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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Jack" conta-nos a história de John Ames Boughton, o filho pródigo de um pastor presbiteriano de Gilead, e do seu romance com Della Miles, professora de inglês, também ela filha de um pregador. Um amor profundo, atormentado e inter-racial, que se move nos paradoxos da América contemporânea.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Jack" conta-nos a história de John Ames Boughton, o filho pródigo de um pastor presbiteriano de Gilead, e do seu romance com Della Miles, professora de inglês, também ela filha de um pregador. Um amor profundo, atormentado e inter-racial, que se move nos paradoxos da América contemporânea.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Jack e Alice" (1787) e "Amor e Amizade" (1790) são novelas que permitem conhecer o início de Jane Austen como escritora. Nestes escritos adolescentes, podemos ver o seu sentido de humor, a atenção ao que de ridículo existe nas relações sociais e o distanciamento da ficção sentimental.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Jack e Alice" (1787) e "Amor e Amizade" (1790) são novelas que permitem conhecer o início de Jane Austen como escritora. Nestes escritos adolescentes, podemos ver o seu sentido de humor, a atenção ao que de ridículo existe nas relações sociais e o distanciamento da ficção sentimental.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 584
Sinopse:
"Isso que aí fica não são memórias alinhadas. Não têm essa pretensão. São notas, conversas colhidas a esmo, dois traços sobre um acontecimento […] Sou um mero espectador da vida, que não tenta explicá-la. Não afirmo nem nego. Há muito que fujo de julgar os homens, e, a cada hora que passa, a vida me parece ou muito complicada e misteriosa ou muito simples e profunda." Do Prefácio de 1918.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
"Isso que aí fica não são memórias alinhadas. Não têm essa pretensão. São notas, conversas colhidas a esmo, dois traços sobre um acontecimento […] Sou um mero espectador da vida, que não tenta explicá-la. Não afirmo nem nego. Há muito que fujo de julgar os homens, e, a cada hora que passa, a vida me parece ou muito complicada e misteriosa ou muito simples e profunda." Do Prefácio de 1918.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Imaginam que Tom se satisfez com todas estas aventuras? Refiro-me às aventuras que tivemos no rio e o tempo que levámos a libertar o negro Jim, além do tiro que Tom apanhou na perna. Mas não, não se satisfez. O único resultado de tudo isso foi despertar-lhe o apetite de novas façanhas. Bem veem, quando nós três viemos rio acima em triunfo — digamos assim — de volta daquela grande viagem, quando a aldeia nos recebeu com discursos e um cortejo de archotes acesos, quando os vivas e os gritos de toda a gente fizeram de nós heróis, Tom Sawyer realizou assim um dos seus sonhos."
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Imaginam que Tom se satisfez com todas estas aventuras? Refiro-me às aventuras que tivemos no rio e o tempo que levámos a libertar o negro Jim, além do tiro que Tom apanhou na perna. Mas não, não se satisfez. O único resultado de tudo isso foi despertar-lhe o apetite de novas façanhas. Bem veem, quando nós três viemos rio acima em triunfo — digamos assim — de volta daquela grande viagem, quando a aldeia nos recebeu com discursos e um cortejo de archotes acesos, quando os vivas e os gritos de toda a gente fizeram de nós heróis, Tom Sawyer realizou assim um dos seus sonhos."
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Havia nela como que uma falha que provinha talvez da exaustão e da deficiência alimentar, dando-lhe um ar furtivo, de gazela, que fez cair as apresentações. Lizzie passou para detrás da porta abandonada que servia de biombo e regressou vestida de rapaz. Apanhara o cabelo sobre a nuca. Mostrava as pernas e isso produzia um curioso efeito assexuado. Gabriel adiantou-se e começou a ocupar-se da figura que faltava, não nos papéis de esboço, mas na tela. As personagens masculinas já se achavam muito avançadas. Ele posara para bobo. Os pré-rafaelitas provocavam situações de enteajuda em que existia, a par de exibição, sinceridade. Deverell e Millais arrefeciam, de pé, imóveis e a perder entusiasmo. Viam em Lizzie a rapariga magra e de feições irregulares que até então não tinham visto. A narrativa de Walter, que avassalara o próprio narrador, deixava de exercer influência e a temperatura dos seus corpos ressentia-se. Esfregavam os braços, percebendo toda a impiedade do Inverno. Observavam Rossetti e Miss Sid que estavam sós, naquilo que talvez fosse o encontro do pintor com o modelo. Porém sentiam desconforto, como se presenciassem uma cena íntima. Lizzie, que mantivera a posição sem vacilar nos dias anteriores, vergava as costas, inclinada para o chão. Era um abatimento poderoso sob o qual circulava alguma glória. John Everett Millais compreendeu a origem do fascínio de Miss Sid. Tinha um corpo selado na tragédia, um apetite sacrificial. "Hei-de pintar esta mulher", pensou. Imaginava-a num cenário de narcisos. Não sabia que estava a vê-la morta."
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Havia nela como que uma falha que provinha talvez da exaustão e da deficiência alimentar, dando-lhe um ar furtivo, de gazela, que fez cair as apresentações. Lizzie passou para detrás da porta abandonada que servia de biombo e regressou vestida de rapaz. Apanhara o cabelo sobre a nuca. Mostrava as pernas e isso produzia um curioso efeito assexuado. Gabriel adiantou-se e começou a ocupar-se da figura que faltava, não nos papéis de esboço, mas na tela. As personagens masculinas já se achavam muito avançadas. Ele posara para bobo. Os pré-rafaelitas provocavam situações de enteajuda em que existia, a par de exibição, sinceridade. Deverell e Millais arrefeciam, de pé, imóveis e a perder entusiasmo. Viam em Lizzie a rapariga magra e de feições irregulares que até então não tinham visto. A narrativa de Walter, que avassalara o próprio narrador, deixava de exercer influência e a temperatura dos seus corpos ressentia-se. Esfregavam os braços, percebendo toda a impiedade do Inverno. Observavam Rossetti e Miss Sid que estavam sós, naquilo que talvez fosse o encontro do pintor com o modelo. Porém sentiam desconforto, como se presenciassem uma cena íntima. Lizzie, que mantivera a posição sem vacilar nos dias anteriores, vergava as costas, inclinada para o chão. Era um abatimento poderoso sob o qual circulava alguma glória. John Everett Millais compreendeu a origem do fascínio de Miss Sid. Tinha um corpo selado na tragédia, um apetite sacrificial. "Hei-de pintar esta mulher", pensou. Imaginava-a num cenário de narcisos. Não sabia que estava a vê-la morta."
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Edição: Dez 2013
Nº Páginas: 656
Sinopse:
"Guerra e Pa"z narra a invasão da Rússia por Napoleão e os efeitos que esse acontecimento teve na vida da aristocracia, dos militares e de toda a população.Neste romance surgiram algumas das mais perduráveis personagens da literatura de sempre, o príncipe Andrei, Pierre Bezúkhov e a fascinante Natacha Rostova, que se tornaria indispensável para qualquer um deles.
Nº Páginas: 656
Sinopse:
"Guerra e Pa"z narra a invasão da Rússia por Napoleão e os efeitos que esse acontecimento teve na vida da aristocracia, dos militares e de toda a população.Neste romance surgiram algumas das mais perduráveis personagens da literatura de sempre, o príncipe Andrei, Pierre Bezúkhov e a fascinante Natacha Rostova, que se tornaria indispensável para qualquer um deles.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 104
Sinopse:
"Gozar a Natureza! Alegra-me poder dizer que se trata de uma faculdade que eu perdi completamente. Dizem-nos que a Arte nos faz amar a Natureza mais do que a amávamos antes; que nos revela os seus segredos; e que, depois do estudo atento de Corot e de Constable, passamos a ver nela coisas que tinham escapado à nossa observação. A minha própria experiência é que, quanto mais estudamos a Arte, menos nos ocupamos da Natureza. "
Nº Páginas: 104
Sinopse:
"Gozar a Natureza! Alegra-me poder dizer que se trata de uma faculdade que eu perdi completamente. Dizem-nos que a Arte nos faz amar a Natureza mais do que a amávamos antes; que nos revela os seus segredos; e que, depois do estudo atento de Corot e de Constable, passamos a ver nela coisas que tinham escapado à nossa observação. A minha própria experiência é que, quanto mais estudamos a Arte, menos nos ocupamos da Natureza. "
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Gostava de escrever uma prece bonita."Esta frase foi escrita por Flannery O’Connor durante a sua juventude, neste diário profundamente espiritual, recentemente descoberto entre os objetos que deixou na Georgia.Escrito entre 1946 e 1947, enquanto O’Connor estudava longe de casa na Universidade de Iowa, "Um Diário de Preces" é um portal raro de acesso à vida íntima da escritora. Não apenas revela a relação singular de O’Connor com o divino, como nos mostra a forte ligação entre o seu desejo de escrita e o seu enternecimento por Deus.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Gostava de escrever uma prece bonita."Esta frase foi escrita por Flannery O’Connor durante a sua juventude, neste diário profundamente espiritual, recentemente descoberto entre os objetos que deixou na Georgia.Escrito entre 1946 e 1947, enquanto O’Connor estudava longe de casa na Universidade de Iowa, "Um Diário de Preces" é um portal raro de acesso à vida íntima da escritora. Não apenas revela a relação singular de O’Connor com o divino, como nos mostra a forte ligação entre o seu desejo de escrita e o seu enternecimento por Deus.
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Edição: Jan 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Foi muitas vezes notada (e quase tantas vezes censurada) a aparente indiferença de Austen aos grandes eventos históricos do seu tempo. Apesar da ténue sombra das guerras napoleónicas, Persuasão continua a não ter espaço para a Revolução Francesa nem para os debates abolicionistas; mas é revolucionário noutro sentido. Mais radical ainda do que ser um romance antiaristocracia e pró-meritocracia, parece ser também um romance antifamília e pró-afinidade. É um livro ferozmente contra a obrigação de aceitar o que nos cabe à nascença e a favor de procurar o que queremos em lugares mais improváveis." "Do Posfácio"
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Foi muitas vezes notada (e quase tantas vezes censurada) a aparente indiferença de Austen aos grandes eventos históricos do seu tempo. Apesar da ténue sombra das guerras napoleónicas, Persuasão continua a não ter espaço para a Revolução Francesa nem para os debates abolicionistas; mas é revolucionário noutro sentido. Mais radical ainda do que ser um romance antiaristocracia e pró-meritocracia, parece ser também um romance antifamília e pró-afinidade. É um livro ferozmente contra a obrigação de aceitar o que nos cabe à nascença e a favor de procurar o que queremos em lugares mais improváveis." "Do Posfácio"
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Foi ao escrever este livro que compreendi serem o nacionalismo e o patriotismo coisas diferentes: o primeiro é inseparável do desejo de poder, enquanto o segundo é meramente defensivo. O facto de a minha pátria ser Portugal não me leva a pensar que seja a melhor do mundo: reconheço tão-só que foi aqui que nasci, foi aqui que cresci, foi aqui que tive filhos e netos. E agora, que me foge a curta vida, gosto mais dela porque finalmente me deu a oportunidade de pensar, falar e escrever livremente."
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Foi ao escrever este livro que compreendi serem o nacionalismo e o patriotismo coisas diferentes: o primeiro é inseparável do desejo de poder, enquanto o segundo é meramente defensivo. O facto de a minha pátria ser Portugal não me leva a pensar que seja a melhor do mundo: reconheço tão-só que foi aqui que nasci, foi aqui que cresci, foi aqui que tive filhos e netos. E agora, que me foge a curta vida, gosto mais dela porque finalmente me deu a oportunidade de pensar, falar e escrever livremente."
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Finalmente, um traço dominante deste período é o do uso intensivo e persistente da propaganda e de todas as formas de construção e orientação da informação. Estes últimos anos marcam a consolidação do modo profissional de informar a população. Governo, partidos políticos, grupos parlamentares, grandes grupos económicos, associações empresariais e sindicatos recorrem, cada vez mais e agora de modo consistente, a organizações especializadas de comunicação. Este esforço é, obviamente, liderado pelo governo, com recursos ilimitados para dirigir a informação e organizar a comunicação, de acordo com os seus interesses e conveniências. São centenas, talvez milhares de profissionais, incluindo muitos jornalistas, a exercer as suas actividades de comunicação em conformidade com as expectativas dos seus mandantes. A actividade política desenrola-se agora de acordo com o que se chama, na gíria, a "agenda" política. Esta é uma mera construção de conveniência, uma maneira de condicionar a informação e a opinião."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Finalmente, um traço dominante deste período é o do uso intensivo e persistente da propaganda e de todas as formas de construção e orientação da informação. Estes últimos anos marcam a consolidação do modo profissional de informar a população. Governo, partidos políticos, grupos parlamentares, grandes grupos económicos, associações empresariais e sindicatos recorrem, cada vez mais e agora de modo consistente, a organizações especializadas de comunicação. Este esforço é, obviamente, liderado pelo governo, com recursos ilimitados para dirigir a informação e organizar a comunicação, de acordo com os seus interesses e conveniências. São centenas, talvez milhares de profissionais, incluindo muitos jornalistas, a exercer as suas actividades de comunicação em conformidade com as expectativas dos seus mandantes. A actividade política desenrola-se agora de acordo com o que se chama, na gíria, a "agenda" política. Esta é uma mera construção de conveniência, uma maneira de condicionar a informação e a opinião."
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"Ferrante disse que gosta de escrever histórias "em que a escrita é clara, honesta, e em que os factos — os factos da vida normal — prendem extraordinariamente o leitor". Com efeito, a sua prosa possui uma clareza despojada, e é muitas vezes aforística e contida (…). Mas o que os seus primeiros romances têm de electrizante é que, ao acompanhar complacentemente as situações desesperadas das suas personagens, a própria escrita de Ferrante não conhece limites, está ansiosa por levar cada pensamento para diante, até à sua mais radical conclusão, e para trás, até à sua mais radical origem. Isto é sobretudo óbvio na forma destemida como os seus narradores femininos pensam sobre filhos e sobre maternidade."Do Prefácio de James Wood
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"Ferrante disse que gosta de escrever histórias "em que a escrita é clara, honesta, e em que os factos — os factos da vida normal — prendem extraordinariamente o leitor". Com efeito, a sua prosa possui uma clareza despojada, e é muitas vezes aforística e contida (…). Mas o que os seus primeiros romances têm de electrizante é que, ao acompanhar complacentemente as situações desesperadas das suas personagens, a própria escrita de Ferrante não conhece limites, está ansiosa por levar cada pensamento para diante, até à sua mais radical conclusão, e para trás, até à sua mais radical origem. Isto é sobretudo óbvio na forma destemida como os seus narradores femininos pensam sobre filhos e sobre maternidade."Do Prefácio de James Wood
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Fala, Memória" é um dos mais deslumbrantes livros que alguém escreveu sobre o seu passado. Talvez porque, para Nabokov, mais importante do que a política ou a vida usual, era a arte sob a forma da escrita, o amor, o voo colorido das borboletas, a recusa da vulgaridade e os problemas de xadrez."O presente trabalho colecciona recordações pessoais sistematicamente correlacionadas, que em termos geográficos se estendem de São Petersburgo a Saint-Nazaire e abrangem trinta e sete anos, de Agosto de 1903 a Maio de 1940, com incursões várias a um espaço--tempo posterior."Do Prefácio de Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 312
Sinopse:
"Fala, Memória" é um dos mais deslumbrantes livros que alguém escreveu sobre o seu passado. Talvez porque, para Nabokov, mais importante do que a política ou a vida usual, era a arte sob a forma da escrita, o amor, o voo colorido das borboletas, a recusa da vulgaridade e os problemas de xadrez."O presente trabalho colecciona recordações pessoais sistematicamente correlacionadas, que em termos geográficos se estendem de São Petersburgo a Saint-Nazaire e abrangem trinta e sete anos, de Agosto de 1903 a Maio de 1940, com incursões várias a um espaço--tempo posterior."Do Prefácio de Vladimir Nabokov
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Edição: Mai 2021
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"Fahrenheit 451" é a adaptação da clássica distopia de Ray Bradbury a romance gráfico, pela mão de Tim Hamilton. A história é a que conhecemos: Guy Montag é bombeiro, numa sociedade em que os bombeiros estão encarregados de destruir pelo fogo a mais ilegal das comodidades, os livros, bem como as casas que os albergam. As ilustrações de Hamilton dão uma energia electrizante ao clássico de Bradbury, que autorizou e prefaciou esta adaptação.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
"Fahrenheit 451" é a adaptação da clássica distopia de Ray Bradbury a romance gráfico, pela mão de Tim Hamilton. A história é a que conhecemos: Guy Montag é bombeiro, numa sociedade em que os bombeiros estão encarregados de destruir pelo fogo a mais ilegal das comodidades, os livros, bem como as casas que os albergam. As ilustrações de Hamilton dão uma energia electrizante ao clássico de Bradbury, que autorizou e prefaciou esta adaptação.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Existe forte veio de erotismo nestas histórias. Não é exibicionista, mas funcional para as intenções do autor. É mesmo o símbolo absurdo da cidade, dos seus estreitos e confinados horizontes." - Thomas Lask, The New York Times
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Existe forte veio de erotismo nestas histórias. Não é exibicionista, mas funcional para as intenções do autor. É mesmo o símbolo absurdo da cidade, dos seus estreitos e confinados horizontes." - Thomas Lask, The New York Times
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"Este romance biográfico sobre Lema Lagerlöf foi escrito em golfadas, em horas imprecisas do dia ou da noite; não obedeceu a nenhuma rotina disciplinada. Como em todos os actos de paixão, fui sobrevivendo em equilíbrios improváveis. Conheci regiões que jamais imaginei conhecer, reconheci a vida desta pessoa, imaginei-a com a possível intimidade."
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"Este romance biográfico sobre Lema Lagerlöf foi escrito em golfadas, em horas imprecisas do dia ou da noite; não obedeceu a nenhuma rotina disciplinada. Como em todos os actos de paixão, fui sobrevivendo em equilíbrios improváveis. Conheci regiões que jamais imaginei conhecer, reconheci a vida desta pessoa, imaginei-a com a possível intimidade."
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Este Ofício de Poeta é uma introdução à literatura, ao gosto e ao próprio Borges. " Do Posfácio
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Este Ofício de Poeta é uma introdução à literatura, ao gosto e ao próprio Borges. " Do Posfácio
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"Este ano não houve Troca de Ovos. Todos os solstícios da estação seca, durante setenta gerações, as comunidades reuniram-se no Planalto de Naumãn. no alto das escarpas de granito, onde arde o fogo, erguem-se as muralhas com sete Portas. Éramos seis comunidades. Cada comunidade acedia ao espaço ritual pela sua Porta. a sétima, aprendíamo-lo desde a primeira vez que pisávamos o Planalto, era para aqueles que viriam. Uma promessa de posteridade. a garantia de que, depois de cada dia, haveria outro dia, depois de cada ano, haveria outro ano, depois de cada comunidade, haveria outras comunidades. Nós, Naumans de dedos hábeis, respeitamos o passado, mas veneramos o Futuro. no solstício em que perfazia catorze anos, eu, Alva, da comunidade de Uila, fui com os outros Naumans do mesmo ano conduzida ao Planalto. Enquanto subíamos as rampas que conduziam às Portas, todos levávamos os olhos vendados por uma faixa de sete voltas, tantas quantos os meses em que se divide o ano."
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"Este ano não houve Troca de Ovos. Todos os solstícios da estação seca, durante setenta gerações, as comunidades reuniram-se no Planalto de Naumãn. no alto das escarpas de granito, onde arde o fogo, erguem-se as muralhas com sete Portas. Éramos seis comunidades. Cada comunidade acedia ao espaço ritual pela sua Porta. a sétima, aprendíamo-lo desde a primeira vez que pisávamos o Planalto, era para aqueles que viriam. Uma promessa de posteridade. a garantia de que, depois de cada dia, haveria outro dia, depois de cada ano, haveria outro ano, depois de cada comunidade, haveria outras comunidades. Nós, Naumans de dedos hábeis, respeitamos o passado, mas veneramos o Futuro. no solstício em que perfazia catorze anos, eu, Alva, da comunidade de Uila, fui com os outros Naumans do mesmo ano conduzida ao Planalto. Enquanto subíamos as rampas que conduziam às Portas, todos levávamos os olhos vendados por uma faixa de sete voltas, tantas quantos os meses em que se divide o ano."
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Estamos nos finais de Maio, em plena retirada, em pleno desastre. Sacrificam-se tripulações como quem lança copos de água num incêndio na floresta. Como se podem avaliar os riscos quando tudo se desmorona? (…) Em três semanas perdemos dezassete das vinte e três tripulações. Derretemos como a cera. (…) Sabemos muito bem que a única coisa a fazer é lançarmo-nos na fogueira, mesmo que isso seja um gesto inútil. Em toda a França somos cinquenta. Nos nossos ombros pesa toda a estratégia do exército francês!"
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Estamos nos finais de Maio, em plena retirada, em pleno desastre. Sacrificam-se tripulações como quem lança copos de água num incêndio na floresta. Como se podem avaliar os riscos quando tudo se desmorona? (…) Em três semanas perdemos dezassete das vinte e três tripulações. Derretemos como a cera. (…) Sabemos muito bem que a única coisa a fazer é lançarmo-nos na fogueira, mesmo que isso seja um gesto inútil. Em toda a França somos cinquenta. Nos nossos ombros pesa toda a estratégia do exército francês!"
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Esta é a noite mais triste, porque me vou embora e não volto mais."Esta é a primeira frase de Jay, personagem da fascinante história de Hanif Kureishi sobre o final de um relacionamento."O melhor livro de Kureishi até ao momento." [The Times]
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Esta é a noite mais triste, porque me vou embora e não volto mais."Esta é a primeira frase de Jay, personagem da fascinante história de Hanif Kureishi sobre o final de um relacionamento."O melhor livro de Kureishi até ao momento." [The Times]
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Edição: Mar 2007
Nº Páginas: 896
Sinopse:
"Embora seja uma das maiores histórias de amor da literatura mundial, Anna Karénina não é apenas um romance de aventura. Verdadeiramente interessado por temas morais, Tolstoi era um eterno preocupado com questões que são importantes para a humanidade em todas as épocas. Bom, há uma questão moral em Anna Karénina, embora não aquela que o leitor habitual possa crer que seja. Esta moral não é certamente o ter cometido adultério, Anna pagou por isso (num sentido vago pode dizer-se que é esta a moral do final de Madame Bovary). Não é isto, seguramente, por razões óbvias: se Anna ficasse com Karenin e escondesse do mundo o seu affair, não pagaria por isso primeiro com a felicidade e depois com a própria vida. Anna não foi castigada pelo seu pecado (podia muito bem ter-se safado deste) nem por violar as convenções da sociedade, muito temporais como aliás são todas as convenções e sem ter nada a ver com as eternas exigências da moralidade. Qual era então a «mensagem» moral que Tolstoi queria passar neste romance? Entendemo-la melhor se olharmos o resto do livro e compararmos a história de Lévin e Kiti com a de Vronski e Anna. O casamento de Lévin é baseado num conceito metafísico, não apenas físico, do amor, na boa-vontade e no sacrifício, no respeito mútuo. A aliança Anna-Vronski é fundada apenas no amor carnal e é aqui que reside a sua ruína." - Do Posfácio, de Vladimir Nabokov
Nº Páginas: 896
Sinopse:
"Embora seja uma das maiores histórias de amor da literatura mundial, Anna Karénina não é apenas um romance de aventura. Verdadeiramente interessado por temas morais, Tolstoi era um eterno preocupado com questões que são importantes para a humanidade em todas as épocas. Bom, há uma questão moral em Anna Karénina, embora não aquela que o leitor habitual possa crer que seja. Esta moral não é certamente o ter cometido adultério, Anna pagou por isso (num sentido vago pode dizer-se que é esta a moral do final de Madame Bovary). Não é isto, seguramente, por razões óbvias: se Anna ficasse com Karenin e escondesse do mundo o seu affair, não pagaria por isso primeiro com a felicidade e depois com a própria vida. Anna não foi castigada pelo seu pecado (podia muito bem ter-se safado deste) nem por violar as convenções da sociedade, muito temporais como aliás são todas as convenções e sem ter nada a ver com as eternas exigências da moralidade. Qual era então a «mensagem» moral que Tolstoi queria passar neste romance? Entendemo-la melhor se olharmos o resto do livro e compararmos a história de Lévin e Kiti com a de Vronski e Anna. O casamento de Lévin é baseado num conceito metafísico, não apenas físico, do amor, na boa-vontade e no sacrifício, no respeito mútuo. A aliança Anna-Vronski é fundada apenas no amor carnal e é aqui que reside a sua ruína." - Do Posfácio, de Vladimir Nabokov
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"Em Ressurreição, tudo se baseia num puro golpe de acaso — o reconhecimento de Máslova por Nekhliúdov e a sua nomeação para o júri que lida com o caso dela. o facto de isto poder ter acontecido na "vida real" — o caso foi relatado a Tolstoi por A. F. Koni, um funcionário de São Petersburgo, no Outono de 1877, e a desafortunada heroína tinha o nome de Rosalie Oni — não altera a sua qualidade improvável e melodramática." George Steiner em Tolstoi ou Dostoievski
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"Em Ressurreição, tudo se baseia num puro golpe de acaso — o reconhecimento de Máslova por Nekhliúdov e a sua nomeação para o júri que lida com o caso dela. o facto de isto poder ter acontecido na "vida real" — o caso foi relatado a Tolstoi por A. F. Koni, um funcionário de São Petersburgo, no Outono de 1877, e a desafortunada heroína tinha o nome de Rosalie Oni — não altera a sua qualidade improvável e melodramática." George Steiner em Tolstoi ou Dostoievski
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Em que mudaram os tempos? Nisto, para abreviar a especulação em torno do intelectual: o sentimento da tragédia perdeu terreno, e daí parte todo o delírio de persuasão a favor duma vida exausta e acumulada de mesteres remunerados apenas conforme a sua produção material. Um homem não é uma incógnita de medos e de vocações insubstituíveis, mas algo que não resistirá a uma liberdade instaurada em nome do possível. o papel do artista é o de reformar o mito do impossível e o de criar a tragédia. Como se desempenha ele da sua missão, raramente o podemos ver com os nossos próprios olhos; serão outros que tomarão contacto com aquilo que fez a consciência subterrânea da sua época. Através dos amores narrados com desvairada frieza, através dos crimes melancólicos e das brutalidades que o instinto não sugeriu, através das suas desordens que mal apagam a culpa pelo que já foi vivido e perdido antes, noutras idades e noutras criaturas, dar-se-á o encontro com a tragédia. a Europa conhece-a ainda, não perdeu de vista a sua face pálida, o seu esgar de espanto, a sua garra branca e petrificada." Do Prefácio
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Em que mudaram os tempos? Nisto, para abreviar a especulação em torno do intelectual: o sentimento da tragédia perdeu terreno, e daí parte todo o delírio de persuasão a favor duma vida exausta e acumulada de mesteres remunerados apenas conforme a sua produção material. Um homem não é uma incógnita de medos e de vocações insubstituíveis, mas algo que não resistirá a uma liberdade instaurada em nome do possível. o papel do artista é o de reformar o mito do impossível e o de criar a tragédia. Como se desempenha ele da sua missão, raramente o podemos ver com os nossos próprios olhos; serão outros que tomarão contacto com aquilo que fez a consciência subterrânea da sua época. Através dos amores narrados com desvairada frieza, através dos crimes melancólicos e das brutalidades que o instinto não sugeriu, através das suas desordens que mal apagam a culpa pelo que já foi vivido e perdido antes, noutras idades e noutras criaturas, dar-se-á o encontro com a tragédia. a Europa conhece-a ainda, não perdeu de vista a sua face pálida, o seu esgar de espanto, a sua garra branca e petrificada." Do Prefácio
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Em O Guarda do Pomar, o grande protagonista talvez seja o universo natural. Aqui, a natureza enfrenta o assalto constante do homem, está acossada, à beira da extinção. Com ela, morrem os usos e costumes tradicionais, incompatíveis com um mundo regido por leis rigorosas, por semáforos, por formulários e impressos." [Da Nota Introdutória]
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Em O Guarda do Pomar, o grande protagonista talvez seja o universo natural. Aqui, a natureza enfrenta o assalto constante do homem, está acossada, à beira da extinção. Com ela, morrem os usos e costumes tradicionais, incompatíveis com um mundo regido por leis rigorosas, por semáforos, por formulários e impressos." [Da Nota Introdutória]
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 688
Sinopse:
"Em O Cartel, Don Winslow escreveu o seu melhor e mais extenso romance. Este livro é o Guerra e Paz dos livros sobre as guerras de droga. Tenso, brutal, com uma atmosfera selvagem e um enredo extremamente bem pensado (…)" [James Ellroy]
Nº Páginas: 688
Sinopse:
"Em O Cartel, Don Winslow escreveu o seu melhor e mais extenso romance. Este livro é o Guerra e Paz dos livros sobre as guerras de droga. Tenso, brutal, com uma atmosfera selvagem e um enredo extremamente bem pensado (…)" [James Ellroy]
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 525
Sinopse:
"É um livro cheio de fantasmas, fantasmas d’"Os Lusíadas", fantasmas do homem contemporâneo, uma viagem, uma anti-epopeia, e é um livro extraordinário. Estou convencido de que dentro de cem anos ainda haverá teses de doutoramento sobre passagens e fragmentos." [Vasco Graça Moura]
Nº Páginas: 525
Sinopse:
"É um livro cheio de fantasmas, fantasmas d’"Os Lusíadas", fantasmas do homem contemporâneo, uma viagem, uma anti-epopeia, e é um livro extraordinário. Estou convencido de que dentro de cem anos ainda haverá teses de doutoramento sobre passagens e fragmentos." [Vasco Graça Moura]
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"É tentador descrever "A Muralha", publicada em 1957, três anos após "A Sibila", de maneira superlativa: como um dos maiores romances escritos em português; como um dos documentos mais profundos sobre a cultura europeia depois da II Guerra Mundial; ou ainda como o grande romance da cidade do Porto, tal como "Os Maias" é o grande romance de Lisboa." [Do Prefácio de Rui Ramos]
Nº Páginas: 392
Sinopse:
"É tentador descrever "A Muralha", publicada em 1957, três anos após "A Sibila", de maneira superlativa: como um dos maiores romances escritos em português; como um dos documentos mais profundos sobre a cultura europeia depois da II Guerra Mundial; ou ainda como o grande romance da cidade do Porto, tal como "Os Maias" é o grande romance de Lisboa." [Do Prefácio de Rui Ramos]
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"É a história de um amor, o maior e mais terrível sobre que me foi dado escrever. Eu sei-o. Qualquer um pode ficar a sabê-lo por si. Trata-se de um amor que não é nomeado nos romances e que também não é nomeado por aqueles que o vivem. De um sentimento que de certo modo não tem ainda o seu vocabulário, os seus hábitos e rituais. Trata-se de um amor perdido. Perdido como perdição. Leiam o livro, leiam-no mesmo que de início o detestem. Já nada temos a perder, nem eu dos leitores, nem os leitores de mim. Leiam tudo. Leiam todas as distâncias que vos são indicadas, as dos corredores que rodeiam a história e a acalmam e nos concedem o tempo de os percorrer. Continuem a ler e de súbito terão atravessado a história, os seus risos, a sua agonia, os seus desertos. Sinceramente vossa. Duras"
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"É a história de um amor, o maior e mais terrível sobre que me foi dado escrever. Eu sei-o. Qualquer um pode ficar a sabê-lo por si. Trata-se de um amor que não é nomeado nos romances e que também não é nomeado por aqueles que o vivem. De um sentimento que de certo modo não tem ainda o seu vocabulário, os seus hábitos e rituais. Trata-se de um amor perdido. Perdido como perdição. Leiam o livro, leiam-no mesmo que de início o detestem. Já nada temos a perder, nem eu dos leitores, nem os leitores de mim. Leiam tudo. Leiam todas as distâncias que vos são indicadas, as dos corredores que rodeiam a história e a acalmam e nos concedem o tempo de os percorrer. Continuem a ler e de súbito terão atravessado a história, os seus risos, a sua agonia, os seus desertos. Sinceramente vossa. Duras"
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Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Dom Casmurro" foi publicado em 1899. O título do livro é retirado do nome já de si irónico, do personagem pois lhe foi dado por ter adormecido ao ouvir um jovem poeta declamar-lhe os versos. Forma como "Memórias Póstumas", "Quincas Borba", "Esaú e Jacó" e "Memorial de Aires" o essencial da obra romanesca de Machado de Assis. A subtileza dos seus protagonistas e o seu carácter contraditório é tal que ainda hoje os críticos brasileiros discutem se Capitu "traiu" ou não o marido. A este livro aplica-se o que escreveu Afredo Bosi que considerava que Machado de Assis dissolvia "paixões e entusiasmos no ácido de uma ironia e um humor que nada poupam: indivíduos e sociedade são aí "delicadamente" desmascarados em seu egoísmo e alienação". "Esaú e Jacó" publicado em 1904 é o penúltimo livro de Machado de Assis e distingue-se por uma maior organicidade narrativa, sem abandono das intenções modernistas do autor que o levaram a subverter a forma tradicional do romance. Um dos seus principais personagens é o conselheiro Aires que irá ressurgir em Memorial de Aires. Também em "Esaú e Jacó" a narrativa é subvertida, o fundo histórico está presente e os homens e as mulheres não são feitos de uma matéria única embora abundem as referências míticas. Como escreve Júlio Castanõn Guimarães: "o humor irónico quase constantemente se vincula a uma reflexão sobre a narrativa, quando esta, voltando-se sobre si, desmonta sua própria estruturação. Surge aí a oportunidade do discurso de aparência reticente, que avança por retrocesso ¿ faz-se, desfaz-se e refaz-se. Enquanto isso, aqui e ali, o romance se pontua com referências a factos históricos. Assinalados astuciosamente como que em pano de fundo, surgem a lei Rio Branco, a abolição, a questão militar, o baile da ilha Fiscal, a proclamação da República, o encilhamento, numa verdadeira marcação temporal externa. Internamente ao romance, no entanto, esses factos em nada ou quase nada alteram a vida dos personagens, ao nível das acções pelo menos, assim se ressaltando, estrategicamente, sua alienação, dentro da mesma perspectiva irónica que desvenda o percurso da narrativa."
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Dom Casmurro" foi publicado em 1899. O título do livro é retirado do nome já de si irónico, do personagem pois lhe foi dado por ter adormecido ao ouvir um jovem poeta declamar-lhe os versos. Forma como "Memórias Póstumas", "Quincas Borba", "Esaú e Jacó" e "Memorial de Aires" o essencial da obra romanesca de Machado de Assis. A subtileza dos seus protagonistas e o seu carácter contraditório é tal que ainda hoje os críticos brasileiros discutem se Capitu "traiu" ou não o marido. A este livro aplica-se o que escreveu Afredo Bosi que considerava que Machado de Assis dissolvia "paixões e entusiasmos no ácido de uma ironia e um humor que nada poupam: indivíduos e sociedade são aí "delicadamente" desmascarados em seu egoísmo e alienação". "Esaú e Jacó" publicado em 1904 é o penúltimo livro de Machado de Assis e distingue-se por uma maior organicidade narrativa, sem abandono das intenções modernistas do autor que o levaram a subverter a forma tradicional do romance. Um dos seus principais personagens é o conselheiro Aires que irá ressurgir em Memorial de Aires. Também em "Esaú e Jacó" a narrativa é subvertida, o fundo histórico está presente e os homens e as mulheres não são feitos de uma matéria única embora abundem as referências míticas. Como escreve Júlio Castanõn Guimarães: "o humor irónico quase constantemente se vincula a uma reflexão sobre a narrativa, quando esta, voltando-se sobre si, desmonta sua própria estruturação. Surge aí a oportunidade do discurso de aparência reticente, que avança por retrocesso ¿ faz-se, desfaz-se e refaz-se. Enquanto isso, aqui e ali, o romance se pontua com referências a factos históricos. Assinalados astuciosamente como que em pano de fundo, surgem a lei Rio Branco, a abolição, a questão militar, o baile da ilha Fiscal, a proclamação da República, o encilhamento, numa verdadeira marcação temporal externa. Internamente ao romance, no entanto, esses factos em nada ou quase nada alteram a vida dos personagens, ao nível das acções pelo menos, assim se ressaltando, estrategicamente, sua alienação, dentro da mesma perspectiva irónica que desvenda o percurso da narrativa."
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Do Amor" é um livro de Stendhal, escrito em 1820 e publicado dois anos depois, que analisa a fisiologia da paixão amorosa através de uma perspetiva que combina a psicologia e a sociologia.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Do Amor" é um livro de Stendhal, escrito em 1820 e publicado dois anos depois, que analisa a fisiologia da paixão amorosa através de uma perspetiva que combina a psicologia e a sociologia.
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