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Edição: Abr 1988
Nº Páginas: 185
Sinopse:
"Deu-se então em mim uma espécie de estalido. O panorama que se avistava daquele quarto provocava-me um sentimento de inquietação, uma apreensão que eu já conhecera. Aquelas fachadas, aquela rua deserta, aquelas silhuetas de sentinela no crepúsculo perturbavam-me à maneira insidiosa de um perfume ou de uma canção outrora familiares. E tive a certeza de que muitas vezes, àquela mesma hora, ficava ali, imóvel, à espreita, sem fazer o mínimo gesto, sem ousar sequer acender a luz. Quando tornei a entrar na sala, julguei que já não havia lá ninguém, mas afinal estava a dona da casa estendida no banco de veludo. Dormia. Aproximei-me silenciosamente e sentei-me na outra ponta do banco. Uma bandeja com um bule e duas chávenas, no meio do tapete de lã branca. Tossi um pouco. Ela não acordou. Então, deitei chá nas duas chávenas. Estava frio."
Nº Páginas: 185
Sinopse:
"Deu-se então em mim uma espécie de estalido. O panorama que se avistava daquele quarto provocava-me um sentimento de inquietação, uma apreensão que eu já conhecera. Aquelas fachadas, aquela rua deserta, aquelas silhuetas de sentinela no crepúsculo perturbavam-me à maneira insidiosa de um perfume ou de uma canção outrora familiares. E tive a certeza de que muitas vezes, àquela mesma hora, ficava ali, imóvel, à espreita, sem fazer o mínimo gesto, sem ousar sequer acender a luz. Quando tornei a entrar na sala, julguei que já não havia lá ninguém, mas afinal estava a dona da casa estendida no banco de veludo. Dormia. Aproximei-me silenciosamente e sentei-me na outra ponta do banco. Uma bandeja com um bule e duas chávenas, no meio do tapete de lã branca. Tossi um pouco. Ela não acordou. Então, deitei chá nas duas chávenas. Estava frio."
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Desenvolvendo-se ao longo do tempo, em conversa com um Sócrates jovem, que aqui assume ironicamente o papel de discípulo, a exposição de Diotima orienta-se segundo o esquema antes definido por Ágaton: a natureza de Eros e os seus efeitos sobre os homens. a realidade contraditória do Amor prefigura-se com o mito do seu nascimento (203a-c), onde Platão alcança uma das suas mais belas e sugestivas criações artísticas (…)." [Da Introdução] Com 39 desenhos de Maria Helena Vieira da Silva, esta edição de "O Banquete" tem tradução e introdução de Maria Teresa Schiappa de Azevedo.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"Desenvolvendo-se ao longo do tempo, em conversa com um Sócrates jovem, que aqui assume ironicamente o papel de discípulo, a exposição de Diotima orienta-se segundo o esquema antes definido por Ágaton: a natureza de Eros e os seus efeitos sobre os homens. a realidade contraditória do Amor prefigura-se com o mito do seu nascimento (203a-c), onde Platão alcança uma das suas mais belas e sugestivas criações artísticas (…)." [Da Introdução] Com 39 desenhos de Maria Helena Vieira da Silva, esta edição de "O Banquete" tem tradução e introdução de Maria Teresa Schiappa de Azevedo.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Desde que, em 1990, comecei a escrever regularmente para os jornais, houve colegas que me criticaram com o argumento de que estaria a desperdiçar os meus supostos talentos. Não tardei a verificar que o facto de escrever para um público mais vasto do que o constituído pelos círculos universitários não só em nada me prejudicava como até me ajudava a pensar com mais clareza." [Do Prefácio]
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Desde que, em 1990, comecei a escrever regularmente para os jornais, houve colegas que me criticaram com o argumento de que estaria a desperdiçar os meus supostos talentos. Não tardei a verificar que o facto de escrever para um público mais vasto do que o constituído pelos círculos universitários não só em nada me prejudicava como até me ajudava a pensar com mais clareza." [Do Prefácio]
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Depois, o romance oferece um conhecimento concreto, não conceptual. a ótica do romance não demonstra: ela mostra, num esforço de desapropriação ideológica, por fidelidade à existência em si. Por exemplo, não é a caraterização intelectual, sociológica ou moral que conta, mas sim Santo António vivendo. Por fim, o romance é um instrumento de precisão, como existem poucos, pois está à altura da singularidade, liberdade, tragicidade e assombro da vida. Ele consegue relatar o superlativo e o minúsculo, o sublime e o mísero, a dor e a redenção, o pecado e a santidade. a partir daqui Agustina opera, e fá-lo com uma segurança metodológica indiscutível." Do Prefácio de José Tolentino de Mendonça
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Depois, o romance oferece um conhecimento concreto, não conceptual. a ótica do romance não demonstra: ela mostra, num esforço de desapropriação ideológica, por fidelidade à existência em si. Por exemplo, não é a caraterização intelectual, sociológica ou moral que conta, mas sim Santo António vivendo. Por fim, o romance é um instrumento de precisão, como existem poucos, pois está à altura da singularidade, liberdade, tragicidade e assombro da vida. Ele consegue relatar o superlativo e o minúsculo, o sublime e o mísero, a dor e a redenção, o pecado e a santidade. a partir daqui Agustina opera, e fá-lo com uma segurança metodológica indiscutível." Do Prefácio de José Tolentino de Mendonça
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Edição: Jun 2005
Nº Páginas: 958
Sinopse:
"Depois dos perigos da guerra, dos tormentos de um longo cativeiro, Cervantes suportou cerca de dez anos de viagens por terras ermas e incómodas, miseráveis e de clima rigoroso, de pobreza e dificuldades para o exercício da sua vocação de escritor, pois nesses anos não conseguiu mais que publicar umas poucas poesias avulsas. Em contrapartida, a sua experiência e o seu conhecimento da Espanha (das suas cidades, vilas e aldeias, da linguagem falada em lugares isolados que preservavam as palavras de outros tempos) enriquece-se profundamente: contacta com a trama das relações entre os diversos estratos sociais, desvenda a complexidade dos sentimentos e dos interesses, sonda os abusos dos poderes (político, religioso, económico, militar), sofre a hipocrisia e a duplicidade dos grandes e dos pequenos, assiste às mudanças que se vão operando na sociedade que resvala na decadência que com força crescente mina a nação. [...] Quanto à minha tradução, que não fiz para comemorar os quatrocentos anos da publicação deste livro que me acompanha desde há muito tempo, fi-la sobretudo para melhor poder saborear esta obra querida, não no seu original mas em algo que também é meu. Pretendi servir o livro traduzido, cingindo-me muito à sua letra, que cifra o seu espírito, o que não foi fácil nem isento de dúvidas e receios: Cervantes não quis dar à sua prosa a dignidade do latim que Góngora pretendeu para a sua poesia, antes quis seguir o conselho que o amigo lhe dá no Prólogo da Primeira Parte: "[...] só procurar que de modo simples, com palavras claras, honestas e bem colocadas, saia a vossa prosa e período harmonioso e festivo, pintando em tudo o que conseguirdes e for possível, a vossa intenção; dando a entender os vossos conceitos sem enredá-los nem obscurecê-los. "" Da nota introdutória. Tradução e notas de José Bento Gravuras de Lima de Freitas
Nº Páginas: 958
Sinopse:
"Depois dos perigos da guerra, dos tormentos de um longo cativeiro, Cervantes suportou cerca de dez anos de viagens por terras ermas e incómodas, miseráveis e de clima rigoroso, de pobreza e dificuldades para o exercício da sua vocação de escritor, pois nesses anos não conseguiu mais que publicar umas poucas poesias avulsas. Em contrapartida, a sua experiência e o seu conhecimento da Espanha (das suas cidades, vilas e aldeias, da linguagem falada em lugares isolados que preservavam as palavras de outros tempos) enriquece-se profundamente: contacta com a trama das relações entre os diversos estratos sociais, desvenda a complexidade dos sentimentos e dos interesses, sonda os abusos dos poderes (político, religioso, económico, militar), sofre a hipocrisia e a duplicidade dos grandes e dos pequenos, assiste às mudanças que se vão operando na sociedade que resvala na decadência que com força crescente mina a nação. [...] Quanto à minha tradução, que não fiz para comemorar os quatrocentos anos da publicação deste livro que me acompanha desde há muito tempo, fi-la sobretudo para melhor poder saborear esta obra querida, não no seu original mas em algo que também é meu. Pretendi servir o livro traduzido, cingindo-me muito à sua letra, que cifra o seu espírito, o que não foi fácil nem isento de dúvidas e receios: Cervantes não quis dar à sua prosa a dignidade do latim que Góngora pretendeu para a sua poesia, antes quis seguir o conselho que o amigo lhe dá no Prólogo da Primeira Parte: "[...] só procurar que de modo simples, com palavras claras, honestas e bem colocadas, saia a vossa prosa e período harmonioso e festivo, pintando em tudo o que conseguirdes e for possível, a vossa intenção; dando a entender os vossos conceitos sem enredá-los nem obscurecê-los. "" Da nota introdutória. Tradução e notas de José Bento Gravuras de Lima de Freitas
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Declare-se por fim que a paixão em cru, a que se experimenta sem teorias, mas com palpitações, confere a esta fábula de cordel a sua coluna vertebral. E a "loucura lúcida", tão convocada para circunscrever o turbilhão que Maria Adelaide Coelho da Cunha desencadeou, ergue-se como eixo de uma congeminação que busca o caixilho disciplinador. Quem hesitará em concluir que por meio dela, a paixão, e por nada mais, se levanta o definitivo archote do progresso das almas, e a sua pertinente justificação?" Do Prefácio de Mário Cláudio
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Declare-se por fim que a paixão em cru, a que se experimenta sem teorias, mas com palpitações, confere a esta fábula de cordel a sua coluna vertebral. E a "loucura lúcida", tão convocada para circunscrever o turbilhão que Maria Adelaide Coelho da Cunha desencadeou, ergue-se como eixo de uma congeminação que busca o caixilho disciplinador. Quem hesitará em concluir que por meio dela, a paixão, e por nada mais, se levanta o definitivo archote do progresso das almas, e a sua pertinente justificação?" Do Prefácio de Mário Cláudio
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 768
Sinopse:
"David Copperfield" conta-nos a aventura de um rapaz, desde uma infância infeliz, até à descoberta da sua verdadeira vocação, a de romancista. Entre os fantásticos personagens do livro estão o seu padrasto, Mr. Murdstone; Steerforth, o brilhante, mas desprezível colega de escola; a formidável tia Betsey Trotwood; a humilde e traiçoeira Uriah Heep; a frívola e encantadora Dora; e ainda o "remediado" Micawber, uma das maiores criações cómicas da literatura de todos os tempos.
Nº Páginas: 768
Sinopse:
"David Copperfield" conta-nos a aventura de um rapaz, desde uma infância infeliz, até à descoberta da sua verdadeira vocação, a de romancista. Entre os fantásticos personagens do livro estão o seu padrasto, Mr. Murdstone; Steerforth, o brilhante, mas desprezível colega de escola; a formidável tia Betsey Trotwood; a humilde e traiçoeira Uriah Heep; a frívola e encantadora Dora; e ainda o "remediado" Micawber, uma das maiores criações cómicas da literatura de todos os tempos.
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Da magnífica residência dos Sackville West, o castelo de Knole, Virginia faz a moldura da sua biografia fantástica; de Vita, herdeira de uma das maiores famílias de Inglaterra, o modelo do seu herói. Homem e depois mulher, mas sobretudo homem e mulher, Orlando poderia ter saído com todas as suas armas do cérebro do Aristófanes do Banquete (…)." - Monique Nathan, em Virginia Woolf
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Da magnífica residência dos Sackville West, o castelo de Knole, Virginia faz a moldura da sua biografia fantástica; de Vita, herdeira de uma das maiores famílias de Inglaterra, o modelo do seu herói. Homem e depois mulher, mas sobretudo homem e mulher, Orlando poderia ter saído com todas as suas armas do cérebro do Aristófanes do Banquete (…)." - Monique Nathan, em Virginia Woolf
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Corpos Celestes" narra a vida de três irmãs na aldeia de al-Awafi, em Omã. Mayya, que casa com Abdallah após um desgosto amoroso; Asma, casada por obrigação; e Khawla, que rejeita todas as propostas enquanto espera pelo seu amado, que emigrou para o Canadá. Estas três mulheres e as suas famílias testemunham o desenvolvimento de Omã, de uma sociedade tradicional e esclavagista, passando pela era pós-colonial, até aos dias de hoje, marcados por um presente complexo. Elegantemente estruturado e sempre tenso, "Corpos Celestes" é um romance que vê o seu potencial desenrolar-se na narrativa do desenvolvimento de Omã através dos amores e perdas de uma família.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Corpos Celestes" narra a vida de três irmãs na aldeia de al-Awafi, em Omã. Mayya, que casa com Abdallah após um desgosto amoroso; Asma, casada por obrigação; e Khawla, que rejeita todas as propostas enquanto espera pelo seu amado, que emigrou para o Canadá. Estas três mulheres e as suas famílias testemunham o desenvolvimento de Omã, de uma sociedade tradicional e esclavagista, passando pela era pós-colonial, até aos dias de hoje, marcados por um presente complexo. Elegantemente estruturado e sempre tenso, "Corpos Celestes" é um romance que vê o seu potencial desenrolar-se na narrativa do desenvolvimento de Omã através dos amores e perdas de uma família.
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Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Conflito Interno" é uma história sobre lealdades que não resistem à colisão entre amor e política e confirma Kamila Shamsie como uma grande escritora dos nossos tempos.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
"Conflito Interno" é uma história sobre lealdades que não resistem à colisão entre amor e política e confirma Kamila Shamsie como uma grande escritora dos nossos tempos.
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Edição: Jul 2004
Nº Páginas: 138
Sinopse:
"Como o seu Portugal, que amava com carinho e com ironia, Eça de Queirós descobriu e revelou o Oriente. A história de O Mandarim (1880) é fantástica. Uma das personagens é um demónio; a outra mata magicamente, de uma sórdida pensão de Lisboa, um mandarim que estende o seu barrilete num terraço que fica no centro do Império Amarelo. A mente do leitor hospeda com alegria essa impossível fábula. No ano final do século XIX morreram em Paris dois homens de génio. Eça de Queirós e Oscar Wilde. Que eu saiba, nunca se conheceram, mas ter-se-iam entendido admiravelmente." Do Prólogo
Nº Páginas: 138
Sinopse:
"Como o seu Portugal, que amava com carinho e com ironia, Eça de Queirós descobriu e revelou o Oriente. A história de O Mandarim (1880) é fantástica. Uma das personagens é um demónio; a outra mata magicamente, de uma sórdida pensão de Lisboa, um mandarim que estende o seu barrilete num terraço que fica no centro do Império Amarelo. A mente do leitor hospeda com alegria essa impossível fábula. No ano final do século XIX morreram em Paris dois homens de génio. Eça de Queirós e Oscar Wilde. Que eu saiba, nunca se conheceram, mas ter-se-iam entendido admiravelmente." Do Prólogo
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Com uma escrita de apuro, Cardoso Pires traça um ambiente turvo. Com uma escrita áspera, Cardoso Pires retrata pessoas indolentes. Com uma escrita exacta Cardoso Pires assenta diálogos derivativos, enrolados, incongruentes — e essa coisa é que é linda. (…)Nunca antes, na nossa literatura, o dia 25 de Abril fora descrito de forma tão vibrante e tão vivida. (…)Do Prefácio
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Com uma escrita de apuro, Cardoso Pires traça um ambiente turvo. Com uma escrita áspera, Cardoso Pires retrata pessoas indolentes. Com uma escrita exacta Cardoso Pires assenta diálogos derivativos, enrolados, incongruentes — e essa coisa é que é linda. (…)Nunca antes, na nossa literatura, o dia 25 de Abril fora descrito de forma tão vibrante e tão vivida. (…)Do Prefácio
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Edição: Dez 2004
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Claro que não quero dizer que aquilo que sou se deve apenas à tua influência. Seria um grande exagero (e eu até tenho tendência para estes exageros). É bem possível que, mesmo se tivesse crescido completamente fora da tua influência, não conseguisse vir a ser um indivíduo a teu contento. Ter-me-ia tornado, talvez, um indivíduo mais fraco, mais ansioso, mais indeciso, mais inquieto, nem um Robert Kafka, nem um Karl Hermann, mas um ser completamente diferente daquilo que sou, e teríamos conseguido darmo-nos às mil maravilhas. Ter-me-ia sentido feliz por te ter como amigo, chefe, tio, avô, e até mesmo (se bem que com alguma reserva) como sogro. Só que como pai foste forte de mais para mim, sobretudo atendendo a que os meus irmãos morreram de tenra idade, e que só muito mais tarde viriam as minhas irmãs, pelo que tive de aguentar o primeiro embate completamente sozinho, sendo eu fraco de mais para isso."
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Claro que não quero dizer que aquilo que sou se deve apenas à tua influência. Seria um grande exagero (e eu até tenho tendência para estes exageros). É bem possível que, mesmo se tivesse crescido completamente fora da tua influência, não conseguisse vir a ser um indivíduo a teu contento. Ter-me-ia tornado, talvez, um indivíduo mais fraco, mais ansioso, mais indeciso, mais inquieto, nem um Robert Kafka, nem um Karl Hermann, mas um ser completamente diferente daquilo que sou, e teríamos conseguido darmo-nos às mil maravilhas. Ter-me-ia sentido feliz por te ter como amigo, chefe, tio, avô, e até mesmo (se bem que com alguma reserva) como sogro. Só que como pai foste forte de mais para mim, sobretudo atendendo a que os meus irmãos morreram de tenra idade, e que só muito mais tarde viriam as minhas irmãs, pelo que tive de aguentar o primeiro embate completamente sozinho, sendo eu fraco de mais para isso."
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Chamaram-lhe alguns, a obra-prima do autor. E num prefácio que andou durante muito tempo colado ao seu "Arranca-Corações", Raymond Queneau não hesitava perante o rótulo hierarquizante e audacioso: "o mais pungente dos romances de amor contemporâneos"." Da Apresentação de Aníbal Fernandes
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Sinopse:
"Chamaram-lhe alguns, a obra-prima do autor. E num prefácio que andou durante muito tempo colado ao seu "Arranca-Corações", Raymond Queneau não hesitava perante o rótulo hierarquizante e audacioso: "o mais pungente dos romances de amor contemporâneos"." Da Apresentação de Aníbal Fernandes
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Edição: Dez 2012
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Céptico como os cépticos, crente como os crentes. A metade que avança é crente, a metade que confirma é céptica. Mas o cientista perfeito é também jardineiro: acredita que a beleza é conhecimento."[sobre ciência]"Indecifrável é o homem que, além de permanecer em silêncio e imóvel, se esconde da luz, como o mais velho dos ratos. Dele — por jamais ter sido visto, mas, acima de tudo, por jamais ter sido entendido — se construirá uma robusta e luminosa estátua no centro dessa cidade que nem sequer se recorda de alguém o ter visto nascer."[sobre o medo]"Lilith atravessou um caixão aberto, correu de um lado ao outro do caixão aberto. Apenas dois metros de comprimento: duas sensações estranhas: correr em espaço tão curto e esse movimento intenso dentro de uma caixa feita para guardar a imobilidade. Um exercício filosófico: correr dentro de um caixão."[sobre as ligações]
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Céptico como os cépticos, crente como os crentes. A metade que avança é crente, a metade que confirma é céptica. Mas o cientista perfeito é também jardineiro: acredita que a beleza é conhecimento."[sobre ciência]"Indecifrável é o homem que, além de permanecer em silêncio e imóvel, se esconde da luz, como o mais velho dos ratos. Dele — por jamais ter sido visto, mas, acima de tudo, por jamais ter sido entendido — se construirá uma robusta e luminosa estátua no centro dessa cidade que nem sequer se recorda de alguém o ter visto nascer."[sobre o medo]"Lilith atravessou um caixão aberto, correu de um lado ao outro do caixão aberto. Apenas dois metros de comprimento: duas sensações estranhas: correr em espaço tão curto e esse movimento intenso dentro de uma caixa feita para guardar a imobilidade. Um exercício filosófico: correr dentro de um caixão."[sobre as ligações]
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Caso tentasse abordar todos os aspetos da China contemporânea esta jornada não teria fim, e o livro ficaria ainda mais extenso do que As Mil e Uma Noites. Desta forma, procuro ser conciso e iniciar a jornada narrativa a partir da vida quotidiana, que me é evidentemente familiar." [Do Prefácio]
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Caso tentasse abordar todos os aspetos da China contemporânea esta jornada não teria fim, e o livro ficaria ainda mais extenso do que As Mil e Uma Noites. Desta forma, procuro ser conciso e iniciar a jornada narrativa a partir da vida quotidiana, que me é evidentemente familiar." [Do Prefácio]
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Cândido ou o Otimismo" é um conto filosófico de Voltaire, publicado pela primeira vez em Genebra em janeiro de 1759. A par de Zadig e Micromégas, é um dos escritos mais famosos de Voltaire, tendo sido reeditado vinte vezes em vida do autor.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Cândido ou o Otimismo" é um conto filosófico de Voltaire, publicado pela primeira vez em Genebra em janeiro de 1759. A par de Zadig e Micromégas, é um dos escritos mais famosos de Voltaire, tendo sido reeditado vinte vezes em vida do autor.
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Edição: Dez 2004
Nº Páginas: 292
Sinopse:
"Cada livro de Jack Kerouac é único, um diamante telepático. (…) Esta fecunda escrita natural, não tem semelhante na última metade do séc. XX, é uma síntese de Proust, Céline, Thomas Wolfe, Hemingway, Genet, Thelonious Monk, Basho, Charlie Parker e da própria compreensão do sagrado de Kerouac. "Big Sur" é uma humana, exacta narrativa da espantosa devastação causada pelo delirium tremens alcoólico em Kerouac, um romancista excepcional que forçou os seus limites, uma proeza que poucos escritores tão atormentados realizaram — outros entraram em colapso. Aqui encontramos a S. Francisco dos poetas, e reconhecemos o herói Dean Moriarty dez anos depois de "Pela Estrada Fora". Jack Kerouac era um "autor," como o seu grande igual W. S. Burroughs disse, e aqui, no cume do seu genial temperamento sofredor, escreveu através da dor para acabar no brilhante poema final "Mar", nos alucinatórios sons do Oceano Pacífico em Big Sur." - Allen Ginsberg, 10-10-91 N. Y. C.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
"Cada livro de Jack Kerouac é único, um diamante telepático. (…) Esta fecunda escrita natural, não tem semelhante na última metade do séc. XX, é uma síntese de Proust, Céline, Thomas Wolfe, Hemingway, Genet, Thelonious Monk, Basho, Charlie Parker e da própria compreensão do sagrado de Kerouac. "Big Sur" é uma humana, exacta narrativa da espantosa devastação causada pelo delirium tremens alcoólico em Kerouac, um romancista excepcional que forçou os seus limites, uma proeza que poucos escritores tão atormentados realizaram — outros entraram em colapso. Aqui encontramos a S. Francisco dos poetas, e reconhecemos o herói Dean Moriarty dez anos depois de "Pela Estrada Fora". Jack Kerouac era um "autor," como o seu grande igual W. S. Burroughs disse, e aqui, no cume do seu genial temperamento sofredor, escreveu através da dor para acabar no brilhante poema final "Mar", nos alucinatórios sons do Oceano Pacífico em Big Sur." - Allen Ginsberg, 10-10-91 N. Y. C.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Brilhante! Finalmente um romance que entende o rock and roll! O terceiro livro de Don DeLillo expõe o rock como um mito romântico, uma mercadoria dispensável, como uma forma de arte intrinsecamente ligada ao comércio. É tão impertinente que as ideias principais apenas nos atingem algum tempo depois, tal e qual como o bom rock and roll." [The Village Voice] "DeLillo é um escritor perturbante, um talento amadurecido, vivo e astucioso. Este livro é a prova de que é um escritor que se sabe ultrapassar a si próprio, atingindo constantemente novos patamares." [Newsweek] "DeLillo tem a força e a imaginação de Thomas Pynchon ou de John Barth, possuindo, no entanto, um sentido de proporção e um estilo de que estes muitas vezes carecem." [Irish Times] "Brilhante, profundamente chocante." [The New York Review of Books]
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Brilhante! Finalmente um romance que entende o rock and roll! O terceiro livro de Don DeLillo expõe o rock como um mito romântico, uma mercadoria dispensável, como uma forma de arte intrinsecamente ligada ao comércio. É tão impertinente que as ideias principais apenas nos atingem algum tempo depois, tal e qual como o bom rock and roll." [The Village Voice] "DeLillo é um escritor perturbante, um talento amadurecido, vivo e astucioso. Este livro é a prova de que é um escritor que se sabe ultrapassar a si próprio, atingindo constantemente novos patamares." [Newsweek] "DeLillo tem a força e a imaginação de Thomas Pynchon ou de John Barth, possuindo, no entanto, um sentido de proporção e um estilo de que estes muitas vezes carecem." [Irish Times] "Brilhante, profundamente chocante." [The New York Review of Books]
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Atlas do Corpo e da Imaginação" é um livro de Gonçalo M. Tavares que atravessa a literatura, o pensamento e as artes, passando pela imagem e por temas como os da identidade, tecnologia; morte e ligações amorosas; cidade, racionalidade e loucura, alimentação e desejo, etc. Centenas de fragmentos que definem um itinerário no meio da confusão do mundo, discurso acompanhado por imagens d’Os Espacialistas, colectivo de artistas plásticos. É um livro para ler e para ser visto e é também, de certa maneira, uma narrativa — com imagens que cruzam, com o texto, os temas centrais da modernidade. Neste Atlas do Corpo e da Imaginação, Gonçalo M. Tavares revisita ainda a obra de alguns dos mais importantes pensadores contemporâneos, partindo de Bachelard e Wittgenstein, passando depois por Foucault, Hannah Arendt, Roland Barthes, mas também por escritores como Vergílio Ferreira, Llansol ou Lispector, entre muitos outros. Arquitectura, arte, pensamento, dança, teatro, cinema e literatura são disciplinas que atravessam, de forma directa e oblíqua, o livro. Com o seu espírito claro e lúcido, Gonçalo M. Tavares conduz-nos com precisão e entusiasmo através do labirinto que é o mundo em que vivemos.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Atlas do Corpo e da Imaginação" é um livro de Gonçalo M. Tavares que atravessa a literatura, o pensamento e as artes, passando pela imagem e por temas como os da identidade, tecnologia; morte e ligações amorosas; cidade, racionalidade e loucura, alimentação e desejo, etc. Centenas de fragmentos que definem um itinerário no meio da confusão do mundo, discurso acompanhado por imagens d’Os Espacialistas, colectivo de artistas plásticos. É um livro para ler e para ser visto e é também, de certa maneira, uma narrativa — com imagens que cruzam, com o texto, os temas centrais da modernidade. Neste Atlas do Corpo e da Imaginação, Gonçalo M. Tavares revisita ainda a obra de alguns dos mais importantes pensadores contemporâneos, partindo de Bachelard e Wittgenstein, passando depois por Foucault, Hannah Arendt, Roland Barthes, mas também por escritores como Vergílio Ferreira, Llansol ou Lispector, entre muitos outros. Arquitectura, arte, pensamento, dança, teatro, cinema e literatura são disciplinas que atravessam, de forma directa e oblíqua, o livro. Com o seu espírito claro e lúcido, Gonçalo M. Tavares conduz-nos com precisão e entusiasmo através do labirinto que é o mundo em que vivemos.
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Edição: Dez 2003
Nº Páginas: 126
Sinopse:
"As sugestões que Virginia Woolf e Rilke fazem aos jovens poetas vão em sentidos opostos - e daí o interesse maior da sua publicação conjunta. Rilke e Woolf coincidem apenas no conselho que dão aos seus correspondentes para que não tenham pressa em publicar (...). É provável que as suas diferentes abordagens da criação poética tenham a ver com a diversidade da poesia alemã e inglesa no início do século XX e o facto de Rilke ser sobretudo um poeta e Woolf uma romancista. Mas isso foi certamente acentuado pela sensibilidade de cada um e por as disposições dos jovens poetas a que escrevem, John e Kappus, serem também elas distintas - o primeiro voltado para a expressão das suas emoções mais íntimas e Kappus para o exterior." (Do Prefácio)
Nº Páginas: 126
Sinopse:
"As sugestões que Virginia Woolf e Rilke fazem aos jovens poetas vão em sentidos opostos - e daí o interesse maior da sua publicação conjunta. Rilke e Woolf coincidem apenas no conselho que dão aos seus correspondentes para que não tenham pressa em publicar (...). É provável que as suas diferentes abordagens da criação poética tenham a ver com a diversidade da poesia alemã e inglesa no início do século XX e o facto de Rilke ser sobretudo um poeta e Woolf uma romancista. Mas isso foi certamente acentuado pela sensibilidade de cada um e por as disposições dos jovens poetas a que escrevem, John e Kappus, serem também elas distintas - o primeiro voltado para a expressão das suas emoções mais íntimas e Kappus para o exterior." (Do Prefácio)
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Ondas" é considerado o mais radical romance de Virginia Woolf — um desses raros escritores que nasceu no "instante em que uma estrela se pôs a pensar". Marguerite Yourcenar, sua tradutora francesa, descreveu-o assim: ""As Ondas" é um livro com seis personagens, ou melhor, seis instrumentos musicais, pois consiste unicamente em monólogos interiores, cujas curvas se sucedem e entrecruzam com uma segurança que lembra a "Arte da Fuga" de Bach. Nesta narrativa musical, os breves pensamentos de infância, as rápidas reflexões sobre os momentos de juventude e de confiante camaradagem desempenham o mesmo papel dos allegri nas sinfonias de Mozart, abrindo espaço para os lentos andantes dos imensos solilóquios sobre a experiência, a solidão e a maturidade. Tanto como uma meditação sobre a vida, "As Ondas" é um ensaio sobre a solidão. Trata-se de seis crianças, três raparigas, Rhoda, Jinny e Susan; e de três rapazes, Louis, Neville e Bernard, que vemos crescer, diferenciarem-se e envelhecer. Uma sétima criança, que nunca toma a palavra e que só conhecemos através das outras, é o centro do livro, ou melhor, o seu coração."
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"As Ondas" é considerado o mais radical romance de Virginia Woolf — um desses raros escritores que nasceu no "instante em que uma estrela se pôs a pensar". Marguerite Yourcenar, sua tradutora francesa, descreveu-o assim: ""As Ondas" é um livro com seis personagens, ou melhor, seis instrumentos musicais, pois consiste unicamente em monólogos interiores, cujas curvas se sucedem e entrecruzam com uma segurança que lembra a "Arte da Fuga" de Bach. Nesta narrativa musical, os breves pensamentos de infância, as rápidas reflexões sobre os momentos de juventude e de confiante camaradagem desempenham o mesmo papel dos allegri nas sinfonias de Mozart, abrindo espaço para os lentos andantes dos imensos solilóquios sobre a experiência, a solidão e a maturidade. Tanto como uma meditação sobre a vida, "As Ondas" é um ensaio sobre a solidão. Trata-se de seis crianças, três raparigas, Rhoda, Jinny e Susan; e de três rapazes, Louis, Neville e Bernard, que vemos crescer, diferenciarem-se e envelhecer. Uma sétima criança, que nunca toma a palavra e que só conhecemos através das outras, é o centro do livro, ou melhor, o seu coração."
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"As obras de Mrs. Fisher tratam de comida e de pessoas, temas que a autora está habilitada para abordar com especial competência. Em primeiro lugar, porque a cozinha é para ela um passatempo e não uma profissão.(...)"
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"As obras de Mrs. Fisher tratam de comida e de pessoas, temas que a autora está habilitada para abordar com especial competência. Em primeiro lugar, porque a cozinha é para ela um passatempo e não uma profissão.(...)"
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 359
Sinopse:
"As Ligações Perigosas" é um romance em que mais do que a paixão se descreve o fingimento. A sua forma é a da correspondência trocada entre diversas personagens, alternando o espírito libertino e a candura, a sedução e a vertigem. O seu autor, Choderlos de Laclos, nasceu em Amiens, em Outubro de 1741. Foi militar de carreira e atingiu o posto de general pouco antes de morrer, em 1800. Escreveu "As Ligações Perigosas" quando estava aquartelado na Ilha de Ré e decidiu contar uma história que "ressoasse ainda na terra depois de por ela ter passado". Os privilegiados, disse Vailland, "não lhe perdoaram ter sido um revolucionário e os revolucionários inquietaram-se ao vê-lo tão bem informado dos prazeres dos privilegiados".
Nº Páginas: 359
Sinopse:
"As Ligações Perigosas" é um romance em que mais do que a paixão se descreve o fingimento. A sua forma é a da correspondência trocada entre diversas personagens, alternando o espírito libertino e a candura, a sedução e a vertigem. O seu autor, Choderlos de Laclos, nasceu em Amiens, em Outubro de 1741. Foi militar de carreira e atingiu o posto de general pouco antes de morrer, em 1800. Escreveu "As Ligações Perigosas" quando estava aquartelado na Ilha de Ré e decidiu contar uma história que "ressoasse ainda na terra depois de por ela ter passado". Os privilegiados, disse Vailland, "não lhe perdoaram ter sido um revolucionário e os revolucionários inquietaram-se ao vê-lo tão bem informado dos prazeres dos privilegiados".
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"As irmãs Teixeiras, Assunta e Matilde, sobretudo, mesmo a resvalar, caminham direitas, sem a melancolia indolente da aristocracia falida, com a diligente prudência dos desiludidos. Aquele contínuo movimento esconde, para quem está de fora, o declínio, substituindo-o por uma aparência de estabilidade em que a decadência se torna imperceptível, a ponto de não parecer decadência, mas apenas o tempo a passar. São profetas da normalidade, gestoras da desilusão, do fracasso e da ruína. Contra a vida como “cerimonial da loucura”, que também as condiciona, proclamam o triunfo da normalidade: “Normais somos nós. Tudo nos vence e nada nos ilude.” Vence quem admite a inevitável derrota e, mesmo assim, opta pela recusa estóica da ilusão e das suas armadilhas. A decadência, que enfrentam com dignidade, refractárias à ilusão, ao ruído das revoluções exteriores, assenta-lhes bem." Do Prefácio de Bruno Vieira Amaral
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"As irmãs Teixeiras, Assunta e Matilde, sobretudo, mesmo a resvalar, caminham direitas, sem a melancolia indolente da aristocracia falida, com a diligente prudência dos desiludidos. Aquele contínuo movimento esconde, para quem está de fora, o declínio, substituindo-o por uma aparência de estabilidade em que a decadência se torna imperceptível, a ponto de não parecer decadência, mas apenas o tempo a passar. São profetas da normalidade, gestoras da desilusão, do fracasso e da ruína. Contra a vida como “cerimonial da loucura”, que também as condiciona, proclamam o triunfo da normalidade: “Normais somos nós. Tudo nos vence e nada nos ilude.” Vence quem admite a inevitável derrota e, mesmo assim, opta pela recusa estóica da ilusão e das suas armadilhas. A decadência, que enfrentam com dignidade, refractárias à ilusão, ao ruído das revoluções exteriores, assenta-lhes bem." Do Prefácio de Bruno Vieira Amaral
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"As insuficiências reveladas pelo pensamento económico dominante durante estes anos de crise abriram espaço para a afirmação de abordagens heterodoxas e de ideias largamente ignoradas até há pouco.O combate por ideias alternativas ao pensamento económico dominante constitui o objectivo primordial do blogue Ladrões de Bicicletas, onde o autor escreve desde Abril de 2007."
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"As insuficiências reveladas pelo pensamento económico dominante durante estes anos de crise abriram espaço para a afirmação de abordagens heterodoxas e de ideias largamente ignoradas até há pouco.O combate por ideias alternativas ao pensamento económico dominante constitui o objectivo primordial do blogue Ladrões de Bicicletas, onde o autor escreve desde Abril de 2007."
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Edição: Jun 2008
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"As duas principais correntes filosóficas helenísticas, o epicurismo e o estoicismo, surgiram quase em simultâneo, tendo os seus fundadores, Epicuro e Zenão de Cício, formado em Atenas escolas rivais."
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"As duas principais correntes filosóficas helenísticas, o epicurismo e o estoicismo, surgiram quase em simultâneo, tendo os seus fundadores, Epicuro e Zenão de Cício, formado em Atenas escolas rivais."
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"As crianças cansaram-se do castelo de areia. Desataram a correr para que a água jorrasse das poças à beira das ondas. Acordada do pequeno e tranquilo universo pessoal para o qual tinha resvalado, Yasue correu atrás delas." Este livro reúne alguns dos melhores e mais inspiradores contos de Yukio Mishima.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"As crianças cansaram-se do castelo de areia. Desataram a correr para que a água jorrasse das poças à beira das ondas. Acordada do pequeno e tranquilo universo pessoal para o qual tinha resvalado, Yasue correu atrás delas." Este livro reúne alguns dos melhores e mais inspiradores contos de Yukio Mishima.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 174
Sinopse:
"Ariel" inclui alguns dos mais importantes poemas de Sylvia Plath, escritos no período que vai da edição do seu primeiro livro de poesia em 1960, até ao seu suicídio três anos mais tarde. Exprimem com notável intensidade e rigor os seus sentimentos ao longo de um período difícil da sua vida." "Se estes poemas são desesperados, e destrutivos, são também ternos, abertos às coisas, e invulgarmente inteligentes, irónicos e atentos… São obras de uma grande pureza artística e, apesar do seu niilismo, de uma grande generosidade… Este livro é um importante acontecimento literário." The Observer Sylvia Plath (1932-1963) passou a infância na Nova Inglaterra. O precoce desaparecimento do seu pai de origem alemã, os problemas psiquiátricos, a ligação com o poeta Edward Hughes e a sua morte com apenas 31 anos, foram acontecimentos que marcaram a sua obra e a análise que dela tem sido feita.
Nº Páginas: 174
Sinopse:
"Ariel" inclui alguns dos mais importantes poemas de Sylvia Plath, escritos no período que vai da edição do seu primeiro livro de poesia em 1960, até ao seu suicídio três anos mais tarde. Exprimem com notável intensidade e rigor os seus sentimentos ao longo de um período difícil da sua vida." "Se estes poemas são desesperados, e destrutivos, são também ternos, abertos às coisas, e invulgarmente inteligentes, irónicos e atentos… São obras de uma grande pureza artística e, apesar do seu niilismo, de uma grande generosidade… Este livro é um importante acontecimento literário." The Observer Sylvia Plath (1932-1963) passou a infância na Nova Inglaterra. O precoce desaparecimento do seu pai de origem alemã, os problemas psiquiátricos, a ligação com o poeta Edward Hughes e a sua morte com apenas 31 anos, foram acontecimentos que marcaram a sua obra e a análise que dela tem sido feita.
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