1887 produtos
Ordenar por:
1887 produtos
Nº Páginas: 372
Sinopse:
"Devemos ter confiança e não nos deixar abater. A crise vai libertar novas energias. O mercado não morrerá se ficar sujeito a regras éticas e políticas. O mesmo sucederá com a globalização, desde que seja objecto de maior regulação. Novas energias e novas gerações aparecerão. É preciso regulamentar e supervisionar os mecanismos de mercado. Reforçar os Estados de Direito. E reformular o socialismo democrático - que em muitos casos se deixou "colonizar" pelo neoliberalismo - dignificando o trabalho, aprofundado as politicas sociais e lutando a sério em defesa do planeta, ameaçado, e pela solidariedade entre os humanos, em exclusões.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
"Um político a sério é aquele que se preocupa com o seu país acima de tudo, aquele que é patriota e busca não o seu bem-estar pessoal, mas sim o do país a que pertence.""O País está num impasse, sem saída. Não há qualquer estratégia. Tudo está parado e a incerteza quanto ao futuro é enorme."
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O que significa defender a democracia hoje? Que perigos é que o estado de direito enfrenta? George Soros, conhecido pela sua filantropia, política progressista e sucesso em investimentos, considera que a liberdade e os valores das sociedades abertas estão sob séria ameaça. Nos EUA, na Grã-Bretanha, na Itália e na Hungria, entre outros países, o populismo está em crescimento. Na China, o governo monitoriza a sociedade quase por completo. E a Europa observa impávida o que se vai passando. Através da sua rede de Open Society Foundations, o autor combate ativamente este cenário em mais de cem países. Neste livro, reúne um conjunto de escritos de importância vital, alguns dos quais inéditos. Neles, descreve o seu percurso de investidor para filantropo, partilha as suas opiniões sobre os mais recentes desenvolvimentos políticos na Europa, a crise financeira nos EUA, a sua filosofia inspirada pelo seu mentor Karl Popper e aquilo a que apelida de tragédia da União Europeia. A visão que George Soros nos oferece é a de quem sabe que é o inimigo público por excelência dos governos populistas de todo o mundo. E também de quem vê as conquistas democráticas do Ocidente em risco. A sua defesa ardente da liberdade, democracia, Estado de Direito, direitos humanos, justiça social e responsabilidade social como uma ideia universal é um alerta para protegermos os ideais da sociedade aberta.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A nossa soberania, perdida apenas durante o domínio filipino, está outra vez em perigo. Vivemos num País que não tem a liberdade de fixar o salário mínimo nacional; ou sequer de restabelecer a linha aérea Lisboa-Bragança. São exemplos menores de um mal maior. Conforme argumenta João Ferreira do Amaral, ao perdermos autonomia monetária e económica, abdicámos da soberania. E novas ameaças se perfilam. O passo seguinte é submeter os orçamentos de estado à aprovação de Bruxelas. E passarmos anos ao serviço dos interesses germânicos por termos uma dívida superior a 60% do PIB. Hoje ameaça-nos uma legião de burocratas europeus. Usam outras armas, legislativas e económicas. E, comandados por uma omnipotente Alemanha, empurram o Velho Continente para um perigoso federalismo, que castigará pesadamente as nações mais fracas. Em Defesa da Independência Nacional é o patriótico manifesto de um professor de Economia, que aborda um tema tabu: o sentimento de pertença a uma nação. Mostra o que nos conduziu aqui. E apresenta a solução. Permanecer na Europa é inevitável. Viver num mundo globalizado é uma oportunidade. Mas enquanto nação soberana. E não como uma junta de freguesia europeia.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Em que consiste de facto a História? Séculos de pessoas no seu quotidiano: a dormir, a comer, a fazer sexo, a tentar viver confortavelmente. E onde acontece tudo isso? Em casa. Foi este pensamento que inspirou Bill Bryson a fazer uma viagem pela sua própria casa, uma velha reitoria em Norfolk, andando de divisão em divisão a pensar como tinham início os acontecimentos banais da vida. E o que descobriu foram espantosas ligações entre tudo, desde o Palácio de Cristal à Torre Eiffel, do escorbuto à profanação de cadáveres, dos percevejos à Revolução Industrial, da crinolina às retretes, e praticamente tudo o resto que alguma vez aconteceu. Se Breve História de Quase Tudo nos dava um panorama abrangente do mundo, do Universo e de tudo o mais, "Em Casa" espreita a vida privada pelo microscópio. Bryson emprega a mesma curiosidade insaciável, o mesmo humor irresistível, a mesma prosa estilizada e o mesmo poder narrativo, o que torna este livro um dos mais lúdicos e esclarecedores acerca da maneira como vivemos.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Sir Francis Drake, explorador e almirante, ficou conhecido como o pirata mais bem-sucedido e esquivo de sempre, pilhando navios portugueses e espanhóis carregados de ouro e prata do Novo Mundo e acumulando uma vastíssima fortuna, partilhada com a Coroa inglesa. Para Isabel I, Drake tornou real o que se julgara impossível, foi o instrumento perfeito da sua ambição para transformar Inglaterra de uma ilha-estado de terceira categoria numa potência imperial global. A vida de Drake está repleta de aventuras, e muitas delas tiveram lugar nas costas e nos mares portugueses. Em 1580, a mando de Isabel I e em total segredo, Drake tornou-se o primeiro comandante a circum-navegar o globo (Magalhães morreu antes de completar a sua viagem). Quase dez anos depois, promovido a vice-almirante da frota inglesa, Drake derrotou a Armada Invencível, a gigantesca frota espanhola reunida em Lisboa para invadir a Inglaterra, humilhando o rei Filipe II de Espanha (Filipe I de Portugal) e impulsionando a ascensão de um novo império. "Em Busca de Um Reino" combina num relato histórico a crónica de jogadas arriscadas e paixões arrebatadoras, abrindo uma janela narrativa sobre o momento crucial do alvor do Império Britânico.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
A economia está de rastos. Não conseguiu prever, nem sequer impedir, as crises financeiras que abalaram os alicerces das sociedades. Haverá uma solução? Em Economia Donute, a investigadora de Oxford Kate Raworth identifica os sete aspetos críticos do sistema económico reinante que conduziram ao descontrolo atual, e define linhas orientadoras que poderão trazer a humanidade para uma zona de paz, onde as necessidades gerais ficarão satisfeitas com os meios disponíveis no planeta.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Em 1957, Ryszard Kapuscinski aterrou pela primeira vez em África, enviado como correspondente de um jornal polaco, com o intuito de testemunhar o início do fim da era da colonização. Nos quarenta anos que se seguiram, aproveitou todas as oportunidades para lá voltar. Dos primeiros dias da independência do Gana ao genocídio Étnico no Ruanda, da travessia do deserto do Sara na companhia de tribos nómadas ao domicílio nos mais pobres bairros de lata da Nigéria, Kapuscinski embrenhou-se no continente, nas suas histórias, nas histórias dos seus povos. Este volume é o resultado de um espantoso trabalho jornalístico, alicerçado numa observação crítica dos acontecimentos, numa análise profunda dos seus impactos e numa aproximação excecional, de grande respeito e genuína curiosidade, a cada uma das pessoas que encontrou. Obra de referência deste que é por muitos considerado o melhor repórter do século XX, "Ébano" é um documento precioso para a compreensão da história africana do último meio século e dos desafios que hoje se impõem.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Corria o ano de 1959 e a repressão abate-se sobre numerosos grupos nacionalistas angolanos, fazendo centenas de presos. A população está revoltada e surgem vozes a defender a luta armada. No final do ano, já vários grupos de jovens planeiam pegar em armas contra o colonialismo. À época, o poder militar colonial era fraco, mas a injustiça e a revolta, grandes. A intelectualidade começa também a ver com simpatia o recurso à força, tida como inevitável dada a vontade férrea de Salazar em manter as colónias. Contudo, a revolta só se daria pouco mais de um ano depois. Mas e se a rebelião tivesse acontecido em 1959? Jonuel Gonçalves, participante nesses acontecimentos, partindo do método what if? - e se tivesse acontecido assim? - consagrado sobretudo pela historiografia de língua inglesa, procura saber o que sucederia se esses jovens tivessem agido. Com uma Angola independente em 1959, seria muito o sofrimento poupado ao povo angolano? Dia a dia, hora a hora, acompanhe o desenrolar dos acontecimentos de uma história possível.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O contexto social americano, as narrativas históricas dos Estados Unidos e os discursos e políticas de Trump permitem-nos ir além da personalidade do homem, para compreender aquilo a se chamou "method in madness". Assim, apesar da intempestividade da sua personalidade, dos desvios próprios dos debates internos e dos fatores inesperados que surgem no desempenho das suas funções, é possível traçar uma política externa, uma grande estratégia e até uma visão da ordem internacional com uma racionalidade própria.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
As relações culturais luso-catalãs estão em destaque neste ensaio, editado pela primeira vez há 50 anos, na sua versão catalã, e reconhecido com o prestigiado Prémio Josep Yxart. Fèlix Cucurull, resistente antifranquista e defensor da cultura da Catalunha, explora as relações intelectuais entre portugueses e catalães, o que nos une e o que nos separa, numa perspectiva que convida à reflexão em torno das identidades regionais e nacionais. Compara a saudade portuguesa à "enyorança" catalã, explora o conceito de sebastianismo, observa as relações de autores catalães - como Joan Maragall, Ribera i Rovira, Julio Navarro y Monzó e Cervantes - com Portugal, analisa a poética de Teixeira de Pascoais e a versão catalã de Os Lusíadas. A presente edição segue a versão portuguesa, de 1975, que inclui o texto "Anotações sobre Portugal", uma deliciosa análise sobre a portugalidade.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A saga do diplomata e mercador portuense José Pedro Celestino Velho na corte de São Petersburgo. As vidas e destinos dos seus descendentes no tempo dos czares e dos soviéticos. Um livro que é uma homenagem à Cidade Invicta e ao seu mundialmente famoso vinho do Porto. Uma notável investigação realizada por José Milhazes, o grande especialista português sobre a Rússia.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"E eis que, enfim, cerro a porta sobre a minha discussão. É bom estar só. Depois de todo o esforço para estar prevenido, para entender, para me pensar, para ser “coerente” (tão difícil...), para organizar as razões como quem entra em combate, depois de toda a fúria e alvoroço com que enfrentei a contradita dos outros, a minha publicidade e o meu ridículo - é bom regressar e estar só. Ouço a velha voz que me chama essa presença antiga que me espera - presença anterior a todo o meu pensar e que assim jamais discute comigo. Ah, como é fatigante ter razão."
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Um encontro inesperado: uma historiadora social, do trabalho, dos movimentos sociais, da revolução Portuguesa, e o pai da psicanálise em Portugal, o psiquiatra António Coimbra de Matos, escrevem a 4 mãos um livro sobre o medo, ou, melhor dizendo, sobre como vencer o medo, social e individual. Como reconstruir uma sociedade participativa sem que o coletivo esmague o individuo, como ser livre sem ser individualista. Do nosso bairro à história do país, das nossas relações afetivas ao que queremos para o futuro. Um livro que se lê sem parar, como uma longa conversa entre dois espíritos inconformados, dois sonhadores realistas que acreditam no futuro de Portugal.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Trata-se de uma história paralela de Espanha e Portugal na década decisiva de 1926-1936, isto é, entre o início da Ditadura Militar em Portugal e o ano da vitória da Frente Popular e do desencadear da guerra civil em Espanha. Tem, por isso, a originalidade de ser uma história contada a par e passo, envolvendo os principais intervenientes políticos, individuais e colectivos dos dois lados da fronteira, num período pouco estudado. "Jaime Nogueira Pinto"
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Quem esperasse encontrar na Dissertação os reflexos da intensa e gloriosa vida pública de John C. Calhoun ficaria certamente desapontado depois da leitura da obra. A Dissertação é um escrito pleno de ressonâncias conceptuais universais e abstractas, servido por um estilo sóbrio e uma escrita caracterizada pela clareza, que a coloca, desde logo, como um candidato a um lugar na lista dos grandes tratados de filosofia política moderna. Calhoun procura nesta obra falar do que considera serem os elementos permanentes e essenciais da política como esfera fundamental da existência humana."
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A história das informações militares é uma história de sucesso. Entre 1974 e 1997, a DINFO foi fundamental na preservação da segurança nacional, tendo realizado várias missões e operações extremamente sensíveis que todos nós ignorávamos. Até agora: Fernando Cavaleiro Ângelo, militar que desempenhou diversas funções ao mais alto nível nos serviços de informações, releva-nos em primeira-mão muitos dos segredos destas actividades que alguém disse serem a mão invisível do Estado: - A constituição da DINFO no pós-25 de Abril e a sua reformulação resultante das realidades políticas saídas do 11 de Março e do 25 de Novembro; - Como ameaças reais internas à soberania nacional fizeram com que a DINFO deixasse de ser um gabinete de análise profunda do estado do país e passasse a focar-se na pesquisa de informações relacionadas com terrorismo e espionagem; - A evolução nos agentes das ameaças: do terrorismo de grupos da extrema-esquerda e da extrema-direita no pós-25 de Abril para a espionagem de potências estrangeiras, nomeadamente a União Soviética; - A acção decisiva da Repartição E: Operações Búfalo, Albatroz e Tentilhão, todas contra a espionagem soviética, nomeadamente o KGB. Estes são alguns dos temas e episódios que encontramos neste livro, escrito após uma grande investigação e com recurso a entrevistas e testemunhos de vários elementos que fizeram parte da DINFO. Fernando Cavaleiro Ângelo dá-nos a conhecer um dos lados mais inacessíveis do Estado português.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
O retrato da família que transformou o Império Romano para sempre Augusto • Tibério • Calígula • Cláudio • Nero Primeiro governada por reis, Roma tornar-se-ia uma república. Mas no fim, após conquistar o mundo, a república desmoronou-se. Roma afogou-se em sangue. As guerras civis foram tão terríveis, que o povo romano acolheu de bom grado o governo de um autocrata que lhes poderia dar a paz. "Augusto", o seu novo senhor, intitulava-se "O Divino Favorito". O fantástico esplendor da dinastia fundada por Augusto nunca esmoreceu. Nenhuma outra família se compara em fascínio com a sua galeria de personagens: Tibério, o grande general que acabou os seus dias como um recluso amargurado, célebre pelas suas perversões; Calígula, o mestre da crueldade e humilhação; Agripina, a mãe de Nero, cujas manobras levaram o filho ao poder, e que acabaria por morrer por ordem dele; Nero, que pontapeou a mulher grávida até à morte, que se casou com um eunuco, e que ergueu um palácio de prazer no centro dos escombros de uma Roma destruída pelo fogo.
Edição: Out 2023
Nº Páginas: 1128
Sinopse: Um livro monumental e enciclopédico que se afigura imprescindível para compreender o pensamento, a arte e a cultura dominantes do século XX. Escrito como um romance com centenas de personagens, O Mundo Livre descreve e analisa as causas da afirmação dos Estados Unidos no panorama cultural do Ocidente, do final da Segunda Grande Guerra até ao desfecho da Guerra do Vietname, período que ficou conhecido como Guerra Fria. Da literatura, da música, das artes plásticas e performativas, das ciências ao cinema, de James Baldwin, John Cage, Andy Warhol, Elvis Presley, Susan Sontag e Hannah Arendt a Hollywood, nenhuma personagem ou tema, facto ou curiosidade escapam à narrativa lúcida e envolvente de Menand, neste livro saudado pela crítica internacional como «uma lufada de ar fresco» e uma obra «brilhante, absolutamente original e bem escrita» que oferece ao leitor o mosaico completo do pensamento e da arte do Ocidente no século XX.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 304
Sinopse: Portugal adiado, de Arnaldo Madureira, analisa, de uma forma crítica e acessível, as estruturas políticas, económicas e culturais que moldaram a economia portuguesa ao longo do tempo, determinando o seu atraso em comparação com outros países. Longe de explicações simplistas ou fatalistas, a obra aborda como a ausência de uma visão estratégica, a gestão de curto prazo e a captura do Estado por interesses diversos comprometeram o desenvolvimento do país. Entre decisões adiadas, reformas incompletas e uma cultura política onde a expectativa frequentemente substituiu o planeamento, construiu-se um modelo de fragilidade persistente. A esta realidade juntaram-se condicionantes externas decisivas, com potências como a Espanha, a Grã-Bretanha e os Estados Unidos a influenciarem escolhas estratégicas fundamentais.
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 432
Sinopse: Em 1941, o exército alemão marchava em direção a Moscovo, antecipando-se a iminente queda da União Soviética. No entanto, tal nunca chegou a acontecer e, em 1945, um Estaline triunfante assumia o papel do transformador de um país pobre numa superpotência vitoriosa. Ao longo desses quatro anos de guerra, por insistência de Churchill, Estaline aceitou que um grupo de jornalistas americanos e ingleses ficasse em Moscovo para cobrir a guerra na Frente Oriental. Hotel Vermelho, da autoria do jornalista Alan Philps, dá a conhecer a gaiola dourada que era o Hotel Metropol, onde o caviar não faltava e jovens mulheres serviam como tradutoras e companheiras de cama, mas também onde a intriga reinava: enquanto algumas tradutoras fizeram dos jornalistas meros transmissores da propaganda do Kremlin, outras eram dissidentes secretas que revelavam a dura realidade da vida soviética. Com recurso a informação inédita, o papel único das mulheres do Metropol é contado aqui pela primeira vez. Num claro sinal de que tudo se repete, a história do Metropol reflete as lutas da nossa era moderna, com o uso da desinformação como arma de guerra, a falsificação da história e a neutralização de Estados independentes.
Edição: Mar 2024
Nº Páginas: 480
Sinopse: No seu auge, o Império Romano era o Estado mais rico e formidável que o mundo já tinha visto. Estendendo-se da Escócia à Arábia, geria os destinos de cerca de um quarto da humanidade. Começando no ano em que quatro Césares governaram sucessivamente o Império, e terminando cerca de sete décadas depois, com a morte de Adriano, Pax: Guerra e Paz na Idade de Ouro de Roma revela-nos a história deslumbrante de Roma no apogeu do seu poder. Tom Holland, reconhecido historiador e autor, apresenta um retrato vivo e entusiasmante dessa era de desenvolvimento: a Pax Romana - da destruição de Jerusalém e Pompeia, passando pela construção do Coliseu e da Muralha de Adriano e pelas conquistas de Trajano. E demonstra, ao mesmo tempo, como a paz romana foi fruto de uma violência militar sem precedentes.
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 544
Sinopse: Em novembro de 1942, em plena Segunda Guerra Mundial, decorria a batalha de Estalinegrado, cujo desfecho mudou o rumo do conflito e condenou a Alemanha à derrota. Os factos históricos são bem conhecidos e documentados, mas como se vive nas entrelinhas da História? Recorrendo a cartas, diários e livros de memórias de 39 pessoas - como uma refugiada de 12 anos em Xangai, um piloto norte-americano em Guadalcanal ou uma jovem da Resistência em Munique -, Peter Englund traça um retrato do quotidiano em tempo de guerra. Ao longo de trinta dias, acompanhamos a inquietação, a preocupação, a perda de convicções de quem procura a normalidade em circunstâncias excecionais. Com empatia e precisão, Englund recentra um dos momentos mais violentos do século XX na experiência individual, criando uma narrativa única e emocionante, que nos faz questionar os limites da condição humana. «Um feito extraordinário.» Antony Beevor, autor de Estalinegrado e A Segunda Guerra Mundial Este relato emocionante e empolgante [] recria a incerteza diária durante a guerra, tal como foi vivida por pessoas normais com informação limitada e poucos recursos. É uma obra de História monumental. Publishers Weekly Uma crónica meticulosa de pessoas comuns em circunstâncias de guerra extremas. Kirkus Reviews Peter Englund consegue transformar narrativa de guerra em literatura. Corriere della Sera
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Em tempo de ditadura, reuniões secretas são um ato de coragem. Em democracia são um ato de cobardia.O clube mais poderoso do mundo alega total inocência e direito à privacidade.Mantém-se avesso a dar informações sobre os encontros que promove, mesmo quando para isso precisa do dinheiro dos contribuintes.Como atuam? O que os move? Que portugueses já passaram por lá? E com que implicações na sua vida pública e carreira?Saiba como Portugal se cruza com este corredor não oficial de poder. E como a História de Portugal poderia ter seguido um curso diferente se Bilderberg assim o entendesse.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma luz nova e objetiva sobre a guerra de África: está aqui a verdadeira realidade dos números Com novos dados sobre a guerra de África (1961-1975), o tenente-coronel Pedro Marquês de Sousa dá-nos a realidade do que foi a mobilização dos militares portugueses e a dos movimentos independentistas, as baixas militares e civis, as despesas do Estado Português, a quantidade de armas, de aeronaves, de navios, de viaturas. Toda a logística dos três ramos das Forças Armadas, fruto de uma investigação ampla e rigorosa, enriquecida com tabelas, gráficos e mapas. O impacto que a guerra de África teve na sociedade, na economia e na história dos povos de quatro nações justifica esta obra, que regista a quantidade de seres humanos envolvidos militares, guerrilheiros e civis, os mortos, os feridos e os dados estatísticos sobre os combates, revelando a evolução das operações militares nas três frentes, Angola, Guiné e Moçambique.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
É só fazer as contas. Em Portugal, 10% dos mais ricos detêm quase 60% de toda a riqueza do país. E continuam a enriquecer de ano para ano. Do outro lado da barricada, os pobres estão cada vez mais pobres e a classe média perdeu grande parte do seu poder de compra. Estamos a construir uma sociedade cada vez mais desigual, com tudo o que de negativo isso implica: aumento da tensão social à diminuição do crescimento económico. A crise agravou as desigualdades numa dimensão que escapa ao olhar distraído. Mas os números recolhidos pelo economista Eugénio Rosa são claros. O autor compilou e analisou, em várias áreas, mais de meio século de dados. E deu relevo aos anos da Troika - período em que a diferença entre ricos e pobres mais se extremou. As conclusões são chocantes. Ao analisar a riqueza sob diferentes ângulos, o autor descobre desigualdades escondidas. Se observarmos à lupa a mais-valia criada pelos trabalhadores, a propriedade financeira ou patrimonial, ou ainda quem paga ou não impostos, começamos a perceber melhor a real dimensão da desigualdade.Eugénio Rosa apresenta todos os números e analisa-os à luz do pensamento de economistas como Carlos Farinha, Joseph Stiglitz, Mark Blyth ou Thomas Piketty. E conclui que a desigualdade na distribuição de riqueza e rendimentos é um dos maiores travões ao nosso crescimento económico.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Uma visão única da Independência de Angola. Esta não é a visão de Luanda, é a visão do "outro lado". Onofre dos Santos foi um actor de primeira linha da Independência de Angola, do lado de Holden Roberto e Jonas Savimbi. Ministro da Justiça do governo que a FNLA e a UNITA formaram, roçou ombros com figuras decisivas, desenhou esperanças no atribulado governo a que pertenceu e viveu ameaças e situações extremas, a sombra da morte mesmo à porta. Porque a história só se escreve ao conhecermos a verdade daqueles que a constroem, Onofre dos Santos revela neste diário os acontecimentos que se sucederam àquele 11 de Novembro de 1975, retratando a realidade em que mergulhou e se afogou o ideal de uma geração. Esta é a história da Independência de Angola contada do "outro lado", longe de Luanda, ao lado da FNLA e da UNITA, de sul-africanos e portugueses que se bateram contra o MPLA, as tropas cubanas e os conselheiros soviéticos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Os Julgamentos de Nuremberga foram o mais importante processo internacional de todos os tempos. Tiveram início a 20 de novembro de 1945 e marcaram definitivamente o fim da Segunda Guerra Mundial. Os «crimes contra a Humanidade» ganharam novos contornos ao responsabilizar-se não só quem os praticou mas também aqueles que, pelos seus conselhos e influência, contribuíram para o deflagrar da guerra. Os alvos eram as mais altas personalidades do Terceiro Reich, civis e militares: Goering, Hess, Ribbentrop, Keitel ou Rosenberg. Hitler foi o grande ausente. Como se chegou a semelhante processo? Teriam os Aliados o direito de se arvorarem em juízes e carrascos de um país e de um regime vencidos? Seria o processo legítimo? E se a guerra tivesse sido ganha pelos nazis, teria o mundo assistido a um «Nuremberga» ao contrário? Estas são algumas das questões a que este livro procura dar resposta. Speer, um dos réus, declarará, ao reconhecer a culpabilidade do regime de Hitler: "Este processo é necessário. Mesmo sob uma ditadura, crimes tão abomináveis exigem uma responsabilidade comum. Seria uma desculpa inadmissível pretender escondermo-nos por detrás da obediência às ordens."
Nº Páginas: 387
Sinopse:
"Os Índios Potiguara: Memória, Asilo e Poder" é um livro que resulta de uma tese de doutoramento iniciada numa sorte de vertiginosa descida a um outro locus cultural. Por via dramática. Quando foi procurar estabelecer uma comunicação inicial com os índios Potiguara, ao chegar à reserva - formalmente interdita a "estranhos" - próximo à comunidade da Aldeia Galego, José Manuel Simões observou mais do aterrado um bimotor a despenhar-se, ignorando então que no seguimento desse acontecimento viria a realizar um documentário cinematográfico sobre esta comunidade, a doutorar-se no tema e a escrever este livro que engloba em interdisciplinaridade os campos da História, da Antropologia Cultural e das Teorias da Comunicação, acompanhando e refletindo em sede de metodologia tenho-histórica sobre um grupo cultural que se abriu ao exterior mas porfiando em manter traços, manifestações e representações culturais que apresenta como sendo ancestrais e singulares. Cruzando a documentação histórica, a cronística, a cartografia e um enorme arquivo cerzido por entrevistas a caciques, pajés e curandeiros, o autor foi percebendo a invenção da sua terra, do seu meio social e das suas manifestações e práticas culturais hoje. Este livro persegue um objetivo epistemológico: transformar a investigação empírica em contribuição para uma nova teoria da história da comunicação e da comunicação da própria investigação - a comunicação antropo-histórica entre comunidades ditas tradicionais e o ‘outro’ e a investigação em que o Mesmo, no sentido que lhe foi dado por Michel Foucault, incorpora e domina a invenção do Outro.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"Os impérios espanhol e português foram demasiadas vezes considerados aberrações, com base não na sua análise, mas nos seus estereótipos. Este livro pretende (re)construir a sua história, desmontando tais estereótipos da perspetiva da história das economias políticas desses impérios." A história de Espanha e Portugal está crivada de estereótipos, que são utilizados tanto para alimentar o triunfalismo como um pessimismo paralisante. Este livro compara as histórias de ambos os países e dos seus impérios na perspetiva do papel crucial que desempenharam na globalização inicial e do impacto que esta teve nas suas sociedades e na Europa em geral, assim como nas respetivas áreas de domínio em África, na Ásia e na América.
