1887 produtos
Ordenar por:
1887 produtos
Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 568
Sinopse:
"Doce Amargura" é a história da Sena Sugar Estates e da aliança anglo-portuguesa entre John Peter Hornung (Pitt) e Laura de Paiva Raposo que lhe deu origem. John Peter Hornung, um ousado jovem inglês de origem húngara, introduziu, no final do século XIX, o cultivo comercial da cana-de-açúcar no Baixo Delta do Rio Zambeze, numa aventura pioneira de criação de várias plantações de açúcar, que se pautou pela introdução de maquinaria industrial, novas técnicas, investigação e modernização das práticas agrícolas, lançando as bases para aquela que acabou por se tornar não apenas na maior empresa açucareira de Moçambique, mas também numa das maiores do mundo. Numa história que cobre 100 anos da história de África e da Europa, a Sena Sugar Estates evoluiu ao longo de décadas alcançando vitórias e sofrendo contrariedades
Nº Páginas: 568
Sinopse:
"Doce Amargura" é a história da Sena Sugar Estates e da aliança anglo-portuguesa entre John Peter Hornung (Pitt) e Laura de Paiva Raposo que lhe deu origem. John Peter Hornung, um ousado jovem inglês de origem húngara, introduziu, no final do século XIX, o cultivo comercial da cana-de-açúcar no Baixo Delta do Rio Zambeze, numa aventura pioneira de criação de várias plantações de açúcar, que se pautou pela introdução de maquinaria industrial, novas técnicas, investigação e modernização das práticas agrícolas, lançando as bases para aquela que acabou por se tornar não apenas na maior empresa açucareira de Moçambique, mas também numa das maiores do mundo. Numa história que cobre 100 anos da história de África e da Europa, a Sena Sugar Estates evoluiu ao longo de décadas alcançando vitórias e sofrendo contrariedades
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/doce-amargura-de-paul-lapperre-vida-e-morte-do-imperio-acucareiro-hornung-na-zambezia-1888-1988-7532690');
});">
Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Heinrich Himmler, o segundo homem mais poderoso da Alemanha nazi, estava convencido de que a ciência ignorava os feitos heróicos de uma raça primordial: os arianos. A convicção do líder das SS, povoada por homens e mulheres louros e de olhos azuis, não passava de pura fantasia - mas era inabalável. Em 1935, Himmler fundou um instituto de investigação no âmbito das SS destinado a produzir alegadas provas arqueológicas dessa e de outras ficções do III Reich: o Ahnenerbe. Para alcançar o objetivo, que mais não era do que reescrever a história da Humanidade, o arquiteto da Solução Final recrutou uma mistura bizarra de aventureiros, místicos e, também, mais de uma centena de respeitáveis cientistas e académicos alemães. As finalidades de tão excêntrica missão, que passaria por expedições a lugares como o Tibete, o Iraque ou a Finlândia, eram decididamente políticas - e, como não tardaria a verificar-se, teriam efeitos criminosos a uma escala até então impossível de conceber.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Heinrich Himmler, o segundo homem mais poderoso da Alemanha nazi, estava convencido de que a ciência ignorava os feitos heróicos de uma raça primordial: os arianos. A convicção do líder das SS, povoada por homens e mulheres louros e de olhos azuis, não passava de pura fantasia - mas era inabalável. Em 1935, Himmler fundou um instituto de investigação no âmbito das SS destinado a produzir alegadas provas arqueológicas dessa e de outras ficções do III Reich: o Ahnenerbe. Para alcançar o objetivo, que mais não era do que reescrever a história da Humanidade, o arquiteto da Solução Final recrutou uma mistura bizarra de aventureiros, místicos e, também, mais de uma centena de respeitáveis cientistas e académicos alemães. As finalidades de tão excêntrica missão, que passaria por expedições a lugares como o Tibete, o Iraque ou a Finlândia, eram decididamente políticas - e, como não tardaria a verificar-se, teriam efeitos criminosos a uma escala até então impossível de conceber.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-delirio-nazi-de-heather-pringle-os-academicos-de-himmler-e-o-holocausto-7532693');
});">
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Miguel Pinto Luz, o vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais que disputou com Rui Rio a mais recente corrida à liderança do PSD, tem uma visão clara para Portugal. Acredita que os valores que defende, como a transparência e uma maior proximidade entre decisores e cidadãos, são a chave para devolver aos portugueses o interesse pela política. Já apelidado de moderado radical, este social-democrata convicto, sempre com os olhos postos no futuro, expõe neste livro as suas ideias para um País mais competitivo, equilibrado e justo.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Miguel Pinto Luz, o vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais que disputou com Rui Rio a mais recente corrida à liderança do PSD, tem uma visão clara para Portugal. Acredita que os valores que defende, como a transparência e uma maior proximidade entre decisores e cidadãos, são a chave para devolver aos portugueses o interesse pela política. Já apelidado de moderado radical, este social-democrata convicto, sempre com os olhos postos no futuro, expõe neste livro as suas ideias para um País mais competitivo, equilibrado e justo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/voltar-a-acreditar-na-politica-de-miguel-pinto-luz-7465559');
});">
Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"A Amizade Leva-nos Mais Longe" é, como o título sugere, uma história sobre o poder incrível da amizade, sobre como os amigos são, efetivamente, o maior tesouro que podemos conquistar e preservar ao longo da vida. O autor e narrador deste livro, o norte-americano Kevan Chandler, sofre de uma doença rara e altamente incapacitante, que o obriga ao uso de uma cadeira de rodas. A doença limita drasticamente os seus movimentos e a sua liberdade. Condiciona-o a vários níveis e, apesar da sua alegria, bom humor e vitalidade admiráveis, impede-o de realizar muitos dos seus sonhos. Um deles era viajar. Contudo, este livro conta-nos como, com a ajuda de um grupo de amigos e da sua personalidade combativa, Kevan realizou o sonho de conhecer o mundo. Graças a uma espécie de mochila construída para o efeito, livrou-se da cadeira de rodas e visitou durante semanas vários países, como França, Inglaterra, Irlanda e até a China, transportado às costas dos seus amigos na odisseia incrível que resolveu contar neste livro.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"A Amizade Leva-nos Mais Longe" é, como o título sugere, uma história sobre o poder incrível da amizade, sobre como os amigos são, efetivamente, o maior tesouro que podemos conquistar e preservar ao longo da vida. O autor e narrador deste livro, o norte-americano Kevan Chandler, sofre de uma doença rara e altamente incapacitante, que o obriga ao uso de uma cadeira de rodas. A doença limita drasticamente os seus movimentos e a sua liberdade. Condiciona-o a vários níveis e, apesar da sua alegria, bom humor e vitalidade admiráveis, impede-o de realizar muitos dos seus sonhos. Um deles era viajar. Contudo, este livro conta-nos como, com a ajuda de um grupo de amigos e da sua personalidade combativa, Kevan realizou o sonho de conhecer o mundo. Graças a uma espécie de mochila construída para o efeito, livrou-se da cadeira de rodas e visitou durante semanas vários países, como França, Inglaterra, Irlanda e até a China, transportado às costas dos seus amigos na odisseia incrível que resolveu contar neste livro.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-amizade-leva-nos-mais-longe-de-kevan-chandler-7440866');
});">
Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 392
Sinopse:
À medida que James Hawes avança no tempo, de César até ao Brexit, por entre conquistas, impérios e guerras, tece uma nova e profunda narrativa de Inglaterra. A ilha-fortaleza está dividida por uma linha que é anterior à invasão dos romanos
Nº Páginas: 392
Sinopse:
À medida que James Hawes avança no tempo, de César até ao Brexit, por entre conquistas, impérios e guerras, tece uma nova e profunda narrativa de Inglaterra. A ilha-fortaleza está dividida por uma linha que é anterior à invasão dos romanos
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-mais-breve-historia-de-inglaterra-de-james-hawes-7435508');
});">
Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em 2015, um grupo de hackers russos invadiu o sistema de computadores da Comissão Nacional Democrática nos E.U.A. As fugas de informação provocadas por esse ataque mudaram o futuro da democracia americana para sempre. Mas o ataque não terminou aí: nesse mesmo ano, os russos não só invadiram as redes da Casa Branca, como também colocaram implantes na rede elétrica americana e nas centrais nucleares, capazes de deixar grandes áreas do país sem energia elétrica de um momento para o outro. Foi o culminar de uma década de escalada da sabotagem digital entre as grandes potências mundiais, em que os americanos se tornaram vítimas involuntárias das batalhas da China, do Irão, da Coreia do Norte e da Rússia no ciberespaço para se boicotarem entre si. "A Arma Perfeita" é a narrativa sobre como o aumento do uso de ciberarmas transformou a geopolítica de uma maneira que não acontecia desde a invenção da bomba atómica. Além de serem baratas, é fácil negar a responsabilidade pelo seu uso e são muito eficazes para alcançar uma série de finalidades maliciosas — de danificar infraestruturas a semear a discórdia e a dúvida. É por isso que atualmente as ciberarmas são os instrumentos preferidos tanto de democracias como de ditadores e terroristas.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em 2015, um grupo de hackers russos invadiu o sistema de computadores da Comissão Nacional Democrática nos E.U.A. As fugas de informação provocadas por esse ataque mudaram o futuro da democracia americana para sempre. Mas o ataque não terminou aí: nesse mesmo ano, os russos não só invadiram as redes da Casa Branca, como também colocaram implantes na rede elétrica americana e nas centrais nucleares, capazes de deixar grandes áreas do país sem energia elétrica de um momento para o outro. Foi o culminar de uma década de escalada da sabotagem digital entre as grandes potências mundiais, em que os americanos se tornaram vítimas involuntárias das batalhas da China, do Irão, da Coreia do Norte e da Rússia no ciberespaço para se boicotarem entre si. "A Arma Perfeita" é a narrativa sobre como o aumento do uso de ciberarmas transformou a geopolítica de uma maneira que não acontecia desde a invenção da bomba atómica. Além de serem baratas, é fácil negar a responsabilidade pelo seu uso e são muito eficazes para alcançar uma série de finalidades maliciosas — de danificar infraestruturas a semear a discórdia e a dúvida. É por isso que atualmente as ciberarmas são os instrumentos preferidos tanto de democracias como de ditadores e terroristas.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-arma-perfeita-de-david-e-sanger-7435505');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 496
Sinopse:
O reinado de D. José (1750-1757) é dos poucos que escaparam ao geral esquecimento a que foi votada a maior parte dos factos e personagens mais remotos da história de Portugal. O terramoto de 1755, a reconstrução de Lisboa, os tiros que se dispararam contra a carruagem do rei e a repressão implacável que se lhes seguiu garantiram-lhe um lugar na memória de gerações futuras. No entanto, não é pelo nome do rei que esses anos são em regra conhecidos. O que deles se sabe é, quase sempre, pela interposta pessoa do seu ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, perpetuado na posteridade pelo título de Marquês de Pombal. Depois das figuras destacadas da expansão portuguesa dos séculos XV e XVI, raras personagens são recordadas por públicos amplos. A esse destino obscuro escapou o valido do rei, por força tanto das celebrações encomiásticas quanto das críticas enfáticas que conheceu, dentro e fora de Portugal, em vida como na morte. No cenário político do reinado, cuja ribalta foi exuberantemente ocupada por Pombal, qual o lugar que cabe ao D. José? Boa parte das páginas deste livro, agora revisto, centram-se nas relações entre o rei e o ministro, para explicar como se foram tecendo, mas também para apreender nos traços da personalidade e da vida do rei os rasgos que o fizeram enveredar pelo caminho que seguiu, na sombra do valido.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
O reinado de D. José (1750-1757) é dos poucos que escaparam ao geral esquecimento a que foi votada a maior parte dos factos e personagens mais remotos da história de Portugal. O terramoto de 1755, a reconstrução de Lisboa, os tiros que se dispararam contra a carruagem do rei e a repressão implacável que se lhes seguiu garantiram-lhe um lugar na memória de gerações futuras. No entanto, não é pelo nome do rei que esses anos são em regra conhecidos. O que deles se sabe é, quase sempre, pela interposta pessoa do seu ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, perpetuado na posteridade pelo título de Marquês de Pombal. Depois das figuras destacadas da expansão portuguesa dos séculos XV e XVI, raras personagens são recordadas por públicos amplos. A esse destino obscuro escapou o valido do rei, por força tanto das celebrações encomiásticas quanto das críticas enfáticas que conheceu, dentro e fora de Portugal, em vida como na morte. No cenário político do reinado, cuja ribalta foi exuberantemente ocupada por Pombal, qual o lugar que cabe ao D. José? Boa parte das páginas deste livro, agora revisto, centram-se nas relações entre o rei e o ministro, para explicar como se foram tecendo, mas também para apreender nos traços da personalidade e da vida do rei os rasgos que o fizeram enveredar pelo caminho que seguiu, na sombra do valido.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/d-jose-de-nuno-goncalo-monteiro-na-sombra-do-marques-de-pombal-8428566');
});">
Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 416
Sinopse:
"São 13 histórias que se leem de um fôlego. Para que a memória não se apague e as tragédias não sejam esquecidas.» Teresa de Sousa «Numa escrita rápida, direta e eficaz, própria do jornalismo, Paulo Dentinho aborda os acontecimentos que testemunhou partindo dos bastidores das reportagens.» José Manuel Barata-Feyo «Sair da Estrada é um livro de descobertas." Mário Zambujal
Nº Páginas: 416
Sinopse:
"São 13 histórias que se leem de um fôlego. Para que a memória não se apague e as tragédias não sejam esquecidas.» Teresa de Sousa «Numa escrita rápida, direta e eficaz, própria do jornalismo, Paulo Dentinho aborda os acontecimentos que testemunhou partindo dos bastidores das reportagens.» José Manuel Barata-Feyo «Sair da Estrada é um livro de descobertas." Mário Zambujal
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/sair-da-estrada-de-paulo-dentinho-7413738');
});">
Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Com um talento raro para observar, ouvir e contar, a jornalista Daniela Santiago, que os portugueses conhecem pela vivacidade dos seus trabalhos enquanto correspondente da RTP em Espanha, faz neste livro uma peregrinação pelas causas do ressurgimento da extrema-direita na Península Ibérica. O fenómeno manifestou- se primeiro em Espanha, com a subida em flecha de popularidade do partido Vox, mas depressa se alastrou a Portugal, com a ascensão, ainda que menos fulgurante, do Chega. Daniela Santiago explora os contornos sociais e políticos deste vendaval protagonizado por Santiago Abascal e André Ventura, dois homens saídos da sombra de partidos da direita moderada que são hoje discípulos assumidos de Marine Le Pen, Matteo Salvini ou Viktor Orbán, além de parentes de uma família internacional que Bolsonaro e Trump também integram. Até onde poderão ir o Vox e o Chega, nos países que já foram governados com punho de ferro por Franco e Salazar, é a pergunta que fica neste livro apaixonante construído ao ritmo das melhores narrativas da não-ficção.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Com um talento raro para observar, ouvir e contar, a jornalista Daniela Santiago, que os portugueses conhecem pela vivacidade dos seus trabalhos enquanto correspondente da RTP em Espanha, faz neste livro uma peregrinação pelas causas do ressurgimento da extrema-direita na Península Ibérica. O fenómeno manifestou- se primeiro em Espanha, com a subida em flecha de popularidade do partido Vox, mas depressa se alastrou a Portugal, com a ascensão, ainda que menos fulgurante, do Chega. Daniela Santiago explora os contornos sociais e políticos deste vendaval protagonizado por Santiago Abascal e André Ventura, dois homens saídos da sombra de partidos da direita moderada que são hoje discípulos assumidos de Marine Le Pen, Matteo Salvini ou Viktor Orbán, além de parentes de uma família internacional que Bolsonaro e Trump também integram. Até onde poderão ir o Vox e o Chega, nos países que já foram governados com punho de ferro por Franco e Salazar, é a pergunta que fica neste livro apaixonante construído ao ritmo das melhores narrativas da não-ficção.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-tempestade-perfeita-de-daniela-santiago-como-a-extrema-direita-regressou-a-peninsula-iberica-7411306');
});">
Edição: Set 2020
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Numa madrugada de Novembro de 1967, a população da grande Lisboa, desde Estoril e Oeiras até Alenquer e Vila Franca de Xira, passando por Queluz, Loures ou Odivelas, acordou em sobressalto e deu de caras com a morte e a destruição. Em algumas horas, caiu a chuva equivalente à de um mês inteiro. O nível da água do Tejo subiu quatro metros. Os cursos de água em redor de Lisboa transbordaram. De um momento para o outro, centenas de rios e ribeiros invadiram as ruas da capital e arredores. Pessoas, animais, barracas, automóveis, mobílias e destroços diversos foram levados pela água e engrossaram caudais mortíferos que levavam tudo à sua frente, afogando homens e mulheres, arrancando árvores, demolindo habitações. Embora as estatísticas da época de pouco valham, mais de mil pessoas terão morrido nessa noite. As maiores vítimas foram os que residiam em construções precárias e em barracas. Apesar dos esforços do governo de Salazar para ocultar a dimensão da tragédia, as Grandes Cheias de 1967 revelaram o atraso e a miséria em que se vivia no país presépio apregoado pelo ditador. Este Dilúvio sem Deus despertou a consciência social e política de estudantes, católicos progressistas e muitos outros portugueses e funcionou como a espécie de antecâmara para o derrube da ditadora, escassos sete anos depois.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Numa madrugada de Novembro de 1967, a população da grande Lisboa, desde Estoril e Oeiras até Alenquer e Vila Franca de Xira, passando por Queluz, Loures ou Odivelas, acordou em sobressalto e deu de caras com a morte e a destruição. Em algumas horas, caiu a chuva equivalente à de um mês inteiro. O nível da água do Tejo subiu quatro metros. Os cursos de água em redor de Lisboa transbordaram. De um momento para o outro, centenas de rios e ribeiros invadiram as ruas da capital e arredores. Pessoas, animais, barracas, automóveis, mobílias e destroços diversos foram levados pela água e engrossaram caudais mortíferos que levavam tudo à sua frente, afogando homens e mulheres, arrancando árvores, demolindo habitações. Embora as estatísticas da época de pouco valham, mais de mil pessoas terão morrido nessa noite. As maiores vítimas foram os que residiam em construções precárias e em barracas. Apesar dos esforços do governo de Salazar para ocultar a dimensão da tragédia, as Grandes Cheias de 1967 revelaram o atraso e a miséria em que se vivia no país presépio apregoado pelo ditador. Este Dilúvio sem Deus despertou a consciência social e política de estudantes, católicos progressistas e muitos outros portugueses e funcionou como a espécie de antecâmara para o derrube da ditadora, escassos sete anos depois.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/diluvio-sem-deus-de-joana-amaral-dias-as-grandes-cheias-do-tejo-de-1967-7247971');
});">
Edição: Set 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Neste relato pessoal, irónico e sempre sagaz, Arturo Pérez-Reverte conta a acidentada história do nosso país vizinho. Uma obra concebida, segundo o autor, como "um pretexto para olhar para trás desde os tempos remotos até ao presente, refletir um pouco sobre ele e contá-lo por escrito de uma forma pouco ortodoxa". Das origens de Espanha até ao final da transição para o regime democrático, os principais acontecimentos da história do nosso vizinho ibérico são narrados com um olhar único, construído com as doses certas de leituras, experiência e senso comum. "O olhar com que escrevo romances e artigos, não fui eu que o escolhi - diz o autor -, é, sim, o resultado de todas essas coisas: a visão, mais ácida do que doce, de quem, como diz um dos meus personagens, sabe que ser lúcido em Espanha acarreta sempre muita amargura, muita solidão e pouca esperança."
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Neste relato pessoal, irónico e sempre sagaz, Arturo Pérez-Reverte conta a acidentada história do nosso país vizinho. Uma obra concebida, segundo o autor, como "um pretexto para olhar para trás desde os tempos remotos até ao presente, refletir um pouco sobre ele e contá-lo por escrito de uma forma pouco ortodoxa". Das origens de Espanha até ao final da transição para o regime democrático, os principais acontecimentos da história do nosso vizinho ibérico são narrados com um olhar único, construído com as doses certas de leituras, experiência e senso comum. "O olhar com que escrevo romances e artigos, não fui eu que o escolhi - diz o autor -, é, sim, o resultado de todas essas coisas: a visão, mais ácida do que doce, de quem, como diz um dos meus personagens, sabe que ser lúcido em Espanha acarreta sempre muita amargura, muita solidão e pouca esperança."
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/uma-historia-de-espanha-de-arturo-perez-reverte-7251306');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Como puderam os nazis cometer os crimes que cometeram? Por que razão comandantes de campos de concentração e de morte levaram a cabo com frequência - e, muitas vezes, entusiasticamente - assassínios em massa? Como puderam os alemães comuns tolerar as atrocidades que se perpetravam? Neste livro, o autor bestseller Laurence Rees combina testemunhos inéditos de ex-nazis e daqueles que cresceram no sistema nazi com a mais recente investigação psicológica em obediência e autoridade, para ajudar a responder a algumas das questões mais perturbadoras relativas à Segunda Guerra Mundial e ao Holocausto. Da política das franjas da década de 1920 ao triunfo eleitoral e à mobilização em massa da década de 1930, passando pelo Holocausto e pelo eventual desaparecimento do regime, Laurence Rees traça a ascensão e queda das mentalidades nazis - incluindo as condições que permitiram o florescimento de uma ideologia tão violenta e o sofisticado esforço de propaganda que a sustentou - pela lente de 12 Avisos, destacando os sinais a que devemos estar atentos nos atuais líderes.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Como puderam os nazis cometer os crimes que cometeram? Por que razão comandantes de campos de concentração e de morte levaram a cabo com frequência - e, muitas vezes, entusiasticamente - assassínios em massa? Como puderam os alemães comuns tolerar as atrocidades que se perpetravam? Neste livro, o autor bestseller Laurence Rees combina testemunhos inéditos de ex-nazis e daqueles que cresceram no sistema nazi com a mais recente investigação psicológica em obediência e autoridade, para ajudar a responder a algumas das questões mais perturbadoras relativas à Segunda Guerra Mundial e ao Holocausto. Da política das franjas da década de 1920 ao triunfo eleitoral e à mobilização em massa da década de 1930, passando pelo Holocausto e pelo eventual desaparecimento do regime, Laurence Rees traça a ascensão e queda das mentalidades nazis - incluindo as condições que permitiram o florescimento de uma ideologia tão violenta e o sofisticado esforço de propaganda que a sustentou - pela lente de 12 Avisos, destacando os sinais a que devemos estar atentos nos atuais líderes.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-mentalidade-nazi-de-laurence-rees-8428095');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Ser cidadão de um Estado moderno, hoje, significa usufruir de vantagens extraordinárias, mas também enfrentar desafios de uma complexidade profunda. O paradoxo que emerge da experiência da cidadania é inescapável: será o Estado que ajudámos a construir, para nossa segurança, a nossa salvação, ou a nossa desgraça? Poderá ser ambas? Todas as ideias aqui exploradas em capítulos independentes giram em torno da noção de Estado, contribuindo para explicar as suas origens e a forma como se relaciona com muitos dos dilemas e desafios que enfrentamos. O que podem ensinar-nos as noções de Samuel Butler sobre a estranha forma como escolhemos organizar sociedades? Como conseguiu Frederick Douglass expor o horror da escravatura e liderar o movimento que a aboliria? O que predizia Nietzsche para o futuro dos homens? E qual o impacto das suas ideias na nossa conceção atual de igualdade, justiça e revolução? De Rousseau a Rawls, do fascismo ao feminismo, do prazer à anarquia, a história das ideias constitui uma introdução brilhante à modernidade.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Ser cidadão de um Estado moderno, hoje, significa usufruir de vantagens extraordinárias, mas também enfrentar desafios de uma complexidade profunda. O paradoxo que emerge da experiência da cidadania é inescapável: será o Estado que ajudámos a construir, para nossa segurança, a nossa salvação, ou a nossa desgraça? Poderá ser ambas? Todas as ideias aqui exploradas em capítulos independentes giram em torno da noção de Estado, contribuindo para explicar as suas origens e a forma como se relaciona com muitos dos dilemas e desafios que enfrentamos. O que podem ensinar-nos as noções de Samuel Butler sobre a estranha forma como escolhemos organizar sociedades? Como conseguiu Frederick Douglass expor o horror da escravatura e liderar o movimento que a aboliria? O que predizia Nietzsche para o futuro dos homens? E qual o impacto das suas ideias na nossa conceção atual de igualdade, justiça e revolução? De Rousseau a Rawls, do fascismo ao feminismo, do prazer à anarquia, a história das ideias constitui uma introdução brilhante à modernidade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-historia-das-ideias-de-david-runciman-8427840');
});">
Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Jaime Nogueira Pinto percorre dois mil e quinhentos anos de história, arte, literatura e ciência para nos contar como têm vivido e morrido as pessoas em tempos de epidemia. É uma viagem marcada por sofrimento, carestia, doença e morte, e por grandes agitações nas sociedades, com convulsões políticas, miséria material, degradação dos costumes e desorientação espiritual. Recorrendo a fontes históricas tão diversas quanto O Livro do Apocalipse, a peça Édipo Rei, os estudos médicos de Galeno, a pintura Danças Macabras de Bernt Notke, o poema Nós, de Cesário Verde, ou o filme Philadelphia, com Tom Hanks, Contágios estabelece uma cronologia das principais epidemias que afectaram a humanidade e faz o balanço histórico das suas consequências políticas, sociais e culturais. Relato fascinante das epidemias tradicionais e das que surgiram recentemente - como o Ébola, a SIDA ou a Covid-19 - Contágios é o livro que nos ajuda a pensar sobre os fantasmas que nos assombram.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Jaime Nogueira Pinto percorre dois mil e quinhentos anos de história, arte, literatura e ciência para nos contar como têm vivido e morrido as pessoas em tempos de epidemia. É uma viagem marcada por sofrimento, carestia, doença e morte, e por grandes agitações nas sociedades, com convulsões políticas, miséria material, degradação dos costumes e desorientação espiritual. Recorrendo a fontes históricas tão diversas quanto O Livro do Apocalipse, a peça Édipo Rei, os estudos médicos de Galeno, a pintura Danças Macabras de Bernt Notke, o poema Nós, de Cesário Verde, ou o filme Philadelphia, com Tom Hanks, Contágios estabelece uma cronologia das principais epidemias que afectaram a humanidade e faz o balanço histórico das suas consequências políticas, sociais e culturais. Relato fascinante das epidemias tradicionais e das que surgiram recentemente - como o Ébola, a SIDA ou a Covid-19 - Contágios é o livro que nos ajuda a pensar sobre os fantasmas que nos assombram.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/contagios-2500-anos-de-pestes-de-jaime-nogueira-pinto-7238504');
});">
Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Cada família tem a sua história. No caso da família dos Santos é uma história extraordinária, em que entram um pai autoritário, uma filha milionária, um filho presidiário, um general ameaçador e um número enorme de intriguistas. O cenário é Angola, onde a grande maioria da população vive com menos de dois dólares por dia, e em particular a sua capital, Luanda, conhecida durante muito tempo como a Dubai de África. Depois de ter chegado ao poder quase por acaso, o patriarca distribui os recursos do país entre os seus próximos ao longo de trinta e oito anos. Com isto torna-se o todo-poderoso de um clã que em pouco tempo se tornou muito rico. Os seus membros são intocáveis e o seu reino anuncia-se eterno. Até ao dia em que é forçado a passar o testemunho. O novo homem forte, que, no entanto, faz parte da mesma família política, quer mudar as coisas. O seu alvo é o sistema dos Santos. Reviravoltas, golpes baixos e manipulação são os ingredientes de uma saga familiar de tirar a respiração. Uma história em que, infelizmente, tudo é verdade.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Cada família tem a sua história. No caso da família dos Santos é uma história extraordinária, em que entram um pai autoritário, uma filha milionária, um filho presidiário, um general ameaçador e um número enorme de intriguistas. O cenário é Angola, onde a grande maioria da população vive com menos de dois dólares por dia, e em particular a sua capital, Luanda, conhecida durante muito tempo como a Dubai de África. Depois de ter chegado ao poder quase por acaso, o patriarca distribui os recursos do país entre os seus próximos ao longo de trinta e oito anos. Com isto torna-se o todo-poderoso de um clã que em pouco tempo se tornou muito rico. Os seus membros são intocáveis e o seu reino anuncia-se eterno. Até ao dia em que é forçado a passar o testemunho. O novo homem forte, que, no entanto, faz parte da mesma família política, quer mudar as coisas. O seu alvo é o sistema dos Santos. Reviravoltas, golpes baixos e manipulação são os ingredientes de uma saga familiar de tirar a respiração. Uma história em que, infelizmente, tudo é verdade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-dominio-de-angola-de-estelle-maussion-7106560');
});">
Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Quem foram os Lusitanos? Como se desenrolou a Batalha de Aljubarrota? Por onde navegaram os marinheiros portugueses? Quem foi o Marquês de Pombal? Como foi a implantação da República? O que foi o 25 de Abril de 1974? Descobre os acontecimentos e as personagens mais importantes da História de Portugal desde os antecedentes da fundação da nacionalidade até à adesão de Portugal à União Europeia, numa obra de grande rigor científico e enriquecida com as mais recentes investigações. É uma história inesquecível que já conta com mais de 850 anos.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Quem foram os Lusitanos? Como se desenrolou a Batalha de Aljubarrota? Por onde navegaram os marinheiros portugueses? Quem foi o Marquês de Pombal? Como foi a implantação da República? O que foi o 25 de Abril de 1974? Descobre os acontecimentos e as personagens mais importantes da História de Portugal desde os antecedentes da fundação da nacionalidade até à adesão de Portugal à União Europeia, numa obra de grande rigor científico e enriquecida com as mais recentes investigações. É uma história inesquecível que já conta com mais de 850 anos.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/historia-de-portugal-de-antonio-leite-da-costa-7066938');
});">
Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Desde o seu nascimento, em 1984, que a vida de Kim Jong Un tem estado rodeada de mitos e propaganda, desde os mais inusitados (alegadamente era capaz de conduzir um automóvel aos três anos de idade) às histórias lugubremente sangrentas de familiares que morreram por ordem sua. Anna Fifield reconstrói nesta biografia o passado e o presente do líder norte-coreano com base no acesso exclusivo a fontes próximas do líder e dá o seu contributo para tentar explicar a missão dinástica da família Kim na Coreia do Norte. Poucas pessoas terão pensado que um jovem fanático de basquetebol, inexperiente, pouco saudável e educado na Suíça podia suster a unidade de um país que devia ter sucumbido há muitos anos, durante o despótico governo familiar da dinastia Kim. Mas Kim Jong Un não só sobreviveu, como prosperou, estimulado pela aprovação de Donald Trump e pelo mais estranho afeto da diplomacia. Numa perspetiva cética, mas aprofundada, Anna Fifield desenha um retrato fascinante do regime político mais bizarro e secreto do mundo, um país isolado, mas internacionalmente relevante, falido, mas detentor de armas nucleares, e do seu dirigente, o autoproclamado Líder Amado e Respeitado, Kim Jong Un.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Desde o seu nascimento, em 1984, que a vida de Kim Jong Un tem estado rodeada de mitos e propaganda, desde os mais inusitados (alegadamente era capaz de conduzir um automóvel aos três anos de idade) às histórias lugubremente sangrentas de familiares que morreram por ordem sua. Anna Fifield reconstrói nesta biografia o passado e o presente do líder norte-coreano com base no acesso exclusivo a fontes próximas do líder e dá o seu contributo para tentar explicar a missão dinástica da família Kim na Coreia do Norte. Poucas pessoas terão pensado que um jovem fanático de basquetebol, inexperiente, pouco saudável e educado na Suíça podia suster a unidade de um país que devia ter sucumbido há muitos anos, durante o despótico governo familiar da dinastia Kim. Mas Kim Jong Un não só sobreviveu, como prosperou, estimulado pela aprovação de Donald Trump e pelo mais estranho afeto da diplomacia. Numa perspetiva cética, mas aprofundada, Anna Fifield desenha um retrato fascinante do regime político mais bizarro e secreto do mundo, um país isolado, mas internacionalmente relevante, falido, mas detentor de armas nucleares, e do seu dirigente, o autoproclamado Líder Amado e Respeitado, Kim Jong Un.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-grande-sucessor-de-anna-fifield-7067988');
});">
Edição: Out 2019
Nº Páginas: 368
Sinopse:
“É pior, muito pior do que pensa”, alerta-nos David Wallace-Wells. O premiado jornalista sabe do que fala, há décadas que recolhe histórias sobre alterações climáticas. Algumas delas, no início, pareciam-lhe quase fábulas – como a dos cientistas que ficaram isolados numa ilha de gelo rodeados por ursos polares. Com o tempo, porém, deixou de ver nelas qualquer sentido alegórico. A realidade começou a fornecer-lhe material de reflexão cada vez mais sombrio. Os desastres climáticos sucedem-se agora a uma velocidade e a uma escala sem precedentes na história da humanidade. Ao mesmo tempo, todos os estudos científicos sobre a transformação em curso do nosso planeta apontam num único sentido – o fim do mundo tal como o conhecemos. É pois a partir dos factos observáveis, e das previsões possíveis sobre o modo como vamos viver, que este livro se constrói. Com um enorme sentido de urgência, e num tom que evoca a reportagem de guerra, o autor dá-nos, resumida e analisada, a informação mais relevante de que hoje dispomos. E o que todas as projeções antecipam é um cenário de horror bíblico: morte por hipertermia, por afogamento, por inanição, por falta de água potável, por desastres naturais e epidemias. E não estamos a falar de dezenas de pessoas, mas de milhões. E não estamos a falar no horizonte remoto de 2050 ou de 2100, mas daquilo que espera a nossa geração.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
“É pior, muito pior do que pensa”, alerta-nos David Wallace-Wells. O premiado jornalista sabe do que fala, há décadas que recolhe histórias sobre alterações climáticas. Algumas delas, no início, pareciam-lhe quase fábulas – como a dos cientistas que ficaram isolados numa ilha de gelo rodeados por ursos polares. Com o tempo, porém, deixou de ver nelas qualquer sentido alegórico. A realidade começou a fornecer-lhe material de reflexão cada vez mais sombrio. Os desastres climáticos sucedem-se agora a uma velocidade e a uma escala sem precedentes na história da humanidade. Ao mesmo tempo, todos os estudos científicos sobre a transformação em curso do nosso planeta apontam num único sentido – o fim do mundo tal como o conhecemos. É pois a partir dos factos observáveis, e das previsões possíveis sobre o modo como vamos viver, que este livro se constrói. Com um enorme sentido de urgência, e num tom que evoca a reportagem de guerra, o autor dá-nos, resumida e analisada, a informação mais relevante de que hoje dispomos. E o que todas as projeções antecipam é um cenário de horror bíblico: morte por hipertermia, por afogamento, por inanição, por falta de água potável, por desastres naturais e epidemias. E não estamos a falar de dezenas de pessoas, mas de milhões. E não estamos a falar no horizonte remoto de 2050 ou de 2100, mas daquilo que espera a nossa geração.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-terra-inabitavel-de-david-wallace-wells-7052765');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Esta é a história da ascensão e queda de uma Corte iluminada pela presença de mulheres leitoras, amantes de livros, apaixonadas pela improvisação poética, cantoras afeiçoadas aos bailes, exímias dançarinas, mulheres cuja vida se compreende entre os reinados de Manuel I e Sebastião (1495-1578). Mulheres escritoras, rodopiando em salas, tocando alaúde, improvisando versos, dando conselhos a ministros e embaixadores, argumentando diante dos doutores, organizando a biblioteca das rainhas e princesas. Influenciadas pela Itália renascentista, combateram a favor de uma religião do espírito, colocando no centro do debate a ascensão da mulher e a crítica do poder, o raciocínio sobre o amor e o desejo. Durante vinte anos, os salões animaram-se com os apaixonados, desesperados perante o comando feminino da literatura. Os poetas rastejaram, perderam olhos e braços, entraram para conventos, fugiram para a Ásia, soçobraram perante os desafios do amor, enquanto as mulheres envelheciam, condenadas a uma solidão imposta, fechando a mente e o corpo em salas cobertas de luto. Mas enquanto a Corte das Mulheres existiu, brilharam a erudição de Joana Vaz, Públia Hortênsia de Castro e Luísa Sigeia, a música de Paula Vicente, o comportamento irónico e provocador de Francisca de Aragão e Guiomar de Blaesvelt, assim como os versos de Camões, Jorge de Montemor e Francisco de Morais, lidos por Cervantes, Lope de Vega e Shakespeare. Naquele tempo, os livros de amor gravitaram em torno da infanta Maria e da princesa Joana de Áustria, num exuberante mundo feminino prestes a nascer. O que aconteceu a esse século de ouro?
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Esta é a história da ascensão e queda de uma Corte iluminada pela presença de mulheres leitoras, amantes de livros, apaixonadas pela improvisação poética, cantoras afeiçoadas aos bailes, exímias dançarinas, mulheres cuja vida se compreende entre os reinados de Manuel I e Sebastião (1495-1578). Mulheres escritoras, rodopiando em salas, tocando alaúde, improvisando versos, dando conselhos a ministros e embaixadores, argumentando diante dos doutores, organizando a biblioteca das rainhas e princesas. Influenciadas pela Itália renascentista, combateram a favor de uma religião do espírito, colocando no centro do debate a ascensão da mulher e a crítica do poder, o raciocínio sobre o amor e o desejo. Durante vinte anos, os salões animaram-se com os apaixonados, desesperados perante o comando feminino da literatura. Os poetas rastejaram, perderam olhos e braços, entraram para conventos, fugiram para a Ásia, soçobraram perante os desafios do amor, enquanto as mulheres envelheciam, condenadas a uma solidão imposta, fechando a mente e o corpo em salas cobertas de luto. Mas enquanto a Corte das Mulheres existiu, brilharam a erudição de Joana Vaz, Públia Hortênsia de Castro e Luísa Sigeia, a música de Paula Vicente, o comportamento irónico e provocador de Francisca de Aragão e Guiomar de Blaesvelt, assim como os versos de Camões, Jorge de Montemor e Francisco de Morais, lidos por Cervantes, Lope de Vega e Shakespeare. Naquele tempo, os livros de amor gravitaram em torno da infanta Maria e da princesa Joana de Áustria, num exuberante mundo feminino prestes a nascer. O que aconteceu a esse século de ouro?
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-corte-das-mulheres-de-andre-canhoto-costa-8428608');
});">
Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 184
Sinopse:
A 20 de outubro de 2018, Judite Sousa partiu para o Brasil, como enviada especial da TVI, para fazer a cobertura da campanha da segunda volta do candidato Jair Bolsonaro. À chegada ao Rio de Janeiro, a repórter encontrou um país a gritar por mudança. Esse desejo de mudar tinha um rosto: Jair Bolsonaro, ex-militar e deputado de extrema-direita, que agora jurava dar um novo rumo ao Brasil. Judite Sousa viu-se confrontada com o imprevisto. Bolsonaro, que fora agredido com uma facada na campanha para a primeira volta das eleições presidenciais, teria de ficar em casa durante as duas semanas da campanha para a segunda volta, tornando-se assim no candidato invisível. Sem debates ou ações de rua, como seria possível para a TVI fazer as reportagens para Lisboa? Bolsonaro usava as redes sociais para fazer passar as suas mensagens ao eleitorado brasileiro, um meio de comunicação privilegiado das novas democracias. O perigo da extrema-direita, aliado ao poder das tecnologias, tornou-se o ângulo principal do trabalho de Judite Sousa. Neste livro, a autora parte da realidade política do Brasil para analisar outras democracias que aparentam estar em crise e onde os eleitores são conquistados através do WhatsApp, do Facebook, do Twitter e das fake news - esse fenómeno viral que elege ou destitui políticos e ensombra a História contemporânea.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
A 20 de outubro de 2018, Judite Sousa partiu para o Brasil, como enviada especial da TVI, para fazer a cobertura da campanha da segunda volta do candidato Jair Bolsonaro. À chegada ao Rio de Janeiro, a repórter encontrou um país a gritar por mudança. Esse desejo de mudar tinha um rosto: Jair Bolsonaro, ex-militar e deputado de extrema-direita, que agora jurava dar um novo rumo ao Brasil. Judite Sousa viu-se confrontada com o imprevisto. Bolsonaro, que fora agredido com uma facada na campanha para a primeira volta das eleições presidenciais, teria de ficar em casa durante as duas semanas da campanha para a segunda volta, tornando-se assim no candidato invisível. Sem debates ou ações de rua, como seria possível para a TVI fazer as reportagens para Lisboa? Bolsonaro usava as redes sociais para fazer passar as suas mensagens ao eleitorado brasileiro, um meio de comunicação privilegiado das novas democracias. O perigo da extrema-direita, aliado ao poder das tecnologias, tornou-se o ângulo principal do trabalho de Judite Sousa. Neste livro, a autora parte da realidade política do Brasil para analisar outras democracias que aparentam estar em crise e onde os eleitores são conquistados através do WhatsApp, do Facebook, do Twitter e das fake news - esse fenómeno viral que elege ou destitui políticos e ensombra a História contemporânea.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/politico-esfaqueado-ou-e-morto-ou-e-eleito-de-judite-sousa-6817017');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Neste livro, e com a frontalidade que o caracteriza, Rui Moreira não deixa nada por dizer. Quase a terminar o terceiro mandato como independente na presidência da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira reúne um conjunto de textos nos quais aponta um país «de brandos mas cada vez piores costumes» e sobrecentralizado na capital, reflete sobre o descrédito do sistema judicial e a crise de confiança nas instituições democráticas, denuncia uma «Constituição maçadora e obsessiva» que «se protege dos cidadãos», e não esquece questões que têm estado no centro da discórdia, como o turismo e a imigração. Em Ponto Final, Rui Moreira não usa meias palavras para fazer reparos, mas também indica soluções para os problemas da educação («a escola pública é o único elevador social de que dispomos»), dos transportes (como a localização do novo aeroporto de Lisboa e a Linha do Norte), do excesso de burocracia e da proteção social. Olha também para a Europa e para o Mundo, mas é sempre ao Porto, «a cidade que teve a desfaçatez de crescer, modernizar-se, ganhar qualidade de vida, tornar-se mais democrática e cosmopolita», que regressa.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Neste livro, e com a frontalidade que o caracteriza, Rui Moreira não deixa nada por dizer. Quase a terminar o terceiro mandato como independente na presidência da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira reúne um conjunto de textos nos quais aponta um país «de brandos mas cada vez piores costumes» e sobrecentralizado na capital, reflete sobre o descrédito do sistema judicial e a crise de confiança nas instituições democráticas, denuncia uma «Constituição maçadora e obsessiva» que «se protege dos cidadãos», e não esquece questões que têm estado no centro da discórdia, como o turismo e a imigração. Em Ponto Final, Rui Moreira não usa meias palavras para fazer reparos, mas também indica soluções para os problemas da educação («a escola pública é o único elevador social de que dispomos»), dos transportes (como a localização do novo aeroporto de Lisboa e a Linha do Norte), do excesso de burocracia e da proteção social. Olha também para a Europa e para o Mundo, mas é sempre ao Porto, «a cidade que teve a desfaçatez de crescer, modernizar-se, ganhar qualidade de vida, tornar-se mais democrática e cosmopolita», que regressa.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/ponto-final-de-rui-moreira-8428455');
});">
Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Com boas notas, e a estudar num dos melhores colégios de Lisboa, Gonçalo é o filho que todos os pais gostariam de ter. Desde cedo, ele e o grupo de amigos são bombardeados com imagens sexuais em filmes, séries, videoclips, anúncios e celebridades levando a uma erotização precoce. A ausência de educação sexual por parte dos pais e colégio leva-os a investigar o extenso mundo da pornografia na internet. Em simultâneo, a sua impreparação para lidarem com as redes sociais leva-os a serem participantes e vítimas na busca vertiginosa de likes para ultrapassarem a mítica marca dos 1000 amigos. Eles apenas pensam nos desafios e nunca nas consequências. As drogas legais, o sexting, a masturbação online com estranhos, serem paparazzi da vida uns dos outros e a prostituição com mulheres mais velhas fazem parte do seu estilo de vida, onde o futuro não existe, apenas o logo à noite.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
Com boas notas, e a estudar num dos melhores colégios de Lisboa, Gonçalo é o filho que todos os pais gostariam de ter. Desde cedo, ele e o grupo de amigos são bombardeados com imagens sexuais em filmes, séries, videoclips, anúncios e celebridades levando a uma erotização precoce. A ausência de educação sexual por parte dos pais e colégio leva-os a investigar o extenso mundo da pornografia na internet. Em simultâneo, a sua impreparação para lidarem com as redes sociais leva-os a serem participantes e vítimas na busca vertiginosa de likes para ultrapassarem a mítica marca dos 1000 amigos. Eles apenas pensam nos desafios e nunca nas consequências. As drogas legais, o sexting, a masturbação online com estranhos, serem paparazzi da vida uns dos outros e a prostituição com mulheres mais velhas fazem parte do seu estilo de vida, onde o futuro não existe, apenas o logo à noite.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-fim-da-inocencia-ii-de-francisco-salgueiro-5085565');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Uma análise fascinante sobre o equilíbrio entre o mundo árabe e o mundo ocidental - será que há esperança num futuro de paz e estabilidade? Numa operação de charme para conquistar o Ocidente, a Arábia Saudita, a primeira potência do Médio Oriente, tem sofrido várias metamorfoses, que vão da geopolítica, energia e economia e finanças à tecnologia e à luta contra as alterações climáticas. Por outro lado, parece emergir da vitimização anti-Israel a vontade de quebrar a cadeia de ódio contra o Ocidente (e o seu financiamento), que conduziu à propagação da Jihad e da violência fanática. A enorme área em desenvolvimento, entre o Golfo Pérsico e o Mar Vermelho, atrai investimento e empresas estrangeiras e acolhe novos fluxos de empresários, turistas, estudantes e investigadores. Assistimos ainda à secularização em curso, que reduz os poderes do clero islâmico, liberaliza os costumes e melhora os direitos das mulheres. Mas o que está por trás de tudo isto? Neste livro, e inspirado nas suas mais recentes viagens, Federico Rampini revela-nos o novo império árabe e põe a descoberto as mudanças operadas por um regime autoritário (que deve ser mantido sob guarda), mas que quer relançar o seu papel no mundo, recordando o que foi a idade de ouro da sua civilização. Agora que o Médio Oriente está de novo em chamas, de que lado se encontra a Arábia Saudita? A ameaça é permanente, perante um adversário como o Irão e com o conflito israelo-palestiniano, que afeta líderes e povos de toda a região. Mas o desenvolvimento de África, a estabilidade do Mediterrâneo, a segurança mundial e a transição para uma economia menos condicionada pelo petróleo também dependem do sucesso, ou não, dos planos futuristas que emergem nesta parte do mundo.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Uma análise fascinante sobre o equilíbrio entre o mundo árabe e o mundo ocidental - será que há esperança num futuro de paz e estabilidade? Numa operação de charme para conquistar o Ocidente, a Arábia Saudita, a primeira potência do Médio Oriente, tem sofrido várias metamorfoses, que vão da geopolítica, energia e economia e finanças à tecnologia e à luta contra as alterações climáticas. Por outro lado, parece emergir da vitimização anti-Israel a vontade de quebrar a cadeia de ódio contra o Ocidente (e o seu financiamento), que conduziu à propagação da Jihad e da violência fanática. A enorme área em desenvolvimento, entre o Golfo Pérsico e o Mar Vermelho, atrai investimento e empresas estrangeiras e acolhe novos fluxos de empresários, turistas, estudantes e investigadores. Assistimos ainda à secularização em curso, que reduz os poderes do clero islâmico, liberaliza os costumes e melhora os direitos das mulheres. Mas o que está por trás de tudo isto? Neste livro, e inspirado nas suas mais recentes viagens, Federico Rampini revela-nos o novo império árabe e põe a descoberto as mudanças operadas por um regime autoritário (que deve ser mantido sob guarda), mas que quer relançar o seu papel no mundo, recordando o que foi a idade de ouro da sua civilização. Agora que o Médio Oriente está de novo em chamas, de que lado se encontra a Arábia Saudita? A ameaça é permanente, perante um adversário como o Irão e com o conflito israelo-palestiniano, que afeta líderes e povos de toda a região. Mas o desenvolvimento de África, a estabilidade do Mediterrâneo, a segurança mundial e a transição para uma economia menos condicionada pelo petróleo também dependem do sucesso, ou não, dos planos futuristas que emergem nesta parte do mundo.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/o-novo-imperio-arabe-de-federico-rampini-8422925');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A Mesopotâmia é conhecida como o «berço da civilização» e da escrita. No auge da sua influência, a região entre os rios Tigre e Eufrates viu nascer as primeiras cidades do mundo, o primeiro sistema de escrita, os primeiros registos históricos, bem como os mitos, a medicina, a literatura, a astronomia e a religião que revolucionariam sociedades em grande parte do mundo. A historiadora Moudhy Al-Rashid aproxima-nos deste passado antigo e das vidas das pessoas que viveram nesta sociedade extraordinária. As centenas de milhares de tabuinhas de argila da Mesopotâmia antiga contam histórias com uma maravilhosa ressonância com o nosso quotidiano: um pai a tentar desesperadamente acalmar um bebé, um adolescente entediado a fazer rabiscos durante uma aula, um cervejeiro a recolher ingredientes para fazer cerveja ou um escravo a tentar negociar a sua liberdade. Através das peças de um museu com 2500 anos, colecionadas por uma princesa que viveu há mais de vinte e cinco séculos, Al-Rashid apresenta-nos diferentes períodos da história da Mesopotâmia, revelando aspetos da sociedade e da cultura que ainda nos nossos dias nos parecem familiares, como a guerra, a educação, a língua, os direitos das mulheres, a religião e o divino. Estes artefactos não só dão vida àquela região, como nos mostram que as pessoas que consideramos «antigas» tinham, de facto, um sentido altamente desenvolvido da sua própria história. Dando vida e cor a uma sociedade complexa e surpreendentemente moderna, este livro investiga o que a história significava naquela época, o que ela significa hoje e o que podemos aprender com o passado distante.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A Mesopotâmia é conhecida como o «berço da civilização» e da escrita. No auge da sua influência, a região entre os rios Tigre e Eufrates viu nascer as primeiras cidades do mundo, o primeiro sistema de escrita, os primeiros registos históricos, bem como os mitos, a medicina, a literatura, a astronomia e a religião que revolucionariam sociedades em grande parte do mundo. A historiadora Moudhy Al-Rashid aproxima-nos deste passado antigo e das vidas das pessoas que viveram nesta sociedade extraordinária. As centenas de milhares de tabuinhas de argila da Mesopotâmia antiga contam histórias com uma maravilhosa ressonância com o nosso quotidiano: um pai a tentar desesperadamente acalmar um bebé, um adolescente entediado a fazer rabiscos durante uma aula, um cervejeiro a recolher ingredientes para fazer cerveja ou um escravo a tentar negociar a sua liberdade. Através das peças de um museu com 2500 anos, colecionadas por uma princesa que viveu há mais de vinte e cinco séculos, Al-Rashid apresenta-nos diferentes períodos da história da Mesopotâmia, revelando aspetos da sociedade e da cultura que ainda nos nossos dias nos parecem familiares, como a guerra, a educação, a língua, os direitos das mulheres, a religião e o divino. Estes artefactos não só dão vida àquela região, como nos mostram que as pessoas que consideramos «antigas» tinham, de facto, um sentido altamente desenvolvido da sua própria história. Dando vida e cor a uma sociedade complexa e surpreendentemente moderna, este livro investiga o que a história significava naquela época, o que ela significa hoje e o que podemos aprender com o passado distante.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/a-mesopotamia-antiga-e-o-nascimento-da-historia-de-moudhy-al-rashid-8420408');
});">
Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 404
Sinopse:
UM DOS GRANDES LIVROS SOBRE A QUESTÃO ISRAELO-PALESTINIANA «Em nome de Deus, que a Palestina seja deixada em paz.» É desta forma que o presidente da câmara de Jerusalém termina a carta enviada em 1899 a Theodore Herzl, pai do movimento sionista, onde explicava que a Palestina tinha habitantes nativos e advertia para os perigos que se aproximavam. E é com este relato que Rashid Khalidi, o maior historiador do Médio Oriente nos Estados Unidos e sobrinho-neto do autor da dita carta, inicia a sua narrativa sobre os palestinianos e a guerra contra eles travada. Original, envolvente e marcante, Palestina – Uma Biografia cruza eventos históricos, materiais de arquivo nunca antes explorados e relatos de gerações, tratando de forma simultaneamente sóbria e emotiva os factos de um confronto trágico entre dois povos que reivindicam o mesmo território. Esta não é uma crónica de vitimização, uma tentativa de branquear os erros dos líderes palestinianos nem a negação da emergência de movimentos nacionalistas de ambos os lados. É, antes, uma nova e esclarecedora visão de um conflito com mais de um século, uma história de colonização e de resistência de um povo que não abdica de existir. «Uma obra fascinante e original, a primeira a explorar a guerra contra os palestinianos com base numa profunda imersão na sua luta…» Naom Chomsky
Nº Páginas: 404
Sinopse:
UM DOS GRANDES LIVROS SOBRE A QUESTÃO ISRAELO-PALESTINIANA «Em nome de Deus, que a Palestina seja deixada em paz.» É desta forma que o presidente da câmara de Jerusalém termina a carta enviada em 1899 a Theodore Herzl, pai do movimento sionista, onde explicava que a Palestina tinha habitantes nativos e advertia para os perigos que se aproximavam. E é com este relato que Rashid Khalidi, o maior historiador do Médio Oriente nos Estados Unidos e sobrinho-neto do autor da dita carta, inicia a sua narrativa sobre os palestinianos e a guerra contra eles travada. Original, envolvente e marcante, Palestina – Uma Biografia cruza eventos históricos, materiais de arquivo nunca antes explorados e relatos de gerações, tratando de forma simultaneamente sóbria e emotiva os factos de um confronto trágico entre dois povos que reivindicam o mesmo território. Esta não é uma crónica de vitimização, uma tentativa de branquear os erros dos líderes palestinianos nem a negação da emergência de movimentos nacionalistas de ambos os lados. É, antes, uma nova e esclarecedora visão de um conflito com mais de um século, uma história de colonização e de resistência de um povo que não abdica de existir. «Uma obra fascinante e original, a primeira a explorar a guerra contra os palestinianos com base numa profunda imersão na sua luta…» Naom Chomsky
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/palestina-uma-biografia-de-rashid-khalidi-cem-anos-de-guerra-e-resistencia-7594017');
});">
Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma História do Diabo é uma investigação empolgante sobre o Mal desde tempos remotos até à atualidade. Cruzando habilmente história divulgativa com reportagens de true crime, o autor e jornalista Randall Sullivan tão depressa recua através dos séculos para descrever as várias faces do demónio em múltiplas épocas, religiões e culturas, como viaja até à selva do México dos dias de hoje para participar num concorrido encontro com El Diablo, relatando ainda, entre outros episódios inquietantes, o exorcismo mais famoso da América ou a paranoia coletiva acerca de um culto satânico que contaminou uma comunidade do Texas na sequência de um achado sinistro em 1988. Um retrato ousado, vivo e recheado de suspense da grande figura das trevas e do lado mais obscuro do ser humano.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma História do Diabo é uma investigação empolgante sobre o Mal desde tempos remotos até à atualidade. Cruzando habilmente história divulgativa com reportagens de true crime, o autor e jornalista Randall Sullivan tão depressa recua através dos séculos para descrever as várias faces do demónio em múltiplas épocas, religiões e culturas, como viaja até à selva do México dos dias de hoje para participar num concorrido encontro com El Diablo, relatando ainda, entre outros episódios inquietantes, o exorcismo mais famoso da América ou a paranoia coletiva acerca de um culto satânico que contaminou uma comunidade do Texas na sequência de um achado sinistro em 1988. Um retrato ousado, vivo e recheado de suspense da grande figura das trevas e do lado mais obscuro do ser humano.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/uma-historia-do-diabo-de-randall-sullivan-8423283');
});">
Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 124
Sinopse:
A fundação do Estado de Israel, em 1948, precipitou a divisão fraturante que continua a irromper de forma violenta e trágica até hoje.
Nº Páginas: 124
Sinopse:
A fundação do Estado de Israel, em 1948, precipitou a divisão fraturante que continua a irromper de forma violenta e trágica até hoje.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/porque-teme-israel-a-palestina-de-raja-shehadeh-8087399');
});">
Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Os tempos atuais são muito desafiantes. As dinâmicas sociais nacionais e internacionais exigem uma atitude reflexiva, uma indagação constante e um projeto de enunciados que ousem responder às pessoas e às comunidades. A Europa, em geral, e Portugal, em particular, constituem-se como territórios de múltiplos movimentos, uns mais evidentes do que outros, uns mais positivos do que outros. Estas dinâmicas ocorrem num contexto de inserção em processos económicos e sociais globais, exigentes em todas as suas vertentes. Importa conhecer, diagnosticar, inquietar e pôr em debate. Igualmente, importa apontar caminhos, definir estratégias, em ambiente mais ou menos académico, mas sempre num debate alargado, para o qual este livro pretende contribuir. O livro organiza-se numa lógica temática e de acordo com as diferentes escalas territoriais, mais ou menos globais, mais ou menos locais. Pretende discutir algumas das dimensões mais relevantes das sociedades atuais, sistematizando debates que importa aprofundar face aos enormes desafios com que nos deparamos, contribuindo dessa forma para o fundamental debate social. "Ler é sempre aprender, e neste caso é aprender sobre quem escreve, o Eduardo Vítor Rodrigues é um moderado de convicções profundas, o que, num mundo de "cancelamentos"e de geste que rasga vestes por causas que não duram mais do que uma tarde, é coisa rara e de valor.", João Pedro Matos Fernandes, prefácio.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Os tempos atuais são muito desafiantes. As dinâmicas sociais nacionais e internacionais exigem uma atitude reflexiva, uma indagação constante e um projeto de enunciados que ousem responder às pessoas e às comunidades. A Europa, em geral, e Portugal, em particular, constituem-se como territórios de múltiplos movimentos, uns mais evidentes do que outros, uns mais positivos do que outros. Estas dinâmicas ocorrem num contexto de inserção em processos económicos e sociais globais, exigentes em todas as suas vertentes. Importa conhecer, diagnosticar, inquietar e pôr em debate. Igualmente, importa apontar caminhos, definir estratégias, em ambiente mais ou menos académico, mas sempre num debate alargado, para o qual este livro pretende contribuir. O livro organiza-se numa lógica temática e de acordo com as diferentes escalas territoriais, mais ou menos globais, mais ou menos locais. Pretende discutir algumas das dimensões mais relevantes das sociedades atuais, sistematizando debates que importa aprofundar face aos enormes desafios com que nos deparamos, contribuindo dessa forma para o fundamental debate social. "Ler é sempre aprender, e neste caso é aprender sobre quem escreve, o Eduardo Vítor Rodrigues é um moderado de convicções profundas, o que, num mundo de "cancelamentos"e de geste que rasga vestes por causas que não duram mais do que uma tarde, é coisa rara e de valor.", João Pedro Matos Fernandes, prefácio.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/mundo-em-mudanca-de-eduardo-vitor-rodrigues-olhar-em-frente-acreditar-no-futuro-8048814');
});">
Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
«Podemos prestar cuidados básicos a todos e estar prontos para fazer face a qualquer doença que surja – e contê-la. Neste livro explico o plano para eliminar a ameaça que as pandemias representam para a humanidade e os passos que temos de dar para que não tenhamos de viver outra catástrofe como a COVID.» BILL GATES A pandemia da COVID-19 ainda não acabou. Enquanto os governos de todo o mundo tentam controlá-la, também já falam sobre o que poderá acontecer a seguir. Como evitar que uma nova pandemia mate milhões de pessoas e arrase a economia mundial? É legítimo pensarmos que vamos consegui-lo? Bill Gates acredita que sim e neste livro expõe de forma clara e convincente o que o mundo deveria ter aprendido com a COVID-19 e o que todos nós podemos fazer para evitar outro desastre como este. Apoiado no conhecimento partilhado pelos maiores especialistas mundiais e na sua própria experiência no combate a doenças fatais através da Fundação Gates, explica o funcionamento das doenças provocadas pelos coronavírus e mostra como as nações do mundo, trabalhando juntas e cooperando com o setor privado, podem não só evitar outra catástrofe semelhante à COVID, mas também eliminar todas as doenças respiratórias, incluindo a gripe. Este é um apelo claro, global e sério, feito por um dos maiores e mais eficazes pensadores e ativistas da atualidade.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
«Podemos prestar cuidados básicos a todos e estar prontos para fazer face a qualquer doença que surja – e contê-la. Neste livro explico o plano para eliminar a ameaça que as pandemias representam para a humanidade e os passos que temos de dar para que não tenhamos de viver outra catástrofe como a COVID.» BILL GATES A pandemia da COVID-19 ainda não acabou. Enquanto os governos de todo o mundo tentam controlá-la, também já falam sobre o que poderá acontecer a seguir. Como evitar que uma nova pandemia mate milhões de pessoas e arrase a economia mundial? É legítimo pensarmos que vamos consegui-lo? Bill Gates acredita que sim e neste livro expõe de forma clara e convincente o que o mundo deveria ter aprendido com a COVID-19 e o que todos nós podemos fazer para evitar outro desastre como este. Apoiado no conhecimento partilhado pelos maiores especialistas mundiais e na sua própria experiência no combate a doenças fatais através da Fundação Gates, explica o funcionamento das doenças provocadas pelos coronavírus e mostra como as nações do mundo, trabalhando juntas e cooperando com o setor privado, podem não só evitar outra catástrofe semelhante à COVID, mas também eliminar todas as doenças respiratórias, incluindo a gripe. Este é um apelo claro, global e sério, feito por um dos maiores e mais eficazes pensadores e ativistas da atualidade.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/como-prevenir-a-proxima-pandemia-de-bill-gates-7578937');
});">
Edição: Nov 2023
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Diário De Uma Invasão É O Testemunho Da Luta De Andrei Kurkov Contra A Guerra Imposta À Ucrânia Pela Rússia, Desde Os Meses Que Antecederam O Início Da Invasão Até Aos Desenvolvimentos Mais Recentes.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Diário De Uma Invasão É O Testemunho Da Luta De Andrei Kurkov Contra A Guerra Imposta À Ucrânia Pela Rússia, Desde Os Meses Que Antecederam O Início Da Invasão Até Aos Desenvolvimentos Mais Recentes.
{
Alpine.store('xUpdateVariantQuanity').updateQuantity('template--28264987066634__product-grid', '/products/diario-de-uma-invasao-de-andrei-kurkov-7924579');
});">
