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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Um romance premiado, com um enredo provocador, imaginativo e satírico. Branca, de cabelos loiros e olhos azuis, Doris é capturada ainda criança e enviada da Europa para o Novo Mundo - uma terra distante e desconhecida, situada do outro lado do mar e de onde ninguém regressa. Tal como tantos outros da sua raça que caem nas malhas titânicas do Comércio de Escravos, Doris despede-se do seu nome, da sua língua, da sua terra. Após sobreviver muito a custo à terrível travessia da rota transatlântica, resta-lhe ser vendida a uma família negra, rica e poderosa, e adaptar-se a uma nova vida de servidão e a uma cultura que não é a sua. Porém, ao contrário de quem já nasce escravo, a rebatizada Omorenomwara sabe o que é ser livre e sonha todos os dias com a fuga. Quando essa oportunidade finalmente se lhe apresenta, ela não hesita, mesmo sabendo que isso pode significar a morte. Um romance provocador e irónico que, ao forjar um mundo às avessas onde os escravos são os europeus e os senhores, os africanos, desconstrói a História e a nossa noção de identidade, não poupando ninguém, nem opressores nem oprimidos.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Um romance premiado, com um enredo provocador, imaginativo e satírico. Branca, de cabelos loiros e olhos azuis, Doris é capturada ainda criança e enviada da Europa para o Novo Mundo - uma terra distante e desconhecida, situada do outro lado do mar e de onde ninguém regressa. Tal como tantos outros da sua raça que caem nas malhas titânicas do Comércio de Escravos, Doris despede-se do seu nome, da sua língua, da sua terra. Após sobreviver muito a custo à terrível travessia da rota transatlântica, resta-lhe ser vendida a uma família negra, rica e poderosa, e adaptar-se a uma nova vida de servidão e a uma cultura que não é a sua. Porém, ao contrário de quem já nasce escravo, a rebatizada Omorenomwara sabe o que é ser livre e sonha todos os dias com a fuga. Quando essa oportunidade finalmente se lhe apresenta, ela não hesita, mesmo sabendo que isso pode significar a morte. Um romance provocador e irónico que, ao forjar um mundo às avessas onde os escravos são os europeus e os senhores, os africanos, desconstrói a História e a nossa noção de identidade, não poupando ninguém, nem opressores nem oprimidos.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Mia Couto habituou o leitor à sua escrita aglutinada, justaposta, criadora e inovadora, musical, intensa, profundamente meiga e crua, poética.Dialoga com o leitor com a maior das intimidades, numa quase perfeita sintonia. "Raiz de Orvalho e Outros Poemas" é uma recolha de poemas com datas diversas, com um conjunto de novos poemas (todos da década de 80) e seleção de outros que faziam parte da edição moçambicana, publicada em Maputo, em 1983, com o título "Raiz de Orvalho". Segundo o próprio autor, alguns não resistiram ao tempo, noutros ele próprio não se reconhece já. Mas todos estes versos fazem parte do seu percurso. E daqui ele partiu a desvendar outros terrenos. Terrenos que afortunadamente hoje podemos conhecer.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Mia Couto habituou o leitor à sua escrita aglutinada, justaposta, criadora e inovadora, musical, intensa, profundamente meiga e crua, poética.Dialoga com o leitor com a maior das intimidades, numa quase perfeita sintonia. "Raiz de Orvalho e Outros Poemas" é uma recolha de poemas com datas diversas, com um conjunto de novos poemas (todos da década de 80) e seleção de outros que faziam parte da edição moçambicana, publicada em Maputo, em 1983, com o título "Raiz de Orvalho". Segundo o próprio autor, alguns não resistiram ao tempo, noutros ele próprio não se reconhece já. Mas todos estes versos fazem parte do seu percurso. E daqui ele partiu a desvendar outros terrenos. Terrenos que afortunadamente hoje podemos conhecer.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma rainha deveria ser recatada, inspirar respeito e admiração e ser um modelo de virtude para todas as mulheres do reino. Enquanto princesa, recebia uma educação que a preparava para servir ao marido e ao Estado. Uma vez mulher do monarca reinante, a sua principal obrigação era prover a Coroa de herdeiros varões. Contudo, algumas soberanas que dominaram a Europa do século XVI ao século XIX decidiram romper com o padrão de retidão feminina que lhes fora imposto, adotando uma nova conduta social e mudando o rumo da História. Em "Rainhas Trágicas", o historiador Renato Drummond Neto apresenta 15 soberanas que deixaram a sua marca e mostra de que forma transcenderam as regras do período em que viveram, pagando, por vezes, um preço demasiado alto. Soberanas retratadas: Isabel de York; Margarida de Valois; Isabel I de Castela; Vitória do Reino Unido; Joana I de Castela; Maria I de Portugal; Ana Bolena; Maria I de Inglaterra; Isabel I de Inglaterra; Maria Stuart; Catarina de Médici; Maria Antonieta; Carlota Joaquina; Amélia de Leuchtenberg; Maria Leopoldina de Áustria.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma rainha deveria ser recatada, inspirar respeito e admiração e ser um modelo de virtude para todas as mulheres do reino. Enquanto princesa, recebia uma educação que a preparava para servir ao marido e ao Estado. Uma vez mulher do monarca reinante, a sua principal obrigação era prover a Coroa de herdeiros varões. Contudo, algumas soberanas que dominaram a Europa do século XVI ao século XIX decidiram romper com o padrão de retidão feminina que lhes fora imposto, adotando uma nova conduta social e mudando o rumo da História. Em "Rainhas Trágicas", o historiador Renato Drummond Neto apresenta 15 soberanas que deixaram a sua marca e mostra de que forma transcenderam as regras do período em que viveram, pagando, por vezes, um preço demasiado alto. Soberanas retratadas: Isabel de York; Margarida de Valois; Isabel I de Castela; Vitória do Reino Unido; Joana I de Castela; Maria I de Portugal; Ana Bolena; Maria I de Inglaterra; Isabel I de Inglaterra; Maria Stuart; Catarina de Médici; Maria Antonieta; Carlota Joaquina; Amélia de Leuchtenberg; Maria Leopoldina de Áustria.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen nasceu em 1837 no principado de Sigmaringen, no atual estado alemão de Baden-Wurtemberg. Era neta do príncipe reinante, filha dos príncipes herdeiros e parente próxima dos Bonaparte. Rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro V em 1858, faleceu em Lisboa no ano seguinte. A sua curta vida, tão ao gosto romântico, foi rapidamente idealizada. Mulher instruída, com convicções políticas firmes e espírito reformador, foi, contudo, incapaz de ter a influência que desejava. Quanto à apreciação da relação conjugal, também aqui este livro se afasta da interpretação comum. Maria Pia de Saboia nasceu em 1847 em Turim, capital do reino da Sardenha. Era neta do rei Carlos Alberto, filha dos príncipes-herdeiros, Vítor Manuel de Saboia e Maria Adelaide de Habsburgo. Tornou-se rainha de Portugal em 1862, não tendo ainda 15 anos.A figura de Maria Pia tem sido tratada com displicência, dela se forjando uma imagem distorcida. O recurso a documentação privada permite rever profundamente a sua personalidade.Mulher inteligente, generosa, arrojada e majestosa, foi a rainha mais amada no século XIX, a que mais tempo "reinou" e a que mais contribuiu para a boa imagem da família real, apesar dos seus gastos. Manteve com D. Luís uma relação terna e cúmplice, inclusive em assuntos políticos. No reinado de D. Carlos exerceu ação diplomática até agora ignorada. Quanto ao rumor sobre a sua loucura após o Regicídio, não se encontraram provas que o sustentem. Faleceu no seu Piemonte natal em 1911, após 9 meses de exílio.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen nasceu em 1837 no principado de Sigmaringen, no atual estado alemão de Baden-Wurtemberg. Era neta do príncipe reinante, filha dos príncipes herdeiros e parente próxima dos Bonaparte. Rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Pedro V em 1858, faleceu em Lisboa no ano seguinte. A sua curta vida, tão ao gosto romântico, foi rapidamente idealizada. Mulher instruída, com convicções políticas firmes e espírito reformador, foi, contudo, incapaz de ter a influência que desejava. Quanto à apreciação da relação conjugal, também aqui este livro se afasta da interpretação comum. Maria Pia de Saboia nasceu em 1847 em Turim, capital do reino da Sardenha. Era neta do rei Carlos Alberto, filha dos príncipes-herdeiros, Vítor Manuel de Saboia e Maria Adelaide de Habsburgo. Tornou-se rainha de Portugal em 1862, não tendo ainda 15 anos.A figura de Maria Pia tem sido tratada com displicência, dela se forjando uma imagem distorcida. O recurso a documentação privada permite rever profundamente a sua personalidade.Mulher inteligente, generosa, arrojada e majestosa, foi a rainha mais amada no século XIX, a que mais tempo "reinou" e a que mais contribuiu para a boa imagem da família real, apesar dos seus gastos. Manteve com D. Luís uma relação terna e cúmplice, inclusive em assuntos políticos. No reinado de D. Carlos exerceu ação diplomática até agora ignorada. Quanto ao rumor sobre a sua loucura após o Regicídio, não se encontraram provas que o sustentem. Faleceu no seu Piemonte natal em 1911, após 9 meses de exílio.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São mulheres guerreiras, inovadoras, poderosas, espíritos livres e rebeldes, rainhas cujos feitos e sacrifícios foram deixados na sombra pela História, deixando mesmo que os seus nomes e as suas vidas se percam com o passar do tempo... Se a rainha Isabel I e Catarina, a Grande da Rússia, são conhecidas e celebradas, muitas outras têm sido ignoradas, pouco estudadas ou até mesmo difamadas por historiadores, ou então vistas somente como figuras de segundo plano. Até agora. Este livro narra a história de rainhas esquecidas de todo o mundo, da Europa à África, das Américas ao Médio Oriente, aquelas que governaram por seu próprio direito, mas também as que foram esposas ou mães de reis reinantes. Todos conhecemos os grandes imperadores romanos, mas o que dizer da rainha Zenóbia, uma rainha rebelde do Oriente, que enfrentou o Império Romano? William, o Conquistador, o invasor normando da Inglaterra em 1066, é uma figura icónica na história, mas será que já ouviu falar da sua poderosa aliada e esposa Matilda de Flanders? Henrietta Maria, rainha consorte do rei inglês Charles I, é lembrada apenas como impopular, mas acredite-se ou não foi ela a responsável pela queda da monarquia, entre 1649 e 1660. Na história de Inglaterra, o rei Henrique VIII é um dos nomes lendários e Catarina de Aragão, simplesmente, a sua primeira esposa, mas o que terá motivado o rei a tão desesperadamente querer divorciar-se dela? Estas são 40 rainhas inesquecíveis que merecem um lugar na História.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
São mulheres guerreiras, inovadoras, poderosas, espíritos livres e rebeldes, rainhas cujos feitos e sacrifícios foram deixados na sombra pela História, deixando mesmo que os seus nomes e as suas vidas se percam com o passar do tempo... Se a rainha Isabel I e Catarina, a Grande da Rússia, são conhecidas e celebradas, muitas outras têm sido ignoradas, pouco estudadas ou até mesmo difamadas por historiadores, ou então vistas somente como figuras de segundo plano. Até agora. Este livro narra a história de rainhas esquecidas de todo o mundo, da Europa à África, das Américas ao Médio Oriente, aquelas que governaram por seu próprio direito, mas também as que foram esposas ou mães de reis reinantes. Todos conhecemos os grandes imperadores romanos, mas o que dizer da rainha Zenóbia, uma rainha rebelde do Oriente, que enfrentou o Império Romano? William, o Conquistador, o invasor normando da Inglaterra em 1066, é uma figura icónica na história, mas será que já ouviu falar da sua poderosa aliada e esposa Matilda de Flanders? Henrietta Maria, rainha consorte do rei inglês Charles I, é lembrada apenas como impopular, mas acredite-se ou não foi ela a responsável pela queda da monarquia, entre 1649 e 1660. Na história de Inglaterra, o rei Henrique VIII é um dos nomes lendários e Catarina de Aragão, simplesmente, a sua primeira esposa, mas o que terá motivado o rei a tão desesperadamente querer divorciar-se dela? Estas são 40 rainhas inesquecíveis que merecem um lugar na História.
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Margarida de Áustria, arquiduquesa de Áustria por nascimento, nasceu em 1584. Casou-se com Filipe II de Portugal, seu parente e filho do mais importante rei da Casa de Áustria. Apesar da sua juventude e da sua condição de mulher não renunciou ao protagonismo político, em defesa da família e da monarquia hispânica. Os cronistas da época louvaram as suas qualidades, e os seus súbditos não só a idealizaram como prolongaram o seu "poder" para além da morte. A rainha morreu jovem, com 26 anos, em 1611. Isabel de Bourbon, filha de Henrique IV de Bourbon e de Maria de Médicis, foi esposa de Filipe III de Portugal, rainha consorte exemplar e, no final da vida, governadora da monarquia hispânica. Tendo passado uma infância entre jogos e bailes, o seu casamento em 1615 e o nascimento do príncipe, Baltasar Carlos, em 1629, conferiram-lhe um poder notável, tendo sido "embaixadora" da paz entre o irmão, Luís XIII, e o marido. Destaca-se o seu trabalho diplomático na assinatura do Tratado de Monzón e a mediação durante a guerra de Mântua. De 1642 a 1644 assumiu as funções de regente para que Filipe se dedicasse à guerra da Catalunha. Faleceu no exercício da regência, o que ajudou a fortalecer a sua lenda.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Margarida de Áustria, arquiduquesa de Áustria por nascimento, nasceu em 1584. Casou-se com Filipe II de Portugal, seu parente e filho do mais importante rei da Casa de Áustria. Apesar da sua juventude e da sua condição de mulher não renunciou ao protagonismo político, em defesa da família e da monarquia hispânica. Os cronistas da época louvaram as suas qualidades, e os seus súbditos não só a idealizaram como prolongaram o seu "poder" para além da morte. A rainha morreu jovem, com 26 anos, em 1611. Isabel de Bourbon, filha de Henrique IV de Bourbon e de Maria de Médicis, foi esposa de Filipe III de Portugal, rainha consorte exemplar e, no final da vida, governadora da monarquia hispânica. Tendo passado uma infância entre jogos e bailes, o seu casamento em 1615 e o nascimento do príncipe, Baltasar Carlos, em 1629, conferiram-lhe um poder notável, tendo sido "embaixadora" da paz entre o irmão, Luís XIII, e o marido. Destaca-se o seu trabalho diplomático na assinatura do Tratado de Monzón e a mediação durante a guerra de Mântua. De 1642 a 1644 assumiu as funções de regente para que Filipe se dedicasse à guerra da Catalunha. Faleceu no exercício da regência, o que ajudou a fortalecer a sua lenda.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Um caderno achado num mercado de rua em Maputo transporta-nos para a pequena vila de Moatize, no centro de Moçambique, e para o tempo recuado em que uma empresa belga ali explorava uma mina de carvão. Sob o olhar atento de um polícia, Annemarie estende a sua rede de espiões, Agnès necessita desesperadamente de um piano, Suzanne deixa-se enlouquecer aos poucos e Maria Eugénia não sabe o que fazer. Tudo isso num tempo em que, embora brilhando no alto, o sol não ilumina. Entretanto, nos dias enevoados de Maputo, num futuro distante, um velho faz o que pode para se libertar da carga que esse passado lhe depositou nos ombros magros. Conta para tal com uma inesperada ajuda.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Um caderno achado num mercado de rua em Maputo transporta-nos para a pequena vila de Moatize, no centro de Moçambique, e para o tempo recuado em que uma empresa belga ali explorava uma mina de carvão. Sob o olhar atento de um polícia, Annemarie estende a sua rede de espiões, Agnès necessita desesperadamente de um piano, Suzanne deixa-se enlouquecer aos poucos e Maria Eugénia não sabe o que fazer. Tudo isso num tempo em que, embora brilhando no alto, o sol não ilumina. Entretanto, nos dias enevoados de Maputo, num futuro distante, um velho faz o que pode para se libertar da carga que esse passado lhe depositou nos ombros magros. Conta para tal com uma inesperada ajuda.
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Andará de casa em casa, de hotel em hotel, mudará o nome, mudará o rosto, deixará crescer o bigode, usará óculos sem lentes, um passaporte para os hotéis, outro para viajar, em cada novo documento um nome e uma profissão diferente, está clandestino dentro de si mesmo, perdeu os sítios, as referências, a identidade. É ele e já não é, não usa o nome próprio, tem quatro ou cinco pseudónimos que são um ou outros, heterónimos do desaparecido que traz dentro de si, ora é francês, ora espanhol, ora argelino, ele é sozinho, não propriamente, como queria o outro, uma literatura, mas uma nova brigada internacional.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Andará de casa em casa, de hotel em hotel, mudará o nome, mudará o rosto, deixará crescer o bigode, usará óculos sem lentes, um passaporte para os hotéis, outro para viajar, em cada novo documento um nome e uma profissão diferente, está clandestino dentro de si mesmo, perdeu os sítios, as referências, a identidade. É ele e já não é, não usa o nome próprio, tem quatro ou cinco pseudónimos que são um ou outros, heterónimos do desaparecido que traz dentro de si, ora é francês, ora espanhol, ora argelino, ele é sozinho, não propriamente, como queria o outro, uma literatura, mas uma nova brigada internacional.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Monumental no seu alcance global e histórico, a primeira história exaustiva do racismo, das Cruzadas ao século XX. Demonstrando que não existe uma tradição contínua de racismo no Ocidente, Francisco Bethencourt revela que o racismo precedeu quaisquer teorias de raça e que deve ser visto sob o prisma e no contexto das hierarquias sociais e das condições locais. Defende que, nas suas diferentes facetas, todo o racismo foi desencadeado por projetos políticos que monopolizavam recursos económicos e sociais específicos. Uma grandiosa obra interdisciplinar que se distancia das ideias lineares ou adquiridas sobre o racismo e reformula o nosso entendimento das relações interétnicas.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Monumental no seu alcance global e histórico, a primeira história exaustiva do racismo, das Cruzadas ao século XX. Demonstrando que não existe uma tradição contínua de racismo no Ocidente, Francisco Bethencourt revela que o racismo precedeu quaisquer teorias de raça e que deve ser visto sob o prisma e no contexto das hierarquias sociais e das condições locais. Defende que, nas suas diferentes facetas, todo o racismo foi desencadeado por projetos políticos que monopolizavam recursos económicos e sociais específicos. Uma grandiosa obra interdisciplinar que se distancia das ideias lineares ou adquiridas sobre o racismo e reformula o nosso entendimento das relações interétnicas.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 304
Sinopse:
As personagens memoráveis deste romance - como o par terno formado pelo adolescente David e o seu cão Faísca, o apaixonado inspector Galván, ou a Rosa Bartra, a bela ruiva grávida - obedecem a uma tristeza e a uma trama histórica muito concretas, mas também à ilusão dos sonhos, concretizada aqui nas aparições imaginárias de um pai libertário fugido à polícia e de um piloto pedante da RAF que, a partir de uma velha fotografia de revista colada na parede, age como confidente do fantasioso David.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
As personagens memoráveis deste romance - como o par terno formado pelo adolescente David e o seu cão Faísca, o apaixonado inspector Galván, ou a Rosa Bartra, a bela ruiva grávida - obedecem a uma tristeza e a uma trama histórica muito concretas, mas também à ilusão dos sonhos, concretizada aqui nas aparições imaginárias de um pai libertário fugido à polícia e de um piloto pedante da RAF que, a partir de uma velha fotografia de revista colada na parede, age como confidente do fantasioso David.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Quotidiano Instável" é o título da coluna publicada por Maria Teresa Horta no suplemento "Literatura & Arte" do jornal "A Capital", entre 1968 e 1972. Inicialmente concebida como um espaço de crónica, a coluna assumiu progressivamente um carácter ficcional, especialmente notório quando lemos as crónicas reunidas num livro como agora acontece. A belíssima prosa poética de Maria Teresa Horta acaba assim por ser lida como uma unidade ficcional, a prenunciar o primeiro romance da escritora, "Ambas as Mãos sobre o Corpo", que Eduardo Prado Coelho incensou como uma obra-prima.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Quotidiano Instável" é o título da coluna publicada por Maria Teresa Horta no suplemento "Literatura & Arte" do jornal "A Capital", entre 1968 e 1972. Inicialmente concebida como um espaço de crónica, a coluna assumiu progressivamente um carácter ficcional, especialmente notório quando lemos as crónicas reunidas num livro como agora acontece. A belíssima prosa poética de Maria Teresa Horta acaba assim por ser lida como uma unidade ficcional, a prenunciar o primeiro romance da escritora, "Ambas as Mãos sobre o Corpo", que Eduardo Prado Coelho incensou como uma obra-prima.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 364
Sinopse:
Compilação de pequenos textos publicados na revista Visão em que o autor aborda temas do foro pessoal, quase como o espelho de uma reflexão interior ou do que lhe vai na cabeça e na alma combinando autobiografia e ficção de forma criativa. Sendo muito mais acessíveis ao público do que os romances do autor, estas crónicas não descuram uma forte componente literária.
Nº Páginas: 364
Sinopse:
Compilação de pequenos textos publicados na revista Visão em que o autor aborda temas do foro pessoal, quase como o espelho de uma reflexão interior ou do que lhe vai na cabeça e na alma combinando autobiografia e ficção de forma criativa. Sendo muito mais acessíveis ao público do que os romances do autor, estas crónicas não descuram uma forte componente literária.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Amor e loucura, num livro delicioso sobre a grandeza dos sonhos e a miséria da realidade humana. Rubião, modesto professor de província, herda uma fortuna do filósofo Quincas Borba. Mas com a riqueza vem igualmente a loucura do seu amigo. Dissipa a fortuna em ostentação e em ajudas à trupe de oportunistas que o rodeiam assim que chega ao Rio de Janeiro. Perdido num mundo que não entende, Rubião acaba sozinho, e os parasitas ascendem à sua custa. No fim, triunfam os fortes, dando razão ao lema de Quincas Borba: "Ao vencedor, as batatas!" Este é o grande trunfo de Machado de Assis, sugerir as coisas mais terríveis da maneira mais cândida. Um romance essencial na língua portuguesa, um autor injustamente esquecido, que ombreia com Eça e Camilo.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Amor e loucura, num livro delicioso sobre a grandeza dos sonhos e a miséria da realidade humana. Rubião, modesto professor de província, herda uma fortuna do filósofo Quincas Borba. Mas com a riqueza vem igualmente a loucura do seu amigo. Dissipa a fortuna em ostentação e em ajudas à trupe de oportunistas que o rodeiam assim que chega ao Rio de Janeiro. Perdido num mundo que não entende, Rubião acaba sozinho, e os parasitas ascendem à sua custa. No fim, triunfam os fortes, dando razão ao lema de Quincas Borba: "Ao vencedor, as batatas!" Este é o grande trunfo de Machado de Assis, sugerir as coisas mais terríveis da maneira mais cândida. Um romance essencial na língua portuguesa, um autor injustamente esquecido, que ombreia com Eça e Camilo.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Inspirado pelo clássico de Cervantes, Sam DuChamp, um medíocre autor de livros de espionagem, cria Quichotte, um cortês e apatetado vendedor ambulante obcecado pela televisão que é vítima de uma paixão impossível por uma estrela de TV. Acompanhado pelo seu filho (imaginário) Sancho, Quichotte empreende uma picaresca busca pela América a fim de se mostrar digno da sua mão, arrostando valorosamente com os tragicómicos perigos de uma era em que Tudo-Pode-Acontecer. Entretanto, o seu criador, que vive uma crise de meia-idade, enfrenta igualmente os seus imperiosos desafios. Tal como Cervantes escreveu Dom Quixote para satirizar a cultura do seu tempo, Rushdie transporta o leitor numa desvairada corrida através de um país à beira do colapso moral e espiritual. E, com aquela magia narrativa que é a imagem de marca da obra de Rushdie, as vidas amplamente realizadas de DuChamp e Quichotte interpenetram-se numa busca profundamente humana do amor e num retrato perversamente divertido de uma época em que os factos são tantas vezes indistinguíveis da ficção.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Inspirado pelo clássico de Cervantes, Sam DuChamp, um medíocre autor de livros de espionagem, cria Quichotte, um cortês e apatetado vendedor ambulante obcecado pela televisão que é vítima de uma paixão impossível por uma estrela de TV. Acompanhado pelo seu filho (imaginário) Sancho, Quichotte empreende uma picaresca busca pela América a fim de se mostrar digno da sua mão, arrostando valorosamente com os tragicómicos perigos de uma era em que Tudo-Pode-Acontecer. Entretanto, o seu criador, que vive uma crise de meia-idade, enfrenta igualmente os seus imperiosos desafios. Tal como Cervantes escreveu Dom Quixote para satirizar a cultura do seu tempo, Rushdie transporta o leitor numa desvairada corrida através de um país à beira do colapso moral e espiritual. E, com aquela magia narrativa que é a imagem de marca da obra de Rushdie, as vidas amplamente realizadas de DuChamp e Quichotte interpenetram-se numa busca profundamente humana do amor e num retrato perversamente divertido de uma época em que os factos são tantas vezes indistinguíveis da ficção.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Em 1940, enquanto as bombas caem sobre Londres, Emmy Lake tenta contribuir para o esforço de guerra prestando serviço como telefonista no quartel de bombeiros, ao mesmo tempo que sonha com um trabalho como correspondente de guerra. Quando encontra um anúncio de emprego que parece ir ao encontro das suas expetativas, decide agarrar a oportunidade. Mas afinal o que a espera é um cargo de datilógrafa na revista Amiga da Mulher, sob as ordens da temível Henrietta Bird, responsável pela coluna de conselhos. Uma palavra amiga pode fazer toda a diferença. A Sra. Bird recusa-se a ter em consideração as cartas das leitoras que contenham assuntos "desagradáveis" ou moralmente duvidosos, mas Emmy não é capaz de ignorar os testemunhos de mulheres solitárias ou em sofrimento, e não resiste ao impulso de lhes acudir. É assim que, em segredo, começa a dar-lhes resposta em nome da Sra. Bird, sem imaginar o que poderá estar a pôr em risco. Afinal, que mal poderia haver na resposta a um pedido de ajuda?
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Em 1940, enquanto as bombas caem sobre Londres, Emmy Lake tenta contribuir para o esforço de guerra prestando serviço como telefonista no quartel de bombeiros, ao mesmo tempo que sonha com um trabalho como correspondente de guerra. Quando encontra um anúncio de emprego que parece ir ao encontro das suas expetativas, decide agarrar a oportunidade. Mas afinal o que a espera é um cargo de datilógrafa na revista Amiga da Mulher, sob as ordens da temível Henrietta Bird, responsável pela coluna de conselhos. Uma palavra amiga pode fazer toda a diferença. A Sra. Bird recusa-se a ter em consideração as cartas das leitoras que contenham assuntos "desagradáveis" ou moralmente duvidosos, mas Emmy não é capaz de ignorar os testemunhos de mulheres solitárias ou em sofrimento, e não resiste ao impulso de lhes acudir. É assim que, em segredo, começa a dar-lhes resposta em nome da Sra. Bird, sem imaginar o que poderá estar a pôr em risco. Afinal, que mal poderia haver na resposta a um pedido de ajuda?
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
As mães sabem coisas que ninguém mais sabe. Parece que têm apenas cinco sentidos, mas não. Porque os olhos das mães têm superpoderes, atravessam paredes e veem os disparates dos filhos ainda antes de eles pensarem sequer em fazê-los. Ouvem também sons impossíveis, como o silêncio, que nunca é bom sinal. Do olfato não se fala, porque ao nariz de mãe não escapa nada. Tão depressa descobre a t-shirt enrolada atrás do sofá, como deteta o cheiro da malandrice iminente, ou, quem sabe, do mouro que se avizinha na costa. Paladar de mãe também é único, e não estamos a falar da comidinha especial nos dias de mimo (ou de doença). Só elas conhecem o sabor secreto dos filhos, e no sal das lágrimas adivinham logo o que mais nelas se esconde. E não vamos falar do tacto. Dedos de mãe lêem sempre em braille todas as emoções dos filhos, mesmo quando eles, convencidos de que são "crescidos", recusam o cafuné. As mães têm tudo, mas às vezes esquecem-se. Teimam em ser melhores ainda do que as mães delas. E desafiam Deus, quando procuram estar em todo o lado ao mesmo tempo. E roídas pelo remorso, acham sempre que podiam ter feito melhor! "Querida Mãe" é uma espécie de carta de Eduardo Sá para as mães. Para lhes lembrar (com muito jeitinho) que elas não têm (mesmo) de ser perfeitas. Podem arriscar e errar um pouco mais. E ainda assim - fiquem descansadas - nunca andarão muito longe da perfeição.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
As mães sabem coisas que ninguém mais sabe. Parece que têm apenas cinco sentidos, mas não. Porque os olhos das mães têm superpoderes, atravessam paredes e veem os disparates dos filhos ainda antes de eles pensarem sequer em fazê-los. Ouvem também sons impossíveis, como o silêncio, que nunca é bom sinal. Do olfato não se fala, porque ao nariz de mãe não escapa nada. Tão depressa descobre a t-shirt enrolada atrás do sofá, como deteta o cheiro da malandrice iminente, ou, quem sabe, do mouro que se avizinha na costa. Paladar de mãe também é único, e não estamos a falar da comidinha especial nos dias de mimo (ou de doença). Só elas conhecem o sabor secreto dos filhos, e no sal das lágrimas adivinham logo o que mais nelas se esconde. E não vamos falar do tacto. Dedos de mãe lêem sempre em braille todas as emoções dos filhos, mesmo quando eles, convencidos de que são "crescidos", recusam o cafuné. As mães têm tudo, mas às vezes esquecem-se. Teimam em ser melhores ainda do que as mães delas. E desafiam Deus, quando procuram estar em todo o lado ao mesmo tempo. E roídas pelo remorso, acham sempre que podiam ter feito melhor! "Querida Mãe" é uma espécie de carta de Eduardo Sá para as mães. Para lhes lembrar (com muito jeitinho) que elas não têm (mesmo) de ser perfeitas. Podem arriscar e errar um pouco mais. E ainda assim - fiquem descansadas - nunca andarão muito longe da perfeição.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Quando uma amiga lhe perguntou como devia educar a filha como feminista, Chimamanda Ngozi Adichie respondeu com uma carta: Querida Ijeawele… Neste texto intimista, a escritora faz 15 sugestões. O seu objetivo? Fortalecer as novas gerações de mulheres e proporcionar-lhes ferramentas para crescerem com um maior sentido de identidade e independência. Da aparência à parentalidade, do casamento à sexualidade e até mesmo à escolha dos brinquedos na infância, a autora explora temas fundamentais e incita as mulheres a desprenderem-se dos velhos mitos. É uma das vozes mais poderosas que se erguem num debate que não é apenas importante - é necessário e urgente. Querida Ijeawele é um texto curto mas repleto de sabedoria. Um manifesto sobre o feminismo que não é apenas para mulheres. Porque o feminismo não pressupõe a exclusão dos homens. Pressupõe a igualdade de direitos para todos. Com humor, inteligência e compaixão, Chimamanda Ngozi Adichie reflete sobre o que significa ser mulher nos dias de hoje, numa obra que promete ser revolucionária… e que pretende apenas um mundo mais justo.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Quando uma amiga lhe perguntou como devia educar a filha como feminista, Chimamanda Ngozi Adichie respondeu com uma carta: Querida Ijeawele… Neste texto intimista, a escritora faz 15 sugestões. O seu objetivo? Fortalecer as novas gerações de mulheres e proporcionar-lhes ferramentas para crescerem com um maior sentido de identidade e independência. Da aparência à parentalidade, do casamento à sexualidade e até mesmo à escolha dos brinquedos na infância, a autora explora temas fundamentais e incita as mulheres a desprenderem-se dos velhos mitos. É uma das vozes mais poderosas que se erguem num debate que não é apenas importante - é necessário e urgente. Querida Ijeawele é um texto curto mas repleto de sabedoria. Um manifesto sobre o feminismo que não é apenas para mulheres. Porque o feminismo não pressupõe a exclusão dos homens. Pressupõe a igualdade de direitos para todos. Com humor, inteligência e compaixão, Chimamanda Ngozi Adichie reflete sobre o que significa ser mulher nos dias de hoje, numa obra que promete ser revolucionária… e que pretende apenas um mundo mais justo.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O que têm em comum Henrique Raposo, Maitê Proença, José Cid e Carolina Patrocínio? Todos se viram na mira do ódio virtual. Neste livro, estas e outras figuras públicas conversam com Nelson Nunes sobre o que originou a "polémica", quais as consequências para as suas vidas e como lidaram com isso. Na Idade Média, os autos-de-fé aconteciam num lugar público, onde todos podiam ver o "penitente" a ser queimado. Hoje, as redes sociais assumiram esse papel. Um comentário fora de contexto, uma piada a que alguém não achou graça… e a indignação coletiva começa a circular e a crescer, podendo atingir a força de um furacão, destruindo tudo e todos pelo caminho! O objetivo: demonizar, ridicularizar, inferiorizar e envergonhar quem se atreveu a exprimir uma opinião. Da mesma forma que as redes sociais são um poderoso instrumento de denúncia de injustiças, a sua força pode transformar-se numa forma de controlo social, através do recurso à vergonha pública. "Quem Vamos Queimar Hoje?" é um conjunto de conversas sobre a vida moderna, repletas de verdades reveladoras acerca de como os limites do que é aceitável estão a ser redefinidos. Um retrato honesto dos ataques cometidos nas redes sociais!
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O que têm em comum Henrique Raposo, Maitê Proença, José Cid e Carolina Patrocínio? Todos se viram na mira do ódio virtual. Neste livro, estas e outras figuras públicas conversam com Nelson Nunes sobre o que originou a "polémica", quais as consequências para as suas vidas e como lidaram com isso. Na Idade Média, os autos-de-fé aconteciam num lugar público, onde todos podiam ver o "penitente" a ser queimado. Hoje, as redes sociais assumiram esse papel. Um comentário fora de contexto, uma piada a que alguém não achou graça… e a indignação coletiva começa a circular e a crescer, podendo atingir a força de um furacão, destruindo tudo e todos pelo caminho! O objetivo: demonizar, ridicularizar, inferiorizar e envergonhar quem se atreveu a exprimir uma opinião. Da mesma forma que as redes sociais são um poderoso instrumento de denúncia de injustiças, a sua força pode transformar-se numa forma de controlo social, através do recurso à vergonha pública. "Quem Vamos Queimar Hoje?" é um conjunto de conversas sobre a vida moderna, repletas de verdades reveladoras acerca de como os limites do que é aceitável estão a ser redefinidos. Um retrato honesto dos ataques cometidos nas redes sociais!
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"Este livro prova com números e factos que os trabalhadores portugueses contribuem para o Estado social o necessário para pagar a sua saúde, educação, bem-estar e infraestruturas." Os diversos artigos dos autores deste livro documentam o percurso que acompanhou a consolidação do Estado Social e a importância das contribuições dos cidadãos ao longo de décadas indicando que a solidariedade social é imperativa. Também se destacam as constantes ameaças das políticas neoliberais à consolidação do Estado Social sobretudo a partir da década de 80 em todo o mundo, e que se aprofundaram ainda mais a partir da atual crise que eclodiu em 2008. Um estudo que tenta analisar alguns dos principais equívocos associados às análises economicistas justificativas do fim do Estado Social tantas vezes evocadas como se se tratassem de uma força invencível da Natureza - o Estado-providência teria fim à vista por não ser financeiramente sustentável, por provocar monstruosos défices orçamentais, estagnação económica, crescimento da dívida pública, etc. (...) Este discurso neoliberal cria uma cortina de fumo sobre a realidade que importa aclarar.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"Este livro prova com números e factos que os trabalhadores portugueses contribuem para o Estado social o necessário para pagar a sua saúde, educação, bem-estar e infraestruturas." Os diversos artigos dos autores deste livro documentam o percurso que acompanhou a consolidação do Estado Social e a importância das contribuições dos cidadãos ao longo de décadas indicando que a solidariedade social é imperativa. Também se destacam as constantes ameaças das políticas neoliberais à consolidação do Estado Social sobretudo a partir da década de 80 em todo o mundo, e que se aprofundaram ainda mais a partir da atual crise que eclodiu em 2008. Um estudo que tenta analisar alguns dos principais equívocos associados às análises economicistas justificativas do fim do Estado Social tantas vezes evocadas como se se tratassem de uma força invencível da Natureza - o Estado-providência teria fim à vista por não ser financeiramente sustentável, por provocar monstruosos défices orçamentais, estagnação económica, crescimento da dívida pública, etc. (...) Este discurso neoliberal cria uma cortina de fumo sobre a realidade que importa aclarar.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 336
Sinopse:
William Warwick sempre sonhou ser detetive e, para grande desgosto do pai, em vez de se tornar advogado como ele, decide juntar-se à Polícia Metropolitana de Londres.Depois de se licenciar, William, sob o olhar atento do seu primeiro mentor, o agente Fred Yates, dá início à carreira até se confrontar com o seu primeiro grande caso como detetive na Brigada de Arte e Antiguidades da Scotland Yard. Enquanto investiga o roubo de uma valiosa pintura de Rembrandt exposta no Museu Fitzmolean, as surpresas sucedem-se: trava conhecimento com Beth Rainsford, assistente de investigação da galeria, pela qual se apaixona irremediavelmente; vê-se confrontado com o colecionador de arte Miles Faulkner e com o seu brilhante advogado, Booth Watson, ambos dispostos a tudo para estarem um passo à sua frente.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
William Warwick sempre sonhou ser detetive e, para grande desgosto do pai, em vez de se tornar advogado como ele, decide juntar-se à Polícia Metropolitana de Londres.Depois de se licenciar, William, sob o olhar atento do seu primeiro mentor, o agente Fred Yates, dá início à carreira até se confrontar com o seu primeiro grande caso como detetive na Brigada de Arte e Antiguidades da Scotland Yard. Enquanto investiga o roubo de uma valiosa pintura de Rembrandt exposta no Museu Fitzmolean, as surpresas sucedem-se: trava conhecimento com Beth Rainsford, assistente de investigação da galeria, pela qual se apaixona irremediavelmente; vê-se confrontado com o colecionador de arte Miles Faulkner e com o seu brilhante advogado, Booth Watson, ambos dispostos a tudo para estarem um passo à sua frente.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Depois de uma investigação rigorosa ao mundo dos bancos portugueses, Helena Garrido regressa para, num livro sobre a Caixa Geral de Depósitos, mostrar como o banco público serviu para negócios e operações duvidosas - sempre a mando do poder e sempre a perder dinheiro que pertence aos contribuintes. Na recente história da Caixa há de tudo. Credora discreta de homens sem dinheiro que querem ser "donos" de grandes negócios e estar na mesa do poder. Investidora em projetos de "interesse nacional" duvidoso e que veio a revelar-se catastrófico. Acionista nos bastidores a dar palco aos defensores dos "centros de decisão nacional". Canal de dinheiro para viabilizar "investimento direto estrangeiro". Financiadora de especuladores bolsistas e imobiliários. Centro de empregos, influência e poder dos governos. Capturada por todo o tipo de interesses, fragilizada na sua estrutura técnica por sucessivos governos e administrações, viveu à beira do colapso. Está a renascer. Vai ser mais pequena, menos internacional, com menos capacidade de criar um mundo empresarial de "faz de conta" como no passado. Em 2016 o Departamento Central e Investigação Penal inicia uma investigação que vai determinar se a gestão da CGD teve ou não contornos criminais. Na mira do Ministério Público está o período que vai de 2005 a 2016, com anos sucessivos de prejuízos e perdas superiores a 4 mil milhões de euros. Numa investigação prodigiosa, Helena Garrido mostra como foi possível esse desmando e como os contribuintes vão pagar caro os erros dos gestores e políticos que meteram a mão na Caixa.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Depois de uma investigação rigorosa ao mundo dos bancos portugueses, Helena Garrido regressa para, num livro sobre a Caixa Geral de Depósitos, mostrar como o banco público serviu para negócios e operações duvidosas - sempre a mando do poder e sempre a perder dinheiro que pertence aos contribuintes. Na recente história da Caixa há de tudo. Credora discreta de homens sem dinheiro que querem ser "donos" de grandes negócios e estar na mesa do poder. Investidora em projetos de "interesse nacional" duvidoso e que veio a revelar-se catastrófico. Acionista nos bastidores a dar palco aos defensores dos "centros de decisão nacional". Canal de dinheiro para viabilizar "investimento direto estrangeiro". Financiadora de especuladores bolsistas e imobiliários. Centro de empregos, influência e poder dos governos. Capturada por todo o tipo de interesses, fragilizada na sua estrutura técnica por sucessivos governos e administrações, viveu à beira do colapso. Está a renascer. Vai ser mais pequena, menos internacional, com menos capacidade de criar um mundo empresarial de "faz de conta" como no passado. Em 2016 o Departamento Central e Investigação Penal inicia uma investigação que vai determinar se a gestão da CGD teve ou não contornos criminais. Na mira do Ministério Público está o período que vai de 2005 a 2016, com anos sucessivos de prejuízos e perdas superiores a 4 mil milhões de euros. Numa investigação prodigiosa, Helena Garrido mostra como foi possível esse desmando e como os contribuintes vão pagar caro os erros dos gestores e políticos que meteram a mão na Caixa.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Historiadores, sociólogos e antropólogos reúnem num só volume as suas perspectivas sobre os protagonistas dos grandes acontecimentos históricos em Portugal e no mundo."A Expansão Portuguesa resultou da visão pioneira de um infante ou terá reflectido os interesses de um certo grupo social? E a Revolução Francesa - tratou-se de um golpe desferido por uma elite ou do levantamento de um povo? E o Holocausto - a sua culpa morre com Hitler ou tamanha tragédia deverá ser compreendida enquanto resultado de simples decisões de milhares de alemães, que assim maximizaram a potência repressiva dos estados modernos? À superfície de algumas das principais polémicas que têm ocupado os historiadores, emerge a questão do sujeito. Quem foi o protagonista daquele acontecimento? Qual foi o responsável por determinado processo histórico? Quem fez a história?" — José Neves, Introdução
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Historiadores, sociólogos e antropólogos reúnem num só volume as suas perspectivas sobre os protagonistas dos grandes acontecimentos históricos em Portugal e no mundo."A Expansão Portuguesa resultou da visão pioneira de um infante ou terá reflectido os interesses de um certo grupo social? E a Revolução Francesa - tratou-se de um golpe desferido por uma elite ou do levantamento de um povo? E o Holocausto - a sua culpa morre com Hitler ou tamanha tragédia deverá ser compreendida enquanto resultado de simples decisões de milhares de alemães, que assim maximizaram a potência repressiva dos estados modernos? À superfície de algumas das principais polémicas que têm ocupado os historiadores, emerge a questão do sujeito. Quem foi o protagonista daquele acontecimento? Qual foi o responsável por determinado processo histórico? Quem fez a história?" — José Neves, Introdução
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Podem o Estado e os profissionais de saúde transigir com quem recusa cuidados de eficácia e segurança comprovadas, colocando em risco a saúde e a vida dos mais desprotegidos? Com grávidas que escolhem o parto em casa, pais de crianças não vacinadas, doentes psiquiátricos incapazes e que recusam internamento, publicidade enganosa sobre terapêuticas não convencionais e com pessoas em processo de mudança de género sem consulta médica, quando o diálogo falha ou é impossível, quando argumentos científicos nem sempre são suficientes para modificar comportamentos irracionais e emocionais, como devem actuar os profissionais de saúde? Estando em causa a defesa da saúde e da vida dos mais vulneráveis e desprotegidos, o Estado e os profissionais de saúde têm eticamente o direito e o dever de intervir de forma eficaz e pedagógica.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Podem o Estado e os profissionais de saúde transigir com quem recusa cuidados de eficácia e segurança comprovadas, colocando em risco a saúde e a vida dos mais desprotegidos? Com grávidas que escolhem o parto em casa, pais de crianças não vacinadas, doentes psiquiátricos incapazes e que recusam internamento, publicidade enganosa sobre terapêuticas não convencionais e com pessoas em processo de mudança de género sem consulta médica, quando o diálogo falha ou é impossível, quando argumentos científicos nem sempre são suficientes para modificar comportamentos irracionais e emocionais, como devem actuar os profissionais de saúde? Estando em causa a defesa da saúde e da vida dos mais vulneráveis e desprotegidos, o Estado e os profissionais de saúde têm eticamente o direito e o dever de intervir de forma eficaz e pedagógica.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 124
Sinopse:
"Fascismo" é uma palavra maldita, tanto para quem o viveu de perto, como para os filhos da liberdade que a desmemória não atacou. Mas saberemos exactamente o significado do conceito ou ter-se-á o mundo encarregado de lhe alterar a semântica? Enquanto o fantasma dos "tempos da outra senhora" paira sobre as nossas democracias, materializado em figuras como Trump, Bolsonaro, Erdogan, Orbán ou Di Maio, gastamos a nossa indignação a chamálos de fascistas sem equacionarmos a possibilidade de serem uma outra coisa igualmente perigosa, mas diferente. Quem É Fascista é uma obra original do historiador Emilio Gentile. Na sugestiva forma de auto-entrevista, Gentile desmistifica e clarifica conceitos históricos há muito deturpados, explicando que a crise democrática está muito além dos velhos fantasmas.
Nº Páginas: 124
Sinopse:
"Fascismo" é uma palavra maldita, tanto para quem o viveu de perto, como para os filhos da liberdade que a desmemória não atacou. Mas saberemos exactamente o significado do conceito ou ter-se-á o mundo encarregado de lhe alterar a semântica? Enquanto o fantasma dos "tempos da outra senhora" paira sobre as nossas democracias, materializado em figuras como Trump, Bolsonaro, Erdogan, Orbán ou Di Maio, gastamos a nossa indignação a chamálos de fascistas sem equacionarmos a possibilidade de serem uma outra coisa igualmente perigosa, mas diferente. Quem É Fascista é uma obra original do historiador Emilio Gentile. Na sugestiva forma de auto-entrevista, Gentile desmistifica e clarifica conceitos históricos há muito deturpados, explicando que a crise democrática está muito além dos velhos fantasmas.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Atenas, abril de 1941. Tendo resistido a uma primeira tentativa de invasão, a Grécia é ocupada pelas potências do Eixo. Após décadas de incerteza, o país encontra-se dividido entre a direita e a esquerda políticas. Themis, então com quinze anos, vem de uma família separada por essas diferenças ideológicas. A ocupação nazi não só aprofunda a discórdia entre aqueles que a rapariga ama, como reduz a Grécia à miséria. É impossível ficar indiferente: na fome que se seguiu à ocupação, e que lhe levou os amigos, os atos de resistência são quase um imperativo moral para ela.Porém, o sucesso de um dos movimentos de resistência mais eficazesna europa ocupada volta-secontra o próprio e, com o fim da ocupação, advém a guerra civil. Themis junta-se ao exército comunista, onde experimenta os extremos do amor e do ódio. Quando por fim é presa nas ilhas do exílio, encontra outra mulher cuja vida se entrelaçará com a sua de maneiras que nenhuma delas poderia antecipar, e descobre que deve pesar os seus princípios contra o desejo de viver.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Atenas, abril de 1941. Tendo resistido a uma primeira tentativa de invasão, a Grécia é ocupada pelas potências do Eixo. Após décadas de incerteza, o país encontra-se dividido entre a direita e a esquerda políticas. Themis, então com quinze anos, vem de uma família separada por essas diferenças ideológicas. A ocupação nazi não só aprofunda a discórdia entre aqueles que a rapariga ama, como reduz a Grécia à miséria. É impossível ficar indiferente: na fome que se seguiu à ocupação, e que lhe levou os amigos, os atos de resistência são quase um imperativo moral para ela.Porém, o sucesso de um dos movimentos de resistência mais eficazesna europa ocupada volta-secontra o próprio e, com o fim da ocupação, advém a guerra civil. Themis junta-se ao exército comunista, onde experimenta os extremos do amor e do ódio. Quando por fim é presa nas ilhas do exílio, encontra outra mulher cuja vida se entrelaçará com a sua de maneiras que nenhuma delas poderia antecipar, e descobre que deve pesar os seus princípios contra o desejo de viver.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Ser escritor. O texto ficcional. Dilemas, enigmas e perplexidades do ofício. No vale das contrariedades. Nada do que parece é. O "assertivismo" é um charlatanismo. A valsa dança-se aos pares: escrita e leitura, autor e leitor, personagem e acção, causalidade e verosimilhança, contar e mostrar, o dentro e o fora, a superfície e o fundo. O bico-de-obra do primeiro livro. Por onde começar? Com que começar? Com quem começar? A manutenção do interesse. Não há regra sem senão; não há bela sem razão. Ou o oposto. Riscos, cautelas e relutâncias.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Ser escritor. O texto ficcional. Dilemas, enigmas e perplexidades do ofício. No vale das contrariedades. Nada do que parece é. O "assertivismo" é um charlatanismo. A valsa dança-se aos pares: escrita e leitura, autor e leitor, personagem e acção, causalidade e verosimilhança, contar e mostrar, o dentro e o fora, a superfície e o fundo. O bico-de-obra do primeiro livro. Por onde começar? Com que começar? Com quem começar? A manutenção do interesse. Não há regra sem senão; não há bela sem razão. Ou o oposto. Riscos, cautelas e relutâncias.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Don Winslow regressa aos temas que se transformaram na sua referência: o crime, a corrupção, a vingança, a justiça, a perda, a traição, a culpa e a redenção, para explorar o lado mais selvagem, mas também o mais nobre da natureza humana. Em "Quebrados", Winslow cria um mundo de ladrões de luva branca, mas também de bandidos, de polícias obcecados, de detetives sem limites, de caçadores de recompensas...
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Don Winslow regressa aos temas que se transformaram na sua referência: o crime, a corrupção, a vingança, a justiça, a perda, a traição, a culpa e a redenção, para explorar o lado mais selvagem, mas também o mais nobre da natureza humana. Em "Quebrados", Winslow cria um mundo de ladrões de luva branca, mas também de bandidos, de polícias obcecados, de detetives sem limites, de caçadores de recompensas...
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Ela tem azar a tudo. Ele achava que estava bem¿ até a conhecer. Sofi a está à procura do amor. Sonha com aquele palpitar de coração que nos faz voar, mas, até agora, não tem tido sorte nesse campo. Quando faz uma aposta com as suas amigas e decide aderir à plataforma de encontros mais badalada do momento, nem sonha com os encontros catastrófi cos que vai ter - e em como a vão levar ao limite¿ da loucura. Gonçalo vive para o trabalho e para a sua cadela Manu e não tem o mínimo interesse em conhecer alguém ou apaixonar-se. Mas, quando Sofi a se senta por engano na sua mesa num restaurante, conseguirá ele manter-se à distância, ou aproveitará todas as desculpas para a voltar a ver? Com situações hilariantes, esta é uma história sobre encontrarmos o que precisamos
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Ela tem azar a tudo. Ele achava que estava bem¿ até a conhecer. Sofi a está à procura do amor. Sonha com aquele palpitar de coração que nos faz voar, mas, até agora, não tem tido sorte nesse campo. Quando faz uma aposta com as suas amigas e decide aderir à plataforma de encontros mais badalada do momento, nem sonha com os encontros catastrófi cos que vai ter - e em como a vão levar ao limite¿ da loucura. Gonçalo vive para o trabalho e para a sua cadela Manu e não tem o mínimo interesse em conhecer alguém ou apaixonar-se. Mas, quando Sofi a se senta por engano na sua mesa num restaurante, conseguirá ele manter-se à distância, ou aproveitará todas as desculpas para a voltar a ver? Com situações hilariantes, esta é uma história sobre encontrarmos o que precisamos
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Fernando Pessoa vivia em Lisboa, animado pela centena de heterónimos que moravam dentro do seu espírito. Salazar estava no seu sossego monástico, em Coimbra. Até que, em 1926, alguns generais chamaram Salazar a Lisboa. Para ser ministro, primeiro, para mandar em Portugal, depois. Pessoa e Salazar, nunca se encontrando, partilharam então, a agitada vida do país, até 1935, ano da morte de Pessoa. O que pensava Pessoa de Salazar? Amava-o ou odiava-o? Pessoa foi alguma vez salazarista ou fascista?
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Fernando Pessoa vivia em Lisboa, animado pela centena de heterónimos que moravam dentro do seu espírito. Salazar estava no seu sossego monástico, em Coimbra. Até que, em 1926, alguns generais chamaram Salazar a Lisboa. Para ser ministro, primeiro, para mandar em Portugal, depois. Pessoa e Salazar, nunca se encontrando, partilharam então, a agitada vida do país, até 1935, ano da morte de Pessoa. O que pensava Pessoa de Salazar? Amava-o ou odiava-o? Pessoa foi alguma vez salazarista ou fascista?
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Edição bilingue, em parceria com a exposição homónima, integrada na primeira edição da Porto Design Biennale (PDB’19). "NÃO HÁ PLANETA B" "FILHAS DA LUTA" "NINGUÉM É ILEGAL" Coleccionados ao longo dos últimos sete anos, os cartazes e objectos integrados neste livro percorreram ruas e avenidas de Portugal em manifestações contra a troika, marchas LGBTI+ e das Mulheres, ou greves internacionais como a Climática Estudantil. São feitos de forma artesanal, com restos de caixas de cartão, pedaços de estore, marcadores, tinta ou colagens, e representam protestos esquerdistas, ecologistas, feministas, laborais e muitos outros. Alguns apareceram nos jornais, outros foram parar ao lixo ou têm erros ortográficos, mas quase todos dizem algo sobre quem os fez e muito sobre o momento e o lugar em que se inscrevem. Mesmo nesta sua outra vida, estes cartazes de protesto conservados pelo arquivo ephemera representam e celebram o exercício da liberdade e da imaginação do futuro, nem sempre possível noutros tempos e geografias. "O rastro das manifestações continua a interessar-nos. O arquivo ephemera de há muito que se interessa pelo carácter físico das coisas, pelos objectos, num mundo que crescentemente se deslumbra com o virtual e digital. Os objectos são da dimensão do humano, dos nossos sentidos, transportam uma verdade especial, a da sua materialidade. Sartre, quando quis explicar o que era o existencialismo, usou o exemplo de uma garrafa. Lenine, quando quis gozar com a obra do bispo Berkeley, sugeriu -lhe atravessar uma rua sem olhar para os carros. Por aí adiante." "José Pacheco Pereira, Prefácio"
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Edição bilingue, em parceria com a exposição homónima, integrada na primeira edição da Porto Design Biennale (PDB’19). "NÃO HÁ PLANETA B" "FILHAS DA LUTA" "NINGUÉM É ILEGAL" Coleccionados ao longo dos últimos sete anos, os cartazes e objectos integrados neste livro percorreram ruas e avenidas de Portugal em manifestações contra a troika, marchas LGBTI+ e das Mulheres, ou greves internacionais como a Climática Estudantil. São feitos de forma artesanal, com restos de caixas de cartão, pedaços de estore, marcadores, tinta ou colagens, e representam protestos esquerdistas, ecologistas, feministas, laborais e muitos outros. Alguns apareceram nos jornais, outros foram parar ao lixo ou têm erros ortográficos, mas quase todos dizem algo sobre quem os fez e muito sobre o momento e o lugar em que se inscrevem. Mesmo nesta sua outra vida, estes cartazes de protesto conservados pelo arquivo ephemera representam e celebram o exercício da liberdade e da imaginação do futuro, nem sempre possível noutros tempos e geografias. "O rastro das manifestações continua a interessar-nos. O arquivo ephemera de há muito que se interessa pelo carácter físico das coisas, pelos objectos, num mundo que crescentemente se deslumbra com o virtual e digital. Os objectos são da dimensão do humano, dos nossos sentidos, transportam uma verdade especial, a da sua materialidade. Sartre, quando quis explicar o que era o existencialismo, usou o exemplo de uma garrafa. Lenine, quando quis gozar com a obra do bispo Berkeley, sugeriu -lhe atravessar uma rua sem olhar para os carros. Por aí adiante." "José Pacheco Pereira, Prefácio"
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