir para as futuras gerações. Aliando técnicas lúdicas e pedagógicas a uma série de práticas usadas por famílias de diferentes culturas, este kit ajuda-nos a ser os adultos de que as crianças precisam e a apoiar o crescimento de gerações com maior autoconhecimento, com melhores relações com os outros e com interações mais significativas com o planeta. Por um mundo mais humano, por um futuro sustentável e pelo bemestar comum, é urgente emocionarmo-nos.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Preocupada em entender como será crescer no mundo do século xxi, com os registos de mal-estar emocional e psicológico vivido em Portugal e com os milhões de deslocados por guerras ou alterações climáticas, Maria Palha quis perceber como podemos apoiar as futuras gerações a quebrarem estes ciclos de sofrimento e a serem emocionalmente mais saudáveis na sua relação consigo mesmas, com os outros e com o planeta. Para isso, entrevistou centenas de especialistas que assistem diariamente a estes movimentos: crianças dos 5 aos 12 anos, oriundas de 13 países diferentes, recolhendo as suas preocupações e sugestões do que todos devemos fazer para reforçar e levar a cabo o que nos define e distingue enquanto espécie: as emoções. Com a ajuda destas crianças, foi possível criar este kit de saúde emocional que dá voz aos temas que mais as inquietam, ajudando miúdos e graúdos a refletir sobre o tipo de sociedade que estamos a construir para as futuras gerações. Aliando técnicas lúdicas e pedagógicas a uma série de práticas usadas por famílias de diferentes culturas, este kit ajuda-nos a ser os adultos de que as crianças precisam e a apoiar o crescimento de gerações com maior autoconhecimento, com melhores relações com os outros e com interações mais significativas com o planeta. Por um mundo mais humano, por um futuro sustentável e pelo bemestar comum, é urgente emocionarmo-nos.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A 27 de Maio de 1977, uma manifestação contra o MPLA levou ao massacre de milhares, senão dezenas de milhares, de pessoas. Hoje, praticamente não se fala desta tragédia em Angola; no estrangeiro, ninguém sabe sequer da sua existência. A jornalista Lara Pawson investigou os acontecimentos, e considerou-os em tudo equivalentes "aos massacres ordenados por Robert Mugabe, [...] e aos assassínios em massa da ditadura de Pinochet". Entre Londres, Luanda e Lisboa, Pawson conseguiu o que até aqui nunca fora possível: passados 40 anos, vítimas e testemunhas - ainda hoje sob a tensão do medo -, e até mesmo alguns dos carrascos, decidiram falar sobre o massacre, numa série de empolgantes entrevistas. João Van Dúnem, irmão de José, um dos líderes da revolta, bem como actuais membros da elite angolana - por exemplo, Ndunduma Wé Lépi, ex-director do Jornal de Angola, ou Aníbal João da Silva Melo, deputado à Assembleia Nacional pelo MPLA - contam-se entre os muitos testemunhos que a autora reuniu. Uma leitura indispensável para a história do massacre e suas sequelas, mas também para o melhor entendimento da actualidade angolana.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A 27 de Maio de 1977, uma manifestação contra o MPLA levou ao massacre de milhares, senão dezenas de milhares, de pessoas. Hoje, praticamente não se fala desta tragédia em Angola; no estrangeiro, ninguém sabe sequer da sua existência. A jornalista Lara Pawson investigou os acontecimentos, e considerou-os em tudo equivalentes "aos massacres ordenados por Robert Mugabe, [...] e aos assassínios em massa da ditadura de Pinochet". Entre Londres, Luanda e Lisboa, Pawson conseguiu o que até aqui nunca fora possível: passados 40 anos, vítimas e testemunhas - ainda hoje sob a tensão do medo -, e até mesmo alguns dos carrascos, decidiram falar sobre o massacre, numa série de empolgantes entrevistas. João Van Dúnem, irmão de José, um dos líderes da revolta, bem como actuais membros da elite angolana - por exemplo, Ndunduma Wé Lépi, ex-director do Jornal de Angola, ou Aníbal João da Silva Melo, deputado à Assembleia Nacional pelo MPLA - contam-se entre os muitos testemunhos que a autora reuniu. Uma leitura indispensável para a história do massacre e suas sequelas, mas também para o melhor entendimento da actualidade angolana.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O primeiro livro a fazer o balanço dos 150 anos do Grupo Espírito Santo: desde a sua fundação, com José Maria Espírito Santo, ainda no século XIX, até ao fim, entre 2013 e 2014. Escrita por Luciano Amaral, especialista em história económica portuguesa, esta obra conta a estratégia de crescimento do Grupo durante grande parte do século XX, até ao 25 de Abril. O regresso a Portugal, uma década após a sua nacionalização, foi um enorme sucesso, embora escondesse problemas estruturais que viriam a determinar a catástrofe final do Grupo.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O primeiro livro a fazer o balanço dos 150 anos do Grupo Espírito Santo: desde a sua fundação, com José Maria Espírito Santo, ainda no século XIX, até ao fim, entre 2013 e 2014. Escrita por Luciano Amaral, especialista em história económica portuguesa, esta obra conta a estratégia de crescimento do Grupo durante grande parte do século XX, até ao 25 de Abril. O regresso a Portugal, uma década após a sua nacionalização, foi um enorme sucesso, embora escondesse problemas estruturais que viriam a determinar a catástrofe final do Grupo.
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Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em 2019, o Papa Francisco reuniu bispos do mundo inteiro para combater o flagelo dos abusos sexuais por membros do clero. Só dois anos depois é que a Igreja portuguesa decidiu apurar a dimensão destes crimes no nosso país. A investigação do caso português foi então entregue a uma Comissão Independente, à semelhança do que já tinha acontecido noutros pontos do globo, em certos casos há mais de duas décadas. Enfrentando maior ou menor resistência, as conclusões desses estudos foram avassaladoras um pouco por todo o mundo - tanto pelo lado das vítimas, quase sempre descredibilizadas e carregando traumas para a vida, como pelo lado dos agressores, recorrentemente protegidos por uma estrutura de poder eclesiástico impenetrável. Em Portugal, quando finalmente foi levantado o pesado manto do silêncio, o retrato descoberto não foi menos chocante. "Em Nome do Pai" retrata um dos maiores abalos sofridos pela Igreja ao longo da sua história, situando o exemplo português e as suas particularidades, desde as histórias das vítimas ao perfil dos agressores, no contexto de um movimento internacional desencadeado pela própria Igreja, simultaneamente o motor e o travão das mudanças que se esperam de uma instituição dividida e avessa a transformações profundas.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Em 2019, o Papa Francisco reuniu bispos do mundo inteiro para combater o flagelo dos abusos sexuais por membros do clero. Só dois anos depois é que a Igreja portuguesa decidiu apurar a dimensão destes crimes no nosso país. A investigação do caso português foi então entregue a uma Comissão Independente, à semelhança do que já tinha acontecido noutros pontos do globo, em certos casos há mais de duas décadas. Enfrentando maior ou menor resistência, as conclusões desses estudos foram avassaladoras um pouco por todo o mundo - tanto pelo lado das vítimas, quase sempre descredibilizadas e carregando traumas para a vida, como pelo lado dos agressores, recorrentemente protegidos por uma estrutura de poder eclesiástico impenetrável. Em Portugal, quando finalmente foi levantado o pesado manto do silêncio, o retrato descoberto não foi menos chocante. "Em Nome do Pai" retrata um dos maiores abalos sofridos pela Igreja ao longo da sua história, situando o exemplo português e as suas particularidades, desde as histórias das vítimas ao perfil dos agressores, no contexto de um movimento internacional desencadeado pela própria Igreja, simultaneamente o motor e o travão das mudanças que se esperam de uma instituição dividida e avessa a transformações profundas.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 608
Sinopse:
O modo como se processaram as últimas campanhas militares ultramarinas, entre 1954 e 1975, está longe de ser consensual na sociedade portuguesa. Bem pelo contrário, tem-na dividido profunda e transversalmente. É por isso que, tanto tempo depois, se torna imperioso encontrar consensos baseados na correcta interpretação dos factos históricos e nas verdadeiras intenções dos principais protagonistas do momento. Só assim Portugal poderá construir equilibradamente o seu futuro, com base no que só uma síntese de ilações acertadas a este respeito pode proporcionar. "Em Nome da Pátria" aborda os controversos temas da sustentabilidade das operações militares e das razões que levaram à desistência nacional de prosseguir o combate quando, aparentemente, a guerra estava ganha, e, sobretudo, da justiça e do direito do nosso país em fazer a guerra. Tudo não terá passado de uma "grande traição"? Falamos de questões incontornáveis no panorama da história contemporânea História Viva portuguesa, aqui abordadas de um modo muito pouco ortodoxo em relação às ideias que a "história oficial" nos apresenta relativamente a este tema.
Nº Páginas: 608
Sinopse:
O modo como se processaram as últimas campanhas militares ultramarinas, entre 1954 e 1975, está longe de ser consensual na sociedade portuguesa. Bem pelo contrário, tem-na dividido profunda e transversalmente. É por isso que, tanto tempo depois, se torna imperioso encontrar consensos baseados na correcta interpretação dos factos históricos e nas verdadeiras intenções dos principais protagonistas do momento. Só assim Portugal poderá construir equilibradamente o seu futuro, com base no que só uma síntese de ilações acertadas a este respeito pode proporcionar. "Em Nome da Pátria" aborda os controversos temas da sustentabilidade das operações militares e das razões que levaram à desistência nacional de prosseguir o combate quando, aparentemente, a guerra estava ganha, e, sobretudo, da justiça e do direito do nosso país em fazer a guerra. Tudo não terá passado de uma "grande traição"? Falamos de questões incontornáveis no panorama da história contemporânea História Viva portuguesa, aqui abordadas de um modo muito pouco ortodoxo em relação às ideias que a "história oficial" nos apresenta relativamente a este tema.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Embora não esteja aqui coligida a totalidade das suas colaborações, todos os textos deste livro foram publicados no Notícia - Semanário Ilustrado, no período em que Herberto Helder viveu em Luanda. Correspondem a pouco mais de um ano de colaboração - entre abril de 1971 e junho de 1972 - em que o poeta assinou como Herberto Helder e Luís Bernardes (ou respetivas iniciais).
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Embora não esteja aqui coligida a totalidade das suas colaborações, todos os textos deste livro foram publicados no Notícia - Semanário Ilustrado, no período em que Herberto Helder viveu em Luanda. Correspondem a pouco mais de um ano de colaboração - entre abril de 1971 e junho de 1972 - em que o poeta assinou como Herberto Helder e Luís Bernardes (ou respetivas iniciais).
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 372
Sinopse:
"Devemos ter confiança e não nos deixar abater. A crise vai libertar novas energias. O mercado não morrerá se ficar sujeito a regras éticas e políticas. O mesmo sucederá com a globalização, desde que seja objecto de maior regulação. Novas energias e novas gerações aparecerão. É preciso regulamentar e supervisionar os mecanismos de mercado. Reforçar os Estados de Direito. E reformular o socialismo democrático - que em muitos casos se deixou "colonizar" pelo neoliberalismo - dignificando o trabalho, aprofundado as politicas sociais e lutando a sério em defesa do planeta, ameaçado, e pela solidariedade entre os humanos, em exclusões.
Nº Páginas: 372
Sinopse:
"Devemos ter confiança e não nos deixar abater. A crise vai libertar novas energias. O mercado não morrerá se ficar sujeito a regras éticas e políticas. O mesmo sucederá com a globalização, desde que seja objecto de maior regulação. Novas energias e novas gerações aparecerão. É preciso regulamentar e supervisionar os mecanismos de mercado. Reforçar os Estados de Direito. E reformular o socialismo democrático - que em muitos casos se deixou "colonizar" pelo neoliberalismo - dignificando o trabalho, aprofundado as politicas sociais e lutando a sério em defesa do planeta, ameaçado, e pela solidariedade entre os humanos, em exclusões.
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Um político a sério é aquele que se preocupa com o seu país acima de tudo, aquele que é patriota e busca não o seu bem-estar pessoal, mas sim o do país a que pertence.""O País está num impasse, sem saída. Não há qualquer estratégia. Tudo está parado e a incerteza quanto ao futuro é enorme."
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Um político a sério é aquele que se preocupa com o seu país acima de tudo, aquele que é patriota e busca não o seu bem-estar pessoal, mas sim o do país a que pertence.""O País está num impasse, sem saída. Não há qualquer estratégia. Tudo está parado e a incerteza quanto ao futuro é enorme."
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O que significa defender a democracia hoje? Que perigos é que o estado de direito enfrenta? George Soros, conhecido pela sua filantropia, política progressista e sucesso em investimentos, considera que a liberdade e os valores das sociedades abertas estão sob séria ameaça. Nos EUA, na Grã-Bretanha, na Itália e na Hungria, entre outros países, o populismo está em crescimento. Na China, o governo monitoriza a sociedade quase por completo. E a Europa observa impávida o que se vai passando. Através da sua rede de Open Society Foundations, o autor combate ativamente este cenário em mais de cem países. Neste livro, reúne um conjunto de escritos de importância vital, alguns dos quais inéditos. Neles, descreve o seu percurso de investidor para filantropo, partilha as suas opiniões sobre os mais recentes desenvolvimentos políticos na Europa, a crise financeira nos EUA, a sua filosofia inspirada pelo seu mentor Karl Popper e aquilo a que apelida de tragédia da União Europeia. A visão que George Soros nos oferece é a de quem sabe que é o inimigo público por excelência dos governos populistas de todo o mundo. E também de quem vê as conquistas democráticas do Ocidente em risco. A sua defesa ardente da liberdade, democracia, Estado de Direito, direitos humanos, justiça social e responsabilidade social como uma ideia universal é um alerta para protegermos os ideais da sociedade aberta.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O que significa defender a democracia hoje? Que perigos é que o estado de direito enfrenta? George Soros, conhecido pela sua filantropia, política progressista e sucesso em investimentos, considera que a liberdade e os valores das sociedades abertas estão sob séria ameaça. Nos EUA, na Grã-Bretanha, na Itália e na Hungria, entre outros países, o populismo está em crescimento. Na China, o governo monitoriza a sociedade quase por completo. E a Europa observa impávida o que se vai passando. Através da sua rede de Open Society Foundations, o autor combate ativamente este cenário em mais de cem países. Neste livro, reúne um conjunto de escritos de importância vital, alguns dos quais inéditos. Neles, descreve o seu percurso de investidor para filantropo, partilha as suas opiniões sobre os mais recentes desenvolvimentos políticos na Europa, a crise financeira nos EUA, a sua filosofia inspirada pelo seu mentor Karl Popper e aquilo a que apelida de tragédia da União Europeia. A visão que George Soros nos oferece é a de quem sabe que é o inimigo público por excelência dos governos populistas de todo o mundo. E também de quem vê as conquistas democráticas do Ocidente em risco. A sua defesa ardente da liberdade, democracia, Estado de Direito, direitos humanos, justiça social e responsabilidade social como uma ideia universal é um alerta para protegermos os ideais da sociedade aberta.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A nossa soberania, perdida apenas durante o domínio filipino, está outra vez em perigo. Vivemos num País que não tem a liberdade de fixar o salário mínimo nacional; ou sequer de restabelecer a linha aérea Lisboa-Bragança. São exemplos menores de um mal maior. Conforme argumenta João Ferreira do Amaral, ao perdermos autonomia monetária e económica, abdicámos da soberania. E novas ameaças se perfilam. O passo seguinte é submeter os orçamentos de estado à aprovação de Bruxelas. E passarmos anos ao serviço dos interesses germânicos por termos uma dívida superior a 60% do PIB. Hoje ameaça-nos uma legião de burocratas europeus. Usam outras armas, legislativas e económicas. E, comandados por uma omnipotente Alemanha, empurram o Velho Continente para um perigoso federalismo, que castigará pesadamente as nações mais fracas. Em Defesa da Independência Nacional é o patriótico manifesto de um professor de Economia, que aborda um tema tabu: o sentimento de pertença a uma nação. Mostra o que nos conduziu aqui. E apresenta a solução. Permanecer na Europa é inevitável. Viver num mundo globalizado é uma oportunidade. Mas enquanto nação soberana. E não como uma junta de freguesia europeia.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A nossa soberania, perdida apenas durante o domínio filipino, está outra vez em perigo. Vivemos num País que não tem a liberdade de fixar o salário mínimo nacional; ou sequer de restabelecer a linha aérea Lisboa-Bragança. São exemplos menores de um mal maior. Conforme argumenta João Ferreira do Amaral, ao perdermos autonomia monetária e económica, abdicámos da soberania. E novas ameaças se perfilam. O passo seguinte é submeter os orçamentos de estado à aprovação de Bruxelas. E passarmos anos ao serviço dos interesses germânicos por termos uma dívida superior a 60% do PIB. Hoje ameaça-nos uma legião de burocratas europeus. Usam outras armas, legislativas e económicas. E, comandados por uma omnipotente Alemanha, empurram o Velho Continente para um perigoso federalismo, que castigará pesadamente as nações mais fracas. Em Defesa da Independência Nacional é o patriótico manifesto de um professor de Economia, que aborda um tema tabu: o sentimento de pertença a uma nação. Mostra o que nos conduziu aqui. E apresenta a solução. Permanecer na Europa é inevitável. Viver num mundo globalizado é uma oportunidade. Mas enquanto nação soberana. E não como uma junta de freguesia europeia.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Em que consiste de facto a História? Séculos de pessoas no seu quotidiano: a dormir, a comer, a fazer sexo, a tentar viver confortavelmente. E onde acontece tudo isso? Em casa. Foi este pensamento que inspirou Bill Bryson a fazer uma viagem pela sua própria casa, uma velha reitoria em Norfolk, andando de divisão em divisão a pensar como tinham início os acontecimentos banais da vida. E o que descobriu foram espantosas ligações entre tudo, desde o Palácio de Cristal à Torre Eiffel, do escorbuto à profanação de cadáveres, dos percevejos à Revolução Industrial, da crinolina às retretes, e praticamente tudo o resto que alguma vez aconteceu. Se Breve História de Quase Tudo nos dava um panorama abrangente do mundo, do Universo e de tudo o mais, "Em Casa" espreita a vida privada pelo microscópio. Bryson emprega a mesma curiosidade insaciável, o mesmo humor irresistível, a mesma prosa estilizada e o mesmo poder narrativo, o que torna este livro um dos mais lúdicos e esclarecedores acerca da maneira como vivemos.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Em que consiste de facto a História? Séculos de pessoas no seu quotidiano: a dormir, a comer, a fazer sexo, a tentar viver confortavelmente. E onde acontece tudo isso? Em casa. Foi este pensamento que inspirou Bill Bryson a fazer uma viagem pela sua própria casa, uma velha reitoria em Norfolk, andando de divisão em divisão a pensar como tinham início os acontecimentos banais da vida. E o que descobriu foram espantosas ligações entre tudo, desde o Palácio de Cristal à Torre Eiffel, do escorbuto à profanação de cadáveres, dos percevejos à Revolução Industrial, da crinolina às retretes, e praticamente tudo o resto que alguma vez aconteceu. Se Breve História de Quase Tudo nos dava um panorama abrangente do mundo, do Universo e de tudo o mais, "Em Casa" espreita a vida privada pelo microscópio. Bryson emprega a mesma curiosidade insaciável, o mesmo humor irresistível, a mesma prosa estilizada e o mesmo poder narrativo, o que torna este livro um dos mais lúdicos e esclarecedores acerca da maneira como vivemos.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Sir Francis Drake, explorador e almirante, ficou conhecido como o pirata mais bem-sucedido e esquivo de sempre, pilhando navios portugueses e espanhóis carregados de ouro e prata do Novo Mundo e acumulando uma vastíssima fortuna, partilhada com a Coroa inglesa. Para Isabel I, Drake tornou real o que se julgara impossível, foi o instrumento perfeito da sua ambição para transformar Inglaterra de uma ilha-estado de terceira categoria numa potência imperial global. A vida de Drake está repleta de aventuras, e muitas delas tiveram lugar nas costas e nos mares portugueses. Em 1580, a mando de Isabel I e em total segredo, Drake tornou-se o primeiro comandante a circum-navegar o globo (Magalhães morreu antes de completar a sua viagem). Quase dez anos depois, promovido a vice-almirante da frota inglesa, Drake derrotou a Armada Invencível, a gigantesca frota espanhola reunida em Lisboa para invadir a Inglaterra, humilhando o rei Filipe II de Espanha (Filipe I de Portugal) e impulsionando a ascensão de um novo império. "Em Busca de Um Reino" combina num relato histórico a crónica de jogadas arriscadas e paixões arrebatadoras, abrindo uma janela narrativa sobre o momento crucial do alvor do Império Britânico.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Sir Francis Drake, explorador e almirante, ficou conhecido como o pirata mais bem-sucedido e esquivo de sempre, pilhando navios portugueses e espanhóis carregados de ouro e prata do Novo Mundo e acumulando uma vastíssima fortuna, partilhada com a Coroa inglesa. Para Isabel I, Drake tornou real o que se julgara impossível, foi o instrumento perfeito da sua ambição para transformar Inglaterra de uma ilha-estado de terceira categoria numa potência imperial global. A vida de Drake está repleta de aventuras, e muitas delas tiveram lugar nas costas e nos mares portugueses. Em 1580, a mando de Isabel I e em total segredo, Drake tornou-se o primeiro comandante a circum-navegar o globo (Magalhães morreu antes de completar a sua viagem). Quase dez anos depois, promovido a vice-almirante da frota inglesa, Drake derrotou a Armada Invencível, a gigantesca frota espanhola reunida em Lisboa para invadir a Inglaterra, humilhando o rei Filipe II de Espanha (Filipe I de Portugal) e impulsionando a ascensão de um novo império. "Em Busca de Um Reino" combina num relato histórico a crónica de jogadas arriscadas e paixões arrebatadoras, abrindo uma janela narrativa sobre o momento crucial do alvor do Império Britânico.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 392
Sinopse:
A economia está de rastos. Não conseguiu prever, nem sequer impedir, as crises financeiras que abalaram os alicerces das sociedades. Haverá uma solução? Em Economia Donute, a investigadora de Oxford Kate Raworth identifica os sete aspetos críticos do sistema económico reinante que conduziram ao descontrolo atual, e define linhas orientadoras que poderão trazer a humanidade para uma zona de paz, onde as necessidades gerais ficarão satisfeitas com os meios disponíveis no planeta.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
A economia está de rastos. Não conseguiu prever, nem sequer impedir, as crises financeiras que abalaram os alicerces das sociedades. Haverá uma solução? Em Economia Donute, a investigadora de Oxford Kate Raworth identifica os sete aspetos críticos do sistema económico reinante que conduziram ao descontrolo atual, e define linhas orientadoras que poderão trazer a humanidade para uma zona de paz, onde as necessidades gerais ficarão satisfeitas com os meios disponíveis no planeta.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em 1957, Ryszard Kapuscinski aterrou pela primeira vez em África, enviado como correspondente de um jornal polaco, com o intuito de testemunhar o início do fim da era da colonização. Nos quarenta anos que se seguiram, aproveitou todas as oportunidades para lá voltar. Dos primeiros dias da independência do Gana ao genocídio Étnico no Ruanda, da travessia do deserto do Sara na companhia de tribos nómadas ao domicílio nos mais pobres bairros de lata da Nigéria, Kapuscinski embrenhou-se no continente, nas suas histórias, nas histórias dos seus povos. Este volume é o resultado de um espantoso trabalho jornalístico, alicerçado numa observação crítica dos acontecimentos, numa análise profunda dos seus impactos e numa aproximação excecional, de grande respeito e genuína curiosidade, a cada uma das pessoas que encontrou. Obra de referência deste que é por muitos considerado o melhor repórter do século XX, "Ébano" é um documento precioso para a compreensão da história africana do último meio século e dos desafios que hoje se impõem.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em 1957, Ryszard Kapuscinski aterrou pela primeira vez em África, enviado como correspondente de um jornal polaco, com o intuito de testemunhar o início do fim da era da colonização. Nos quarenta anos que se seguiram, aproveitou todas as oportunidades para lá voltar. Dos primeiros dias da independência do Gana ao genocídio Étnico no Ruanda, da travessia do deserto do Sara na companhia de tribos nómadas ao domicílio nos mais pobres bairros de lata da Nigéria, Kapuscinski embrenhou-se no continente, nas suas histórias, nas histórias dos seus povos. Este volume é o resultado de um espantoso trabalho jornalístico, alicerçado numa observação crítica dos acontecimentos, numa análise profunda dos seus impactos e numa aproximação excecional, de grande respeito e genuína curiosidade, a cada uma das pessoas que encontrou. Obra de referência deste que é por muitos considerado o melhor repórter do século XX, "Ébano" é um documento precioso para a compreensão da história africana do último meio século e dos desafios que hoje se impõem.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Corria o ano de 1959 e a repressão abate-se sobre numerosos grupos nacionalistas angolanos, fazendo centenas de presos. A população está revoltada e surgem vozes a defender a luta armada. No final do ano, já vários grupos de jovens planeiam pegar em armas contra o colonialismo. À época, o poder militar colonial era fraco, mas a injustiça e a revolta, grandes. A intelectualidade começa também a ver com simpatia o recurso à força, tida como inevitável dada a vontade férrea de Salazar em manter as colónias. Contudo, a revolta só se daria pouco mais de um ano depois. Mas e se a rebelião tivesse acontecido em 1959? Jonuel Gonçalves, participante nesses acontecimentos, partindo do método what if? - e se tivesse acontecido assim? - consagrado sobretudo pela historiografia de língua inglesa, procura saber o que sucederia se esses jovens tivessem agido. Com uma Angola independente em 1959, seria muito o sofrimento poupado ao povo angolano? Dia a dia, hora a hora, acompanhe o desenrolar dos acontecimentos de uma história possível.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Corria o ano de 1959 e a repressão abate-se sobre numerosos grupos nacionalistas angolanos, fazendo centenas de presos. A população está revoltada e surgem vozes a defender a luta armada. No final do ano, já vários grupos de jovens planeiam pegar em armas contra o colonialismo. À época, o poder militar colonial era fraco, mas a injustiça e a revolta, grandes. A intelectualidade começa também a ver com simpatia o recurso à força, tida como inevitável dada a vontade férrea de Salazar em manter as colónias. Contudo, a revolta só se daria pouco mais de um ano depois. Mas e se a rebelião tivesse acontecido em 1959? Jonuel Gonçalves, participante nesses acontecimentos, partindo do método what if? - e se tivesse acontecido assim? - consagrado sobretudo pela historiografia de língua inglesa, procura saber o que sucederia se esses jovens tivessem agido. Com uma Angola independente em 1959, seria muito o sofrimento poupado ao povo angolano? Dia a dia, hora a hora, acompanhe o desenrolar dos acontecimentos de uma história possível.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O contexto social americano, as narrativas históricas dos Estados Unidos e os discursos e políticas de Trump permitem-nos ir além da personalidade do homem, para compreender aquilo a se chamou "method in madness". Assim, apesar da intempestividade da sua personalidade, dos desvios próprios dos debates internos e dos fatores inesperados que surgem no desempenho das suas funções, é possível traçar uma política externa, uma grande estratégia e até uma visão da ordem internacional com uma racionalidade própria.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O contexto social americano, as narrativas históricas dos Estados Unidos e os discursos e políticas de Trump permitem-nos ir além da personalidade do homem, para compreender aquilo a se chamou "method in madness". Assim, apesar da intempestividade da sua personalidade, dos desvios próprios dos debates internos e dos fatores inesperados que surgem no desempenho das suas funções, é possível traçar uma política externa, uma grande estratégia e até uma visão da ordem internacional com uma racionalidade própria.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 208
Sinopse:
As relações culturais luso-catalãs estão em destaque neste ensaio, editado pela primeira vez há 50 anos, na sua versão catalã, e reconhecido com o prestigiado Prémio Josep Yxart. Fèlix Cucurull, resistente antifranquista e defensor da cultura da Catalunha, explora as relações intelectuais entre portugueses e catalães, o que nos une e o que nos separa, numa perspectiva que convida à reflexão em torno das identidades regionais e nacionais. Compara a saudade portuguesa à "enyorança" catalã, explora o conceito de sebastianismo, observa as relações de autores catalães - como Joan Maragall, Ribera i Rovira, Julio Navarro y Monzó e Cervantes - com Portugal, analisa a poética de Teixeira de Pascoais e a versão catalã de Os Lusíadas. A presente edição segue a versão portuguesa, de 1975, que inclui o texto "Anotações sobre Portugal", uma deliciosa análise sobre a portugalidade.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
As relações culturais luso-catalãs estão em destaque neste ensaio, editado pela primeira vez há 50 anos, na sua versão catalã, e reconhecido com o prestigiado Prémio Josep Yxart. Fèlix Cucurull, resistente antifranquista e defensor da cultura da Catalunha, explora as relações intelectuais entre portugueses e catalães, o que nos une e o que nos separa, numa perspectiva que convida à reflexão em torno das identidades regionais e nacionais. Compara a saudade portuguesa à "enyorança" catalã, explora o conceito de sebastianismo, observa as relações de autores catalães - como Joan Maragall, Ribera i Rovira, Julio Navarro y Monzó e Cervantes - com Portugal, analisa a poética de Teixeira de Pascoais e a versão catalã de Os Lusíadas. A presente edição segue a versão portuguesa, de 1975, que inclui o texto "Anotações sobre Portugal", uma deliciosa análise sobre a portugalidade.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A saga do diplomata e mercador portuense José Pedro Celestino Velho na corte de São Petersburgo. As vidas e destinos dos seus descendentes no tempo dos czares e dos soviéticos. Um livro que é uma homenagem à Cidade Invicta e ao seu mundialmente famoso vinho do Porto. Uma notável investigação realizada por José Milhazes, o grande especialista português sobre a Rússia.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A saga do diplomata e mercador portuense José Pedro Celestino Velho na corte de São Petersburgo. As vidas e destinos dos seus descendentes no tempo dos czares e dos soviéticos. Um livro que é uma homenagem à Cidade Invicta e ao seu mundialmente famoso vinho do Porto. Uma notável investigação realizada por José Milhazes, o grande especialista português sobre a Rússia.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"E eis que, enfim, cerro a porta sobre a minha discussão. É bom estar só. Depois de todo o esforço para estar prevenido, para entender, para me pensar, para ser “coerente” (tão difícil...), para organizar as razões como quem entra em combate, depois de toda a fúria e alvoroço com que enfrentei a contradita dos outros, a minha publicidade e o meu ridículo - é bom regressar e estar só. Ouço a velha voz que me chama essa presença antiga que me espera - presença anterior a todo o meu pensar e que assim jamais discute comigo. Ah, como é fatigante ter razão."
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"E eis que, enfim, cerro a porta sobre a minha discussão. É bom estar só. Depois de todo o esforço para estar prevenido, para entender, para me pensar, para ser “coerente” (tão difícil...), para organizar as razões como quem entra em combate, depois de toda a fúria e alvoroço com que enfrentei a contradita dos outros, a minha publicidade e o meu ridículo - é bom regressar e estar só. Ouço a velha voz que me chama essa presença antiga que me espera - presença anterior a todo o meu pensar e que assim jamais discute comigo. Ah, como é fatigante ter razão."
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Um encontro inesperado: uma historiadora social, do trabalho, dos movimentos sociais, da revolução Portuguesa, e o pai da psicanálise em Portugal, o psiquiatra António Coimbra de Matos, escrevem a 4 mãos um livro sobre o medo, ou, melhor dizendo, sobre como vencer o medo, social e individual. Como reconstruir uma sociedade participativa sem que o coletivo esmague o individuo, como ser livre sem ser individualista. Do nosso bairro à história do país, das nossas relações afetivas ao que queremos para o futuro. Um livro que se lê sem parar, como uma longa conversa entre dois espíritos inconformados, dois sonhadores realistas que acreditam no futuro de Portugal.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Um encontro inesperado: uma historiadora social, do trabalho, dos movimentos sociais, da revolução Portuguesa, e o pai da psicanálise em Portugal, o psiquiatra António Coimbra de Matos, escrevem a 4 mãos um livro sobre o medo, ou, melhor dizendo, sobre como vencer o medo, social e individual. Como reconstruir uma sociedade participativa sem que o coletivo esmague o individuo, como ser livre sem ser individualista. Do nosso bairro à história do país, das nossas relações afetivas ao que queremos para o futuro. Um livro que se lê sem parar, como uma longa conversa entre dois espíritos inconformados, dois sonhadores realistas que acreditam no futuro de Portugal.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Trata-se de uma história paralela de Espanha e Portugal na década decisiva de 1926-1936, isto é, entre o início da Ditadura Militar em Portugal e o ano da vitória da Frente Popular e do desencadear da guerra civil em Espanha. Tem, por isso, a originalidade de ser uma história contada a par e passo, envolvendo os principais intervenientes políticos, individuais e colectivos dos dois lados da fronteira, num período pouco estudado. "Jaime Nogueira Pinto"
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Trata-se de uma história paralela de Espanha e Portugal na década decisiva de 1926-1936, isto é, entre o início da Ditadura Militar em Portugal e o ano da vitória da Frente Popular e do desencadear da guerra civil em Espanha. Tem, por isso, a originalidade de ser uma história contada a par e passo, envolvendo os principais intervenientes políticos, individuais e colectivos dos dois lados da fronteira, num período pouco estudado. "Jaime Nogueira Pinto"
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