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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Nunca abusa no gosto pelo detalhe pitoresco ou prelecção erudita. Percebemos como a escritora evita obsessivamente os estilos de guia turístico ou de reportagem, bem como o pretexto dos monumentos e das paisagens para a revelação confessional ou reflexões de natureza histórica ou política. Trata-se, nas suas próprias palavras, de mostrar "todos os traços da passagem de uma mente pelo mundo"." da Introdução de Jorge Vaz de Carvalho
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Nunca abusa no gosto pelo detalhe pitoresco ou prelecção erudita. Percebemos como a escritora evita obsessivamente os estilos de guia turístico ou de reportagem, bem como o pretexto dos monumentos e das paisagens para a revelação confessional ou reflexões de natureza histórica ou política. Trata-se, nas suas próprias palavras, de mostrar "todos os traços da passagem de uma mente pelo mundo"." da Introdução de Jorge Vaz de Carvalho
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Noutros tempos, todos os caminhos iam dar a Roma. Atualmente, vão todos dar a Pequim." Aquando da sua publicação em 2015, As Rotas da Seda tornou-se de imediato um clássico, uma reinterpretação da história do mundo, que nos levou a olhar para o passado sob uma perspetiva diferente. As Novas Rotas da Seda atualiza esta história, tendo em conta um mundo que muda com cada vez maior rapidez.Seguindo as Rotas da Seda para leste da Europa e até à China, atravessando a Rússia e o Médio Oriente, As Novas Rotas da Seda lembra-nos que vivemos num mundo profundamente interligado. Na era do Brexit e de Donald Trump, os temas como o isolamento e a fragmentação assombram o Ocidente e criam um contraste profundo com o que acontece nas Rotas da Seda, onde as relações e a cooperação mútua se intensificam cada vez mais.Com profundo conhecimento da matéria, Peter Frankopan revela-nos o seu olhar sobre esta complexa rede de ligações, avaliando as consequências globais da constante mudança do centro do poder.Este livro compele-nos a refletir sobre quem somos e onde estamos no mundo, de modo que entendamos os temas dos quais as nossas vidas dependem.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Noutros tempos, todos os caminhos iam dar a Roma. Atualmente, vão todos dar a Pequim." Aquando da sua publicação em 2015, As Rotas da Seda tornou-se de imediato um clássico, uma reinterpretação da história do mundo, que nos levou a olhar para o passado sob uma perspetiva diferente. As Novas Rotas da Seda atualiza esta história, tendo em conta um mundo que muda com cada vez maior rapidez.Seguindo as Rotas da Seda para leste da Europa e até à China, atravessando a Rússia e o Médio Oriente, As Novas Rotas da Seda lembra-nos que vivemos num mundo profundamente interligado. Na era do Brexit e de Donald Trump, os temas como o isolamento e a fragmentação assombram o Ocidente e criam um contraste profundo com o que acontece nas Rotas da Seda, onde as relações e a cooperação mútua se intensificam cada vez mais.Com profundo conhecimento da matéria, Peter Frankopan revela-nos o seu olhar sobre esta complexa rede de ligações, avaliando as consequências globais da constante mudança do centro do poder.Este livro compele-nos a refletir sobre quem somos e onde estamos no mundo, de modo que entendamos os temas dos quais as nossas vidas dependem.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"No Outono de 2017, o Guardian propôs-me que escrevesse para as suas páginas uma coluna semanal. Senti-me lisonjeada e, ao mesmo tempo, assustada. Nunca fizera uma experiência desse género e receava não ser capaz. Depois de muitas hesitações, fiz saber à redacção que aceitaria a proposta se me fosse enviada uma série de perguntas, a cada uma das quais, por sua vez, eu responderia respeitando os limites do espaço que me fosse fixado." [Da Introdução de Elena Ferrante] O resultado deste convite foi "A Invenção Ocasional", uma colecção de cinquenta e um textos, uma polifonia de temas, composta nas variadas dimensões da vida. O livro "começa por acaso no dia 20 de Janeiro de 2018 pela narração sempre incerta de uma primeira vez e termina por acaso no dia 12 de Janeiro de 2019 focando-se sobre uma última vez". Fala-nos de acontecimentos que permaneceram na memória da autora ou que se desenvolvem no presente, episódios, imagens, gestos, intuições, relações e leituras, que no seu conjunto compõem um mosaico em movimento onde o imaginário das mulheres de hoje ocupa um importante lugar. As ilustrações são de Andrea Ucini.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"No Outono de 2017, o Guardian propôs-me que escrevesse para as suas páginas uma coluna semanal. Senti-me lisonjeada e, ao mesmo tempo, assustada. Nunca fizera uma experiência desse género e receava não ser capaz. Depois de muitas hesitações, fiz saber à redacção que aceitaria a proposta se me fosse enviada uma série de perguntas, a cada uma das quais, por sua vez, eu responderia respeitando os limites do espaço que me fosse fixado." [Da Introdução de Elena Ferrante] O resultado deste convite foi "A Invenção Ocasional", uma colecção de cinquenta e um textos, uma polifonia de temas, composta nas variadas dimensões da vida. O livro "começa por acaso no dia 20 de Janeiro de 2018 pela narração sempre incerta de uma primeira vez e termina por acaso no dia 12 de Janeiro de 2019 focando-se sobre uma última vez". Fala-nos de acontecimentos que permaneceram na memória da autora ou que se desenvolvem no presente, episódios, imagens, gestos, intuições, relações e leituras, que no seu conjunto compõem um mosaico em movimento onde o imaginário das mulheres de hoje ocupa um importante lugar. As ilustrações são de Andrea Ucini.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"No belíssimo romance que é "O Delfim", Cardoso Pires olhou a realidade do seu país como se fosse a trama de uma intriga policial." Antonio Tabucchi "Esse espantoso, acabado, inesgotável "O Delfim", que é até hoje a sua obra-prima." Mário Dionísio "Mas "O Delfim" é também o título de um romance, este romance que o leitor vai ler, e onde se fala da vida, e da proximidade da morte, de Palma Bravo. Talvez seja conveniente começarmos por chamar a atenção para o facto de que também o romance, o livro de Cardoso Pires, foi envolvido nessa atmosfera mítica que parece desprender-se do seu aparente herói, e tem hoje um lugar muito nítido, e obviamente privilegiado, na literatura de ficção do nosso século XX." Eduardo Prado Coelho "Que extraordinário escritor! Que extraordinário escritor é José Cardoso Pires." Do Prefácio de Gonçalo M. Tavares
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"No belíssimo romance que é "O Delfim", Cardoso Pires olhou a realidade do seu país como se fosse a trama de uma intriga policial." Antonio Tabucchi "Esse espantoso, acabado, inesgotável "O Delfim", que é até hoje a sua obra-prima." Mário Dionísio "Mas "O Delfim" é também o título de um romance, este romance que o leitor vai ler, e onde se fala da vida, e da proximidade da morte, de Palma Bravo. Talvez seja conveniente começarmos por chamar a atenção para o facto de que também o romance, o livro de Cardoso Pires, foi envolvido nessa atmosfera mítica que parece desprender-se do seu aparente herói, e tem hoje um lugar muito nítido, e obviamente privilegiado, na literatura de ficção do nosso século XX." Eduardo Prado Coelho "Que extraordinário escritor! Que extraordinário escritor é José Cardoso Pires." Do Prefácio de Gonçalo M. Tavares
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Edição: Mai 2020
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nenhum coronavírus nos pode tirar isto. Há, pois, esperança de que o distanciamento físico venha inclusivamente a reforçar a intensidade do elo que nos liga aos outros. Só agora, que tenho de evitar muitos daqueles que me são próximos, é que sinto plenamente a sua presença, a importância que têm para mim. Aqui chegados, já estou a ouvir uma gargalhada cínica: está bem, talvez experienciemos esses momentos de proximidade espiritual, mas como é que isso nos vai ajudar a lidar com a catástrofe atual? Tiraremos daí alguma lição?" [Da Introdução]
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nenhum coronavírus nos pode tirar isto. Há, pois, esperança de que o distanciamento físico venha inclusivamente a reforçar a intensidade do elo que nos liga aos outros. Só agora, que tenho de evitar muitos daqueles que me são próximos, é que sinto plenamente a sua presença, a importância que têm para mim. Aqui chegados, já estou a ouvir uma gargalhada cínica: está bem, talvez experienciemos esses momentos de proximidade espiritual, mas como é que isso nos vai ajudar a lidar com a catástrofe atual? Tiraremos daí alguma lição?" [Da Introdução]
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Nem aquele que quer umas boas gargalhadas, nem o que anseia por livros "que nos façam pensar" compreenderão de que trata O Capote realmente. Mas deem-me o leitor criativo; este conto é para ele."Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Nem aquele que quer umas boas gargalhadas, nem o que anseia por livros "que nos façam pensar" compreenderão de que trata O Capote realmente. Mas deem-me o leitor criativo; este conto é para ele."Vladimir Nabokov
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Edição: Dez 2012
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"Não sou amigo de anotações em livros, nem de confissões de autor. A poesia deve ir nua pelas ruas, e só se deve cobrir com a multidão da natureza." - Pablo Neruda, da «Pequena História» que apresenta Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"Não sou amigo de anotações em livros, nem de confissões de autor. A poesia deve ir nua pelas ruas, e só se deve cobrir com a multidão da natureza." - Pablo Neruda, da «Pequena História» que apresenta Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Não significa tal que este livro não arda. O que acontece dentro é um desses fenómenos cuja potência afunda um continente ou levanta das cinzas uma ilha. " Do Prefácio de Hélia Correia
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Não significa tal que este livro não arda. O que acontece dentro é um desses fenómenos cuja potência afunda um continente ou levanta das cinzas uma ilha. " Do Prefácio de Hélia Correia
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Não seria fantástico se Reese Witherspoon lesse o meu livro, comprasse os direitos de adaptação para série e a protagonizasse?", perguntou Celeste Ng ao marido enquanto assistia à série Big Little Lies. e o fantástico aconteceu. "Pequenos Fogos em Todo o Lado" está há 25 semanas no top de vendas do "New York Times", depois de ter sido nomeado livro do ano por vários jornais e revistas norte-americanos, e irá ser adaptado a série televisiva por Reese Witherspoon e Kerry Washington.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Não seria fantástico se Reese Witherspoon lesse o meu livro, comprasse os direitos de adaptação para série e a protagonizasse?", perguntou Celeste Ng ao marido enquanto assistia à série Big Little Lies. e o fantástico aconteceu. "Pequenos Fogos em Todo o Lado" está há 25 semanas no top de vendas do "New York Times", depois de ter sido nomeado livro do ano por vários jornais e revistas norte-americanos, e irá ser adaptado a série televisiva por Reese Witherspoon e Kerry Washington.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Não sabes o que é o ar, contudo, respiras. Não sabes o que é o sono, contudo, dormes. Não sabes o que é a noite, contudo, é nela que repousas. Não sabes o que é o coração, contudo, ele bate regularmente no teu peito, noite e dia, noite e dia, noite e dia. Como é o mundo para um recém-nascido? Luminoso e escuro. Frio e quente. Macio e duro."
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Não sabes o que é o ar, contudo, respiras. Não sabes o que é o sono, contudo, dormes. Não sabes o que é a noite, contudo, é nela que repousas. Não sabes o que é o coração, contudo, ele bate regularmente no teu peito, noite e dia, noite e dia, noite e dia. Como é o mundo para um recém-nascido? Luminoso e escuro. Frio e quente. Macio e duro."
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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Não Posso nem Quero" é a oitava recolha de contos de Lydia Davis, que podem ter apenas duas linhas como em "Bloomington, ou percorrer várias páginas como em "A Carta à Fundação". Mas todos eles dão uma sensação de descoberta do que é estranho ou inesperado.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Não Posso nem Quero" é a oitava recolha de contos de Lydia Davis, que podem ter apenas duas linhas como em "Bloomington, ou percorrer várias páginas como em "A Carta à Fundação". Mas todos eles dão uma sensação de descoberta do que é estranho ou inesperado.
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Edição: Dez 2018
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Não fui sempre aquilo que sou hoje." Numa fúria de bêbado, Michael Henchard vende a mulher e a filha recém-nascida por cinco guinéus numa feira. Ao longo dos anos que se seguiram, consegue estabelecer-se como um pilar próspero e respeitado da comunidade de Casterbridge. Mas por trás do seu sucesso e aparência esconde-se o hediondo segredo do passado e uma personalidade dada ao orgulho e de temperamento autodestrutivo. Com o subtítulo "História de Um Homem de Caráter", a poderosa narrativa de Thomas Hardy do heroico mas perverso Henchard é uma obra de um intenso dramatismo.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Não fui sempre aquilo que sou hoje." Numa fúria de bêbado, Michael Henchard vende a mulher e a filha recém-nascida por cinco guinéus numa feira. Ao longo dos anos que se seguiram, consegue estabelecer-se como um pilar próspero e respeitado da comunidade de Casterbridge. Mas por trás do seu sucesso e aparência esconde-se o hediondo segredo do passado e uma personalidade dada ao orgulho e de temperamento autodestrutivo. Com o subtítulo "História de Um Homem de Caráter", a poderosa narrativa de Thomas Hardy do heroico mas perverso Henchard é uma obra de um intenso dramatismo.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"Nana" é um dos principais romances de Émile Zola. Nascida no meio operário, filha de um pai alcoólico e de uma lavadeira, Nana precisa de dinheiro para criar o filho que teve aos dezasseis anos de um pai desconhecido. Medíocre artista de teatro, prostitui-se para compor o ordenado ao fim do mês. A sua ascensão social começa com o papel de Vénus, que vai interpretar num teatro parisiense. Não sabe cantar, mas as suas roupas impudicas e a sexualidade intensa atraem os homens e permitem-lhe viver num apartamento luxuoso, onde foi instalada por um rico comerciante de Moscovo. Nana vai tornar-se um exemplo de prostituta de luxo, da cortesã francesa do Segundo Império. Alcança a riqueza, afirma-se nos meios da aristocracia e da finança, reinando no seu palacete da avenida de Villiers, assumindo a mais completa liberdade entre móveis de laca branca e perfumes perturbadores. É assim que Nana dissipa heranças e mergulha famílias no desespero, exercendo o seu poder sobre os homens, desferindo golpes devastadores numa sociedade corrupta que despreza e de que acabará por ser vítima.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"Nana" é um dos principais romances de Émile Zola. Nascida no meio operário, filha de um pai alcoólico e de uma lavadeira, Nana precisa de dinheiro para criar o filho que teve aos dezasseis anos de um pai desconhecido. Medíocre artista de teatro, prostitui-se para compor o ordenado ao fim do mês. A sua ascensão social começa com o papel de Vénus, que vai interpretar num teatro parisiense. Não sabe cantar, mas as suas roupas impudicas e a sexualidade intensa atraem os homens e permitem-lhe viver num apartamento luxuoso, onde foi instalada por um rico comerciante de Moscovo. Nana vai tornar-se um exemplo de prostituta de luxo, da cortesã francesa do Segundo Império. Alcança a riqueza, afirma-se nos meios da aristocracia e da finança, reinando no seu palacete da avenida de Villiers, assumindo a mais completa liberdade entre móveis de laca branca e perfumes perturbadores. É assim que Nana dissipa heranças e mergulha famílias no desespero, exercendo o seu poder sobre os homens, desferindo golpes devastadores numa sociedade corrupta que despreza e de que acabará por ser vítima.
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Edição: Jan 2008
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Nabokov disse que "Pais e Filhos" era "um dos maiores romances do século XIX". [Mas]O melhor livro do escritor russo parece estar em condições de poder ser ainda um dos maiores romances do século XXI." - Mário Santos, Público
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Nabokov disse que "Pais e Filhos" era "um dos maiores romances do século XIX". [Mas]O melhor livro do escritor russo parece estar em condições de poder ser ainda um dos maiores romances do século XXI." - Mário Santos, Público
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Na verdade, Tolstoi está mais próximo de Homero em obras menos complexas, em "Cossacos", nos "Contos do Cáucaso", nos esboços sobre a Guerra da Crimeia e na seca sobriedade de "A Morte de Ivan Iliitch"." George Steiner, "Tolstoi ou Dostoievski"
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Na verdade, Tolstoi está mais próximo de Homero em obras menos complexas, em "Cossacos", nos "Contos do Cáucaso", nos esboços sobre a Guerra da Crimeia e na seca sobriedade de "A Morte de Ivan Iliitch"." George Steiner, "Tolstoi ou Dostoievski"
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Na verdade, se a Europa, qualquer que seja a sua construção futura, prescindir das identidades nacionais, das culturas dos seus povos e do seu pluralismo intrínseco, está condenada. Ou então, é sinal de que um qualquer despotismo imperial ou burocrático se instala. "
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Na verdade, se a Europa, qualquer que seja a sua construção futura, prescindir das identidades nacionais, das culturas dos seus povos e do seu pluralismo intrínseco, está condenada. Ou então, é sinal de que um qualquer despotismo imperial ou burocrático se instala. "
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Na Primavera de 1847, Karl Marx e Friedrich Engels aceitaram integrar a chamada Liga dos Justos [Bund der Gerechten], uma organização nascida da anterior Liga dos Proscritos [Bund der Geächteten], sociedade secreta revolucionária fundada em Paris nos anos 30 do século XIX por artesãos alemães inspirados pela influência revolucionária francesa — na maioria, alfaiates e marceneiros — e que continuava a ser composta ainda sobretudo por artesãos radicais expatriados. A Liga, persuadida pelo seu "comunismo crítico", propôs-se publicar um manifesto redigido por Marx e Engels como programa político e também modernizar a sua organização de acordo com esse manifesto." [Do Prefácio de Eric Hobsbawm]
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Na Primavera de 1847, Karl Marx e Friedrich Engels aceitaram integrar a chamada Liga dos Justos [Bund der Gerechten], uma organização nascida da anterior Liga dos Proscritos [Bund der Geächteten], sociedade secreta revolucionária fundada em Paris nos anos 30 do século XIX por artesãos alemães inspirados pela influência revolucionária francesa — na maioria, alfaiates e marceneiros — e que continuava a ser composta ainda sobretudo por artesãos radicais expatriados. A Liga, persuadida pelo seu "comunismo crítico", propôs-se publicar um manifesto redigido por Marx e Engels como programa político e também modernizar a sua organização de acordo com esse manifesto." [Do Prefácio de Eric Hobsbawm]
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Na "Balada da Praia dos Cães", oferece-nos uma obra-prima mas, como os seus restantes livros, torna-se necessário um paladar exigente a fim de compreender isso. (…) Como tudo o que José Cardoso Pires nos deixou. Por favor leiam-no: é uma imensa prenda que darão a vós mesmos."Do Prefácio de António Lobo Antunes
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Na "Balada da Praia dos Cães", oferece-nos uma obra-prima mas, como os seus restantes livros, torna-se necessário um paladar exigente a fim de compreender isso. (…) Como tudo o que José Cardoso Pires nos deixou. Por favor leiam-no: é uma imensa prenda que darão a vós mesmos."Do Prefácio de António Lobo Antunes
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Meticuloso, um tanto obsessivo, Dalton Trevisan persegue as sujas pegadas das suas personagens. As suas histórias (como certas narrativas de Melville e Kafka na interpretação de Borges) apresentam "fantasias de conduta"." - E. Rodriguez Monegal, The New York Times Book Review
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Meticuloso, um tanto obsessivo, Dalton Trevisan persegue as sujas pegadas das suas personagens. As suas histórias (como certas narrativas de Melville e Kafka na interpretação de Borges) apresentam "fantasias de conduta"." - E. Rodriguez Monegal, The New York Times Book Review
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Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Memórias Póstumas de Brás Cubas e o Quincas Borba" são dois dos principais romances de Machado de Assis unidos por um personagem comum ¿ os outros são "D. Casmurro, o Isaú e Jacó". Nesta fase, a prosa de Machado de Assis (1839-1908) distingue-se pela ironia, o modo como interpela os leitores e por evitar o realismo "implacável e lógico" que ele criticou em "O Crime do Padre Amaro", de Eça de Queirós. Ao cepticismo distanciado de Memórias Póstumas de Brás Cubas segue-se, seis anos depois, em "Quincas Borba" a credulidade romântica de Rubião, humilde professor tornado rico por herança de filósofo e perdido no Rio de Janeiro e na Corte em busca de emoções. Rubião é fascinado por Sofia e enganado pelo marido desta, Cristiano Palha, que transforma a mulher em instrumento da sua ascensão burguesa. Mas Sofia não tem a audácia de uma Bovary, nem sequer a desenvoltura da Luísa de "O Primo Basílio" e Rubião naufraga nas esperanças perdidas. Se "Memórias Póstumas de Brás Cubas" deixa um rasto de lúcida diversão que evita a tragédia, Quincas Borba mergulha na irreversível loucura do seu personagem. Rubião parece destinado a ilustrar a teoria do filósofo "Quincas Borba", resumida na frase ao vencedor, as batatas. Neste romance cuja acção decorre entre 1867 e 1870 são visíveis os reflexos dos acontecimentos da época, desde a guerra do Brasil com o Paraguai ao esplendor e queda de Napoleão III, com quem Rubião se identificaria.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
"Memórias Póstumas de Brás Cubas e o Quincas Borba" são dois dos principais romances de Machado de Assis unidos por um personagem comum ¿ os outros são "D. Casmurro, o Isaú e Jacó". Nesta fase, a prosa de Machado de Assis (1839-1908) distingue-se pela ironia, o modo como interpela os leitores e por evitar o realismo "implacável e lógico" que ele criticou em "O Crime do Padre Amaro", de Eça de Queirós. Ao cepticismo distanciado de Memórias Póstumas de Brás Cubas segue-se, seis anos depois, em "Quincas Borba" a credulidade romântica de Rubião, humilde professor tornado rico por herança de filósofo e perdido no Rio de Janeiro e na Corte em busca de emoções. Rubião é fascinado por Sofia e enganado pelo marido desta, Cristiano Palha, que transforma a mulher em instrumento da sua ascensão burguesa. Mas Sofia não tem a audácia de uma Bovary, nem sequer a desenvoltura da Luísa de "O Primo Basílio" e Rubião naufraga nas esperanças perdidas. Se "Memórias Póstumas de Brás Cubas" deixa um rasto de lúcida diversão que evita a tragédia, Quincas Borba mergulha na irreversível loucura do seu personagem. Rubião parece destinado a ilustrar a teoria do filósofo "Quincas Borba", resumida na frase ao vencedor, as batatas. Neste romance cuja acção decorre entre 1867 e 1870 são visíveis os reflexos dos acontecimentos da época, desde a guerra do Brasil com o Paraguai ao esplendor e queda de Napoleão III, com quem Rubião se identificaria.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Maus" ("rato", em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polaco sobrevivente de Auschwitz, narrada por si próprio ao filho, o cartoonista Art Spiegelman. O livro é considerado um clássico contemporâneo da BD. Foi publicado em duas partes: a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, o livro ganhou o prestigioso Prémio Pulitzer de literatura. A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas - história, literatura, artes e psicologia. Com uma nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume. Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazis ganham feições de gatos; os polacos não-judeus são porcos e os americanos, cães. Este recurso à imagética da fábula, aliado à ausência de cor, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo da BD e da literatura em geral, e um relato histórico de valor inestimável.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Maus" ("rato", em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polaco sobrevivente de Auschwitz, narrada por si próprio ao filho, o cartoonista Art Spiegelman. O livro é considerado um clássico contemporâneo da BD. Foi publicado em duas partes: a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, o livro ganhou o prestigioso Prémio Pulitzer de literatura. A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas - história, literatura, artes e psicologia. Com uma nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume. Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazis ganham feições de gatos; os polacos não-judeus são porcos e os americanos, cães. Este recurso à imagética da fábula, aliado à ausência de cor, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo da BD e da literatura em geral, e um relato histórico de valor inestimável.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 424
Sinopse:
"Mansfield Park" foi escrito em Chawton, Hampshire, entre Fevereiro de 1811 e Junho de 1813. O livro seria publicado em 1814 em três volumes. No essencial, é um romance de costumes saído da relação entre duas famílias da elite rural inglesa.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
"Mansfield Park" foi escrito em Chawton, Hampshire, entre Fevereiro de 1811 e Junho de 1813. O livro seria publicado em 1814 em três volumes. No essencial, é um romance de costumes saído da relação entre duas famílias da elite rural inglesa.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Madame Bovary sou eu", disse uma vez Flaubert, a quem o êxito do seu romance publicado em 1856 acabou por irritar, de tal modo eclipsou os seus outros livros. Ema Bovary persegue a imagem do mundo que lhe é dada por uma certa literatura desligada da realidade. Arrastada pelas suas ilusões, a mulher do prosaico Carlos Bovary imagina-se uma grande amorosa. A realidade revela-se impiedosa. E, no entanto, "Madame Bovary", na época judicialmente perseguido devido à sua "cor sensual" e à "beleza provocadora de Ema", está longe de ser essa lição de realismo que muitos nele quiseram ver.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Madame Bovary sou eu", disse uma vez Flaubert, a quem o êxito do seu romance publicado em 1856 acabou por irritar, de tal modo eclipsou os seus outros livros. Ema Bovary persegue a imagem do mundo que lhe é dada por uma certa literatura desligada da realidade. Arrastada pelas suas ilusões, a mulher do prosaico Carlos Bovary imagina-se uma grande amorosa. A realidade revela-se impiedosa. E, no entanto, "Madame Bovary", na época judicialmente perseguido devido à sua "cor sensual" e à "beleza provocadora de Ema", está longe de ser essa lição de realismo que muitos nele quiseram ver.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Lisboa é uma cidade de que é fácil gostar. Não recusa nenhum acrescento, absorve-o. 'Mesmo os aleijões', dizia Cardoso Pires em entrevista filmada no Jardim do Torel, de câmara assestada à linha do horizonte, de recorte pregueado de telhados subitamente rompido pelo espinho das Torres das Amoreiras. (…) Passados 20 anos, a Relógio D’Água reformula o aspecto e o uso do texto. Com razão: continua vigoroso o discorrer, em tons de amor-ódio, sobre a vivência do espaço ancestral; mas a cidade de Cardoso Pires vai-se tornando mais rara de encontrar. Coube à fotografia de José Carlos Nascimento — com vasta utilização da urbe em vários trabalhos — recuperar o que do texto persiste visualmente, para apoio a uma leitura mais referenciável dos novos apaixonados de Lisboa." [Do Prefácio]
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Lisboa é uma cidade de que é fácil gostar. Não recusa nenhum acrescento, absorve-o. 'Mesmo os aleijões', dizia Cardoso Pires em entrevista filmada no Jardim do Torel, de câmara assestada à linha do horizonte, de recorte pregueado de telhados subitamente rompido pelo espinho das Torres das Amoreiras. (…) Passados 20 anos, a Relógio D’Água reformula o aspecto e o uso do texto. Com razão: continua vigoroso o discorrer, em tons de amor-ódio, sobre a vivência do espaço ancestral; mas a cidade de Cardoso Pires vai-se tornando mais rara de encontrar. Coube à fotografia de José Carlos Nascimento — com vasta utilização da urbe em vários trabalhos — recuperar o que do texto persiste visualmente, para apoio a uma leitura mais referenciável dos novos apaixonados de Lisboa." [Do Prefácio]
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Lincoln no Bardo" é o primeiro romance de George Saunders. Nestas páginas, o autor revela-nos o seu trabalho mais original, transcendente e comovedor. A ação desenrola-se num cemitério e, durante apenas uma noite, a história é-nos narrada por um coro de vozes, que fazem deste livro uma experiência ímpar que apenas George Saunders nos conseguiria dar. Ousado na estrutura, generoso e profundamente interessado nos sentimentos, "Lincoln no Bardo" é uma prova de que a ficção pode falar sobre as coisas que realmente nos interessam. Saunders inventou uma nova forma narrativa, caledoscópica e teatral, entoada ao som de diferentes vozes, de modo a fazer-nos uma pergunta profunda e intemporal: como podemos viver e amar sabendo que tudo o que amamos tem um fim?
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"Lincoln no Bardo" é o primeiro romance de George Saunders. Nestas páginas, o autor revela-nos o seu trabalho mais original, transcendente e comovedor. A ação desenrola-se num cemitério e, durante apenas uma noite, a história é-nos narrada por um coro de vozes, que fazem deste livro uma experiência ímpar que apenas George Saunders nos conseguiria dar. Ousado na estrutura, generoso e profundamente interessado nos sentimentos, "Lincoln no Bardo" é uma prova de que a ficção pode falar sobre as coisas que realmente nos interessam. Saunders inventou uma nova forma narrativa, caledoscópica e teatral, entoada ao som de diferentes vozes, de modo a fazer-nos uma pergunta profunda e intemporal: como podemos viver e amar sabendo que tudo o que amamos tem um fim?
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Léxico Familiar" é o principal livro de Natalia Ginzburg e um clássico da literatura italiana contemporânea. A narrativa acompanha a vida dos Levi, que viveram em Turim entre 1930 e 1950, período em que se assiste à ascensão do fascismo, à Segunda Guerra Mundial e aos acontecimentos que se lhe seguiram. Natalia, uma das filhas do professor Levi, foi testemunha dos momentos íntimos da família e dessa conversa entre pais e irmãos que se converteu num idioma secreto. Nesta narrativa de pendor autobiográfico, os acontecimentos quotidianos misturam-se com reflexões que mantêm toda a atualidade. O livro venceu em 1963 o Prémio Strega.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Léxico Familiar" é o principal livro de Natalia Ginzburg e um clássico da literatura italiana contemporânea. A narrativa acompanha a vida dos Levi, que viveram em Turim entre 1930 e 1950, período em que se assiste à ascensão do fascismo, à Segunda Guerra Mundial e aos acontecimentos que se lhe seguiram. Natalia, uma das filhas do professor Levi, foi testemunha dos momentos íntimos da família e dessa conversa entre pais e irmãos que se converteu num idioma secreto. Nesta narrativa de pendor autobiográfico, os acontecimentos quotidianos misturam-se com reflexões que mantêm toda a atualidade. O livro venceu em 1963 o Prémio Strega.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Lady Susan" é uma novela epistolar e a primeira obra completa escrita por Jane Austen.Frequentemente provocante, aborda os costumes e tradições do período da Regência e tornou-se uma das obras favoritas dos leitores de Jane Austen.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Lady Susan" é uma novela epistolar e a primeira obra completa escrita por Jane Austen.Frequentemente provocante, aborda os costumes e tradições do período da Regência e tornou-se uma das obras favoritas dos leitores de Jane Austen.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 560
Sinopse:
"Lá estava ele, sério, imóvel, absorto, num olhar e num pensamento. Paris inteira jazia aos seus pés, com as mil flechas dos seus edifícios e o seu horizonte circular de suaves colinas, com o rio a serpentear sob as pontes e o povo a ondular nas ruas, com a nuvem dos seus fumos e a montuosa cadeia dos telhados a comprimirem Notre-Dame nas suas malhas cerradas. Mas de toda esta cidade, o arcediago apenas fixava um ponto concreto do pavimento: a Place du Parvis; e de toda aquela multidão, apenas uma figura: a cigana. Seria difícil definir de que natureza era aquele olhar e de onde provinha a chama que dele brotava. Era um olhar fixo, mas repleto de perturbação e de tumulto. E, pela imobilidade profunda de todo o seu corpo, apenas agitado de onde em onde por um tremor automático como uma árvore sacudida pelo vento, pela tensão dos cotovelos, mais marmóreos do que a balaustrada em que se apoiavam, ao ver-se o sorriso petrificado que lhe contraía o rosto, parecia que em Claude Frollo só estavam vivos os olhos."
Nº Páginas: 560
Sinopse:
"Lá estava ele, sério, imóvel, absorto, num olhar e num pensamento. Paris inteira jazia aos seus pés, com as mil flechas dos seus edifícios e o seu horizonte circular de suaves colinas, com o rio a serpentear sob as pontes e o povo a ondular nas ruas, com a nuvem dos seus fumos e a montuosa cadeia dos telhados a comprimirem Notre-Dame nas suas malhas cerradas. Mas de toda esta cidade, o arcediago apenas fixava um ponto concreto do pavimento: a Place du Parvis; e de toda aquela multidão, apenas uma figura: a cigana. Seria difícil definir de que natureza era aquele olhar e de onde provinha a chama que dele brotava. Era um olhar fixo, mas repleto de perturbação e de tumulto. E, pela imobilidade profunda de todo o seu corpo, apenas agitado de onde em onde por um tremor automático como uma árvore sacudida pelo vento, pela tensão dos cotovelos, mais marmóreos do que a balaustrada em que se apoiavam, ao ver-se o sorriso petrificado que lhe contraía o rosto, parecia que em Claude Frollo só estavam vivos os olhos."
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Edição: Dez 1996
Nº Páginas: 362
Sinopse:
"Juntei textos de natureza muito diferente. Desde os vagamente autobiográficos, aos marcadamente políticos, passando pela crítica de livros e de filmes. Não têm um fio condutor evidente, o contrário seria de espantar. Mas têm um denominador comum: uma vontade compulsiva de escrever." Do Prefácio
Nº Páginas: 362
Sinopse:
"Juntei textos de natureza muito diferente. Desde os vagamente autobiográficos, aos marcadamente políticos, passando pela crítica de livros e de filmes. Não têm um fio condutor evidente, o contrário seria de espantar. Mas têm um denominador comum: uma vontade compulsiva de escrever." Do Prefácio
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